por Diogo Pereira
29 de Maio - 2012
A ANEFA, Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do
Ambiente, discutiu, no passado dia 25 de maio, a importância do alvará
no setor agroflorestal. Este enquadramento tem sido há muito reclamado
pelos empresários nacionais, e conta agora com o apoio da Confederação
Empresarial de Portugal (CIP).
Pedro Serra Ramos, presidente daquela associação, lembrou que se trata
de uma proposta antiga, que esteve "já por quatro vezes" em cima da
mesa, mas nunca foi reconhecida. "Acima de tudo sentimos que há um
vazio legal na contratação de serviços", referiu sobre o facto de não
existir um quadro de referência pelo qual estejam definidas e
reconhecidas formalmente, as competências e capacidades dos
prestadores de serviços do mundo rural.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
4ª Edição do Mega Pic-Nic reúne campo e mar na cidade
CONTINENTE
29 | 05 | 2012 12.47H
O Continente acaba de lançar a campanha de publicidade da 4.ª edição
do Mega Pic-Nic Continente, que este ano vai descer ao Terreiro do
Paço, a "sala de excelência" em que Lisboa melhor recebe os seus
convidados, em plena ligação com o Tejo e o Mar, no próximo dia 16 de
Junho, sábado.
Patrícia Susano Ferreira | pferreira@destak.pt
O Mega Pic-Nic, com entrada gratuita, organizado pelo Continente e com
o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, a CAP – Confederação dos
Agricultores de Portugal, o Clube de Produtores Continente, e a RTP,
pretende realçar o alargamento das áreas de exposição, com destaque,
este ano, para a pesca. Este evento, além de ser uma festa para toda a
família, pretende despertar os portugueses para a agricultura, a
pesca, e o consumo dos produtos portugueses.
29 | 05 | 2012 12.47H
O Continente acaba de lançar a campanha de publicidade da 4.ª edição
do Mega Pic-Nic Continente, que este ano vai descer ao Terreiro do
Paço, a "sala de excelência" em que Lisboa melhor recebe os seus
convidados, em plena ligação com o Tejo e o Mar, no próximo dia 16 de
Junho, sábado.
Patrícia Susano Ferreira | pferreira@destak.pt
O Mega Pic-Nic, com entrada gratuita, organizado pelo Continente e com
o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, a CAP – Confederação dos
Agricultores de Portugal, o Clube de Produtores Continente, e a RTP,
pretende realçar o alargamento das áreas de exposição, com destaque,
este ano, para a pesca. Este evento, além de ser uma festa para toda a
família, pretende despertar os portugueses para a agricultura, a
pesca, e o consumo dos produtos portugueses.
China será o maior mercado mundial de consumo em 2015, diz ministro do Comércio
segunda-feira, 28 de Maio de 2012 | 10:27
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A China deverá tornar-se o maior mercado mundial de consumo em 2015,
anunciou hoje o ministro do Comércio chinês, Chen Deming, na abertura
da 1.ª Feira Internacional de Comércio e Serviços de Pequim (CIFTIS).
Devido ao "acelerado processo de urbanização" e à "subida do nível de
vida população", as vendas a retalho na China, um dos principais
indicadores do consumo interno, ultrapassarão os 5 mil milhões de
dólares (3,97 mil milhões de euros) em 2015, indicou Chen Deming,
citado pela agência noticiosa oficial chinesa.
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A China deverá tornar-se o maior mercado mundial de consumo em 2015,
anunciou hoje o ministro do Comércio chinês, Chen Deming, na abertura
da 1.ª Feira Internacional de Comércio e Serviços de Pequim (CIFTIS).
Devido ao "acelerado processo de urbanização" e à "subida do nível de
vida população", as vendas a retalho na China, um dos principais
indicadores do consumo interno, ultrapassarão os 5 mil milhões de
dólares (3,97 mil milhões de euros) em 2015, indicou Chen Deming,
citado pela agência noticiosa oficial chinesa.
Estudo confirma associação da dieta mediterrânica a qualidade de vida
29-05-2012
A dieta mediterrânica, caracterizada pelo consumo de frutas, verdura,
legumes, peixe, azeite e frutos secos, demonstrou ter efeitos
benéficos para a saúde, como uma menor incidência de doenças crónicas
e mortalidade.
Um novo estudo liderado pela Universidade de Las Palmas de Gran
Canaria e a Universidade de Navarra deu um passo mais adiante e
analisa a influência da dieta mediterrânica na qualidade de vida numa
amostra superior a 11 mil universitários espanhóis durante quatro
anos.
A dieta mediterrânica, caracterizada pelo consumo de frutas, verdura,
legumes, peixe, azeite e frutos secos, demonstrou ter efeitos
benéficos para a saúde, como uma menor incidência de doenças crónicas
e mortalidade.
Um novo estudo liderado pela Universidade de Las Palmas de Gran
Canaria e a Universidade de Navarra deu um passo mais adiante e
analisa a influência da dieta mediterrânica na qualidade de vida numa
amostra superior a 11 mil universitários espanhóis durante quatro
anos.
Agro-indústria: II Encontro Internacional de clusters em Santarém
29-05-2012
Mais de 60 entidades ligadas ao sector agro-industrial, provenientes
de oito países, participam nos próximos dia 05 e 06 de Junho, em
Santarém, no II Encontro Internacional de Clusters Agro-industriais,
que tem por tema a inovação.
O encontro é promovido pelo Agrocluster Ribatejo, com o apoio da
Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant), e vai decorrer
no âmbito da Fersant - Feira Empresarial da Região de Santarém, que se
realiza em paralelo com a 49.ª edição da Feira Nacional da
Agricultura/59.ª Feira do Ribatejo, em Santarém.
Mais de 60 entidades ligadas ao sector agro-industrial, provenientes
de oito países, participam nos próximos dia 05 e 06 de Junho, em
Santarém, no II Encontro Internacional de Clusters Agro-industriais,
que tem por tema a inovação.
O encontro é promovido pelo Agrocluster Ribatejo, com o apoio da
Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant), e vai decorrer
no âmbito da Fersant - Feira Empresarial da Região de Santarém, que se
realiza em paralelo com a 49.ª edição da Feira Nacional da
Agricultura/59.ª Feira do Ribatejo, em Santarém.
Cenário Agrícola : Seca nos EUA pode impulsionar forte alta dos alimentos, diz instituto internacional
Publicado Terça-Feira, 29 de Maio de 2012, às 08:50 | Notícias Agrícolas
O diretor do Grupo Consultivo sobre Pesquisa Agrícola Internacional
(CGIAR, na sigla em inglês), Frank Rijsberman, afirmou nesta
segunda-feira (28), que caso o clima seco persista no Meio-Oeste dos
Estados Unidos, principal região produtora de milho do país, os preços
mundiais dos alimentos podem disparar no curto prazo.
Como explicou Rijsberman, atualmente os EUA são os maiores produtores
mundiais de milho e os preços estão estreitamente ligados ao clima no
cinturão produtivo norte-americano. A maior parte do milho negociado é
utilizado na fabricação de ração e, caso a expectativa a produção nãos
se confirmar, mais trigo de qualidade inferior será destinado à
alimentação de animais, restringindo a oferta do grão para consumo
humano. Esse fator poderia incentivas uma alta dos preços da
commodity, portanto.
O diretor do Grupo Consultivo sobre Pesquisa Agrícola Internacional
(CGIAR, na sigla em inglês), Frank Rijsberman, afirmou nesta
segunda-feira (28), que caso o clima seco persista no Meio-Oeste dos
Estados Unidos, principal região produtora de milho do país, os preços
mundiais dos alimentos podem disparar no curto prazo.
Como explicou Rijsberman, atualmente os EUA são os maiores produtores
mundiais de milho e os preços estão estreitamente ligados ao clima no
cinturão produtivo norte-americano. A maior parte do milho negociado é
utilizado na fabricação de ração e, caso a expectativa a produção nãos
se confirmar, mais trigo de qualidade inferior será destinado à
alimentação de animais, restringindo a oferta do grão para consumo
humano. Esse fator poderia incentivas uma alta dos preços da
commodity, portanto.
Lourinhã: Capota com tractor
Um homem de 53 anos ficou ontem gravemente ferido depois de capotar o
tractor em que seguia, na EN361, junto a Moita dos Ferreiros, na
Lourinhã. O ferido foi transportado pelos bombeiros para o Hospital de
Santa Maria, em Lisboa.
tractor em que seguia, na EN361, junto a Moita dos Ferreiros, na
Lourinhã. O ferido foi transportado pelos bombeiros para o Hospital de
Santa Maria, em Lisboa.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Vila Real: PS quer esclarecimentos sobre avaliação dos prejuízos causados pela queda de granizo
18:49 Segunda feira, 28 de maio de 2012
Vila Real, 28 mai (Lusa) -- Os deputados do PS querem saber se o
ministério da Agricultura está a fazer um levantamento dos prejuízos
causados pela queda de granizo no concelho de Vila Real e se poderão
ser concedidos apoios excecionais aos viticultores afetados.
Os deputados socialistas questionaram o Governo, através de um
requerimento entregue na Assembleia da República, por causa da queda
de granizo que afetou dezenas de viticultores das freguesias de
Nogueira e Ermida.
Vila Real, 28 mai (Lusa) -- Os deputados do PS querem saber se o
ministério da Agricultura está a fazer um levantamento dos prejuízos
causados pela queda de granizo no concelho de Vila Real e se poderão
ser concedidos apoios excecionais aos viticultores afetados.
Os deputados socialistas questionaram o Governo, através de um
requerimento entregue na Assembleia da República, por causa da queda
de granizo que afetou dezenas de viticultores das freguesias de
Nogueira e Ermida.
Incêndios: Cinco concelhos de Portugal continental com risco «muito elevado»
HOJE às 09:350
inShareCinco concelhos de Portugal continental apresentam hoje risco
«muito elevado» de incêndio, o segundo mais grave de uma escala de
cinco, informa o Instituto de Meteorologia (IM), na sua página na
Internet.
Os concelhos em risco "muito elevado" de incêndio são Monchique e São
Brás de Alportel, no distrito de Faro, Sardoal e Mação, no distrito de
Santarém, e Vila do Rei, em Castelo Branco.
Com risco "elevado" de incêndio, o terceiro mais grave de uma escala
de cinco, estão 33 concelhos.
O risco de incêndio, determinado pelo IM, engloba cinco níveis,
variando entre "reduzido" e "máximo".
O cálculo é feito com base nos valores, observados às 13:00, da
temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade
de precipitação ocorrida nas últimas 24 horas.
inShareCinco concelhos de Portugal continental apresentam hoje risco
«muito elevado» de incêndio, o segundo mais grave de uma escala de
cinco, informa o Instituto de Meteorologia (IM), na sua página na
Internet.
Os concelhos em risco "muito elevado" de incêndio são Monchique e São
Brás de Alportel, no distrito de Faro, Sardoal e Mação, no distrito de
Santarém, e Vila do Rei, em Castelo Branco.
Com risco "elevado" de incêndio, o terceiro mais grave de uma escala
de cinco, estão 33 concelhos.
O risco de incêndio, determinado pelo IM, engloba cinco níveis,
variando entre "reduzido" e "máximo".
O cálculo é feito com base nos valores, observados às 13:00, da
temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade
de precipitação ocorrida nas últimas 24 horas.
Moçambique: Maputo e Pretória querem construir sistema de irrigação agrícola em Moamba (sul)
16:17 Segunda feira, 28 de maio de 2012
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Maputo, 28 mai (Lusa) - Moçambique e África do Sul estão a tentar
juntar 24 milhões de euros para construir um sistema de irrigação para
10 mil hectares de terra arável no sul de Moçambique, anunciou hoje
uma associação agrícola dos dois países.
O presidente-executivo do Comité de Facilitação entre Moçambique e
África do Sul, (COFAMOSA), Enoque Ngomane, disse que a infraestrutura
vai transportar água da Barragem de Corumana (no distrito de Moamba)
até terrenos agrícolas na mesma região.
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Maputo, 28 mai (Lusa) - Moçambique e África do Sul estão a tentar
juntar 24 milhões de euros para construir um sistema de irrigação para
10 mil hectares de terra arável no sul de Moçambique, anunciou hoje
uma associação agrícola dos dois países.
O presidente-executivo do Comité de Facilitação entre Moçambique e
África do Sul, (COFAMOSA), Enoque Ngomane, disse que a infraestrutura
vai transportar água da Barragem de Corumana (no distrito de Moamba)
até terrenos agrícolas na mesma região.
Presidente da República inaugura Feira Nacional de Agricultura
SANTARÉM
Redação em Segunda, Maio 28, 2012 - 22:02
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, inaugura no dia 2 de
Junho, pelas 16.30 horas, a 49ª Feira Nacional de Agricultura / 59ª
Feira do Ribatejo, evento que decorre no Centro Nacional de
Exposições, em Santarém, até dia 10.
A Ministra da Agricultura, do Ambiente, do Mar e Ordenamento do
Território, Assunção Cristas, também irá passar pelo certame no dia 6
de Junho, pelas 12.00 horas.
Redação em Segunda, Maio 28, 2012 - 22:02
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, inaugura no dia 2 de
Junho, pelas 16.30 horas, a 49ª Feira Nacional de Agricultura / 59ª
Feira do Ribatejo, evento que decorre no Centro Nacional de
Exposições, em Santarém, até dia 10.
A Ministra da Agricultura, do Ambiente, do Mar e Ordenamento do
Território, Assunção Cristas, também irá passar pelo certame no dia 6
de Junho, pelas 12.00 horas.
Ambiente: Relatório sobre a avaliação dos impactos da seca
Mais seca no mês de Maio
A seca extrema regressou a Portugal, situação que se agravou,
sobretudo, na primeira quinzena deste mês. A região Oeste, o Algarve e
parte do Alentejo são as zonas mais afectadas, segundo o 6º Relatório
de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca, do Ministério da
Agricultura, divulgado ontem.
1h00Nº de votos (2) Comentários (0)
Por:Débora Carvalho
De acordo com o documento, praticamente todo o País continua
classificado como estando em situação de seca. No entanto,
verificou-se um desagravamento da intensidade da seca na região Norte
e, por sua vez, um agravamento numa parte da região Centro e da região
Sul, em relação ao final de Abril, que contou com mais chuva,
diminuindo a gravidade do problema.
A seca extrema regressou a Portugal, situação que se agravou,
sobretudo, na primeira quinzena deste mês. A região Oeste, o Algarve e
parte do Alentejo são as zonas mais afectadas, segundo o 6º Relatório
de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca, do Ministério da
Agricultura, divulgado ontem.
1h00Nº de votos (2) Comentários (0)
Por:Débora Carvalho
De acordo com o documento, praticamente todo o País continua
classificado como estando em situação de seca. No entanto,
verificou-se um desagravamento da intensidade da seca na região Norte
e, por sua vez, um agravamento numa parte da região Centro e da região
Sul, em relação ao final de Abril, que contou com mais chuva,
diminuindo a gravidade do problema.
Mais de um quarto de Portugal Continental está de novo em seca extrema
29.05.2012 10:59
PAÍS
Mais de um quarto de Portugal Continental está de novo em seca
extrema. De acordo com o Ministério da Agricultura, o estado de seca
voltou a agravar-se na primeira quinzena deste mês.
A situação tinha melhorado com as chuvas que cairam no final de Abril,
mas o regresso do calor fez com que a seca piorasse. Algumas zonas que
estavam classificadas como atravessando uma seca severa passaram agora
para a categoria acima. 28 por cento de Portugal Continental está
agora em seca extrema, o nível máximo de gravidade.
PAÍS
Mais de um quarto de Portugal Continental está de novo em seca
extrema. De acordo com o Ministério da Agricultura, o estado de seca
voltou a agravar-se na primeira quinzena deste mês.
A situação tinha melhorado com as chuvas que cairam no final de Abril,
mas o regresso do calor fez com que a seca piorasse. Algumas zonas que
estavam classificadas como atravessando uma seca severa passaram agora
para a categoria acima. 28 por cento de Portugal Continental está
agora em seca extrema, o nível máximo de gravidade.
Ambiente: Ano internacional da energia sustentável está a ser "ignorado" - Quercus
14:38 Segunda feira, 28 de maio de 2012
Lisboa, 28 mai (Lusa) - A Quercus considera que o Ano Internacional da
Energia Sustentável para Todos está a ser "completamente ignorado" e
apela ao Governo e à sociedade que aproveitem os próximos meses para
informar e investir na educação ambiental.
As Nações Unidas escolheram o ano de 2012 para sensibilizar as
instituições e a população para a política energética e sua
sustentabilidade, assim como para o papel dos recursos naturais e da
energia no desenvolvimento sustentável e na melhoria da qualidade de
vida.
Lisboa, 28 mai (Lusa) - A Quercus considera que o Ano Internacional da
Energia Sustentável para Todos está a ser "completamente ignorado" e
apela ao Governo e à sociedade que aproveitem os próximos meses para
informar e investir na educação ambiental.
As Nações Unidas escolheram o ano de 2012 para sensibilizar as
instituições e a população para a política energética e sua
sustentabilidade, assim como para o papel dos recursos naturais e da
energia no desenvolvimento sustentável e na melhoria da qualidade de
vida.
CNA aguarda «impacientemente» pagamento de verbas destinadas a produtores
Publicado ontem às 19:01
O Ministério da Agricultura confirmou que mantém o objetivo de pagar,
até quinta-feira, os 20 milhões de euros destinados a produtores
pecuários afetados pela seca. Ouvido pela TSF, João Dinis, da CNA,
disse que aguarda por esta informação há já alguns dias e de forma
«impaciente».
Enviar por email Link
João Dinis diz que a CNA está atenta e impaciente
«Há um compromisso assumido até 31 de maio. Estamos atentos e a ficar
impacientes. Se não chegar o dinheiro, vamos inquirir imediatamente a
ministra da Agricultura sobre a razão do não pagamento», afirmou João
Dinis.
O Ministério da Agricultura confirmou que mantém o objetivo de pagar,
até quinta-feira, os 20 milhões de euros destinados a produtores
pecuários afetados pela seca. Ouvido pela TSF, João Dinis, da CNA,
disse que aguarda por esta informação há já alguns dias e de forma
«impaciente».
Enviar por email Link
João Dinis diz que a CNA está atenta e impaciente
«Há um compromisso assumido até 31 de maio. Estamos atentos e a ficar
impacientes. Se não chegar o dinheiro, vamos inquirir imediatamente a
ministra da Agricultura sobre a razão do não pagamento», afirmou João
Dinis.
CNA em Bruxelas para reuniões com Eurodeputados Portugueses
Uma delegação da Confederação Nacional da Agricultura, CNA, estará
esta semana em Bruxelas com o objectivo de realizar um conjunto de
reuniões com diversos Eurodeputados Portugueses dos diferentes
partidos políticos e com a REPER - Representação Permanente de
Portugal junto da União Europeia.
Após a apresentação por parte da Comissão Europeia das suas propostas
legislativas para a PAC pós 2013, começará a delinear-se, no próximo
mês de Junho, o posicionamento do Parlamento Europeu em face das
referidas propostas.
esta semana em Bruxelas com o objectivo de realizar um conjunto de
reuniões com diversos Eurodeputados Portugueses dos diferentes
partidos políticos e com a REPER - Representação Permanente de
Portugal junto da União Europeia.
Após a apresentação por parte da Comissão Europeia das suas propostas
legislativas para a PAC pós 2013, começará a delinear-se, no próximo
mês de Junho, o posicionamento do Parlamento Europeu em face das
referidas propostas.
Douro: Ministério da Agricultura procedeu a "avaliação imediata" dos estragos provocados pelo granizo em Vila Real
29 Mai 2012 < Início < Notícias
A Direção Regional de Agricultura do Norte (DRAPN) procedeu a uma
avaliação imediata dos prejuízos causados pelo granizo em Vila Real,
que atingiu cerca de 100 hectares de vinha, informou hoje o Ministério
da Agricultura.
Fonte do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do
Ordenamento do Território (MAMAOT), disse à Agência Lusa que no
balanço dos estragos provocados pelo mau tempo no dia 20 se constata a
perda de mais de 50 por cento da produção numa área de vinha de cerca
de 50 hectares e perdas menos significativas em mais cerca de 50.
O granizo atingiu as freguesias de Nogueira e Ermida, no concelho de
Vila Real, numa área inserida na Região Demarcada do Douro.
Como consequência da avaliação dos estragos, a DRAPN emitiu um aviso
fitossanitário que aconselha práticas culturais a adotar nas vinhas
afetadas pela queda de granizo.
A Direção Regional de Agricultura do Norte (DRAPN) procedeu a uma
avaliação imediata dos prejuízos causados pelo granizo em Vila Real,
que atingiu cerca de 100 hectares de vinha, informou hoje o Ministério
da Agricultura.
Fonte do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do
Ordenamento do Território (MAMAOT), disse à Agência Lusa que no
balanço dos estragos provocados pelo mau tempo no dia 20 se constata a
perda de mais de 50 por cento da produção numa área de vinha de cerca
de 50 hectares e perdas menos significativas em mais cerca de 50.
O granizo atingiu as freguesias de Nogueira e Ermida, no concelho de
Vila Real, numa área inserida na Região Demarcada do Douro.
Como consequência da avaliação dos estragos, a DRAPN emitiu um aviso
fitossanitário que aconselha práticas culturais a adotar nas vinhas
afetadas pela queda de granizo.
Banco Alimentar recolheu 2644 toneladas
Balanço da campanha de dois dias
O Banco Alimentar Contra a Fome recolheu este fim de semana 2644
toneladas de alimentos em todo o País, numa acção solidária que
angariou mais 13,7 por cento de alimentos do que em 2011.
28 Maio 2012Nº de votos (10) Comentários (6)
Com 37 mil voluntários espalhados em 1655 superfícies comerciais de
norte a sul, o Banco Alimentar Contra a Fome faz um balanço positivo
da campanha de angariação de alimentos que irão agora ser distribuídos
por 2116 instituições de solidariedade ajudando cerca de 337 mil
pessoas com carências alimentares comprovadas.
"Os portugueses - e em particular a sociedade civil - responderam,
assim, de forma positiva ao desafio que o lema desta campanha lhes
lançou, provando que 'maior do que a crise que nos bate à porta, é a
solidariedade dos portugueses'", refere uma nota do Banco Alimentar
enviada à Lusa.
O Banco Alimentar Contra a Fome recolheu este fim de semana 2644
toneladas de alimentos em todo o País, numa acção solidária que
angariou mais 13,7 por cento de alimentos do que em 2011.
28 Maio 2012Nº de votos (10) Comentários (6)
Com 37 mil voluntários espalhados em 1655 superfícies comerciais de
norte a sul, o Banco Alimentar Contra a Fome faz um balanço positivo
da campanha de angariação de alimentos que irão agora ser distribuídos
por 2116 instituições de solidariedade ajudando cerca de 337 mil
pessoas com carências alimentares comprovadas.
"Os portugueses - e em particular a sociedade civil - responderam,
assim, de forma positiva ao desafio que o lema desta campanha lhes
lançou, provando que 'maior do que a crise que nos bate à porta, é a
solidariedade dos portugueses'", refere uma nota do Banco Alimentar
enviada à Lusa.
Produtora de leite, com muito gosto!
OPINIÃO
Manuela Dias Pimenta
Desde há 2 anos a esta parte, tenho partilhado, de alguma forma, o
drama que os produtores de leite vivem por causa do PREÇO JUSTO do
leite.
Somos "uma classe que sempre esperou e espera mais do que aquilo que
recebeu ou recebe"! Por isso gostaria de deixar aqui uma outra imagem
do produtor.
Ser produtor de leite é acima de tudo um estilo de vida. Considero-me,
pois, privilegiada. Vejamos então:
- Como é bom acordar de manhã cedo, para ir fazer a ordenha, com o
canto dos pássaros;
Manuela Dias Pimenta
Desde há 2 anos a esta parte, tenho partilhado, de alguma forma, o
drama que os produtores de leite vivem por causa do PREÇO JUSTO do
leite.
Somos "uma classe que sempre esperou e espera mais do que aquilo que
recebeu ou recebe"! Por isso gostaria de deixar aqui uma outra imagem
do produtor.
Ser produtor de leite é acima de tudo um estilo de vida. Considero-me,
pois, privilegiada. Vejamos então:
- Como é bom acordar de manhã cedo, para ir fazer a ordenha, com o
canto dos pássaros;
Revisão da política comunitária de ajudas estatais alcança sector agrícola
28-05-2012
No processo lançado pela Comissão Europeia para actualizar a sua
política de controlo das ajudas públicas para evitar distorções da
concorrência também serão revistas as normas que enquadram as ajudas
estatais à agricultura.
As consultas para recolher opiniões para uma possível modificação aos
regulamentos já começaram, prevendo-se que a aplicação na agricultura
de alguma das áreas nas quais se vai solicitar ao Conselho que estenda
as qualificações da Comissão para estabelecer normas, como as ajudas
em situações de catástrofes naturais, permitir um tratamento mais
sensível e ágil nas ajudas compensatórias por danos nas colheitas
provocados por fenómenos meteorológicos.
Em relação às ajudas para melhorias estruturais, a probabilidade é
manter-se o alinhamento da política de ajudas estatais com a nova
normativa de desenvolvimento rural do FEADER.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Pages/WelcomePage.aspx
No processo lançado pela Comissão Europeia para actualizar a sua
política de controlo das ajudas públicas para evitar distorções da
concorrência também serão revistas as normas que enquadram as ajudas
estatais à agricultura.
As consultas para recolher opiniões para uma possível modificação aos
regulamentos já começaram, prevendo-se que a aplicação na agricultura
de alguma das áreas nas quais se vai solicitar ao Conselho que estenda
as qualificações da Comissão para estabelecer normas, como as ajudas
em situações de catástrofes naturais, permitir um tratamento mais
sensível e ágil nas ajudas compensatórias por danos nas colheitas
provocados por fenómenos meteorológicos.
Em relação às ajudas para melhorias estruturais, a probabilidade é
manter-se o alinhamento da política de ajudas estatais com a nova
normativa de desenvolvimento rural do FEADER.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Pages/WelcomePage.aspx
"Não se pode gerir aquilo que não se pode medir"
Pavan Sukhdev, consultor da ONU para a economia verde
Pavan Sukhdev, consultor da ONU para a economia verde, reconhece que o
impacto do famoso estudo sobre economia dos ecossistemas e da
biodiversidade que liderou é ainda limitado nas empresas e nos
governos.
Virgílio Azevedo (www.expresso.pt)
10:27 Segunda feira, 28 de maio de 2012
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"Estamos a ajudar as empresas a compreender, descobrir, medir e gerir
os impactos da sua atividade na Natureza"
Alberto Frias
Pavan Sukhdev, fundador da empresa de consultoria ambiental GIST
Advisory e ex-banqueiro, reconhece que o impacto do famoso estudo TEEB
que liderou, sobre a economia dos ecossistemas e da biodiversidade, é
ainda limitado nas empresas e nos governos. Mas os esforços para
atribuir um valor económico à Natureza começam a dar os primeiros
frutos.
Dois anos depois da publicação do relatório TEEB, a invisibilidade
económica da Natureza salientada no documento já pertence ao passado?
Ainda não, mas o número de pessoas que reconhecem a importância de
resolver este problema tem crescido substancialmente em todo o mundo.
Há boas iniciativas do lado dos governos e das empresas. Têm surgido
projetos de cooperação entre empresas para abordar esta questão e
países como o Brasil, Índia, Indonésia, Noruega, Holanda ou Alemanha
estão a considerar a avaliação dos ecossistemas nas suas políticas
públicas.
Quais foram as recomendações do relatório que se concretizaram? Sempre
dissemos que não se pode gerir aquilo que não se pode medir, por isso
é importante medir os impactos da atividade económica na Natureza.
Acho que a recomendação do TEEB que avançou mais foi a cooperação
entre empresas e instituições para medir esse impacto e disponibilizar
os resultados ao público, para que investidores, fornecedores,
consumidores e também organismos públicos tenham conhecimento desse
impacto. Formaram-se parcerias entre empresas e instituições, como a
TEEB for Business Coalition, apoiada pelos governos de Singapura e do
Reino Unido, e financiada pela Fundação Intel, dos EUA. Estamos a
começar a fazer os cálculos e a ajudar as empresas a compreender,
descobrir, medir e gerir as chamadas externalidades, isto é, os
impactos da sua atividade na sociedade e na Natureza. Há outras
recomendações que ainda não avançaram, temos muito trabalho pela
frente, mas penso que cada país tem condições para as concretizar.
Os relatórios anuais das empresas não têm informações sobre as
externalidades, só os relatórios de sustentabilidade e de
responsabilidade social. A situação está a mudar? É um erro as
empresas colocarem a informação sobre o seu impacto na sociedade e na
Natureza apenas nos relatórios de sustentabilidade e não nos
relatórios anuais. A situação tem mudado nos últimos anos e há mesmo
casos exemplares, como a conhecida multinacional alemã de roupa
desportiva Puma, que avaliou em 145 milhões de euros, no relatório
anual, o seu impacto ambiental em áreas-chave como as emissões de CO2,
o consumo de água, o uso da terra, a poluição do ar e a produção de
resíduos. Mas a maioria das empresas continua a omitir essa avaliação
nos relatórios anuais.
Em Portugal, muitas empresas usam o desenvolvimento sustentável e a
responsabilidade social mais como estratégia de marketing do que como
estratégia de negócio... As empresas são a chave para o
desenvolvimento sustentável, mas ainda há muito green washing em
Portugal e noutros países. Infelizmente tais práticas não resolvem nem
os problemas da empresa nem os problemas do ambiente. Na empresa,
porque a necessidade de medir o impacto económico da sua atividade na
Natureza envolve toda a cadeia de valor. Não podemos medir só um
departamento, uma fábrica, um produto ou serviço, devido a uma
estratégia de marketing. Gerir as externalidades significa medir todos
os impactos na Natureza. Depois há outro aspeto crucial: informar a
opinião pública. Se as empresas só divulgam parcialmente os dados
sobre o seu impacto na sociedade e na Natureza não estão a ser justas
para os investidores, fornecedores ou clientes, que não têm informação
adequada para poderem escolher.
A opinião pública reage a estas situações enganosas? Sim. Nos EUA há
vários exemplos em que a opinião pública denunciou situações de green
washing. A questão essencial é esta: quanto mais informação houver,
mais poderosa será a mudança nas empresas. E hoje existem meios de
informação diversificados que chegam a toda a gente, como a Internet,
o Facebook ou o Twitter.
O pagamento dos serviços prestados pelos ecossistemas e o conceito de
benefício público da Natureza estão hoje integrados nas decisões
políticas dos governos? Em alguns países já começam a estar. O
primeiro que o fez foi provavelmente o Reino Unido, onde o Sistema
Nacional de Avaliação dos Ecossistemas publicou um Livro Branco com 90
recomendações políticas de mudança a nível nacional, regional e local
e conseguiu mobilizar investimento para criar novas formas de
cooperação entre empresas e instituições.
Os incentivos económicos, fiscais e financeiros dos governos às
empresas estão a considerar o valor dos serviços prestados pelos
ecossistemas em áreas como a agricultura, pescas, energia, águas ou
transportes? Para contabilizarmos o valor total da Natureza e os
produtos e serviços que ela fornece à economia e à sociedade, as
contas nacionais dos países têm de mudar e refletir esta realidade. Ou
seja, devemos ter contas nacionais verdes, PIB verde, etc. O Banco
Mundial está a trabalhar num projeto global com esse objetivo,
inspirado nas recomendações dos relatórios TEEB e em parceria com a
ONU e a OCDE, e os governos da Colômbia, México, Alemanha, Noruega e
Reino Unido, entre outros.
A ONU defende que o crescimento económico é compatível com a proteção
do ambiente se forem investidos por ano 2% do PIB mundial na economia
verde. Isso é viável? Sem dúvida. As pessoas pensam que não há
dinheiro para a economia verde, mas a verdade é que esses 2% do PIB
mundial representam só um décimo do investimento global na chamada
economia castanha (brown economy). Apenas os subsídios aos
combustíveis fósseis passam aquele valor.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/nao-se-pode-gerir-aquilo-que-nao-se-pode-medir=f728137
Pavan Sukhdev, consultor da ONU para a economia verde, reconhece que o
impacto do famoso estudo sobre economia dos ecossistemas e da
biodiversidade que liderou é ainda limitado nas empresas e nos
governos.
Virgílio Azevedo (www.expresso.pt)
10:27 Segunda feira, 28 de maio de 2012
1 0
Comente
"Estamos a ajudar as empresas a compreender, descobrir, medir e gerir
os impactos da sua atividade na Natureza"
Alberto Frias
Pavan Sukhdev, fundador da empresa de consultoria ambiental GIST
Advisory e ex-banqueiro, reconhece que o impacto do famoso estudo TEEB
que liderou, sobre a economia dos ecossistemas e da biodiversidade, é
ainda limitado nas empresas e nos governos. Mas os esforços para
atribuir um valor económico à Natureza começam a dar os primeiros
frutos.
Dois anos depois da publicação do relatório TEEB, a invisibilidade
económica da Natureza salientada no documento já pertence ao passado?
Ainda não, mas o número de pessoas que reconhecem a importância de
resolver este problema tem crescido substancialmente em todo o mundo.
Há boas iniciativas do lado dos governos e das empresas. Têm surgido
projetos de cooperação entre empresas para abordar esta questão e
países como o Brasil, Índia, Indonésia, Noruega, Holanda ou Alemanha
estão a considerar a avaliação dos ecossistemas nas suas políticas
públicas.
Quais foram as recomendações do relatório que se concretizaram? Sempre
dissemos que não se pode gerir aquilo que não se pode medir, por isso
é importante medir os impactos da atividade económica na Natureza.
Acho que a recomendação do TEEB que avançou mais foi a cooperação
entre empresas e instituições para medir esse impacto e disponibilizar
os resultados ao público, para que investidores, fornecedores,
consumidores e também organismos públicos tenham conhecimento desse
impacto. Formaram-se parcerias entre empresas e instituições, como a
TEEB for Business Coalition, apoiada pelos governos de Singapura e do
Reino Unido, e financiada pela Fundação Intel, dos EUA. Estamos a
começar a fazer os cálculos e a ajudar as empresas a compreender,
descobrir, medir e gerir as chamadas externalidades, isto é, os
impactos da sua atividade na sociedade e na Natureza. Há outras
recomendações que ainda não avançaram, temos muito trabalho pela
frente, mas penso que cada país tem condições para as concretizar.
Os relatórios anuais das empresas não têm informações sobre as
externalidades, só os relatórios de sustentabilidade e de
responsabilidade social. A situação está a mudar? É um erro as
empresas colocarem a informação sobre o seu impacto na sociedade e na
Natureza apenas nos relatórios de sustentabilidade e não nos
relatórios anuais. A situação tem mudado nos últimos anos e há mesmo
casos exemplares, como a conhecida multinacional alemã de roupa
desportiva Puma, que avaliou em 145 milhões de euros, no relatório
anual, o seu impacto ambiental em áreas-chave como as emissões de CO2,
o consumo de água, o uso da terra, a poluição do ar e a produção de
resíduos. Mas a maioria das empresas continua a omitir essa avaliação
nos relatórios anuais.
Em Portugal, muitas empresas usam o desenvolvimento sustentável e a
responsabilidade social mais como estratégia de marketing do que como
estratégia de negócio... As empresas são a chave para o
desenvolvimento sustentável, mas ainda há muito green washing em
Portugal e noutros países. Infelizmente tais práticas não resolvem nem
os problemas da empresa nem os problemas do ambiente. Na empresa,
porque a necessidade de medir o impacto económico da sua atividade na
Natureza envolve toda a cadeia de valor. Não podemos medir só um
departamento, uma fábrica, um produto ou serviço, devido a uma
estratégia de marketing. Gerir as externalidades significa medir todos
os impactos na Natureza. Depois há outro aspeto crucial: informar a
opinião pública. Se as empresas só divulgam parcialmente os dados
sobre o seu impacto na sociedade e na Natureza não estão a ser justas
para os investidores, fornecedores ou clientes, que não têm informação
adequada para poderem escolher.
A opinião pública reage a estas situações enganosas? Sim. Nos EUA há
vários exemplos em que a opinião pública denunciou situações de green
washing. A questão essencial é esta: quanto mais informação houver,
mais poderosa será a mudança nas empresas. E hoje existem meios de
informação diversificados que chegam a toda a gente, como a Internet,
o Facebook ou o Twitter.
O pagamento dos serviços prestados pelos ecossistemas e o conceito de
benefício público da Natureza estão hoje integrados nas decisões
políticas dos governos? Em alguns países já começam a estar. O
primeiro que o fez foi provavelmente o Reino Unido, onde o Sistema
Nacional de Avaliação dos Ecossistemas publicou um Livro Branco com 90
recomendações políticas de mudança a nível nacional, regional e local
e conseguiu mobilizar investimento para criar novas formas de
cooperação entre empresas e instituições.
Os incentivos económicos, fiscais e financeiros dos governos às
empresas estão a considerar o valor dos serviços prestados pelos
ecossistemas em áreas como a agricultura, pescas, energia, águas ou
transportes? Para contabilizarmos o valor total da Natureza e os
produtos e serviços que ela fornece à economia e à sociedade, as
contas nacionais dos países têm de mudar e refletir esta realidade. Ou
seja, devemos ter contas nacionais verdes, PIB verde, etc. O Banco
Mundial está a trabalhar num projeto global com esse objetivo,
inspirado nas recomendações dos relatórios TEEB e em parceria com a
ONU e a OCDE, e os governos da Colômbia, México, Alemanha, Noruega e
Reino Unido, entre outros.
A ONU defende que o crescimento económico é compatível com a proteção
do ambiente se forem investidos por ano 2% do PIB mundial na economia
verde. Isso é viável? Sem dúvida. As pessoas pensam que não há
dinheiro para a economia verde, mas a verdade é que esses 2% do PIB
mundial representam só um décimo do investimento global na chamada
economia castanha (brown economy). Apenas os subsídios aos
combustíveis fósseis passam aquele valor.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/nao-se-pode-gerir-aquilo-que-nao-se-pode-medir=f728137
Preços de azeite atingem o nível mais baixo em dez anos
Tags: Mundo, Europa, preços, Economia , Europa, Notícias
28.05.2012, 12:03
© Foto: SXC.hu
O preço de azeite nos mercados mundiais atingiu o nível mais baixo nos
últimos dez anos, afetando fortemente as economias dos países da
Europa Meridional que já aplicaram medidas de austeridade econômica.
Segundo os analistas, apesar da crescente procura deste produto em
todo o mundo, o consumo de azeite na região mediterrânica diminuiu
substancialmente devido à saturação dos mercados locais.
O atual preço de um quilolitro de azeite constitui metade do que era em 2006.
http://portuguese.ruvr.ru/2012_05_28/precos-azeite-europa/
28.05.2012, 12:03
© Foto: SXC.hu
O preço de azeite nos mercados mundiais atingiu o nível mais baixo nos
últimos dez anos, afetando fortemente as economias dos países da
Europa Meridional que já aplicaram medidas de austeridade econômica.
Segundo os analistas, apesar da crescente procura deste produto em
todo o mundo, o consumo de azeite na região mediterrânica diminuiu
substancialmente devido à saturação dos mercados locais.
O atual preço de um quilolitro de azeite constitui metade do que era em 2006.
http://portuguese.ruvr.ru/2012_05_28/precos-azeite-europa/
IPB: Inscrições abertas para a Agroweek
Regional | 07:00 | 28-05-2012
Alunos do ensino secundários de 50 escolas de vários pontos do País
estão "convidados" a participar na "Agroweek" que vai decorrer em Beja
entre 23 e 29 de Julho. As inscrições estão abertas.
Estão abertas as inscrições para a participação na Agroweek, uma
semana de férias dedicada à agricultura e ao ambiente, para alunos do
ensino secundário, que vai decorrer entre 23 e 29 de Julho. Uma
iniciativa promovida pelo Instituto Politécnico de Beja, o Fórum
Estudantes e uma instituição bancária.
As inscrições para a AgroWeek têm que ser efectuadas por cada escola
que depois nomeia um embaixador para a representar nessa semana em
Beja. Cada estabelecimento de ensino só pode enviar um aluno, o que
significa que vão estar representadas na iniciativa 50 escolas de todo
o País, como afirmou Aldo Passarinho, professor do Instituto
Politécnico de Beja.
Uma pequena caminhada por um local de produção e cultivo de uva de
mesa e um longo passeio pelas vinhas de Beja, um dia passado na
barragem do Alqueva com visitas aos geradores de produção eléctrica e
aos sistemas de rega, um workshop sobre astronomia para que numa noite
estrelada os jovens possam compreender melhor os mistérios do
universo, observando estrelas, planetas, galáxias e outros corpos
celestes são algumas das propostas desta "Agroweek".
Fazer queijo através da visita a uma queijaria, tirar cortiça de um
sobreiro, andar a cavalo, conduzir um tractor na Exploração Agrícola
da Escola Superior Agrária e visitar o Museu Botânico e o Centro de
Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Baixo Alentejo e Litoral
são outras iniciativas que fazem parte do projecto.
Inês Patola
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/49224
Alunos do ensino secundários de 50 escolas de vários pontos do País
estão "convidados" a participar na "Agroweek" que vai decorrer em Beja
entre 23 e 29 de Julho. As inscrições estão abertas.
Estão abertas as inscrições para a participação na Agroweek, uma
semana de férias dedicada à agricultura e ao ambiente, para alunos do
ensino secundário, que vai decorrer entre 23 e 29 de Julho. Uma
iniciativa promovida pelo Instituto Politécnico de Beja, o Fórum
Estudantes e uma instituição bancária.
As inscrições para a AgroWeek têm que ser efectuadas por cada escola
que depois nomeia um embaixador para a representar nessa semana em
Beja. Cada estabelecimento de ensino só pode enviar um aluno, o que
significa que vão estar representadas na iniciativa 50 escolas de todo
o País, como afirmou Aldo Passarinho, professor do Instituto
Politécnico de Beja.
Uma pequena caminhada por um local de produção e cultivo de uva de
mesa e um longo passeio pelas vinhas de Beja, um dia passado na
barragem do Alqueva com visitas aos geradores de produção eléctrica e
aos sistemas de rega, um workshop sobre astronomia para que numa noite
estrelada os jovens possam compreender melhor os mistérios do
universo, observando estrelas, planetas, galáxias e outros corpos
celestes são algumas das propostas desta "Agroweek".
Fazer queijo através da visita a uma queijaria, tirar cortiça de um
sobreiro, andar a cavalo, conduzir um tractor na Exploração Agrícola
da Escola Superior Agrária e visitar o Museu Botânico e o Centro de
Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Baixo Alentejo e Litoral
são outras iniciativas que fazem parte do projecto.
Inês Patola
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/49224
Festa da Cereja de Alfândega da Fé acontece de 8 a 10 de Junho
NN - publicado Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
As apetitosas e carnudas cerejas de Alfândega da Fé e a Festa à qual
emprestam o nome são pretexto para uma visita mais demorada a este
concelho Transmontano. Quem passar por Alfândega da Fé, entre 8 a 10
de Junho, irá encontrar uma vila apostada em mostrar o que de melhor
tem: a simpatia das suas gentes, a riqueza das suas paisagens e
património e a excelência dos produtos locais.
Para quem é apreciador da natureza e vida ao ar livre fica a saber que
durante os dias da Festa da Cereja há a possibilidade de participar na
apanha do fruto ou caminhar pela vasta área de pomares de cerejeiras.
Estão também disponíveis passeios de burro, btt ou todo o terreno
sempre com as cerejas como pano de fundo.
As apetitosas e carnudas cerejas de Alfândega da Fé e a Festa à qual
emprestam o nome são pretexto para uma visita mais demorada a este
concelho Transmontano. Quem passar por Alfândega da Fé, entre 8 a 10
de Junho, irá encontrar uma vila apostada em mostrar o que de melhor
tem: a simpatia das suas gentes, a riqueza das suas paisagens e
património e a excelência dos produtos locais.
Para quem é apreciador da natureza e vida ao ar livre fica a saber que
durante os dias da Festa da Cereja há a possibilidade de participar na
apanha do fruto ou caminhar pela vasta área de pomares de cerejeiras.
Estão também disponíveis passeios de burro, btt ou todo o terreno
sempre com as cerejas como pano de fundo.
Portugal tem muito para oferecer lá fora
28 Maio 2012 | 17:25
Carla Pedro - cpedro@negocios.pt
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As exportações têm sido o grande motor de crescimento económico em
Portugal. Mas o segredo já não está em fabricar produtos baratos,
porque haverá sempre quem os faça a um custo mais baixo. Na inovação e
na diferenciação é que está o ganho.
A cortiça portuguesa é bastante requisitada lá fora. O vinho do Porto
é presença em restaurantes e lojas especializadas de todo o mundo. O
papel higiénico preto, da Renova, é o favorito de Simon Cowell,
produtor de um concurso televisivo de talentos. A mãe e a irmã de
Katte Middleton usaram sapatos portugueses no casamento desta com o
príncipe William.
Carla Pedro - cpedro@negocios.pt
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As exportações têm sido o grande motor de crescimento económico em
Portugal. Mas o segredo já não está em fabricar produtos baratos,
porque haverá sempre quem os faça a um custo mais baixo. Na inovação e
na diferenciação é que está o ganho.
A cortiça portuguesa é bastante requisitada lá fora. O vinho do Porto
é presença em restaurantes e lojas especializadas de todo o mundo. O
papel higiénico preto, da Renova, é o favorito de Simon Cowell,
produtor de um concurso televisivo de talentos. A mãe e a irmã de
Katte Middleton usaram sapatos portugueses no casamento desta com o
príncipe William.
Seca extrema voltou a Portugal
Publicado hoje às 17:23
Nuno Guedes
A seca agravou-se na primeira quinzena de maio. Algarve, algumas
partes do Alentejo e região Oeste são as zonas mais afectadas.
A seca extrema voltou a afectar Portugal. No final de Abril,
praticamente todo o país estava em seca, mas as chuvas desse mês
tinham diminuido a gravidade do problema. Agora, o Grupo de
Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca, do Ministério da
Agricultura, revela que a 15 de maio a seca extrema j á tinha
regressado a mais de um quarto do territ ório nacional.
O Relatório de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca 2012
refere que a seca extrema apareceu de novo no território nacional.
Muitas das zonas que estavam classificadas no final de abril como
atravessando uma seca severa, passaram a estar classificadas como
regiões de seca extrema.
Nuno Guedes
A seca agravou-se na primeira quinzena de maio. Algarve, algumas
partes do Alentejo e região Oeste são as zonas mais afectadas.
A seca extrema voltou a afectar Portugal. No final de Abril,
praticamente todo o país estava em seca, mas as chuvas desse mês
tinham diminuido a gravidade do problema. Agora, o Grupo de
Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca, do Ministério da
Agricultura, revela que a 15 de maio a seca extrema j á tinha
regressado a mais de um quarto do territ ório nacional.
O Relatório de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca 2012
refere que a seca extrema apareceu de novo no território nacional.
Muitas das zonas que estavam classificadas no final de abril como
atravessando uma seca severa, passaram a estar classificadas como
regiões de seca extrema.
Vinhas do Dão: Expectativas depois da seca extrema
Publicado ontem às 16:14
Mais de dois meses depois do sobressalto provocado pela seca extrema
nas vinha do Dão, a reportagem da TSF regressou aos campos e regista
agora um otimismo cauteloso de quem reconhece que a chuva que
entretanto caiu ajudou a resolver parte dos problemas.
Enviar por email Link
Reportagem de Amadeu Araújo
No Dão a chuva afastou a seca, pintou de verde os campos agrícolas e
matou a sede às cepas e videira. Os sinais apontam mesmo para um ano
excecional que será confirmado em Setembro vaticina José Perdigão,
produtor e um dos viticultores mais premiados da região.
Os níveis de água no solo ainda não estão repostos, mas da seca sobra
apenas uma certeza. Os custos de produção aumentaram, conta João Paulo
Gouveia, enólogo e professor da Escola Superior Agrária de Viseu.
Mais de dois meses depois do sobressalto provocado pela seca extrema
nas vinha do Dão, a reportagem da TSF regressou aos campos e regista
agora um otimismo cauteloso de quem reconhece que a chuva que
entretanto caiu ajudou a resolver parte dos problemas.
Enviar por email Link
Reportagem de Amadeu Araújo
No Dão a chuva afastou a seca, pintou de verde os campos agrícolas e
matou a sede às cepas e videira. Os sinais apontam mesmo para um ano
excecional que será confirmado em Setembro vaticina José Perdigão,
produtor e um dos viticultores mais premiados da região.
Os níveis de água no solo ainda não estão repostos, mas da seca sobra
apenas uma certeza. Os custos de produção aumentaram, conta João Paulo
Gouveia, enólogo e professor da Escola Superior Agrária de Viseu.
Terreiro do Paço transforma-se em quinta e recebe megapiquenique
Comentários 0Facebook 0Twitter 0
Por Ana Henriques
28.05.2012
Em Junho, o Terreiro do Paço vai parecer uma quinta gigante, até com
lugar a megapiquenique. A praça nobre de Lisboa vai acolher, a 16, o
evento organizado pelos supermercados Continente.
Abrilhantado uma vez mais pelo cantor Tony Carreira, o evento está
marcado para 16 de Junho e propõe-se transformar o local numa quinta
gigante, com canteiros de produtos hortícolas e animais. A organização
está a cargo dos supermercados do grupo Sonae, de que o PÚBLICO faz
parte, em conjunto com a Câmara Municipal de Lisboa e a Confederação
dos Agricultores de Portugal.
Por Ana Henriques
28.05.2012
Em Junho, o Terreiro do Paço vai parecer uma quinta gigante, até com
lugar a megapiquenique. A praça nobre de Lisboa vai acolher, a 16, o
evento organizado pelos supermercados Continente.
Abrilhantado uma vez mais pelo cantor Tony Carreira, o evento está
marcado para 16 de Junho e propõe-se transformar o local numa quinta
gigante, com canteiros de produtos hortícolas e animais. A organização
está a cargo dos supermercados do grupo Sonae, de que o PÚBLICO faz
parte, em conjunto com a Câmara Municipal de Lisboa e a Confederação
dos Agricultores de Portugal.
Crise vitivinícola leva Sta. Marta de Penaguião a criar emprego sazonal
DOURO
Áudio Sta Marta de Penaguião cria emprego local
Além de dar trabalho a 50 pessoas em graves dificuldades financeiras,
o Programa + Emprego vai também beneficiar as freguesias do concelho
com obras. 28-05-2012 14:28 por Olímpia Mairos
Com uma ruralidade bem vincada e ligada à vinha e ao vinho, o
desemprego agrícola sazonal é uma realidade a que a autarquia de Santa
Marta de Penaguião, no Douro, não vira as costas, por isso vai repetir
este ano a iniciativa de criar emprego sazonal durante três meses.
O projecto social vai beneficiar várias famílias do concelho e tem
como parceiros as juntas de freguesia e as Instituições Particulares
de Solidariedade Social (IPSS) locais.
Áudio Sta Marta de Penaguião cria emprego local
Além de dar trabalho a 50 pessoas em graves dificuldades financeiras,
o Programa + Emprego vai também beneficiar as freguesias do concelho
com obras. 28-05-2012 14:28 por Olímpia Mairos
Com uma ruralidade bem vincada e ligada à vinha e ao vinho, o
desemprego agrícola sazonal é uma realidade a que a autarquia de Santa
Marta de Penaguião, no Douro, não vira as costas, por isso vai repetir
este ano a iniciativa de criar emprego sazonal durante três meses.
O projecto social vai beneficiar várias famílias do concelho e tem
como parceiros as juntas de freguesia e as Instituições Particulares
de Solidariedade Social (IPSS) locais.
Copa-Cogeca elogia relatório da Rede Europeia da Concorrência
28-05-2012
O Copa-Cogeca mostra-se satisfeito com o novo relatório da Rede
Europeia da Concorrência, o qual destaca a necessidade de promover o
papel dos agricultores e suas cooperativas na cadeia alimentar.
O secretário-geral do Copa-Cogeca, em Bruxelas, destaca, em
particular, «o facto das autoridades europeias reconhecerem que a
dimensão fragmentada e reduzia das explorações tem um imputo negativo
sobre o desenvolvimento e crescimento do sector agro-alimentar, bem
como sobre o funcionamento global da competitividade do sector
alimentar».
O Copa-Cogeca mostra-se satisfeito com o novo relatório da Rede
Europeia da Concorrência, o qual destaca a necessidade de promover o
papel dos agricultores e suas cooperativas na cadeia alimentar.
O secretário-geral do Copa-Cogeca, em Bruxelas, destaca, em
particular, «o facto das autoridades europeias reconhecerem que a
dimensão fragmentada e reduzia das explorações tem um imputo negativo
sobre o desenvolvimento e crescimento do sector agro-alimentar, bem
como sobre o funcionamento global da competitividade do sector
alimentar».
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Frulact inova na produção de fruta
Marca
Hermínia Saraiva
28/05/12 00:05
Criada na Maia, a Frulact tem fábricas em cinco países e emprega mais
de 500 pessoas.
Há 25 anos que a Frulact abastece multinacionais, como a Nestlé ou a
Danone, com iogurtes, e a Unilever com sumos e gelados. A empresa,
criada por João Miranda e o pai, Américo Miranda, é a única empresa
portuguesa a fazer preparados de fruta para a indústria dos
lacticínios, pastelaria industrial, gelados e bebidas.
Hermínia Saraiva
28/05/12 00:05
Criada na Maia, a Frulact tem fábricas em cinco países e emprega mais
de 500 pessoas.
Há 25 anos que a Frulact abastece multinacionais, como a Nestlé ou a
Danone, com iogurtes, e a Unilever com sumos e gelados. A empresa,
criada por João Miranda e o pai, Américo Miranda, é a única empresa
portuguesa a fazer preparados de fruta para a indústria dos
lacticínios, pastelaria industrial, gelados e bebidas.
Encontrada a química do tomate mais saboroso
Agricultura
28.05.2012 - 11:09 Por Nicolau Ferreira
Votar | 1 votos 1 de 3 notícias em Ciênciasseguinte »
As variedades narivas do tomate são cada vez mais apreciadas (Johannes
Eisele/AFP (arquivo))
Vegetais e frutos com um aspecto perfeito só no supermercado? Talvez,
mas isso não quer dizer que sejam os mais saborosos. Uma investigação
comparou várias substâncias de variedades nativas de tomate com as que
existem no supermercado e descobriu compostos químicos importantes que
tornam este vegetal agradável ao paladar. O estudo foi publicado na
revista Current Biology.
"Sabemos agora do que é que precisamos para melhorar um tomate sem
sabor", declara Harry Klee, da Universidade da Florida, Estados
Unidos, líder do projecto.
28.05.2012 - 11:09 Por Nicolau Ferreira
Votar | 1 votos 1 de 3 notícias em Ciênciasseguinte »
As variedades narivas do tomate são cada vez mais apreciadas (Johannes
Eisele/AFP (arquivo))
Vegetais e frutos com um aspecto perfeito só no supermercado? Talvez,
mas isso não quer dizer que sejam os mais saborosos. Uma investigação
comparou várias substâncias de variedades nativas de tomate com as que
existem no supermercado e descobriu compostos químicos importantes que
tornam este vegetal agradável ao paladar. O estudo foi publicado na
revista Current Biology.
"Sabemos agora do que é que precisamos para melhorar um tomate sem
sabor", declara Harry Klee, da Universidade da Florida, Estados
Unidos, líder do projecto.
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