O relator do Parlamento Europeu para os principais capítulos da
Política Agrícola Comum, Capoulas Santos, recebeu hoje dos seus pares
um mandato para encetar as negociações com o Conselho da UE sobre a
reforma da PAC. O plenário do Parlamento Europeu aprovou, por ampla
maioria, os relatórios do eurodeputado português sobre os Pagamentos
diretos aos agricultores e o Desenvolvimento Rural, os principais
capítulos da reforma da PAC para o período 2014-2020. Esta votação
define a posição do PE sobre a reforma da PAC e concede ao deputado
Capoulas Santos um mandato claro para negociar com os ministros da
Agricultura dos Vinte e Sete o pacote agrícola para os próximos 7
anos. É a primeira vez que o Parlamento Europeu legisla em pé de
igualdade com o Conselho sobre a política agrícola e essa negociação
em nome do PE caberá ao deputado português. As negociações vão começar
já em abril e deverão estar concluídas até ao final deste semestre.
A proposta de reforma da agricultura europeia apresentada por Capoulas
Santos prevê uma PAC para o século XXI mais "amiga" do ambiente, mais
equitativa entre Estados-Membros e mais transparente. Segundo o
relator do PE, a reforma hoje aprovada consagra as questões
fundamentais para Portugal, donde se destacam o reforço do montante
por hectare dos pagamentos diretos, o acréscimo dos apoios para os
jovens e para os novos agricultores, um novo estatuto mais vantajoso e
menos burocrático para os pequenos agricultores e um novo mecanismo de
redistribuição através de um pagamento mais elevado para os primeiros
hectares, visando reforçar o apoio para as pequenas e médias
explorações.
O eurodeputado socialista destaca também como positivo para Portugal a
reposição do cofinanciamento comunitário para novos regadios (que a
Comissão pretendia, depois de 2014, reservar exclusivamente para os
países que aderiram à UE após 2004) e a comparticipação comunitária
para seguros agrícolas e fundos mútuos. Segundo as propostas de
Capoulas Santos, Portugal receberá mais 360 milhões da Política
Agrícola Comum durante o próximo Quadro Financeiro Plurianual.
Principais medidas da reforma da PAC apresentada por Capoulas Santos e
aprovada pelo PE:
Uma PAC mais verde
- Para acabar com os diferentes sistemas do regime de pagamentos
diretos na UE, as regras propostas preveem um novo regime de
"pagamento de base". Este estará, como atualmente, subordinado ao
respeito de certas normas ambientais (eco-condicionalidade), mas com
diversas simplificações.
- Além deste pagamento de base, cada exploração deverá receber um
pagamento por hectare por respeitar uma série de práticas agrícolas
benéficas para o clima e o ambiente, podendo os Estados-Membros
utilizar 30% das dotações nacionais para esse pagamento.
- O chamado "greening", ou "ecologização", deve manter-se no 1° pilar
da PAC (pagamentos diretos), como proposto pelo executivo comunitário.
Introduz, no entanto, uma maior flexibilidade para estas medidas, para
que sejam tidas em conta questões como a dimensão das explorações
agrícolas e o impacto das medidas ambientais já aplicadas pelos
agricultores.
Maior convergência entre regiões e entre países
- Reduzir as discrepâncias entre os níveis de pagamentos obtidos à luz
das regras vigentes entre agricultores, entre regiões (convergência
interna) e entre Estados-Membros (convergência externa).
- Estabelecer uma nova base de cálculo para definir os montantes por
hectare que os agricultores europeus deverão receber a partir de 2014.
Pagamentos só para os agricultores ativos
- Pagamentos diretos só serão concedidos a agricultores ativos, e não
a outras entidades, como aeroportos ou campos de golfe, que não
utilizem os seus terrenos primordialmente para atividades agrícolas.
Mais apoio aos pequenos, jovens e novos agricultores
- Criar um estatuto mais vantajoso e menos burocrático para os
pequenos agricultores que prevê a majoração do pagamento obrigatório
para os jovens agricultores nas ajudas diretas, juntamente com apoios
ao acesso à terra através de garantias bancárias ou juros de
empréstimos, e a majoração do pagamento para novos agricultores que
possam instalar-se pela primeira vez, independentemente da idade.
Maior transparência
- Publicação da lista de beneficiários das ajudas agrícolas.
Fonte: Delegação Socialista Portuguesa no Parlamento Europeu
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/03/13g.htm
quarta-feira, 13 de março de 2013
Parlamento Europeu vota por uma PAC mais verde e equitativa
Os três relatores da reforma PAC: Luis Manuel Capoulas Santos,
Giovanni La Via e Michel Dantin.
O Parlamento Europeu aprovou hoje uma série de alterações às propostas
de reforma da política agrícola comum (PAC) para assegurar que esta
seja mais amiga do ambiente, mais equitativa entre Estados-Membros e
mais transparente. As alterações aprovadas em plenário vão ser a base
para as negociações com os governos nacionais, que arrancam no início
de abril. Luís Capoulas Santos é relator de duas das quatro propostas
que integram o pacote agrícola.
As quatro propostas legislativas sobre a reforma da PAC dizem respeito
aos pagamentos diretos aos agricultores, à organização comum de
mercado (OCM única), ao desenvolvimento rural e a um regulamento
horizontal sobre o financiamento, a gestão e o acompanhamento da PAC.
É a primeira vez que o Parlamento Europeu legisla em pé de igualdade
com o Conselho de Ministros da UE sobre a política agrícola. Os
eurodeputados definiram hoje o mandato que o Parlamento vai levar para
a mesa de negociações com o Conselho e a Comissão, que deverão começar
a 11 de abril e que se espera estarem concluídas até ao final deste
semestre.
Segundo Capoulas Santos (S&D), que será um dos negociadores do PE, as
alterações aprovadas em plenário incluem "as questões fundamentais
para Portugal, donde se destacam o reforço do montante por hectare dos
pagamentos diretos, o acréscimo dos apoios para os jovens e para os
novos agricultores, um novo estatuto mais vantajoso e menos
burocrático para os pequenos agricultores e um novo mecanismo de
redistribuição através de um pagamento mais elevado para os primeiros
hectares, visando reforçar o apoio para as pequenas e médias
explorações".
O eurodeputado destaca também como positivo para Portugal a reposição
do cofinanciamento comunitário para novos regadios (que a Comissão
pretendia, depois de 2014, reservar exclusivamente para os países que
aderiram à UE após 2004) e a comparticipação comunitária para seguros
agrícolas e fundos mútuos.
Uma PAC mais verde
Para acabar com os diferentes sistemas do regime de pagamentos diretos
na UE, as regras propostas preveem um novo regime de "pagamento de
base". Este estará, como atualmente, subordinado ao respeito de certas
normas ambientais (eco-condicionalidade), mas com diversas
simplificações.
Além deste pagamento de base, cada exploração deverá receber um
pagamento por hectare por respeitar uma série de práticas agrícolas
benéficas para o clima e o ambiente, podendo os Estados-Membros
utilizar 30% das dotações nacionais para esse pagamento.
O PE defende que o chamado "greening", ou "ecologização", deve
manter-se no 1° pilar da PAC (pagamentos diretos), como proposto pelo
executivo comunitário.
O plenário manteve as três medidas centrais do "greening" - a
diversificação das culturas, a manutenção dos prados permanentes e a
criação das zonas de interesse ecológico -, mas introduziu uma maior
flexibilidade para estas medidas, para que sejam tidas em conta
questões como a dimensão das explorações agrícolas.
Tecto máximo para as ajudas
Os eurodeputados aprovaram o estabelecimento de um teto máximo de 300
mil euros para as ajudas que podem ser recebidas por cada agricultor
("capping"), depois de deduzidos os gastos com o emprego. Esta é uma
"decisão histórica", disse Capoulas Santos, "que se justifica num
contexto de contenção orçamental".
Maior convergência entre regiões e entre países
O PE procurou reduzir as discrepâncias entre os níveis de pagamentos
obtidos à luz das regras vigentes entre agricultores, entre regiões
(convergência interna) e entre Estados-Membros (convergência externa).
O plenário aprovou a introdução de uma nova base de cálculo para
definir os montantes por hectare que os agricultores europeus deverão
receber a partir de 2014.
Pagamentos só para os agricultores ativos
Os parlamentares clarificam que os pagamentos diretos só serão
concedidos a agricultores ativos, e não a outras entidades, como
aeroportos ou campos de golfe, que não utilizem os seus terrenos
primordialmente para atividades agrícolas.
Maior transparência
O plenário votou a favor da divulgação pública anual dos beneficiários
da PAC, para que seja facultada informação aos cidadãos europeus sobre
o uso de dinheiros públicos.
Mais apoio aos pequenos, jovens e novos agricultores
O PE propõe um estatuto mais vantajoso e menos burocrático para os
pequenos agricultores, prevê a majoração do pagamento obrigatório para
os jovens agricultores nas ajudas diretas, juntamente com apoios ao
acesso à terra através de garantias bancárias ou juros de empréstimos,
e a majoração do pagamento para novos agricultores que possam
instalar-se pela primeira vez, independentemente da idade.
Sectores específicos
O PE defende que o regime de quotas no setor do açúcar, previsto
expirar em 2015, seja prolongado por mais cinco anos, até 2020, e que
o atual sistema de direitos de plantação no setor vitivinícola seja
mantido pelo menos até 2030.
As alterações propondo o prolongamento do regime de quotas leiteiras
foram rejeitadas em plenário.
Resultado da votação
Mandato de negociação sobre os pagamentos diretos - 427 votos a favor,
224 contra e 32 abstenções
Mandato de negociação sobre a OCM única - 375 votos a favor, 277
contra e 24 abstenções
Mandato de negociação sobre o desenvolvimento rural (FEADER) - 556
votos a favor, 95 contra e 18 abstenções
Mandato de negociação sobre o regulamento horizontal - 474 votos a
favor, 172 contra e 23 abstenções
Os textos aprovados estarão brevemente disponíveis no site do PE
(clique em 13 de março de 2013)
Fonte: PE
http://agroportal.pt/x/agronoticias/2013/03/13f.htm
Giovanni La Via e Michel Dantin.
O Parlamento Europeu aprovou hoje uma série de alterações às propostas
de reforma da política agrícola comum (PAC) para assegurar que esta
seja mais amiga do ambiente, mais equitativa entre Estados-Membros e
mais transparente. As alterações aprovadas em plenário vão ser a base
para as negociações com os governos nacionais, que arrancam no início
de abril. Luís Capoulas Santos é relator de duas das quatro propostas
que integram o pacote agrícola.
As quatro propostas legislativas sobre a reforma da PAC dizem respeito
aos pagamentos diretos aos agricultores, à organização comum de
mercado (OCM única), ao desenvolvimento rural e a um regulamento
horizontal sobre o financiamento, a gestão e o acompanhamento da PAC.
É a primeira vez que o Parlamento Europeu legisla em pé de igualdade
com o Conselho de Ministros da UE sobre a política agrícola. Os
eurodeputados definiram hoje o mandato que o Parlamento vai levar para
a mesa de negociações com o Conselho e a Comissão, que deverão começar
a 11 de abril e que se espera estarem concluídas até ao final deste
semestre.
Segundo Capoulas Santos (S&D), que será um dos negociadores do PE, as
alterações aprovadas em plenário incluem "as questões fundamentais
para Portugal, donde se destacam o reforço do montante por hectare dos
pagamentos diretos, o acréscimo dos apoios para os jovens e para os
novos agricultores, um novo estatuto mais vantajoso e menos
burocrático para os pequenos agricultores e um novo mecanismo de
redistribuição através de um pagamento mais elevado para os primeiros
hectares, visando reforçar o apoio para as pequenas e médias
explorações".
O eurodeputado destaca também como positivo para Portugal a reposição
do cofinanciamento comunitário para novos regadios (que a Comissão
pretendia, depois de 2014, reservar exclusivamente para os países que
aderiram à UE após 2004) e a comparticipação comunitária para seguros
agrícolas e fundos mútuos.
Uma PAC mais verde
Para acabar com os diferentes sistemas do regime de pagamentos diretos
na UE, as regras propostas preveem um novo regime de "pagamento de
base". Este estará, como atualmente, subordinado ao respeito de certas
normas ambientais (eco-condicionalidade), mas com diversas
simplificações.
Além deste pagamento de base, cada exploração deverá receber um
pagamento por hectare por respeitar uma série de práticas agrícolas
benéficas para o clima e o ambiente, podendo os Estados-Membros
utilizar 30% das dotações nacionais para esse pagamento.
O PE defende que o chamado "greening", ou "ecologização", deve
manter-se no 1° pilar da PAC (pagamentos diretos), como proposto pelo
executivo comunitário.
O plenário manteve as três medidas centrais do "greening" - a
diversificação das culturas, a manutenção dos prados permanentes e a
criação das zonas de interesse ecológico -, mas introduziu uma maior
flexibilidade para estas medidas, para que sejam tidas em conta
questões como a dimensão das explorações agrícolas.
Tecto máximo para as ajudas
Os eurodeputados aprovaram o estabelecimento de um teto máximo de 300
mil euros para as ajudas que podem ser recebidas por cada agricultor
("capping"), depois de deduzidos os gastos com o emprego. Esta é uma
"decisão histórica", disse Capoulas Santos, "que se justifica num
contexto de contenção orçamental".
Maior convergência entre regiões e entre países
O PE procurou reduzir as discrepâncias entre os níveis de pagamentos
obtidos à luz das regras vigentes entre agricultores, entre regiões
(convergência interna) e entre Estados-Membros (convergência externa).
O plenário aprovou a introdução de uma nova base de cálculo para
definir os montantes por hectare que os agricultores europeus deverão
receber a partir de 2014.
Pagamentos só para os agricultores ativos
Os parlamentares clarificam que os pagamentos diretos só serão
concedidos a agricultores ativos, e não a outras entidades, como
aeroportos ou campos de golfe, que não utilizem os seus terrenos
primordialmente para atividades agrícolas.
Maior transparência
O plenário votou a favor da divulgação pública anual dos beneficiários
da PAC, para que seja facultada informação aos cidadãos europeus sobre
o uso de dinheiros públicos.
Mais apoio aos pequenos, jovens e novos agricultores
O PE propõe um estatuto mais vantajoso e menos burocrático para os
pequenos agricultores, prevê a majoração do pagamento obrigatório para
os jovens agricultores nas ajudas diretas, juntamente com apoios ao
acesso à terra através de garantias bancárias ou juros de empréstimos,
e a majoração do pagamento para novos agricultores que possam
instalar-se pela primeira vez, independentemente da idade.
Sectores específicos
O PE defende que o regime de quotas no setor do açúcar, previsto
expirar em 2015, seja prolongado por mais cinco anos, até 2020, e que
o atual sistema de direitos de plantação no setor vitivinícola seja
mantido pelo menos até 2030.
As alterações propondo o prolongamento do regime de quotas leiteiras
foram rejeitadas em plenário.
Resultado da votação
Mandato de negociação sobre os pagamentos diretos - 427 votos a favor,
224 contra e 32 abstenções
Mandato de negociação sobre a OCM única - 375 votos a favor, 277
contra e 24 abstenções
Mandato de negociação sobre o desenvolvimento rural (FEADER) - 556
votos a favor, 95 contra e 18 abstenções
Mandato de negociação sobre o regulamento horizontal - 474 votos a
favor, 172 contra e 23 abstenções
Os textos aprovados estarão brevemente disponíveis no site do PE
(clique em 13 de março de 2013)
Fonte: PE
http://agroportal.pt/x/agronoticias/2013/03/13f.htm
Workshop & Ação de Demonstração "A Cultura do Pinheiro Manso para a Produção de Pinha/Pinhão "
0 4 d e A b r i l | Ob s e r v a t ó r i o d o S o b r e i r o e d a C
o r t i ç a d e C o r u c h e
O pinheiro manso constitui, atualmente, uma das espécies florestais
mais interessantes assumindo um papel preponderante
na economia das explorações agroflorestais mediterrânicas, sendo uma
das fileiras emergentes mais relevantes
do sector produtivo primário.
Para dar resposta a estas necessidades, a UNAC - União da Floresta
Mediterrânica encontra-se a executar o Projeto
"PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO DA FILEIRA DA PINHA/PINHÃO" uma iniciativa
QREN, apoiada no âmbito do INALENTEJO, cujo
investimento ascende a 113.660,47 euros, com cofinanciamento FEDER de
79.562,33 euros.
O objetivo deste Workshop é o de apresentar um dos resultados deste
projeto, um Modelo Base da Conta de Cultura
para o Pinheiro Manso (ContaPM 1.0), que consiste numa Folha Excel
parametrizada com a conta de cultura do pinheiro
manso. Através de valores padrão para os custos e receitas associados
à cultura do Pinheiro Manso, e através da
definição de um modelo de gestão para a cultura, os produtores poderão
simular/validar várias opções de gestão e
identificar a rentabilidade de potenciais práticas/técnicas para
diferentes períodos temporais, assim como qual o seu
limiar de rentabilidade, reforçando a sua competitividade.
Complementarmente, serão também apresentados resultados
de ID e de monitorização sobre produções/produtividade da pinha, no
que constitui um importante contributo
para a divulgação e sensibilização do Pinhal Manso.
P r o g r ama | 0 4 d e Ab r i l
09H30 - 10H00 Receção dos participantes
10H00
Sessão de Abertura
Pedro Silveira | Diretor da UNAC
Francisco Gomes da Silva | Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural (*)
10H15
Seleção de Árvores Plus para aumentar a Produção de Pinha
Isabel Carrasquinho | INIAV - Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P.
Modelação do crescimento e da produção de pinha no pinheiro manso - ponto de situação
e perspetivas
Margarida Tomé | ISA - Instituto Superior de Agronomia
Efeito da enxertia no Rendimento de Povoamentos de Pinheiro Manso - resultados preliminares
de um caso prático
Mariana Ribeiro Telles | APFC - Associação dos Produtores Florestais do Concelho de Coruche e Limítrofes
11H15 Pinhão break
11H30
Apresentação do Modelo Base da Conta de Cultura para o Pinheiro Manso
Nélia Aires | UNAC - União da Floresta Mediterrânica
Aplicação do Modelo Base da Conta de Cultura para o Pinheiro Manso
Nuno Calado | UNAC - União da Floresta Mediterrânica
12H00 Debate
12H30
Sessão de Encerramento
António Gonçalves Ferreira | Presidente da UNAC
Dionísio Mendes | Presidente da CM de Coruche
(*) a confirmar
O Projeto “PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO DA FILEIRA DA PINHA/PINHÃO” é uma iniciativa QREN, apoiada no âmbito
do INALENTEJO, cujo investimento ascende a 113.660,47 euros, com cofinanciamento FEDER de 79.562,33
euros.
14H30
AÇÃO DE DEMONSTRAÇÃO
Encontro dos participantes no Observatório do Sobreiro e da Cortiça— Coruche
Visita a áreas com diferentes intervenções silvícolas em Povoamentos de Pinheiro Manso
(plantação, desramação, desbaste e enxertias).
Cada participante deve assegurar o seu próprio transporte, recomendando-se o uso de viaturas
todo o terreno.
http://www.unac.pt/attachments/168_WORKSHOP%20CULTURA%20DO%20PMANSO%20INALENTEJO_04Abril2013.pdf
o r t i ç a d e C o r u c h e
O pinheiro manso constitui, atualmente, uma das espécies florestais
mais interessantes assumindo um papel preponderante
na economia das explorações agroflorestais mediterrânicas, sendo uma
das fileiras emergentes mais relevantes
do sector produtivo primário.
Para dar resposta a estas necessidades, a UNAC - União da Floresta
Mediterrânica encontra-se a executar o Projeto
"PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO DA FILEIRA DA PINHA/PINHÃO" uma iniciativa
QREN, apoiada no âmbito do INALENTEJO, cujo
investimento ascende a 113.660,47 euros, com cofinanciamento FEDER de
79.562,33 euros.
O objetivo deste Workshop é o de apresentar um dos resultados deste
projeto, um Modelo Base da Conta de Cultura
para o Pinheiro Manso (ContaPM 1.0), que consiste numa Folha Excel
parametrizada com a conta de cultura do pinheiro
manso. Através de valores padrão para os custos e receitas associados
à cultura do Pinheiro Manso, e através da
definição de um modelo de gestão para a cultura, os produtores poderão
simular/validar várias opções de gestão e
identificar a rentabilidade de potenciais práticas/técnicas para
diferentes períodos temporais, assim como qual o seu
limiar de rentabilidade, reforçando a sua competitividade.
Complementarmente, serão também apresentados resultados
de ID e de monitorização sobre produções/produtividade da pinha, no
que constitui um importante contributo
para a divulgação e sensibilização do Pinhal Manso.
P r o g r ama | 0 4 d e Ab r i l
09H30 - 10H00 Receção dos participantes
10H00
Sessão de Abertura
Pedro Silveira | Diretor da UNAC
Francisco Gomes da Silva | Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural (*)
10H15
Seleção de Árvores Plus para aumentar a Produção de Pinha
Isabel Carrasquinho | INIAV - Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P.
Modelação do crescimento e da produção de pinha no pinheiro manso - ponto de situação
e perspetivas
Margarida Tomé | ISA - Instituto Superior de Agronomia
Efeito da enxertia no Rendimento de Povoamentos de Pinheiro Manso - resultados preliminares
de um caso prático
Mariana Ribeiro Telles | APFC - Associação dos Produtores Florestais do Concelho de Coruche e Limítrofes
11H15 Pinhão break
11H30
Apresentação do Modelo Base da Conta de Cultura para o Pinheiro Manso
Nélia Aires | UNAC - União da Floresta Mediterrânica
Aplicação do Modelo Base da Conta de Cultura para o Pinheiro Manso
Nuno Calado | UNAC - União da Floresta Mediterrânica
12H00 Debate
12H30
Sessão de Encerramento
António Gonçalves Ferreira | Presidente da UNAC
Dionísio Mendes | Presidente da CM de Coruche
(*) a confirmar
O Projeto “PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO DA FILEIRA DA PINHA/PINHÃO” é uma iniciativa QREN, apoiada no âmbito
do INALENTEJO, cujo investimento ascende a 113.660,47 euros, com cofinanciamento FEDER de 79.562,33
euros.
14H30
AÇÃO DE DEMONSTRAÇÃO
Encontro dos participantes no Observatório do Sobreiro e da Cortiça— Coruche
Visita a áreas com diferentes intervenções silvícolas em Povoamentos de Pinheiro Manso
(plantação, desramação, desbaste e enxertias).
Cada participante deve assegurar o seu próprio transporte, recomendando-se o uso de viaturas
todo o terreno.
http://www.unac.pt/attachments/168_WORKSHOP%20CULTURA%20DO%20PMANSO%20INALENTEJO_04Abril2013.pdf
ANGOLA: Uso de telemóveis auxilia agricultura
12 de Março, 2013Partilhar Tamanho da letra Enviar Imprimir
A utilização de telemóveis faz com que os alertas precoces sobre surtos de doenças animais sejam divulgados em questão de segundos
Fotografia: Rogério Tuti
Agricultores e veterinários de vários países africanos adoptaram o uso de telemóveis para rapidamente enviarem alertas sobre surtos de doenças animais em fase muito precoce e monitorizar campanhas de vacinação de animais, revelou o Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
A utilização de telefones móveis, afirmou a FAO, está a fazer com que os alertas precoces sobre surtos de doenças animais sejam divulgados em questão de segundos, em vez de semanas, como acontecia até há pouco tempo.
A FAO revelou que está a aproveitar a "enorme aceitação da tecnologia dos telemóveis" para informar as populações sobre focos de doenças animais, monitorizar campanhas de vacinação e a prestação de tratamentos veterinários, como a desparasitação.
No Quénia, por exemplo, onde três em cada quatro pessoas têm agora um telemóvel, a FAO estabeleceu uma parceria com o Royal Veterinary College e a ONG local VETAID, para apoiar os testes de uma aplicação de telemóvel desenvolvida por pesquisadores da Escola de Saúde Pública do Imperial Collegeof London, no Reino Unido.
O aplicativo, chamado EpiCollect, ajuda a rastrear as campanhas de vacinação e de tratamento dos animais. A aplicação e o espaço de armazenamento são fornecidos gratuitamente no site da EpiCollect, que atribui um endereço único a cada projecto.
http://jornaldeangola.sapo.ao/18/0/uso_de_telemoveis_auxilia_agricultura
Regadio é oportunidade para produzir mais cereais - Assunção Cristas
Lusa
11:44 Terça feira, 12 de março de 2013
Lisboa, 12 mar (Lusa) - A ministra da Agricultura afirmou hoje que o regadio, nomeadamente o Alqueva, pode ser uma oportunidade para produzir mais cereais, como a cevada, mas avisou que é preciso "estabilidade nas relações comerciais" para criar interesse nos agricultores.
Assunção Cristas respondia assim ao repto lançado pelo presidente da Associação Portuguesa de Produtores de Cerveja (APCV), António Pires de Lima, que apelou ao aumento da produção de cevada nacional para incorporação na indústria da cerveja.
A ministra assinalou que esta indústria oferece "potencial de crescimento para a agricultura e de incorporação de valor nacional", mas sublinhou que "há produtos que concorrem com a cevada e possivelmente [os agricultores] ganham mais com eles".
http://expresso.sapo.pt/regadio-e-oportunidade-para-produzir-mais-cereais-assuncao-cristas=f792940
Disparou abate ilegal de sobreiros
12 de Março, 2013por Sónia Balasteiro
O abate ilegal de sobreiros e azinheiras disparou: nos últimos dois anos, as autoridades multaram 580 madeireiros. Ambientalistas esperam que as alterações à lei do sobreiro reforcem fiscalização.
Em Santana do Mato, aldeia do concelho de Coruche, vêem-se pelo menos seis estaleiros de lenha de azinho e de sobro. Em quase todos, há madeira verde cortada sem estar cintada – ou seja, marcada com tinta branca, como a lei obriga –, a denunciar uma realidade crescente no país: o abate ilegal de árvores.
Esta concentração de madeireiros, tremenda para um lugar tão pequeno, mostra logo do que vivem as gentes daqui. Mas também mostra o aumento de um tráfico que rende largos milhares de euros, sobretudo aos grandes comerciantes: o abate sem autorização do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) e a venda, que ameaça sobreiros, árvores protegidas por lei, e azinheiras, para lenha. Para se ter uma ideia, tanto no caso do azinho como no do sobro, uma tonelada (peso de um sobreiro de porte médio) rende cerca de 100 euros.
As autoridades não têm estimativas dos valores em causa. Mas, a julgar pela frequência com que os madeireiros reincidem no crime, serão largos milhares ou mesmo milhões de euros.
Os números do ICNF, avançados ao SOL, dão conta do fenómeno que não pára de aumentar: só nos últimos dois anos, o organismo passou 580 multas a madeireiros por abate ilegal de sobreiros e azinheiras, 310 das quais no ano passado. «São valores extremamente elevados», comenta Domingos Patacho, especialista em florestas da associação ambientalista Quercus, que se confessa surpreendido com a dimensão do problema. «Estes dados revelam as dificuldades de fiscalização da GNR, que praticamente só pode actuar em flagrante delito, ou se encontrar os cepos verdes cortados, mas é mais difícil».
Para o ambientalista, a existência de números tão elevados para a dimensão do país só se explica pela «reincidência no crime», justificada pelo lucro gerado por esta actividade paralela.
O madeireiro Carlos Lúcio, que tem um grande estaleiro de lenha na Barrosa, no concelho de Benavente (a poucos quilómetros de Santana do Mato) é um exemplo de reincidência. Em 2012, a AFN multou-o em 3.375 euros por ter cortado quase 30 sobreiros saudáveis na Mata do Duque (também em Benavente), e o promotor Benim-Sociedade Imobiliária em 1.688 euros. Ambos recorreram para o Tribunal de Benavente, que manteve as condenações. E o madeireiro reincidiu, entretanto, no crime. Da estrada, há poucas semanas, continuavam a ver-se no seu estaleiro amontoados de troncos de sobreiros, que ultrapassavam o cinco metros e «alguns dos troncos verdes não estavam cintados», nota Domingos Patacho.
Já esta semana, o corte ilegal de árvores originou uma mega-operação do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR, mas no Algarve.
Falta fiscalização
O problema não é de fácil solução, desde logo pelas dificuldades na fiscalização: «É muito difícil a GNR apanhar um madeireiro em flagrante porque eles apresentam uma licença. A questão é que essa licença é para cortar 30 árvores secas e eles cortam 60 ou 70 e verdes».
Também Eugénio Sequeira, da Liga de Protecção da Natureza, aponta o dedo à falta de fiscalização: «Ninguém cumpre as leis e ninguém fiscaliza. Quando estamos perante árvores que já não são plantadas, como é o caso do sobreiro, e quando são precisamente as árvores jovens a ser cortadas, a situação torna-se extremamente preocupante».
Outras das dificuldades é o facto de a lei de protecção do sobreiro, considerado árvore nacional, ou da azinheira, não prever que as guias de transporte revelem a origem da madeira – o que significa que, se a madeira proveniente de cortes sem autorização for detectada na estrada, as autoridades nada podem fazer. Esta é, aliás, uma das questões que a Quercus espera ver solucionada pelas alterações previstas já desde o Verão para a lei de protecção do sobreiro. Mas o Governo não adianta uma data para a nova lei.
Entretanto, avisa Patacho, a densidade do sobreiro está a cair. A floresta no seu todo, aliás, que ocupa 35% do território, está a diminuir no país: entre 1995 e 2010, as áreas florestais diminuíram cerca de 5%, com uma perda de dez mil hectares ao ano. Se em 1995 Portugal tinha 3.305.411 hectares de floresta, em 2010 perdeu 150.611 hectares, que se transformaram sobretudo em zonas de matos e pastagens ( 85%), mas também em terrenos urbanos (28 mil hectares).
sonia.balasteiro@sol.pt
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=69590
Sector agro-alimentar revoluciona agricultura em Portugal
Terça-Feira, 12 Março de 2013
Muito recentemente em entrevista dada ao semanário MUNDO PORTUGUÊS a Ministra da Agricultura afirmou "A Agricultura é neste momento um sector vivo e com esperança e são os próprios números que mostram isso quando revelam um sector que cresce 2,8 por cento quando a restante economia se contrai 3 por cento".
O que fez este sector mudar desta forma quando ainda há tão pouco tempo era por todos considerado um sector moribundo, sem futuro e para acabar definitivamente? O que mudou foi precisamente o aumento da exportação.
A própria ministra o diz ao afirmar na mesma entrevista "Temos de ficar satisfeitos com estes valores porque vemos a agricultura a crescer e a criar emprego, estando a contribuir activamente para as exportações nacionais"…
Ou seja a agricultura do subsídio, está cada vez mais a dar lugar à agricultura jovem e moderna que quer "encontrar-se a sós" com o mercado, sem o espartilho do estado, dos reguladores e dos institutos que apoiam, subsidiam mas também condicionam, por vezes de tal forma que criam um espartilho tal, que retira ao produtor muita inovação e capacidade inata de fazer. A Agricultura sabe que tem bons produtos e que o mercado os reconhece, precisando apenas da plataforma que lhe apresente esse mesm o mercado.
O caso do Agro-Alimentar
Com um Volume de Negócios de 14 mil milhões de euros esta é a indústria transformadora que mais contribui para a economia nacional e que mais empregos gera em Portugal.
A Indústria Agro-alimentar na economia portuguesa assegura a transformação de alimentos e bebidas gera cerca de 21 por cento do VAB (Valor Acrescentado Bruto ou seja, o resultado final da actividade produtiva) da cadeia do valor alimentar.
No entanto é preciso ter a consciência que tudo assenta no negócio e o futuro aponta para a necessidade de uma estratégia desenhada para ultrapassar os principais desafios competitivos. A principal medida passa pela adopção de uma cultura de eficiência e produtividade nas empresas através do desenvolvimento de melhores práticas de negócio, de forma a optimizar a estrutura de custos e a sustentabilidade dos métodos produtivos e ainda pela criação de sinergias e mecanismos de expansão que permitam concretizar economias de escala.
Outro grande desafio passa pela promoção da política de internacionalização dos produtos nacionais, devendo ser adoptada uma cultura de internacionalização, apostando na diversificação de canais e mercados. O futuro passa inevitavelmente pela criação de mecanismos de apoio à internacionalização das empresas da Indústria Agro-alimentar e ainda pela criação de sinergias entre empresas do sector privado para facilitar o processo de internacionalização.
O futuro já começou
Mas nesta matéria bem se pode dizer que o futuro já começou há perto de vinte anos, quando o SISAB PORTUGAL começou a fazer essa mesma apresentação do mercado internacional às empresas portuguesas, pondo-as a dialogar e a trocar experiências e necessidades a que o sector em Portugal deu uma resposta fantástica, ultrapassando em muito o que lhe era pedido. E não é de admirar, sendo o SISAB PORTUGAL um evento da inicdiativa privada, não fez imposições, não criou limites, nem impôs barreiras, limitando-se a criar oportunidades e a dilatar mais as opções das empresas, dialogando permanentemente com os empresários e por isso mesmo, sabendo sempre compreender a cada momento as dificuldades e as expectativas das empresas que abraçaram este projecto.
Por isso no SISAB PORTUGAL nasceram muitos projectos de internacionalização, que ultrapassaram a simples relação comercial. Muitas empresas iniciaram aqui a sua verdadeira internacionalização descobrindo novos mercados, como no caso de Moçambique, Angola, Brasil, Reino Unido entre outros. Por isso se diz que o SISAB PORTUGAL mais do que uma simples feira é uma plataforma de parcerias de negócios a nível mundial. Mas o caso mais paradigmático desta realidade deverá ser a empresa que graças a uma relação estabelecida no SISAB PORTUGAL está neste momento a vender arroz para a China, quase o velho paradigma de conseguir vender "areia para o deserto"...
Aumento do valor do produto
Esta verdadeira internacionalização das empresas portuguesas, criou uma importante valorização do produto agro-alimentar português, levando-o até mercados que pagam melhor, remunerando portanto o produto com mais generosidade, trazendo mais valor para o país. E se no primeiro momento tal aconteceu primordialmente no sector dos vinhos, está a acontecer agora também noutros sectores do agro-alimentar português.
Não se estranha pois, que as vendas internacionais de bens continuem a crescer e o sector agro-alimentar se destaque com uma subida de mais de 300 milhões de euros face a 2011. O peso das exportações no total das vendas internacionais é de 11,4 por cento e os produtos da Indústria agro-alimentar são os que mais cresceram nas vendas internacionais.
Por outro lado, e tal como referiu a ministra da agricultura há muitos jovens a entrar no sector e a fazer baixar a idade média do agricultor português, porque se acredita que o sector pode dar uma vida digna a quem quer fazer da agricultura a sua vida. Estes são os principais sinais de mudança de um sector que está a mudar e a quem se antevê um importante papel na recuperação económica do país.
http://www.mundoportugues.org/content/1/11158/sector-agroalimentar-revoluciona-agricultura-portugal/
Lacticoop na lista de devedores apesar de processo de alegada dívida ainda decorrer
Lusa
15:31 Terça feira, 12 de março de 2013
Lisboa, 12 mar (Lusa) - A Autoridade Tributária colocou a organização cooperativa leiteira Lacticoop na lista de grandes devedores, mas esta garante "não estar em incumprimento" e lembra que ainda decorre em tribunal um processo de alegada dívida, que foi suspenso em primeira instância.
A Lacticoop - União de Cooperativas de Produtores de Leite de entre Douro e Mondego garantiu hoje, num comunicado enviado à agência Lusa, que "esta entidade tem a sua situação tributária regularizada, não se registando qualquer incumprimento para com a Autoridade Tributária Aduaneira".
A organização lembra que o único processo de execução fiscal em curso em que a Lacticoop surge como devedora, "diz respeito a alegadas dívidas tributárias cuja ilegalidade foi já judicialmente reconhecida em primeira instância pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro".
http://expresso.sapo.pt/lacticoop-na-lista-de-devedores-apesar-de-processo-de-alegada-divida-ainda-decorrer=f792992
Abates ilegais lesam Estado 'em milhares de euros'
12 de Março, 2013por Sónia Balasteiro
Os estaleiros com madeira de azinho e de sobreiro verde, sem estar cintada, como a lei obriga, sucedem-se entre os concelhos de Coruche e Benavente, e revelam um tráfico que lesa o Estado português em milhares de euros. Em alguns casos, observa Domingos Patacho, da Quercus, mais do que estaleiros, «parecem verdadeiras unidades de transformação industrial de árvores em lenha para lareiras».
«Além de ameaçar o sobreiro e a azinheira, esta actividade lesa o Estado em milhares de euros ao ano, pela fuga ao fisco. Não há facturas de nada», sublinha o ambientalista, lembrando que foi nos últimos anos que começaram a surgir «como cogumelos» estas empresas, «à beira da estrada», criadas por «pessoas sem qualquer ligação à agricultura ou à floresta e, portanto, dispostas a explorá-las mal, sem problemas de consciência».
Mas não é tudo: também os proprietários são lesados. «Nem chegam a aperceber-se de que os madeireiros cortam mais árvores do que aquelas que deveriam e perdem o dinheiro que poderiam ganhar com a cortiça», avisa Domingos Patacho.
Para a associação internacional WWF, parte da solução pode passar pela certificação da cortiça e por mercados responsáveis. «Se os produtores tiverem a cortiça certificada, vão estar muito mais atentos e ser mais cuidadosos com as suas árvores», explica Ângela Morgado, sublinhando que a WWF considera o sobreiro um ecossistema de elevado valor de conservação.
Mas nos últimos anos os abates sucedem-se em Portugal, sobretudo a Norte do Tejo, e podem colocar em causa o sobreiral do país (floresta de sobreiro), que existe sobretudo no Norte e Centro. Ao ponto de a Quercus temer uma diminuição drástica do número de árvores no país, por conta dos madeireiros ilegais. «Qualquer dia, só há montados de sobro, como já acontece no Alentejo, e deixa de haver florestas», diz Patacho.
Os dados preliminares do Inventário Florestal Nacional, de 2010, publicados recentemente pelo Ministério do Ambiente, já revelam uma ligeira diminuição da área de sobreiral. O sobreiro, nota o documento, ocupa agora 737 mil hectares em todo o país – menos 10 mil hectares do que em 1995.
Mas o principal problema, que os estudos não revelam, diz o especialista em florestas da Quercus, é a diminuição da densidade de sobreiros, uma vez que «o número de árvores por hectare está a baixar vertiginosamente». Se antes «havia 80 árvores por hectare, agora começa a haver, em cada vez mais sítios, 30 ou 40», nota Domingos Patacho.
sonia.balasteiro@sol.pt
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=69591
Indústria da cerveja importa 80% da cevada que usa e quer agricultores a produzir mais
Lusa
12 Mar, 2013, 12:42
A indústria cervejeira nacional importou, no ano passado, 80% da cevada que consumiu, por falta de matéria-prima nacional, e desafiou os agricultores a produzirem mais este cereal, sugerindo investimento no regadio para resolver o problema.
"Porque razão Portugal produz tão pouca cevada e somos obrigados a recorrer a importações?", questionou o presidente da Associação Portuguesa de Produtores de Cerveja (APCV), António Pires de Lima, no fórum "Brinde à Cerveja", frisando que, no último ano, a cevada nacional atingiu apenas as 20 mil toneladas e a indústria foi obrigada a importar 80 mil.
O responsável da APCV sugeriu que o "investimento no regadio" e um regime de contratualização com os agricultores seriam soluções para resolver a falta de matéria-prima nacional, enquanto Bernardo Albino, da Associação Nacional de Produtores de Cereais (ANPOC) observou que "é preciso valorizar" os cereais produzidos em Portugal, mas tem de haver "uma perspetiva de preços e estabilidade".
Bernardo Albino destacou também várias vantagens da produção de cereais em Portugal, nomeadamente a sustentabilidade ambiental e a rastreabilidade e segurança alimentar.
"Temos de valorizar o nosso produto porque, no fim da linha ninguém quer cevada de cavalo, e é isso que vamos ter se só tivermos preço, preço, preço", frisou.
O presidente da EDIA, João Basto, apontou o potencial do Alqueva para a produção de cevada e considerou que este potencial irá aumentar ao longo dos anos.
"Vive-se uma euforia em torno do milho, porque a margem libertada é maior, e o que nos move na agricultura é o dinheiro", notou João Basto, afirmando, no entanto, que a cevada se vai tornar mais atrativa à medida que o preço da água subir.
"Aos preços atuais da água, a margem do milho será de mil euros e a da cevada de 500 euros por hectare. Acontece que a água vai subir e à medida que for subindo, porque o consumo de agua é superior no milho, o diferencial de menos 500, vai passar a menos 160, assumindo que tudo o resto continua igual", explicou.
O responsável da EDIA adiantou ainda que são os perímetros de rega mais antigos [com um tarifário mais elevado] os que têm mais aptidão para a cevada.
"Há blocos [de rega] onde o preço da agua já é mais elevado e onde o potencial já é maior", reforçou.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=634996&tm=6&layout=121&visual=49
Ferreira do Alentejo: Março mês do Azeite...
Regional | 07:00 | 11-03-2013
Exposições, palestras, lançamento de livros e visitas guiadas a
lagares são algumas das iniciativas do mês do azeite em Ferreira do
Alentejo.
O azeite está em grande destaque ao longo deste mês no concelho de
Ferreira do Alentejo com a realização de um variado leque de
actividades com destaque para exposições, palestras, lançamento de
livros e visitas guiadas a lagares.
Aníbal Costa, presidente da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo,
fala da importância que tem o sector do azeite no concelho e recorda
que foi registada recentemente a marca Ferreira do Alentejo-Capital do
Azeite.
O autarca destaca ainda a "quantidade" de iniciativas que decorrem ao
longo do mês e o facto de terem o envolvimento dos agentes económicos,
sociais e culturais do concelho.
Neste mês do azeite, em Ferreira do Alentejo, os restaurantes do
concelho estão a incluir nas suas ementas entradas com azeite e
receitas típicas do Alentejo onde este produto é um ingrediente
indispensável.
Inês Patola
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/52988
Exposições, palestras, lançamento de livros e visitas guiadas a
lagares são algumas das iniciativas do mês do azeite em Ferreira do
Alentejo.
O azeite está em grande destaque ao longo deste mês no concelho de
Ferreira do Alentejo com a realização de um variado leque de
actividades com destaque para exposições, palestras, lançamento de
livros e visitas guiadas a lagares.
Aníbal Costa, presidente da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo,
fala da importância que tem o sector do azeite no concelho e recorda
que foi registada recentemente a marca Ferreira do Alentejo-Capital do
Azeite.
O autarca destaca ainda a "quantidade" de iniciativas que decorrem ao
longo do mês e o facto de terem o envolvimento dos agentes económicos,
sociais e culturais do concelho.
Neste mês do azeite, em Ferreira do Alentejo, os restaurantes do
concelho estão a incluir nas suas ementas entradas com azeite e
receitas típicas do Alentejo onde este produto é um ingrediente
indispensável.
Inês Patola
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/52988
Hora decisiva para a PAC: em Estrasburgo vota-se por uma agricultura com futuro!
Pela primeira vez na História da UE o Parlamento Europeu tem o poder para decidir sobre a Política Agrícola Comum (PAC). Esta quarta-feira em Estrasburgo os eurodeputados e eurodeputadas votarão na PAC antes de começarem as negociações entre a Comissão e os Ministros da Agricultura. Mais de 300 emendas serão votadas, depois da Comissão de Agricultura ter tentado sem sucesso bloquear muitas das propostas. Os 22 representantes portugueses no Parlamento Europeu têm a possibilidade de garantir que acaba a utilização do dinheiro dos contribuintes em subsídios que reduzem o emprego rural, encorajam a poluição das águas e dos solos, prejudicam fauna e flora. Têm a possibilidade de votar por uma agricultura ambientalmente sustentável e com futuro.
A LPN dirigiu a todos os eurodeputados e eurodeputadas portuguesas uma mensagem clara, subscrita em conjunto com a Quercus, a Federação Europeia de Organizações Ambientalistas Cidadãs (EEB), a WWF, a Birdlife International e a Federação Internacional de Movimentos pela Agricultura Biológica (IFOAM). O conteúdo e apelo das missivas enviadas foi claro. Na votação em Estrasburgo é necessário:
- Garantir que todos os agricultores utilizam boas práticas agrícolas (o designado "greening"), respeitando o ambiente em troca dos subsídios directos da PAC;
- Rejeitar duplos pagamentos ilegais propostos pela Comissão de Agricultura, que pagariam duas vezes aos agricultores pela mesma actividade;
- Reintroduzir a obrigatoriedade dos agricultores que recebam subsídios da EU de obedecerem às leis da União Europeia sobre ambiente, segurança alimentar, saúde animal e saúde pública;
- Apoiar sistemas de Elevado Valor Natural e agricultura orgânica.
Amanhã decidir-se-á portanto qual o futuro para a nova PAC, nomeadamente se se vai insistir num modelo de agricultura primitivo e destrutivo, que põe em perigo o ambiente e a própria viabilidade da agricultura na Europa, ou se vai continuar a agricultura com um consumo, desperdício e degradação das águas e solos, com a utilização descontrolada de fertilizantes e químicos sem critério, sem conservação do meio rural quer na perspectiva ambiental e paisagística, quer na perspectiva social e da desertificação humana. A utilização dos fundos europeus tem de estar sujeita a boas práticas agrícolas e ambientais e à legislação europeia. Uma nova agricultura, viável e com futuro, é urgente.
Lisboa, 12 de Março de 2012
A Direcção Nacional da LIGA PARA A PROTECÇÃO DA NATUREZA
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/03/12e.htm
Cabras ajudam a prevenir incêndios em Vila Pouca de Aguiar
Lusa
12 Mar, 2013, 14:04
Um rebanho de 50 cabras está a fazer a limpeza de mato e, ao mesmo, a
reduzir os riscos de incêndios florestais em Vila Pouca de Aguiar, no
âmbito de um projeto-piloto de pastoreio dirigido.
O projeto "Economountain, economia da biodiversidade nas serras de
Vila Pouca de Aguiar", está a ser implementado pela associação
Aguiarfloresta e representa um investimento de 160 mil euros nos
próximos dois anos.
A área de intervenção, nesta primeira fase, corresponde ao planalto de Jales.
"Este projeto visa testar uma nova ferramenta de gestão do mato, para
ajudar a resolver o problema dos incêndios que ocorrem nesta região",
afirmou hoje Duarte Marques, responsável da Aguiarfloresta, no
decorrer de uma visita técnica em Alfarela de Jales.
A associação está trabalhar com um rebanho de 50 cabras, que vai
pastorear uma área de 90 hectares. Os animais, através da ingestão da
biomassa, reduzem o combustível para um incêndio.
O que se está a fazer é, segundo o responsável, um tipo de pastoreio
mais dirigido, em que se usam os animais em locais estrategicamente
identificados como sendo favoráveis à redução do número de ocorrências
e também à limitação da expressão do fogo.
O pastor Francisco Carocha, o primeiro a aderir ao projeto, explicou
que os animais permanecem numa área cercada durante cerca de uma
semana até efetuaram a limpeza desse terreno.
"Venho aqui deixar os animais e depois venho buscá-los ao final da
tarde. Antes, tinha que andar o dia todo com elas pelos montes a
apanha chuva e vento", salientou.
A opção pelo gado caprino justifica-se com o facto de se tratar de
animais mais robustos, que se adaptam a ambientes mais agrestes,
ajustados a territórios de montanha e que consomem tipos de vegetação
que a maioria dos outros animais não consome.
Associadas ao projeto estão outras técnicas de intervenção, como a
limpeza de matos através das equipas de sapadores florestais ou o uso
do fogo controlado.
Duarte Marques salientou que a iniciativa visa ainda apoiar e
valorizar a atividade da pastorícia, muitas vezes associada ao fogo
posto para a renovação de pastagens.
"Queremos contornar a imagem negativa dos pastores e mostrar que eles
podem ser agentes importantes na prevenção e resolução dos problemas
dos incêndios", frisou.
A associação dá apoio ao nível da comercialização dos produtos, ajuda
a resolver os problemas diários relacionados com o licenciamento ou
registo dos animais. "Tentamos ajudar para que eles mantenham a
atividade", salientou.
Outra componente do projeto é a valorização dos produtos locais.
A ideia é incentivar os restaurantes locais a aproveitaram os recursos
do território, como as castanhas, os cogumelos, os cabritos, apostando
também "em novas formas e mais baratas de preparar os produtos".
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) está também
estudar os impactos desta estratégia a nível da biodiversidade, se
favorece ou não as espécies locais e se poderá ser alargada a outras
regiões.
No âmbito do projeto, a Aguiarfloresta promove no dia 22 de março o
workshop "Biodiversidade de montanha". No dia a seguir será feita uma
visita técnica a Jales subordinada ao tema o "Pastoreio dirigido na
gestão florestal".
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=635024&tm=8&layout=121&visual=49
12 Mar, 2013, 14:04
Um rebanho de 50 cabras está a fazer a limpeza de mato e, ao mesmo, a
reduzir os riscos de incêndios florestais em Vila Pouca de Aguiar, no
âmbito de um projeto-piloto de pastoreio dirigido.
O projeto "Economountain, economia da biodiversidade nas serras de
Vila Pouca de Aguiar", está a ser implementado pela associação
Aguiarfloresta e representa um investimento de 160 mil euros nos
próximos dois anos.
A área de intervenção, nesta primeira fase, corresponde ao planalto de Jales.
"Este projeto visa testar uma nova ferramenta de gestão do mato, para
ajudar a resolver o problema dos incêndios que ocorrem nesta região",
afirmou hoje Duarte Marques, responsável da Aguiarfloresta, no
decorrer de uma visita técnica em Alfarela de Jales.
A associação está trabalhar com um rebanho de 50 cabras, que vai
pastorear uma área de 90 hectares. Os animais, através da ingestão da
biomassa, reduzem o combustível para um incêndio.
O que se está a fazer é, segundo o responsável, um tipo de pastoreio
mais dirigido, em que se usam os animais em locais estrategicamente
identificados como sendo favoráveis à redução do número de ocorrências
e também à limitação da expressão do fogo.
O pastor Francisco Carocha, o primeiro a aderir ao projeto, explicou
que os animais permanecem numa área cercada durante cerca de uma
semana até efetuaram a limpeza desse terreno.
"Venho aqui deixar os animais e depois venho buscá-los ao final da
tarde. Antes, tinha que andar o dia todo com elas pelos montes a
apanha chuva e vento", salientou.
A opção pelo gado caprino justifica-se com o facto de se tratar de
animais mais robustos, que se adaptam a ambientes mais agrestes,
ajustados a territórios de montanha e que consomem tipos de vegetação
que a maioria dos outros animais não consome.
Associadas ao projeto estão outras técnicas de intervenção, como a
limpeza de matos através das equipas de sapadores florestais ou o uso
do fogo controlado.
Duarte Marques salientou que a iniciativa visa ainda apoiar e
valorizar a atividade da pastorícia, muitas vezes associada ao fogo
posto para a renovação de pastagens.
"Queremos contornar a imagem negativa dos pastores e mostrar que eles
podem ser agentes importantes na prevenção e resolução dos problemas
dos incêndios", frisou.
A associação dá apoio ao nível da comercialização dos produtos, ajuda
a resolver os problemas diários relacionados com o licenciamento ou
registo dos animais. "Tentamos ajudar para que eles mantenham a
atividade", salientou.
Outra componente do projeto é a valorização dos produtos locais.
A ideia é incentivar os restaurantes locais a aproveitaram os recursos
do território, como as castanhas, os cogumelos, os cabritos, apostando
também "em novas formas e mais baratas de preparar os produtos".
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) está também
estudar os impactos desta estratégia a nível da biodiversidade, se
favorece ou não as espécies locais e se poderá ser alargada a outras
regiões.
No âmbito do projeto, a Aguiarfloresta promove no dia 22 de março o
workshop "Biodiversidade de montanha". No dia a seguir será feita uma
visita técnica a Jales subordinada ao tema o "Pastoreio dirigido na
gestão florestal".
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=635024&tm=8&layout=121&visual=49
Cortiça é material de eleição em colecção da estilista sul-africana Suzaan Heyns
A cortiça portuguesa foi a grande estrela da coleção apresentada em
Joanesburgo pela consagrada estilista sul-africana Suzaan Heyns.
Num desfile com enorme brilho, integrado na "Mercedes-Benz Fashion
Week", Heyns tornou-se a primeira estilista em todo o mundo a
apresentar uma coleção completa - de vestuário, acessórios e calçado -
com a cortiça como elemento dominante.
"Doors of Perception (o nome do espetáculo concebido pela estilista)
serviu para desmontar algumas ideias feitas, nomeadamente que a
cortiça é apenas utilizada para determinados fins e que seria um
material rígido, por isso jogámos com o movimento real que pode ser
criado pelas peças em cortiça, e que é maravilhoso. Foi um desafio às
perceções erradas criadas na mente com um resultado que excedeu as
expetativas", disse à Lusa Suzaan Heyns, que se confessou rendida à
beleza e às qualidades daquele material natural.
A coleção em cortiça inclui dezenas de peças, de vestidos a calças,
"tops" e casacos, uns inteiramente em "cortiça-couro", outros com
aplicações na cintura, nos ombros, nas golas ou nas costas.
Nos acessórios, Heyns utilizou várias qualidades de cortiça, incluindo
a que é usada em soalhos e impermeabilizações, por ser mais rígida e
mais adequada, nomeadamente às carteiras, malas de mão e às solas dos
sapatos.
A marca Suzaan Heinz existe no mercado sul-africano desde 2008 e a sua
criadora, que vai inaugurar em breve novas lojas, além da que está
aberta há cinco meses no centro comercial de Melrose Arch, exibe na
"Semana da Moda" de Joanesburgo há quatro anos consecutivos e vai
mostrar as suas coleçõesem Nova Iorqueem setembro próximo.
"Caminhamos com passos pequenos, mas seguros. A minha terra é a África
do Sul, adoro viver e trabalhar aqui e a expansão da marca é feita sem
ansiedade, mas com segurança", confessou Suzaan Heyns, que se
considera "à margem de tendências e estilos, mas com um grande amor
pela beleza".
A Amorim Cork South Africa, empresa do grupo Amorim estabelecida na
Cidade do Cabo há quase três décadas e que forneceu todos os materiais
em cortiça utilizados nesta coleção, congratulou-se pela experiência e
pelo sucesso de Heyns no desfile da Semana da Moda de Joanesburgo.
Joaquim Sá, diretor da Amorim Cork South Africa, salientou ter sido
esta "a primeira vez que o mundo da moda assistiu à apresentação de
uma coleção inteiramente em cortiça".
"Até o próprio cenário - os portões de perceção ("Doors of Perception"
no original) - foram revestidos com cortiça", referiu aquele executivo
português natural do Porto e que tem liderado a gradual penetração de
cada vez mais produtos em cortiça no mercado sul-africano, onde
começou por fornecer as rolhas para a indústria vinícola na região do
Cabo Ocidental.
"A cortiça e a criatividade são sinónimos. A cortiça observou, durante
séculos, a expressão de criatividade do mundo do vinho e a sua
reputação mantém-se inalterável como acessório de moda", disse à Lusa
Joaquim Sá, salientando a importância das qualidades ecológicas,
biodegradáveis e recicláveis da cortiça num mundo cada vez mais alerta
para as questões ambientais.
Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=620756
Joanesburgo pela consagrada estilista sul-africana Suzaan Heyns.
Num desfile com enorme brilho, integrado na "Mercedes-Benz Fashion
Week", Heyns tornou-se a primeira estilista em todo o mundo a
apresentar uma coleção completa - de vestuário, acessórios e calçado -
com a cortiça como elemento dominante.
"Doors of Perception (o nome do espetáculo concebido pela estilista)
serviu para desmontar algumas ideias feitas, nomeadamente que a
cortiça é apenas utilizada para determinados fins e que seria um
material rígido, por isso jogámos com o movimento real que pode ser
criado pelas peças em cortiça, e que é maravilhoso. Foi um desafio às
perceções erradas criadas na mente com um resultado que excedeu as
expetativas", disse à Lusa Suzaan Heyns, que se confessou rendida à
beleza e às qualidades daquele material natural.
A coleção em cortiça inclui dezenas de peças, de vestidos a calças,
"tops" e casacos, uns inteiramente em "cortiça-couro", outros com
aplicações na cintura, nos ombros, nas golas ou nas costas.
Nos acessórios, Heyns utilizou várias qualidades de cortiça, incluindo
a que é usada em soalhos e impermeabilizações, por ser mais rígida e
mais adequada, nomeadamente às carteiras, malas de mão e às solas dos
sapatos.
A marca Suzaan Heinz existe no mercado sul-africano desde 2008 e a sua
criadora, que vai inaugurar em breve novas lojas, além da que está
aberta há cinco meses no centro comercial de Melrose Arch, exibe na
"Semana da Moda" de Joanesburgo há quatro anos consecutivos e vai
mostrar as suas coleçõesem Nova Iorqueem setembro próximo.
"Caminhamos com passos pequenos, mas seguros. A minha terra é a África
do Sul, adoro viver e trabalhar aqui e a expansão da marca é feita sem
ansiedade, mas com segurança", confessou Suzaan Heyns, que se
considera "à margem de tendências e estilos, mas com um grande amor
pela beleza".
A Amorim Cork South Africa, empresa do grupo Amorim estabelecida na
Cidade do Cabo há quase três décadas e que forneceu todos os materiais
em cortiça utilizados nesta coleção, congratulou-se pela experiência e
pelo sucesso de Heyns no desfile da Semana da Moda de Joanesburgo.
Joaquim Sá, diretor da Amorim Cork South Africa, salientou ter sido
esta "a primeira vez que o mundo da moda assistiu à apresentação de
uma coleção inteiramente em cortiça".
"Até o próprio cenário - os portões de perceção ("Doors of Perception"
no original) - foram revestidos com cortiça", referiu aquele executivo
português natural do Porto e que tem liderado a gradual penetração de
cada vez mais produtos em cortiça no mercado sul-africano, onde
começou por fornecer as rolhas para a indústria vinícola na região do
Cabo Ocidental.
"A cortiça e a criatividade são sinónimos. A cortiça observou, durante
séculos, a expressão de criatividade do mundo do vinho e a sua
reputação mantém-se inalterável como acessório de moda", disse à Lusa
Joaquim Sá, salientando a importância das qualidades ecológicas,
biodegradáveis e recicláveis da cortiça num mundo cada vez mais alerta
para as questões ambientais.
Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=620756
Cerveja exportada aumentou 20% em 2012, mas consumo interno baixou para níveis dos anos 80
Lusa
10:59 Terça feira, 12 de março de 2013
Lisboa, 12 mar (Lusa) - O presidente da Associação Portuguesa de
Produtores de Cerveja (APCV) afirmou hoje que as exportações de
cerveja aumentaram 20% no ano passado, mas lamentou que a "fiscalidade
excessiva" tenha feito o consumo interno regredir para níveis da
década de 80.
António Pires de Lima, que hoje falava na abertura do fórum "Brinde à
Cerveja", afirmou que o setor da cerveja "é um exemplo de resistência
e resiliência" face aos tempos "de austeridade algo impiedosa" que
Portugal atravessa e que fizeram com que o consumo da cerveja
regressasse a níveis típicos da década de 80.
O setor da cerveja conseguiu crescer nos últimos três anos "através de
uma dinâmica de exportação das suas marcas e produtos", contribuindo
para um aumento de quase 20% nas exportações, atingindo quase os 300
milhões de litros, assinalou o responsável da APCV.
http://expresso.sapo.pt/cerveja-exportada-aumentou-20-em-2012-mas-consumo-interno-baixou-para-niveis-dos-anos-80=f792915
10:59 Terça feira, 12 de março de 2013
Lisboa, 12 mar (Lusa) - O presidente da Associação Portuguesa de
Produtores de Cerveja (APCV) afirmou hoje que as exportações de
cerveja aumentaram 20% no ano passado, mas lamentou que a "fiscalidade
excessiva" tenha feito o consumo interno regredir para níveis da
década de 80.
António Pires de Lima, que hoje falava na abertura do fórum "Brinde à
Cerveja", afirmou que o setor da cerveja "é um exemplo de resistência
e resiliência" face aos tempos "de austeridade algo impiedosa" que
Portugal atravessa e que fizeram com que o consumo da cerveja
regressasse a níveis típicos da década de 80.
O setor da cerveja conseguiu crescer nos últimos três anos "através de
uma dinâmica de exportação das suas marcas e produtos", contribuindo
para um aumento de quase 20% nas exportações, atingindo quase os 300
milhões de litros, assinalou o responsável da APCV.
http://expresso.sapo.pt/cerveja-exportada-aumentou-20-em-2012-mas-consumo-interno-baixou-para-niveis-dos-anos-80=f792915
Francisco Lopes é o novo inspetor-geral da ASAE
SUBSTITUIÇÃO
por LusaHoje6 comentários
Francisco Lopes, da ASAE Fotografia © Manuel Correia/ Arquivo Global Imagens
Francisco Lopes é o novo inspetor-geral da Autoridade de Segurança
Alimentar e Económica (ASAE) desde 01 de março, em regime de
substituição, disse à agência Lusa fonte oficial do Ministério da
Economia.
"Francisco Lopes é, desde 01 de março, o novo inspetor-geral da ASAE.
A decisão foi tomada após a aposentação do anterior dirigente máximo
[António Nunes] e garante o normal e regular funcionamento da
instituição", esclareceu fonte do Ministério da Economia.
A mesma fonte adiantou ainda que o regime de substituição está
previsto na lei em casos de vacatura do lugar, referindo que, "neste
momento, encontra-se a decorrer o concurso que irá determinar o nome
do novo inspetor-geral da ASAE".
O inspetor-geral da ASAE, Francisco Lopes, ocupava o cargo de
subinspetor-geral do organismo desde 2007.
Francisco Lopes deverá ir hoje a uma audição, pedida pelo grupo
parlamentar do PCP, na comissão parlamentar de Agricultura e Mar, em
representação da ASAE.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3104061
por LusaHoje6 comentários
Francisco Lopes, da ASAE Fotografia © Manuel Correia/ Arquivo Global Imagens
Francisco Lopes é o novo inspetor-geral da Autoridade de Segurança
Alimentar e Económica (ASAE) desde 01 de março, em regime de
substituição, disse à agência Lusa fonte oficial do Ministério da
Economia.
"Francisco Lopes é, desde 01 de março, o novo inspetor-geral da ASAE.
A decisão foi tomada após a aposentação do anterior dirigente máximo
[António Nunes] e garante o normal e regular funcionamento da
instituição", esclareceu fonte do Ministério da Economia.
A mesma fonte adiantou ainda que o regime de substituição está
previsto na lei em casos de vacatura do lugar, referindo que, "neste
momento, encontra-se a decorrer o concurso que irá determinar o nome
do novo inspetor-geral da ASAE".
O inspetor-geral da ASAE, Francisco Lopes, ocupava o cargo de
subinspetor-geral do organismo desde 2007.
Francisco Lopes deverá ir hoje a uma audição, pedida pelo grupo
parlamentar do PCP, na comissão parlamentar de Agricultura e Mar, em
representação da ASAE.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3104061
Pequena agricultura vai pagar IVA
Ministério da Agricultura
A partir de 1 de Abril os agricultores, que até agora estavam isentos
de IVA, passam a estar sujeitos à taxa mínima de 6 por cento.
Esta medida obriga qualquer agricultor, mesmo aquele que vende à beira
da estrada, a estar colectado nas finanças, sujeitando-se a coima se
não o fizer. "Antes não havia consequências porque na prática eles
estavam isentos de IVA e IRS e por esse motivo a administração fiscal
não procurava essas consequências porque eram muito poucas. Agora
deixando de haver essa isenção, eles passam a estar numa situação
muito mais preocupante, se não facturarem, estiverem fora do sistema e
forem apanhados têm que liquidar todo esse IVA que não entregaram",
explica a responsável da ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (TOC),
Paula Franco, acrescentado que a colecta protege os agricultores.
A Confederação de Agricultores de Portugal (CAP) já sensibilizou o
Governo para que não sejam aplicadas coimas de possíveis
irregularidades que estejam para trás. "A CAP está preocupada com esta
medida e já sensibilizou o Governo, tanto na área das finanças, como
ao nível do Ministério da Agricultura para esta questão e pedimos que
seja o período transitório sem coimas associadas para já", avança a
representante da CAP, Cristina Silva.
http://www.jornalnordeste.com/noticia.asp?idEdicao=462&id=18476&idSeccao=4147&Action=noticia#.UT_HQhyFuHA
A partir de 1 de Abril os agricultores, que até agora estavam isentos
de IVA, passam a estar sujeitos à taxa mínima de 6 por cento.
Esta medida obriga qualquer agricultor, mesmo aquele que vende à beira
da estrada, a estar colectado nas finanças, sujeitando-se a coima se
não o fizer. "Antes não havia consequências porque na prática eles
estavam isentos de IVA e IRS e por esse motivo a administração fiscal
não procurava essas consequências porque eram muito poucas. Agora
deixando de haver essa isenção, eles passam a estar numa situação
muito mais preocupante, se não facturarem, estiverem fora do sistema e
forem apanhados têm que liquidar todo esse IVA que não entregaram",
explica a responsável da ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (TOC),
Paula Franco, acrescentado que a colecta protege os agricultores.
A Confederação de Agricultores de Portugal (CAP) já sensibilizou o
Governo para que não sejam aplicadas coimas de possíveis
irregularidades que estejam para trás. "A CAP está preocupada com esta
medida e já sensibilizou o Governo, tanto na área das finanças, como
ao nível do Ministério da Agricultura para esta questão e pedimos que
seja o período transitório sem coimas associadas para já", avança a
representante da CAP, Cristina Silva.
http://www.jornalnordeste.com/noticia.asp?idEdicao=462&id=18476&idSeccao=4147&Action=noticia#.UT_HQhyFuHA
terça-feira, 12 de março de 2013
Resíduos de pesticida em comida para bebés
Relatório de 2010 apresentado pela autoridade europeia
Portugal apresenta valores a violar o limite permitido de resíduos de pesticida.
20h15Nº de votos (1) Comentários (3)
Portugal é um dos cinco países europeus onde foi encontrada comida
para bebé a violar o limite permitido de resíduos de pesticidas,
segundo um relatório da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar
referente a 2010 e divulgado esta terça-feira.
Espanha, Alemanha, Hungria e Eslováquia foram os outros países com
amostras de comida embalada para bebés a ultrapassar os níveis máximos
de resíduos de pesticidas autorizados na União Europeia.
O documento da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar apresenta os
resultados do controlo de resíduos de pesticidas em alimentos nos 27
Estados-membros da União Europeia (UE) relativos a 2010.
No que se refere à comida para bebé, os níveis foram ultrapassados
apenas em 36 das mais de 1.800 amostras, o que representa dois por
cento do total das análises efetuadas.
A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar considera necessário
melhorar a ligação entre a legislação sobre comida para bebé com as
leis que autorizam e regulam os limites de pesticidas.
Além disso, a autoridade admite que devem ser reconsiderados os
critérios de fixação de limites máximos de resíduos nos alimentos
específicos para bebés.
Contudo, segundo o documento, os níveis de pesticidas encontrados
acima do permitido em todo o tipo de alimentos não trarão riscos de
longo prazo para a saúde dos consumidores, apesar de esta consideração
não ser específica para a comida pronta para bebés.
Sobre Portugal, o relatório diz ainda que é um dos seis países nos
quais há amostras de alimentos que são analisadas em laboratórios não
acreditados.
Portugal foi também um dos países em que foram encontradas maçãs com
resíduos de pesticidas acima do legislado.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/residuos-de-pesticida-em-comida-para-bebes
Portugal apresenta valores a violar o limite permitido de resíduos de pesticida.
20h15Nº de votos (1) Comentários (3)
Portugal é um dos cinco países europeus onde foi encontrada comida
para bebé a violar o limite permitido de resíduos de pesticidas,
segundo um relatório da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar
referente a 2010 e divulgado esta terça-feira.
Espanha, Alemanha, Hungria e Eslováquia foram os outros países com
amostras de comida embalada para bebés a ultrapassar os níveis máximos
de resíduos de pesticidas autorizados na União Europeia.
O documento da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar apresenta os
resultados do controlo de resíduos de pesticidas em alimentos nos 27
Estados-membros da União Europeia (UE) relativos a 2010.
No que se refere à comida para bebé, os níveis foram ultrapassados
apenas em 36 das mais de 1.800 amostras, o que representa dois por
cento do total das análises efetuadas.
A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar considera necessário
melhorar a ligação entre a legislação sobre comida para bebé com as
leis que autorizam e regulam os limites de pesticidas.
Além disso, a autoridade admite que devem ser reconsiderados os
critérios de fixação de limites máximos de resíduos nos alimentos
específicos para bebés.
Contudo, segundo o documento, os níveis de pesticidas encontrados
acima do permitido em todo o tipo de alimentos não trarão riscos de
longo prazo para a saúde dos consumidores, apesar de esta consideração
não ser específica para a comida pronta para bebés.
Sobre Portugal, o relatório diz ainda que é um dos seis países nos
quais há amostras de alimentos que são analisadas em laboratórios não
acreditados.
Portugal foi também um dos países em que foram encontradas maçãs com
resíduos de pesticidas acima do legislado.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/residuos-de-pesticida-em-comida-para-bebes
Pesticidas nos alimentos da UE dentro dos níveis legais
Por Agência Lusa, publicado em 12 Mar 2013 - 21:01 | Actualizado há 29
minutos 31 segundos
esmagadora maioria dos alimentos analisados na União Europeia
apresenta níveis de pesticidas que estão dentro dos limites
admissíveis, segundo um relatório da Autoridade Europeia de Segurança
Alimentar hoje divulgado.
O documento, relativo a amostras examinadas em 2010, analisou 178
pesticidas em alguns alimentos de origem vegetal - maçãs, couves,
alfaces, alho-porro, pêssegos, peras, morangos, centeio, tomate - e
também na carne de porco e no leite.
Segundo a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, 98,4% das
amostras analisadas nos 27 países da União "estavam em conformidade
com os limites admissíveis".
Aveia, alface e morango foram os alimentos com maior percentagem de
amostras a ultrapassar os limites de resíduos de pesticidas
permitidos. Já os alimentos de origem animal tiveram as menores taxas
de excedência.
O relatório avaliou também o risco de exposição alimentar a estes
resíduos e concluiu que não representam problemas a longo prazo para o
consumidor.
A curto prazo esse risco também não existe em 99,6% das amostras dos
alimentos analisados. Contudo, em 0,4% dessas amostras (79 de um total
de 18 mil) o risco não pode ser excluído.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
http://www.ionline.pt/mundo/pesticidas-nos-alimentos-da-ue-dentro-dos-niveis-legais
minutos 31 segundos
esmagadora maioria dos alimentos analisados na União Europeia
apresenta níveis de pesticidas que estão dentro dos limites
admissíveis, segundo um relatório da Autoridade Europeia de Segurança
Alimentar hoje divulgado.
O documento, relativo a amostras examinadas em 2010, analisou 178
pesticidas em alguns alimentos de origem vegetal - maçãs, couves,
alfaces, alho-porro, pêssegos, peras, morangos, centeio, tomate - e
também na carne de porco e no leite.
Segundo a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, 98,4% das
amostras analisadas nos 27 países da União "estavam em conformidade
com os limites admissíveis".
Aveia, alface e morango foram os alimentos com maior percentagem de
amostras a ultrapassar os limites de resíduos de pesticidas
permitidos. Já os alimentos de origem animal tiveram as menores taxas
de excedência.
O relatório avaliou também o risco de exposição alimentar a estes
resíduos e concluiu que não representam problemas a longo prazo para o
consumidor.
A curto prazo esse risco também não existe em 99,6% das amostras dos
alimentos analisados. Contudo, em 0,4% dessas amostras (79 de um total
de 18 mil) o risco não pode ser excluído.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
http://www.ionline.pt/mundo/pesticidas-nos-alimentos-da-ue-dentro-dos-niveis-legais
Pires de Lima. Exportações não vão salvar as empresas
Por Agência Lusa, publicado em 12 Mar 2013 - 17:22 | Actualizado há 21
minutos 56 segundos
O presidente executivo da Unicer, empresa que comercializa a cerveja
Super Bock, afirmou hoje que as exportações não vão salvar as empresas
e apelou às "pessoas que estão a construir o processo de ajustamento"
que se aproximem da economia real.
"Os políticos que não se convençam que as exportações vão salvar as
empresas. É tempo de as pessoas que estão a construir este processo de
ajustamento terem um discurso e uma prática mais próximos da economia
real", avisou António Pires de Lima durante um debate no fórum 'Brinde
à Cerveja'.
Pires de Lima, que é também presidente da Associação Portuguesa de
Produtores de Cerveja (APCV), sublinhou ainda que "este processo de
ajustamento" de que resultaram "quedas tão agressivas no consumo
interno, não é bom para a economia e não é bom para a
internacionalização das empresas".
O responsável da Unicer frisou que "há o risco de pensar que as
exportações só por si vão salvar as empresas", mas lembrou que "isso é
apenas um motor" das empresas, acrescentando que "o outro motor está
parado", o que é "desequilibrado" do ponto de vista empresarial.
"Estamos a chegar ao limite do que é possível para manter as nossas
atividades rentáveis", reforçou o empresário.
O setor da cerveja foi particularmente afetado pela retração do
consumo interno, regredindo 11%, até aos níveis da década de 80, sendo
a queda ainda mais acentuada no canal HORECA (hotelaria, cafetaria e
restauração), no qual o recuo foi de 16%.
Pires de Lima salientou que, em 2012, desapareceram 10 mil pontos de
venda do consumo HORECA, estimando que este ano possam desaparecer
mais dez mil.
Os produtores de cerveja conseguiram aumentar as exportações em 20% no
ano passado, mas António Pires de Lima assinalou que "a imaginação
para criar barreiras" subsiste em vários países como o Brasil,
considerando "um trabalho hercúleo" colocar cerveja em São Paulo ou no
Rio de Janeiro, mas também na Venezuela para onde não é possível
exportar porque não existem linhas de financiamento.
Já Angola, "comparativamente a outros países, tem sido um país muito
amigo das exportações portuguesas".
http://www.ionline.pt/dinheiro/pires-lima-exportacoes-nao-vao-salvar-empresas
minutos 56 segundos
O presidente executivo da Unicer, empresa que comercializa a cerveja
Super Bock, afirmou hoje que as exportações não vão salvar as empresas
e apelou às "pessoas que estão a construir o processo de ajustamento"
que se aproximem da economia real.
"Os políticos que não se convençam que as exportações vão salvar as
empresas. É tempo de as pessoas que estão a construir este processo de
ajustamento terem um discurso e uma prática mais próximos da economia
real", avisou António Pires de Lima durante um debate no fórum 'Brinde
à Cerveja'.
Pires de Lima, que é também presidente da Associação Portuguesa de
Produtores de Cerveja (APCV), sublinhou ainda que "este processo de
ajustamento" de que resultaram "quedas tão agressivas no consumo
interno, não é bom para a economia e não é bom para a
internacionalização das empresas".
O responsável da Unicer frisou que "há o risco de pensar que as
exportações só por si vão salvar as empresas", mas lembrou que "isso é
apenas um motor" das empresas, acrescentando que "o outro motor está
parado", o que é "desequilibrado" do ponto de vista empresarial.
"Estamos a chegar ao limite do que é possível para manter as nossas
atividades rentáveis", reforçou o empresário.
O setor da cerveja foi particularmente afetado pela retração do
consumo interno, regredindo 11%, até aos níveis da década de 80, sendo
a queda ainda mais acentuada no canal HORECA (hotelaria, cafetaria e
restauração), no qual o recuo foi de 16%.
Pires de Lima salientou que, em 2012, desapareceram 10 mil pontos de
venda do consumo HORECA, estimando que este ano possam desaparecer
mais dez mil.
Os produtores de cerveja conseguiram aumentar as exportações em 20% no
ano passado, mas António Pires de Lima assinalou que "a imaginação
para criar barreiras" subsiste em vários países como o Brasil,
considerando "um trabalho hercúleo" colocar cerveja em São Paulo ou no
Rio de Janeiro, mas também na Venezuela para onde não é possível
exportar porque não existem linhas de financiamento.
Já Angola, "comparativamente a outros países, tem sido um país muito
amigo das exportações portuguesas".
http://www.ionline.pt/dinheiro/pires-lima-exportacoes-nao-vao-salvar-empresas
Bruxelas quer reforçar sanções e controlo do sistema de segurança alimentar
12-03-2013
Fonte: Lusa
A Comissão Europeia pretende reforçar as sanções e o nível de controlo
do sistema de segurança alimentar, bem como estudar a possibilidade de
rotulagem obrigatória quanto ao país de origem, na sequência do
escândalo da carne de cavalo.
"A confiança do público foi muito perturbada (pelo caso da
substituição da carne de vaca por carne de cavalo em refeições
ultracongeladas) e é necessário encontrar formas de responder
imediatamente, com os instrumentos apropriados, a esse problema",
afirmou o comissário europeu da Saúde, Tonio Borg, durante um debate
na sessão plenária do Parlamento Europeu, em Estrasburgo, França.
Por isso, acrescentou o comissário, "a Comissão Europeia está a pensar
que é necessário reforçar as regras e controlos em três áreas
principais: sanções, nível de controlo e rotulagem quanto à origem"
dos produtos.
Tonio Borg disse que a próxima proposta do executivo comunitário, que
já tinha sido elaborada antes do caso da carne de cavalo, pretende
"rever todas as regras dos controlos, pedindo aos estados-membros que
criem ou que estabeleçam sanções financeiras aplicáveis a qualquer
infração intencional".
O comissário defendeu que as sanções devem ser equivalentes ao lucro
do crime, argumentando que, se assim não for, "o crime compensa".
No que respeita à rotulagem obrigatória quanto ao país de origem dos
produtos, Borg disse que a Comissão Europeia estuda esta
possibilidade, estando a ser elaborado um relatório sobre o assunto.
O comissário lembrou que a rotulagem obrigatória é um tema que não
reúne consenso entre os estados-membros (Portugal é um dos países que
defende a medida) e salientou que, mesmo que esta regra já estivesse
em vigor, "o escândalo poderia surgir".
Tonio Borg afirmou ainda que a substituição da carne de vaca por carne
de cavalo continua a ser um "problema de fraude na rotulagem" e não
"um problema de segurança alimentar", reiterando que a União Europeia
tem um dos sistemas de segurança alimentar mais seguros do mundo.
No entanto, ressalvou, "o facto de termos um dos sistemas mais seguros
do mundo, não significa que não possa ser melhorado".
Em resposta do caso da substituição da carne de vaca por carne de
cavalo, Bruxelas começou por apelar a todos os estados-membros da
União Europeia para que fizessem testes de ADN aos produtos à base de
vaca, o que, segundo o comissário, está a ser feito.
Na semana passada, o executivo comunitário pediu à Agência Europeia
para a Segurança Alimentar e à Agência Europeia do Medicamento para
avaliarem os riscos para a saúde pública do consumo de carne de cavalo
com vestígios de fenilbutazona, depois de ter sido descoberto o
anti-inflamatório em carcaças de cavalos destinadas à cadeia
alimentar.
As duas agências da União Europeia vão fazer uma avaliação conjunta e
elaborar pareceres científicos até dia 15 de abril, para ajudar a
clarificar sobre os riscos potenciais para os consumidores decorrentes
da presença de fenilbutazona em carne de cavalo.
Em Portugal, a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica
(ASAE) considerou que não existe risco para a saúde pública, depois de
ter avaliado as suspeitas sobre carne com vestígios de fenilbutazona
em almôndegas e hambúrgueres.
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45942.aspx
Fonte: Lusa
A Comissão Europeia pretende reforçar as sanções e o nível de controlo
do sistema de segurança alimentar, bem como estudar a possibilidade de
rotulagem obrigatória quanto ao país de origem, na sequência do
escândalo da carne de cavalo.
"A confiança do público foi muito perturbada (pelo caso da
substituição da carne de vaca por carne de cavalo em refeições
ultracongeladas) e é necessário encontrar formas de responder
imediatamente, com os instrumentos apropriados, a esse problema",
afirmou o comissário europeu da Saúde, Tonio Borg, durante um debate
na sessão plenária do Parlamento Europeu, em Estrasburgo, França.
Por isso, acrescentou o comissário, "a Comissão Europeia está a pensar
que é necessário reforçar as regras e controlos em três áreas
principais: sanções, nível de controlo e rotulagem quanto à origem"
dos produtos.
Tonio Borg disse que a próxima proposta do executivo comunitário, que
já tinha sido elaborada antes do caso da carne de cavalo, pretende
"rever todas as regras dos controlos, pedindo aos estados-membros que
criem ou que estabeleçam sanções financeiras aplicáveis a qualquer
infração intencional".
O comissário defendeu que as sanções devem ser equivalentes ao lucro
do crime, argumentando que, se assim não for, "o crime compensa".
No que respeita à rotulagem obrigatória quanto ao país de origem dos
produtos, Borg disse que a Comissão Europeia estuda esta
possibilidade, estando a ser elaborado um relatório sobre o assunto.
O comissário lembrou que a rotulagem obrigatória é um tema que não
reúne consenso entre os estados-membros (Portugal é um dos países que
defende a medida) e salientou que, mesmo que esta regra já estivesse
em vigor, "o escândalo poderia surgir".
Tonio Borg afirmou ainda que a substituição da carne de vaca por carne
de cavalo continua a ser um "problema de fraude na rotulagem" e não
"um problema de segurança alimentar", reiterando que a União Europeia
tem um dos sistemas de segurança alimentar mais seguros do mundo.
No entanto, ressalvou, "o facto de termos um dos sistemas mais seguros
do mundo, não significa que não possa ser melhorado".
Em resposta do caso da substituição da carne de vaca por carne de
cavalo, Bruxelas começou por apelar a todos os estados-membros da
União Europeia para que fizessem testes de ADN aos produtos à base de
vaca, o que, segundo o comissário, está a ser feito.
Na semana passada, o executivo comunitário pediu à Agência Europeia
para a Segurança Alimentar e à Agência Europeia do Medicamento para
avaliarem os riscos para a saúde pública do consumo de carne de cavalo
com vestígios de fenilbutazona, depois de ter sido descoberto o
anti-inflamatório em carcaças de cavalos destinadas à cadeia
alimentar.
As duas agências da União Europeia vão fazer uma avaliação conjunta e
elaborar pareceres científicos até dia 15 de abril, para ajudar a
clarificar sobre os riscos potenciais para os consumidores decorrentes
da presença de fenilbutazona em carne de cavalo.
Em Portugal, a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica
(ASAE) considerou que não existe risco para a saúde pública, depois de
ter avaliado as suspeitas sobre carne com vestígios de fenilbutazona
em almôndegas e hambúrgueres.
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45942.aspx
Preço do leite considera quantidade e localização do produtor
2013.03.11 (00:00) Açores
A AASM condena práticas discriminatórias da indústria, que paga mais
conforme a quantidade e a localização do produtor, pois, ao contrário
do que se possa pensar, o leite com a mesma qualidade não é pago ao
mesmo valor na ilha de São Miguel, podendo haver diferenças de 3
cêntimos por litro de leite conforme a dimensão do produtor e a sua
proximidade em relação ao cais de recolha das fábricas.
"As indústrias, pela necessidade de leite, estão a cometer alguns
erros de que não gostamos, discriminando os produtores e as
localidades", afirma o presidente da Associação Agrícola de São Miguel
(AASM), Jorge Rita.
Uma situação que, por exemplo, levou na semana a um protesto de um
grupo de produtores dos Fenais da Ajuda, no Concelho da Ribeira
Grande, junto da Insulac, que paga mais na zona do Burguete, ali ao
lado, por leite da mesma qualidade. O administrador da Insulac, Jorge
Costa Leite, lembrou que esta prática está generalizada a toda a
indústria em São Miguel - embora a Unileite só discrimine no cais e
não nos postos - e que, para além das razões já expostas, está também
relacionada com as zonas de recolha onde há concorrência entre
indústrias, pelo que agirá neste caso se as condições do mercado o
permitirem.
Na lógica da discriminação de preços, a indústria procura privilegiar
os produtores que garantem mais leite e que entregam directamente na
fábrica. Neste contexto, zonas da ilha de São Miguel como o Nordeste,
a Povoação, os Mosteiros e até certas áreas da Ribeira Grande saem
prejudicadas.
Para fazer face a essa situação, Jorge Rita diz que a Associação
Agrícola tem procurado junto dos produtores mais pequenos
sensibilizá-los para que estes se reúnam e entreguem - em conjunto -
maiores quantidades de leite para fazer subir o preço. Mas há também
as distâncias em relação ao cais de recolha das fábricas, um factor
que nem as SCUT resolveram, pois quem anda de tractor não pode usá-las
para ir entregar leite.
FONTE: Açoriano Oriental
http://www.anilact.pt/informacao-74/7213-preco-do-leite-considera-quantidade-e-localizacao-do-produtor
A AASM condena práticas discriminatórias da indústria, que paga mais
conforme a quantidade e a localização do produtor, pois, ao contrário
do que se possa pensar, o leite com a mesma qualidade não é pago ao
mesmo valor na ilha de São Miguel, podendo haver diferenças de 3
cêntimos por litro de leite conforme a dimensão do produtor e a sua
proximidade em relação ao cais de recolha das fábricas.
"As indústrias, pela necessidade de leite, estão a cometer alguns
erros de que não gostamos, discriminando os produtores e as
localidades", afirma o presidente da Associação Agrícola de São Miguel
(AASM), Jorge Rita.
Uma situação que, por exemplo, levou na semana a um protesto de um
grupo de produtores dos Fenais da Ajuda, no Concelho da Ribeira
Grande, junto da Insulac, que paga mais na zona do Burguete, ali ao
lado, por leite da mesma qualidade. O administrador da Insulac, Jorge
Costa Leite, lembrou que esta prática está generalizada a toda a
indústria em São Miguel - embora a Unileite só discrimine no cais e
não nos postos - e que, para além das razões já expostas, está também
relacionada com as zonas de recolha onde há concorrência entre
indústrias, pelo que agirá neste caso se as condições do mercado o
permitirem.
Na lógica da discriminação de preços, a indústria procura privilegiar
os produtores que garantem mais leite e que entregam directamente na
fábrica. Neste contexto, zonas da ilha de São Miguel como o Nordeste,
a Povoação, os Mosteiros e até certas áreas da Ribeira Grande saem
prejudicadas.
Para fazer face a essa situação, Jorge Rita diz que a Associação
Agrícola tem procurado junto dos produtores mais pequenos
sensibilizá-los para que estes se reúnam e entreguem - em conjunto -
maiores quantidades de leite para fazer subir o preço. Mas há também
as distâncias em relação ao cais de recolha das fábricas, um factor
que nem as SCUT resolveram, pois quem anda de tractor não pode usá-las
para ir entregar leite.
FONTE: Açoriano Oriental
http://www.anilact.pt/informacao-74/7213-preco-do-leite-considera-quantidade-e-localizacao-do-produtor
Seminário sobre “A Mulher e a Agricultura”
ÚLTIMA HORA | 10-03-2013
No próximo dia 16 de Março terá lugar no Museu do Douro, Peso da
Régua, pelas 17h uma tertúlia intitulada "A Mulher e a Agricultura –
Factores de Diferenciação da Região Demarcada do Douro".
Outro seminário com o mesmo tema, realizar-se-á no dia seguinte, pelas
14h30, mas na Aula Magna da Universidade de Trás-os-Montes e Alto
Douro (UTAD).
Esta iniciativa promovida pela AVIDOURO, terá como principal objectivo
a reflexão sobre a vitivinicultura como actividade socio-económica.
Para mais informações:
douroavidouro@gmail.com
Helena Silva e Ana Jorge Costa
http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=15389
No próximo dia 16 de Março terá lugar no Museu do Douro, Peso da
Régua, pelas 17h uma tertúlia intitulada "A Mulher e a Agricultura –
Factores de Diferenciação da Região Demarcada do Douro".
Outro seminário com o mesmo tema, realizar-se-á no dia seguinte, pelas
14h30, mas na Aula Magna da Universidade de Trás-os-Montes e Alto
Douro (UTAD).
Esta iniciativa promovida pela AVIDOURO, terá como principal objectivo
a reflexão sobre a vitivinicultura como actividade socio-económica.
Para mais informações:
douroavidouro@gmail.com
Helena Silva e Ana Jorge Costa
http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=15389
Portugal perdeu na agricultura o dobro do anunciado pelo Governo
Acusação parte de Capoulas Santos, que diz que informação avançada por
Passos Coelho (perda de 600 milhões de euros em fundos europeus) não
corresponde à realidade.
Daniel do Rosário
14:42 Terça feira, 12 de março de 2013 Última atualização há 17 minutos
Alberto Frias Capoulas Santos diz que Portugal vai perder para a
agricultura no próximo orçamento europeu o dobro do anunciado pelo
primeiro-ministro
8 50 0
7
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Capoulas Santos considera que o dinheiro que Portugal vai perder para
a agricultura no próximo orçamento europeu é o dobro do anunciado pelo
primeiro-ministro quando, no início de fevereiro, os 27 chegaram a
acordo sobre o orçamento plurianual da União Europeia (UE).
Em Estrasburgo, à margem da sessão plenária do Parlamento Europeu
(PE), o eurodeputado socialista recordou que "o primeiro-ministro
disse que Portugal tinha perdido 7,5% de um envelope de 8,1 mil
milhões de euros", acrescentando que "isto dá cerca de 600 milhões".
Mas para o ex-ministro da Agricultura a realidade é outra: "A minha
convicção é que as perdas poderão ser qualquer coisa como o dobro
dessa verba".
"Não estou a dizer que o primeiro-ministro mentiu, (...) ele divulgou
os dados que quis divulgar, agora eu estou convencido que ele não pode
deixar de ter outros dados", acrescenta Capoulas Santos.
O relator do Parlamento Europeu para a reforma da Política Agrícola
Comum (PAC) sustenta as suas alegações no facto de os envelopes
nacionais negociados por cada país para a agricultura, no âmbito do
acordo sobre o orçamento da União Europeia para os anos entre 2014 e
2020, "continuarem a ser escondidos dos deputados": "Descobri ontem,
por exemplo, que na decisão do Conselho as verbas para o algodão e o
POSEI terem sido incluídas no primeiro pilar, se assim foi isso
significa para Portugal menos 400 milhões de euros do que o que foi
anunciado pelo primeiro-ministro".
Capoulas Santos considera ainda que os números anunciados por Passos
Coelho a 8 de fevereiro "não são passíveis de ser comparados" com as
propostas do PE e da Comissão Europeia, uma vez que estas são feitas a
preços correntes, enquanto a de Passos Coelho assenta em valores
constantes, "o que faz uma diferença muitíssimo significativa".
"Suspeito cada Estado-membro negociou caso a caso com o senhor Rompuy
(presidente do Conselho Europeu), sem que nenhum conheça os números
atribuídos aos demais", atira Capoulas, que conclui que "resta saber
quem foram os ganhadores e os perdedores" desta negociação.
No final do Conselho Europeu em que os 27 chegaram a um acordo
político sobre o orçamento plurianual da União, Passos Coelho anunciou
que as verbas destinadas a Portugal no âmbito da PAC diminuirão em
7,6% em relação ao atual quadro financeiro (2007-2013), enquanto as
perdas na política de coesão são de 10,5%. Uma perda global de 9,7%,
que o Governo considerou ser aceitável.
http://expresso.sapo.pt/portugal-perdeu-na-agricultura-o-dobro-do-anunciado-pelo-governo=f792976
Passos Coelho (perda de 600 milhões de euros em fundos europeus) não
corresponde à realidade.
Daniel do Rosário
14:42 Terça feira, 12 de março de 2013 Última atualização há 17 minutos
Alberto Frias Capoulas Santos diz que Portugal vai perder para a
agricultura no próximo orçamento europeu o dobro do anunciado pelo
primeiro-ministro
8 50 0
7
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Capoulas Santos considera que o dinheiro que Portugal vai perder para
a agricultura no próximo orçamento europeu é o dobro do anunciado pelo
primeiro-ministro quando, no início de fevereiro, os 27 chegaram a
acordo sobre o orçamento plurianual da União Europeia (UE).
Em Estrasburgo, à margem da sessão plenária do Parlamento Europeu
(PE), o eurodeputado socialista recordou que "o primeiro-ministro
disse que Portugal tinha perdido 7,5% de um envelope de 8,1 mil
milhões de euros", acrescentando que "isto dá cerca de 600 milhões".
Mas para o ex-ministro da Agricultura a realidade é outra: "A minha
convicção é que as perdas poderão ser qualquer coisa como o dobro
dessa verba".
"Não estou a dizer que o primeiro-ministro mentiu, (...) ele divulgou
os dados que quis divulgar, agora eu estou convencido que ele não pode
deixar de ter outros dados", acrescenta Capoulas Santos.
O relator do Parlamento Europeu para a reforma da Política Agrícola
Comum (PAC) sustenta as suas alegações no facto de os envelopes
nacionais negociados por cada país para a agricultura, no âmbito do
acordo sobre o orçamento da União Europeia para os anos entre 2014 e
2020, "continuarem a ser escondidos dos deputados": "Descobri ontem,
por exemplo, que na decisão do Conselho as verbas para o algodão e o
POSEI terem sido incluídas no primeiro pilar, se assim foi isso
significa para Portugal menos 400 milhões de euros do que o que foi
anunciado pelo primeiro-ministro".
Capoulas Santos considera ainda que os números anunciados por Passos
Coelho a 8 de fevereiro "não são passíveis de ser comparados" com as
propostas do PE e da Comissão Europeia, uma vez que estas são feitas a
preços correntes, enquanto a de Passos Coelho assenta em valores
constantes, "o que faz uma diferença muitíssimo significativa".
"Suspeito cada Estado-membro negociou caso a caso com o senhor Rompuy
(presidente do Conselho Europeu), sem que nenhum conheça os números
atribuídos aos demais", atira Capoulas, que conclui que "resta saber
quem foram os ganhadores e os perdedores" desta negociação.
No final do Conselho Europeu em que os 27 chegaram a um acordo
político sobre o orçamento plurianual da União, Passos Coelho anunciou
que as verbas destinadas a Portugal no âmbito da PAC diminuirão em
7,6% em relação ao atual quadro financeiro (2007-2013), enquanto as
perdas na política de coesão são de 10,5%. Uma perda global de 9,7%,
que o Governo considerou ser aceitável.
http://expresso.sapo.pt/portugal-perdeu-na-agricultura-o-dobro-do-anunciado-pelo-governo=f792976
Local Handcrafted Wines: unidos para alavancar vendas e reduzir custos
Por António Mendes Nunes, publicado em 11 Mar 2013 - 03:10 |
Actualizado há 1 dia 7 horas
São cinco produtores portugueses de cinco regiões diferentes – Douro,
Vinhos Verdes, Dão, Lisboa e Alentejo – que se juntaram para melhor
alavancarem a produção e a comercialização dos seus vinhos no mercado
nacional e na exportação. Os produtores são Cazas Novas, Quinta dos
Avidagos, Quinta do Mondego, Vale da Capucha e Herdade de Torais já
unidos anteriormente por uma boa amizade e que agora estão a tentar
crescer sob a égide da Local Handcrafted Wines (LHW). A crise toca-nos
a todos e estes produtores procuraram um caminho para minimizar os
seus efeitos. Um pouco como seis jovens produtores já haviam feito com
a associação nos Young Wine Makers (ver
www.ionline.pt/igastronomia/cada-faz-os-seus-vinhos-uniao-faz-forca),
embora nestes últimos não haja uma associação comercial, mas apenas
uma junção de sinergias na promoção dos seus produtos. Eis a nota de
prova de cinco vinhos que me enviaram, bem como uma pequena referência
individualizada a cada um dos produtores.
Cazas Novas 2011 5€ Tem as suas raízes na Casa de Guimarães, um solar
do século XVIII, no concelho de Baião, com 20 ha de vinha na região
demarcada dos vinhos verdes. Diogo Lopes, o responsável pela enologia
(braço direito do enólogo Anselmo Mendes desde 2004), Vasco Magalhães,
o responsável pela comercialização e Carlos Coutinho, a 7.a geração da
Quinta e a quem cabe a gestão agrícola são a alma do projecto. O Cazas
Novas é feito com uvas das castas avesso e loureiro. É aromático e
elegante, com notas florais e cítricas. Muito fresco na boca, fica bem
como aperitivo e liga bem com peixe, marisco, aves e sushi.
Quinta dos Avidagos Tinto 2009 5€ A primeira quinta está na família
desde 1670 mas actualmente já têm mais três com área total de vinha de
80 ha. Este Douro DOC é equilibrado, com notas de frutos silvestres e
achocolatadas. Boa relação qualidade/preço. Case-o com carnes
grelhadas, massa ou peixe mais gordos
Quinta do Mondego 2008 tinto 9€ Belo vinho do Dão produzido de uvas da
quinta propriedade da família Fontes da Cunha. Feito de uvas touriga
nacional, tinta roriz, jaen e alfrocheiro é carregado na cor, com
muita fruta e notas achocolatadas e balsâmicas, suave e elegante na
boca, com taninos sedosos e final longo. Pede pratos de carne, de
preferência nobres e no forno.
Pynga Selection 2010 6,5€ A empresa é familiar e chama-se Vale da
Capucha. Tem a sede na Quinta de S. José (20 ha com 13 de vinha), em
Torres Vedras. O Pynga Selection, Regional Lisboa é feito de arinto,
antão vaz e verdelho. Aromas cítricos e florais com notas vegetais e
alguma fruta. Na boca é equilibrado, fresco e seco. Final médio. Já o
bebi a acompanhar um vol-au-vent de cogumelos silvestres e resultou em
cheio.
Herdade de Torais Tinto 2008 13,5€ Fernando Pereira Coutinho é o
proprietário desta herdade com 200 ha, dos quais 20 de vinha, na
sub-região de Évora. O alicante bouschet e o aragonez, com estágio de
9 meses em barrica dão-lhe boa fruta madura, densidade e estrutura.
Elegante com taninos finos, liga bem com carnes assadas ou estufados
bem temperados.
http://www.ionline.pt/boa-vida/local-handcrafted-wines-unidos-alavancar-vendas-reduzir-custos
Actualizado há 1 dia 7 horas
São cinco produtores portugueses de cinco regiões diferentes – Douro,
Vinhos Verdes, Dão, Lisboa e Alentejo – que se juntaram para melhor
alavancarem a produção e a comercialização dos seus vinhos no mercado
nacional e na exportação. Os produtores são Cazas Novas, Quinta dos
Avidagos, Quinta do Mondego, Vale da Capucha e Herdade de Torais já
unidos anteriormente por uma boa amizade e que agora estão a tentar
crescer sob a égide da Local Handcrafted Wines (LHW). A crise toca-nos
a todos e estes produtores procuraram um caminho para minimizar os
seus efeitos. Um pouco como seis jovens produtores já haviam feito com
a associação nos Young Wine Makers (ver
www.ionline.pt/igastronomia/cada-faz-os-seus-vinhos-uniao-faz-forca),
embora nestes últimos não haja uma associação comercial, mas apenas
uma junção de sinergias na promoção dos seus produtos. Eis a nota de
prova de cinco vinhos que me enviaram, bem como uma pequena referência
individualizada a cada um dos produtores.
Cazas Novas 2011 5€ Tem as suas raízes na Casa de Guimarães, um solar
do século XVIII, no concelho de Baião, com 20 ha de vinha na região
demarcada dos vinhos verdes. Diogo Lopes, o responsável pela enologia
(braço direito do enólogo Anselmo Mendes desde 2004), Vasco Magalhães,
o responsável pela comercialização e Carlos Coutinho, a 7.a geração da
Quinta e a quem cabe a gestão agrícola são a alma do projecto. O Cazas
Novas é feito com uvas das castas avesso e loureiro. É aromático e
elegante, com notas florais e cítricas. Muito fresco na boca, fica bem
como aperitivo e liga bem com peixe, marisco, aves e sushi.
Quinta dos Avidagos Tinto 2009 5€ A primeira quinta está na família
desde 1670 mas actualmente já têm mais três com área total de vinha de
80 ha. Este Douro DOC é equilibrado, com notas de frutos silvestres e
achocolatadas. Boa relação qualidade/preço. Case-o com carnes
grelhadas, massa ou peixe mais gordos
Quinta do Mondego 2008 tinto 9€ Belo vinho do Dão produzido de uvas da
quinta propriedade da família Fontes da Cunha. Feito de uvas touriga
nacional, tinta roriz, jaen e alfrocheiro é carregado na cor, com
muita fruta e notas achocolatadas e balsâmicas, suave e elegante na
boca, com taninos sedosos e final longo. Pede pratos de carne, de
preferência nobres e no forno.
Pynga Selection 2010 6,5€ A empresa é familiar e chama-se Vale da
Capucha. Tem a sede na Quinta de S. José (20 ha com 13 de vinha), em
Torres Vedras. O Pynga Selection, Regional Lisboa é feito de arinto,
antão vaz e verdelho. Aromas cítricos e florais com notas vegetais e
alguma fruta. Na boca é equilibrado, fresco e seco. Final médio. Já o
bebi a acompanhar um vol-au-vent de cogumelos silvestres e resultou em
cheio.
Herdade de Torais Tinto 2008 13,5€ Fernando Pereira Coutinho é o
proprietário desta herdade com 200 ha, dos quais 20 de vinha, na
sub-região de Évora. O alicante bouschet e o aragonez, com estágio de
9 meses em barrica dão-lhe boa fruta madura, densidade e estrutura.
Elegante com taninos finos, liga bem com carnes assadas ou estufados
bem temperados.
http://www.ionline.pt/boa-vida/local-handcrafted-wines-unidos-alavancar-vendas-reduzir-custos
Cosméticos ensaiados em animais proibidos
Os cosméticos ensaiados em animais deixam de poder ser comercializados a partir desta segunda-feira, na União Europeia, com a entrada em vigor da proibição que se junta à dos ensaios em animais, banidos desde 2004.
Numa comunicação, a Comissão Europeia sustenta ter avaliado os impactos da proibição, tendo concluído que "o desenvolvimento de cosméticos não justifica os ensaios em animais".
Bruxelas adianta ainda que "as tentativas para encontrar métodos alternativos prosseguirão, uma vez que a substituição integral dos ensaios em animais por métodos alternativos ainda não é possível".
A União Europeia contribuiu com cerca de de 238 milhões de euros entre 2007 e 2011 para esse tipo de investigação, salienta também a "Comissão Barroso".
A proibição de ensaios em animais de cosméticos vigora desde 2004, a que se seguiu, em 2009, os testes de produtos cosméticos e a comercialização na União de produtos cosméticos contendo ingredientes que tenham sido ensaiados em animais.
Para os efeitos mais complexos na saúde humana (toxicidade de dose repetida, incluindo sensibilização cutânea e carcinogenicidade, toxicidade reprodutiva e toxicocinética) a data-limite para a proibição de comercialização foi prorrogada até hoje.
"A entrada em vigor hoje da proibição total de comercialização constitui um sinal importante do valor que a Europa atribui ao bem-estar dos animais", disse o comissário europeu pela política da Saúde e dos Consumidores, Tonio Borg.
O comissário acrescentou que Bruxelas "está empenhada em continuar a apoiar o desenvolvimento de métodos alternativos e a dialogar com os países terceiros para que sigam a nossa abordagem europeia".
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3100661&page=-1
Projeto Terraprima inicia terceira fase
QUINTA, 07 MARÇO 2013 15:12
Abriu no dia 1 de março a 3ª fase de adesão ao Projeto Controlo dos Matos, da Terraprima, serviços ambientais, implementado em colaboração com a UNAC, União da Floresta Mediterrânica, e com o apoio do Fundo Português de Carbono.
Ao aderir ao projecto, os agricultores comprometem-se a fazer o controlo de mato com recurso a métodos não lesivos para o solo durante os quatro anos do Projecto (1 de Janeiro de 2011 a 31 de Dezembro de 2014). A consequente acumulação de matéria orgânica permitirá o sequestro de carbono, um serviço ambiental pelo qual os agricultores serão remunerados a 40 euros por hectare.
São elegíveis os agricultores que já procediam ao controlo dos matos com corta-matos ou destroçador antes do período de compromisso ou os que, tendo utilizado grade antes do projecto, pretendam mudar para um destes métodos. São elegíveis áreas de sobro, azinho, pinheiro manso e carvalho negral, no sul e interior centro do país, periodicamente submetidas a controlo de mato, e que não tenham sido gradadas desde 1 de Janeiro de 2011.
Está a ser averiguada a possibilidade de os agricultores serem ainda remunerados pelas áreas intervencionadas em 2011 e 2012. Para aderir formalmente ao projecto, os agricultores poderão dirigir-se a uma das entidades associadas da UNAC (http://www.unac.pt/Associados/Associados/), com um planeamento das intervenções.
http://www.cap.pt/noticias/agricultura/1776-projeto-terraprima-inicia-terceira-fase.html
Juiz recusa proibir os refrigerantes gigantes
EM NOVA IORQUE
por LusaHoje5 comentários
Fotografia © Andrew Burton/ Reuters
Um juiz de Nova Iorque bloqueou hoje o plano do presidente da câmara nova-iorquina, Michael Bloomberg, de proibir os refrigerantes açucarados gigantes, algumas horas antes da restrição de venda deste tipo de bebidas entrar em vigor.
O juiz Milton Tingling determinou que as medidas para restringir a venda de refrigerantes a um máximo de 16 onças (470 mililitros) nos fast-food e outros restaurantes, eram "arbitrárias" e que ele bloqueava esse plano "permanentemente".
O presidente da câmara respondeu imediatamente na rede social Twitter, afirmando que tencionava "recorrer da decisão sobre bebidas açucaradas assim que possível" e disse "estar confiante que a medida acabará por vingar".
"Nós acreditamos que '@nycHealthy' tem a capacidade legal e a responsabilidade para atacar as causas da epidemia da obesidade que todos os anos mata 5.000 nova-iorquinos".
Bloomberg, que transformou a saúde pública num plano chave da sua administração, proibindo o tabaco em restaurantes, bares e mais recentemente nos parques e praias, deverá ainda falar publicamente durante o dia sobre este assunto
Mas a sua decisão de banir os refrigerantes servidos em grandes recipientes, a primeira nos Estados Unidos, suscitou um intenso debate, com petições e campanhas na média de ambos os lados.
Alguns apoiantes de Bloomberg argumentaram que há 30 anos a média do copo de refrigerante servido era somente de seis onças, mas que por estes dias não é raro ver jovens com copos de mais de um litro (33 onças).
Porém, durante o verão, as sondagens indicaram que a maioria dos habitantes de Nova Iorque opõem-se à limitação, com alguns a sugerir que edil estava a pôr em causa liberdades individuais e outros argumentando que as medidas não seriam eficazes.
O lóbi dos industriais liderado pela Associação Americana de Bebidas e pala Associação Nacional de Restaurantes levou a decisão camarária tribunal.
Tal como muitos milhares que todos os anos morrem de problemas relacionados com a obesidade, um em cada oito nova-iorquinos adultos sofre de diabetes, que podem agravar-se devido ao consumo de açúcar e os estudos demonstram que as bebidas açucaradas, que por vezes custam menos que água engarrafada, contribuem para o problema.
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3101941&seccao=EUA%20e%20Am%E9ricas&page=-1
por LusaHoje5 comentários
Fotografia © Andrew Burton/ Reuters
Um juiz de Nova Iorque bloqueou hoje o plano do presidente da câmara nova-iorquina, Michael Bloomberg, de proibir os refrigerantes açucarados gigantes, algumas horas antes da restrição de venda deste tipo de bebidas entrar em vigor.
O juiz Milton Tingling determinou que as medidas para restringir a venda de refrigerantes a um máximo de 16 onças (470 mililitros) nos fast-food e outros restaurantes, eram "arbitrárias" e que ele bloqueava esse plano "permanentemente".
O presidente da câmara respondeu imediatamente na rede social Twitter, afirmando que tencionava "recorrer da decisão sobre bebidas açucaradas assim que possível" e disse "estar confiante que a medida acabará por vingar".
"Nós acreditamos que '@nycHealthy' tem a capacidade legal e a responsabilidade para atacar as causas da epidemia da obesidade que todos os anos mata 5.000 nova-iorquinos".
Bloomberg, que transformou a saúde pública num plano chave da sua administração, proibindo o tabaco em restaurantes, bares e mais recentemente nos parques e praias, deverá ainda falar publicamente durante o dia sobre este assunto
Mas a sua decisão de banir os refrigerantes servidos em grandes recipientes, a primeira nos Estados Unidos, suscitou um intenso debate, com petições e campanhas na média de ambos os lados.
Alguns apoiantes de Bloomberg argumentaram que há 30 anos a média do copo de refrigerante servido era somente de seis onças, mas que por estes dias não é raro ver jovens com copos de mais de um litro (33 onças).
Porém, durante o verão, as sondagens indicaram que a maioria dos habitantes de Nova Iorque opõem-se à limitação, com alguns a sugerir que edil estava a pôr em causa liberdades individuais e outros argumentando que as medidas não seriam eficazes.
O lóbi dos industriais liderado pela Associação Americana de Bebidas e pala Associação Nacional de Restaurantes levou a decisão camarária tribunal.
Tal como muitos milhares que todos os anos morrem de problemas relacionados com a obesidade, um em cada oito nova-iorquinos adultos sofre de diabetes, que podem agravar-se devido ao consumo de açúcar e os estudos demonstram que as bebidas açucaradas, que por vezes custam menos que água engarrafada, contribuem para o problema.
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3101941&seccao=EUA%20e%20Am%E9ricas&page=-1
Contenção já chegou à compra de alimentos
Publicado às 00.30
LUÍS REIS RIBEIRO
12 0 0
O ano de 2012 ficou marcado por uma tendência recente na economia. As famílias começaram a cortar na despesa com bens alimentares, contribuindo assim para o agravamento da recessão.
Portugueses compraram menos produtos básicos
É a primeira vez que tal acontece na série anual divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) relativa ao Produto Interno Bruto, que remonta a 1996.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3101856
Vinhos do Tejo planeiam exportar metade da produção
Agricultura
Nuno Miguel Silva
12/03/13 00:05
Comissão Vitivinícola do Tejo faz promoção pela primeira vez na Estónia, Noruega, Finlândia, Alemanha e Moçambique.
A Comissão Vitivinícola Regional (CVR) do Tejo pretende fechar este ano com 50% da produção exportada. José Pinto Gaspar, presidente da CVR Tejo, revelou ao Diário Económico que essa é uma das metas traçadas para este ano, depois de em 2012 o volume de exportações dos vinhos do Tejo já ter chegado a cerca de 45% do total da produção.
"Após um ano de 2011 com um crescimento de 27%, apesar da conjuntura económica desfavorável, a CVR Tejo registou em 2012 um resultado positivo, ao certificar aproximadamente 12 milhões de litros, o que representa um crescimento de 0,89% face a 2011", relembra um documento oficial da comissão vitivinícola presidida por José Pinto Gaspar. No ano passado, as expedições de vinhos do Tejo para a União Europeia (UE) cresceram 3,4%, para 2,7 milhões de litros, enquanto as exportações para o resto do mundo subiram 3,3%, para 2,4 milhões de litros.
http://economico.sapo.pt/noticias/vinhos-do-tejo-planeiam-exportar-metade-da-producao_164577.html
Nuno Miguel Silva
12/03/13 00:05
Comissão Vitivinícola do Tejo faz promoção pela primeira vez na Estónia, Noruega, Finlândia, Alemanha e Moçambique.
A Comissão Vitivinícola Regional (CVR) do Tejo pretende fechar este ano com 50% da produção exportada. José Pinto Gaspar, presidente da CVR Tejo, revelou ao Diário Económico que essa é uma das metas traçadas para este ano, depois de em 2012 o volume de exportações dos vinhos do Tejo já ter chegado a cerca de 45% do total da produção.
"Após um ano de 2011 com um crescimento de 27%, apesar da conjuntura económica desfavorável, a CVR Tejo registou em 2012 um resultado positivo, ao certificar aproximadamente 12 milhões de litros, o que representa um crescimento de 0,89% face a 2011", relembra um documento oficial da comissão vitivinícola presidida por José Pinto Gaspar. No ano passado, as expedições de vinhos do Tejo para a União Europeia (UE) cresceram 3,4%, para 2,7 milhões de litros, enquanto as exportações para o resto do mundo subiram 3,3%, para 2,4 milhões de litros.
http://economico.sapo.pt/noticias/vinhos-do-tejo-planeiam-exportar-metade-da-producao_164577.html
Cervejeiras exportam 40% da produção
Crise
Dírcia Lopes
12/03/13 00:06
Com o consumo interno de cerveja a cair dois dígitos, os produtores vão reforçar a internacionalização em 2013 para continuarem a crescer.
Num País em que o consumo interno de cerveja está em clara quebra, ao cair 20% nos últimos três anos, a expansão internacional assume-se, cada vez mais, como a tábua de salvação dos grandes produtores de cerveja em Portugal. Sociedade Central de Cervejas (SCC), Empresa de Cervejas da Madeira, Font Salem e Unicer garantem estar a acelerar a estratégia de exportação para minimizar a quebra de vendas, o que já foi visível em 2012. Um ano em que as vendas internacionais já representaram 40% da produção nacional de cerveja.
O presidente da Associação Portuguesa dos Produtores de Cerveja (APCV), Pires de Lima, assume ao Diário Económico que a crise no canal horeca (hotéis, restaurantes e cafés) "só não teve efeitos mais devastadores, porque tem sido compensada pelas vendas no exterior, em que se destaca Angola como um dos maiores mercados de exportação de cerveja". O presidente da APCV, que também lidera a Unicer, lembra que o consumo 'per capita' de cerveja, em 2012, atingiu 48 litros, quando já ascendeu a 65 litros em anos anteriores.
http://economico.sapo.pt/noticias/cervejeiras-exportam-40-da-producao_164569.html
Dírcia Lopes
12/03/13 00:06
Com o consumo interno de cerveja a cair dois dígitos, os produtores vão reforçar a internacionalização em 2013 para continuarem a crescer.
Num País em que o consumo interno de cerveja está em clara quebra, ao cair 20% nos últimos três anos, a expansão internacional assume-se, cada vez mais, como a tábua de salvação dos grandes produtores de cerveja em Portugal. Sociedade Central de Cervejas (SCC), Empresa de Cervejas da Madeira, Font Salem e Unicer garantem estar a acelerar a estratégia de exportação para minimizar a quebra de vendas, o que já foi visível em 2012. Um ano em que as vendas internacionais já representaram 40% da produção nacional de cerveja.
O presidente da Associação Portuguesa dos Produtores de Cerveja (APCV), Pires de Lima, assume ao Diário Económico que a crise no canal horeca (hotéis, restaurantes e cafés) "só não teve efeitos mais devastadores, porque tem sido compensada pelas vendas no exterior, em que se destaca Angola como um dos maiores mercados de exportação de cerveja". O presidente da APCV, que também lidera a Unicer, lembra que o consumo 'per capita' de cerveja, em 2012, atingiu 48 litros, quando já ascendeu a 65 litros em anos anteriores.
http://economico.sapo.pt/noticias/cervejeiras-exportam-40-da-producao_164569.html
Carne de cavalo. Bruxelas quer reforçar sanções e controlo do sistema de segurança alimentar
Por Agência Lusa, publicado em 12 Mar 2013 - 09:16 | Actualizado há 56 minutos 26 segundos
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A Comissão Europeia pretende reforçar as sanções e o nível de controlo do sistema de segurança alimentar, bem como estudar a possibilidade de rotulagem obrigatória quanto ao país de origem, na sequência do escândalo da carne de cavalo.
"A confiança do público foi muito perturbada [pelo caso da substituição da carne de vaca por carne de cavalo em refeições ultracongeladas] e é necessário encontrar formas de responder imediatamente, com os instrumentos apropriados, a esse problema", afirmou o comissário europeu da Saúde, Tonio Borg, durante um debate na sessão plenária do Parlamento Europeu, em Estrasburgo, França.
Por isso, acrescentou o comissário, "a Comissão [Europeia] está a pensar que é necessário reforçar as regras e controlos em três áreas principais: sanções, nível de controlo e rotulagem quanto à origem" dos produtos.
Tonio Borg disse que a próxima proposta do executivo comunitário, que já tinha sido elaborada antes do caso da carne de cavalo, pretende "rever todas as regras dos controlos, pedindo aos estados-membros que criem ou que estabeleçam sanções financeiras aplicáveis a qualquer infração intencional".
O comissário defendeu que as sanções devem ser equivalentes ao lucro do crime, argumentando que, se assim não for, "o crime compensa".
No que respeita à rotulagem obrigatória quanto ao país de origem dos produtos, Borg disse que a Comissão Europeia estuda esta possibilidade, estando a ser elaborado um relatório sobre o assunto.
O comissário lembrou que a rotulagem obrigatória é um tema que não reúne consenso entre os estados-membros (Portugal é um dos países que defende a medida) e salientou que, mesmo que esta regra já estivesse em vigor, "o escândalo poderia surgir".
Tonio Borg afirmou ainda que a substituição da carne de vaca por carne de cavalo continua a ser um "problema de fraude na rotulagem" e não "um problema de segurança alimentar", reiterando que a União Europeia tem um dos sistemas de segurança alimentar mais seguros do mundo.
No entanto, ressalvou, "o facto de termos um dos sistemas mais seguros do mundo, não significa que não possa ser melhorado".
Em resposta do caso da substituição da carne de vaca por carne de cavalo, Bruxelas começou por apelar a todos os estados-membros da União Europeia para que fizessem testes de ADN aos produtos à base de vaca, o que, segundo o comissário, está a ser feito.
Na semana passada, o executivo comunitário pediu à Agência Europeia para a Segurança Alimentar e à Agência Europeia do Medicamento para avaliarem os riscos para a saúde pública do consumo de carne de cavalo com vestígios de fenilbutazona, depois de ter sido descoberto o anti-inflamatório em carcaças de cavalos destinadas à cadeia alimentar.
As duas agências da União Europeia vão fazer uma avaliação conjunta e elaborar pareceres científicos até dia 15 de abril, para ajudar a clarificar sobre os riscos potenciais para os consumidores decorrentes da presença de fenilbutazona em carne de cavalo.
Em Portugal, a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) considerou que não existe risco para a saúde pública, depois de ter avaliado as suspeitas sobre carne com vestígios de fenilbutazona em almôndegas e hambúrgueres.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
http://www.ionline.pt/mundo/carne-cavalo-bruxelas-quer-reforcar-sancoes-controlo-sistema-seguranca-alimentar
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