sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Seminário expõe uma nova necessidade de promover e de viver a agricultura

NN - publicado Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

A DESTEQUE e a Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros promovem hoje,
às 15h, no pequeno auditório do Centro Cultural, o Seminário PROVE.


O PROVE é uma Cadeia de Abastecimento Alimentar que cultiva uma
relação de proximidade entre o produtor e o consumidor, procurando-se
que, desta forma, existam cada vez menos intermediários no processo de
venda.

Trata-se de uma outra forma de promover e de viver a agricultura, de
uma forma mais solidária que implica maior proximidade e comunicação
entre produtor e consumidor, maior confiança e identidade, ou seja,
que os consumidores saibam a origem dos produtos e se identifiquem com
eles.

O PROVE é uma forma de os produtores venderem os seus produtos
diretamente ao consumidor a um preço justo.

http://noticiasdonordesteultimas.blogspot.com/2012/01/seminario-expoe-uma-nova-necessidade-de.html

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Autarcas e produtores de fruta do Douro Sul exigem alterações à portaria sobre seguros de colheita

quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012 | 20:53
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O presidente da Associação de Municípios do Douro Sul, António Borges,
avisou hoje em Lamego que o Governo «não pode olhar para o País de
forma cega» na questão da alteração à legislação sobre seguros de
colheita.
Este aviso foi deixado na reunião entre os autarcas dos 10 concelhos
do Douro Sul e dezenas de produtores de fruta e uva, alarmados com as
consequências da portaria de 30 de dezembro que vem alterar o modelo
de seguros de colheita que estava em vigor desde 1996.

«Vamos procurar dialogar com o Governo para que seja possível alterar
esta portaria ou, em alternativa, encontrar mecanismos, nomeadamente
através de fundos comunitários, para garantir as condições mínimas a
esta região que produz um terço da cereja nacional, mais de 50 por
cento da maçã e uma percentagem significativa do vinho português»,
disse António Borges, também presidente da câmara de Resende (PS).

Diário Digital / Lusa

http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=174567

Produtores de vinho verde vão aprender inglês técnico

25.01.2012 - 20:14 Por Lusa
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Os produtores aderentes da Rota dos Vinhos Verdes vão aprender inglês
técnico sobre enoturismo e o próprio vinho verde em acções formativas
que se realizarão de 10 de Fevereiro a 20 de Março, no Porto e nos
Arcos de Valdevez.

A iniciativa é da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes
(CVRVV), sendo a primeira vez que se realiza na respectiva região
demarcada, e a adesão foi tal que "haverá uma segunda edição" em data
a determinar, disse à Agência Lusa o presidente daquela entidade,
Manuel Pinheiro.

As 25 vagas abertas para esta primeira acção esgotaram rapidamente, o
que para Manuel Pinheiro é um sinal de que "as empresas estão com
muita apetência" para explorar cada vez mais os mercados externos.

"Ficámos bastante surpreendidos, pela positiva", com a receptividade
que a iniciativa teve e "vai haver acções de francês e espanhol" com o
mesmo objectivo e ainda "este ano", anunciou também Manuel Pinheiro

Esta iniciativa da CVRVV pretende "qualificar os produtores para
receberem turistas estrangeiros e apoiá-los no processo de venda para
os mercados externos", para onde foi escoado cerca de 34 por cento da
produção de Vinho Verde em 2011.

O programa de formação vai ser orientado por um professor americano
que dirige uma escoa no Porto e em Matosinhos e divide-se em "quatro
workshops formativos", o primeiro dos quais sobre produção de vinho
verde e focado em questões como "o solo e o clima, as vinhas, as
castas, os tipos de condução da vinha e as adegas".

"A segunda acção de inglês técnico vai permitir aos produtores
aprender vocabulário sobre a comercialização do vinho verde,
nomeadamente termos relacionados com a compra e a venda, o consumo de
vinho, a exportação e a promoção do vinho", refere ainda a Comissão.

Haverá também uma acção sobre a história do vinho verde, o vinho e a
cultura e a Rota dos Vinhos Verdes, que propõe visitas a vinhas,
quintas, caves e adegas.

A formação incidirá ainda sobre a degustação do vinho verde, focando
aspectos como o "vinho e os sentidos, aromas sabores e sensações e
descrição dos vinhos".

O programa inicia-se no Porto a dia 10 de Fevereiro e termina a 30 de
Março nos Arcos de Valdevez, na Estação Vitivinícola Amândio Galhano
(EVAG), onde cada participante vai desempenhar o papel de guia para o
grupo de produtores inscritos.

A CVRVV explica que a insere-se no projecto Minho IN, que visa "fazer
do Minho o primeiro destino enoturístico nacional", e é co-financiado
pelo Programa Operacional Regional do Norte (ON.2).

http://www.publico.pt/Sociedade/produtores-de-vinho-verde-vao-aprender-ingles-tecnico-1530735

Produtores agrícolas de Lamego temem que portaria sobre seguros de colheita “mate” a região

DR
Os produtores de fruta e vinho do vale do Douro Sul apontam a nova
portaria que vai regular os seguros de colheita na região como uma
"certidão de óbito" para centenas de agricultores.
No topo da lista das justificações para o "desespero" que, ontem
reunidos em Lamego, norte do distrito de Viseu, temem que tome conta
dos produtores, principalmente de uva, maçã e cereja, está o aumento
do custo do seguro que admitem chegar às centenas de euros por ano.
Integrada numa região integralmente composta por áreas de maior risco,
numa escala de cinco níveis, de A a E, os 10 concelhos do Douro
estavam abrangidos, desde 1996, pelo SIPAC (Sistema Integrado de
Protecção Contra as Aleatoriedades Climatéricas), que garantia uma
bonificação estatal de 75 por cento nos seguros que, com a portaria de
30 de dezembro de 2011, passa para 50 por cento.
Na reunião entre os autarcas da AMVDS (Associação de Municípios do
Vale do Douro Sul) e dezenas de produtores, o alerta de "quase certa"
certidão de óbito de centenas de agricultores foi lançado por Vítor
Pereira, gestor e economista da Cooperativa do Távora, de Moimenta da
Beira.
"Com a baixa da bonificação estatal de 75 para 50 por cento, o seguro
de colheita passa a ser insuportável para muitos produtores", apontou
Vítor Pereira, explicando que as contas "são claras" e garantem um
acréscimo de custos, no caso da uva, em 84 por cento nas zonas de
risco máximo".
Outro problema que foi exposto em Lamego prende-se com o "aumento das
dificuldades" para os seguros coletivos, visto que a nova portaria de
30 de dezembro e já a ser aplicada, "impõe que a bonificação acrescida
para este tipo de seguros só é concedida quando mais de 50 por cento
dos sócios fazem o seguro".

http://www.asbeiras.pt/2012/01/produtores-agricolas-de-lamego-temem-que-portaria-sobre-seguros-de-colheita-mate-a-regiao/

Governo de Luanda quer atrair empresas portuguesas em dificuldades (O objectivo é apostar nos sectores prioritários para Angola, nomeadamente agricultura)

Economia

23.01.2012 - 22:51 Por Lusa
34 de 34 notícias em Economia« anterior

(Foto: Miguel Madeira)
O Governo de Angola quer atrair empresas portuguesas que enfrentam
dificuldades graves de tesouraria devido à crise, mas que ainda têm
potencial tecnológico, e apostar num mecanismo de migração selectiva.

A intenção foi referidanesta segunda-feira pelo ministro angolano da
Economia, Abraão Gourgel, que falava numa conferência de imprensa
conjunta com o ministro português da Economia e Emprego, Álvaro Santos
Pereira. O responsável angolano destacou também a aposta do governo a
que pertence na desburocratização dos processos de instalação de
empresas e a "trasladação de activos de empresas que, em Portugal, já
não possam funcionar em pleno".

O governante disse que o ministério que dirige quer, "numa discussão
aberta com o serviço de imigração, encontrar um mecanismo de migração
selectiva" de empreendedores, detentores de tecnologia e conhecimento
e também de capital. O objectivo é apostar nos sectores prioritários
para Angola, nomeadamente agricultura, pecuária e pescas, mas também
nos materiais de construção, serviços de apoio ao sector industrial,
bem como aos sectores da indústria transformadora e mineira.

"Queremos partir rapidamente para acções de curto e médio prazo",
disse, afirmando que "a integração é parte da agenda da parceria
estratégica" entre Portugal e Angola. Questionado sobre as
dificuldades impostas pela nova lei do investimento privado, que exige
um limite mínimo de um milhão de dólares para empresas que queiram
investir em Angola, o ministro sustentou tratar-se de um montante
"muito pouco intensivo em capital e com impacto mais ou menos
pequeno".

Acrescentou que, se uma empresa portuguesa que queira deslocalizar-se
tiver activos de 500 mil dólares, pode entrar com esse valor e o
parceiro angolano completará com o restante investimento em recursos
financeiros. Além disso, o parceiro angolano terá acesso a
financiamentos e a empresa também, desde que a posição angolana seja
maioritária.

Na mesma conferência de imprensa, Álvaro Santos Pereira reafirmou a
intenção dos governos de Portugal e de Angola, de liderar um processo
de integração económica da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
(CPLP), considerando que, embora a história e a cultura comuns sejam o
que une os oito membros, a economia é o que os "fará ir para a
frente". Sublinhou que já foi criado um grupo de trabalho para
identificar as áreas em que se poderá avançar e exemplificou, como
propostas concretas, a criação de estágios para executivos portugueses
e angolanos noutros países da CPLP. O objetivo, insistiu, é "dar
músculo económico" à CPLP.

http://economia.publico.pt/Noticia/governo-de-luanda-quer-atrair-empresas-portuguesas-em-dificuldades-1530410

Nova imagem de iogurtes Danone destaca origem do leite nacional

por Diogo Pereira
25 de Janeiro - 2012
A Danone Portugal lançou uma nova imagem para os seus iogurtes sólidos
e líquidos, destacando a proveniência do leite que os compõe, através
do mote "feito com leite fresco 100% nacional".


Segundo a Danone, esta nova imagem dá "visibilidade à relação que
existe, há já mais de 20 anos, entre a empresa e os produtores de
leite nacional". Para Henri Bruxelles, diretor-geral da Danone
Portugal, "esta mudança de imagem é uma forma de responder à
necessidade de transparência com os consumidores em relação à
proveniência dos produtos que consomem".

Na sua fábrica de Castelo Branco, são recebidos e consumidos
diariamente 130 mil litros de "leite fresco nacional, fruto da ordenha
diária de 4400 vacas".

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6139&bl=1

Nova loja online lusa vende produtos em cortiça

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Publicado em 23/01/2012

Nasceu a primeira loja online portuguesa destinada à venda de produtos
em cortiça, especialmente projetada para o mercado externo. Chama-se
CorkWay Store e oferece uma gama de produtos diversos.

A CorkWay Store, lançada a semana passada, oferece produtos fabricados
100% em cortiça natural, além de múltiplas "combinações inovadoras e
de sucesso com porcelana, cristal e cerâmica", explicam os
responsáveis em comunicado enviado ao Boas Notícias.

Na loja destacam-se, por exemplo, produtos como uma capa para iPad, um
tambor, um lavatório ou mesmo um galheteiro, tudo em cortiça. Uma vez
que foi criado a pensar no exterior, o website encontra-se em inglês e
apresenta preços em dólares, euros e libras, garantindo o envio para
qualquer parte do mundo.

De acordo com os criadores, este investimento surge num momento em que
"Portugal precisa de direcionar para a exportação aquilo que sabe
fazer de melhor". No entanto, afirmam que já há planos para
disponibilizar também uma versão portuguesa.

Por ocasião do lançamento, a CorkWay Store iniciou uma campanha amiga
do ambiente: por cada produto vendido, ou por cada fã na sua página do
Facebook, será plantada uma árvore, em parceria com o projeto Green
Cork da Quercus.

Clique http://www.corkway.com/ para visitar a loja online e
http://www.facebook.com/Corkway?sk=app_4949752878 para conhecer a
página da CorkWay Store no Facebook.
Boas Noticias

http://www.mafrahoje.pt/pt/articles/nova-loja-online-lusa-vende-produtos-em-cortica

CORTICEIRA AMORIM planta 3400 sobreiros numa zona devastada por incêndios

Escrito por CienciaPT
23-JAN-2012
Colaboradores participam numa acção de plantação em Vila Pouca de Aguiar

Os colaboradores da CORTICEIRA AMORIM vão plantar 3400 sobreiros, no
próximo dia 28 de Janeiro, numa área devastada por incêndios
florestais, em Três Minas, Vila Pouca de Aguiar.


Os 3400 sobreiros simbolizam o número de colaboradores que a
CORTICEIRA AMORIM tem espalhados pelo mundo, sendo esta uma acção que
visa envolver directamente esta comunidade de trabalhadores na
preservação da floresta portuguesa, aumentando desta forma a área
florestal de sobreiro, considerado recentemente a Árvore Nacional de
Portugal.

A acção insere-se no Programa de Sustentabilidade da Empresa,
denominado Escolha Natural, e é realizada no âmbito do Projecto
Floresta Comum, da QUERCUS, que visa assegurar a preservação da
floresta autóctone portuguesa.

A plantação de sobreiros nesta zona de Vila Pouca de Aguiar ajudará a
criar, no futuro, uma barreira ao avanço de incêndios. De destacar que
a criação de áreas florestais com espécies autóctones, como o
sobreiro, com características de resistência ao fogo, é uma das
estratégias recomendadas para a preservação de fogos florestais nas
zonas Norte e Centro de Portugal (que apresentam maior incidência de
incêndios). De notar também que o sobreiro no passado, e como espécie
autóctone, cobria vastas extensões do país.

Esta acção de reflorestação foi iniciada há um ano, em que foram
semeadas mais de 700 bolotas no solo pelos colaboradores da CORTICEIRA
AMORIM, também com o apoio QUERCUS, e terá continuidade no âmbito da
cultura organizacional da CORTICEIRA AMORIM, que tem a
sustentabilidade como um dos pilares de orientação do negócio. Em
simultâneo, serão promovidas outras acções de florestação e
conservação da natureza.

http://www.cienciapt.net/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=105573&Itemid=368

Sata vai pagar taxa de CO2 nas rotas da Europa, ligações inter-ilhas estão isentas

Publicado: 2012-01-24 13:01:37 | Actualizado: 2012-01-24 13:07:10

Por: António Gil


twitter

A Sata vai mesmo pagar taxa de emissão de CO2, dióxido de carbono, já
a partir deste ano. As ligações inter-ilhas e todas as rotas
asseguradas pela Sata Air Açores estão isentas.


Apenas as ligações inter-ilhas estão isentas.

Nas rotas de obrigação de serviço público a companhia vai assegurar os
custos junto dos passageiros. Quanto às ligações na Europa, estão por
decidir.

Que custos acrescidos traz à Sata a nova taxa? As estimativas indicam
cerca de 300 mil euros.

Estranha-se este número, já que em finais de 2010, no relatório de
contas, a Sata estimava pagar 1 milhão e 300 mil euros.

A redução do montante foi explicada à Antena1 Açores pelo porta voz da
companhia aérea, José Gamboa, com a redução do preço do CO2.

"Ao preço que o CO2 estava no mercado nós estimámos cerca de um milhão
e 200 mil euros, mas o preço do CO2 baixou entretanto. Hoje o preço
anda a 7 euros a tonelada, em 2011 andava nos 18 euros a tonelada. Por
isso essa diferença nos valores."

As ligações inter-ilhas e todas as outras asseguradas pelos DASH estão
isentas desta taxa.

Nas ligações de e para a Europa, a companhia aérea ainda não decidiu
se vai transferir para os passageiros o custo da emissão de CO2 e,
finalmente, nas rotas de obrigação de serviço publico.

Nas ligações com Lisboa e Porto, os preços ficam como estão.

O sistema europeu de compensação de emissões de carbono entrou em
vigor a 1 de janeiro.

Além da quota atribuida, à companhia aérea açoriana, a nova taxa traz
custos acrescidos na ordem dos 300 mil euros

(Antena1 Açores)

http://ww1.rtp.pt/acores/index.php?article=24910&visual=3&layout=10&tm=10

"Quando tenho de escolher escolho sempre o nacional"

PEDRO MARQUES, LOCUTOR DA RÁDIO M80

Ontem


Criada em 1952 no Entroncamento, a Compal começou por produzir
conserva de tomate, dedicando-se atualmente à produção de sumos de
fruta e vegetais em conserva.


É esta a escolha de Pedro Marques, que se recorda do dia em que ficou
fã da marca: "Quando tinha 16 anos fui convidado pelos meus pais a
comparecer num almoço e fiquei sentado ao lado de um grande amigo do
meu pai, que era diretor da Compal e acabei por conhecer a história da
Compal." Desde essa altura, o locutor da rádio M80 confessa ter
deixado "de olhar para o preço" e na altura de escolher opta sempre
pela Compal. Aliás, finaliza, "todos os dias quando tenho de escolher
escolho sempre o nacional". Há três anos, as marcas Compal e Sumol
uniram-se e dessa junção resultou um aumento nas exportações, estando
as duas marcas presentes em 60 países.

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2261934

IPBeja estabelece parcerias para criar Rede de Infra-estruturas Científicas e Tecnológicas

Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012


O Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) assinou um protocolo de
colaboração com o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), o
Centro Operativo e de Tecnologia do Regadio (COTR), o Centro de
Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Baixo Alentejo e Litoral
(CEBAL) e a empresa municipal Lógica.
Fonte do IPBeja explica ao "CA" que a nova parceria visa a "criação
da Rede de Infra-estruturas Científicas e Tecnológicas de Beja", que
será criada no âmbito do Sistema Regional de Transferência de
Tecnologia e terá como objectivo "criar e desenvolver uma estratégia
regional de promoção e valorização da investigação e do
desenvolvimento tecnológico, através da transferência de conhecimento
e tecnologia e a geração de empresas e de ideias de negócio
inovadoras".
Nesse sentido, acrescenta a mesma fonte, a rede terá como domínios
científicos a Agricultura e Tecnologia Alimentar,a Água e Ambiente, a
Biotecnologia, as Energias Renováveis, os Recursos Geológicos e
Mineiros, o Turismo, o Património e a Saúde, e os Sistemas
Computacionais e Criatividade Multimédia.
Constituem metas da rede, entre outras, a consolidação e
enriquecimento da qualidade e da diversidade dos processos de
investigação, de desenvolvimento e de transferência de tecnologia; o
fomento do empreendedorismo de base tecnológica e a incubação de
ideias e de empresas inovadoras; ou a potenciação das redes de
cooperação científica e económica, nacionais e internacionais, nos
domínios estratégicos de IDT.

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http://correioalentejo.com/?diaria=6624

Identificados compostos benéficos da dieta mediterrânica

25-01-12
De acordo com um trabalho de investigação realizado pela Universidade
de Coimbra, existe uma ligação directa entre o consumo da dieta
mediterrânica e uma menor incidência de vários tipos de cancro e de
doenças cardiovasculares.

De acordo com uma equipa internacional de investigadores, liderada por
Maria Paula Marques, da Unidade Química-Física Molecular da
Universidade de Coimbra (UC) começou há oito anos, um conjunto de
estudos que permitem identificar os compostos que possuem maior
capacidade de eliminação de radicais livres nocivos (antioxidantes).

A cientista portuguesa explicou que esses compostos "são os
antioxidantes, como os flavonóides ou certos ácidos, presentes em
vegetais (frutas, legumes, cereais, vinho, azeite), chamados compostos
fitoquímicos".

Tais compostos possuem a capacidade de eliminação de radicais livres
nocivos "porque evitam ou retardam um processo nocivo denominado
oxidação.

Esta oxidação gera compostos tóxicos, como os radicais livres, por
exemplo, e é devida a vários factores, nomeadamente ambientais
(radiação UV, poluição) ou comportamentais (stress)".

A "oxidação ou stress oxidativo pode levar a patologias graves como
neudegenerescências (Alzheimer, Parkinson, etc.) ou cancro", refere
Maria Paula Marques.

A investigação revelou que a dosagem é determinante para a função
antioxidante benéfica, pelo que, a partir de uma certa concentração os
compostos exercem o efeito inverso, ou seja, uma acção prejudicial.

A investigadora salienta que, "a dosagem depende do composto
específico, mas para cada um existe um intervalo benéfico, um
intervalo de segurança e um limite acima do qual se torna
potencialmente tóxico".

http://algarveprimeiro.com/index.php?article=22315&visual=8&id_area=1&layout=20

Douro: Vitivinicultores voltam a pedir intervenção do Governo para combater "preços de miséria"

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
13:03 Quarta, 25 de Janeiro de 2012
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Vila Real, 25 jan (Lusa) -- A Associação dos Vitivinicultores
Independentes do Douro (AVIDOURO) reclamou hoje ao Governo uma
intervenção para garantir o escoamento e melhores preços aos
produtores para os vinhos do Douro e Porto.

Os vitivinicultores da Região Demarcada do Douro começam a receber em
janeiro o benefício, ou seja da quantidade de mosto que foi
transformado em vinho do Porto.

Mas, segundo a AVIDOURO, apesar da redução drástica de 25 mil pipas de
benefício na última vindima, os preços "não aumentaram relativamente à
campanha anterior".

http://aeiou.visao.pt/douro-vitivinicultores-voltam-a-pedir-intervencao-do-governo-para-combater-precos-de-miseria=f643926#ixzz1kaJld1b3

Oliveira da Serra rouba liderança à concorrente Gallo

Sectores tradicionais

25.01.2012 - 15:35 Por Ana Rute Silva
21 de 35 notícias em Economia« anteriorseguinte »

A Sovena planta e produz o seu próprio azeite
(Foto: Miguel Manso)
Opção pela nova garrafa de plástico, lançada no final de 2010, ajudou
a marca da Sovena a ganhar consumidores em tempo de crise.

O azeite Oliveira da Serra ultrapassou a concorrente Gallo pela
primeira vez nos últimos dez anos e é, agora, líder de mercado entre
as marcas de fabricante. A empresa da Sovena, do grupo Nutrinveste
(detido pela família Mello), chegou ao final de 2011 com uma quota em
volume de 20%, quando em 2010 tinha 17%. Ao mesmo tempo a Gallo desceu
de 22% para 19%, de acordo com os números da Nielsen, cedidos pela
Oliveira da Serra e calculados com base nas compras feitas em hiper e
supermercados. Até agora, a Gallo, da Unilever Jerónimo Martins, tinha
sempre conquistado a maior fatia dos consumidores e chegou, em 2001, a
ter 37% de quota.

Luís Santos, director de marketing da Oliveira da Serra, mostra ainda
os números da Kantar Worldpannel, outra empresa de estudos de mercado,
e que se referem às compras feitas por cada família. A marca da Sovena
teve uma quota em volume de 20,5%, quando em 2010 tinha 18,1%. Ao
mesmo tempo, a Gallo desceu de 15,5 para 13,5%.

"Ao longo do tempo fomos ganhando lideranças pontuais, começámos por
ganhar nos hipermercados, depois no segmento de [azeite] virgem extra,
mais tarde em lares. Agora é a liderança total de mercado", diz.

Apesar da contracção do consumo, a crise acabou por ajudar a empresa a
vender mais garrafas de azeite. É que, ao lançar no final de 2010 uma
garrafa de plástico, mais barata, acabou por aumentar o volume de
vendas e contornar o efeito das marcas da distribuição, actuais
líderes de mercado, e ainda mais apetecíveis numa altura em que o
rendimento disponível é escasso. O ano passado, a chamada gama leve
(que inclui azeite, azeite virgem e virgem extra) pesou 21% no total
de vendas de Oliveira da Serra.

"Foi um passo decisivo", começa por dizer Luís Santos. "As marcas de
fabricante estão a ser atacadas pelas marcas próprias e pelas de
primeiro preço [ainda mais baratas e com a qualidade mínima exigida]
e, por isso, criámos uma diversidade de produtos mais competitivos do
que tínhamos", explica. Alterar o tradicional vidro pelo plástico
ajuda o consumidor a "não fazer cedências e optar pelo Oliveira da
Serra em vez de uma marca própria ou por azeite espanhol", continua.
Em média, a garrafa de plástico de azeite (750 ml) custa menos 30
cêntimos do que a de vidro, e pouco mais de 20 cêntimos em comparação
com um produto da distribuição.

A nova embalagem também trouxe poupanças para a empresa: o plástico é
mais leve, logo, os custos com transporte diminuíram. Luís Santos
acrescenta ainda que a intenção não era aumentar a margem de lucro da
empresa, mas reflectir essas poupanças no preço final cobrado ao
consumidor.

Além da nova oferta - ainda longe de superar as vendas do formato
tradicional em vidro - a atenção mediática sobre a Oliveira da Serra
também ajudou a conquistar quota. O ano de 2010 foi um marco para a
Sovena: depois de meses de negociações conseguiu comprar 5200 hectares
de oliveiras aos espanhóis da SOS por 90 milhões de euros. Depois da
operação, passou a ter 10 mil hectares de olival próprio, investimento
que lhe permite melhorar a auto-suficiência e controlar toda a cadeia
de valor, da matéria-prima à prateleira do supermercado.

O facto de plantar e produzir o seu próprio azeite distingue-a da
Gallo Worldwide (detida a 45% pela Jerónimo Martins e a 55% pela
Unilever), que comercializou o ano passado 31 mil toneladas. Não
cultiva olival e recebe na sua fábrica em Abrantes cerca de sete mil
amostras de produto por ano, escolhendo apenas 30%.

Sem comentar a perda de liderança, Sara Oliveira, directora de
marketing da Gallo , sublinha que 2012 é um ano "de grande expectativa
para todas as marcas". A estratégia da marca assenta "numa contínua e
forte aposta em Portugal", aliada à internacionalização. A intenção é
conseguir fazer da marca de azeite a terceira do mundo em 2013. "Para
atingir este objectivo, é fundamental termos um grande ano em
Portugal, mais perto dos consumidores portugueses", sublinha.

http://economia.publico.pt/Noticia/oliveira-da-serra-rouba-lideranca-a-concorrente-gallo-1530679

SICASAL recebeu a visita do Ministro da Economia

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Publicado em 23/01/2012

A fábrica Sicasal, de Vila Franca do Rosário, Concelho de Mafra, que
há dois meses sofreu um violento incêndio, que consumiu cerca de 30
por cento das suas instalações, recebeu a visita, na tarde de 20 de
janeiro, de Álvaro Santos Pereira, Ministro da Economia. A empresa,
que existe há 44 anos, emprega, atualmente, 650 trabalhadores.

Quando o membro do governo chegou à fábrica, poucos minutos depois das
16 horas, foi recebido pelo Presidente da Edilidade mafrense, José
Ministro dos Santos; Álvaro Santos Silva, Presidente do Conselho de
Administração da Sicasal; Presidente da Assembleia Municipal, Joaquim
Sardinha; vereadores José António Parente e José Bizarro; Deputados da
Assembleia da República Hélder Silva e Duarte Pacheco, João Lima
Gaito, Presidente da Junta da Freguesia de Vila Franca do Rosário, bem
como Domingos Santos, Presidente da Frutoeste e outros convidados.

Durante uma pequena sessão solene usou da palavra, em primeiro lugar,
o patrão da Sicasal, Álvaro Silva, para agradecer a visita do ministro
e para garantir que as obras, nas zonas prejudicadas com o incêndio,
ficarão concluídas daqui por três meses, sentindo-se, muito feliz, por
não ter sido necessário despedir qualquer trabalhador tencionando,
até, contratar mais pessoal qualificado.

Álvaro Pereira, falou a seguir, para tecer rasgados elogios ao
empresário, dono da Sicasal, pela sua força de vontade ao conseguir,
rapidamente, colocar a fábrica a laborar, quase em pleno, após a
tragédia.

SICASAL EXPORTA 40 POR CENTO DA SUA PRODUÇÃO

Na visita efetuada às instalações o titular da pasta da economia
cumprimentou, efusivamente, alguns trabalhadores e não escondeu a sua
satisfação ao ter conhecimento que 40 por cento da produção da empresa
se destina a exportação.

A Sicasal, que se dedica ao embalamento de carne fresca, salsichas e
chouriços tem um movimento anual que ronda os 100 milhões de euros.

Texto e fotos: Rogério Batalha

http://www.mafrahoje.pt/pt/articles/sicasal-recebeu-a-visita-do-ministro-da-economia

Cristas recebeu carta do general depois de o ter exonerado

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA ESCLARECE

por Lusa24 Janeiro 2012

O ministério da Agricultura exonerou Mourato Nunes do cargo de diretor
do Instituto Geográfico Português (IGP) a 18 de janeiro e a sua carta
de demissão deu entrada nos serviços apenas a 20, disse à agência Lusa
fonte oficial.
Segundo a mesma fonte, o despacho de exoneração do tenente-general
Carlos Mourato Nunes tem data de 18 de janeiro, quarta-feira da semana
passada, e a decisão foi-lhe comunicada pessoalmente pelo secretário
de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, Pedro Afonso de
Paulo, no dia seguinte.
A carta de demissão do antigo comandante da GNR só deu entrada nos
serviços no dia 20, sexta-feira, referiu a fonte do ministério de
Assunção Cristas.
Na carta, Mourato Nunes manifesta "estranheza" e "desencanto" com a
ministra da Agricultura e alega nunca ter sido ouvido sobre a nova
orgânica do ministério da Agricultura, que considera "redutora" e
"minimalista".
Na carta dirigida a Assunção Cristas, Mourato Nunes considera mesmo
que a nova orgânica do ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e
Ordenamento do Território (MAMAOT) - onde o IGP é extinto e integrado
na Direção-Geral do Território - representa "uma oportunidade perdida"
e "não serve os interesses do país".
Carlos Mourato Nunes afirma que "no que à Geodesia, Cartografia,
Cadastro e Informação Geográfica respeita" no âmbito do PREMAC, nenhum
dos membros do Governo ouviu "os dirigentes nem os especialistas" do
IGP.
"Aliás, se o tivessem feito, para além da dimensão ética da atitude, a
reforma seria diferente, para melhor, sem desrespeitar as linhas de
orientação do Governo no que ao PREMAC refere", acrescenta.
Mourato Nunes defende ainda que Assunção Cristas tem "o direito de
gerir o ministério como entende ser politicamente mais adequado" e "o
direito e a prerrogativa de escolher dirigentes da sua confiança
política e que considera melhor vocacionados para cumprir os objetivos
do Governo", mas não o de "não receber em audiência os altos
dirigentes em exercício de funções, de não os ouvir para os grandes
estudos e análises que concorrem para a elaboração do processo de
decisão, que deveria preceder as reformas em curso".
"Ao longo do período de sete meses de mandato do XIX Governo
Constitucional que V. Excelência integra, não me foi facultada a
possibilidade de uma audiência para consigo dialogar, expor pontos de
vista, discutir políticas, receber orientações ou, tão simplesmente,
estabelecer uma mera relação de conhecimento (...) Durante estes meses
do seu mandato, que segui atentamente, esperei uma palavra, uma
orientação, uma oportunidade; tal não aconteceu, situação que lamento
profundamente e que, por inusitada, muito estranho", assinala.

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2261455&page=-1

Saltou de tractor para evitar a morte

Publicado ontem
NUNO CERQUEIRA


foto DR

O homem, de 48 anos, ficou ferido ao saltar do tractor para evitar o esmagamento

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Um gesto "intuitivo" do condutor de um tractor agrícola, ao meio da
tarde desta terça-feira, em Esposende, acabou por "lhe salvar a vida"
quando este se apercebeu que estava na iminência de colidir com um
carro.

O homem, de 48 anos, saltou do tractor para evitar o esmagamento.
Mesmo assim acabou por ficar ferido, pois não evitou, que uma perna
ficasse presa no tractor, que acabou por capotar devido à violência do
embate com o carro, conduzido

por um sexagenário natural de Esposende.

Tudo aconteceu num cruzamento da Nacional 13, que liga Esposende a
Viana do Castelo na Freguesia de S. Bartolomeu do Mar.

Do choque, entre as duas viaturas, ainda resultou um

segundo ferido, uma mulher de 62 anos de idade, ocupante do carro, que
foi conduzida, assim com o condutor do tractor, ao Hospital de Viana
do Castelo pelo Bombeiros Voluntários de Esposende. Bombeiros estes
que deslocaram

para o local três viaturas, num total de 11 homens.

A VMER de Barcelos também esteve no local a prestar socorro às vítimas.

http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Braga&Concelho=Esposende&Option=Interior&content_id=2261975&page=-1

Crise global trava preços dos alimentos

24 Janeiro 2012 | 23:30
Edgar Caetano - edgarcaetano@negocios.pt
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Abrandamento das economias desenvolvidas e da China colocarão um
travão nos preços dos alimentos em 2012. Mudanças climáticas e a
cotação do petróleo são factores que podem comprometer as previsões.
"Antigamente, comíamos o que nos davam as nossas terras. Agora, tudo é
tão caro". O desabafo é de uma mulher egípcia, ouvida pela televisão
PBS, durante a "Primavera Árabe", a revolta popular que derrubou o
regime de Hosni Mubarak. A subida em flecha dos preços dos alimentos
foi a "gota que fez transbordar o copo". O início da revolução
coincidiu com os máximos fixados pelos bens alimentares nos mercados
internacionais. Desde então, a tendência tem sido de descida, uma
trajectória que deve manter-se este ano, fruto do abrandamento em
algumas das principais economias do Mundo, incluindo o "motor" chinês.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=533695

Internacionalização deve passar por nichos de produtos 'gourmet'

Economia | 2012-01-24 12:41
O sector agro-alimentar, particularmente os nichos 'gourmet', devem
ser uma das grandes apostas na internacionalização da economia
portuguesa, com destaque para o azeite, vinhos, conservas e derivados
do tomate, defende a SaeR.
Segundo o relatório de Dezembro da Sociedade de Avaliação de Empresas
e Risco (SaeR), hoje apresentado, a nível mundial "o sector
agro-alimentar 'gourmet' tenderá a crescer, em média, 2,3 por cento ao
ano nos próximos cinco anos", já que "estudos internacionais apontam
para que seja relativamente imune à crise financeira e económica
internacional".

"Este nicho, constituído por consumidores de rendimentos mais
elevados, não tem reduzido as suas compras; pelo contrário, regista-se
um aumento considerável da procura de bens 'topo de gama', desde o
azeite ao vinho, conservas e preparados de sofisticação elevada,
pastelaria de requinte, etc", refere.

Neste sentido, e representando actualmente o sector agro-alimentar 13
por cento do total nacional, a SaeR defende que "este desempenho pode
ser substancialmente reforçado se forem conjugados esforços de
articulação".

"O segmento de mercado 'gama média/alta' tenderá a manter os níveis de
consumo nos mercados tradicionais e a crescer nos grandes mercados dos
BRIC's (particular ênfase na China e Índia), onde emerge uma classe
média com elevado poder de compra e elevadíssima propensão ao consumo
de produto estrangeiro", lê-se no relatório da SaeR.

"Paralelamente – acrescenta – os nichos 'gourmet' estão em crescente
expansão em todos os mercados BRIC's, nos EUA e Canadá, bem como nos
países europeus".
Lusa/AO online
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http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/222692

PE defende legislação para impedir venda de produtos abaixo do preço de produção



19.01.2012 17:01


O Parlamento Europeu quer legislação mais dura que impeça situações como a venda de produtos abaixo do preço de produção, como aconteceu recentemente em Portugal com o leite. Num relatório hoje aprovado em Estrasburgo, foi defendido um maior controlo dessas práticas, chamadas de dumping.



http://sicnoticias.sapo.pt/economia/article1255217.ece

Falta de chuva prejudica produção de cereais para alimentação do gado






26.01.2012 15:06


A falta de chuva tem prejudicado a produção de cereais para alimentação do gado. Os produtores do Fundão, por exemplo, já estão a gastar as reservas de ração e temem que o gado morra à fome.







http://sicnoticias.sapo.pt/vida/article1265877.ece

Militar da GNR burla com subsídios

Cartaxo: Em causa apoios à criação de gado bovino

Para obter mais subsídios do Estado, pela criação de bovinos, um
militar da GNR convenceu seis familiares e amigos a inscreverem-se
como criadores, apesar de não terem qualquer propriedade nem animais.
Até ser descoberta a fraude, conseguiu receber mais de 34 mil euros,
que vai ter de devolver em parte para não cumprir a pena de prisão a
que foi condenado pelo Tribunal do Cartaxo.

23 Janeiro 2012Nº de votos (1) Comentários (1)
Por:Isabel Jordão com F.P.


O caso foi espoletado em 2006, e o arguido viria a ser condenado, pela
prática de um crime de fraude na obtenção de subsídio, com pena de
dois anos e quatro meses, que foi suspensa por igual período na
condição de devolver ao Instituto de Financiamento da Agricultura e
Pescas (IFAP, IP) o "valor total das quantias obtidas ilicitamente,
que perfazem um montante de 34 372,39 euros". O arguido recorreu para
o Tribunal da Relação de Évora, que veio agora reduzir para 18 mil
euros a verba a devolver por considerar "exagerado" e
"desproporcionado" o montante fixado pelo Tribunal do Cartaxo.
Ficou provado em tribunal que o arguido, além de ser militar da GNR,
se dedica à criação de gado bovino numa propriedade sua no Cartaxo.
Como tinha 150 bovinos mas só podia obter subsídios para 25 animais,
referentes a prémios especiais de engorda e subsídios de abate,
convenceu seis familiares e amigos a inscreverem-se como proprietários
de exploração e assim poderem candidatar-se aos subsídios. "O arguido
ludibriou os serviços, fazendo-os crer estarem perante sete produtores
e sete explorações diferentes, já que cada uma apresentava uma marca
distinta", refere o acórdão, adiantando que "os subsídios foram
concedidos como se respeitassem efectivamente a bovinicultores
distintos, o que o arguido bem sabia não ser o caso".

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/militar-da-gnr-burla-com-subsidios

Fundos da ECS compram os grupos Montebravo, Mercurius e Precision ( a Montebravo, que opera no sector agro-alimentar)

Fundos da ECS compram os grupos Montebravo, Mercurius e Precision
23 Janeiro 2012 | 23:30
Rui Neves - ruineves@negocios.pt
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As novas empresas desta capital de risco agregam vendas de 54 milhões
de euros e empregam 300 pessoas.
A ECS Capital, gestora dos fundos de capital de risco "Recuperação" e
"Albuquerque", fez três novas aquisições: a Montebravo, que opera no
sector agro-alimentar; a Precision, que gere uma vasta rede de
oficinas de reparação automóvel; e a Mercurius, que actua no mercado
das radiações ionizantes.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=533347

Director do Instituto Geográfico demite-se com duras críticas a Assunção Cristas

Publicado em 2012-01-24

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O director do Instituto Geográfico Português demitiu-se manifestando
"estranheza" e "desencanto" com a ministra Assunção Cristas e alegando
nunca ter sido ouvido sobre a nova orgânica do Ministério da
Agricultura, que considera "redutora" e "minimalista".


foto ARQUIVO JN

Mourato Nunes, antigo comandante da GNR

Na carta enviada na semana passada a Assunção Cristas, a que a Agência
Lusa teve acesso, Mourato Nunes, tenente-general e também
ex-comandante geral da GNR, considera mesmo que a nova orgânica do
Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território
(MAMAOT) - onde o Instituto Geográfico Português (IGP) é extinto e
integrado na Direcção-Geral do Território - representa "uma
oportunidade perdida" e "não serve os interesses do país".

Carlos Mourato Nunes afirma que "no que à Geodesia, Cartografia,
Cadastro e Informação Geográfica respeita" no âmbito do Plano de
Redução e Melhoria da Administração Central do Estado (PREMAC), nenhum
dos membros do Governo ouviu "os dirigentes nem os especialistas" do
IGP.

"Aliás, se o tivessem feito, para além da dimensão ética da atitude, a
reforma seria diferente, para melhor, sem desrespeitar as linhas de
orientação do Governo no que ao PREMAC refere", acrescenta.

Na missiva onde pede a demissão, Mourato Nunes revela ter tido apenas
duas audiências com o secretário de Estado da tutela, onde manifestou
"disponibilidade" para se manter na direcção do Instituto "até à
reorganização".

Mourato Nunes defende ainda que Assunção Cristas tem "o direito de
gerir o ministério como entende ser politicamente mais adequado" e "o
direito e a prerrogativa de escolher dirigentes da sua confiança
política e que considera melhor vocacionados para cumprir os
objectivos do Governo", mas não o de "não receber em audiência os
altos dirigentes em exercício de funções, de não os ouvir para os
grandes estudos e análises que concorrem para a elaboração do processo
de decisão, que deveria preceder as reformas em curso".

"Ao longo do período de sete meses de mandato do XIX Governo
Constitucional que V. Excelência integra, não me foi facultada a
possibilidade de uma audiência para consigo dialogar, expor pontos de
vista, discutir políticas, receber orientações ou, tão simplesmente,
estabelecer uma mera relação de conhecimento (...) Durante estes meses
do seu mandato, que segui atentamente, esperei uma palavra, uma
orientação, uma oportunidade; tal não aconteceu, situação que lamento
profundamente e que, por inusitada, muito estranho", assinala.

"Não me move qualquer sentimento de crítica estéril e muito menos de
despeito pessoal, tal seria descer a um nível que não é nem nunca será
o meu (...) Entendo, isso sim, que em Portugal não podem ocorrer
oportunidades perdidas e esta será, infelizmente, mais uma
oportunidade perdida", critica o antigo comandante da GNR,
acrescentando que esta reforma do Governo "é redutora, minimalista e
não serve os interesses do país".

Mourato Nunes refere ainda que a sua "vivência profissional",
"experiência de administração pública" e o seu "empenhamento de
décadas à causa pública legitimam a estranheza e o desencanto" pela
forma como foi tratado.

"Cumpri a minha parte e esforcei-me por cumprir bem, como é meu dever.
Nada me é devido por isso, apenas o respeito que um director-geral
merece. Aceite senhora ministra, o meu pedido de exoneração do cargo
de director-geral do IGP", conclui Mourato Nunes.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2261083&page=-1

Vinhos do Tejo batem concorrentes na exportação (+74%)

Região do Tejo bate os concorrentes em 2011. Exportações (+74%)
impulsionam crescimento das vendas (28%)
Abílio Ferreira
15:47 Terça feira, 24 de janeiro de 2012
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José Pinto Gaspar, presidente da CVRT, aposta em 2012 nos Estados Unidos
A região vitivinícola do Tejo foi a que registou, em 2011. o maior
crecimento nas vendas e nas exportações. As exportações (+74%)
impulsionaram o desempenho global que se traduziu numa subida de 28%
face a 2010.

No exterior, os vinhos do Tejo colocaram 6,7 milhões de garrafas,
(3.8 milhões em 2010). A exportação representa 43% (30% em 2010) do
total de vinho produzido. A região vendeu 15 milhões de garrafas,
faturando perto de €30 milhões. A região certifica 15% dos 800 mil
hectolitros produzidos na sua área geográfica.

Para José Pinto Gaspar, presidente da Comissão Vitivinícola Regional
do Tejo (CVRT). o desempenho "supera as melhores expectativas", e
resulta da "virtuosa conjugação" de três factores: o empenho dos
produtores, ações internacionais de promoção da região e da crescente
melhoria da relação qualidade/preço".

Suécia dispara

A Suécia surge, de entre os mercados externos, o que registou melhor
performance, quadriplicando as vendas. Tornou-se no primeiro mercado
europeu e o segundo destino de exportação, a seguir a Angola. A
entrada da cooperativa de Almeirim (2 milhões de garrafas) e da Quinta
de Alorna (660 mil garrfas) na lista de importações suecas explicam o
sucesso neste mercado.

Angola lidera a lista de exportações dos vinhos de Tejo e reforçou a
sua importância, com um crecimento de 60% em 2011. Reino Unido está
na 3ª posição, mas a surpresa está na China que surge no 4º posto,
crescendo 20%.

A CVRT manterá, em 2012, a sua aposta na exportação para manter uma
trajetória de crescimento e combater a esperada quebra no consumo no
mercado interno. A prioridade da CRVT centra-se, este ano, nos Estados
Unidos, através de um amplo conjunto de ações promocionais que
combaterá o défice de conhecimento das marcas da região.


http://aeiou.expresso.pt/vinhos-do-tejo-batem-concorrentes-na-exportacao-74=f701119#ixzz1kZgQ0ddl

Prémio Universitário CAP - Cultiva o teu Futuro (2011-2012)

A CAP (Confederação dos Agricultores de Portugal) promove o "Prémio
Universitário CAP – Cultiva o teu futuro", o qual tem como objectivo
reconhecer e premiar projectos académicos que se destaquem no âmbito
da inovação na área do azeite.

Destinatários: Frequência de cursos ao nível da Licenciatura,
Pós-Graduação ou Mestrado (1.º e 2º ciclo do Processo de Bolonha)
cujos programas contemplem conteúdos de agronomia, engenharia
alimentar, engenharia biológica e ambiental, saúde, gestão, economia,
estratégia, comunicação e marketing ou outros desde que mostrem provas
de conhecimentos e interesse no âmbito do tema deste prémio – inovação
no sector do azeite;

Candidaturas: O concurso decorrerá durante os dois semestres do ano
lectivo 2011/2012. Para cada semestre existirá um correspondente
período de desenvolvimento de trabalhos. Os períodos de
desenvolvimento de trabalhos terão um prazo de aproximadamente 3 meses
após a data limite de entrega de candidaturas.
- O primeiro período (semestre) de desenvolvimento de trabalhos
corresponde ao primeiro semestre lectivo 2011/2012. A data limite para
entrega dos elementos de candidatura deste primeiro período será o dia
10 de Novembro de 2011. A data limite de entrega dos
trabalhos/projectos será o dia 16 Fevereiro de 2012.
- O segundo período (semestre) de desenvolvimento de trabalhos
corresponde ao segundo semestre do ano lectivo de 2011/2012. A data
limite para entrega dos elementos de candidatura do segundo período é
o dia 12 de Março de 2012. A data limite para entrega dos projectos
será o dia 17 de Junho de 2012.


Prémio: Ao vencedor será atribuído um prémio monetário no valor bruto
de 6.000€. Se o trabalho distinguido for desenvolvido com o
acompanhamento de um docente, este terá direito a uma bolsa de
investigação no montante de 3.000€.

Mais Informações: Todas as informações sobre o "Prémio Universitário
CAP - Cultiva o teu futuro" serão disponibilizadas no site da CAP,
podendo também ser obtidas junto da PremiValor Consulting, entidade
que apoia a CAP na estruturação e divulgação do projecto, através dos
seguintes contactos:


Contactos:
Telefone: 217 820 316
Email:cultivaoteufuturo@cap.pt
Dr.ª Diana Silva diana.silva@premivalor.com.pt
Dr. Miguel Miranda miguel.miranda@premivalor.com

REGULAMENTO: http://www.isa.utl.pt/files/pub/noticias/2011/Regulamento_PU_CAP_Cultiva%20o%20teu%20futuro_Set11.pdf


http://www.cap.pt/servicos/projectos/1544-concurso-universitario-cap--cultiva-o-teu-futuro.html

http://www.isa.utl.pt/home/node/4630

PSD vai propor a retoma da produção de beterraba sacarina

Deputados do PSD vão propor ao Governo que tome "as diligências
necessárias, em termos nacionais e comunitários" para que a fábrica de
açúcar de Coruche volte a laborar beterraba sacarina, que abandonou em
2006 devido a legislação europeia.


foto GLOBAL IMAGENS/ARQUIVO

beterraba

Num projecto de resolução entregue, esta quarta-feira, na Assembleia
da República, os deputados do grupo de Agricultura do PSD recomendam
ao Governo que tome "as diligências necessárias, em termos nacionais e
comunitários, no sentido de dotar a fábrica de Coruche dos meios
necessários para voltar a laborar beterraba sacarina, mantendo no
futuro um sistema com capacidade de processamento simultâneo de
beterraba e das ramas, matérias-primas que originam o açúcar".

N a proposta, os sociais-democratas recordam que o cultivo de
beterraba sacarina em Portugal foi "um caso de sucesso em termos
agronómicos e tecnológicos": entre 1995 e 2006, apresentava "níveis de
produtividade bem acima da média europeia e elevada qualidade".

"O êxito da cultura permitiu que, durante os anos em que houve
produção nacional de beterraba, as importações de açúcar fossem
drasticamente reduzidas, tendo Portugal capacidade de abastecer grande
parte do mercado nacional", refere o projeto de resolução.

Hoje, a realidade é inversa: o país depende totalmente da importação
de ramas, disse à Lusa um dos autores do diploma, Pedro Lynce.

Com a reforma da organização comum de mercado, em 2006, os produtores
portugueses interromperam a produção de beterraba sacarina.
"Paralelamente foi acordado, ao abrigo dos regulamentos comunitários,
uma ajuda à reestruturação do sector para as indústrias que
renunciassem à sua quota de açúcar ou de isoglicose, como foi o caso
da fábrica DAI de Coruche, que passou a processar unicamente açúcar
proveniente das ramas ao invés de beterraba sacarina, devendo ser caso
único na Europa", afirmam os deputados do PSD.

"Tal decisão levou ao fim de uma produção agrícola com vantagens
comparativas e tornou Portugal mais vulnerável às crises
internacionais de abastecimento de açúcar", acrescenta o projecto de
resolução.

O regresso a esta cultura seria também uma "boa alternativa para o
regadio", além de configurar um "interessante produto a explorar pelos
agricultores portugueses, desde que as instalações da fábrica de
Coruche possam voltar a laborar também a matéria-prima em casa,
defende o PSD.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2263874&page=-1

Furtados 14 porcos no valor de 5000 euros

Publicado em 2012-01-23

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Catorze animais de raça suína, avaliados em 5000 euros, foram furtados
de uma propriedade situada na freguesia de Vimieiro, no concelho
alentejano de Arraiolos.


foto TEIXEIRA CORREIA/ARQUIVO JN


Os animais foram furtados na semana passada, indicou fonte da GNR,
esta segunda-feira, à Agência Lusa, adiantando que um funcionário da
exploração agrícola disse ter visto, posteriormente, os suínos numa
outra propriedade localizada na mesma freguesia, no distrito de Évora,
mas os animais "não foram recuperados".

De acordo com a fonte, o processo vai ser investigado pela GNR e
enviado para o Ministério Público.

Segundo a GNR, também numa outra exploração agrícola do concelho de
Arraiolos foram furtados vários materiais agrícolas e ferro, no valor
de mais de 10 mil euros.

A força de segurança revelou ainda que num monte situado no concelho
de Arraiolos foram furtados de uma obra materiais de construção,
avaliados em cerca de 4000 euros.

No concelho de Borba, também no distrito de Évora, foi furtada
azeitona, num olival de uma exploração agrícola, avaliada em mais de
2000 euros.

http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=%C9vora&Concelho=Arraiolos&Option=Interior&content_id=2258515

2011 foi o nono ano mais quente desde 1880, diz NASA

A pesquisa feita pelo GISS, da NASA, registrou um valor médio em 2011
de 0,51º C mais quente do que a temperatura base utilizada durante o
século XX


Segundo os cientistas, esse aumento de temperatura é provocado pelo
aumento de concentração de gases do efeito estufa na nossa atmosfera
São Paulo - De acordo com cientistas da NASA, a média de temperatura
de 2011 foi a nona mais quente já registrada desde 1880. Nove entre os
dez anos mais quentes ocorreram desde 2000.


Segundo os cientistas, esse aumento de temperatura é provocado pelo
aumento de concentração de gases do efeito estufa na nossa atmosfera,
principalmente de CO2 (dióxido de carbono), emitido por combustíveis
fósseis, usinas termoelétricas, entre outros.

O nível de CO2 na atmosfera era de 285 ppm (parte por milhão) em 1880,
quando o registo da temperatura global começou. Em 1960, a
concentração média havia subido para 315 ppm. Hoje, ela já ultrapassa
390 ppm, e continua a crescer a um ritmo acelerado.

Vale destacar que houve um empate técnico no registro de ano mais
quente entre 2005 e 2010, com média de temperatura de 0,12º C maior do
que 2011. Desde o início das medições, o único ano que não faz parte
do século XXI, mas que esteve entre os dez anos mais quentes foi 1998.

James E. Hansen, diretor do GISS, diz que o planeta está absorvendo
mais energia do que consegue emitir. Por isso, a tendência é que as
temperaturas fiquem cada vez mais elevadas, as quais acontecem mesmo
com a Terra sob efeito de resfriamento provocado pela influência do
fenômeno La Niña e pela atividade solar mais baixa, de acordo com o
GISS.

A NASA espera um recorde de temperatura média global nos próximos 3
anos, pois a atividade solar está em ascensão. Além disso, durante o
próximo El Niño, as temperaturas tropicais do Pacífico tendem a
aumentar.

Localizado em Nova York, o GISS coleta dados de mais de mil estações
meteorológicas espalhadas pelo mundo, bem como observações de satélite
da superfície do mar, além de estações de pesquisa na Antártida, para
fazer as análises. Há também um programa de computador à disposição do
público, que é usado para calcular a diferença entre a temperatura da
superfície em um determinado mês e a temperatura média para o mesmo
lugar durante um determinado período.

http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/2011-foi-o-nono-ano-mais-quente-desde-1880-diz-nasa?page=1&slug_name=2011-foi-o-nono-ano-mais-quente-desde-1880-diz-nasa

Ministro da Economia visitou organização agroalimentar, no Cadaval

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, esteve no passado dia
20 de Janeiro no Cadaval, no âmbito de uma visita a empresas
exportadoras do sector agroalimentar. A Coopval - Cooperativa
Frutícola dos Agricultores do Cadaval foi uma das três estruturas
visitadas na região, tendo o seu elevado grau de organização, inovação
e exportação sido destacado pelo governante.

Na apresentação que antecedeu a visita às instalações da organização
de produtores, Pedro Silva, presidente da Coopval, realçou que era a
primeira vez que um ministro da Economia visitava o sector, o que,
como notou, poderá indiciar que "o governo olha para a nossa
actividade e para este sector como um parceiro importante da Economia
do país".

Álvaro Pereira confirmou a importância do ramo agroalimentar,
referindo-se em particular à Pêra Rocha, afirmando tratar-se de "um
sector que é um exemplo para quem se quer internacionalizar e exportar
mais". Como revelou o ministro, "Há uns anos atrás, quando eu vivia na
Inglaterra, só habitualmente se via dois produtos portugueses, o Vinho
do Porto e a Pêra Rocha."

Pedro Silva sublinhou que, não obstante a exportação continuar a ser o
principal mercado da Pêra Rocha, a organização continua a ter
problemas em entrar no mercado dos Estados Unidos, devido a alegadas
barreiras alfandegárias difíceis de desbloquear e, como explica, "os
Estados Unidos, apesar de serem também produtores, temos lá uma grande
colónia de emigrantes onde seria fácil colocar a pêra, não fosse essa
dificuldade."

O presidente da Câmara Municipal do Cadaval, Aristides Sécio, reforçou
também a necessidade de intervenção do governo no apoio à exportação
para os Estados Unidos, já que, como defendeu, "Portugal exporta
peixe, vinho, faltando apenas um trabalho para que os produtos
hortícolas possam também ser reconhecidos, e isso é um processo que
Espanha já tratou."

Pedro Silva citou o exemplo da Bélgica que, como revelou, "tinha, há
meia dúzia de anos, 50 mil toneladas de peras. Neste momento com 300
mil toneladas, procura ter protocolos com a Rússia, e este ano assinou
um protocolo com a China para lá colocar as peras, tratando-se também
de um país pequeno", realçou o dirigente da Coopval.

O mesmo responsável adiantou que Marrocos é um dos novos mercados de
Pêra Rocha, por ter sido assolado por uma bactéria que dizimou a quase
totalidade dos pomares de pereiras. No entanto, como refere, "a taxa
alfandegária que eles pagam para importar a pêra portuguesa é muito
maior do que a dos produtos que importam de Espanha."

O Brasil é um mercado muito importante e em crescimento, ao passo que
o Canadá constitui um mercado com que a Coopval trabalha há muitos
anos. A Rússia é, por seu turno, um mercado com algum potencial,
embora, segundo Pedro Silva, lide com a forte concorrência de países
do norte europeu, como a Bélgica e a Holanda.

Dentro da Europa Comunitária, a Inglaterra é o mercado principal da
cooperativa, sendo que a Irlanda, por seu turno, é um mercado onde o
consumo per capita é maior. A França é já um antigo importador de Pêra
Rocha, exportando-se ainda para países como a Alemanha, Holanda,
Polónia, Suíça, entre outros.

No final da visita, o ministro reconheceu que "o futuro do país passa
pela exportação e pelo sector exportador", acrescentando que "o sector
agroalimentar é um dos que tem crescido mais nos últimos anos,
sobretudo ao nível das exportações, havendo ainda um potencial muito
grande e margem para crescer ainda mais. E obviamente o que se passa
neste concelho é importante e um bom exemplo do que se pode fazer
noutras partes do país."

Sobre a organização de produtores visitada, Álvaro Pereira afirmou
tratar-se de "uma unidade muito moderna, muitíssimo virada para a
exportação, e impressionou-me o grau de organização e de inovação ao
nível de câmaras frigoríficas".

Ainda durante o encontro, o governante referiu a sua disponibilidade
para tentar apoiar a resolução dos constrangimentos que o sector
encontra, nomeadamente ao nível da exportação.

Estratégia assente na exportação de Pêra Rocha

A região Oeste é, por excelência, a região da Pêra Rocha. O Cadaval é
não raras vezes designado de "Solar da Pêra Rocha" "por ser o concelho
que, neste momento, concentra maior produção de Pêra Rocha e onde
estão algumas das maiores organizações de produtores", revela Pedro
Silva.

A Coopval foi fundada em 1969 por 15 produtores, que produziam, na
altura, mais maçãs do que peras, até porque tempos houve em que a
produção concelhia assentava essencialmente na produção de uvas para
vinho. "Hoje somos 357 produtores (já fomos mais) e estamos a produzir
23 mil toneladas de peras e 1 700 toneladas de maçãs."

A organização conta com 31 funcionários efectivos, possuindo cerca de
150 a 180 colaboradores eventuais, que laboram - dependendo das
campanhas - desde Agosto até Abril a Junho. Neste âmbito, Aristides
Sécio sublinhou, ao ministro, a importância do trabalho sazonal em
termos da empregabilidade concelhia.

O apoio técnico ao associado é uma das primeiras funções, a par da
embalagem e da vertente comercial. "Paralelamente", refere o
responsável da Coopval, "temos os combustíveis, que inicialmente eram
só para os associados mas que depois transformámos num posto público
de abastecimento."

Os 357 produtores associados da Coopval produzem um total de 810
hectares em 2100 parcelas, o que, como explica o dirigente, "tem um
custo acrescido de produção porque o ideal era que cada um só tivesse
uma parcela, ou maior ou mais pequena, mas que fosse só uma, mas
infelizmente esta é uma zona muito repartida".

Tendo quadruplicado a produção nos últimos 12 anos, a central fruteira
sentiu necessidade de construir câmaras frigoríficas, "a maior parte
de atmosfera controlada, que é a tecnologia que mais se usa hoje para
podermos prolongar a fruta o mais tempo possível em boas condições",
esclareceu Pedro Silva.

Com uma capacidade frigorífica de 21 mil toneladas, a fruteira teve,
ainda assim, de recorrer ao aluguer de 4 500 toneladas de frio, este
ano.

O investimento total bruto da Coopval orça em cerca de 19 milhões de
euros, cifrando-se o seu volume de vendas, por seu turno, em cerca de
13,5 milhões.

A Pêra Rocha é, sem dúvida, o seu principal produto, representando 91
por cento da produção da organização. Os restantes 9 por cento
referem-se a uma variedade de fruta precoce, a maçã Royal Gala, também
exportada para Inglaterra.

A exportação continua a ser a grande estratégia da cooperativa, sendo
89 por cento da Pêra Rocha vendida no mercado externo e apenas 11 por
cento no interno, onde se inclui o mercado abastecedor do Porto e
grandes superfícies.

Fonte: CMCadaval

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/01/24e.htm

Patrão Neves denunciou a Proposta da Comissão sobre o Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização como um "presente envenenado"

COMUNICADO


Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo ao Fundo
Europeu de Ajustamento à Globalização

O Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo ao Fundo
Europeu de Ajustamento à Globalização foi hoje debatido na Comissão de
Agricultura do Parlamento Europeu. Trata-se de uma proposta da
Comissão Europeia para alargar aos agricultores o leque de
beneficiários vítimas de desemprego causado pelos impactos da
globalização que, todavia, segundo Patrão Neves, "não passa de um
presente envenenado para os agricultores, uma vez que ao prometer
fundos compensatórios para os impactos negativos dos acordos
internacionais, já assume o fracasso das negociações para a
agricultura e se desresponsabiliza de se focar no essencial, isto é,
evitar quaisquer impactos negativos".

Com efeito, acrescentou a eurodeputada do PSD, "a proposta propõe
fundos reduzidos, a co-financiar em 50% pelo Estado-membro na actual
época de crise, sujeitos a um processo de candidatura complexo, pouco
claro em relação às acções elegíveis ou mesmo ao âmbito que contempla,
se apenas o sector agrícola produtivo ou também o agro-alimentar em
geral." Patrão Neves prosseguiu considerando que esta proposta
ludibria os agricultores "mesmo desde o título pois anuncia-se como
visando um ajustamento à globalização mas, afinal, acaba por a
circunscrever aos acordos internacionais. Se aceitássemos esta
proposta como se apresenta estaríamos a dar um cheque em branco à
Comissão para acordos como o do Mercosul ou o de Marrocos"- numa
posição amplamente partilhada pelos deputados das diferentes famílias
políticas, muitos tendo-se pronunciado em favor da rejeição liminar da
proposta.

Patrão Neves falava na Comissão de Agricultura durante a troca de
pontos de vista sobre o Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização,
de que é relator o seu colega socialista Luís Paulo Alves.
Contrariando a postura conciliatória do seu colega, Patrão Neves
lamentou que "os agricultores açorianos tivessem ganho expectativas de
retornos pelo tão anunciado Fundo de Ajustamento à Globalização de
retornos quando a proposta oferece uma mão cheia de nada!"

Bruxelas, 24 de Janeiro de 2012

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/01/25d.htm

Produção e lavoura durienses exigem intervenção e apoios do Governo

COMUNICADO

AVIDOURO , Associação dos Vitivinicultores Independentes do Douro,
continua a reclamar ao Ministério da Agricultura e ao IVDP - Instituto
do Vinho do Douro e Porto, que intervenham na Região Demarcada do
Douro, com os seguintes objectivos principais :

Garantir escoamento e melhores preços à Produção para os Vinhos do
Douro e Generoso/Porto.
Preços estes que, apesar da redução drástica de 25 mil pipas de
"Benefício", não aumentaram relativamente à campanha anterior.
Esta Campanha, o preço do Vinho Generoso/Porto, em média, foi pago, ou
está para ser pago, aos Produtores, à razão de 900 Euros/Pipa (550
litros) nas letras A e B. Isto significa que, em muitos casos, o Preço
à Produção até desceu relativamente à campanha do ano passado.
Quanto ao Vinho de Mesa Douro, ainda não se conhecem preços.
Entretanto, ainda está por pagar parte da produção de anos anteriores
apesar dos preços serem de miséria...
Tal como vão, os preços dos Vinhos da Região Demarcada do Douro não
cobrem os custos de produção os quais, pelo seu lado, não param de
aumentar.
Aumentar o "Benefício" - a quantidade de Mosto de Uvas do Douro que
cada Vitivinicultor ou empresa pode transformar anualmente em Vinho
Generoso / Porto - para a próxima vindima, de forma à reposição de
quantitativos autorizados em anos anteriores para os pequenos e médios
Vitivinicultores Durienses.

O controlo eficaz do comércio de Aguardentes; a fiscalização do
cumprimento da "Lei do Terço"; o impedimento da rega de vinhas no
Douro.

Que o Governo e a Assembleia da República procedam ao saneamento
financeiro da instituição Casa do Douro e que lhe devolvam os Poderes
públicos, condições indispensáveis à revitalização da Instituição e à
defesa da Produção na Região Demarcada do Douro.

Linhas de Crédito Bonificado, a longo prazo para o desendividamento e
para o investimento na nossa Agricultura e Sector Cooperativo.

AVIDOURO, reclama ainda:

- A correcção dos "cortes" ilegítimos de investimentos da Lavoura nos
projectos PRODER, nomeadamente para a recuperação de muros.
- A abertura imediata de novas candidaturas à Medida Alteração dos
Modos de Produção (Produção Integrada e Modo de Produção Biológica) a
todos os agricultores, nomeadamente, Jovens Agricultores instalados na
agricultura ou a se instalar.
- A reposição da Ajuda ao consumo da Electricidade "Verde" (40% sobre
o valor do consumo) e o pagamento imediato desta comparticipação,
referente a 2010.
- O aumento do desconto fiscal (subsídio) ao Gasóleo Agrícola.
GOVERNO DEVE DEFENDER INTRANSIGENTEMENTE OS DIREITOS DE PLANTAÇÃO DA VINHA

No âmbito da União Europeia e da PAC, a AVIDOURO reclama ao Governo a
defesa intransigente dos Direitos de Plantação da Vinha, para além de
2015.
Esta é uma matéria da maior importância para o Douro e para a
Vitivinicultura Nacional.

Peso da Régua, 24 de Janeiro de 2012

P'la Direcção da AVIDOURO
Berta Santos

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/01/25e.htm