por Ana Rita Costa 3 de Janeiro - 2013
A Sociedade dos Vinhos Borges foi eleita pelo júri da competição
internacional vitinícola AWC Vienna – International Wine Challenge,
como "Best Portuguese Producer of the year 2012".
Os produtos da Sociedade dos Vinhos Borges foram avaliados por um júri
constituído por vários especialistas do setor. Durante a competição
foram distinguidos com Medalha de Ouro vinhos como o Borges Soalheira
10 Anos, o Borges Douro Reserva tinto 2009, o Lello Reserva tinto
2009, o Lello tinto 2009 e o Borges Douro Reserva tinto 2008.
O Meia Encosta tinto 2010, o Borges Real Senhor 2006 e o AT 2010 foram
galardoados com Medalha de Prata.
Para Pedro Guerreiro, diretor de marketing da empresa, "esta distinção
da Sociedade dos Vinhos Borges como "Best Portuguese Producer of the
year 2012" reflete o trabalho de uma equipa empenhada em oferecer aos
consumidores os melhores vinhos produzidos a partir de castas
selecionadas e de reconhecida qualidade. Este reconhecimento
internacional da SVB permite projetar a marca em mercados muito
importantes para a Borges, refletindo-se no aumento do volume de
vendas".
http://www.enovitis.com/news.aspx?menuid=8&eid=5595&bl=1
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Encontrada alternativa à adição de dióxido de enxofre no vinho
por Ana Rita Costa 21 de Dezembro - 2012
Vários investigadores europeus estão a realizar progressos na
investigação que procura encontrar uma alternativa à adição de dióxido
de enxofre no vinho tinto.
O dióxido de enxofre é utilizado como conservante em determinados
frutos secos e no setor da vinificação, o que representa um problema,
porque este componente pode causar reações alérgicas a algumas
pessoas.
Este projeto de investigação, financiado pela União Europeia e
coordenado por Ttz Bremerhaven, um centro de investigação aplicada sem
fins lucrativos na Alemanha, acredita que identificou uma combinação
de dois extratos que pode ser utilizada em alternativa ao dióxido de
enxofre.
Já foram provados vinhos com o novo aditivo no Reino Unido, Espanha e
Alemanha, e foram considerados tão bons como produtos que contêm
enxofre.
http://www.enovitis.com/news.aspx?menuid=8&eid=5594&bl=1
Vários investigadores europeus estão a realizar progressos na
investigação que procura encontrar uma alternativa à adição de dióxido
de enxofre no vinho tinto.
O dióxido de enxofre é utilizado como conservante em determinados
frutos secos e no setor da vinificação, o que representa um problema,
porque este componente pode causar reações alérgicas a algumas
pessoas.
Este projeto de investigação, financiado pela União Europeia e
coordenado por Ttz Bremerhaven, um centro de investigação aplicada sem
fins lucrativos na Alemanha, acredita que identificou uma combinação
de dois extratos que pode ser utilizada em alternativa ao dióxido de
enxofre.
Já foram provados vinhos com o novo aditivo no Reino Unido, Espanha e
Alemanha, e foram considerados tão bons como produtos que contêm
enxofre.
http://www.enovitis.com/news.aspx?menuid=8&eid=5594&bl=1
Programa português de repovoamento rural já tem 1.279 famílias inscritas
Publicado em 02 de Janeiro de 2013.
O programa Novos Povoadores, que promove o repovoamento rural em
Portugal, conta já com 1279 famílias inscritas, num total de 3.500
pessoas. Destas, apenas 197 têm experiência de vida no campo, segundo
explicam os responsáveis pelo programa na sua página de Facebook.
"Migrar para o meio rural não é estar presente ao passado, é ter
saudades do futuro", explicam os responsáveis pelo Novos Povoadores.
O Novos Povoadores é um projecto de Frederico Lucas, Alexandre Ferraz
e Ana Linhares, que querem ajudar os portugueses a deixar as grandes
cidades, como Lisboa, e repovoar os territórios rurais.
Em Junho de 2011, como pode relembra na entrevista exclusiva ao Green
Savers, o Novos Povoadores preparava-se para colocar as primeiras 50
famílias – das 540 que já se tinham então inscrito.
Segundo estes responsáveis, o êxodo rural é hoje maioritariamente
composto por jovens, que o fazem para aceder a cursos superiores e
para as primeiras experiências profissionais. No entanto, quando
chegam a uma faixa etária superior – 35-45 anos e mais de 10 anos de
experiência profissional – muitos profissionais querem avançar para um
projecto migratório.
O Novos Povoadores defende soluções de co-working e não de
teletrabalho – uma vez que esta última exige uma grande disciplina
individual para resistir ao conforto do sofá e outras mordomias
domésticas.
"Há óbvias vantagens em ganhos de produtividade e no desenvolvimento
de novos produtos e serviços. A partilha de um espaço de trabalho com
pessoas cuja actividade pode não ter nada a ver com a nossa, é o
viveiro ideal para que surjam sinergias inesperadas que traduzam
soluções comerciais inovadoras, diferenciadas, e mais competitivas",
explicam.
Quer mudar-se para o campo? Então siga os Novos Povoadores no seu site
http://www.novospovoadores.pt/, no Facebook
https://www.facebook.com/novospovoadores e
Twitter.https://twitter.com/novospovoadores
http://greensavers.sapo.pt/2013/01/02/programa-portugues-de-repovoamento-rural-ja-tem-1-279-familias-inscritas/
O programa Novos Povoadores, que promove o repovoamento rural em
Portugal, conta já com 1279 famílias inscritas, num total de 3.500
pessoas. Destas, apenas 197 têm experiência de vida no campo, segundo
explicam os responsáveis pelo programa na sua página de Facebook.
"Migrar para o meio rural não é estar presente ao passado, é ter
saudades do futuro", explicam os responsáveis pelo Novos Povoadores.
O Novos Povoadores é um projecto de Frederico Lucas, Alexandre Ferraz
e Ana Linhares, que querem ajudar os portugueses a deixar as grandes
cidades, como Lisboa, e repovoar os territórios rurais.
Em Junho de 2011, como pode relembra na entrevista exclusiva ao Green
Savers, o Novos Povoadores preparava-se para colocar as primeiras 50
famílias – das 540 que já se tinham então inscrito.
Segundo estes responsáveis, o êxodo rural é hoje maioritariamente
composto por jovens, que o fazem para aceder a cursos superiores e
para as primeiras experiências profissionais. No entanto, quando
chegam a uma faixa etária superior – 35-45 anos e mais de 10 anos de
experiência profissional – muitos profissionais querem avançar para um
projecto migratório.
O Novos Povoadores defende soluções de co-working e não de
teletrabalho – uma vez que esta última exige uma grande disciplina
individual para resistir ao conforto do sofá e outras mordomias
domésticas.
"Há óbvias vantagens em ganhos de produtividade e no desenvolvimento
de novos produtos e serviços. A partilha de um espaço de trabalho com
pessoas cuja actividade pode não ter nada a ver com a nossa, é o
viveiro ideal para que surjam sinergias inesperadas que traduzam
soluções comerciais inovadoras, diferenciadas, e mais competitivas",
explicam.
Quer mudar-se para o campo? Então siga os Novos Povoadores no seu site
http://www.novospovoadores.pt/, no Facebook
https://www.facebook.com/novospovoadores e
Twitter.https://twitter.com/novospovoadores
http://greensavers.sapo.pt/2013/01/02/programa-portugues-de-repovoamento-rural-ja-tem-1-279-familias-inscritas/
BR: Governo pode recorrer à OMC contra embargo à carne bovina
Entre os países que suspenderam as importações estão Árica do Sul,
China, Coreia do Sul, Arábia Saudita e Japão
Carne bovina: a Organização Mundial da Saúde Animal mantém o Brasil na
categoria de país com risco "insignificante" de apresentar o mal da
vaca louca
Brasília - A ministra interina de Desenvolvimento, Indústria e
Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, disse nesta quarta-feira que o
país pode recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a
decisão de vários países de suspender as importações da carne bovina
brasileira após a detecção de um caso atípico do mal da vaca louca.
Tatiana Prazeres disse que o governo considera que não existe
justificativa para a proibição anunciada por vários países, entre eles
África do Sul, China, Coreia do Sul, Arábia Saudita e Japão. O Chile
proibiu a compra apenas da farinha de carne e ossos do rebanho bovino
brasileiro.
O governo informou em 7 de dezembro sobre um caso "não clássico" de
encefalopatia espongiforme bovina (EEB), doença conhecida como "mal da
vaca louca", detectado em um animal morto em 2010 no estado do Paraná.
De acordo com a versão oficial, os resultados de um laboratório
britânico revelaram que o animal tinha o agente que desencadeia a EEB,
embora não tenha manifestado a doença e nem morrido por essa causa.
O mal da vaca louca é transmissível aos humanos, caso no qual recebe o
nome de doença de Creutzfeldt-Jakob. A Organização Mundial da Saúde
Animal (OIE) mantém o Brasil na categoria de país com risco
"insignificante" de apresentar o problema, apesar da detecção do caso
atípico, o primeiro no país.
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/governo-pode-recorrer-a-omc-contra-embargo-a-carne-bovina
China, Coreia do Sul, Arábia Saudita e Japão
Carne bovina: a Organização Mundial da Saúde Animal mantém o Brasil na
categoria de país com risco "insignificante" de apresentar o mal da
vaca louca
Brasília - A ministra interina de Desenvolvimento, Indústria e
Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, disse nesta quarta-feira que o
país pode recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a
decisão de vários países de suspender as importações da carne bovina
brasileira após a detecção de um caso atípico do mal da vaca louca.
Tatiana Prazeres disse que o governo considera que não existe
justificativa para a proibição anunciada por vários países, entre eles
África do Sul, China, Coreia do Sul, Arábia Saudita e Japão. O Chile
proibiu a compra apenas da farinha de carne e ossos do rebanho bovino
brasileiro.
O governo informou em 7 de dezembro sobre um caso "não clássico" de
encefalopatia espongiforme bovina (EEB), doença conhecida como "mal da
vaca louca", detectado em um animal morto em 2010 no estado do Paraná.
De acordo com a versão oficial, os resultados de um laboratório
britânico revelaram que o animal tinha o agente que desencadeia a EEB,
embora não tenha manifestado a doença e nem morrido por essa causa.
O mal da vaca louca é transmissível aos humanos, caso no qual recebe o
nome de doença de Creutzfeldt-Jakob. A Organização Mundial da Saúde
Animal (OIE) mantém o Brasil na categoria de país com risco
"insignificante" de apresentar o problema, apesar da detecção do caso
atípico, o primeiro no país.
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/governo-pode-recorrer-a-omc-contra-embargo-a-carne-bovina
Governo paga 690 euros a jovens que criem cooperativas
3 de Janeiro, 2013
O programa COOPJOVEM, destinado a apoiar a criação de cooperativas,
prevê a atribuição de uma bolsa de 691,71 euros aos jovens licenciados
interessados em desenvolver um projecto, que exige dedicação
exclusiva.
A portaria que regulamenta o COOPJOVEM, programa de apoio ao
empreendedorismo cooperativo, foi hoje publicada em Diário da
República e estabelece três iniciativas: acesso a uma bolsa para
desenvolvimento do projecto, apoio técnico e acesso a crédito
bonificado ao investimento no âmbito do MICROINVEST.
Podem concorrer ao COOPJOVEM, jovens com idades entre os 18 e os 30
anos e, pelo menos, o 9.º ano de escolaridade, interessados em criar
uma nova cooperativa com um mínimo de cinco e um máximo de nove
cooperantes.
Podem também candidatar-se ao programa empreendedores entre os 18 e os
40 anos com, pelo menos, o 9.º ano escolaridade que pretendam criar
uma nova secção, com um limite de nove jovens agricultores, numa
cooperativa já existente e que tenha até 10 trabalhadores.
Para apoiar os jovens no desenvolvimento da cooperativa, o programa
prevê a atribuição de bolsas, exigindo em contrapartida "dedicação
exclusiva dos jovens à concretização do projecto apresentado".
A bolsa tem um valor máximo de 691,71 euros para jovens com ensino
superior completo (correspondente a 1,65 vezes o indexante dos apoios
sociais), 544,99 para jovens com ensino secundário completo (1,3 vezes
o IAS) e 419,22 para quem não concluiu o ensino secundário, durante um
período mínimo de dois meses e máximo de seis meses.
Os beneficiários da bolsa terão que apresentar relatórios de progresso
do projeto e podem candidatar-se às linhas de crédito do MICROINVEST.
Neste âmbito, são elegíveis os projectos de investimento que criem,
pelo menos, um posto de trabalho na nova cooperativa ou de que resulte
"a criação líquida de postos de trabalho nas cooperativas agrícolas já
existentes".
As candidaturas ao programa devem ser apresentadas à CASES
(Cooperativa António Sérgio para a Economia Social), entidade que será
responsável pela validação dos projectos.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=65696
O programa COOPJOVEM, destinado a apoiar a criação de cooperativas,
prevê a atribuição de uma bolsa de 691,71 euros aos jovens licenciados
interessados em desenvolver um projecto, que exige dedicação
exclusiva.
A portaria que regulamenta o COOPJOVEM, programa de apoio ao
empreendedorismo cooperativo, foi hoje publicada em Diário da
República e estabelece três iniciativas: acesso a uma bolsa para
desenvolvimento do projecto, apoio técnico e acesso a crédito
bonificado ao investimento no âmbito do MICROINVEST.
Podem concorrer ao COOPJOVEM, jovens com idades entre os 18 e os 30
anos e, pelo menos, o 9.º ano de escolaridade, interessados em criar
uma nova cooperativa com um mínimo de cinco e um máximo de nove
cooperantes.
Podem também candidatar-se ao programa empreendedores entre os 18 e os
40 anos com, pelo menos, o 9.º ano escolaridade que pretendam criar
uma nova secção, com um limite de nove jovens agricultores, numa
cooperativa já existente e que tenha até 10 trabalhadores.
Para apoiar os jovens no desenvolvimento da cooperativa, o programa
prevê a atribuição de bolsas, exigindo em contrapartida "dedicação
exclusiva dos jovens à concretização do projecto apresentado".
A bolsa tem um valor máximo de 691,71 euros para jovens com ensino
superior completo (correspondente a 1,65 vezes o indexante dos apoios
sociais), 544,99 para jovens com ensino secundário completo (1,3 vezes
o IAS) e 419,22 para quem não concluiu o ensino secundário, durante um
período mínimo de dois meses e máximo de seis meses.
Os beneficiários da bolsa terão que apresentar relatórios de progresso
do projeto e podem candidatar-se às linhas de crédito do MICROINVEST.
Neste âmbito, são elegíveis os projectos de investimento que criem,
pelo menos, um posto de trabalho na nova cooperativa ou de que resulte
"a criação líquida de postos de trabalho nas cooperativas agrícolas já
existentes".
As candidaturas ao programa devem ser apresentadas à CASES
(Cooperativa António Sérgio para a Economia Social), entidade que será
responsável pela validação dos projectos.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=65696
Embalagem gigante marca inovações da Tetra Pak em Portugal
3 Janeiro, 2013 - 09:33
A Tetra Pak e a Sumol Compal instalaram uma embalagem de cinco metros
de Compal Clássico Pêssego, um dos mais emblemáticos e antigos sabores
da marca, na Segunda circular junto às Torres de Lisboa, em Lisboa.
"O mercado português tem sido rampa de lançamento, a nível mundial,
para algumas das principais novidades apresentadas pela Tetra Pak.
Quisemos assinalar esse marco, através de uma embalagem que mostra o
que de melhor é feito pela Tetra Pak na área da inovação, através da
criação de embalagens seguras, com design moderno e fáceis de beber",
destaca Vera Norte, diretora de comunicação da Tetra Pak Ibéria.
A iniciativa celebra as inovações no mercado de embalagens que têm
sido lançadas em Portugal, em especial a DreamCap, a nova geração de
aberturas da Tetra Pak.
A nova DreamCap distingue-se pela sua extrema ergonomia destinada a
facilitar o consumo em mobilidade, uma tendência global que está a
alterar a forma como os consumidores apreciam as bebidas de leite,
sumos e néctares.
http://noticias.portugalmail.pt/artigo/20130103/embalagem-gigante-marca-inovacoes-da-tetra-pak-em-portugal
A Tetra Pak e a Sumol Compal instalaram uma embalagem de cinco metros
de Compal Clássico Pêssego, um dos mais emblemáticos e antigos sabores
da marca, na Segunda circular junto às Torres de Lisboa, em Lisboa.
"O mercado português tem sido rampa de lançamento, a nível mundial,
para algumas das principais novidades apresentadas pela Tetra Pak.
Quisemos assinalar esse marco, através de uma embalagem que mostra o
que de melhor é feito pela Tetra Pak na área da inovação, através da
criação de embalagens seguras, com design moderno e fáceis de beber",
destaca Vera Norte, diretora de comunicação da Tetra Pak Ibéria.
A iniciativa celebra as inovações no mercado de embalagens que têm
sido lançadas em Portugal, em especial a DreamCap, a nova geração de
aberturas da Tetra Pak.
A nova DreamCap distingue-se pela sua extrema ergonomia destinada a
facilitar o consumo em mobilidade, uma tendência global que está a
alterar a forma como os consumidores apreciam as bebidas de leite,
sumos e néctares.
http://noticias.portugalmail.pt/artigo/20130103/embalagem-gigante-marca-inovacoes-da-tetra-pak-em-portugal
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Enoturismo da José Maria da Fonseca alcança números record em 2012
A Casa Museu José Maria da Fonseca recebe mais de 32 mil visitantes
Adega da Mata
O Enoturismo da José Maria da Fonseca fechou o ano de 2012 com números
record, atingindo mais de 32 mil visitantes e o meio milhão de euros
de facturação.
Em 2012 visitaram a José Maria da Fonseca pessoas de 66 países
distintos. Portugal está em primeiro lugar com 34% do total de
visitantes, seguido do Reino Unido, EUA, Rússia, Alemanha, Brasil e
França.
"O Enoturismo é umas das nossas melhores ferramentas de marketing. Ao
darmos a conhecer de forma apaixonada os quase 200 anos da nossa
história e dos nossos produtos a todos os que diariamente nos visitam
dos quatro cantos do mundo, estamos a lançar a semente a novos
consumidores ou a fortalecer relações com consumidores já existentes",
refere António Maria Soares Franco, Vice-Presidente da empresa.
A José Maria da Fonseca realiza visitas guiadas às suas instalações em
Vila Nogueira de Azeitão desde os anos 60 do séc. XX, tendo apostado
fortemente no Enoturismo desde 2007.
A Casa Museu José Maria da Fonseca está aberta diariamente, inclusive
fins-de-semana e feriados com serviços variados como visitas guiadas,
provas de vinhos e degustação de iguarias regionais, acções de team
building e refeições para grupos corporate.
Fonte: JMF
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/02d.htm
Adega da Mata
O Enoturismo da José Maria da Fonseca fechou o ano de 2012 com números
record, atingindo mais de 32 mil visitantes e o meio milhão de euros
de facturação.
Em 2012 visitaram a José Maria da Fonseca pessoas de 66 países
distintos. Portugal está em primeiro lugar com 34% do total de
visitantes, seguido do Reino Unido, EUA, Rússia, Alemanha, Brasil e
França.
"O Enoturismo é umas das nossas melhores ferramentas de marketing. Ao
darmos a conhecer de forma apaixonada os quase 200 anos da nossa
história e dos nossos produtos a todos os que diariamente nos visitam
dos quatro cantos do mundo, estamos a lançar a semente a novos
consumidores ou a fortalecer relações com consumidores já existentes",
refere António Maria Soares Franco, Vice-Presidente da empresa.
A José Maria da Fonseca realiza visitas guiadas às suas instalações em
Vila Nogueira de Azeitão desde os anos 60 do séc. XX, tendo apostado
fortemente no Enoturismo desde 2007.
A Casa Museu José Maria da Fonseca está aberta diariamente, inclusive
fins-de-semana e feriados com serviços variados como visitas guiadas,
provas de vinhos e degustação de iguarias regionais, acções de team
building e refeições para grupos corporate.
Fonte: JMF
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/02d.htm
Rescaldo de 2012 nas florestas: A Campanha “eucalipto na hora”
Concluído o ato, de âmbito meramente administrativo, de fusão da
Autoridade Florestal Nacional (AFN) com o Instituto de Conservação da
Natureza (ICN), ao abrigo do previsto no Plano de Redução e Melhoria
da Administração Central do Estado (PREMAC), de julho de 2010;
assumido o falhanço, na ótica do Secretário de Estado das Florestas,
da conclusão, na presente legislatura, do cadastro rústico,
instrumento fundamental à implementação de políticas de ordenamento do
território, onde se pode enquadrar a política florestal; resta do
exercício de 2012 do MAMAOT a publicação de uma proposta de alteração
legislativa ao licenciamento das arborizações e rearborizações com
espécies de rápido crescimento, com destaque para o eucalipto,
incontestavelmente o ato mais mediático do Ministério no passado ano.
A proposta do Ministério, para massificar a cultura do eucalipto em
minifúndio, coincidiu temporalmente com a manifestação de intenções de
investimento de uma empresa do setor papeleiro, ambas datadas de maio
de 2012. Mas, por que razão o MAMAOT privilegia o minifúndio na sua
proposta? Qual a razão para antecipar a proposta à avaliação da
Estratégia Nacional para as Florestas, já em curso?
Sendo que o principal problema das florestas reside na decrescente
rentabilidade do negócio silvícola e no subsequente absentismo à
gestão florestal, qual a razão para o Ministério se abster de, por um
lado, acompanhar o mercado dos produtos silvícolas, assegurando
condições básicas para uma concorrência perfeita, e por outro,
garantir serviços de assistência técnica especialmente aos pequenos
proprietários florestais, com vista a assegurar as operações
silvícolas mínimas, de acordo com as melhores práticas disponíveis,
não só para atingir melhores produtividades, mas essencialmente para
assegurar uma utilização racional e sustentável dos recursos naturais
associados aos espaços florestais?
Importa ter em conta que, a ausência de uma gestão florestal ativa é a
principal causadora da maior propagação dos incêndios florestais,
estes últimos com elevados custos, não apenas para os proprietários
florestais e para as populações rurais, os mais diretos atingidos, não
apenas para a indústria que se vê na contingência de reforçar as
importações, mas sobretudo para a Sociedade no seu todo, face aos
elevados custos ambientais, sociais e financeiros (nos impostos) que
aportam.
O facilitismo da aposta do MAMAOT na massificação do eucalipto em
minifúndio é justificado com a necessidade de redução da carga
burocrática. Contudo, a aposta no minifúndio parece advir da maior
fragilidade dos pequenos proprietários no acesso aos mercados, bem
como da menor capacidade de contestação às estratégias comerciais
unilaterais da indústria. Igualmente, o minifúndio revela maior
ausência de capacidade técnica para uma gestão ativa dos eucaliptais.
A incapacidade de gestão por parte dos proprietários florestais em
minifúndio, face à baixa rentabilidade do negócio e à ausência de
assistência técnica, faz recair sobre os contribuintes os custos com
os riscos do investimento em novos eucaliptais (incêndios, pragas e
doenças).
Curioso é que, estando parte significativa do risco do negócio da
fileira da celulose e papel nos eucaliptais, venham empresas do setor
advogar a necessidade de maior área de eucalipto (40 mil hectares),
sendo secundadas com a proposta do MAMAOT para o minifúndio, quando
estas têm reduzido esse risco ao diminuir a suas áreas próprias de
eucaliptal, as quais nos últimos 10 anos registaram uma redução
superior a 33 mil hectares (fonte: Celpa, BE 2011).
Estaremos perante uma transferência do risco do negócio das grandes
empresas para milhares de pequenos proprietários rústicos, ou melhor
para os contribuintes, já que serão estes que, em última instância,
suportam os potenciais danos?
Justifica-se assim que, a campanha do eucalipto, promovida pelo
MAMAOT, não se afigura um ato político responsável.
Lisboa, 2 de janeiro de 2013
A Direção da Acréscimo
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/02c.htm
Autoridade Florestal Nacional (AFN) com o Instituto de Conservação da
Natureza (ICN), ao abrigo do previsto no Plano de Redução e Melhoria
da Administração Central do Estado (PREMAC), de julho de 2010;
assumido o falhanço, na ótica do Secretário de Estado das Florestas,
da conclusão, na presente legislatura, do cadastro rústico,
instrumento fundamental à implementação de políticas de ordenamento do
território, onde se pode enquadrar a política florestal; resta do
exercício de 2012 do MAMAOT a publicação de uma proposta de alteração
legislativa ao licenciamento das arborizações e rearborizações com
espécies de rápido crescimento, com destaque para o eucalipto,
incontestavelmente o ato mais mediático do Ministério no passado ano.
A proposta do Ministério, para massificar a cultura do eucalipto em
minifúndio, coincidiu temporalmente com a manifestação de intenções de
investimento de uma empresa do setor papeleiro, ambas datadas de maio
de 2012. Mas, por que razão o MAMAOT privilegia o minifúndio na sua
proposta? Qual a razão para antecipar a proposta à avaliação da
Estratégia Nacional para as Florestas, já em curso?
Sendo que o principal problema das florestas reside na decrescente
rentabilidade do negócio silvícola e no subsequente absentismo à
gestão florestal, qual a razão para o Ministério se abster de, por um
lado, acompanhar o mercado dos produtos silvícolas, assegurando
condições básicas para uma concorrência perfeita, e por outro,
garantir serviços de assistência técnica especialmente aos pequenos
proprietários florestais, com vista a assegurar as operações
silvícolas mínimas, de acordo com as melhores práticas disponíveis,
não só para atingir melhores produtividades, mas essencialmente para
assegurar uma utilização racional e sustentável dos recursos naturais
associados aos espaços florestais?
Importa ter em conta que, a ausência de uma gestão florestal ativa é a
principal causadora da maior propagação dos incêndios florestais,
estes últimos com elevados custos, não apenas para os proprietários
florestais e para as populações rurais, os mais diretos atingidos, não
apenas para a indústria que se vê na contingência de reforçar as
importações, mas sobretudo para a Sociedade no seu todo, face aos
elevados custos ambientais, sociais e financeiros (nos impostos) que
aportam.
O facilitismo da aposta do MAMAOT na massificação do eucalipto em
minifúndio é justificado com a necessidade de redução da carga
burocrática. Contudo, a aposta no minifúndio parece advir da maior
fragilidade dos pequenos proprietários no acesso aos mercados, bem
como da menor capacidade de contestação às estratégias comerciais
unilaterais da indústria. Igualmente, o minifúndio revela maior
ausência de capacidade técnica para uma gestão ativa dos eucaliptais.
A incapacidade de gestão por parte dos proprietários florestais em
minifúndio, face à baixa rentabilidade do negócio e à ausência de
assistência técnica, faz recair sobre os contribuintes os custos com
os riscos do investimento em novos eucaliptais (incêndios, pragas e
doenças).
Curioso é que, estando parte significativa do risco do negócio da
fileira da celulose e papel nos eucaliptais, venham empresas do setor
advogar a necessidade de maior área de eucalipto (40 mil hectares),
sendo secundadas com a proposta do MAMAOT para o minifúndio, quando
estas têm reduzido esse risco ao diminuir a suas áreas próprias de
eucaliptal, as quais nos últimos 10 anos registaram uma redução
superior a 33 mil hectares (fonte: Celpa, BE 2011).
Estaremos perante uma transferência do risco do negócio das grandes
empresas para milhares de pequenos proprietários rústicos, ou melhor
para os contribuintes, já que serão estes que, em última instância,
suportam os potenciais danos?
Justifica-se assim que, a campanha do eucalipto, promovida pelo
MAMAOT, não se afigura um ato político responsável.
Lisboa, 2 de janeiro de 2013
A Direção da Acréscimo
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/02c.htm
Produção de azeite cai 50% na Terra Quente
Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2013
"Quem apanha a azeitona antes de Janeiro, deixa o azeite no madeiro",
diziam os antigos. Este ano o calor trouxe a agitação mais cedo aos
olivais da Terra Quente.
Pelo concelho de Mirandela, durante esta quinzena, estenderam-se as
lonas e subiu-se às oliveiras para apanhar a azeitona que já começou a
secar. O tempo, afirma quem sabe da poda, está a afectar a produção.
"Faço um balanço bastante preocupante ao nível daquilo que nós já
prevíamos que é uma redução muito significativa da produção cerca de
50 por cento", afirma o presidente Associação dos Olivicultores de
Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD), António Branco.
"O tempo mudou, as estações já não são como são como antigamente, este
ano não houve geadas a sério. Há pouca azeitona só vai dar para
consumo da casa", comenta Alberto Silva, proprietário de alguns
olivais no concelho.
O olivicultor considera que a azeitona é pouca mas " vai dar um azeite
de qualidade" pois " a azeitona está hidratada".
Segundo o presidente da AOTAD as temperaturas elevadas do mês de Maio
provocaram um problema no chamado "vingamento", que é a passagem da
flor para o fruto, principalmente nas zonas menos húmidas como a Terra
Quente transmontana.
"Nós concorremos aos fundos que existiam para a seca onde inserimos o
olival. Na altura, ainda não havia a certeza mas veio agora a
confirmar-se que esse período provocou uma quebra enorme na produção
principalmente nas zonas de sequeiro" explica António Branco.
Menos azeitona mas a qualidade mantém-se
Noutros tempos a campanha da azeitona acabava quase em Março mas este
ano a antecipação deveu-se ao facto de haver menos azeitona. Quanto à
qualidade do azeite, essa vai manter-se como em anos anteriores. "Até
é um ano bastante bom porque depois dessa altura que houve esse calor
tivemos um bom crescimento dos frutos por isso do ponto de vista da
qualidade temos um ano de excelente qualidade", confirma o presidente.
O preço de bolsa deste ano ronda os 2.50 €, o que para a AOTAD
"continua a ser um preço baixíssimo para o azeite regional" pois "há
30 anos o azeite custava 400 escudos o litro" tendo em conta aumento
do gasóleo, dos custos de produção e dos custos de transformação o
preço de hoje é "irrisório".
Terra Quente - 1-1-2013
http://www.portaldoazeite.com/2013/01/producao-de-azeite-cai-50-na-terra.html
"Quem apanha a azeitona antes de Janeiro, deixa o azeite no madeiro",
diziam os antigos. Este ano o calor trouxe a agitação mais cedo aos
olivais da Terra Quente.
Pelo concelho de Mirandela, durante esta quinzena, estenderam-se as
lonas e subiu-se às oliveiras para apanhar a azeitona que já começou a
secar. O tempo, afirma quem sabe da poda, está a afectar a produção.
"Faço um balanço bastante preocupante ao nível daquilo que nós já
prevíamos que é uma redução muito significativa da produção cerca de
50 por cento", afirma o presidente Associação dos Olivicultores de
Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD), António Branco.
"O tempo mudou, as estações já não são como são como antigamente, este
ano não houve geadas a sério. Há pouca azeitona só vai dar para
consumo da casa", comenta Alberto Silva, proprietário de alguns
olivais no concelho.
O olivicultor considera que a azeitona é pouca mas " vai dar um azeite
de qualidade" pois " a azeitona está hidratada".
Segundo o presidente da AOTAD as temperaturas elevadas do mês de Maio
provocaram um problema no chamado "vingamento", que é a passagem da
flor para o fruto, principalmente nas zonas menos húmidas como a Terra
Quente transmontana.
"Nós concorremos aos fundos que existiam para a seca onde inserimos o
olival. Na altura, ainda não havia a certeza mas veio agora a
confirmar-se que esse período provocou uma quebra enorme na produção
principalmente nas zonas de sequeiro" explica António Branco.
Menos azeitona mas a qualidade mantém-se
Noutros tempos a campanha da azeitona acabava quase em Março mas este
ano a antecipação deveu-se ao facto de haver menos azeitona. Quanto à
qualidade do azeite, essa vai manter-se como em anos anteriores. "Até
é um ano bastante bom porque depois dessa altura que houve esse calor
tivemos um bom crescimento dos frutos por isso do ponto de vista da
qualidade temos um ano de excelente qualidade", confirma o presidente.
O preço de bolsa deste ano ronda os 2.50 €, o que para a AOTAD
"continua a ser um preço baixíssimo para o azeite regional" pois "há
30 anos o azeite custava 400 escudos o litro" tendo em conta aumento
do gasóleo, dos custos de produção e dos custos de transformação o
preço de hoje é "irrisório".
Terra Quente - 1-1-2013
http://www.portaldoazeite.com/2013/01/producao-de-azeite-cai-50-na-terra.html
Vinho luso é escolha da semana para portal dos EUA
Quarta-feira, 02 de Janeiro de 2013
O vinho português Taylor Fladgate 10 Year Tawny, da lendária casa
Taylor's, no Porto, é a escolha da semana do portal norte-americano
About.com. Na rubrica assinada pela 'sommelier' (especialista no setor
dos vinhos e bebidas) Stacy Slinkard, considera que este vinho
fortificado é a escolha ideal para receber o Inverno.
Para Stacy Slinkard não há "nada como um gole doce de um vinho do
porto, que aquece o corpo, para dar as boas vindas ao Inverno",
apontando como vinho ideal o Taylor Fladgate 10 Year Tawny, com a sua
cor característica de âmbar-aloirado ("tawny"), envelhecido em cascos
de carvalho velho.
De acordo com a autora, este vinho do porto reúne muitos fãs "desde
novos amantes de vinho a fanáticos de pleno direito na indústria" e
comporta em si "um equilíbrio de aromas atraentes que misturam o lado
fresco de um 'tawny' de 10 anos com a influência mais madura dos
cascos de um porto antigo".
Quem apostar neste vinho, que custa apenas 30 dólares (cerca de 22
euros), vai ter oportunidade de degustar "os sabores concentrados de
frutas secas, nozes picantes e 'toffee' para fazer as maiores ondas
num paladar rico e redondo", diz ainda Stacy.
A Casa Taylor's, criada em 1692, é uma das casas mais antigas de
comércio do vinho do porto sendo reconhecida como uma marca de
referência no estilo porto vintage.
Clique AQUI para aceder ao artigo
http://wine.about.com/b/2013/01/01/wine-of-the-week-taylor-fladgate-10-year-tawny-portugal-30.htm
e AQUI para a aceder ao site da casa Taylor's. http://www.taylor.pt/pt/
http://boasnoticias.clix.pt/noticias_Vinho-luso-%C3%A9-escolha-da-semana-para-portal-dos-EUA_14034.html
O vinho português Taylor Fladgate 10 Year Tawny, da lendária casa
Taylor's, no Porto, é a escolha da semana do portal norte-americano
About.com. Na rubrica assinada pela 'sommelier' (especialista no setor
dos vinhos e bebidas) Stacy Slinkard, considera que este vinho
fortificado é a escolha ideal para receber o Inverno.
Para Stacy Slinkard não há "nada como um gole doce de um vinho do
porto, que aquece o corpo, para dar as boas vindas ao Inverno",
apontando como vinho ideal o Taylor Fladgate 10 Year Tawny, com a sua
cor característica de âmbar-aloirado ("tawny"), envelhecido em cascos
de carvalho velho.
De acordo com a autora, este vinho do porto reúne muitos fãs "desde
novos amantes de vinho a fanáticos de pleno direito na indústria" e
comporta em si "um equilíbrio de aromas atraentes que misturam o lado
fresco de um 'tawny' de 10 anos com a influência mais madura dos
cascos de um porto antigo".
Quem apostar neste vinho, que custa apenas 30 dólares (cerca de 22
euros), vai ter oportunidade de degustar "os sabores concentrados de
frutas secas, nozes picantes e 'toffee' para fazer as maiores ondas
num paladar rico e redondo", diz ainda Stacy.
A Casa Taylor's, criada em 1692, é uma das casas mais antigas de
comércio do vinho do porto sendo reconhecida como uma marca de
referência no estilo porto vintage.
Clique AQUI para aceder ao artigo
http://wine.about.com/b/2013/01/01/wine-of-the-week-taylor-fladgate-10-year-tawny-portugal-30.htm
e AQUI para a aceder ao site da casa Taylor's. http://www.taylor.pt/pt/
http://boasnoticias.clix.pt/noticias_Vinho-luso-%C3%A9-escolha-da-semana-para-portal-dos-EUA_14034.html
"Douro – Uma História de Séculos" passa amanhã, dia 3 de janeiro, na RTP 1
Publicado Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2013 | Por: Notícias do Nordeste
A RTP 1 passa amanhã, dia 3 de janeiro, as às 22h20, o documentário
intitulado "Douro – Uma História de Séculos". Trata-se de um retrato
fascinante da diversidade vinícola de uma região, com destaque para o
vinho do Porto.
"Douro – Uma História de Séculos" é um documentário com autoria de
José António Salvador sobre a produção vinícola na região do Douro. Ao
longo do programa, o autor mostra-nos aspetos de uma cultura
preservada de geração em geração, em que se casam tradição e
modernidade.
"Douro – Uma História de Séculos tem a realização de josé António
Salvador, é uma produção de "Até ao Fim do Mundo", foi concluído em
2012 e tem uma duração de 47 minutos.
http://noticiasdonordesteultimas.blogspot.pt/2013/01/douro-uma-historia-de-seculos-passa.html
A RTP 1 passa amanhã, dia 3 de janeiro, as às 22h20, o documentário
intitulado "Douro – Uma História de Séculos". Trata-se de um retrato
fascinante da diversidade vinícola de uma região, com destaque para o
vinho do Porto.
"Douro – Uma História de Séculos" é um documentário com autoria de
José António Salvador sobre a produção vinícola na região do Douro. Ao
longo do programa, o autor mostra-nos aspetos de uma cultura
preservada de geração em geração, em que se casam tradição e
modernidade.
"Douro – Uma História de Séculos tem a realização de josé António
Salvador, é uma produção de "Até ao Fim do Mundo", foi concluído em
2012 e tem uma duração de 47 minutos.
http://noticiasdonordesteultimas.blogspot.pt/2013/01/douro-uma-historia-de-seculos-passa.html
CAP: “Prémios para os Melhores Jovens Agricultores de Portugal”
Regional | 07:00 | 02-01-2013
Escolher os cinco melhores projectos agrícolas realizados no nosso
País por parte dos jovens agricultores é o objectivo de um concurso da
CAP. O vencedor vai representar Portugal em Bruxelas e concorrer ao
prémio de Jovem Agricultor da Europa.
A CAP-Confederação dos Agricultores de Portugal promove pela segunda
vez os "Prémios para os Melhores Jovens Agricultores de Portugal". Uma
iniciativa que tem por principal objectivo escolher os melhores
projectos agrícolas realizados no nosso País por parte dos jovens
agricultores.
A CAP considera que o papel dos jovens agricultores é fundamental para
evitar o abandono e desenvolver as zonas rurais uma vez que, de acordo
com as estatísticas europeias, os jovens agricultores representam
apenas 10% dos agricultores na Europa e, no caso específico de
Portugal, representam apenas 3% do total dos agricultores. Pretende-se
desta forma promover a agricultura entre os jovens, num momento em que
a reforma da Política Agrícola Comum está à porta, com a hipótese de
melhorar as medidas para os jovens agricultores no próximo quadro
legislativo.
A utilização de novos métodos, novos conhecimentos e novas
tecnologias, a inovação e a inovação sustentável são os critérios a
ter em conta para a atribuição do prémio.
As inscrições vão estar abertas até ao dia 1 de Maio e o melhor
projecto deste concurso vai representar Portugal em Bruxelas e
concorrer ao prémio de Jovem Agricultor da Europa.
Inês Patola
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/52057
Escolher os cinco melhores projectos agrícolas realizados no nosso
País por parte dos jovens agricultores é o objectivo de um concurso da
CAP. O vencedor vai representar Portugal em Bruxelas e concorrer ao
prémio de Jovem Agricultor da Europa.
A CAP-Confederação dos Agricultores de Portugal promove pela segunda
vez os "Prémios para os Melhores Jovens Agricultores de Portugal". Uma
iniciativa que tem por principal objectivo escolher os melhores
projectos agrícolas realizados no nosso País por parte dos jovens
agricultores.
A CAP considera que o papel dos jovens agricultores é fundamental para
evitar o abandono e desenvolver as zonas rurais uma vez que, de acordo
com as estatísticas europeias, os jovens agricultores representam
apenas 10% dos agricultores na Europa e, no caso específico de
Portugal, representam apenas 3% do total dos agricultores. Pretende-se
desta forma promover a agricultura entre os jovens, num momento em que
a reforma da Política Agrícola Comum está à porta, com a hipótese de
melhorar as medidas para os jovens agricultores no próximo quadro
legislativo.
A utilização de novos métodos, novos conhecimentos e novas
tecnologias, a inovação e a inovação sustentável são os critérios a
ter em conta para a atribuição do prémio.
As inscrições vão estar abertas até ao dia 1 de Maio e o melhor
projecto deste concurso vai representar Portugal em Bruxelas e
concorrer ao prémio de Jovem Agricultor da Europa.
Inês Patola
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/52057
COTR começa a cobrar serviços que eram disponibilizados gratuitamente
O Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio (COTR) inicia, este ano,
a cobrança de serviços que eram prestados gratuitamente.
Segundo o Centro, esta medida vem no seguimento da "estratégia" de
aumentar as receitas provenientes das prestações de serviços.
As entidades que não são associadas passam a pagar por acesos ao
Sagra-net, Mogra e Calendário de Rega.
O Sagra-net permite o acesso directo à informação diária das 14
estações agrometeorológicas da rede Sagra.
O Mogra – Modelo de Gestão da Rega do Alentejo, dá acesso a um serviço
de programação de rega online.
O Calendário de Rega acompanha a evolução das necessidades hídricas de
uma cultura e faz o balanço hídrico simplificado.
O pack Sagra Web tem um custo anual de 100 euros.
http://www.radiopax.com/noticias.php?d=noticias&id=17145&c=1
a cobrança de serviços que eram prestados gratuitamente.
Segundo o Centro, esta medida vem no seguimento da "estratégia" de
aumentar as receitas provenientes das prestações de serviços.
As entidades que não são associadas passam a pagar por acesos ao
Sagra-net, Mogra e Calendário de Rega.
O Sagra-net permite o acesso directo à informação diária das 14
estações agrometeorológicas da rede Sagra.
O Mogra – Modelo de Gestão da Rega do Alentejo, dá acesso a um serviço
de programação de rega online.
O Calendário de Rega acompanha a evolução das necessidades hídricas de
uma cultura e faz o balanço hídrico simplificado.
O pack Sagra Web tem um custo anual de 100 euros.
http://www.radiopax.com/noticias.php?d=noticias&id=17145&c=1
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Lançada cerveja misturada com vinho
29 de Dezembro de 2012, por Elisabete Mendes
O produtor de cerveja MillerCoors lançou uma cerveja com vinho. A
invenção, que mistura as duas bebidas, está a crescer nos EUA e já
atinge quase 6% de todas as vendas de cerveja no país.
Chamada Vintage Blonde, a bebida é uma mistura de cerveja produzida
com trigo maltado e sumo de uva Chardonnay concentrado. O seu nome
original, Chardonnay Blonde, teve de ser adaptado depois de o governo
norte-americano não aprovar o uso do nome de uma uva no rótulo de
cerveja.
Depois do sucesso que já teve com o lançamento desta bebida, Matt
Taylor, proprietário da cervejeira decidiu expandir as vendas e já tem
planos de mais um lançamento, desta vez feito com uvas Sauvignon
Blanc.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3470&ID_ORG=3
O produtor de cerveja MillerCoors lançou uma cerveja com vinho. A
invenção, que mistura as duas bebidas, está a crescer nos EUA e já
atinge quase 6% de todas as vendas de cerveja no país.
Chamada Vintage Blonde, a bebida é uma mistura de cerveja produzida
com trigo maltado e sumo de uva Chardonnay concentrado. O seu nome
original, Chardonnay Blonde, teve de ser adaptado depois de o governo
norte-americano não aprovar o uso do nome de uma uva no rótulo de
cerveja.
Depois do sucesso que já teve com o lançamento desta bebida, Matt
Taylor, proprietário da cervejeira decidiu expandir as vendas e já tem
planos de mais um lançamento, desta vez feito com uvas Sauvignon
Blanc.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3470&ID_ORG=3
Brasil é terceiro maior consumidor de vinhos do Douro
31 de Dezembro de 2012, por Maria João de Almeida
O Brasil é o terceiro maior mercado de vinhos do Douro, depois de
Portugal e do Canadá. No Brasil, as vendas cresceram 2.4 % no primeiro
semestre comparado com o ano anterior. Segundo as estatísticas do
Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP), as exportações de vinhos
durienses para o Brasil entre Janeiro e Junho atingiram os 2 milhões
de euros. O país responde por mais de 5% do total das vendas dos
produtores do Douro. Segundo os números do IVDP, dos vinhos do Douro
vendidos para o Brasil, 93,5%, são tintos, 5,9% são brancos e 0,6%
rosé.
Em Portugal, no primeiro semestre deste ano as vendas de vinhos da
região do Douro atingiram a quantia de 21,5 milhões de euros, com uma
quebra de 3%, em comparação com o mesmo período de 2011. No Canadá, o
segundo maior mercado, as vendas desceram 4,9%, para 2,5 milhões de
euros.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3472
O Brasil é o terceiro maior mercado de vinhos do Douro, depois de
Portugal e do Canadá. No Brasil, as vendas cresceram 2.4 % no primeiro
semestre comparado com o ano anterior. Segundo as estatísticas do
Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP), as exportações de vinhos
durienses para o Brasil entre Janeiro e Junho atingiram os 2 milhões
de euros. O país responde por mais de 5% do total das vendas dos
produtores do Douro. Segundo os números do IVDP, dos vinhos do Douro
vendidos para o Brasil, 93,5%, são tintos, 5,9% são brancos e 0,6%
rosé.
Em Portugal, no primeiro semestre deste ano as vendas de vinhos da
região do Douro atingiram a quantia de 21,5 milhões de euros, com uma
quebra de 3%, em comparação com o mesmo período de 2011. No Canadá, o
segundo maior mercado, as vendas desceram 4,9%, para 2,5 milhões de
euros.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3472
Produção de vinho cresce na Austrália
31 de Dezembro de 2012, por Elisabete Mendes
Segundo registros do Departamento Australiano de Estatísticas (ABS),
as áreas de viticultura estão a diminuir no país desde 2008, no
entanto, a produção não acompanhou essa queda e registou um aumento de
6% em relação ao período anterior, produzindo 11 toneladas por
hectare.
Desde 2010 as áreas apresentaram 6% de redução, resultado de um
programa de remoção de vinhas abandonadas. «Os dados mostram uma queda
de 166 mil hectares em 2008, para 155 mil em 2010, e 145 mil agora»,
explicou o presidente da WFA, Tony D'Aloisio.
Enquanto isso, a produção subiu 3% em volume, indo para 1.6 milhões de
toneladas, graças às condições de tempo favoráveis. Apesar da queda na
produção de uvas tintas, as uvas brancas tiveram um aumento de 13% no
volume, chegando a 776 mil toneladas.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3473
Segundo registros do Departamento Australiano de Estatísticas (ABS),
as áreas de viticultura estão a diminuir no país desde 2008, no
entanto, a produção não acompanhou essa queda e registou um aumento de
6% em relação ao período anterior, produzindo 11 toneladas por
hectare.
Desde 2010 as áreas apresentaram 6% de redução, resultado de um
programa de remoção de vinhas abandonadas. «Os dados mostram uma queda
de 166 mil hectares em 2008, para 155 mil em 2010, e 145 mil agora»,
explicou o presidente da WFA, Tony D'Aloisio.
Enquanto isso, a produção subiu 3% em volume, indo para 1.6 milhões de
toneladas, graças às condições de tempo favoráveis. Apesar da queda na
produção de uvas tintas, as uvas brancas tiveram um aumento de 13% no
volume, chegando a 776 mil toneladas.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3473
Produção mundial de carne vai diminuir
1 de Janeiro de 2013, por Elisabete Mendes
A produção global de carne subiu 297 milhões de toneladas em 2011, e
302 milhões de toneladas em 2012, mas a tendência é de desaceleração.
A análise é do Worldwatch's Nourishing the Planet para o Institute's
Vital Signs Online, e refere que os valores vão decair. Danielle
Nierenberg, da Worldwatch's Nourishing the Planet, afirma que «os
sistemas de agricultura industrial contribuem para os surtos de
doenças de diversas formas», e explica ainda que «os produtores mantêm
os animais em espaços apertados e muitas vezes com más condições,
proporcionando um bom ambiente para o desenvolvimento de doenças.
Alimentam os animais com dietas que não possuem os nutrientes
necessários para combater a doença, e muitos animais tomam
antibióticos como medida preventiva, em vez de terem um tratamento
terapêutico. Os humanos que consomem este tipo de carnes acabam por
ganhar resistência aos antibióticos».
A seca que se fez sentir na China, Rússia, Estados Unidos e no Corno
de África, contribuiu para uma menor produção de carne e um aumento de
preços, em 2010 e 2011. Esta combinação entre preços elevados e o
surto de novas doenças nos animais, em 2011, permitiu que houvesse uma
redução no consumo de carne, explica o instituto em comunicado. De
acordo com o relatório de 2012 realizado pelo International Livestock
Research Institute, as doenças dos animais podem causar 2,7 milhões de
mortes humanas por ano e são responsáveis por 75% das doenças
infecciosas. Para contrariar a tendência de décadas, o consumo de
carne em todo o mundo diminuiu em 2011 para 42,5kg por pessoa, e em
2010 para 42,3kg. Contudo, desde 1995, o consumo per capita de carne
aumentou 15% nos países em desenvolvimento, e nos países
industrializados aumentou apenas 2%. Embora haja esta diferença de
valores, o consumo de carne continua elevado, sendo que uma pessoa de
um país em desenvolvimento consumiu 32,3 kg de carne em 2011, e uma
pessoa dos países industrializados consumiu em média 78,9 kg, no mesmo
período.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3495
A produção global de carne subiu 297 milhões de toneladas em 2011, e
302 milhões de toneladas em 2012, mas a tendência é de desaceleração.
A análise é do Worldwatch's Nourishing the Planet para o Institute's
Vital Signs Online, e refere que os valores vão decair. Danielle
Nierenberg, da Worldwatch's Nourishing the Planet, afirma que «os
sistemas de agricultura industrial contribuem para os surtos de
doenças de diversas formas», e explica ainda que «os produtores mantêm
os animais em espaços apertados e muitas vezes com más condições,
proporcionando um bom ambiente para o desenvolvimento de doenças.
Alimentam os animais com dietas que não possuem os nutrientes
necessários para combater a doença, e muitos animais tomam
antibióticos como medida preventiva, em vez de terem um tratamento
terapêutico. Os humanos que consomem este tipo de carnes acabam por
ganhar resistência aos antibióticos».
A seca que se fez sentir na China, Rússia, Estados Unidos e no Corno
de África, contribuiu para uma menor produção de carne e um aumento de
preços, em 2010 e 2011. Esta combinação entre preços elevados e o
surto de novas doenças nos animais, em 2011, permitiu que houvesse uma
redução no consumo de carne, explica o instituto em comunicado. De
acordo com o relatório de 2012 realizado pelo International Livestock
Research Institute, as doenças dos animais podem causar 2,7 milhões de
mortes humanas por ano e são responsáveis por 75% das doenças
infecciosas. Para contrariar a tendência de décadas, o consumo de
carne em todo o mundo diminuiu em 2011 para 42,5kg por pessoa, e em
2010 para 42,3kg. Contudo, desde 1995, o consumo per capita de carne
aumentou 15% nos países em desenvolvimento, e nos países
industrializados aumentou apenas 2%. Embora haja esta diferença de
valores, o consumo de carne continua elevado, sendo que uma pessoa de
um país em desenvolvimento consumiu 32,3 kg de carne em 2011, e uma
pessoa dos países industrializados consumiu em média 78,9 kg, no mesmo
período.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3495
GNR está a fiscalizar lagares de azeite em todo o país
31.12.2012 17:29
ECONOMIA
O Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR está a
fiscalizar os lagares de azeite numa operação a nível nacional.
O objetivo é verificar o cumprimento das normas de funcionamento dos
lagares, desde o licenciamento ao tratamento dos resíduos que resultam
do processo de transformação das azeitonas.
Desde que foi começou a ser feita este tipo de fiscalização, a GNR
garante que se tem verificado um maior cuidado ambiental, o que também
se justifica pelas elevadas coimas em causa.
Só no ano passado, foram detetadas 31 situações de incumprimento, que
originaram multas num valor superior a meio milhão de euros.
A operação" Lagares de Azeite" arrancou no dia 15 de novembro e
termina daqui a um mês.
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2012/12/31/gnr-esta-a-fiscalizar-lagares-de-azeite-em-todo-o-pais
ECONOMIA
O Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR está a
fiscalizar os lagares de azeite numa operação a nível nacional.
O objetivo é verificar o cumprimento das normas de funcionamento dos
lagares, desde o licenciamento ao tratamento dos resíduos que resultam
do processo de transformação das azeitonas.
Desde que foi começou a ser feita este tipo de fiscalização, a GNR
garante que se tem verificado um maior cuidado ambiental, o que também
se justifica pelas elevadas coimas em causa.
Só no ano passado, foram detetadas 31 situações de incumprimento, que
originaram multas num valor superior a meio milhão de euros.
A operação" Lagares de Azeite" arrancou no dia 15 de novembro e
termina daqui a um mês.
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2012/12/31/gnr-esta-a-fiscalizar-lagares-de-azeite-em-todo-o-pais
Murça exporta azeite para a China
ARTIGO | SEG, 31/12/2012 - 11:17
A Cooperativa dos Olivicultores de Murça começou a exportar azeite
para a China este ano, para onde enviou o primeiro carregamento de 11
mil litros e rótulos traduzidos para mandarim para chegar a mais
consumidores.
Portugal continua a ser o principal mercado para o azeite de Murça,
mas a Cooperativa Agrícola procura abrir novas portas para a venda dos
seus produtos.
José Aires, um dos responsáveis pela unidade industrial, disse à
agência Lusa que a grande aposta é agora a China.
O primeiro contentor carregado "com 11 mil litros de azeite" seguiu
para o Oriente neste final de ano, mas, segundo o responsável, o
objetivo é exportar com regularidade para aquele país.
José Aires salientou ainda que a cooperativa apostou na tradução dos
rótulos para o mandarim, para chegar ao maior número de consumidores.
O azeite de Murça é ainda vendido para o Canadá, Estados Unidos da
América, Brasil, bem como para países europeus como Suiça, Luxemburgo
ou Alemanha.
Nesta campanha, a Cooperativa de Murça começou sua laboração no final
de novembro, com um atraso comparativamente ao ano anterior.
Devido às condições climatéricas adversas, nomeadamente a seca, a
quebra na produção estimada para esta campanha é da ordem, segundo
José Aires, dos "50%".
De acordo com o responsável, a produção média deste lagar é de "400
mil litros". "Este ano, se produzirmos 200 mil litros já fico
contente", frisou.
http://online.jornaldamadeira.pt/artigos/mur%C3%A7-exporta-azeite-para-china
A Cooperativa dos Olivicultores de Murça começou a exportar azeite
para a China este ano, para onde enviou o primeiro carregamento de 11
mil litros e rótulos traduzidos para mandarim para chegar a mais
consumidores.
Portugal continua a ser o principal mercado para o azeite de Murça,
mas a Cooperativa Agrícola procura abrir novas portas para a venda dos
seus produtos.
José Aires, um dos responsáveis pela unidade industrial, disse à
agência Lusa que a grande aposta é agora a China.
O primeiro contentor carregado "com 11 mil litros de azeite" seguiu
para o Oriente neste final de ano, mas, segundo o responsável, o
objetivo é exportar com regularidade para aquele país.
José Aires salientou ainda que a cooperativa apostou na tradução dos
rótulos para o mandarim, para chegar ao maior número de consumidores.
O azeite de Murça é ainda vendido para o Canadá, Estados Unidos da
América, Brasil, bem como para países europeus como Suiça, Luxemburgo
ou Alemanha.
Nesta campanha, a Cooperativa de Murça começou sua laboração no final
de novembro, com um atraso comparativamente ao ano anterior.
Devido às condições climatéricas adversas, nomeadamente a seca, a
quebra na produção estimada para esta campanha é da ordem, segundo
José Aires, dos "50%".
De acordo com o responsável, a produção média deste lagar é de "400
mil litros". "Este ano, se produzirmos 200 mil litros já fico
contente", frisou.
http://online.jornaldamadeira.pt/artigos/mur%C3%A7-exporta-azeite-para-china
Floresta a saque provoca revolta
Cantanhede: Alvos dos ladrões são pinheiros e eucaliptos
Pinheiros e eucaliptos estão na mira dos assaltantes em Cordinhã,
Cantanhede, onde foram dizimadas, desde Agosto, sete propriedades com
várias centenas de árvores, entre pinhais e eucaliptais. Só num
terreno foram furtadas 200 toneladas de madeira. O prejuízo é superior
a 100 mil euros.
31 Dezembro 2012Nº de votos (1) Comentários (0)
Por:Paula Gonçalves
Procuram os pinhais isolados, cortam as árvores e carregam a madeira.
Há casos em que até fazem estradas para retirar a madeira. "É muito
descaramento. Andam à vontade", diz Arsénio Cavaco, que ficou sem um
eucaliptal com 20 anos. "Levaram os meus e os do meu vizinho".
Apercebeu-se do furto tarde demais: "Só deixaram a lenha para eu
limpar." Fez queixa na GNR, mas o processo foi arquivado. A população
está revoltada e exige medidas. "Isto não pode continuar assim. As
pessoas trabalham uma vida inteira – um pinhal demora 40 a 50 anos a
crescer – e de repente ficam sem nada", diz Adérito Machado,
presidente da Junta de Freguesia de Cordinhã.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/floresta-a-saque-provoca-revolta
Pinheiros e eucaliptos estão na mira dos assaltantes em Cordinhã,
Cantanhede, onde foram dizimadas, desde Agosto, sete propriedades com
várias centenas de árvores, entre pinhais e eucaliptais. Só num
terreno foram furtadas 200 toneladas de madeira. O prejuízo é superior
a 100 mil euros.
31 Dezembro 2012Nº de votos (1) Comentários (0)
Por:Paula Gonçalves
Procuram os pinhais isolados, cortam as árvores e carregam a madeira.
Há casos em que até fazem estradas para retirar a madeira. "É muito
descaramento. Andam à vontade", diz Arsénio Cavaco, que ficou sem um
eucaliptal com 20 anos. "Levaram os meus e os do meu vizinho".
Apercebeu-se do furto tarde demais: "Só deixaram a lenha para eu
limpar." Fez queixa na GNR, mas o processo foi arquivado. A população
está revoltada e exige medidas. "Isto não pode continuar assim. As
pessoas trabalham uma vida inteira – um pinhal demora 40 a 50 anos a
crescer – e de repente ficam sem nada", diz Adérito Machado,
presidente da Junta de Freguesia de Cordinhã.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/floresta-a-saque-provoca-revolta
ERSAR: Portugal tem muito trabalho a fazer nas águas residuais
30-12-2012 às 14:280
Portugal tem «muito trabalho a fazer» para melhorar os serviços de
águas residuais, afirmou hoje o presidente da entidade reguladora do
sector, que está a avaliar a situação dos operadores para ajudar a
definir o investimento complementar necessário.
"No saneamento de águas residuais, o país tem ainda um caminho maior a
percorrer pois não temos a cobertura da população que queremos,
[embora já estejamos] próximos", disse o presidente da Entidade
Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), referindo-se ao
tratamento de águas residuais e ao seu lançamento na natureza.
Jaime Melo Baptista salientou que "há ainda muito trabalho a fazer no
sector dos serviços de águas residuais em termos de algum investimento
complementar e essencialmente uma melhoria de procedimentos
operacionais que se traduzam em melhor eficiência no tratamento, com
menor impacto ambiental".
Para atingir os níveis desejados, falta chegar a cerca de 10% da
população, segundo o responsável, "o que implica algum investimento
que não é só o inicial, em obras, mas essencialmente em renovação e
reabilitação de sistemas".
Quando questionado acerca do valor dos investimentos necessários, Melo
Baptista respondeu que, "para ter estimativas adequadas é necessário
ter um bom conhecimento do estado dos sistemas", por isso, está a ser
realizado um levantamento sobre a qualidade de serviços de todos os
operadores de águas, águas residuais e de resíduos.
Este trabalho vai permitir saber, pela primeira vez, quais os níveis
de eficiência dos serviços prestados, o estado das infra-estruturas, a
adequação de consumos energéticos e outros parâmetros para "avaliar os
investimentos necessários para melhorar o sector".
Assim, 2012 e 2013 são "anos importantes" para ter, com rigor, o
quadro de cada município do país no que respeita à situação do
saneamento e "do que temos de fazer para melhorar os serviços de 386
operadores", explicou o presidente da ERSAR.
Melo Baptista referiu ainda que a qualidade de água fornecida aos
consumidores é de boa qualidade e o objectivo para 2013 é atingir "um
valor de água segura de 99%", a meta definida no Plano Estratégico de
Abastecimento de Água e de Saneamento de Águas Residuais que termina
no próximo ano.
Na área dos resíduos Portugal "tem já um excelente desempenho, com a
cobertura praticamente total do país em termos de recolha e adequado
tratamento, processamento e valorização" do lixo, acrescentou.
A situação dos operadores de gestão de resíduos em alta está estável,
"com grandes unidades de valorização", e a ERSAR vai focar a sua
atenção na revisão dos modelos de regulação económica, incluindo
tarifas mais adequadas ao actual contexto, e analisar a qualidade do
serviço em baixa.
Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=608402
Portugal tem «muito trabalho a fazer» para melhorar os serviços de
águas residuais, afirmou hoje o presidente da entidade reguladora do
sector, que está a avaliar a situação dos operadores para ajudar a
definir o investimento complementar necessário.
"No saneamento de águas residuais, o país tem ainda um caminho maior a
percorrer pois não temos a cobertura da população que queremos,
[embora já estejamos] próximos", disse o presidente da Entidade
Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), referindo-se ao
tratamento de águas residuais e ao seu lançamento na natureza.
Jaime Melo Baptista salientou que "há ainda muito trabalho a fazer no
sector dos serviços de águas residuais em termos de algum investimento
complementar e essencialmente uma melhoria de procedimentos
operacionais que se traduzam em melhor eficiência no tratamento, com
menor impacto ambiental".
Para atingir os níveis desejados, falta chegar a cerca de 10% da
população, segundo o responsável, "o que implica algum investimento
que não é só o inicial, em obras, mas essencialmente em renovação e
reabilitação de sistemas".
Quando questionado acerca do valor dos investimentos necessários, Melo
Baptista respondeu que, "para ter estimativas adequadas é necessário
ter um bom conhecimento do estado dos sistemas", por isso, está a ser
realizado um levantamento sobre a qualidade de serviços de todos os
operadores de águas, águas residuais e de resíduos.
Este trabalho vai permitir saber, pela primeira vez, quais os níveis
de eficiência dos serviços prestados, o estado das infra-estruturas, a
adequação de consumos energéticos e outros parâmetros para "avaliar os
investimentos necessários para melhorar o sector".
Assim, 2012 e 2013 são "anos importantes" para ter, com rigor, o
quadro de cada município do país no que respeita à situação do
saneamento e "do que temos de fazer para melhorar os serviços de 386
operadores", explicou o presidente da ERSAR.
Melo Baptista referiu ainda que a qualidade de água fornecida aos
consumidores é de boa qualidade e o objectivo para 2013 é atingir "um
valor de água segura de 99%", a meta definida no Plano Estratégico de
Abastecimento de Água e de Saneamento de Águas Residuais que termina
no próximo ano.
Na área dos resíduos Portugal "tem já um excelente desempenho, com a
cobertura praticamente total do país em termos de recolha e adequado
tratamento, processamento e valorização" do lixo, acrescentou.
A situação dos operadores de gestão de resíduos em alta está estável,
"com grandes unidades de valorização", e a ERSAR vai focar a sua
atenção na revisão dos modelos de regulação económica, incluindo
tarifas mais adequadas ao actual contexto, e analisar a qualidade do
serviço em baixa.
Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=608402
Bruxelas denuncia práticas desleais na cadeia alimentar
2012.12.31 (00:00) Concorrência
Bruxelas não gostou que o Governo espanhol tomasse a iniciativa de
legislar, por sua conta e risco, de molde a evitar os abusos que a
distribuição comercial comete relativamente aos seus fornecedores. Mas
isso não significa que a Comissão Europeia não esteja disposta a
pôr-lhes cobro. No denominado Livro Verde, um draft sobre práticas
comerciais desleais entre empresas da cadeia de aprovisionamento
retalhista, a Comissão deixa muito clara qual é a sua posição.
"Concentrou-se um poder de negociação considerável nas mãos de um
pequeno número de actores, que em alguns casos abusaram da sua
posição, impondo práticas comerciais desleais", assegura-se nesse
draft. Mas esse não será um problema exclusivo do comércio. O
relatório é contundente nas suas conclusões e considera que essas
práticas representam um fenómeno generalizado em toda a cadeia em
muitos Estados-membro da União Europeia.
Uma das práticas desleais mais difundidas desleais por parte da
indústria é a proibição às cadeias de distribuição de se abastecerem a
partir de outros Estados-Membros, criando a divisão territorial do
Mercado Único.
Quanto aos abusos da parte da distribuição, a Comissão Europeu
destacou no seu documento as condições contratuais ambíguas,
alterações contratuais retroactivas, uso desleal de informações
(pedem-se dados confidenciais para copiar produtos e lançar marcas
brancas), cancelamento da relação comercial sem aviso prévio ou a
obrigação de assumir os custos associados a riscos comerciais. A
Comissão alega ainda que muitas dessas práticas muitas vezes não são
denunciados pelo "factor medo", e que a parte mais débil "teme que uma
reclamação possa provocar o cancelamento da relação comercial".
Assim, de acordo com os inquéritos realizados, 87 por cento dos
fornecedores não toma medidas legais para além de uma conversa com o
seu cliente. Destes, mais de metade (65 por cento) não acciona
quaisquer medidas por medo de represáliad e 50 por cento dúvida a
eficácia das soluções das administrações públicas. Ainda de acordo com
o draft, não há uma protecção suficiente a nível europeu. "A Lei da
Concorrência da UE abrange algumas práticas desleais, mas não todas",
admite-se no documento.
Os reguladores anti-trust da União Europeia anunciaram o
desenvolvimento de um relatório sobre o poder de mercado dos
supermercados e hipermercados com marca própria e determinar se
exercem ou não um poder excessivo, em detrimento das marcas de
fabricante. Por isso, o estudo incidirá sobre a capacidade de escolha
do consumidor e da inovação na indústria alimentar europeia.
"Muitas partes interessadas argumentam que os mercados alimentares
europeus não funcionam bem, mas precisamos de informações mais
detalhadas para avaliar essas alegações", afirmou recentemente, em
comunciado, o vice-presidente da Comissão Europeia e comissão da
Concorrência, Joaquín Almunia, disse em um comunicado. Agora, o draft
do Livro Verde da Comissão e definiu sete princípios de prática leal
que poderão combater as práticas desleais.
O primeiro defende que as partes contratantes (distribuidor e
fornecedor) assegurem que os direitos e obrigações, incluindo as
sanções, devem constar de um contrato assinado pelas partes, claro,
transparente e sem ambiguidades. O segundo refere que o contrato nunca
deve ser verbal e que deve ser sempre reduzido a escrito. Por seu
lado, o terceiro advoga porque é que devem ser consideradas desleais,
todas as alterações que incidam sobre o contrato sempre que as mesmas
sejam introduzidas sem acordo prévio.
O quarto princípio exige que as partes contratantes assumam, sempre
por escrito, a responsabilidade pelos seus próprios riscos, não
tentando, indevidamente, transferi-los para a outra parte, para evitar
assim, por exemplo, que o distribuidor sobrecarregue o fornecedor com
o custo dos furtos no seu estabelecimento, quando é o retalhista que
deve controlar o furto ou o desaparecimento dos produtos.
O quinto princípio defende que os dados recebidos não sejam utilizados
para, por exemplo, desenvolver um produto de marca branca. Enquanto
isso, o sexto diz que partes contratantes devem assegurar condições
justas de rescisão do contrato, e o sétimo princípio refere que, a
menos que seja justificado por razões objectivas de eficiência, as
limitações territoriais ao aprovisionamento não devem ser importas
pelos fornecedores que operam em mais do que um Estado-membro.
FONTE: El Economista
http://www.anilact.pt/informacao-74/6868-bruxelas-denuncia-praticas-desleais-na-cadeia-alimentar
Bruxelas não gostou que o Governo espanhol tomasse a iniciativa de
legislar, por sua conta e risco, de molde a evitar os abusos que a
distribuição comercial comete relativamente aos seus fornecedores. Mas
isso não significa que a Comissão Europeia não esteja disposta a
pôr-lhes cobro. No denominado Livro Verde, um draft sobre práticas
comerciais desleais entre empresas da cadeia de aprovisionamento
retalhista, a Comissão deixa muito clara qual é a sua posição.
"Concentrou-se um poder de negociação considerável nas mãos de um
pequeno número de actores, que em alguns casos abusaram da sua
posição, impondo práticas comerciais desleais", assegura-se nesse
draft. Mas esse não será um problema exclusivo do comércio. O
relatório é contundente nas suas conclusões e considera que essas
práticas representam um fenómeno generalizado em toda a cadeia em
muitos Estados-membro da União Europeia.
Uma das práticas desleais mais difundidas desleais por parte da
indústria é a proibição às cadeias de distribuição de se abastecerem a
partir de outros Estados-Membros, criando a divisão territorial do
Mercado Único.
Quanto aos abusos da parte da distribuição, a Comissão Europeu
destacou no seu documento as condições contratuais ambíguas,
alterações contratuais retroactivas, uso desleal de informações
(pedem-se dados confidenciais para copiar produtos e lançar marcas
brancas), cancelamento da relação comercial sem aviso prévio ou a
obrigação de assumir os custos associados a riscos comerciais. A
Comissão alega ainda que muitas dessas práticas muitas vezes não são
denunciados pelo "factor medo", e que a parte mais débil "teme que uma
reclamação possa provocar o cancelamento da relação comercial".
Assim, de acordo com os inquéritos realizados, 87 por cento dos
fornecedores não toma medidas legais para além de uma conversa com o
seu cliente. Destes, mais de metade (65 por cento) não acciona
quaisquer medidas por medo de represáliad e 50 por cento dúvida a
eficácia das soluções das administrações públicas. Ainda de acordo com
o draft, não há uma protecção suficiente a nível europeu. "A Lei da
Concorrência da UE abrange algumas práticas desleais, mas não todas",
admite-se no documento.
Os reguladores anti-trust da União Europeia anunciaram o
desenvolvimento de um relatório sobre o poder de mercado dos
supermercados e hipermercados com marca própria e determinar se
exercem ou não um poder excessivo, em detrimento das marcas de
fabricante. Por isso, o estudo incidirá sobre a capacidade de escolha
do consumidor e da inovação na indústria alimentar europeia.
"Muitas partes interessadas argumentam que os mercados alimentares
europeus não funcionam bem, mas precisamos de informações mais
detalhadas para avaliar essas alegações", afirmou recentemente, em
comunciado, o vice-presidente da Comissão Europeia e comissão da
Concorrência, Joaquín Almunia, disse em um comunicado. Agora, o draft
do Livro Verde da Comissão e definiu sete princípios de prática leal
que poderão combater as práticas desleais.
O primeiro defende que as partes contratantes (distribuidor e
fornecedor) assegurem que os direitos e obrigações, incluindo as
sanções, devem constar de um contrato assinado pelas partes, claro,
transparente e sem ambiguidades. O segundo refere que o contrato nunca
deve ser verbal e que deve ser sempre reduzido a escrito. Por seu
lado, o terceiro advoga porque é que devem ser consideradas desleais,
todas as alterações que incidam sobre o contrato sempre que as mesmas
sejam introduzidas sem acordo prévio.
O quarto princípio exige que as partes contratantes assumam, sempre
por escrito, a responsabilidade pelos seus próprios riscos, não
tentando, indevidamente, transferi-los para a outra parte, para evitar
assim, por exemplo, que o distribuidor sobrecarregue o fornecedor com
o custo dos furtos no seu estabelecimento, quando é o retalhista que
deve controlar o furto ou o desaparecimento dos produtos.
O quinto princípio defende que os dados recebidos não sejam utilizados
para, por exemplo, desenvolver um produto de marca branca. Enquanto
isso, o sexto diz que partes contratantes devem assegurar condições
justas de rescisão do contrato, e o sétimo princípio refere que, a
menos que seja justificado por razões objectivas de eficiência, as
limitações territoriais ao aprovisionamento não devem ser importas
pelos fornecedores que operam em mais do que um Estado-membro.
FONTE: El Economista
http://www.anilact.pt/informacao-74/6868-bruxelas-denuncia-praticas-desleais-na-cadeia-alimentar
Uvas podres criam vinho de excelência
Colheitas tardias estendem-se ao longo de meses e produzem néctares
únicos. Quanto pior, melhor
Publicado ontem
EDUARDO PINTO
foto EDUARDO PINTO
Vindimas em dezembro dão origem a vinho de qualidade
As uvas estão podres e cobertas de bolor, mas com elas produz-se um
vinho de excelência - o Grandjó Late Harvest, da Real Companhia Velha,
marca que remonta a 1912. As colheitas tardias potenciam o que parecia
estragado.
Os pássaros são os únicos que disputam as uvas de Sérgio Soares,
responsável pela viticultura da Quinta do Casal da Granja, em Alijó.
Dificilmente outro animal lhe pega. Os bagos estão literalmente
podres, cobertos de bolor. "Podridão nobre", prefere o engenheiro, que
justifica: "É nobre porque não cheira a vinagre".
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Vila%20Real&Concelho=Alij%F3&Option=Interior&content_id=2970168
únicos. Quanto pior, melhor
Publicado ontem
EDUARDO PINTO
foto EDUARDO PINTO
Vindimas em dezembro dão origem a vinho de qualidade
As uvas estão podres e cobertas de bolor, mas com elas produz-se um
vinho de excelência - o Grandjó Late Harvest, da Real Companhia Velha,
marca que remonta a 1912. As colheitas tardias potenciam o que parecia
estragado.
Os pássaros são os únicos que disputam as uvas de Sérgio Soares,
responsável pela viticultura da Quinta do Casal da Granja, em Alijó.
Dificilmente outro animal lhe pega. Os bagos estão literalmente
podres, cobertos de bolor. "Podridão nobre", prefere o engenheiro, que
justifica: "É nobre porque não cheira a vinagre".
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Vila%20Real&Concelho=Alij%F3&Option=Interior&content_id=2970168
Fundo Agrícola disponibiliza 19 milhões de euros para mundo rural em Cabo Verde
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
10:43 Domingo, 30 de Dezembro de 2012
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Cidade da Praia, 30 dez (Lusa) -- O Fundo Internacional para o
Desenvolvimento Agrícola (FIDA) vai disponibilizar no próximo ano 19
milhões de euros para o financiamento de um programa de iniciativas
geradoras de rendimento e emprego no mundo rural em Cabo Verde.
Este programa, negociado após a conclusão do Programa Nacional de Luta
Contra a Pobreza (PNLP), também financiado pelo FIDA, visa sobretudo
desenvolver ações de combate à pobreza baseadas no empreendedorismo.
O PNLP teve início em 2000, com três ciclos de quatro anos, todos
financiados pelo FIDA.
http://visao.sapo.pt/fundo-agricola-disponibiliza-19-milhoes-de-euros-para-mundo-rural-em-cabo-verde=f704377
10:43 Domingo, 30 de Dezembro de 2012
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Cidade da Praia, 30 dez (Lusa) -- O Fundo Internacional para o
Desenvolvimento Agrícola (FIDA) vai disponibilizar no próximo ano 19
milhões de euros para o financiamento de um programa de iniciativas
geradoras de rendimento e emprego no mundo rural em Cabo Verde.
Este programa, negociado após a conclusão do Programa Nacional de Luta
Contra a Pobreza (PNLP), também financiado pelo FIDA, visa sobretudo
desenvolver ações de combate à pobreza baseadas no empreendedorismo.
O PNLP teve início em 2000, com três ciclos de quatro anos, todos
financiados pelo FIDA.
http://visao.sapo.pt/fundo-agricola-disponibiliza-19-milhoes-de-euros-para-mundo-rural-em-cabo-verde=f704377
Um elogio à cortiça portuguesa no Wall Street Journal
Sábado, 29 de Dezembro de 2012
Num extenso artigo dedicado à versatilidade e ao vasto potencial da
cortiça, o Wall Street Journal (WSJ) cita diversos protagonistas
portugueses da indústria para demonstrar que a cortiça é um material
do presente e do futuro, ultrapassando largamente a sua aplicação nas
rolhas das garrafas.
Da arquitetura à escultura, passando pela gastronomia, pelo design de
equipamentos e pela indústria aeronáutica e espacial, o jornalista
John Krich garante que a cortiça "é imparável". Citando Guta Moura
Guedes, diretora da Bienal da ExperimentaDesign de Lisboa, o artigo
refere que a cortiça é "tao flexível e amiga do ambiente" que tem tudo
para se tornar a "ferramenta do século XXI".
Vasco Magalhães, da empresa portuense Arquitectos Anónimos que aposta
na cortiça para revestir os edifícios que desenha, conta ao jornalista
que há alguns anos atrás tinham que "subir montanhas para convencer os
clientes" a usar cortiça já que este não era considerado um material
de excelência. "Agora, a cortiça é como a febre de sábado à noite",
acrescenta o arquiteto.
John Krich salienta que a maior parte do material vem de Portugal,
país responsável por metade da produção mundial de cortiça e que
exporta dois terços para o resto do mundo, sendo que neste momento a
cortiça representa 11 por cento das exportações nacionais.
Inovação e sustentabilidade
O artigo destaca também a aposta que tem sido feita na inovação deste
material, dando o exemplo da Corticeira Amorim que desafia designers
de elite a dar novos usos à cortiça. Foi o caso, por exemplo, do
pavilhão da Serpentine Gallery, em Londres, que usou a cortiça
portuguesa como elemento estruturante deste conceituado programa
mundial de arquitetura, uma escolha do gabinete de arquitetura Herzog
& de Meuron e do artista plástico chinês Ai Weiwei.
Outro exemplo referido é a edição deste ano do concurso internacional
de design promovido pelo museu alemão Vitra Design e pelo centro de
design francês Domaine de Boisbuchet onde o desafio foi criar novas
peças a partir de cortiça.
"Fiquei espantado pela variedade de usos que se podem dar à cortiça",
refere o diretor do programa Alexander von Vegesack, citado pelo WSJ,
acrescentando que este material "não produz desperdícios pelo que
encaixa nas exigências atuais de produtos ecológicos."
O jornalista avança como exemplos de outras aplicações de cortiça:
trelas para cães (como aquela que foi oferecida a Barack Obama na
conferencia da NATO em Lisboa), malas idênticas à que Hillary Clinton
levou para casa na mesma visita, chapéus-de-chuva, bolas de futebol,
cadeirões, material de cozinha, objetos de decoração e até berços para
bebés.
"Apenas o começo"
Mas John Krich avisa que este é "apenas o começo" uma vez que a
cortiça está a ser testada noutras áreas. Por exemplo pela Embraer, na
indústria aeronáutica, para melhorar a eficiência e a segurança de
aviões, enquanto a Mercedes-Benz criou uma "luxuosa carroceria" com
acabamentos em cortiça.
O artigo refere ainda o exemplo da NASA que aplica cortiça nas
cápsulas espaciais para melhor a sua capacidade de isolamento térmico,
salientado que as possíveis aplicações do material, no futuro, são
infindáveis.
O jornalista John Krich sublinha que a cortiça portuguesa "venceu a
batalha" contra as tampas e as embalagens de plástico que dominaram a
indústria dos vinhos e a indústria alimentar nos anos 90. A aposta das
campanhas nacionais na sustentabilidade e na qualidade do produto,
convenceram os mercados alterando a perceção mundial e tornando a
cortiça "o material do futuro".
Clique AQUI para ler o artigo do WSJ.:
http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204712904578094940657825254.html?mod=googlenews_wsj
[Notícia sugerida por Maria Manuela Mendes]
http://boasnoticias.clix.pt/noticias_Um-elogio-%C3%A0-corti%C3%A7a-portuguesa-no-Wall-Street-Journal_14010.html
Num extenso artigo dedicado à versatilidade e ao vasto potencial da
cortiça, o Wall Street Journal (WSJ) cita diversos protagonistas
portugueses da indústria para demonstrar que a cortiça é um material
do presente e do futuro, ultrapassando largamente a sua aplicação nas
rolhas das garrafas.
Da arquitetura à escultura, passando pela gastronomia, pelo design de
equipamentos e pela indústria aeronáutica e espacial, o jornalista
John Krich garante que a cortiça "é imparável". Citando Guta Moura
Guedes, diretora da Bienal da ExperimentaDesign de Lisboa, o artigo
refere que a cortiça é "tao flexível e amiga do ambiente" que tem tudo
para se tornar a "ferramenta do século XXI".
Vasco Magalhães, da empresa portuense Arquitectos Anónimos que aposta
na cortiça para revestir os edifícios que desenha, conta ao jornalista
que há alguns anos atrás tinham que "subir montanhas para convencer os
clientes" a usar cortiça já que este não era considerado um material
de excelência. "Agora, a cortiça é como a febre de sábado à noite",
acrescenta o arquiteto.
John Krich salienta que a maior parte do material vem de Portugal,
país responsável por metade da produção mundial de cortiça e que
exporta dois terços para o resto do mundo, sendo que neste momento a
cortiça representa 11 por cento das exportações nacionais.
Inovação e sustentabilidade
O artigo destaca também a aposta que tem sido feita na inovação deste
material, dando o exemplo da Corticeira Amorim que desafia designers
de elite a dar novos usos à cortiça. Foi o caso, por exemplo, do
pavilhão da Serpentine Gallery, em Londres, que usou a cortiça
portuguesa como elemento estruturante deste conceituado programa
mundial de arquitetura, uma escolha do gabinete de arquitetura Herzog
& de Meuron e do artista plástico chinês Ai Weiwei.
Outro exemplo referido é a edição deste ano do concurso internacional
de design promovido pelo museu alemão Vitra Design e pelo centro de
design francês Domaine de Boisbuchet onde o desafio foi criar novas
peças a partir de cortiça.
"Fiquei espantado pela variedade de usos que se podem dar à cortiça",
refere o diretor do programa Alexander von Vegesack, citado pelo WSJ,
acrescentando que este material "não produz desperdícios pelo que
encaixa nas exigências atuais de produtos ecológicos."
O jornalista avança como exemplos de outras aplicações de cortiça:
trelas para cães (como aquela que foi oferecida a Barack Obama na
conferencia da NATO em Lisboa), malas idênticas à que Hillary Clinton
levou para casa na mesma visita, chapéus-de-chuva, bolas de futebol,
cadeirões, material de cozinha, objetos de decoração e até berços para
bebés.
"Apenas o começo"
Mas John Krich avisa que este é "apenas o começo" uma vez que a
cortiça está a ser testada noutras áreas. Por exemplo pela Embraer, na
indústria aeronáutica, para melhorar a eficiência e a segurança de
aviões, enquanto a Mercedes-Benz criou uma "luxuosa carroceria" com
acabamentos em cortiça.
O artigo refere ainda o exemplo da NASA que aplica cortiça nas
cápsulas espaciais para melhor a sua capacidade de isolamento térmico,
salientado que as possíveis aplicações do material, no futuro, são
infindáveis.
O jornalista John Krich sublinha que a cortiça portuguesa "venceu a
batalha" contra as tampas e as embalagens de plástico que dominaram a
indústria dos vinhos e a indústria alimentar nos anos 90. A aposta das
campanhas nacionais na sustentabilidade e na qualidade do produto,
convenceram os mercados alterando a perceção mundial e tornando a
cortiça "o material do futuro".
Clique AQUI para ler o artigo do WSJ.:
http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204712904578094940657825254.html?mod=googlenews_wsj
[Notícia sugerida por Maria Manuela Mendes]
http://boasnoticias.clix.pt/noticias_Um-elogio-%C3%A0-corti%C3%A7a-portuguesa-no-Wall-Street-Journal_14010.html
domingo, 30 de dezembro de 2012
Motoristas de transporte de mercadorias ameaçam "paralisar o país"
Crise
Económico com Lusa
21/12/12 17:50
Os motoristas ao serviço das transportadoras rodoviárias de
mercadorias ameaçaram hoje "paralisar o país", com uma greve de
repercussões superiores à dos estivadores.
Em conferência de imprensa, realizada no Porto, o dirigente da
Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans)
Vítor Pereira disse que vai pedir uma audiência urgência ao secretário
de Estado dos Transportes, a fim de o alertar para a "desumanização"
do setor.
"Caso não haja recuo", se motoristas "continuarem a ser tratados como
peças de camião, poderão chatear-se a sério e paralisar o país",
advertiu o dirigente sindical, explicitando, depois, de se referia
expressamente ao recurso à greve, além de "outras formas de luta". "Há
alturas em que é preciso dizer 'basta'", acrescentou.
Vítor Pereira sublinhou que uma paralisação no transporte rodoviário
de mercadorias "é ainda é mais grave para o país do que as dos
portos", ou seja, dos estivadores, já que uma simples paragem de três
dias deixará as prateleiras dos supermercados vazias e as gasolineiras
sem carburantes.
De entre as "graves situações" que afetam os motoristas de transportes
de mercadorias, sobretudo os das linhas internacionais, incluem-se,
segundo a estrutura sindical, "pressões para que abdiquem do descanso
pondo em risco a segurança própria e dos outros".
Para fazer face à concorrência, um crescente número de transportadores
está a optar por salários-base baixos, pagando um adicional em função
dos quilómetros percorridos, disse Hélder Borges, um dos motoristas
que a Fectrans convidou para participar na conferência de imprensa.
Há empresários que pagam esse adicional sem o declarar ao Fisco,
representando "milhões em fuga aos impostos", assegurou.
Vítor Pereira explicitou que o expediente gera a maior parte dos
problemas com que se debatem os motoristas. Um deles é guiarem mais
horas seguidas do que deviam, para receberem mais, pondo em risco a
sua segurança e de outros utentes da estrada.
Além de chegarem a conduzir 12 a 14 horas, os motoristas evitam
situações de baixa, porque o respetivo subsídio corresponderia apenas
ao salário-base, e arriscam grandes penalizações em casos de
desemprego ou reforma.
"O pagamento ao quilómetro é uma habilidade que a lei proíbe
expressamente e constitui uma forma de pressionar os motoristas para
andarem sem descansar", disse o dirigente sindical, acrescentando que
acaba por fomentar também a concorrência desleal no setor.
Pedro Nunes, um dos vários motoristas chamados pela Fectrans a
explicar o seu dia-a-dia laboral, disse que quem contestar imposições
patronais deste tipo acaba na "jarra", ou seja, a fazer menos
quilómetros, com implicações negativas no montante a receber no final
do mês.
O transporte rodoviário de mercadorias envolve 4.000 a 5.000 empresas
portuguesas, que empregam 35.000 a 50.000 motoristas, segundo
estimativas da Fectrans.
http://economico.sapo.pt/noticias/motoristas-de-transporte-de-mercadorias-ameacam-paralisar-o-pais_159078.html
Económico com Lusa
21/12/12 17:50
Os motoristas ao serviço das transportadoras rodoviárias de
mercadorias ameaçaram hoje "paralisar o país", com uma greve de
repercussões superiores à dos estivadores.
Em conferência de imprensa, realizada no Porto, o dirigente da
Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans)
Vítor Pereira disse que vai pedir uma audiência urgência ao secretário
de Estado dos Transportes, a fim de o alertar para a "desumanização"
do setor.
"Caso não haja recuo", se motoristas "continuarem a ser tratados como
peças de camião, poderão chatear-se a sério e paralisar o país",
advertiu o dirigente sindical, explicitando, depois, de se referia
expressamente ao recurso à greve, além de "outras formas de luta". "Há
alturas em que é preciso dizer 'basta'", acrescentou.
Vítor Pereira sublinhou que uma paralisação no transporte rodoviário
de mercadorias "é ainda é mais grave para o país do que as dos
portos", ou seja, dos estivadores, já que uma simples paragem de três
dias deixará as prateleiras dos supermercados vazias e as gasolineiras
sem carburantes.
De entre as "graves situações" que afetam os motoristas de transportes
de mercadorias, sobretudo os das linhas internacionais, incluem-se,
segundo a estrutura sindical, "pressões para que abdiquem do descanso
pondo em risco a segurança própria e dos outros".
Para fazer face à concorrência, um crescente número de transportadores
está a optar por salários-base baixos, pagando um adicional em função
dos quilómetros percorridos, disse Hélder Borges, um dos motoristas
que a Fectrans convidou para participar na conferência de imprensa.
Há empresários que pagam esse adicional sem o declarar ao Fisco,
representando "milhões em fuga aos impostos", assegurou.
Vítor Pereira explicitou que o expediente gera a maior parte dos
problemas com que se debatem os motoristas. Um deles é guiarem mais
horas seguidas do que deviam, para receberem mais, pondo em risco a
sua segurança e de outros utentes da estrada.
Além de chegarem a conduzir 12 a 14 horas, os motoristas evitam
situações de baixa, porque o respetivo subsídio corresponderia apenas
ao salário-base, e arriscam grandes penalizações em casos de
desemprego ou reforma.
"O pagamento ao quilómetro é uma habilidade que a lei proíbe
expressamente e constitui uma forma de pressionar os motoristas para
andarem sem descansar", disse o dirigente sindical, acrescentando que
acaba por fomentar também a concorrência desleal no setor.
Pedro Nunes, um dos vários motoristas chamados pela Fectrans a
explicar o seu dia-a-dia laboral, disse que quem contestar imposições
patronais deste tipo acaba na "jarra", ou seja, a fazer menos
quilómetros, com implicações negativas no montante a receber no final
do mês.
O transporte rodoviário de mercadorias envolve 4.000 a 5.000 empresas
portuguesas, que empregam 35.000 a 50.000 motoristas, segundo
estimativas da Fectrans.
http://economico.sapo.pt/noticias/motoristas-de-transporte-de-mercadorias-ameacam-paralisar-o-pais_159078.html
Universidade de Évora redescobre exemplar original da planta de café "híbrido de Timor"
14:58 Sexta feira, 21 de dezembro de 2012
Comente
Évora, 21 dez (Lusa) -- A Universidade de Évora anunciou hoje ter
redescoberto a planta original de café do "híbrido de Timor",
identificada nos anos 60 do século passado, mas depois "perdida",
cujos clones permitiram criar variedades resistentes à doença da
ferrugem.
"A planta é conhecida desde os anos 60, mas, no período da ocupação
indonésia de Timor, perdeu-se todo esse conhecimento e referências",
disse hoje à agência Lusa Pedro Nogueira, da Universidade de Évora
(UÉ).
Esse "exemplar único no mundo", ou seja, "a planta original do
'híbrido de Timor'", foi agora redescoberta, graças a um projeto que
envolve os departamentos de Geociências e Economia da UÉ, a
Universidade Nacional de Timor Lorosae (UNTL) e o Centro para a
Investigação da Ferrugem do Café, em Lisboa. "A UÉ já colabora com
Timor desde 2000, em várias áreas de investigação, como a agronomia.
Nesse âmbito, iniciamos este projeto em 2009 e conseguimos, este ano,
identificar a planta", resumiu Pedro Nogueira.
http://expresso.sapo.pt/universidade-de-evora-redescobre-exemplar-original-da-planta-de-cafe-hibrido-de-timor=f775459
Comente
Évora, 21 dez (Lusa) -- A Universidade de Évora anunciou hoje ter
redescoberto a planta original de café do "híbrido de Timor",
identificada nos anos 60 do século passado, mas depois "perdida",
cujos clones permitiram criar variedades resistentes à doença da
ferrugem.
"A planta é conhecida desde os anos 60, mas, no período da ocupação
indonésia de Timor, perdeu-se todo esse conhecimento e referências",
disse hoje à agência Lusa Pedro Nogueira, da Universidade de Évora
(UÉ).
Esse "exemplar único no mundo", ou seja, "a planta original do
'híbrido de Timor'", foi agora redescoberta, graças a um projeto que
envolve os departamentos de Geociências e Economia da UÉ, a
Universidade Nacional de Timor Lorosae (UNTL) e o Centro para a
Investigação da Ferrugem do Café, em Lisboa. "A UÉ já colabora com
Timor desde 2000, em várias áreas de investigação, como a agronomia.
Nesse âmbito, iniciamos este projeto em 2009 e conseguimos, este ano,
identificar a planta", resumiu Pedro Nogueira.
http://expresso.sapo.pt/universidade-de-evora-redescobre-exemplar-original-da-planta-de-cafe-hibrido-de-timor=f775459
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Vinhos da Casa Agrícola Alexandre Relvas com rótulos que ajudam a identificar temperatura ideal
Por Agência Lusa, publicado em 28 Dez 2012 - 17:16 | Actualizado há 4
horas 21 minutos
As garrafas dos vinhos brancos e rosés da Casa Agrícola Alexandre
Relvas (CAAR), no concelho alentejano de Redondo, vão passar a ter
rótulos com tintas especiais que permitem ao consumidor identificar a
temperatura ideal para serem bebidos.
Em Portugal, este tipo de rótulos já é usado "nas cervejas, há muitos
anos", mas é relativamente recente no setor dos vinhos, explicou hoje
Alexandre Relvas à agência Lusa.
"Além da CAAR, há mais uma empresa portuguesa do setor dos vinhos, um
pequeno produtor, que usa uma tecnologia muito parecida nos rótulos de
um vinho seu, mas com outro tipo de tinta", acrescentou.
Para testar esta inovação, a Casa Agrícola Alexandre Relvas começou
por aplicar os rótulos nos "vinhos 'best-sellers'" da empresa, segundo
Alexandre Relvas, referindo-se à gama Montinho São Miguel, o branco e
o rosé.
"Tivemos resultados muito bons", com subidas de "cerca de 20%" nas
vendas dessa gama de vinhos, em comparação com 2001, enquanto, no
geral, "tivemos crescimentos de 10%", disse.
Por isso, revelou Alexandre Relvas, a empresa vitivinícola está agora
a aplicar os novos rótulos no engarrafamento "da colheita de 2012 de
todos os vinhos brancos e rosés".
Estes rótulos nas garrafas de vinho permitem ao consumidor
identificar, com exatidão, o momento em que o conteúdo atinge a
temperatura ideal para ser consumido, divulgou a CAAR.
Numa determinada área do rótulo, existe um logótipo com uma tinta
especial, termocromática, cuja composição reage quando é submetida a
uma temperatura inferior a aproximadamente nove graus, passando de
transparente para azul.
"Estes rótulos são iguais aos outros. A única coisa que os distingue é
terem uma tinta que muda de cor quando o interior da garrafa está
entre os oito e os 11 graus, que é a temperatura ideal a que o nosso
vinho branco e rosé deve ser consumido", precisou Alexandre Relvas.
O responsável destacou que "a qualidade de um vinho e o prazer que
proporciona ao consumidor" são fatores muito ligados "à temperatura a
que é consumido".
"A temperatura ótima de consumo pode fazer com que um vinho seja mais
ou menos agradável", afiançou, reiterando que esta tinta impressa nos
rótulos vai facilitar a vida ao consumidor, ajudando-o a percecionar
"a temperatura do vinho, sem precisar de utensílios, como
termómetros".
A Casa Agrícola Alexandre Relvas foi fundada em 1997 e dedica-se à
produção e comercialização de vinho regional alentejano.
A empresa, de acordo com Alexandre Relvas, começou com uma produção de
"cerca de 50 mil garrafas", em 2004, mas atualmente já produz "perto
de dois milhões".
A CAAR tem uma vertente essencialmente exportadora, já que 75% da sua
produção segue para mercados externos, com destaque para a Bélgica,
Estados Unidos, Holanda e China.
http://www.ionline.pt/boas-noticias/vinhos-da-casa-agricola-alexandre-relvas-rotulos-ajudam-identificar-temperatura-ideal
horas 21 minutos
As garrafas dos vinhos brancos e rosés da Casa Agrícola Alexandre
Relvas (CAAR), no concelho alentejano de Redondo, vão passar a ter
rótulos com tintas especiais que permitem ao consumidor identificar a
temperatura ideal para serem bebidos.
Em Portugal, este tipo de rótulos já é usado "nas cervejas, há muitos
anos", mas é relativamente recente no setor dos vinhos, explicou hoje
Alexandre Relvas à agência Lusa.
"Além da CAAR, há mais uma empresa portuguesa do setor dos vinhos, um
pequeno produtor, que usa uma tecnologia muito parecida nos rótulos de
um vinho seu, mas com outro tipo de tinta", acrescentou.
Para testar esta inovação, a Casa Agrícola Alexandre Relvas começou
por aplicar os rótulos nos "vinhos 'best-sellers'" da empresa, segundo
Alexandre Relvas, referindo-se à gama Montinho São Miguel, o branco e
o rosé.
"Tivemos resultados muito bons", com subidas de "cerca de 20%" nas
vendas dessa gama de vinhos, em comparação com 2001, enquanto, no
geral, "tivemos crescimentos de 10%", disse.
Por isso, revelou Alexandre Relvas, a empresa vitivinícola está agora
a aplicar os novos rótulos no engarrafamento "da colheita de 2012 de
todos os vinhos brancos e rosés".
Estes rótulos nas garrafas de vinho permitem ao consumidor
identificar, com exatidão, o momento em que o conteúdo atinge a
temperatura ideal para ser consumido, divulgou a CAAR.
Numa determinada área do rótulo, existe um logótipo com uma tinta
especial, termocromática, cuja composição reage quando é submetida a
uma temperatura inferior a aproximadamente nove graus, passando de
transparente para azul.
"Estes rótulos são iguais aos outros. A única coisa que os distingue é
terem uma tinta que muda de cor quando o interior da garrafa está
entre os oito e os 11 graus, que é a temperatura ideal a que o nosso
vinho branco e rosé deve ser consumido", precisou Alexandre Relvas.
O responsável destacou que "a qualidade de um vinho e o prazer que
proporciona ao consumidor" são fatores muito ligados "à temperatura a
que é consumido".
"A temperatura ótima de consumo pode fazer com que um vinho seja mais
ou menos agradável", afiançou, reiterando que esta tinta impressa nos
rótulos vai facilitar a vida ao consumidor, ajudando-o a percecionar
"a temperatura do vinho, sem precisar de utensílios, como
termómetros".
A Casa Agrícola Alexandre Relvas foi fundada em 1997 e dedica-se à
produção e comercialização de vinho regional alentejano.
A empresa, de acordo com Alexandre Relvas, começou com uma produção de
"cerca de 50 mil garrafas", em 2004, mas atualmente já produz "perto
de dois milhões".
A CAAR tem uma vertente essencialmente exportadora, já que 75% da sua
produção segue para mercados externos, com destaque para a Bélgica,
Estados Unidos, Holanda e China.
http://www.ionline.pt/boas-noticias/vinhos-da-casa-agricola-alexandre-relvas-rotulos-ajudam-identificar-temperatura-ideal
Programa de Desenvolvimento Rural com execução de 60% em 2012
Por Agência Lusa, publicado em 28 Dez 2012 - 19:52 | Actualizado há 1
hora 53 minutos
Os pagamentos no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER)
chegaram aos 701 milhões de euros e atingiram uma taxa de execução de
60%, anunciou hoje a secretaria de Estado da Agricultura.
"Os pagamentos efetuados no âmbito do PRODER atingem pelo segundo ano
executivo níveis históricos, tanto no que diz respeito ao montante
global pago como em relação à taxa de execução do programa que atinge
60% em 2012", refere comunicado hoje divulgado.
O secretário de Estado da Agricultura assinala que "tem existido uma
forte preocupação em garantir aos agricultores alguma segurança e
estabilidade", razão pela qual em 2012 os pagamentos foram efetuados
"sempre na última semana de cada mês".
Também o saldo de pagamento às regiões mais desfavorecidas,
inicialmente previsto para junho de 2013, será antecipado, permitindo
"fazer todos os pagamentos de 2012 em 2012, trazendo mais clareza aos
agricultores e, uma melhor execução orçamental", refere o documento.
Durante o mês de dezembro foram viabilizados 122 milhões de euros de
despesa pública de PRODER, um valor que inclui "a antecipação do
pagamento do saldo das MZDs (30%) inicialmente previsto para 2013, no
valor de 33,6 milhões de euros e que abrange cerca de 111.000
agricultores, bem como o pagamento de 80 milhões de euros de projetos
de investimento".
Foi também efetuado um pagamento de 13 milhões de euros à EDIA
(Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, SA),
essencial para dar início às obras do perímetro de regadio de São
Pedro, Baleizão e Quintos.
O Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do
Território (MAMAOT) assegura também que "conseguirá pagar a
praticamente todos os agricultores, incluindo aqueles que foram objeto
de controlo, e que no passado recebiam os pagamentos mais
tardiamente".
"Esta melhoria no sistema deve-se a um trabalho de racionalização dos
controlos dentro dos serviços do Ministério e a um esforço para a
concretização dos controlos durante 2012, com o objetivo de contemplar
o máximo possível de agricultores", explica.
http://www.ionline.pt/portugal/programa-desenvolvimento-rural-execucao-60-2012
hora 53 minutos
Os pagamentos no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER)
chegaram aos 701 milhões de euros e atingiram uma taxa de execução de
60%, anunciou hoje a secretaria de Estado da Agricultura.
"Os pagamentos efetuados no âmbito do PRODER atingem pelo segundo ano
executivo níveis históricos, tanto no que diz respeito ao montante
global pago como em relação à taxa de execução do programa que atinge
60% em 2012", refere comunicado hoje divulgado.
O secretário de Estado da Agricultura assinala que "tem existido uma
forte preocupação em garantir aos agricultores alguma segurança e
estabilidade", razão pela qual em 2012 os pagamentos foram efetuados
"sempre na última semana de cada mês".
Também o saldo de pagamento às regiões mais desfavorecidas,
inicialmente previsto para junho de 2013, será antecipado, permitindo
"fazer todos os pagamentos de 2012 em 2012, trazendo mais clareza aos
agricultores e, uma melhor execução orçamental", refere o documento.
Durante o mês de dezembro foram viabilizados 122 milhões de euros de
despesa pública de PRODER, um valor que inclui "a antecipação do
pagamento do saldo das MZDs (30%) inicialmente previsto para 2013, no
valor de 33,6 milhões de euros e que abrange cerca de 111.000
agricultores, bem como o pagamento de 80 milhões de euros de projetos
de investimento".
Foi também efetuado um pagamento de 13 milhões de euros à EDIA
(Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, SA),
essencial para dar início às obras do perímetro de regadio de São
Pedro, Baleizão e Quintos.
O Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do
Território (MAMAOT) assegura também que "conseguirá pagar a
praticamente todos os agricultores, incluindo aqueles que foram objeto
de controlo, e que no passado recebiam os pagamentos mais
tardiamente".
"Esta melhoria no sistema deve-se a um trabalho de racionalização dos
controlos dentro dos serviços do Ministério e a um esforço para a
concretização dos controlos durante 2012, com o objetivo de contemplar
o máximo possível de agricultores", explica.
http://www.ionline.pt/portugal/programa-desenvolvimento-rural-execucao-60-2012
Alimentação trava aumento de preços para manter clientes
inShare
28 de Dezembro, 2012
Leite, pão e café devem manter-se no próximo ano com preços
semelhantes aos de 2012: os industriais do sector admitem que face à
crise têm pouco espaço de manobra para subir preços e preferem perder
margens do que clientes.
"Os industriais continuam a ver as suas margens encurtadas por duas
vias: compram matéria-prima mais cara e vendem produtos com menos
valor acrescentado", disse o presidente da Associação Nacional dos
Industriais de Lacticínios (ANIL), Pedro Pimentel, que acredita que o
preço do leite vai estabilizar.
Pedro Pimentel sublinhou que a indústria enfrenta, por um lado, uma
"forte tendência inflacionista da matéria-prima" (cereais e rações),
que teve grande impacto nas explorações e se deve manter em 2013, e
por outro, um mercado que procura produtos cada vez mais baratos.
"Os produtos praticamente não oscilaram de preço, mas compraram-nos
produtos mais baratos, ou seja vendemos quase os mesmos litros que no
ano anterior, mas ganhámos menos euros", comentou.
Para o presidente da ANIL, a tendência de procura de produtos de gama
mais baixa vai manter-se em 2013, pelo que os preços devem "aumentar
muito moderadamente ou mesmo estabilizar", para não agravar a quebra
nas vendas.
"Vamos ter um ano muito crítico", resumiu.
Também os preços do pão, outro produto de grande consumo, não devem
sofrer grandes oscilações.
O presidente da Associação do Comércio e Indústria da Panificação
(ACIP), Francisco Silva, adiantou à Lusa que falta conhecer ainda
alguns dados essenciais como o preço da farinha e os custos da
energia, mas estima que o pão se mantenha com preços semelhantes aos
de 2011.
"Numa situação tão difícil como esta, o objectivo é manter os preços
para não aumentar os riscos de pobreza e não perder clientes",
justificou, assinalando que a subida também "não foi significativa" em
2012, tendo a indústria perdido "margem e valor" face à "subida
brutal" da energia e das matérias-primas.
"No último ano e meio, a matéria-prima subiu cerca de 70% e a
rectificação dos preços foi apenas de 6 a 7%", salientou Francisco
Silva.
Uma carcaça custa, em média, entre 10 a 16 cêntimos.
Já pagar mais pelo café vai depender muito da decisão de cada empresário.
A Associação Industrial e Comercial do Café não quis falar sobre
preços e a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de
Portugal preferiu também não se alongar sobre a matéria, mas o
presidente da AHRESP, Mário Pereira Gonçalves, admitiu que pode haver
"actualizações" no preço da bica, que custa em média 60 cêntimos.
"O preço mais barato da Europa", salientou.
Ainda assim, as subidas não serão significativas, disse o responsável
da AHRESP, notando que muitos empresários podem também decidir não
aumentar os preços para segurar a clientela.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=65424
28 de Dezembro, 2012
Leite, pão e café devem manter-se no próximo ano com preços
semelhantes aos de 2012: os industriais do sector admitem que face à
crise têm pouco espaço de manobra para subir preços e preferem perder
margens do que clientes.
"Os industriais continuam a ver as suas margens encurtadas por duas
vias: compram matéria-prima mais cara e vendem produtos com menos
valor acrescentado", disse o presidente da Associação Nacional dos
Industriais de Lacticínios (ANIL), Pedro Pimentel, que acredita que o
preço do leite vai estabilizar.
Pedro Pimentel sublinhou que a indústria enfrenta, por um lado, uma
"forte tendência inflacionista da matéria-prima" (cereais e rações),
que teve grande impacto nas explorações e se deve manter em 2013, e
por outro, um mercado que procura produtos cada vez mais baratos.
"Os produtos praticamente não oscilaram de preço, mas compraram-nos
produtos mais baratos, ou seja vendemos quase os mesmos litros que no
ano anterior, mas ganhámos menos euros", comentou.
Para o presidente da ANIL, a tendência de procura de produtos de gama
mais baixa vai manter-se em 2013, pelo que os preços devem "aumentar
muito moderadamente ou mesmo estabilizar", para não agravar a quebra
nas vendas.
"Vamos ter um ano muito crítico", resumiu.
Também os preços do pão, outro produto de grande consumo, não devem
sofrer grandes oscilações.
O presidente da Associação do Comércio e Indústria da Panificação
(ACIP), Francisco Silva, adiantou à Lusa que falta conhecer ainda
alguns dados essenciais como o preço da farinha e os custos da
energia, mas estima que o pão se mantenha com preços semelhantes aos
de 2011.
"Numa situação tão difícil como esta, o objectivo é manter os preços
para não aumentar os riscos de pobreza e não perder clientes",
justificou, assinalando que a subida também "não foi significativa" em
2012, tendo a indústria perdido "margem e valor" face à "subida
brutal" da energia e das matérias-primas.
"No último ano e meio, a matéria-prima subiu cerca de 70% e a
rectificação dos preços foi apenas de 6 a 7%", salientou Francisco
Silva.
Uma carcaça custa, em média, entre 10 a 16 cêntimos.
Já pagar mais pelo café vai depender muito da decisão de cada empresário.
A Associação Industrial e Comercial do Café não quis falar sobre
preços e a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de
Portugal preferiu também não se alongar sobre a matéria, mas o
presidente da AHRESP, Mário Pereira Gonçalves, admitiu que pode haver
"actualizações" no preço da bica, que custa em média 60 cêntimos.
"O preço mais barato da Europa", salientou.
Ainda assim, as subidas não serão significativas, disse o responsável
da AHRESP, notando que muitos empresários podem também decidir não
aumentar os preços para segurar a clientela.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=65424
Gastos com ambiente subiram 16% entre 2005 e 2010
LUSA 27/12/2012 - 14:18
99 quilogramas de resíduos sólidos por habitante foram incinerados
NELSON GARRIDO
A despesa das administrações públicas destinada à gestão e protecção
do ambiente cresceu 16% entre 2005 e 2010, quando chegou aos 101 euros
por habitante, mas caiu no último ano, divulgou o INE.
Segundo os Indicadores Sociais de 2011, divulgados pelo Instituto
Nacional de Estatística (INE), em cinco anos o valor gasto para a área
do ambiente pelas administrações públicas passou de 87 euros para 101
euros por habitante.
Porém, em 2010, a despesa consolidada das administrações públicas para
esta área desceu 21% quando comparada com os valores do ano anterior.
O INE refere que, em 2010, os sistemas de abastecimento de água
serviam 95% da população, enquanto a drenagem de águas residuais
chegava a 84% dos residentes e o tratamento de águas residuais a 73%.
Quanto ao destino do lixo, 99 quilogramas de resíduos sólidos por
habitante foram incinerados, menos do que os 108 quilos apurados para
a média dos Estados membros da União Europeia.
http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/gastos-com-ambiente-subiram-16-entre-2005-e-2010-1578751
99 quilogramas de resíduos sólidos por habitante foram incinerados
NELSON GARRIDO
A despesa das administrações públicas destinada à gestão e protecção
do ambiente cresceu 16% entre 2005 e 2010, quando chegou aos 101 euros
por habitante, mas caiu no último ano, divulgou o INE.
Segundo os Indicadores Sociais de 2011, divulgados pelo Instituto
Nacional de Estatística (INE), em cinco anos o valor gasto para a área
do ambiente pelas administrações públicas passou de 87 euros para 101
euros por habitante.
Porém, em 2010, a despesa consolidada das administrações públicas para
esta área desceu 21% quando comparada com os valores do ano anterior.
O INE refere que, em 2010, os sistemas de abastecimento de água
serviam 95% da população, enquanto a drenagem de águas residuais
chegava a 84% dos residentes e o tratamento de águas residuais a 73%.
Quanto ao destino do lixo, 99 quilogramas de resíduos sólidos por
habitante foram incinerados, menos do que os 108 quilos apurados para
a média dos Estados membros da União Europeia.
http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/gastos-com-ambiente-subiram-16-entre-2005-e-2010-1578751
Associação de jovens agricultores nos Açores admite entraves à criação de novas empresas
12:29 Quinta feira, 27 de dezembro de 2012
Ponta Delgada, 27 dez (Lusa) -- O presidente da Associação de Jovens
Agricultores Micaelenses, nos Açores, Hélio Carreiro, considerou hoje
que "há entraves" à criação de novas empresas agrícolas na região,
apelando ao empenho de todos para o sucesso do setor.
"Há entraves na agricultura, mas julgo que haverá sempre empenho de
todas as partes para que juntos possamos trabalhar para o sucesso do
setor", afirmou Hélio Carreiro, após uma audiência com o Presidente do
Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, em Ponta Delgada.
O dirigente agrícola lembrou que os entraves à criação de novas
empresas agrícolas nas ilhas passam pelo "custo dos fatores de
produção, acesso às terras e restrições impostas pela banca".
http://expresso.sapo.pt/associacao-de-jovens-agricultores-nos-acores-admite-entraves-a-criacao-de-novas-empresas=f776078
Ponta Delgada, 27 dez (Lusa) -- O presidente da Associação de Jovens
Agricultores Micaelenses, nos Açores, Hélio Carreiro, considerou hoje
que "há entraves" à criação de novas empresas agrícolas na região,
apelando ao empenho de todos para o sucesso do setor.
"Há entraves na agricultura, mas julgo que haverá sempre empenho de
todas as partes para que juntos possamos trabalhar para o sucesso do
setor", afirmou Hélio Carreiro, após uma audiência com o Presidente do
Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, em Ponta Delgada.
O dirigente agrícola lembrou que os entraves à criação de novas
empresas agrícolas nas ilhas passam pelo "custo dos fatores de
produção, acesso às terras e restrições impostas pela banca".
http://expresso.sapo.pt/associacao-de-jovens-agricultores-nos-acores-admite-entraves-a-criacao-de-novas-empresas=f776078
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