10 Outubro 2012 | 15:52
Carla Pedro - cpedro@negocios.pt
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Batatas, fruta e alguns vegetais estão proibidos na bagagem devido ao
perigo de contaminação das culturas existentes na ilha britânica.
Os residentes na ilha britânica de Jersey – situada na costa de
França - que estejam de regresso das férias passadas em Portugal (com
especial incidência na Madeira) e Espanha não podem levar de volta
fruta, batata e outros vegetais, segundo o site especializado "Fresh
Plaza".
A advertência surge devido ao escaravelho da batata, que é comum
noutros países mas que não está presente em Jersey. Este insecto não
ataca apenas a batateira, podendo estar presente nalguma fruta e
vegetais. Existem, por isso, "receios de que, se estes produtos forem
importados, possam destruir colheitas inteiras", diz a mesma fonte,
citado pelo "This is Jersey".
Este escaravelho foi visto em França, o que não é costume, daí as
medidas preventivas.
Além da batata e da fruta, incluindo tomate, entre os vegetais que
estão a ser proibidos de entrar em Jersey estão a beringela.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=583343
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Por uma nova cultura da água em Portugal: “Água com futuro”
10.OUT.2012 | Ambiente
Vamos cuidar das linhas de água mais perto de nossa casa – adoptemos
um troço de rio, por exemplo, daquele onde está a albufeira da qual é
recolhida a água que bebemos em casa!
A 1 de Outubro celebrou-se mais um Dia Nacional da Água. Em ano de
acentuada seca mais importante se torna que todos estejamos de olhos
postos neste líquido precioso. A Terra docemente no-lo oferece e que
tanto, tanto devemos respeitar, poupar e conservar. Este recurso
natural é de importância vital para todos nós, enquanto membros da
comunidade de seres vivos deste planeta. O nosso corpo é constituído
por cerca de 60% de água em homens adultos e 55% em mulheres adultas.
A quantidade de água no nosso corpo designa-se por água corporal total
(ACT) e varia com a idade, sexo, massa muscular e tecido adiposo.
Sabia que a distribuição da água no nosso organismo é de: cérebro –
85%; pulmões – 80%; rins – 80%; sangue – 79%; coração - 77%; músculo -
73%; fígado – 73%; pele – 71%; osso – 22%; gordura – 30%; dentes – 10%
(fonte: Institut de L'eau)? É muita água! Se queremos ser saudáveis
devemos beber por dia entre 2 a 3 litros de água, quantidade que varia
em função da idade. Bem, só por aqui ficava demonstrado que somos
seres dependentes da água! Água é vida! Já, outros nossos companheiros
seres vivos, as medusas, essas dão-se ao luxo de ter o corpo formado
por 95% de água! A alface que ingerimos em deliciosas saladas é
constituída por 95% deste ouro transparente, o tomate por 94%, a
melancia, por 92%, a couve-flor, por 92%, o melão por 90%, o abacaxi
por 87% e a banana por 74%, por isso uma fonte de água diária são
também os alimentos. A água é imprescindível para todos os seres
vivos, já que desempenha funções absolutamente vitais, tais como,
regula a temperatura do corpo, mantém as células do tamanho e forma
adequados, integra todos os líquidos orgânicos (sangue, urina, suor,
etc.) e intervém em todos os processos de transformação, no interior
do organismo.
A nossa Terra é o Planeta Azul! Água, água, até podemos achar que há
muita, mas água doce, essa é que já é contada a gotas. Não esquecer
que 97 % da água existente no planeta é salgada, e dessa, apenas 3% é
água doce, da qual 2% se encontra nos glaciares, o que implica que
neste momento não é usada para consumo. Portanto, menos de 1 % de água
constitui reserva de água potável que pode efectivamente ser usada por
nós. Temos de acarinhar e compreender o ciclo natural da água, de
forma que à escala global todos possamos partilhar e cooperar pela
causa nobre de cada um ter direito a beber água potável. Em época de
crise, coloca-se cada vez mais a questão de do acesso à água potável,
mesmo os que não têm forma de a pagar, já que famílias inteiras estão
desempregadas. Mas aí estamos dependentes de decisões governamentais,
que esperemos que estejam atentos e actuem para que ninguém seja
discriminadado.
O Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA), que esteve
recentemente em fase de consulta pública, tem uma estratégia de
implementação no período 2012 – 2020. O PNUEA tem por lema "Água com
futuro" e é uma ferramenta chave para uma nova politica e cultura da
água em Portugal. Este programa baseia-se "na redução de perdas e na
optimização do uso da água e tem como objectivo prioritário a promoção
do uso eficiente da água essencialmente nos sectores urbano, agrícola
e industrial, contribuindo para minorar os riscos de escassez hídrica
para melhorar as condições ambientais nos meios hídricos, sem pôr em
causa as necessidade vitais e a qualidade de vida das populações, bem
como o desenvolvimento socioeconómico do pais" (www.apambiente.pt/). O
PNUEA pretende a criação de uma nova cultura do uso eficiente da água
e para isso a sensibilização e informação das pessoas é fundamental,
para que novas atitudes possam ser adoptadas. Por isso, no website da
Agência Portuguesa do Ambiente (APA) em http://www.apambiente.pt/ é
possível fazer o download de recursos educativos e de sensibilização
destinados a crianças, consumidores de água doméstica, técnicos e
gestores de sistemas de abastecimento de água, bem como profissionais
da indústria e da agricultura.
Cooperar a é imprescindível já que estamos a falar de um recurso
partilhado entre países, pessoas e seres vivos em geral. Neste
sentido, a Assembleia das Nações Unidas declarou o período de 2005 a
2015 como sendo a Década da Acção pela "Água para a Vida" (2005-2015),
o ano de 2013 como o "Ano Internacional das Nações Unidas para a
Cooperação pela Água" e instituiu o "Dia Mundial da Água", a 22 de
Março.
Relativamente a atitudes concretas que podemos tomar cada um de nós,
para além de evitar o desperdício, fazer a reutilização e contribuir
para não poluir a água, podemos envolver-nos por exemplo, enquanto
cidadãos responsáveis e indivíduos promotores da mudança, adoptando um
troço de um rio. Como? Através do "Projecto RIOS" – que já mereceu um
prémio de empreendedorismo social – e assim participarmos de forma
activa na melhoria, sensibilização ambiental, limpeza, controlo,
estudo e verificação da qualidade da água dos nossos rios e ribeiras.
Vamos cuidar das linhas de água mais perto de nossa casa – adoptemos
um troço de rio, por exemplo, daquele onde está a albufeira da qual é
recolhida a água que bebemos em casa! Participemos na melhoria das
nossas linhas de água para assegurar a nossa sobrevivência, a da flora
e fauna que habitam os ecossistemas ribeirinhos e os restantes seres
vivos do planeta.
O Projecto Rios é um excelente exemplo de projecto de cidadania e que
nos dá ferramentas para podermos mudar o panorama dos rios e da
qualidade da água em Portugal. Façamos a nossa parte! Vejamos se temos
algum grupo inscrito no Projecto Rios na nossa localidade, qual o
troço de rio adoptado e constituamos com amigos, família, colegas,
vizinhos, um novo grupo para adoptarmos nós próprios mais 500 metros
de um rio ou ribeiro (www.projectorios.org/). Assim, temos a certeza
que estamos a contribuir para que Portugal tenha uma nova cultura da
água e que e nós, a restante comunidade de vida e a água tenhamos
futuro neste maravilhoso planeta!
Maria Manuela Catana - Mestre em Património Geológico e Geoconservação
http://www.reflexodigital.com/index.php?cat=7&item=14162
Vamos cuidar das linhas de água mais perto de nossa casa – adoptemos
um troço de rio, por exemplo, daquele onde está a albufeira da qual é
recolhida a água que bebemos em casa!
A 1 de Outubro celebrou-se mais um Dia Nacional da Água. Em ano de
acentuada seca mais importante se torna que todos estejamos de olhos
postos neste líquido precioso. A Terra docemente no-lo oferece e que
tanto, tanto devemos respeitar, poupar e conservar. Este recurso
natural é de importância vital para todos nós, enquanto membros da
comunidade de seres vivos deste planeta. O nosso corpo é constituído
por cerca de 60% de água em homens adultos e 55% em mulheres adultas.
A quantidade de água no nosso corpo designa-se por água corporal total
(ACT) e varia com a idade, sexo, massa muscular e tecido adiposo.
Sabia que a distribuição da água no nosso organismo é de: cérebro –
85%; pulmões – 80%; rins – 80%; sangue – 79%; coração - 77%; músculo -
73%; fígado – 73%; pele – 71%; osso – 22%; gordura – 30%; dentes – 10%
(fonte: Institut de L'eau)? É muita água! Se queremos ser saudáveis
devemos beber por dia entre 2 a 3 litros de água, quantidade que varia
em função da idade. Bem, só por aqui ficava demonstrado que somos
seres dependentes da água! Água é vida! Já, outros nossos companheiros
seres vivos, as medusas, essas dão-se ao luxo de ter o corpo formado
por 95% de água! A alface que ingerimos em deliciosas saladas é
constituída por 95% deste ouro transparente, o tomate por 94%, a
melancia, por 92%, a couve-flor, por 92%, o melão por 90%, o abacaxi
por 87% e a banana por 74%, por isso uma fonte de água diária são
também os alimentos. A água é imprescindível para todos os seres
vivos, já que desempenha funções absolutamente vitais, tais como,
regula a temperatura do corpo, mantém as células do tamanho e forma
adequados, integra todos os líquidos orgânicos (sangue, urina, suor,
etc.) e intervém em todos os processos de transformação, no interior
do organismo.
A nossa Terra é o Planeta Azul! Água, água, até podemos achar que há
muita, mas água doce, essa é que já é contada a gotas. Não esquecer
que 97 % da água existente no planeta é salgada, e dessa, apenas 3% é
água doce, da qual 2% se encontra nos glaciares, o que implica que
neste momento não é usada para consumo. Portanto, menos de 1 % de água
constitui reserva de água potável que pode efectivamente ser usada por
nós. Temos de acarinhar e compreender o ciclo natural da água, de
forma que à escala global todos possamos partilhar e cooperar pela
causa nobre de cada um ter direito a beber água potável. Em época de
crise, coloca-se cada vez mais a questão de do acesso à água potável,
mesmo os que não têm forma de a pagar, já que famílias inteiras estão
desempregadas. Mas aí estamos dependentes de decisões governamentais,
que esperemos que estejam atentos e actuem para que ninguém seja
discriminadado.
O Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA), que esteve
recentemente em fase de consulta pública, tem uma estratégia de
implementação no período 2012 – 2020. O PNUEA tem por lema "Água com
futuro" e é uma ferramenta chave para uma nova politica e cultura da
água em Portugal. Este programa baseia-se "na redução de perdas e na
optimização do uso da água e tem como objectivo prioritário a promoção
do uso eficiente da água essencialmente nos sectores urbano, agrícola
e industrial, contribuindo para minorar os riscos de escassez hídrica
para melhorar as condições ambientais nos meios hídricos, sem pôr em
causa as necessidade vitais e a qualidade de vida das populações, bem
como o desenvolvimento socioeconómico do pais" (www.apambiente.pt/). O
PNUEA pretende a criação de uma nova cultura do uso eficiente da água
e para isso a sensibilização e informação das pessoas é fundamental,
para que novas atitudes possam ser adoptadas. Por isso, no website da
Agência Portuguesa do Ambiente (APA) em http://www.apambiente.pt/ é
possível fazer o download de recursos educativos e de sensibilização
destinados a crianças, consumidores de água doméstica, técnicos e
gestores de sistemas de abastecimento de água, bem como profissionais
da indústria e da agricultura.
Cooperar a é imprescindível já que estamos a falar de um recurso
partilhado entre países, pessoas e seres vivos em geral. Neste
sentido, a Assembleia das Nações Unidas declarou o período de 2005 a
2015 como sendo a Década da Acção pela "Água para a Vida" (2005-2015),
o ano de 2013 como o "Ano Internacional das Nações Unidas para a
Cooperação pela Água" e instituiu o "Dia Mundial da Água", a 22 de
Março.
Relativamente a atitudes concretas que podemos tomar cada um de nós,
para além de evitar o desperdício, fazer a reutilização e contribuir
para não poluir a água, podemos envolver-nos por exemplo, enquanto
cidadãos responsáveis e indivíduos promotores da mudança, adoptando um
troço de um rio. Como? Através do "Projecto RIOS" – que já mereceu um
prémio de empreendedorismo social – e assim participarmos de forma
activa na melhoria, sensibilização ambiental, limpeza, controlo,
estudo e verificação da qualidade da água dos nossos rios e ribeiras.
Vamos cuidar das linhas de água mais perto de nossa casa – adoptemos
um troço de rio, por exemplo, daquele onde está a albufeira da qual é
recolhida a água que bebemos em casa! Participemos na melhoria das
nossas linhas de água para assegurar a nossa sobrevivência, a da flora
e fauna que habitam os ecossistemas ribeirinhos e os restantes seres
vivos do planeta.
O Projecto Rios é um excelente exemplo de projecto de cidadania e que
nos dá ferramentas para podermos mudar o panorama dos rios e da
qualidade da água em Portugal. Façamos a nossa parte! Vejamos se temos
algum grupo inscrito no Projecto Rios na nossa localidade, qual o
troço de rio adoptado e constituamos com amigos, família, colegas,
vizinhos, um novo grupo para adoptarmos nós próprios mais 500 metros
de um rio ou ribeiro (www.projectorios.org/). Assim, temos a certeza
que estamos a contribuir para que Portugal tenha uma nova cultura da
água e que e nós, a restante comunidade de vida e a água tenhamos
futuro neste maravilhoso planeta!
Maria Manuela Catana - Mestre em Património Geológico e Geoconservação
http://www.reflexodigital.com/index.php?cat=7&item=14162
Cães vadios atacam rebanhos em Linhares da Beira
Vários rebanhos, na zona de Linhares, no concelho de Celorico da
Beira, foram atacados por uma matilha de cães vadios.
A situação, que se arrasta há algum tempo, está a preocupar os
pastores que já deram conhecimento do sucedido à GNR de Celorico da
Beira. O problema agravou-se, na passada semana, com um novo ataque
que provocou a morte de «uma cabra, uma borreguita e cinco ovelhas
grandes», explicou ao jornal A Guarda, Diamantino Andrade. E
acrescentou, «ainda andei a curar algumas ovelhas mas acabaram por
morrer devido à gravidade dos ferimentos». O ataque foi de tal forma
violento que os cães vadios deixaram marcas em muitos dos animais.
«Ando a curar duas cabras e uma borrega a que cortaram o rabo e duas
ovelhas que foram mordidas no pescoço e nas patas traseiras», explicou
Diamantino Andrade. Com um rebanho de 60 cabeças, metade cabras e
metade ovelhas, este proprietário está preocupado com a possibilidade
de novos ataques, na "Quinta da Palhaça". Apesar da propriedade estar
vedada, os cães vadios conseguiram passar a rede e provocar uma
autêntica chacina. Outro dos ataques aconteceu no sítio das Ladeiras,
próximo da capela de Santa Eufémia, junto ao campo de futebol de
Linhares, no rebanho de César Carvalho. O casal, Maria do Rosário e
Alfredo Silva, também teve problemas com os cães vadios. Na passada
semana, devido ao ataque que os cães fizeram ao rebanho, foram
obrigados a chamar a GNR de Celorico da Beira que tomou conta da
ocorrência. «Os cães já me mataram duas cabras prenhes, um carneirinho
e feriram-me seis cabeças», adiantou Maria do Rosário ao Jornal A
Guarda. Explicou que os ataques têm acontecido com regularidade e em
vários pontos da freguesia. E acrescentou: «Ao meu pai já lhe mataram
cinco cabeças e a um senhor, que tem um rebanho na serra, também lhe
mataram muitos animais». Na sequência dos últimos ataques dos cães,
Maria do Rosário disse que «o rendimento deste ano foi-se todo
embora». E pior de tudo «este ano os animais já não vão fazer
criação». Maria do Rosário diz que o que se está a passar "é uma
preocupação» pois, até agora, os cães só atacaram animais mas «como
andam cheios de fome, qualquer dia, podem atacar pessoas». Estes
ataques já começaram há muito, na altura da Festa do Corpo de Deus,
quando os cães mataram uma ovelha no maior rebanho de Linhares da
Beira. Outra situação que está a preocupar os pastores de Linhares é o
constante abandono de cães por parte dos caçadores. Diamantino Andrade
adiantou ao jornal A Guarda que «os cães abandonados pelos caçadores
ficam a vaguear pela serra e como não encontram nada para comer acabam
por provocar muitos estragos».
Jornal A Guarda
10-10-2012 16:53
http://www.guarda.pt/noticias/sociedade/Paginas/ces-vadios-atacam-rebanhos-em-linhares-da-beira.aspx
Beira, foram atacados por uma matilha de cães vadios.
A situação, que se arrasta há algum tempo, está a preocupar os
pastores que já deram conhecimento do sucedido à GNR de Celorico da
Beira. O problema agravou-se, na passada semana, com um novo ataque
que provocou a morte de «uma cabra, uma borreguita e cinco ovelhas
grandes», explicou ao jornal A Guarda, Diamantino Andrade. E
acrescentou, «ainda andei a curar algumas ovelhas mas acabaram por
morrer devido à gravidade dos ferimentos». O ataque foi de tal forma
violento que os cães vadios deixaram marcas em muitos dos animais.
«Ando a curar duas cabras e uma borrega a que cortaram o rabo e duas
ovelhas que foram mordidas no pescoço e nas patas traseiras», explicou
Diamantino Andrade. Com um rebanho de 60 cabeças, metade cabras e
metade ovelhas, este proprietário está preocupado com a possibilidade
de novos ataques, na "Quinta da Palhaça". Apesar da propriedade estar
vedada, os cães vadios conseguiram passar a rede e provocar uma
autêntica chacina. Outro dos ataques aconteceu no sítio das Ladeiras,
próximo da capela de Santa Eufémia, junto ao campo de futebol de
Linhares, no rebanho de César Carvalho. O casal, Maria do Rosário e
Alfredo Silva, também teve problemas com os cães vadios. Na passada
semana, devido ao ataque que os cães fizeram ao rebanho, foram
obrigados a chamar a GNR de Celorico da Beira que tomou conta da
ocorrência. «Os cães já me mataram duas cabras prenhes, um carneirinho
e feriram-me seis cabeças», adiantou Maria do Rosário ao Jornal A
Guarda. Explicou que os ataques têm acontecido com regularidade e em
vários pontos da freguesia. E acrescentou: «Ao meu pai já lhe mataram
cinco cabeças e a um senhor, que tem um rebanho na serra, também lhe
mataram muitos animais». Na sequência dos últimos ataques dos cães,
Maria do Rosário disse que «o rendimento deste ano foi-se todo
embora». E pior de tudo «este ano os animais já não vão fazer
criação». Maria do Rosário diz que o que se está a passar "é uma
preocupação» pois, até agora, os cães só atacaram animais mas «como
andam cheios de fome, qualquer dia, podem atacar pessoas». Estes
ataques já começaram há muito, na altura da Festa do Corpo de Deus,
quando os cães mataram uma ovelha no maior rebanho de Linhares da
Beira. Outra situação que está a preocupar os pastores de Linhares é o
constante abandono de cães por parte dos caçadores. Diamantino Andrade
adiantou ao jornal A Guarda que «os cães abandonados pelos caçadores
ficam a vaguear pela serra e como não encontram nada para comer acabam
por provocar muitos estragos».
Jornal A Guarda
10-10-2012 16:53
http://www.guarda.pt/noticias/sociedade/Paginas/ces-vadios-atacam-rebanhos-em-linhares-da-beira.aspx
Governo moçambicano surpreso com Banco Mundial por considerar agricultura "origem de grande parte da pobreza"
15:01 Quarta feira, 10 de outubro de 2012
Maputo, 10 out (Lusa) - O Governo moçambicano manifestou hoje
perplexidade com os resultados do relatório sobre o Desenvolvimento
Mundial de 2013, do Banco Mundial, que descreve a agricultura em
Moçambique como "a origem de grande parte da pobreza moçambicana".
O documento publicado no início do mês refere que "a persistência de
tecnologias extremamente rudimentares" na agricultura moçambicana
mantém baixos os seus níveis de produtividade.
Reagindo à Lusa, o ministro da Planificação e Desenvolvimento
moçambicano, Aiuba Cuereneia, mostrou-se "admirado que seja o Banco
Mundial, que nunca investiu na agricultura, a dizer isso".
: http://expresso.sapo.pt/governo-mocambicano-surpreso-com-banco-mundial-por-considerar-agricultura-origem-de-grande-parte-da-pobreza=f759147
Maputo, 10 out (Lusa) - O Governo moçambicano manifestou hoje
perplexidade com os resultados do relatório sobre o Desenvolvimento
Mundial de 2013, do Banco Mundial, que descreve a agricultura em
Moçambique como "a origem de grande parte da pobreza moçambicana".
O documento publicado no início do mês refere que "a persistência de
tecnologias extremamente rudimentares" na agricultura moçambicana
mantém baixos os seus níveis de produtividade.
Reagindo à Lusa, o ministro da Planificação e Desenvolvimento
moçambicano, Aiuba Cuereneia, mostrou-se "admirado que seja o Banco
Mundial, que nunca investiu na agricultura, a dizer isso".
: http://expresso.sapo.pt/governo-mocambicano-surpreso-com-banco-mundial-por-considerar-agricultura-origem-de-grande-parte-da-pobreza=f759147
ISEL promove curso de avaliação de propriedade rústica
QUARTA, 10 OUTUBRO 2012 15:31
O ISEL – Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, promove nos dias
12, 13, 19 e 20 de Outubro, um "curso de avaliação da propriedade
rústica".
O curso inclui a avaliação de um pinhal manso, um montado de sobro,
uma vinha, um olival de regadio e outro de sequeiro, um eucaliptal e
uma pastagem, assim como uma herdade em zona de latifúndio e uma
quinta em zona de minifúndio. O curso é ministrado por Patrícia
Moreira da Fonseca, licenciada em agronomia pelo ISEL e docente
convidada em diversos cursos de especialização em avaliação
imobiliária.
(http://www.oet.pt/downloads/Folheto_informativo_avalicao_rusticas.pdf)
http://www.cap.pt/noticias/eventos/1725-isel-promove-curso-de-avaliacao-de-propriedade-rustica.html
O ISEL – Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, promove nos dias
12, 13, 19 e 20 de Outubro, um "curso de avaliação da propriedade
rústica".
O curso inclui a avaliação de um pinhal manso, um montado de sobro,
uma vinha, um olival de regadio e outro de sequeiro, um eucaliptal e
uma pastagem, assim como uma herdade em zona de latifúndio e uma
quinta em zona de minifúndio. O curso é ministrado por Patrícia
Moreira da Fonseca, licenciada em agronomia pelo ISEL e docente
convidada em diversos cursos de especialização em avaliação
imobiliária.
(http://www.oet.pt/downloads/Folheto_informativo_avalicao_rusticas.pdf)
http://www.cap.pt/noticias/eventos/1725-isel-promove-curso-de-avaliacao-de-propriedade-rustica.html
Apanha de cogumelos pode render 40 mil euros
Atividade movimenta cerca de três mil pessoas, das quais 50 a 80 são
apanhadores comerciais
Por: Redacção / CM | 9- 10- 2012 17: 19
A apanha de cogumelos movimenta cerca de três mil pessoas em Vila
Pouca de Aguiar, das quais 50 a 80 são apanhadoras comerciais, e pode
render perto de 40 mil euros.
Duarte Marques, da Associação Florestal e Ambiental de Vila Pouca de
Aguiar (Aguiarfloresta), diz que, quer seja para consumo ou venda, a
quantidade de cogumelos recolhidos nesta época de outono pode atingir
as quatro toneladas.
A Aguiarfloresta, que também tem equipas no terreno a fazer a apanha
deste produto, funciona como um centro de recolha de onde se faz a
distribuição, quer seja para consumidores finais, restaurantes ou para
exportação.
Para promover uma apanha sustentável e a melhor identificação e
classificação dos cogumelos silvestres, a associação promove várias
ações de formação que decorrem no outono e primavera.
Este fungo vai estar em destaque entre os dias 19 e 21, numa
iniciativa que decorre em Vila Pouca de Aguiar e que está inserida no
projeto Economountain, que a Aguiarfloresta está a implementar no
concelho.
No dia 19, no decorrer do workshop «Alimentação e Biodiversidade», vão
ser debatidas formas de valorizar os cogumelos silvestres,
nomeadamente na gastronomia e na inovação em novos pratos.
No dia a seguir decorre uma oficina de cozinha, sob orientação do
chefe António Alexandre, onde os participantes são convidados a
colaborar, a discutir o que se vai fazendo, sugerir alternativas,
confrontar com o que são os seus hábitos de cozinha e a provar e
discutir os resultados.
Depois, no último dia, decorrerá um passeio, almoço e workshop prático
centrado na temática da castanha e cogumelos, em que se falará sobre o
aproveitamento de madeira para se poder produzir em casa este fungo.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/cogumelos-vila-pouca-de-aguiar-aguiarfloresta-apanha-de-cogumelos-tvi24/1381988-4071.html
apanhadores comerciais
Por: Redacção / CM | 9- 10- 2012 17: 19
A apanha de cogumelos movimenta cerca de três mil pessoas em Vila
Pouca de Aguiar, das quais 50 a 80 são apanhadoras comerciais, e pode
render perto de 40 mil euros.
Duarte Marques, da Associação Florestal e Ambiental de Vila Pouca de
Aguiar (Aguiarfloresta), diz que, quer seja para consumo ou venda, a
quantidade de cogumelos recolhidos nesta época de outono pode atingir
as quatro toneladas.
A Aguiarfloresta, que também tem equipas no terreno a fazer a apanha
deste produto, funciona como um centro de recolha de onde se faz a
distribuição, quer seja para consumidores finais, restaurantes ou para
exportação.
Para promover uma apanha sustentável e a melhor identificação e
classificação dos cogumelos silvestres, a associação promove várias
ações de formação que decorrem no outono e primavera.
Este fungo vai estar em destaque entre os dias 19 e 21, numa
iniciativa que decorre em Vila Pouca de Aguiar e que está inserida no
projeto Economountain, que a Aguiarfloresta está a implementar no
concelho.
No dia 19, no decorrer do workshop «Alimentação e Biodiversidade», vão
ser debatidas formas de valorizar os cogumelos silvestres,
nomeadamente na gastronomia e na inovação em novos pratos.
No dia a seguir decorre uma oficina de cozinha, sob orientação do
chefe António Alexandre, onde os participantes são convidados a
colaborar, a discutir o que se vai fazendo, sugerir alternativas,
confrontar com o que são os seus hábitos de cozinha e a provar e
discutir os resultados.
Depois, no último dia, decorrerá um passeio, almoço e workshop prático
centrado na temática da castanha e cogumelos, em que se falará sobre o
aproveitamento de madeira para se poder produzir em casa este fungo.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/cogumelos-vila-pouca-de-aguiar-aguiarfloresta-apanha-de-cogumelos-tvi24/1381988-4071.html
“Facturação vai duplicar com negócio no Chile ”
Entrevista
Alda Martins
10/10/12 00:05
João Ortigão Costa lidera a Sugalidal que, com a compra de uma empresa
no Chile, garantiu duas campanhas de tomate por ano.
A dona da Guloso existe há mais de 50 anos e aposta agora no Chile
para potenciar negócio.
Com a recente aquisição de uma fábrica no Chile, a Sugalidal espera
duplicar a facturação - uma garantia dada pelo presidente da empresa
que detém a marca Guloso. Em entrevista ao Etv, João Ortigão Costa
acredita que, apesar da austeridade, o Governo está no bom caminho.
Para a indústria do tomate não reclama incentivos financeiros, mas sim
mudanças na legislação, as quais já foram propostas à ministra da
Agricultura, Assunção Cristas, e que poderiam reforçar a exportação em
20%.
A campanha de tomate deste ano correu bem?
Sim. É seguramente um dos melhores anos tanto em qualidade como em quantidade.
Portugal é um dos grandes produtores mundiais de tomate, mas nem
sempre reconhecido como tal. O que falta?
Ao longo dos anos temos conseguido impor a marca Portugal no mundo, a
nível do concentrado de tomate. Mas, em termos globais e empresariais,
falta reconhecimento nacional. Temos sempre grandes batalhas com as
entidades públicas para nos mantermos competitivos.
Como assim?
Somos um grande consumidor de energia, porque o nosso principal
trabalho é transformar o sumo de tomate fresco em concentrado. Fazemos
isso através de vapor que consome muita energia. Na campanha, que dura
dois meses, temos de ter uma capacidade instalada que não utilizamos
no resto do ano, mas que pagamos o ano inteiro. Estamos a falar de
largos milhões de euros [cerca de dez millhões] não pagos em outros
países, que nos retiram competitividade e que podiam ser canalizados
para investimento.
A ERSE assegurou que a situação já estava resolvida?
Penso que não, porque continuamos a pagar estas taxas.
http://economico.sapo.pt/noticias/facturacao-vai-duplicar-com-negocio-no-chile_153497.html
Alda Martins
10/10/12 00:05
João Ortigão Costa lidera a Sugalidal que, com a compra de uma empresa
no Chile, garantiu duas campanhas de tomate por ano.
A dona da Guloso existe há mais de 50 anos e aposta agora no Chile
para potenciar negócio.
Com a recente aquisição de uma fábrica no Chile, a Sugalidal espera
duplicar a facturação - uma garantia dada pelo presidente da empresa
que detém a marca Guloso. Em entrevista ao Etv, João Ortigão Costa
acredita que, apesar da austeridade, o Governo está no bom caminho.
Para a indústria do tomate não reclama incentivos financeiros, mas sim
mudanças na legislação, as quais já foram propostas à ministra da
Agricultura, Assunção Cristas, e que poderiam reforçar a exportação em
20%.
A campanha de tomate deste ano correu bem?
Sim. É seguramente um dos melhores anos tanto em qualidade como em quantidade.
Portugal é um dos grandes produtores mundiais de tomate, mas nem
sempre reconhecido como tal. O que falta?
Ao longo dos anos temos conseguido impor a marca Portugal no mundo, a
nível do concentrado de tomate. Mas, em termos globais e empresariais,
falta reconhecimento nacional. Temos sempre grandes batalhas com as
entidades públicas para nos mantermos competitivos.
Como assim?
Somos um grande consumidor de energia, porque o nosso principal
trabalho é transformar o sumo de tomate fresco em concentrado. Fazemos
isso através de vapor que consome muita energia. Na campanha, que dura
dois meses, temos de ter uma capacidade instalada que não utilizamos
no resto do ano, mas que pagamos o ano inteiro. Estamos a falar de
largos milhões de euros [cerca de dez millhões] não pagos em outros
países, que nos retiram competitividade e que podiam ser canalizados
para investimento.
A ERSE assegurou que a situação já estava resolvida?
Penso que não, porque continuamos a pagar estas taxas.
http://economico.sapo.pt/noticias/facturacao-vai-duplicar-com-negocio-no-chile_153497.html
Centro de recria de raça bísara surge em Vinhais
Escrito por Informação, Sim 10-10-2012 07:24
A construção de um Centro de Recria e Melhoramento da Raça Bísara em
Vinhais é um dos objectivos da associação de Criadores desta raça.A
responsável pelo livro genealógico desta raça revela que a autarquia
já cedeu o terreno à associação e não tem dúvidas que este centro iria
contribuir para o aumento de explorações desta raça. "A autarquia de
Vinhais já nos ofereceu um terreno para construir esse centro. É
importante para a associação trabalhar o melhoramento da raça. Para
sermos nós a criar os animais para depois colocarmos nas explorações",
salienta Carla Alves.Os novos projectos para a instalação de
explorações de porcos bísaros contemplam mais de 20 animais. Por isso,
a associação quer conquistar novos mercados para escoar a carne em
fresco."É tempo de dar mais algumas garantias aos produtores de que
trabalhando com a raça bísara o seu escoamento está garantido. Em
Vinhais isso tem sido conseguido, porque a maioria trabalha com a raça
para a produção de fumeiro, que tem procura e tem escoamento. Temos é
que dar um passo ao nível da comercialização da carne fresca", realça
Carla Alves.A representante da raça bísara confessa, ainda, que a
estratégia de comercialização pode passar pelo agrupamento de
representantes das raças autóctones da região."Quem sabe até com
parcerias com outras raças na nossa zona, porque o que é importante é
ganhar escala. Temos uma oferta de qualidade e só com a união de todas
estas raças conseguimos chegar ao mercado com menos custos", conclui.
Actualmente, a raça bísara conta com cerca de 3 mil porcas
reprodutoras dispersas por 120 explorações.
Escrito por Brigantia
http://www.brigantia.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=8057&Itemid=43
A construção de um Centro de Recria e Melhoramento da Raça Bísara em
Vinhais é um dos objectivos da associação de Criadores desta raça.A
responsável pelo livro genealógico desta raça revela que a autarquia
já cedeu o terreno à associação e não tem dúvidas que este centro iria
contribuir para o aumento de explorações desta raça. "A autarquia de
Vinhais já nos ofereceu um terreno para construir esse centro. É
importante para a associação trabalhar o melhoramento da raça. Para
sermos nós a criar os animais para depois colocarmos nas explorações",
salienta Carla Alves.Os novos projectos para a instalação de
explorações de porcos bísaros contemplam mais de 20 animais. Por isso,
a associação quer conquistar novos mercados para escoar a carne em
fresco."É tempo de dar mais algumas garantias aos produtores de que
trabalhando com a raça bísara o seu escoamento está garantido. Em
Vinhais isso tem sido conseguido, porque a maioria trabalha com a raça
para a produção de fumeiro, que tem procura e tem escoamento. Temos é
que dar um passo ao nível da comercialização da carne fresca", realça
Carla Alves.A representante da raça bísara confessa, ainda, que a
estratégia de comercialização pode passar pelo agrupamento de
representantes das raças autóctones da região."Quem sabe até com
parcerias com outras raças na nossa zona, porque o que é importante é
ganhar escala. Temos uma oferta de qualidade e só com a união de todas
estas raças conseguimos chegar ao mercado com menos custos", conclui.
Actualmente, a raça bísara conta com cerca de 3 mil porcas
reprodutoras dispersas por 120 explorações.
Escrito por Brigantia
http://www.brigantia.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=8057&Itemid=43
Condutor do veículo ficou com ferimentos ligeiros
Capotamento de tractor mata mulher
O capotamento de um tractor agrícola no concelho de Soure provocou
esta tarde a morte a uma mulher de 62 anos e ferimentos ligeiros ao
condutor do veículo, revelaram fontes dos bombeiros.
08 Outubro 2012Nº de votos (0) Comentários (0)
O acidente ocorreu cerca das 15h00 num caminho agrícola da localidade
de Casal dos Bacelos.
A vítima mortal é uma mulher com 62 anos e o ferido um homem com 66
anos, que foi socorrido para o Hospital da Figueira da Foz, revelou
uma fonte dos Bombeiros Voluntários de Soure.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/capotamento-de-tractor-mata-mulher
O capotamento de um tractor agrícola no concelho de Soure provocou
esta tarde a morte a uma mulher de 62 anos e ferimentos ligeiros ao
condutor do veículo, revelaram fontes dos bombeiros.
08 Outubro 2012Nº de votos (0) Comentários (0)
O acidente ocorreu cerca das 15h00 num caminho agrícola da localidade
de Casal dos Bacelos.
A vítima mortal é uma mulher com 62 anos e o ferido um homem com 66
anos, que foi socorrido para o Hospital da Figueira da Foz, revelou
uma fonte dos Bombeiros Voluntários de Soure.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/capotamento-de-tractor-mata-mulher
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Pêra rocha perde um milhão por semana devido com greve nos portos
A greve nos portos, que dura há quatro semanas, está a prejudicar as
exportações. Só a pêra rocha estará a perder vendas de, pelo menos, um
milhão de euros por semana. A AIP diz ver com "enorme preocupação" os
impactos da paralisação.
"Afronta" e "falta de ética". É desta forma que o presidente da
Associação Nacional de Produtores de Pêra Rocha (ANP) classifica a
greve que afecta praticamente todos os portos nacionais há quatro
semanas. A paralisação está a causar prejuízos a muitas empresas
exportadoras e a fruticultura é um dos sectores mais afectados. De
acordo com os vários empresários ouvidos, estará a perder pelo menos
um milhão de euros por semana em volume de negócios.
Torres Paulo explica que nesta altura se costumam enviar por semana 40
contentores de pêra para o Brasil, sendo que cada um vale 20 mil
euros. Com a greve nos portos, os produtores estão a ser obrigados a
mandar o produto através de Valência e Algeciras (Espanha). "Mas
mandam menos porque o custo é maior", aponta o presidente da ANP.
Também para mercados como Inglaterra, Irlanda, Federação Russa e Médio
Oriente a pêra costuma ir de barco. Agora está a seguir por camião,
mas igualmente com maiores custos e nem sempre no prazo pretendido.
"Como estamos a importar menos, há menos camiões a circular entre os
mercados", aponta.
Torres Paulo lamenta que, numa altura como a que se vive, "nem todos
os portugueses estejam unidos no esforço de recuperar o País" que
está, desta forma, "a dar dinheiro a ganhar a Espanha". Além dos
prejuízos directos, algumas empresas estão a mandar os trabalhadores
ficarem em casa porque têm menos trabalho.
A Carsag não conseguiu enviar todos os contentores de pêra e maçã para
o Brasil e alguma carga teve de ser desviada para portos espanhóis, "o
que fica mais caro cinco cêntimos por quilo". A fruta que a empresa de
Alcobaça não conseguiu vender devido à greve renderia pelo menos 80
mil euros, explica Pedro Ribeiro.
A greve no porto de Lisboa obriga a Granfer a expedir as suas frutas
através de portos como Leixões, Algeciras ou Vigo, o que implica
custos "três vezes superiores", garante Hélio Ferreira. O gerente da
empresa de Óbidos diz que, além disso, o tempo de viagem da fruta para
mercados como o Brasil, Angola e Canadá passa de 11 para 30 dias, o
que "pode ter consequências em termos da conservação do produto". No
envio da mercadoria para Inglaterra a empresa está a substituir o
barco pelo camião, mas com um aumento de custos implícito que varia
entre 500 e 700 euros por contentor. "São custos que temos de
absorver, sem termos condições para isso", lamenta.
Só por sorte a Leirimetal não teve prejuízos devido à greve. "Se neste
momento tivéssemos de enviar mercadoria para a Venezuela sem dúvida
que sentiríamos o impacto", diz José António Neves, para quem esta
paralisação é "extremamente grave", na medida em que "está a
prejudicar as exportações, que são a única coisa que nos salva".
Tomada de posição
AIP preocupada com efeitos na economia
É com "enorme preocupação" que a Associação Industrial Portuguesa
(AIP) vê os efeitos da greve dos portos sobre a economia. Em
comunicado, defende que "a estratégia de cartelização" das greves que
afecta o porto de Lisboa terá de ser urgentemente ultrapassada", sem
que tal signifique aumento de custos para quem exporta. Lembra que
parte significativa do movimento deste porto não pode ser transferida
para outros e que 70% da capacidade portuária nacional em silo está
sediada no porto de Lisboa. Por isso, é "urgente" repor o seu normal
funcionamento, mesmo que para tal seja preciso recorrer a "todos os
instrumentos legais existentes na legislação portuguesa para esse
fim".
Texto: Raquel de Sousa Silva (raquel.silva@jornaldeleiria.pt)
Foto: Ricardo Graça
2012-10-11
http://www.jornaldeleiria.pt/portal/index.php?id=8185
exportações. Só a pêra rocha estará a perder vendas de, pelo menos, um
milhão de euros por semana. A AIP diz ver com "enorme preocupação" os
impactos da paralisação.
"Afronta" e "falta de ética". É desta forma que o presidente da
Associação Nacional de Produtores de Pêra Rocha (ANP) classifica a
greve que afecta praticamente todos os portos nacionais há quatro
semanas. A paralisação está a causar prejuízos a muitas empresas
exportadoras e a fruticultura é um dos sectores mais afectados. De
acordo com os vários empresários ouvidos, estará a perder pelo menos
um milhão de euros por semana em volume de negócios.
Torres Paulo explica que nesta altura se costumam enviar por semana 40
contentores de pêra para o Brasil, sendo que cada um vale 20 mil
euros. Com a greve nos portos, os produtores estão a ser obrigados a
mandar o produto através de Valência e Algeciras (Espanha). "Mas
mandam menos porque o custo é maior", aponta o presidente da ANP.
Também para mercados como Inglaterra, Irlanda, Federação Russa e Médio
Oriente a pêra costuma ir de barco. Agora está a seguir por camião,
mas igualmente com maiores custos e nem sempre no prazo pretendido.
"Como estamos a importar menos, há menos camiões a circular entre os
mercados", aponta.
Torres Paulo lamenta que, numa altura como a que se vive, "nem todos
os portugueses estejam unidos no esforço de recuperar o País" que
está, desta forma, "a dar dinheiro a ganhar a Espanha". Além dos
prejuízos directos, algumas empresas estão a mandar os trabalhadores
ficarem em casa porque têm menos trabalho.
A Carsag não conseguiu enviar todos os contentores de pêra e maçã para
o Brasil e alguma carga teve de ser desviada para portos espanhóis, "o
que fica mais caro cinco cêntimos por quilo". A fruta que a empresa de
Alcobaça não conseguiu vender devido à greve renderia pelo menos 80
mil euros, explica Pedro Ribeiro.
A greve no porto de Lisboa obriga a Granfer a expedir as suas frutas
através de portos como Leixões, Algeciras ou Vigo, o que implica
custos "três vezes superiores", garante Hélio Ferreira. O gerente da
empresa de Óbidos diz que, além disso, o tempo de viagem da fruta para
mercados como o Brasil, Angola e Canadá passa de 11 para 30 dias, o
que "pode ter consequências em termos da conservação do produto". No
envio da mercadoria para Inglaterra a empresa está a substituir o
barco pelo camião, mas com um aumento de custos implícito que varia
entre 500 e 700 euros por contentor. "São custos que temos de
absorver, sem termos condições para isso", lamenta.
Só por sorte a Leirimetal não teve prejuízos devido à greve. "Se neste
momento tivéssemos de enviar mercadoria para a Venezuela sem dúvida
que sentiríamos o impacto", diz José António Neves, para quem esta
paralisação é "extremamente grave", na medida em que "está a
prejudicar as exportações, que são a única coisa que nos salva".
Tomada de posição
AIP preocupada com efeitos na economia
É com "enorme preocupação" que a Associação Industrial Portuguesa
(AIP) vê os efeitos da greve dos portos sobre a economia. Em
comunicado, defende que "a estratégia de cartelização" das greves que
afecta o porto de Lisboa terá de ser urgentemente ultrapassada", sem
que tal signifique aumento de custos para quem exporta. Lembra que
parte significativa do movimento deste porto não pode ser transferida
para outros e que 70% da capacidade portuária nacional em silo está
sediada no porto de Lisboa. Por isso, é "urgente" repor o seu normal
funcionamento, mesmo que para tal seja preciso recorrer a "todos os
instrumentos legais existentes na legislação portuguesa para esse
fim".
Texto: Raquel de Sousa Silva (raquel.silva@jornaldeleiria.pt)
Foto: Ricardo Graça
2012-10-11
http://www.jornaldeleiria.pt/portal/index.php?id=8185
Azeite Gallo regista crescimento no Brasil de 67% no primeiro semestre de 2012
Terça-feira, 9 de Outubro de 2012
Líder do mercado brasileiro de azeites, marca cresceu quase o triplo
do segmento que registrou índice de 24,7%, de acordo com dados da
Kantar Worldpanel.
A cada ano, o mercado de azeites registra índices favoráveis de
crescimento na casa de dois dígitos. No primeiro semestre deste ano o
aumento foi de 24,7% em relação ao mesmo período de 2011.
Três fatores podem ser apontados como os principais responsáveis por
esse bom momento: o aumento do poder econômico da população,
principalmente nas classes C e D, a conscientização da população sobre
os benefícios que o consumo de azeite traz à saúde e a modernização
dos mecanismos de produção nos países de origem, contribuindo com a
queda no preço final para os consumidores.
Neste cenário o Azeite Gallo, líder absoluto em vendas em todas as
regiões do país, conforme levantamento da Kantar em parceria com a
Revista Supervarejo, registrou um crescimento de 67%, quase o triplo
do índice do segmento.
"Além do sabor único e qualidade superior esse crescimento de Gallo
demonstra também o grau de afetividade que a marca tem entre os
consumidores brasileiros", explica Rita Bassi, Corporate Relations da
Gallo Brasil.
Em volume, a quantidade saltou de 2.449 toneladas no primeiro semestre
de 2011 para 4.088 no mesmo período neste ano. Destaque para o azeite
Extra Virgem Gallo que cresceu 123,5%, mais que o dobro do ano
passado, em que registrou 1.342 toneladas contra mais de 3 mil
toneladas, no mesmo período este ano.
Mercado saudável -Gallo lidera as vendas no mercado brasileiro em um
concorrido segmento em que cerca de 200 marcas disputam a preferência
do consumidor. "O mercado brasileiro figura atualmente como a região
mais promissora em volume de negócios para a marca. Cerca de 15% da
produção total é exportado para o Brasil", destaca Rita Bassi.
Destaque no Olivinus 2012-Comprovando sua liderança e qualidade
superior, recentemente Gallo conquistou quatro prêmios no Olivinus
2012 – Concurso Internacional de Azeites de Oliva, que aconteceu na
Argentina na província de Mendoza e contou com a participação de 22
países e mais de 180 marcas de azeites.
Gallo foi a única marca portuguesa de azeites que recebeu premiações
na categoria Gran Prestigio Oro 2012, com as versões Colheita ao Luar
e Azeite Novo Colheita 2011-2012.
Este último levou também o Premio Especial - E.A. Tittarelli Portugal.
A categoria Prestigio Oro 2012 laureou ainda o Gallo Grande Escolha.
A medalha Gran Prestigio Oro é concedida para os azeites de
excepcional qualidade, ampla gama de aromas (frutado, fragrante,
amargo, picante, doce, verde, gosto de noz, sabor de maçãs vermelhas e
verdes, frescor entre outros atribuitos) e perfeita harmonia e
equilíbrio.
A medalha Prestigio Oro é concedida para os azeites de muito boa
qualidade e variedade de sabores (especialmente frutado e com outros
atributos saudáveis, em harmonia como fragrância, amargo, picante,
amêndoa doce, maçãs vermelhas e verdes, frescura, entre outros).
Portal Fator Brasil - 9.10.2012
http://www.portaldoazeite.com/2012/10/azeite-gallo-registra-crescimento-no.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PortalDoAzeite+%28Portal+do+Azeite%29
Líder do mercado brasileiro de azeites, marca cresceu quase o triplo
do segmento que registrou índice de 24,7%, de acordo com dados da
Kantar Worldpanel.
A cada ano, o mercado de azeites registra índices favoráveis de
crescimento na casa de dois dígitos. No primeiro semestre deste ano o
aumento foi de 24,7% em relação ao mesmo período de 2011.
Três fatores podem ser apontados como os principais responsáveis por
esse bom momento: o aumento do poder econômico da população,
principalmente nas classes C e D, a conscientização da população sobre
os benefícios que o consumo de azeite traz à saúde e a modernização
dos mecanismos de produção nos países de origem, contribuindo com a
queda no preço final para os consumidores.
Neste cenário o Azeite Gallo, líder absoluto em vendas em todas as
regiões do país, conforme levantamento da Kantar em parceria com a
Revista Supervarejo, registrou um crescimento de 67%, quase o triplo
do índice do segmento.
"Além do sabor único e qualidade superior esse crescimento de Gallo
demonstra também o grau de afetividade que a marca tem entre os
consumidores brasileiros", explica Rita Bassi, Corporate Relations da
Gallo Brasil.
Em volume, a quantidade saltou de 2.449 toneladas no primeiro semestre
de 2011 para 4.088 no mesmo período neste ano. Destaque para o azeite
Extra Virgem Gallo que cresceu 123,5%, mais que o dobro do ano
passado, em que registrou 1.342 toneladas contra mais de 3 mil
toneladas, no mesmo período este ano.
Mercado saudável -Gallo lidera as vendas no mercado brasileiro em um
concorrido segmento em que cerca de 200 marcas disputam a preferência
do consumidor. "O mercado brasileiro figura atualmente como a região
mais promissora em volume de negócios para a marca. Cerca de 15% da
produção total é exportado para o Brasil", destaca Rita Bassi.
Destaque no Olivinus 2012-Comprovando sua liderança e qualidade
superior, recentemente Gallo conquistou quatro prêmios no Olivinus
2012 – Concurso Internacional de Azeites de Oliva, que aconteceu na
Argentina na província de Mendoza e contou com a participação de 22
países e mais de 180 marcas de azeites.
Gallo foi a única marca portuguesa de azeites que recebeu premiações
na categoria Gran Prestigio Oro 2012, com as versões Colheita ao Luar
e Azeite Novo Colheita 2011-2012.
Este último levou também o Premio Especial - E.A. Tittarelli Portugal.
A categoria Prestigio Oro 2012 laureou ainda o Gallo Grande Escolha.
A medalha Gran Prestigio Oro é concedida para os azeites de
excepcional qualidade, ampla gama de aromas (frutado, fragrante,
amargo, picante, doce, verde, gosto de noz, sabor de maçãs vermelhas e
verdes, frescor entre outros atribuitos) e perfeita harmonia e
equilíbrio.
A medalha Prestigio Oro é concedida para os azeites de muito boa
qualidade e variedade de sabores (especialmente frutado e com outros
atributos saudáveis, em harmonia como fragrância, amargo, picante,
amêndoa doce, maçãs vermelhas e verdes, frescura, entre outros).
Portal Fator Brasil - 9.10.2012
http://www.portaldoazeite.com/2012/10/azeite-gallo-registra-crescimento-no.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PortalDoAzeite+%28Portal+do+Azeite%29
Vaca portuguesa no hambúrguer McDonald's e no prato angolano
09 Outubro 2012 | 10:03
António Larguesa - alarguesa@negocios.pt
Num sector pouco propício à internacionalização, a Campicarn montou
uma empresa em África e já vende 15% da carne para fora
Vocação "afiada" | Os perto de 200 trabalhadores da Campicarn SGPS têm
um patrão com o 9.º ano, que "nunca" teve "dificuldades em gerir" as
várias empresas do grupo.
Não cresceu como herdeiro, mas vai deixar herança aos dois filhos,
sócios da Campicarn SGPS. Aos 22 anos, Manuel Martins deixou a
"costela" do pai, que também "trabalhava nas carnes", e estabeleceu-se
em nome individual, agarrando "com os dois braços e as duas pernas a
primeira oportunidade". Em 1988, um ano após começar, já facturava um
milhão de contos. No ano seguinte constituiu a Campicarn. "Fomos
subindo de ano para ano até aos actuais 44 milhões de euros. E não
queremos ficar por aqui", resumiu o empresário. Espanhóis e angolanos
são os comensais estrangeiros da carne de bovino desmanchada,
processada e embalada na unidade industrial de Famalicão, em que 110
trabalhadores movimentam 400 toneladas todas as semanas.
A fábrica está a beneficiar da terceira ampliação, a concluir no
início de 2013, que permitirá aumentar a capacidade produtiva que está
"no limite". O investimento superior a 2,5 milhões de euros vai "quase
triplicar" a produção de processados à base de carne de bovino, como
rolo de carne, salsicha fresca ou fiambre. Bens de maior valor
acrescentado, por incorporarem ingredientes além da carne, em que
consegue uma "margem mais confortável" e para os quais tem "mercado
nacional e na exportação para poder crescer 20% a 30% nas vendas nos
próximos dois anos".
Angola "mima" carne portuguesa
Se no segmento suíno há "belíssimas indústrias", no bovino a Campicarn
assume-se como "a maior empresa nacional". Portugal não é, por
tradição, exportador desta carne. Pelo contrário: 60% do que consume é
importado, pelo que "não faz sentido pensar em exportar para França ou
Alemanha", frisou o presidente. A internacionalização, crescente e que
vale já 15% das vendas, é um processo muito seleccionado. O primeiro
passo surgiu a convite da AICEP para visitar uma feira alimentar em
Luanda. Em 2007 abriu a Campicarn África, através da qual chega a "um
mercado que consome, com algum dinheiro e que trabalha com margens
diferentes das praticadas" no mercado interno. Brasil e Paraguai são
os maiores concorrentes. O angolano "defende as marcas portuguesas",
acrescentou Martins.
Já no mercado espanhol, que vale dois terços da exportação e tem uma
logística "mais pacífica" do que em Angola, o maior cliente é a
McDonald's. Os hambúrgueres que a multinacional vende nos restaurantes
da Península Ibérica são "um bom cartão de visita para que a marca
tenha presença". "Ao contrário do que se possa pensar, é um cliente
extremamente difícil e rigoroso ao nível de qualidade e do serviço.
Estamos com eles há três anos, foi muito difícil no início, mas agora
funciona lindamente", resumiu o industrial famalicense.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=583011
António Larguesa - alarguesa@negocios.pt
Num sector pouco propício à internacionalização, a Campicarn montou
uma empresa em África e já vende 15% da carne para fora
Vocação "afiada" | Os perto de 200 trabalhadores da Campicarn SGPS têm
um patrão com o 9.º ano, que "nunca" teve "dificuldades em gerir" as
várias empresas do grupo.
Não cresceu como herdeiro, mas vai deixar herança aos dois filhos,
sócios da Campicarn SGPS. Aos 22 anos, Manuel Martins deixou a
"costela" do pai, que também "trabalhava nas carnes", e estabeleceu-se
em nome individual, agarrando "com os dois braços e as duas pernas a
primeira oportunidade". Em 1988, um ano após começar, já facturava um
milhão de contos. No ano seguinte constituiu a Campicarn. "Fomos
subindo de ano para ano até aos actuais 44 milhões de euros. E não
queremos ficar por aqui", resumiu o empresário. Espanhóis e angolanos
são os comensais estrangeiros da carne de bovino desmanchada,
processada e embalada na unidade industrial de Famalicão, em que 110
trabalhadores movimentam 400 toneladas todas as semanas.
A fábrica está a beneficiar da terceira ampliação, a concluir no
início de 2013, que permitirá aumentar a capacidade produtiva que está
"no limite". O investimento superior a 2,5 milhões de euros vai "quase
triplicar" a produção de processados à base de carne de bovino, como
rolo de carne, salsicha fresca ou fiambre. Bens de maior valor
acrescentado, por incorporarem ingredientes além da carne, em que
consegue uma "margem mais confortável" e para os quais tem "mercado
nacional e na exportação para poder crescer 20% a 30% nas vendas nos
próximos dois anos".
Angola "mima" carne portuguesa
Se no segmento suíno há "belíssimas indústrias", no bovino a Campicarn
assume-se como "a maior empresa nacional". Portugal não é, por
tradição, exportador desta carne. Pelo contrário: 60% do que consume é
importado, pelo que "não faz sentido pensar em exportar para França ou
Alemanha", frisou o presidente. A internacionalização, crescente e que
vale já 15% das vendas, é um processo muito seleccionado. O primeiro
passo surgiu a convite da AICEP para visitar uma feira alimentar em
Luanda. Em 2007 abriu a Campicarn África, através da qual chega a "um
mercado que consome, com algum dinheiro e que trabalha com margens
diferentes das praticadas" no mercado interno. Brasil e Paraguai são
os maiores concorrentes. O angolano "defende as marcas portuguesas",
acrescentou Martins.
Já no mercado espanhol, que vale dois terços da exportação e tem uma
logística "mais pacífica" do que em Angola, o maior cliente é a
McDonald's. Os hambúrgueres que a multinacional vende nos restaurantes
da Península Ibérica são "um bom cartão de visita para que a marca
tenha presença". "Ao contrário do que se possa pensar, é um cliente
extremamente difícil e rigoroso ao nível de qualidade e do serviço.
Estamos com eles há três anos, foi muito difícil no início, mas agora
funciona lindamente", resumiu o industrial famalicense.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=583011
Três horas para salvar cabra que não precisava
REINO UNIDO
por Rute Martins, editado por Ricardo Simões FerreiraHoje
Uma equipa de nove homens passou hoje três horas a tentar salvar uma
cabra que permaneceu a mais de 12 metros do chão, durante cinco dias,
no oeste de Yorkshire, Inglaterra. No fim, o animal simplesmente
desceu... sozinho.
Foi uma operação meticulosa e demorada o salvamento da mascote local,
chamada Black Rock Billie, a cabra que é uma celebridade entre os
habitantes da vila de Cornholme, oeste de Yorkshire. Mas a equipa de
salvamento percebeu que os seus esforços tinham sido em vão quando o
animal, que estava há cinco dias 'empoleirada' numa falésia a mais de
12 metros do solo, saltou voluntariamente da rocha e começou a comer
relva.
A operação foi captada em vídeo:
O animal terá passado esse período sem comer ou beber, facto que
preocupou a polícia e os habitantes, tendo chamado a Equipa de
Pesquisa e Salvamento da região, composta apenas por voluntários. "A
saliência estava a desmoronar e claro que era uma preocupação que a
cabra, celebridade na vila, pudesse cair", afirmou ao jornal britânico
Daily Mail o líder da equipa, Al Day.
A mascote desceu serena, sob os aplausos dos habitantes. "O salvamento
foi absolutamente fantástico.", descreveu ao mesmo jornal Leanne
Blake, habitante da vila.
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2820574
por Rute Martins, editado por Ricardo Simões FerreiraHoje
Uma equipa de nove homens passou hoje três horas a tentar salvar uma
cabra que permaneceu a mais de 12 metros do chão, durante cinco dias,
no oeste de Yorkshire, Inglaterra. No fim, o animal simplesmente
desceu... sozinho.
Foi uma operação meticulosa e demorada o salvamento da mascote local,
chamada Black Rock Billie, a cabra que é uma celebridade entre os
habitantes da vila de Cornholme, oeste de Yorkshire. Mas a equipa de
salvamento percebeu que os seus esforços tinham sido em vão quando o
animal, que estava há cinco dias 'empoleirada' numa falésia a mais de
12 metros do solo, saltou voluntariamente da rocha e começou a comer
relva.
A operação foi captada em vídeo:
O animal terá passado esse período sem comer ou beber, facto que
preocupou a polícia e os habitantes, tendo chamado a Equipa de
Pesquisa e Salvamento da região, composta apenas por voluntários. "A
saliência estava a desmoronar e claro que era uma preocupação que a
cabra, celebridade na vila, pudesse cair", afirmou ao jornal britânico
Daily Mail o líder da equipa, Al Day.
A mascote desceu serena, sob os aplausos dos habitantes. "O salvamento
foi absolutamente fantástico.", descreveu ao mesmo jornal Leanne
Blake, habitante da vila.
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2820574
Vinhos portugueses reforçam presença em Angola
hoje às 13:31ViniPortugal promove diversas iniciativas e campanhas
neste que é um dos principais mercados de exportação de vinho
engarrafado.
Angola continua a ser um alvo prioritário na promoção dos vinhos
portugueses, onde se pretende que seja mantida a liderança nas vendas
de vinho engarrafado. A ViniPortugal, sob a marca Vinhos de Portugal,
vai organizar diversas iniciativas neste mercado, com o intuito de
fortalecer o conhecimento dos vinhos portugueses e potenciar a
aproximação de públicos prioritários como trade, jornalistas e
consumidores.
Serão realizados vários City Tastings de 8 a 12 de Outubro,
degustações em lojas de retalho de 13 de Setembro a 15 de Dezembro e
realizada uma Wine Party, no dia 22 de Novembro.
Em Angola será ainda promovida, até ao final do ano, a campanha
publicitária "Vinhos de Portugal em Angola – Bons Momentos, Bons
Vinhos Portugueses" e serão desenvolvidas campanhas de vinho A Copo em
restaurantes e bares de referência.
São diversas acções que potenciam a divulgação dos vinhos portugueses
no mercado angolano, fomentam momentos de experimentação e contribuem
para o fortalecimento da notoriedade marca "Vinhos de Portugal" neste
importante mercado.
De acordo com palavras de Jorge Monteiro, Presidente da ViniPortugal:
"O mercado angolano tem-se afirmado como um dos principais destinos
dos vinhos portugueses, com um aumento superior a 30% em valor, no
primeiro semestre de 2012".
http://www.revistadevinhos.iol.pt/noticias/vinhos_portugueses_reforcam_presenca_em_angola__13374
neste que é um dos principais mercados de exportação de vinho
engarrafado.
Angola continua a ser um alvo prioritário na promoção dos vinhos
portugueses, onde se pretende que seja mantida a liderança nas vendas
de vinho engarrafado. A ViniPortugal, sob a marca Vinhos de Portugal,
vai organizar diversas iniciativas neste mercado, com o intuito de
fortalecer o conhecimento dos vinhos portugueses e potenciar a
aproximação de públicos prioritários como trade, jornalistas e
consumidores.
Serão realizados vários City Tastings de 8 a 12 de Outubro,
degustações em lojas de retalho de 13 de Setembro a 15 de Dezembro e
realizada uma Wine Party, no dia 22 de Novembro.
Em Angola será ainda promovida, até ao final do ano, a campanha
publicitária "Vinhos de Portugal em Angola – Bons Momentos, Bons
Vinhos Portugueses" e serão desenvolvidas campanhas de vinho A Copo em
restaurantes e bares de referência.
São diversas acções que potenciam a divulgação dos vinhos portugueses
no mercado angolano, fomentam momentos de experimentação e contribuem
para o fortalecimento da notoriedade marca "Vinhos de Portugal" neste
importante mercado.
De acordo com palavras de Jorge Monteiro, Presidente da ViniPortugal:
"O mercado angolano tem-se afirmado como um dos principais destinos
dos vinhos portugueses, com um aumento superior a 30% em valor, no
primeiro semestre de 2012".
http://www.revistadevinhos.iol.pt/noticias/vinhos_portugueses_reforcam_presenca_em_angola__13374
Rússia exporta menos cereais
10-10-2012
A Rússia vai exportar, este ano, cerca de 10 milhões de toneladas de
cereais, segundo anunciou ontem o ministro da Agricultura russo,
Nikolái Fiódorov.
As autoridades russas tinham previsto, inicialmente, um volume de
exportação de cereais situado entre 10 e 14 milhões de toneladas para
2012. Fiódorov indicou que, até agora, já tinham sido recolhidas, em
todo o país, um total de 71 milhões de toneladas de sementes, das
quais 39,2 milhões de toneladas são de trigo.
«Estamos a aproximar-nos dos números desejados, ainda que as colheitas
estejam a ser feitas com dificuldades nas regiões do Volga e do
Distrito Federal Central devido às chuvas», disse o ministro, citado
pela agência Interfax. Nikolái Fiódorov, acrescentando que, para este
ano, espera-se uma colheita de cereais de 73 a 74 milhões de
toneladas, menos 20 milhões face a 2011.
O governo russo, que enfrenta uma seca que reduziu a produtividade dos
cereais em um quarto, não vai limitar as exportações, mesmo que o
excedente esteja esgotado, conforme disse o vice primeiro-ministro,
Arkady Dvorkovich.
Fonte: OJE
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia44827.aspx
A Rússia vai exportar, este ano, cerca de 10 milhões de toneladas de
cereais, segundo anunciou ontem o ministro da Agricultura russo,
Nikolái Fiódorov.
As autoridades russas tinham previsto, inicialmente, um volume de
exportação de cereais situado entre 10 e 14 milhões de toneladas para
2012. Fiódorov indicou que, até agora, já tinham sido recolhidas, em
todo o país, um total de 71 milhões de toneladas de sementes, das
quais 39,2 milhões de toneladas são de trigo.
«Estamos a aproximar-nos dos números desejados, ainda que as colheitas
estejam a ser feitas com dificuldades nas regiões do Volga e do
Distrito Federal Central devido às chuvas», disse o ministro, citado
pela agência Interfax. Nikolái Fiódorov, acrescentando que, para este
ano, espera-se uma colheita de cereais de 73 a 74 milhões de
toneladas, menos 20 milhões face a 2011.
O governo russo, que enfrenta uma seca que reduziu a produtividade dos
cereais em um quarto, não vai limitar as exportações, mesmo que o
excedente esteja esgotado, conforme disse o vice primeiro-ministro,
Arkady Dvorkovich.
Fonte: OJE
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia44827.aspx
Vários países do mundo ponderam modificar normas de bem-estar animal
09-10-2012
A Turquia, Argélia e Marrocos ponderam alterar as suas normas de
bem-estar animal referente a galinhas poedeiras de forma a exportarem
ovos para o mercado comunitário.
Os três países pretendem substituir as gaiolas convencionais por
enriquecidas ou por sistemas no solo, segundo declarou um especialista
na sua apresentação sobre o impacto da legislação de bem-estar animal
durante a conferência da Comissão Internacional do Ovo, celebrada em
Londres.
No encontro, o delegado turco expôs os planos do seu país de em 2015
ter todas as poedeiras em gaiolas enriquecidas. O mercado comunitário
é muito atractivo para muitos outros países exportadores de ovos, pelo
que a perspectivas de novas regras estão em discussão no norte de
África. Outros países da América do Sul também têm planos semelhantes,
assim como a Bielorrússia e a Ucrânia.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia44822.aspx
A Turquia, Argélia e Marrocos ponderam alterar as suas normas de
bem-estar animal referente a galinhas poedeiras de forma a exportarem
ovos para o mercado comunitário.
Os três países pretendem substituir as gaiolas convencionais por
enriquecidas ou por sistemas no solo, segundo declarou um especialista
na sua apresentação sobre o impacto da legislação de bem-estar animal
durante a conferência da Comissão Internacional do Ovo, celebrada em
Londres.
No encontro, o delegado turco expôs os planos do seu país de em 2015
ter todas as poedeiras em gaiolas enriquecidas. O mercado comunitário
é muito atractivo para muitos outros países exportadores de ovos, pelo
que a perspectivas de novas regras estão em discussão no norte de
África. Outros países da América do Sul também têm planos semelhantes,
assim como a Bielorrússia e a Ucrânia.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia44822.aspx
Produtores satisfeitos com subida do valor do milho (VIDEO)
Teresa Marques / José Carrilho
10 Out, 2012, 14:30
Este é um ano de ouro para o milho. Com a seca nos Estados Unidos os
preços dispararam, os produtores em Portugal estão satisfeitos e no
Alentejo as áreas de milho estão a aumentar. O milho representa 70 por
cento da produção total de cereais e está em crescimento.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=594049&tm=6&layout=122&visual=61
10 Out, 2012, 14:30
Este é um ano de ouro para o milho. Com a seca nos Estados Unidos os
preços dispararam, os produtores em Portugal estão satisfeitos e no
Alentejo as áreas de milho estão a aumentar. O milho representa 70 por
cento da produção total de cereais e está em crescimento.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=594049&tm=6&layout=122&visual=61
O boato da subida prometida
OPINIÃO
Manuela Dias Pimenta
Os produtores de leite estão como a nossa bandeira: "de pernas ao ar"!
Vivemos um período difícil e crítico. Não é de admirar. O País assim
está!
Depois de mais um "Verão quente", com sucessivas conferências de
imprensa e comunicados, juntamente com a grande manifestação de
produtores de leite na Assembleia da República, conseguiu-se colocar
na agenda política da Sr.ª. Ministra da Agricultura o problema do
baixo preço pago por litro de leite à produção, em constante
contraciclo com a subida vertiginosa dos custos alimentares das nossas
vacas.
Após todo este esforço, os produtores tiveram que se retirar para as
colheitas da forragem de milho e novas sementeiras das forragens de
Outono-Inverno. No entanto alguns produtores ficaram em alerta, onde
iam tentando manter alguma pressão sobre a Sr.ª. Ministra solicitando
a sua mediação nesta problemática dos preços baixos pagos à produção.
Em finais de Setembro são apresentadas pela Sr.ª. Ministra, na Agro
Vouga, promessas de que a situação "a breve trecho" iria melhorar.
Falou-se numa ajuda comunitária, para minimizar as dificuldades da
produção e, a grande novidade seria "o grande compromisso de honra"
entre a Distribuição e a Indústria Nacional em rever os contractos de
fornecimento de leite no sentido de fazer chegar alguns cêntimos aos
produtores.
Estes eram os boatos que se iam ouvindo e que rapidamente eram
difundidos através dos técnicos que prestam assistência nas vacarias
de norte a sul do país, numa tentativa desesperada de aumentar os
ânimos dos seus clientes (produtores de leite).
Todos nós sabemos que a Sr.ª. Ministra tem fé e que acredita no lado
bom dos Homens, mas nós produtores de leite, talvez fruto desta
actividade diária difícil, nesta fase bastante angustiante que estamos
a atravessar não acreditamos na boa fé daqueles em que as suas
actividades apenas visam o lucro imediato.
Contudo, ainda temos fé!
Continuamos a ouvir falar da troika, da austeridade... Num aumento do
preço do leite pago à produção no continente: NADA!
Quanto tempo havemos de esperar?
Quantas vacas mais têm que ir embora, por não haver dinheiro para as
alimentar a todas?
Quantas vezes mais havemos de renegociar as nossas dívidas com os fornecedores?
Quantas vezes mais havemos de renegociar os empréstimos bancários?
Para que datas havemos de passar os cheques pré-datados, que são inevitáveis?
Quantos empregados irão para o desemprego, por já não haver dinheiro
para lhes pagar no final do mês?
Onde anda esse aumento que foi sussurrado em forma de boato nos
"corredores da fileira do leite"?
É preciso dizer que já somos poucos, mas somos bons, porque produzimos
com qualidade. Recusamo-nos a desistir. SIM, somos RESILIENTES! É a
nossa resiliência, a nossa fé e uma boa dose de paixão que mantêm as
nossas explorações. Mas, infelizmente, acredito que para alguns
chegará o momento em que a RAZÃO SE SOBREPÕE Á PAIXÃO.
Hoje o meu apelo é para a Sr.ª. Ministra da Agricultura:
- NÃO DESISTA, QUE NÓS TAMBÉM NÃO!
Manuela Dias Pimenta
Produtora de leite
Licenciada em Engenharia Agro-Pecuária
Publicado em 10/10/2012
http://www.agroportal.pt/a/2012/mdias2.htm
Manuela Dias Pimenta
Os produtores de leite estão como a nossa bandeira: "de pernas ao ar"!
Vivemos um período difícil e crítico. Não é de admirar. O País assim
está!
Depois de mais um "Verão quente", com sucessivas conferências de
imprensa e comunicados, juntamente com a grande manifestação de
produtores de leite na Assembleia da República, conseguiu-se colocar
na agenda política da Sr.ª. Ministra da Agricultura o problema do
baixo preço pago por litro de leite à produção, em constante
contraciclo com a subida vertiginosa dos custos alimentares das nossas
vacas.
Após todo este esforço, os produtores tiveram que se retirar para as
colheitas da forragem de milho e novas sementeiras das forragens de
Outono-Inverno. No entanto alguns produtores ficaram em alerta, onde
iam tentando manter alguma pressão sobre a Sr.ª. Ministra solicitando
a sua mediação nesta problemática dos preços baixos pagos à produção.
Em finais de Setembro são apresentadas pela Sr.ª. Ministra, na Agro
Vouga, promessas de que a situação "a breve trecho" iria melhorar.
Falou-se numa ajuda comunitária, para minimizar as dificuldades da
produção e, a grande novidade seria "o grande compromisso de honra"
entre a Distribuição e a Indústria Nacional em rever os contractos de
fornecimento de leite no sentido de fazer chegar alguns cêntimos aos
produtores.
Estes eram os boatos que se iam ouvindo e que rapidamente eram
difundidos através dos técnicos que prestam assistência nas vacarias
de norte a sul do país, numa tentativa desesperada de aumentar os
ânimos dos seus clientes (produtores de leite).
Todos nós sabemos que a Sr.ª. Ministra tem fé e que acredita no lado
bom dos Homens, mas nós produtores de leite, talvez fruto desta
actividade diária difícil, nesta fase bastante angustiante que estamos
a atravessar não acreditamos na boa fé daqueles em que as suas
actividades apenas visam o lucro imediato.
Contudo, ainda temos fé!
Continuamos a ouvir falar da troika, da austeridade... Num aumento do
preço do leite pago à produção no continente: NADA!
Quanto tempo havemos de esperar?
Quantas vacas mais têm que ir embora, por não haver dinheiro para as
alimentar a todas?
Quantas vezes mais havemos de renegociar as nossas dívidas com os fornecedores?
Quantas vezes mais havemos de renegociar os empréstimos bancários?
Para que datas havemos de passar os cheques pré-datados, que são inevitáveis?
Quantos empregados irão para o desemprego, por já não haver dinheiro
para lhes pagar no final do mês?
Onde anda esse aumento que foi sussurrado em forma de boato nos
"corredores da fileira do leite"?
É preciso dizer que já somos poucos, mas somos bons, porque produzimos
com qualidade. Recusamo-nos a desistir. SIM, somos RESILIENTES! É a
nossa resiliência, a nossa fé e uma boa dose de paixão que mantêm as
nossas explorações. Mas, infelizmente, acredito que para alguns
chegará o momento em que a RAZÃO SE SOBREPÕE Á PAIXÃO.
Hoje o meu apelo é para a Sr.ª. Ministra da Agricultura:
- NÃO DESISTA, QUE NÓS TAMBÉM NÃO!
Manuela Dias Pimenta
Produtora de leite
Licenciada em Engenharia Agro-Pecuária
Publicado em 10/10/2012
http://www.agroportal.pt/a/2012/mdias2.htm
Sector agrícola é "alavanca" para recuperar população no Interior de Portugal
10-10-2012
A fileira agrícola pode ser uma resposta alternativa para a crise que
difunde-se em vários sectores de actividade, sustentando oportunidades
de negócio e de criação de emprego que potenciem o regresso de
milhares de pessoas ao Interior do país, que perdeu quase 50 por cento
da população nos últimos 40 anos.
No plano político ou empresarial, a estratégia deve avançar numa
perspectiva conjunta e consolidada, desde Bragança até Castro Marim.
Domingos Madeira Pinto, vice-presidente da Câmara Municipal de Vila
Real, avisou que «a sociedade tem de perceber que este ciclo, até pela
própria crise que se instalou em alguns sectores, vai fazer as pessoas
olhar para a fileira do desenvolvimento rural e para o sector primário
como uma alavanca também para o futuro». E é «à volta do emprego» que
se conseguem fixar as pessoas no Interior do País.
Segundo o autarca, «com este gap demográfico, basta ver o que está a
acontecer a nível de emprego, a nível de custos de interioridade, nós
sozinhos não podemos responder. Por muito que os municípios trabalhem,
se não houver esse "boom", essa necessidade de voltarmos novamente
para o Interior vai ser difícil. Mas é para coisas difíceis que cá
estamos».
Através da empresa municipal MERVAL, exemplificou, funciona uma
incubadora directa de empresas, muitas delas de base tecnológicas com
ligação com a Universidade, que empregam perto de 70 colaboradores.
Outra iniciativa pública, acrescentou, trará este mês à região
«alguns grandes empresários do Uruguai e do Brasil para fazer
negócios». O sector do vinho é o que tem maior potencial exportador. É
o pólo da UTAD, em Vila Real, que lecciona o mais reputado curso
superior de Enologia a nível nacional.
O presidente da Associação Empresarial de Vila Real (NERVIR) concordou
que a aposta para melhorar o balanço demográfico tem de ser na criação
de emprego, mas lamentou que o anterior Orçamento do Estado tenha sido
«o mais penalizador para as empresas do Interior». As que ali se
estabeleceram anteriormente ainda manterão o direito à taxa reduzida
até ao fim do período de concessão de cinco anos.
As que foram entretanto ali criadas perderam o benefício fiscal,
passando a pagar imposto à taxa global de 25 por cento. «Parece que
subimos à primeira divisão das empresas. Perdemos a discriminação
positiva e com as portagens nas Scut não temos nesta altura qualquer
incentivo para atrair as empresas», resumiu Luís Tão.
A NERVIR é uma associação multissectorial, composta maioritariamente
por micro e pequenas empresas lideradas por empresários que
«aprenderam com a vida e necessitam bastante da colaboração com a
Universidade».
Sobre a descida da Taxa Social Única (TSU) para as empresas, Luís Tão
defendeu que ela deveria ser selectiva para as empresas exportadoras,
para aquelas que prestam serviços às exportadoras e também para as
empresas ligadas ao turismo.
Fonte: Jornal de Negócios
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia44828.aspx
A fileira agrícola pode ser uma resposta alternativa para a crise que
difunde-se em vários sectores de actividade, sustentando oportunidades
de negócio e de criação de emprego que potenciem o regresso de
milhares de pessoas ao Interior do país, que perdeu quase 50 por cento
da população nos últimos 40 anos.
No plano político ou empresarial, a estratégia deve avançar numa
perspectiva conjunta e consolidada, desde Bragança até Castro Marim.
Domingos Madeira Pinto, vice-presidente da Câmara Municipal de Vila
Real, avisou que «a sociedade tem de perceber que este ciclo, até pela
própria crise que se instalou em alguns sectores, vai fazer as pessoas
olhar para a fileira do desenvolvimento rural e para o sector primário
como uma alavanca também para o futuro». E é «à volta do emprego» que
se conseguem fixar as pessoas no Interior do País.
Segundo o autarca, «com este gap demográfico, basta ver o que está a
acontecer a nível de emprego, a nível de custos de interioridade, nós
sozinhos não podemos responder. Por muito que os municípios trabalhem,
se não houver esse "boom", essa necessidade de voltarmos novamente
para o Interior vai ser difícil. Mas é para coisas difíceis que cá
estamos».
Através da empresa municipal MERVAL, exemplificou, funciona uma
incubadora directa de empresas, muitas delas de base tecnológicas com
ligação com a Universidade, que empregam perto de 70 colaboradores.
Outra iniciativa pública, acrescentou, trará este mês à região
«alguns grandes empresários do Uruguai e do Brasil para fazer
negócios». O sector do vinho é o que tem maior potencial exportador. É
o pólo da UTAD, em Vila Real, que lecciona o mais reputado curso
superior de Enologia a nível nacional.
O presidente da Associação Empresarial de Vila Real (NERVIR) concordou
que a aposta para melhorar o balanço demográfico tem de ser na criação
de emprego, mas lamentou que o anterior Orçamento do Estado tenha sido
«o mais penalizador para as empresas do Interior». As que ali se
estabeleceram anteriormente ainda manterão o direito à taxa reduzida
até ao fim do período de concessão de cinco anos.
As que foram entretanto ali criadas perderam o benefício fiscal,
passando a pagar imposto à taxa global de 25 por cento. «Parece que
subimos à primeira divisão das empresas. Perdemos a discriminação
positiva e com as portagens nas Scut não temos nesta altura qualquer
incentivo para atrair as empresas», resumiu Luís Tão.
A NERVIR é uma associação multissectorial, composta maioritariamente
por micro e pequenas empresas lideradas por empresários que
«aprenderam com a vida e necessitam bastante da colaboração com a
Universidade».
Sobre a descida da Taxa Social Única (TSU) para as empresas, Luís Tão
defendeu que ela deveria ser selectiva para as empresas exportadoras,
para aquelas que prestam serviços às exportadoras e também para as
empresas ligadas ao turismo.
Fonte: Jornal de Negócios
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia44828.aspx
Fonseca com novo site
hoje às 11:29O novo site da Fonseca, oferece informações detalhadas
sobre mais de 50 vinhos do Porto, incluindo dicas, ideias, receitas e,
mais importante, os locais onde pode encontrar estes vinhos em todo o
mundo.
O novo site da Fonseca aposta na divulgação dos vinhos do Porto a
nível nacional e internacional, com informações sobre os seus pontos
de venda por todo o mundo. As notícias e novidades também têm destaque
no site bem como um item que se destina a ensinar a servir
correctamente o vinho do Porto.
Neste novo site há também dicas culinárias com sugestões de
associações e receitas, como por exemplo a de uma mousse de chocolate
confeccionada com o Fonseca Bin 27 e a de um leite-creme que acompanha
o Fonseca Tawny 10 Anos.
Para os interessados numa ida ao Douro, o site dá informações sobre a
visita à Quinta do Panascal, a principal quinta da Fonseca, que está
aberta durante todo o ano. Para um coleccionador ou escanção, o site
fornece ainda notas de prova dos Vintages da Fonseca, desde o 1900.
Hoje, a Fonseca pertence ao grupo familiar The Fladgate Partnership,
com as suas casas irmãs, Taylor's e Croft.
Já online: www.fonseca.pt
http://www.revistadevinhos.iol.pt/noticias/fonseca_com_novo_site_13369
sobre mais de 50 vinhos do Porto, incluindo dicas, ideias, receitas e,
mais importante, os locais onde pode encontrar estes vinhos em todo o
mundo.
O novo site da Fonseca aposta na divulgação dos vinhos do Porto a
nível nacional e internacional, com informações sobre os seus pontos
de venda por todo o mundo. As notícias e novidades também têm destaque
no site bem como um item que se destina a ensinar a servir
correctamente o vinho do Porto.
Neste novo site há também dicas culinárias com sugestões de
associações e receitas, como por exemplo a de uma mousse de chocolate
confeccionada com o Fonseca Bin 27 e a de um leite-creme que acompanha
o Fonseca Tawny 10 Anos.
Para os interessados numa ida ao Douro, o site dá informações sobre a
visita à Quinta do Panascal, a principal quinta da Fonseca, que está
aberta durante todo o ano. Para um coleccionador ou escanção, o site
fornece ainda notas de prova dos Vintages da Fonseca, desde o 1900.
Hoje, a Fonseca pertence ao grupo familiar The Fladgate Partnership,
com as suas casas irmãs, Taylor's e Croft.
Já online: www.fonseca.pt
http://www.revistadevinhos.iol.pt/noticias/fonseca_com_novo_site_13369
Vinhos: Herdade do Esporão lança TORRE 2007
Produzido apenas nos anos em que a natureza oferece condições
excepcionais, o TORRE 2007 exprime o que de melhor é produzido na
Herdade do Esporão.
Produzido pela primeira vez em 2004, é agora lançada a colheita de
2007." Como aconteceu em 2004, 2007 foi um ano quase perfeito em
termos de condições de maturação da uva e da própria colheita - meses
de Julho e Agosto bastante amenos com noites frescas e bom tempo
durante a colheita no mês de Setembro" afirma David Baverstock,
Director de Enologia do Esporão, SA.
As vinhas que deram origem ao TORRE 2007 crescem em solos de transição
entre o granito e o xisto, têm em média 20 anos de idade e uma
produção de 25 hl por hectare. As castas que fazem parte deste vinho
são o Aragonez, o Alicante Bouschet, a Touriga Nacional e o Syrah.
Após vindima manual, escolha das uvas e desengace, as uvas foram
vinificadas separadamente, com a fermentação alcoólica em lagares e a
fermentação maloláctica a decorrer em barricas, onde os vinhos
repousaram 18 meses.
Depois de ser feito o lote final, o vinho estagiou 3 anos na garrafa.
Da colheita de 2007 do TORRE foram produzidos 3 mil litros.
Fonte: imago
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/10/10a.htm
excepcionais, o TORRE 2007 exprime o que de melhor é produzido na
Herdade do Esporão.
Produzido pela primeira vez em 2004, é agora lançada a colheita de
2007." Como aconteceu em 2004, 2007 foi um ano quase perfeito em
termos de condições de maturação da uva e da própria colheita - meses
de Julho e Agosto bastante amenos com noites frescas e bom tempo
durante a colheita no mês de Setembro" afirma David Baverstock,
Director de Enologia do Esporão, SA.
As vinhas que deram origem ao TORRE 2007 crescem em solos de transição
entre o granito e o xisto, têm em média 20 anos de idade e uma
produção de 25 hl por hectare. As castas que fazem parte deste vinho
são o Aragonez, o Alicante Bouschet, a Touriga Nacional e o Syrah.
Após vindima manual, escolha das uvas e desengace, as uvas foram
vinificadas separadamente, com a fermentação alcoólica em lagares e a
fermentação maloláctica a decorrer em barricas, onde os vinhos
repousaram 18 meses.
Depois de ser feito o lote final, o vinho estagiou 3 anos na garrafa.
Da colheita de 2007 do TORRE foram produzidos 3 mil litros.
Fonte: imago
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/10/10a.htm
Comércio obrigado a pagar às PME a 30 dias e proibido de impor descontos aos fornecedores
09.10.2012 - 17:30 Por Lusa
22 de 32 notícias em Economia« anteriorseguinte »
O comércio vai ter novos prazos de pagamento e proibição de
determinadas práticas restritivas, anunciou hoje a ministra da
Agricultura, adiantando que o Governo quer aprovar os diplomas em
Conselho de Ministros até ao final deste mês.
Entre as propostas constam a proibição de impor decisões unilaterais
aos fornecedores (como os descontos das grandes superfícies) e
obrigação de pagar em 30 dias às pequenas empresas.
Assunção Cristas prometeu novidades já em Outubro, à saída de mais uma
reunião da Plataforma de Acompanhamento das Relações na Cadeia
Agro-alimentar (PARCA), afirmando que "a legislação está muito
avançada".
O Governo apresentou hoje às entidades com assento na PARCA
(representantes dos agricultores, dos industriais e da distribuição)
dois diplomas relativos a prazos de pagamento e práticas restritivas
de comércio, e pediu às associações que se pronunciem até ao final da
próxima semana.
Os diplomas resultam de uma "síntese" dos vários contributos destas
entidades, sendo agora esperados os seus comentários para fazer as
afinações que forem necessárias, adiantou a ministra.
Segundo Assunção Cristas, o que está proposto em termos de pagamentos
é um prazo de 30 dias para as micro e pequenas empresas e organizações
de produtores, que poderá, no entanto, vir a ser alargado a outras
entidades.
No que respeita às práticas restritivas de comércio, trata-se de
clarificar alguns aspectos da legislação e proibir práticas abusivas
como imposições unilaterais de determinados descontos ou alterações
retroactivas de contratos.
"O que é unilateral não pode ser admitido", sublinhou a ministra.
Além disso, há "um reforço muito significativo " do valor das coimas,
acrescentou.
http://economia.publico.pt/Noticia/comercio-obrigado-a-pagar-as-pme-a-30-dias-e-proibido-de-impor-descontos-aos-fornecedores--1566627
22 de 32 notícias em Economia« anteriorseguinte »
O comércio vai ter novos prazos de pagamento e proibição de
determinadas práticas restritivas, anunciou hoje a ministra da
Agricultura, adiantando que o Governo quer aprovar os diplomas em
Conselho de Ministros até ao final deste mês.
Entre as propostas constam a proibição de impor decisões unilaterais
aos fornecedores (como os descontos das grandes superfícies) e
obrigação de pagar em 30 dias às pequenas empresas.
Assunção Cristas prometeu novidades já em Outubro, à saída de mais uma
reunião da Plataforma de Acompanhamento das Relações na Cadeia
Agro-alimentar (PARCA), afirmando que "a legislação está muito
avançada".
O Governo apresentou hoje às entidades com assento na PARCA
(representantes dos agricultores, dos industriais e da distribuição)
dois diplomas relativos a prazos de pagamento e práticas restritivas
de comércio, e pediu às associações que se pronunciem até ao final da
próxima semana.
Os diplomas resultam de uma "síntese" dos vários contributos destas
entidades, sendo agora esperados os seus comentários para fazer as
afinações que forem necessárias, adiantou a ministra.
Segundo Assunção Cristas, o que está proposto em termos de pagamentos
é um prazo de 30 dias para as micro e pequenas empresas e organizações
de produtores, que poderá, no entanto, vir a ser alargado a outras
entidades.
No que respeita às práticas restritivas de comércio, trata-se de
clarificar alguns aspectos da legislação e proibir práticas abusivas
como imposições unilaterais de determinados descontos ou alterações
retroactivas de contratos.
"O que é unilateral não pode ser admitido", sublinhou a ministra.
Além disso, há "um reforço muito significativo " do valor das coimas,
acrescentou.
http://economia.publico.pt/Noticia/comercio-obrigado-a-pagar-as-pme-a-30-dias-e-proibido-de-impor-descontos-aos-fornecedores--1566627
Armazenamento de água desceu em todas as bacias hidrográficas em Setembro
10.10.2012
Helena Geraldes
Cerca de 60 albufeiras, de Norte a Sul do país, têm hoje menos água
armazenada do que há um mês, segundo um boletim de Setembro do
Instituto Nacional da Água (Inag).
No espaço de um mês, de 31 de Agosto a 30 de Setembro, todas as 12
bacias hidrográficas monitorizadas pelo Inag – que incluem um total de
57 albufeiras - registaram uma diminuição no volume de água
armazenado.
A 30 de Setembro, a bacia do Mira (74,2%) e a do Guadiana (71,7%) eram
aquelas com maior volume de água armazenado; a bacia do Arade (11,4%)
e a do Sado (38,6%) registavam os volumes mais baixos.
A albufeira de Salamonde, na bacia hidrográfica do Cávado/Ribeiras
Costeiras, era aquela que tinha mais água no último dia de Setembro,
com 84,2% do volume total. No outro extremo desta lista estava a
albufeira de Lucefecit, na bacia do Guadiana, com 4,4% do total.
Metade das albufeiras tinha disponibilidades de água superiores a 50%,
entre elas a de Alqueva (74,2%) e Castelo de Bode (74,6%).
De acordo com o Inag, o armazenamento de Setembro, por bacia
hidrográfica, é inferior à média de armazenamento do mesmo mês dos
anos 1990/91 a 2010/11. As excepções são as bacias do Lima, Ave,
Ribeiras do Oeste e Mira.
Segundo o Instituto de Meteorologia, a 31 de Agosto, verificava-se "a
continuação da situação de seca em todas as bacias hidrográficas do
Continente", estimada a partir do índice PDSI (Palmer Drought Severity
Index). Este baseia-se na quantidade de precipitação, temperatura do
ar e capacidade de água disponível no solo e permite detectar a
ocorrência de períodos de seca classificando-os em termos de
intensidade (fraca, moderada, severa e extrema).
No seu mais recente boletim, o Instituto de Meteorologia revela que, a
31 de Agosto, 73% do território estava em seca: 33% em seca extrema,
40% em seca severa, 13% em seca moderada, 13% em seca fraca e 1% na
situação normal. A 31 de Julho, a percentagem do território em seca
era maior, mais concretamente, 84%.
http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1566709
Helena Geraldes
Cerca de 60 albufeiras, de Norte a Sul do país, têm hoje menos água
armazenada do que há um mês, segundo um boletim de Setembro do
Instituto Nacional da Água (Inag).
No espaço de um mês, de 31 de Agosto a 30 de Setembro, todas as 12
bacias hidrográficas monitorizadas pelo Inag – que incluem um total de
57 albufeiras - registaram uma diminuição no volume de água
armazenado.
A 30 de Setembro, a bacia do Mira (74,2%) e a do Guadiana (71,7%) eram
aquelas com maior volume de água armazenado; a bacia do Arade (11,4%)
e a do Sado (38,6%) registavam os volumes mais baixos.
A albufeira de Salamonde, na bacia hidrográfica do Cávado/Ribeiras
Costeiras, era aquela que tinha mais água no último dia de Setembro,
com 84,2% do volume total. No outro extremo desta lista estava a
albufeira de Lucefecit, na bacia do Guadiana, com 4,4% do total.
Metade das albufeiras tinha disponibilidades de água superiores a 50%,
entre elas a de Alqueva (74,2%) e Castelo de Bode (74,6%).
De acordo com o Inag, o armazenamento de Setembro, por bacia
hidrográfica, é inferior à média de armazenamento do mesmo mês dos
anos 1990/91 a 2010/11. As excepções são as bacias do Lima, Ave,
Ribeiras do Oeste e Mira.
Segundo o Instituto de Meteorologia, a 31 de Agosto, verificava-se "a
continuação da situação de seca em todas as bacias hidrográficas do
Continente", estimada a partir do índice PDSI (Palmer Drought Severity
Index). Este baseia-se na quantidade de precipitação, temperatura do
ar e capacidade de água disponível no solo e permite detectar a
ocorrência de períodos de seca classificando-os em termos de
intensidade (fraca, moderada, severa e extrema).
No seu mais recente boletim, o Instituto de Meteorologia revela que, a
31 de Agosto, 73% do território estava em seca: 33% em seca extrema,
40% em seca severa, 13% em seca moderada, 13% em seca fraca e 1% na
situação normal. A 31 de Julho, a percentagem do território em seca
era maior, mais concretamente, 84%.
http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1566709
Reorganização de terrenos agrícolas em «ponto morto», diz autarca de Monção
Publicado hoje às 08:37
O presidente da câmara de Monção diz que este projeto permitiria
«revolução fundiária numa zona» em que a «agricultura corre o risco de
desaparecer».
O presidente da câmara de Monção considerou que ficou em «ponto morto»
o projeto de reorganização de dois mil terrenos agrícolas na subregião
do Alvarinho, que começou há 15 anos.
Após este projeto ter sido elogiado pelo Governo, o Ministério da
Agricultura indicou que não há verbas para o concretizar, o que obriga
a que 600 agricultores tenham que esperar pelo menos mais dois anos
para concretizar este objetivo.
Em declarações à TSF, o autarca José Moreira indicou que com esta
reorganização o número de proprietários baixaria de 647 para 600 e que
o número de propriedades baixariam de 2200 para 890.
«Se não se faz nada agora, deitamos por terra 500 mil euros e
sobretudo perdemos uma oportunidade fantástica de fazermos uma
revolução fundiária numa zona em que se não se melhorar a estrutura a
agrícola corre o risco de desaparecer», explicou.
José Moreira, que lembrou a necessidade de se mecanizar o trabalho das
terras, porque «ninguém anda mais de enxada na mão», e de se atrair
jovens agricultores, lamentou que do muito dinheiro que vem para a
Agricultura nenhum venha «cá para cima».
O presidente da câmara de Monção entende que a espera até ao próximo
Quadro Comunitário de Apoio em 2014 é demasiado tempo para este
projeto que poderia dar aproveitamento a muitos terrenos que não o têm
no momento.
O autarca diz mesmo que se «desperdiçou uma oportunidade de ir mudando
a mentalidade dos agentes económicos daqui para a necessidade de se
juntar propriedades, dar-lhes maior dimensão, mecanizar a atividade
económica e agrícola e poder tirar partido da terra desta região».
Contactado pela TSF, o gabinete da ministra da Agrcultura indicou que
os projetos de emparcelamento deixaram de ser elegíveis para o PRODER
por decisão do ministro socialista Jaime Silva, o que obriga a que se
espere pelo próximo Quadro Comunitário de Apoio.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2819056&page=-1
O presidente da câmara de Monção diz que este projeto permitiria
«revolução fundiária numa zona» em que a «agricultura corre o risco de
desaparecer».
O presidente da câmara de Monção considerou que ficou em «ponto morto»
o projeto de reorganização de dois mil terrenos agrícolas na subregião
do Alvarinho, que começou há 15 anos.
Após este projeto ter sido elogiado pelo Governo, o Ministério da
Agricultura indicou que não há verbas para o concretizar, o que obriga
a que 600 agricultores tenham que esperar pelo menos mais dois anos
para concretizar este objetivo.
Em declarações à TSF, o autarca José Moreira indicou que com esta
reorganização o número de proprietários baixaria de 647 para 600 e que
o número de propriedades baixariam de 2200 para 890.
«Se não se faz nada agora, deitamos por terra 500 mil euros e
sobretudo perdemos uma oportunidade fantástica de fazermos uma
revolução fundiária numa zona em que se não se melhorar a estrutura a
agrícola corre o risco de desaparecer», explicou.
José Moreira, que lembrou a necessidade de se mecanizar o trabalho das
terras, porque «ninguém anda mais de enxada na mão», e de se atrair
jovens agricultores, lamentou que do muito dinheiro que vem para a
Agricultura nenhum venha «cá para cima».
O presidente da câmara de Monção entende que a espera até ao próximo
Quadro Comunitário de Apoio em 2014 é demasiado tempo para este
projeto que poderia dar aproveitamento a muitos terrenos que não o têm
no momento.
O autarca diz mesmo que se «desperdiçou uma oportunidade de ir mudando
a mentalidade dos agentes económicos daqui para a necessidade de se
juntar propriedades, dar-lhes maior dimensão, mecanizar a atividade
económica e agrícola e poder tirar partido da terra desta região».
Contactado pela TSF, o gabinete da ministra da Agrcultura indicou que
os projetos de emparcelamento deixaram de ser elegíveis para o PRODER
por decisão do ministro socialista Jaime Silva, o que obriga a que se
espere pelo próximo Quadro Comunitário de Apoio.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2819056&page=-1
Monção: Deputados chamam ministra da Agricultura para explicar atrasos
Publicado hoje às 15:18
A ministra da Agricultura vai ser ouvida na Assembleia da República
sobre o atraso no processo de emparcelamento agrícola do Vale do
Gadanha, em Monção, por concretizar há dez anos devido à falta de
verbas.
A decisão de chamar a ministra Assunção Cristas foi tomada, esta
quarta-feira, pelos deputados da Comissão Parlamentar de Economia e
Obras Públicas e justificada pela importância deste projeto para a
reestruturação e modernização, nomeadamente da produção de vinho
Alvarinho, atividade que hoje envolve 2.000 produtores, com 67
empresas e 112 marcas diferentes.
«O ministério da Agricultura deve refletir um pouco mais sobre o
projeto de emparcelamento para o vinho Alvarinho, que é uma das poucas
marcas de denominação de origem que Portugal tem e que deve ser
estimada, cuidada e devidamente apoiada», explicou citado pela Agência
Lusa o deputado Luís Campos Ferreira (PSD), que preside àquela
comissão.
Em julho último, de visita a Monção, a ministra da Agricultura
classificou como «prioritário» o emparcelamento agrícola do Vale do
Gadanha, mas assumiu que as verbas do Programa de Desenvolvimento
Rural (PRODER) que estavam destinadas aos emparcelamentos «foram
esgotadas logo no princípio», ainda durante o Governo anterior.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=2819959
A ministra da Agricultura vai ser ouvida na Assembleia da República
sobre o atraso no processo de emparcelamento agrícola do Vale do
Gadanha, em Monção, por concretizar há dez anos devido à falta de
verbas.
A decisão de chamar a ministra Assunção Cristas foi tomada, esta
quarta-feira, pelos deputados da Comissão Parlamentar de Economia e
Obras Públicas e justificada pela importância deste projeto para a
reestruturação e modernização, nomeadamente da produção de vinho
Alvarinho, atividade que hoje envolve 2.000 produtores, com 67
empresas e 112 marcas diferentes.
«O ministério da Agricultura deve refletir um pouco mais sobre o
projeto de emparcelamento para o vinho Alvarinho, que é uma das poucas
marcas de denominação de origem que Portugal tem e que deve ser
estimada, cuidada e devidamente apoiada», explicou citado pela Agência
Lusa o deputado Luís Campos Ferreira (PSD), que preside àquela
comissão.
Em julho último, de visita a Monção, a ministra da Agricultura
classificou como «prioritário» o emparcelamento agrícola do Vale do
Gadanha, mas assumiu que as verbas do Programa de Desenvolvimento
Rural (PRODER) que estavam destinadas aos emparcelamentos «foram
esgotadas logo no princípio», ainda durante o Governo anterior.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=2819959
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Quase 870 milhões de pessoas com fome no mundo
Publicado hoje às 10:24
A FAO explica que a tendência de queda no número de pessoas com fome
está a abrandar, algo que está relacionado, por exemplo, com a crise e
com a especulação sobre matérias primas.
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO)
calcula que haja quase 870 milhões de pessoas que passam fome, menos
55 milhões que em 2010, na sequência de uma tendência de quebra que
está a abrandar.
Num relatório sobre os anos de 2010 a 2012, a FAO refere que a crise,
a subida do preço dos alimentos, a especulação sobre matérias primas e
as alterações climáticas estão a provocar o abrandamento da queda do
número de pessoas com fome.
O sul e o leste da Ásia e a África subsariana são as regiões onde há
mais pessoas com fome, sendo que apenas 18 milhões de pessoas com fome
vivem em países desenvolvidos.
Apesar de considerar que os esforços dos últimos 20 anos no combate à
fome são positivos, a ONU entende que os números atuais ainda são
«inaceitáveis».
O relatório da FAO que foi apresentado esta terça-feira em Roma fala
em grandes desigualdades entre várias regiões e entre países ricos e
pobres.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=2817149
A FAO explica que a tendência de queda no número de pessoas com fome
está a abrandar, algo que está relacionado, por exemplo, com a crise e
com a especulação sobre matérias primas.
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO)
calcula que haja quase 870 milhões de pessoas que passam fome, menos
55 milhões que em 2010, na sequência de uma tendência de quebra que
está a abrandar.
Num relatório sobre os anos de 2010 a 2012, a FAO refere que a crise,
a subida do preço dos alimentos, a especulação sobre matérias primas e
as alterações climáticas estão a provocar o abrandamento da queda do
número de pessoas com fome.
O sul e o leste da Ásia e a África subsariana são as regiões onde há
mais pessoas com fome, sendo que apenas 18 milhões de pessoas com fome
vivem em países desenvolvidos.
Apesar de considerar que os esforços dos últimos 20 anos no combate à
fome são positivos, a ONU entende que os números atuais ainda são
«inaceitáveis».
O relatório da FAO que foi apresentado esta terça-feira em Roma fala
em grandes desigualdades entre várias regiões e entre países ricos e
pobres.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=2817149
Catorze concelhos de Portugal continental com risco "elevado" de incêndio
Catorze concelhos de Portugal continental, nove deles no distrito de
Faro, apresentam hoje um risco "elevado" de incêndio, o terceiro mais
grave de uma escala de cinco, informa o Instituto de Meteorologia (IM)
na sua página na Internet.
O risco de incêndio, determinado pelo IM, engloba cinco níveis,
variando entre "reduzido" e "máximo".
O cálculo é feito com base nos valores, observados às 13:00, da
temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade
de precipitação ocorrida nas últimas 24 horas.
Na segunda-feira foram contabilizadas 41 ocorrências, combatidas por
592 operacionais, apoiados por 156 veículos.
Desde as 00:00 de hoje, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC)
contabilizou um incêndio
Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=595714
Faro, apresentam hoje um risco "elevado" de incêndio, o terceiro mais
grave de uma escala de cinco, informa o Instituto de Meteorologia (IM)
na sua página na Internet.
O risco de incêndio, determinado pelo IM, engloba cinco níveis,
variando entre "reduzido" e "máximo".
O cálculo é feito com base nos valores, observados às 13:00, da
temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade
de precipitação ocorrida nas últimas 24 horas.
Na segunda-feira foram contabilizadas 41 ocorrências, combatidas por
592 operacionais, apoiados por 156 veículos.
Desde as 00:00 de hoje, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC)
contabilizou um incêndio
Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=595714
Países do norte de áfrica preparam-se para exportar ovos
9 de Outubro - 2012
Três países do norte de África, Turquia, Argélia e Marrocos estão a
estudar mudanças na sua normativa de bem-estar das galinhas poedeiras
de forma a tornar possível a exportação de ovos para o mercado da
União Europeia.
Em comunicado citado pelo portal Agrodigital.com, para que se possam
iniciar a exportação de ovos para o espaço europeu, estes países vão
começar a substituir as gaiolas convencionais por gaiolas
enriquecidas.
Hans Wilhelm Windhorst, delegado turco, falou sobre o impacto da
legislação de proteção dos animais durante a conferência da
International Egg Commission (IEC), realizada em Londres, e sublinhou
que em 2015 o seu país vai ter todas as galinhas poedeiras em gaiolas
modernizadas, que cumpram todas as normativas europeias.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6694&bl=1
Três países do norte de África, Turquia, Argélia e Marrocos estão a
estudar mudanças na sua normativa de bem-estar das galinhas poedeiras
de forma a tornar possível a exportação de ovos para o mercado da
União Europeia.
Em comunicado citado pelo portal Agrodigital.com, para que se possam
iniciar a exportação de ovos para o espaço europeu, estes países vão
começar a substituir as gaiolas convencionais por gaiolas
enriquecidas.
Hans Wilhelm Windhorst, delegado turco, falou sobre o impacto da
legislação de proteção dos animais durante a conferência da
International Egg Commission (IEC), realizada em Londres, e sublinhou
que em 2015 o seu país vai ter todas as galinhas poedeiras em gaiolas
modernizadas, que cumpram todas as normativas europeias.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6694&bl=1
Brasil, China e Índia unidos contra negociações na OMC sem agricultura
Representantes junto da Organização Mundial do Comércio (OMC) do
Brasil, China, Índia, Argentina, Nigéria e África do Sul
manifestaram-se discordar uma possível nova ronda de negociações que
excluísse a agricultura.
"Aceitar uma nova ronda sem agricultura ia condenar uma grande parte
da população mundial à pobreza. A agricultura não pode ser tratada
como uma mera inconveniência para o mundo rico", afirmam os países, em
carta enviada à publicação inglesa The Economist e divulgada pelo
Ministério das Relações Exteriores do Brasil.
O texto lembra ainda que os produtos agrícolas representam mais de 60%
das exportações de alguns países em desenvolvimento e são, de acordo
com o Banco Mundial, a principal fonte de rendimento e emprego para
70% do mundo rural mais pobre.
A carta, assinada pelos representantes junto da OMC do Brasil,
Argentina, China, Índia, Nigéria e África do Sul, foi escrita em
resposta a um editorial da revista britânica ("Goodbye Doha, hello
Bali"), publicado a 08 de setembro, no qual se defendia que as
negociações para a liberalização do comércio mundial não podem ficar
reféns da agricultura, tema que interessa principalmente aos países
mais pobres e em desenvolvimento.
"Vocês [o editorial] sugerem que os países mais pobres devem abandonar
a agenda porque economias mais ricas não estão dispostas a fazer as
mesmas difíceis decisões políticas que eles pedem ao mundo em
desenvolvimento", critica o texto.
A Ronda de Doha, que pretendia negociar a abertura dos mercados
agrícolas e industriais, começou em novembro de 2001, com previsão de
ser concluída em 2006. Os subsídios agrícolas foram o grande impasse
que impossibilitou um acordo.
Na sexta-feira, o ministro das Relações Exteriores brasileiro, António
Patriota, considerou que a pressão dos Estados Unidos para que as
negociações sejam retomadas apenas com bens industriais e serviços não
interessam ao Brasil e é um dos motivos que leva o país a reforçar o
interesse num possível acordo entre o Mercosul e a União Europeia.
O Mercado Comum do Sul (Mercosul) integra a Argentina, Brasil, Uruguai
e Venezuela. O Paraguai foi temporariamente suspenso, na sequência do
processo de destituição do presidente Fernando Lugo.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Brasil/Interior.aspx?content_id=2817935&page=-1
Brasil, China, Índia, Argentina, Nigéria e África do Sul
manifestaram-se discordar uma possível nova ronda de negociações que
excluísse a agricultura.
"Aceitar uma nova ronda sem agricultura ia condenar uma grande parte
da população mundial à pobreza. A agricultura não pode ser tratada
como uma mera inconveniência para o mundo rico", afirmam os países, em
carta enviada à publicação inglesa The Economist e divulgada pelo
Ministério das Relações Exteriores do Brasil.
O texto lembra ainda que os produtos agrícolas representam mais de 60%
das exportações de alguns países em desenvolvimento e são, de acordo
com o Banco Mundial, a principal fonte de rendimento e emprego para
70% do mundo rural mais pobre.
A carta, assinada pelos representantes junto da OMC do Brasil,
Argentina, China, Índia, Nigéria e África do Sul, foi escrita em
resposta a um editorial da revista britânica ("Goodbye Doha, hello
Bali"), publicado a 08 de setembro, no qual se defendia que as
negociações para a liberalização do comércio mundial não podem ficar
reféns da agricultura, tema que interessa principalmente aos países
mais pobres e em desenvolvimento.
"Vocês [o editorial] sugerem que os países mais pobres devem abandonar
a agenda porque economias mais ricas não estão dispostas a fazer as
mesmas difíceis decisões políticas que eles pedem ao mundo em
desenvolvimento", critica o texto.
A Ronda de Doha, que pretendia negociar a abertura dos mercados
agrícolas e industriais, começou em novembro de 2001, com previsão de
ser concluída em 2006. Os subsídios agrícolas foram o grande impasse
que impossibilitou um acordo.
Na sexta-feira, o ministro das Relações Exteriores brasileiro, António
Patriota, considerou que a pressão dos Estados Unidos para que as
negociações sejam retomadas apenas com bens industriais e serviços não
interessam ao Brasil e é um dos motivos que leva o país a reforçar o
interesse num possível acordo entre o Mercosul e a União Europeia.
O Mercado Comum do Sul (Mercosul) integra a Argentina, Brasil, Uruguai
e Venezuela. O Paraguai foi temporariamente suspenso, na sequência do
processo de destituição do presidente Fernando Lugo.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Brasil/Interior.aspx?content_id=2817935&page=-1
Conferência - Olivoturismo: um novo produto turístico para o Alentejo - 17 de Outubro 2012 - Portalegre
Alentejo das Gastronomias Mediterrânicas
17 a 21 de Outubro – Portalegre
Conferência Internacional
Olivoturismo: um novo produto turístico para o Alentejo
17 de Outubro 2012
Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre
Inscrição no site: www.turismodoalentejo-gastronomiasmediterranicas.com
9:45 – Receção aos participantes
10:00 Horas – Sessão de Boas Vindas
- Adelaide Teixeira - Presidente da Câmara Municipal de Portalegre
- Armando Varela – Vogal do Conselho de Administração da ADRAL
- António Ceia da Silva - Presidente da Direção da Turismo do Alentejo ERT
- Cecília Meireles - Secretária de Estado do Turismo
10:30 - Os mercados do Azeite: Factores de Mudança e desafios à sua
valorização na Região do Alentejo – Prof. Carlos Marques – Expert
PacMan
11:00 horas - Painel 1 – Produtos com nomes de Regiões – DOP/IGP
Debate sobre a importância do binómio região/produto, vantagens e
riscos desta associação, casos de sucesso, legislação e regras. A
visão dos Municípios sobre as vantagens para os territórios.
Oradores:
- Representante da Entidade Gestora da DOP Azeite de Trás-os-Montes – AOTAD;
- Maria Vacas de Carvalho - Entidade Gestora da DOP Azeites do Norte
Alentejano – APAFNA;
- Santiago Macias Vereador do Município de Moura
- João Muacho – Adjunto do Presidente da Câmara Municipal de Campo Maior
Moderador: Vaz Freire - CERTIS
11:45 horas – Coffe Break
12:00 horas - Painel 2 – Azeite na Gastronomia e Restauração
Debate sobre o papel do azeite na gastronomia. Enquadramento da
gastronomia na dinâmica e estratégia regional. Importância das
parcerias, relações comerciais.
Oradores:
- Mariana Matos - Casa do Azeite
- Davide Fonseca – Chanceler da Confraria Azeite Cova da Beira
- Chef José Julio Vintém – Restaurante Tombalobos
- José Esteves – Secretário-geral da AHRESP
Moderador: José Silva - jornalista
13:00 – Almoço Livre
15:00 horas - Painel 3 - Azeite como produto turístico de uma região
Debate sobre a integração do azeite como produto turístico na
estratégia promocional e económica de uma região. Museus, feiras,
eventos, iniciativas. Potencialidades e limitações. O papel dos
produtores.
Oradores:
- Fermin Rodriguez – Aceites Vizcantar
- Anibal Reis Costa – Presidente da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo
- João Filipe Passanha – Quinta de São Vicente
- Paulo Jorge Estorninho - COOPOR
Moderadora: Teresa Ferreira, Turismo de Portugal
16:00 horas – Coffe Break
16:30- Painel 4 – Olivoturismo
Perspetivas de desenvolvimento do Olivoturismo em Portugal e no
Alentejo. Que estratégias na associação produto-turismo? Desafios aos
operadores para a comercialização. Visão da oferta turística regional.
Oradores:
- Maria Helena Chéu - Instituto Piaget Macedo - Projeto de
Oleoturismo Trás-Os-Montes
- Representante Sovena.
- Filipa Vinha – Milestones
- Orador a confirmar.
Moderador: Gonçalo Tristão, CEPAAL – Centro de Estudos e de Promoção do Azeite
17:30 - Conclusões e Encerramento da Conferência
Direcção-geral da Agricultura e do Desenvolvimento Rural.
Para mais informações sobre o Festival das Gastronomias Mediterranicas
consultar o site:
www.turismodoalentejo-gastronomiasmediterranicas.com
17 a 21 de Outubro – Portalegre
Conferência Internacional
Olivoturismo: um novo produto turístico para o Alentejo
17 de Outubro 2012
Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre
Inscrição no site: www.turismodoalentejo-gastronomiasmediterranicas.com
9:45 – Receção aos participantes
10:00 Horas – Sessão de Boas Vindas
- Adelaide Teixeira - Presidente da Câmara Municipal de Portalegre
- Armando Varela – Vogal do Conselho de Administração da ADRAL
- António Ceia da Silva - Presidente da Direção da Turismo do Alentejo ERT
- Cecília Meireles - Secretária de Estado do Turismo
10:30 - Os mercados do Azeite: Factores de Mudança e desafios à sua
valorização na Região do Alentejo – Prof. Carlos Marques – Expert
PacMan
11:00 horas - Painel 1 – Produtos com nomes de Regiões – DOP/IGP
Debate sobre a importância do binómio região/produto, vantagens e
riscos desta associação, casos de sucesso, legislação e regras. A
visão dos Municípios sobre as vantagens para os territórios.
Oradores:
- Representante da Entidade Gestora da DOP Azeite de Trás-os-Montes – AOTAD;
- Maria Vacas de Carvalho - Entidade Gestora da DOP Azeites do Norte
Alentejano – APAFNA;
- Santiago Macias Vereador do Município de Moura
- João Muacho – Adjunto do Presidente da Câmara Municipal de Campo Maior
Moderador: Vaz Freire - CERTIS
11:45 horas – Coffe Break
12:00 horas - Painel 2 – Azeite na Gastronomia e Restauração
Debate sobre o papel do azeite na gastronomia. Enquadramento da
gastronomia na dinâmica e estratégia regional. Importância das
parcerias, relações comerciais.
Oradores:
- Mariana Matos - Casa do Azeite
- Davide Fonseca – Chanceler da Confraria Azeite Cova da Beira
- Chef José Julio Vintém – Restaurante Tombalobos
- José Esteves – Secretário-geral da AHRESP
Moderador: José Silva - jornalista
13:00 – Almoço Livre
15:00 horas - Painel 3 - Azeite como produto turístico de uma região
Debate sobre a integração do azeite como produto turístico na
estratégia promocional e económica de uma região. Museus, feiras,
eventos, iniciativas. Potencialidades e limitações. O papel dos
produtores.
Oradores:
- Fermin Rodriguez – Aceites Vizcantar
- Anibal Reis Costa – Presidente da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo
- João Filipe Passanha – Quinta de São Vicente
- Paulo Jorge Estorninho - COOPOR
Moderadora: Teresa Ferreira, Turismo de Portugal
16:00 horas – Coffe Break
16:30- Painel 4 – Olivoturismo
Perspetivas de desenvolvimento do Olivoturismo em Portugal e no
Alentejo. Que estratégias na associação produto-turismo? Desafios aos
operadores para a comercialização. Visão da oferta turística regional.
Oradores:
- Maria Helena Chéu - Instituto Piaget Macedo - Projeto de
Oleoturismo Trás-Os-Montes
- Representante Sovena.
- Filipa Vinha – Milestones
- Orador a confirmar.
Moderador: Gonçalo Tristão, CEPAAL – Centro de Estudos e de Promoção do Azeite
17:30 - Conclusões e Encerramento da Conferência
Direcção-geral da Agricultura e do Desenvolvimento Rural.
Para mais informações sobre o Festival das Gastronomias Mediterranicas
consultar o site:
www.turismodoalentejo-gastronomiasmediterranicas.com
“Floresta Multifuncional” é tema de seminário em Monchique
18/11/2011, 16:15
Cartaz
A floresta de Monchique vai ser promovida e debatida, ao longos dos
dias 25 e 26 de novembro, no seminário "Floresta Multifuncional –
Fonte de Riqueza e Sustentabilidade", que se realiza na Caixa Agrícola
de Monchique, iniciativa que resulta de uma parceria do Município de
Monchique com as Associações Almargem, ASPAFLOBAL e GAL-Adere.
Neste seminário, considerado o primeiro de um ciclo subordinado ao
tema "O futuro da Floresta de Monchique" e que surgiu no âmbito da
segunda mostra gastronómica "Sabores de Outono", vão ser debatidos,
segundo fonte do Município, "os recursos florestais que associados à
produção de madeira são capazes de gerar riqueza ambiental, social e
económica, tais como a caça, a apicultura, a produção de castanhas e
de cogumelos" e "ainda divulgados alguns projetos associados à
valorização dos recursos silvestres capazes de criar oportunidades de
negócio sustentáveis".
Para além disso, no segundo dia realiza-se uma Jornada Micológica, a
qual será dedicada "à observação, recolha, identificação e degustação
de cogumelos silvestres da Serra de Monchique", acrescenta.
A participação no seminário é gratuita, mas encontra-se limitada e
sujeita a inscrição obrigatória, a qual se encontra disponível na
página de internet da Câmara Municipal de Monchique.
http://www.imprensaregional.com.pt/jornaldemonchique/index.php?info=YTo0OntzOjU6Im9wY2FvIjtzOjExOiJub3RpY2lhX2xlciI7czo5OiJpZF9zZWNjYW8iO3M6MjoiMTYiO3M6MTA6ImlkX25vdGljaWEiO3M6MzoiODg0IjtzOjk6ImlkX2VkaWNhbyI7czoxOiIyIjt9
Cartaz
A floresta de Monchique vai ser promovida e debatida, ao longos dos
dias 25 e 26 de novembro, no seminário "Floresta Multifuncional –
Fonte de Riqueza e Sustentabilidade", que se realiza na Caixa Agrícola
de Monchique, iniciativa que resulta de uma parceria do Município de
Monchique com as Associações Almargem, ASPAFLOBAL e GAL-Adere.
Neste seminário, considerado o primeiro de um ciclo subordinado ao
tema "O futuro da Floresta de Monchique" e que surgiu no âmbito da
segunda mostra gastronómica "Sabores de Outono", vão ser debatidos,
segundo fonte do Município, "os recursos florestais que associados à
produção de madeira são capazes de gerar riqueza ambiental, social e
económica, tais como a caça, a apicultura, a produção de castanhas e
de cogumelos" e "ainda divulgados alguns projetos associados à
valorização dos recursos silvestres capazes de criar oportunidades de
negócio sustentáveis".
Para além disso, no segundo dia realiza-se uma Jornada Micológica, a
qual será dedicada "à observação, recolha, identificação e degustação
de cogumelos silvestres da Serra de Monchique", acrescenta.
A participação no seminário é gratuita, mas encontra-se limitada e
sujeita a inscrição obrigatória, a qual se encontra disponível na
página de internet da Câmara Municipal de Monchique.
http://www.imprensaregional.com.pt/jornaldemonchique/index.php?info=YTo0OntzOjU6Im9wY2FvIjtzOjExOiJub3RpY2lhX2xlciI7czo5OiJpZF9zZWNjYW8iO3M6MjoiMTYiO3M6MTA6ImlkX25vdGljaWEiO3M6MzoiODg0IjtzOjk6ImlkX2VkaWNhbyI7czoxOiIyIjt9
Jerónimo de Sousa: “É preciso aproveitar integralmente Alqueva e criar um banco de terras”…
O secretário-geral do PCP esteve hoje de manhã, na abertura, das
jornadas parlamentares, que o seu partido está a realizar, nesta
segunda-feira e amanhã, numa unidade hoteleira de Beja. "Jornadas onde
estão a ser debatidas alternativas e a mostrar que há medidas para
sair desta crise, num distrito com potencialidades para economia" que
"têm de ser salientadas".
No seu discurso, Jerónimo de Sousa, falou de Alqueva, "da necessidade
dos fins múltiplos deste projecto serem integralmente aproveitados" e
da "criação de um banco de terras do Estado, que permita o acesso ao
regadio a jovens agricultores, a trabalhadores e a pequenos
agricultores com terra insuficiente". Neste contexto afirmou,
igualmente, que "o Governo deve assumir o investimento público no
desenvolvimento da agricultura e floresta", como "prioritário".
O secretário-geral do PCP voltou a frisar que "o seu partido defende
que os recursos mineiros devem ser aproveitados" e que neste caso o
Estado deve ter um "papel determinante". Para o Alentejo disse também
que "seria necessária a concretização de uma Reforma Agrária que
liquide a propriedade fundiária, ponha fim à cultura do subsídio sem
correspondência com a produção e entregue a terra a quem a trabalhe a
título de propriedade ou de posse, a pequenos agricultores e
rendeiros, a cooperativas de trabalhadores rurais ou de pequenos
agricultores".
No âmbito nacional, Jerónimo de Sousa criticou as políticas do
Governo, assim como a actuação do PS, mas deixou alternativas,
frisando que "o País precisa, urgentemente, de promover a mudança, a
ruptura com o caminho que se tem vindo a seguir nos últimos 36 anos,
apostando numa política capaz de responder aos problemas". "Políticas
que rompam com a submissão externa, e que se proponham a pôr Portugal
a produzir", acrescentou.
Foi o deputado Bernardino Soares que fez a apresentação das Jornadas
parlamentares, assim como dos objectivos das mesmas, explicando que
"esta foi a região escolhida, porque tem sido fortemente flagelada
pela política de direita". "Um distrito onde se avançasse a proposta
do PS de redução de deputados poderia deixar de ter representação
parlamentar", disse ainda Bernardino Soares.
O balanço dos trabalhos das Jornadas Parlamentares é apresentado
amanhã, às 12.30 horas, na unidade hoteleira de Beja que está a
receber esta iniciativa do PCP.
Ana Elias de Freitas
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/50861
jornadas parlamentares, que o seu partido está a realizar, nesta
segunda-feira e amanhã, numa unidade hoteleira de Beja. "Jornadas onde
estão a ser debatidas alternativas e a mostrar que há medidas para
sair desta crise, num distrito com potencialidades para economia" que
"têm de ser salientadas".
No seu discurso, Jerónimo de Sousa, falou de Alqueva, "da necessidade
dos fins múltiplos deste projecto serem integralmente aproveitados" e
da "criação de um banco de terras do Estado, que permita o acesso ao
regadio a jovens agricultores, a trabalhadores e a pequenos
agricultores com terra insuficiente". Neste contexto afirmou,
igualmente, que "o Governo deve assumir o investimento público no
desenvolvimento da agricultura e floresta", como "prioritário".
O secretário-geral do PCP voltou a frisar que "o seu partido defende
que os recursos mineiros devem ser aproveitados" e que neste caso o
Estado deve ter um "papel determinante". Para o Alentejo disse também
que "seria necessária a concretização de uma Reforma Agrária que
liquide a propriedade fundiária, ponha fim à cultura do subsídio sem
correspondência com a produção e entregue a terra a quem a trabalhe a
título de propriedade ou de posse, a pequenos agricultores e
rendeiros, a cooperativas de trabalhadores rurais ou de pequenos
agricultores".
No âmbito nacional, Jerónimo de Sousa criticou as políticas do
Governo, assim como a actuação do PS, mas deixou alternativas,
frisando que "o País precisa, urgentemente, de promover a mudança, a
ruptura com o caminho que se tem vindo a seguir nos últimos 36 anos,
apostando numa política capaz de responder aos problemas". "Políticas
que rompam com a submissão externa, e que se proponham a pôr Portugal
a produzir", acrescentou.
Foi o deputado Bernardino Soares que fez a apresentação das Jornadas
parlamentares, assim como dos objectivos das mesmas, explicando que
"esta foi a região escolhida, porque tem sido fortemente flagelada
pela política de direita". "Um distrito onde se avançasse a proposta
do PS de redução de deputados poderia deixar de ter representação
parlamentar", disse ainda Bernardino Soares.
O balanço dos trabalhos das Jornadas Parlamentares é apresentado
amanhã, às 12.30 horas, na unidade hoteleira de Beja que está a
receber esta iniciativa do PCP.
Ana Elias de Freitas
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/50861
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