Ciclo de Conferências "Diálogos de Internacionalização AICEP"
Tema:"Agro-Alimentar: Governança, Competitividade e Internacionalização"
Organização: AICEP, em colaboração com o ISA e com a parceria do
Diário Económico
Data: 12 de dezembro / 17h00
Local: Sala de Actos do Instituto Superior de Agronomia
Para consultar o Programa e proceder à sua inscrição, CLIQUE AQUI
http://www.portugalglobal.pt/PT/Internacionalizar/Paraonde/Conhecimento/Paginas/DialogosAgroIndustrialGovernancaCompGover.aspx
NOTA: A participação é gratuita, mas a inscrição é obrigatória,
devendo ser feita online até 11 de dezembro, às 13h00
Mais informações:
Manuel Garcia
Telef. 21 790 93 21
E-mail: manuel.garcia@portugalglobal.pt
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Executar apoios comunitários já não exige garantias bancárias
por Ana Rita Costa
28 de Novembro - 2012
Vai deixar de ser obrigatório apresentar garantias bancárias para
executar apoios comunitários do QREN.
A medida, que tem como objetivo desburocratizar e simplificar, foi
anunciada hoje no Porto, pelo secretário de Estado adjunto da Economia
e Desenvolvimento Regional.
O secretário de Estado, António Almeida Henriques, disse ainda que a
medida de abolição das exigências bancárias se aplica aos contratos de
financiamento existentes e aos contratos em fase de concretização.
Esta medida vai acelerar a execução dos fundos comunitários.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6805&bl=1
28 de Novembro - 2012
Vai deixar de ser obrigatório apresentar garantias bancárias para
executar apoios comunitários do QREN.
A medida, que tem como objetivo desburocratizar e simplificar, foi
anunciada hoje no Porto, pelo secretário de Estado adjunto da Economia
e Desenvolvimento Regional.
O secretário de Estado, António Almeida Henriques, disse ainda que a
medida de abolição das exigências bancárias se aplica aos contratos de
financiamento existentes e aos contratos em fase de concretização.
Esta medida vai acelerar a execução dos fundos comunitários.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6805&bl=1
Portugal considerará "inaceitável" orçamento da UE sem aumento das verbas para desenvolvimento rural - Assunção Cristas
16:52 Quarta feira, 28 de novembro de 2012
Bruxelas, 28 nov (Lusa) -- A ministra da Agricultura disse hoje, em
Bruxelas, que Portugal continuará a considerar "inaceitável" uma
proposta de orçamento comunitário para 2014-2020 que não contemple um
aumento das verbas destinadas ao desenvolvimento rural.
"Se não houver um aumento daquilo que foi o pacote proposto para
Portugal em termos de desenvolvimento rural, Portugal considerará,
como já considerou, inaceitável", afirmou Assunção Cristas, em
declarações aos jornalistas portugueses à saída do Conselho de
Ministros de Agricultura e Pescas da União Europeia (UE), em Bruxelas.
"Acho que tem de haver um melhoramento do pacote a nível do
desenvolvimento rural, sob pena de ser inaceitável para nós",
acrescentou a ministra da Agricultura, qualificando como um
"retrocesso" a proposta de orçamento comunitário apresentada durante a
cimeira da semana passada.
http://expresso.sapo.pt/portugal-considerara-inaceitavel-orcamento-da-ue-sem-aumento-das-verbas-para-desenvolvimento-rural-assuncao-cristas=f770142
Bruxelas, 28 nov (Lusa) -- A ministra da Agricultura disse hoje, em
Bruxelas, que Portugal continuará a considerar "inaceitável" uma
proposta de orçamento comunitário para 2014-2020 que não contemple um
aumento das verbas destinadas ao desenvolvimento rural.
"Se não houver um aumento daquilo que foi o pacote proposto para
Portugal em termos de desenvolvimento rural, Portugal considerará,
como já considerou, inaceitável", afirmou Assunção Cristas, em
declarações aos jornalistas portugueses à saída do Conselho de
Ministros de Agricultura e Pescas da União Europeia (UE), em Bruxelas.
"Acho que tem de haver um melhoramento do pacote a nível do
desenvolvimento rural, sob pena de ser inaceitável para nós",
acrescentou a ministra da Agricultura, qualificando como um
"retrocesso" a proposta de orçamento comunitário apresentada durante a
cimeira da semana passada.
http://expresso.sapo.pt/portugal-considerara-inaceitavel-orcamento-da-ue-sem-aumento-das-verbas-para-desenvolvimento-rural-assuncao-cristas=f770142
Exportações de vinhos portugueses crescem 9,9% no 1.º semestre
6:01 Quarta feira, 28 de novembro de 2012
Porto, 28 nov (Lusa) -- As exportações de vinhos portugueses cresceram
9,9% no primeiro semestre deste ano face ao período homólogo de 2011,
atingindo os 304,3 milhões de euros, disse à Lusa o presidente da
ViniPortugal, Jorge Monteiro.
Em termos interanuais, ou seja, os 12 meses até junho deste ano, o
crescimento das exportações de vinhos nacionais atinge os 9,4%, de
acordo com o presidente da associação responsável pela promoção dos
vinhos no mercado interno e externo.
"Há aqui alguns dados que não são extraordinariamente elevados, mas
que são bons e que se se mantiverem por um período longo é excelente",
disse Jorge Monteiro, explicando que se o ano do setor fosse encerrado
em junho o total anual móvel somaria 679 milhões de euros em
exportações, mais 22 milhões do que em 2011.
http://expresso.sapo.pt/exportacoes-de-vinhos-portugueses-crescem-99-no-1-semestre=f770002
Porto, 28 nov (Lusa) -- As exportações de vinhos portugueses cresceram
9,9% no primeiro semestre deste ano face ao período homólogo de 2011,
atingindo os 304,3 milhões de euros, disse à Lusa o presidente da
ViniPortugal, Jorge Monteiro.
Em termos interanuais, ou seja, os 12 meses até junho deste ano, o
crescimento das exportações de vinhos nacionais atinge os 9,4%, de
acordo com o presidente da associação responsável pela promoção dos
vinhos no mercado interno e externo.
"Há aqui alguns dados que não são extraordinariamente elevados, mas
que são bons e que se se mantiverem por um período longo é excelente",
disse Jorge Monteiro, explicando que se o ano do setor fosse encerrado
em junho o total anual móvel somaria 679 milhões de euros em
exportações, mais 22 milhões do que em 2011.
http://expresso.sapo.pt/exportacoes-de-vinhos-portugueses-crescem-99-no-1-semestre=f770002
Governo deverá aprovar dois diplomas com impacto no sector do leite
quarta-feira, 28 de Novembro de 2012 | 18:06
Imprimir Enviar por Email
O Conselho de Ministros deverá aprovar, na quinta-feira, dois diplomas
que têm implicações no setor do leite, disse hoje, em Bruxelas, a
ministra da Agricultura, Assunção Cristas.
«Espero que amanhã [quinta-feira] possamos aprovar em Conselho de
Ministros dois diplomas que também têm implicação no setor do leite»,
afirmou Assunção Cristas, à saída do Conselho de Ministros de
Agricultura União Europeia (EU), que decorreu na capital belga.
Em causa estão os diplomas relativos às práticas individuais
restritivas do comércio e aos prazos de pagamento no setor
agroalimentar.
Diário Digital / Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=6&id_news=191237
Imprimir Enviar por Email
O Conselho de Ministros deverá aprovar, na quinta-feira, dois diplomas
que têm implicações no setor do leite, disse hoje, em Bruxelas, a
ministra da Agricultura, Assunção Cristas.
«Espero que amanhã [quinta-feira] possamos aprovar em Conselho de
Ministros dois diplomas que também têm implicação no setor do leite»,
afirmou Assunção Cristas, à saída do Conselho de Ministros de
Agricultura União Europeia (EU), que decorreu na capital belga.
Em causa estão os diplomas relativos às práticas individuais
restritivas do comércio e aos prazos de pagamento no setor
agroalimentar.
Diário Digital / Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=6&id_news=191237
Desflorestação da Amazónia cai para novo mínimo histórico
RICARDO GARCIA 28/11/2012 - 10:36
O ritmo de desflorestação da Amazónia caiu 76% desde 2005. Área
destruída no último ano equivale à do pior ano de incêndios florestais
em Portugal.
Área da Amazónia destruída em 2011/12 equivale à do pior ano de
incêndios em Portugal BRUNO DOMINGOS/REUTERS
A desflorestação da Amazónia baixou para o seu menor nível desde 1988,
quando começou a ser feita uma monitorização regular por satélites. A
superfície destruída entre Agosto de 2011 e Julho de 2012 foi de 4656
quilómetros quadrados, o que equivale aproximadamente à área ardida em
Portugal em 2003, o pior ano de incêndios florestais no país.
Houve uma redução de 27% em relação ao ano anterior, em que o abate de
árvores tinha também chegado a um recorde mínimo, 6418 quilómetros
quadrados.
Os dados oficiais foram divulgados terça-feira pelo Instituto Nacional
de Pesquisas Espaciais (INPE), a agência brasileira que acompanha a
evolução da desflorestação da Amazónia a partir de imagens de
satélites. O INPE possui dois sistemas de monitorização: o DETER, que
dá uma imagem mais imediata ao longo do ano, de modo a detectar sinais
de alerta, e o PRODES, que faz um retrato mais detalhado no final de
cada época. Os números agora divulgados são os do PRODES.
Os resultados surgem num momento em que a comunidade internacional
discute novos passos a dar na luta contra o aquecimento global, na
conferência climática anual das Nações Unidas, em Doha, Qatar. "Ouso
dizer que esta é a única boa notícia ambiental que o planeta teve
neste ano do ponto de vista de mudanças do clima", disse a ministra
brasileira do Ambiente, Izabella Teixeira, ao apresentar os resultados
em Brasília.
Há três anos, o Brasil assumiu o compromisso voluntário de reduzir em
36% o aumento das suas emissões de CO2 até 2020, em comparação o que
seria expectável. Uma grande fatia deste esforço seria, nos planos do
Governo, atingida com uma descida de 80% do nível de desflorestação,
em relação a 2005. Neste momento, já houve uma redução de 76%.
"Podemos mostrar em Doha que estamos a fazer a nossa parte para
reduzir emissões", continuou Izabella Teixeira. "O mundo deve
encontrar urgentemente uma solução para a questão das alterações
climáticas", acrescentou.
Cultura da soja
Nem tudo são, porém, boas notícias. Apesar da diminuição da área
desflorestada em geral, houve um aumento em três dos nove estados
brasileiros da chamada Amazónia legal: Acre (10% ), Amazonas (29%) e
Tocantins (33%). Já nos estados onde a floresta está a desaparecer em
maior superfície, houve grandes descidas. No Mato Grosso e no Pará,
que representam metade da área desflorestada em 2011/12 e dois terços
desde 1988, o ritmo abrandou 31% e 44% respectivamente. É sobretudo
nestes estados, e também em Rondónia, que a cultura da soja mais tem
avançado sobre a floresta nas últimas duas décadas.
O ritmo de destruição da Amazónia tem vindo a cair desde 2004, quando
desapareceram quase 28 mil quilómetros quadrados da mancha florestal.
Dados mais recentes, já do terceiro trimestre de 2012, lançaram a
preocupação de que esteja a haver uma nova subida. Entre Agosto e
Outubro de 2012, as árvores desapareceram de 1152 quilómetros
quadrados, um aumento de 125% em relação ao mesmo período de 2011,
segundo a organização não-governamental Imazon, que tem o seu próprio
sistema de monitorização.
http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/desflorestacao-da-amazonia-cai-para-novo-minimo-historico-1575276
O ritmo de desflorestação da Amazónia caiu 76% desde 2005. Área
destruída no último ano equivale à do pior ano de incêndios florestais
em Portugal.
Área da Amazónia destruída em 2011/12 equivale à do pior ano de
incêndios em Portugal BRUNO DOMINGOS/REUTERS
A desflorestação da Amazónia baixou para o seu menor nível desde 1988,
quando começou a ser feita uma monitorização regular por satélites. A
superfície destruída entre Agosto de 2011 e Julho de 2012 foi de 4656
quilómetros quadrados, o que equivale aproximadamente à área ardida em
Portugal em 2003, o pior ano de incêndios florestais no país.
Houve uma redução de 27% em relação ao ano anterior, em que o abate de
árvores tinha também chegado a um recorde mínimo, 6418 quilómetros
quadrados.
Os dados oficiais foram divulgados terça-feira pelo Instituto Nacional
de Pesquisas Espaciais (INPE), a agência brasileira que acompanha a
evolução da desflorestação da Amazónia a partir de imagens de
satélites. O INPE possui dois sistemas de monitorização: o DETER, que
dá uma imagem mais imediata ao longo do ano, de modo a detectar sinais
de alerta, e o PRODES, que faz um retrato mais detalhado no final de
cada época. Os números agora divulgados são os do PRODES.
Os resultados surgem num momento em que a comunidade internacional
discute novos passos a dar na luta contra o aquecimento global, na
conferência climática anual das Nações Unidas, em Doha, Qatar. "Ouso
dizer que esta é a única boa notícia ambiental que o planeta teve
neste ano do ponto de vista de mudanças do clima", disse a ministra
brasileira do Ambiente, Izabella Teixeira, ao apresentar os resultados
em Brasília.
Há três anos, o Brasil assumiu o compromisso voluntário de reduzir em
36% o aumento das suas emissões de CO2 até 2020, em comparação o que
seria expectável. Uma grande fatia deste esforço seria, nos planos do
Governo, atingida com uma descida de 80% do nível de desflorestação,
em relação a 2005. Neste momento, já houve uma redução de 76%.
"Podemos mostrar em Doha que estamos a fazer a nossa parte para
reduzir emissões", continuou Izabella Teixeira. "O mundo deve
encontrar urgentemente uma solução para a questão das alterações
climáticas", acrescentou.
Cultura da soja
Nem tudo são, porém, boas notícias. Apesar da diminuição da área
desflorestada em geral, houve um aumento em três dos nove estados
brasileiros da chamada Amazónia legal: Acre (10% ), Amazonas (29%) e
Tocantins (33%). Já nos estados onde a floresta está a desaparecer em
maior superfície, houve grandes descidas. No Mato Grosso e no Pará,
que representam metade da área desflorestada em 2011/12 e dois terços
desde 1988, o ritmo abrandou 31% e 44% respectivamente. É sobretudo
nestes estados, e também em Rondónia, que a cultura da soja mais tem
avançado sobre a floresta nas últimas duas décadas.
O ritmo de destruição da Amazónia tem vindo a cair desde 2004, quando
desapareceram quase 28 mil quilómetros quadrados da mancha florestal.
Dados mais recentes, já do terceiro trimestre de 2012, lançaram a
preocupação de que esteja a haver uma nova subida. Entre Agosto e
Outubro de 2012, as árvores desapareceram de 1152 quilómetros
quadrados, um aumento de 125% em relação ao mesmo período de 2011,
segundo a organização não-governamental Imazon, que tem o seu próprio
sistema de monitorização.
http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/desflorestacao-da-amazonia-cai-para-novo-minimo-historico-1575276
Quer ser fruticultor? A Compal tem 20 mil euros para o apoiar
Academia Compal já está a receber candidaturas que se prolongam até
dia 14 de dezembro. Dos 12 candidatos apurados, 3 receberão uma bolsa
Frutologia Compal
Compal ajuda jovens empreendedores
D.R.
28/11/2012 | 11:02 | Dinheiro Vivo
Tem entre 18 e 40 anos, gosta de agricultura e não se importava de ser
fruticultor? O Centro de Frutologia da Compal tem uma ideia de negócio
adequada para si, a Academia 2012/2013. Os vencedores recebem uma
bolsa de 20 mil euros para iniciarem o projeto.
A iniciativa da Compal pretende produzir e disseminar conhecimento
sobre a fruta e seus derivados através da formação de produtores,
transformadores, empreendedores e investigadores do setor frutícola.
As candidaturas abriram no mês de Outubro e prolongam-se até 14 de
dezembro. Serão admitidos 12 participantes de entre os candidatos.
Na Academia os participantes terão 46 horas de aulas, com módulos
práticos, teóricos e ainda exploração de modelos e centros de
experimentação de técnicas agrícolas. No final, os formandos devem ter
adquirido conhecimentos para preparar um projeto, instalar um pomar e
aplicar uma fruticultura sustentável, tendo em conta a importância das
espécies.
No final do período de formação, os alunos já terão terminado um
projeto de instalação detalhado que irá a concurso. Será este projeto
elaborado durante a formação que irá a concurso e poderá receber uma
bolsa para iniciação de 20 mil euros.
A Compal pretende ainda ajudar os vencedores adquirindo o excedente da
fruta produzida e a escoar o produto através de outros canais de
produção.
Leia aqui o regulamento
http://www.centrofrutologiacompal.pt/pdfs/regulamento_2012_2013.pdf
e faça aqui a inscrição
http://www.centrofrutologiacompal.pt/academia/candidaturas
http://www.dinheirovivo.pt/Emprego/Artigo/CIECO074423.html
dia 14 de dezembro. Dos 12 candidatos apurados, 3 receberão uma bolsa
Frutologia Compal
Compal ajuda jovens empreendedores
D.R.
28/11/2012 | 11:02 | Dinheiro Vivo
Tem entre 18 e 40 anos, gosta de agricultura e não se importava de ser
fruticultor? O Centro de Frutologia da Compal tem uma ideia de negócio
adequada para si, a Academia 2012/2013. Os vencedores recebem uma
bolsa de 20 mil euros para iniciarem o projeto.
A iniciativa da Compal pretende produzir e disseminar conhecimento
sobre a fruta e seus derivados através da formação de produtores,
transformadores, empreendedores e investigadores do setor frutícola.
As candidaturas abriram no mês de Outubro e prolongam-se até 14 de
dezembro. Serão admitidos 12 participantes de entre os candidatos.
Na Academia os participantes terão 46 horas de aulas, com módulos
práticos, teóricos e ainda exploração de modelos e centros de
experimentação de técnicas agrícolas. No final, os formandos devem ter
adquirido conhecimentos para preparar um projeto, instalar um pomar e
aplicar uma fruticultura sustentável, tendo em conta a importância das
espécies.
No final do período de formação, os alunos já terão terminado um
projeto de instalação detalhado que irá a concurso. Será este projeto
elaborado durante a formação que irá a concurso e poderá receber uma
bolsa para iniciação de 20 mil euros.
A Compal pretende ainda ajudar os vencedores adquirindo o excedente da
fruta produzida e a escoar o produto através de outros canais de
produção.
Leia aqui o regulamento
http://www.centrofrutologiacompal.pt/pdfs/regulamento_2012_2013.pdf
e faça aqui a inscrição
http://www.centrofrutologiacompal.pt/academia/candidaturas
http://www.dinheirovivo.pt/Emprego/Artigo/CIECO074423.html
Grupo Jerónimo Martins prepara entrada no sector agricola
disse o presidente do grupo numa entrevista ao programa primeiro plano
da radio antena minho /jornal correio do minho que será hoje
transmitid
28/11/2012 08:42
Dentro de dois a três anos, o grupo Jerónimo Martins vai entrar na
sector agrícola, revelou Pedro Soares dos Santos, em entrevista ao
programa Primeiro Plano da Rádio Antena Minho/jornal Correio do Minho
que é hoje transmitida entre as 19 e as 20 horas
O presidente executivo da jerónimo martins justifica a opção pela
entrada na produção agricola pela necessidade de "proteger as fontes
de abastecimento" do grupo que detém a cadeia de supermercados Pingo
Doce.
http://www.antena-minho.pt/noticias.php?n=61596
da radio antena minho /jornal correio do minho que será hoje
transmitid
28/11/2012 08:42
Dentro de dois a três anos, o grupo Jerónimo Martins vai entrar na
sector agrícola, revelou Pedro Soares dos Santos, em entrevista ao
programa Primeiro Plano da Rádio Antena Minho/jornal Correio do Minho
que é hoje transmitida entre as 19 e as 20 horas
O presidente executivo da jerónimo martins justifica a opção pela
entrada na produção agricola pela necessidade de "proteger as fontes
de abastecimento" do grupo que detém a cadeia de supermercados Pingo
Doce.
http://www.antena-minho.pt/noticias.php?n=61596
Workshop na UAlg aborda projeto ligado à gestão integrada de recursos hídricos no sul do país
O anfiteatro A do campus das Gambelas da Universidade do Algarve
acolhe, sexta-feira, 30, com início às 9:30 horas, o workshop
«Prowaterman», sobre um projeto ligado à gestão integrada de recursos
hídricos no sul do país.
O objetivo global do projeto passa por, nas áreas selecionadas do sul
de Portugal (Alentejo Litoral e Algarve), analisar e compreender as
dimensões ambiental, socioeconómica e institucional da
sustentabilidade da água, "para garantir a qualidade desse recurso e
para aumentar a eficiência e equidade no seu uso através de uma
abordagem integrada da gestão dos recursos hídricos".
A equipa reúne quatro instituições académicas e de investigação: LNEC,
que coordena o projeto, Universidade Atlântica, Faculdade de Ciências
da Universidade de Lisboa e Universidade do Algarve.
"A utilização sustentável dos recursos naturais não significa
desenvolvimento sustentável, mas um passo para realizá-lo. Apoia-se no
conceito de sustentabilidade ambiental. Portanto, estratégias locais
de desenvolvimento devem lidar com a manutenção do equilíbrio das
entradas e saídas de recursos finitos, com a preservação dos
ecossistemas responsáveis pela renovação desses recursos e, por isso,
com estratégias de gestão sustentável da água", referem os
responsáveis.
Os estudos de invertebrados, em especial, das relações entre
macroinvertebrados, estrutura da comunidade e variáveis ambientais
têm-se mostrado muito úteis como ferramenta de monitorização e de
avaliação da qualidade dos ambientes aquáticos.
Este projeto reforçou este tipo de análises, utilizando
macroinvertebrados e outros bioindicadores, enquanto contributo para
avaliar a qualidade das águas superficiais.
No projeto, identificam-se e analisam-se os principais fatores que
conduzem à contaminação das águas subterrâneas, desde a sua origem
antropogénica (agrícola e águas residuais urbanas e industriais),
passando pelo meio hídrico superficial que interage com o meio
subterrâneo, podendo pôr em causa a subsistência das famílias e o bom
funcionamento dos ecossistemas.
A entrada é livre mas os interessados devem inscrever-se pelos
endereços eletrónicos lferreira@lnec.pt e jpmontei@ualg.pt. Conheça
mais sobre este projeto no sítio
http://www.lnec.pt/organizacao/dha/organizacao/dha/nas/estudos_id/PROWATERMAN.
.diariOnline RS
09:28 quarta-feira, 28 novembro 2012
http://www.regiaosul.pt/noticia.php?refnoticia=132207
acolhe, sexta-feira, 30, com início às 9:30 horas, o workshop
«Prowaterman», sobre um projeto ligado à gestão integrada de recursos
hídricos no sul do país.
O objetivo global do projeto passa por, nas áreas selecionadas do sul
de Portugal (Alentejo Litoral e Algarve), analisar e compreender as
dimensões ambiental, socioeconómica e institucional da
sustentabilidade da água, "para garantir a qualidade desse recurso e
para aumentar a eficiência e equidade no seu uso através de uma
abordagem integrada da gestão dos recursos hídricos".
A equipa reúne quatro instituições académicas e de investigação: LNEC,
que coordena o projeto, Universidade Atlântica, Faculdade de Ciências
da Universidade de Lisboa e Universidade do Algarve.
"A utilização sustentável dos recursos naturais não significa
desenvolvimento sustentável, mas um passo para realizá-lo. Apoia-se no
conceito de sustentabilidade ambiental. Portanto, estratégias locais
de desenvolvimento devem lidar com a manutenção do equilíbrio das
entradas e saídas de recursos finitos, com a preservação dos
ecossistemas responsáveis pela renovação desses recursos e, por isso,
com estratégias de gestão sustentável da água", referem os
responsáveis.
Os estudos de invertebrados, em especial, das relações entre
macroinvertebrados, estrutura da comunidade e variáveis ambientais
têm-se mostrado muito úteis como ferramenta de monitorização e de
avaliação da qualidade dos ambientes aquáticos.
Este projeto reforçou este tipo de análises, utilizando
macroinvertebrados e outros bioindicadores, enquanto contributo para
avaliar a qualidade das águas superficiais.
No projeto, identificam-se e analisam-se os principais fatores que
conduzem à contaminação das águas subterrâneas, desde a sua origem
antropogénica (agrícola e águas residuais urbanas e industriais),
passando pelo meio hídrico superficial que interage com o meio
subterrâneo, podendo pôr em causa a subsistência das famílias e o bom
funcionamento dos ecossistemas.
A entrada é livre mas os interessados devem inscrever-se pelos
endereços eletrónicos lferreira@lnec.pt e jpmontei@ualg.pt. Conheça
mais sobre este projeto no sítio
http://www.lnec.pt/organizacao/dha/organizacao/dha/nas/estudos_id/PROWATERMAN.
.diariOnline RS
09:28 quarta-feira, 28 novembro 2012
http://www.regiaosul.pt/noticia.php?refnoticia=132207
Aveiro: Universidade cria serviço de investigação dirigido ao ramo agro-alimentar
Aveiro 2012-11-28 08:35:00
A Universidade de Aveiro criou um novo serviço de investigação
dirigido ao ramo agro-alimentar. Duas dezenas de investigadores, na
maioria bioquímicos, alguns dos quais com prémios internacionais,
estão prontos a colaborar no desenvolvimento do sector. As empresas
precisam de ajuda, sobretudo, para criar produtos em condições de
exportar.
Vinho branco sem adição de anidrido para ser ingerido por alérgicos.
Borras de café aproveitadas em suplementos que combatem o colesterol.
Ou tecnologias de altas pressões que permitem conservar melhor os
alimentos.
Em comum, todos estes projetos de investigação têm a chancela da
Universidade de Aveiro. Competências agrupadas a partir de agora numa
nova plataforma tecnológica agro-alimentar apresentada às empresas do
sector.
"Todo o agroalimentar é um setor transversal que bebe sobre a química,
a bioquímica e a biologia e é nesta lógica de articulação que
trabalhamos", disse Carlos Pascoal Neto, vice-reitor da UA.
O trabalho em rede deve ser prioritário mas de uma forma mais
pragmática, pediu Amândio Santos, presidente da associação
PortugalFoods, marca que representa o sector agro-alimentar nacional.
"Colocando as universidades e as empresas a falar a mesma linguagem e
desenvolvendo todo o trabalho dos promotores de conhecimento adequado
a criação de valor nas empresas. Há que investigar o que produz valor.
Não há recursos para andar a desperdiçar. Portugal não tem por
princípio trabalhar em rede mas estamos a fazer isso".
As empresas agro-alimentares portuguesas pedem às universidades maior
envolvimento no desenvolvimento de produtos, especialmente para
conquitar o mercado externo.
http://www.terranova.pt/index.php?idNoticia=20147
A Universidade de Aveiro criou um novo serviço de investigação
dirigido ao ramo agro-alimentar. Duas dezenas de investigadores, na
maioria bioquímicos, alguns dos quais com prémios internacionais,
estão prontos a colaborar no desenvolvimento do sector. As empresas
precisam de ajuda, sobretudo, para criar produtos em condições de
exportar.
Vinho branco sem adição de anidrido para ser ingerido por alérgicos.
Borras de café aproveitadas em suplementos que combatem o colesterol.
Ou tecnologias de altas pressões que permitem conservar melhor os
alimentos.
Em comum, todos estes projetos de investigação têm a chancela da
Universidade de Aveiro. Competências agrupadas a partir de agora numa
nova plataforma tecnológica agro-alimentar apresentada às empresas do
sector.
"Todo o agroalimentar é um setor transversal que bebe sobre a química,
a bioquímica e a biologia e é nesta lógica de articulação que
trabalhamos", disse Carlos Pascoal Neto, vice-reitor da UA.
O trabalho em rede deve ser prioritário mas de uma forma mais
pragmática, pediu Amândio Santos, presidente da associação
PortugalFoods, marca que representa o sector agro-alimentar nacional.
"Colocando as universidades e as empresas a falar a mesma linguagem e
desenvolvendo todo o trabalho dos promotores de conhecimento adequado
a criação de valor nas empresas. Há que investigar o que produz valor.
Não há recursos para andar a desperdiçar. Portugal não tem por
princípio trabalhar em rede mas estamos a fazer isso".
As empresas agro-alimentares portuguesas pedem às universidades maior
envolvimento no desenvolvimento de produtos, especialmente para
conquitar o mercado externo.
http://www.terranova.pt/index.php?idNoticia=20147
Ruralidade e urbanidade
Rede das Aldeias do Xisto abre loja no Porto
Florbela Alves (texto) e Lucília Monteiro (foto)
7:05 Quarta feira, 28 de Novembro de 2012
Chama-se Espaço X e é "a morada" da rede das Aldeias do Xisto no
Porto. Este espaço ambiciona muito mais do que servir de montra aos
saberes e sabores das 27 aldeias situadas na zona centro do País,
integrantes deste projeto de desenvolvimento sustentável.
Rui Simão, coordenador da Agência para o Desenvolvimento Turístico das
Aldeias do Xisto (ADXTUR) realça ser mais "uma oportunidade de atrair
público urbano" para um "destino rural da natureza".
Em armários que recriam as antigas mercearias estão dispostos alguns
dos produtos produzidos em toda a área dos 21 municípios da rede de
Arganil a Vila Rei, de Castelo Branco ao Fundão, como compotas, mel,
azeite, chás, vinhos e aguardentes, queijo e enchidos.
Neste espaço com diversas atividades semanais (ver caixa) está
patente, até meados de janeiro, a mostra Água Musa que relaciona a
água com o craft, design e natureza, e inclui o trabalho de 18
artesãos. "Queremos que seja um buraco a partir do qual possam
espreitar as Aldeias do Xisto", desafia Rui Simão.
Fora das aldeias, é a quarta loja da rede que se junta às de Lisboa,
Barcelona e Coimbra.
http://visao.sapo.pt/ruralidade-e-urbanidade=f698927
Florbela Alves (texto) e Lucília Monteiro (foto)
7:05 Quarta feira, 28 de Novembro de 2012
Chama-se Espaço X e é "a morada" da rede das Aldeias do Xisto no
Porto. Este espaço ambiciona muito mais do que servir de montra aos
saberes e sabores das 27 aldeias situadas na zona centro do País,
integrantes deste projeto de desenvolvimento sustentável.
Rui Simão, coordenador da Agência para o Desenvolvimento Turístico das
Aldeias do Xisto (ADXTUR) realça ser mais "uma oportunidade de atrair
público urbano" para um "destino rural da natureza".
Em armários que recriam as antigas mercearias estão dispostos alguns
dos produtos produzidos em toda a área dos 21 municípios da rede de
Arganil a Vila Rei, de Castelo Branco ao Fundão, como compotas, mel,
azeite, chás, vinhos e aguardentes, queijo e enchidos.
Neste espaço com diversas atividades semanais (ver caixa) está
patente, até meados de janeiro, a mostra Água Musa que relaciona a
água com o craft, design e natureza, e inclui o trabalho de 18
artesãos. "Queremos que seja um buraco a partir do qual possam
espreitar as Aldeias do Xisto", desafia Rui Simão.
Fora das aldeias, é a quarta loja da rede que se junta às de Lisboa,
Barcelona e Coimbra.
http://visao.sapo.pt/ruralidade-e-urbanidade=f698927
ViniPortugal mantém 7 milhões de euros para promoção externa do setor do vinho em 2013
6:01 Quarta feira, 28 de novembro de 2012
Porto, 28 nov (Lusa) -- A ViniPortugal, associação responsável pela
promoção dos vinhos nacionais, vai apresentar hoje o plano para 2013,
um "refinamento" do plano anterior que mantém a verba de sete milhões
de euros, disse à Lusa o presidente, Jorge Monteiro.
De acordo com o presidente da ViniPortugal, dos sete milhões, dois
destinam-se ao mercado dos EUA, um milhão para promoção no Brasil,
enquanto mercados como Canadá, China e Angola contam com verbas entre
500 e 700 mil euros.
O orçamento total do plano que vai hoje ser apresentado no Fórum
Vinhos de Portugal, no Palácio da Bolsa, no Porto, manteve-se
inalterado de 2012 para 2013 e há uma expectativa de que assim
permaneça em 2014, uma vez que um aumento do montante poderia colocar
maior pressão sobre os participantes privados.
http://expresso.sapo.pt/viniportugal-mantem-7-milhoes-de-euros-para-promocao-externa-do-setor-do-vinho-em-2013=f769997
Porto, 28 nov (Lusa) -- A ViniPortugal, associação responsável pela
promoção dos vinhos nacionais, vai apresentar hoje o plano para 2013,
um "refinamento" do plano anterior que mantém a verba de sete milhões
de euros, disse à Lusa o presidente, Jorge Monteiro.
De acordo com o presidente da ViniPortugal, dos sete milhões, dois
destinam-se ao mercado dos EUA, um milhão para promoção no Brasil,
enquanto mercados como Canadá, China e Angola contam com verbas entre
500 e 700 mil euros.
O orçamento total do plano que vai hoje ser apresentado no Fórum
Vinhos de Portugal, no Palácio da Bolsa, no Porto, manteve-se
inalterado de 2012 para 2013 e há uma expectativa de que assim
permaneça em 2014, uma vez que um aumento do montante poderia colocar
maior pressão sobre os participantes privados.
http://expresso.sapo.pt/viniportugal-mantem-7-milhoes-de-euros-para-promocao-externa-do-setor-do-vinho-em-2013=f769997
Herdade da Mingorra quer exportar mais vinho em 2012-2013
A Herdade da Mingorra, situada na freguesia da Trindade (Beja), tem
vindo a aumentar as vendas dos seus vinhos ano após ano e o grande
objectivo para a campanha de 2012-2013 é continuar a crescer no
mercado nacional e reforçar o seu volume de exportações.
"Neste momento, estamos a exportar cerca de 60% e a vender em
Portugal cerca de 40% da nossa produção. Mas o nosso objectivo era
acabar o ano de 2012 e iniciar 2013 com 70% do nosso vinho vendido
para a exportação e 30% para o mercado nacional", revela ao "CA" Sofia
Uva, responsável pelo sector das exportações da empresa.
"Em Portugal aumentámos as nossas vendas este ano e se aumentarmos
também as vendas lá fora, para os tais 70% da nossa produção, isso
significa que vamos vender mais vinho na totalidade", acrescenta a
mesma responsável.
Em média, dos 145 hectares de vinhas da Herdade da Mingorra
(algumas com mais de 30 anos e onde estão presentes nove castas tintas
e seis castas brancas) saem por ano um milhão de litros de vinho, mas
em 2012 a seca teve como consequência uma quebra de 17% na produção.
Em Portugal os vinhos da adega da família Uva destinam-se,
sobretudo, para as grandes superfícies, enquanto que lá para fora os
mercados preferenciais são "Angola, alguns estados dos EUA e China".
http://correioalentejo.com/?diaria=8211
vindo a aumentar as vendas dos seus vinhos ano após ano e o grande
objectivo para a campanha de 2012-2013 é continuar a crescer no
mercado nacional e reforçar o seu volume de exportações.
"Neste momento, estamos a exportar cerca de 60% e a vender em
Portugal cerca de 40% da nossa produção. Mas o nosso objectivo era
acabar o ano de 2012 e iniciar 2013 com 70% do nosso vinho vendido
para a exportação e 30% para o mercado nacional", revela ao "CA" Sofia
Uva, responsável pelo sector das exportações da empresa.
"Em Portugal aumentámos as nossas vendas este ano e se aumentarmos
também as vendas lá fora, para os tais 70% da nossa produção, isso
significa que vamos vender mais vinho na totalidade", acrescenta a
mesma responsável.
Em média, dos 145 hectares de vinhas da Herdade da Mingorra
(algumas com mais de 30 anos e onde estão presentes nove castas tintas
e seis castas brancas) saem por ano um milhão de litros de vinho, mas
em 2012 a seca teve como consequência uma quebra de 17% na produção.
Em Portugal os vinhos da adega da família Uva destinam-se,
sobretudo, para as grandes superfícies, enquanto que lá para fora os
mercados preferenciais são "Angola, alguns estados dos EUA e China".
http://correioalentejo.com/?diaria=8211
PARA A COMPETITIVIDADE DA AGRICULTURA
Opinião | 28-11-2012
Por Jorge Almeida
A agricultura portuguesa enfrenta hoje, 25 anos após o início das
ajudas comunitárias, desafios de enorme dimensão e complexidade.
Apesar da introdução, nas últimas décadas, de diversos fatores de
modernidade, a realidade demonstra porém...
...a persistência de um conjunto de debilidades e constrangimentos
marcantes, que urge ultrapassar, e transformar em oportunidades de
crescimento e desenvolvimento para o setor.
O envelhecimento da população agrícola, o insuficiente nível de
competências técnicas, a fraca reprodutibilidade dos investimentos, o
débil tecido empresarial, um associativismo com grandes deficits
organizacionais e de gestão.
O mercado globalizou-se, e é hoje disputado por economias
completamente diferentes da nossa, comercialmente muito agressivas, ou
então muito distintas em direitos e regalias sociais, e
consequentemente, em custos de produção.
Há uma atividade agrícola no nosso país dirigida para o consumo
familiar e para os mercados locais que tem e terá cada vez mais
importância na economia local e regional, e há uma atividade agrícola
ou agroindustrial competitiva, que terá que produzir bens com a melhor
relação qualidade-preço, sustentada em modernos processos de trabalho,
com redução dos custos de produção, e no permanente melhoramento
qualitativo do produto final. E é no êxito desta atividade que pode
residir a sustentabilidade económica de grande parte do mundo rural
português. Com um bom nível de organização, e com uma aposta clara em
produtos e respectivas fileiras, onde sabemos que podemos ser
competitivos à escala global.
A vinha, o olival, as hortícolas, as frutas e a floresta deverão
continuar a ser a nossa aposta. É que são bens que têm ainda uma
significativa margem de progressão de competitividade, progressão essa
que poderá acontecer sem grandes inputs, sem grande agravamento de
custos, uma vez que resultam de um saber fazer já existente, e dum
potencial endógeno, assente nas características do solo, nas
especificidades edafo-climáticas, no património genético.
Mas desengane-se quem pensa que com investimentos técnicos adequados,
e com melhoria significativa dos níveis de gestão e organização das
unidades de produção, ficam alcançadas as condições para uma boa
competitividade daqueles produtos.
Enquanto a máquina administrativa do estado não mudar de paradigma,
enquanto não atingir uma cultura de proximidade, ajuda, agilização,
facilitação da vida dos agricultores, a competitividade continuará a
ser muito difícil de atingir.
Apesar da introdução dos meios digitais, apesar da boa vontade de
muitos e muitos zelosos funcionários, a realidade continua a mostrar
nalguns departamentos, lentidão, burocracia, insensibilidade, e um
complicómetro virado contra os interesses dos agricultores.
Perde-se tempo, dinheiro, paciência, vontade, entusiasmo, e perdem-se
sobretudo muitos negócios. Valia a pena começar por investir aqui, com
a tal "refundação do estado" anunciada.
http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=14714
Por Jorge Almeida
A agricultura portuguesa enfrenta hoje, 25 anos após o início das
ajudas comunitárias, desafios de enorme dimensão e complexidade.
Apesar da introdução, nas últimas décadas, de diversos fatores de
modernidade, a realidade demonstra porém...
...a persistência de um conjunto de debilidades e constrangimentos
marcantes, que urge ultrapassar, e transformar em oportunidades de
crescimento e desenvolvimento para o setor.
O envelhecimento da população agrícola, o insuficiente nível de
competências técnicas, a fraca reprodutibilidade dos investimentos, o
débil tecido empresarial, um associativismo com grandes deficits
organizacionais e de gestão.
O mercado globalizou-se, e é hoje disputado por economias
completamente diferentes da nossa, comercialmente muito agressivas, ou
então muito distintas em direitos e regalias sociais, e
consequentemente, em custos de produção.
Há uma atividade agrícola no nosso país dirigida para o consumo
familiar e para os mercados locais que tem e terá cada vez mais
importância na economia local e regional, e há uma atividade agrícola
ou agroindustrial competitiva, que terá que produzir bens com a melhor
relação qualidade-preço, sustentada em modernos processos de trabalho,
com redução dos custos de produção, e no permanente melhoramento
qualitativo do produto final. E é no êxito desta atividade que pode
residir a sustentabilidade económica de grande parte do mundo rural
português. Com um bom nível de organização, e com uma aposta clara em
produtos e respectivas fileiras, onde sabemos que podemos ser
competitivos à escala global.
A vinha, o olival, as hortícolas, as frutas e a floresta deverão
continuar a ser a nossa aposta. É que são bens que têm ainda uma
significativa margem de progressão de competitividade, progressão essa
que poderá acontecer sem grandes inputs, sem grande agravamento de
custos, uma vez que resultam de um saber fazer já existente, e dum
potencial endógeno, assente nas características do solo, nas
especificidades edafo-climáticas, no património genético.
Mas desengane-se quem pensa que com investimentos técnicos adequados,
e com melhoria significativa dos níveis de gestão e organização das
unidades de produção, ficam alcançadas as condições para uma boa
competitividade daqueles produtos.
Enquanto a máquina administrativa do estado não mudar de paradigma,
enquanto não atingir uma cultura de proximidade, ajuda, agilização,
facilitação da vida dos agricultores, a competitividade continuará a
ser muito difícil de atingir.
Apesar da introdução dos meios digitais, apesar da boa vontade de
muitos e muitos zelosos funcionários, a realidade continua a mostrar
nalguns departamentos, lentidão, burocracia, insensibilidade, e um
complicómetro virado contra os interesses dos agricultores.
Perde-se tempo, dinheiro, paciência, vontade, entusiasmo, e perdem-se
sobretudo muitos negócios. Valia a pena começar por investir aqui, com
a tal "refundação do estado" anunciada.
http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=14714
Como será o consumo nos próximos anos?
José António Rousseau, presidente do Fórum do Consumo
O consumo é, e continuará a ser sempre, a atividade económica mais popular do
mundo. Em 2008, Portugal era um dos países da União Europeia que mais consumia
em percentagem do seu PIB. O valor do consumo final - consumo privado mais
consumo público - em percentagem do PIB era de 87,9% enquanto a média europeia
era somente de 78,3% do PIB. Só a Grécia e o Chipre possuíam níveis de consumos
mais elevados do que os de Portugal.
Estes números explicam bem a evolução e a modernização da sociedade portuguesa.
Pela primeira vez, em décadas, as famílias portuguesas tiveram oportunidade de,
através do consumo de bens e serviços a que antes não tinham acesso, melhorar
as suas condições de vida. O consumo democratizou-se e vulgarizou-se. Para tal,
muito contribuiu o fácil acesso ao crédito, de uma forma simples e fácil como os
portugueses nunca antes tinham conhecido.
Porém, desde o início da crise, em Setembro de 2008, a concessão de empréstimos
para consumo pelas instituições de crédito especializado caiu para quase metade.
Esta redução do crédito ao consumo contribuiu também para uma forte redução
do consumo e, consequentemente, da procura, logo, das vendas de produtores e
distribuidores. Esta brutal quebra do consumo privado encerra novos paradigmas:
A necessidade de repensar modelos de negócio, a extensão da atual oferta e da
capacidade instalada.
Quase todos afirmam que será consumindo menos. Tal caminho irá implicar e exigir
um grande debate nacional técnico, não político, sobre o consumo. Este debate
deverá envolver empresas da produção, da distribuição, dos serviços,
consumidores,
profissionais, meios de informação e universidades. Só assim será
possível conciliar
necessidade e encontrar ferramentas que permitam estimular a economia e o
consumo.
Com menos consumo teremos menos marcas, mais encerramentos de lojas,
grave ausência de estímulos para a novidade, forte redução da capacidade de
investimento. Por tudo isto temos a imperativa obrigação de fazer
alguma coisa. Mas
o quê? O Fórum do Consumo pretende ajudar nessa partilha e colaborar, enquanto
plataforma de diálogo, e contribuir para a criação de um clima de
confiança entre
todos os atores. Algo indispensável para se poder trabalhar em conjunto de forma
verdadeira, com vista a criar, implementar e antecipar soluções. Assim
o Fórum do
Consumo tem por missão:
• Agregar interesses, dirigindo-se aos seus associados e aos mercados, nos
quais procurará criar o necessário envolvimento para que todos, sem
exceção, se sintam parte integrante do projeto;
• Constituir um espaço neutral e aberto à livre troca de opinião, ao
debate construtivo, ao estudo dos fenómenos das relações comerciais
e de consumo, celebradas entre consumidores, profissionais, meios de
informação, universidades e empresas da produção, da distribuição e dos
serviços;
• Contribuir para a inovação dos processos, das metodologias, dos projetos,
de modo a conseguir energizar a sociedade portuguesa e levá-la a acreditar
que tudo é possível e que o pensamento, a ação e a atitude positiva são
imprescindíveis;
É também incompreensível que os meios universitários continuem a dedicar tão
pouco do seu tempo ao estudo e ao ensino da temática do consumo, produzindo
pouco conteúdos científicos sobre um fenómeno transversal e omnipresente.
O envolvimento de diferentes atores é uma premissa importante, que
ajudará a criar
sinergia, a debater e aprofundar o conhecimento sobre o fenómeno do Consumo.
Só assim, acreditamos, será possível aprofundar o conhecimento e contribuir
para a evolução e crescimento sustentado deste fenómeno que nos acompanha
diariamente.
José António Rousseau, presidente do Fórum do Consumo
www.forumconsumo.com
fonte: gci
O consumo é, e continuará a ser sempre, a atividade económica mais popular do
mundo. Em 2008, Portugal era um dos países da União Europeia que mais consumia
em percentagem do seu PIB. O valor do consumo final - consumo privado mais
consumo público - em percentagem do PIB era de 87,9% enquanto a média europeia
era somente de 78,3% do PIB. Só a Grécia e o Chipre possuíam níveis de consumos
mais elevados do que os de Portugal.
Estes números explicam bem a evolução e a modernização da sociedade portuguesa.
Pela primeira vez, em décadas, as famílias portuguesas tiveram oportunidade de,
através do consumo de bens e serviços a que antes não tinham acesso, melhorar
as suas condições de vida. O consumo democratizou-se e vulgarizou-se. Para tal,
muito contribuiu o fácil acesso ao crédito, de uma forma simples e fácil como os
portugueses nunca antes tinham conhecido.
Porém, desde o início da crise, em Setembro de 2008, a concessão de empréstimos
para consumo pelas instituições de crédito especializado caiu para quase metade.
Esta redução do crédito ao consumo contribuiu também para uma forte redução
do consumo e, consequentemente, da procura, logo, das vendas de produtores e
distribuidores. Esta brutal quebra do consumo privado encerra novos paradigmas:
A necessidade de repensar modelos de negócio, a extensão da atual oferta e da
capacidade instalada.
Quase todos afirmam que será consumindo menos. Tal caminho irá implicar e exigir
um grande debate nacional técnico, não político, sobre o consumo. Este debate
deverá envolver empresas da produção, da distribuição, dos serviços,
consumidores,
profissionais, meios de informação e universidades. Só assim será
possível conciliar
necessidade e encontrar ferramentas que permitam estimular a economia e o
consumo.
Com menos consumo teremos menos marcas, mais encerramentos de lojas,
grave ausência de estímulos para a novidade, forte redução da capacidade de
investimento. Por tudo isto temos a imperativa obrigação de fazer
alguma coisa. Mas
o quê? O Fórum do Consumo pretende ajudar nessa partilha e colaborar, enquanto
plataforma de diálogo, e contribuir para a criação de um clima de
confiança entre
todos os atores. Algo indispensável para se poder trabalhar em conjunto de forma
verdadeira, com vista a criar, implementar e antecipar soluções. Assim
o Fórum do
Consumo tem por missão:
• Agregar interesses, dirigindo-se aos seus associados e aos mercados, nos
quais procurará criar o necessário envolvimento para que todos, sem
exceção, se sintam parte integrante do projeto;
• Constituir um espaço neutral e aberto à livre troca de opinião, ao
debate construtivo, ao estudo dos fenómenos das relações comerciais
e de consumo, celebradas entre consumidores, profissionais, meios de
informação, universidades e empresas da produção, da distribuição e dos
serviços;
• Contribuir para a inovação dos processos, das metodologias, dos projetos,
de modo a conseguir energizar a sociedade portuguesa e levá-la a acreditar
que tudo é possível e que o pensamento, a ação e a atitude positiva são
imprescindíveis;
É também incompreensível que os meios universitários continuem a dedicar tão
pouco do seu tempo ao estudo e ao ensino da temática do consumo, produzindo
pouco conteúdos científicos sobre um fenómeno transversal e omnipresente.
O envolvimento de diferentes atores é uma premissa importante, que
ajudará a criar
sinergia, a debater e aprofundar o conhecimento sobre o fenómeno do Consumo.
Só assim, acreditamos, será possível aprofundar o conhecimento e contribuir
para a evolução e crescimento sustentado deste fenómeno que nos acompanha
diariamente.
José António Rousseau, presidente do Fórum do Consumo
www.forumconsumo.com
fonte: gci
Emigrar para a Rússia em busca de projectos na agricultura
inShare
27 de Novembro, 2012Por José Milhazes, da agência Lusa
A Rússia nunca foi um país de emigração para quem optava por sair de
Portugal, mas, a pouco e pouco, aumenta o número de portugueses que
apostam naquele país para realizar a sua carreira profissional.
Portugueses ocupam, actualmente, cargos de responsabilidade nas
representações de multinacionais na Rússia como a Volkswagen, Pepsi,
Auchan e Metro.
Porém, entre eles não se encontra o jovem agrónomo José André Cardoso,
que foi à procura de novos negócios.
"A Rússia para mim sempre foi um país que me despertou curiosidade
desde muito cedo, não só pela rica história que é do conhecimento de
muitos, mas também pelas coisas que o meu pai contava sobre este
país", diz o português à agência Lusa.
"Depois tomei conhecimento sobre o pai da pedologia, Vassili
Dokutchaev, sobre a famosa "terra negra" e também sobre os milhões de
hectares de solo arável que existiam nesta parte do mundo", continua o
licenciado na Universidade de Évora.
"Apercebi-me então que os projectos agrícolas que se podiam executar
aqui muito dificilmente se executariam noutro lugar pelo facto de ser
uma área pouco desenvolvida na Rússia, isto é, com muitos anos de
atraso tecnológico e de conhecimento em relação à Europa e EUA",
frisa.
José André Cardoso, 31 anos, não esconde que "a situação económica que
o país [Portugal] atravessa" o levou a olhar para essa oportunidade e
a "fazer as malas", porém, sublinha que a crise foi apenas um dos
factores da emigração.
"Talvez tivesse emigrado à mesma, pois tive sempre vontade de alargar
horizontes e ter experiência profissional noutros países", sublinha.
O jovem agrónomo reconhece que a Rússia é um mercado muito difícil,
"onde é preciso batalhar muito, muito mesmo", mas promete continuar.
"O futuro é incerto, mas sem dúvida que vou continuar por cá, agora
que finalmente falo russo, seja no café, seja em reuniões de trabalho,
mais portas estão-se a abrir, por isso...", conclui.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=63688
27 de Novembro, 2012Por José Milhazes, da agência Lusa
A Rússia nunca foi um país de emigração para quem optava por sair de
Portugal, mas, a pouco e pouco, aumenta o número de portugueses que
apostam naquele país para realizar a sua carreira profissional.
Portugueses ocupam, actualmente, cargos de responsabilidade nas
representações de multinacionais na Rússia como a Volkswagen, Pepsi,
Auchan e Metro.
Porém, entre eles não se encontra o jovem agrónomo José André Cardoso,
que foi à procura de novos negócios.
"A Rússia para mim sempre foi um país que me despertou curiosidade
desde muito cedo, não só pela rica história que é do conhecimento de
muitos, mas também pelas coisas que o meu pai contava sobre este
país", diz o português à agência Lusa.
"Depois tomei conhecimento sobre o pai da pedologia, Vassili
Dokutchaev, sobre a famosa "terra negra" e também sobre os milhões de
hectares de solo arável que existiam nesta parte do mundo", continua o
licenciado na Universidade de Évora.
"Apercebi-me então que os projectos agrícolas que se podiam executar
aqui muito dificilmente se executariam noutro lugar pelo facto de ser
uma área pouco desenvolvida na Rússia, isto é, com muitos anos de
atraso tecnológico e de conhecimento em relação à Europa e EUA",
frisa.
José André Cardoso, 31 anos, não esconde que "a situação económica que
o país [Portugal] atravessa" o levou a olhar para essa oportunidade e
a "fazer as malas", porém, sublinha que a crise foi apenas um dos
factores da emigração.
"Talvez tivesse emigrado à mesma, pois tive sempre vontade de alargar
horizontes e ter experiência profissional noutros países", sublinha.
O jovem agrónomo reconhece que a Rússia é um mercado muito difícil,
"onde é preciso batalhar muito, muito mesmo", mas promete continuar.
"O futuro é incerto, mas sem dúvida que vou continuar por cá, agora
que finalmente falo russo, seja no café, seja em reuniões de trabalho,
mais portas estão-se a abrir, por isso...", conclui.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=63688
ORÇAMENTO DA UE: Livrem-se da PAC
27 novembro 2012 THE GUARDIAN LONDRES
AFP
A Política Agrícola Comum foi um dos pontos polémicos da cimeira da UE
da semana passada. Em plena crise económica, como podemos juntar-nos
aos franceses e defender que se gaste €50 mil milhões numa política
que beneficia os proprietários ricos e não faz nada para proteger o
ambiente, escreve, encolerizado, o colunista ambientalista George
Monbiot.
George Monbiot
Há uma clara simetria nos números que ajudaram a afundar a cimeira
europeia. O orçamento proposto era superior, em €50 mil milhões, ao
que o Governo do Reino Unido poderia aceitar. É este o montante que os
agricultores europeus recebem anualmente. A controversa correção
orçamental a favor do Reino Unido ascende a €3,6 mil milhões por ano:
um pouco menos do que a nossa contribuição para os subsídios agrícolas
da Europa.
Pairando sobre a cimeira da semana passada, envenenando todas as
negociações, flutua uma política de gastos elevadíssimos chamada
política agrícola comum. As conversações fracassaram em parte porque,
pressionado por François Hollande, o presidente do Conselho Europeu
propôs aumentar o grande bolo em mais oito mil milhões de euros
durante seis anos. Raramente estou do seu lado, mas os Governos
britânico e holandês tiveram razão em dizer que não.
O facto de o povo da Europa tolerar este roubo é motivo de espanto
constante. Os subsídios agrícolas são o equivalente da ajuda feudal,
no século XXI: os impostos que os vassalos medievais eram obrigados a
pagar aos seus senhores pelo privilégio de lhes colocarem o jugo. O
regime de pagamento único, que representa a maioria do dinheiro, é um
prémio à propriedade da terra. Quanto mais se tiver, mais se recebe.
Por uma espantosa coincidência, os maiores proprietários de terras
incluem-se entre as pessoas mais ricas da Europa. Todos os
contribuintes da UE, incluindo os mais pobres, subsidiam os senhores
da terra: não uma vez, como aconteceu durante o salvamento dos bancos,
mas perpetuamente. Todas as famílias do Reino Unido pagam em média 245
libras [cerca de €300] por ano para manter o estilo de vida a que os
milionários estão habituados. Neste continente, não foi concebida
nenhuma outra forma mais regressiva de tributação desde a queda das
velhas autocracias. Não se preocupem com o facto de os agricultores
franceses despejarem estrume nas ruas: devíamos despejar estrume em
cima dos agricultores franceses.
Excedente de ovelhas inundou o mercado
Seria injusto ficar por aí. Há muita gente no Reino Unido que merece o
mesmo tratamento. No ano passado, o comité do ambiente, alimentação e
assuntos rurais da Câmara dos Comuns defendeu, num relatório
estranhamente desequilibrado, que o sistema de subsídios agrícolas não
vai suficientemente longe. O comité quer complementar os pagamentos
pela posse da terra com o relançamento dos pagamentos por cabeça de
gado: dinheiro por cada animal que os agricultores amontoam nos seus
campos.
Este disparate ultrapassa os disparates dos franceses. Houve
excelentes razões para os pagamentos por cabeça de gado serem
suspensos gradualmente, em 2003. Estes constituíam um incentivo a
encher as colinas com tantos animais (sobretudo ovelhas) quanto
possível, sem ter em conta o impacto que isso tem sobre o mundo
natural e sobre o bem-estar das ovelhas. O excedente de ovelhas
inundou o mercado, levando à falência os agricultores que os
pagamentos deveriam proteger. A proposta do comité é consentânea com
um princípio europeu de longa data e tolo: quanto menos uma região é
adequada para a agricultura, mais dinheiro se gasta para garantir que
a exploração agrícola continua a ser ali praticada. É esta a lógica
subjacente a subsídios extra como os pagamentos destinados a zonas
desfavorecidas.
Esta abordagem é justificada através de uma afirmação sem fundamento:
essa agricultura, em especial nas zonas de montanha, é necessária para
proteger o ambiente. A Comissão Europeia defende que a agricultura é
essencial para "combater a perda de biodiversidade" e reduzir as
emissões de gases com efeito de estufa. Estas afirmações raramente são
acompanhadas de qualquer coisa que se assemelhe a uma referência
científica. Refletem uma visão bíblica da orientação humana. Seria
encantador acreditar que os agricultores que exploram os outeiros, os
proprietários de terras com quem é mais fácil simpatizar, produzem
apenas coisas boas – mas isso é pura realização de um desejo.
Travar o crescimento de árvores e arbustos
Ao longo das últimas décadas, verificou-se um declínio catastrófico da
vida selvagem, em resultado do pastoreio, escoamento de águas,
submersão de resíduos que envenenam as correntes de água e remoção de
habitats pelos agricultores. O chocante relatório da semana passada
sobre a situação das aves no Reino Unido mostra que, desde 1966, se
perderam 20% das aves, sendo essa perda de 50% nas terras agrícolas.
O sistema de subsídios não promove apenas esta destruição: exige-a.
Uma norma europeia insiste em que, para receberem os principais
pagamentos, os agricultores devem impedir "a invasão das terras
agrícolas por vegetação indesejável". Por outras palavras, devem
travar o crescimento de árvores e arbustos. Para receberem o seu
dinheiro, os agricultores não são obrigados a cultivar produtos nem a
manter animais nas terras mas têm de as manter ceifadas. Em toda a
Europa, são destruídos habitats da vida selvagem – em muitos casos, em
terras sem valor para a agricultura – simplesmente para expandir a
área elegível para subsídios.
A Comissão Europeia defende que os subsídios são necessários para
ajudar os agricultores a "dar resposta à crescente procura mundial de
alimentos, que se espera venha a aumentar em 70% até 2050". Mas, se se
espera que a procura mundial de alimentos aumente 70%, porque são
precisos os subsídios? Ainda não há muito tempo, os pagamentos
agrícolas eram justificados através do argumento de que a procura
mundial era baixa. Agora, são justificados através do argumento de que
a procura é alta. Primeiro vem a política e as justificações ficam
para mais tarde.
A Europa está em crise. Está em crise porque o dinheiro se acabou.
Serviços públicos essenciais estão a sofrer cortes (em muitos casos,
injustamente e desnecessariamente) e, ao mesmo tempo, são pagos
anualmente €50 mil milhões a proprietários de terras. Quase nunca, na
área do conflito humano, foi dado tanto a tão poucos.
http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3084381-livrem-se-da-pac?xtor=RSS-9
AFP
A Política Agrícola Comum foi um dos pontos polémicos da cimeira da UE
da semana passada. Em plena crise económica, como podemos juntar-nos
aos franceses e defender que se gaste €50 mil milhões numa política
que beneficia os proprietários ricos e não faz nada para proteger o
ambiente, escreve, encolerizado, o colunista ambientalista George
Monbiot.
George Monbiot
Há uma clara simetria nos números que ajudaram a afundar a cimeira
europeia. O orçamento proposto era superior, em €50 mil milhões, ao
que o Governo do Reino Unido poderia aceitar. É este o montante que os
agricultores europeus recebem anualmente. A controversa correção
orçamental a favor do Reino Unido ascende a €3,6 mil milhões por ano:
um pouco menos do que a nossa contribuição para os subsídios agrícolas
da Europa.
Pairando sobre a cimeira da semana passada, envenenando todas as
negociações, flutua uma política de gastos elevadíssimos chamada
política agrícola comum. As conversações fracassaram em parte porque,
pressionado por François Hollande, o presidente do Conselho Europeu
propôs aumentar o grande bolo em mais oito mil milhões de euros
durante seis anos. Raramente estou do seu lado, mas os Governos
britânico e holandês tiveram razão em dizer que não.
O facto de o povo da Europa tolerar este roubo é motivo de espanto
constante. Os subsídios agrícolas são o equivalente da ajuda feudal,
no século XXI: os impostos que os vassalos medievais eram obrigados a
pagar aos seus senhores pelo privilégio de lhes colocarem o jugo. O
regime de pagamento único, que representa a maioria do dinheiro, é um
prémio à propriedade da terra. Quanto mais se tiver, mais se recebe.
Por uma espantosa coincidência, os maiores proprietários de terras
incluem-se entre as pessoas mais ricas da Europa. Todos os
contribuintes da UE, incluindo os mais pobres, subsidiam os senhores
da terra: não uma vez, como aconteceu durante o salvamento dos bancos,
mas perpetuamente. Todas as famílias do Reino Unido pagam em média 245
libras [cerca de €300] por ano para manter o estilo de vida a que os
milionários estão habituados. Neste continente, não foi concebida
nenhuma outra forma mais regressiva de tributação desde a queda das
velhas autocracias. Não se preocupem com o facto de os agricultores
franceses despejarem estrume nas ruas: devíamos despejar estrume em
cima dos agricultores franceses.
Excedente de ovelhas inundou o mercado
Seria injusto ficar por aí. Há muita gente no Reino Unido que merece o
mesmo tratamento. No ano passado, o comité do ambiente, alimentação e
assuntos rurais da Câmara dos Comuns defendeu, num relatório
estranhamente desequilibrado, que o sistema de subsídios agrícolas não
vai suficientemente longe. O comité quer complementar os pagamentos
pela posse da terra com o relançamento dos pagamentos por cabeça de
gado: dinheiro por cada animal que os agricultores amontoam nos seus
campos.
Este disparate ultrapassa os disparates dos franceses. Houve
excelentes razões para os pagamentos por cabeça de gado serem
suspensos gradualmente, em 2003. Estes constituíam um incentivo a
encher as colinas com tantos animais (sobretudo ovelhas) quanto
possível, sem ter em conta o impacto que isso tem sobre o mundo
natural e sobre o bem-estar das ovelhas. O excedente de ovelhas
inundou o mercado, levando à falência os agricultores que os
pagamentos deveriam proteger. A proposta do comité é consentânea com
um princípio europeu de longa data e tolo: quanto menos uma região é
adequada para a agricultura, mais dinheiro se gasta para garantir que
a exploração agrícola continua a ser ali praticada. É esta a lógica
subjacente a subsídios extra como os pagamentos destinados a zonas
desfavorecidas.
Esta abordagem é justificada através de uma afirmação sem fundamento:
essa agricultura, em especial nas zonas de montanha, é necessária para
proteger o ambiente. A Comissão Europeia defende que a agricultura é
essencial para "combater a perda de biodiversidade" e reduzir as
emissões de gases com efeito de estufa. Estas afirmações raramente são
acompanhadas de qualquer coisa que se assemelhe a uma referência
científica. Refletem uma visão bíblica da orientação humana. Seria
encantador acreditar que os agricultores que exploram os outeiros, os
proprietários de terras com quem é mais fácil simpatizar, produzem
apenas coisas boas – mas isso é pura realização de um desejo.
Travar o crescimento de árvores e arbustos
Ao longo das últimas décadas, verificou-se um declínio catastrófico da
vida selvagem, em resultado do pastoreio, escoamento de águas,
submersão de resíduos que envenenam as correntes de água e remoção de
habitats pelos agricultores. O chocante relatório da semana passada
sobre a situação das aves no Reino Unido mostra que, desde 1966, se
perderam 20% das aves, sendo essa perda de 50% nas terras agrícolas.
O sistema de subsídios não promove apenas esta destruição: exige-a.
Uma norma europeia insiste em que, para receberem os principais
pagamentos, os agricultores devem impedir "a invasão das terras
agrícolas por vegetação indesejável". Por outras palavras, devem
travar o crescimento de árvores e arbustos. Para receberem o seu
dinheiro, os agricultores não são obrigados a cultivar produtos nem a
manter animais nas terras mas têm de as manter ceifadas. Em toda a
Europa, são destruídos habitats da vida selvagem – em muitos casos, em
terras sem valor para a agricultura – simplesmente para expandir a
área elegível para subsídios.
A Comissão Europeia defende que os subsídios são necessários para
ajudar os agricultores a "dar resposta à crescente procura mundial de
alimentos, que se espera venha a aumentar em 70% até 2050". Mas, se se
espera que a procura mundial de alimentos aumente 70%, porque são
precisos os subsídios? Ainda não há muito tempo, os pagamentos
agrícolas eram justificados através do argumento de que a procura
mundial era baixa. Agora, são justificados através do argumento de que
a procura é alta. Primeiro vem a política e as justificações ficam
para mais tarde.
A Europa está em crise. Está em crise porque o dinheiro se acabou.
Serviços públicos essenciais estão a sofrer cortes (em muitos casos,
injustamente e desnecessariamente) e, ao mesmo tempo, são pagos
anualmente €50 mil milhões a proprietários de terras. Quase nunca, na
área do conflito humano, foi dado tanto a tão poucos.
http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3084381-livrem-se-da-pac?xtor=RSS-9
Proibida venda de vinho com a marca Salazar
Publicado às 00.00
SANDRA FERREIRA
O Instituto de Propriedade Industrial chumbou a criação do vinho
"Memórias de Salazar". Motivo: podia ofender a consciência coletiva e
fazer perigar a ordem pública. Autarca de Santa Comba Dão não desiste.
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Viseu&Concelho=Santa%20Comba%20D%E3o&Option=Interior&content_id=2913505
SANDRA FERREIRA
O Instituto de Propriedade Industrial chumbou a criação do vinho
"Memórias de Salazar". Motivo: podia ofender a consciência coletiva e
fazer perigar a ordem pública. Autarca de Santa Comba Dão não desiste.
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Viseu&Concelho=Santa%20Comba%20D%E3o&Option=Interior&content_id=2913505
Áreas regadas atingem recorde a nível global
por Ana Rita Costa
27 de Novembro - 2012
O mais recente relatório da Worldwatch Institute concluiu que a área
mundial de culturas em regadio atingiu um nível recorde.
Este instituto avaliou a expansão das áreas com regadio em todo o
mundo e o seu impacto nos aquíferos naturais e revela que em 2009,
segundo dados da FAO, cerca de 311 milhões de hectares em todo o mundo
estavam equipados com sistemas de regas mas apenas 84% dessa área
estava de facto a ser regada. Em 2010 os países com maior área regada
eram a Índia, a China e os Estados Unidos da América.
O relatório revela ainda que desde 1970 a expansão das áreas de
regadio sofreu um abrandamento. A FAO atribui o declínio do
investimento no regadio à corrupção nos processos de construção e
ainda à consciencialização do impacto ambiental destes projetos.
A crescente disponibilidade de regadios privados mais económicos levou
a um maior investimento privado em pequenos sistemas de regadio em
detrimento do investimento público em sistemas de maior escala.
Com as previsões da população global a excederem os 9 mil milhões de
habitantes em 2050, as áreas com culturas regadas terão que aumentar
11% nas próximas três décadas, de forma a responder às necessidades de
alimentos.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6803&bl=1
27 de Novembro - 2012
O mais recente relatório da Worldwatch Institute concluiu que a área
mundial de culturas em regadio atingiu um nível recorde.
Este instituto avaliou a expansão das áreas com regadio em todo o
mundo e o seu impacto nos aquíferos naturais e revela que em 2009,
segundo dados da FAO, cerca de 311 milhões de hectares em todo o mundo
estavam equipados com sistemas de regas mas apenas 84% dessa área
estava de facto a ser regada. Em 2010 os países com maior área regada
eram a Índia, a China e os Estados Unidos da América.
O relatório revela ainda que desde 1970 a expansão das áreas de
regadio sofreu um abrandamento. A FAO atribui o declínio do
investimento no regadio à corrupção nos processos de construção e
ainda à consciencialização do impacto ambiental destes projetos.
A crescente disponibilidade de regadios privados mais económicos levou
a um maior investimento privado em pequenos sistemas de regadio em
detrimento do investimento público em sistemas de maior escala.
Com as previsões da população global a excederem os 9 mil milhões de
habitantes em 2050, as áreas com culturas regadas terão que aumentar
11% nas próximas três décadas, de forma a responder às necessidades de
alimentos.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6803&bl=1
Capoulas Santos fala do futuro da PAC na Escola Superior de Gestão de Santarém
Publicado por João BaptistaBreves regionais, twitterTerça-feira,
Novembro 27th, 2012
O deputado do Parlamento Europeu, Capoulas Santos, estará esta
sexta-feira, dia 30, pelas 19h00, na ESGTS, a dar uma aula no Curso de
Estudos Europeus Jean Monnet, subordinada ao tema "O Futuro da PAC".
O Curso de Estudos Europeus é uma iniciativa da ESGTS, com o apoio do
Centro Europe Direct, financiada pelo Programa jean Monnet da Comissão
Europeia, que pretende, ao longo de 10 sessões, trazer a debate a
atualidade das questões Europeias.
Mais informação sobre o Curso de Estudos Europeus Jean Monnet em:
http://europedirect.esgs.pt/Grupos/Noticias/CEEJM2.html
http://www.oribatejo.pt/2012/11/capoulas-santos-fala-do-futuro-da-pac-na-escola-superior-de-gestao-de-santarem/
Novembro 27th, 2012
O deputado do Parlamento Europeu, Capoulas Santos, estará esta
sexta-feira, dia 30, pelas 19h00, na ESGTS, a dar uma aula no Curso de
Estudos Europeus Jean Monnet, subordinada ao tema "O Futuro da PAC".
O Curso de Estudos Europeus é uma iniciativa da ESGTS, com o apoio do
Centro Europe Direct, financiada pelo Programa jean Monnet da Comissão
Europeia, que pretende, ao longo de 10 sessões, trazer a debate a
atualidade das questões Europeias.
Mais informação sobre o Curso de Estudos Europeus Jean Monnet em:
http://europedirect.esgs.pt/Grupos/Noticias/CEEJM2.html
http://www.oribatejo.pt/2012/11/capoulas-santos-fala-do-futuro-da-pac-na-escola-superior-de-gestao-de-santarem/
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Portalegre:número de produtores de leite cai a pique
Publicado em terça, 27 novembro 2012 17:02
"É cada vez mais complicado produzir leite em Portugal porque os
produtores estão a fechar as explorações". O alerta é do diretor da
Serraleite, José Manuel Pinheiro.
O diretor da Cooperativa Agrícola de Produtores de Leite de Portalegre
diz que este ano, comparativamente com o período homólogo de 2011, a
empresa registou um decréscimo de 30 por cento no número de produtores
onde habitualmente faz a recolha do leite.
Segundo José Manuel Pinheiro são cada vez mais os produtores que
fecham explorações por não conseguirem suportar os custos de produção
que contrastam com os preços de venda do leite cada vez mais baixos.
O dirigente ressalva que a Serraleite continua a trabalhar com
normalidade mas teme que, de futuro, a empresa sofra as consequências
da diminuição de produtores porque "a Cooperativa só faz sentido se
houver leite para produzir".
A Cooperativa Agrícola de Produtores de Leite de Portalegre iniciou a
sua atividade em 1970 e chegou a trabalhar com mil produtores de
leite, atualmente restam 28.
Carla Aguiã
http://www.radioportalegre.pt/index.php/8-radio/888-portalegre-numero-de-produtores-de-leite-cai-a-pique
"É cada vez mais complicado produzir leite em Portugal porque os
produtores estão a fechar as explorações". O alerta é do diretor da
Serraleite, José Manuel Pinheiro.
O diretor da Cooperativa Agrícola de Produtores de Leite de Portalegre
diz que este ano, comparativamente com o período homólogo de 2011, a
empresa registou um decréscimo de 30 por cento no número de produtores
onde habitualmente faz a recolha do leite.
Segundo José Manuel Pinheiro são cada vez mais os produtores que
fecham explorações por não conseguirem suportar os custos de produção
que contrastam com os preços de venda do leite cada vez mais baixos.
O dirigente ressalva que a Serraleite continua a trabalhar com
normalidade mas teme que, de futuro, a empresa sofra as consequências
da diminuição de produtores porque "a Cooperativa só faz sentido se
houver leite para produzir".
A Cooperativa Agrícola de Produtores de Leite de Portalegre iniciou a
sua atividade em 1970 e chegou a trabalhar com mil produtores de
leite, atualmente restam 28.
Carla Aguiã
http://www.radioportalegre.pt/index.php/8-radio/888-portalegre-numero-de-produtores-de-leite-cai-a-pique
Monção com nova candidatura para emparcelamento agrícola do Vale do Gadanha
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
16:04 Terça feira, 27 de Novembro de 2012
Partilhe este artigo: 0 0
Monção, 27 nov (Lusa) - A Câmara de Monção deverá avançar até final do
ano com uma nova candidatura a fundos comunitários para o projeto de
emparcelamento agrícola do Vale do Gadanha, por concretizar há dez
anos devido à falta de verbas.
"Estamos a ultimar uma nova candidatura para execução, por metade dos
cinco milhões de euros do projeto que foi aprovado, mas sem o
desvirtuar. Temos observado uma grande disponibilidade da senhora
ministra da Agricultura", admitiu à Lusa José Emílio Moreira.
O autarca socialista de Monção reuniu hoje em Lisboa com técnicos do
ministério da Agricultura, precisamente para definir alguns aspetos
desta candidatura de execução, que poderá beneficiar, segundo José
Emílio Moreira, de uma comparticipação a 100 % por fundos
comunitários.
http://visao.sapo.pt/moncao-com-nova-candidatura-para-emparcelamento-agricola-do-vale-do-gadanha=f699137
16:04 Terça feira, 27 de Novembro de 2012
Partilhe este artigo: 0 0
Monção, 27 nov (Lusa) - A Câmara de Monção deverá avançar até final do
ano com uma nova candidatura a fundos comunitários para o projeto de
emparcelamento agrícola do Vale do Gadanha, por concretizar há dez
anos devido à falta de verbas.
"Estamos a ultimar uma nova candidatura para execução, por metade dos
cinco milhões de euros do projeto que foi aprovado, mas sem o
desvirtuar. Temos observado uma grande disponibilidade da senhora
ministra da Agricultura", admitiu à Lusa José Emílio Moreira.
O autarca socialista de Monção reuniu hoje em Lisboa com técnicos do
ministério da Agricultura, precisamente para definir alguns aspetos
desta candidatura de execução, que poderá beneficiar, segundo José
Emílio Moreira, de uma comparticipação a 100 % por fundos
comunitários.
http://visao.sapo.pt/moncao-com-nova-candidatura-para-emparcelamento-agricola-do-vale-do-gadanha=f699137
Cortiça, vinho e biodiversidade juntou entidades do sector corticeiro em debate
27-11-2012
A cortiça e a associação que a representa, Associação Portuguesa da
Cortiça (Apcor), foram chamadas para se sentar à mesa num seminário
sobre "Vitivinicultura e Biodiversidade - boas práticas e valor
acrescentado" que decorreu em Lisboa, no passado dia 20 de Novembro, e
que reuniu várias figuras do mundo do vinho, do ambiente e da fileira
florestal.
Este encontro, organizado pela Quercus, surgiu no âmbito do projecto
Empresas e Biodiversidade-Mundo Rural e a opção pela vitivinicultura
está presente «pelo seu dinamismo, peso na economia e, também, pela
inovação e existência de boas práticas ambientais reconhecidas podem
ter um papel mais activo e influência no mundo rural, na sociedade em
geral e nos mercados», pode ler-se no convite do evento.
Diversas empresas e organizações mostraram um conjunto de boas
práticas amigas do ambiente e, em particular, da componente
biodiversidade associadas ao sector do vinho, num amplo leque de
abordagens e compreendendo toda a linha produtiva, desde a vinha à
escolha do vedante.
Da redução dos pesticidas à preservação da biodiversidade agrícola de
castas autóctones, passando pela rolha de cortiça, que encerra em si
própria a conservação de um importante sistema natural, o montado,
foram temas abordados.
«Vinho, cortiça e montado: da sustentabilidade à integração da oferta»
foi o mote de uma mesa redonda animada pela jornalista Carla Castelo e
composta por representantes da Associação Portuguesa dos Municípios do
Vinho, Quercus, por um produtor de cortiça e vinho reconhecido por
boas práticas ambientais, e pelo director-geral da APCOR, Joaquim
Lima.
A recomendação da Office Internacionale de la Vigne et du Vin (OIV)
que refere que «as rolhas de cortiça representam uma especificidade do
sector vinícola e a sua utilização tem um impacto importante na
conservação sustentável da floresta», foi um dos temas apresentados.
A política sectorial em curso, e que tem demonstrado progressivamente
uma atenção especial às questões ambientais, através por exemplo da
certificação florestal, montado e cadeia de custódia e das
preocupações das empresas do sector para esta temática e para a
responsabilidade social que se lhes incumbe, foi outro dos assuntos.
O sistema de certificação das empresas de cortiça, Systecode, foi,
também, um dado a registar, já que a sua recente alteração inclui
menções às questões ambientais e premeia as empresas que as cumpram.
Nesta intervenção foi, ainda, referido o facto de a cortiça aportar
valor ao vinho na medida em que, por um lado, mais de 60 por cento das
100 marcas top de vinho nos Estados Unidos da América (EUA) estão
vedadas com este material e, por outro lado, mais de 83 por cento dos
consumidores em todo o mundo preferem este vedante para o seu vinho.
A potencial interligação dos valores do montado e da cortiça com as
Rotas do Vinho, que já está em curso do lado espanhol, foi outro
tópico abordado nesta mesa.
O encontro terminou com um exercício prático envolvendo todos os
participantes, acerca de um hipotético sistema de reconhecimento para
um "pack completo de boas práticas", tendo sido elencadas
Oportunidades, Ameaças, Pontos Fortes e Pontos Fracos.
A rolha de cortiça é seguramente um ponto forte e, também, uma
oportunidade para esse reconhecimento e para a valorização de vinhos
mais amigos do ambiente.
Fonte: Dário Económico
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45318.aspx
A cortiça e a associação que a representa, Associação Portuguesa da
Cortiça (Apcor), foram chamadas para se sentar à mesa num seminário
sobre "Vitivinicultura e Biodiversidade - boas práticas e valor
acrescentado" que decorreu em Lisboa, no passado dia 20 de Novembro, e
que reuniu várias figuras do mundo do vinho, do ambiente e da fileira
florestal.
Este encontro, organizado pela Quercus, surgiu no âmbito do projecto
Empresas e Biodiversidade-Mundo Rural e a opção pela vitivinicultura
está presente «pelo seu dinamismo, peso na economia e, também, pela
inovação e existência de boas práticas ambientais reconhecidas podem
ter um papel mais activo e influência no mundo rural, na sociedade em
geral e nos mercados», pode ler-se no convite do evento.
Diversas empresas e organizações mostraram um conjunto de boas
práticas amigas do ambiente e, em particular, da componente
biodiversidade associadas ao sector do vinho, num amplo leque de
abordagens e compreendendo toda a linha produtiva, desde a vinha à
escolha do vedante.
Da redução dos pesticidas à preservação da biodiversidade agrícola de
castas autóctones, passando pela rolha de cortiça, que encerra em si
própria a conservação de um importante sistema natural, o montado,
foram temas abordados.
«Vinho, cortiça e montado: da sustentabilidade à integração da oferta»
foi o mote de uma mesa redonda animada pela jornalista Carla Castelo e
composta por representantes da Associação Portuguesa dos Municípios do
Vinho, Quercus, por um produtor de cortiça e vinho reconhecido por
boas práticas ambientais, e pelo director-geral da APCOR, Joaquim
Lima.
A recomendação da Office Internacionale de la Vigne et du Vin (OIV)
que refere que «as rolhas de cortiça representam uma especificidade do
sector vinícola e a sua utilização tem um impacto importante na
conservação sustentável da floresta», foi um dos temas apresentados.
A política sectorial em curso, e que tem demonstrado progressivamente
uma atenção especial às questões ambientais, através por exemplo da
certificação florestal, montado e cadeia de custódia e das
preocupações das empresas do sector para esta temática e para a
responsabilidade social que se lhes incumbe, foi outro dos assuntos.
O sistema de certificação das empresas de cortiça, Systecode, foi,
também, um dado a registar, já que a sua recente alteração inclui
menções às questões ambientais e premeia as empresas que as cumpram.
Nesta intervenção foi, ainda, referido o facto de a cortiça aportar
valor ao vinho na medida em que, por um lado, mais de 60 por cento das
100 marcas top de vinho nos Estados Unidos da América (EUA) estão
vedadas com este material e, por outro lado, mais de 83 por cento dos
consumidores em todo o mundo preferem este vedante para o seu vinho.
A potencial interligação dos valores do montado e da cortiça com as
Rotas do Vinho, que já está em curso do lado espanhol, foi outro
tópico abordado nesta mesa.
O encontro terminou com um exercício prático envolvendo todos os
participantes, acerca de um hipotético sistema de reconhecimento para
um "pack completo de boas práticas", tendo sido elencadas
Oportunidades, Ameaças, Pontos Fortes e Pontos Fracos.
A rolha de cortiça é seguramente um ponto forte e, também, uma
oportunidade para esse reconhecimento e para a valorização de vinhos
mais amigos do ambiente.
Fonte: Dário Económico
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45318.aspx
Preparação do Conselho de Agricultura e Pescas da UE
27-11-2012
A próxima reunião do Conselho de Agricultura e Pescas da União
Europeia vai ter lugar nos dias 28 e 29 de Novembro, em Bruxelas, sob
a presidência do ministro da Agricultura do Chipre, Sofoclis
Aletraris.
A sessão terá como principias pontos de discussão, no âmbito da
agricultura, a reforma da política agrícola comum (PAC), relativamente
aos pagamentos directos, a organização comum de mercado, o
desenvolvimento rural e a adopção de ácido lácteo para reduzir a
contaminação em carcaças de bovinos.
Os responsáveis têm ainda na agenda outros temas de debate, como o
aumento da taxa de erro no desenvolvimento rural; a implementação do
acordo estabelecido entre a União Europeia (UE) e Marrocos e o novo
modelo alimentar, entre outros assuntos referentes às pescas.
Fonte: Conselho de Agricultura e Pescas da UE
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45321.aspx
A próxima reunião do Conselho de Agricultura e Pescas da União
Europeia vai ter lugar nos dias 28 e 29 de Novembro, em Bruxelas, sob
a presidência do ministro da Agricultura do Chipre, Sofoclis
Aletraris.
A sessão terá como principias pontos de discussão, no âmbito da
agricultura, a reforma da política agrícola comum (PAC), relativamente
aos pagamentos directos, a organização comum de mercado, o
desenvolvimento rural e a adopção de ácido lácteo para reduzir a
contaminação em carcaças de bovinos.
Os responsáveis têm ainda na agenda outros temas de debate, como o
aumento da taxa de erro no desenvolvimento rural; a implementação do
acordo estabelecido entre a União Europeia (UE) e Marrocos e o novo
modelo alimentar, entre outros assuntos referentes às pescas.
Fonte: Conselho de Agricultura e Pescas da UE
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45321.aspx
O Douro tem 2 vinhos no top 100 da Wine Spectator
13:28 - 27.11.2012
Por Ana Isabel Pereira
03
Poças Vintage 2009. Foto: DR
É o ranking mais influente do mundo e apenas 2 vinhos portugueses
constam da lista dos 100 melhores vinhos editada pela prestigiada
revista: o Quinta do Vallado Touriga Nacional 2009 é 13.º no top da
Wine Spectator e o Poças Vintage 2009 está em 20.º lugar.
A revista, uma "instituição" no sector dos vinhos, atribuiu 95 pontos
a ambos os vinhos.
O monocasta do Quinta do Vallado, vinificado em cubas de aço
inoxidável, a uma temperatura controlada e com remontagem manual,
estagiou em carvalho francês durante cerca de 16 meses.
O vinho da responsabilidade do enólogo Francisco Olazabal já havia
sido distinguido antes pela Wine Spectator, em 2009 e 2011, com 94 e
95 pontos respectivamente.
O Quinta do Vallado Touriga Nacional 2009 também prendeu a atenção do
prestigiado crítico de vinhos Robert Parker, que, em 2010, lhe
atribuiu 92 pontos. Custa 19 euros.
Vintage "elegante" e "complexo"
Segundo a nota de imprensa enviada ao P24 pela Poças, o Vintage 2009
desta pela empresa de vinho do Porto com 94 anos foi considerado um
vinho "elegante" e "complexo".
"Elegante com cores roxas profundas e complexas, sabores refinados de
groselha, gengibre, amora e ameixa preta. Notas de alcaçuz num final
sedoso e suave. Frutado e complexo. A consumir preferentemente entre
2016 e 2034″, diz a prestigiada revista, justificando assim a escolha
do vinho da Poças.
A empresa portuguesa, que se mantém nas mãos da família fundadora,
explica, que o Vintage 2009 "é de uma só colheita" e foi produzido num
ano "de excepcional qualidade".
"Oriundo da sub-região do Cima Corgo, [este vinho] é envelhecido em
vasilhas de carvalho e depois engarrafado entre o segundo e o terceiro
ano após a vindima. Durante o estágio em garrafa, vai gradualmente
adquirindo o extraordinário estilo de um grande vinho de guarda. É um
vinho encorpado, com taninos firmes mas doces e apresenta um final
aromático e persistente".
Feito a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta
Roriz, Tinta Barroca e Tinto Cão, com uvas colhidas em vinhas com
idades compreendidas entre os 40 e os 60 anos, o Vintage 2009
acompanha na perfeição doces e chocolates. Está à venda por 35 anos.
A Wine Spectator dá a conhecer as suas escolhas todos os anos desde
1988, fazendo sair uma lista dos melhores vinhos que foram provados
nos últimos 12 meses. Estes 100 vinhos reflectem as tendências mais
significativas, reconhecem produtores de excelência e destacam regiões
e colheitas bem sucedidas em todo o mundo.
http://porto24.pt/vida/27112012/o-douro-tem-2-vinhos-no-top-100-da-wine-spectator/
Por Ana Isabel Pereira
03
Poças Vintage 2009. Foto: DR
É o ranking mais influente do mundo e apenas 2 vinhos portugueses
constam da lista dos 100 melhores vinhos editada pela prestigiada
revista: o Quinta do Vallado Touriga Nacional 2009 é 13.º no top da
Wine Spectator e o Poças Vintage 2009 está em 20.º lugar.
A revista, uma "instituição" no sector dos vinhos, atribuiu 95 pontos
a ambos os vinhos.
O monocasta do Quinta do Vallado, vinificado em cubas de aço
inoxidável, a uma temperatura controlada e com remontagem manual,
estagiou em carvalho francês durante cerca de 16 meses.
O vinho da responsabilidade do enólogo Francisco Olazabal já havia
sido distinguido antes pela Wine Spectator, em 2009 e 2011, com 94 e
95 pontos respectivamente.
O Quinta do Vallado Touriga Nacional 2009 também prendeu a atenção do
prestigiado crítico de vinhos Robert Parker, que, em 2010, lhe
atribuiu 92 pontos. Custa 19 euros.
Vintage "elegante" e "complexo"
Segundo a nota de imprensa enviada ao P24 pela Poças, o Vintage 2009
desta pela empresa de vinho do Porto com 94 anos foi considerado um
vinho "elegante" e "complexo".
"Elegante com cores roxas profundas e complexas, sabores refinados de
groselha, gengibre, amora e ameixa preta. Notas de alcaçuz num final
sedoso e suave. Frutado e complexo. A consumir preferentemente entre
2016 e 2034″, diz a prestigiada revista, justificando assim a escolha
do vinho da Poças.
A empresa portuguesa, que se mantém nas mãos da família fundadora,
explica, que o Vintage 2009 "é de uma só colheita" e foi produzido num
ano "de excepcional qualidade".
"Oriundo da sub-região do Cima Corgo, [este vinho] é envelhecido em
vasilhas de carvalho e depois engarrafado entre o segundo e o terceiro
ano após a vindima. Durante o estágio em garrafa, vai gradualmente
adquirindo o extraordinário estilo de um grande vinho de guarda. É um
vinho encorpado, com taninos firmes mas doces e apresenta um final
aromático e persistente".
Feito a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta
Roriz, Tinta Barroca e Tinto Cão, com uvas colhidas em vinhas com
idades compreendidas entre os 40 e os 60 anos, o Vintage 2009
acompanha na perfeição doces e chocolates. Está à venda por 35 anos.
A Wine Spectator dá a conhecer as suas escolhas todos os anos desde
1988, fazendo sair uma lista dos melhores vinhos que foram provados
nos últimos 12 meses. Estes 100 vinhos reflectem as tendências mais
significativas, reconhecem produtores de excelência e destacam regiões
e colheitas bem sucedidas em todo o mundo.
http://porto24.pt/vida/27112012/o-douro-tem-2-vinhos-no-top-100-da-wine-spectator/
Congresso da confagri defende reforço das cooperativase apela à defesa do interesse nacional nas negociações da PAC
27-11-2012
Congresso da CONFAGRI Defende Reforço das Cooperativas e apela à
Defesa do Interesse Nacional nas Negociações da PAC
Tendo como tema "Agricultura de Futuro – A Qualidade Cooperativa",
decorreu na passada Sexta-feira, em Lisboa, o Congresso da CONFAGRI,
que contou com a presença de cerca de quinhentos congressistas e
reputados especialistas nacionais e internacionais. O Congresso,
constituiu o ponto alto das diversas iniciativas que a CONFAGRI
promoveu ao longo deste ano, declarado pela ONU, como o Ano
Internacional das Cooperativas.
No centro do debate esteve o papel das cooperativas agrícolas no
desenvolvimento do sector agro-alimentar europeu.
A dimensão económica e social das cooperativas, que representam já,
mais de 50% da indústria agro-alimentar europeia, foi destacada em
diversas intervenções, que evidenciaram também, serem as cooperativas,
a forma de organização dos produtores mais eficaz para promover o
reforço da posição dos agricultores, na cadeia agro-alimentar.
No Congresso foram analisadas as dinâmicas de crescimento das
cooperativas agrícolas em diversos países da UE, nomeadamente em
Espanha, onde em breve entrará em vigor uma lei de fomento da
integração cooperativa, concluindo-se que em Portugal é urgente uma
actuação integrada, visando a consolidação e a melhoria da
competitividade do sector cooperativo agrícola. A CONFAGRI, propõe
para isso um Programa específico para o sector, a enquadrar no futuro
Quadro Comunitário de Apoio, a par da revisão do enquadramento
jurídico das cooperativas, visando introduzir uma maior flexibilidade
do modelo de gestão e facilitar o seu acesso ao financiamento externo.
Outro tema, que mereceu grande atenção por parte dos Congressistas foi
a próxima Reforma da PAC, tendo o Presidente da CONFAGRI, Manuel dos
Santos Gomes, no final, sintetizado as principais preocupações da
Confederação nesta matéria.
Como pontos mais críticos para Portugal, foram assinalados os
seguintes: a questão orçamental, os efeitos da convergência interna
dos pagamentos directos em importantes sectores da nossa agricultura,
como o tomate para indústria, o leite e dos cereais de regadio; a
dificuldade de aplicação das medidas do greening e as suas
consequências ao nível da diminuição da produção e do aumento dos
custos, as limitações aos investimentos no regadio; o fim das quotas
leiteiras e a necessidade de apoiar o reforço das Organizações de
Produtores já existentes.
A CONFAGRI considera que se não forem salvaguardados os interesses de
Portugal nestas matérias, muito do investimento e do trabalho que tem
vindo ser realizado pelos agricultores portugueses pelas suas
organizações, ficará seriamente comprometido. Apelou assim, ao Governo
e nomeadamente à Ministra da Agricultura que encerrou o Congresso,
para não permitir o retrocesso de um sector, que cada vez mais se tem
vindo a afirmar como decisivo para a economia nacional e para a
superação da actual crise.
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45324.aspx
Congresso da CONFAGRI Defende Reforço das Cooperativas e apela à
Defesa do Interesse Nacional nas Negociações da PAC
Tendo como tema "Agricultura de Futuro – A Qualidade Cooperativa",
decorreu na passada Sexta-feira, em Lisboa, o Congresso da CONFAGRI,
que contou com a presença de cerca de quinhentos congressistas e
reputados especialistas nacionais e internacionais. O Congresso,
constituiu o ponto alto das diversas iniciativas que a CONFAGRI
promoveu ao longo deste ano, declarado pela ONU, como o Ano
Internacional das Cooperativas.
No centro do debate esteve o papel das cooperativas agrícolas no
desenvolvimento do sector agro-alimentar europeu.
A dimensão económica e social das cooperativas, que representam já,
mais de 50% da indústria agro-alimentar europeia, foi destacada em
diversas intervenções, que evidenciaram também, serem as cooperativas,
a forma de organização dos produtores mais eficaz para promover o
reforço da posição dos agricultores, na cadeia agro-alimentar.
No Congresso foram analisadas as dinâmicas de crescimento das
cooperativas agrícolas em diversos países da UE, nomeadamente em
Espanha, onde em breve entrará em vigor uma lei de fomento da
integração cooperativa, concluindo-se que em Portugal é urgente uma
actuação integrada, visando a consolidação e a melhoria da
competitividade do sector cooperativo agrícola. A CONFAGRI, propõe
para isso um Programa específico para o sector, a enquadrar no futuro
Quadro Comunitário de Apoio, a par da revisão do enquadramento
jurídico das cooperativas, visando introduzir uma maior flexibilidade
do modelo de gestão e facilitar o seu acesso ao financiamento externo.
Outro tema, que mereceu grande atenção por parte dos Congressistas foi
a próxima Reforma da PAC, tendo o Presidente da CONFAGRI, Manuel dos
Santos Gomes, no final, sintetizado as principais preocupações da
Confederação nesta matéria.
Como pontos mais críticos para Portugal, foram assinalados os
seguintes: a questão orçamental, os efeitos da convergência interna
dos pagamentos directos em importantes sectores da nossa agricultura,
como o tomate para indústria, o leite e dos cereais de regadio; a
dificuldade de aplicação das medidas do greening e as suas
consequências ao nível da diminuição da produção e do aumento dos
custos, as limitações aos investimentos no regadio; o fim das quotas
leiteiras e a necessidade de apoiar o reforço das Organizações de
Produtores já existentes.
A CONFAGRI considera que se não forem salvaguardados os interesses de
Portugal nestas matérias, muito do investimento e do trabalho que tem
vindo ser realizado pelos agricultores portugueses pelas suas
organizações, ficará seriamente comprometido. Apelou assim, ao Governo
e nomeadamente à Ministra da Agricultura que encerrou o Congresso,
para não permitir o retrocesso de um sector, que cada vez mais se tem
vindo a afirmar como decisivo para a economia nacional e para a
superação da actual crise.
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45324.aspx
Fórum Negócios COGECA do Sector Lácteo
O "Fórum de Negócios do COGECA", que conta com a presença da CONFAGRI;
FENALAC, LACTICOOP e PROLEITE, é uma oportunidade única para troca de
conhecimentos entre os representantes das organizações associadas do
COGECA e os CEO's das cooperativas líderes de mercado da União
Europeia.
Este fórum específico, que decorre no dia 28 de Novembro, em Bruxelas,
entre as 14:00 e as 18:00 horas, será dedicado ao sector lácteo,
abordando os interesses estratégicos do sector cooperativo. A ocasião
será também uma oportunidade para tomar conhecimentos do resultado do
estudo da DGAgri "Apoio das Cooperativas Agrícolas", apresentado por
Krijn Poppe (Lei-Universidade de Wageningen), o qual aborda a ligação
entre o quadro de política institucional da União Europeia (UE), os
desenvolvimentos do mercado global e a estratégia cooperativa de
negócios.
O debate entre CEO's estará centrado na resposta das cooperativas
lácteas de topo às condições económicas presentes, através da
implementação de estratégias inovadoras de marketing e de gestão.
A intervenção dos CEO's em particular abordará a "Desenvolvimento de
estratégias Cooperativas de gestão no contexto dos recentes
desenvolvimentos do mercado global", visando apresentar as suas
diferentes posições competitivas no sector e as respectivas escolhas
estratégicas.
Os CEO's apresentarão as orientações estratégicas das suas
cooperativas, nomeadamente as oportunidades e ameaças à expansão em
novos segmentos e mercados, seja por via de crescimento orgânico,
fusões e aquisições, investimento directo no estrangeiro, parcerias
estratégicas ou outras abordagens alternativas.
Também serão abordados outros aspectos estratégicos, como a
organização interna e a estrutura e a gestão das cooperativas
agroindústrias.
Neste contexto, os CEO's poderão estabelecer comparações e paralelos
entre as suas cooperativas, assim como com outras empresas, sejam ou
não de natureza cooperativa.
Para mais acuidada informação, consultar o programa:
Programa:
Fórum Negócios Cogeca do Setor Lácteo- Bruxelas, 28 de Novembro de 2012
14.00 H
Abertura – Christian Pèes, Presidente do COGECA
Introdução – Thomas Magnunson, Vice-Presidente do COGECA, coordenador
do "Fórum de negócios da Presidência do COGECA"
Apresentação preliminar do estudo da Comissão Europeia "Apoio das
Cooperativas Agrícolas", Krijn Poppe (Lei-Universidade de Wageningen)
14.30 H
Mesa Redonda -"Reação das Cooperativas Lácteas
à evolução da procura e às preferências do consumidor – envelhecimento
da população, conveniência, ingredientes, alimentos funcionais e
utilizações farmacêuticas.
Moderador: Prof: Gert Van Dijk
Intervenientes:
Frederic Rostand, CEO da Sodiaal (Fr)
Albert Deb, COB, Bayernland (De)
J.L. Oosterveld, Director-Geral. Doc Kaas (NL)
16.00 H Pausa para café
16.20 H
Mesa Redonda - "Desenvolvimento de estratégias
de negócios em mercados emergentes- desafios e oportunidades"
Moderador: Prof. Rainer Kuhl
Intervenientes:
Peder Tuborgh, CEO Arla Foods (Dk-Se)
Kevin Lane, CEO, Irish dairy Board (IE)
Jaanus Murakas, COB E-Piim (EE)
17.45 H Conclusões dos relatores: Gert Van Dijk e Rainer Kuhl
18.00 Enceramento do Fórum Negócios Cogeca do Setor Lácteo
18.00 -19.30 Cocktail
Fonte: CONFAGRI
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45325.aspx
FENALAC, LACTICOOP e PROLEITE, é uma oportunidade única para troca de
conhecimentos entre os representantes das organizações associadas do
COGECA e os CEO's das cooperativas líderes de mercado da União
Europeia.
Este fórum específico, que decorre no dia 28 de Novembro, em Bruxelas,
entre as 14:00 e as 18:00 horas, será dedicado ao sector lácteo,
abordando os interesses estratégicos do sector cooperativo. A ocasião
será também uma oportunidade para tomar conhecimentos do resultado do
estudo da DGAgri "Apoio das Cooperativas Agrícolas", apresentado por
Krijn Poppe (Lei-Universidade de Wageningen), o qual aborda a ligação
entre o quadro de política institucional da União Europeia (UE), os
desenvolvimentos do mercado global e a estratégia cooperativa de
negócios.
O debate entre CEO's estará centrado na resposta das cooperativas
lácteas de topo às condições económicas presentes, através da
implementação de estratégias inovadoras de marketing e de gestão.
A intervenção dos CEO's em particular abordará a "Desenvolvimento de
estratégias Cooperativas de gestão no contexto dos recentes
desenvolvimentos do mercado global", visando apresentar as suas
diferentes posições competitivas no sector e as respectivas escolhas
estratégicas.
Os CEO's apresentarão as orientações estratégicas das suas
cooperativas, nomeadamente as oportunidades e ameaças à expansão em
novos segmentos e mercados, seja por via de crescimento orgânico,
fusões e aquisições, investimento directo no estrangeiro, parcerias
estratégicas ou outras abordagens alternativas.
Também serão abordados outros aspectos estratégicos, como a
organização interna e a estrutura e a gestão das cooperativas
agroindústrias.
Neste contexto, os CEO's poderão estabelecer comparações e paralelos
entre as suas cooperativas, assim como com outras empresas, sejam ou
não de natureza cooperativa.
Para mais acuidada informação, consultar o programa:
Programa:
Fórum Negócios Cogeca do Setor Lácteo- Bruxelas, 28 de Novembro de 2012
14.00 H
Abertura – Christian Pèes, Presidente do COGECA
Introdução – Thomas Magnunson, Vice-Presidente do COGECA, coordenador
do "Fórum de negócios da Presidência do COGECA"
Apresentação preliminar do estudo da Comissão Europeia "Apoio das
Cooperativas Agrícolas", Krijn Poppe (Lei-Universidade de Wageningen)
14.30 H
Mesa Redonda -"Reação das Cooperativas Lácteas
à evolução da procura e às preferências do consumidor – envelhecimento
da população, conveniência, ingredientes, alimentos funcionais e
utilizações farmacêuticas.
Moderador: Prof: Gert Van Dijk
Intervenientes:
Frederic Rostand, CEO da Sodiaal (Fr)
Albert Deb, COB, Bayernland (De)
J.L. Oosterveld, Director-Geral. Doc Kaas (NL)
16.00 H Pausa para café
16.20 H
Mesa Redonda - "Desenvolvimento de estratégias
de negócios em mercados emergentes- desafios e oportunidades"
Moderador: Prof. Rainer Kuhl
Intervenientes:
Peder Tuborgh, CEO Arla Foods (Dk-Se)
Kevin Lane, CEO, Irish dairy Board (IE)
Jaanus Murakas, COB E-Piim (EE)
17.45 H Conclusões dos relatores: Gert Van Dijk e Rainer Kuhl
18.00 Enceramento do Fórum Negócios Cogeca do Setor Lácteo
18.00 -19.30 Cocktail
Fonte: CONFAGRI
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45325.aspx
Combustíveis: é tudo igual ao litro
23 Novembro 2012
Na hora de abastecer, use o gasóleo mais barato sem preconceitos.
Testámos combustível low-cost, regular e premium e o resultado é igual
ao litro.
Avaliámos o efeito do uso do gasóleo. Testámos 4 combustíveis: Galp
Gforce, Galp Hi-Energy, Jumbo e Intermarché, os líderes de mercado nos
seus segmentos.
Low-cost, regular ou premium, 12 mil quilómetros depois, é tudo igual
ao litro. Os 4 carros que utilizámos exibiram consumos muito idênticos
e, no interior do motor, não vislumbrámos diferenças relevantes nos
depósitos.
Em matéria de consumo, medimos uma diferença sem significado: 0,13
litros aos 100 km entre o pior e o melhor caso, ou seja, uma diferença
de 2 por cento. Por exemplo, a pressão incorreta nos pneus aumenta o
consumo em 5%, o que equivale a mais 0,33 l/100 quilómetros.
Se o impacto é igual, porquê pagar mais? A diferença de preço entre o
gasóleo Gforce e Hi-Energy, ambos da Galp, resulta de uma ação
enganosa e estamos perante uma prática comercial desleal. As promessas
de menor consumo, menores emissões poluentes e maior proteção do motor
com poupanças futuras não passam de marketing para cobrar mais uma
dezena de cêntimos ao litro.
É urgente criar um regulador para o setor que defenda os consumidores
e fixar coimas realmente eficazes. Basta de alegações enganosas e
práticas lesivas. Já denunciámos o caso às autoridades e vamos
entregar um abaixo-assinado ao ministro da Economia. Preencha em
www.igualaolitro.pt ou participe pelo 800 203 370. Contamos com o
apoio de todos.
http://www.deco.proteste.pt/motor/automoveis/noticia/combustiveis-e-tudo-igual-ao-litro
Na hora de abastecer, use o gasóleo mais barato sem preconceitos.
Testámos combustível low-cost, regular e premium e o resultado é igual
ao litro.
Avaliámos o efeito do uso do gasóleo. Testámos 4 combustíveis: Galp
Gforce, Galp Hi-Energy, Jumbo e Intermarché, os líderes de mercado nos
seus segmentos.
Low-cost, regular ou premium, 12 mil quilómetros depois, é tudo igual
ao litro. Os 4 carros que utilizámos exibiram consumos muito idênticos
e, no interior do motor, não vislumbrámos diferenças relevantes nos
depósitos.
Em matéria de consumo, medimos uma diferença sem significado: 0,13
litros aos 100 km entre o pior e o melhor caso, ou seja, uma diferença
de 2 por cento. Por exemplo, a pressão incorreta nos pneus aumenta o
consumo em 5%, o que equivale a mais 0,33 l/100 quilómetros.
Se o impacto é igual, porquê pagar mais? A diferença de preço entre o
gasóleo Gforce e Hi-Energy, ambos da Galp, resulta de uma ação
enganosa e estamos perante uma prática comercial desleal. As promessas
de menor consumo, menores emissões poluentes e maior proteção do motor
com poupanças futuras não passam de marketing para cobrar mais uma
dezena de cêntimos ao litro.
É urgente criar um regulador para o setor que defenda os consumidores
e fixar coimas realmente eficazes. Basta de alegações enganosas e
práticas lesivas. Já denunciámos o caso às autoridades e vamos
entregar um abaixo-assinado ao ministro da Economia. Preencha em
www.igualaolitro.pt ou participe pelo 800 203 370. Contamos com o
apoio de todos.
http://www.deco.proteste.pt/motor/automoveis/noticia/combustiveis-e-tudo-igual-ao-litro
Escola Superior de Biotecnologia revela novos produtos de investigação agroalimentar
por Ana Rita Costa
27 de Novembro - 2012
A Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto
organiza, no próximo dia 30 de novembro, um dia aberto à investigação
agroalimentar em Portugal.
Neste "Open Day" a instituição apresenta os seus projetos no âmbito da
inovação no setor agroalimentar.
Várias entidades terão assim a oportunidade de conhecer as maiores
inovações no setor agroalimentar, e de perceber como a
internacionalização as pode apoiar.
O evento contará com a participação de empresas como Unicer,
Logoplaste, Grupo RAR, Frulact, Delta Cafés, Continente ou Pascoal,
que possuem uma longa ligação à Escola Superior de Biotecnologia. A
Portugal Foods, entre outras associações, está também associada à
iniciativa.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6804&bl=1
27 de Novembro - 2012
A Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto
organiza, no próximo dia 30 de novembro, um dia aberto à investigação
agroalimentar em Portugal.
Neste "Open Day" a instituição apresenta os seus projetos no âmbito da
inovação no setor agroalimentar.
Várias entidades terão assim a oportunidade de conhecer as maiores
inovações no setor agroalimentar, e de perceber como a
internacionalização as pode apoiar.
O evento contará com a participação de empresas como Unicer,
Logoplaste, Grupo RAR, Frulact, Delta Cafés, Continente ou Pascoal,
que possuem uma longa ligação à Escola Superior de Biotecnologia. A
Portugal Foods, entre outras associações, está também associada à
iniciativa.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6804&bl=1
Açores e Madeira vão receber apoio para a produção de banana
por Ana Rita Costa
27 de Novembro - 2012
Os produtores de banana das regiões autónomas vão beneficiar no ano de
2013 de um apoio suplementar de 1,2 milhões.
A decisão faz parte de um acordo alcançado entre os negociadores do
Parlamento e do Conselho Europeu no âmbito da revisão das medidas
específicas para as regiões ultraperiféricas da União Europeia e tem
como objetivo compensá-las pela falta de competitividade.
A ajuda adicional de 40 milhões de euros a ser prestada em 2013 será
distribuída da seguinte forma: 20,24 milhões de euros para as Canárias
(Espanha), 18,52 milhões para as regiões ultraperiféricas de França e
1,24 milhões para Açores e Madeira.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6800&bl=1
27 de Novembro - 2012
Os produtores de banana das regiões autónomas vão beneficiar no ano de
2013 de um apoio suplementar de 1,2 milhões.
A decisão faz parte de um acordo alcançado entre os negociadores do
Parlamento e do Conselho Europeu no âmbito da revisão das medidas
específicas para as regiões ultraperiféricas da União Europeia e tem
como objetivo compensá-las pela falta de competitividade.
A ajuda adicional de 40 milhões de euros a ser prestada em 2013 será
distribuída da seguinte forma: 20,24 milhões de euros para as Canárias
(Espanha), 18,52 milhões para as regiões ultraperiféricas de França e
1,24 milhões para Açores e Madeira.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6800&bl=1
Ceres e Syngenta vão produzir sorgo sacarino no Brasil
por Ana Rita Costa
27 de Novembro - 2012
A Ceres anunciou uma parceria com a Syngenta para desenvolver o
mercado de sorgo sacarino no Brasil.
As subsidiárias brasileiras das empresas vão trabalhar em conjunto
para apoiar a introdução de sorgo sacarino como fonte de açúcares
fermentáveis.
O sorgo sacarino é uma cultura resistente que pode estender o período
de produção de etanol até 60 dias. Como cresce em apenas 90 a 150
dias, o sorgo exige menos água do que a cana do açúcar.
A Syngenta e a Ceres pretendem colaborar em testes de pequena e grande
escala, e irão coordenar a divulgação da cultura para as unidades de
produção de etanol e desenvolver programas de formação para esta
indústria.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6799&bl=1
27 de Novembro - 2012
A Ceres anunciou uma parceria com a Syngenta para desenvolver o
mercado de sorgo sacarino no Brasil.
As subsidiárias brasileiras das empresas vão trabalhar em conjunto
para apoiar a introdução de sorgo sacarino como fonte de açúcares
fermentáveis.
O sorgo sacarino é uma cultura resistente que pode estender o período
de produção de etanol até 60 dias. Como cresce em apenas 90 a 150
dias, o sorgo exige menos água do que a cana do açúcar.
A Syngenta e a Ceres pretendem colaborar em testes de pequena e grande
escala, e irão coordenar a divulgação da cultura para as unidades de
produção de etanol e desenvolver programas de formação para esta
indústria.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6799&bl=1
Empresário transmontano investe meio milhão de euros para produzir cogumelos
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
9:45 Terça feira, 27 de Novembro de 2012
Mogadouro, 27 nov (Lusa) - Um empresário transmontano investiu cerca
de 500 mil euros na criação de uma unidade industrial com o objetivo
de produzir cogumelos em estufa e prevê para uma segunda fase proceder
à recolha e tratamento de cogumelos silvestres.
"Nesta primeira fase do projeto vamos produzir cogumelos brancos, um
dos mais consumidos pelos apreciadores da micologia, não estando
afastada a ideia de produzir fungos para uso terapêutico, cosmética ou
tinturaria", revelou hoje à Lusa o empreendedor Francisco Mateus.
A unidade foi financiada em 43 % através de fundos do Proder [Programa
de desenvolvimento rural], está instalada na zona industrial de
Mogadouro e tem uma capacidade de produção de 12 toneladas de
cogumelos por mês, ocupando uma área de produção coberta com 600
metros quadrados.
http://visao.sapo.pt/empresario-transmontano-investe-meio-milhao-de-euros-para-produzir-cogumelos=f699022
9:45 Terça feira, 27 de Novembro de 2012
Mogadouro, 27 nov (Lusa) - Um empresário transmontano investiu cerca
de 500 mil euros na criação de uma unidade industrial com o objetivo
de produzir cogumelos em estufa e prevê para uma segunda fase proceder
à recolha e tratamento de cogumelos silvestres.
"Nesta primeira fase do projeto vamos produzir cogumelos brancos, um
dos mais consumidos pelos apreciadores da micologia, não estando
afastada a ideia de produzir fungos para uso terapêutico, cosmética ou
tinturaria", revelou hoje à Lusa o empreendedor Francisco Mateus.
A unidade foi financiada em 43 % através de fundos do Proder [Programa
de desenvolvimento rural], está instalada na zona industrial de
Mogadouro e tem uma capacidade de produção de 12 toneladas de
cogumelos por mês, ocupando uma área de produção coberta com 600
metros quadrados.
http://visao.sapo.pt/empresario-transmontano-investe-meio-milhao-de-euros-para-produzir-cogumelos=f699022
Subscrever:
Mensagens (Atom)