sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Abertura das candidaturas à reestruturação da vinha para a campanha vitivinícola 2013-2014

A partir de 15 de Fevereiro de 2013


O Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do
Território (MAMAOT), através do Instituto de Financiamento da
Agricultura e Pescas, I.P. (IFAP) e do Instituto da Vinha e do Vinho,
I.P. (IVV) irá proceder à abertura de um novo período de candidaturas
a projetos de reestruturação da vinha para a campanha vitivinícola de
2013-2014, já a partir do dia 15 de fevereiro.

A decisão de avançar com a abertura da medida visa não interromper o
ciclo de forte investimento que se tem verificado no sector, quando
estão ainda a decorrer as negociações da reforma da Política Agrícola
Comum (PAC).

Segundo o Secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque:
"Tem existido uma forte preocupação em garantir aos agricultores, e
neste caso aos viticultores, estabilidade durante este período de
transição sendo da maior importância garantir que o ciclo atual de
investimento estrutural no sector não é interrompido nesta fase de
transição de políticas. A mensagem que queremos passar aos nossos
agricultores é que quanto mais cedo se iniciar a campanha, quanto mais
cedo os agricultores ou viticultores apresentem as candidaturas, mais
cedo se farão os controlos, e mais cedo a administração estará
preparada para viabilizar os apoios comunitários de forma atempada".

A recepção de candidaturas, para a campanha vitivinícola de 2013-2014
decorrerá a partir do dia 15 de fevereiro de 2013 e terminará a 31 de
março de 2013. A decisão final fica, no entanto, condicionada ao
acordo final sobre a reforma da PAC e consequentemente à dotação
financeira atribuída pela Comissão Europeia e às alterações que possam
decorrer da futura regulamentação comunitária para o programa de apoio
aplicável a partir do ano de 2014.

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/02/15f.htm

"Carne de cavalo contaminada é um risco menor para a saúde humana"

Bastonária dos médicos veterinários garante que ingestão de carne de
cavalo contaminada com o anti-inflamatório fenilbutazona significa
risco "menor" para a saúde dos humanos.
Carlos Abreu
23:30 Quinta feira, 14 de fevereiro de 2013

Não há razões para alarme. Ainda que esteja contaminada com resíduos
de um anti-inflamatório muito usado nos cavalos, a fenilbutazona, o
risco para a saúde dos humanos que comam desta carne é "menor". Quem o
garante é a bastonária da Ordem dos Médicos Veterinários, que em
entrevista ao Expresso, assegura que esta substância é tóxica mas não
provoca cancro.

"A presença de resíduos de fenilbutazona na carne de cavalo, só por
si, não tem de ser uma coisa má. Estamos preocupados porque é tóxico e
pode causar, por exemplo, problemas gastrointestinais, como úlceras,
mas não é carcinogénico como os nitrofuranos [drogas tipicamente
usadas como antibióticos e antimicrobianos]", explicou Laurentina
Pedroso.

Segundo a bastonária, que se doutorou em segurança alimentar e saúde
pública veterinária, a fenilbutazona é muito usada nos animais - "é um
produto de eleição para tirar a dor" - e pontualmente na medicina
humana em pessoas com artrite reumatoide ou gota.

Laurentina Pedroso assegura ainda que "só a ingestão em grandes
quantidades de carne de cavalo com estes resíduos poderiam desencadear
uma úlcera". Uma situação extremamente improvável em Portugal, onde as
estatísticas indicam um consumo anual per capita (por pessoa) inferior
a um quilo.

"A União Europeia não definiu qualquer tipo de limite - nem mínimo,
nem máximo - para os resíduos de fenilbutazona na carne de cavalo
porque o seu consumo é diminuto, já que se tratam de animais de
companhia, lazer ou desporto", explica a bastonária, que é também
professora de segurança alimentar. Em Portugal, por exemplo, no ano
passado foram abatidos 2750 cavalos contra mais de 400 mil bovinos.

Ora, não havendo limites definidos, prossegue Laurentina Pedroso,
"isso quer dizer que não deve lá estar, mas quando é detetado algum
resíduo de fenilbutazona [tal como foi noticiado hoje na Grã-Bretanha]
isso também não significa um risco para a saúde humana".

A bastonária dos veterinários aconselha os consumidores portugueses a
terem "confiança" e a "consumir produtos portugueses" até porque no
nosso país "a indústria alimentar não tem necessidade de recorrer a
este tipo de matérias-primas".


http://expresso.sapo.pt/carne-de-cavalo-contaminada-e-um-risco-menor-para-a-saude-humana=f787284

Caso da carne de cavalo já soma três detidos no Reino Unido

Publicado ontem
A polícia britânica deteve, esta quinta-feira, três suspeitos de terem
adulterado alimentos com carne de cavalo sem informar os consumidores.
Os detidos têm 42, 63 e 64 anos e trabalham em empresas de
processamento de carne.

Também esta quinta-feira, várias carcaças de cavalo provenientes de
matadouros do Reino Unido com restos de fenilbutazona, um analgésico
proibido na alimentação, foram enviados para França, anunciaram as
autoridades britânicas.

O ministro da Agricultura britânico, David Heath, indicou aos
deputados que a Agência de Segurança Alimentar britânica (Food
Standards Agency, FSA) descobriu que foram expedidas para França três
carcaças com restos do medicamento, mas a FSA corrigiu o número,
afirmando que foram seis.

A descoberta resulta de análises efetuadas a 206 carcaças de cavalos
abatidos no Reino Unido para detetar a presença desta substancia.

"Oito deram positivo", precisou o ministro, adiantando que "três
destas carcaças talvez tenham entrado na cadeia alimentar em França".

Em contrapartida, este analgésico utilizado para cavalos e que torna a
carne imprópria para consumo, não foi detetado nos produtos das marcas
Findus testados no Reino Unido, que estiveram na origem do escândalo
europeu da fraude da carne de cavalo.

A FSA anunciou no seu site da Internet que ia "trabalhar com as
autoridades francesas para encontrar o rasto" destas carcaças.

Os animais tratados com fenilbutazona não estão autorizados a entrar
na cadeia alimentar. Mas segundo o ministério da Saúde britânico, a
carne que contenha este produto "apresenta um risco ínfimo para a
saúde humana".

Este analgésico é prescrito "frequentemente a cavalos" e a
determinados doentes com artrite severa", sublinha a FSA no site.

"Aos níveis ao qual foi encontrado, uma pessoa tinha que comer entre
500 e 600 hambúrgueres por dia, compostos 100% por carne de cavalo,
para se aproximar da dose limite diária para o homem", assegura a FSA.

A FSA lançou uma investigação a todos os matadouros que produzem carne
de cavalo no Reino Unido depois das autoridades irlandesas terem
descoberto em meados de janeiro hambúrgueres vendidos em supermercados
no Reino Unido e na Irlanda com carne de cavalo.

O escândalo assumiu uma dimensão europeia com a posterior descoberta
no Reino Unidos de lasanhas da marca Findus, etiquetadas como lasanhas
com carne de bovino, com carne de cavalo.

A FSA tinha anunciado na terça-feira que tinha feito em conjunto com a
polícia britânica buscas num matadouro inglês e numa fábrica do País
de Gales suspeitas de terem fornecido a carne de cavalo em lugar da
carne de bovino.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3054019&page=-1

Bovinicultores receiam quebra no consumo após fraude com carne de cavalo

Baixo preço da carne de cavalo faz aumentar consumo em Portugal
Ministério da Agricultura garante não ter detectada nenhuma
irregularidade e sublinha que a carne de cavalo não representa nenhum
perigo para a saúde pública. 14-02-2013 11:55

A Federação Portuguesa de Associações de Bovinicultores (FPAB) receia
uma retracção de consumo por causa da fraude com carne de cavalo. Em
Portugal, o Ministério da Agricultura já iniciou testes de despistagem
e garante que não foi detectada até ao momento nenhuma irregularidade.

Depois de França, Irlanda e Reino Unido, foi revelado esta
quinta-feira um caso na Alemanha de uso de carne de cavalo em produtos
rotulados como sendo carne de vaca.

Pedro Espadinha, presidente da FPAB, aconselha o consumo de carne com
rótulo português, mas não nega alguma apreensão com uma possível queda
no consumo.

"Isto tem sempre efeitos negativos. Por outro lado, penso que o
consumidor é suficientemente inteligente para perceber que isto foi
uma fraude económica que aconteceu num país estrangeiro, e que pode
garantidamente com segurança consumir a nossa carne portuguesa,
porque, essa sim, nós podemos garantir que não tem qualquer tipo de
fraude na sua confecção e na sua apresentação ao público", assegura.

A Comissão Europeia pediu na quarta-feira aos estados-membros para
fazerem testes de ADN.

O secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agro-alimentar,
Nuno Vieira de Brito, já disse à Renascença que Portugal se antecipou
e já foram feitos esses testes. "Independentemente desta proposta da
comissão, Portugal já tinha tomado as suas medidas no sentido de
avaliar a possibilidade de este escândalo também atingir Portugal",
referiu.

Este é um caso de fraude económica, sublinhou o responsável,
acrescentando que a carne de cavalo não representa nenhum perigo para
a saúde pública.

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=31&did=96715

Investigadores de Peniche preparam hambúrguer de peixe

Publicado ontem

Investigadores da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar, de
Peniche, estão a estudar a preparação de um inovador hambúrguer de
peixe, que será comercializado ainda este ano.


foto GLOBAL IMAGENS/ARQUIVO

Consumo de peixe vai ser incentivado

O incentivo ao consumo de peixe é um dos objetivos do novo produto e o
grupo de investigadores já testou a aplicação de diferentes espécies
de peixe ao hambúrguer, desde pescada, tintureira e paloco, espécies
às quais se pretende acrescentar maior valor comercial.

Cavala e sardinha, espécies capturadas na costa atlântica portuguesa,
são outras possibilidades.

Maria Manuel Gil, docente que coordena a investigação, explicou à
agência Lusa que a ideia partiu de uma fábrica de pescado de Peniche e
tem como objetivo, também, o aproveitamento de "produtos da
subprodução e de partes comestíveis que não têm valor comercial".

Além disso, valorizar e acrescentar valor comercial a algumas espécies
pouco consumidas, como a cavala, ou que são comercializadas
congeladas, como a tintureira, estão também entre as pretensões dos
promotores.

A equipa está a testar a formulação do produto na cozinha com
diferentes espécies de pescado e prepara-se para avançar para a
criação de dois protótipos que serão fabricados à escala industrial
ainda este ano: um hambúrguer de peixe para crianças e outro para
adultos.

O produto inovador no mercado nacional, uma vez que só existe
hambúrguer de atum, vai ser produzido pela Nigel, uma fábrica de
Peniche.

"Queremos ter um produto sem espinhas, saudável e fácil de
confecionar, para incentivar as crianças e jovens a comer peixe",
afirmou Elsa Nicolau, da administração da empresa.

Uma cadeira de distribuição alimentar está interessa na
comercialização do produto.

A fábrica fatura por ano 11 milhões de euros, metade dos quais são
oriundos da exportação.

A empresa, que se dedica à preparação de peixe para vendê-lo congelado
e ao fabrico de refeições pré-cozinhadas de peixe, emprega 102
trabalhadores.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3052506&page=-1

Carne de cavalo não oferece qualquer risco para a saúde pública

A troca de carne de vaca por carne de cavalo em refeições
pré-cozinhadas comercializadas "não constitui qualquer risco para a
saúde pública", tratando-se "apenas de um problema económico", disse,
esta quinta-feira, à Lusa um especialista em Saúde Pública.


foto REUTERS

Utilização de carne de cavalo não causa riscos

"Desde há muitos anos que se come carne de cavalo , até havia talhos
especializados em carne de cavalo , portanto não constitui qualquer
risco para a saúde pública", afirmou Mário Durval, da Associação de
Médicos de Saúde Pública.

Na semana passada foram descobertas, no Reino Unido, embalagens de
lasanha da marca Findus que contêm carne de cavalo , mas que estão
etiquetadas como sendo carne de vaca. Entretanto, esta situação já foi
detetada noutros países da Europa e com outras marcas, como a Picard,
que já foram retiradas do mercado.

Para o especialista, "isto é um problema só de crime económico, porque
é uma aldrabice dizer que se está a vender uma coisa e vender-se
outra".

"As pessoas não pensem que aquilo pode fazer-lhes mal, porque não faz.
É só, como se costuma dizer, 'comprar gato por lebre'. Embora a carne
seja semelhante, são dois herbívoros, não há grande diferença entre
uma coisa e outra", referiu.

O Governo português anunciou na quarta-feira que "não foi detetada até
ao momento, em Portugal, nenhuma situação" de consumo de carne de
cavalo em vez de vaca.

Num comunicado, o Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e
Ordenamento do Território refere tratar-se de "um crime de fraude
económica, quer quanto à origem, quer quanto à composição do produto,
bem como quanto à rotulagem", sublinhando que "a carne de cavalo não
representa nenhum perigo para a saúde pública".

A tutela adiantou também que a Autoridade de Segurança Alimentar e
Económica (ASAE) está a "acompanhar e monitorizar a situação" e
garante que a secretaria de Estado da Alimentação e Investigação
Alimentar "salvaguardará sempre a segurança alimentar e a defesa do
consumidor em Portugal".

A Comissão Europeia apelou na quinta-feira a todos os países da União
Europeia (UE) para que façam testes de ADN aos produtos à base de
vaca.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3052851&page=-1

Pode saber de onde vem o bife, já o hambúrger é um mistério

CLARA BARATA 14/02/2013 - 00:00

Trabalhador num dos matadouros romenos sob suspeita da investigação
das autoridades francesas DANIEL MIHAILESCU/AFP

Países da UE estudam mudança na etiquetagem da carne. Crise económica
fez disparar abate de cavalos.

Se comprar bifes de vaca no supermercado, algures tem de haver uma
etiqueta a dizer de que país vem a carne. Se não é portuguesa, é
provável que venha da Irlanda ou da Polónia, por exemplo. Mas se
comprar hambúrgueres, ou até uma lasanha pré-cozinhada congelada, a
norma europeia adoptada após a crise das vacas loucas não obriga a
mencionar a origem da carne nos produtos transformados. Apenas na
carne fresca. A mudança dessa regra está a ser discutida pelos países
da União Europeia afectados pela fraude da carne de cavalo nos pratos
ultracongelados.

Ontem houve uma reunião informal em Bruxelas dos 16 países afectados
pela crise da carne de cavalo encontrada em grandes quantidades em
comida congelada - da marca Findus e não só - cujas etiquetas dizem
ser apenas de vaca, mas o caso vai ser discutido de forma mais
aprofundada no próximo Conselho de Ministros da Agricultura da UE, a
25 de Fevereiro.

Estão em estudo alterações nos testes aos alimentos e também na
etiquetagem dos produtos. Algo complicado, uma vez que a origem dos
ingredientes dos pratos processados pode mudar diariamente, dizem os
fabricantes.

Os governantes reconhecem, no entanto, que podem ser necessárias
medidas drásticas para restabelecer a confiança dos consumidores. Há
empresas francesas envolvidas no escândalo, e foram encontrados
produtos adulterados com carne de cavalo em supermercados nacionais,
pelo que o Presidente francês, François Hollande, não hesitou em
reclamar "sanções administrativas e penais, se o caso o justificar".
Há uma investigação oficial a decorrer em Paris sobre o caso - que o
ministro do Consumo, Benoît Hamon, não hesitou já em classificar como
uma fraude -, e os resultados serão divulgados esta manhã.

No Reino Unido, onde primeiro foram detectadas as lasanhas Findus que
deviam ser de carne de vaca, mas que tinham 100% de carne de cavalo,
decorre outra investigação. Na terça-feira foram apreendidos carne e
documentos num matadouro e numa fábrica de processamento e preservação
de carnes no Norte de Inglaterra e no País de Gales.

Abate aumenta em Portugal

Enquanto não se deslindam os contornos mais precisos do que pode ser
uma rede organizada, revela-se uma consequência até agora pouco
referida da crise económica e financeira que começou em 2008: se os
anos de prosperidade anteriores tinham feito prosperar a paixão dos
humanos pelos cavalos, a falta de dinheiro que se seguiu conduziu-os
aos matadouros em números recordes.

Foi o que aconteceu na Irlanda, o país europeus com mais cavalos
puro-sangue, relata o Financial Times: no ano passado, foram abatidos
dez vezes mais cavalos do que em 2008. Em números absolutos, 25 mil
cavalos foram enviados para matadouros registados, quando em 2008
apenas pouco mais de 2000 tiveram esse destino.

Portugal não ficou de fora dessa tendência: se em 2010 apenas 768
cavalos foram abatidos, em 2012 quadruplicou para 3178, segundo
números fornecidos pelo Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e
Ordenamento do Território (MAMAOT). Foi no Norte do país, sobretudo,
que os cavalos foram enviados para abate: 312 em 2010, e 2345 em 2012.
Em 2013, já foram abatidos 507 animais (436 em Janeiro e 71 em
Fevereiro).

O destino das carcaças, no entanto, não é o mercado nacional, diz o
gabinete de imprensa da ministra Assunção Cristas, mas sobretudo
Espanha. "Não foi detectado, até ao momento em Portugal, nenhuma
situação semelhante ao observado em outros países", diz um comunicado
do MAMAOT. "Estamos perante um crime de fraude económica, quer quanto
à origem, quer quanto à composição do produto, bem como quanto à sua
rotulagem. A carne de cavalo não representa nenhum risco para a saúde
pública."

A Roménia, o segundo país mais pobre da UE, com uma agricultura pouco
mecanizada e onde o cavalo ainda desempenha um papel fundamental nos
campos, é apontada como a origem da carne de cavalo que está a surgir
indevidamente nos produtos congelados. Quando um cavalo chega ao fim
da sua vida útil a puxar o arado ou uma carroça, o matadouro é o seu
destino, relata uma reportagem da Reuters.

Nos dois matadouros romenos apontados como suspeitos - um deles,
propriedade do irmão de um ministro -, contudo, nega-se que tenha
havido qualquer crime.

http://www.publico.pt/mundo/jornal/pode-saber-de-onde-vem-o-seu-bife-ja-o-seu-hamburger-e-um-misterio-26062212

Carne de cavalo encontrada em lasanhas na Alemanha

PÚBLICO 14/02/2013 - 10:25
Supermercado TiP está a retirar o produto das prateleiras, após a
descoberta. UE pede aos países para que realizem testes de ADN para
despistar a carne de cavalo.


Os matadouros romenos estão sob suspeita das autoridades francesas
DANIEL MIHAILESCU/AFP

Mais um episódio da fraude com carne de cavalo na Europa. Agora foi um
supermercado alemão a detectá-la em lasanhas congeladas que deveriam
ser de carne de vaca.

Todas as lasanhas da marca TiP estão nesta quinta-feira a ser
retiradas das prateleiras, anunciou a cadeia de supermercados alemã
Real, depois de ter descoberto que também esse produto continha carne
de cavalo.

Outros estabelecimentos estão agora a verificar se os seus produtos
têm o mesmo problema. A União Europeia pediu aos Estados que façam
testes de ADN à carne transformada, para identificar eventuais
vestígios de carne de cavalo.

As autoridades alemãs suspeitam de um lote de lasanha que chegou à
Renânia do Norte-Vestfália, vindo do Luxemburgo. A entrega terá
ocorrido algures entre os meses de Novembro de 2012 e Janeiro de 2013.

A fraude da venda de carne de cavalo misturada na carne picada de vaca
foi descoberta quando foi detectada carne de cavalo em lasanhas
ultracongeladas da marca sueca Findus, à venda no Reino Unido e na
Irlanda.

Publicitados como carne de vaca, esses produtos continham afinal 100%
de carne de cavalo. Mas os problemas podem não se ficar por aí: a
Agência para as Normas Alimentares (FSA) do Reino Unido suspeita que
possa ter acontecido também na venda de carne para hambúrgueres e
espetadas.

Suspeitos de terem fornecido a carne de cavalo ou de terem participado
no embuste o matadouro Peter Boddy e a Farmbox Meats Ltd. viram todo o
seu material apreendido e a actividade suspensa. Foram confiscadas as
carnes, assim como toda a documentação existente nos locais, inclusive
listas de clientes.

Depois do Reino Unido,foram detectados na terça-feira vestígios de
carne de cavalo em refeições pré-cozinhadas em França, com a marca
Picard a anunciar que retiraria dos supermercados uma lasanha e um
chili.

Na terça-feira houve uma reunião informal em Bruxelas dos 16 países
afectados pela crise da carne de cavalo encontrada em grandes
quantidades em comida congelada - da marca Findus e não só - cujas
etiquetas dizem ser apenas de vaca, mas o caso vai ser discutido de
forma mais aprofundada no próximo Conselho de Ministros da Agricultura
da UE, a 25 de Fevereiro.

Estão em estudo alterações nos testes aos alimentos e também na
etiquetagem dos produtos. Algo complicado, uma vez que a origem dos
ingredientes dos pratos processados pode mudar diariamente, dizem os
fabricantes.

http://www.publico.pt/mundo/noticia/carne-de-cavalo-encontrada-em-lasanhas-na-alemanha-1584441

Vieira do Minho: Jovens lançam-se na agricultura para fintar a crise

Publicado ontem às 15:59
Em Vieira do Minho, dezasseis jovens, entre professores, gestores,
eletricistas, resolveram dedicar-se à terra para dar a volta à crise.


Um trabalho de Liliana Costa sobre um grupo de jovens que decidiu
apostar na Agricultura em Vieira do Vinho

Querem criar a primeira cooperativa jovem do país e, até ao final do
mês, vão fazer nascer na povoação de Sanguinhedo uma exploração de 4
hectares para criar porcos e coelhos.
O projeto está aprovado, o financiamento do PRODER garantido, o
escoamento do produto também.
Com o desemprego em máximos históricos, este grupo, na casa dos 30
anos, está motivado e cheio de esperança. «Se isto correr bem, como
esperamos conseguiremos até criar novos empregos para outras pessoas».
Paulo Magalhães, fotógrafo de profissão, desafia os jovens a olharem
para o país antes de partirem para uma vida lá fora: «Vejam
alternativas como nós fizemos. Olhem em volta e vejam o que faz falta.
Lutem. E não tenham medo».
Liliana Costa

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3053361

Carlos Slim e Bill Gates anunciam projecto comum para reduzir fome

12 Fevereiro 2013, 07:59 por Lusa


Os magnatas Carlos Slim e Bill Gates estão a promover a investigação e
a tecnologia agrícola, através das suas fundações, para aumentar a
produtividade e reduzir a fome na maioria dos países pobres.
"O apoio aos agricultores pobres e às suas famílias para aumentar a
produção de maneira sustentável, e assim venderem mais produtos, é a
forma mais efectiva de reduzir a fome e a pobreza no longo prazo",
assinalam as duas fundações em comunicado comum, divulgado na
segunda-feira no sítio da internet da fundação de Slim.

A nota destaca que o apoio aos camponeses pobres para conseguir a
auto-suficiência alimentar foi comprovado no México, na Índia, no
Paquistão, no Brasil, na China e "em muitos outros países durante os
últimos 50 anos".

No centro destes esforços científicos e tecnológicos está o Centro
Internacional de Melhoramento de Milho e Trigo (CIMMT), que na década
de 60 impulsionou a chamada "Revolução Verde", que "salvou mil milhões
de pessoas da fome", ao aumentar a produtividade agrícola em muitos
países pobres.

Este centro de investigação, sedeado no México e com representações em
países como China, Índia, Afeganistão, Colômbia, Etiópia e Turquia,
desenvolveu variedades de sementes de milho e trigo mais resistentes e
de maior rendimento, bem como melhores práticas agrícolas.

A colaboração "única entre o CIMMT, o Governo mexicano e as fundações
garante que o México vai continuar a dirigir o desenvolvimento
agrícola", em primeiro lugar no país e depois no mundo, acrescentam no
texto.

A combinação dos avanços científicos, das novas práticas agrícolas, do
uso da tecnologia digital e dos esforços inovadores do México "vão
permitir aos agricultores, mesmo aos mais pobres, cultivar e vender
mais produtos".

Perante os desafios das alterações climáticas, do crescimento da
população, do aumento do preço dos alimentos e da redução da
superfície arável, a inovação agrícola tem "uma importância crítica",
em particular para os países da África subsariana, onde centenas de
milhões de pessoas sofrem com a fome a pobreza.

O CIMMT vai inaugurar na quarta-feira instalações para a investigação
e capacitação agrícola que foram financiadas pela Fundação Carlos
Slim, acontecimento que vai contar com a presença dos dois magnatas.

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/mundo/detalhe/carlos_slim_e_bill_gates_anunciam_projecto_comum_para_reduzir_fome.html

Butão quer ser o primeiro país do mundo com agricultura 100% biológica

Por Ana Tomás, publicado em 14 Fev 2013 - 21:43 | Actualizado há 3
horas 41 minutos


O Butão quer ser o primeiro país do mundo a ter uma agricultura
totalmente biológica.

Para o efeito, o país pretende banir a venda de pesticidas e
herbicidas, usando apenas o estrume dos animais e os desperdícios como
fertilizantes.

Com estas medidas, o governo espera que a produção agrícola aumente e
que permita ao Butão exportar produtos para países como a Índia e
China.

A decisão de tornar aquela nação totalmente orgânica, do ponto de
vista da agricultura, prende-se com razões práticas mas também
filosóficas.

Numa conferência recente sobre desenvolvimento sustentável, Pema
Gyamtsho, o ministro de Agrícultura, explicou que, além da
contaminação a que a água e os solos estão sujeitos com o uso de
fertilizantes químicos, o país é regido pela filosofia budista.

"Também somos budistas e acreditamos em viver em harmonia com
natureza. Os animais têm o direito de viver, e nós gostamos de ver as
plantas e os insectos felizes", afirmou Gyamtsho.

http://www.ionline.pt/mundo/butao-quer-ser-primeiro-pais-mundo-agricultura-100-organica

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Iglo está a fazer análises a todos os produtos com carne

Polémica

Económico com Lusa
14/02/13 16:47

O diretor-geral da Iglo, que comercializa em Portugal lasanhas,
cannellonis e hamburgueres, afirmou hoje que a empresa está a fazer
análises de ADN a todos os seus produtos com carne, a nível europeu.

Rui Braga adiantou que os resultados devem se conhecidos no final
desta semana ou na próxima segunda-feira.

A empresa decidiu pedir as análises depois de terem sido descobertas,
na semana passada, no Reino Unido, embalagens de lasanha da marca
Findus que contêm carne de cavalo, mas que estavam etiquetadas como
contendo carne de vaca, situação que foi posteriormente detetada
noutros países da Europa e com outras marcas, que estão a ser
retiradas do mercado.

Segundo o responsável da Iglo, que tem fornecedores nacionais e
estrangeiros, as análises de ADN não são feitas por rotina, porque não
se trata de um controlo de qualidade típico, sendo feitas neste caso
para afastar qualquer suspeita.

"Pedimos a todos os nosso fornecedores que garantam as suas fontes de
abastecimento e estamos a fazer análises de ADN a todos os produtos
que contenham carnes vermelhas", salientou Rui Braga, adiantando que
será feita uma segunda análise, se for detetado ADN de cavalo.

"Há duas situações: uma, são os produtos que contêm realmente carne de
cavalo a 100%. Noutros casos pode haver traços desta carne porque os
matadouros são comuns, mas isso não significa que contém carne de
cavalo e, por isso, é preciso quantificar", esclareceu.

A Iglo já tinha feito análises de ADN em janeiro, depois de uma outra
polémica relacionada com a presença de carne de cavalo em hambúrgueres
que deviam ser de vaca, também no Reino Unido, mas os resultados foram
negativos.

Rui Braga acrescentou que a Iglo não teve qualquer quebra de
vendas."Julgo que estará relacionado com a perceção dos consumidores,
já que isto tem sido um problema específico de alguns países, tendo
sido detetado no Reino Unido e em França".

O Governo informou na quarta-feira que "não foi detetada até ao
momento, em Portugal, nenhuma situação" de consumo de carne de cavalo
em vez de vaca, à semelhança do que se verificou noutros países da
Europa.

O Governo acrescentou, num comunicado, que a Autoridade de Segurança
Alimentar e Económica (ASAE) está a "acompanhar e monitorizar a
situação" e garante que a secretaria de Estado da Alimentação e
Investigação Alimentar "salvaguardará sempre a segurança alimentar e a
defesa do consumidor em Portugal".

http://economico.sapo.pt/noticias/iglo-esta-a-fazer-analises-a-todos-os-produtos-com-carne_162651.html

Conselho de Ministros aprova contratos obrigatórios no leite

O Conselho de Ministros acaba de aprovar a legislação que estabelece a
obrigatoriedade de celebração de contrato escrito para a compra e
venda de leite cru de vaca, entre os produtores e a indústria. Esta
legislação agora aprovada em Conselho de Ministros entrará em vigor já
a partir de junho de 2013 e o modelo de contrato tipo será publicado
por Portaria.

Com a perspetiva do fim do regime das quotas do leite em 2015, esta
legislação permite:
- Introduzir um novo instrumento de regulação para o sector do leite e
dos produtos lácteos;
- Uma maior transparência no sector;
- Uma maior responsabilização dos diferentes operadores do sector,
permitindo uma melhor capacidade de gestão da oferta e de volumes de
entregas que contribua para uma melhor estabilidade do mercado e
equilíbrio nas relações comerciais entre os vários agentes da cadeia.

Segundo o Secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque:
"Trata-se da implementação de uma medida que trará mais transparência
ao sector do leite. Consultámos o sector e este foi unânime quanto à
opção de tornar obrigatórios os contratos escritos de compra e venda
de leite cru. Os contratos são obrigatórios, mas não limitam a
liberdade contratual das partes. Apenas introduzimos a obrigação de
reduzir a escrito as condições de compra e venda, e regulamentámos os
elementos obrigatórios que têm de constar nesses contratos. A
aprovação desta legislação agora em fevereiro permitirá ao sector
adaptar-se com tempo às novas regras que entrarão em vigor em junho. O
tema dos contratos obrigatórios para outros sectores e fases da cadeia
alimentar, será também discutido de forma transversal com as
Organizações de Agricultores, a Indústria e a Distribuição."

Dos contratos devem constar os seguintes elementos obrigatórios:
identificação das partes; preço; quantidade de leite; calendarização
do fornecimento; modalidades de entrega ou recolha do leite; prazos,
as condições e os procedimentos de pagamento; duração do contrato e as
respetivas causas de cessação designadamente por denúncia e as regras
aplicáveis em caso de força maior.

Os compradores de leite cru são obrigados a declarar ao IFAP a
informação necessária ao acompanhamento e monitorização dos contratos
celebrados. Fica também estabelecido um regime sancionatório
específico e atribuídas à ASAE as competências de fiscalização.
Trata-se de uma medida de iniciativa nacional, embora a mesma respeite
as regras definidas na regulamentação comunitária.

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/02/14g.htm

Azeite com o ouro "O PORTUGUÊS" conquista Árabes

As lascas de Ouro em suspensão no azeite produzido na Vinolive, em
Alcaria, perto do Fundão, deixaram maravilhados os Árabes de Abu
Dhabi, no Qatar, e países à volta.

A imagem do azeite O Português teve, na data do certame,
inclusivamente honras de horário nobre num programa de televisão
estatal do Qatar.

Os Árabes renderam-se à excelência do azeite que degustaram e estão a
chegar a Portugal, para conhecer onde este azeite O Português é
produzido.

Além do azeite com ouro, também são produzidos vinhos de produção
própria, o Alma da Beira e o D'Alcaria Reserva.

As compotas e mel Alma da Beira também estão na mira desta delegação
que visita esta semana as instalações da Vinolive.

É o resultado do esforço da internacionalização que esta empresa está
a desenvolver já há alguns anos para levar os produtos que produz para
outros países.

Fonte: AICEP

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/02/14c.htm

Warren Buffett compra os ketchup Heinz

MILIONÁRIO

por AFPHoje4 comentários


A holding do milionário americano Warren Buffett, a Berkshire
Hathaway, associada ao fundo de investimentos 3G Capital, vai comprar
os ketchup Heinz, uma operação estimada em 28 mil milhões de dólares,
segundo um comunicado citado pela AFP.

Esta transação, que será feita em numerário, deverá estar finalizada
no terceiro trimestre. Está a ser apresentada como uma das mais
importantes jamais realizadas no sector agro-alimentar.
A H. J. Heinz Company, coonhecida apena como Heinz, é uma empresa
agroalimentar americana fundada em 1869 por Henry John Heinz. Produz
ketchups e outros molhos, snacks, conservas e alimentos para bebés.
No ano passaado, a empresa teve receitas de 923,1 milhões de dólares
para um volume de negócios de 11,6 mil milhões. O grupo emprega 32 mil
pessoas no mundo.
O novo secretário de Estado americano, John Kerry, é casado com Teresa
Heinz Kerry, uma luso americana herdeira do rei do ketchup.
Segundo os termos deste acordo, apresentado como "definitivo" e que
foi aprovado por unanimidade pelo conselho de administração da Heinz,
os dois compradores vão pagar 72,50 dólares por ação.
A sede da Heinz irá permanecer em Pittsburg, no estado norte-americano
da Pensilvânia, mesmo quando a atransação estiver finalizada. Esta
operação tem ainda de receber o aval da autoridade da concorrência.

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3053109&page=-1

Abate de cavalos aumenta de forma exponencial em Portugal

SOBRETUDO PARA EXPORTAÇÃO

por Lusa, publicado por Graciosa SilvaHoje31 comentários

O abate de cavalos em Portugal tem tido um aumento exponencial,
sobretudo para exportação, embora no país o consumo também esteja a
crescer de forma ligeira, afirmou hoje o secretário de Estado da
Alimentação.
Nuno Vieira e Brito, novo secretário de Estado da Alimentação e da
Investigação Agroalimentar, sublinhou que a carne de cavalo não tem
qualquer risco para a saúde pública e que tem até "qualidades
nutricionais muito interessantes".
A propósito do escândalo da carne de cavalo encontrada em refeições
preparadas vendidas como carne de vaca nalguns países europeus, o
governante voltou a garantir que em Portugal ainda não foi detetada
qualquer situação deste género.
"Através das diferentes ações feitas ao nível do retalho e das
análises aos produtos transformados, não existe em Portugal, neste
momento, nenhuma situação de venda de carne de cavalo por carne de
vaca", disse aos jornalistas, numa declaração feita em Lisboa sobre o
assunto.

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3053042

Centro Interpretativo Tauromáquico de Monforte com financiamento aprovado - Autarca

Lusa
11:27 Quinta feira, 14 de fevereiro de 2013

Monforte, 14 fev (Lusa) - A construção de um Centro Interpretativo
Tauromáquico em Monforte, no Alto Alentejo, vai ser comparticipada em
60 por cento pelo Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER), revelou
hoje à agência Lusa o presidente do município.

Segundo Miguel Rasquinho, a candidatura foi apresentada ao PRODER e
recebeu parecer "favorável", devendo a obra custar cerca 165 mil
euros.

Com fortes tradições tauromáquicas, o concelho de Monforte é berço de
várias ganadarias, cavaleiros tauromáquicos, peões de brega
(bandarilheiros), coudelarias taurinas, forcados e de novilheiros. O
município já declarou a tauromaquia como Património Cultural e
Imaterial de Interesse Municipal.



http://expresso.sapo.pt/centro-interpretativo-tauromaquico-de-monforte-com-financiamento-aprovado-autarca=f787115

Consumo de vinho com baixo teor alcoólico crescerá mais de 5% até 2016

por Filipe Gil
7 de Fevereiro - 2013
Um estudo do ISWR(International Wine & Spirit Research) para a
Vinexpo, no Brasil, concluiu que até 2016 as vendas anuais de vinhos
com baixo teor alcoólico irão crescer em cerca de dois mil milhões de
garrafas.


De acordo com os resultados, o crescimento dos vinhos com menos de 15%
de álcool será de aproximadamente 5% nos próximos cinco anos. China,
EUA, Rússia e Austrália serão os países líderes no consumo desse tipo
de vinhos.

O relatório mostrou ainda que o consumo de espumantes também cresceu
nos últimos anos, chegando a 32 mil milhões de garrafas.

http://www.enovitis.com/news.aspx?menuid=8&eid=5637&bl=1

Vinhais: António José Seguro defende politica de promoção dos produtos portugueses

O secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro, em
visita à feira do Fumeiro de Vinhais referiu que há falta de uma
politica que promova os produtos portugueses apesar de estar a ser
incentivada em termos regionais.

"Penso que há uma politica que está a ser incentivada em termos locais
e regionais pelas autarquias, como aqui em Vinhais", acrescentando que
"não é uma politica publica de estimulo à produção regional, o que é
uma pena".

O secretário-geral do PS referiu que a agricultura apesar de já "não
criar tantos postos de trabalho como antigamente, mas um pouco aqui e
ali ajuda a promover a região, nesta feira passam milhares de pessoas
porque há associações e uma autarquia que projectam a produção de
Vinhais e da região e tudo isto cria um dinamismo económico".

António José Seguro foi entronizado confrade da confraria do Porco
Bisaro e do fumeiro de Vinhais, uma forma de ajudar a promover os
produtos regionais, segundo afirmou.

http://www.rba.pt/noticias.php?id=3634

Autarca de Vinhais reclama IVA reduzido para produtos certificados

O presidente da Câmara de Vinhais, no Nordeste Transmontano, reclamou
hoje a redução do IVA para produtos portugueses certificados, como o
fumeiro tradicional, como estímulo económico já utilizado noutros
países da Europa.

O pedido do autarca socialista, Américo Pereira, foi feito, no
encerramento da Feira do Fumeiro de Vinhais, ao secretário de Estado
da Alimentação e da Investigação Agroalimentar, Nuno Vieira e Brito,
que respondeu que Portugal não tem a situação económica de outros
países para adotar esta medida de estímulo à produção.

O pedido do presidente da autarquia dirigiu-se especificamente para
produtos certificados pela União Europeia com o selo de Denominação de
Origem Protegida (DOP) e Indicação Geográfica Protegida (IGP) como
acontece com as diferentes peças do tradicional fumeiro de Vinhais,
promovido há 33 anos na feira que durante quatro dias movimenta na
economia local seis milhões de euros.

Dinheiro Digital / Lusa

http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=194682

Analgésico veterinário potencialmente perigoso pode ter entrado na cadeia alimentar

Seis das oito carcaças de cavalo analisadas que acusaram a presença de
um analgésico e anti-inflamatório de uso veterinário, a Fenilbutazona,
podem ter entrado na cadeia alimentar em França, nas últimas semanas
15:48 Quinta feira, 14 de Fevereiro de 2013
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O organismo responsável pela segurança alimentar no Reino Unido, a FSA
(Food Standards Agency), anunciou esta quinta-feira que das 206
carcaças de cavalos abatidos, oito deram positivo para a presença de
"bute", o diminutivo por que é conhecido o medicamento, que pode ser
prejudicial à saúde humana. Destes oito animais, seis podem ter
entrado no mercado alimentar em França, segundo o britânico The
Guardian. No entanto, até agora, todos os alimentos testados não
acusaram a presença da substância.

A diretora-geral de saúde do Reino Unido, Dame Sally Davies,
desvaloriza a descoberta, classificando como "improvável" que os
níveis de "bute" detetados afetem a saúde de alguém, incluindo
crianças ou mesmo fetos. Para a responsável, seria preciso ingerir
mais de 500 hambúrgueres de carne de cavalo para estar exposto a uma
dose perigosa.

O uso da Fenilbutazona não está autorizado para uso em cavalos
destinados ao consumo humano, mas, segundo o The Guardian, foi
detetada em 2 a 5% das amostradas testadas entre 2007 e 2011, período
durante o qual foram realizadas apenas 50 análises no Reino Unido.

http://visao.sapo.pt/analgesico-veterinario-potencialmente-perigoso-pode-ter-entrado-na-cadeia-alimentar=f712833

Agricultores vão ter mais apoios directos

Fundos

Mónica Silvares
11/02/13 00:06

UE quer convergência nos apoios directos entre Estados. Portugal dava
em média 188 euros por hectare contra os 270 na Europa.

Os agricultores portugueses vão poder contar com um aumento de 5% dos
apoios directos até 2020. Até agora, a Política Agrícola Comum (PAC)
dava um apoio médio de 188 euros por hectare aos agricultores
nacionais, mas esse montante vai aumentar porque, a partir de 2016, a
União Europeia vai iniciar um processo de convergência destes apoios
directos, não só entre os vários Estados-membro como dentro do próprio
país, disse, ao Diário Económico, o secretário de Estado da
Agricultura, José Diogo Albuquerque. Assim, em 2020, o aumento dos
apoios directos será de 7%, garante.

No rescaldo do Conselho Europeu de quinta e sexta-feira, que terminou,
após 25 horas de negociação, com um orçamento comunitário de 960 mil
milhões de euros para os próximos sete anos - embora a capacidade real
de pagamentos seja de 908,4 mil milhões -, o secretário de Estado
explicou que Portugal "conseguiu manter recursos muito assinaláveis,
mesmo num cenário de redução de fundos", após "uma completa maratona
negocial". Tal como o primeiro-ministro explicou na conferência de
imprensa no final do Conselho, Portugal assegurou um envelope
financeiro de 27,8 mil milhões de euros para o período de 2014 a 2020,
sendo que este montante representa um corte de 9,7% em relação ao
actual envelope. Passos Coelho especificou ainda que deste montante
19,6 mil milhões se destinam a fundos de coesão, o que representa um
corte de 10,5% face ao actual QREN, e 8,1 mil milhões à agricultura
(uma redução de 7,6%). "Em termos de corte global melhorámos muito
face à posição de partida", garante José Diogo Albuquerque.

http://economico.sapo.pt/noticias/agricultores-vao-ter-mais-apoios-directos_162375.html

Polémica da carne de cavalo torna-se “jogo do empurra”

10/02 14:56 CET

A presidente da comissão parlamentar britânica da alimentação pediu
uma moratória sobre todas as importações de carne da União Europeia. A
deputada Anne McIntosh quer ver esclarecida de uma vez por todas a
questão da carne de cavalo presente em hambúrgueres e lasanha vendidos
no Reino Unido.

A Roménia, de onde a carne é supostamente originária, rejeita as
culpas e empurra-as para o importador francês: "Pedi um relatório e
não quero comentar antes que o presidente da Autoridade Sanitária e
Veterinária mo apresente. Espero identificar os exportadores o mais
rapidamente possível. Trata-se de uma questão de controlo do produto,
antes de seguir para os outros mercados europeus", diz o ministro da
Agricultura romeno, Daniel Constantin.

A carne foi vendida no Reino Unido e Irlanda, proveniente de França.
As empresas francesas, que fornecem marcas como a Findus, garantem ter
importado a carne da Roménia, como sendo carne de vaca.

A Findus mandou já retirar do mercado, por precaução, os produtos em
causa. A Roménia diz que é impossível que o cavalo tenha sido vendido
como vaca e que a exportação de carne picada é proibida.

Copyright © 2013 euronews

http://pt.euronews.com/2013/02/10/polemica-da-carne-de-cavalo-torna-se-jogo-do-empurra/

São Tomé e Príncipe: FIDA vai doar 4,5ME para projetos agrícolas

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
13:36 Segunda feira, 11 de Fevereiro de 2013
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São Tomé 11 fev (Lusa) - O Fundo Internacional de Desenvolvimento
Agrícola (FIDA) vai doar a São Tomé e Príncipe, no próximo ano, seis
milhões de dólares (4,5 milhões de euros) para implementação de
projetos no âmbito de agricultura, pescas e desenvolvimento rural.

"Já no próximo mês (o FIDA) vai enviar uma missão ao país para
trabalhar com o Ministério da Agricultura para que possamos já definir
as áreas do projeto", disse aos jornalistas o ministro da Agricultura,
Pescas e Desenvolvimento Rural, António Dias.

O financiamento tem uma duração de quatro anos, de 2014 a 2018, e,
segundo o ministro, surge como "um prémio" pela forma como o
arquipélago tem gerido os recursos postos à sua disposição.


http://visao.sapo.pt/sao-tome-e-principe-fida-vai-doar-45me-para-projetos-agricolas=f712244

FarmVille vai ter série televisiva

11.Fev.2013 10:29
A adaptação do simulador da Zynga está a começar a ser produzida para
o pequeno ecrã.

FarmVille é um simulador agrícola que tem cativado milhares de fãs por
todo o mundo no Facebook. Agora, segundo o site The Verge, Brett
Ratner, mais conhecido por dirigir os filmes da série Rush Hour,
pretende adaptar o mundo do videojogo ao pequeno ecrã.

"FarmVille é uma das mais entusiasmantes marcas nos dias de hoje, e as
suas possibilidades de transferência entre várias plataformas são
ilimitadas. Estou muito empolgado para expandir a marca para os fãs já
existentes e também para uma nova audiência", afirmou Ratner, num
comunicado.

Ainda não existe nenhum canal de televisão veiculado ao projeto, que
pretende transformar o videojogo numa série episódica com episódios de
meia hora de duração. Já anteriormente tinham existido rumores de uma
adaptação ao cinema do jogo, mas tais nunca chegaram a ser
confirmados.

E vocês? Gostariam de ver FarmVille a chegar ao pequeno ou grande ecrã?

Conteúdo: BGamer

http://gameover.sapo.pt/artigo/farmville-vai-ter-serie-televisiva

Essência do Vinho chega em Maio ao Rio de Janeiro

23:47 - 10.02.2013

Por Redacção , com Lusa
01


Foto: Miguel Oliveira
Pela décima edição da Essência do Vinho, que decorreu entre
quinta-feira e domingo no Palácio da Bolsa, no Porto, passaram 23.000
visitantes. O próximo grande passo será a realização de um evento
congénere no Rio de Janeiro, no Brasil, nos dias 2 e 3 de Maio.

"É mais um passo na afirmação internacional da marca Essência do
Vinho", criada e lança pela empresa portuense homónima, diz, em
comunicado, um dos seus directores, Nuno Pires.

O responsável realça que a empresa conta já "experiência de actuação
em alguns mercados internacionais e em 2012 decidiu criar a Essência
do Vinho Brasil", apenas focada naquele vasto mercado, onde o consumo
anual de vinho per capita é de cerca de 2 litros – muito aquém dos 47
litros que, em média, cada português consome por ano.

Nuno Pires diz que a Essência do Vinho – Rio de Janeiro obedecerá ao
"conceito" aplicado no Porto desde que o evento foi lançado há 10 anos
e que "já tem provas dadas de sucesso".

"Os produtores, muito em particular os portugueses, confiam no nosso
trabalho, no conhecimento e experiência que temos no Brasil. Por isso,
estão a responder muito positivamente a este novo desafio que lhes
lançamos e vários já reservaram presença no Essência do Vinho – Rio de
Janeiro", acrescenta Nuno Botelho, também director da EV.

Segundo este responsável, "muitas distribuidoras de vinhos no Brasil e
produtores de países tão distintos como Chile, Argentina, França,
Itália ou Espanha também já mostraram interesse em participar no
evento". É por isso que Nuno Botelho perspectiva "uma estreia
auspiciosa" na primeira incursão internacional de um evento nado e
criado no Porto.

A EV escolheu o Rio por ser uma metrópole onde "ainda não há tradição
de eventos relacionados como vinho", ao contrário do que já se
verifica em São Paulo. Acresce que o Rio de Janeiro vai receber o
próximo Mundial de futebol, em 2014, e os Jogos Olímpicos de 2016.

Número recorde no Porto
"Cerca de 23.000 pessoas, 17% das quais estrangeiras", visitaram a
Essência do Vinho que chegou este domingo ao fim no Porto, o que é um
"número recorde", informa ainda a organização.

A EV refere que preparou uma "edição especial" comemorativa dos 10
anos do evento e que o programa foi "o melhor de sempre". Houve "3.000
vinhos em prova", participaram 350 produtores nacionais e estrangeiros
e o público teve ao seu dispor cerca de 20 provas.

"O público percebeu o grande esforço que empreendemos nesta edição e
compensou-nos com esta elevada adesão", considera ainda Nuno Botelho.

O director da EV conclui que, "nestes últimos 10 anos, o sector do
vinho é unânime em valorizar o contributo do evento Essência do Vinho
– Porto enquanto ferramenta estratégica de comunicação, em particular
junto dos consumidores e dos líderes de opinião".

http://porto24.pt/vida/10022013/essencia-do-vinho-chega-em-maio-ao-rio-de-janeiro/

Serpa: Feira do Queijo do Alentejo...

Regional | 07:00 | 11-02-2013

A feira do Queijo está de regresso a Serpa entre 22 e 24 de Fevereiro.
Um certame que promete repetir o sucesso das anteriores edições.

O Pavilhão de Feiras e Exposições de Serpa recebe, entre 22 e 24 deste
mês, a 12ª Feira do Queijo do Alentejo. O queijo de Serpa é o grande
protagonista mas o certame conta também com queijos de outros pontos
da região e do País.

Esta edição conta com a participação de 102 expositores, 42 de queijo,
que têm para mostrar aos visitantes os produtos regionais do concelho
como os enchidos, o vinho, o azeite, o mel e a doçaria. O artesanato e
as tasquinhas com gastronomia da região são outros destaques da Feira
do Queijo que conta também com um variado leque de espectáculos onde o
cante alentejano ganha particular destaque.

Tomé Pires, presidente da Câmara de Serpa, afirma que estão reunidas
as condições para que a Feira em 2013 tenha o sucesso das anteriores
edições e é nesse sentido que a organização tem estado a trabalhar.

Ainda segundo Tomé Pires mesmo em tempo de crise o certame também é um
ponto de negócio para os produtores que marcam presença

Inês Patola

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/52598

Troca de carne de vaca por cavalo é apenas um problema económico, diz especialista

Por Agência Lusa, publicado em 14 Fev 2013 - 11:31 | Actualizado há 1
hora 30 minutos

A troca de carne de vaca por carne de cavalo em refeições
pré-cozinhadas comercializadas "não constitui qualquer risco para a
saúde pública", tratando-se "apenas de um problema económico", disse
hoje à Lusa um especialista em Saúde Pública.

"Desde há muitos anos que se come carne de cavalo, até havia talhos
especializados em carne de cavalo, portanto não constitui qualquer
risco para a saúde pública", afirmou hoje Mário Durval, da Associação
de Médicos de Saúde Pública.

Na semana passada foram descobertas, no Reino Unido, embalagens de
lasanha da marca Findus que contêm carne de cavalo, mas que estão
etiquetadas como sendo carne de vaca. Entretanto, esta situação já foi
detetada noutros países da Europa e com outras marcas, como a Picard,
que já foram retiradas do mercado.

Para o especialista, "isto é um problema só de crime económico, porque
é uma aldrabice dizer que se está a vender uma coisa e vender-se
outra".

"As pessoas não pensem que aquilo pode fazer-lhes mal, porque não faz.
É só, como se costuma dizer, 'comprar gato por lebre'. Embora a carne
seja semelhante, são dois herbívoros, não há grande diferença entre
uma coisa e outra", referiu.

O Governo português anunciou na quarta-feira que "não foi detetada até
ao momento, em Portugal, nenhuma situação" de consumo de carne de
cavalo em vez de vaca.

Num comunicado, o Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e
Ordenamento do Território refere tratar-se de "um crime de fraude
económica, quer quanto à origem, quer quanto à composição do produto,
bem como quanto à rotulagem", sublinhando que "a carne de cavalo não
representa nenhum perigo para a saúde pública".

A tutela adiantou também que a Autoridade de Segurança Alimentar e
Económica (ASAE) está a "acompanhar e monitorizar a situação" e
garante que a secretaria de Estado da Alimentação e Investigação
Alimentar "salvaguardará sempre a segurança alimentar e a defesa do
consumidor em Portugal".

A Comissão Europeia apelou na quinta-feira a todos os países da União
Europeia (UE) para que façam testes de ADN aos produtos à base de
vaca.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado
pela agência Lusa

http://www.ionline.pt/portugal/troca-carne-vaca-cavalo-apenas-problema-economico-diz-especialista

Britânicos desenvolvem plantas transgénicas que criam anticorpos contra a raiva

por Ana Rita Costa
13 de Fevereiro - 2013
Uma equipa de investigadores britânicos, da Universidade de Londres,
desenvolveu um estudo com plantas de tabaco modificadas geneticamente
que produzem anticorpos contra o vírus da raiva.


De acordo com o FASEB Journal, este avanço abre as portas a uma cura
muito mais barata do que a utilizada atualmente.

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, todos os anos
morrem cerca de 55 000 pessoas devido a esta doença, e mais de 15
milhões de pessoas são vacinadas contra este vírus.

Os anticorpos gerados por esta planta de tabaco transgénica impedem
que o vírus se espalhe para as terminações nervosas no local onde
ocorreu a mordida do animal, impedindo assim a infeção do ser humano.

A aplicação prática desta descoberta implica que extraiam os
anticorpos da planta para poderem ser purificados e posteriormente
ingeridos por via oral.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7006&bl=1&page=1

Coopjovem vai apoiar 945 jovens e criar 100 cooperativas em 2013

Programa destina-se a jovens que queiram criar uma cooperativa ou
investir numa existente. Bolsas variam entre os 419,22 e os 691 euros
mensais. Candidaturas até Setembro
Texto de Mariana Correia Pinto • 13/02/2013 - 17:19

Já estão abertas as candidaturas ao Coopjovem, um programa de apoio ao
empreendedorismo cooperativo que atribui bolsas até 691 euros mensais
a jovens que queiram criar uma cooperativa ou investir numa
cooperativa agrícola existente.

O programa, criado no âmbito do Impulso Jovem, vai aplicar 2,7 milhões
de euros na criação de 100 cooperativas jovens durante o ano de 2013.

A bolsa mensal do Coopjovem é atribuída pelo período máximo de seis
meses e pode ser de três valores diferentes: 419,22 euros, para jovens
sem ensino secundário completo, 544 euros, para quem tem o secundário
completo, e entre 691 euros para jovens com ensino superior completo.

Podem candidatar-se a este programa jovens das regiões Norte, Centro e
Alentejo, com idades entre os 18 e os 30 anos (no caso das
cooperativas agrícolas podem ter até 40 anos) e que possuam, pelo
menos, o 9.º ano de escolaridade e que queiram construir uma
cooperativa que tenha entre 5 e 9 cooperadores.

Os jovens que virem a sua candidatura aprovada terão também acesso a
apoio técnico na estruturação da ideia e plano de negocio, através de
sessões de orientação, "workshops" e "coaching". É também
disponibilizada uma linha de crédito ao investimento, bonificada e
garantida, no âmbito da tipologia Microinvest.

As candidaturas já podem ser feitas no site da Cooperativa António
Sérgio para a Economia Social, responsável pela gestão do programa, e
prolongam-se até ao dia 30 de Setembro.

http://p3.publico.pt/actualidade/economia/6649/coopjovem-vai-apoiar-945-jovens-e-criar-100-cooperativas-em-2013

Portugal já está a fazer testes de ADN à carne de vaca

GOVERNO ASSEGURA

Hoje27 comentários


Portugal antecipou-se a Bruxelas e já está a realizar testes de ADN
aos produtos à base de vaca, disse à Rádio Renascença o secretário de
Estado da Alimentação e Investigação Agro-alimentar.

Nuno Vieira de Brito explica que, face ao escândalo da presença de
carne de cavalo em refeições preparadas de bovino, Portugal já começou
a realizar testes em amostras consideradas de risco. Isto, mesmo antes
de ter recebido qualquer orientaõ da União Europeia (UE). Em
entrevista à Renascença, o governante frisa que a defesa do consumidor
está em primeiro lugar, mas que este caso da carne de cavalo é
sobretudo um crime económico. E Nuno Vieira de Brito explica porquê:
"O consumo da carne de cavalo não é um risco para a saúde pública,
porque a carne de cavalo com uma inspecção sanitária correctamente
efectuada não tem qualquer risco para a saúde pública. O problema em
causa é um problema de fraude económica, no sentido de termos carne de
cavalo por carne de vaca, e também uma questão de rotulagem."A
Comissão Europeia apelou esta quarta-feira a todos os Estados-membros
para que realizem testes de ADN. A proposta será submetida aos "27" na
próxima sexta-feira. De acordo com o secretário de Estado da
Alimentação, Portugal irá defender a necessidade destes testes em
defesa do consumidor."Fundamentalmente, a posição que Portugal tem que
tomar é uma posição de defesa do consumidor , que passa por o
consumidor estar bem informado e estar a consumir e a comprar aquilo a
que tem direito. Seremos muito duros no sentido de que situações como
estas não se possam repetir e que haja toda a segurança no sentido do
consumo de qualquer produto alimentar", afirma Nuno Vieira de Brito.

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3052231

Casa do Douro está numa situação "absolutamente insustentável"

Manuel António Santos, presidente da Casa do Douro, acusa o Governo de
falta de ação na resolução dos problemas da sua instituição, enquanto
há trabalhadores com 30 meses de salário em atraso. Assunção Cristas,
ministra da Agricultura, afirmou na semana passada na Assembleia da
República, que a solução para este problema vai ocorrer num futuro
próximo, em data oportuna.


foto ARQUIVO JN

Manuel António Santos

O presidente da Casa do Douro (CD), Manuel António Santos, afirmou,
esta quarta-feira, que o organismo está a ficar "sem oxigénio" e sem
que o Governo PSD/CDS-PP apresente qualquer proposta de resolução dos
problemas que se avolumam.

Sediada no Peso da Régua, a associação privada de direito público e de
inscrição obrigatória tem uma dívida ao Estado de 92 milhões de euros
e deve mais 20 milhões de euros que foram pedidos à Parvalorem,
ex-BPN.

Os trabalhadores do quadro privado possuem já 30 meses de salários em
atraso. "A CD está numa situação que, a continuar, é absolutamente
insustentável. O oxigénio está no fim porque os problemas avolumam-se
sem solução", afirmou à agência Lusa Manuel António Santos, que dirige
a instituição desde 1999.

O responsável referiu que, desde a tomada de posse do Governo de
Passos Coelho, não foi apresentada à instituição qualquer proposta.

Na semana passada, questionada pelos deputados no Parlamento sobre a
CD, a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, referiu que o
Ministério das Finanças está a tratar deste assunto e que, em tempo
oportuno, fará chegar à Assembleia da República uma iniciativa
legislativa.

Manuel António Santos referiu que não tem "conhecimento de nada" e que
pretende solicitar informações à ministra sobre este assunto, até
porque considera que a região "tem que ser ouvida".

O dirigente diz que é "absolutamente incompreensível" que o problema
da CD se arraste há 20 anos sem solução, recusando ainda que o
organismo duriense sirva de pingue-pongue entre o PSD, PS e CDS, que
acusou de "prometerem muito" e "fazerem muito pouco".

Manuel António Santos garantiu que a instituição "não é nenhum
sorvedouro de dinheiro público" e considerou que se vai esquecendo que
o Estado tem contas a fazer com o organismo.

Há anos que a CD reclama uma indemnização pela retirada de
competências - como o cadastro (registo dos viticultores e parcelas de
vinho) - que se traduziram na perda de receitas.

O responsável lembrou que há cinco anos a instituição propôs negociar
a dívida, entregando vinhos. Só que a CD avaliou os vinhos em stock em
cerca de 180 milhões de euros, enquanto o Instituto dos Vinhos do
Douro e Porto (IVDP) considerou que eles valem metade. A CD pediu uma
reavaliação dos vinhos e aguarda decisão judicial.

Manuel António refutou acusações de má gestão no organismo e salientou
que a atual direção conseguiu 50 milhões de euros de resultados
positivos em 10 anos. "Simplesmente, o serviço da dívida contraída
antes de 1999 come-nos todos os resultados positivos", frisou.

Chegaram a trabalhar na instituição duriense cerca de 400
trabalhadores. Hoje, restam 60, alguns dos quais pertencem ao quadro
privado e outros estão afetos ao setor público.

Manuel António considerou que os viticultores e trabalhadores que
acumulam salários em atraso "são as grandes vítimas de tudo isto".

"Não há mais tempo nesta instituição para estamos com medidas
paliativas. São situações de autêntica heroicidade da parte desta
gente, mas nós não podemos fazer milagres", frisou.

O mandato da atual direção termina este ano, não se sabendo, no
entanto, quando deverão decorrer as eleições.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3051095&page=-1