A Rioforte, empresa que controla os bens do Grupo Espírito Santo,
vendeu participação a empresa alemã
Rioforte detém 135 mil hectares
D.R.
31/01/2013 | 09:51 | Dinheiro Vivo
A Rioforte, empresa que controla quase 3.2 mil milhões de euros em
ativos do grupo Espírito Santo, está à procura de investidores para
alguns dos seus negócios, que incluem imobiliário, energia e
agricultura. A notícia foi dada esta manhã pela agência Bloomberg e
acrescenta que a Rioforte vendeu uma participação minoritária na
Paraguay Agricultural Corp ao grupo alemão de desevolvimento Deutsche
Investitions und Entwicklungsgesellschaft.
A Bloomberg cita a CEO da Rioforte, João Pena, que em Lisboa disse
esperar "mais negócios" parecidos com este durante 2013. A venda,
acrescentou, tem um objetivo: aumentar a produção de soja nos 135 mil
hectares que a Rioforte detém no Paraguai Apesar de estar à procura de
investidores, a Rioforte não tem planos para entrar em bolsa este ano,
desmentindo um IPO (Oferta Pública Inicial) que, segundo a Bloomberg,
chegou a estar previsto.
Para além da agricultura, a Rioforte concentra as participações do
Espírito Santo nas áreas de turismo - onde detém os hotéis Tivoli - e
na Energias Renováveis do Brasil, empresa do grupo EDP. "Há muitos
investidores que nos vêm bater à porta, mas não estamos a vender
ativos", acrescentando que a Rioforte está, apenas, à procura de
parceiros para os seus negócios.
http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO096720.html
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Regime de distribuição de fruta nas escolas na UE: um êxito
No Conselho (Agricultura) de 28 de Janeiro de 2013, a Comissão
apresentou uma avaliação dos três primeiros anos de funcionamento do
regime europeu de distribuição de alimentos nas escolas. Os primeiros
resultados apontam para o êxito deste regime.
Este regime à escala da UE disponibiliza fruta e legumes frescos, bem
como produtos transformados, aos alunos das escolas. A distribuição é
acompanhada de campanhas de informação para explicar os benefícios do
consumo de fruta e legumes para a saúde e reforçar a relação com a
agricultura através, nomeadamente, de visitas a quintas e de sessões
de jardinagem.
O relatório de avaliação revela que, no ano lectivo 2010/2011, mais de
8 milhões de crianças e jovens e 54 000 escolas beneficiaram do regime
de distribuição de fruta nas escolas, lançado em 2009. Os resultados a
curto prazo indicam que o regime conduziu a um aumento da quantidade
de fruta e produtos hortícolas consumidos pelos mais jovens, e que, se
tiver continuidade, poderá ter uma influência duradoura nos seus
hábitos alimentares.
O principal objectivo é prevenir e combater o excesso de peso e a
obesidade. Na União Europeia há 22 milhões de crianças e jovens com
excesso de peso e 5,1 milhões de obesos, e estes números estão a
aumentar. O alvo do regime são as crianças e jovens, desde as creches
às escolas secundárias, e em especial os alunos dos 6 aos 10 anos e os
alunos de meios sociais desfavorecidos, que tendencialmente consomem
menos fruta e legumes.
Os fundos da UE co-financiam os programas nacionais até 50%, podendo
ir até 75% nas regiões mais pobres da União. O restante é financiado
pelos Estados-Membros e/ou por contribuições privadas. Neste momento,
participam no regime 24 Estados-Membros. O regime veio também criar
uma maior procura de fruta e legumes.
Fonte: Conselho UE
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/31e.htm
apresentou uma avaliação dos três primeiros anos de funcionamento do
regime europeu de distribuição de alimentos nas escolas. Os primeiros
resultados apontam para o êxito deste regime.
Este regime à escala da UE disponibiliza fruta e legumes frescos, bem
como produtos transformados, aos alunos das escolas. A distribuição é
acompanhada de campanhas de informação para explicar os benefícios do
consumo de fruta e legumes para a saúde e reforçar a relação com a
agricultura através, nomeadamente, de visitas a quintas e de sessões
de jardinagem.
O relatório de avaliação revela que, no ano lectivo 2010/2011, mais de
8 milhões de crianças e jovens e 54 000 escolas beneficiaram do regime
de distribuição de fruta nas escolas, lançado em 2009. Os resultados a
curto prazo indicam que o regime conduziu a um aumento da quantidade
de fruta e produtos hortícolas consumidos pelos mais jovens, e que, se
tiver continuidade, poderá ter uma influência duradoura nos seus
hábitos alimentares.
O principal objectivo é prevenir e combater o excesso de peso e a
obesidade. Na União Europeia há 22 milhões de crianças e jovens com
excesso de peso e 5,1 milhões de obesos, e estes números estão a
aumentar. O alvo do regime são as crianças e jovens, desde as creches
às escolas secundárias, e em especial os alunos dos 6 aos 10 anos e os
alunos de meios sociais desfavorecidos, que tendencialmente consomem
menos fruta e legumes.
Os fundos da UE co-financiam os programas nacionais até 50%, podendo
ir até 75% nas regiões mais pobres da União. O restante é financiado
pelos Estados-Membros e/ou por contribuições privadas. Neste momento,
participam no regime 24 Estados-Membros. O regime veio também criar
uma maior procura de fruta e legumes.
Fonte: Conselho UE
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/31e.htm
Alheira de Mirandela “rainha” durante um mês em Trás-os-Montes e no Porto
Por Agência Lusa, publicado em 29 Jan 2013 - 17:24 | Actualizado há 2
dias 16 horas
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A Alheira de Mirandela, uma das Sete Maravilhas da Gastronomia
Portuguesa, vai estar em destaque durante um mês numa feira que terá
uma extensão no Porto e que levará ao consumidor um dos mais
conhecidos enchidos e a culinária a eles associada.
O edifício da Alfândega, na zona ribeirinha do Porto, será durante
três dias, entre sexta e domingo, "a embaixada temporária das melhores
tradições transmontanas, patentes neste produto certificado e também
na diversidade gastronómica regional, representada por vários
restaurantes, divulgou hoje a autarquia de Mirandela.
O propósito é dar "a conhecer a um público urbano as raízes e saberes
de uma região que desperta cada vez mais interesse", e que tem na
Alheira de Mirandela "um dos produtos tradicionais mais apreciados
pelos portugueses, que a declararam vencedora das Sete Maravilhas da
Gastronomia Portuguesa".
A feira prossegue mais tarde, nos fins de semana de 24 e 25 de
fevereiro e de 02 e 03 de março, no Parque do Império de Mirandela,
onde, além da venda e degustação da alheira e da presença de vários
produtores, se vai realizar uma mostra de produtos e artesanato
regionais e animação.
A história deste enchido terá mais de cinco séculos, segundo os
responsáveis locais, e assume-se na atualidade como um dos produtos
regionais com maior peso económico na região Norte.
Segundo dados divulgados recentemente à Lusa pela Direção Regional de
Agricultura e Pescas do Norte, a alheira de Mirandela representa "um
negócio de 30 milhões de euros por ano", só no concelho transmontano
de origem.
O negócio deste enchido certificado movimenta mais dinheiro apenas no
concelho de Mirandela do que os 27 milhões de euros gerados, no ano de
2011, pelo azeite de todo o Trás-os-Montes, a segunda região com maior
produção em Portugal, a seguir ao Alentejo.
Do Minho a Trás-os-Montes existem quase 40 produtos regionais da área
agroalimentar distinguidos pela União Europeia com certificado de
qualidade, que movimentam valores "na ordem dos 200 milhões de euros
anualmente" na região Norte, segundo a fonte.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
aplicado pela agência Lusa
http://www.ionline.pt/boas-noticias/alheira-mirandela-rainha-durante-mes-tras-os-montes-no-porto
dias 16 horas
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Imagem
A Alheira de Mirandela, uma das Sete Maravilhas da Gastronomia
Portuguesa, vai estar em destaque durante um mês numa feira que terá
uma extensão no Porto e que levará ao consumidor um dos mais
conhecidos enchidos e a culinária a eles associada.
O edifício da Alfândega, na zona ribeirinha do Porto, será durante
três dias, entre sexta e domingo, "a embaixada temporária das melhores
tradições transmontanas, patentes neste produto certificado e também
na diversidade gastronómica regional, representada por vários
restaurantes, divulgou hoje a autarquia de Mirandela.
O propósito é dar "a conhecer a um público urbano as raízes e saberes
de uma região que desperta cada vez mais interesse", e que tem na
Alheira de Mirandela "um dos produtos tradicionais mais apreciados
pelos portugueses, que a declararam vencedora das Sete Maravilhas da
Gastronomia Portuguesa".
A feira prossegue mais tarde, nos fins de semana de 24 e 25 de
fevereiro e de 02 e 03 de março, no Parque do Império de Mirandela,
onde, além da venda e degustação da alheira e da presença de vários
produtores, se vai realizar uma mostra de produtos e artesanato
regionais e animação.
A história deste enchido terá mais de cinco séculos, segundo os
responsáveis locais, e assume-se na atualidade como um dos produtos
regionais com maior peso económico na região Norte.
Segundo dados divulgados recentemente à Lusa pela Direção Regional de
Agricultura e Pescas do Norte, a alheira de Mirandela representa "um
negócio de 30 milhões de euros por ano", só no concelho transmontano
de origem.
O negócio deste enchido certificado movimenta mais dinheiro apenas no
concelho de Mirandela do que os 27 milhões de euros gerados, no ano de
2011, pelo azeite de todo o Trás-os-Montes, a segunda região com maior
produção em Portugal, a seguir ao Alentejo.
Do Minho a Trás-os-Montes existem quase 40 produtos regionais da área
agroalimentar distinguidos pela União Europeia com certificado de
qualidade, que movimentam valores "na ordem dos 200 milhões de euros
anualmente" na região Norte, segundo a fonte.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
aplicado pela agência Lusa
http://www.ionline.pt/boas-noticias/alheira-mirandela-rainha-durante-mes-tras-os-montes-no-porto
“Os Verdes” prometem combate à expansão do eucalipto
Dados revelados hoje pela versão preliminar do inventário florestal de
2010 mostram que o eucalipto se tornou a primeira espécie da floresta
nacional. Um dado que não surpreende mas que muito preocupa o PEV. Há
muito que "Os Verdes" vinham a constatar e a denunciar esta
predominância no terreno e a alertar para as consequências negativas
que ela implica, em termos ambientais, sociais e económicas.
A expansão do eucalipto em Portugal, que "Os Verdes" contestam desde
os anos 80, teve uma expressão mais acentuada nestes últimos anos, em
grande parte devido ao abandono da agricultura e do mundo rural. As
terras não cultivadas são apetecíveis para a indústria de celulose que
faz uma pressão constante sobre os pequenos proprietários por forma a
fomentar o plantio de eucaliptos. Por seu lado, os pequenos
proprietários são um alvo fácil desta pressão, tanto mais que ela lhes
garante alguma rentabilidade sem grande necessidade de investimento e
manutenção.
Os incêndios que têm lavrado no país são, por um lado, fruto e
consequência desta eucaliptização, mas também têm vindo a criar
condições para a expansão do eucalipto. Uma situação que se tem
agravado com a permissividade política que tem reinado em relação à
reflorestação de áreas ardidas com eucalipto, com a falta de uma
política de ordenamento florestal eficaz e com uma clara promoção da
floresta de cariz industrial/celulose em relação à floresta multiuso e
de espécies autóctones. O que se tem traduzido pela facilitação de
reflorestação de áreas ardidas com eucalipto tanto pela própria
entidade florestal nacional como também pelas autarquias que, ao
licenciarem as áreas menores, sem controlo das zonas envolventes, têm
facilitado o surgimento de manchas contínuas.
As consequências desta política são devastadoras em termos ambientais,
não só pela fragilidade em que a floresta e o território ficam perante
os incêndios, mas também ao nível da perda de biodiversidade, do
esgotamento de aquíferos e do empobrecimento dos solos, contribuindo
tudo isto para que o despovoamento das regiões, nomeadamente no
interior do país.
"Os Verdes" estão ainda preocupados com o possível agravamento da
situação, caso as intenções do Governo se venha a concretizar com a
alteração da Lei sobre Arborização e Rearborização no sentido de se
liberalizar ainda mais o plantio do eucalipto. Já no final de Agosto,
"Os Verdes" desenvolveram uma iniciativa junto da Ministra da
Agricultura, no sentido de contestar a intenção de liberalização do
eucalipto (junto se anexam os postais entregues pelo PEV à Ministra,
na altura). "Os Verdes" comprometem-se a travar novas lutas nesta
área.
Lisboa, 30 de Janeiro de 2013
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/31.htm
2010 mostram que o eucalipto se tornou a primeira espécie da floresta
nacional. Um dado que não surpreende mas que muito preocupa o PEV. Há
muito que "Os Verdes" vinham a constatar e a denunciar esta
predominância no terreno e a alertar para as consequências negativas
que ela implica, em termos ambientais, sociais e económicas.
A expansão do eucalipto em Portugal, que "Os Verdes" contestam desde
os anos 80, teve uma expressão mais acentuada nestes últimos anos, em
grande parte devido ao abandono da agricultura e do mundo rural. As
terras não cultivadas são apetecíveis para a indústria de celulose que
faz uma pressão constante sobre os pequenos proprietários por forma a
fomentar o plantio de eucaliptos. Por seu lado, os pequenos
proprietários são um alvo fácil desta pressão, tanto mais que ela lhes
garante alguma rentabilidade sem grande necessidade de investimento e
manutenção.
Os incêndios que têm lavrado no país são, por um lado, fruto e
consequência desta eucaliptização, mas também têm vindo a criar
condições para a expansão do eucalipto. Uma situação que se tem
agravado com a permissividade política que tem reinado em relação à
reflorestação de áreas ardidas com eucalipto, com a falta de uma
política de ordenamento florestal eficaz e com uma clara promoção da
floresta de cariz industrial/celulose em relação à floresta multiuso e
de espécies autóctones. O que se tem traduzido pela facilitação de
reflorestação de áreas ardidas com eucalipto tanto pela própria
entidade florestal nacional como também pelas autarquias que, ao
licenciarem as áreas menores, sem controlo das zonas envolventes, têm
facilitado o surgimento de manchas contínuas.
As consequências desta política são devastadoras em termos ambientais,
não só pela fragilidade em que a floresta e o território ficam perante
os incêndios, mas também ao nível da perda de biodiversidade, do
esgotamento de aquíferos e do empobrecimento dos solos, contribuindo
tudo isto para que o despovoamento das regiões, nomeadamente no
interior do país.
"Os Verdes" estão ainda preocupados com o possível agravamento da
situação, caso as intenções do Governo se venha a concretizar com a
alteração da Lei sobre Arborização e Rearborização no sentido de se
liberalizar ainda mais o plantio do eucalipto. Já no final de Agosto,
"Os Verdes" desenvolveram uma iniciativa junto da Ministra da
Agricultura, no sentido de contestar a intenção de liberalização do
eucalipto (junto se anexam os postais entregues pelo PEV à Ministra,
na altura). "Os Verdes" comprometem-se a travar novas lutas nesta
área.
Lisboa, 30 de Janeiro de 2013
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/31.htm
Governo: Vieira e Brito "conhece muito bem" trabalho da nova secretaria - CAP
Lusa
22:52 Quinta feira, 31 de janeiro de 2013
Lisboa, 31 jan (Lusa) - O presidente da Confederação dos Agricultores
de Portugal (CAP), João Machado, considerou hoje que o secretário de
Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar, nova pasta hoje
anunciada, "conhece muito bem" o trabalho a desenvolver na área.
Alexandre Nuno de Vieira e Brito, o novo secretário de Estado, "já era
diretor-geral" na área e tem conhecimentos sobre o setor, disse o
dirigente da CAP.
"[Vieira e Brito] é alguém que conhece muito bem o trabalho que deve
ser feito ao nivel da segurança alimentar, da qualidade e sanidade
animal", considerou João Machado, em declarações à agência Lusa.
http://expresso.sapo.pt/governo-vieira-e-brito-conhece-muito-bem-trabalho-da-nova-secretaria-cap=f783862
22:52 Quinta feira, 31 de janeiro de 2013
Lisboa, 31 jan (Lusa) - O presidente da Confederação dos Agricultores
de Portugal (CAP), João Machado, considerou hoje que o secretário de
Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar, nova pasta hoje
anunciada, "conhece muito bem" o trabalho a desenvolver na área.
Alexandre Nuno de Vieira e Brito, o novo secretário de Estado, "já era
diretor-geral" na área e tem conhecimentos sobre o setor, disse o
dirigente da CAP.
"[Vieira e Brito] é alguém que conhece muito bem o trabalho que deve
ser feito ao nivel da segurança alimentar, da qualidade e sanidade
animal", considerou João Machado, em declarações à agência Lusa.
http://expresso.sapo.pt/governo-vieira-e-brito-conhece-muito-bem-trabalho-da-nova-secretaria-cap=f783862
Perfil de Alexandre Baptista de Vieira e Brito
ANA RUTE SILVA 31/01/2013 - 20:44
Pedro Passos Coelho escolheu Alexandre Baptista de Vieira e Brito, de
52 anos, para liderar a nova Secretaria de Estado da Alimentação e da
Investigação Agro-alimentar, que ficará sob alçada do Ministério da
Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.
A nova estrutura passa a gerir todos os aspectos que têm a ver com a
fiscalização e controlo sanitário alimentar. Além disso, sinaliza o
papel do sector agro-alimentar como "motor das exportações".
Alexandre Vieira e Brito deixa, assim, o cargo de director-geral de
Alimentação e Veterinária, que ocupa desde Abril de 2012. Antes tinha
assumido a direcção da Autoridade Sanitária Veterinária. É doutorado
em Ciências Veterinárias pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto
Douro e foi vice-presidente do Instituto Politécnico de Viana do
Castelo. Deu aulas de Ciências Animais na Escola Superior Agrícola de
Ponte de Lima.
http://www.publico.pt/politica/noticia/perfil-de-alexandre-baptista-de-vieira-e-brito-1582869
Pedro Passos Coelho escolheu Alexandre Baptista de Vieira e Brito, de
52 anos, para liderar a nova Secretaria de Estado da Alimentação e da
Investigação Agro-alimentar, que ficará sob alçada do Ministério da
Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.
A nova estrutura passa a gerir todos os aspectos que têm a ver com a
fiscalização e controlo sanitário alimentar. Além disso, sinaliza o
papel do sector agro-alimentar como "motor das exportações".
Alexandre Vieira e Brito deixa, assim, o cargo de director-geral de
Alimentação e Veterinária, que ocupa desde Abril de 2012. Antes tinha
assumido a direcção da Autoridade Sanitária Veterinária. É doutorado
em Ciências Veterinárias pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto
Douro e foi vice-presidente do Instituto Politécnico de Viana do
Castelo. Deu aulas de Ciências Animais na Escola Superior Agrícola de
Ponte de Lima.
http://www.publico.pt/politica/noticia/perfil-de-alexandre-baptista-de-vieira-e-brito-1582869
Perfil de Paulo Lemos
RICARDO GARCIA 31/01/2013 - 20:47
Aos 49 anos, Paulo Lemos, o novo secretário de Estado do Ambiente e do
Ordenamento do Território, soma um longo currículo na área do
ambiente, tendo ocupado posições diversas em diferentes governos do
PSD.
Esteve ligado tanto ao ressurgimento do movimento ambientalista nos
anos 1980 – foi um dos fundadores da associação GEOTA – como da nova
política ambiental, que tomou impulso na mesma década.
Esteve na Comissão Nacional para o Ano Europeu do Ambiente, no antigo
Instituto Nacional do Ambiente, na Direcção Regional do Ambiente e
Ordenamento do Território de Lisboa e Vale do Tejo.
Foi assessor do ministro Carlos Borrego e, mais tarde, do secretário
de Estado Jorge Moreira da Silva, actual vice-presidente do PSD. Paulo
Lemos desenvolveu parte do seu trabalho na área internacional, tendo
passado seis anos na Representação Permanente de Portugal em Bruxelas,
antes de ser chamado para o gabinete de Assunção Cristas, em 2011.
Era, actualmente, subdirector-geral da Agência Portuguesa do Ambiente
– entidade que agora tutelará. Nas últimas semanas, o seu nome estava
a circular como provável substituto do inspector-geral da Agricultura,
Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, que se demitiu em Dezembro.
http://www.publico.pt/politica/noticia/perfil-de-paulo-lemos-1582870
Aos 49 anos, Paulo Lemos, o novo secretário de Estado do Ambiente e do
Ordenamento do Território, soma um longo currículo na área do
ambiente, tendo ocupado posições diversas em diferentes governos do
PSD.
Esteve ligado tanto ao ressurgimento do movimento ambientalista nos
anos 1980 – foi um dos fundadores da associação GEOTA – como da nova
política ambiental, que tomou impulso na mesma década.
Esteve na Comissão Nacional para o Ano Europeu do Ambiente, no antigo
Instituto Nacional do Ambiente, na Direcção Regional do Ambiente e
Ordenamento do Território de Lisboa e Vale do Tejo.
Foi assessor do ministro Carlos Borrego e, mais tarde, do secretário
de Estado Jorge Moreira da Silva, actual vice-presidente do PSD. Paulo
Lemos desenvolveu parte do seu trabalho na área internacional, tendo
passado seis anos na Representação Permanente de Portugal em Bruxelas,
antes de ser chamado para o gabinete de Assunção Cristas, em 2011.
Era, actualmente, subdirector-geral da Agência Portuguesa do Ambiente
– entidade que agora tutelará. Nas últimas semanas, o seu nome estava
a circular como provável substituto do inspector-geral da Agricultura,
Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, que se demitiu em Dezembro.
http://www.publico.pt/politica/noticia/perfil-de-paulo-lemos-1582870
PSD e CDS levam ao Parlamento uma espécie de TV Rural
ROMANA BORJA-SANTOS , SOFIA RODRIGUES e MARIA LOPES 31/01/2013 - 10:06
Em cerca de 30 minutos, a Assembleia da República vai revisitar nesta
quinta-feira os prós e os contras de a RTP recuperar um programa como
o TV Rural. A proposta de um programa assim é do PSD e do CDS-PP, que
submeteram um projecto de resolução, a que os restantes partidos já se
opuseram.
Há uma linha que separa um deputado de um programador de televisão?
A maioria parlamentar PSD/CDS-PP recomenda ao Governo, num projecto de
resolução que será debatido nesta quinta-feira no Parlamento, a
recuperação de um programa televisivo da RTP do tipo TV Rural (emitido
entre 1960 e 1990) como forma de cumprir o serviço público. Toda a
oposição condena a medida considerando-a uma "ingerência" na
programação da televisão do Estado.
O projecto de resolução do PSD e do CDS-PP (disponível em PDF)
recomenda ao Governo que "promova a realização e a emissão em canal
aberto de serviço público de um programa televisivo semanal sobre
Agricultura e Mar". A ideia dos proponentes é que tal programa
contribua para divulgar e "estimular iniciativas de criação local de
pequenas unidades com actividades conexas ao sector primário". E que
promova "um mundo rural nacional, cada vez mais distante dos grandes
centros urbanos" bem como "a aproximação dos produtos ao mercado e
destes aos consumidores".
"A ideia é voltar a ter um programa de informação sobre agricultura e
pescas do qual todos se recordam, numa altura em que estamos a apostar
neste sector, que é dos poucos da nossa economia que estão a crescer.
Será mais uma ferramenta ao serviço do sector primário", tinha
explicado o deputado social-democrata Pedro do Ó Ramos, um dos autores
da iniciativa que será debatida na tarde desta quinta-feira.
O parlamentar aludia ao programa TV Rural, transmitido durante 40 anos
pela RTP e que chegou a ser um dos de maior longevidade na Europa. O
ínicio do programa de despedida, apresentado como sempre por Sousa
Veloso, pode ser recordado no Youtube.
Contudo, o deputado rejeita que esta proposta represente uma
"ingerência" na RTP ou na RDP – como sugeriram os partidos da
oposição, à excepção do PCP, que não quis pronunciar-se.
No projecto entregue na Assembleia da República, sociais-democratas e
centristas recordam o pioneiro programa Diário Rural emitido entre
1964 e 1993 pelo Rádio Clube Português e o "TV Rural", apresentado por
Sousa Veloso, que passou na RTP entre 6 de Dezembro de 1960 e 15 de
Setembro de 1990. "Nas emissões de 'TV Rural', feitas um pouco por
todo o país, surgiram e foram divulgadas as novas técnicas da
agricultura, ao mesmo tempo que era dada voz aos problemas dos
agricultores. Foi considerado, durante muito tempo, uma mais-valia na
produção agrícola familiar, contribuindo para a partilha de informação
entre a comunidade agrícola", insistem os autores da proposta.
Os partidos referem, ainda, o programa "Portugal da Terra ao Mar" que
passou em 2005 na RTP2, para defenderem que posteriormente não surgiu
nenhum espaço alternativo "com cobertura nacional, que possua um
programa regular, com periodicidade mínima semanal, dedicado às
temáticas da agricultura e do mar". E sublinham que o sector primário
é "estruturante e estratégico" para a economia portuguesa, podendo a
sua divulgação estimular mais iniciativas e o consumo de produtos.
Posição do Sindicato dos Jornalistas
O Sindicato dos Jornalistas também já classificou de "infeliz",
"chocante, absolutamente inadmissível e inconstitucional" a proposta
da bancada dos partidos da coligação. A direcção daquela estrutura
sindical diz que foi com "enorme perplexidade e profundo repúdio" que
se apercebeu do conteúdo da recomendação ao Governo.
Afirmando nada ter contra as "preocupações de natureza cultural e
cívica" dos deputados sobre as "lacunas e necessidades" do serviço
público, o sindicato diz que é "chocante, absolutamente inadmissível e
inconstitucional" que o façam através de uma recomendação ao Governo.
Porque isso é uma clara ingerência na orientação da programação da
RTP, atitude que viola a Constituição, que consagra a independência da
comunicação social em relação ao poder político.
O Sindicato realça que a RTP "não é nem pode ser uma coutada do
Governo" e lembra que este "está impedido de interferir na orientação
da programação dos seus serviços". A intervenção do Estado, realça a
estrutura sindical, limita-se à nomeação da administração e à
celebração do contrato de concessão.
http://www.publico.pt/politica/noticia/tv-rural-regressa-ao-parlamento-pelas-maos-do-psd-e-cds-1582757
Em cerca de 30 minutos, a Assembleia da República vai revisitar nesta
quinta-feira os prós e os contras de a RTP recuperar um programa como
o TV Rural. A proposta de um programa assim é do PSD e do CDS-PP, que
submeteram um projecto de resolução, a que os restantes partidos já se
opuseram.
Há uma linha que separa um deputado de um programador de televisão?
A maioria parlamentar PSD/CDS-PP recomenda ao Governo, num projecto de
resolução que será debatido nesta quinta-feira no Parlamento, a
recuperação de um programa televisivo da RTP do tipo TV Rural (emitido
entre 1960 e 1990) como forma de cumprir o serviço público. Toda a
oposição condena a medida considerando-a uma "ingerência" na
programação da televisão do Estado.
O projecto de resolução do PSD e do CDS-PP (disponível em PDF)
recomenda ao Governo que "promova a realização e a emissão em canal
aberto de serviço público de um programa televisivo semanal sobre
Agricultura e Mar". A ideia dos proponentes é que tal programa
contribua para divulgar e "estimular iniciativas de criação local de
pequenas unidades com actividades conexas ao sector primário". E que
promova "um mundo rural nacional, cada vez mais distante dos grandes
centros urbanos" bem como "a aproximação dos produtos ao mercado e
destes aos consumidores".
"A ideia é voltar a ter um programa de informação sobre agricultura e
pescas do qual todos se recordam, numa altura em que estamos a apostar
neste sector, que é dos poucos da nossa economia que estão a crescer.
Será mais uma ferramenta ao serviço do sector primário", tinha
explicado o deputado social-democrata Pedro do Ó Ramos, um dos autores
da iniciativa que será debatida na tarde desta quinta-feira.
O parlamentar aludia ao programa TV Rural, transmitido durante 40 anos
pela RTP e que chegou a ser um dos de maior longevidade na Europa. O
ínicio do programa de despedida, apresentado como sempre por Sousa
Veloso, pode ser recordado no Youtube.
Contudo, o deputado rejeita que esta proposta represente uma
"ingerência" na RTP ou na RDP – como sugeriram os partidos da
oposição, à excepção do PCP, que não quis pronunciar-se.
No projecto entregue na Assembleia da República, sociais-democratas e
centristas recordam o pioneiro programa Diário Rural emitido entre
1964 e 1993 pelo Rádio Clube Português e o "TV Rural", apresentado por
Sousa Veloso, que passou na RTP entre 6 de Dezembro de 1960 e 15 de
Setembro de 1990. "Nas emissões de 'TV Rural', feitas um pouco por
todo o país, surgiram e foram divulgadas as novas técnicas da
agricultura, ao mesmo tempo que era dada voz aos problemas dos
agricultores. Foi considerado, durante muito tempo, uma mais-valia na
produção agrícola familiar, contribuindo para a partilha de informação
entre a comunidade agrícola", insistem os autores da proposta.
Os partidos referem, ainda, o programa "Portugal da Terra ao Mar" que
passou em 2005 na RTP2, para defenderem que posteriormente não surgiu
nenhum espaço alternativo "com cobertura nacional, que possua um
programa regular, com periodicidade mínima semanal, dedicado às
temáticas da agricultura e do mar". E sublinham que o sector primário
é "estruturante e estratégico" para a economia portuguesa, podendo a
sua divulgação estimular mais iniciativas e o consumo de produtos.
Posição do Sindicato dos Jornalistas
O Sindicato dos Jornalistas também já classificou de "infeliz",
"chocante, absolutamente inadmissível e inconstitucional" a proposta
da bancada dos partidos da coligação. A direcção daquela estrutura
sindical diz que foi com "enorme perplexidade e profundo repúdio" que
se apercebeu do conteúdo da recomendação ao Governo.
Afirmando nada ter contra as "preocupações de natureza cultural e
cívica" dos deputados sobre as "lacunas e necessidades" do serviço
público, o sindicato diz que é "chocante, absolutamente inadmissível e
inconstitucional" que o façam através de uma recomendação ao Governo.
Porque isso é uma clara ingerência na orientação da programação da
RTP, atitude que viola a Constituição, que consagra a independência da
comunicação social em relação ao poder político.
O Sindicato realça que a RTP "não é nem pode ser uma coutada do
Governo" e lembra que este "está impedido de interferir na orientação
da programação dos seus serviços". A intervenção do Estado, realça a
estrutura sindical, limita-se à nomeação da administração e à
celebração do contrato de concessão.
http://www.publico.pt/politica/noticia/tv-rural-regressa-ao-parlamento-pelas-maos-do-psd-e-cds-1582757
Perfil de Francisco Gomes da Silva
ANA FERNANDES 31/01/2013 - 20:50
Com 49 anos, Francisco Gomes da Silva irá substituir Daniel Campelo na
Secretaria de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural.
Professor no Instituto Superior de Agronomia, a sua área de
investigação tem incidido sobretudo na economia agrária.
Gomes da Silva era, desde 2011, assessor da ministra da Agricultura,
Assunção Cristas. Defensor da competitividade do sector agrícola, que,
em parte, passa por uma aposta no regadio, tem vários trabalhos
publicados na área do desenvolvimento rural.
Mas a seu cargo terá também as florestas e a conservação da natureza.
No gabinete deixado por Campelo encontrará um diploma que tem gerado
polémica: a lei da arborização, que pretende desburocratizar o
processo de licenciamento destas acções. E que alguns acusam de abrir
a porta à expansão do eucalipto.
Numa recente entrevista à Renascença, sublinhou que, para se ser
agricultor, não basta "voluntarismo", é preciso ter conhecimentos. E
daí a importância de se acompanhar quem quer agora lançar-se neste
sector, alertando que, "em agricultura, as modas são perigosas".
Na mesma linha, no Congresso do Milho, que terminou nesta
quinta-feira, em Lisboa, defendeu uma ideia inédita: a certificação do
utilizador de água, uma forma de garantir que o agricultor usa a água
eficientemente. Pois "não rega quem quer, rega quem sabe", disse.
http://www.publico.pt/politica/noticia/perfil-de-francisco-gomes-da-silva-1582871
Com 49 anos, Francisco Gomes da Silva irá substituir Daniel Campelo na
Secretaria de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural.
Professor no Instituto Superior de Agronomia, a sua área de
investigação tem incidido sobretudo na economia agrária.
Gomes da Silva era, desde 2011, assessor da ministra da Agricultura,
Assunção Cristas. Defensor da competitividade do sector agrícola, que,
em parte, passa por uma aposta no regadio, tem vários trabalhos
publicados na área do desenvolvimento rural.
Mas a seu cargo terá também as florestas e a conservação da natureza.
No gabinete deixado por Campelo encontrará um diploma que tem gerado
polémica: a lei da arborização, que pretende desburocratizar o
processo de licenciamento destas acções. E que alguns acusam de abrir
a porta à expansão do eucalipto.
Numa recente entrevista à Renascença, sublinhou que, para se ser
agricultor, não basta "voluntarismo", é preciso ter conhecimentos. E
daí a importância de se acompanhar quem quer agora lançar-se neste
sector, alertando que, "em agricultura, as modas são perigosas".
Na mesma linha, no Congresso do Milho, que terminou nesta
quinta-feira, em Lisboa, defendeu uma ideia inédita: a certificação do
utilizador de água, uma forma de garantir que o agricultor usa a água
eficientemente. Pois "não rega quem quer, rega quem sabe", disse.
http://www.publico.pt/politica/noticia/perfil-de-francisco-gomes-da-silva-1582871
Presidente da República dá hoje posse a novos secretários de Estado
01.02.2013 06:48
O Presidente da República dá hoje posse aos sete novos secretários de
Estado do Governo, às 17:00, tendo aceitado as alterações no elenco
governativo que lhe foram propostas na quinta-feira pelo
primeiro-ministro.
Pedro Passos Coelho propôs na quinta-feira ao Presidente da República
a substituição de seis secretários de Estado e a criação de uma nova
secretaria de Estado, a da Alimentação e da Investigação
Agroalimentar.
O chefe de Governo aceitou a saída, a pedido destes, dos secretários
de Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa, Paulo
Júlio, do Emprego, Pedro Martins, do Empreendedorismo,
Competitividade e Inovação, Carlos Nuno Oliveira, do Turismo, Cecília
Meireles, das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Daniel Campelo, e
do Ambiente e do Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paulo.
Hoje tomarão posse, por proposta do primeiro-ministro aceite pelo
Presidente da República, Ana Rita Gomes Barrosa como secretária de
Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa, Pedro
Roque como secretário de Estado do Emprego, Franquelim Frenando
Garcia Alves como secretário de Estado do Empreendedorismo,
Competitividade e Inovação, Adolfo Mesquita Nunes como secretário de
Estado do Turismo, Francisco Lopes Gomes da Silva como secretário de
Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural e Paulo Guilherme da
Silva Lemos como secretário de Estado do Ambiente e do Ordenamento do
Território.
Para ocupar a nova secretaria de Estado da Alimentação e da
Investigação Agrolimentar, tomará posse Alexandre Nuno Vaz Baptista
de Vieira e Brito.
A substituição de seis secretários de Estado e a criação de uma nova
secretaria de Estado é a terceira remodelação do Governo feita pelo
primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, que ainda não mudou qualquer
dos seus onze ministros.
Desde que assumiu funções, em junho de 2011, Pedro Passos Coelho
apenas fez alterações à composição do Governo PSD/CDS-PP ao nível de
secretários de Estado, a primeira das quais a 13 de março de 2012.
Destas alterações, resultou um aumento de 37 para 38 do número de
secretários de Estado do XIX Governo, contando com uma subsecretária
de Estado. No total, o executivo tem agora 49 membros.
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/02/01/presidente-da-republica-da-hoje-posse-a-novos-secretarios-de-estado
O Presidente da República dá hoje posse aos sete novos secretários de
Estado do Governo, às 17:00, tendo aceitado as alterações no elenco
governativo que lhe foram propostas na quinta-feira pelo
primeiro-ministro.
Pedro Passos Coelho propôs na quinta-feira ao Presidente da República
a substituição de seis secretários de Estado e a criação de uma nova
secretaria de Estado, a da Alimentação e da Investigação
Agroalimentar.
O chefe de Governo aceitou a saída, a pedido destes, dos secretários
de Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa, Paulo
Júlio, do Emprego, Pedro Martins, do Empreendedorismo,
Competitividade e Inovação, Carlos Nuno Oliveira, do Turismo, Cecília
Meireles, das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Daniel Campelo, e
do Ambiente e do Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paulo.
Hoje tomarão posse, por proposta do primeiro-ministro aceite pelo
Presidente da República, Ana Rita Gomes Barrosa como secretária de
Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa, Pedro
Roque como secretário de Estado do Emprego, Franquelim Frenando
Garcia Alves como secretário de Estado do Empreendedorismo,
Competitividade e Inovação, Adolfo Mesquita Nunes como secretário de
Estado do Turismo, Francisco Lopes Gomes da Silva como secretário de
Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural e Paulo Guilherme da
Silva Lemos como secretário de Estado do Ambiente e do Ordenamento do
Território.
Para ocupar a nova secretaria de Estado da Alimentação e da
Investigação Agrolimentar, tomará posse Alexandre Nuno Vaz Baptista
de Vieira e Brito.
A substituição de seis secretários de Estado e a criação de uma nova
secretaria de Estado é a terceira remodelação do Governo feita pelo
primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, que ainda não mudou qualquer
dos seus onze ministros.
Desde que assumiu funções, em junho de 2011, Pedro Passos Coelho
apenas fez alterações à composição do Governo PSD/CDS-PP ao nível de
secretários de Estado, a primeira das quais a 13 de março de 2012.
Destas alterações, resultou um aumento de 37 para 38 do número de
secretários de Estado do XIX Governo, contando com uma subsecretária
de Estado. No total, o executivo tem agora 49 membros.
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/02/01/presidente-da-republica-da-hoje-posse-a-novos-secretarios-de-estado
CASA SANTOS LIMA - A ADEGA COM MELHOR DESEMPENHO QUALIDADE-PREÇO de acordo com a WINE SPECTATOR
A revista WINE SPECTATOR, divulgou a lista de 2012 das melhores
"wineries for value" de Portugal, na qual a CASA SANTOS LIMA, da
região de Lisboa, figura em primeiro lugar.
A mais importante revista do mercado americano e do mundo dos vinhos,
considera a CASA SANTOS LIMA a adega do país com melhor desempenho no
que diz respeito à relação qualidade-preço – "Best Value Winery"!
A Casa Santos Lima é o maior produtor de "Vinho Regional Lisboa" e DOC
Alenquer e um dos produtores portugueses mais premiados em concursos
internacionais.
Cerca de 90% da sua produção total é exportada para 40 países nos
cinco continentes, devido à excelente competitividade e qualidade dos
seus vinhos.
Esta distinção da revista WINE SPECTATOR, vem reforçar ainda mais a
excelência deste produtor e o reconhecimento dos seus vinhos no
gigante mercado americano – foram 7 os vinhos considerados,
posicionando a Casa Santos Lima com um média de preço muito inferior à
média do mercado americano, onde é difícil comprar vinhos de qualidade
por menos de 20 dólares. Antevê-se, por isso, um grande aumento na
procura e o consequente sucesso dos vinhos da Casa Santos Lima.
Muito importante é o facto desta distinção atribuída à Casa Santos
Lima, "abrir" várias oportunidades para todos os vinhos de Portugal.
De referir ainda, que muito recentemente, o especialista em vinhos
norte-americano Doug Frost destacou o vinho CSL Sousão Tinto 2009 da
Casa Santos Lima como um dos 10 "Best Values".
fonte: sopexa
"wineries for value" de Portugal, na qual a CASA SANTOS LIMA, da
região de Lisboa, figura em primeiro lugar.
A mais importante revista do mercado americano e do mundo dos vinhos,
considera a CASA SANTOS LIMA a adega do país com melhor desempenho no
que diz respeito à relação qualidade-preço – "Best Value Winery"!
A Casa Santos Lima é o maior produtor de "Vinho Regional Lisboa" e DOC
Alenquer e um dos produtores portugueses mais premiados em concursos
internacionais.
Cerca de 90% da sua produção total é exportada para 40 países nos
cinco continentes, devido à excelente competitividade e qualidade dos
seus vinhos.
Esta distinção da revista WINE SPECTATOR, vem reforçar ainda mais a
excelência deste produtor e o reconhecimento dos seus vinhos no
gigante mercado americano – foram 7 os vinhos considerados,
posicionando a Casa Santos Lima com um média de preço muito inferior à
média do mercado americano, onde é difícil comprar vinhos de qualidade
por menos de 20 dólares. Antevê-se, por isso, um grande aumento na
procura e o consequente sucesso dos vinhos da Casa Santos Lima.
Muito importante é o facto desta distinção atribuída à Casa Santos
Lima, "abrir" várias oportunidades para todos os vinhos de Portugal.
De referir ainda, que muito recentemente, o especialista em vinhos
norte-americano Doug Frost destacou o vinho CSL Sousão Tinto 2009 da
Casa Santos Lima como um dos 10 "Best Values".
fonte: sopexa
"Blindagem"dos estatutos e lista única eleitoral na Caixa Agrícola do Fundão
José Mesquita Milheiro
A Caixa de Crédito Agrícola Mútuo da Região do Fundão e Sabugal
precisa de iniciar um novo ciclo de desenvolvimento. Precisa de se
libertar das peias e do anacronismo resultante duma direção que se
encontra há demasiado tempo (23 anos) na gestão duma instituição que
pela sua origem, cooperativa e mutualista, deve ter uma postura mais
democrática e com maior abertura ao exterior.
Num tempo em que se pretende uma maior participação cívica e também
uma maior proximidade entre eleitos e eleitores surge, entre outras
medidas adotadas, a limitação de mandatos para o exercício de funções.
Nas próximas eleições autárquicas, muitos dirigentes, de todos os
partidos, não se poderão recandidatar, exatamente porque atingiram o
limite (imposto por Lei) de 12 anos consecutivos ao serviço dos
cidadãos que os elegeram. Esta é uma medida positiva uma vez que
promove a renovação de quadros, maior abertura e arejamento de ideias,
evita os riscos inerentes á excessiva personalização do exercício do
poder executivo, evita o favorecimento de grupos de amigos em
detrimento de outros sócios e ao mesmo tempo combate os "vícios"
daqueles que se eternizam no poder. Este, a par de outros, deve ser
também um modelo a seguir por todas as instituições democráticas que
têm uma relação direta entre eleitos e eleitores.
No tempo em que este movimento acontece verifico, com grande
preocupação, que a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Fundão e
Sabugal, optou pelo caminho inverso, blindando os estatutos,
promovendo a lógica da lista única, fechando-se em torno de si própria
e dificultando o surgimento de alternativas e da alternância de poder.
A Administração da Caixa Agrícola resolveu prolongar os seus mandatos
indefinidamente, fazendo aprovar o Artº 16- nº1, permitindo sempre a
reeleição. Com o fito de se perpetuarem nos lugares alteraram o Artº19
–c) (Eleições), que enquanto nos estatutos anteriores todas as listas,
mesmo a cessante, tinham de ser subscritas por 25 associados no pleno
gozo dos seus direitos, os novos estatutos têm a seguinte redação:
c) "Sejam subscritas pelo Conselho de Administração cessante ou por um
mínimo de dez por cento dos associados (+-600) no pleno gozo dos seus
direitos", isto é, passaram de 25 para 600 declarações de apoio, sendo
que a lista da atual administração não necessita qualquer declaração
de apoio. A alteração deste artigo significa nem mais nem menos do que
a ''blindagem'' dos estatutos. Há juristas que consideram que o Artigo
19-c é inconstitucional, na medida em que, todas as listas (incluindo
a cessante) têm que ter as mesmas prerrogativas. Entendemos que é
falta de democraticidade a tentativa de dificultar na secretaria o
aparecimento de novas alternativas e deste modo instalarem-se
eternamente na direção da instituição.
Os grandes desafios que se colocam à instituição, não são as
certificações que a direção gosta de pavonear, mas sim reforçar os
valores mutualistas que estão na sua génese e também por essa via,
alcançar um mercado claramente diferenciador em relação a outras
instituições financeiras. Crescer com rentabilidade, diminuir a
despesa e apostar fortemente na criação de valor para os associados,
materializado em linhas de crédito com taxas de juros mais favoráveis
e apoiar, inequivocamente, as micro, pequenas e médias empresas, sem
qualquer tipo de descriminação, a fim de melhor servir a economia real
da nossa região.
A Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Fundão, foi criada em 1932, por
um grupo de Homens Honrados, a fim de constituírem uma instituição de
crédito cooperativo, com os valores que lhe estão subjacentes,
mutualistas, imbuídos dos princípios de solidariedade e convencidos de
que seria a base da longevidade e do sucesso do crédito agrícola.
Valores essenciais que devem ser respeitados e estimulados e
profundamente diferenciadores da banca universal. Esta foi a
declaração de princípio dos fundadores e de muitos dirigentes que se
seguiram ao longo dos anos. Nos últimos tempos a Caixa Agrícola Mútuo
do Fundão tem vindo a transformar-se num banco universal, como tantos
outros, visando exclusivamente o lucro. É tempo de se arrepiar
caminho, invertendo o ciclo.
José Mesquita Milheiro
Agricultor
Publicado em 31/01/2013
http://www.agroportal.pt/a/2013/jmilheiro.htm
A Caixa de Crédito Agrícola Mútuo da Região do Fundão e Sabugal
precisa de iniciar um novo ciclo de desenvolvimento. Precisa de se
libertar das peias e do anacronismo resultante duma direção que se
encontra há demasiado tempo (23 anos) na gestão duma instituição que
pela sua origem, cooperativa e mutualista, deve ter uma postura mais
democrática e com maior abertura ao exterior.
Num tempo em que se pretende uma maior participação cívica e também
uma maior proximidade entre eleitos e eleitores surge, entre outras
medidas adotadas, a limitação de mandatos para o exercício de funções.
Nas próximas eleições autárquicas, muitos dirigentes, de todos os
partidos, não se poderão recandidatar, exatamente porque atingiram o
limite (imposto por Lei) de 12 anos consecutivos ao serviço dos
cidadãos que os elegeram. Esta é uma medida positiva uma vez que
promove a renovação de quadros, maior abertura e arejamento de ideias,
evita os riscos inerentes á excessiva personalização do exercício do
poder executivo, evita o favorecimento de grupos de amigos em
detrimento de outros sócios e ao mesmo tempo combate os "vícios"
daqueles que se eternizam no poder. Este, a par de outros, deve ser
também um modelo a seguir por todas as instituições democráticas que
têm uma relação direta entre eleitos e eleitores.
No tempo em que este movimento acontece verifico, com grande
preocupação, que a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Fundão e
Sabugal, optou pelo caminho inverso, blindando os estatutos,
promovendo a lógica da lista única, fechando-se em torno de si própria
e dificultando o surgimento de alternativas e da alternância de poder.
A Administração da Caixa Agrícola resolveu prolongar os seus mandatos
indefinidamente, fazendo aprovar o Artº 16- nº1, permitindo sempre a
reeleição. Com o fito de se perpetuarem nos lugares alteraram o Artº19
–c) (Eleições), que enquanto nos estatutos anteriores todas as listas,
mesmo a cessante, tinham de ser subscritas por 25 associados no pleno
gozo dos seus direitos, os novos estatutos têm a seguinte redação:
c) "Sejam subscritas pelo Conselho de Administração cessante ou por um
mínimo de dez por cento dos associados (+-600) no pleno gozo dos seus
direitos", isto é, passaram de 25 para 600 declarações de apoio, sendo
que a lista da atual administração não necessita qualquer declaração
de apoio. A alteração deste artigo significa nem mais nem menos do que
a ''blindagem'' dos estatutos. Há juristas que consideram que o Artigo
19-c é inconstitucional, na medida em que, todas as listas (incluindo
a cessante) têm que ter as mesmas prerrogativas. Entendemos que é
falta de democraticidade a tentativa de dificultar na secretaria o
aparecimento de novas alternativas e deste modo instalarem-se
eternamente na direção da instituição.
Os grandes desafios que se colocam à instituição, não são as
certificações que a direção gosta de pavonear, mas sim reforçar os
valores mutualistas que estão na sua génese e também por essa via,
alcançar um mercado claramente diferenciador em relação a outras
instituições financeiras. Crescer com rentabilidade, diminuir a
despesa e apostar fortemente na criação de valor para os associados,
materializado em linhas de crédito com taxas de juros mais favoráveis
e apoiar, inequivocamente, as micro, pequenas e médias empresas, sem
qualquer tipo de descriminação, a fim de melhor servir a economia real
da nossa região.
A Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Fundão, foi criada em 1932, por
um grupo de Homens Honrados, a fim de constituírem uma instituição de
crédito cooperativo, com os valores que lhe estão subjacentes,
mutualistas, imbuídos dos princípios de solidariedade e convencidos de
que seria a base da longevidade e do sucesso do crédito agrícola.
Valores essenciais que devem ser respeitados e estimulados e
profundamente diferenciadores da banca universal. Esta foi a
declaração de princípio dos fundadores e de muitos dirigentes que se
seguiram ao longo dos anos. Nos últimos tempos a Caixa Agrícola Mútuo
do Fundão tem vindo a transformar-se num banco universal, como tantos
outros, visando exclusivamente o lucro. É tempo de se arrepiar
caminho, invertendo o ciclo.
José Mesquita Milheiro
Agricultor
Publicado em 31/01/2013
http://www.agroportal.pt/a/2013/jmilheiro.htm
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Nasceu o novo centro pedagógico do Vinho do Porto
30-01-2013 14:49 por Carolina DuarteJovens até aos 18 anos são alvo do
novo centro, já que se pretende que sejam embaixadores da tradicional
bebida duriense.
Nasce a partir desta quarta-feira um novo centro pedagógico dedicado
ao Vinho do Porto, uma estrutura que pretende ajudar na divulgação e
importância económica deste produto também junto do jovens.
Dos oito aos 18, portugueses ou estrangeiros, são o alvo do novo
centro pedagógico da Associação das Empresas do Vinho do Porto.
"O vinho do Porto é referido nos vários ciclos pedagógicos e vamos
desta forma cativar as nossas escolas e também, porque não, os alunos
de Erasmus, que podem ser verdadeiros embaixadores", refere Isabel
Marrana, directora da associação.
A visita de Pedro Passos Coelho é também entendida como um
reconhecimento político ao sector. "Uma aposta certa num produto de
tradição, de imagem, que é de exportação por excelência", diz Isabel
Marrana.
O primeiro-ministro assistiu à tomada de posse dos novos órgãos
sociais. Um mandato de três anos com um caderno de encargos onde a
ajuda do Governo é fundamental, diz a directora da associação.
O centro tem "um plano de actividade intenso de recuperação do sector
e de tentativa de criação de um fundo de marcas próprias para o Vinho
do Porto", descreve.
Isabel Marrana acredita que os jogos interactivos no centro pedagógico
vêm completar os conteúdos das disciplinas na escola, onde o Vinho do
Porto se aprende em Geografia, História e Ciências.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=94770
novo centro, já que se pretende que sejam embaixadores da tradicional
bebida duriense.
Nasce a partir desta quarta-feira um novo centro pedagógico dedicado
ao Vinho do Porto, uma estrutura que pretende ajudar na divulgação e
importância económica deste produto também junto do jovens.
Dos oito aos 18, portugueses ou estrangeiros, são o alvo do novo
centro pedagógico da Associação das Empresas do Vinho do Porto.
"O vinho do Porto é referido nos vários ciclos pedagógicos e vamos
desta forma cativar as nossas escolas e também, porque não, os alunos
de Erasmus, que podem ser verdadeiros embaixadores", refere Isabel
Marrana, directora da associação.
A visita de Pedro Passos Coelho é também entendida como um
reconhecimento político ao sector. "Uma aposta certa num produto de
tradição, de imagem, que é de exportação por excelência", diz Isabel
Marrana.
O primeiro-ministro assistiu à tomada de posse dos novos órgãos
sociais. Um mandato de três anos com um caderno de encargos onde a
ajuda do Governo é fundamental, diz a directora da associação.
O centro tem "um plano de actividade intenso de recuperação do sector
e de tentativa de criação de um fundo de marcas próprias para o Vinho
do Porto", descreve.
Isabel Marrana acredita que os jogos interactivos no centro pedagógico
vêm completar os conteúdos das disciplinas na escola, onde o Vinho do
Porto se aprende em Geografia, História e Ciências.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=94770
Quercus considera "preocupante" predomínio do eucalipto nas florestas
Por Agência Lusa, publicado em 30 Jan 2013 - 13:27 | Actualizado há 18
horas 19 minutos
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A associação ambientalista Quercus considerou hoje preocupante que o
eucalipto se tenha tornado na espécie que mais espaço ocupa na
floresta nacional, principalmente devido ao risco de propagação de
incêndios florestais.
"No caso do eucalipto é preocupante, sobretudo ao nível da propagação
dos incêndios florestais. É uma situação que nós vemos com alguma
apreensão", afirmou hoje, em declarações à agência Lusa, Domingos
Patacho, da Quercus.
O jornal Público avança hoje que o eucalipto "já se tornou a primeira
espécie da floresta nacional".
De acordo com o diário, que cita dados preliminares do Inventário
Florestal Nacional (IFN), entre meados dos anos 1990 e 2010 a área
ocupada pelos eucaliptos aumentou 16 por cento. Estas árvores ocupam
atualmente 750 mil hectares do território nacional.
As conclusões do IFN, segundo o Público, serão apresentadas pelo
Governo em fevereiro.
Domingos Patacho referiu que, para a Quercus, "não é novidade, que o
eucalipto seja a primeira espécie em termos de ocupação de área em
Portugal".
"Há mais de dez anos que dizíamos que o eucalipto ia avançar para
áreas na ordem de já quase um milhão de hectares, e não andará muito
longe disso" disse.
O ambientalista referiu ter "algumas dúvidas sobre a fiabilidade dos
dados [hoje revelados]", porque "há regulamentos mistos que não são
contabilizados, como área de eucaliptal".
Por isso, Domingos Patacho calcula que "os valores serão ainda
superiores em relação aos que foram anunciados".
O eucalipto é uma espécie não autóctone (significa que não é natural
do território que ocupa), introduzida em Portugal em meados do século
XIX.
De acordo com a Quercus, as plantações de eucalipto acarretam impactes
ambientais consideráveis sobre o território, nomeadamente uma maior
erosão do solo, a alteração do regime hídrico, perda de
biodiversidade, alteração da paisagem, para além de facilitarem a
propagação dos incêndios florestais de forma muito mais significativa
do que as florestas constituídas por espécies autóctones.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado
pela agência Lusa
http://www.ionline.pt/portugal/quercus-considera-preocupante-predominio-eucalipto-nas-florestas
horas 19 minutos
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A associação ambientalista Quercus considerou hoje preocupante que o
eucalipto se tenha tornado na espécie que mais espaço ocupa na
floresta nacional, principalmente devido ao risco de propagação de
incêndios florestais.
"No caso do eucalipto é preocupante, sobretudo ao nível da propagação
dos incêndios florestais. É uma situação que nós vemos com alguma
apreensão", afirmou hoje, em declarações à agência Lusa, Domingos
Patacho, da Quercus.
O jornal Público avança hoje que o eucalipto "já se tornou a primeira
espécie da floresta nacional".
De acordo com o diário, que cita dados preliminares do Inventário
Florestal Nacional (IFN), entre meados dos anos 1990 e 2010 a área
ocupada pelos eucaliptos aumentou 16 por cento. Estas árvores ocupam
atualmente 750 mil hectares do território nacional.
As conclusões do IFN, segundo o Público, serão apresentadas pelo
Governo em fevereiro.
Domingos Patacho referiu que, para a Quercus, "não é novidade, que o
eucalipto seja a primeira espécie em termos de ocupação de área em
Portugal".
"Há mais de dez anos que dizíamos que o eucalipto ia avançar para
áreas na ordem de já quase um milhão de hectares, e não andará muito
longe disso" disse.
O ambientalista referiu ter "algumas dúvidas sobre a fiabilidade dos
dados [hoje revelados]", porque "há regulamentos mistos que não são
contabilizados, como área de eucaliptal".
Por isso, Domingos Patacho calcula que "os valores serão ainda
superiores em relação aos que foram anunciados".
O eucalipto é uma espécie não autóctone (significa que não é natural
do território que ocupa), introduzida em Portugal em meados do século
XIX.
De acordo com a Quercus, as plantações de eucalipto acarretam impactes
ambientais consideráveis sobre o território, nomeadamente uma maior
erosão do solo, a alteração do regime hídrico, perda de
biodiversidade, alteração da paisagem, para além de facilitarem a
propagação dos incêndios florestais de forma muito mais significativa
do que as florestas constituídas por espécies autóctones.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado
pela agência Lusa
http://www.ionline.pt/portugal/quercus-considera-preocupante-predominio-eucalipto-nas-florestas
PAC: Novas reduções do orçamento coloca em risco segurança alimentar, crescimento e emprego
30-01-2013
O Copa-Cogeca, numa carta enviada aos chefes de Estado e de Governo da
União Europeia, pediu que as despesas agrícolas se mantenham nos
níveis actuais, alertando que um corte pode colocar em risco a
segurança alimentar, o crescimento e o emprego nas zonas rurais
comunitárias.
Esta iniciativa da organização surge num momento em que os chefes de
Estado e de Governo se dispõem a tomar uma decisão sobre o futuro do
orçamento da União Europeia (UE) para o período de 2014-2020 durante
os próximos dias sete e oito de Fevereiro de 2013.
Na carta, o presidente do Copa, Gerd Sonnleitner, e o presidente da
Cogeca, Christian Pees, insistem que «esta decisão terá um impacto de
crucial importância na capacidade da UE para assegurar a sua segurança
alimentar, estabilidade e sustentabilidade», pelo que instam a UE a
ter em conta as suas preocupações.
As organizações consideram que «graças à política agrícola comum (PAC)
a agricultura tem sido uma força estabilizadora extremamente
importante durante as recentes dificuldades económicas, ao
proporcionar aos agricultores um fornecimento seguro a preços
razoáveis num período de crescente volatilidade do mercado». O sector
agrícola continua a ser uma fonte importante de criação de emprego e,
segundo a Eurostat, nas explorações agrícolas do bloco europeu
proporciona emprego a 26 milhões de pessoas. Por outro lado, desde
2009, a UE passou a ser importador líquido de alimentos a exportador e
o sector agrícola é já o quinto na importância em termos de
exportações.
A melhoria da posição competitiva do sector agrícola da UE deve-se,
sobretudo, aos agricultores e suas cooperativas. Durante estes últimos
15 anos, os custos dos agricultores excederam os valores recebidos na
troca dos seus produtos, com o consequente impacto sobre o rendimento.
«Não há dúvidas de que sem as ajudas dirigidas aos agricultores
através da PAC o desemprego aumentava nas zonas rurais e no sector
agro-alimentar em geral», assinalando que todos estes benefícios
devem-se a uma pequeno investimento, tendo em conta que o custo da PAC
é inferior a um por cento do total das despesas públicas dos
Estados-membros da UE.
Em resumo, as organizações consideram que «face os desafios
apresentados aos agricultores e suas cooperativas, necessitamos mais
que nunca da PAC nos próximos anos. As alterações climáticas criam
situações extremas enquanto aumenta a volatilidade dos preços». Por
esta razão, o Copa-Cogeca solicita que dêem o seu apoio para a
manutenção de uma PAC sólida suportada por um bom orçamento nos
próximos debates sobre o tema.
Uma PAC forte com um orçamento viável não vai apenas assegurar a
continuidade da segurança alimentar e do emprego, mas também, com
reformas oportunas e orientadas para reforçar a posição económica dos
agricultores e das cooperativas, permitir ao sector agro-alimentar dar
um maior contributo para o crescimento sustentável.
Para além disso, o Copa-Cogeca tem em curso a organização de uma
reunião de alto nível em Bruxelas, agendada para o próximo dia seis de
Fevereiro, a qual conta com a presença de 400 participantes para
pressionar a favor de uma PAC sólida com um bom orçamento.
Fonte: Copa-Cogeca
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45678.aspx
O Copa-Cogeca, numa carta enviada aos chefes de Estado e de Governo da
União Europeia, pediu que as despesas agrícolas se mantenham nos
níveis actuais, alertando que um corte pode colocar em risco a
segurança alimentar, o crescimento e o emprego nas zonas rurais
comunitárias.
Esta iniciativa da organização surge num momento em que os chefes de
Estado e de Governo se dispõem a tomar uma decisão sobre o futuro do
orçamento da União Europeia (UE) para o período de 2014-2020 durante
os próximos dias sete e oito de Fevereiro de 2013.
Na carta, o presidente do Copa, Gerd Sonnleitner, e o presidente da
Cogeca, Christian Pees, insistem que «esta decisão terá um impacto de
crucial importância na capacidade da UE para assegurar a sua segurança
alimentar, estabilidade e sustentabilidade», pelo que instam a UE a
ter em conta as suas preocupações.
As organizações consideram que «graças à política agrícola comum (PAC)
a agricultura tem sido uma força estabilizadora extremamente
importante durante as recentes dificuldades económicas, ao
proporcionar aos agricultores um fornecimento seguro a preços
razoáveis num período de crescente volatilidade do mercado». O sector
agrícola continua a ser uma fonte importante de criação de emprego e,
segundo a Eurostat, nas explorações agrícolas do bloco europeu
proporciona emprego a 26 milhões de pessoas. Por outro lado, desde
2009, a UE passou a ser importador líquido de alimentos a exportador e
o sector agrícola é já o quinto na importância em termos de
exportações.
A melhoria da posição competitiva do sector agrícola da UE deve-se,
sobretudo, aos agricultores e suas cooperativas. Durante estes últimos
15 anos, os custos dos agricultores excederam os valores recebidos na
troca dos seus produtos, com o consequente impacto sobre o rendimento.
«Não há dúvidas de que sem as ajudas dirigidas aos agricultores
através da PAC o desemprego aumentava nas zonas rurais e no sector
agro-alimentar em geral», assinalando que todos estes benefícios
devem-se a uma pequeno investimento, tendo em conta que o custo da PAC
é inferior a um por cento do total das despesas públicas dos
Estados-membros da UE.
Em resumo, as organizações consideram que «face os desafios
apresentados aos agricultores e suas cooperativas, necessitamos mais
que nunca da PAC nos próximos anos. As alterações climáticas criam
situações extremas enquanto aumenta a volatilidade dos preços». Por
esta razão, o Copa-Cogeca solicita que dêem o seu apoio para a
manutenção de uma PAC sólida suportada por um bom orçamento nos
próximos debates sobre o tema.
Uma PAC forte com um orçamento viável não vai apenas assegurar a
continuidade da segurança alimentar e do emprego, mas também, com
reformas oportunas e orientadas para reforçar a posição económica dos
agricultores e das cooperativas, permitir ao sector agro-alimentar dar
um maior contributo para o crescimento sustentável.
Para além disso, o Copa-Cogeca tem em curso a organização de uma
reunião de alto nível em Bruxelas, agendada para o próximo dia seis de
Fevereiro, a qual conta com a presença de 400 participantes para
pressionar a favor de uma PAC sólida com um bom orçamento.
Fonte: Copa-Cogeca
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45678.aspx
Europa apoia mais investimento e Estado reduz a exposição
30 Janeiro 2013, 11:00 por João Carlos Malta | joaomalta@negocios.pt,
Isabel Aveiro | ia@negocios.pt
Em 24 anos de programas de fundos comunitários, Portugal recebeu cerca
de 90 mil milhões de euros que alteraram o país. Ainda assim, o
sentido escolhido agora é muito criticado por politicos, gestores e
economistas.
É quase unânime que sem os fundos Portugal teria outra cara. Mas a
dimensão do investimento na "operação plástica" feita pelos sucessivos
quadros comunitários de apoio poderia, no entender também de quase
todos, ter criado um melhor resultado final. Desde 1989 que entraram
em Portugal quase 90 mil milhões de euros de fundos estruturais.
A aplicação em bens não transaccionáveis e em formação é vista como
necessária por vários quadrantes, dado o atraso estrutural com que o
país saiu do período anterior ao 25 de Abril. No entanto, a maior
parte também reconhece agora que houve pouca aposta nas empresas, na
inovação e na competitividade da economia portuguesa no contexto
internacional.
Olhando para a aplicação e repartição dos quatro pacotes de apoio,
identifica-se que a tendência é de um cada vez maior peso por parte
das verbas que chegam da Europa, com o Estado português a estar cada
vez menos exposto aos investimentos no âmbito do QREN.
Aliás, a renegociação, que permitiu o aumento das comparticipações de
Bruxelas nos programas financeiros apoiados pelo QREN para os 85%, vai
permitir ao Estado português poupar cerca de 570 milhões de euros até
ao final de 2015. Esta reprogramação permite uma poupança, não só ao
nível da despesa da administração central, como também ao nível das
autarquias e regiões autónomas, já que o aumento da comparticipação
será transversal a todos os programas. As negociações do próximo
quadro de apoio prometem ser difíceis dado a redução do orçamento
comunitário.
Negociar, simplificar, controlar
Na actividade agrícola, subsidiada por fundos comunitários na
componente produtiva como na de investimento, o Estado tem que,
primeiro que tudo, assegurar em Bruxelas a verba mais elevada
possível.
No actual quadro, Portugal recebeu em média, 1.200 milhões de euros
por ano financiados pela Política Agrícola Comum (PAC), divididos de
forma quase equitativa entre ajudas directas aos produtores (sem
co-financiamento nacional) e apoios aos desenvolvimento rural (com um
esforço anual de 150 milhões de euros incluídos nos últimos dois
orçamentos do Estado).
No capítulo do desenvolvimento rural, uma fatia de 60,11% da despesa
pública programada (4.282 milhões de euros entre 2007-2013) está já
executada. Isto, apesar de um "mau ProDer" (programa de
desenvolvimento rural, que gere estas verbas comunitárias no País), na
óptica da CAP, que espera que o próximo seja "mais amigo dos
agricultores". João Machado, presidente da CAP, é veemente: "no caso
da agricultura, o Estado não deverá delegar em circunstância alguma o
exercício do controlo de candidaturas e do pagamento das ajudas".
Erros e incorrectas aplicações das verbas pelo Estados-membros são
rapidamente "corrigidos" por Bruxelas, que cativa apoios futuros ao
País.
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/europa_apoia_mais_investimento_e_estado_reduz_a_exposicao.html
Isabel Aveiro | ia@negocios.pt
Em 24 anos de programas de fundos comunitários, Portugal recebeu cerca
de 90 mil milhões de euros que alteraram o país. Ainda assim, o
sentido escolhido agora é muito criticado por politicos, gestores e
economistas.
É quase unânime que sem os fundos Portugal teria outra cara. Mas a
dimensão do investimento na "operação plástica" feita pelos sucessivos
quadros comunitários de apoio poderia, no entender também de quase
todos, ter criado um melhor resultado final. Desde 1989 que entraram
em Portugal quase 90 mil milhões de euros de fundos estruturais.
A aplicação em bens não transaccionáveis e em formação é vista como
necessária por vários quadrantes, dado o atraso estrutural com que o
país saiu do período anterior ao 25 de Abril. No entanto, a maior
parte também reconhece agora que houve pouca aposta nas empresas, na
inovação e na competitividade da economia portuguesa no contexto
internacional.
Olhando para a aplicação e repartição dos quatro pacotes de apoio,
identifica-se que a tendência é de um cada vez maior peso por parte
das verbas que chegam da Europa, com o Estado português a estar cada
vez menos exposto aos investimentos no âmbito do QREN.
Aliás, a renegociação, que permitiu o aumento das comparticipações de
Bruxelas nos programas financeiros apoiados pelo QREN para os 85%, vai
permitir ao Estado português poupar cerca de 570 milhões de euros até
ao final de 2015. Esta reprogramação permite uma poupança, não só ao
nível da despesa da administração central, como também ao nível das
autarquias e regiões autónomas, já que o aumento da comparticipação
será transversal a todos os programas. As negociações do próximo
quadro de apoio prometem ser difíceis dado a redução do orçamento
comunitário.
Negociar, simplificar, controlar
Na actividade agrícola, subsidiada por fundos comunitários na
componente produtiva como na de investimento, o Estado tem que,
primeiro que tudo, assegurar em Bruxelas a verba mais elevada
possível.
No actual quadro, Portugal recebeu em média, 1.200 milhões de euros
por ano financiados pela Política Agrícola Comum (PAC), divididos de
forma quase equitativa entre ajudas directas aos produtores (sem
co-financiamento nacional) e apoios aos desenvolvimento rural (com um
esforço anual de 150 milhões de euros incluídos nos últimos dois
orçamentos do Estado).
No capítulo do desenvolvimento rural, uma fatia de 60,11% da despesa
pública programada (4.282 milhões de euros entre 2007-2013) está já
executada. Isto, apesar de um "mau ProDer" (programa de
desenvolvimento rural, que gere estas verbas comunitárias no País), na
óptica da CAP, que espera que o próximo seja "mais amigo dos
agricultores". João Machado, presidente da CAP, é veemente: "no caso
da agricultura, o Estado não deverá delegar em circunstância alguma o
exercício do controlo de candidaturas e do pagamento das ajudas".
Erros e incorrectas aplicações das verbas pelo Estados-membros são
rapidamente "corrigidos" por Bruxelas, que cativa apoios futuros ao
País.
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/europa_apoia_mais_investimento_e_estado_reduz_a_exposicao.html
Sapec Agro ganha apoio do QREN
por Ana Rita Costa
30 de Janeiro - 2013
O Presidente do AICEP, Pedro Reis e a Administração da Sapec Agro
assinaram ontem (29 de janeiro) um contrato de concessão de fundos do
Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para um projeto de
inovação.
Este projeto terá um investimento global de cerca de 3 milhões de
euros e incide sobre cinco novos produtos fitofarmacêuticos para
exportação (sobretudo Espanha, França e Itália).
A Sapec Agro foi recentemente indicada pelo Instituto Nacional de
Propriedade Industrial (INPI) como uma das cinco empresas no País com
mais pedidos de proteção de patente. Investindo cerca de 2% do volume
de negócios em inovação, a Sapec Agro tenciona fazer um investimento
total em inovação superior a 5,7 milhões de euros até 2014.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6964&bl=1
30 de Janeiro - 2013
O Presidente do AICEP, Pedro Reis e a Administração da Sapec Agro
assinaram ontem (29 de janeiro) um contrato de concessão de fundos do
Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para um projeto de
inovação.
Este projeto terá um investimento global de cerca de 3 milhões de
euros e incide sobre cinco novos produtos fitofarmacêuticos para
exportação (sobretudo Espanha, França e Itália).
A Sapec Agro foi recentemente indicada pelo Instituto Nacional de
Propriedade Industrial (INPI) como uma das cinco empresas no País com
mais pedidos de proteção de patente. Investindo cerca de 2% do volume
de negócios em inovação, a Sapec Agro tenciona fazer um investimento
total em inovação superior a 5,7 milhões de euros até 2014.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6964&bl=1
Daniel Campelo sai por motivos de saúde
Daniel Campelo, o Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento
Rural, sai por "motivos de saúde"
Daniel era responsável pelas florestas
D.R.
29/01/2013 | 18:48 | Dinheiro Vivo
O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, José
Daniel Rosas Campelo da Rocha, apresentou nesta terça-feira um pedido
de demissão do governo devido a motivos de saúde.
Campelo, formado em Engenharia Agronómica, cumpriu quatro mandatos
como presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, de 1994 até
2009, um dos quais ganho como independente.
Nas últimas autárquicas Campelo não se recandidatou, cedendo o lugar
ao número dois da autarquia, Vítor Mendes, atual presidente. Na
altura, disse que iria dedicar mais tempo a duas paixões, a
agricultura e a caça.
Em 2000, Daniel Campelo ficou conhecido por ter feito greve de fome
contra a transferência da produção do queijo Limiano de Ponte de Lima
para Vale de Cambra, depois da compra da fábrica pela multinacional
Lacto Ibérica. Conhecido por ser um político de atitudes irreverentes,
foi alvo de uma suspensão da condição de militante do CDS-PP, em 2001,
com Paulo Portas a negar-lhe confiança política.
Campelo protagonizou sempre uma oposição interna a Paulo Portas,
apesar de ter acompanhado o líder centrista na campanha às
legislativas de junho de 2011, quando Portas de deslocou ao distrito
de Viana do Castelo.
A última vez que Daniel Campelo se pronunciou publicamente, em nome
do Governo, foi devido aos estragos provocados pelo temporal que
assolou Portugal, este mês.
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO096198.html
Rural, sai por "motivos de saúde"
Daniel era responsável pelas florestas
D.R.
29/01/2013 | 18:48 | Dinheiro Vivo
O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, José
Daniel Rosas Campelo da Rocha, apresentou nesta terça-feira um pedido
de demissão do governo devido a motivos de saúde.
Campelo, formado em Engenharia Agronómica, cumpriu quatro mandatos
como presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, de 1994 até
2009, um dos quais ganho como independente.
Nas últimas autárquicas Campelo não se recandidatou, cedendo o lugar
ao número dois da autarquia, Vítor Mendes, atual presidente. Na
altura, disse que iria dedicar mais tempo a duas paixões, a
agricultura e a caça.
Em 2000, Daniel Campelo ficou conhecido por ter feito greve de fome
contra a transferência da produção do queijo Limiano de Ponte de Lima
para Vale de Cambra, depois da compra da fábrica pela multinacional
Lacto Ibérica. Conhecido por ser um político de atitudes irreverentes,
foi alvo de uma suspensão da condição de militante do CDS-PP, em 2001,
com Paulo Portas a negar-lhe confiança política.
Campelo protagonizou sempre uma oposição interna a Paulo Portas,
apesar de ter acompanhado o líder centrista na campanha às
legislativas de junho de 2011, quando Portas de deslocou ao distrito
de Viana do Castelo.
A última vez que Daniel Campelo se pronunciou publicamente, em nome
do Governo, foi devido aos estragos provocados pelo temporal que
assolou Portugal, este mês.
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO096198.html
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Portucel prevê alargar projecto em Moçambique antes do previsto
29 Janeiro 2013, 17:26 por Maria João Babo | mbabo@negocios.pt
A Portucel continuou em 2012 os trabalhos relacionados com a fase
inicial do seu projecto de investimento em Moçambique, que consiste no
desenvolvimento de uma base florestal e na construção de uma fábrica
de pasta para papel e produção de energia.
Na apresentação das contas do ano passado, o grupo sublinha que "os
resultados desta fase inicial, sobretudo no que respeita aos ensaios
de campo para determinação dos materiais vegetais com maior potencial
e teste dos modelos de silvicultura, têm sido muito encorajadores, o
que deverá permitir alargar a escala da operação florestal mais cedo
que o inicialmente previsto".
Já no campo dos processos logísticos, acrescenta, "quer da entrada da
matéria-prima e outros factores de produção, quer da saída da pasta de
celulose de eucalipto, continuam a decorrer os estudos que permitirão
concluir sobre a viabilidade das diferentes alternativas em causa",
devendo esta fase prolongar-se ainda até ao próximo ano.
Em Portugal, o grupo prosseguiu em 2012 o seu plano de florestação e
as diversas actividades de manutenção e protecção do seu património
florestal.
"No que respeita à defesa da floresta contra incêndios, a campanha do
ano foi encerrada com um balanço positivo", refere, acrescentando que
"as perdas florestais contabilizadas foram pouco expressivas e
alinhadas com as registadas nos últimos anos".
No domínio da prevenção da floresta contra incêndios, o grupo refere
estar a participar no programa MIT-Portugal, tendo "continuado em 2012
os trabalhos do projecto Fire-Engine", sublinhando que "os modelos de
suporte à decisão de políticas públicas e gestão de sistemas de
protecção de incêndios produzidos no âmbito desta colaboração entre a
Portucel e o MIT ficam disponíveis para poderem ser adoptados pelas
instituições portuguesas".
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/resultados/detalhe/portucel_preve_alargar_projecto_em_mocambique_antes_do_previsto.html
A Portucel continuou em 2012 os trabalhos relacionados com a fase
inicial do seu projecto de investimento em Moçambique, que consiste no
desenvolvimento de uma base florestal e na construção de uma fábrica
de pasta para papel e produção de energia.
Na apresentação das contas do ano passado, o grupo sublinha que "os
resultados desta fase inicial, sobretudo no que respeita aos ensaios
de campo para determinação dos materiais vegetais com maior potencial
e teste dos modelos de silvicultura, têm sido muito encorajadores, o
que deverá permitir alargar a escala da operação florestal mais cedo
que o inicialmente previsto".
Já no campo dos processos logísticos, acrescenta, "quer da entrada da
matéria-prima e outros factores de produção, quer da saída da pasta de
celulose de eucalipto, continuam a decorrer os estudos que permitirão
concluir sobre a viabilidade das diferentes alternativas em causa",
devendo esta fase prolongar-se ainda até ao próximo ano.
Em Portugal, o grupo prosseguiu em 2012 o seu plano de florestação e
as diversas actividades de manutenção e protecção do seu património
florestal.
"No que respeita à defesa da floresta contra incêndios, a campanha do
ano foi encerrada com um balanço positivo", refere, acrescentando que
"as perdas florestais contabilizadas foram pouco expressivas e
alinhadas com as registadas nos últimos anos".
No domínio da prevenção da floresta contra incêndios, o grupo refere
estar a participar no programa MIT-Portugal, tendo "continuado em 2012
os trabalhos do projecto Fire-Engine", sublinhando que "os modelos de
suporte à decisão de políticas públicas e gestão de sistemas de
protecção de incêndios produzidos no âmbito desta colaboração entre a
Portucel e o MIT ficam disponíveis para poderem ser adoptados pelas
instituições portuguesas".
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/resultados/detalhe/portucel_preve_alargar_projecto_em_mocambique_antes_do_previsto.html
Seremos obrigados a deixar de comprar em Portugal
2013.01.30 (00:00) Distribuição
A grande distribuição diz que a nova lei sobre os contratos no sector
afecta a competitividade dos pequenos produtores nacionais e que será
mesmo obrigada a optar por comprar lá fora. Em entrevista ao semanário
Sol, Luís Reis, presidente da APED, afirma que a nova legislação
interfere de forma exagerada e desnecessária na liberdade contratual
entre as partes.
Sol: Pela primeira vez em Portugal, em 2012 fechou um hipermercado e
houve recorde de quebras no consumo. Foi um ano para esquecer?
Luís Reis (LR): Foi extremamente difícil. Este sector crio emprego nos
últimos 20 anos e, em 2011, ter-se-ão perdido em torno de 6000 postos
de trabalho, ou seja, se tínhamos 90 mil empregos, mais de 6% foi
destruído. Até ao final de Setembro de 2012 foram mais 1500
Sol: 2013 será pior?
LR: Sim. O Governo estima uma quebra do consumo de 2%, mas a APED
considera que será igual ou pior do que em 2012, superior a 5%. As
empresas estão a discutir se vale a pena ou não continuar a investir
em Portugal. E há uma decisão praticamente generalizada em todos os
grandes grupos associados da APED de para de investir. Alguns
começaram já a deslocalizar estruturas e outros e encerrar lojas. E é
muito provável que este movimento continue. Acredito que alguns saiam
de Portugal.
Sol: Este Governo não tem sido amigo do comercio?
LR: Não. E tem vindo a intervir de forma injustificada na capacidade
dos agentes económicos se entenderem livremente.
Sol: Medidas como as limitações às promoções também são prejudiciais?
LR: A lei que saiu agora sobre as práticas restritivas é criticável do
ponto de vista ideológico por ser intervencionista e por regular o que
não precisa de ser regulado. Tem posições relativamente às promoções
que são muito ambíguas. No ano passado, as promoções representaram 4
mil milhões de euros para o sector. Seguramente, o Governo não quer
acabar com elas. Quer é clarificar os modelos promocionais e de
formação de preços. Mas na legislação criada, todas as promoções do
pequeno comércio ou programas de fidelização, como por exemplo o de
milhas da TAP, estarão proibidas. Por isso, penso que os termos
concretos da legislação que está em discussão serão afinar. É uma
questão de português, de cirurgia legislativa.
Sol: E quanto à relação contratual entre produtores e distribuidores?
LR: O Governo deveria permitir total liberdade contratual entre as
partes e essa legislação não impede, mas interfere nessa liberdade de
forma exagerada e desnecessária. Torna quase expresso o que deve ser o
contrato entre um pequeno produtor e distribuição e o que não pode lá
estar. A aplicar-se a legislação, nos termos em que está para
discussão na assembleia da República, toda a pequena produção
portuguesa se torna não competitiva. Não teremos alternativa senão
deixar de comprar aos pequenos produtores em Portugal. Por exemplo, um
produtor quer promover-se numa feira de enchidos num supermercado e
mostra-se disponível para contribuir para ter um stand. É uma pratica
normal, mas a actual legislação impede-o de o fazer
Sol: Mas o que se pretende é o contrário, ou sejam impedir que a
distribuição exija este tipo de contributos aos produtores, quando
estes não os querem dar.
LR: Se um distribuidor e um produtos se sentarem à mesa e concordarem
fazer negócio de certa maneira, por que é que há-de ser o Governo a
dizer para não fazer? Dizem que é porque a distribuição abusa. Às
vezes abusa, mas nesses casos investigue-se e puna-se.
Na legislação nova, não há promoções, não há feiras, não há
incentivos. Não há nada do que é normal existir num contrato entre um
produtor e um distribuidor. É como se o Governo viesse dizer que
ninguém podia vender a sua casa com o recheio, mesmo que o vendedor e
o comprador quisessem fazer esse negócio.
Sol: Porém ainda não surgiram queixas por parte dos produtores contra
a nova lei. Até já a elogiaram.
LR: Ainda não se aperceberam de que, se não se alterar essa
disposição, vamos ter dezenas de produtores portugueses sem poder
escoar a sua produção. Só vão perceber quando começarem a ver os
efeitos concretos da aplicação da lei. Atrevo-me a especular que muito
em breve teremos os pequenos agricultores a pedir ao Governo para
alterar a legislação.
Sol: Os escalões do IVA voltaram ao debate, com possíveis alterações
nas taxas e nalguns produtos. Como encaram estas possibilidades?
LR: Tudo o que seja aumentar o IVA é mau para o comércio.
Sol: Como deverão comportar-se os preços este ano?
LR: Há sinais que continuam a ser preocupantes nalgumas áreas por
causa do aumento do preço das matérias-primas. As empresas de
distribuição tentam acomodá-los mas não têm capacidade para ir além de
um certo limite. Mas tudo farão para manter os preços tão estáveis
quanto possível e já o fizeram em 2012. E irão continuar a usar o que
já usaram, ou seja, promoções cada vez mais intensas no sentido de
atrair os consumidores.
FONTE: Sol
http://www.anilact.pt/informacao-74/7017-seremos-obrigados-a-deixar-de-comprar-em-portugal
A grande distribuição diz que a nova lei sobre os contratos no sector
afecta a competitividade dos pequenos produtores nacionais e que será
mesmo obrigada a optar por comprar lá fora. Em entrevista ao semanário
Sol, Luís Reis, presidente da APED, afirma que a nova legislação
interfere de forma exagerada e desnecessária na liberdade contratual
entre as partes.
Sol: Pela primeira vez em Portugal, em 2012 fechou um hipermercado e
houve recorde de quebras no consumo. Foi um ano para esquecer?
Luís Reis (LR): Foi extremamente difícil. Este sector crio emprego nos
últimos 20 anos e, em 2011, ter-se-ão perdido em torno de 6000 postos
de trabalho, ou seja, se tínhamos 90 mil empregos, mais de 6% foi
destruído. Até ao final de Setembro de 2012 foram mais 1500
Sol: 2013 será pior?
LR: Sim. O Governo estima uma quebra do consumo de 2%, mas a APED
considera que será igual ou pior do que em 2012, superior a 5%. As
empresas estão a discutir se vale a pena ou não continuar a investir
em Portugal. E há uma decisão praticamente generalizada em todos os
grandes grupos associados da APED de para de investir. Alguns
começaram já a deslocalizar estruturas e outros e encerrar lojas. E é
muito provável que este movimento continue. Acredito que alguns saiam
de Portugal.
Sol: Este Governo não tem sido amigo do comercio?
LR: Não. E tem vindo a intervir de forma injustificada na capacidade
dos agentes económicos se entenderem livremente.
Sol: Medidas como as limitações às promoções também são prejudiciais?
LR: A lei que saiu agora sobre as práticas restritivas é criticável do
ponto de vista ideológico por ser intervencionista e por regular o que
não precisa de ser regulado. Tem posições relativamente às promoções
que são muito ambíguas. No ano passado, as promoções representaram 4
mil milhões de euros para o sector. Seguramente, o Governo não quer
acabar com elas. Quer é clarificar os modelos promocionais e de
formação de preços. Mas na legislação criada, todas as promoções do
pequeno comércio ou programas de fidelização, como por exemplo o de
milhas da TAP, estarão proibidas. Por isso, penso que os termos
concretos da legislação que está em discussão serão afinar. É uma
questão de português, de cirurgia legislativa.
Sol: E quanto à relação contratual entre produtores e distribuidores?
LR: O Governo deveria permitir total liberdade contratual entre as
partes e essa legislação não impede, mas interfere nessa liberdade de
forma exagerada e desnecessária. Torna quase expresso o que deve ser o
contrato entre um pequeno produtor e distribuição e o que não pode lá
estar. A aplicar-se a legislação, nos termos em que está para
discussão na assembleia da República, toda a pequena produção
portuguesa se torna não competitiva. Não teremos alternativa senão
deixar de comprar aos pequenos produtores em Portugal. Por exemplo, um
produtor quer promover-se numa feira de enchidos num supermercado e
mostra-se disponível para contribuir para ter um stand. É uma pratica
normal, mas a actual legislação impede-o de o fazer
Sol: Mas o que se pretende é o contrário, ou sejam impedir que a
distribuição exija este tipo de contributos aos produtores, quando
estes não os querem dar.
LR: Se um distribuidor e um produtos se sentarem à mesa e concordarem
fazer negócio de certa maneira, por que é que há-de ser o Governo a
dizer para não fazer? Dizem que é porque a distribuição abusa. Às
vezes abusa, mas nesses casos investigue-se e puna-se.
Na legislação nova, não há promoções, não há feiras, não há
incentivos. Não há nada do que é normal existir num contrato entre um
produtor e um distribuidor. É como se o Governo viesse dizer que
ninguém podia vender a sua casa com o recheio, mesmo que o vendedor e
o comprador quisessem fazer esse negócio.
Sol: Porém ainda não surgiram queixas por parte dos produtores contra
a nova lei. Até já a elogiaram.
LR: Ainda não se aperceberam de que, se não se alterar essa
disposição, vamos ter dezenas de produtores portugueses sem poder
escoar a sua produção. Só vão perceber quando começarem a ver os
efeitos concretos da aplicação da lei. Atrevo-me a especular que muito
em breve teremos os pequenos agricultores a pedir ao Governo para
alterar a legislação.
Sol: Os escalões do IVA voltaram ao debate, com possíveis alterações
nas taxas e nalguns produtos. Como encaram estas possibilidades?
LR: Tudo o que seja aumentar o IVA é mau para o comércio.
Sol: Como deverão comportar-se os preços este ano?
LR: Há sinais que continuam a ser preocupantes nalgumas áreas por
causa do aumento do preço das matérias-primas. As empresas de
distribuição tentam acomodá-los mas não têm capacidade para ir além de
um certo limite. Mas tudo farão para manter os preços tão estáveis
quanto possível e já o fizeram em 2012. E irão continuar a usar o que
já usaram, ou seja, promoções cada vez mais intensas no sentido de
atrair os consumidores.
FONTE: Sol
http://www.anilact.pt/informacao-74/7017-seremos-obrigados-a-deixar-de-comprar-em-portugal
Eucalipto torna-se a principal espécia da nossa floresta
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Dados preliminares do último inventário da floresta nacional provam
que a área do eucalipto cresceu 16% desde 1995 e tornou-se maior do
que a ocupada pelo pinheiro-bravo.
O "Público" escreve hoje que "o Inventário Florestal Nacional de 2010
reconhece, pela primeira vez, que o eucalipto é a espécie que mais
área ocupa na floresta portuguesa, encerrando uma era em que o
pinheiro era a árvore dominante do país". Assolado por mais de uma
década de incêndios, por pragas como a do nemátodo e da falta de
gestão, o pinhal nacional está em perda permanente desde meados dos
anos 90 - entre 1995 e 2010 a área ocupada pelos pinheiros bravos
reduziu-se 13%. Em contrapartida, os eucaliptais cresceram no mesmo
período 16% e, actualmente, ocupam 750 mil hectares do território
nacional, contra cerca de 600 mil do pinheiro bravo".
O ex-diretor-geral das Florestas, João Soares, afirma não estar
surpreendido com os números uma vez que o eucalipto "é a única árvore
que dá alguma rendibilidade aos propriatários". Segundo o jornal, a
título de exemplo, "num ecossistema com níveis de precipitação
superiores a 800 milímetros por ano, um hectare de eucalipto pode
render ao fim de dez anos quatro mil euros; no pinhal, são precisos 35
anos até que se possa aproveitar a madeira de qualidade".
Segundo João Soares, o crescimento do eucalipto até se transformar na
espécie dominante no país "corresponde à resposta dos produtores
florestais às condições económicas com que se deparam".
http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=3023865
Dados preliminares do último inventário da floresta nacional provam
que a área do eucalipto cresceu 16% desde 1995 e tornou-se maior do
que a ocupada pelo pinheiro-bravo.
O "Público" escreve hoje que "o Inventário Florestal Nacional de 2010
reconhece, pela primeira vez, que o eucalipto é a espécie que mais
área ocupa na floresta portuguesa, encerrando uma era em que o
pinheiro era a árvore dominante do país". Assolado por mais de uma
década de incêndios, por pragas como a do nemátodo e da falta de
gestão, o pinhal nacional está em perda permanente desde meados dos
anos 90 - entre 1995 e 2010 a área ocupada pelos pinheiros bravos
reduziu-se 13%. Em contrapartida, os eucaliptais cresceram no mesmo
período 16% e, actualmente, ocupam 750 mil hectares do território
nacional, contra cerca de 600 mil do pinheiro bravo".
O ex-diretor-geral das Florestas, João Soares, afirma não estar
surpreendido com os números uma vez que o eucalipto "é a única árvore
que dá alguma rendibilidade aos propriatários". Segundo o jornal, a
título de exemplo, "num ecossistema com níveis de precipitação
superiores a 800 milímetros por ano, um hectare de eucalipto pode
render ao fim de dez anos quatro mil euros; no pinhal, são precisos 35
anos até que se possa aproveitar a madeira de qualidade".
Segundo João Soares, o crescimento do eucalipto até se transformar na
espécie dominante no país "corresponde à resposta dos produtores
florestais às condições económicas com que se deparam".
http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=3023865
Douro e Porto eleitos 'Wine Village of the year' por clube de vinhos sueco
O maior clube de vinhos do mundo, o sueco Munskänkarna, elegeu o Porto
e o Douro como a Wine Village of the Year de 2012. A distinção será
entregue no dia 06 de Fevereiro, pelas 18h, nas instalações do
Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto - IVDP, no Porto.
A ViniPortugal e o IVDP associam-se a esta iniciativa que pretende
promover os vinhos do Douro e do Porto, e os vinhos portugueses, não
só no mercado sueco como nas várias secções da associação, junto dos
mais de 24.000 membros e de consumidores de vinho, meios de
comunicação social e importadores e distribuidores.
Para Manuel Novaes Cabral, presidente do IVDP, " é com muito orgulho
que o Porto e Douro recebem esta distinção que enaltece os vinhos
portugueses, promove a mais antiga região vinícola do mundo, que tem
sido reconhecida pela crítica internacional, e a cidade que empresta o
seu nome ao vinho do Porto. Esta designação constitui, em simultâneo,
uma boa oportunidade para projectar os vinhos do Porto e do Douro em
mercados internacionais, em particular no mercado sueco, numa altura
em que a crescente orientação para o exterior se afirma a melhor
estratégia a seguir pelos produtores nacionais"
Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal, afirma que "o crescimento
de 7,5% do vinho português no mercado sueco, até Setembro de 2012,
confirma que os produtores nacionais têm sabido aproveitar as
oportunidades que lhes têm sido proporcionadas nos mercados nórdicos.
Em 2013 a ViniPortugal investirá 200 mil euros neste mercado, pois,
não obstante as restrições dos monopólios no retalho, administrados
pelo Estado, existe potencial de crescimento e fortalecimento da
presença dos vinhos portugueses".
Após a cerimónia de entrega da distinção, no dia 06 de Fevereiro, os
membros da direcção da Munskänkarna permanecerão em Portugal para
acompanhar o primeiro dia do Essência do Vinho, onde terão
possibilidade de degustar vários vinhos portugueses e contactar com
produtores, e no dia 08 de Fevereiro partirão para uma viagem de dois
dias pela região do Douro, onde terão oportunidade de visitar várias
quintas produtoras de vinho do Douro e do Porto.
Ao longo de 2013 a associação incentivará os seus membros a viajarem
pelo Porto e Douro e a aprofundarem o conhecimento sobre os vinhos
destas regiões. Em colaboração com a ViniPortugal e com o IVDP, será
disponibilizada informação das regiões no site Munskänkarnas, onde
serão sugeridos hotéis, restaurantes, adegas para visitas, entre outra
informação, designadamente sobre enoturismo. Operadores turísticos
garantirão a organização de um número de viagens de grupo pela região.
Fonte: CV&A
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/30c.htm
e o Douro como a Wine Village of the Year de 2012. A distinção será
entregue no dia 06 de Fevereiro, pelas 18h, nas instalações do
Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto - IVDP, no Porto.
A ViniPortugal e o IVDP associam-se a esta iniciativa que pretende
promover os vinhos do Douro e do Porto, e os vinhos portugueses, não
só no mercado sueco como nas várias secções da associação, junto dos
mais de 24.000 membros e de consumidores de vinho, meios de
comunicação social e importadores e distribuidores.
Para Manuel Novaes Cabral, presidente do IVDP, " é com muito orgulho
que o Porto e Douro recebem esta distinção que enaltece os vinhos
portugueses, promove a mais antiga região vinícola do mundo, que tem
sido reconhecida pela crítica internacional, e a cidade que empresta o
seu nome ao vinho do Porto. Esta designação constitui, em simultâneo,
uma boa oportunidade para projectar os vinhos do Porto e do Douro em
mercados internacionais, em particular no mercado sueco, numa altura
em que a crescente orientação para o exterior se afirma a melhor
estratégia a seguir pelos produtores nacionais"
Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal, afirma que "o crescimento
de 7,5% do vinho português no mercado sueco, até Setembro de 2012,
confirma que os produtores nacionais têm sabido aproveitar as
oportunidades que lhes têm sido proporcionadas nos mercados nórdicos.
Em 2013 a ViniPortugal investirá 200 mil euros neste mercado, pois,
não obstante as restrições dos monopólios no retalho, administrados
pelo Estado, existe potencial de crescimento e fortalecimento da
presença dos vinhos portugueses".
Após a cerimónia de entrega da distinção, no dia 06 de Fevereiro, os
membros da direcção da Munskänkarna permanecerão em Portugal para
acompanhar o primeiro dia do Essência do Vinho, onde terão
possibilidade de degustar vários vinhos portugueses e contactar com
produtores, e no dia 08 de Fevereiro partirão para uma viagem de dois
dias pela região do Douro, onde terão oportunidade de visitar várias
quintas produtoras de vinho do Douro e do Porto.
Ao longo de 2013 a associação incentivará os seus membros a viajarem
pelo Porto e Douro e a aprofundarem o conhecimento sobre os vinhos
destas regiões. Em colaboração com a ViniPortugal e com o IVDP, será
disponibilizada informação das regiões no site Munskänkarnas, onde
serão sugeridos hotéis, restaurantes, adegas para visitas, entre outra
informação, designadamente sobre enoturismo. Operadores turísticos
garantirão a organização de um número de viagens de grupo pela região.
Fonte: CV&A
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/30c.htm
Agricultura pode perder centenas de milhões de euros devido a cortes comunitários
13:58 Quarta feira, 30 de Janeiro de 2013
Lisboa, 30 jan (Lusa) - A redução do orçamento comunitário para a
Política Agrícola Comum (PAC) pode significar "perdas importantes"
para Portugal, implicando cortes de 3% nas ajudas diretas e 25% nos
apoios ao desenvolvimento rural, afirmou o secretário de Estado da
Agricultura.
O corte pode chegar às centenas de milhões de euros, já que Portugal
perderia 18 dos cerca de 600 milhões de euros que recebe atualmente de
ajudas diretas, mais 250 milhões de euros para o desenvolvimento
rural.
"Portugal pode ter perdas importantes. Quando falamos de 25% de quebra
do desenvolvimento rural estamos a falar de mil milhões de euros.
Obviamente, não queremos um cenário desses", afirmou José Diogo
Albuquerque, à margem do IX Congresso Nacional do Milho, sublinhando
que só nos últimos dois ou três anos se começou a implementar o
Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) e que está agora "em pleno
funcionamento.
http://visao.sapo.pt/agricultura-pode-perder-centenas-de-milhoes-de-euros-devido-a-cortes-comunitarios=f709778
Lisboa, 30 jan (Lusa) - A redução do orçamento comunitário para a
Política Agrícola Comum (PAC) pode significar "perdas importantes"
para Portugal, implicando cortes de 3% nas ajudas diretas e 25% nos
apoios ao desenvolvimento rural, afirmou o secretário de Estado da
Agricultura.
O corte pode chegar às centenas de milhões de euros, já que Portugal
perderia 18 dos cerca de 600 milhões de euros que recebe atualmente de
ajudas diretas, mais 250 milhões de euros para o desenvolvimento
rural.
"Portugal pode ter perdas importantes. Quando falamos de 25% de quebra
do desenvolvimento rural estamos a falar de mil milhões de euros.
Obviamente, não queremos um cenário desses", afirmou José Diogo
Albuquerque, à margem do IX Congresso Nacional do Milho, sublinhando
que só nos últimos dois ou três anos se começou a implementar o
Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) e que está agora "em pleno
funcionamento.
http://visao.sapo.pt/agricultura-pode-perder-centenas-de-milhoes-de-euros-devido-a-cortes-comunitarios=f709778
Portugal ultrapassa Espanha e torna-se o quarto maior exportador mundial de tomate transformado
LUSA 30/01/2013 - 16:33
Alguns dos principais destinos são o Reino Unido e o Japão
Portugal tornou-se em 2012 o quarto maior exportador internacional de
tomate transformado, ultrapassando Espanha e ficando apenas atrás de
Itália a nível europeu, segundo a Associação dos Industriais de Tomate
(AIT).
Portugal exporta 95% do total da produção e processou, no ano passado,
1,2 milhões de toneladas de tomate, correspondentes a um volume de
negócios superior a 250 milhões de euros.
A Itália é o principal exportador europeu de tomate transformado,
seguindo-se Portugal, com quase 20% do total.
A produção nacional tem como principal destino a Europa, sendo o Reino
Unido o maior mercado, seguido de Espanha, Holanda e Alemanha.
Fora das fronteiras europeias, o Japão é o maior cliente,
representando cerca de 10% do total exportado.
Outros grandes importadores são o Kuwait, a Rússia e a Austrália, com
cerca de 7500 toneladas cada.
Portugal produz pasta de tomate e outros produtos, como molhos e ketchup.
http://www.publico.pt/economia/noticia/portugal-ultrapassa-espanha-e-tornase-o-quarto-maior-exportador-mundial-de-tomate-transformado-1582675
Alguns dos principais destinos são o Reino Unido e o Japão
Portugal tornou-se em 2012 o quarto maior exportador internacional de
tomate transformado, ultrapassando Espanha e ficando apenas atrás de
Itália a nível europeu, segundo a Associação dos Industriais de Tomate
(AIT).
Portugal exporta 95% do total da produção e processou, no ano passado,
1,2 milhões de toneladas de tomate, correspondentes a um volume de
negócios superior a 250 milhões de euros.
A Itália é o principal exportador europeu de tomate transformado,
seguindo-se Portugal, com quase 20% do total.
A produção nacional tem como principal destino a Europa, sendo o Reino
Unido o maior mercado, seguido de Espanha, Holanda e Alemanha.
Fora das fronteiras europeias, o Japão é o maior cliente,
representando cerca de 10% do total exportado.
Outros grandes importadores são o Kuwait, a Rússia e a Austrália, com
cerca de 7500 toneladas cada.
Portugal produz pasta de tomate e outros produtos, como molhos e ketchup.
http://www.publico.pt/economia/noticia/portugal-ultrapassa-espanha-e-tornase-o-quarto-maior-exportador-mundial-de-tomate-transformado-1582675
Mata do Bussaco afetada por temporal está em situação "muito grave" -- PSD
Lusa
15:55 Quarta feira, 30 de janeiro de 2013
Mealhada, 30 jan (Lusa) - Um grupo de deputados do PSD, eleitos pelo
círculo de Aveiro, visitou a Mata Nacional do Bussaco, afetada pelo
temporal de 19 de janeiro, tendo classificado a situação como "muito
grave", anunciou hoje fonte partidária.
Em nota de imprensa, o PSD de Aveiro, citando o deputado Bruno
Coimbra, aponta as "centenas de árvores caídas em algumas zonas,
árvores centenárias partidas ao meio, despedaçadas e desenraizadas",
para concluir pela gravidade da situação da mata nacional.
"Até o Cedro de São José, o cedro mais antigo de Portugal datado de
1644, foi completamente desfeito pelo vento", lamenta o deputado.
http://expresso.sapo.pt/mata-do-bussaco-afetada-por-temporal-esta-em-situacao-muito-grave-psd=f783393
15:55 Quarta feira, 30 de janeiro de 2013
Mealhada, 30 jan (Lusa) - Um grupo de deputados do PSD, eleitos pelo
círculo de Aveiro, visitou a Mata Nacional do Bussaco, afetada pelo
temporal de 19 de janeiro, tendo classificado a situação como "muito
grave", anunciou hoje fonte partidária.
Em nota de imprensa, o PSD de Aveiro, citando o deputado Bruno
Coimbra, aponta as "centenas de árvores caídas em algumas zonas,
árvores centenárias partidas ao meio, despedaçadas e desenraizadas",
para concluir pela gravidade da situação da mata nacional.
"Até o Cedro de São José, o cedro mais antigo de Portugal datado de
1644, foi completamente desfeito pelo vento", lamenta o deputado.
http://expresso.sapo.pt/mata-do-bussaco-afetada-por-temporal-esta-em-situacao-muito-grave-psd=f783393
IX Congresso Nacional do Milho João Salgueiro: "Há um potencial enorme desaproveitado na agricultura portuguesa"
"Há um potencial enorme desaproveitado na agricultura portuguesa"
"Os novos desafios que se colocam à agricultura" foram um dos temas que marcaram o primeiro dia do IX Congresso Nacional do Milho, que conta com a presença de mais de 600 participantes que fazem deste encontro um dos principais fóruns de discussão em torno do milho, uma das mais competitivas culturas de regadio. Promovido pela ANPROMIS – Associação Nacional dos Produtores de Milho e Sorgo este é um evento que ano após ano tem revelado a dinâmica desta fileira, com elevados índices de participação dos diferentes agentes da fileira – produtores nacionais, empresas que comercializam fatores de produção, altos dirigentes do ministério da Agricultura e industriais do sector agro-alimentar.
Num ambiente marcado pelo otimismo gerado pelos bons resultados obtidos na última campanha, o economista João Salgueiro marcou presença reforçando a ideia de que a alternativa às políticas de austeridade passam pela adoção de modelos económicos que promovam o investimento produtivo uma vez que existe «um enorme potencial desaproveitado na agricultura». Esta é também uma opinião partilhada por Luis Vasconcellos e Souza, que vê nas culturas de regadio um importante motor de crescimento e competitividade para a economia nacional. «Apesar dos bons resultados obtidos na passada campanha, é importante não esquecer que continuamos com sérias carências no que toca ao auto-abastecimento em cereais. Hoje mais do que nunca, e tendo em conta o enorme potencial de novas áreas de regadio como as que vêm surgindo em torno do Alqueva, importa criar condições para que esta seja uma cultura que contribua de forma significativa para o imprescindível aumento do nosso grau de auto-abastecimento e do Produto Agrícola Bruto» acrescenta o presidente da Anpromis.
O dia de amanhã é dedicado a temas como o regadio enquanto fator de competitividade da agricultura portuguesa, a evolução do mercado mundial de cereais nos próximos anos e a PAC pós-2013, painel que conta com a participação de Isabel García Tejerina, Secretária Geral do Ministério da Agricultura Espanhol. Para retomar o tema dos desafios que se colocam à agricultura portuguesa nas próximas décadas estarão presentes as principais personalidades que ditaram a política agrícola nos últimos 30 anos: Álvaro Barreto, Arlindo Cunha, Fernando Gomes da Silva, Luís Capoulas Santos, Armando Sevinate Pinto, Carlos Costa Neves e António Serrano, antigos detentores da pasta da agricultura juntam-se a Assunção Cristas, actual Ministra da Agricultura, para debaterem o futuro da agricultura em Portugal.
É ainda no âmbito do IX Congresso Nacional do Milho que a Anpromis assinala ainda o 25º aniversário que segundo Luis Vasconcellos e Souza, «é um marco que não poderia deixar de ser assinalado. A história do milho em Portugal é uma história de sucesso por isso faz todo o sentido esta comemoração porque notamos que através do setor do milho tem havido um verdadeiro desenvolvimento sustentado da agricultura portuguesa. É uma cultura que representa mais de 150 mil hectares e num país com uma área s semeada que não chega aos 600.000 hectares.»
fonte: multicom
Região Norte vai ter radar meteorológico em 2014
Por Agência Lusa, publicado em 30 Jan 2013 - 13:16 | Actualizado há 8
horas 6 minutos
A região norte vai ter no final do primeiro trimestre de 2014 um radar
meteorológico, um projeto orçado em cerca de três milhões de euros,
que visa melhorar as previsões meteorológicas, adiantou o
meteorologista Sérgio Barbosa.
Em declarações à agência Lusa, o meteorologista do Instituto Português
do Mar e da Atmosfera (IPMA) e gestor do projeto, Sérgio Barbosa,
disse que o radar meteorológico do Norte ficará situado no Pico do
Gralheiro, na serra da Freita, freguesia de Albergaria da Serra,
concelho de Arouca, e vai permitir uma cobertura eficaz da região,
suprindo uma lacuna existente.
O radar do Norte faz parte de um projeto efetuado em 1988 e tinha por
objetivo a implementação de uma rede nacional de radares
meteorológicos: no sul, no centro, no norte, na Madeira e nos Açores.
"Os sistemas de radar meteorológico são sistemas que têm tido cada vez
mais reconhecimento internacional, por se tratar de sistemas de grande
importância em particular na deteção e acompanhamento de fenómenos
perigosos como seja granizo, chuva, vento forte de que nós temos tido
alguns exemplos nos últimos anos em Portugal", contou.
De acordo com Sérgio Barbosa, os radares meteorológicos fornecem um
contributo muito importante no que diz respeito à observação e à
previsão dos fenómenos meteorológicos para as horas seguintes, até
duas a três horas.
O meteorologista disse que atualmente existem em Portugal dois
radares: um no concelho de Coruche, cuja exploração operacional está a
ser feita desde 1988, e outro no concelho de Loulé (2005).
"Estes radares distam entre si 200 km. Os feixes emitidos pelos dois
radares cruzam-se aos 100 km. Esta é uma distância muito boa entre
radares porque permite a deteção de vários campos com melhor previsão.
O radar do Norte fica a 300 km do de Coruche e a 200 do de Santiago de
Compostela, Espanha", afirmou.
O gestor do projeto explicou que o Pico do Gralheiro foi o local
escolhido por exclusão de partes, uma vez que todos os locais
avaliados no norte foram sendo abandonados devido à proliferação de
parques eólicos.
"Estamos a falar de um investimento de alguma monta, cerca de três
milhões de euros se considerarmos o equipamento do radar a torre onde
este será colocado e todas as infraestruturas de que a torre terá de
ser dotada para o adequado funcionamento", disse.
O projeto é cofinanciado pelo FEDER, tendo sido objeto de uma
candidatura ao Sistema de Apoio a Infraestruturas Científicas e
Tecnológicas, no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional
(QREN), que foi aprovada pela Autoridade de Gestão do Programa
Operacional Regional do Norte (ON.2).
Sérgio Barbosa salientou ainda que o projeto está em pleno curso,
estimando-se que fique operacional ou, pelo menos em regime
experimental, durante o primeiro trimestre de 2014.
"O radar vai ajudar a melhorar a taxa de acerto dos avisos
meteorológicos e em particular contribuir para a antecipação de avisos
de tempo severo e de cheias repentinas na salvaguarda de vidas e
bens", concluiu.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
http://www.ionline.pt/portugal/regiao-norte-vai-ter-radar-meteorologico-2014
horas 6 minutos
A região norte vai ter no final do primeiro trimestre de 2014 um radar
meteorológico, um projeto orçado em cerca de três milhões de euros,
que visa melhorar as previsões meteorológicas, adiantou o
meteorologista Sérgio Barbosa.
Em declarações à agência Lusa, o meteorologista do Instituto Português
do Mar e da Atmosfera (IPMA) e gestor do projeto, Sérgio Barbosa,
disse que o radar meteorológico do Norte ficará situado no Pico do
Gralheiro, na serra da Freita, freguesia de Albergaria da Serra,
concelho de Arouca, e vai permitir uma cobertura eficaz da região,
suprindo uma lacuna existente.
O radar do Norte faz parte de um projeto efetuado em 1988 e tinha por
objetivo a implementação de uma rede nacional de radares
meteorológicos: no sul, no centro, no norte, na Madeira e nos Açores.
"Os sistemas de radar meteorológico são sistemas que têm tido cada vez
mais reconhecimento internacional, por se tratar de sistemas de grande
importância em particular na deteção e acompanhamento de fenómenos
perigosos como seja granizo, chuva, vento forte de que nós temos tido
alguns exemplos nos últimos anos em Portugal", contou.
De acordo com Sérgio Barbosa, os radares meteorológicos fornecem um
contributo muito importante no que diz respeito à observação e à
previsão dos fenómenos meteorológicos para as horas seguintes, até
duas a três horas.
O meteorologista disse que atualmente existem em Portugal dois
radares: um no concelho de Coruche, cuja exploração operacional está a
ser feita desde 1988, e outro no concelho de Loulé (2005).
"Estes radares distam entre si 200 km. Os feixes emitidos pelos dois
radares cruzam-se aos 100 km. Esta é uma distância muito boa entre
radares porque permite a deteção de vários campos com melhor previsão.
O radar do Norte fica a 300 km do de Coruche e a 200 do de Santiago de
Compostela, Espanha", afirmou.
O gestor do projeto explicou que o Pico do Gralheiro foi o local
escolhido por exclusão de partes, uma vez que todos os locais
avaliados no norte foram sendo abandonados devido à proliferação de
parques eólicos.
"Estamos a falar de um investimento de alguma monta, cerca de três
milhões de euros se considerarmos o equipamento do radar a torre onde
este será colocado e todas as infraestruturas de que a torre terá de
ser dotada para o adequado funcionamento", disse.
O projeto é cofinanciado pelo FEDER, tendo sido objeto de uma
candidatura ao Sistema de Apoio a Infraestruturas Científicas e
Tecnológicas, no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional
(QREN), que foi aprovada pela Autoridade de Gestão do Programa
Operacional Regional do Norte (ON.2).
Sérgio Barbosa salientou ainda que o projeto está em pleno curso,
estimando-se que fique operacional ou, pelo menos em regime
experimental, durante o primeiro trimestre de 2014.
"O radar vai ajudar a melhorar a taxa de acerto dos avisos
meteorológicos e em particular contribuir para a antecipação de avisos
de tempo severo e de cheias repentinas na salvaguarda de vidas e
bens", concluiu.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
http://www.ionline.pt/portugal/regiao-norte-vai-ter-radar-meteorologico-2014
Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território visitou Concelho de Nelas
Por METRONEWS - Ter Jan 29, 2:11 pm
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No passado dia 25 de Janeiro, a Sra. Ministra da Agricultura, Mar,
Ambiente e Ordenamento do Território, Dra. Assunção Cristas visitou o
Concelho de Nelas, onde deu especial destaque à vitivinicultura,
lembrando que a Região do Dão contribui para a notoriedade de Portugal
no mercado dos vinhos no Mundo.
Recebida pela Sra. Presidente da Câmara, Dra. Isaura Pedro, no Salão
Nobre dos Paços do Concelho, seguiu-se uma visita ao Centro de Estudos
Vitivinícolas do Dão onde a Sra. Ministra realçou, no seu discurso, a
importância do trabalho de proximidade que é realizado pelo Centro de
Estudos com os vitivinicultores, tendo ainda deixado a garantia de
manutenção e otimização deste Centro.
O culminar da visita teve lugar na freguesia de Santar, às vinhas e
adega da Casa de Santar e Paço dos Cunhas, em que a Sra. Ministra
enalteceu o projeto de enoturismo de excelência que muito tem
contribuído para a promoção do concelho de Nelas.
http://www.metronews.com.pt/2013/01/29/ministra-da-agricultura-mar-ambiente-e-ordenamento-do-territorio-visitou-concelho-de-nelas/
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No passado dia 25 de Janeiro, a Sra. Ministra da Agricultura, Mar,
Ambiente e Ordenamento do Território, Dra. Assunção Cristas visitou o
Concelho de Nelas, onde deu especial destaque à vitivinicultura,
lembrando que a Região do Dão contribui para a notoriedade de Portugal
no mercado dos vinhos no Mundo.
Recebida pela Sra. Presidente da Câmara, Dra. Isaura Pedro, no Salão
Nobre dos Paços do Concelho, seguiu-se uma visita ao Centro de Estudos
Vitivinícolas do Dão onde a Sra. Ministra realçou, no seu discurso, a
importância do trabalho de proximidade que é realizado pelo Centro de
Estudos com os vitivinicultores, tendo ainda deixado a garantia de
manutenção e otimização deste Centro.
O culminar da visita teve lugar na freguesia de Santar, às vinhas e
adega da Casa de Santar e Paço dos Cunhas, em que a Sra. Ministra
enalteceu o projeto de enoturismo de excelência que muito tem
contribuído para a promoção do concelho de Nelas.
http://www.metronews.com.pt/2013/01/29/ministra-da-agricultura-mar-ambiente-e-ordenamento-do-territorio-visitou-concelho-de-nelas/
Partidos polacos de esquerda querem acabar com matança ritual de animais
29-01-2013 13:40Proposta de lei afecta comunidades judaicas e
muçulmanas que assim ficariam privados de carne kosher e halal para
consumo.
Dois partidos de esquerda na Polónia estão a pressionar o
primeiro-ministro Donald Tusk no sentido de apoiar uma proposta de lei
que tornaria ilegal a matança de animais segundo os rituais islâmicos
e judaicos.
Estas comunidades têm regras precisas e antigas que regulamentam a
forma como os animais devem ser mortos para que sejam ritualmente
puros e possam ser consumidos. Para que a carne seja "halal", para os
muçulmanos, ou "kosher" para os judeus, é necessário que os animais
estejam conscientes na altura em que são mortos.
Os partidos, na linha de vários movimentos de defesa dos direitos dos
animais, alegam contudo que é necessário atordoar os animais antes de
os matar. A lei polaca também prevê o atordoamento, o que levou o
tribunal constitucional a declarar que a matança ritual era
inconstitucional.
Logo depois dessa decisão, contudo, o ministério do Ambiente disse que
estava a preparar legislação para garantir a continuidade da matança
ritual. A lei agora proposta pela Aliança Democrática de Esquerda e
pelo Movimento Palikot visa garantir que essas práticas fiquem
definitivamente banidas na Polónia.
As práticas islâmicas e judaicas no que diz respeito à matança ritual
têm sido atacadas em vários países europeus nos últimos anos. Na
Holanda o Parlamento chegou a passar uma lei a bani-las, mas esta não
passou no senado.
A Igreja Católica tem defendido consistentemente os direitos das
minorias religiosas nestes países a manter as suas práticas
ancestrais.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=94593
muçulmanas que assim ficariam privados de carne kosher e halal para
consumo.
Dois partidos de esquerda na Polónia estão a pressionar o
primeiro-ministro Donald Tusk no sentido de apoiar uma proposta de lei
que tornaria ilegal a matança de animais segundo os rituais islâmicos
e judaicos.
Estas comunidades têm regras precisas e antigas que regulamentam a
forma como os animais devem ser mortos para que sejam ritualmente
puros e possam ser consumidos. Para que a carne seja "halal", para os
muçulmanos, ou "kosher" para os judeus, é necessário que os animais
estejam conscientes na altura em que são mortos.
Os partidos, na linha de vários movimentos de defesa dos direitos dos
animais, alegam contudo que é necessário atordoar os animais antes de
os matar. A lei polaca também prevê o atordoamento, o que levou o
tribunal constitucional a declarar que a matança ritual era
inconstitucional.
Logo depois dessa decisão, contudo, o ministério do Ambiente disse que
estava a preparar legislação para garantir a continuidade da matança
ritual. A lei agora proposta pela Aliança Democrática de Esquerda e
pelo Movimento Palikot visa garantir que essas práticas fiquem
definitivamente banidas na Polónia.
As práticas islâmicas e judaicas no que diz respeito à matança ritual
têm sido atacadas em vários países europeus nos últimos anos. Na
Holanda o Parlamento chegou a passar uma lei a bani-las, mas esta não
passou no senado.
A Igreja Católica tem defendido consistentemente os direitos das
minorias religiosas nestes países a manter as suas práticas
ancestrais.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=94593
PAC: »Além das medidas ambientais é necessário ter em conta os aspectos económicos»
30-01-2013
«Na reforma da Política Agrícola Comum (PAC) temos de assegurar os
recursos naturais, mas também ter em conta os aspectos económicos e
sociais», disse o presidente da comissão parlamentar da agricultura,
Paolo De Castro.
Os eurodeputados votaram na posição do Parlamento Europeu (PE)
relativa às propostas de reforma da PAC da Comissão, antes da cimeira
europeia de sete e oito de Fevereiro sobre o orçamento de longo prazo
da União Europeia (UE).
O responsável, questionado sobre de que forma a reforma da PAC
contribuirá, a longo prazo, para que a agricultura europeia consiga
lidar com o aumento da procura, os elevados preços da energia e um
mercado volátil, afirmou que «o mercado está estável devido ao aumento
da procura de alimentos. Isto significa que hoje é necessário garantir
a segurança alimentar muito mais do que no passado».
A grande questão é saber como aumentar a produção sem aumentar os
níveis de poluição, como produzir mais reduzindo o consumo de recursos
naturais. E isto significa inovar, apostar em tecnologia e
investigação. As alterações às propostas da Comissão Europeia são a
favor do ambiente, mas é necessário evitar a burocracia e apostar em
custos de produção mais baixos.
O agricultor pode beneficiar destas medidas ecológicas, tendo em conta
que a UE terá uma PAC mais legitimada pela opinião pública. «Temos de
assegurar os recursos naturais, mas também ter em conta os aspectos
económicos e sociais. É por isso que introduzimos instrumentos para
lidar com o risco e para reforçar as organizações de produtores»,
assinalou Paolo De Castro.
Em relação à tentativa de se chegar a um acordo a longo prazo em
Feveriero sobre o orçamento da PAC, o qual absorve cerca de 40 por
cento do orçamento da UE, o presidente adianta que o Conselho tem que
analisar qual o sector mais eficiente, com um maior aumento de
exportações e que aposta em criação de emprego. Apenas o sector
agrícola e alimentar. Isto significa que temos de manter este sector
porque é uma oportunidade para criar oportunidades de trabalho e
desenvolvimento na UE.
O responsável concluiu que espera «que não se verifiquem muitos cortes
nos fundos relativos a este sector. Se isso acontecer, os compromissos
alcançados na comissão parlamentar podem ser destruídos no plenário».
Fonte: Parlamento Europeu
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45674.aspx
«Na reforma da Política Agrícola Comum (PAC) temos de assegurar os
recursos naturais, mas também ter em conta os aspectos económicos e
sociais», disse o presidente da comissão parlamentar da agricultura,
Paolo De Castro.
Os eurodeputados votaram na posição do Parlamento Europeu (PE)
relativa às propostas de reforma da PAC da Comissão, antes da cimeira
europeia de sete e oito de Fevereiro sobre o orçamento de longo prazo
da União Europeia (UE).
O responsável, questionado sobre de que forma a reforma da PAC
contribuirá, a longo prazo, para que a agricultura europeia consiga
lidar com o aumento da procura, os elevados preços da energia e um
mercado volátil, afirmou que «o mercado está estável devido ao aumento
da procura de alimentos. Isto significa que hoje é necessário garantir
a segurança alimentar muito mais do que no passado».
A grande questão é saber como aumentar a produção sem aumentar os
níveis de poluição, como produzir mais reduzindo o consumo de recursos
naturais. E isto significa inovar, apostar em tecnologia e
investigação. As alterações às propostas da Comissão Europeia são a
favor do ambiente, mas é necessário evitar a burocracia e apostar em
custos de produção mais baixos.
O agricultor pode beneficiar destas medidas ecológicas, tendo em conta
que a UE terá uma PAC mais legitimada pela opinião pública. «Temos de
assegurar os recursos naturais, mas também ter em conta os aspectos
económicos e sociais. É por isso que introduzimos instrumentos para
lidar com o risco e para reforçar as organizações de produtores»,
assinalou Paolo De Castro.
Em relação à tentativa de se chegar a um acordo a longo prazo em
Feveriero sobre o orçamento da PAC, o qual absorve cerca de 40 por
cento do orçamento da UE, o presidente adianta que o Conselho tem que
analisar qual o sector mais eficiente, com um maior aumento de
exportações e que aposta em criação de emprego. Apenas o sector
agrícola e alimentar. Isto significa que temos de manter este sector
porque é uma oportunidade para criar oportunidades de trabalho e
desenvolvimento na UE.
O responsável concluiu que espera «que não se verifiquem muitos cortes
nos fundos relativos a este sector. Se isso acontecer, os compromissos
alcançados na comissão parlamentar podem ser destruídos no plenário».
Fonte: Parlamento Europeu
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45674.aspx
Director-geral da FAO em Angola para apoiar agricultura
29 de Janeiro, 2013
O director-geral do Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e
Agricultura (FAO) estará em Angola entre quarta e sexta-feira para
apoiar a estratégia nacional de apoio à agricultura familiar, entre
outras iniciativas.
Na primeira visita a Angola desde a sua nomeação em 2011, José
Graziano da Silva vai reunir-se com responsáveis governamentais
angolanos para apoiar a elaboração de uma estratégia nacional de apoio
à agricultura familiar e a preparação do Programa-Quadro de Cooperação
(CPF) entre a FAO e Angola, alinhado com o Plano Quinquenal do Governo
angolano para 2013-2017.
Uma nota de imprensa do Ministério da Agricultura enviada hoje à Lusa
refere que José Graziano da Silva vai manter contactos ao mais alto
nível com entidades do Estado angolano, responsáveis de diversos
departamentos ministeriais, além de representantes residentes da ONU
em Angola.
José Graziano da Silva, antigo ministro da Segurança Alimentar do
Brasil, tem previsto encontros com os ministros da Agricultura, Afonso
Pedro Canga, das Relações Exteriores, Georges Chicoti, das Pescas,
Victoria de Barros, do Ambiente, Fátima Jardim, e do Comércio, Rosa
Pacavira.
O programa prevê igualmente reuniões com dirigentes da Fundação
Eduardo dos Santos (FESA), um encontro de cortesia com a embaixadora
do Brasil em Angola, Ana Gentil Cabral, e uma visita à representação
da FAO em Angola.
Angola e a FAO colaboram em vários projectos, particularmente no
domínio da segurança alimentar e outras áreas prioritárias para o
governo.
Em Angola, a FAO participa em 34 projectos, metade dos quais financia
de forma direta, e dos restantes, 13 têm financiamento de doadores
internacionais (União Europeia, Cooperação Espanhola e UNDP) e quatro
são financiados por Angola.
Angola é membro da FAO desde 14 de Novembro de 1978.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/Angola/Interior.aspx?content_id=67307
Mau tempo dá 23 milhões de «prejuízo» às seguradoras
ONTEM às 18:25 actualizada às 21:44
1
O temporal de janeiro provocou 12.500 sinistros, com custos superiores
a 23 milhões de euros, segundo a Associação Portuguesa de Seguradoras
(APS), com base nas situações ocorridas nos dias 18 e 19 e
participados até 25.
Em conferência de imprensa, o diretor adjunto da APS, Miguel
Guimarães, notou que o número de sinistros e os custos podem aumentar,
por se esperarem mais participações e o resultado das avaliações a
decorrer.
O valor de 23,3 milhões de euros revelados inclui as "indemnizações já
pagas e provisões constituídas pelas seguradoras", disse. O presidente
da APS, Pedro Seixas Vale, estimou que os custos totais possam andar
entre "25 a 27 milhões de euros".
O maior número de seguros respeita ao ramo "incêndio e outros danos,
ao abrigo dos quais foram participados perto de 12 mil sinistros, com
custos globais de mais de 22 milhões de euros", segundo a informação
divulgada pela APL.
A nível de seguros multirrisco de habitação houve registo de mais de
9.700 sinistros, com custos na ordem dos 13 milhões de euros.
Quanto a seguros a nível de comércio e indústria "foram abertos mais
de dois mil sinistros, com custos da ordem dos nove milhões de euros".
"A região Centro é onde se concentra a maior fatia" com a
sinistralidade, com uma fatura acima dos 14 milhões de euros.
Na região Norte, os custos ascendem a 4,5 milhões de euros e em Lisboa
rondam os 03 milhões de euros.
O presidente da APS garantiu que as seguradoras não têm dificuldade em
pagar os sinistros, uma vez que "mutualizam riscos".
"Devolvemos à sociedade o que recebemos das pessoas", afirmou Pedro
Seixas Vale, lembrando que anualmente a globalidade dos sinistros
pagos ascende a oito mil milhões de euros.
Aos jornalistas, o responsável precisou que os danos a nível das
explorações agrícolas localizaram-se sobretudo nas estruturas e estão
incluídos nos multirriscos, uma vez que nesta altura do ano ainda não
há colheitas.
"O seguro das estruturas agrícolas (estufas) é barato. Para uma
estrutura de 200 mil euros, o seguro é de 200 a 240 euros", referiu.
Os maiores custos na região do Centro, segundo a APS justificam-se por
maiores danos e por mais pessoas seguradas.
O presidente da associação acrescentou ainda que "80 a 90%" dos
sinistros decorrentes do temporal é paga em cerca de 30 dias.
Dinheiro Digital com Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=194081
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O temporal de janeiro provocou 12.500 sinistros, com custos superiores
a 23 milhões de euros, segundo a Associação Portuguesa de Seguradoras
(APS), com base nas situações ocorridas nos dias 18 e 19 e
participados até 25.
Em conferência de imprensa, o diretor adjunto da APS, Miguel
Guimarães, notou que o número de sinistros e os custos podem aumentar,
por se esperarem mais participações e o resultado das avaliações a
decorrer.
O valor de 23,3 milhões de euros revelados inclui as "indemnizações já
pagas e provisões constituídas pelas seguradoras", disse. O presidente
da APS, Pedro Seixas Vale, estimou que os custos totais possam andar
entre "25 a 27 milhões de euros".
O maior número de seguros respeita ao ramo "incêndio e outros danos,
ao abrigo dos quais foram participados perto de 12 mil sinistros, com
custos globais de mais de 22 milhões de euros", segundo a informação
divulgada pela APL.
A nível de seguros multirrisco de habitação houve registo de mais de
9.700 sinistros, com custos na ordem dos 13 milhões de euros.
Quanto a seguros a nível de comércio e indústria "foram abertos mais
de dois mil sinistros, com custos da ordem dos nove milhões de euros".
"A região Centro é onde se concentra a maior fatia" com a
sinistralidade, com uma fatura acima dos 14 milhões de euros.
Na região Norte, os custos ascendem a 4,5 milhões de euros e em Lisboa
rondam os 03 milhões de euros.
O presidente da APS garantiu que as seguradoras não têm dificuldade em
pagar os sinistros, uma vez que "mutualizam riscos".
"Devolvemos à sociedade o que recebemos das pessoas", afirmou Pedro
Seixas Vale, lembrando que anualmente a globalidade dos sinistros
pagos ascende a oito mil milhões de euros.
Aos jornalistas, o responsável precisou que os danos a nível das
explorações agrícolas localizaram-se sobretudo nas estruturas e estão
incluídos nos multirriscos, uma vez que nesta altura do ano ainda não
há colheitas.
"O seguro das estruturas agrícolas (estufas) é barato. Para uma
estrutura de 200 mil euros, o seguro é de 200 a 240 euros", referiu.
Os maiores custos na região do Centro, segundo a APS justificam-se por
maiores danos e por mais pessoas seguradas.
O presidente da associação acrescentou ainda que "80 a 90%" dos
sinistros decorrentes do temporal é paga em cerca de 30 dias.
Dinheiro Digital com Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=194081
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