Iniciativa Correio da Manhã
Não interrompam o ciclo virtuoso da agricultura", pediu ontem o
presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), João
Machado, na cerimónia que distinguiu dez exemplos de sucesso do sector
com o 'Prémio Agricultura 2012'. A iniciativa, promovida pelo CM, com
o apoio do Ministério da Agricultura e do Continente, vale três
milhões de euros em comunicação para as empresas que representam o que
de melhor se faz na agricultura nacional. A sessão encerrou o ciclo de
conferências 'Escolha Portugal', que percorreu todo o País nos últimos
meses.
1h00Nº de votos (1) Comentários (0)
Por:João Vaz/Sofia Piçarra
Na cerimónia, a ministra da Agricultura e do Ambiente, Assunção
Cristas, respondeu ao apelo anunciando um protocolo assinado ontem com
a banca e que vai criar linhas de crédito para o sector no valor de
1,5 mil milhões de euros. Para a governante, o acordo "significa que o
interesse pela agricultura é transversal", num sector que, apesar da
crise, "cresce 2,8% e representa 10% das exportações de bens
transaccionáveis, 20% se juntarmos o sector florestal". Na lista de
boas notícias, Assunção Cristas trazia ainda os dados
daexecuçãoorçamental de 2012, garantindo que os planos serão
cumpridos. "Vamos executar tudo o que estava programado,acima do ano
passado, serão pelo menos 690 milhõesdeeuros", anunciou.
Ainda a combater o estigma de ser uma actividade pouco relevante
economica e socialmente, na agricultura nacional "temos hoje gente a
produzir bem e cada vez a vender melhor", garante a governante. A
ideia faz eco do que já João Machado tinha declarado na conferência de
imprensa que antecedeu a entrega dos prémios.
"Nos últimos cinco anos, um investimento de 5,9 mil milhões de euros
criou 30 mil postos de trabalho", sublinhou o presidentedaCAP.
Paraajudarasempresas agrícolas a semearemmaissucessos,oresponsável diz
que a receita é simples: "Não interrompendo o ciclo virtuoso, o
regresso do jovens e o investimento".
CASCAIS ACOLHEU CERIMÓNIA
A Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais, acolheu a entrega de
prémios que contou com o presidente da autarquia, Carlos Carreiras, a
ministra Assunção Cristas, e o presidente da Cofina, Paulo Fernandes.
PRÉMIO CARREIRA A FRANCISCO AVILLEZ
Professor emérito do Instituto Superior de Agronomia da Universidade
Técnica de Lisboa e também agricultor, Francisco Avillez recebeu ontem
uma distinção especial de Carreira, atribuída pelo júri do Prémio
Agricultura 2012. A importância do seu trabalho na área da economia
agrícola e noutras questões do mundo rural foi destacada pelo colega e
amigo Sevinate Pinto e sublinhada com fortes aplausos dos presentes no
auditório da Casa das Histórias, em Cascais.
FALTA DIMENSÃO E MASSA CRÍTICA
"Cerca de 90% das vendas de produtos frescos são nacionais e cerca de
70% dos produtos de marca própria também", garantiu ontem o
administrador da Sonae no debate. Mário Pereira afirma que, "para
competir com a produção externa, é preciso ganhar dimensão e massa
crítica".
APOIAR INOVAÇÃO AGRÍCOLA NO PAÍS
Para o administrador da Cofina Pedro Araújo e Sá "é fundamental
demonstrar que há empresas inovadoras" na agricultura, o que justifica
a iniciativa que contou com o apoio do CM e do 'Jornal de Negócios'. A
missão será cumprida com o apoio das campanhas publicitárias no valor
de 3 milhões de euros.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/agricultura--com-ciclo-virtuoso
sábado, 22 de dezembro de 2012
Excesso de produção de Vinho do Porto conduz a baixa acentuada de preços no mercado externo
Por esta altura do ano, o Vinho do Porto é presença frequente na mesa da Natal dos portugueses, mas nos últimos anos as vendas têm descido. Um estudo confirma agora uma realidade bem conhecida por quem trabalha no setor. O excesso de produção dos últimos anos levou a uma baixa acentuada de preços que está a prejudicar a imagem internacional do Vinho do Porto.
http://sicnoticias.sapo.pt/vida/2012/12/21/excesso-de-producao-de-vinho-do-porto-conduz-a-baixa-acentuada-de-precos-no-mercado-externo
GNR detem treze pessoas a furtar azeitona em Avis e Campo Maior
Avaliação: / 0
FracoBom
Treze pessoas foram detidas hoje nos concelhos de Avis e Campo Maior,
no distrito de Portalegre, por furto de azeitona, tendo as autoridades
apreendido mais de uma tonelada de azeitona, disse à agência Lusa
fonte da GNR.
De acordo com a mesma fonte, os detidos, seis homens e sete mulheres,
com idades compreendidas entre os 17 e 57 anos, residem no concelho de
Monforte e foram surpreendidos pelas autoridades em flagrante delito.
A mesma fonte indicou que os furtos ocorreram na freguesia de Ervedal
(Avis) e em Campo Maior, tendo ainda sido apreendidos pela GNR duas
viaturas e objectos que serviam para recolher a azeitona.
O processo passou a inquérito, aguardando os seis homens e as sete
mulheres o julgamento em liberdade, sujeitos à medida de coação de
Termo de Identidade e Residência (TIR).
As detenções ocorreram no âmbito da operação Colheita de
Azeitona-2012, que decorre até meados de Janeiro.
Na mesma operação, desenvolvida pela GNR em 2011, foram efectuadas
três detenções, ao passo que no decorrer da acção deste ano a força de
segurança já efectuou 34 detenções pela prática do crime de furto de
azeitona.
http://www.elvas.com.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2816%3A-gnr-detem-treze-pessoas-a-furtar-azeitona-em-avis-e-campo-maior&catid=3%3Adestaques&Itemid=78
FracoBom
Treze pessoas foram detidas hoje nos concelhos de Avis e Campo Maior,
no distrito de Portalegre, por furto de azeitona, tendo as autoridades
apreendido mais de uma tonelada de azeitona, disse à agência Lusa
fonte da GNR.
De acordo com a mesma fonte, os detidos, seis homens e sete mulheres,
com idades compreendidas entre os 17 e 57 anos, residem no concelho de
Monforte e foram surpreendidos pelas autoridades em flagrante delito.
A mesma fonte indicou que os furtos ocorreram na freguesia de Ervedal
(Avis) e em Campo Maior, tendo ainda sido apreendidos pela GNR duas
viaturas e objectos que serviam para recolher a azeitona.
O processo passou a inquérito, aguardando os seis homens e as sete
mulheres o julgamento em liberdade, sujeitos à medida de coação de
Termo de Identidade e Residência (TIR).
As detenções ocorreram no âmbito da operação Colheita de
Azeitona-2012, que decorre até meados de Janeiro.
Na mesma operação, desenvolvida pela GNR em 2011, foram efectuadas
três detenções, ao passo que no decorrer da acção deste ano a força de
segurança já efectuou 34 detenções pela prática do crime de furto de
azeitona.
http://www.elvas.com.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2816%3A-gnr-detem-treze-pessoas-a-furtar-azeitona-em-avis-e-campo-maior&catid=3%3Adestaques&Itemid=78
Fumeiro de Bragança faz sucesso no estrangeiro
Primeiro Emprego
O caminho já conta quase oitenta anos, mas os objectivos continuam a
ser ambiciosos. Depois de ter conquistado o paladar dos portugueses, a
Bísaroavança com sucesso para os marcados internacionais
21 Dezembro 2012Nº de votos (3) Comentários (1)
Por:Secundino Cunha
A carne do porco bísaro tem um paladar inconfundível e dá enchidos de
excelência". A afirmação é de Alberto António Fernandes, o
administrador da Bísaro – salsicharia tradicional, que tem sede na
freguesia de Gimonde, concelho de Bragança.
Tudo começou nesta terra que abre as portas do Parque Natural de
Montesinho, em 1935, quando o pai de Alberto Fernandes resolveu abrir
uma casa de comidas, bebidas e mercearia, junto à estrada nacional (na
altura a única) que liga Bragança à fronteira de Quintanilha.
Os petiscos começaram rapidamente a conquistar grande fama, muito
graças aos enchidos, feitos com carne de porco bísaro. Alberto
Fernandes aproveitou a ideia fundamental e fez crescer o negócio.
Em 1987, criou a Bísaro e apostou na produção de produtos fumados,
como alheira, chouriça, salpicão, presunto ou o tradicional butelo,
que acompanha as vargens de feijão cozidas com a casca.
E enquanto atirava lenha ao fumeiro, ia dando gás ao restaurante (D.
Roberto), que ocupou a antiga taberna, e avançava para a recuperação
de algumas casas antigas que pertenciam à família, convertendo-as em
unidades de alojamento turístico.
Assim, aproveitando toda a ruralidade que a região empresta, coroada
pela soberba paisagem quase virgem do Parque Natural de Montesinho, e
as originalidades da agricultura, criou um negócio integrado que tem
dado os seus frutos.
"Por cá, não só aqui em Bragança, mas em todo o País, os nossos
fumeiros conquistaram rapidamente uma boa quota de mercado, sobretudo
ao nível da restauração. Agora, estamos a apostar na
internacionalização e digo-lhe com satisfação que temos ficado
admirados com a recepção que os nossos produtos têm tido no
estrangeiro, nomeadamente em países como a França e a Itália", afirma
Alberto António Fernandes.
Neste negócio de cariz familiar, a área dos fumeiros foi a que mais
cresceu, tendo atingido no ano passado a transformação de cerca de 40
porcos de raça bísara por semana, o que a tornou uma referência
nacional no sector.
"São enchidos da melhor carne de porco que há, que é o porco bísaro,
aquele que, antigamente, as nossas mães e avós criavam em casa e que
tem realmente um paladar inconfundível", acrescenta o empresário.
A Bísaro, que está presente nas maiores cadeias de hipermercados e nas
lojas Gourmet de todo o País, é hoje responsável por 42 postos de
trabalho directos. Com a perspectiva de crescimento ao nível dos
mercados internacionais, é muito provável que o leque de colaboradores
tenha de ser alargado.
Um dos segredos do sucesso desta empresa reside na aposta numa
diversidade integrada, ou seja, na fomentação de actividades
diferentes (restauração, alojamento no espaço rural e produtos
fumados), mas que se complementam.
"Eu entendo que muitas das potencialidades da agricultura, aos mais
diversos níveis, estão ainda por explorar. A apanha da castanha, por
exemplo, é uma actividade agrícola que pode ser vendida como produto
turístico, permitindo venda de castanha e ocupação das unidades
hoteleiras. Há muito para fazer", diz Alberto António Fernandes.
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentID=41BF713F-60DD-4678-8A42-B53639637728&channelID=00000011-0000-0000-0000-000000000011
O caminho já conta quase oitenta anos, mas os objectivos continuam a
ser ambiciosos. Depois de ter conquistado o paladar dos portugueses, a
Bísaroavança com sucesso para os marcados internacionais
21 Dezembro 2012Nº de votos (3) Comentários (1)
Por:Secundino Cunha
A carne do porco bísaro tem um paladar inconfundível e dá enchidos de
excelência". A afirmação é de Alberto António Fernandes, o
administrador da Bísaro – salsicharia tradicional, que tem sede na
freguesia de Gimonde, concelho de Bragança.
Tudo começou nesta terra que abre as portas do Parque Natural de
Montesinho, em 1935, quando o pai de Alberto Fernandes resolveu abrir
uma casa de comidas, bebidas e mercearia, junto à estrada nacional (na
altura a única) que liga Bragança à fronteira de Quintanilha.
Os petiscos começaram rapidamente a conquistar grande fama, muito
graças aos enchidos, feitos com carne de porco bísaro. Alberto
Fernandes aproveitou a ideia fundamental e fez crescer o negócio.
Em 1987, criou a Bísaro e apostou na produção de produtos fumados,
como alheira, chouriça, salpicão, presunto ou o tradicional butelo,
que acompanha as vargens de feijão cozidas com a casca.
E enquanto atirava lenha ao fumeiro, ia dando gás ao restaurante (D.
Roberto), que ocupou a antiga taberna, e avançava para a recuperação
de algumas casas antigas que pertenciam à família, convertendo-as em
unidades de alojamento turístico.
Assim, aproveitando toda a ruralidade que a região empresta, coroada
pela soberba paisagem quase virgem do Parque Natural de Montesinho, e
as originalidades da agricultura, criou um negócio integrado que tem
dado os seus frutos.
"Por cá, não só aqui em Bragança, mas em todo o País, os nossos
fumeiros conquistaram rapidamente uma boa quota de mercado, sobretudo
ao nível da restauração. Agora, estamos a apostar na
internacionalização e digo-lhe com satisfação que temos ficado
admirados com a recepção que os nossos produtos têm tido no
estrangeiro, nomeadamente em países como a França e a Itália", afirma
Alberto António Fernandes.
Neste negócio de cariz familiar, a área dos fumeiros foi a que mais
cresceu, tendo atingido no ano passado a transformação de cerca de 40
porcos de raça bísara por semana, o que a tornou uma referência
nacional no sector.
"São enchidos da melhor carne de porco que há, que é o porco bísaro,
aquele que, antigamente, as nossas mães e avós criavam em casa e que
tem realmente um paladar inconfundível", acrescenta o empresário.
A Bísaro, que está presente nas maiores cadeias de hipermercados e nas
lojas Gourmet de todo o País, é hoje responsável por 42 postos de
trabalho directos. Com a perspectiva de crescimento ao nível dos
mercados internacionais, é muito provável que o leque de colaboradores
tenha de ser alargado.
Um dos segredos do sucesso desta empresa reside na aposta numa
diversidade integrada, ou seja, na fomentação de actividades
diferentes (restauração, alojamento no espaço rural e produtos
fumados), mas que se complementam.
"Eu entendo que muitas das potencialidades da agricultura, aos mais
diversos níveis, estão ainda por explorar. A apanha da castanha, por
exemplo, é uma actividade agrícola que pode ser vendida como produto
turístico, permitindo venda de castanha e ocupação das unidades
hoteleiras. Há muito para fazer", diz Alberto António Fernandes.
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentID=41BF713F-60DD-4678-8A42-B53639637728&channelID=00000011-0000-0000-0000-000000000011
Máquina de Colheita de Azeitona da Universidade de Évora entre os nomeados do Concurso Nacional de Inovação BES 2012
Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012
O projeto Máquina de Colheita em Contínuo de Azeitona (MCCA) promovido
pela Universidade de Évora foi um dos três nomeados na fase final do
Concurso Nacional de Inovação BES no setor Recursos Naturais &
Alimentação.
Através do Grupo de Mecanização do Departamento de Engenharia Rural da
Escola de Ciência e Tecnologia, participa neste projeto da
Universidade de Évora a empresa de construção mecânica dos setores
florestal e industrial VICORT – Victor Cardoso, Ld.ª.
O objetivo do projeto que liga a academia e a investigação à
comunidade empresarial é produzir um sistema de colheita de azeitona
para os modernos olivais intensivos sem que o desenvolvimento das
árvores venha a impor limites à prestação da máquina, fomentando assim
a sua utilização em cultivares regionais e não apenas em cultivares
escolhidas pelo seu crescimento limitado.
Após a construção da versão protótipo/fase I e seu ensaio na campanha
de 2011/2012, o projeto finaliza, presentemente, a construção da
versão protótipo/fase II, o qual será ensaiado intensivamente nesta
campanha de colheita. Os resultados permitirão a definição dos
parâmetros da máquina de pré-produção.
MCCA é o projeto ADI/QREN nº 3457 (2009/2012) financiado pelo Sistema
de Incentivos à I&DT, Projetos de Empresas em Copromoção.
UELine - 21.12.2012
http://www.portaldoazeite.com/2012/12/maquina-de-colheita-de-azeitona-da.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PortalDoAzeite+%28Portal+do+Azeite%29
O projeto Máquina de Colheita em Contínuo de Azeitona (MCCA) promovido
pela Universidade de Évora foi um dos três nomeados na fase final do
Concurso Nacional de Inovação BES no setor Recursos Naturais &
Alimentação.
Através do Grupo de Mecanização do Departamento de Engenharia Rural da
Escola de Ciência e Tecnologia, participa neste projeto da
Universidade de Évora a empresa de construção mecânica dos setores
florestal e industrial VICORT – Victor Cardoso, Ld.ª.
O objetivo do projeto que liga a academia e a investigação à
comunidade empresarial é produzir um sistema de colheita de azeitona
para os modernos olivais intensivos sem que o desenvolvimento das
árvores venha a impor limites à prestação da máquina, fomentando assim
a sua utilização em cultivares regionais e não apenas em cultivares
escolhidas pelo seu crescimento limitado.
Após a construção da versão protótipo/fase I e seu ensaio na campanha
de 2011/2012, o projeto finaliza, presentemente, a construção da
versão protótipo/fase II, o qual será ensaiado intensivamente nesta
campanha de colheita. Os resultados permitirão a definição dos
parâmetros da máquina de pré-produção.
MCCA é o projeto ADI/QREN nº 3457 (2009/2012) financiado pelo Sistema
de Incentivos à I&DT, Projetos de Empresas em Copromoção.
UELine - 21.12.2012
http://www.portaldoazeite.com/2012/12/maquina-de-colheita-de-azeitona-da.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PortalDoAzeite+%28Portal+do+Azeite%29
Norma Portuguesa de Sistemas de Gestão Florestal Sustentável: inquérito público até 22 de dezembro
Gestão Florestal Sustentável
Norma Portuguesa de Sistemas de Gestão Florestal Sustentável em
inquérito público até 22 de dezembro.
Encontra-se em fase de inquérito público, até dia 22 de dezembro, a
proposta de Norma Portuguesa de Sistemas de Gestão Florestal
Sustentável . Aplicação dos critérios pan-europeus para a gestão
florestal sustentável – NP 4406:2012, podendo a mesma ser consultada
em aqui.http://www.ipq.pt/backfiles/prNP004406_2012.pdf
Trata-se de um processo de revisão e melhoria da atual Norma NP4406:2009.
Qualquer comentário a este projeto deverá ser enviado para o Instituto
Português da Qualidade - IPQ, através do endereço nor@mail.ipq.pt .
http://www.icnf.pt/portal/icnf/noticias/destaques/norma-portuguesa-de-sistemas-de-gestao-florestal-sustentavel
Norma Portuguesa de Sistemas de Gestão Florestal Sustentável em
inquérito público até 22 de dezembro.
Encontra-se em fase de inquérito público, até dia 22 de dezembro, a
proposta de Norma Portuguesa de Sistemas de Gestão Florestal
Sustentável . Aplicação dos critérios pan-europeus para a gestão
florestal sustentável – NP 4406:2012, podendo a mesma ser consultada
em aqui.http://www.ipq.pt/backfiles/prNP004406_2012.pdf
Trata-se de um processo de revisão e melhoria da atual Norma NP4406:2009.
Qualquer comentário a este projeto deverá ser enviado para o Instituto
Português da Qualidade - IPQ, através do endereço nor@mail.ipq.pt .
http://www.icnf.pt/portal/icnf/noticias/destaques/norma-portuguesa-de-sistemas-de-gestao-florestal-sustentavel
Culturas agrícolas atingiram o seu pico global
SEGURANÇA ALIMENTAR
Publicado em 19 de Dezembro de 2012.
A quantidade de terra usada para cultivo em todo o mundo está no seu
auge e uma área com duas vezes o tamanho de França pode voltar à
natureza em 2060, devido à maior produtividade dos solos e a um
crescimento mais lento da população.
Um relatório divulgado esta semana diz que a humanidade alcançou o
pico das culturas agrícolas. Isto entra em conflito com estudos da ONU
que adiantam que serão necessárias mais terras cultiváveis nas
próximas décadas, de modo a evitar o aumento da fome e dos preços, à
medida que a população mundial cresce além dos sete mil milhões.
Este novo estudo calcula que a utilização de mais culturas para
biocombustíveis e um maior consumo de carne em economias emergentes,
como a China ou a Índia – exigindo mais terras cultiváveis para
alimentar o gado –, não irão compensar a queda do pico causado por uma
melhor produtividade.
Se isto se confirmar, a terra libertada a partir das colheitas será
10% da que está actualmente em uso – o equivalente a 2,5 vezes a área
total de França ou mais do que todo o território arável agora
cultivado na China.
"Acreditamos que a humanidade atingiu o pico das suas culturas e que
as muitas terras estão prontas para voltar à natureza", explicou Jesse
Ausubel, director do Programa para o Meio Ambiente Humano, da
Universidade Rockefeller, em Nova Iorque. "Felizmente, a causa não é o
esgotamento da terra arável, como muitos temiam, mas sim a moderação
da população e os gostos dos agricultores", escreveu ele.
O relatório, fornecido à Reuters por Ausubel, projecta que cerca de
150 milhões de hectares possam ser restabelecidos para as suas
condições naturais, como florestas, em 2060. Esta previsão é
equivalente a 1,5 vezes a área do Egipto.
O estudo avança que a terra arável mundial e as áreas de cultivo
permanente subiram de 1.370 mil milhões de hectares em 1961 para 1.53
mil milhões em 2009. E prevê uma queda para 1.38 mil milhões de
hectares em 2060.
O estudo de Ausubel admite fazer muitas suposições – a produtividade
agrícola crescente, o abrandamento do crescimento populacional, o
aumento relativamente lento no uso de plantas para produzir
biocombustíveis, o aumento moderado no consumo de carne – que podem
distorcer o resultado obtido se estiverem erradas.
Também não foram tidas em conta as grandes mudanças climáticas que os
estudos da ONU dizem que poderiam interromper a produção agrícola,
como o aumento das temperaturas, as chuvas menos previsíveis, mais
inundações, secas, desertificação e as ondas de calor.
http://greensavers.sapo.pt/2012/12/19/culturas-agricolas-atingiram-o-seu-pico-global/
Publicado em 19 de Dezembro de 2012.
A quantidade de terra usada para cultivo em todo o mundo está no seu
auge e uma área com duas vezes o tamanho de França pode voltar à
natureza em 2060, devido à maior produtividade dos solos e a um
crescimento mais lento da população.
Um relatório divulgado esta semana diz que a humanidade alcançou o
pico das culturas agrícolas. Isto entra em conflito com estudos da ONU
que adiantam que serão necessárias mais terras cultiváveis nas
próximas décadas, de modo a evitar o aumento da fome e dos preços, à
medida que a população mundial cresce além dos sete mil milhões.
Este novo estudo calcula que a utilização de mais culturas para
biocombustíveis e um maior consumo de carne em economias emergentes,
como a China ou a Índia – exigindo mais terras cultiváveis para
alimentar o gado –, não irão compensar a queda do pico causado por uma
melhor produtividade.
Se isto se confirmar, a terra libertada a partir das colheitas será
10% da que está actualmente em uso – o equivalente a 2,5 vezes a área
total de França ou mais do que todo o território arável agora
cultivado na China.
"Acreditamos que a humanidade atingiu o pico das suas culturas e que
as muitas terras estão prontas para voltar à natureza", explicou Jesse
Ausubel, director do Programa para o Meio Ambiente Humano, da
Universidade Rockefeller, em Nova Iorque. "Felizmente, a causa não é o
esgotamento da terra arável, como muitos temiam, mas sim a moderação
da população e os gostos dos agricultores", escreveu ele.
O relatório, fornecido à Reuters por Ausubel, projecta que cerca de
150 milhões de hectares possam ser restabelecidos para as suas
condições naturais, como florestas, em 2060. Esta previsão é
equivalente a 1,5 vezes a área do Egipto.
O estudo avança que a terra arável mundial e as áreas de cultivo
permanente subiram de 1.370 mil milhões de hectares em 1961 para 1.53
mil milhões em 2009. E prevê uma queda para 1.38 mil milhões de
hectares em 2060.
O estudo de Ausubel admite fazer muitas suposições – a produtividade
agrícola crescente, o abrandamento do crescimento populacional, o
aumento relativamente lento no uso de plantas para produzir
biocombustíveis, o aumento moderado no consumo de carne – que podem
distorcer o resultado obtido se estiverem erradas.
Também não foram tidas em conta as grandes mudanças climáticas que os
estudos da ONU dizem que poderiam interromper a produção agrícola,
como o aumento das temperaturas, as chuvas menos previsíveis, mais
inundações, secas, desertificação e as ondas de calor.
http://greensavers.sapo.pt/2012/12/19/culturas-agricolas-atingiram-o-seu-pico-global/
Bancos estão empenhados em ajudar o sector agrícola
Faria de oliveira
Maria Teixeira Alves
21/12/12 16:22
O presidente da APB falava na cerimónia de assinatura do protocolo
entre o IFAP e oito bancos.
"Este protocolo evidencia o compromisso dos bancos para contribuir
para a recuperação económica, contribuindo para a sua insubstituível
missão de financiar as instituições, as empresas e os cidadãos", disse
o presidente da APB, que elogiou o contributo do sector primário
(agricultura, pescas e agro-industria) para as exportações
portugueses.
"Por outro lado insere-se no objectivo da política económica de
recentrar o desenvolvimento na economia real, em particular em dar um
novo impulso à produção agrícola, agro-industrial, florestas e pescas.
Todos sabemos que o ajustamento a que estamos vinculados deve ser o
mais rápido possível, para não prolongar o período de austeridade e de
perda de nível de vida, e que a recuperação económica deverá ser
lenta. Para acelerar a passagem da recessão para o crescimento
económico é preciso o aumento do PIB, que é essencial para atingir o
equilíbrio das finanças públicas", disse o banqueiro.
Faria de Oliveira reafirmou a importância do investimento, da
recapitalização, e do financiamento das empresas e diz que os bancos
estão preparados para contribuir para esses objectivos, "para as
empresas viáveis e ainda contribuir para a reestruturação das que se
justificam".
Os oito bancos que vão contribuir com 1,5 milhões de euros em linhas
de crédito são o BCP, o BES, o BPI, o Santander Totta, o Banco
Popular, o Grupo Crédito Agrícola, a CGD e o Montepio, para
financiamento de projectos no âmbito do PRODER e do PROMAR. Cada banco
contribui com montantes que oscilam entre os 150 e 250 milhões de
euros soube o Diário Económico.
Assunção Cristas, ministra da Agricultura, disse que actualmente
instalam-se por mês 240 jovens na agricultura.
http://economico.sapo.pt/noticias/bancos-estao-empenhados-em-ajudar-o-sector-agricola_159069.html
Maria Teixeira Alves
21/12/12 16:22
O presidente da APB falava na cerimónia de assinatura do protocolo
entre o IFAP e oito bancos.
"Este protocolo evidencia o compromisso dos bancos para contribuir
para a recuperação económica, contribuindo para a sua insubstituível
missão de financiar as instituições, as empresas e os cidadãos", disse
o presidente da APB, que elogiou o contributo do sector primário
(agricultura, pescas e agro-industria) para as exportações
portugueses.
"Por outro lado insere-se no objectivo da política económica de
recentrar o desenvolvimento na economia real, em particular em dar um
novo impulso à produção agrícola, agro-industrial, florestas e pescas.
Todos sabemos que o ajustamento a que estamos vinculados deve ser o
mais rápido possível, para não prolongar o período de austeridade e de
perda de nível de vida, e que a recuperação económica deverá ser
lenta. Para acelerar a passagem da recessão para o crescimento
económico é preciso o aumento do PIB, que é essencial para atingir o
equilíbrio das finanças públicas", disse o banqueiro.
Faria de Oliveira reafirmou a importância do investimento, da
recapitalização, e do financiamento das empresas e diz que os bancos
estão preparados para contribuir para esses objectivos, "para as
empresas viáveis e ainda contribuir para a reestruturação das que se
justificam".
Os oito bancos que vão contribuir com 1,5 milhões de euros em linhas
de crédito são o BCP, o BES, o BPI, o Santander Totta, o Banco
Popular, o Grupo Crédito Agrícola, a CGD e o Montepio, para
financiamento de projectos no âmbito do PRODER e do PROMAR. Cada banco
contribui com montantes que oscilam entre os 150 e 250 milhões de
euros soube o Diário Económico.
Assunção Cristas, ministra da Agricultura, disse que actualmente
instalam-se por mês 240 jovens na agricultura.
http://economico.sapo.pt/noticias/bancos-estao-empenhados-em-ajudar-o-sector-agricola_159069.html
Cristas quer apoio de Barroso para desenvolvimento rural no orçamento da UE pós-2013
7:08 Quinta feira, 20 de dezembro de 2012
Bruxelas, 20 dez (Lusa) -- A ministra da Agricultura vai ser recebida
hoje em Bruxelas pelo presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso,
ao qual vai transmitir as preocupações de Portugal relativamente às
verbas do próximo orçamento comunitário plurianual no domínio do
desenvolvimento rural.
"O objetivo é sensibilizar o presidente da Comissão Europeia, que é o
nosso comissário, portanto é quem pode ser portador das preocupações
específicas de Portugal em relação às questões ligadas à agricultura,
muito particularmente ao desenvolvimento rural, no quadro das
perspetivas financeiras", disse hoje Assunção Cristas.
A ministra da Agricultura e Pescas falava no final da longa "maratona"
negocial de pescas que se prolongou por toda a madrugada em Bruxelas
para fixar os totais admissíveis de capturas e as quotas nacionais de
pescas e a apenas algumas horas do encontro com o presidente do
executivo comunitário, ao final da manhã de hoje.
http://expresso.sapo.pt/cristas-quer-apoio-de-barroso-para-desenvolvimento-rural-no-orcamento-da-ue-pos-2013=f775117
Bruxelas, 20 dez (Lusa) -- A ministra da Agricultura vai ser recebida
hoje em Bruxelas pelo presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso,
ao qual vai transmitir as preocupações de Portugal relativamente às
verbas do próximo orçamento comunitário plurianual no domínio do
desenvolvimento rural.
"O objetivo é sensibilizar o presidente da Comissão Europeia, que é o
nosso comissário, portanto é quem pode ser portador das preocupações
específicas de Portugal em relação às questões ligadas à agricultura,
muito particularmente ao desenvolvimento rural, no quadro das
perspetivas financeiras", disse hoje Assunção Cristas.
A ministra da Agricultura e Pescas falava no final da longa "maratona"
negocial de pescas que se prolongou por toda a madrugada em Bruxelas
para fixar os totais admissíveis de capturas e as quotas nacionais de
pescas e a apenas algumas horas do encontro com o presidente do
executivo comunitário, ao final da manhã de hoje.
http://expresso.sapo.pt/cristas-quer-apoio-de-barroso-para-desenvolvimento-rural-no-orcamento-da-ue-pos-2013=f775117
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Preço europeu do leite desceu 4,1% em Outubro
2012.12.21 (00:00) Europa
O preço médio do Leite na União Europeia foi de 34,04 cêntimos em
Outubro, o que representa um aumento de 3,62% em relação a Setembro,
mas uma descida de 4,1% face a Outubro de 2011. Se forem analisados os
preços nos vinte-e-sete Estados-membro verifica-se que em quase todos
houve aumentos face a Setembro, com excepção de França, que com um
preço de 30,96 cêntimos/kg apresentou uma quebra de 4,08%.
No caso francês, as cotações lácteas reduziram-se em 8,7% num ano. Em
relação à Alemanha, primeiro produtor lácteo da União Europeia, os
preços situaram-se em 33,60 cêntimos/kg em Outubro, com um incremento
de 8,94% face ao mês anterior e uma variação interanual negativa de
7,76%.
Por outro lado, Espanha figura entre os países que viram crescer as
suas entregas de leite entre Janeiro e Outubro, com mais 2,2 % em
relação ao volume entregue em 2011. Os aumentos de entregas mais
destacáveis registaram-se em Portugal (+2,2%), França (+0,3%),
Alemanha (+1,4%), Polónia (+7,6%), Grécia (+3,7%), Eslovénia (+2,3%),
Eslováquia (+6,1%), Hungria (+8,1%), a República Checa (+4,8%),
Dinamarca (+3,7%), Áustria (+3,2%), Letónia (+4,9%), Lituânia (+10,1%)
e Estónia (+6,6%).
Pelo contrário, reduções em Irlanda (-2,5%), Itália (-2,6%),
Luxemburgo (-0,8%), Reino Unido (-0,2%) e Bulgária (-0,5%). No resto
dos países, apenas variaram as entregas lácteas, segundo a Comissão
Europeia.
FONTE: Agroinformación
http://www.anilact.pt/informacao-74/6834-preco-europeu-do-leite-desceu-41-em-outubro
O preço médio do Leite na União Europeia foi de 34,04 cêntimos em
Outubro, o que representa um aumento de 3,62% em relação a Setembro,
mas uma descida de 4,1% face a Outubro de 2011. Se forem analisados os
preços nos vinte-e-sete Estados-membro verifica-se que em quase todos
houve aumentos face a Setembro, com excepção de França, que com um
preço de 30,96 cêntimos/kg apresentou uma quebra de 4,08%.
No caso francês, as cotações lácteas reduziram-se em 8,7% num ano. Em
relação à Alemanha, primeiro produtor lácteo da União Europeia, os
preços situaram-se em 33,60 cêntimos/kg em Outubro, com um incremento
de 8,94% face ao mês anterior e uma variação interanual negativa de
7,76%.
Por outro lado, Espanha figura entre os países que viram crescer as
suas entregas de leite entre Janeiro e Outubro, com mais 2,2 % em
relação ao volume entregue em 2011. Os aumentos de entregas mais
destacáveis registaram-se em Portugal (+2,2%), França (+0,3%),
Alemanha (+1,4%), Polónia (+7,6%), Grécia (+3,7%), Eslovénia (+2,3%),
Eslováquia (+6,1%), Hungria (+8,1%), a República Checa (+4,8%),
Dinamarca (+3,7%), Áustria (+3,2%), Letónia (+4,9%), Lituânia (+10,1%)
e Estónia (+6,6%).
Pelo contrário, reduções em Irlanda (-2,5%), Itália (-2,6%),
Luxemburgo (-0,8%), Reino Unido (-0,2%) e Bulgária (-0,5%). No resto
dos países, apenas variaram as entregas lácteas, segundo a Comissão
Europeia.
FONTE: Agroinformación
http://www.anilact.pt/informacao-74/6834-preco-europeu-do-leite-desceu-41-em-outubro
China cancela maior compra de soja dos EUA em 14 anos
20 de dezembro de 2012 • 17h02 • atualizado 18h11
A China desistiu da compra de 540 mil t de soja dos Estados Unidos,
disse o Departamento de Agricultura americano nesta quinta-feira, no
maior cancelamento do maior importador mundial da oleaginosa em pelo
menos 14 anos.
Foi o segundo cancelamento nesta semana. Na terça-feira o USDA afirmou
que a China cancelou a compra de 300 mil t de soja, e traders disseram
que outro cancelamento de 120 mil t por destino desconhecido pode
também ter sido feito para a China.
Por lei, exportadores devem reportar imediatamente a venda de 100 mil
t ou mais de uma mesma commodity, feita em um dia a um único destino.
Vendas de menores quantidades são reportadas semanalmente.
Segundo traders, os cancelamentos devem estar ocorrendo pela boa safra
do Brasil, segundo maior exportador de soja do mundo, onde a China
pode agendar suas cargas a preços mais baixos.
Garrett Toay, consultor de risco da Toay Commodities Futures Group em
Des Moines, Iowa, disse que a China deve estar cancelando a soja extra
dos EUA, comprada como seguro no caso de uma baixa safra
sul-americana. "A China está assumindo que não há nada de errado com a
safra brasileira", disse Toay.
Após algumas preocupações iniciais sobre o clima afetando a safra de
soja do Brasil, o País parece estar no caminho para colher uma boa
safra no início do próximo ano.
As vendas de exportação dos EUA no ano comercial 2012/13
(setembro/agosto) totalizaram mais de 30,3 milhões de t em 13 de
dezembro - quase 83% da estimativa da USDA, de 36,61 milhões. A
maioria das vendas - quase 19 milhões de t, ou 62% - foi para a China.
Os dados do USDA mostraram que 3,1 milhões de t foram vendidas a
"destinos desconhecidos", e traders acreditam que uma grande parte do
volume foi comprado pela China.
http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201212201902_RTR_SPE8BJ05L
A China desistiu da compra de 540 mil t de soja dos Estados Unidos,
disse o Departamento de Agricultura americano nesta quinta-feira, no
maior cancelamento do maior importador mundial da oleaginosa em pelo
menos 14 anos.
Foi o segundo cancelamento nesta semana. Na terça-feira o USDA afirmou
que a China cancelou a compra de 300 mil t de soja, e traders disseram
que outro cancelamento de 120 mil t por destino desconhecido pode
também ter sido feito para a China.
Por lei, exportadores devem reportar imediatamente a venda de 100 mil
t ou mais de uma mesma commodity, feita em um dia a um único destino.
Vendas de menores quantidades são reportadas semanalmente.
Segundo traders, os cancelamentos devem estar ocorrendo pela boa safra
do Brasil, segundo maior exportador de soja do mundo, onde a China
pode agendar suas cargas a preços mais baixos.
Garrett Toay, consultor de risco da Toay Commodities Futures Group em
Des Moines, Iowa, disse que a China deve estar cancelando a soja extra
dos EUA, comprada como seguro no caso de uma baixa safra
sul-americana. "A China está assumindo que não há nada de errado com a
safra brasileira", disse Toay.
Após algumas preocupações iniciais sobre o clima afetando a safra de
soja do Brasil, o País parece estar no caminho para colher uma boa
safra no início do próximo ano.
As vendas de exportação dos EUA no ano comercial 2012/13
(setembro/agosto) totalizaram mais de 30,3 milhões de t em 13 de
dezembro - quase 83% da estimativa da USDA, de 36,61 milhões. A
maioria das vendas - quase 19 milhões de t, ou 62% - foi para a China.
Os dados do USDA mostraram que 3,1 milhões de t foram vendidas a
"destinos desconhecidos", e traders acreditam que uma grande parte do
volume foi comprado pela China.
http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201212201902_RTR_SPE8BJ05L
Miranda do Douro:Grupo de investigadores funda Associação de Tração Animal
Regional
Um grupo de pessoas oriundas de diversas áreas constituiu uma
associação que visa recuperar as antigas técnicas de tração animal e
adaptá-las aos tempos modernos. A APTRAN está sediada na aldeia de
Duas igrejas, no concelho de Miranda do Douro, região onde a tração
animal é utilizada com recurso a burros, bois e cavalos.
A Associação Portuguesa de Tração Animal (APTRAN), "uma entidade de
caráter educativo, técnico e científico, tem como principais objetivos
investigar, salvaguardar e dar a conhecer o património nacional
relativo à tração animal, assim como promover, valorizar e divulgar
novas formas de utilização, numa perspetiva moderna e atual, e
adaptando novos conhecimentos", explicou João Rodrigues, um dos sócios
fundadores da nova associação.
O responsável afirma que esta é a primeira associação do género em
Portugal e que pretende o fomento de modelos de desenvolvimento
sustentáveis com a promoção de práticas culturais compatíveis com a
preservação da agrobiodiversidade e a conservação do solo, assim como
a inclusão do conceito de tração animal moderna numa estratégia lógica
de desenvolvimento rural.
Visa ainda "salvaguardar as técnicas ancestrais utilizadas na tração
animal que nas regiões do interior do país são ainda utilizadas no
cultivo da terra ou no transporte de matérias agrícolas, sendo por
isso importante preservar o que está feito e ao mesmo tempo adaptar as
técnicas, a um conceito mais moderno, virado para a agricultura
biológica", explicou o técnico.
Para a realização dos seus objetivos, à APTRAN compete promover e
apoiar a realização de estudos científicos, cursos, congressos,
conferências e outras atividades afins, formações de âmbito académico
e profissional, reuniões de trabalho, exposições, prémios, bolsas de
estudo e publicações periódicas.
A associação pretende desenvolver e intensificar relações de
cooperação entre indivíduos e entidades nacionais e internacionais com
interesse comum, promovendo o intercâmbio de conhecimento e
experiências, assim como informar e sensibilizar a comunidade
científica e a opinião pública, promovendo a sua aproximação de
objetivos.
A APTRAN lançou o desafio para se tornarem sócios fundadores a
investigadores a nível nacional das áreas da botânica, agricultura, em
modo de produção biológica, maquinaria agrícola, florestal,
pertencentes as várias instituições de ensino superior.
http://www.rba.pt/noticias.php?id=3515
Um grupo de pessoas oriundas de diversas áreas constituiu uma
associação que visa recuperar as antigas técnicas de tração animal e
adaptá-las aos tempos modernos. A APTRAN está sediada na aldeia de
Duas igrejas, no concelho de Miranda do Douro, região onde a tração
animal é utilizada com recurso a burros, bois e cavalos.
A Associação Portuguesa de Tração Animal (APTRAN), "uma entidade de
caráter educativo, técnico e científico, tem como principais objetivos
investigar, salvaguardar e dar a conhecer o património nacional
relativo à tração animal, assim como promover, valorizar e divulgar
novas formas de utilização, numa perspetiva moderna e atual, e
adaptando novos conhecimentos", explicou João Rodrigues, um dos sócios
fundadores da nova associação.
O responsável afirma que esta é a primeira associação do género em
Portugal e que pretende o fomento de modelos de desenvolvimento
sustentáveis com a promoção de práticas culturais compatíveis com a
preservação da agrobiodiversidade e a conservação do solo, assim como
a inclusão do conceito de tração animal moderna numa estratégia lógica
de desenvolvimento rural.
Visa ainda "salvaguardar as técnicas ancestrais utilizadas na tração
animal que nas regiões do interior do país são ainda utilizadas no
cultivo da terra ou no transporte de matérias agrícolas, sendo por
isso importante preservar o que está feito e ao mesmo tempo adaptar as
técnicas, a um conceito mais moderno, virado para a agricultura
biológica", explicou o técnico.
Para a realização dos seus objetivos, à APTRAN compete promover e
apoiar a realização de estudos científicos, cursos, congressos,
conferências e outras atividades afins, formações de âmbito académico
e profissional, reuniões de trabalho, exposições, prémios, bolsas de
estudo e publicações periódicas.
A associação pretende desenvolver e intensificar relações de
cooperação entre indivíduos e entidades nacionais e internacionais com
interesse comum, promovendo o intercâmbio de conhecimento e
experiências, assim como informar e sensibilizar a comunidade
científica e a opinião pública, promovendo a sua aproximação de
objetivos.
A APTRAN lançou o desafio para se tornarem sócios fundadores a
investigadores a nível nacional das áreas da botânica, agricultura, em
modo de produção biológica, maquinaria agrícola, florestal,
pertencentes as várias instituições de ensino superior.
http://www.rba.pt/noticias.php?id=3515
UE/Pescas: PS acusa Assunção Cristas de discurso "lastimável e demagógico" sobre quotas
18:02 Quinta feira, 20 de dezembro de 2012
Lisboa, 20 dez (Lusa) - O PS acusou hoje a ministra das Pescas,
Assunção Cristas, de ter um discurso "lastimável e demagógico" sobre
as quotas de pesca comunitárias negociadas na quarta e quinta-feira em
Bruxelas.
"A senhora ministra faz uma declaração lastimável, sem memória e rigor
do ponto de vista político e científico", disse o deputado Miguel
Freitas à agência Lusa, em resposta a declarações da ministra, que
anunciou hoje um aumento global das quotas de pesca de 2,5% para 2013,
o resultado de "uma boa negociação", que durou 15 horas, em Bruxelas.
"Foi uma boa negociação, dura, intensa, mas com um bom resultado",
disse a ministra na capital belga.
http://expresso.sapo.pt/uepescas-ps-acusa-assuncao-cristas-de-discurso-lastimavel-e-demagogico-sobre-quotas=f775286
Lisboa, 20 dez (Lusa) - O PS acusou hoje a ministra das Pescas,
Assunção Cristas, de ter um discurso "lastimável e demagógico" sobre
as quotas de pesca comunitárias negociadas na quarta e quinta-feira em
Bruxelas.
"A senhora ministra faz uma declaração lastimável, sem memória e rigor
do ponto de vista político e científico", disse o deputado Miguel
Freitas à agência Lusa, em resposta a declarações da ministra, que
anunciou hoje um aumento global das quotas de pesca de 2,5% para 2013,
o resultado de "uma boa negociação", que durou 15 horas, em Bruxelas.
"Foi uma boa negociação, dura, intensa, mas com um bom resultado",
disse a ministra na capital belga.
http://expresso.sapo.pt/uepescas-ps-acusa-assuncao-cristas-de-discurso-lastimavel-e-demagogico-sobre-quotas=f775286
Acidente com trator deixou agricultor ferido com gravidade
Publicado ontem
EDUARDO PINTO
4 0 0
Um homem de 68 anos ficou ferido com gravidade, esta quinta-feira de
manhã, na sequência de um acidente com o seu trator agrícola, em
Besteiros, concelho de Carrazeda de Ansiães.
foto EDUARDO PINTO / JN
O local do acidente situa-se num vale acentuado, o que não facilitou o socorro
Depois de assistido no local pelos Bombeiros Voluntários de Carrazeda
e a seguir pela equipa da ambulância SIV de Mirandela, foi evacuado no
helicóptero do INEM para o Hospital de Bragança, com traumatismos nas
pernas e ferimentos na cabeça. Apesar dos ferimentos, a vítima esteve
sempre consciente.
O agricultor João Lopes saiu cerca das 8 horas da manhã de casa, em
Fontelonga, para ir apanhar azeitona numa propriedade situada numa
zona conhecida como "pousado grande". Antes de chegar ao destino, "o
condutor ter-se-á distraído e o trator saiu do caminho agrícola. Ao
tombar na ribanceira apanhou-o nas pernas e na cabeça", disse, ao JN,
o comandante dos Bombeiros de Carrazeda, Abílio Félix.
O local do acidente situa-se num vale acentuado, o que não facilitou o
socorro. Foi preciso a ajuda do jipe da GNR para rebocar uma carrinha
em cuja caixa foi transportado o sinistrado até às ambulâncias, que
tiveram de ficar na estrada municipal que liga Besteiros a Seixo de
Ansiães.
O helicóptero conseguiu aterrar num terreno agrícola a poucos metros dali.
O local do acidente situa-se num vale acentuado, o que não facilitou o socorro
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Bragan%E7a&Concelho=Carrazeda%20de%20Ansi%E3es&Option=Interior&content_id=2957830
EDUARDO PINTO
4 0 0
Um homem de 68 anos ficou ferido com gravidade, esta quinta-feira de
manhã, na sequência de um acidente com o seu trator agrícola, em
Besteiros, concelho de Carrazeda de Ansiães.
foto EDUARDO PINTO / JN
O local do acidente situa-se num vale acentuado, o que não facilitou o socorro
Depois de assistido no local pelos Bombeiros Voluntários de Carrazeda
e a seguir pela equipa da ambulância SIV de Mirandela, foi evacuado no
helicóptero do INEM para o Hospital de Bragança, com traumatismos nas
pernas e ferimentos na cabeça. Apesar dos ferimentos, a vítima esteve
sempre consciente.
O agricultor João Lopes saiu cerca das 8 horas da manhã de casa, em
Fontelonga, para ir apanhar azeitona numa propriedade situada numa
zona conhecida como "pousado grande". Antes de chegar ao destino, "o
condutor ter-se-á distraído e o trator saiu do caminho agrícola. Ao
tombar na ribanceira apanhou-o nas pernas e na cabeça", disse, ao JN,
o comandante dos Bombeiros de Carrazeda, Abílio Félix.
O local do acidente situa-se num vale acentuado, o que não facilitou o
socorro. Foi preciso a ajuda do jipe da GNR para rebocar uma carrinha
em cuja caixa foi transportado o sinistrado até às ambulâncias, que
tiveram de ficar na estrada municipal que liga Besteiros a Seixo de
Ansiães.
O helicóptero conseguiu aterrar num terreno agrícola a poucos metros dali.
O local do acidente situa-se num vale acentuado, o que não facilitou o socorro
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Bragan%E7a&Concelho=Carrazeda%20de%20Ansi%E3es&Option=Interior&content_id=2957830
Arquivado processo contra Portugal por incumprimento das regras para galinhas poedeiras
por Ana Rita Costa 21 de Dezembro - 2012
A ministra da Agricultura foi informada pelo comissário da Saúde e
Defesa do Consumidor de que o contencioso contra Portugal por
incumprimento da legislação sobre galinhas poedeiras foi arquivado por
Bruxelas.
A ministra afirmou que este anúncio é "uma nota muito importante",
porque há um ano que Portugal tinha este problema com a Comissão.
"Ficámos a saber que a queixa contra Portugal no que diz respeito à
diretiva das galinhas poedeiras foi arquivada. Portugal já terá sido
notificado, a carta ainda não nos chegou, mas soubemos em primeira mão
pelo comissário. Recebemos as felicitações por parte do novo
comissário porque conseguimos fazer a reconversão das nossas
galinhas", revelou Assunção Cristas, à saída de uma reunião com o
comissário Tonio Borg.
Havia a possibilidade de encerramento de aviários por falta de
adaptação às novas normas para o bem-estar das galinhas. Assunção
Cristas já garantiu aos deputados da comissão parlamentar de
Agricultura que já foram tomadas medidas sem encerrar explorações, nem
abater animais.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6863&bl=1
A ministra da Agricultura foi informada pelo comissário da Saúde e
Defesa do Consumidor de que o contencioso contra Portugal por
incumprimento da legislação sobre galinhas poedeiras foi arquivado por
Bruxelas.
A ministra afirmou que este anúncio é "uma nota muito importante",
porque há um ano que Portugal tinha este problema com a Comissão.
"Ficámos a saber que a queixa contra Portugal no que diz respeito à
diretiva das galinhas poedeiras foi arquivada. Portugal já terá sido
notificado, a carta ainda não nos chegou, mas soubemos em primeira mão
pelo comissário. Recebemos as felicitações por parte do novo
comissário porque conseguimos fazer a reconversão das nossas
galinhas", revelou Assunção Cristas, à saída de uma reunião com o
comissário Tonio Borg.
Havia a possibilidade de encerramento de aviários por falta de
adaptação às novas normas para o bem-estar das galinhas. Assunção
Cristas já garantiu aos deputados da comissão parlamentar de
Agricultura que já foram tomadas medidas sem encerrar explorações, nem
abater animais.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6863&bl=1
Iogurte que matou operário tinha veneno
Publicado em 2012-12-19
SANDRA BRAZINHA *
81 5 0
O veneno que matou, no início do mês, no Barreiro, um homem de 42
anos, depois de ter ingerido um iogurte, é, segundo a PJ, um produto
de origem industrial e terá sido introduzido na embalagem após a
produção, algures entre a distribuição e o consumo.
O cenário de suicídio está afastado e a PJ tenta agora saber se se
trata de homicídio ou de um acidente.
Álvaro Luís Marques, funcionário da fábrica de fibras sintéticas
Fisipe, morreu no domingo, dez dias depois de se ter sentido mal após
ingerir um iogurte.
Fonte policial adiantou ao JN que, segundo os exames laboratoriais já
efetuados, Álvaro Leite terá ingerido, misturado com o iogurte, um
veneno, composto por um produto tóxico de origem industrial.
Desconhece-se ainda como, onde e porquê terá ocorrido a mistura que,
ao que tudo indica, aconteceu entre a distribuição e o consumo. A PJ,
entretanto, descartou qualquer responsabilidade da marca do iogurte.
O acidente ocorreu pelas 17.30 horas de 6 de dezembro no interior da
Fisipe - Fibras Sintéticas de Portugal, localizada na Quimiparque, no
Lavradio, Barreiro. Foi a própria empresa que chamou uma ambulância
assim que Álvaro Leite, operador químico, se queixou de dores fortes
na garganta.
Com queimaduras internas, nomeadamente na zona do esófago, o homem foi
transportado para o Hospital do Barreiro, de onde foi transferido para
o Hospital de São José, em Lisboa, onde morreu dez dias depois.
~
"Estava num estado considerado estável, mas o veneno acabou por causar
outras complicações e o homem morreu", esclarece a PJ. A Lusa adianta,
citando fonte dos bombeiros, que o iogurte ingerido foi oferecido uns
dias antes por um camionista, tendo sido guardado num frigorífico para
ser bebido mais tarde.
O cadáver de Álvaro Leite foi autopsiado esta quarta-feira de manhã no
Instituto de Medicina Legal de Lisboa, por ordem do Departamento de
Investigação e Ação Penal de Lisboa, referiu fonte do instituto à
Lusa.
O funeral realiza-se na quinta-feira, pelas 11 horas, para o Cemitério
do Lavradio.
* com Carlos Varela
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Seguranca/Interior.aspx?content_id=2956467&page=-1
SANDRA BRAZINHA *
81 5 0
O veneno que matou, no início do mês, no Barreiro, um homem de 42
anos, depois de ter ingerido um iogurte, é, segundo a PJ, um produto
de origem industrial e terá sido introduzido na embalagem após a
produção, algures entre a distribuição e o consumo.
O cenário de suicídio está afastado e a PJ tenta agora saber se se
trata de homicídio ou de um acidente.
Álvaro Luís Marques, funcionário da fábrica de fibras sintéticas
Fisipe, morreu no domingo, dez dias depois de se ter sentido mal após
ingerir um iogurte.
Fonte policial adiantou ao JN que, segundo os exames laboratoriais já
efetuados, Álvaro Leite terá ingerido, misturado com o iogurte, um
veneno, composto por um produto tóxico de origem industrial.
Desconhece-se ainda como, onde e porquê terá ocorrido a mistura que,
ao que tudo indica, aconteceu entre a distribuição e o consumo. A PJ,
entretanto, descartou qualquer responsabilidade da marca do iogurte.
O acidente ocorreu pelas 17.30 horas de 6 de dezembro no interior da
Fisipe - Fibras Sintéticas de Portugal, localizada na Quimiparque, no
Lavradio, Barreiro. Foi a própria empresa que chamou uma ambulância
assim que Álvaro Leite, operador químico, se queixou de dores fortes
na garganta.
Com queimaduras internas, nomeadamente na zona do esófago, o homem foi
transportado para o Hospital do Barreiro, de onde foi transferido para
o Hospital de São José, em Lisboa, onde morreu dez dias depois.
~
"Estava num estado considerado estável, mas o veneno acabou por causar
outras complicações e o homem morreu", esclarece a PJ. A Lusa adianta,
citando fonte dos bombeiros, que o iogurte ingerido foi oferecido uns
dias antes por um camionista, tendo sido guardado num frigorífico para
ser bebido mais tarde.
O cadáver de Álvaro Leite foi autopsiado esta quarta-feira de manhã no
Instituto de Medicina Legal de Lisboa, por ordem do Departamento de
Investigação e Ação Penal de Lisboa, referiu fonte do instituto à
Lusa.
O funeral realiza-se na quinta-feira, pelas 11 horas, para o Cemitério
do Lavradio.
* com Carlos Varela
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Seguranca/Interior.aspx?content_id=2956467&page=-1
Coca-Cola faz primeiro investimento directo em marca láctea
2012.12.20 (00:00) EUA
A Coca-Cola Company está a unir-se à Select Milk Producers, dos
Estados Unidos, para investir na marca da bebida láctea proteica, Core
Power, e criar um portfólio complementar de produtos lácteos
nutritivos com valor acrescentado.
O investimento na companhia Fair Oaks Brands, responsável pelo Core
Power, está a ser liderado pelo grupo Venturing&Emerging Brands (VEB),
da Coca-Cola, uma entidade que identifica marcas com alto potencial de
crescimento no mercado de bebidas norte-americano. Essa parceria é
importante porque marca o primeiro passo da Coca-Cola directamente no
sector lácteo dos Estados Unidos, onde actua nos sectores dos sumos,
águas e refrigerantes.
Em Junho, o presidente do VEB, Deryck van Rensburg, identificou o
segmento das bebidas lácteas desportivas como uma "categoria
excitante, nos estágios iniciais de um potencial crescimento". A
Coca-Cola Refreshments assumiu a responsabilidade de distribuição da
marca Core Power, disponível nas versões de 20 gramas e 26 gramas de
proteína, em embalagens PET recicláveis e com prazo de validade
alargado, de 340 mililitros.
A Coca-Cola e a Select Milk Producers (um grupo independente de 87
produtores de leite americanos) disseram que o investimento validou o
potencial de ambas as empresas em oferecer bebidas de maior qualidade
e valor acrescentado, visando promover a saúde e o bem-estar dos
consumidores.
O director de comunicações da Fair Oak Farms, Anders Porter, disse que
o sucesso da marca Core Power está no seu sabor. "Quando as pessoas
descobrem que a nossa proteína é balanceada na mesma proporção das
proteínas do soro do leite e da caseína, elas passam a incorporar o
produto nas suas rotinas de treino".
FONTE: BeverageDaily.com/MilkPoint
http://www.anilact.pt/informacao-74/6804-coca-cola-faz-primeiro-investimento-directo-em-marca-lactea
A Coca-Cola Company está a unir-se à Select Milk Producers, dos
Estados Unidos, para investir na marca da bebida láctea proteica, Core
Power, e criar um portfólio complementar de produtos lácteos
nutritivos com valor acrescentado.
O investimento na companhia Fair Oaks Brands, responsável pelo Core
Power, está a ser liderado pelo grupo Venturing&Emerging Brands (VEB),
da Coca-Cola, uma entidade que identifica marcas com alto potencial de
crescimento no mercado de bebidas norte-americano. Essa parceria é
importante porque marca o primeiro passo da Coca-Cola directamente no
sector lácteo dos Estados Unidos, onde actua nos sectores dos sumos,
águas e refrigerantes.
Em Junho, o presidente do VEB, Deryck van Rensburg, identificou o
segmento das bebidas lácteas desportivas como uma "categoria
excitante, nos estágios iniciais de um potencial crescimento". A
Coca-Cola Refreshments assumiu a responsabilidade de distribuição da
marca Core Power, disponível nas versões de 20 gramas e 26 gramas de
proteína, em embalagens PET recicláveis e com prazo de validade
alargado, de 340 mililitros.
A Coca-Cola e a Select Milk Producers (um grupo independente de 87
produtores de leite americanos) disseram que o investimento validou o
potencial de ambas as empresas em oferecer bebidas de maior qualidade
e valor acrescentado, visando promover a saúde e o bem-estar dos
consumidores.
O director de comunicações da Fair Oak Farms, Anders Porter, disse que
o sucesso da marca Core Power está no seu sabor. "Quando as pessoas
descobrem que a nossa proteína é balanceada na mesma proporção das
proteínas do soro do leite e da caseína, elas passam a incorporar o
produto nas suas rotinas de treino".
FONTE: BeverageDaily.com/MilkPoint
http://www.anilact.pt/informacao-74/6804-coca-cola-faz-primeiro-investimento-directo-em-marca-lactea
ESPANHA: Nos primeiros dois meses de campanha produz metade do azeite no passado
O óleo produzido na campanha de dois meses totalizaram 88.200
toneladas, metade da temporada passada, mas achei muito perto da
quantidade produzida em 2010/11. As oliveiras 588.469 toneladas foi
moído, com um rendimento médio de 14,98% (-1,69 pontos abaixo da
temporada anterior), de acordo com os dados mais recentes da Agência
de Azeite em 30 de novembro .
As importações, os dados provisórios relativos aos meses de outubro e
novembro, estão estimados em 13.500 toneladas.
As vendas totais nos últimos meses atingiu 210.600 toneladas, um
decréscimo de -12% em relação ao ano anterior, embora quase igual à
média dos últimos quatro. A produção mensal média dos dois meses foi
de 105.300 toneladas.
As exportações para os dados provisórios para os meses de outubro e
novembro, são quantificados por 135 mil toneladas, um decréscimo de
-16% em relação ao ano anterior e um aumento de 1% em comparação com a
média das últimas quatro temporadas . A produção média mensal neste
período foi de 87.500 toneladas.
O mercado interno aparente ascendeu a 75.600 toneladas, menor do que
-5% na última temporada e -1% para a média das quatro temporadas
anteriores. A produção mensal média dos dois meses foi de 37.800
toneladas.
O volume total de ações é 583.100 toneladas, um aumento em relação à
média dos últimos quatro estações em um 77%. Nas usinas são
armazenados 423.000 toneladas, um aumento de 104% em relação à média
dos quatro anteriores, enquanto nos frigoríficos, refinarias e outros
operadores são colocadas 160.100 toneladas.
Lembrou continuar através de operações de armazenagem privada
aprovados pela Comissão Europeia, 99.500 t de virgem e azeite virgem
extra, reduzindo o estoque disponível para 483.600 toneladas.
http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87530
toneladas, metade da temporada passada, mas achei muito perto da
quantidade produzida em 2010/11. As oliveiras 588.469 toneladas foi
moído, com um rendimento médio de 14,98% (-1,69 pontos abaixo da
temporada anterior), de acordo com os dados mais recentes da Agência
de Azeite em 30 de novembro .
As importações, os dados provisórios relativos aos meses de outubro e
novembro, estão estimados em 13.500 toneladas.
As vendas totais nos últimos meses atingiu 210.600 toneladas, um
decréscimo de -12% em relação ao ano anterior, embora quase igual à
média dos últimos quatro. A produção mensal média dos dois meses foi
de 105.300 toneladas.
As exportações para os dados provisórios para os meses de outubro e
novembro, são quantificados por 135 mil toneladas, um decréscimo de
-16% em relação ao ano anterior e um aumento de 1% em comparação com a
média das últimas quatro temporadas . A produção média mensal neste
período foi de 87.500 toneladas.
O mercado interno aparente ascendeu a 75.600 toneladas, menor do que
-5% na última temporada e -1% para a média das quatro temporadas
anteriores. A produção mensal média dos dois meses foi de 37.800
toneladas.
O volume total de ações é 583.100 toneladas, um aumento em relação à
média dos últimos quatro estações em um 77%. Nas usinas são
armazenados 423.000 toneladas, um aumento de 104% em relação à média
dos quatro anteriores, enquanto nos frigoríficos, refinarias e outros
operadores são colocadas 160.100 toneladas.
Lembrou continuar através de operações de armazenagem privada
aprovados pela Comissão Europeia, 99.500 t de virgem e azeite virgem
extra, reduzindo o estoque disponível para 483.600 toneladas.
http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87530
Os preços dos ovos em 2012 aumentaram 75%
Durante 2012, os preços dos ovos têm experimentado um aumento
dramático. O preço médio semanal de ovos em classe L em 2012
(considerando até a semana 47) atingiu 1,29 € dúzia / de acordo com o
Ministério.
No início deste ano de 2012, o preço subiu e segurou durante janeiro e
fevereiro ligeiramente acima de 1 € dúzia /, nunca o limite alcançado
nos anos anteriores. No entanto, não foi até março, quando a escalada
começou a grande pico 1,55 € dúzia /. A partir de junho, os preços são
revistos em baixa, mas sem redução de 1,23 € / kg e não superior a
1,28 € dúzia /.
O preço médio em 2012 aumentou 74,3% em relação a 2011, quando chegou
a 0,74 € dúzia /. No entanto, deve notar-se que, em 2011 e em 2010
(com um preço médio semelhante a 2011) os preços dos ovos diminuiu em
relação aos anos anteriores, que viam € 0,80 / dúzia em 2007, 0,87 € /
dúzia em 2008 e 0,88 € dúzia / em 2009.
A principal razão para este aumento de preços foi devido a um
desequilíbrio entre a oferta ea demanda. Uma das principais razões
para essa menor oferta foi a entrada em vigor em 1 de bem-estar
Política de janeiro 2012 das galinhas poedeiras.
http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87537
dramático. O preço médio semanal de ovos em classe L em 2012
(considerando até a semana 47) atingiu 1,29 € dúzia / de acordo com o
Ministério.
No início deste ano de 2012, o preço subiu e segurou durante janeiro e
fevereiro ligeiramente acima de 1 € dúzia /, nunca o limite alcançado
nos anos anteriores. No entanto, não foi até março, quando a escalada
começou a grande pico 1,55 € dúzia /. A partir de junho, os preços são
revistos em baixa, mas sem redução de 1,23 € / kg e não superior a
1,28 € dúzia /.
O preço médio em 2012 aumentou 74,3% em relação a 2011, quando chegou
a 0,74 € dúzia /. No entanto, deve notar-se que, em 2011 e em 2010
(com um preço médio semelhante a 2011) os preços dos ovos diminuiu em
relação aos anos anteriores, que viam € 0,80 / dúzia em 2007, 0,87 € /
dúzia em 2008 e 0,88 € dúzia / em 2009.
A principal razão para este aumento de preços foi devido a um
desequilíbrio entre a oferta ea demanda. Uma das principais razões
para essa menor oferta foi a entrada em vigor em 1 de bem-estar
Política de janeiro 2012 das galinhas poedeiras.
http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87537
Linha de crédito de 1,3 milhões de euros para sector agrícola
21-12-2012
A ministra da Agricultura assina, esta sexta-feira, com sete bancos
portugueses protocolos para a abertura de linhas de crédito para o
sector agrícola e pesca avaliadas em 1.350 milhões de euros.
Em declarações ao Diário Económico, Assunção Cristas avançou que os
protocolos serão assinados com o Millennium BCP, BES, Banco Popular,
BPI, Santander Totta, Caixa Central de Crédito Agrícola e CGD.
De acordo com a ministra, podem apresentar candidatura projectos que
tenham o apoio dos fundos Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) e
Programa Operacional de Pescas (PROMAR).
Até 15 de Outubro, no âmbito do PRODER apresentaram-se a concurso 300
candidaturas que correspondem a um investimento de 200 milhões de
euros. Enquanto na componente de pescas, no âmbito do PROMAR, já foram
aprovados projectos avaliados em 97 milhões de euros.
As empresas que já tenham projectos contratualizados junto do
ministério podem contar «com uma análise mais célere por parte destas
instituições bancárias» que já terão uma garantia e retorno desses
negócios.
Fonte: Diário Económico
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45466.aspx
A ministra da Agricultura assina, esta sexta-feira, com sete bancos
portugueses protocolos para a abertura de linhas de crédito para o
sector agrícola e pesca avaliadas em 1.350 milhões de euros.
Em declarações ao Diário Económico, Assunção Cristas avançou que os
protocolos serão assinados com o Millennium BCP, BES, Banco Popular,
BPI, Santander Totta, Caixa Central de Crédito Agrícola e CGD.
De acordo com a ministra, podem apresentar candidatura projectos que
tenham o apoio dos fundos Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) e
Programa Operacional de Pescas (PROMAR).
Até 15 de Outubro, no âmbito do PRODER apresentaram-se a concurso 300
candidaturas que correspondem a um investimento de 200 milhões de
euros. Enquanto na componente de pescas, no âmbito do PROMAR, já foram
aprovados projectos avaliados em 97 milhões de euros.
As empresas que já tenham projectos contratualizados junto do
ministério podem contar «com uma análise mais célere por parte destas
instituições bancárias» que já terão uma garantia e retorno desses
negócios.
Fonte: Diário Económico
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45466.aspx
Portalegre:produção de azeite na COOPOR reduzida para metade em relação ao ano passado mas qualidade surpreende pela positiva
Publicado em quarta, 19 dezembro 2012 14:36
A Cooperativa Agrícola de Portalegre (COOPOR) anunciou hoje que vai
produzir este ano cerca de 200 mil litros de azeite, metade da
produção de 2011, devido a uma quebra na produtividade de azeitona na
atual campanha.
O gerente da COOPOR, Paulo Estorninho, estima que até ao final da
campanha, recebam na cooperativa cerca de 1,5 milhões de quilos de
azeitona, dos 800 produtores com que habitualmente trabalham.
O mesmo responsável mostrou-se surpreendido com a qualidade dos
azeites produzidos até agora, que apresenta uma acidez na ordem dos 5
a 6 décimos, explicando que estavam à espera de uma acidez superior
devido a um ataque de mosca-da-azeitona durante o período de maturação
do fruto.
Os azeites produzidos na COOPOR são comercializados a nível nacional e
no estrangeiro, sobretudo em França, no Luxemburgo e na Bélgica, mas a
cooperativa quer agora entrar nos mercados brasileiro e ucraniano.
Além de se afirmar pela qualidade do azeite que produz, a COOPOR,
ambiciona agora traçar um caminho no setor turístico.
De acordo com José Fernando, a cooperativa está disponível para
integrar um roteiro turístico para mostrar aos turistas como é que o
azeite é produzido.
Gabriel Nunes/Carla Aguiã
http://www.radioportalegre.pt/index.php/8-radio/974-portalegre-producao-de-azeite-na-coopor-reduzida-para-metada-em-relacao-ao-ano-passado-mas-qualidade-surpreende-pela-positiva
A Cooperativa Agrícola de Portalegre (COOPOR) anunciou hoje que vai
produzir este ano cerca de 200 mil litros de azeite, metade da
produção de 2011, devido a uma quebra na produtividade de azeitona na
atual campanha.
O gerente da COOPOR, Paulo Estorninho, estima que até ao final da
campanha, recebam na cooperativa cerca de 1,5 milhões de quilos de
azeitona, dos 800 produtores com que habitualmente trabalham.
O mesmo responsável mostrou-se surpreendido com a qualidade dos
azeites produzidos até agora, que apresenta uma acidez na ordem dos 5
a 6 décimos, explicando que estavam à espera de uma acidez superior
devido a um ataque de mosca-da-azeitona durante o período de maturação
do fruto.
Os azeites produzidos na COOPOR são comercializados a nível nacional e
no estrangeiro, sobretudo em França, no Luxemburgo e na Bélgica, mas a
cooperativa quer agora entrar nos mercados brasileiro e ucraniano.
Além de se afirmar pela qualidade do azeite que produz, a COOPOR,
ambiciona agora traçar um caminho no setor turístico.
De acordo com José Fernando, a cooperativa está disponível para
integrar um roteiro turístico para mostrar aos turistas como é que o
azeite é produzido.
Gabriel Nunes/Carla Aguiã
http://www.radioportalegre.pt/index.php/8-radio/974-portalegre-producao-de-azeite-na-coopor-reduzida-para-metada-em-relacao-ao-ano-passado-mas-qualidade-surpreende-pela-positiva
Os agricultores europeus estão ainda um pouco otimista, mas menos do que há alguns meses atrás
De acordo com o índice de confiança entre os agricultores preparados
pela COPA-COGECA, eles permanecem um pouco otimista, mas menos de 6
meses atrás. Este índice é determinado duas vezes por ano, dependendo
dos resultados de uma pesquisa fornecida por 10 países da UE (Bélgica,
Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Hungria, Países Baixos,
Polónia, Roménia e Suécia).
Entre os produtores, os otimistas são os cereais, ambos bons preços,
oferta restrita, em comparação com a demanda. Por outro lado, os
agricultores estão menos otimistas, as vacas leiteiras, especialmente
que são suportadas um alto custo de produção e preços baixos.
A situação varia de país:
- Bélgica e Polónia são os únicos países que participaram na
amostragem, em que o otimismo é crescente.
- Na Alemanha, França e Hungria, o incentivo dos produtores é
ligeiramente positivo, mas menos do que na primavera.
- Na Roménia, Itália, Reino Unido e Suécia, o clima é pessimista e
tende a piorar
http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87532
pela COPA-COGECA, eles permanecem um pouco otimista, mas menos de 6
meses atrás. Este índice é determinado duas vezes por ano, dependendo
dos resultados de uma pesquisa fornecida por 10 países da UE (Bélgica,
Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Hungria, Países Baixos,
Polónia, Roménia e Suécia).
Entre os produtores, os otimistas são os cereais, ambos bons preços,
oferta restrita, em comparação com a demanda. Por outro lado, os
agricultores estão menos otimistas, as vacas leiteiras, especialmente
que são suportadas um alto custo de produção e preços baixos.
A situação varia de país:
- Bélgica e Polónia são os únicos países que participaram na
amostragem, em que o otimismo é crescente.
- Na Alemanha, França e Hungria, o incentivo dos produtores é
ligeiramente positivo, mas menos do que na primavera.
- Na Roménia, Itália, Reino Unido e Suécia, o clima é pessimista e
tende a piorar
http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=87532
Ministério diz que “não há polémica” nas demissões na inspecção-geral do ambiente
RICARDO GARCIA 19/12/2012 - 10:53
Três dos quatro dirigentes da IGAMAOT demitiram-se, mas o ministério
de Assunção Cristas rejeita que haja conflito entre o ambiente e a
agricultura.
Assunção Cristas: demissões são normais PEDRO CUNHA
Demissão em bloco na inspecção-geral sugere conflito no ministério de Cristas
O ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território
entende que "não há qualquer polémica" na demissão de três dos quatro
dirigentes da sua inspecção-geral, apenas nove meses após terem sido
nomeados.
O inspector-geral, Pedro Portugal Gaspar apresentou a demissão na
segunda-feira, alegando "razões pessoais". Mas a sua saída, juntamente
com a de duas das três subinspectoras da Inspecção-Geral da
Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (IGAMAOT),
esteve em parte relacionada com desacordos na forma como as
estratégias para a entidade estavam a ser delineadas.
A forma como se pretendia enquadrar as questões da agricultura na
estratégia da IGAMAOT daqui para a frente foi um foco de tensão entre
o inspector-geral e a ministra Assunção Cristas. Uma reunião realizada
na semana passada sobre esta matéria terá precipitado a demissão, que
não envolveu uma das subinspectoras da IGAMAOT, a que tem as questões
da agricultura sob a sua responsabilidade.
É um primeiro sinal público de um conflito que várias vozes anteviram
como provável desde que a agricultura e o ambiente – áreas que
estiveram em campos opostos em muitas batalhas no passado – se
juntaram sob um mesmo chapéu, sob a tutela de Assunção Cristas.
O Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território
não confirma, porém, esta leitura. Segundo Rui Lopes da Silva,
assessor de imprensa de Assunção Cristas, a saída das duas
subinspectoras foi uma consequência natural da demissão de Pedro
Portugal, já que tinham sido convidadas por este para integrarem a sua
equipa. "Não há qualquer polémica nestas demissões", afirma Rui Lopes
da Silva.
http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/ministerio-diz-que-nao-ha-polemica-nas-demissoes-na-inspeccaogeral-do-ambiente-1577953
Três dos quatro dirigentes da IGAMAOT demitiram-se, mas o ministério
de Assunção Cristas rejeita que haja conflito entre o ambiente e a
agricultura.
Assunção Cristas: demissões são normais PEDRO CUNHA
Demissão em bloco na inspecção-geral sugere conflito no ministério de Cristas
O ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território
entende que "não há qualquer polémica" na demissão de três dos quatro
dirigentes da sua inspecção-geral, apenas nove meses após terem sido
nomeados.
O inspector-geral, Pedro Portugal Gaspar apresentou a demissão na
segunda-feira, alegando "razões pessoais". Mas a sua saída, juntamente
com a de duas das três subinspectoras da Inspecção-Geral da
Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (IGAMAOT),
esteve em parte relacionada com desacordos na forma como as
estratégias para a entidade estavam a ser delineadas.
A forma como se pretendia enquadrar as questões da agricultura na
estratégia da IGAMAOT daqui para a frente foi um foco de tensão entre
o inspector-geral e a ministra Assunção Cristas. Uma reunião realizada
na semana passada sobre esta matéria terá precipitado a demissão, que
não envolveu uma das subinspectoras da IGAMAOT, a que tem as questões
da agricultura sob a sua responsabilidade.
É um primeiro sinal público de um conflito que várias vozes anteviram
como provável desde que a agricultura e o ambiente – áreas que
estiveram em campos opostos em muitas batalhas no passado – se
juntaram sob um mesmo chapéu, sob a tutela de Assunção Cristas.
O Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território
não confirma, porém, esta leitura. Segundo Rui Lopes da Silva,
assessor de imprensa de Assunção Cristas, a saída das duas
subinspectoras foi uma consequência natural da demissão de Pedro
Portugal, já que tinham sido convidadas por este para integrarem a sua
equipa. "Não há qualquer polémica nestas demissões", afirma Rui Lopes
da Silva.
http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/ministerio-diz-que-nao-ha-polemica-nas-demissoes-na-inspeccaogeral-do-ambiente-1577953
Lisboa tem nova horta urbana
por Ana Rita Costa
20 de Dezembro - 2012
Desde o dia 15 de dezembro que Lisboa tem um novo Parque Hortícola em Telheiras.
A iniciativa é da Câmara Municipal de Lisboa e da Vitacress e tem como
objetivo dinamizar a prática agrícola urbana para consumo próprio.
Assim, os residentes da localidade têm agora a possibilidade de
arrendarem, a preço simbólico, um dos talhões disponibilizados pela
Câmara, cultivando os seis próprios alimentos.
A Vitacress, empresa ligada à produção e comercialização de vegetais
frescos, aliou-se a esta iniciativa, com o objetivo de reforçar o
compromisso de promoção de uma alimentação saudável e nutritiva, "que
também pode ser estrategicamente melhorada com o reforço da ligação
dos consumidores urbanos às práticas agrícolas e aos alimentos
frescos" afirma Luís Mesquita Dias, CEO da Vitacress.
O Parque Hortícola de Telheiras irá dispor de 20 talhões, com áreas
que poderão variar entre os 80m2 e os 120m2.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6860&bl=1
20 de Dezembro - 2012
Desde o dia 15 de dezembro que Lisboa tem um novo Parque Hortícola em Telheiras.
A iniciativa é da Câmara Municipal de Lisboa e da Vitacress e tem como
objetivo dinamizar a prática agrícola urbana para consumo próprio.
Assim, os residentes da localidade têm agora a possibilidade de
arrendarem, a preço simbólico, um dos talhões disponibilizados pela
Câmara, cultivando os seis próprios alimentos.
A Vitacress, empresa ligada à produção e comercialização de vegetais
frescos, aliou-se a esta iniciativa, com o objetivo de reforçar o
compromisso de promoção de uma alimentação saudável e nutritiva, "que
também pode ser estrategicamente melhorada com o reforço da ligação
dos consumidores urbanos às práticas agrícolas e aos alimentos
frescos" afirma Luís Mesquita Dias, CEO da Vitacress.
O Parque Hortícola de Telheiras irá dispor de 20 talhões, com áreas
que poderão variar entre os 80m2 e os 120m2.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6860&bl=1
Bruxelas quer novos direitos de plantação
por Ana Rita Costa
20 de Dezembro - 2012
O Comissário europeu para a Agricultura, Dacian Ciolos, disse em
Bruxelas que vai estudar a melhor forma de enquadrar um quadro
regulador sobre a plantação da vinha na União Europeia.
Numa conferência de imprensa, Ciolos referiu que, face às conclusões
do Grupo de Alto Nível sobre os Direitos de Plantação de Vinha e às
recomendações que o Parlamento Europeu se prepara para votar, em sede
de Comissão de Agricultura, a Comissão "irá estudar a melhor forma" de
enquadrar a regulação do setor.
As recomendações dos peritos apontam para um sistema de "autorizações
de novas plantações de vinha", gerido pelos Estados-membros.
Portugal é um dos 16 Estados-membros que se opõem à liberalização dos
direitos de plantação da vinha.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6862&bl=1
20 de Dezembro - 2012
O Comissário europeu para a Agricultura, Dacian Ciolos, disse em
Bruxelas que vai estudar a melhor forma de enquadrar um quadro
regulador sobre a plantação da vinha na União Europeia.
Numa conferência de imprensa, Ciolos referiu que, face às conclusões
do Grupo de Alto Nível sobre os Direitos de Plantação de Vinha e às
recomendações que o Parlamento Europeu se prepara para votar, em sede
de Comissão de Agricultura, a Comissão "irá estudar a melhor forma" de
enquadrar a regulação do setor.
As recomendações dos peritos apontam para um sistema de "autorizações
de novas plantações de vinha", gerido pelos Estados-membros.
Portugal é um dos 16 Estados-membros que se opõem à liberalização dos
direitos de plantação da vinha.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6862&bl=1
Azeite Serrata em missão empresarial com ministro dos Negócios Estrangeiros
por Ana Rita Costa
20 de Dezembro - 2012
O Grupo Manuel Serra, detentor da marca de azeite Serrata, participou
numa missão empresarial que acompanhou a visita oficial do Ministro de
Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, a Omã, no Kuwait e
aos Emirados Árabes Unidos.
No Dubai, a missão incluiu encontros bilaterais e um seminário, que
decorreu na Câmara do Comércio do Dubai. Para além dos empresários e
de Paulo Portas, participou também no seminário o presidente do AICEP,
Pedro Reis.
O Grupo Manuel Serra exporta azeite português desde 1996 e é
atualmente um dos maiores exportadores de azeite nacional para vários
mercados internacionais.
Este ano, as suas exportações deverão crescer cerca de 25%,
ultrapassando os 6 milhões de litros de azeite exportado.
Fernando Dias Ferreira, presidente do Conselho de Administração,
justifica a presença nesta missão com "o interesse que estes mercados
do oriente têm para os nossos produtos. O nosso azeite é de elevada
qualidade e por isso a sua presença nos menus quer do setor do turismo
quer nas cadeias de distribuição faz cada vez mais sentido."
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6861&bl=1
20 de Dezembro - 2012
O Grupo Manuel Serra, detentor da marca de azeite Serrata, participou
numa missão empresarial que acompanhou a visita oficial do Ministro de
Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, a Omã, no Kuwait e
aos Emirados Árabes Unidos.
No Dubai, a missão incluiu encontros bilaterais e um seminário, que
decorreu na Câmara do Comércio do Dubai. Para além dos empresários e
de Paulo Portas, participou também no seminário o presidente do AICEP,
Pedro Reis.
O Grupo Manuel Serra exporta azeite português desde 1996 e é
atualmente um dos maiores exportadores de azeite nacional para vários
mercados internacionais.
Este ano, as suas exportações deverão crescer cerca de 25%,
ultrapassando os 6 milhões de litros de azeite exportado.
Fernando Dias Ferreira, presidente do Conselho de Administração,
justifica a presença nesta missão com "o interesse que estes mercados
do oriente têm para os nossos produtos. O nosso azeite é de elevada
qualidade e por isso a sua presença nos menus quer do setor do turismo
quer nas cadeias de distribuição faz cada vez mais sentido."
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6861&bl=1
Caixa Agrícola de Beja e Mértola reforça apoios à agricultura
quarta-feira, 19/12/2012
O apoio à actividade agrícola, nomeadamente aos projectos ligados ao
regadio, será uma das prioridades da Caixa Agrícola de Beja e Mértola
(CABM) em 2013, contando para tal com uma nova linha de crédito.
"Trata-se de uma linha de crédito que foi implementada por nós e que
visa a aquisição de equipamentos para o regadio. Queremos que seja
essa a aposta principal na agricultura", justifica o administrador
Francisco Correia, que olha para o sector "com muita esperança e muito
entusiasmo".
"A agricultura é o sector que menos está a ser afectado pela crise", afiança.
Uma realidade que levou a Caixa Agrícola de Beja e Mértola a
implementar no último Verão uma linha de crédito vocacionada paras as
culturas de regadio.
"Nessa altura as culturas já estavam feitas e os equipamentos
comprados, mas esperamos que a partir do início do ano haja maior
procura desta linha de crédito", diz.
http://www.correioalentejo.com/?diaria=8309&page_id=36
O apoio à actividade agrícola, nomeadamente aos projectos ligados ao
regadio, será uma das prioridades da Caixa Agrícola de Beja e Mértola
(CABM) em 2013, contando para tal com uma nova linha de crédito.
"Trata-se de uma linha de crédito que foi implementada por nós e que
visa a aquisição de equipamentos para o regadio. Queremos que seja
essa a aposta principal na agricultura", justifica o administrador
Francisco Correia, que olha para o sector "com muita esperança e muito
entusiasmo".
"A agricultura é o sector que menos está a ser afectado pela crise", afiança.
Uma realidade que levou a Caixa Agrícola de Beja e Mértola a
implementar no último Verão uma linha de crédito vocacionada paras as
culturas de regadio.
"Nessa altura as culturas já estavam feitas e os equipamentos
comprados, mas esperamos que a partir do início do ano haja maior
procura desta linha de crédito", diz.
http://www.correioalentejo.com/?diaria=8309&page_id=36
Entidade vai certificar produtos do Planalto Mirandês
Edição de 18-12-2012
Secção: Planalto Mirandês
Associação Sabores de Miranda
A Câmara de Miranda do Douro lançou um desafio aos produtores
agro-pecuários do Planalto Mirandês para a criação de um organismo
certificador dos produtos endógenos.
O objectivo é proporcionar mais-valias económicas para aquela região nordestina.
"A ideia passa por defender os produtores e os produtos regionais,
através da criação de uma marca chapéu, já denominada Sabores de
Miranda e que, numa primeira fase, terá a sua incidência no concelho
de Miranda do Douro", explicou a vereadora da Câmara local Anabela
Torrão.
No entanto, a responsável não descarta a ideia de que esta marca
chapéu possa ser aplicada a produtos endógenos provenientes dos
concelhos vizinhos de Mogadouro e Vimioso.
"Ainda esta semana vamos proceder à escritura que vai dar origem à
Associação Sabores de Miranda, para depois se agendar uma assembleia
geral onde serão eleitos os órgãos sociais do futuro organismo",
destacou a autarca.
Um dos primeiros passos do organismo certificador será o fazer o
levantamento dos produtos endógenos da região, para depois serem
certificados e comercializados.
http://www.jornalnordeste.com/noticia.asp?idEdicao=451&id=18123&idSeccao=4043&Action=noticia#.UNQkMm9NUZl
Secção: Planalto Mirandês
Associação Sabores de Miranda
A Câmara de Miranda do Douro lançou um desafio aos produtores
agro-pecuários do Planalto Mirandês para a criação de um organismo
certificador dos produtos endógenos.
O objectivo é proporcionar mais-valias económicas para aquela região nordestina.
"A ideia passa por defender os produtores e os produtos regionais,
através da criação de uma marca chapéu, já denominada Sabores de
Miranda e que, numa primeira fase, terá a sua incidência no concelho
de Miranda do Douro", explicou a vereadora da Câmara local Anabela
Torrão.
No entanto, a responsável não descarta a ideia de que esta marca
chapéu possa ser aplicada a produtos endógenos provenientes dos
concelhos vizinhos de Mogadouro e Vimioso.
"Ainda esta semana vamos proceder à escritura que vai dar origem à
Associação Sabores de Miranda, para depois se agendar uma assembleia
geral onde serão eleitos os órgãos sociais do futuro organismo",
destacou a autarca.
Um dos primeiros passos do organismo certificador será o fazer o
levantamento dos produtos endógenos da região, para depois serem
certificados e comercializados.
http://www.jornalnordeste.com/noticia.asp?idEdicao=451&id=18123&idSeccao=4043&Action=noticia#.UNQkMm9NUZl
Quinta da Romaneira: Da decadência aos grandes vinhos
Vinhos
A crónica semanal do especialista da VISÃO, José António Salvador
8:37 Quarta feira, 19 de Dezembro de 2012
Partilhe este artigo: 76 1
Quando em 2004 investidores franceses adquiriram a Quinta da
Romaneira, no Douro, era reconhecível o seu estado de decadência. Daí
para cá, sob a direção de Christian Seeely, coadjuvado pelo enólogo
António Agrellos, procedeu-se a uma verdadeira revolução: a casa da
quinta e antigas instalações adegueiras transformadas em hotel de
luxo; realização de investimentos avultados na vinha e na nova adega e
resultados exaltantes: cada vez melhores vinhos Douro e do Porto. Na
última VISÃO Gourmet (de 29 de nov.) considerei o Quinta da Romaneira
2011 como melhor rosé do ano . Vamos hoje aos tintos e Portos:
Quinta da Romaneira Syrah Regional Duriense 2010 ****
Um tinto pujante de uma casta francesa reconhecida internacionalmente.
Quinta da Romaneira Douro 2008 **** - €22
As duas Tourigas durienses, Nacional (60%) e Franca (40% do lote),
desenharam este tinto de perfil moderno, frutado e bem curtido.
Quinta da Romaneira Douro Reserva 2008 ****/***** - €40
Vai atingir a excecionalidade absoluta pela sua elegância e vigor com
mais dois anos de garrafa. Um grande vinho tinto, moderno no perfil,
clássico pelo caráter da região, resultante do trio de castas
tradicionais Touriga Nacional (50%), Touriga Franca (40%) e Tinto Cão
(10% do lote final).
Quinta da Romaneira Porto Vintage 2008 ****/***** - €40
O mesmo trio de castas do tinto reserva desenhou este Porto Vintage,
onde a Touriga Nacional com 60% lhe marca o perfil com aromas
intensamente frutados e sabores correspondentes a amoras bem maduras e
mirtilos. Para quem aprecia vintages novos aqui está um excelente
exemplo.
Quinta da Romaneira Porto LBV 2007 ****/*****
Um Porto Late Bottled Vintage (LBV) não filtrado, bem estruturado e
afinado. Beba-o enquanto jovem.
http://visao.sapo.pt/quinta-da-romaneira-da-decadencia-aos-grandes-vinhos=f702832
A crónica semanal do especialista da VISÃO, José António Salvador
8:37 Quarta feira, 19 de Dezembro de 2012
Partilhe este artigo: 76 1
Quando em 2004 investidores franceses adquiriram a Quinta da
Romaneira, no Douro, era reconhecível o seu estado de decadência. Daí
para cá, sob a direção de Christian Seeely, coadjuvado pelo enólogo
António Agrellos, procedeu-se a uma verdadeira revolução: a casa da
quinta e antigas instalações adegueiras transformadas em hotel de
luxo; realização de investimentos avultados na vinha e na nova adega e
resultados exaltantes: cada vez melhores vinhos Douro e do Porto. Na
última VISÃO Gourmet (de 29 de nov.) considerei o Quinta da Romaneira
2011 como melhor rosé do ano . Vamos hoje aos tintos e Portos:
Quinta da Romaneira Syrah Regional Duriense 2010 ****
Um tinto pujante de uma casta francesa reconhecida internacionalmente.
Quinta da Romaneira Douro 2008 **** - €22
As duas Tourigas durienses, Nacional (60%) e Franca (40% do lote),
desenharam este tinto de perfil moderno, frutado e bem curtido.
Quinta da Romaneira Douro Reserva 2008 ****/***** - €40
Vai atingir a excecionalidade absoluta pela sua elegância e vigor com
mais dois anos de garrafa. Um grande vinho tinto, moderno no perfil,
clássico pelo caráter da região, resultante do trio de castas
tradicionais Touriga Nacional (50%), Touriga Franca (40%) e Tinto Cão
(10% do lote final).
Quinta da Romaneira Porto Vintage 2008 ****/***** - €40
O mesmo trio de castas do tinto reserva desenhou este Porto Vintage,
onde a Touriga Nacional com 60% lhe marca o perfil com aromas
intensamente frutados e sabores correspondentes a amoras bem maduras e
mirtilos. Para quem aprecia vintages novos aqui está um excelente
exemplo.
Quinta da Romaneira Porto LBV 2007 ****/*****
Um Porto Late Bottled Vintage (LBV) não filtrado, bem estruturado e
afinado. Beba-o enquanto jovem.
http://visao.sapo.pt/quinta-da-romaneira-da-decadencia-aos-grandes-vinhos=f702832
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Braço-de-ferro no ministério de Cristas faz três demissões
Cristas
Filipe Garcia
20/12/12 00:13
Demissão em bloco na inspecção-geral leva Quercus a exigir explicações
a Assunção Cristas.
A falta de articulação entre os sectores da Agricultura e Ambiente no
ministério de Assunção Cristas levou à demissão em bloco do topo da
inspecção-geral do ministério. Uma polémica que muitos interpretam
como mais um episódio da fricção entre PSD e CDS. Os três
demissionários são sociais-democratas e a ministra já iniciou
contactos para que a substituição esteja assegurada no início do ano.
A Quercus, a maior organização ambiental nacional, exigiu ontem
esclarecimentos por parte da ministra. "Era bom que explicasse os
verdadeiros motivos que levaram às demissões", diz ao Diário
Económico, Nuno Sequeira, presidente da ONG.
Depois de uma reunião na passada sexta-feira com Assunção Cristas,
ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do
Território, Pedro Portugal Gaspar, inspector-geral do ministério
demitiu-se. Uma decisão em que foi acompanhado pelas duas
subinspectoras-gerais Gabriela Duro, responsável pelo Ambiente e
Ordenamento, e Ana Paula Simão que tinha a pasta da organização
interna. "Foi uma decisão por razões pessoais, mas a que também está
associada uma visão que pretendia implementar na área do ambiente,
para a qual não encontrei adesão na área da agricultura", explica o
inspector-geral que se manterá em funções até ao final do ano.
Contactado pelo Económico, fonte do gabinete da ministra garante que a
demissão não se deveu a qualquer problema político, mas sim a questões
pessoais.
http://economico.sapo.pt/noticias/bracodeferro-no-ministerio-de-cristas-faz-tres-demissoes_158890.html
Filipe Garcia
20/12/12 00:13
Demissão em bloco na inspecção-geral leva Quercus a exigir explicações
a Assunção Cristas.
A falta de articulação entre os sectores da Agricultura e Ambiente no
ministério de Assunção Cristas levou à demissão em bloco do topo da
inspecção-geral do ministério. Uma polémica que muitos interpretam
como mais um episódio da fricção entre PSD e CDS. Os três
demissionários são sociais-democratas e a ministra já iniciou
contactos para que a substituição esteja assegurada no início do ano.
A Quercus, a maior organização ambiental nacional, exigiu ontem
esclarecimentos por parte da ministra. "Era bom que explicasse os
verdadeiros motivos que levaram às demissões", diz ao Diário
Económico, Nuno Sequeira, presidente da ONG.
Depois de uma reunião na passada sexta-feira com Assunção Cristas,
ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do
Território, Pedro Portugal Gaspar, inspector-geral do ministério
demitiu-se. Uma decisão em que foi acompanhado pelas duas
subinspectoras-gerais Gabriela Duro, responsável pelo Ambiente e
Ordenamento, e Ana Paula Simão que tinha a pasta da organização
interna. "Foi uma decisão por razões pessoais, mas a que também está
associada uma visão que pretendia implementar na área do ambiente,
para a qual não encontrei adesão na área da agricultura", explica o
inspector-geral que se manterá em funções até ao final do ano.
Contactado pelo Económico, fonte do gabinete da ministra garante que a
demissão não se deveu a qualquer problema político, mas sim a questões
pessoais.
http://economico.sapo.pt/noticias/bracodeferro-no-ministerio-de-cristas-faz-tres-demissoes_158890.html
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Açores: Governo vai criar mil postos de trabalho na área da floresta
Ana Carvalho Melo / Regional / 18 de Dez de 2012, 17:33
840 visualizações
O governo regional anunciou esta terça-feira que vai criar 1000 postos
de trabalho no âmbito de uma estratégia de rentabilização de 4500
hectares de matas de criptoméria propriedade da Região.
O anúncio foi feito esta tarde pelo presidente do Governo Regional,
Vasco Cordeiro, numa conferência de imprensa para apresentação das
conclusões do Conselho do Governo Extraordinário sobre Empresas e
Emprego.
"No âmbito do Programa de Recuperação do Potencial Produtivo, será
desenvolvida uma estratégia de rentabilização de 4.500 hectares de
matas de criptoméria propriedade da Região, com vista ao seu corte,
transformação e reflorestação", afirmou Vasco Cordeiro explicando que
"o resultado deste Programa destina-se, primordialmente, ao mercado da
exportação."
O governante acrescentou que este plano permitirá a criação de emprego
direto de cerca de um milhar de trabalhadores, a que acrescerão mais
de uma centena de postos de trabalho indiretos.
Vasco Cordeiro apresentou ainda o Projeto Terra Açores que constitui
uma bolsa de terras públicas que neste momento estão incultas e que
serão disponibilizadas a jovens empresários agrícolas, fomentando a
diversificação neste sector e contribuindo para a diminuição das
importações.
Na área de apoio ao Emprego e Formação Profissional, o Governo
anunciou que vai avançar com dois novos programas a concretizar já no
próximo ano: o Agir Agricultura e o Agir Indústria
.
"Trata-se de programas de estágios profissionais com a duração de seis
meses, que preveem a obrigatoriedade de prestação de formação
profissional e atribuem um prémio de integração a conceder às empresas
que decidam contratar estagiários", disse.
O presidente do Governo referiu também que será criada a Marca Azores,
até final de 2013, "com uma natureza transversal a toda a produção
regional para garantir valor acrescentado aos produtos e serviços dos
Açores e aumentar a respetiva penetração nos mercados interno e
externo".
Nesta conferência de imprensa, Vasco Cordeiro salientou que "mais de
70 por cento das referidas medidas assumem um caráter inovador na
Região".
http://www.acorianooriental.pt/noticia/governo-vai-criar-mil-postos-de-trabalho-na-area-da-floresta
840 visualizações
O governo regional anunciou esta terça-feira que vai criar 1000 postos
de trabalho no âmbito de uma estratégia de rentabilização de 4500
hectares de matas de criptoméria propriedade da Região.
O anúncio foi feito esta tarde pelo presidente do Governo Regional,
Vasco Cordeiro, numa conferência de imprensa para apresentação das
conclusões do Conselho do Governo Extraordinário sobre Empresas e
Emprego.
"No âmbito do Programa de Recuperação do Potencial Produtivo, será
desenvolvida uma estratégia de rentabilização de 4.500 hectares de
matas de criptoméria propriedade da Região, com vista ao seu corte,
transformação e reflorestação", afirmou Vasco Cordeiro explicando que
"o resultado deste Programa destina-se, primordialmente, ao mercado da
exportação."
O governante acrescentou que este plano permitirá a criação de emprego
direto de cerca de um milhar de trabalhadores, a que acrescerão mais
de uma centena de postos de trabalho indiretos.
Vasco Cordeiro apresentou ainda o Projeto Terra Açores que constitui
uma bolsa de terras públicas que neste momento estão incultas e que
serão disponibilizadas a jovens empresários agrícolas, fomentando a
diversificação neste sector e contribuindo para a diminuição das
importações.
Na área de apoio ao Emprego e Formação Profissional, o Governo
anunciou que vai avançar com dois novos programas a concretizar já no
próximo ano: o Agir Agricultura e o Agir Indústria
.
"Trata-se de programas de estágios profissionais com a duração de seis
meses, que preveem a obrigatoriedade de prestação de formação
profissional e atribuem um prémio de integração a conceder às empresas
que decidam contratar estagiários", disse.
O presidente do Governo referiu também que será criada a Marca Azores,
até final de 2013, "com uma natureza transversal a toda a produção
regional para garantir valor acrescentado aos produtos e serviços dos
Açores e aumentar a respetiva penetração nos mercados interno e
externo".
Nesta conferência de imprensa, Vasco Cordeiro salientou que "mais de
70 por cento das referidas medidas assumem um caráter inovador na
Região".
http://www.acorianooriental.pt/noticia/governo-vai-criar-mil-postos-de-trabalho-na-area-da-floresta
Demissão em bloco na inspecção-geral sugere conflito no ministério de Cristas
RICARDO GARCIA 18/12/2012 - 10:35 (actualizado às 17:39)
Três dirigentes deixam a Inspecção-Geral da Agricultura, Mar, Ambiente
e Ordenamento do Território apenas nove meses depois de terem sido
nomeados.
Inspecção fiscaliza vastas áreas, dos financiamentos à agricultura,
aos crimes ambientais DANIEL ROCHA
Três dos quatro dirigentes da Inspecção-Geral da Agricultura, Mar,
Ambiente e Ordenamento do Território (IGAMAOT) demitiram-se esta
semana, num aparente sinal de conflito entre áreas tuteladas pela
ministra Assunção Cristas.
O inspector-geral, Pedro Portugal Gaspar, apresentou a sua carta de
demissão na segunda-feira, apenas nove meses depois de ter sido
nomeado para o cargo. Juntamente com Pedro Portugal, também se
demitiram as subinspectoras-gerais Gabriela Duro e Ana Paula Simão.
Uma terceira subinspectora-geral, Lisdália Portas, manteve-se no
cargo.
Pedro Portugal confirmou ao PÚBLICO ter-se demitido, mas, além de
reiterar a existência de "razões pessoais", não quis entrar em mais
detalhes, argumentando que ainda está em funções até ao final do mês.
Das subinspectoras que se demitiram, uma era responsável pelas
inspecções nas áreas do ordenamento do território e do ambiente e
outra respondia pela avaliação de aspectos mais administrativos do
próprio ministério. A que se mantém no cargo tem sob a sua tutela a
parte da agricultura, em particular o controlo das ajudas à
agricultura e questões de segurança alimentar.
A forma como se pretendia enquadrar as questões da agricultura na
estratégia da IGAMAOT daqui para a frente foi um foco de desacordo
entre o inspector-geral e a ministra Assunção Cristas. Uma reunião
realizada na semana passada sobre esta matéria terá precipitado a
demissão.
É um primeiro sinal público de um conflito que várias vozes anteviram
como provável desde que a agricultura e o ambiente – áreas que
estiveram em campos opostos em muitas batalhas no passado – se
juntaram sob um mesmo chapéu, sob a tutela de Assunção Cristas.
A IGAMAOT é uma espécie de microcosmos desta junção, tendo resultado
da fusão das inspecções-gerais do ambiente e da agricultura, que
funcionavam antes em dois ministérios separados.
O PÚBLICO tentou ouvir a ministra Assunção Cristas, mas sem sucesso
até ao fim da tarde desta terça-feira.
http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/inspectorgeral-da-agricultura-e-ambiente-demitese-1577828
Três dirigentes deixam a Inspecção-Geral da Agricultura, Mar, Ambiente
e Ordenamento do Território apenas nove meses depois de terem sido
nomeados.
Inspecção fiscaliza vastas áreas, dos financiamentos à agricultura,
aos crimes ambientais DANIEL ROCHA
Três dos quatro dirigentes da Inspecção-Geral da Agricultura, Mar,
Ambiente e Ordenamento do Território (IGAMAOT) demitiram-se esta
semana, num aparente sinal de conflito entre áreas tuteladas pela
ministra Assunção Cristas.
O inspector-geral, Pedro Portugal Gaspar, apresentou a sua carta de
demissão na segunda-feira, apenas nove meses depois de ter sido
nomeado para o cargo. Juntamente com Pedro Portugal, também se
demitiram as subinspectoras-gerais Gabriela Duro e Ana Paula Simão.
Uma terceira subinspectora-geral, Lisdália Portas, manteve-se no
cargo.
Pedro Portugal confirmou ao PÚBLICO ter-se demitido, mas, além de
reiterar a existência de "razões pessoais", não quis entrar em mais
detalhes, argumentando que ainda está em funções até ao final do mês.
Das subinspectoras que se demitiram, uma era responsável pelas
inspecções nas áreas do ordenamento do território e do ambiente e
outra respondia pela avaliação de aspectos mais administrativos do
próprio ministério. A que se mantém no cargo tem sob a sua tutela a
parte da agricultura, em particular o controlo das ajudas à
agricultura e questões de segurança alimentar.
A forma como se pretendia enquadrar as questões da agricultura na
estratégia da IGAMAOT daqui para a frente foi um foco de desacordo
entre o inspector-geral e a ministra Assunção Cristas. Uma reunião
realizada na semana passada sobre esta matéria terá precipitado a
demissão.
É um primeiro sinal público de um conflito que várias vozes anteviram
como provável desde que a agricultura e o ambiente – áreas que
estiveram em campos opostos em muitas batalhas no passado – se
juntaram sob um mesmo chapéu, sob a tutela de Assunção Cristas.
A IGAMAOT é uma espécie de microcosmos desta junção, tendo resultado
da fusão das inspecções-gerais do ambiente e da agricultura, que
funcionavam antes em dois ministérios separados.
O PÚBLICO tentou ouvir a ministra Assunção Cristas, mas sem sucesso
até ao fim da tarde desta terça-feira.
http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/inspectorgeral-da-agricultura-e-ambiente-demitese-1577828
Subscrever:
Mensagens (Atom)