CARLOS CIPRIANO 18/12/2012 - 00:00
Sobrena, Alvorninha e Arnóia são nomes de barragens nos concelhos do
Cadaval, Caldas da Rainha e Óbidos construídas com fundos comunitários
para irrigar terrenos agrícolas. Nenhuma cumpre a função.
Desde que foi construída, em 1997, a barragem da Sobrena (Cadaval)
nunca encheu. Dela se esperava que irrigasse 100 hectares de terrenos
agrícolas, beneficiando 120 agricultores, sobretudo produtores de pêra
rocha.
A barragem é uma exposta ruína, com os edifícios de apoio invadidos
pelas silvas e um paredão de onde se avista uma charca no lugar onde
deveria estar uma albufeira. Em redor só se avistam eucaliptos.
E são precisamente estes árvores uma das causas apontadas para o
fracasso deste investimento superior a dois milhões de euros. Em 2006,
o então secretário de Estado da Agricultura justificava o défice de
água da barragem pela "acção hidrológica do coberto da bacia,
constituída pelo povoamento de eucaliptos" que ali existem há mais de
40 anos. Ou seja, a barragem da Sobrena não enche porque os eucaliptos
lhe bebem a água.
Outra explicação, já investigada pelos serviços do Ministério da
Agricultura, tem a ver com as condições geológicas do solo, que estará
aluído, deixando escorrer a água. Existe, por isso, um processo
judicial em curso, colocado pelo Estado, contra a empresa que
construiu a barragem por não ter verificado adequadamente as
características geológicas do terreno. Para os agricultores do
Cadaval, a expectativa de há 15 anos já se esgotou há muito - acabaram
por recorrer a furos para regar os seus pomares.
Expectativas tinham também os agricultores de Alvorninha (Caldas da
Rainha) quando em Janeiro de 2005 o então primeiro-ministro, Pedro
Santana Lopes, inaugurou a barragem da freguesia. Um evento que até
teve direito a bênção do cardeal patriarca, D. José Policarpo, ele
próprio natural daquela freguesia.
Mas oito anos depois o investimento de 6,5 milhões de euros continua
por rentabilizar. É certo que a albufeira já encheu uma vez e que tem
estado a 40 e a 50% da sua capacidade, mas daí não pode passar
enquanto o Instituto da Água (Inag) e o LNEC não terminarem os testes
que têm vindo a fazer e que apontam para a existência de uma fissura
no solo.
Virgílio Leal, presidente da Junta de Alvorninha, garante que essa
fissura não é grave e diz que está desde Fevereiro "à espera de saber
se vão ou não injectar cimento no leito da albufeira para evitar que a
água se escoe".
Nos últimos anos já foram feitas algumas descargas que permitiram
regar alguns terrenos contíguos, mas o sistema de rega, que tem
condutas enterradas ao longo de 17 quilómetros, 84 tomadas de rega e
151 bocas de rega, continua desaproveitado.
Rego Filipe, da associação de regantes, diz que a capacidade de
armazenamento desta barragem (700 mil metros cúbicos de água)
permitiria suavizar os efeitos de um ano de seca não só em Alvorninha
como nas freguesias em redor.
O caso de Óbidos é diferente. A barragem do rio Arnóia é a maior da
região e foi construída para regar 1300 hectares de terrenos no
extenso vale que se avista desde as muralhas do castelo, beneficiando
cerca de mil agricultores.
Também teve direito a inauguração com pompa e circunstância. Em 2005
Jaime Silva, o então ministro da Agricultura, inaugurava, porém, uma
obra inacabada. É certo que o paredão e as comportas são monumentais,
a barragem avista-se da A8 e a obra enche o olho. Mas para
rentabilizar os sete milhões de euros que custou, falta-lhe construir
o sistema de rega, um projecto que ainda não saiu do papel e que luta
agora com dificuldades de financiamento para ser executado.
A barragem do Arnóia, porém, já encheu e já teve funções de
regularização do caudal do rio. Também já serviu para alguns desportos
náuticos. E o seu espelho de água, cujo perímetro, sinuoso, abrange as
freguesias das Gaeiras e de A-dos-Negros, é apetecível para o sector
imobiliário.
Um ano depois da inauguração era anunciado para as suas margens um
investimento privado de 50 milhões de euros. O Shopping Center Plaza
Oeste era para ter sido iniciado em 2007 e concluído em 2010, e teria
uma área de construção de 83 mil metros quadrados, dos quais 20 mil
destinados a um "retail park" e 63 mil a um centro comercial. Um
empreendimento que só por si já justificava a existência da barragem e
quase dispensava o sistema de rega. Mas oito anos depois nem turismo
nem agricultura beneficiam cabalmente desta infra-estrutura.
O PÚBLICO contactou o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e
do Ordenamento do Território, mas não obteve resposta.
http://www.publico.pt/local-lisboa/jornal/tres-barragens-do-oeste-custaram-15-milhoes-de-euros-mas-nao-funcionam-25772595
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Jornadas Técnicas do Cidrão
Cidrão (Citrus medicus)
Decorreram no sábado dia 15 de Dezembro no Mosteiro de Tibães as
"Jornadas Técnicas do Cidrão - Um fruto mediterrânico quase esquecido,
contributos para a sua valorização", organizadas no âmbito de uma
parceria entre a ATAHCA e a Direcção Regional de Cultura do Norte, as
quais contaram com cerca de 75 participantes, entre produtores
agrícolas, técnicos, responsáveis de entidades públicas e privadas
ligadas ao sector agrário e ao ensino e investigação.
Durante uma manhã os participantes assistiram a um conjunto
diversificado de comunicações que abordaram a temática do cidrão desde
a produção deste citrino, até à sua ligação à história de Portugal nos
séculos XVII e XVIII, como um dos produtos agrícolas mais exportados
para o continente americano pelos seus efeitos benéficos na cura do
escorbuto, à sua transformação e utilização na indústria da
confeitaria e da pastelaria para a elaboração de fruta confitada e
cristalizada e doces tradicionais, dos quais se destaca o famoso bolo
rei.
As jornadas contaram com os contributos dos seguintes oradores: Dr.
Mário Brito (Direcção Regional da Cultura do Norte - DRCN) ; Professor
Mota Alves (Presidente da Direcção da ATAHCA); Dr. Manuel Cardoso
(Director Regional da Agricultura e Pescas do Norte-DRAPN) que abriram
as jornadas; Drª Anabela Ramos (Técnica da DRCN) que abordou o tema do
cidrão como alimento e medicamento nos séculos XVII e XVIII; o
produtor agrícola Belmiro Cerqueira de Vila Verde que falou aos
presentes da sua experiência como produtor agrícola de cidrão; Engº
Augusto Assunção (Técnico da DRAPN) que apresentou os aspectos
técnicos ligados à cultura do cidrão; a Engª Alimentar Pilar Santos da
empresa Douro Mel que abordou as formas de transformação utilizadas
para este fruto na indústria, nomeadamente a confitagem e a
cristalização e ainda Daniel Pereira da Doçaria S.Vicente que trouxe
às jornadas o testemunho de uma pastelaria que há 200 anos utiliza o
cidrão como matéria-prima para a confecção do bolo rei e outros doces.
Durante as jornadas os participantes tiveram ainda o privilégio de
degustar vários produtos feitos à base do cidrão, nomeadamente:
pastéis e toucinho do céu com cidrão; cidrão confitado e cristalizado;
compotas e doces; infusões de folhas e cascas; licor e bolo rei.
No final destas jornadas ficou a convicção geral de que o cidrão é um
fruto com elevado potencial de mercado pelas suas propriedades e
características naturais, e que é sem dúvida mais um produto agrícola
que a região do Alto Cávado pelas óptimas condições edafo-climáticas
pode produzir facilmente, transformando-o assim numa oportunidade para
quem quiser apostar na sua cultura , comercialização e transformação,
numa lógica de diversificação e rentabilização da actividade nas
explorações agrícolas.
Fonte: ATAHCA
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/18.htm
Decorreram no sábado dia 15 de Dezembro no Mosteiro de Tibães as
"Jornadas Técnicas do Cidrão - Um fruto mediterrânico quase esquecido,
contributos para a sua valorização", organizadas no âmbito de uma
parceria entre a ATAHCA e a Direcção Regional de Cultura do Norte, as
quais contaram com cerca de 75 participantes, entre produtores
agrícolas, técnicos, responsáveis de entidades públicas e privadas
ligadas ao sector agrário e ao ensino e investigação.
Durante uma manhã os participantes assistiram a um conjunto
diversificado de comunicações que abordaram a temática do cidrão desde
a produção deste citrino, até à sua ligação à história de Portugal nos
séculos XVII e XVIII, como um dos produtos agrícolas mais exportados
para o continente americano pelos seus efeitos benéficos na cura do
escorbuto, à sua transformação e utilização na indústria da
confeitaria e da pastelaria para a elaboração de fruta confitada e
cristalizada e doces tradicionais, dos quais se destaca o famoso bolo
rei.
As jornadas contaram com os contributos dos seguintes oradores: Dr.
Mário Brito (Direcção Regional da Cultura do Norte - DRCN) ; Professor
Mota Alves (Presidente da Direcção da ATAHCA); Dr. Manuel Cardoso
(Director Regional da Agricultura e Pescas do Norte-DRAPN) que abriram
as jornadas; Drª Anabela Ramos (Técnica da DRCN) que abordou o tema do
cidrão como alimento e medicamento nos séculos XVII e XVIII; o
produtor agrícola Belmiro Cerqueira de Vila Verde que falou aos
presentes da sua experiência como produtor agrícola de cidrão; Engº
Augusto Assunção (Técnico da DRAPN) que apresentou os aspectos
técnicos ligados à cultura do cidrão; a Engª Alimentar Pilar Santos da
empresa Douro Mel que abordou as formas de transformação utilizadas
para este fruto na indústria, nomeadamente a confitagem e a
cristalização e ainda Daniel Pereira da Doçaria S.Vicente que trouxe
às jornadas o testemunho de uma pastelaria que há 200 anos utiliza o
cidrão como matéria-prima para a confecção do bolo rei e outros doces.
Durante as jornadas os participantes tiveram ainda o privilégio de
degustar vários produtos feitos à base do cidrão, nomeadamente:
pastéis e toucinho do céu com cidrão; cidrão confitado e cristalizado;
compotas e doces; infusões de folhas e cascas; licor e bolo rei.
No final destas jornadas ficou a convicção geral de que o cidrão é um
fruto com elevado potencial de mercado pelas suas propriedades e
características naturais, e que é sem dúvida mais um produto agrícola
que a região do Alto Cávado pelas óptimas condições edafo-climáticas
pode produzir facilmente, transformando-o assim numa oportunidade para
quem quiser apostar na sua cultura , comercialização e transformação,
numa lógica de diversificação e rentabilização da actividade nas
explorações agrícolas.
Fonte: ATAHCA
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/18.htm
Canadá deixa Protocolo de Quioto um ano depois
AMBIENTE
por Lusa, publicado por Luís Manuel CabralHoje
O Governo canadiano anunciou na segunda-feira à noite, numa declaração
de apenas uma frase: que já nao faz parte do Protocolo de Quioto, uma
medida que os partidos da oposição consideram "uma vergonha" na
historia do país.
A saída do Canadá do Protocolo de Quioto materializou-se no sábado,
día 15, precisamente um ano depois do país ter comunicado à ONU a sua
decisão.
O Governo canadiando não emitiu nenhum comunicado ou declaração a dar
conta da retirada efetiva do Protocolo, apesar de ser a primeira vez
que o Canadá se retira de um acordo internacional, refere a agência
Efe.
Respondendo a preguntas da agência noticiosa, o porta-voz do Ministro
do Ambiente do Canadá, Adam Sweet, confirmou segunda-feira que o
"Canadá se retirou de Quioto".
A mesma fonte acrescentou que o ministro do Ambiente, Peter Kent,
"tinha feito o anúncio no ano passado".
O porta-voz não quis explicar as razões pelas quais o Governo
conservador do primeiro ministro canadiano, Stephen Harper, se tornou
no primeiro do mundo a retirar-se do tratado, depois da ratificação,
nem se a medida vai danificar a imagem internacional do Canadá.
O Partido Verde do Canadá disse que a confirmação da saída corresponde
a "uma vergonha" para o país.
Stéphane Vigneault, coordenadora de comunicação do Partido Verde,
realçou que é a primeira vez na historia do país que o Canadá ratifica
e logo a seguir abandona um tratado internacional.
A deputada Elizabeth May, líder do Partido Verde, disse, em
comunicado, que a medida constituí uma mancha na reputação
internacional do país, ameaçando a imagem do Canadá no mundo e "mais
importante, o futuro das crianças canadianas".
A porta-voz de temas ambientais do NPD, o principal partido da
oposição, lamentou, também em comunicado, que enquanto o resto do
mundo avança na luta contra as alterações climáticas, o Canadá vai
ficando para trás.
Os números fornecidos pelo Partido Verde confirmam as afirmações do
NPD: enquanto em 1990 o Canadá emitiu 589 milhões de toneladas de
gases com efeito de estufa, em 2010 o número situou-se nos 692 milhões
de toneladas.
Tal corresponde a um aumento de 17%, quando o país devia ter reduzido
as suas emissões em 6%, de acordo com os compromissos assumidos no
Protocolo de Quioto,
Há um ano, o ministro do Ambiente do Canadá disse, numa conferencia de
imprensa, que "Quioto não funciona" e que "é o passado para o Canadá",
explicando invocar o "direito legal" do país para se retirar do
Protocolo.
O governante explicou que, por não ter cumprido os compromissos de
Quioto, o país teve de "transferir 14 mil milhões de dólares dos
contribuintes canadianos para outros países, o equivalente a 1.600
dólares canadianos por cada familia".
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2952812&seccao=EUA%20e%20Am%E9ricas&page=-1
por Lusa, publicado por Luís Manuel CabralHoje
O Governo canadiano anunciou na segunda-feira à noite, numa declaração
de apenas uma frase: que já nao faz parte do Protocolo de Quioto, uma
medida que os partidos da oposição consideram "uma vergonha" na
historia do país.
A saída do Canadá do Protocolo de Quioto materializou-se no sábado,
día 15, precisamente um ano depois do país ter comunicado à ONU a sua
decisão.
O Governo canadiando não emitiu nenhum comunicado ou declaração a dar
conta da retirada efetiva do Protocolo, apesar de ser a primeira vez
que o Canadá se retira de um acordo internacional, refere a agência
Efe.
Respondendo a preguntas da agência noticiosa, o porta-voz do Ministro
do Ambiente do Canadá, Adam Sweet, confirmou segunda-feira que o
"Canadá se retirou de Quioto".
A mesma fonte acrescentou que o ministro do Ambiente, Peter Kent,
"tinha feito o anúncio no ano passado".
O porta-voz não quis explicar as razões pelas quais o Governo
conservador do primeiro ministro canadiano, Stephen Harper, se tornou
no primeiro do mundo a retirar-se do tratado, depois da ratificação,
nem se a medida vai danificar a imagem internacional do Canadá.
O Partido Verde do Canadá disse que a confirmação da saída corresponde
a "uma vergonha" para o país.
Stéphane Vigneault, coordenadora de comunicação do Partido Verde,
realçou que é a primeira vez na historia do país que o Canadá ratifica
e logo a seguir abandona um tratado internacional.
A deputada Elizabeth May, líder do Partido Verde, disse, em
comunicado, que a medida constituí uma mancha na reputação
internacional do país, ameaçando a imagem do Canadá no mundo e "mais
importante, o futuro das crianças canadianas".
A porta-voz de temas ambientais do NPD, o principal partido da
oposição, lamentou, também em comunicado, que enquanto o resto do
mundo avança na luta contra as alterações climáticas, o Canadá vai
ficando para trás.
Os números fornecidos pelo Partido Verde confirmam as afirmações do
NPD: enquanto em 1990 o Canadá emitiu 589 milhões de toneladas de
gases com efeito de estufa, em 2010 o número situou-se nos 692 milhões
de toneladas.
Tal corresponde a um aumento de 17%, quando o país devia ter reduzido
as suas emissões em 6%, de acordo com os compromissos assumidos no
Protocolo de Quioto,
Há um ano, o ministro do Ambiente do Canadá disse, numa conferencia de
imprensa, que "Quioto não funciona" e que "é o passado para o Canadá",
explicando invocar o "direito legal" do país para se retirar do
Protocolo.
O governante explicou que, por não ter cumprido os compromissos de
Quioto, o país teve de "transferir 14 mil milhões de dólares dos
contribuintes canadianos para outros países, o equivalente a 1.600
dólares canadianos por cada familia".
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2952812&seccao=EUA%20e%20Am%E9ricas&page=-1
China lança primeiro centro de pesquisa de agricultura e silvicultura da África
2012-12-17 20:14:43 cri
O primeiro instituto de pesquisa sobre agricultura e silvicultura da
África foi lançado no domingo na Província de Zhejiang, leste da
China.
O Centro para Pesquisa de Agricultura e Silvicultura China-África foi
estabelecido pela Rede Internacional para Bambu e Rotim (INBAR, na
sigla em inglês) e pela Universidade de Agricultura e Silvicultura de
Zhejiang (ZAFU, na sigla em inglês).
O centro destacará as políticas de investimento e comércio
China-África sobre agricultura e silvicultura, a gestão de recursos de
bambu, estratégias e tecnologias de mudança climática, assim como
questões de segurança de alimentos, disse Zhuo Guomo, presidente da
universidade.
O centro promoverá os êxitos e experiências de pesquisa sobre
agricultura e silvicultura da China para países africanos. Também é
importante que a indústria de silvicultura da China torne-se mais
global, indicou Wang Chunfeng, vice-diretor do Centro de Administração
da Rede Florestal Ásia-Pacífico da Administração Nacional dos Recursos
Florestais.
As companhias chinesas podem comprar offsets de carbono de fazendas de
bambu locais, graças a um novo método de cálculo que pode determinar
quanto carbono pode ser armazenado nesses ecossistemas únicos e de
expansão rápida, de acordo com a INBAR.
A INBAR disse que a metodologia, desenvolvida pela rede e ZAFU, foi
aprovada em novembro pela Administração Nacional dos Recursos
Florestais e anunciada durantes as negociações do clima das Nações
Unidas em Doha.
por Agência Xinhua
http://portuguese.cri.cn/561/2012/12/17/1s159690.htm
O primeiro instituto de pesquisa sobre agricultura e silvicultura da
África foi lançado no domingo na Província de Zhejiang, leste da
China.
O Centro para Pesquisa de Agricultura e Silvicultura China-África foi
estabelecido pela Rede Internacional para Bambu e Rotim (INBAR, na
sigla em inglês) e pela Universidade de Agricultura e Silvicultura de
Zhejiang (ZAFU, na sigla em inglês).
O centro destacará as políticas de investimento e comércio
China-África sobre agricultura e silvicultura, a gestão de recursos de
bambu, estratégias e tecnologias de mudança climática, assim como
questões de segurança de alimentos, disse Zhuo Guomo, presidente da
universidade.
O centro promoverá os êxitos e experiências de pesquisa sobre
agricultura e silvicultura da China para países africanos. Também é
importante que a indústria de silvicultura da China torne-se mais
global, indicou Wang Chunfeng, vice-diretor do Centro de Administração
da Rede Florestal Ásia-Pacífico da Administração Nacional dos Recursos
Florestais.
As companhias chinesas podem comprar offsets de carbono de fazendas de
bambu locais, graças a um novo método de cálculo que pode determinar
quanto carbono pode ser armazenado nesses ecossistemas únicos e de
expansão rápida, de acordo com a INBAR.
A INBAR disse que a metodologia, desenvolvida pela rede e ZAFU, foi
aprovada em novembro pela Administração Nacional dos Recursos
Florestais e anunciada durantes as negociações do clima das Nações
Unidas em Doha.
por Agência Xinhua
http://portuguese.cri.cn/561/2012/12/17/1s159690.htm
Syngenta quer duplicar a facturação até 2015
17 Dezembro 2012, 16:08 por Rita Dias Baltazar | rbaltazar@negocios.pt
Empresa agrícola faz balanço um ano após nova estratégia e apresenta
metas. A empresa quer duplicar a facturação até 2015 e tem apostado na
Península Ibérica.
A Syngenta realizou em Madrid dois dias de demonstração para fazer um
balanço do primeiro ano após a integração das três divisões de
negócios da empresa, sementes, protecção das culturas e Bioline.
Neste encontro com contou com perto de 800 pessoas, a empresa
apresentou novas metas. A Syngenta tem por objectivo consolidar a
liderança no mercado das soluções para a agricultura e duplicar a
facturação, em todas as culturas, até 2015.
Apostada na investigação, a empresa que opera no sector agrícola
possui uma biofábrica de insectos auxiliares no Algarve. O
investimento no mercado ibérico estende-se a mais dois centros de
investigação em Espanha e a duas fábricas de produtos
fitofarmacêuticos no mesmo país.
As soluções criadas pela Syngenta para Portugal incluem o programa
MaltingUP desenvolvido em parceria com a indústria cervejeira, o trigo
Platte, e uma nova linha de híbridos na cultura do milho, com
resistência à seca. Nesta cultura. Portugal é pioneiro do programa
sudExpand.
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/syngenta_quer_duplicar_a_facturacao_ate_2015.html
Empresa agrícola faz balanço um ano após nova estratégia e apresenta
metas. A empresa quer duplicar a facturação até 2015 e tem apostado na
Península Ibérica.
A Syngenta realizou em Madrid dois dias de demonstração para fazer um
balanço do primeiro ano após a integração das três divisões de
negócios da empresa, sementes, protecção das culturas e Bioline.
Neste encontro com contou com perto de 800 pessoas, a empresa
apresentou novas metas. A Syngenta tem por objectivo consolidar a
liderança no mercado das soluções para a agricultura e duplicar a
facturação, em todas as culturas, até 2015.
Apostada na investigação, a empresa que opera no sector agrícola
possui uma biofábrica de insectos auxiliares no Algarve. O
investimento no mercado ibérico estende-se a mais dois centros de
investigação em Espanha e a duas fábricas de produtos
fitofarmacêuticos no mesmo país.
As soluções criadas pela Syngenta para Portugal incluem o programa
MaltingUP desenvolvido em parceria com a indústria cervejeira, o trigo
Platte, e uma nova linha de híbridos na cultura do milho, com
resistência à seca. Nesta cultura. Portugal é pioneiro do programa
sudExpand.
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/syngenta_quer_duplicar_a_facturacao_ate_2015.html
1º Aniversário da Elevação do Sobreiro a Árvore Nacional
José Luís Peixoto apadrinha e planta um sobreiro nos jardins da AR
A Assembleia da República e a Associação Portuguesa da Cortiça (Apcor)
vão celebrar o 1º Aniversário da Elevação do Sobreiro a Árvore
Nacional de Portugal com a plantação de um sobreiro nos jardins da AR.
Este sobreiro será plantado por José Luís Peixoto – escritor e natural
de Galveias, Ponte de Sor, Alentejo - que apadrinhou esta árvore.
O acto simbólico decorrerá no dia 19 de Dezembro, às 14h30, e contará
com a presença de Deputados e do Presidente da Comissão de Agricultura
e Mar, Deputado Vasco Cunha, em representação da Presidente da
Assembleia da República, Assunção Esteves, do presidente da Apcor,
João Rui Ferreira, e outras personalidades que neste dia irão celebrar
a importância desta espécie para o nosso país.
A Assembleia da República tem sido muito sensível a esta temática,
nomeadamente através dos trabalhos desenvolvidos pelo Grupo de
Trabalho do Sobreiro (X Legislatura), de que resultou a Resolução da
Assembleia da República n.º 26/2007, de 21.06.2007 (Defender o
montado, valorizar a fileira da cortiça), aprovada por unanimidade.
Para o presidente da Apcor "a celebração deste dia tem como intuito
dignificar uma árvore tipicamente portuguesa e, como tal, valorizar o
nosso país enquanto detentor de uma espécie florestal única à escala
mundial. Portugal é líder na área mundial de sobreiro, assim como na
produção da cortiça, por isso quer a resolução aprovada o ano passado,
quer este acto simbólico que vamos levar a cabo, demonstra a
importância que todos devemos ter para com esta espécie. O sobreiro
deverá ser a árvore de todos os portugueses."
O padrinho do sobreiro, José Luís Peixoto, considera que: "esta acção
não é mais do que o reconhecimento da importância desta espécie para o
nosso país, a nível ambiental, social e económico.
A preservação desta espécie deve ser uma atitude de todos. O sobreiro
é uma árvore com características fenomenais e, por isso, devemos
trata-lo com todo o carinho."
Fonte: apcor
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/17e.htm
A Assembleia da República e a Associação Portuguesa da Cortiça (Apcor)
vão celebrar o 1º Aniversário da Elevação do Sobreiro a Árvore
Nacional de Portugal com a plantação de um sobreiro nos jardins da AR.
Este sobreiro será plantado por José Luís Peixoto – escritor e natural
de Galveias, Ponte de Sor, Alentejo - que apadrinhou esta árvore.
O acto simbólico decorrerá no dia 19 de Dezembro, às 14h30, e contará
com a presença de Deputados e do Presidente da Comissão de Agricultura
e Mar, Deputado Vasco Cunha, em representação da Presidente da
Assembleia da República, Assunção Esteves, do presidente da Apcor,
João Rui Ferreira, e outras personalidades que neste dia irão celebrar
a importância desta espécie para o nosso país.
A Assembleia da República tem sido muito sensível a esta temática,
nomeadamente através dos trabalhos desenvolvidos pelo Grupo de
Trabalho do Sobreiro (X Legislatura), de que resultou a Resolução da
Assembleia da República n.º 26/2007, de 21.06.2007 (Defender o
montado, valorizar a fileira da cortiça), aprovada por unanimidade.
Para o presidente da Apcor "a celebração deste dia tem como intuito
dignificar uma árvore tipicamente portuguesa e, como tal, valorizar o
nosso país enquanto detentor de uma espécie florestal única à escala
mundial. Portugal é líder na área mundial de sobreiro, assim como na
produção da cortiça, por isso quer a resolução aprovada o ano passado,
quer este acto simbólico que vamos levar a cabo, demonstra a
importância que todos devemos ter para com esta espécie. O sobreiro
deverá ser a árvore de todos os portugueses."
O padrinho do sobreiro, José Luís Peixoto, considera que: "esta acção
não é mais do que o reconhecimento da importância desta espécie para o
nosso país, a nível ambiental, social e económico.
A preservação desta espécie deve ser uma atitude de todos. O sobreiro
é uma árvore com características fenomenais e, por isso, devemos
trata-lo com todo o carinho."
Fonte: apcor
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/17e.htm
Candidaturas Academia Compal Prémio Jovem Agricultor prolongadas até 30 de Dezembro
17-12-2012
As candidaturas para o projecto Academia Formação Compal foram
alargadas até o dia 30 de Dezembro.
Com mais de 200 registados no site oficial do Centro de Frutologia
Compal, cujas candidaturas à Academia ainda não foram formalizadas,
são diariamente os diversos contactos com dúvidas e questões, o que
levou ao prolongamento das candidaturas.
O concurso lançado pela CONFAGRI em parceria com a Sumol+Compal tem
como objectivo de potenciar o desenvolvimento da fruticultura, a
valorização da produção de fruta nacional, a inovação ao nível da
produção da matéria-prima, assim como a produção e disseminação do
conhecimento sobre a fruta e dos produtos derivados.
Toda a Informação sobre o concurso aqui http://www.centrofrutologiacompal.pt/
Fonte: CONFAGRI
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45437.aspx
As candidaturas para o projecto Academia Formação Compal foram
alargadas até o dia 30 de Dezembro.
Com mais de 200 registados no site oficial do Centro de Frutologia
Compal, cujas candidaturas à Academia ainda não foram formalizadas,
são diariamente os diversos contactos com dúvidas e questões, o que
levou ao prolongamento das candidaturas.
O concurso lançado pela CONFAGRI em parceria com a Sumol+Compal tem
como objectivo de potenciar o desenvolvimento da fruticultura, a
valorização da produção de fruta nacional, a inovação ao nível da
produção da matéria-prima, assim como a produção e disseminação do
conhecimento sobre a fruta e dos produtos derivados.
Toda a Informação sobre o concurso aqui http://www.centrofrutologiacompal.pt/
Fonte: CONFAGRI
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45437.aspx
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Porto e Douro subiram exportações em 2012
17 Dezembro 2012, 12:46 por António Larguesa | alarguesa@negocios.pt
Aumento do preço médio de venda ao exterior contribuiu para o
crescimento de 1% e 9% do volume de negócios, respectivamente.
Segundo as contas feitas pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto
(IVDP), com base no total anual móvel (últimos 12 meses) em Novembro,
foram comercializadas para o exterior quase oito milhões de caixas de
vinho do Porto (equivalente a 95,9 milhões de garrafas). A subida de
0,9% do preço médio fez o volume de negócios subir para 308,7 milhões
de euros, mais 1% do que no período homólogo (305,6 milhões de euros).
Entre Dezembro de 2011 e Novembro de 2012, também os vinhos DOC Douro
foram vendidos no estrangeiro a um preço médio 1,4% superior. Em
volume, a exportação dos vinhos de mesa da região melhorou 7,6% –
saíram do País 12,3 milhões de garrafas – e o crescimento em valor
chegou aos 9%, gerando receitas de 37,1 milhões de euros.
Realçando o crescimento do preço médio, o presidente do IVDP, Manuel
de Novaes Cabral, considerou "muito positivo" o nível de vendas dos
vinhos da Região Demarcada do Douro, frisando em comunicado que isto
aconteceu "num ano em que se acentuou o cenário negativo em termos
económicos", incluindo em alguns dos "principais mercados" de destino
destes produtos, na Europa.
Estes dados das exportações são particularmente relevantes para a
fileira do vinho do Porto, uma vez que podem significar uma ligeira
recuperação no final deste ano, após a quebra de 4,1% registada em
2011 nas vendas totais (ou seja, incluindo o mercado nacional). No
entanto, apenas no final deste mês é que o instituto público terá os
dados relativos às vendas em Portugal até Novembro, uma vez que as
empresas do sector têm um prazo mais alargado para entregar essas
declarações à entidade reguladora e fiscalizadora.
Loja e solares entram nos 2,9 milhões para promoção em 2013
O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto investiu este ano 2,3
milhões de euros no plano de promoção e internacionalização, com o
objectivo de contrariar a quebra no posicionamento comercial do vinho
do Porto ao longo da última década. O orçamento para 2013 aumenta para
2,9 milhões de euros, incluindo, pela primeira vez, a gestão da loja
no Porto e dos solares, em Lisboa e no Peso da Régua. Estas
estruturas, que até aqui eram tratados autonomamente, passarão a ser
geridas numa lógica de promoção das vendas e captação de mais
clientes, através de acções de dinamização e de contacto com os
operadores turísticos.
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/agricultura/vinho/detalhe/porto_e_douro_subiram_exportacoes_em_2012.html
Aumento do preço médio de venda ao exterior contribuiu para o
crescimento de 1% e 9% do volume de negócios, respectivamente.
Segundo as contas feitas pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto
(IVDP), com base no total anual móvel (últimos 12 meses) em Novembro,
foram comercializadas para o exterior quase oito milhões de caixas de
vinho do Porto (equivalente a 95,9 milhões de garrafas). A subida de
0,9% do preço médio fez o volume de negócios subir para 308,7 milhões
de euros, mais 1% do que no período homólogo (305,6 milhões de euros).
Entre Dezembro de 2011 e Novembro de 2012, também os vinhos DOC Douro
foram vendidos no estrangeiro a um preço médio 1,4% superior. Em
volume, a exportação dos vinhos de mesa da região melhorou 7,6% –
saíram do País 12,3 milhões de garrafas – e o crescimento em valor
chegou aos 9%, gerando receitas de 37,1 milhões de euros.
Realçando o crescimento do preço médio, o presidente do IVDP, Manuel
de Novaes Cabral, considerou "muito positivo" o nível de vendas dos
vinhos da Região Demarcada do Douro, frisando em comunicado que isto
aconteceu "num ano em que se acentuou o cenário negativo em termos
económicos", incluindo em alguns dos "principais mercados" de destino
destes produtos, na Europa.
Estes dados das exportações são particularmente relevantes para a
fileira do vinho do Porto, uma vez que podem significar uma ligeira
recuperação no final deste ano, após a quebra de 4,1% registada em
2011 nas vendas totais (ou seja, incluindo o mercado nacional). No
entanto, apenas no final deste mês é que o instituto público terá os
dados relativos às vendas em Portugal até Novembro, uma vez que as
empresas do sector têm um prazo mais alargado para entregar essas
declarações à entidade reguladora e fiscalizadora.
Loja e solares entram nos 2,9 milhões para promoção em 2013
O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto investiu este ano 2,3
milhões de euros no plano de promoção e internacionalização, com o
objectivo de contrariar a quebra no posicionamento comercial do vinho
do Porto ao longo da última década. O orçamento para 2013 aumenta para
2,9 milhões de euros, incluindo, pela primeira vez, a gestão da loja
no Porto e dos solares, em Lisboa e no Peso da Régua. Estas
estruturas, que até aqui eram tratados autonomamente, passarão a ser
geridas numa lógica de promoção das vendas e captação de mais
clientes, através de acções de dinamização e de contacto com os
operadores turísticos.
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/agricultura/vinho/detalhe/porto_e_douro_subiram_exportacoes_em_2012.html
Produção de azeitona em Borba cai até 60% este ano
Os olivicultores da zona de Borba, Alentejo, preveem um decréscimo de
60% na produção de azeitona para azeite em 2012
Azeite é de "excelente qualidade"
D.R.
17/12/2012 | 12:18 | Dinheiro Vivo
Os olivicultores da zona de Borba, no Alentejo, colheram este ano
azeitona para azeite de "boa qualidade", embora prevendo um decréscimo
de 60 por cento da produção em relação a 2011.
O presidente da Cooperativa de Olivicultores de Borba, Diogo
Sapatinha, explicou hoje à agência Lusa que a campanha deste ano está
no final, prevendo-se uma produção que deve rondar um milhão de quilos
de azeitona, o que vai corresponder a 145 mil litros de azeite.
Diogo Sapatinha referiu que na campanha deste ano a cooperativa de
Borba, uma das principais do Alentejo, está a produzir azeite de
"excelente qualidade".
A Cooperativa de Borba produz azeite de qualidade com Denominação de
Origem Protegida (DOP), tendo exportado este ano 16 por cento da
produção de azeite engarrafado para o Brasil, Alemanha, Japão e
Espanha, indicou o responsável.
"Prevemos crescer 10 a 15 por cento na exportação, em 2013, nos países
para onde já estamos a vender, sobretudo para o Brasil e Japão",
realçou.
Diogo Sapatinha referiu que este ano as vendas de azeite engarrafado
para o mercado nacional subiram 20 por cento, face a 2011, enquanto as
vendas para o mercado externo subiram 110 por cento, também em relação
a 2011.
Fundada em 1951, a Cooperativa de Olivicultores de Borba, que produz a
marca "Dom Borba", tem cerca de mil associados e abrange vários
concelhos dos distritos de Évora e Portalegre.
Em 2013, a cooperativa vai vender todo o azeite embalado com a marca
da empresa, além de começar a comercializar azeitona de conserva e
pastas de azeitona.
O azeite "Dom Borba" foi premiado em 2010 com uma medalha de ouro no
concurso Terra Olivo 2010, em Jerusalém, Israel.
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO081063.html?page=0
60% na produção de azeitona para azeite em 2012
Azeite é de "excelente qualidade"
D.R.
17/12/2012 | 12:18 | Dinheiro Vivo
Os olivicultores da zona de Borba, no Alentejo, colheram este ano
azeitona para azeite de "boa qualidade", embora prevendo um decréscimo
de 60 por cento da produção em relação a 2011.
O presidente da Cooperativa de Olivicultores de Borba, Diogo
Sapatinha, explicou hoje à agência Lusa que a campanha deste ano está
no final, prevendo-se uma produção que deve rondar um milhão de quilos
de azeitona, o que vai corresponder a 145 mil litros de azeite.
Diogo Sapatinha referiu que na campanha deste ano a cooperativa de
Borba, uma das principais do Alentejo, está a produzir azeite de
"excelente qualidade".
A Cooperativa de Borba produz azeite de qualidade com Denominação de
Origem Protegida (DOP), tendo exportado este ano 16 por cento da
produção de azeite engarrafado para o Brasil, Alemanha, Japão e
Espanha, indicou o responsável.
"Prevemos crescer 10 a 15 por cento na exportação, em 2013, nos países
para onde já estamos a vender, sobretudo para o Brasil e Japão",
realçou.
Diogo Sapatinha referiu que este ano as vendas de azeite engarrafado
para o mercado nacional subiram 20 por cento, face a 2011, enquanto as
vendas para o mercado externo subiram 110 por cento, também em relação
a 2011.
Fundada em 1951, a Cooperativa de Olivicultores de Borba, que produz a
marca "Dom Borba", tem cerca de mil associados e abrange vários
concelhos dos distritos de Évora e Portalegre.
Em 2013, a cooperativa vai vender todo o azeite embalado com a marca
da empresa, além de começar a comercializar azeitona de conserva e
pastas de azeitona.
O azeite "Dom Borba" foi premiado em 2010 com uma medalha de ouro no
concurso Terra Olivo 2010, em Jerusalém, Israel.
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO081063.html?page=0
Vencedor do Concurso Europeu de Fotografia e Vídeo "Regresso ao Futuro - A Agricultura" é português
Fotografia 'Vinho - Vale do Douro' da autoria do português Manuel Luis
Gomes Rebelo
Foram anunciados em Bruxelas os vencedores do concurso europeu de
fotografia e vídeo "Regresso ao Futuro – A agricultura" , promovido no
âmbito da campanha de informação "PAC: Regresso ao Futuro" levada a
cabo em Portugal, Bulgária, Estónia, e Malta, para assinalar o 50º
aniversário da Política Agrícola Comum (PAC).
Concorreram à competição 273 fotos e oito vídeos em 3 categorias:
"Qualidade, diversidade e saúde – a política agrícola europeia e a
produção", "O futuro do mundo rural" e "Agricultura biológica e
agroturismo". Os premiados em cada categoria e o grande vencedor do
concurso foram anunciados na capital belga no decorrer da cerimónia de
encerramento da campanha de informação "PAC: Regresso ao Futuro".
Na categoria "Qualidade, diversidade e saúde – a política agrícola
europeia e a produção" o vencedor foi o português Manuel Luis Gomes
Rebelo com a fotografia "Vinho - Vale do Douro". Na categoria "O
futuro do mundo rural" venceu também outro português Francisco Telles
e na categoria "Agricultura biológica e agroturismo" foi o estónio
Eddy Kont o vencedor. Na categoria vídeo o prémio foi para Ott Rõngas.
Todos eles irão receber mesas digitalizadoras como prémio.
Entre estes finalistas foi escolhido o grande prémio como o melhor
trabalho do Concurso Europeu de Fotografia e Vídeo "Regresso ao Futuro
– A Agricultura" que foi atribuído ao português Manuel Luis Gomes
Rebelo com a fotografia "Vinho - Vale do Douro" e que receberá como
prémio a oportunidade de visitar o Parlamento Europeu.
Das 273 fotografias recebidas a concurso, o júri composto por
especialistas na área da fotografia e da agricultura dos 4 países
organizadores, nomeou 18 trabalhos dos quais foram seleccionadas as
três melhores, uma por cada categoria e, destas, escolhida a grande
vencedora.
O Concurso europeu de fotografia e vídeo "PAC: Regresso ao Futuro"
teve como objectivo mostrar o mundo da agricultura na Europa através
de imagens que ligavam o passado e o futuro.
A ideia subjacente a esta iniciativa pretendia que, através quer da
fotografia, quer do vídeo, se procurasse personificar o espírito do
espaço rural europeu, captando histórias interessantes sobre a vida
dos produtores agrícolas bem como o impacto que as suas actividades
têm na vida dos cidadãos europeus.
Fonte: CEC
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/17c.htm
Gomes Rebelo
Foram anunciados em Bruxelas os vencedores do concurso europeu de
fotografia e vídeo "Regresso ao Futuro – A agricultura" , promovido no
âmbito da campanha de informação "PAC: Regresso ao Futuro" levada a
cabo em Portugal, Bulgária, Estónia, e Malta, para assinalar o 50º
aniversário da Política Agrícola Comum (PAC).
Concorreram à competição 273 fotos e oito vídeos em 3 categorias:
"Qualidade, diversidade e saúde – a política agrícola europeia e a
produção", "O futuro do mundo rural" e "Agricultura biológica e
agroturismo". Os premiados em cada categoria e o grande vencedor do
concurso foram anunciados na capital belga no decorrer da cerimónia de
encerramento da campanha de informação "PAC: Regresso ao Futuro".
Na categoria "Qualidade, diversidade e saúde – a política agrícola
europeia e a produção" o vencedor foi o português Manuel Luis Gomes
Rebelo com a fotografia "Vinho - Vale do Douro". Na categoria "O
futuro do mundo rural" venceu também outro português Francisco Telles
e na categoria "Agricultura biológica e agroturismo" foi o estónio
Eddy Kont o vencedor. Na categoria vídeo o prémio foi para Ott Rõngas.
Todos eles irão receber mesas digitalizadoras como prémio.
Entre estes finalistas foi escolhido o grande prémio como o melhor
trabalho do Concurso Europeu de Fotografia e Vídeo "Regresso ao Futuro
– A Agricultura" que foi atribuído ao português Manuel Luis Gomes
Rebelo com a fotografia "Vinho - Vale do Douro" e que receberá como
prémio a oportunidade de visitar o Parlamento Europeu.
Das 273 fotografias recebidas a concurso, o júri composto por
especialistas na área da fotografia e da agricultura dos 4 países
organizadores, nomeou 18 trabalhos dos quais foram seleccionadas as
três melhores, uma por cada categoria e, destas, escolhida a grande
vencedora.
O Concurso europeu de fotografia e vídeo "PAC: Regresso ao Futuro"
teve como objectivo mostrar o mundo da agricultura na Europa através
de imagens que ligavam o passado e o futuro.
A ideia subjacente a esta iniciativa pretendia que, através quer da
fotografia, quer do vídeo, se procurasse personificar o espírito do
espaço rural europeu, captando histórias interessantes sobre a vida
dos produtores agrícolas bem como o impacto que as suas actividades
têm na vida dos cidadãos europeus.
Fonte: CEC
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/17c.htm
Grupo de Alto Nível sobre o vinho formula as suas conclusões
O Grupo de Alto Nível sobre direitos de plantação no sector
vitivinícola, criado em Abril a pedido do Comissário Europeu para a
Agricultura e Desenvolvimento Rural, Dacian Ciolos, concluiu o seu
trabalho hoje. Este grupo de peritos, composto por representantes dos
27 Estados-Membros, da fileira, bem como observadores do Conselho, do
Parlamento Europeu e da Croácia, redigiu um relatório com as
conclusões. Esses resultados serão apresentados ao Conselho e ao
Parlamento Europeu. Eles vão alimentar os debates em curso sobre esta
questão no contexto da reforma da Política Agrícola Comum.
As principais conclusões são as seguintes:
• Um consenso sobre a necessidade absoluta de manter um dispositivo de
enquadramento da plantações de vinha na UE para todos os tipos de
vinhos (denominações de origem, indicações geográficas protegidas e os
vinhos sem indicação geográfica) depois do fim do regime actual.
• Os peritos consideraram que era essencial ter um mecanismo de
regulação dinâmica que crie condições favoráveis ao desenvolvimento
equilibrado do sector vitivinícola europeu.
• O Grupo de Alto Nível considerou várias opções para o futuro, e
avançou um sistema de autorização das extensões de novas plantações
aplicáveis a todos os vinhos. Este sistema seria gerido pelos
Estados-Membros, tendo em conta as recomendações de organizações
profissionais que representativas e reconhecido. Qualquer nova
expansão de plantação de vinha de todos os tipos de vinhos seria
sujeita ao regime de licenciamento. As licenças seriam gratuitas,
intransmissíveis e válidas por um período máximo de 3 anos.
• Este sistema seria acompanhado de um mecanismo de salvaguarda
comunitário com a fixação de uma percentagem anual de novas plantações
autorizadas, com a possibilidade de os Estados-Membros estabelecerem
um nível inferior ao nível nacional, regional ou para uma dada
categoria de vinho, sob certas condições.
• No caso de pedidos individuais elegíveis inferiores à percentagem
fixada ao nível nacional, todos os pedidos seriam concedidos. Se os
pedidos forem superiores à percentagem estabelecida a nível nacional,
as permissões serão concedidas com base em critérios de prioridade
objectivos e não discriminatórios estabelecidos a nível da UE, com
eventuais critérios nacionais suplementares que respeitem os mesmos
princípios.
• Este novo sistema é aplicável por um período potencial de seis anos,
com uma cláusula de revisão. Finalmente, estaria previsto um regime
transitório.
O Comissário Ciolos saúda o trabalho de reflexão feito pelo Grupo de
Alto Nível e agradece os peritos dos Estados-Membros e da fileira pelo
seu envolvimento.
Bruxelas, 14 Dezembro 2012
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/17b.htm
vitivinícola, criado em Abril a pedido do Comissário Europeu para a
Agricultura e Desenvolvimento Rural, Dacian Ciolos, concluiu o seu
trabalho hoje. Este grupo de peritos, composto por representantes dos
27 Estados-Membros, da fileira, bem como observadores do Conselho, do
Parlamento Europeu e da Croácia, redigiu um relatório com as
conclusões. Esses resultados serão apresentados ao Conselho e ao
Parlamento Europeu. Eles vão alimentar os debates em curso sobre esta
questão no contexto da reforma da Política Agrícola Comum.
As principais conclusões são as seguintes:
• Um consenso sobre a necessidade absoluta de manter um dispositivo de
enquadramento da plantações de vinha na UE para todos os tipos de
vinhos (denominações de origem, indicações geográficas protegidas e os
vinhos sem indicação geográfica) depois do fim do regime actual.
• Os peritos consideraram que era essencial ter um mecanismo de
regulação dinâmica que crie condições favoráveis ao desenvolvimento
equilibrado do sector vitivinícola europeu.
• O Grupo de Alto Nível considerou várias opções para o futuro, e
avançou um sistema de autorização das extensões de novas plantações
aplicáveis a todos os vinhos. Este sistema seria gerido pelos
Estados-Membros, tendo em conta as recomendações de organizações
profissionais que representativas e reconhecido. Qualquer nova
expansão de plantação de vinha de todos os tipos de vinhos seria
sujeita ao regime de licenciamento. As licenças seriam gratuitas,
intransmissíveis e válidas por um período máximo de 3 anos.
• Este sistema seria acompanhado de um mecanismo de salvaguarda
comunitário com a fixação de uma percentagem anual de novas plantações
autorizadas, com a possibilidade de os Estados-Membros estabelecerem
um nível inferior ao nível nacional, regional ou para uma dada
categoria de vinho, sob certas condições.
• No caso de pedidos individuais elegíveis inferiores à percentagem
fixada ao nível nacional, todos os pedidos seriam concedidos. Se os
pedidos forem superiores à percentagem estabelecida a nível nacional,
as permissões serão concedidas com base em critérios de prioridade
objectivos e não discriminatórios estabelecidos a nível da UE, com
eventuais critérios nacionais suplementares que respeitem os mesmos
princípios.
• Este novo sistema é aplicável por um período potencial de seis anos,
com uma cláusula de revisão. Finalmente, estaria previsto um regime
transitório.
O Comissário Ciolos saúda o trabalho de reflexão feito pelo Grupo de
Alto Nível e agradece os peritos dos Estados-Membros e da fileira pelo
seu envolvimento.
Bruxelas, 14 Dezembro 2012
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/17b.htm
CNA: Breve Balanço a 2012
O ano 2012 fica marcado pelas más consequências do programa de
desastre nacional do governo e das tróikas.
Assim, concretizou-se o essencial dos cortes orçamentais previstos. Em
consequência, o PRODER, Programa de Desenvolvimento Rural, está
financeiramente esgotado também porque foram os grandes projectos
privados do agro-negócio que tiveram prioridade governamental.
Ao contrário do que têm propagandeado, Ministério da Agricultura e
Governo não tomaram qualquer medida de apoio específico à Agricultura
Familiar. Assim, a grande, grande parte dos ajudas públicas, e de
todos os tipos, continuou a ir parar ao bolso dos grandes
proprietários absentistas e do grande agro-negócio !
O aumento de impostos fez aumentar os custos dos Factores de Produção
e agravou a contracção do mercado interno de bens agro-alimentares.
Reduziu-se a Produção Nacional de base, como em Cereais, Carnes,
Leite, Forragens.
Os Hipermercados continuaram a estrangular a Produção Agrícola
Familiar e a pequena e média Agro-Indústria.
Sempre fiéis aos interesses da grande agro-indústria e do
agro-negócio, o Ministério da Agricultura e o Governo legislaram sobre
o "banco de terras" e assumiram vir a legislar, por exemplo, para
abrir ao País inteiro à eucaliptização "selvagem", o que (a prazo) põe
inclusivamente em risco o património dos pequenos e médios
Agricultores.
Também como exemplo, a falta de pagamento, por parte do Governo, das
dívidas (10 milhões de euros) às OPP - Organizações de Produtores
Pecuários, por causa da Sanidade Animal e a falta de certezas quanto
ao seu financiamento público em 2013, são dos mais graves problemas de
2012 e que transitam para 2013.
De igual modo se agravou - sem combate eficaz - a série fatal de
pragas e doenças que devastam a Floresta, os Pomares e as Vinhas.
Mais cortes Orçamentais…mais problemas…
Como é sabido, o Orçamento de Estado para 2013 agrava os cortes
orçamentais sobre o sector Agro-Florestal e sobre a generalidade dos
Serviços Públicos. Ao mesmo tempo, faz aumentar brutalmente os
Impostos. É um Orçamento de Estado de miséria e de fome que é
necessário continuar a combater.
E na mesma linha dos cortes brutais se encaminha a discussão do
Orçamento da União Europeia - e da PAC - para o período de 2014 a
2020, o que não pode ser consentido pelo Governo Português.
PROPOSTAS E RECLAMAÇÕES DA CNA
Em 2012, a CNA e Filiadas continuaram em acção. Com propostas e
reclamações que apresentámos aos Órgãos de Soberania . Com iniciativas
de protesto para fazermos ouvir, alto e bom som, a nossa voz e as
nossas razões!
EM 2013, VAMOS CONTINUAR O TRABALHO E A LUTA !
Disso dá testemunho prévio o "Plano de Actividades da CNA para 2013"
agora aprovado, com um conjunto de iniciativas e outros projectos de
que, desde já, destacamos a realização (antes de Junho) de uma grande
Concentração Nacional, de protesto e reclamação, preferencialmente em
Lisboa, e a realização (Dezembro) do "VII CONGRESSO DA CNA e da
Agricultura Portuguesa".
Um "Plano de Actividades da CNA para 2013" que se orienta:
- Contra o programa de desastre nacional deste governo e das tróikas !
- Por outras e melhores políticas agrícolas e orçamentais !
- Por uma PAC - Política Agrícola Comum, mais Justa e Solidária !
- Pela Soberania e pela Segurança Alimentares !
Coimbra, 17 de Dezembro de 2012
A Direcção Nacional da C N A
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/17a.htm
desastre nacional do governo e das tróikas.
Assim, concretizou-se o essencial dos cortes orçamentais previstos. Em
consequência, o PRODER, Programa de Desenvolvimento Rural, está
financeiramente esgotado também porque foram os grandes projectos
privados do agro-negócio que tiveram prioridade governamental.
Ao contrário do que têm propagandeado, Ministério da Agricultura e
Governo não tomaram qualquer medida de apoio específico à Agricultura
Familiar. Assim, a grande, grande parte dos ajudas públicas, e de
todos os tipos, continuou a ir parar ao bolso dos grandes
proprietários absentistas e do grande agro-negócio !
O aumento de impostos fez aumentar os custos dos Factores de Produção
e agravou a contracção do mercado interno de bens agro-alimentares.
Reduziu-se a Produção Nacional de base, como em Cereais, Carnes,
Leite, Forragens.
Os Hipermercados continuaram a estrangular a Produção Agrícola
Familiar e a pequena e média Agro-Indústria.
Sempre fiéis aos interesses da grande agro-indústria e do
agro-negócio, o Ministério da Agricultura e o Governo legislaram sobre
o "banco de terras" e assumiram vir a legislar, por exemplo, para
abrir ao País inteiro à eucaliptização "selvagem", o que (a prazo) põe
inclusivamente em risco o património dos pequenos e médios
Agricultores.
Também como exemplo, a falta de pagamento, por parte do Governo, das
dívidas (10 milhões de euros) às OPP - Organizações de Produtores
Pecuários, por causa da Sanidade Animal e a falta de certezas quanto
ao seu financiamento público em 2013, são dos mais graves problemas de
2012 e que transitam para 2013.
De igual modo se agravou - sem combate eficaz - a série fatal de
pragas e doenças que devastam a Floresta, os Pomares e as Vinhas.
Mais cortes Orçamentais…mais problemas…
Como é sabido, o Orçamento de Estado para 2013 agrava os cortes
orçamentais sobre o sector Agro-Florestal e sobre a generalidade dos
Serviços Públicos. Ao mesmo tempo, faz aumentar brutalmente os
Impostos. É um Orçamento de Estado de miséria e de fome que é
necessário continuar a combater.
E na mesma linha dos cortes brutais se encaminha a discussão do
Orçamento da União Europeia - e da PAC - para o período de 2014 a
2020, o que não pode ser consentido pelo Governo Português.
PROPOSTAS E RECLAMAÇÕES DA CNA
Em 2012, a CNA e Filiadas continuaram em acção. Com propostas e
reclamações que apresentámos aos Órgãos de Soberania . Com iniciativas
de protesto para fazermos ouvir, alto e bom som, a nossa voz e as
nossas razões!
EM 2013, VAMOS CONTINUAR O TRABALHO E A LUTA !
Disso dá testemunho prévio o "Plano de Actividades da CNA para 2013"
agora aprovado, com um conjunto de iniciativas e outros projectos de
que, desde já, destacamos a realização (antes de Junho) de uma grande
Concentração Nacional, de protesto e reclamação, preferencialmente em
Lisboa, e a realização (Dezembro) do "VII CONGRESSO DA CNA e da
Agricultura Portuguesa".
Um "Plano de Actividades da CNA para 2013" que se orienta:
- Contra o programa de desastre nacional deste governo e das tróikas !
- Por outras e melhores políticas agrícolas e orçamentais !
- Por uma PAC - Política Agrícola Comum, mais Justa e Solidária !
- Pela Soberania e pela Segurança Alimentares !
Coimbra, 17 de Dezembro de 2012
A Direcção Nacional da C N A
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/17a.htm
O associativismo florestal, fator essencial ao desenvolvimento
OPINIÃO
Paulo Pimenta de Castro
O associativismo florestal tem assumido nas últimas três décadas um
crescente destaque no panorama florestal português. Ainda muito aquém
do peso que o associativismo florestal possui noutros países da UE com
forte presença do setor florestal na economia, as organizações de
proprietários de floresta em Portugal são hoje um parceiro
incontornável para o desenvolvimento económico das várias fileiras
florestais, para a preservação dos recursos naturais renováveis
associados aos espaços florestais e silvestres, bem como na garantia
do bem estar das populações rurais e do emprego, não apenas no setor
primário, mas nos demais que neste têm o seu suporte.
As organizações de proprietários florestais, quer as de cariz
socioprofissional quer socioeconómico, têm tido protagonismo na
operacionalidade das medidas e dos instrumentos de política florestal,
seja ao nível dos projetos de investimento, seja na agregação de áreas
para gestão conjunta das florestas, no caso das Zonas de Intervenção
Florestal (ZIF), ou na certificação da gestão florestal sustentável,
bem como, mais recentemente, no domínio da defesa da floresta, seja ao
nível da prevenção, vigilância e primeira intervenção nos incêndios
florestais, ou na deteção e combate a pragas e a doenças.
Apesar desta operacionalidade de caráter técnico, o desempenho do
associativismo florestal tem sido todavia ineficaz na salvaguarda do
principal interesse dos proprietários florestais. No geral, as
organizações de proprietários florestais não têm evidenciado
resultados no que respeita à rentabilidade do negócio florestal e, bem
assim, na garantia de acesso equilibrado dos seus associados aos
mercados de produtos florestais. Este é contudo uma área fulcral para
a garantia de expectativas para o investimento e o desenvolvimento das
florestas em Portugal, onde mais de 90% da área florestal se encontra
na posse de centenas de milhar de proprietários rústicos.
Efetivamente, de acordo com os mais recentes dados estatísticos,
disponibilizadas nas Contas Económicas da Silvicultura 2010, pelo
Instituto Nacional de Estatística, a silvicultura, a atividade
silvícola ou a produção florestal têm evidenciado um progressivo
declínio entre 2000 e 2010. Ficam evidentes os decréscimos nos preços
e nos volumes, bem como os acréscimos nos consumos intermédios. Fica
claríssima a redução do peso do Valor Acrescentado Bruto (VAB) da
silvicultura no VAB nacional, e bem assim do peso do conjunto das
fileiras florestais no Produto Interno Bruto (PIB).
Sabemos contudo que mesmo antes de 2000 os problemas da rentabilidade
do negócio florestal eram já muito evidentes. Em 1996, num estudo
desenvolvido pela consultora internacional Poyry, pelo Banco BPI e
pela Agro.ges, era já diagnosticada uma situação de subaproveitamento
e de sobre-exploração dos recursos florestais portugueses. De acordo
com os especialistas, mesmo o negócio da produção de lenho de
eucalipto para trituração, tido como o que apresenta maior
rentabilidade na atividade silvícola, evidencia fortes indícios de
abandono na gestão dos eucaliptais, mantendo-se a produtividade média
anual nacional a níveis de 1928. A fraca rentabilidade do negócio
silvícola implica num ajustamento da gestão florestal, ou seja na
redução dos encargos face à não expectativa de receita, ou seja na não
gestão, ou no tradicionalmente designado absentismo. As consequências
são genericamente suportadas por toda a Sociedade, seja no caso da
propagação dos incêndios, seja na proliferação de pragas e de doenças,
com impactos ao nível da flora e da fauna, na conservação dos solos,
na qualidade da água, ou mesmo na paisagem, mas também no emprego, na
qualidade de vida, no êxodo rural e na aceleração dos fenómenos
associados à desertificação.
Importa assim que ocorra uma mudança de paradigma na estratégia das
organizações associativas ou cooperativas de proprietários rústicos
com superfícies florestais, fazendo suportar o investimento e
subsequente gestão das florestas na rentabilidade do negócio
silvícola, negócio esse que assente nas melhores práticas disponíveis
e que assegure a sustentabilidade dos recursos naturais, garantindo o
sustento às diferentes fileiras de bens e de serviços de base
florestal que valorizem a floresta, os seus proprietários e, assim, o
desenvolvimento rural.
Lisboa, 17 de dezembro de 2012
Paulo Pimenta de Castro
Engenheiro Florestal
Presidente da Direção da Acréscimo – Associação de Promoção ao
Investimento Florestal
http://www.agroportal.pt/a/2012/pcastro9.htm
Paulo Pimenta de Castro
O associativismo florestal tem assumido nas últimas três décadas um
crescente destaque no panorama florestal português. Ainda muito aquém
do peso que o associativismo florestal possui noutros países da UE com
forte presença do setor florestal na economia, as organizações de
proprietários de floresta em Portugal são hoje um parceiro
incontornável para o desenvolvimento económico das várias fileiras
florestais, para a preservação dos recursos naturais renováveis
associados aos espaços florestais e silvestres, bem como na garantia
do bem estar das populações rurais e do emprego, não apenas no setor
primário, mas nos demais que neste têm o seu suporte.
As organizações de proprietários florestais, quer as de cariz
socioprofissional quer socioeconómico, têm tido protagonismo na
operacionalidade das medidas e dos instrumentos de política florestal,
seja ao nível dos projetos de investimento, seja na agregação de áreas
para gestão conjunta das florestas, no caso das Zonas de Intervenção
Florestal (ZIF), ou na certificação da gestão florestal sustentável,
bem como, mais recentemente, no domínio da defesa da floresta, seja ao
nível da prevenção, vigilância e primeira intervenção nos incêndios
florestais, ou na deteção e combate a pragas e a doenças.
Apesar desta operacionalidade de caráter técnico, o desempenho do
associativismo florestal tem sido todavia ineficaz na salvaguarda do
principal interesse dos proprietários florestais. No geral, as
organizações de proprietários florestais não têm evidenciado
resultados no que respeita à rentabilidade do negócio florestal e, bem
assim, na garantia de acesso equilibrado dos seus associados aos
mercados de produtos florestais. Este é contudo uma área fulcral para
a garantia de expectativas para o investimento e o desenvolvimento das
florestas em Portugal, onde mais de 90% da área florestal se encontra
na posse de centenas de milhar de proprietários rústicos.
Efetivamente, de acordo com os mais recentes dados estatísticos,
disponibilizadas nas Contas Económicas da Silvicultura 2010, pelo
Instituto Nacional de Estatística, a silvicultura, a atividade
silvícola ou a produção florestal têm evidenciado um progressivo
declínio entre 2000 e 2010. Ficam evidentes os decréscimos nos preços
e nos volumes, bem como os acréscimos nos consumos intermédios. Fica
claríssima a redução do peso do Valor Acrescentado Bruto (VAB) da
silvicultura no VAB nacional, e bem assim do peso do conjunto das
fileiras florestais no Produto Interno Bruto (PIB).
Sabemos contudo que mesmo antes de 2000 os problemas da rentabilidade
do negócio florestal eram já muito evidentes. Em 1996, num estudo
desenvolvido pela consultora internacional Poyry, pelo Banco BPI e
pela Agro.ges, era já diagnosticada uma situação de subaproveitamento
e de sobre-exploração dos recursos florestais portugueses. De acordo
com os especialistas, mesmo o negócio da produção de lenho de
eucalipto para trituração, tido como o que apresenta maior
rentabilidade na atividade silvícola, evidencia fortes indícios de
abandono na gestão dos eucaliptais, mantendo-se a produtividade média
anual nacional a níveis de 1928. A fraca rentabilidade do negócio
silvícola implica num ajustamento da gestão florestal, ou seja na
redução dos encargos face à não expectativa de receita, ou seja na não
gestão, ou no tradicionalmente designado absentismo. As consequências
são genericamente suportadas por toda a Sociedade, seja no caso da
propagação dos incêndios, seja na proliferação de pragas e de doenças,
com impactos ao nível da flora e da fauna, na conservação dos solos,
na qualidade da água, ou mesmo na paisagem, mas também no emprego, na
qualidade de vida, no êxodo rural e na aceleração dos fenómenos
associados à desertificação.
Importa assim que ocorra uma mudança de paradigma na estratégia das
organizações associativas ou cooperativas de proprietários rústicos
com superfícies florestais, fazendo suportar o investimento e
subsequente gestão das florestas na rentabilidade do negócio
silvícola, negócio esse que assente nas melhores práticas disponíveis
e que assegure a sustentabilidade dos recursos naturais, garantindo o
sustento às diferentes fileiras de bens e de serviços de base
florestal que valorizem a floresta, os seus proprietários e, assim, o
desenvolvimento rural.
Lisboa, 17 de dezembro de 2012
Paulo Pimenta de Castro
Engenheiro Florestal
Presidente da Direção da Acréscimo – Associação de Promoção ao
Investimento Florestal
http://www.agroportal.pt/a/2012/pcastro9.htm
Angola: Falta de máquinas dificulta preparação dos solos
Armando Sapalo| Dundo - HojePartilhar Tamanho da letra Enviar Imprimir
A aposta do Governo Provincial no relançamento do sector da
agricultura é um dos pontos de partida para a diversificação da
economia e para o êxito do programa de combate à pobreza
Fotografia: Joaquim Aguiar| Lunda-Norte
A falta de uma brigada de mecanização agrícola na província da
Lunda-Norte, para facilitar a desmatação e o desbravamento de terras,
tendo em vista o aproveitamento dos solos, está a dificultar o
trabalho dos camponeses locais, disse ontem, ao Jornal de Angola, o
director provincial da Agricultura Pesca e Desenvolvimento Rural.
José Mendes esclareceu que, dadas as dificuldades que os camponeses da
região enfrentam no que diz respeito à destamação de terras, as
autoridades locais vão estabelecer políticas eficazes para se
ultrapassar estas dificuldades. Entre elas, a constituição de uma
brigada de tractoristas, através de uma acção formativa de curta
duração, a partir do próximo ano, afigura-se como sendo o grande
desafio do sector agrário na Lunda-Norte.
A criação desta brigada de apoio às actividades agrícolas vai permitir
que a província deixe de continuar a depender de uma agricultura
familiar de subsistência e passe a adoptar projectos mais
estruturantes, que possam contribuir para a diversificação da
economia.
No quadro dos programas destinados a prestar assessoria técnica aos
pequenos e médios agricultores locais, o Governo Provincial
estabeleceu parcerias público-privadas com algumas empresas
familiares, que já beneficiaram do crédito agrícola de campanha, no
sentido de ajudarem na preparação dos solos.
Não obstante as dificuldades, José Mendes informou que os níveis de
produção na província têm sido satisfatórios, tendo em conta que as
safras ultrapassaram as expectativas, sendo os agricultores da
Lunda-Norte os que mais produtos de campo fornecem às províncias de
Luanda e Malange, como hortícolas e farinha de bombó."Não corresponde
à verdade o que muita gente afirma em relação ao facto da província da
Lunda-Norte não produzir em termos de agricultura. Os nossos índices
de produção aumentaram consideravelmente, porque os camponeses locais
passaram a ser alguns dos maiores fornecedores de hortícolas e farinha
de bombó às províncias de Luanda e Malange", realçou.
José Mendes sublinhou que existe um grande empenho do sector que
dirige com vista a serem ultrapassadas dificuldades e insuficiências
técnicas e materiais, para serem alcançadas as metas preconizadas,
mas, lembrou, a falta de técnicos agrários nos municípios dificulta o
controlo da quantidade dos produtos recolhidos na época das safras.
Ainda assim, o Governo Provincial vai continuar a apoiar os
empresários locais com tractores, charruas, sementes e outros meios
que permitam incrementar os níveis de produtividade.
A aposta do Governo no relançamento do sector da agricultura é um dos
pontos de partida para a diversificação da economia e para o êxito do
programa é importante que haja uma conjugação de esforços entre as
autoridades governamentais e a classe empresarial da província, tendo
em vista o reforço das parcerias, sublinhou o director provincial.
Campanha agrícola
De acordo com José Mendes, estão criadas as condições técnicas
materiais e humanas para o arranque da campanha agrícola 2012/2013.
"As perspectivas em termos de colheita e diversificação de culturas
são animadoras, pois as cooperativas e associações estão mobilizadas",
garantiu. Através do Instituto de Desenvolvimento Agrário, o Governo
Provincial procedeu à distribuição de 30 toneladas de sementes e
fertilizantes de milho, além de 20 outras sementes diversas para a
próxima campanha agrícola.
A distribuição de sementes e fertilizantes visa contribuir para o
reforço da produção e diversificação de culturas, tendo em vista a
melhoria da dieta e segurança alimentar das populações. "Estamos
apostados na produção local, para reduzirmos a elevada dependência no
consumo de produtos importados e garantirmos a segurança alimentar das
nossas populações", afirmou.
Por isso, a campanha agrícola que está prestes a começar vai ser
marcada pela produção de culturas como batata-doce, hortaliças,
ginguba, inhame e mandioca em maior escala.
Infra-estruturas de apoio
A vice-governadora para a área Económica, Deolinda Vilarinho, que
avaliou o grau de execução dos projectos agrícolas no município do
Chitato, disse esperar por uma excelente campanha agrícola, tendo em
conta que, a partir do próximo ano, vão surgir infra-estruturas
modernas de apoio aos agricultores. Além disso, anunciou a entrada em
funcionamento, no primeiro tri mestre de 2013, da Estação de
Desenvolvimento Agrário (EDA), em construção no município do Capenda
Camulemba. Trata-se de uma Estação Agrária com infra-estruturas
modernas para o armazenamento e comercialização de sementes e
fertilizantes, para os pequenos e médios agricultores.
O empreendimento vai ser o ponto de radiação de toda a actividade
agrícola da região sul da província da Lunda-Norte, uma vez que, além
de garantir a conservação de produtos e de reserva de sementes, surge
também para promover seminários destinados a dotar os agricultores de
novas competências técnicas. O projecto, financiado pela Espanha, numa
acção concertada com o Ministério da Agricultura, Pescas e
Desenvolvimento Rural, vai, em termos globais, assegurar o escoamento
da produção dos camponeses e promover a criação de uma rede de
comercialização.
http://jornaldeangola.sapo.ao/14/18/falta_de_maquinas_dificulta_preparacao_dos_solos
A aposta do Governo Provincial no relançamento do sector da
agricultura é um dos pontos de partida para a diversificação da
economia e para o êxito do programa de combate à pobreza
Fotografia: Joaquim Aguiar| Lunda-Norte
A falta de uma brigada de mecanização agrícola na província da
Lunda-Norte, para facilitar a desmatação e o desbravamento de terras,
tendo em vista o aproveitamento dos solos, está a dificultar o
trabalho dos camponeses locais, disse ontem, ao Jornal de Angola, o
director provincial da Agricultura Pesca e Desenvolvimento Rural.
José Mendes esclareceu que, dadas as dificuldades que os camponeses da
região enfrentam no que diz respeito à destamação de terras, as
autoridades locais vão estabelecer políticas eficazes para se
ultrapassar estas dificuldades. Entre elas, a constituição de uma
brigada de tractoristas, através de uma acção formativa de curta
duração, a partir do próximo ano, afigura-se como sendo o grande
desafio do sector agrário na Lunda-Norte.
A criação desta brigada de apoio às actividades agrícolas vai permitir
que a província deixe de continuar a depender de uma agricultura
familiar de subsistência e passe a adoptar projectos mais
estruturantes, que possam contribuir para a diversificação da
economia.
No quadro dos programas destinados a prestar assessoria técnica aos
pequenos e médios agricultores locais, o Governo Provincial
estabeleceu parcerias público-privadas com algumas empresas
familiares, que já beneficiaram do crédito agrícola de campanha, no
sentido de ajudarem na preparação dos solos.
Não obstante as dificuldades, José Mendes informou que os níveis de
produção na província têm sido satisfatórios, tendo em conta que as
safras ultrapassaram as expectativas, sendo os agricultores da
Lunda-Norte os que mais produtos de campo fornecem às províncias de
Luanda e Malange, como hortícolas e farinha de bombó."Não corresponde
à verdade o que muita gente afirma em relação ao facto da província da
Lunda-Norte não produzir em termos de agricultura. Os nossos índices
de produção aumentaram consideravelmente, porque os camponeses locais
passaram a ser alguns dos maiores fornecedores de hortícolas e farinha
de bombó às províncias de Luanda e Malange", realçou.
José Mendes sublinhou que existe um grande empenho do sector que
dirige com vista a serem ultrapassadas dificuldades e insuficiências
técnicas e materiais, para serem alcançadas as metas preconizadas,
mas, lembrou, a falta de técnicos agrários nos municípios dificulta o
controlo da quantidade dos produtos recolhidos na época das safras.
Ainda assim, o Governo Provincial vai continuar a apoiar os
empresários locais com tractores, charruas, sementes e outros meios
que permitam incrementar os níveis de produtividade.
A aposta do Governo no relançamento do sector da agricultura é um dos
pontos de partida para a diversificação da economia e para o êxito do
programa é importante que haja uma conjugação de esforços entre as
autoridades governamentais e a classe empresarial da província, tendo
em vista o reforço das parcerias, sublinhou o director provincial.
Campanha agrícola
De acordo com José Mendes, estão criadas as condições técnicas
materiais e humanas para o arranque da campanha agrícola 2012/2013.
"As perspectivas em termos de colheita e diversificação de culturas
são animadoras, pois as cooperativas e associações estão mobilizadas",
garantiu. Através do Instituto de Desenvolvimento Agrário, o Governo
Provincial procedeu à distribuição de 30 toneladas de sementes e
fertilizantes de milho, além de 20 outras sementes diversas para a
próxima campanha agrícola.
A distribuição de sementes e fertilizantes visa contribuir para o
reforço da produção e diversificação de culturas, tendo em vista a
melhoria da dieta e segurança alimentar das populações. "Estamos
apostados na produção local, para reduzirmos a elevada dependência no
consumo de produtos importados e garantirmos a segurança alimentar das
nossas populações", afirmou.
Por isso, a campanha agrícola que está prestes a começar vai ser
marcada pela produção de culturas como batata-doce, hortaliças,
ginguba, inhame e mandioca em maior escala.
Infra-estruturas de apoio
A vice-governadora para a área Económica, Deolinda Vilarinho, que
avaliou o grau de execução dos projectos agrícolas no município do
Chitato, disse esperar por uma excelente campanha agrícola, tendo em
conta que, a partir do próximo ano, vão surgir infra-estruturas
modernas de apoio aos agricultores. Além disso, anunciou a entrada em
funcionamento, no primeiro tri mestre de 2013, da Estação de
Desenvolvimento Agrário (EDA), em construção no município do Capenda
Camulemba. Trata-se de uma Estação Agrária com infra-estruturas
modernas para o armazenamento e comercialização de sementes e
fertilizantes, para os pequenos e médios agricultores.
O empreendimento vai ser o ponto de radiação de toda a actividade
agrícola da região sul da província da Lunda-Norte, uma vez que, além
de garantir a conservação de produtos e de reserva de sementes, surge
também para promover seminários destinados a dotar os agricultores de
novas competências técnicas. O projecto, financiado pela Espanha, numa
acção concertada com o Ministério da Agricultura, Pescas e
Desenvolvimento Rural, vai, em termos globais, assegurar o escoamento
da produção dos camponeses e promover a criação de uma rede de
comercialização.
http://jornaldeangola.sapo.ao/14/18/falta_de_maquinas_dificulta_preparacao_dos_solos
Crise não afasta investimentos do Alqueva
Reportagem de Rosário Silva
Empresário quer reconstruir a herdade de S. Lourenço do Barrocal, no
concelho de Reguengos de Monsaraz. Projecto que está a ser pensado há
10 anos e pretende criar mais de 30 postos de trabalho. 17-12-2012
6:43 por Rosário Silva
Apesar da crise há promotores turísticos que continuam a apostar em
projectos ligados a Alqueva. No concelho de Reguengos de Monsaraz, o
mesmo que viu perder o maior investimento na área ligado ao empresário
José Roquette, prepara-se agora para assistir ao início da construção
do conjunto turístico de S. Lourenço do Barrocal.
Se tudo correr de acordo com o previsto, a herdade do século XIX, que
já mantém intensa actividade agrícola, vai criar mais de três dezenas
de postos de trabalho e começa a ser recuperada em Julho de 2013.
S. Lourenço do Barrocal, no concelho de Reguengos de Monsaraz, é um
projecto que está a ser pensado há 10 anos, para "demorar o tempo que
for preciso", de acordo com o empresário José António Sousa Uva.
Na vertente agrícola já há investimento visível, agora com a ajuda de
nove milhões de euros de uma candidatura aprovada no âmbito do
"Investe QREN", uma linha de financiamento às empresas, e arranca
também a vertente turística.
"A renovação do monte do séc. XIX da herdade, com um hotel de 5
estrelas e 16 quartos, um restaurante, uma adega, um spa, enfim,
alguns serviços e um aldeamento turístico de 24 unidades", explica
explica à Renascença José Sousa Uva.
O administrador do projecto acrescenta que, "paralelamente, há também
uns edifícios autónomos, moradias turísticas e todo um projecto
agrícola que inclui a produção de vinho, de azeite, de hortícolas e
carne biológicas".
Esta é apenas a primeira fase de um processo que tem de adaptar-se aos
ciclos económicos, sublinha o empresário. "Ter o tempo e perseverança
suficiente para conseguirmos ir executando o projecto de acordo com
esses ciclos. Mas a ideia que nós temos agora, é que tendo o apoio do
QREN, conseguimos assumir o investimento desta primeira fase do
empreendimento."
Nesta primeira fase, o administrador do projecto prevê criar "cerca de
30 postos de trabalho, essencialmente na área do turismo e devemos ter
também mais alguns quando o projecto entrar em ano cruzeiro, que deve
ser em 2016".
A prioridade passa agora pela recuperação do monte central da herdade,
na família há 200 anos, pretendendo-se criar um novo sentido de
comunidade adaptada aos tempos modernos.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=89317
Empresário quer reconstruir a herdade de S. Lourenço do Barrocal, no
concelho de Reguengos de Monsaraz. Projecto que está a ser pensado há
10 anos e pretende criar mais de 30 postos de trabalho. 17-12-2012
6:43 por Rosário Silva
Apesar da crise há promotores turísticos que continuam a apostar em
projectos ligados a Alqueva. No concelho de Reguengos de Monsaraz, o
mesmo que viu perder o maior investimento na área ligado ao empresário
José Roquette, prepara-se agora para assistir ao início da construção
do conjunto turístico de S. Lourenço do Barrocal.
Se tudo correr de acordo com o previsto, a herdade do século XIX, que
já mantém intensa actividade agrícola, vai criar mais de três dezenas
de postos de trabalho e começa a ser recuperada em Julho de 2013.
S. Lourenço do Barrocal, no concelho de Reguengos de Monsaraz, é um
projecto que está a ser pensado há 10 anos, para "demorar o tempo que
for preciso", de acordo com o empresário José António Sousa Uva.
Na vertente agrícola já há investimento visível, agora com a ajuda de
nove milhões de euros de uma candidatura aprovada no âmbito do
"Investe QREN", uma linha de financiamento às empresas, e arranca
também a vertente turística.
"A renovação do monte do séc. XIX da herdade, com um hotel de 5
estrelas e 16 quartos, um restaurante, uma adega, um spa, enfim,
alguns serviços e um aldeamento turístico de 24 unidades", explica
explica à Renascença José Sousa Uva.
O administrador do projecto acrescenta que, "paralelamente, há também
uns edifícios autónomos, moradias turísticas e todo um projecto
agrícola que inclui a produção de vinho, de azeite, de hortícolas e
carne biológicas".
Esta é apenas a primeira fase de um processo que tem de adaptar-se aos
ciclos económicos, sublinha o empresário. "Ter o tempo e perseverança
suficiente para conseguirmos ir executando o projecto de acordo com
esses ciclos. Mas a ideia que nós temos agora, é que tendo o apoio do
QREN, conseguimos assumir o investimento desta primeira fase do
empreendimento."
Nesta primeira fase, o administrador do projecto prevê criar "cerca de
30 postos de trabalho, essencialmente na área do turismo e devemos ter
também mais alguns quando o projecto entrar em ano cruzeiro, que deve
ser em 2016".
A prioridade passa agora pela recuperação do monte central da herdade,
na família há 200 anos, pretendendo-se criar um novo sentido de
comunidade adaptada aos tempos modernos.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=89317
Crise obriga a abater cavalos puro sangue lusitano
Publicado hoje às 07:07
Em 2012 já foram abatidos 2.803 cavalos, quatro vezes mais do ano
passado. Não se sabe quantos, mas crise também já levou criadores a
matar animais da cara raça puro sangue lusitano.
É uma das raças de cavalos mais famosa do mundo, mas até o cavalo puro
sangue lusitano está a ser vítima da crise. Por norma, um animal
destes custa caro, mas a Associação Portuguesa de Criadores do Cavalo
Puro Sangue Lusitano confirma à TSF que já há muitos animais destes a
ir para o matadouro.
O presidente, Luís Vinhas, sublinha que quem os manda abater não o faz
de «animo leve, mas a alternativa é pior, ou seja, mantê-los e não
lhes dar de comer. Neste momento, há uma série de criadores que por
causa da crise e porque não os conseguem escoar preferem fazer uma
selecção e mandar abater alguns dos animais».
Luís Vinhas acrescenta que abater um cavalo é um desgosto, mas com a
crise é preciso fazer escolhas e abrir mão daqueles que não têm
comprador. O problema, refere, é o que fazer com os «cavalos
relativamente normais que não são uma espécie de Cristiano Ronaldo».
Um cavalo puro sangue lusitano é, por norma, muito caro, mas quando
vai para o matadouro o preço cai drasticamente.
O presidente da associação de criadores sublinha que «um cavalo vale
pela sua capacidade de ser montado, pelo prazer que proporciona e
habilidades que consegue fazer. Se é para ser vendido ao quilo, é
muito mais barato, não é negócio... É como se fosse uma vaca... Um
cavalo em condições normais vale muito mais do que a carne que lá
está».
Para preservar os genes dos seus animais, muitos criadores fazem
questão que o cavalo, vendido a um preço muito mais baixo do que o
normal, acaba mesmo no talho e não nas mãos de quem o quer montar ou
revender.
Os números enviados à TSF pelo Ministério da Agricultura revelam que
até ao inicio de Dezembro foram abatidos 2.803 cavalos, quatro vezes
mais do que no ano passado (um aumento de 312%). Não se sabe quantos
destes animais são da raça puro sangue lusitano.
O presidente da Associação de Produtores de Leite e Carne está
convencido que muitos destes cavalos são puro sangue lusitano e conta
que vários são levados para matadouros do Norte.
José Campos Oliveira sublinha que a situação está muito complicada
para os criadores: «nao conseguem vender os cavalos, os custos de
alimentação são bastante elevados e a única via que vêem é abater
animais porque há coudelarias com centenas de animais».
Muita desta carne de cavalo é exportada, mas outra é vendida em talhos
nacionais onde as vendas não param de aumentar.
À TSF, Jacinto Bento, presidente da Associação dos Comerciantes de
Carne, admite que há cada vez mais procura e venda de carne de cavalo,
sobretudo na zona de Lisboa, e a origem da carne, mais barata que a
vaca, é toda portuguesa.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=2951008&page=-1
Em 2012 já foram abatidos 2.803 cavalos, quatro vezes mais do ano
passado. Não se sabe quantos, mas crise também já levou criadores a
matar animais da cara raça puro sangue lusitano.
É uma das raças de cavalos mais famosa do mundo, mas até o cavalo puro
sangue lusitano está a ser vítima da crise. Por norma, um animal
destes custa caro, mas a Associação Portuguesa de Criadores do Cavalo
Puro Sangue Lusitano confirma à TSF que já há muitos animais destes a
ir para o matadouro.
O presidente, Luís Vinhas, sublinha que quem os manda abater não o faz
de «animo leve, mas a alternativa é pior, ou seja, mantê-los e não
lhes dar de comer. Neste momento, há uma série de criadores que por
causa da crise e porque não os conseguem escoar preferem fazer uma
selecção e mandar abater alguns dos animais».
Luís Vinhas acrescenta que abater um cavalo é um desgosto, mas com a
crise é preciso fazer escolhas e abrir mão daqueles que não têm
comprador. O problema, refere, é o que fazer com os «cavalos
relativamente normais que não são uma espécie de Cristiano Ronaldo».
Um cavalo puro sangue lusitano é, por norma, muito caro, mas quando
vai para o matadouro o preço cai drasticamente.
O presidente da associação de criadores sublinha que «um cavalo vale
pela sua capacidade de ser montado, pelo prazer que proporciona e
habilidades que consegue fazer. Se é para ser vendido ao quilo, é
muito mais barato, não é negócio... É como se fosse uma vaca... Um
cavalo em condições normais vale muito mais do que a carne que lá
está».
Para preservar os genes dos seus animais, muitos criadores fazem
questão que o cavalo, vendido a um preço muito mais baixo do que o
normal, acaba mesmo no talho e não nas mãos de quem o quer montar ou
revender.
Os números enviados à TSF pelo Ministério da Agricultura revelam que
até ao inicio de Dezembro foram abatidos 2.803 cavalos, quatro vezes
mais do que no ano passado (um aumento de 312%). Não se sabe quantos
destes animais são da raça puro sangue lusitano.
O presidente da Associação de Produtores de Leite e Carne está
convencido que muitos destes cavalos são puro sangue lusitano e conta
que vários são levados para matadouros do Norte.
José Campos Oliveira sublinha que a situação está muito complicada
para os criadores: «nao conseguem vender os cavalos, os custos de
alimentação são bastante elevados e a única via que vêem é abater
animais porque há coudelarias com centenas de animais».
Muita desta carne de cavalo é exportada, mas outra é vendida em talhos
nacionais onde as vendas não param de aumentar.
À TSF, Jacinto Bento, presidente da Associação dos Comerciantes de
Carne, admite que há cada vez mais procura e venda de carne de cavalo,
sobretudo na zona de Lisboa, e a origem da carne, mais barata que a
vaca, é toda portuguesa.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=2951008&page=-1
Marcas líderes querem recuperar terreno às marcas brancas
2012.12.17 (00:00) Espanha
As marcas brancas de alimentação estão a ganhar terreno em tempos de
crise, algo que não passa despercebidos aos fabricantes das primeiras
marcas, que esperam recuperar o terreno perdido no novo ano. Acreditam
que a nova Lei de Melhoria da Cadeia Alimentar que está a ser
preparada pelo Ministério da Agricultura, e que ainda está em fase de
ante-projecto, será fundamental.
O presidente da Promarca, Ignacio Larragoechea, explicou que 2012 foi
um ano "difícil" para as marcas de fabricante e no qual se verificou
um significativo "avanço" dos produtos das cadeias de distribuição,
que ganharam um ponto de quota de mercado.
Queda em inovação
Segundo Ignacio Larragoechea esta situação prejudica especialmente os
investimentos em investigação. "As grandes marcas também estão a
sofrer essa situação e embora haja muitas que mantêm os seus elevados
níveis de investigação em curso, como a Gillette, o imperativo do
preço fez com que as inovações tenham caído nos últimos anos", explica
ele. O novo quadro jurídico, que está a ser preparado pelo Ministério
da Agricultura estabelece que as grandes cadeias deverão formalizar
contratos escritos com os seus fornecedores, especificando as suas
"relações comerciais" e "não se poderá exigir, a outro operador,
informação sobre os seus produtos para além das que se justifiquem no
contexto da sua relação comercial".
Ignacio Larragoechea indica que outro ponto importante que é
desenvolvido na futura legislação e que ajudará, especialmente, as
marcas de fabricante é aquele que tem a ver com a "discriminação de
margens". Até agora, as grandes cadeias estabelecem os preços para os
produtos que vendem, aplicando margens, que na opinião dos fabricantes
são "discriminatórias". Do lado da Promarca argumentam que se não
houvesse esss alegada discriminação de margens, os produtos das marcas
de fabricante seriam 25% mais baratos.
O Ante-Projecto do departamento dirigido por Miguel Arias Cañete está
agora em fase de alegações e os produtores colocam nele todas as suas
esperanças nele para retomar o crescimento em 2013.
http://www.anilact.pt/informacao-74/6811-marcas-lideres-querem-recuperar-terreno-as-marcas-brancas
As marcas brancas de alimentação estão a ganhar terreno em tempos de
crise, algo que não passa despercebidos aos fabricantes das primeiras
marcas, que esperam recuperar o terreno perdido no novo ano. Acreditam
que a nova Lei de Melhoria da Cadeia Alimentar que está a ser
preparada pelo Ministério da Agricultura, e que ainda está em fase de
ante-projecto, será fundamental.
O presidente da Promarca, Ignacio Larragoechea, explicou que 2012 foi
um ano "difícil" para as marcas de fabricante e no qual se verificou
um significativo "avanço" dos produtos das cadeias de distribuição,
que ganharam um ponto de quota de mercado.
Queda em inovação
Segundo Ignacio Larragoechea esta situação prejudica especialmente os
investimentos em investigação. "As grandes marcas também estão a
sofrer essa situação e embora haja muitas que mantêm os seus elevados
níveis de investigação em curso, como a Gillette, o imperativo do
preço fez com que as inovações tenham caído nos últimos anos", explica
ele. O novo quadro jurídico, que está a ser preparado pelo Ministério
da Agricultura estabelece que as grandes cadeias deverão formalizar
contratos escritos com os seus fornecedores, especificando as suas
"relações comerciais" e "não se poderá exigir, a outro operador,
informação sobre os seus produtos para além das que se justifiquem no
contexto da sua relação comercial".
Ignacio Larragoechea indica que outro ponto importante que é
desenvolvido na futura legislação e que ajudará, especialmente, as
marcas de fabricante é aquele que tem a ver com a "discriminação de
margens". Até agora, as grandes cadeias estabelecem os preços para os
produtos que vendem, aplicando margens, que na opinião dos fabricantes
são "discriminatórias". Do lado da Promarca argumentam que se não
houvesse esss alegada discriminação de margens, os produtos das marcas
de fabricante seriam 25% mais baratos.
O Ante-Projecto do departamento dirigido por Miguel Arias Cañete está
agora em fase de alegações e os produtores colocam nele todas as suas
esperanças nele para retomar o crescimento em 2013.
http://www.anilact.pt/informacao-74/6811-marcas-lideres-querem-recuperar-terreno-as-marcas-brancas
Jerónimo Martins prevê abrir 150 lojas na Colômbia
2012.12.17 (00:00) Distribuição
O grupo Jerónimo Martins (JM) apresentou, no Dia do Investidor, o
plano estratégico para 2013-2015, onde assume o reforço do
investimento na Polónia e na Colômbia. Na apresentação, o grupo
adianta que prevê investir 2.500 milhões nos próximos três anos, sendo
que 70% deste investimento será alocado à subsidiária polaca Biedronka
e 400 milhões de euros à Colômbia.
Ainda em relação à Colômbia, o grupo liderado por Pedro Soares dos
Santos refere prever abrir um mínimo de 150 lojas até ao final de
2015.
A retalhista, que ocupa o segundo lugar no 'ranking' do retalho
alimentar em Portugal, estima também um crescimento de dois dígitos
nas suas vendas. "Esperamos sólido crescimento do resultado líquido
mesmo considerando o investimento na Colômbia", explicou a Jerónimo
Martins na apresentação.
Sobre a expansão na Colômbia, o terceiro pilar de crescimento do
grupo, a retalhista prevê "perdas nos três primeiros anos esperadas
abaixo de 5% do EBITDA do Grupo".
http://www.anilact.pt/informacao-74/6803-jeronimo-martins-preve-abrir-150-lojas-na-colombia
O grupo Jerónimo Martins (JM) apresentou, no Dia do Investidor, o
plano estratégico para 2013-2015, onde assume o reforço do
investimento na Polónia e na Colômbia. Na apresentação, o grupo
adianta que prevê investir 2.500 milhões nos próximos três anos, sendo
que 70% deste investimento será alocado à subsidiária polaca Biedronka
e 400 milhões de euros à Colômbia.
Ainda em relação à Colômbia, o grupo liderado por Pedro Soares dos
Santos refere prever abrir um mínimo de 150 lojas até ao final de
2015.
A retalhista, que ocupa o segundo lugar no 'ranking' do retalho
alimentar em Portugal, estima também um crescimento de dois dígitos
nas suas vendas. "Esperamos sólido crescimento do resultado líquido
mesmo considerando o investimento na Colômbia", explicou a Jerónimo
Martins na apresentação.
Sobre a expansão na Colômbia, o terceiro pilar de crescimento do
grupo, a retalhista prevê "perdas nos três primeiros anos esperadas
abaixo de 5% do EBITDA do Grupo".
http://www.anilact.pt/informacao-74/6803-jeronimo-martins-preve-abrir-150-lojas-na-colombia
Assunção Cristas sublinha importância de «aproveitar economia verde» na Europa
13-12-2012 às 19:430
A ministra do Ambiente, Assunção Cristas, defendeu hoje a importância
de "aproveitar o ambiente, a economia verde, a economia azul e de
baixo carbono", inclusive ao nível das políticas europeias.
"A solução é continuar a puxar pela carroça", afirmou a governante na
comissão parlamentar de Ambiente, Ordenamento do Território e Poder
Local, referindo-se ao papel da Europa perante, por exemplo, outros
países que não subscreveram o Tratado de Quioto, que limita as
emissões poluentes.
Para Assunção Cristas, deverá seguir-se um "desenvolvimento
sustentável, uma economia de eficiência de recursos, com inovação e
tecnologia, por se poder fazer diferente no século XXI do que se fazia
no século XIX".
"Isso está muito claro no Governo e a Europa deve manter a liderança e
o esforço para trazer os outros para dentro do barco", disse.
Segundo o PS, as declarações da responsável foram uma correção da
afirmação do ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, que defendeu
na segunda-feira em Bruxelas uma política industrial europeia mais
"amiga do investimento" e criticou o "fundamentalismo" de algumas
regras ambientais.
A ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do
Território disse supor que Álvaro Santos Pereira se estivesse a
referir à concorrência de produtos que não respeitam os mesmos
critérios.
"Para mim é muito claro que só faremos diferença no mundo se
mantivermos essa liderança e essa ambição [a nível ambiental]. Coisa
diversa - e suponho que o ministro da Economia também estivesse a
pensar nesses aspetos -- é que muitas vezes nos vemos confrontados com
situações em que somos menos competitivos porque temos de concorrer
com produtos que entram pelas nossas portas e que não têm essas
preocupações ambientais", referiu Assunção Cristas.
"A pergunta é 'como lidamos com isso?' e a minha resposta é:
procurando convencer o resto do mundo a adotar padrões mais elevados
do ponto de vista ambiental", acrescentou.
Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=606515
A ministra do Ambiente, Assunção Cristas, defendeu hoje a importância
de "aproveitar o ambiente, a economia verde, a economia azul e de
baixo carbono", inclusive ao nível das políticas europeias.
"A solução é continuar a puxar pela carroça", afirmou a governante na
comissão parlamentar de Ambiente, Ordenamento do Território e Poder
Local, referindo-se ao papel da Europa perante, por exemplo, outros
países que não subscreveram o Tratado de Quioto, que limita as
emissões poluentes.
Para Assunção Cristas, deverá seguir-se um "desenvolvimento
sustentável, uma economia de eficiência de recursos, com inovação e
tecnologia, por se poder fazer diferente no século XXI do que se fazia
no século XIX".
"Isso está muito claro no Governo e a Europa deve manter a liderança e
o esforço para trazer os outros para dentro do barco", disse.
Segundo o PS, as declarações da responsável foram uma correção da
afirmação do ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, que defendeu
na segunda-feira em Bruxelas uma política industrial europeia mais
"amiga do investimento" e criticou o "fundamentalismo" de algumas
regras ambientais.
A ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do
Território disse supor que Álvaro Santos Pereira se estivesse a
referir à concorrência de produtos que não respeitam os mesmos
critérios.
"Para mim é muito claro que só faremos diferença no mundo se
mantivermos essa liderança e essa ambição [a nível ambiental]. Coisa
diversa - e suponho que o ministro da Economia também estivesse a
pensar nesses aspetos -- é que muitas vezes nos vemos confrontados com
situações em que somos menos competitivos porque temos de concorrer
com produtos que entram pelas nossas portas e que não têm essas
preocupações ambientais", referiu Assunção Cristas.
"A pergunta é 'como lidamos com isso?' e a minha resposta é:
procurando convencer o resto do mundo a adotar padrões mais elevados
do ponto de vista ambiental", acrescentou.
Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=606515
Tecnologia que a cidade não vê
15/12/2012 - 03h00
Kátia Abreu
Agricultura é um conceito amplo. Engloba todo produto de origem animal
e vegetal que chega à mesa do brasileiro.
Começa pela madeira usada na construção da mesa, passa pela toalha de
algodão que forra essa mesa e tem representação dupla nas carnes.
O frango e o porco são produtos agrícolas que têm como principal
alimento a ração produzida à base de cereais. A produção de leite,
para ter melhor rendimento e constância, também depende das rações à
base de grãos.
É comum a confusão entre agricultura e agronegócio. A agricultura diz
respeito ao trabalho do agricultor, da preparação da terra à colheita
ou venda dos animais.
O conceito de agronegócio vai além. Abarca a agricultura e inclui as
indústrias que produzem insumos dos quais o agricultor lança mão, bem
como a indústria que beneficia a produção agrícola e toda a
distribuição dos produtos comercializados.
Essa ampla agricultura brasileira, que há muito deixou de ser mera
exportadora de commodity, é baseada em forte aparato tecnológico.
Falar de agricultura no Brasil atual é discorrer sobre um universo
rural de alta tecnologia, do qual a população urbana desfruta, mas
pouco vê.
Sementes adaptadas são desenvolvidas com grande esforço por
pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa). Aí vêm as máquinas agrícolas, os defensivos, os
fertilizantes, o emprego da biotecnologia para modificação das
variedades adaptadas.
E ainda temos técnicas de seleção genética, fertilização in vitro e
clonagem, largamente empregadas na produção animal, inclusive de
peixes.
A despeito do romantismo que pressupõe a atividade de criar, plantar e
colher, a disputa entre cada elo da cadeia por maior fatia do lucro do
setor nada tem de poética.
O elo mais frágil é o agricultor. Ainda que faça uso da tecnologia,
como regra geral ele o faz, não há como superar essa condição de
fragilidade, especialmente se o agricultor não tiver escala de
produção.
O grande desafio é ampliar o número de produtores que fazem parte do
agronegócio de sucesso. Não interessa ao agro ser uma ilha de
prosperidade e, sim, um continente de sucesso.
Aumentar, fortalecer e consolidar uma classe média rural deve ser o
esforço de todos, como foi com a classe média urbana.
Esse caminho só será possível se fizermos com que toda inovação e toda
tecnologia existentes no país cheguem à maioria dos produtores. Hoje,
poucos têm acesso ao aparato tecnológico existente.
O instrumento capaz de democratizar o saber e a tecnologia no campo é
a rápida implementação de uma política de extensão rural ou de
assistência técnica.
Qualificar tecnicamente os produtores para que façam escolhas
corretas, para que formatem um plano de negócios e melhorem sua
capacitação gerencial são tarefas absolutamente indispensáveis.
São esses instrumentos que nos permitirão multiplicar a produção de
nossas terras, sem que se desmate uma única árvore sequer.
O ato de disseminar conhecimento e tecnologia é quase uma profissão de
fé. É a forma mais sustentável e honesta de proteger as pessoas e os
seus negócios.
Enquanto governos de vários países subvencionam suas agriculturas
mundo afora, injetando bilhões de dólares no setor, aqui não existe
uma agricultura subsidiada.
O produtor trabalha com o controle de custo na mão e, na hora de
definir seu sistema de produção, busca, no mercado, as tecnologias
desenvolvidas a duras penas pela Embrapa e pelos produtores de insumo.
Nossa escolha é a busca da inovação, que faz com que possamos superar
desafios do danoso custo Brasil.
A agricultura brasileira --que hoje sustenta a balança comercial, gera
mais de 1 milhão de empregos a cada ano e participa com 22,5% de toda
a riqueza produzida na nação-- não vive de benesses governamentais. E
não se queixa disso.
Só nos países ricos a sociedade pode se dar ao luxo de bancar a
ineficiência de setores da economia que se recusam a investir em
tecnologia e inovação, e vivem à caça de subsídios.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/katiaabreu/1201842-tecnologia-que-a-cidade-nao-ve.shtml
Kátia Abreu
Agricultura é um conceito amplo. Engloba todo produto de origem animal
e vegetal que chega à mesa do brasileiro.
Começa pela madeira usada na construção da mesa, passa pela toalha de
algodão que forra essa mesa e tem representação dupla nas carnes.
O frango e o porco são produtos agrícolas que têm como principal
alimento a ração produzida à base de cereais. A produção de leite,
para ter melhor rendimento e constância, também depende das rações à
base de grãos.
É comum a confusão entre agricultura e agronegócio. A agricultura diz
respeito ao trabalho do agricultor, da preparação da terra à colheita
ou venda dos animais.
O conceito de agronegócio vai além. Abarca a agricultura e inclui as
indústrias que produzem insumos dos quais o agricultor lança mão, bem
como a indústria que beneficia a produção agrícola e toda a
distribuição dos produtos comercializados.
Essa ampla agricultura brasileira, que há muito deixou de ser mera
exportadora de commodity, é baseada em forte aparato tecnológico.
Falar de agricultura no Brasil atual é discorrer sobre um universo
rural de alta tecnologia, do qual a população urbana desfruta, mas
pouco vê.
Sementes adaptadas são desenvolvidas com grande esforço por
pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa). Aí vêm as máquinas agrícolas, os defensivos, os
fertilizantes, o emprego da biotecnologia para modificação das
variedades adaptadas.
E ainda temos técnicas de seleção genética, fertilização in vitro e
clonagem, largamente empregadas na produção animal, inclusive de
peixes.
A despeito do romantismo que pressupõe a atividade de criar, plantar e
colher, a disputa entre cada elo da cadeia por maior fatia do lucro do
setor nada tem de poética.
O elo mais frágil é o agricultor. Ainda que faça uso da tecnologia,
como regra geral ele o faz, não há como superar essa condição de
fragilidade, especialmente se o agricultor não tiver escala de
produção.
O grande desafio é ampliar o número de produtores que fazem parte do
agronegócio de sucesso. Não interessa ao agro ser uma ilha de
prosperidade e, sim, um continente de sucesso.
Aumentar, fortalecer e consolidar uma classe média rural deve ser o
esforço de todos, como foi com a classe média urbana.
Esse caminho só será possível se fizermos com que toda inovação e toda
tecnologia existentes no país cheguem à maioria dos produtores. Hoje,
poucos têm acesso ao aparato tecnológico existente.
O instrumento capaz de democratizar o saber e a tecnologia no campo é
a rápida implementação de uma política de extensão rural ou de
assistência técnica.
Qualificar tecnicamente os produtores para que façam escolhas
corretas, para que formatem um plano de negócios e melhorem sua
capacitação gerencial são tarefas absolutamente indispensáveis.
São esses instrumentos que nos permitirão multiplicar a produção de
nossas terras, sem que se desmate uma única árvore sequer.
O ato de disseminar conhecimento e tecnologia é quase uma profissão de
fé. É a forma mais sustentável e honesta de proteger as pessoas e os
seus negócios.
Enquanto governos de vários países subvencionam suas agriculturas
mundo afora, injetando bilhões de dólares no setor, aqui não existe
uma agricultura subsidiada.
O produtor trabalha com o controle de custo na mão e, na hora de
definir seu sistema de produção, busca, no mercado, as tecnologias
desenvolvidas a duras penas pela Embrapa e pelos produtores de insumo.
Nossa escolha é a busca da inovação, que faz com que possamos superar
desafios do danoso custo Brasil.
A agricultura brasileira --que hoje sustenta a balança comercial, gera
mais de 1 milhão de empregos a cada ano e participa com 22,5% de toda
a riqueza produzida na nação-- não vive de benesses governamentais. E
não se queixa disso.
Só nos países ricos a sociedade pode se dar ao luxo de bancar a
ineficiência de setores da economia que se recusam a investir em
tecnologia e inovação, e vivem à caça de subsídios.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/katiaabreu/1201842-tecnologia-que-a-cidade-nao-ve.shtml
McDonald's troca Super Bock por Sagres
Contrato é por três anos. Cadeia também troca Água das Pedras pela do Luso
Mário Barbosa, McDonald's Portugal
MIGUEL A. LOPES
15/12/2012 | 00:00 | Dinheiro Vivo
Depois de cerca dez anos com Super Bock, a McDonald's começou a servir
cerveja Sagres nos seus restaurantes.
A cadeia fechou um acordo por três anos com a Sociedade Central de
Cervejas (SCC) de fornecimento em exclusivo de cerveja e águas,
confirmou ao Dinheiro Vivo Nuno Pinto Magalhães, diretor de
comunicação e relações institucionais da SCC. O acordo prevê o
fornecimento de Sagres branca de pressão, em lata e em lata sem
álcool, bem como Água do Luso lisa e fruta (limão, maracujá, maçã e
frutos vermelhos) à cadeia com 136 restaurantes. O preço da cerveja
mantém-se igual.
Chega ao fim cerca de uma década de Super Bock e Água das Pedras na
McDonald's. "Para esta categoria de produtos, como são as águas e
cervejas, fazemos regularmente (a cada três anos) uma auscultação ao
mercado. Neste último concurso, em que foram consultadas as principais
marcas portuguesas, escolhemos a proposta da Centralcer", diz John
Alves, diretor de marketing e comunicação da McDonald's Portugal. "A
nossa preocupação é a satisfação dos nossos consumidores pelo que
procuramos trabalhar com marcas de relevo e, sempre que possível,
nacionais", acrescenta o responsável de marketing da cadeia. "Com esta
mudança de fornecedor, acreditamos estar a manter o mesmo nível de
satisfação e relevância para o mercado português", defende.
Nuno Pinto Magalhães não revela o impacto deste acordo nas receitas no
canal Horeca (hotelaria, restauração e cafés), mas admite que será
"significativo". "A McDonald's é um cliente muito significativo no
canal da restauração organizada e o seu volume de vendas vai ter uma
repercussão significativa no negócio da SCC deste canal", diz. Pizza
Hut, Vitaminas, Go Natural e Portugália são outras das cadeias que a
SCC tem na sua carteira de clientes.
Exportar para compensar um mercado doméstico em queda
A entrada da McDonald's no portfólio da Central de Cervejas vem
reforçar o circuito Horeca, principal canal em termos de receita para
as cervejeiras. No entanto, as estimativas da empresa são de quebra no
mercado doméstico. Ronald den Elzen, CEO da Central de Cervejas,
estima que até ao final do ano o mercado doméstico de cervejas recue
10% e o segmento das águas 3%. Todavia, na guerra entre as cervejeira,
Ronald den Elzen garante que a Sagres irá sair vencedora, mantendo-se
na liderança. Até outubro, segundo os dados da Nielsen, a Sagres tinha
uma quota de mercado de 42,8%, enquanto a Super Bock se fixava em
41,2%.
Com o mercado doméstico a sofrer os efeitos da quebra de consumo, as
cervejeiras focam-se na exportação. Na Central estas aumentaram 40%,
disse Ronald den Elzen. Angola é o mercado mais relevante, em termos
de exportação, para os dois principais operadores nacionais, mas aqui
a liderança é da Super Bock, da Unicer. A cervejeira liderada por
António Pires de Lima tem como meta abrir uma fábrica neste mercado,
bem como entrar no Brasil com produção local da Super Bock, a começar
no primeiro trimestre de 2013, disse recentemente o CEO. A Central de
Cervejas não revela datas, mas produção local em Angola e Brasil é um
objetivo. Os moldes, dizem, estão a ser definidos.
http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO080919.html?page=0
Sementeira de cereais na UE na campanha 2013/14 poderá ser um pouco maior do que o anterior pela COPA-COGECA
Em sua última estimativa, COPA-COGECA prevê colheita maior de grãos
para a campanha de comercialização de 2012/13, que em seu relatório
anterior, aproximando-se da última temporada.
Esperado Mt 284 em comparação com 280,5 milhões de toneladas em
outubro e estima 286 milhões de toneladas da última temporada.
COPA-COGECA destaca as vicissitudes atravessadas nesta campanha, com
geada, seca e altos custos de produção.
Ele também apresentou uma primeira estimativa de safra para a
temporada de 2013/14, 286,7 Mt baralhar Este aumento da produção pode
ser porque plantações seriam ligeiramente mais elevada (0,2%) para
57,2 milhões de hectares.
Que tipo de cereal, COPA-COGECA estimou áreas similares ao ano passado
no caso do trigo, cevada e aveia. Por outro lado, proporciona mais
superfícies de trigo duro (1,1%) e centeio (1,9%), enquanto que o
milho e o sorgo reduzir a sua superfície de 0,4 e 0,9%,
respectivamente.
http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87457
para a campanha de comercialização de 2012/13, que em seu relatório
anterior, aproximando-se da última temporada.
Esperado Mt 284 em comparação com 280,5 milhões de toneladas em
outubro e estima 286 milhões de toneladas da última temporada.
COPA-COGECA destaca as vicissitudes atravessadas nesta campanha, com
geada, seca e altos custos de produção.
Ele também apresentou uma primeira estimativa de safra para a
temporada de 2013/14, 286,7 Mt baralhar Este aumento da produção pode
ser porque plantações seriam ligeiramente mais elevada (0,2%) para
57,2 milhões de hectares.
Que tipo de cereal, COPA-COGECA estimou áreas similares ao ano passado
no caso do trigo, cevada e aveia. Por outro lado, proporciona mais
superfícies de trigo duro (1,1%) e centeio (1,9%), enquanto que o
milho e o sorgo reduzir a sua superfície de 0,4 e 0,9%,
respectivamente.
http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87457
Produção de açúcar aumentou no Brasil em detrimento do etanol
Para a temporada 2012/13, a safra de cana-de-açúcar no Brasil é
esperado um aumento de 6,2%, para 560,36 milhões de toneladas, devido
ao aumento da área cultivada, que cresceu de 8.356.100 ha para
8.520.500 ha, de acordo com a terceira estimativa da Companhia
Nacional de Abastecimento do Brasil (Conab).
A produção de açúcar é esperado um aumento de 4,72% a partir de 35,97
para 37,66 Mt Mt, enquanto, pelo contrário, é o de reduzir a produção
de etanol em 5,22% de 23.620 milhões de litros.
O Brasil é, após os EUA, o maior exportador de etanol do mundo.
http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87458
esperado um aumento de 6,2%, para 560,36 milhões de toneladas, devido
ao aumento da área cultivada, que cresceu de 8.356.100 ha para
8.520.500 ha, de acordo com a terceira estimativa da Companhia
Nacional de Abastecimento do Brasil (Conab).
A produção de açúcar é esperado um aumento de 4,72% a partir de 35,97
para 37,66 Mt Mt, enquanto, pelo contrário, é o de reduzir a produção
de etanol em 5,22% de 23.620 milhões de litros.
O Brasil é, após os EUA, o maior exportador de etanol do mundo.
http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87458
Novo regulamento da UE de qualidade de produtos alimentares
O Jornal Oficial da União Europeia (JOUE), publicado sexta-feira
passada o Regulamento (UE) No. 1151/2012 em regimes de qualidade dos
produtos agrícolas e dos géneros alimentícios, o que completa o
processo de revisão da política europeia de alimentos de qualidade
começou três anos.
Este regulamento, que entra em vigor em 3 de janeiro de 2013, reúne em
um só documento diversos regimes legais e de qualidade europeu, de
acordo com as instituições europeias, pretende ser uma estrutura mais
robusta para a proteção e promoção da qualidade de produtos
alimentares. A nova regra revê os regimes existentes (Denominação de
Origem Protegida, DOP-IGP-protecção das indicações geográficas e
tradicional, especializado garantido-ETG-): modifica certos aspectos
do DOP e IGP de produtos vitivinícolas não-alimentos, profundamente
reforma ETG sistema, e estabelece um novo regime para o
desenvolvimento de qualidade menciona opcional.
Quanto ao DOP e IGP, as mudanças mais notáveis são a redução do
tempo de processamento de pedidos de registo, a descrição do papel dos
grupos candidatos (assim, produtores e processadores) em relação à
promoção, acompanhamento e comunicação, e mostra a disposição para
reforçar o nível de protecção das indicações registados.
No que diz respeito a ETG, estendendo o tempo necessário para
demonstrar o seu carácter tradicional que vai de 25 a 30 anos, haverá
apenas um tipo desde a ETG desaparece sem reserva de nome e,
finalmente, reduzindo o tempo de processamento no conformidade com o
procedimento para DOP-IGP.
Ele também cria um novo sistema pelo qual você pode reservar em termos
de características de qualidade que agreguem valor aos produtos. Até
agora, este novo regulamento prevê uma única menção de "produtos da
montanha". Além disso, o regulamento estabelece que a Comissão
Europeia (CE) deve avaliar a conveniência de regular "a agricultura
local e de venda direta."
Em suma, este novo quadro legislativo reafirma sistemas existentes e
simplificar e clarificar aspectos processuais e proteção. Do
Departamento, é esperado para atingir seus objetivos e suas regras de
execução ter apenas definir os novos parâmetros.
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2012:343:0001:0029:ES:PDF
http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87449
passada o Regulamento (UE) No. 1151/2012 em regimes de qualidade dos
produtos agrícolas e dos géneros alimentícios, o que completa o
processo de revisão da política europeia de alimentos de qualidade
começou três anos.
Este regulamento, que entra em vigor em 3 de janeiro de 2013, reúne em
um só documento diversos regimes legais e de qualidade europeu, de
acordo com as instituições europeias, pretende ser uma estrutura mais
robusta para a proteção e promoção da qualidade de produtos
alimentares. A nova regra revê os regimes existentes (Denominação de
Origem Protegida, DOP-IGP-protecção das indicações geográficas e
tradicional, especializado garantido-ETG-): modifica certos aspectos
do DOP e IGP de produtos vitivinícolas não-alimentos, profundamente
reforma ETG sistema, e estabelece um novo regime para o
desenvolvimento de qualidade menciona opcional.
Quanto ao DOP e IGP, as mudanças mais notáveis são a redução do
tempo de processamento de pedidos de registo, a descrição do papel dos
grupos candidatos (assim, produtores e processadores) em relação à
promoção, acompanhamento e comunicação, e mostra a disposição para
reforçar o nível de protecção das indicações registados.
No que diz respeito a ETG, estendendo o tempo necessário para
demonstrar o seu carácter tradicional que vai de 25 a 30 anos, haverá
apenas um tipo desde a ETG desaparece sem reserva de nome e,
finalmente, reduzindo o tempo de processamento no conformidade com o
procedimento para DOP-IGP.
Ele também cria um novo sistema pelo qual você pode reservar em termos
de características de qualidade que agreguem valor aos produtos. Até
agora, este novo regulamento prevê uma única menção de "produtos da
montanha". Além disso, o regulamento estabelece que a Comissão
Europeia (CE) deve avaliar a conveniência de regular "a agricultura
local e de venda direta."
Em suma, este novo quadro legislativo reafirma sistemas existentes e
simplificar e clarificar aspectos processuais e proteção. Do
Departamento, é esperado para atingir seus objetivos e suas regras de
execução ter apenas definir os novos parâmetros.
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2012:343:0001:0029:ES:PDF
http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87449
Algarve recria "arca de Noé" das árvores de fruto
IDÁLIO REVEZ 16/12/2012 - 16:37
Direcção regional de Agricultura desenvolve projecto que revela
cheiros e sabores da fruta de outros tempos.
Já foram identificadas 86 variedades de amendoeiras ANTÓNIO PINTO
Cabrita Vieira é o que se pode chamar um agricultor que "sabe da
poda". No meio do campo, a enxertar, move-se como um cirurgião no
bloco operatório. "A ferramenta (faca de dois cortes paralelos) fui eu
que a fiz", afirma. Da operação resultam alfarrobeiras que, ao fim de
três ou quatro anos, dão fruto.
O agricultor/viveirista é um dos elementos que estão a colaborar com a
direcção regional de Agricultura para criar uma espécie de "arca de
Noé" do Algarve - um campo experimental onde se recolhem as espécies
tradicionais, em vias de extinção, procurando assegurar a sua
manutenção futura. Só no que respeita a figueiras, já foram
contabilizadas 92 variedades. Amendoeiras foram 86 e alfarrobeiras 41.
A recolha e a selecção, desenvolvidas por uma equipa de sete
agrónomos, começaram há cerca de um ano, prevendo-se que o programa
termine em 2015. Um trabalho "notável" é como o agricultor António
Neto o classifica, a pensar na preservação e multiplicação das
centenas de espécies que estavam em risco de se perderem.
De uma ponta à outra da região, os engenheiros agrónomos do Ministério
da Agricultua procuram encontrar árvores que sirvam de amostra. João
Costa, um dos membros da equipa, fala com entusiasmo do "fascínio" de
um projecto que tem por objectivo contribuir para "deixar para as
gerações futuras um património vegetal, criado e aperfeiçoado ao longo
dos séculos".
Os pêros de Monchique
A analogia com a "arca de Noé" é incontornável. "Os pêros (maçãs
pequenas) de Monchique, durante a Feira de Faro, perfumavam as ruas da
cidade", recorda. Esta e outras raridades, salienta, "estão a ser
recuperadas, destacando-se da massificação da fruta que chega de todo
mundo, sem cheiro nem sabor".
O Centro de Experimentação Agrária de Tavira, com a área de 36
hectares, junta a experiência à investigação científica. No mesmo
sentido, na Universidade do Algarve, Anabela Romano dirige uma equipa
que desenvolve, ao nível biotecnológico, um trabalho sobre a
propagação vegetativa in vitro. "Nem todos os enxertadores têm a mesma
precisão na mão", nota. Por isso é necessário criar um método que
garanta a "uniformidade genética" das variedades tradicionais.
O que aconteceu desde há décadas com a flora algarvia não é diferente
do que se passou um pouco por todo o país - campos desertos e árvores
abandonadas. Mas há agora um novo olhar para uma região que "plantou"
à beira-mar vivendas e apartamentos, onde dantes existiam
alfarrobeiras, figueiras e amendoeiras.
Numa zona perto do Algoz (Armação de Pêra), Cabrita Vieira dedica-se
ao cultivo das alfarrobeiras depois de ter trabalhado em citrinos
durante décadas. De resto, é a ele que os engenheiros da direcção
regional recorrem para fazer os enxertos desta espécie. "Aliás, até já
fui a Marrocos, num programa de cooperação entre os ministérios da
Agricultura dos dois países, ensinar a enxertar", acrescenta. Próximo
de Albufeira, António Neto observa as figueiras e amendoeiras, em fase
de hibernação, sublinhando os gestos das mãos com palavras de lamento.
"Portugal importa figo da Turquia, e nós temos aqui fruta tão boa",
observa. Virando-se para Norte, aponta para a montanha pedregosa e
comenta: "Plantaram-se pomares de citrinos, com subsídios, e o pomar
de sequeiro, em terrenos de boa qualidade, ficou abandonado".
Junto de uma amendoeira, aparentemente igual a tantas outras, descreve
as características da árvore. "Foi ela a mãe que deu uma das
variedades que estão em Tavira, a ser estudadas", gaba-se.
As variedades, explica João Costa, "costumavam receber o nome da
localidade ou do agricultor que as descobriu". Esta, por exemplo,
passou a ser conhecida como a variedade "Paderne". E assim, de enxerto
em enxerto (ou estacaria, no caso da figueira), reconstrói-se o
património genético de uma região que, mercê do clima, passou também a
produzir frutas tropicais, deixando esquecidas as romãzeiras,
nespereiras e figueiras.
Alfarrobas no Alentejo
O agrónomo salienta, no entanto, que as coisas estão a mudar. "Temos
uma nova geração de agricultores, virados para as culturas
tradicionais, e há novos pomares muito interessantes." Cabrita Vieira,
por seu lado, acrescenta que a procura de alfarrobeiras, que
antigamente se concentrava no Algarve, chega agora também do Alentejo.
Ao todo, afirma, já vendeu cerca de 15 mil para Mértola, Vidigueira,
Aljustrel.
A variedade que recomenda, de entre as quatro dezenas que tem no
viveiro, é a "cavi" [Cabrita Vieira], uma espécie que diz ter
resultado de "mais de cinco" experiências que fez. Sobre as suas
características, diz ser "equilibrada no tamanho e proporção do número
de sementes". Apesar das múltiplas aplicações do fruto - os alemães,
por exemplo, fazem um sucedâneo de cacau a partir da polpa -, a mais
frequente em Portugal consiste na sua utilização no fabrico de rações
para animais.
http://www.publico.pt/local/noticia/algarve-recria-arca-de-noe-das-arvores-de-fruto-1577650
Direcção regional de Agricultura desenvolve projecto que revela
cheiros e sabores da fruta de outros tempos.
Já foram identificadas 86 variedades de amendoeiras ANTÓNIO PINTO
Cabrita Vieira é o que se pode chamar um agricultor que "sabe da
poda". No meio do campo, a enxertar, move-se como um cirurgião no
bloco operatório. "A ferramenta (faca de dois cortes paralelos) fui eu
que a fiz", afirma. Da operação resultam alfarrobeiras que, ao fim de
três ou quatro anos, dão fruto.
O agricultor/viveirista é um dos elementos que estão a colaborar com a
direcção regional de Agricultura para criar uma espécie de "arca de
Noé" do Algarve - um campo experimental onde se recolhem as espécies
tradicionais, em vias de extinção, procurando assegurar a sua
manutenção futura. Só no que respeita a figueiras, já foram
contabilizadas 92 variedades. Amendoeiras foram 86 e alfarrobeiras 41.
A recolha e a selecção, desenvolvidas por uma equipa de sete
agrónomos, começaram há cerca de um ano, prevendo-se que o programa
termine em 2015. Um trabalho "notável" é como o agricultor António
Neto o classifica, a pensar na preservação e multiplicação das
centenas de espécies que estavam em risco de se perderem.
De uma ponta à outra da região, os engenheiros agrónomos do Ministério
da Agricultua procuram encontrar árvores que sirvam de amostra. João
Costa, um dos membros da equipa, fala com entusiasmo do "fascínio" de
um projecto que tem por objectivo contribuir para "deixar para as
gerações futuras um património vegetal, criado e aperfeiçoado ao longo
dos séculos".
Os pêros de Monchique
A analogia com a "arca de Noé" é incontornável. "Os pêros (maçãs
pequenas) de Monchique, durante a Feira de Faro, perfumavam as ruas da
cidade", recorda. Esta e outras raridades, salienta, "estão a ser
recuperadas, destacando-se da massificação da fruta que chega de todo
mundo, sem cheiro nem sabor".
O Centro de Experimentação Agrária de Tavira, com a área de 36
hectares, junta a experiência à investigação científica. No mesmo
sentido, na Universidade do Algarve, Anabela Romano dirige uma equipa
que desenvolve, ao nível biotecnológico, um trabalho sobre a
propagação vegetativa in vitro. "Nem todos os enxertadores têm a mesma
precisão na mão", nota. Por isso é necessário criar um método que
garanta a "uniformidade genética" das variedades tradicionais.
O que aconteceu desde há décadas com a flora algarvia não é diferente
do que se passou um pouco por todo o país - campos desertos e árvores
abandonadas. Mas há agora um novo olhar para uma região que "plantou"
à beira-mar vivendas e apartamentos, onde dantes existiam
alfarrobeiras, figueiras e amendoeiras.
Numa zona perto do Algoz (Armação de Pêra), Cabrita Vieira dedica-se
ao cultivo das alfarrobeiras depois de ter trabalhado em citrinos
durante décadas. De resto, é a ele que os engenheiros da direcção
regional recorrem para fazer os enxertos desta espécie. "Aliás, até já
fui a Marrocos, num programa de cooperação entre os ministérios da
Agricultura dos dois países, ensinar a enxertar", acrescenta. Próximo
de Albufeira, António Neto observa as figueiras e amendoeiras, em fase
de hibernação, sublinhando os gestos das mãos com palavras de lamento.
"Portugal importa figo da Turquia, e nós temos aqui fruta tão boa",
observa. Virando-se para Norte, aponta para a montanha pedregosa e
comenta: "Plantaram-se pomares de citrinos, com subsídios, e o pomar
de sequeiro, em terrenos de boa qualidade, ficou abandonado".
Junto de uma amendoeira, aparentemente igual a tantas outras, descreve
as características da árvore. "Foi ela a mãe que deu uma das
variedades que estão em Tavira, a ser estudadas", gaba-se.
As variedades, explica João Costa, "costumavam receber o nome da
localidade ou do agricultor que as descobriu". Esta, por exemplo,
passou a ser conhecida como a variedade "Paderne". E assim, de enxerto
em enxerto (ou estacaria, no caso da figueira), reconstrói-se o
património genético de uma região que, mercê do clima, passou também a
produzir frutas tropicais, deixando esquecidas as romãzeiras,
nespereiras e figueiras.
Alfarrobas no Alentejo
O agrónomo salienta, no entanto, que as coisas estão a mudar. "Temos
uma nova geração de agricultores, virados para as culturas
tradicionais, e há novos pomares muito interessantes." Cabrita Vieira,
por seu lado, acrescenta que a procura de alfarrobeiras, que
antigamente se concentrava no Algarve, chega agora também do Alentejo.
Ao todo, afirma, já vendeu cerca de 15 mil para Mértola, Vidigueira,
Aljustrel.
A variedade que recomenda, de entre as quatro dezenas que tem no
viveiro, é a "cavi" [Cabrita Vieira], uma espécie que diz ter
resultado de "mais de cinco" experiências que fez. Sobre as suas
características, diz ser "equilibrada no tamanho e proporção do número
de sementes". Apesar das múltiplas aplicações do fruto - os alemães,
por exemplo, fazem um sucedâneo de cacau a partir da polpa -, a mais
frequente em Portugal consiste na sua utilização no fabrico de rações
para animais.
http://www.publico.pt/local/noticia/algarve-recria-arca-de-noe-das-arvores-de-fruto-1577650
domingo, 16 de dezembro de 2012
Governo está a preparar plano operacional para combater pragas nas florestas -- secretário de Estado
19:52 Sexta feira, 14 de dezembro de 2012
Cantanhede, 14 dez (Lusa) - O secretário de Estado do Desenvolvimento
Rural e Florestas, Daniel Campelo, disse hoje que o Governo está a
preparar um plano operacional que visa combater pragas e doenças que
afetam a floresta portuguesa.
"Temos problemas com o nemátodo e não só, temos cada vez mais
problemas com pragas e doenças. E estamos neste momento a preparar um
plano operacional para a sanidade florestal, que é uma coisa
impensável não existir num país que vai ter cada vez mais problemas,
não apenas no pinheiro mas em todas as espécies florestais", disse
Daniel Campelo, intervindo no encerramento do seminário "Mais e Melhor
Pinhal" que hoje decorreu em Cantanhede.
"E se o país tem boas universidades, bons centros de investigação,
bons investigadores, boas empresas e associações, então temos de ser
capazes de fazer melhor.
http://expresso.sapo.pt/governo-esta-a-preparar-plano-operacional-para-combater-pragas-nas-florestas-secretario-de-estado=f774100
Cantanhede, 14 dez (Lusa) - O secretário de Estado do Desenvolvimento
Rural e Florestas, Daniel Campelo, disse hoje que o Governo está a
preparar um plano operacional que visa combater pragas e doenças que
afetam a floresta portuguesa.
"Temos problemas com o nemátodo e não só, temos cada vez mais
problemas com pragas e doenças. E estamos neste momento a preparar um
plano operacional para a sanidade florestal, que é uma coisa
impensável não existir num país que vai ter cada vez mais problemas,
não apenas no pinheiro mas em todas as espécies florestais", disse
Daniel Campelo, intervindo no encerramento do seminário "Mais e Melhor
Pinhal" que hoje decorreu em Cantanhede.
"E se o país tem boas universidades, bons centros de investigação,
bons investigadores, boas empresas e associações, então temos de ser
capazes de fazer melhor.
http://expresso.sapo.pt/governo-esta-a-preparar-plano-operacional-para-combater-pragas-nas-florestas-secretario-de-estado=f774100
sábado, 15 de dezembro de 2012
Bruxelas vai analisar efeitos das marcas brancas
14-12-2012
Fonte: ANIL/Jornal de Negócios
A Comissão Europeia quer avaliar o impacto do crescente peso das
marcas próprias das cadeias de supermercados e hipermercados no
mercado alimentar. Por isso, até 14 de Fevereiro convida todos os
especialistas a apresentar propostas
"Muitos 'stakeholders' defendem que os mercados alimentares europeus
não funcionam bem, mas nós precisamos de mais informação para analisar
as queixas. Assim, decidimos realizar um estudo detalhado para
descobrir se os consumidores europeus têm escolha suficiente e têm à
sua disposição produtos inovadores adaptados às suas necessidades
quando compram comida. Isto (o estudo) ajudar-nos-á como resolver
melhor estes problemas", explicou Joaquín Almunia, vice-presidente da
Comissão, citado no comunicado emitido por Bruxelas.
A análise da Comissão, que servirá, segundo os serviços da mesma, para
"medir o impacto de desenvolvimentos recentes no sector do retalho
europeu junto dos consumidores" irá debruçar-se sobretudo sobre se "o
aumento da concentração" e a utilização de "marca própria" dos
distribuidores (por oposição a marca comercial do fabricante)
"travaram as escolhas e a inovação no sector alimentar na Europa".
As marcas próprias – que se distinguem das marcas brancas, que não têm
qualquer insígnia – têm vindo a desenvolver-se fortemente nas últimas
décadas em Portugal. O Pingo Doce, já faz um terço das suas vendas
alimentares (sem perecíveis) com a atribuição da sua marca homónima
aos produtos que contrata a fornecedores industriais. A Sonae através
da marca Continente, (e muitas outras no retalho não alimentar), a
rede Minipreço com os produtos Dia, o Lidl com várias marcas para
vários segmentos, assim como a Auchan, através do Jumbo e o Pão de
Açúcar – todos eles têm visto este segmento do negócios crescer nas
suas contas anuais.
Com a crise, além de menor consumo, há um fenómeno designado por
"trading down" que também em Portugal se verifica, sobretudo desde
2008: o consumidor não abdica do produto – um detergente para a
máquina de roupa, por exemplo – mas em vez de comprar de marca do
fabricante, mais (re)conhecida comercialmente, opta por uma variante
mais barata no preço final. Os grandes ganhadores deste fenómeno têm
sido as marcas em que a própria distribuição investe, mas não fabrica
diretamente.
A indústria alimentar europeia – que contempla gigantes como a Nestlé
(embora esta tenha sede não comunitária, uma vez que é de origem
suíça), a Danone, Unilever, entre outros – tem contestado que além da
concorrência em mercado aberto, as marcas próprias tem muitas vezes
imitado o design e a inovação dos produtos mais bem sucedidos no
mercado, beneficiando do percurso (de investimento) já realizado pelos
fabricantes. E que os grupos de distribuição praticam de uma certa
forma "concorrência desleal" porque estão a decidir que destaque dar a
um produto seu contra um dos fabricantes – e não uma escolha entre
vários fabricantes.
Os distribuidores, cadeias de supermercados e hipermercados que vão
desde as lojas de "hard discount" de origem alemã às grandes
superfícies franceses – incluindo os operadores do sector presentes em
Portugal, nacionais ou estrangeiros – advogam por seu turno que o
consumidor, cada vez mais focado no preço, tem ditado a opção de
aumentar a estratégia de aumentar as marcas próprias e diminuído as
marcas de fabricante nas prateleiras das lojas.
É toda esta argumentação que a Comissão Europeia quer agora recolher,
até 14 de Fevereiro próximo, para analisar a situação e concluir o
estudo "até ao final de 2013". Os resultados, sublinha, poderão
materializar-se em propostas para melhorar o funcionamento dos
mercados alimentares na Europa.
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45429.aspx
Fonte: ANIL/Jornal de Negócios
A Comissão Europeia quer avaliar o impacto do crescente peso das
marcas próprias das cadeias de supermercados e hipermercados no
mercado alimentar. Por isso, até 14 de Fevereiro convida todos os
especialistas a apresentar propostas
"Muitos 'stakeholders' defendem que os mercados alimentares europeus
não funcionam bem, mas nós precisamos de mais informação para analisar
as queixas. Assim, decidimos realizar um estudo detalhado para
descobrir se os consumidores europeus têm escolha suficiente e têm à
sua disposição produtos inovadores adaptados às suas necessidades
quando compram comida. Isto (o estudo) ajudar-nos-á como resolver
melhor estes problemas", explicou Joaquín Almunia, vice-presidente da
Comissão, citado no comunicado emitido por Bruxelas.
A análise da Comissão, que servirá, segundo os serviços da mesma, para
"medir o impacto de desenvolvimentos recentes no sector do retalho
europeu junto dos consumidores" irá debruçar-se sobretudo sobre se "o
aumento da concentração" e a utilização de "marca própria" dos
distribuidores (por oposição a marca comercial do fabricante)
"travaram as escolhas e a inovação no sector alimentar na Europa".
As marcas próprias – que se distinguem das marcas brancas, que não têm
qualquer insígnia – têm vindo a desenvolver-se fortemente nas últimas
décadas em Portugal. O Pingo Doce, já faz um terço das suas vendas
alimentares (sem perecíveis) com a atribuição da sua marca homónima
aos produtos que contrata a fornecedores industriais. A Sonae através
da marca Continente, (e muitas outras no retalho não alimentar), a
rede Minipreço com os produtos Dia, o Lidl com várias marcas para
vários segmentos, assim como a Auchan, através do Jumbo e o Pão de
Açúcar – todos eles têm visto este segmento do negócios crescer nas
suas contas anuais.
Com a crise, além de menor consumo, há um fenómeno designado por
"trading down" que também em Portugal se verifica, sobretudo desde
2008: o consumidor não abdica do produto – um detergente para a
máquina de roupa, por exemplo – mas em vez de comprar de marca do
fabricante, mais (re)conhecida comercialmente, opta por uma variante
mais barata no preço final. Os grandes ganhadores deste fenómeno têm
sido as marcas em que a própria distribuição investe, mas não fabrica
diretamente.
A indústria alimentar europeia – que contempla gigantes como a Nestlé
(embora esta tenha sede não comunitária, uma vez que é de origem
suíça), a Danone, Unilever, entre outros – tem contestado que além da
concorrência em mercado aberto, as marcas próprias tem muitas vezes
imitado o design e a inovação dos produtos mais bem sucedidos no
mercado, beneficiando do percurso (de investimento) já realizado pelos
fabricantes. E que os grupos de distribuição praticam de uma certa
forma "concorrência desleal" porque estão a decidir que destaque dar a
um produto seu contra um dos fabricantes – e não uma escolha entre
vários fabricantes.
Os distribuidores, cadeias de supermercados e hipermercados que vão
desde as lojas de "hard discount" de origem alemã às grandes
superfícies franceses – incluindo os operadores do sector presentes em
Portugal, nacionais ou estrangeiros – advogam por seu turno que o
consumidor, cada vez mais focado no preço, tem ditado a opção de
aumentar a estratégia de aumentar as marcas próprias e diminuído as
marcas de fabricante nas prateleiras das lojas.
É toda esta argumentação que a Comissão Europeia quer agora recolher,
até 14 de Fevereiro próximo, para analisar a situação e concluir o
estudo "até ao final de 2013". Os resultados, sublinha, poderão
materializar-se em propostas para melhorar o funcionamento dos
mercados alimentares na Europa.
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45429.aspx
Beja premiou os melhores vinhos do Baixo Alentejo
POR SUL INFORMAÇÃO ⋅ 14 DE DEZEMBRO DE 2012 ⋅ 13:56 ⋅ COMENTAR
TEMAS ALENTEJO, BEJA, GASTRONOMIA, VINHOS
Quatro herdades do Baixo Alentejo destacaram-se no I Concurso de
Vinhos Cidade de beja, que galardoou produtores daquela região. Ao
todo, forma atribuídas 2 medalhas de ouro, 3 de prata e 1 de bronze
aos vinhos brancos a concurso e 5 medalhas de ouro, 8 de prata e 2 de
bronze aos vinhos tintos.
A iniciativa decorreu na Pousada de São Francisco, em Beja e resulta
da parceria e estreita articulação entre a autarquia de Beja e os
produtores de vinho locais.
«O I Concurso de vinhos foi um sucesso e espera contribuir para a
contínua afirmação do vinho e da vinha como um sector estratégico de
desenvolvimento e notoriedade da nossa região e dos sectores agrícola
e turístico», considerou, numa nota de imprensa, a Câmara de Beja.
Nos brancos, a Casa Agrícola HMR assegurou o primeiro e segundo lugar
com os vinhos 4 Caminhos 2011 e Pousio 2012, respetivamente, e a
Herdade da Malhadinha Nova, recebeu o 3ª prémio com o seu vinho
Malhadinha 2011.
O júri atribuiu ainda o prémio de excelência dos vinhos brancos ao
Olho de Mocho reserva 2011 da Herdade do Rocim.
Nos tintos, o júri destacou com o prémio excelência o vinho da Herdade
do Peso reserva 2009 da Sogrape e atribui o 1º prémio ao Malhadinha
2010 da Herdade da Malhadinha Nova que recebeu também o 3º prémio com
o seu vinho monocasta Touriga Nacional 2010.
A Casa Agrícola HMR voltou a receber o 2º prémio com o seu 4 Caminhos
reserva 2010 tinto.
Esta foi a primeira edição de um evento que a autarquia de Beja quer
que se torne «uma referência anual no calendário nacional e
internacional».
A escolha dos melhores vinhos, em 2012, foi da responsabilidade de um
júri profissional, presidido por Aníbal Coutinho, com provadores e
compradores nacionais e estrangeiros.
O Troféu FIJEV-VINIPAX para os melhores de cada categoria e respectiva
projecção internacional foi atribuído através da rede de centenas de
jornalistas e escritores de vinhos filiados na FIJEV.
«O Município de Beja reconhece, ao organizar este concurso os
investimentos e trabalho desenvolvido pelos produtores dos Vinhos
Alentejanos, de que o Concelho faz parte, e que representam já 43 por
cento da quota de mercado. Os nossos vinhos são cada vez mais
procurados pelos apreciadores nacionais e estrangeiros», concluiu a
autarquia.
http://www.sulinformacao.pt/2012/12/beja-premiou-os-melhores-vinhos-do-baixo-alentejo/
TEMAS ALENTEJO, BEJA, GASTRONOMIA, VINHOS
Quatro herdades do Baixo Alentejo destacaram-se no I Concurso de
Vinhos Cidade de beja, que galardoou produtores daquela região. Ao
todo, forma atribuídas 2 medalhas de ouro, 3 de prata e 1 de bronze
aos vinhos brancos a concurso e 5 medalhas de ouro, 8 de prata e 2 de
bronze aos vinhos tintos.
A iniciativa decorreu na Pousada de São Francisco, em Beja e resulta
da parceria e estreita articulação entre a autarquia de Beja e os
produtores de vinho locais.
«O I Concurso de vinhos foi um sucesso e espera contribuir para a
contínua afirmação do vinho e da vinha como um sector estratégico de
desenvolvimento e notoriedade da nossa região e dos sectores agrícola
e turístico», considerou, numa nota de imprensa, a Câmara de Beja.
Nos brancos, a Casa Agrícola HMR assegurou o primeiro e segundo lugar
com os vinhos 4 Caminhos 2011 e Pousio 2012, respetivamente, e a
Herdade da Malhadinha Nova, recebeu o 3ª prémio com o seu vinho
Malhadinha 2011.
O júri atribuiu ainda o prémio de excelência dos vinhos brancos ao
Olho de Mocho reserva 2011 da Herdade do Rocim.
Nos tintos, o júri destacou com o prémio excelência o vinho da Herdade
do Peso reserva 2009 da Sogrape e atribui o 1º prémio ao Malhadinha
2010 da Herdade da Malhadinha Nova que recebeu também o 3º prémio com
o seu vinho monocasta Touriga Nacional 2010.
A Casa Agrícola HMR voltou a receber o 2º prémio com o seu 4 Caminhos
reserva 2010 tinto.
Esta foi a primeira edição de um evento que a autarquia de Beja quer
que se torne «uma referência anual no calendário nacional e
internacional».
A escolha dos melhores vinhos, em 2012, foi da responsabilidade de um
júri profissional, presidido por Aníbal Coutinho, com provadores e
compradores nacionais e estrangeiros.
O Troféu FIJEV-VINIPAX para os melhores de cada categoria e respectiva
projecção internacional foi atribuído através da rede de centenas de
jornalistas e escritores de vinhos filiados na FIJEV.
«O Município de Beja reconhece, ao organizar este concurso os
investimentos e trabalho desenvolvido pelos produtores dos Vinhos
Alentejanos, de que o Concelho faz parte, e que representam já 43 por
cento da quota de mercado. Os nossos vinhos são cada vez mais
procurados pelos apreciadores nacionais e estrangeiros», concluiu a
autarquia.
http://www.sulinformacao.pt/2012/12/beja-premiou-os-melhores-vinhos-do-baixo-alentejo/
Pelcor vale a Sandra Correia o prémio de Mulher de Negócios 2012 pela Máxima
CEO da Pelcor distinguida
Pedro Bettencourt
14/12/2012 | 19:49 | Dinheiro Vivo
A CEO da marca portuguesa dedicada à cortiça, a Pelcor, foi
distinguida com o prémio de Mulher de Negócios do ano pela revista
Máxima.
O prémio, que já vai na 13ª edição, distingue mulheres que se tenham
destacado, durante o ano que decorre, dentro das empresas portuguesas.
Este ano, para fazer crescer o negócio, Sandra Correia investiu na
"renovação criativa e ampliação da marca" com a abertura de uma nova
loja em Lisboa e novos mercados internacionais.
http://www.dinheirovivo.pt/Faz/Artigo/CIECO080900.html
Pedro Bettencourt
14/12/2012 | 19:49 | Dinheiro Vivo
A CEO da marca portuguesa dedicada à cortiça, a Pelcor, foi
distinguida com o prémio de Mulher de Negócios do ano pela revista
Máxima.
O prémio, que já vai na 13ª edição, distingue mulheres que se tenham
destacado, durante o ano que decorre, dentro das empresas portuguesas.
Este ano, para fazer crescer o negócio, Sandra Correia investiu na
"renovação criativa e ampliação da marca" com a abertura de uma nova
loja em Lisboa e novos mercados internacionais.
http://www.dinheirovivo.pt/Faz/Artigo/CIECO080900.html
Estivadores prolongam greve parcial até 7 de janeiro
NOVO PRÉ-AVISO
por Lusa, publicado por Ana MeirelesOntem
Os estivadores manifestaram-se em frente ao Parlamento a 29 de
novembro. Fotografia © Steven Governo/Global Imagens
O Sindicato dos Estivadores do Centro e Sul vai prolongar até 7 de
janeiro a greve parcial de algumas horas por turno que estava prevista
até final do ano, segundo o pré-aviso a que a agência Lusa teve
acesso.
Relativamente aos anteriores pré-avisos de greve, o atual distingue-se
pela recusa de qualquer serviço que tenha como origem ou destino o
Porto de Leixões.
Nos termos do documento, que respeita ao período entre 31 de dezembro
e 7 de janeiro, os trabalhadores dos portos de Lisboa, Aveiro,
Figueira da Foz, Setúbal e Sines "abster-se-ão de prestar quaisquer
funções ou serviços que tenham por objeto a movimentação de cargas
que, por via marítima, ferroviária ou rodoviária, provenham do porto
de Leixões ou que se destinem a esse porto".
Devido às limitações causadas pela greve nos portos do centro e sul,
os portos de Leixões e de Sines, que não aderiram à greve, têm sido
procurados como alternativa, registando um forte aumento do movimento.
A agência Lusa tentou contactar o Sindicato dos Estivadores do Centro
e Sul, mas tal não foi possível até ao momento.
Os estivadores dos portos de Lisboa, Setúbal, Figueira da Foz e Aveiro
estão em sucessivas greves desde setembro, altura em que o Ministério
da Economia anunciou ter chegado a acordo com um conjunto de
sindicatos afetos à UGT e operadores portuários relativamente ao novo
regime do trabalho portuário, destinado a aumentar a competitividade
dos portos nacionais.
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2947672
por Lusa, publicado por Ana MeirelesOntem
Os estivadores manifestaram-se em frente ao Parlamento a 29 de
novembro. Fotografia © Steven Governo/Global Imagens
O Sindicato dos Estivadores do Centro e Sul vai prolongar até 7 de
janeiro a greve parcial de algumas horas por turno que estava prevista
até final do ano, segundo o pré-aviso a que a agência Lusa teve
acesso.
Relativamente aos anteriores pré-avisos de greve, o atual distingue-se
pela recusa de qualquer serviço que tenha como origem ou destino o
Porto de Leixões.
Nos termos do documento, que respeita ao período entre 31 de dezembro
e 7 de janeiro, os trabalhadores dos portos de Lisboa, Aveiro,
Figueira da Foz, Setúbal e Sines "abster-se-ão de prestar quaisquer
funções ou serviços que tenham por objeto a movimentação de cargas
que, por via marítima, ferroviária ou rodoviária, provenham do porto
de Leixões ou que se destinem a esse porto".
Devido às limitações causadas pela greve nos portos do centro e sul,
os portos de Leixões e de Sines, que não aderiram à greve, têm sido
procurados como alternativa, registando um forte aumento do movimento.
A agência Lusa tentou contactar o Sindicato dos Estivadores do Centro
e Sul, mas tal não foi possível até ao momento.
Os estivadores dos portos de Lisboa, Setúbal, Figueira da Foz e Aveiro
estão em sucessivas greves desde setembro, altura em que o Ministério
da Economia anunciou ter chegado a acordo com um conjunto de
sindicatos afetos à UGT e operadores portuários relativamente ao novo
regime do trabalho portuário, destinado a aumentar a competitividade
dos portos nacionais.
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2947672
Alto Douro Vinhateiro deve apostar na promoção e em novas atividades económicas
15:16 Sexta feira, 14 de dezembro de 2012
Vila Real, 14 dez (Lusa) - O desafio do Alto Douro Vinhateiro (ADV), a
comemorar 11 anos como Património Mundial da Humanidade, passa pela
promoção, inovação, qualificação das pessoas e aposta em novas
atividades económicas, porque a região é um ativo económico
"insubstituível".
A chefe de Projeto da Estrutura de Missão do Douro (EMD), Célia Ramos,
afirmou hoje à Lusa que o balanço dos 11 anos é "muito positivo", pelo
que o desafio é investir na sua projeção.
E, disse, para os próximos anos as metas são zelar pelos atributos que
mereceram o reconhecimento da UNESCO através do envolvimento da
sociedade civil e das instituições, trabalhar no próximo quadro
comunitário abrangendo todos os agentes da região e promover o
desenvolvimento económico e social.
http://expresso.sapo.pt/alto-douro-vinhateiro-deve-apostar-na-promocao-e-em-novas-atividades-economicas=f773965
Vila Real, 14 dez (Lusa) - O desafio do Alto Douro Vinhateiro (ADV), a
comemorar 11 anos como Património Mundial da Humanidade, passa pela
promoção, inovação, qualificação das pessoas e aposta em novas
atividades económicas, porque a região é um ativo económico
"insubstituível".
A chefe de Projeto da Estrutura de Missão do Douro (EMD), Célia Ramos,
afirmou hoje à Lusa que o balanço dos 11 anos é "muito positivo", pelo
que o desafio é investir na sua projeção.
E, disse, para os próximos anos as metas são zelar pelos atributos que
mereceram o reconhecimento da UNESCO através do envolvimento da
sociedade civil e das instituições, trabalhar no próximo quadro
comunitário abrangendo todos os agentes da região e promover o
desenvolvimento económico e social.
http://expresso.sapo.pt/alto-douro-vinhateiro-deve-apostar-na-promocao-e-em-novas-atividades-economicas=f773965
Ministério da Agricultura perdeu 6000 funcionários em seis anos
Em 2004 trabalhavam 12.255 pessoas no Ministério da Agricultura mas,
em 2010, o número tinha caído para 6471 e atualmente ronda os 6000
funcionários.
Vítor Andrade (www.expresso.pt)
8:30 Sábado, 15 de dezembro de 2012
O Ministério da Agricultura perdeu quase metade dos seus funcionários
em seis anos.
De acordo com os dados apurados pelo Expresso em 2004 trabalhavam
12.255 pessoas naquele ministério mas, em 2010, o número tinha caído
para 6471 e atualmente ronda os 6000.
Só entre 2004 e 2007 houve uma redução de 4457 funcionários, dos quais
1445 foram colocados no quadro de mobilidade especial e mais de 2900
aposentados. Nos serviços centrais, em Lisboa, chegaram a trabalhar
mais de cinco mil pessoas.
http://expresso.sapo.pt/ministerio-da-agricultura-perdeu-6000-funcionarios-em-seis-anos=f774119
em 2010, o número tinha caído para 6471 e atualmente ronda os 6000
funcionários.
Vítor Andrade (www.expresso.pt)
8:30 Sábado, 15 de dezembro de 2012
O Ministério da Agricultura perdeu quase metade dos seus funcionários
em seis anos.
De acordo com os dados apurados pelo Expresso em 2004 trabalhavam
12.255 pessoas naquele ministério mas, em 2010, o número tinha caído
para 6471 e atualmente ronda os 6000.
Só entre 2004 e 2007 houve uma redução de 4457 funcionários, dos quais
1445 foram colocados no quadro de mobilidade especial e mais de 2900
aposentados. Nos serviços centrais, em Lisboa, chegaram a trabalhar
mais de cinco mil pessoas.
http://expresso.sapo.pt/ministerio-da-agricultura-perdeu-6000-funcionarios-em-seis-anos=f774119
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