quarta-feira, 21 de março de 2012

Federação do Baixo Alentejo do PS “exige” explicações a Assunção Cristas sobre Alqueva

A Federação do Baixo Alentejo do Partido Socialista vai "exigir"
explicações à Ministra da Agricultura, Assunção Cristas, sobre o que
consideram ser "as mais recentes e obscuras declarações" sobre
Alqueva. O PS vai também "continuar a reclamar do Governo o
cumprimento dos prazos de construção do Alqueva Agrícola e a não
descredibilização da agricultura alentejana". Esta foi uma tomada de
posição da Federação Socialista do Baixo Alentejo a propósito da
reunião da Ministra da Agricultura com a EDIA, em Beja, na última
sexta-feira.

Segundo o PS as declarações de Assunção Cristas "confirmam, mais uma
vez, um inquietante desconhecimento e afastamento da realidade". Para
a Federação do Baixo Alentejo do PS a Ministra "veio a Beja, fechou-se
na EDIA e saiu logo para Lisboa", o que na opinião dos socialistas é
"incrível numa situação como aquela que se está viver".
A pretensão do Governo de transferir o investimento de Alqueva para o
Fundo de Coesão é um cenário "sem qualquer garantia" o que mostra uma
"menorização e uma despromoção de Alqueva como prioridade política",
refere Luís Ameixa presidente da Federação do Baixo Alentejo do PS.

O PS considera que a decisão da EDIA de disponibilizar o acesso à água
de Alqueva vem "demonstrar a necessidade e premência de se concluir
imediatamente o plano de regadio do Alqueva".

http://www.radiopax.com/noticias.php?go=noticias&id=14741&d=noticias

A árvore e a floresta

20 Março 2012 | 23:30
Bagão Félix

Hoje é o Dia Mundial da Árvore e da Floresta. Não sou muito dado a
estas efemérides. Não pelo significado que lhes está associado, mas
pelo seu ritual quase mecânico que pouca atenção suscita.

Este, porém, é um dos dias mundiais que deveria ser todos os dias do
ano. Uma boa oportunidade para chamar a atenção da sociedade e dos
governos para a necessidade da protecção das árvores, florestas e
biodiversidade. A principal causa de desflorestação advém da acção
humana. Cerca de 150 000 km2 de florestas desaparecem em cada ano. O
equivalente a três Suíças!

As leis do mercado vêm prevalecendo inexoravelmente sobre as leis da
Natureza. A evolução da "economia da terra" está sujeita a uma
crescente cultura de indiferença. A política esquece-a pela sua pouca
apetência eleitoral por cobrir uma população escassa e por esta não
ter o "poder de rua" de outros.

A agricultura está moribunda, o défice agro-alimentar é elevadíssimo,
a floresta descuidada, muitos espaços verdes em lenta agonia. Apesar
de todos os discursos em contrário…

Também as estatísticas subestimam a árvore e a floresta. É o caso do
PIB. O desenvolvimento não se esgota neste indicador, porque não toma
em conta a apreciação ou a desvalorização dos recursos naturais.
Considera apenas o que se produz, sem deduzir o passivo que resulta da
depreciação ou destruição de bens naturais, como água, solos,
arvoredos e florestas. Se isto fosse tomado em conta, a degradação da
nossa floresta e a destruição da agricultura teriam provocado uma
diminuição do PIB. O que, por certo, levaria a uma maior atenção a
estes sectores, pois que deste modo os governantes se sentiriam mais
escrutinados… para ver não apenas a "árvore" do momento, mas a
"floresta" de sempre. Com sensibilidade e sentido geracional.

*Economista e ex-ministro das Finanças em governo PSD/CDS

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=545819

"Catedral da Agricultura Portuguesa" com sede em freguesia poveira

10:32 Quarta feira, 21 de março de 2012
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A Agros, União das Cooperativas de Produtores de Leite de Entre Douro
e Minho e Trás-os-Montes inaugurou, na sexta-feira, o Espaço Agros, um
complexo na freguesia de Argivai destinado ao apoio do sector
agrícola, que conta com vários espaços dentro do centro empresarial.
Para uma segunda fase ficaram os acessos. A ministra Assunção Cristas
presidiu à abertura oficial do empreendimento que se estende por 22
hectares

O Espaço Agros, que começou a ser projectado em 2003 tem uma grande
parte da obra concluída, ficando para uma segunda fase os trabalhos de
melhoria da acessibilidade ao complexo, a construção do edifício de
transportes e de apoio à produção, que actualmente se situa em Portas
Fronhas. "Pretende-se que este espaço venha a ser um local de encontro
do movimento cooperativo leiteiro e rural da nossa região", defende
Francisco Marques, presidente da direcção da Agros.

"Agricultores do Sul": Alqueva e seca são os destaques do programa de hoje...

Regional | 07:00 | 21-03-2012
O projecto Alqueva e as medidas anunciadas pelo Governo para combater
a seca, pela voz da ministra da Agricultura Assunção Cristas, são
alguns dos destaques do programa da ACOS, "Agricultores do Sul", que
vai hoje para o ar, na Voz da Planície, pouco depois das 18.00 horas…
Hoje, o programa da ACOS, "Agricultores do Sul", dá voz à ministra da
Agricultura, Assunção Cristas, que esteve nas instalações da EDIA em
reunião com a nova Administração, liderada por João Basto, e com os
trabalhadores da empresa. Nas declarações à comunicação social, a
ministra fala sobre a importância do projecto Alqueva para a região e
sobre o seu importante contributo para o País. Assunção Cristas
garante ainda, que a verba existente no Proder permite lançar os
concursos para a continuação das obras, embora para estas, para as
obras, Assunção Cristas defenda que há vantagens em que sejam
financiadas através do Fundo de Coesão.

Bagão Félix lamenta que política esqueça agricultura e florestas

Sandra Henriques
21 Mar, 2012, 09:30 / atualizado em 21 Mar, 2012, 09:30
No Conselho Superior da Antena1 desta manhã Bagão Félix considera que
Dia Nacional da Árvore permite alertar a sociedade e as autoridades
para a necessidade do aumento da proteção da floresta.
Bagão Félix observa que a floresta portuguesa está "descuidada" e que
a "agricultura está moribunda". O comentador estranha que a ministra
da Agricultura tenha decidido ir a Angola na mesma altura em que se
realizou em Bruxelas uma reunião de emergência para os ministros do
setor discutirem a seca que se verifica em Portugal. "Terá uma
explicação, mas para nós, visto de fora, é um pouco paradoxal",
afirma.

Peritos do Ambiente da CPLP reunidos em Luanda

inShare
20 de Março, 2012
Peritos do Ambiente da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
(CPLP) estão reunidos hoje, terça-feira, em Luanda, para, entre outros
assuntos, analisarem documentos a serem apresentados e aprovados pelos
ministros dos respectivos países na sua reunião ministerial a decorrer
quarta-feira.
A cerimónia desta reunião de seguimento técnico foi presidida pelo
vice-ministro do Ambiente, Syanga Abílio, que falou dos desafios
comuns da comunidade em torno das estratégias de desenvolvimento
sustentável.

Assunção Cristas quer cooperação

20 de Março, 2012Partilhar Tamanho da letra Enviar Imprimir
Delegações dos Estados membros estão na capital angolana para
aprofundar os desafios de cooperação para os próximos anos
Fotografia: Rogério Tuti
Os ministros do Ambiente da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
(CPLP) concertam hoje, em Luanda, estratégias do sector para
apresentar à conferência Rio+20 sobre desenvolvimento sustentável e
economia verde, a realizar em Junho próximo, no Rio de Janeiro.
Ontem, à chegada, a ministra do Ambiente de Portugal, Assunção
Cristas, disse que vai aproveitar a sua presença em Angola para
aprofundar a cooperação bilateral: "estamos a preparar um trabalho
conjunto com outros países membros da CPLP, para ser apresentado à
Conferência Rio+20 e deste modo vamos poder ter uma posição, tal como
a que já tivemos em Joanesburgo", disse.
A ministra portuguesa admitiu que a seca resultante das alterações
climáticas é uma das questões a ser analisada no encontro de ministros
da CPLP, que vão igualmente abordar matérias ligadas à agricultura nos
países membros.

UNAC - União da Floresta Mediterrânica assinala 10.º aniversário

Há 10 anos foi iniciada a implementação de uma estratégia com o
objectivo de criar uma estrutura associativa que representasse os
interesses dos espaços agro-florestais da região mediterrânica, a UNAC
– União da Floresta Mediterrânica.

Neste decénio, a UNAC desenvolveu um processo de credibilização
técnica e de reforço da representatividade que havia estabelecido como
forma de adquirir reconhecimento a nível sectorial e político. Esse
reconhecimento é hoje efectivo sendo a UNAC parceiro do Estado, da
Indústria, da Universidade e da Investigação em diversas iniciativas e
projectos a nível nacional e internacional.

A acção da UNAC caracteriza-se por uma postura inovadora e pró-activa,
antecipando cenários e processos, evitando posturas passivas e/ou
reactivas e concretizando soluções através de posições tecnicamente
fundamentadas.

As iniciativas que a UNAC desenvolve são predominantemente associadas
a processos inovadores e de qualidade, assumindo uma postura
diferenciadora com o objectivo único de aumentar o reconhecimento e a
resiliência dos Espaços Florestais Mediterrânicos.

Para comemorar estes dez anos, lançamos um novo portal - www.unac.pt -
o qual será uma nova ferramenta de comunicação das nossas actividades
e projectos.

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/03/21.htm

Vinho do Porto é aposta forte em Feira Internacional no Brasil

Cativar os consumidores brasileiros é essencial para a economia de
vinhos em Portugal. 20-03-2012 11:48

Vinho do Douro entre os 100 melhores do mundo
Prémio chinês reconhece excelência de vinhos portugueses
Empresários do Douro criam estratégia para promover "destino de excelência"
O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP) promove a partir de
hoje, e até quinta-feira, os produtos da Região Demarcada do Douro na
primeira Feira Internacional de Vinhos do Brasil, que decorre no Rio
de Janeiro.
A comercialização do Vinho do Porto, que está pela primeira vez entre
os dez primeiros mercados de exportação mundial, "tem tido um
crescimento muito sustentado" nos últimos anos, revela o presidente do
IVDP Manuel Cabral.
A participação no evento, que conta com mais de dez empresas
durienses, é uma forte aposta "numa economia que está em franco
crescimento e na qual Portugal tem de ter presença", destaca Manuel
Cabral.
O interesse do IVDP em participar na Feira Internacional de Vinhos
prende-se não só com o aumento da comercialização dos produtos
vinhateiros nos últimos tempos, mas também com grandes eventos
mundiais que o Brasil vai receber, como o Mundial de Futebol em 2014 e
os Jogos Olímpicos em 2016.

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=55214

Ministro da Agricultura espanhol pede adiantamento de ajudas de 5000 milhões de euros

Por Agência Lusa, publicado em 20 Mar 2012 - 11:01 | Actualizado há 22
horas 19 minutos

O ministro da Agricultura espanhol, Miguel Arias Cañete, apelou hoje à
Comissão Europeia para que se adiantem para outubro o pagamento de
ajudas aos agricultores espanhóis, flexibilizando o acesso a 5.000
milhões de euros para responder à seca.

Esse é o valor global de ajudas no âmbito da PAC para o setor espanhol
ainda que Cañete admita não estarem totalmente quantificadas as perdas
que a seca extrema que se vive em várias zonas de Espanha e, como tal,
o volume exato de ajudas necessárias.

Cañete formulará o pedido durante o segundo dia do Conselho
ministerial que decorre em Bruxelas e onde Portugal e Espanha vão
informar os ministros sobre a situação da seca na Península Ibérica.

O responsável espanhol disse aos jornalistas que a pluviosidade em
Espanha é 49 por cento inferior à da média dos últimos anos, com
várias regiões do país a enfrentarem situações dramáticas (com
potenciais perdas de centenas de milhões de euros).

As duas delegações ibéricas vão, na reunião, pedir o adiantamento dos
pagamentos de ajudas diretas, autorização para medidas de compensação
aos agricultores, devido aos custos acrescidos motivados pela seca, e
solicitar a flexibilização das condições do regime de prémios para
vacas em aleitamento.

De acordo com um documento que vai ser apresentado ao Conselho, e ao
qual a agência Lusa teve acesso, as pretensões portuguesas de apoio
aos agricultores passam pela "antecipação dos pagamentos diretos e
ligados" e ainda "derrogações no âmbito dos prémios ligados à produção
animal".

O documento que vai ser apresentado no Conselho - onde estará também
presente o comissário europeu para a Agricultura, Dacian Ciolos -
salienta que se perspetiva "uma má campanha de cereais de sequeiro, o
que vem agravar a situação de escassez de alimentos para os animais,
potenciando um aumento ainda maior dos custos de produção".

A par da reunião em Bruxelas, em Espanha, o Governo convocou a Mesa de
Seca que hoje analisará a situação de seca com responsáveis dp setor,
procurando concretizar uma primeira avaliação do impacto por setores e
regiões.

Oficialmente o Governo admite as dificuldades em medir já o impacto,
dada a complexidade do setor agrícola espanhol.

http://www.ionline.pt/dinheiro/ministro-da-agricultura-espanhol-pede-adiantamento-ajudas-5000-milhoes-euros

Cadaval mostra-se a partir de hoje na Assembleia da República, em Lisboa

O Cadaval irá mostrar-se, de hoje, dia 21 a 27 de março, na Assembleia
da República (Palácio de S. Bento, Lisboa), na exposição "Património
Cultural e Produtos Regionais do Concelho do Cadaval", constituindo o
primeiro município a aceder ao convite daquele órgão de soberania para
mostrar o que tem de mais genuíno. A inauguração decorrerá, pelas
18h00, contando com uma prova de produtos e com duas atuações
musicais. A mostra cadavalense constitui, com efeito, a primeira de um
ciclo de exposições sobre os concelhos portugueses que a Assembleia da
República se propôs acolher, neste caso com o apoio da Câmara
Municipal do Cadaval.

A exposição, aberta ao público, ficará patente nos corredores da
Assembleia, constituindo-se por uma vertente institucional onde serão
demonstrados diversos aspetos caraterizadores do concelho,
principalmente paisagens ilustrativas da sua ruralidade, equipamentos
de interesse patrimonial e dados gerais de apresentação.

Paralelamente, numa vertente económica, estarão representados os
produtos basilares da economia cadavalense, bem como do artesanato
local, principalmente nos domínios da fruticultura, da vitivinicultura
e doçaria, entre outros.

A inauguração, marcada para hoje (quarta-feira), contará com a
presença do presidente da Câmara Municipal do Cadaval, que será
recebido pela presidente da Assembleia da República, Maria de Assunção
Esteves.

Uma prova dos produtos locais, onde será servido o vinho "Leve de
Honra", constituirá um dos momentos da cerimónia inaugural.

Entre a comitiva local presente neste arranque oficial da exposição,
estarão a Banda Filarmónica 1.º Dezembro de Pragança e o Grupo Gente
Gira, que proporcionarão dois momentos musicais, um de música
filarmónica e outro de fado.

http://www.rcl99.fm/noticia.php?id=7174

Assunção Cristas, a seca e os agricultores

21/03/12 00:04 | Económico

A chuva continua a não cair nos campos portugueses e o Governo procura
antecipar o pagamento de 300 milhões de euros de ajudas por parte de
Bruxelas.

O assunto até estaria a ser bem conduzido se a ministra Assunção
Cristas, depois de desencadear o processo de discussão do assunto no
Conselho Europeu de Ministros da Agricultura, tivesse estado presente.
A questão é que a ministra preferiu visitar Angola para procurar
captar investimentos e participar na reunião dos ministros do Ambiente
da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), delegando a
defesa dos interesses dos agricultores nacionais no secretário de
Estado da Agricultura. José Diogo Albuquerque até está à vontade nesta
matéria, uma vez que já passou pelos corredores de Bruxelas como
auditor na Direcção Geral da Agricultura dos 27 e como representante
da Confederação dos Agricultores de Portugal junto da Comissão
Europeia, mas a ausência da ministra foi notada e retirou força e
dramatismo à situação que se vive em Portugal. O Instituto de
Meteorologia revelou recentemente que, no final da primeira quinzena
de Março, 53% do território nacional já estava em seca "extrema" e os
restantes 47% encontravam-se em seca "severa". A cada dia que passa a
situação vai-se agravando e os prejuízos vão-se avolumando. Há
culturas definitivamente comprometidas e criadores de gado já sem
pastos ou rações para os animais. Para antecipar a ajuda comunitária
de finais de Dezembro para meados de Outubro, Portugal tem demonstrar
que o seu sistema de controlo de fundos agrícolas funciona
adequadamente, mas também tem de exercer a sua influência na União
Europeia. A ministra Assunção Cristas não pode, por isso, descurar
aquele que é, neste momento, o dossier mais quente e mais urgente do
seu ministério e da agricultura do País.

http://economico.sapo.pt/noticias/assuncao-cristas-a-seca-e-os-agricultores_140799.html#

Subsolo dos EUA pode armazenar 100 anos de emissões de CO2

20.03.2012
PÚBLICO
O subsolo dos Estados Unidos tem capacidade para armazenar o CO2 que
vai ser emitido a mais durante os próximos cem anos, devido ao aumento
da queima de carvão e gás natural, e manter o nível das emissões do
gás na atmosfera iguais às de hoje, sugere um artigo na revista
Proceedings of the National Academy of Science.
Ruben Juanes, do Massachussets Institute of Technology, em Cambridge,
nos EUA, e os colegas que foram autores do artigo publicado nesta
segunda-feira partem do princípio que a passagem dos combustíveis
fósseis para os combustíveis verdes será gradual nos EUA. Em
particular, a utilização de carvão para a produção de electricidade,
responsável por 40% do CO2 emitido a nível mundial, é demasiado barata
para que seja abandonada nas próximas décadas.
Uma alternativa para mitigar o aumento das emissões de CO2 é armazenar
este gás – um dos principais gases que provocam o efeito de estufa –
em aquíferos salinos, ou seja, em reservatórios subterrâneos de água
carregados de sal.

Governo aposta na instalação de pequenos agricultores e nos investimentos de pequena dimensão no sector do azeite

NN - publicado Quarta-feira, 21 de Março de 2012
A aposta na instalação de jovens agricultores e nos investimentos de
pequena dimensão, bem como a constituição da Plataforma de
Acompanhamento das Relações na Cadeia Alimentar (PARCA), visando
atingir uma maior equidade na distribuição de valor, são as
prioridades do Ministério da Agricultura em relação ao sector do
azeite.
Esta informação surge na sequência de um documento enviado à Ministra
da tutela, Assunção Cristas, pelos deputados do PSD do Distrito de
Bragança, no qual questionavam o Governo sobre quais as medidas a
adoptar para o sector do azeite no distrito de Bragança.
A ministra sublinha que os principais desafios que se colocam ao
sector passam pela consolidação da concentração da oferta com o
reforço das organizações de produtores, aumentando a sua dimensão
crítica e potenciando ganhos de escala.

Ministra portuguesa sugere criação de redes de frio

inShare
20 de Março, 2012
A ministra da Agricultura, Ambiente, Mar e Ordenamento do Território
de Portugal, Assunção Cristas, defendeu esta terça-feira no Lubango
(Huíla) ser urgente a materialização da criação de redes de frio para
o desenvolvimento da agricultura e da agro-indústria em Angola.
Falando à imprensa durante a sua estada nas Terras Altas da Chela a
governante lusa disse que as redes de frio são uma área fundamental
para o desenvolvimento da agricultura e da agro-indústria, porque
quando se as tem, não há grandes riscos de se perder parte da produção
e os produtos chegam bem conservados até ao consumidor.
«Não só na Huíla, mas a nível do mundo, 40 por cento dos produtos que
são produzidos não chegam ao consumidor, ou ficam na terra ou são
deteriorados entre a terra e aquele que é o consumidor final»,
realçou. A governante explicou que Portugal tem uma grande experiência
na área da logística, na área do frio, da refrigeração e que Angola
está a dar passos positivos nesta direcção.

terça-feira, 20 de março de 2012

CNA diz que Governo parece não ter consciência da gravidade da crise

Publicado hoje às 17:35
O dirigente da CNA, João Dinis, diz que o Governo parece não estar
consciente de que estamos a viver uma das crises mais graves de que há
memória.
Enviar por email Link
João Dinis diz que o dinheiro que chega em Outubro já vem tarde
João Dinis considera que «é pouco séria a atitude do Ministério da Agricultura»
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) não entende a satisfação
do Governo por ter conseguido de Bruxelas a antecipação para outubro
de apoios que normalmente só chegam em dezembro.
O dirigente da CNA, João Dinis, diz que até outubro há centenas de
animais que vão morrer e milhares de explorações agrícolas que vão
falir.

Dívida de 80 milhões às seguradoras deixa agricultores a descoberto

Áudio CAP revela problema crónico dos agricultores portugueses. Peça
de Marina Pimentel
Não há seguradora que faça um seguro contra situações de seca e
incêndio aos agricultores portugueses. 20-03-2012 13:20 por Marina
Pimentel

Ao contrário do que acontece em Espanha, não há seguros em Portugal
que cubram os efeitos das secas ou dos incêndios. A culpa é de uma
dívida de 80 milhões de euros do Estado às seguradoras.

O problema arrasta-se há anos e vai sendo empurrado com a barriga
pelos sucessivos governos. O presidente da Confederação de
Agricultores de Portugal (CAP), João Machado, explica que Espanha tem,
há 30 anos, um sistema de seguros agrícolas sustentável.

"É um sistema em que participa o Estado, as confederações e as
companhias de seguros. É um sistema tripartido e tem todas as
coberturas. Infelizmente, o nosso sistema de seguros é caro para o
Estado, porque comparticipa directamente às companhias de seguros e
não tem quase coberturas nenhumas, nomeadamente seca e fogos
florestais", afirma à Renascença.

Em Portugal, mesmo que um agricultor decidisse fazer, por sua conta e
risco, um seguro contra a seca, não haveria nenhuma companhia
portuguesa ou estrangeira que lho fizesse.

Mas porque é que as coisas não mudam? A resposta já se adivinha: o
Estado tem um passivo de 80 milhões de euros às seguradoras e,
enquanto essa verba não for paga, as companhias não aceitam mudar as
regras do jogo.

"Neste momento, provavelmente, o Orçamento do Estado não comportará
esse pagamento e não poderá mudar o sistema de seguros e esta é sempre
uma espiral que não muda. Cada Governo tenta mudar o sistema, mas como
não tem dinheiro para pagar o passado, não muda", explica João
Machado.

A seca é um fenómeno que ocorre, em média, em Portugal, de cinco em
cinco anos. É mais um problema que se eterniza, com o pretexto da
crónica falta de dinheiro. Quando há situações de seca grave, a
alternativa são as ajudas directas aos agricultores, que, a longo
prazo, acaba por sair mais caro aos cofres do Estado.

Hoje, o Governo pede ajuda em Bruxelas para os agricultores portugueses.

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=55238

Mais frio mas por pouco tempo

20 de Março, 2012
Temperaturas mínimas a chegar aos 2 graus negativos é o que
caracteriza o arranque da Primavera neste 20 de Março. De acordo com o
Instituto de Meteorologia, as temperaturas mais baixas deverão
registar-se nos distritos da Guarda e de Bragança (-2), com todo o
restante território continental a marcar temperaturas mínimas entre os
sete graus (em Lisboa e Faro) e os zero. O sol e a ausência de chuva,
esses, permanecem.
A queda das temperaturas mínimas terá começado no domingo e deverá
manter-se até à próxima quinta-feira, altura em que voltam as
temperaturas positivas em todo o território, chegando aos 12 graus de
mínima em Sagres e 9 em Lisboa na quarta-feira.
As temperaturas máximas nesta semana não deverão ultrapassar os 18
graus, que já se fazem hoje sentir no litoral. Só na sexta-feira
voltam a chegar à casa dos 20, altura em que poderá haver maior
nebulosidade e, consequentemente, alguma precipitação.

Copa-Cogeca considera positivo debate sobre estudo relativo aos direitos de plantação do sector vitivinícola

20-03-2012

O Copa-Cogeca acolheu com satisfação o debate no Parlamento Europeu
sobre um novo estudo para analisar se os directos de plantação do
sector vitivinícola da União Europeia devem manter-se.
Com o apoio dos eurodeputados e de quinze estados-membros, a
organização insiste que o sistema de gestão do potencial de produção
para todos os tipos de vinho, de forma a preservar um sector
vitivinícola dinâmico, par além do emprego nas zonas rurais da União
Europeia (UE).
O estudo, "A liberalização dos direitos de plantação do sector
vitivinícola da UE", realizado pelo Instituto Nacional de Economia
Agrária (INEA), foi solicitado pelo Parlamento Europeu (PE).
O secretário-geral do Copa-Cogeca, declarou que «o sector vitivinícola
é de excelência no que se refere ao comércio de produtos
agro-alimentares entre a UE e os países extracomunitários». Pekka
Pesonen sublinhou que as exportações comunitárias alcançaram os 6.700
milhões de euros, o que representa praticamente um quarto das
exportações europeias de produtos agrícolas, acrescentando, que sob o
ponto de vista económico «a produção europeia desempenha um papel
estratégico e constitui ainda uma importante fonte de emprego em
muitas zonas rurais da UE».

UE: 300 páginas sobre como simplificar a Política Agrícola Comum

A Sr.ª Mette GJERSKOV, ministra dinamarquesa da Alimentação,
Agricultura e Pescas e actual Presidente do Conselho Agricultura e
Pescas

A principal questão no debate de hoje no Conselho (Agricultura e
Pescas) foi sobre como reduzir a burocracia na reforma da Política
Agrícola Comum. Inovação também estava na agenda.
"É importante reduzir os encargos administrativos e os custos para os
agricultores e os Estados-Membros na reforma da política agrícola. A
Presidência tem três objectivos básicos: (1) torná-la mais acessível
para os agricultores, (2) torná-lo mais simples para as autoridades -
para que não seja necessário contratar mais pessoal de controle - e,
finalmente, (3) tornar as regras mais compreensíveis para os
agricultores e garantir que as decisões das autoridades não são
posteriormente anuladas pela UE ", diz a presidente, a ministra
dinamarquesa da Alimentação, Agricultura e Pescas, Mette Gjerskov.
Antes do debate de hoje, a Presidência dinamarquesa pediu aos
Estados-Membros para contribuírem com propostas concretas sobre como
reduzir a burocracia na política agrícola. Até agora, a Presidência já
recebeu mais de 300 páginas de propostas.

Abelhas são bioindicadoras de poluição ambiental

HOJE às 14:490

inShareUma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
(Esalq) da USP, no Brasil, revela que as abelhas são bioindicadoras de
poluição ambiental. Durante as viagens para recolha de água, néctar e
pólen das flores, as abelhas são impregnadas por microrganismos e
substâncias químicas presentes na atmosfera, podendo servir de
indicador da qualidade do ar.
O estudo realizado pela bióloga Talita Antonia da Silveira foi
desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Entomologia, com o
objectivo de verificar se o pólen apícola recolhido por abelhas Apis
Mellifera pode ser utilizado como bioindicador de poluição ambiental.
Talita explica que as abelhas operárias realizam viagens exploratórias
em áreas que cercam o seu habitat, recolhendo o néctar, a água e o
pólen das flores. Com isto, quase todos os sectores ambientais — solo,
vegetação, água e ar — são explorados. Durante este processo, diversos
microrganismos, produtos químicos e partículas suspensas no ar são
interceptados pelas abelhas e podem ficar colados ao seu corpo ou ser
ingeridos pelas mesmas.

CNA critica alterações no regime das ajudas directas

Alterações ao Regime de Pagamento Único (RPU) foram hoje publicadas em
Diário da República
20.03.2012 - 14:55 Por Lusa
18 de 27 notícias em Economia« anteriorseguinte »
"Havia maior equidade na distribuição das ajudas para os pequenos e
médios agricultores", disse o dirigente da CNA
(Adriano miranda)
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) está contra as alterações
ao pagamento das ajudas directas aos agricultores porque dão
continuidade ao desligamento da produção e agravam as desigualdades na
distribuição dos apoios.
Em declarações à Lusa, o dirigente da CNA, Pedro Santos, considerou
que as alterações ao Regime de Pagamento Único (RPU), hoje publicadas
em Diário da República, trazem "consequências gravíssimas para a
agricultura nacional porque mantêm o desligamento da produção e acabam
com mecanismos que garantiam alguma equidade na distribuição das
ajudas".

Portucel Soporcel gere 120 mil hectares de floresta sustentável

2012-03-20

Ao todo, são 120 mil hectares de floresta portuguesa que são geridos
pela Portucel Soporcel. O grupo, que tem o modelo de gestão
certificado pelos sistemas internacionais FSC e PEFC, é o principal
responsável pela produção e plantação de árvores certificadas no país
e quer alertar para a importância desta questão no Dia Mundial da
Floresta, que se comemora amanhã. Para tal, vai pôr em marcha a
iniciativa "Dá a Mão à Floresta", que terá lugar em seis municípios.
Aveiro, Figueira da Foz, Setúbal, Nisa, Monchique e São Pedro do Sul
são os concelhos que vão receber a acção de sensibilização para a
floresta da Portucel Soporcel. Durante a iniciativa, vão ser
distribuídas vários milhares de plantas, além de materiais de
comunicação didático.

Carbono Neutro reuniu 200 pessoas a plantar árvores

Cinco empresas são já Carbono Neutro
Nos terrenos envolventes ao Centro de Reabilitação do Sul em São Brás
de Alportel, no passado dia 17 de Março, cerca de 200 pessoas com
enxadas na mão, baldes, luvas e t-shirts alusivas ao evento, marcaram
o cenário colorido da plantação se azinheiras e sobreiros, as espécies
escolhidas para a replantação do terreno.
Vítor Guerreiro, vice-presidente do município de São Brás de Alportel,
juntamente com o representante da empresa Obra d'Arte, Nuno Santos,
uma das cinco empresas organizadoras desta iniciativa Carbono Neutro
deram as boas-vindas e a abertura à plantação.
A Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão deu
formação, de como as árvores deveriam ser plantadas, exemplificando e
apoiando miúdos e graúdos durante a plantação, e ajudando ainda na
organização do terreno, para que todas as árvores ficassem alinhadas
de forma a ficar garantido o espaço necessário para um crescimento
saudável. Por fim os bombeiros municipais completaram o trabalho de
plantação de cerca de 800 árvores com a rega ao terreno.

Ajudas comunitárias à agricultura dependem da rapidez do Ministério, apela CAP

Sérgio Alexandre
20 Mar, 2012, 16:04 / atualizado em 20 Mar, 2012, 16:05
A Confederação da Agricultura Portuguesa (CAP) está satisfeita com o
anúncio da antecipação, para outubro, do início da entrega das ajudas
diretas da União Europeia ao setor agrícola nacional, mas avisa o
governo de que é preciso avançar "imediatamente" no processo de
candidaturas, de modo a não prejudicar esse prazo.
Segundo João Machado, presidente da CAP, para receber as ajudas
comunitárias echeguem efetivamente em outubro, as 220 mil candidaturas
dos agricultores portugueses têm de dar entrada nos gabinetes de
Bruxelas ate final de Maio.

Pagamento de 300 milhões aos agricultores deverá ser antecipado para 16 de Outubro

20 Março 2012 | 14:55
Lusa
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O pagamento de 300 milhões de euros de ajudas comunitárias aos
agricultores portugueses deverá ser antecipado para 16 de Outubro,
disse hoje o secretário de Estado da Agricultura, José Diogo
Albuquerque, em Bruxelas.
"Houve o pedido de antecipar o pagamento dos apoios comunitários - que
normalmente são pagos só no final de Dezembro - para 16 de Outubro",
disse o secretário de Estado, no final de uma reunião do Conselho de
Ministros da Agricultura dos 27.

Pagamento de 300 milhões de ajudas deverá ser antecipado

SECA
por LusaHoje

Fotografia © Rui Manuel Ferreira/Global Imagens
O pagamento de 300 milhões de euros de ajudas comunitárias aos
agricultores portugueses deverá ser ser antecipado para 16 de outubro,
disse hoje o secretário de Estado da Agricultura, José Diogo
Albuquerque, em Bruxelas.
"Houve o pedido de antecipar o pagamento dos apoios comunitários - que
normalmente são pagos só no final de dezembro - para 16 de outubro",
disse o secretário de Estado, no final de uma reunião do Conselho de
Ministros da Agricultura dos 27. "Portugal recebe de ajudas diretas,
no todo, cerca de 600 milhões de euros. Estamos a falar de uma
antecipação de 50 por cento - 300 milhões de euros - já para outubro",
disse.

Seca/Alentejo: Antecipada campanha de rega a partir da albufeira do Caia

11:25 Terça feira, 20 de março de 2012
Elvas, 20 mar (Lusa) - A campanha de rega a partir da albufeira do
Caia, no Alentejo, foi antecipada este ano, devido à seca, estando já
a ser fornecida água cinco dias por semana, avançou hoje o gestor da
associação de beneficiários.
Aristides Chinita explicou à Agência Lusa que, desde segunda-feira, o
fornecimento de água para o perímetro de rega do Caia passou de três
para cinco dias por semana, de segunda a sexta-feira, chegando aos
sete dias quando as temperaturas começarem a ser mais altas.
Apesar da seca, a albufeira da Barragem do Caia tem reservas hídricas
que garantem, este ano, o abastecimento público de água e uma
"campanha de rega normal", assegurou o responsável da Associação de
Beneficiários do Caia.

Ministros da Agricultura da UE discutem hoje pedido português de compensações para agricultores afetados pela seca

20.03.2012 10:16
ECONOMIA
O secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque,
representa Portugal no conselho ministerial dado a ministra Assunção
Cristas encontrar-se em Angola (EPA)

Os ministros da Agricultura da União Europeia vão discutir hoje em
Bruxelas o pedido formulado por Portugal no sentido de serem adotadas
medidas extraordinárias para compensar os agricultores face à situação
de seca no país.
No segundo dia do Conselho ministerial que decorre em Bruxelas - o
primeiro foi reservado a assuntos de pescas -, os 27 vão discutir os
efeitos da seca na Península Ibérica, um ponto introduzido na agenda a
pedido de Portugal, que contou com o apoio de Espanha e França, entre
outros países.

Plano de emergência para controlar praga na região Oeste

`Fogo bacteriano' ameaça pomares

A Assembleia da República quer que o Governo adopte medidas para
erradicar a praga do "fogo bacteriano", que está a destruir pomares na
região Oeste, e avalie fontes de financiamento para compensar os
prejuízos dos agricultores.
11h15Nº de votos (1) Comentários (0)

Nas resoluções publicadas esta terça-feira em Diário da República, o
Parlamento recomenda a adopção de "um plano de emergência para a
região Oeste, com reforço das ajudas financeiras previstas para o
arranque e destruição das árvores infectadas" e recomenda o reforço
das medidas de combate às doenças vegetais.
A Assembleia da República pretende que o Governo "apresente, com a
maior brevidade possível, o plano de acção nacional para o controlo do
fogo bacteriano" e defende o reforço das ajudas financeiras para fazer
face às despesas decorrentes da destruição e substituição das
culturas, no âmbito da política agrícola comum (PAC).

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/plano-de-emergencia-para-controlar-praga-na-regiao-oeste

Ovibeja: “Vinhos e Azeites” em exposição interactica

Regional | 07:00 | 20-03-2012

Uma das novidades da Ovibeja 2012 é uma exposição interactiva sobre
"vinhos e azeites". Dois produtos de excelência desta região.

Uma exposição interactiva sobre "vinhos e azeites" é uma das novidades
da Ovibeja 2012 que, vai decorrer entre 27 de Abril e 1 de Maio, no
Parque de Feiras e Exposição sob o lema "+ Produção".

A exposição "vinhos e azeites" nasceu a pensar no consumidor, razão
pela qual os conteúdos serão transmitidos de forma empírica e
sensorial. Este espaço multimédia, que apresenta também uma forte
componente didáctica e interactiva, divulga e promove vinhos e azeites
de qualidade reconhecida a nível nacional e internacional.

O que é um bom azeite? Como apreciar uma boa azeitona? Quais os
diferentes tipos de vinhos e em que ocasiões devem ser consumidos?
Quais os seus benefícios para a saúde? Que impactos económicos e
sociais têm estes sectores? Respostas a estas e outras perguntas vão
ser dadas através de workshops de ciência, demonstrações culinárias,
degustações e provas comentadas, tertúlias conduzidas por peritos de
renome, entre outras acções através das quais o visitante é convidado
a participar e a envolver-se em experiências sensoriais vínicas e
gastronómicas.

Inês Patola

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/48272

Há seca em Angola?

19 Março 2012 | 23:30
Alexandra Machado - amachado@negocios.pt
Decorre por estes dias o Conselho Europeu da Agricultura em Bruxelas,
onde estão reunidos todos os ministros dessa pasta. Todos? Não. Há uma
ministra que teve outras prioridades. Assunção Cristas está, por estes
dias, em Angola.
A situação tem toda a relevância política e não só. O Conselho Europeu
da Agricultura vai discutir a seca. Foi a própria Assunção Cristas que
falou da importância desta reunião para se conseguir desbloquear
apoios para os agricultores. Nem está em causa a competência do seu
substituto que conhece bem os meandros de Bruxelas. Mas é o sinal. E
enquanto, em Portugal, os agricultores e criadores de gado agudizam
porque não têm mecanismos de defesa, Assunção Cristas aproveita para,
em Angola, piscar, também ela, o olho ao investimento angolano. E que
efeitos práticos conseguirá com esta visita? Assunção Cristas vai a
Angola a convite da ministra do Ambiente angolana, que não tem pastas
relevantes para os interesses nacionais. Por exemplo a tutela das
águas, onde os projectos interessam a empresas portuguesas, está no
ministro das Águas e Energia, com quem, ainda assim, Cristas se
encontrará. Mas, dir-se-ia que a ministra da Agricultura, Mar,
Ambiente e Ordenamento do Território preferiu "vender" Portugal do que
tentar um acordo que ajude um sector que tem sido, nos últimos tempos,
olhado como a salvação do País, dependente das importações para a sua
alimentação.