sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Os agricultores europeus estão ainda um pouco otimista, mas menos do que há alguns meses atrás

De acordo com o índice de confiança entre os agricultores preparados
pela COPA-COGECA, eles permanecem um pouco otimista, mas menos de 6
meses atrás. Este índice é determinado duas vezes por ano, dependendo
dos resultados de uma pesquisa fornecida por 10 países da UE (Bélgica,
Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Hungria, Países Baixos,
Polónia, Roménia e Suécia).

Entre os produtores, os otimistas são os cereais, ambos bons preços,
oferta restrita, em comparação com a demanda. Por outro lado, os
agricultores estão menos otimistas, as vacas leiteiras, especialmente
que são suportadas um alto custo de produção e preços baixos.

A situação varia de país:

- Bélgica e Polónia são os únicos países que participaram na
amostragem, em que o otimismo é crescente.

- Na Alemanha, França e Hungria, o incentivo dos produtores é
ligeiramente positivo, mas menos do que na primavera.

- Na Roménia, Itália, Reino Unido e Suécia, o clima é pessimista e
tende a piorar

http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87532

Ministério diz que “não há polémica” nas demissões na inspecção-geral do ambiente

RICARDO GARCIA 19/12/2012 - 10:53
Três dos quatro dirigentes da IGAMAOT demitiram-se, mas o ministério
de Assunção Cristas rejeita que haja conflito entre o ambiente e a
agricultura.


Assunção Cristas: demissões são normais PEDRO CUNHA

Demissão em bloco na inspecção-geral sugere conflito no ministério de Cristas
O ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território
entende que "não há qualquer polémica" na demissão de três dos quatro
dirigentes da sua inspecção-geral, apenas nove meses após terem sido
nomeados.

O inspector-geral, Pedro Portugal Gaspar apresentou a demissão na
segunda-feira, alegando "razões pessoais". Mas a sua saída, juntamente
com a de duas das três subinspectoras da Inspecção-Geral da
Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (IGAMAOT),
esteve em parte relacionada com desacordos na forma como as
estratégias para a entidade estavam a ser delineadas.

A forma como se pretendia enquadrar as questões da agricultura na
estratégia da IGAMAOT daqui para a frente foi um foco de tensão entre
o inspector-geral e a ministra Assunção Cristas. Uma reunião realizada
na semana passada sobre esta matéria terá precipitado a demissão, que
não envolveu uma das subinspectoras da IGAMAOT, a que tem as questões
da agricultura sob a sua responsabilidade.

É um primeiro sinal público de um conflito que várias vozes anteviram
como provável desde que a agricultura e o ambiente – áreas que
estiveram em campos opostos em muitas batalhas no passado – se
juntaram sob um mesmo chapéu, sob a tutela de Assunção Cristas.

O Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território
não confirma, porém, esta leitura. Segundo Rui Lopes da Silva,
assessor de imprensa de Assunção Cristas, a saída das duas
subinspectoras foi uma consequência natural da demissão de Pedro
Portugal, já que tinham sido convidadas por este para integrarem a sua
equipa. "Não há qualquer polémica nestas demissões", afirma Rui Lopes
da Silva.

http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/ministerio-diz-que-nao-ha-polemica-nas-demissoes-na-inspeccaogeral-do-ambiente-1577953

Lisboa tem nova horta urbana

por Ana Rita Costa
20 de Dezembro - 2012
Desde o dia 15 de dezembro que Lisboa tem um novo Parque Hortícola em Telheiras.


A iniciativa é da Câmara Municipal de Lisboa e da Vitacress e tem como
objetivo dinamizar a prática agrícola urbana para consumo próprio.

Assim, os residentes da localidade têm agora a possibilidade de
arrendarem, a preço simbólico, um dos talhões disponibilizados pela
Câmara, cultivando os seis próprios alimentos.

A Vitacress, empresa ligada à produção e comercialização de vegetais
frescos, aliou-se a esta iniciativa, com o objetivo de reforçar o
compromisso de promoção de uma alimentação saudável e nutritiva, "que
também pode ser estrategicamente melhorada com o reforço da ligação
dos consumidores urbanos às práticas agrícolas e aos alimentos
frescos" afirma Luís Mesquita Dias, CEO da Vitacress.

O Parque Hortícola de Telheiras irá dispor de 20 talhões, com áreas
que poderão variar entre os 80m2 e os 120m2.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6860&bl=1

Bruxelas quer novos direitos de plantação

por Ana Rita Costa
20 de Dezembro - 2012
O Comissário europeu para a Agricultura, Dacian Ciolos, disse em
Bruxelas que vai estudar a melhor forma de enquadrar um quadro
regulador sobre a plantação da vinha na União Europeia.


Numa conferência de imprensa, Ciolos referiu que, face às conclusões
do Grupo de Alto Nível sobre os Direitos de Plantação de Vinha e às
recomendações que o Parlamento Europeu se prepara para votar, em sede
de Comissão de Agricultura, a Comissão "irá estudar a melhor forma" de
enquadrar a regulação do setor.

As recomendações dos peritos apontam para um sistema de "autorizações
de novas plantações de vinha", gerido pelos Estados-membros.

Portugal é um dos 16 Estados-membros que se opõem à liberalização dos
direitos de plantação da vinha.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6862&bl=1

Azeite Serrata em missão empresarial com ministro dos Negócios Estrangeiros

por Ana Rita Costa
20 de Dezembro - 2012
O Grupo Manuel Serra, detentor da marca de azeite Serrata, participou
numa missão empresarial que acompanhou a visita oficial do Ministro de
Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, a Omã, no Kuwait e
aos Emirados Árabes Unidos.


No Dubai, a missão incluiu encontros bilaterais e um seminário, que
decorreu na Câmara do Comércio do Dubai. Para além dos empresários e
de Paulo Portas, participou também no seminário o presidente do AICEP,
Pedro Reis.

O Grupo Manuel Serra exporta azeite português desde 1996 e é
atualmente um dos maiores exportadores de azeite nacional para vários
mercados internacionais.

Este ano, as suas exportações deverão crescer cerca de 25%,
ultrapassando os 6 milhões de litros de azeite exportado.

Fernando Dias Ferreira, presidente do Conselho de Administração,
justifica a presença nesta missão com "o interesse que estes mercados
do oriente têm para os nossos produtos. O nosso azeite é de elevada
qualidade e por isso a sua presença nos menus quer do setor do turismo
quer nas cadeias de distribuição faz cada vez mais sentido."

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6861&bl=1

Caixa Agrícola de Beja e Mértola reforça apoios à agricultura

quarta-feira, 19/12/2012



O apoio à actividade agrícola, nomeadamente aos projectos ligados ao
regadio, será uma das prioridades da Caixa Agrícola de Beja e Mértola
(CABM) em 2013, contando para tal com uma nova linha de crédito.
"Trata-se de uma linha de crédito que foi implementada por nós e que
visa a aquisição de equipamentos para o regadio. Queremos que seja
essa a aposta principal na agricultura", justifica o administrador
Francisco Correia, que olha para o sector "com muita esperança e muito
entusiasmo".
"A agricultura é o sector que menos está a ser afectado pela crise", afiança.
Uma realidade que levou a Caixa Agrícola de Beja e Mértola a
implementar no último Verão uma linha de crédito vocacionada paras as
culturas de regadio.
"Nessa altura as culturas já estavam feitas e os equipamentos
comprados, mas esperamos que a partir do início do ano haja maior
procura desta linha de crédito", diz.

http://www.correioalentejo.com/?diaria=8309&page_id=36

Entidade vai certificar produtos do Planalto Mirandês

Edição de 18-12-2012
Secção: Planalto Mirandês

Associação Sabores de Miranda


A Câmara de Miranda do Douro lançou um desafio aos produtores
agro-pecuários do Planalto Mirandês para a criação de um organismo
certificador dos produtos endógenos.
O objectivo é proporcionar mais-valias económicas para aquela região nordestina.
"A ideia passa por defender os produtores e os produtos regionais,
através da criação de uma marca chapéu, já denominada Sabores de
Miranda e que, numa primeira fase, terá a sua incidência no concelho
de Miranda do Douro", explicou a vereadora da Câmara local Anabela
Torrão.
No entanto, a responsável não descarta a ideia de que esta marca
chapéu possa ser aplicada a produtos endógenos provenientes dos
concelhos vizinhos de Mogadouro e Vimioso.
"Ainda esta semana vamos proceder à escritura que vai dar origem à
Associação Sabores de Miranda, para depois se agendar uma assembleia
geral onde serão eleitos os órgãos sociais do futuro organismo",
destacou a autarca.
Um dos primeiros passos do organismo certificador será o fazer o
levantamento dos produtos endógenos da região, para depois serem
certificados e comercializados.

http://www.jornalnordeste.com/noticia.asp?idEdicao=451&id=18123&idSeccao=4043&Action=noticia#.UNQkMm9NUZl

Quinta da Romaneira: Da decadência aos grandes vinhos

Vinhos

A crónica semanal do especialista da VISÃO, José António Salvador
8:37 Quarta feira, 19 de Dezembro de 2012
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Quando em 2004 investidores franceses adquiriram a Quinta da
Romaneira, no Douro, era reconhecível o seu estado de decadência. Daí
para cá, sob a direção de Christian Seeely, coadjuvado pelo enólogo
António Agrellos, procedeu-se a uma verdadeira revolução: a casa da
quinta e antigas instalações adegueiras transformadas em hotel de
luxo; realização de investimentos avultados na vinha e na nova adega e
resultados exaltantes: cada vez melhores vinhos Douro e do Porto. Na
última VISÃO Gourmet (de 29 de nov.) considerei o Quinta da Romaneira
2011 como melhor rosé do ano . Vamos hoje aos tintos e Portos:

Quinta da Romaneira Syrah Regional Duriense 2010 ****
Um tinto pujante de uma casta francesa reconhecida internacionalmente.

Quinta da Romaneira Douro 2008 **** - €22
As duas Tourigas durienses, Nacional (60%) e Franca (40% do lote),
desenharam este tinto de perfil moderno, frutado e bem curtido.

Quinta da Romaneira Douro Reserva 2008 ****/***** - €40
Vai atingir a excecionalidade absoluta pela sua elegância e vigor com
mais dois anos de garrafa. Um grande vinho tinto, moderno no perfil,
clássico pelo caráter da região, resultante do trio de castas
tradicionais Touriga Nacional (50%), Touriga Franca (40%) e Tinto Cão
(10% do lote final).

Quinta da Romaneira Porto Vintage 2008 ****/***** - €40
O mesmo trio de castas do tinto reserva desenhou este Porto Vintage,
onde a Touriga Nacional com 60% lhe marca o perfil com aromas
intensamente frutados e sabores correspondentes a amoras bem maduras e
mirtilos. Para quem aprecia vintages novos aqui está um excelente
exemplo.

Quinta da Romaneira Porto LBV 2007 ****/*****
Um Porto Late Bottled Vintage (LBV) não filtrado, bem estruturado e
afinado. Beba-o enquanto jovem.


http://visao.sapo.pt/quinta-da-romaneira-da-decadencia-aos-grandes-vinhos=f702832

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Braço-de-ferro no ministério de Cristas faz três demissões

Cristas


Filipe Garcia
20/12/12 00:13


Demissão em bloco na inspecção-geral leva Quercus a exigir explicações
a Assunção Cristas.

A falta de articulação entre os sectores da Agricultura e Ambiente no
ministério de Assunção Cristas levou à demissão em bloco do topo da
inspecção-geral do ministério. Uma polémica que muitos interpretam
como mais um episódio da fricção entre PSD e CDS. Os três
demissionários são sociais-democratas e a ministra já iniciou
contactos para que a substituição esteja assegurada no início do ano.
A Quercus, a maior organização ambiental nacional, exigiu ontem
esclarecimentos por parte da ministra. "Era bom que explicasse os
verdadeiros motivos que levaram às demissões", diz ao Diário
Económico, Nuno Sequeira, presidente da ONG.

Depois de uma reunião na passada sexta-feira com Assunção Cristas,
ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do
Território, Pedro Portugal Gaspar, inspector-geral do ministério
demitiu-se. Uma decisão em que foi acompanhado pelas duas
subinspectoras-gerais Gabriela Duro, responsável pelo Ambiente e
Ordenamento, e Ana Paula Simão que tinha a pasta da organização
interna. "Foi uma decisão por razões pessoais, mas a que também está
associada uma visão que pretendia implementar na área do ambiente,
para a qual não encontrei adesão na área da agricultura", explica o
inspector-geral que se manterá em funções até ao final do ano.
Contactado pelo Económico, fonte do gabinete da ministra garante que a
demissão não se deveu a qualquer problema político, mas sim a questões
pessoais.

http://economico.sapo.pt/noticias/bracodeferro-no-ministerio-de-cristas-faz-tres-demissoes_158890.html

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Açores: Governo vai criar mil postos de trabalho na área da floresta

Ana Carvalho Melo / Regional / 18 de Dez de 2012, 17:33


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O governo regional anunciou esta terça-feira que vai criar 1000 postos
de trabalho no âmbito de uma estratégia de rentabilização de 4500
hectares de matas de criptoméria propriedade da Região.

O anúncio foi feito esta tarde pelo presidente do Governo Regional,
Vasco Cordeiro, numa conferência de imprensa para apresentação das
conclusões do Conselho do Governo Extraordinário sobre Empresas e
Emprego.

"No âmbito do Programa de Recuperação do Potencial Produtivo, será
desenvolvida uma estratégia de rentabilização de 4.500 hectares de
matas de criptoméria propriedade da Região, com vista ao seu corte,
transformação e reflorestação", afirmou Vasco Cordeiro explicando que
"o resultado deste Programa destina-se, primordialmente, ao mercado da
exportação."

O governante acrescentou que este plano permitirá a criação de emprego
direto de cerca de um milhar de trabalhadores, a que acrescerão mais
de uma centena de postos de trabalho indiretos.

Vasco Cordeiro apresentou ainda o Projeto Terra Açores que constitui
uma bolsa de terras públicas que neste momento estão incultas e que
serão disponibilizadas a jovens empresários agrícolas, fomentando a
diversificação neste sector e contribuindo para a diminuição das
importações.

Na área de apoio ao Emprego e Formação Profissional, o Governo
anunciou que vai avançar com dois novos programas a concretizar já no
próximo ano: o Agir Agricultura e o Agir Indústria
.
"Trata-se de programas de estágios profissionais com a duração de seis
meses, que preveem a obrigatoriedade de prestação de formação
profissional e atribuem um prémio de integração a conceder às empresas
que decidam contratar estagiários", disse.

O presidente do Governo referiu também que será criada a Marca Azores,
até final de 2013, "com uma natureza transversal a toda a produção
regional para garantir valor acrescentado aos produtos e serviços dos
Açores e aumentar a respetiva penetração nos mercados interno e
externo".

Nesta conferência de imprensa, Vasco Cordeiro salientou que "mais de
70 por cento das referidas medidas assumem um caráter inovador na
Região".

http://www.acorianooriental.pt/noticia/governo-vai-criar-mil-postos-de-trabalho-na-area-da-floresta

Demissão em bloco na inspecção-geral sugere conflito no ministério de Cristas

RICARDO GARCIA 18/12/2012 - 10:35 (actualizado às 17:39)
Três dirigentes deixam a Inspecção-Geral da Agricultura, Mar, Ambiente
e Ordenamento do Território apenas nove meses depois de terem sido
nomeados.


Inspecção fiscaliza vastas áreas, dos financiamentos à agricultura,
aos crimes ambientais DANIEL ROCHA

Três dos quatro dirigentes da Inspecção-Geral da Agricultura, Mar,
Ambiente e Ordenamento do Território (IGAMAOT) demitiram-se esta
semana, num aparente sinal de conflito entre áreas tuteladas pela
ministra Assunção Cristas.

O inspector-geral, Pedro Portugal Gaspar, apresentou a sua carta de
demissão na segunda-feira, apenas nove meses depois de ter sido
nomeado para o cargo. Juntamente com Pedro Portugal, também se
demitiram as subinspectoras-gerais Gabriela Duro e Ana Paula Simão.
Uma terceira subinspectora-geral, Lisdália Portas, manteve-se no
cargo.

Pedro Portugal confirmou ao PÚBLICO ter-se demitido, mas, além de
reiterar a existência de "razões pessoais", não quis entrar em mais
detalhes, argumentando que ainda está em funções até ao final do mês.

Das subinspectoras que se demitiram, uma era responsável pelas
inspecções nas áreas do ordenamento do território e do ambiente e
outra respondia pela avaliação de aspectos mais administrativos do
próprio ministério. A que se mantém no cargo tem sob a sua tutela a
parte da agricultura, em particular o controlo das ajudas à
agricultura e questões de segurança alimentar.

A forma como se pretendia enquadrar as questões da agricultura na
estratégia da IGAMAOT daqui para a frente foi um foco de desacordo
entre o inspector-geral e a ministra Assunção Cristas. Uma reunião
realizada na semana passada sobre esta matéria terá precipitado a
demissão.

É um primeiro sinal público de um conflito que várias vozes anteviram
como provável desde que a agricultura e o ambiente – áreas que
estiveram em campos opostos em muitas batalhas no passado – se
juntaram sob um mesmo chapéu, sob a tutela de Assunção Cristas.

A IGAMAOT é uma espécie de microcosmos desta junção, tendo resultado
da fusão das inspecções-gerais do ambiente e da agricultura, que
funcionavam antes em dois ministérios separados.

O PÚBLICO tentou ouvir a ministra Assunção Cristas, mas sem sucesso
até ao fim da tarde desta terça-feira.

http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/inspectorgeral-da-agricultura-e-ambiente-demitese-1577828

Vendas no setor da distribuição caem 1,5% no 3.º trimestre para 6.269 milhões de euros - APED

11:25 Quarta feira, 19 de dezembro de 2012

Lisboa, 19 dez (Lusa) - As vendas no setor da distribuição caíram 1,5%
no terceiro trimestre do ano, face a igual período de 2011, para 6.269
milhões de euros, de acordo com o barómetro de vendas da APED hoje
divulgado.

Segundo dados da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição
(APED), o volume de vendas total do setor alimentar aumentou 1,1% para
3.962 milhões de euros, enquanto no não alimentar o recuo foi de 5,8%
para 2.307 milhões de euros.

As vendas do segmento alimentar foram impulsionadas pelos perecíveis,
cuja faturação subiu 2,8% para 1.146 milhões de euros e pelos produtos
de grande consumo (FMCG), que progrediram 0,4% para 2.816 milhões de
euros.


http://expresso.sapo.pt/vendas-no-setor-da-distribuicao-caem-15-no-3-trimestre-para-6269-milhoes-de-euros-aped=f774900

APED prevê «quebra acentuada» no consumo em 2013

quarta-feira, 19 de Dezembro de 2012 | 16:35
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A Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) prevê um
agravamento da crise na área de consumo em Portugal no próximo ano,
devido à «quebra acentuada do poder de compra dos consumidores».
De acordo com o barómetro de vendas da APED, hoje divulgado, «o setor
da distribuição está a ser fortemente afetado pela crise eocnómica,
sobretudo a área não alimentar».

As empresas do setor vão continuar a desenvolver no próximo ano «uma
forte política de promoções e apostar nos descontos para ajustar as
propostas de valor ao bolso das famílias», refere a APED no relatório.

Diário Digital / Lusa

http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=2&id_news=192340

Portas espera investimentos do Qatar no sector agroalimentar em Portugal em 2013

Por Agência Lusa, publicado em 19 Dez 2012 - 17:23 | Actualizado há 5
horas 7 minutos
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O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas,
anunciou hoje em Doha que espera investimentos do Qatar na área
agroalimentar em Portugal em 2013.

Após um encontro hoje com as agências oficias de Doha do setor
alimentar, Paulo Portas disse aos jornalistas esperar que os contactos
venham "a dar frutos" em relação às exportações portuguesas no setor
agroalimentar para o Qatar e que são possíveis parcerias neste setor
económico português.

"O que é que o Qatar tem que nós não temos? Tem recursos naturais na
área da energia, petróleo e gás. O que é que nós temos e o Qatar não
tem? Por exemplo, uma excelente produção agroalimentar. O Qatar
importa quase tudo nessa matéria: laticínios, frutas e vegetais,
conservas e peixe e também rações animais", disse o ministro dos
Negócios Estrangeiros.

Paulo Portas acrescentou que, após o encontro, foi estabelecido um
'road map', para iniciar, em janeiro, o trabalho técnico necessário,
com o Ministério da Agricultura português, com a Agência para o
Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) e com as empresas
portuguesas de modo a que uma missão do Qatar, no setor agroalimentar,
visite Portugal até ao final do primeiro trimestre de 2013.

De acordo com o ministro dos Negócios Estrangeiros, as exportações
portuguesas para o Qatar cresceram 50% no último ano e é possível que
venham a "aumentar" ainda mais em 2013 e que, por outro lado, há
"muitas empresas" envolvidas em projetos de construção de
infraestruturas no Qatar.

"O Qatar é um dos países mais ricos do mundo. O Produto Interno Bruto
per capita é um dos mais altos do globo. Há um enorme potencial para
as empresas portuguesas aqui e também há abertura para os
investimentos do Qatar no nosso país" concluiu Paulo Portas após os
encontros hoje com investidores de Doha em que se assinalaram,
igualmente, progressos sobre eventuais ligações aéreas diretas entre
Doha e Lisboa.

Paulo Portas cumpre no Qatar a terceira etapa da deslocação ao Golfo
Pérsico, após a visita ao Sultanato de Omã e ao Emirato do Kuwait.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
aplicado pela agência Lusa

http://www.ionline.pt/boas-noticias/portas-espera-investimentos-qatar-no-sector-agroalimentar-portugal-2013

FRULACT é “Campeã Nacional” no Concurso European Business Awards

O Grupo Frulact recebeu este mês a distinção de "Campeão Nacional" no
prestigiado concurso da European Business Awards 2012/2013, tendo este
prémio sido atribuído por um painel de juízes que avaliou a empresa
nas áreas de Inovação, Excelência Empresarial e Sustentabilidade
Social.

Ao representar Portugal como "Campeão Nacional", a Frulact vai agora
concorrer ao cobiçado "Ruban D'Honneur" na próxima ronda da
competição.

Como refere João Miranda, CEO do Grupo Frulact, "Estamos orgulhosos de
termos sido seleccionados para representar Portugal. Chegar aqui é já
um reconhecimento fantástico, e motivo de enorme motivação para toda a
nossa equipa. O concurso European Business Awards é amplamente
reconhecido como a montra para as empresas mais dinâmicas, inovadoras
e éticas da Europa e agora estamos ansiosos para a próxima ronda do
processo de decisão onde poderemos explicar com mais profundidade como
estamos a atingir o sucesso no negócio de preparados à base de fruta".

Este ano, pela primeira vez, os participantes neste concurso
apresentaram um vídeo de candidatura, em complemento com a
documentação técnica para dar conta dos seus resultados, conquistas e
estratégias. Como refere Adrian Tripp, CEO da European Business
Awards, "o elemento vídeo permitiu ao nosso painel de juízes ganhar
uma compreensão mais profunda das estratégias de negócios de todos os
finalistas nacionais. É por isso que a decisão tem sido
particularmente difícil e este ano, talvez mais do que nunca, é uma
honra excepcional ser escolhido como Campeão Nacional".

Entre Dezembro e Janeiro de 2013, os campeões nacionais serão
reavaliados pelo terceiro painel de juízes composto por líderes
empresariais, académicos e empresários que premiará as melhores
organizações europeias com o prémio "Ruban d'Honneur".

Fonte: AICEP

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/19.htm

Bruxelas já arquivou processo contra Portugal por incumprimento das regras para galinhas poedeiras

17.12.2012 21:29
Economia


A ministra da Agricultura e Pescas foi hoje informada, "em primeira
mão", pelo novo comissário da Saúde e Defesa do Consumidor, de que
Bruxelas já arquivou o contencioso contra Portugal por incumprimento
da legislação sobre galinhas poedeiras.

"Ficámos a saber que a queixa contra Portugal no que diz respeito à
diretiva das galinhas poedeiras foi arquivada. Portugal já terá sido
notificado, a carta ainda não nos chegou, mas soubemos em primeira mão
pelo comissário. Recebemos as felicitações por parte do novo
comissário porque conseguimos fazer a reconversão das nossas
galinhas", revelou Assunção Cristas, à saída de uma reunião com o
comissário maltês Tonio Borg.

A ministra considerou este anúncio "uma nota muito importante", porque
há sensivelmente um ano que este era um dos problemas que Portugal
tinha com a Comissão, que ficou agora definitivamente resolvido.

"Estávamos em incumprimento, não tínhamos feito a reconversão total
das nossas galinhas para as novas regras. Neste momento podemos dizer
que foi possível fazê-lo, com o esforço de todo o setor, com o esforço
também da nossa administração, e fizemo-lo sem matar uma única
galinha, o que é particularmente positivo", disse.

Cristas realçou ainda que "quando tudo estiver já em funcionamento
pleno", haverá ainda mais efetivos do que anteriormente, "e essa é uma
nota bastante positiva que foi realçada também pela Comissão".

Na semana passada, a ministra já anunciara que a reconversão de
explorações de galinhas poedeiras que violavam as normas comunitárias
foi concluída sem necessidade de abater animais.

No início do ano, a Comissão Europeia tinha aberto um processo de
infração contra 13 Estados-membros, incluindo Portugal, pelo atraso na
aplicação da legislação sobre as galinhas poedeiras, que deviam ser
mantidas em 'gaiolas melhoradas', com mais espaço para fazerem ninho,
esgravatarem e empoleirarem-se, ou em sistemas alternativos.

Em causa estava a possibilidade de encerramento de aviários por falta
de adaptação às novas normas para o bem-estar das galinhas, mas
Assunção Cristas garantiu a 11 de dezembro aos deputados da comissão
parlamentar de Agricultura que tudo foi feito sem encerrar
explorações, nem abater animais, ao contrário do sucedido em Espanha,
por exemplo, onde foram abatidas dez milhões de galinhas.

Lusa

http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2012/12/17/bruxelas-ja-arquivou-processo-contra-portugal-por-incumprimento-das-regras-para-galinhas-poedeiras

Veados ameaçam culturas

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18 de Dezembro, 2012por Sónia Balasteiro

Agricultores queixam-se de elevados prejuízos causados pelos veados.
Há um descontrolo do número destes animais em todo o país, que tem
crescido por falta de predadores naturais, depois da extinção do lobo
em Portugal.
Os veados estão a atacar os campos: os agricultores queixam-se de
milhares de euros em prejuízos por causa destes animais que consomem
produtos hortícolas, como, por exemplo, ramas das oliveiras. O
Ministério da Agricultura e Ambiente admite o problema, adiantando que
se estende já de Norte a Sul do país.

«As situações onde mais frequentemente têm ocorrido reclamações são a
área do Parque Natural de Montesinho, devido às limitações à
exploração que decorrem dos propósitos de conservação do parque», diz
ao SOL fonte oficial do Instituto de Conservação da Natureza e
Florestas, tutelado pelo Ministério da Agricultura.

Mas também há – e cada vez mais – registo de ataques aos campos na
serra da Lousã, em particular na área da Zona Conservação da Natureza,
«por inexistência de exploração», e na região do Tejo Internacional,
«onde a população é flutuante entre Espanha e Portugal, o que
dificulta o seu controlo».

Falta de predadores

Em causa, reconhece o ministério de Assunção Cristas, está a falta de
controlo do número destes animais, que têm crescido exponencialmente
em Portugal nos últimos anos por falta de predadores naturais, depois
da diminuição do lobo em Portugal. Ou seja, ninguém sabe exactamente
quantos veados existem no país: «Não existem dados sobre o efectivo da
população de veado no país», reconhece fonte oficial do gabinete da
ministra.

O que se conhece apenas, esclarece a mesma fonte, são «unicamente os
resultados da sua exploração, o que possibilita uma extrapolação».
Tomando por base os números dos abates de 2010/2011, que apontam para
cerca de três mil exemplares, o Ministério calcula que estes
constituíram, «no máximo, 20% da população». Assim, o resultado,
«ainda que com possibilidade de erro considerável, remete para um
efectivo em exploração aproximado de 15.000 veados a nível nacional».

Na verdade, ao Instituto de Conservação da Natureza e Florestas não
chega a maioria das queixas de ataques, uma vez que não há
obrigatoriedade de dar conta dos prejuízos à tutela. «Nos termos da
lei, a responsabilidade pelos prejuízos cabe às entidades gestoras das
zonas de caça», avança aquela fonte ao SOL. No entanto, acrescenta,
«reconhece-se a existência de prejuízos limitados ao nível da
agricultura e ainda em povoamentos florestais».

«O impacto dos prejuízos causados pela espécie, mais do que o valor
económico global, ocorre em zonas de pequena agricultura de carácter
social», acrescenta.

Denúncias chegam à federação de Caçadores

À Federação Alentejana de Caçadores, por exemplo, têm chegado várias
denúncias destes ataques. «De há dois anos para cá, têm-se sucedido as
queixas» – diz ao SOL o responsável da associação, Alberto Cavaco. As
queixas estendem-se da margem esquerda do Guadiana (onde os veados
consomem, sobretudo, as ramas das oliveiras jovens) a Castelo Branco.

O responsável não tem dúvidas em apontar o dedo à densidade excessiva
de veados no país. «Deveriam fazer-se censos, mas a verdade é que
ninguém os faz», lamenta. E avisa que o problema pode agravar-se: «Sem
qualquer controlo, os veados podem ser portadores de tuberculose sem
que ninguém saiba. E isso pode colocar em causa todo o sistema
alimentar».

As queixas, entretanto, sucedem-se. «Os veados dizimam tudo, vão
acabar com a agricultura, com a pecuária (uma vez que contaminam as
vacas, que têm de ser abatidas às centenas) e com os projectos
florestais (comendo as árvores, partindo e esfolando os sobreirinhos).
E as autoridades locais e nacionais não mostram qualquer preocupação»
– acusa um agricultor de Castelo de Vide, no norte alentejano. Mas as
acusações vão mais longe.

A ruína dos agricultores

O agricultor garante que toda a situação está a colocar muitas
explorações à beira da ruptura. «Há vários coutos de caça grossa em
Meadas e Póvoa [também no norte alentejano] que não os alimentam,
levando-os a vir cá fora comer tudo, levando assim os agricultores à
ruína».

O Instituto de Conservação da Natureza explica, precisamente, que as
«medidas de controlo da população de veado passam pela sua adequada
gestão, quer através da diminuição de efectivos (através da caça e de
acções extraordinárias de correcção da sua densidade), quer da
instalação de campos de alimentação e alimentação artificial».

Os responsáveis do Instituto aconselham a instalar «protecções das culturas».

(notícia corrigida a 19 de Dezembro, às 13h.)

sonia.balasteiro@sol.pt

http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=64945

UE/Leite: Parlamento Europeu quer esquema de compensação para funcionar no final das quotas

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
12:45 Terça feira, 18 de Dezembro de 2012
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Bruxelas, 19 dez (Lusa) -- O Parlamento Europeu (PE) propõe um esquema
de compensação para os produtores de leite em alturas de crise, que
funcione após 2015, quando se prevê o fim do regime das quotas de
produção, foi hoje divulgado.

Um relatório do eurodeputado francês Michel Dantin, que será votado em
Comissão de Agricultura do PE no dia 23 de janeiro, prevê a criação de
um mecanismo de compensação dos agricultores mais afetados em momentos
de crise.

O mecanismo prevê que os Estados-membros mantenham, até 2020,
pagamentos ligados à produção com percentagens entre os cinco e os
10%, podendo ir aos 15% em casos excecionais, explicou à Lusa fonte
parlamentar.


http://visao.sapo.pt/ueleite-parlamento-europeu-quer-esquema-de-compensacao-para-funcionar-no-final-das-quotas=f702969

Situación mundial del sector de los cereales campaña 2012/13

Mª José Maluenda García. Ingeniero Técnico Agrícola


DOCUMENTO AQUI: http://www.agrodigital.com/Documentos/cerealesdc12.pdf

Quantas pessoas trabalham no sector agrícola da UE?

Cerca de 23 milhões de pessoas estavam empregadas em quase 12 milhões
de explorações agrícolas na UE-27 em 2010, de acordo com o último
censo agrícola (a cada 10 anos, há um censo completo). Dentro deste
grupo de pessoas, incluindo agricultores, membros de famílias de
agricultores e trabalho familiar não trabalham em tempo integral.

Convertendo o número de unidades de trabalho anuais (UTA), que são
equivalentes a empregos a tempo inteiro em 2010, a força de trabalho
agrícola na UE-27 foi de 9,7 milhões UTA, dos quais 7,5 milhões (77%)
foram a força de trabalho familiar, UTA 1,4 milhões (15%) da força de
trabalho regular de UTA não familiar e 0,8 milhões (8%) e
não-regulares força de trabalho familiar.

Entre os Estados-Membros, Polónia (1,9 milhões UTA) registrou a força
de trabalho agrícola total, seguido pela Roménia (1,6 milhões), Itália
(1,0 milhões), Espanha (0,9 milhões), França (0, 8 milhões) e Alemanha
(0,5 milhões). Juntos, estes seis Estados-Membros responsáveis por
quase 70% da força de trabalho agrícola total em Utah na UE-27.

A maior proporção de mão de obra familiar foram observadas na Polónia
(95% do total), Irlanda (92%) e Malta (90%), enquanto a força de
trabalho maior proporção desconhecida regularmente na República Checa
(75%), Eslováquia (69%), França e Estónia (ambos 45%). A maior
proporção de não-regular de trabalho desconhecido registado em Espanha
(19%), Holanda (13%) e Itália (12%).

A resposta à pergunta de quantas pessoas trabalham na agricultura?
encontrado na edição de 2012 do paperback de estatísticas agrícolas e
da pesca emitidas pelo Eurostat, o escritório estatístico da União
Europeia. O livro apresenta tabelas e gráficos selecionados
proporcionando uma visão estatística do sector agrícola na União
Europeia. Nós apresentamos os dados mais recentes para os 27
participantes, divididos em capítulos. Um deles é dedicado ao 50 º
aniversário do PAC e outra com o censo agrícola da UE. Outros
capítulos abordar indústria agrícola, a produção agrícola, agricultura
e meio ambiente, desenvolvimento rural, florestal e estatísticas da
pesca.

http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87504

Empresas denunciam perda de vendas com greve nos portos

Encomendas

Dírcia Lopes
19/12/12 00:15


Sovena, Sumol Compal, Gallo e SCC enfrentam subida de custos e atrasos
nas encomendas.

A greve dos estivadores, prestes a atingir os cinco meses, está a
levar as empresas exportadoras do sector agro-alimentar "a atingir o
ponto da exaustão". A denúncia é feita pelo presidente da Federação
das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares (FIPA), Jorge Henriques,
que revela ao Diário Económico que a greve está "a afectar as
exportações da indústria agro-alimentar, com incidência no mês de
Setembro onde se registou uma perda de quatro pontos percentuais".
Contas feitas, as empresas do sector já perderam 50 milhões de euros,
que não serão recuperáveis.

De acordo com Jorge Henriques, a paralisação dos trabalhadores dos
portos está a traduzir-se numa perda de vendas efectiva" para as
empresas exportadoras.

http://economico.sapo.pt/noticias/empresas-denunciam-perda-de-vendas-com-greve-nos-portos_158793.html

Lusovini investe cinco milhões de euros em Nelas, onde vai centrar as operações

14:38 Terça feira, 18 de Dezembro de 2012
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Nelas, 18 dez (Lusa) -- A distribuidora Lusovini vai, nos próximos
três anos, investir cerca de cinco milhões de euros em Nelas, onde
centralizará toda a sua logística nacional e internacional e
engarrafará os vinhos que produz em várias regiões portuguesas.

O presidente da Lusovini, Casimiro Gomes, avançou hoje à agência Lusa
que a empresa adquiriu na quarta-feira, "à massa insolvente, os ativos
da antiga cooperativa agrícola de Nelas".

"Tomámos a opção de centralizar toda a logística nacional e
internacional em Nelas, incluindo o engarrafamento dos vinhos das
diferentes regiões", explicou.


http://visao.sapo.pt/lusovini-investe-cinco-milhoes-de-euros-em-nelas-onde-vai-centrar-as-operacoes=f702985

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

PS de Silves quer saber qual o futuro do Museu da Cortiça

Política


d.r. Ver Fotos »
Museu da Cortiça, na Fábrica do Inglês, em Silves
O Partido Socialista de Silves através do seu vereador Fernando Serpa
apresentou na Câmara um requerimento procurando saber qual o estado
atual do Museu da Fábrica do Inglês e perspetivas de futuro. No
momento atual, informa o vereador socialista, existirá um protocolo
entre o Estado português e a Câmara, para que parte do espólio tenha
sido transferido para o Arquivo Distrital de Faro, pretendo o vereador
saber se essa passagem para Faro é provisória, se existe uma relação
do que foi enviado e qual o futuro do que resta do Museu e outras
questões ligados àquele património silvense.

Informa, ainda, em comunicado o PS de Silves que em setembro, «parte
do empreendimento Fábrica do Inglês, foi adjudicado à Caixa Geral de
Depósitos, pela quantia de um milhão e trezentos mil euros,
concretamente, uma área de 5000m2, onde se falava que seria construído
um hotel».

Assim, dizem os socialistas, «considerando que o laureado Museu da
Cortiça e todo o espólio nele existente, foi considerado de interesse
municipal; considerando ainda que o património histórico foi doado na
sua maioria pelos cidadãos da cidade e que, parte do espólio, foi
levado para o Arquivo de Faro, tendo a Câmara Municipal
«disponibilizado os meios para esse fim», conforme informou o
presidente Rogério Pinto na reunião camarária de 05-12-2012»,
pretendem os socialistas saber «em defesa da transparência e dos mais
altos interesses do concelho», que «medidas de segurança foram
adoptadas pela Fabrica do Inglês, Direção Regional da Cultura e pela
Câmara Municipal, para proteger o que ainda se encontra no Museu,
considerando o seu interesse público? E, o que irá ser feito».
18 de Dezembro de 2012 | 09:17
barlavento

http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=54800

Prémio Agricultura 2012

Este Prémio é uma iniciativa do Continente, do Correio da Manhã e do
Jornal de Negócios, que conta com o Patrocínio do Ministério da
Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território e com
o apoio da PwC.

"Todos sentimos que uma parte dos problemas do país poderá encontrar
resposta na agricultura."


Criámos o Prémio Agricultura 2012 – Escolha Portugal porque
acreditamos no Sector Agrícola como motor de crescimento e
desenvolvimento da economia Portuguesa.

Esta iniciativa tem por objectivo Promover, Incentivar e Premiar os
casos de sucesso do sector da Agricultura, Agro-indústria e Florestal.

O Prémio Agricultura 2012 – Escolha Portugal irá distinguir casos
notáveis de sucesso, sendo atribuído no final de 2012.


Ciclo de Conferências Escolha Portugal

Em paralelo ao período em que decorreu o Prémio, teve lugar um Ciclo
de Conferências sobre os desafios do sector, em várias cidades do
País, de Setembro a Dezembro, que se conclui com a conferência em
Cascais, a 21 de Dezembro.

Data: 21 de Dezembro de 2012

Horário: 17h00 às 19h30

Local: Casa das Histórias - Paula Rego, Cascais




No próximo dia 21 de Dezembro, na Casa das Histórias, em Cascais,
Assunção Cristas, Ministra da Agricultura, estará presente na última
conferência do Prémio Agricultura 2012 e na Cerimónia de entrega de
prémios aos vencedores.

https://www.eiseverywhere.com/ehome/46173/78509/

BES apoia empresas agrícolas inovadoras

por Ana Rita Costa
18 de Dezembro - 2012
O BES criou o grupo "winners" que pretende apoiar com financiamento
bancário as empresas mais inovadoras que operam na produção e
comercialização de bens transacionáveis.


De acordo com António Souto, administrador do BES, a agricultura é um
setor com grande potencial de crescimento, e será uma das áreas das
empresas que estarão no grupo das "winners" por ser "um contribuinte
líquido para o aumento do emprego, das exportações e da substituição
das importações."

Souto refere também que embora o BES tenha sido o banco que menos
reduziu o crédito às empresas, é possível que em 2013 se assista a uma
redução na procura de crédito para investimento, mas acredita que para
as empresas que estão a apostar nos mercados externos e que têm
condições para crescer, não faltará apoio.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6852&bl=1

Capoulas Santos quer mais 350 milhões da PAC

por Ana Rita Costa
18 de Dezembro - 2012
O eurodeputado do PS Capoulas Santos disse que se as propostas que
apresentou sobre a reforma da PAC forem aprovadas e se o orçamento
comunitário o permitir, Portugal poderá receber mais 350 milhões de
euros.


Capoulas Santos disse ainda que a decisão final sobre a verba a
atribuir à Política Agrícola Comum dependerá da decisão tomada pelos
líderes europeus em relação ao Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020
da União Europeia.

"No caso português, se a proposta for aprovada tal qual como está e se
a proposta de orçamento da Comissão se mantiver, isso significaria
para Portugal um aumento de 350 milhões de euros no primeiro pilar",
disse Luís Capoulas Santos em declarações aos jornalistas.

Os relatórios sobre a reforma da PAC serão votados na Comissão de
Agricultura no dia 23 de janeiro de 2013, mas a aprovação depende de
serem conhecidas as verbas das perspetivas financeiras.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6857&bl=1

Inspector-geral da agricultura e ambiente demite-se

RICARDO GARCIA 18/12/2012 - 10:35
Inspector estava há apenas nove meses no cargo, que deixou por "razões
pessoais".


Inspecção fiscaliza vastas áreas, dos financiamentos à agricultura,
aos crimes ambientais DANIEL ROCHA

O novo inspector-geral da Agricultura e do Ambiente, Pedro Portugal
Gaspar, demitiu-se do cargo que ocupava há apenas nove meses.

A demissão foi justificada por "razões pessoais", segundo informação
do gabinete de imprensa do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e
Ordenamento do Território.

Pedro Portugal tinha sido nomeado em Março para liderar a
Inspecção-Geral da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do
Território (IGAMAOT) – um novo organismo que resultou da fusão dos
antigos órgãos de inspecção das áreas da agricultura e do ambiente. Na
prática, a IGAMAOT concentrou competências vastas, que vão desde o
controlo da aplicação de financiamentos à agricultura e dos órgãos que
gerem a segurança alimentar, até ao combate aos crimes contra a
natureza e às questões do ordenamento do território.

O ministério liderado por Assunção Cristas ainda não escolheu um
substituto para Pedro Portugal, que permanecerá em funções até
Janeiro.

http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/inspectorgeral-da-agricultura-e-ambiente-demitese-1577828

Três barragens do Oeste custaram 15 milhões de euros mas não funcionam

CARLOS CIPRIANO 18/12/2012 - 00:00


Sobrena, Alvorninha e Arnóia são nomes de barragens nos concelhos do
Cadaval, Caldas da Rainha e Óbidos construídas com fundos comunitários
para irrigar terrenos agrícolas. Nenhuma cumpre a função.

Desde que foi construída, em 1997, a barragem da Sobrena (Cadaval)
nunca encheu. Dela se esperava que irrigasse 100 hectares de terrenos
agrícolas, beneficiando 120 agricultores, sobretudo produtores de pêra
rocha.

A barragem é uma exposta ruína, com os edifícios de apoio invadidos
pelas silvas e um paredão de onde se avista uma charca no lugar onde
deveria estar uma albufeira. Em redor só se avistam eucaliptos.

E são precisamente estes árvores uma das causas apontadas para o
fracasso deste investimento superior a dois milhões de euros. Em 2006,
o então secretário de Estado da Agricultura justificava o défice de
água da barragem pela "acção hidrológica do coberto da bacia,
constituída pelo povoamento de eucaliptos" que ali existem há mais de
40 anos. Ou seja, a barragem da Sobrena não enche porque os eucaliptos
lhe bebem a água.

Outra explicação, já investigada pelos serviços do Ministério da
Agricultura, tem a ver com as condições geológicas do solo, que estará
aluído, deixando escorrer a água. Existe, por isso, um processo
judicial em curso, colocado pelo Estado, contra a empresa que
construiu a barragem por não ter verificado adequadamente as
características geológicas do terreno. Para os agricultores do
Cadaval, a expectativa de há 15 anos já se esgotou há muito - acabaram
por recorrer a furos para regar os seus pomares.

Expectativas tinham também os agricultores de Alvorninha (Caldas da
Rainha) quando em Janeiro de 2005 o então primeiro-ministro, Pedro
Santana Lopes, inaugurou a barragem da freguesia. Um evento que até
teve direito a bênção do cardeal patriarca, D. José Policarpo, ele
próprio natural daquela freguesia.

Mas oito anos depois o investimento de 6,5 milhões de euros continua
por rentabilizar. É certo que a albufeira já encheu uma vez e que tem
estado a 40 e a 50% da sua capacidade, mas daí não pode passar
enquanto o Instituto da Água (Inag) e o LNEC não terminarem os testes
que têm vindo a fazer e que apontam para a existência de uma fissura
no solo.

Virgílio Leal, presidente da Junta de Alvorninha, garante que essa
fissura não é grave e diz que está desde Fevereiro "à espera de saber
se vão ou não injectar cimento no leito da albufeira para evitar que a
água se escoe".

Nos últimos anos já foram feitas algumas descargas que permitiram
regar alguns terrenos contíguos, mas o sistema de rega, que tem
condutas enterradas ao longo de 17 quilómetros, 84 tomadas de rega e
151 bocas de rega, continua desaproveitado.

Rego Filipe, da associação de regantes, diz que a capacidade de
armazenamento desta barragem (700 mil metros cúbicos de água)
permitiria suavizar os efeitos de um ano de seca não só em Alvorninha
como nas freguesias em redor.

O caso de Óbidos é diferente. A barragem do rio Arnóia é a maior da
região e foi construída para regar 1300 hectares de terrenos no
extenso vale que se avista desde as muralhas do castelo, beneficiando
cerca de mil agricultores.

Também teve direito a inauguração com pompa e circunstância. Em 2005
Jaime Silva, o então ministro da Agricultura, inaugurava, porém, uma
obra inacabada. É certo que o paredão e as comportas são monumentais,
a barragem avista-se da A8 e a obra enche o olho. Mas para
rentabilizar os sete milhões de euros que custou, falta-lhe construir
o sistema de rega, um projecto que ainda não saiu do papel e que luta
agora com dificuldades de financiamento para ser executado.

A barragem do Arnóia, porém, já encheu e já teve funções de
regularização do caudal do rio. Também já serviu para alguns desportos
náuticos. E o seu espelho de água, cujo perímetro, sinuoso, abrange as
freguesias das Gaeiras e de A-dos-Negros, é apetecível para o sector
imobiliário.

Um ano depois da inauguração era anunciado para as suas margens um
investimento privado de 50 milhões de euros. O Shopping Center Plaza
Oeste era para ter sido iniciado em 2007 e concluído em 2010, e teria
uma área de construção de 83 mil metros quadrados, dos quais 20 mil
destinados a um "retail park" e 63 mil a um centro comercial. Um
empreendimento que só por si já justificava a existência da barragem e
quase dispensava o sistema de rega. Mas oito anos depois nem turismo
nem agricultura beneficiam cabalmente desta infra-estrutura.

O PÚBLICO contactou o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e
do Ordenamento do Território, mas não obteve resposta.

http://www.publico.pt/local-lisboa/jornal/tres-barragens-do-oeste-custaram-15-milhoes-de-euros-mas-nao-funcionam-25772595

Jornadas Técnicas do Cidrão

Cidrão (Citrus medicus)


Decorreram no sábado dia 15 de Dezembro no Mosteiro de Tibães as
"Jornadas Técnicas do Cidrão - Um fruto mediterrânico quase esquecido,
contributos para a sua valorização", organizadas no âmbito de uma
parceria entre a ATAHCA e a Direcção Regional de Cultura do Norte, as
quais contaram com cerca de 75 participantes, entre produtores
agrícolas, técnicos, responsáveis de entidades públicas e privadas
ligadas ao sector agrário e ao ensino e investigação.

Durante uma manhã os participantes assistiram a um conjunto
diversificado de comunicações que abordaram a temática do cidrão desde
a produção deste citrino, até à sua ligação à história de Portugal nos
séculos XVII e XVIII, como um dos produtos agrícolas mais exportados
para o continente americano pelos seus efeitos benéficos na cura do
escorbuto, à sua transformação e utilização na indústria da
confeitaria e da pastelaria para a elaboração de fruta confitada e
cristalizada e doces tradicionais, dos quais se destaca o famoso bolo
rei.

As jornadas contaram com os contributos dos seguintes oradores: Dr.
Mário Brito (Direcção Regional da Cultura do Norte - DRCN) ; Professor
Mota Alves (Presidente da Direcção da ATAHCA); Dr. Manuel Cardoso
(Director Regional da Agricultura e Pescas do Norte-DRAPN) que abriram
as jornadas; Drª Anabela Ramos (Técnica da DRCN) que abordou o tema do
cidrão como alimento e medicamento nos séculos XVII e XVIII; o
produtor agrícola Belmiro Cerqueira de Vila Verde que falou aos
presentes da sua experiência como produtor agrícola de cidrão; Engº
Augusto Assunção (Técnico da DRAPN) que apresentou os aspectos
técnicos ligados à cultura do cidrão; a Engª Alimentar Pilar Santos da
empresa Douro Mel que abordou as formas de transformação utilizadas
para este fruto na indústria, nomeadamente a confitagem e a
cristalização e ainda Daniel Pereira da Doçaria S.Vicente que trouxe
às jornadas o testemunho de uma pastelaria que há 200 anos utiliza o
cidrão como matéria-prima para a confecção do bolo rei e outros doces.

Durante as jornadas os participantes tiveram ainda o privilégio de
degustar vários produtos feitos à base do cidrão, nomeadamente:
pastéis e toucinho do céu com cidrão; cidrão confitado e cristalizado;
compotas e doces; infusões de folhas e cascas; licor e bolo rei.

No final destas jornadas ficou a convicção geral de que o cidrão é um
fruto com elevado potencial de mercado pelas suas propriedades e
características naturais, e que é sem dúvida mais um produto agrícola
que a região do Alto Cávado pelas óptimas condições edafo-climáticas
pode produzir facilmente, transformando-o assim numa oportunidade para
quem quiser apostar na sua cultura , comercialização e transformação,
numa lógica de diversificação e rentabilização da actividade nas
explorações agrícolas.

Fonte: ATAHCA

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/18.htm

Canadá deixa Protocolo de Quioto um ano depois

AMBIENTE

por Lusa, publicado por Luís Manuel CabralHoje

O Governo canadiano anunciou na segunda-feira à noite, numa declaração
de apenas uma frase: que já nao faz parte do Protocolo de Quioto, uma
medida que os partidos da oposição consideram "uma vergonha" na
historia do país.
A saída do Canadá do Protocolo de Quioto materializou-se no sábado,
día 15, precisamente um ano depois do país ter comunicado à ONU a sua
decisão.
O Governo canadiando não emitiu nenhum comunicado ou declaração a dar
conta da retirada efetiva do Protocolo, apesar de ser a primeira vez
que o Canadá se retira de um acordo internacional, refere a agência
Efe.
Respondendo a preguntas da agência noticiosa, o porta-voz do Ministro
do Ambiente do Canadá, Adam Sweet, confirmou segunda-feira que o
"Canadá se retirou de Quioto".
A mesma fonte acrescentou que o ministro do Ambiente, Peter Kent,
"tinha feito o anúncio no ano passado".
O porta-voz não quis explicar as razões pelas quais o Governo
conservador do primeiro ministro canadiano, Stephen Harper, se tornou
no primeiro do mundo a retirar-se do tratado, depois da ratificação,
nem se a medida vai danificar a imagem internacional do Canadá.
O Partido Verde do Canadá disse que a confirmação da saída corresponde
a "uma vergonha" para o país.
Stéphane Vigneault, coordenadora de comunicação do Partido Verde,
realçou que é a primeira vez na historia do país que o Canadá ratifica
e logo a seguir abandona um tratado internacional.
A deputada Elizabeth May, líder do Partido Verde, disse, em
comunicado, que a medida constituí uma mancha na reputação
internacional do país, ameaçando a imagem do Canadá no mundo e "mais
importante, o futuro das crianças canadianas".
A porta-voz de temas ambientais do NPD, o principal partido da
oposição, lamentou, também em comunicado, que enquanto o resto do
mundo avança na luta contra as alterações climáticas, o Canadá vai
ficando para trás.
Os números fornecidos pelo Partido Verde confirmam as afirmações do
NPD: enquanto em 1990 o Canadá emitiu 589 milhões de toneladas de
gases com efeito de estufa, em 2010 o número situou-se nos 692 milhões
de toneladas.
Tal corresponde a um aumento de 17%, quando o país devia ter reduzido
as suas emissões em 6%, de acordo com os compromissos assumidos no
Protocolo de Quioto,
Há um ano, o ministro do Ambiente do Canadá disse, numa conferencia de
imprensa, que "Quioto não funciona" e que "é o passado para o Canadá",
explicando invocar o "direito legal" do país para se retirar do
Protocolo.
O governante explicou que, por não ter cumprido os compromissos de
Quioto, o país teve de "transferir 14 mil milhões de dólares dos
contribuintes canadianos para outros países, o equivalente a 1.600
dólares canadianos por cada familia".

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2952812&seccao=EUA%20e%20Am%E9ricas&page=-1

China lança primeiro centro de pesquisa de agricultura e silvicultura da África

2012-12-17 20:14:43 cri
O primeiro instituto de pesquisa sobre agricultura e silvicultura da
África foi lançado no domingo na Província de Zhejiang, leste da
China.
O Centro para Pesquisa de Agricultura e Silvicultura China-África foi
estabelecido pela Rede Internacional para Bambu e Rotim (INBAR, na
sigla em inglês) e pela Universidade de Agricultura e Silvicultura de
Zhejiang (ZAFU, na sigla em inglês).

O centro destacará as políticas de investimento e comércio
China-África sobre agricultura e silvicultura, a gestão de recursos de
bambu, estratégias e tecnologias de mudança climática, assim como
questões de segurança de alimentos, disse Zhuo Guomo, presidente da
universidade.

O centro promoverá os êxitos e experiências de pesquisa sobre
agricultura e silvicultura da China para países africanos. Também é
importante que a indústria de silvicultura da China torne-se mais
global, indicou Wang Chunfeng, vice-diretor do Centro de Administração
da Rede Florestal Ásia-Pacífico da Administração Nacional dos Recursos
Florestais.

As companhias chinesas podem comprar offsets de carbono de fazendas de
bambu locais, graças a um novo método de cálculo que pode determinar
quanto carbono pode ser armazenado nesses ecossistemas únicos e de
expansão rápida, de acordo com a INBAR.

A INBAR disse que a metodologia, desenvolvida pela rede e ZAFU, foi
aprovada em novembro pela Administração Nacional dos Recursos
Florestais e anunciada durantes as negociações do clima das Nações
Unidas em Doha.

por Agência Xinhua

http://portuguese.cri.cn/561/2012/12/17/1s159690.htm

Syngenta quer duplicar a facturação até 2015

17 Dezembro 2012, 16:08 por Rita Dias Baltazar | rbaltazar@negocios.pt

Empresa agrícola faz balanço um ano após nova estratégia e apresenta
metas. A empresa quer duplicar a facturação até 2015 e tem apostado na
Península Ibérica.
A Syngenta realizou em Madrid dois dias de demonstração para fazer um
balanço do primeiro ano após a integração das três divisões de
negócios da empresa, sementes, protecção das culturas e Bioline.

Neste encontro com contou com perto de 800 pessoas, a empresa
apresentou novas metas. A Syngenta tem por objectivo consolidar a
liderança no mercado das soluções para a agricultura e duplicar a
facturação, em todas as culturas, até 2015.

Apostada na investigação, a empresa que opera no sector agrícola
possui uma biofábrica de insectos auxiliares no Algarve. O
investimento no mercado ibérico estende-se a mais dois centros de
investigação em Espanha e a duas fábricas de produtos
fitofarmacêuticos no mesmo país.

As soluções criadas pela Syngenta para Portugal incluem o programa
MaltingUP desenvolvido em parceria com a indústria cervejeira, o trigo
Platte, e uma nova linha de híbridos na cultura do milho, com
resistência à seca. Nesta cultura. Portugal é pioneiro do programa
sudExpand.

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/syngenta_quer_duplicar_a_facturacao_ate_2015.html