05 Junho
Apresentação:
Nesta conferência será tratado o tema "Produtos Locais -
Licenciamento, Diferenciação e Comercialização" e são convidadas a
Engª Ana Soeiro, fundadora da Associação Nacional de Municípios e de
Produtores Tradicionais Portugueses (QUALIFICA), e a Dra. Maria José
Ilhéu, em representação da Direcção-Geral de Agricultura e
Desenvolvimento Rural, responsável pelo Grupo de Trabalho que tem
vindo a preparar uma estratégia para a valorização da produção
agrícola local (GEVPAL). Esta conferência ajudará a compreender os
problemas que as actividades de pequena escala enfrentam, bem como a
importância dos produtos tradicionais para a preservação e animação
dos territórios.
Conferencistas:
Ana Soeiro (Qualifica)
Maria José Ilhéu (DG de Agricultura e Desenvolvimento Rural)
Comentador:
Ezequiel Pinho, Director Regional Adjunto de Agricultura e Pescas do Algarve
Horário:
14:30 às 17:30
Local:
Auditório da CCDR Algarve
Inscrições:
Faça aqui a sua inscrição. Estas são gratuitas mas obrigatórias e
limitadas aos lugares existentes.
Esta iniciativa insere-se no âmbito das comemorações dos 25 anos da
Associação In Loco.
Organização:
Associação In Loco
Apoio:
CCDR Algarve
http://www.in-loco.pt/pt/agenda/20130320/conferencia-produtos-locais-licenciamento-diferenciacao-e-comercializacao/
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Espanha: FRUIT ATTRACTION, uma acção que fortalece o sector das frutas e hortaliças
O ministro espanhol da Economia e Competitividade, Luis de Guindos, e
da Agricultura, Alimentação e Ambiente, Miguel Arias Cañete,
apresentaram, no passado da 20 de Maio, um documento que abrange as
"Linhas Estratégicas para a Internacionalização do Sector
Agroalimentar", onde se inclui a FRUIT ATTRACTION como uma das acções
propostas para fortalecer e melhorar o sector de frutas e hortaliças.
Esta publicação faz menção específica de "reforçar a FRUIT ATTRACTION,
com a promoção dessa feira nas zonas de produção onde ainda existe um
amplo potencial de crescimento e com a sua promoção exterior através
das Secretarias de Agricultura das embaixadas espanholas no
estrangeiro".
No intuito de envidar esforços para melhorar a internacionalização do
sector agroalimentar, foi constituído, há alguns meses, o Grupo de
Trabalho para a Internacionalização do Sector Agroalimentar (GTISA),
presidido pela Secretaria-Geral da Agricultura e Alimentação. A partir
desse momento, passou a estar disponível um instrumento de coordenação
interministerial em que se podem estabelecer estratégias comuns para
avançar neste sentido e dispor de um fórum único que permita oferecer
soluções às empresas que pretendam consolidar a sua presença
internacional.
Neste relatório, elaborado pelo Grupo de Trabalho, intervieram
representantes do ministro espanhol da Economia e Competitividade, e
da Agricultura, Alimentação e Ambiente, para além das organizações
sectoriais mais representativas do sector agroalimentar, entre elas a
FEPEX que, juntamente com a IFEMA, coorganiza a FRUIT ATTRACTION,
Feira Internacional do Sector de Frutas e Hortaliças, que se realizará
de 16 a 18 de Outubro nos pavilhões 5, 7 e 9 da Feira de Madrid.
Dados do sector espanhol
Segundo o documento "Linhas Estratégicas para a Internacionalização do
Sector Agroalimentar", a Espanha está entre os 10 primeiros produtores
mundiais de citrinos, frutas e hortaliças, ocupando a sexta posição
nos citrinos, a sétima em produção de frutas, e nona na produção de
hortaliças.
A Europa destaca-se como região produtora, estando a actividade
concentrada em poucos países. Neste sentido, a Espanha ocupa a segunda
posição logo a seguir à Itália, embora com uma ligeira diferença,
representando a produção espanhola 25% da produção da UE.
Relativamente ao Comercio Externo, a publicação assinala que a Espanha
e os EUA alternam na primeira posição como principais exportadores
mundiais, consoante o ano, seguidos pelos Países Baixos e a China.
A balança comercial espanhola é positiva em termos líquidos, tanto em
frutas como em hortaliças e deve-se destacar a sua evolução crescente
nos últimos anos. Deste modo, ocupa a primeira posição em importância
na balança comercial agroalimentar. Desde o ano 2000 até 2011, o valor
das exportações aumentou 71%, e o das importações 51%.
93% das exportações têm como destino o mercado comunitário (Alemanha,
França e Reino Unido principalmente), dado o carácter perecível dos
produtos, ao passo que os 7% restantes são países terceiros como a
Rússia, Suíça e Noruega.
Entre os anos 2000 e 2011, a percentagem de aumento do valor das
exportações com destino para a UE foi de 47%, e para países terceiros
foi de 112%. O saldo em 2012 para as frutas foi de 4.695 milhões de
euros e para as hortaliças foi de 3.382 milhões de euros.
Fonte: IFEMA
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/05/28i.htm
da Agricultura, Alimentação e Ambiente, Miguel Arias Cañete,
apresentaram, no passado da 20 de Maio, um documento que abrange as
"Linhas Estratégicas para a Internacionalização do Sector
Agroalimentar", onde se inclui a FRUIT ATTRACTION como uma das acções
propostas para fortalecer e melhorar o sector de frutas e hortaliças.
Esta publicação faz menção específica de "reforçar a FRUIT ATTRACTION,
com a promoção dessa feira nas zonas de produção onde ainda existe um
amplo potencial de crescimento e com a sua promoção exterior através
das Secretarias de Agricultura das embaixadas espanholas no
estrangeiro".
No intuito de envidar esforços para melhorar a internacionalização do
sector agroalimentar, foi constituído, há alguns meses, o Grupo de
Trabalho para a Internacionalização do Sector Agroalimentar (GTISA),
presidido pela Secretaria-Geral da Agricultura e Alimentação. A partir
desse momento, passou a estar disponível um instrumento de coordenação
interministerial em que se podem estabelecer estratégias comuns para
avançar neste sentido e dispor de um fórum único que permita oferecer
soluções às empresas que pretendam consolidar a sua presença
internacional.
Neste relatório, elaborado pelo Grupo de Trabalho, intervieram
representantes do ministro espanhol da Economia e Competitividade, e
da Agricultura, Alimentação e Ambiente, para além das organizações
sectoriais mais representativas do sector agroalimentar, entre elas a
FEPEX que, juntamente com a IFEMA, coorganiza a FRUIT ATTRACTION,
Feira Internacional do Sector de Frutas e Hortaliças, que se realizará
de 16 a 18 de Outubro nos pavilhões 5, 7 e 9 da Feira de Madrid.
Dados do sector espanhol
Segundo o documento "Linhas Estratégicas para a Internacionalização do
Sector Agroalimentar", a Espanha está entre os 10 primeiros produtores
mundiais de citrinos, frutas e hortaliças, ocupando a sexta posição
nos citrinos, a sétima em produção de frutas, e nona na produção de
hortaliças.
A Europa destaca-se como região produtora, estando a actividade
concentrada em poucos países. Neste sentido, a Espanha ocupa a segunda
posição logo a seguir à Itália, embora com uma ligeira diferença,
representando a produção espanhola 25% da produção da UE.
Relativamente ao Comercio Externo, a publicação assinala que a Espanha
e os EUA alternam na primeira posição como principais exportadores
mundiais, consoante o ano, seguidos pelos Países Baixos e a China.
A balança comercial espanhola é positiva em termos líquidos, tanto em
frutas como em hortaliças e deve-se destacar a sua evolução crescente
nos últimos anos. Deste modo, ocupa a primeira posição em importância
na balança comercial agroalimentar. Desde o ano 2000 até 2011, o valor
das exportações aumentou 71%, e o das importações 51%.
93% das exportações têm como destino o mercado comunitário (Alemanha,
França e Reino Unido principalmente), dado o carácter perecível dos
produtos, ao passo que os 7% restantes são países terceiros como a
Rússia, Suíça e Noruega.
Entre os anos 2000 e 2011, a percentagem de aumento do valor das
exportações com destino para a UE foi de 47%, e para países terceiros
foi de 112%. O saldo em 2012 para as frutas foi de 4.695 milhões de
euros e para as hortaliças foi de 3.382 milhões de euros.
Fonte: IFEMA
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/05/28i.htm
Tão longe e tão perto *
________________________________
Carlos Neves
Se é certo que a época de sementeiras continua a ser um tempo de
trabalho intenso, houve uma evolução brutal (Gaspar diria colossal)
desde os arados puxados por vacas há 60 anos passando pelos pequenos
tractores de há 30 anos até chegar aos modelos com tracção, ar
condicionado ou caixa automática que podemos usar hoje. E a diferença
entre a silagem de erva com automotriz ou rolos plastificados e os
milhares de fardos de feno que carregávamos à mão? E ainda se lembram
de quando não se deixava caminhos para a máquina de rega e mudávamos
os canos e aspersores no meio do milho? E depois era preciso um rancho
de gente para "abrir caminhos" e meter milho à posta. E quando o milho
estava molhado ou tinha caído por causa do vento? E passava-se um mês
a ensilar e a espalhar a silagem à mão no silo. E depois das silagens
e vindimas ainda havia esfolhadas também manuais…
A evolução tecnológica da nossa agricultura foi enorme e deixa pasmado
qualquer visitante que venha da "cidade" com a ideia da agricultura
primitiva do carro de bois e descubra os novos tractores, unifeeds ou
sistemas de ordenha robotizada. Na cidade também passou a haver
telemóveis, computadores ou micro-ondas, mas creio que, em proporção,
a evolução tecnológica da agricultura foi superior à da sociedade
envolvente, porque se partiu muito atrás. Conseguimos assim fazer mais
e melhor com menos esforço físico e compensar (por vezes) com esse
aumento de produção a perda de rendimento por unidade produzida.
Chegámos aqui a um primeiro paradoxo: O rendimento dos agricultores
tem evoluído no sentido inverso da tecnologia agrícola. Temos hoje
melhores tractores, produzimos melhor milho e melhor leite mas
recebemos menos por esse leite e pagámos mais pelo gasóleo, adubos,
rações e outros factores de produção.
Porque evoluímos tanto na tecnologia e tão pouco no rendimento? Talvez
porque seja mais fácil ir ao Stand comprar um tractor do que investir
na nossa capacidade pessoal de gestão, comunicação e participação
associativa. Talvez porque investimos imenso (e com apoios) na
tecnologia de produção e muito pouco na valorização do produto.
Entregámos esse assunto aos dirigentes das cooperativas e
administradores de indústrias, alguns pagos a peso de ouro mas sem que
o produtor veja o resultado desse "investimento". Investimos pouco ou
quase nada na formação de dirigentes associativos e cooperativos.
Todos os anos, por imposição legal, uma parte dos lucros das
cooperativas é destinada à "reserva para formação cooperativa". Que
cursos se organizaram? Quem participou neles? A valorização dos nossos
produtos e a economia nos factores de produção dependem do bom
funcionamento das nossas organizações agrícolas e esse bom
funcionamento depende dos dirigentes e demais associados, que também
devem investir algum tempo para acompanhar o funcionamento das
organizações que lhes pertencem, procurarem formação e, dentro do
possível, disponibilizarem-se a participar na gestão e tomada de
decisão nas suas/nossas organizações agrícolas. Evoluímos imenso na
tecnologia de produção. Temos de fazer o mesmo na gestão pessoal e das
nossas organizações.
Carlos Neves
(*) Artigo publicado no jornal "Terras do Ave" em 23-5-2013
http://www.agroportal.pt/a/2013/cneves3.htm
Carlos Neves
Se é certo que a época de sementeiras continua a ser um tempo de
trabalho intenso, houve uma evolução brutal (Gaspar diria colossal)
desde os arados puxados por vacas há 60 anos passando pelos pequenos
tractores de há 30 anos até chegar aos modelos com tracção, ar
condicionado ou caixa automática que podemos usar hoje. E a diferença
entre a silagem de erva com automotriz ou rolos plastificados e os
milhares de fardos de feno que carregávamos à mão? E ainda se lembram
de quando não se deixava caminhos para a máquina de rega e mudávamos
os canos e aspersores no meio do milho? E depois era preciso um rancho
de gente para "abrir caminhos" e meter milho à posta. E quando o milho
estava molhado ou tinha caído por causa do vento? E passava-se um mês
a ensilar e a espalhar a silagem à mão no silo. E depois das silagens
e vindimas ainda havia esfolhadas também manuais…
A evolução tecnológica da nossa agricultura foi enorme e deixa pasmado
qualquer visitante que venha da "cidade" com a ideia da agricultura
primitiva do carro de bois e descubra os novos tractores, unifeeds ou
sistemas de ordenha robotizada. Na cidade também passou a haver
telemóveis, computadores ou micro-ondas, mas creio que, em proporção,
a evolução tecnológica da agricultura foi superior à da sociedade
envolvente, porque se partiu muito atrás. Conseguimos assim fazer mais
e melhor com menos esforço físico e compensar (por vezes) com esse
aumento de produção a perda de rendimento por unidade produzida.
Chegámos aqui a um primeiro paradoxo: O rendimento dos agricultores
tem evoluído no sentido inverso da tecnologia agrícola. Temos hoje
melhores tractores, produzimos melhor milho e melhor leite mas
recebemos menos por esse leite e pagámos mais pelo gasóleo, adubos,
rações e outros factores de produção.
Porque evoluímos tanto na tecnologia e tão pouco no rendimento? Talvez
porque seja mais fácil ir ao Stand comprar um tractor do que investir
na nossa capacidade pessoal de gestão, comunicação e participação
associativa. Talvez porque investimos imenso (e com apoios) na
tecnologia de produção e muito pouco na valorização do produto.
Entregámos esse assunto aos dirigentes das cooperativas e
administradores de indústrias, alguns pagos a peso de ouro mas sem que
o produtor veja o resultado desse "investimento". Investimos pouco ou
quase nada na formação de dirigentes associativos e cooperativos.
Todos os anos, por imposição legal, uma parte dos lucros das
cooperativas é destinada à "reserva para formação cooperativa". Que
cursos se organizaram? Quem participou neles? A valorização dos nossos
produtos e a economia nos factores de produção dependem do bom
funcionamento das nossas organizações agrícolas e esse bom
funcionamento depende dos dirigentes e demais associados, que também
devem investir algum tempo para acompanhar o funcionamento das
organizações que lhes pertencem, procurarem formação e, dentro do
possível, disponibilizarem-se a participar na gestão e tomada de
decisão nas suas/nossas organizações agrícolas. Evoluímos imenso na
tecnologia de produção. Temos de fazer o mesmo na gestão pessoal e das
nossas organizações.
Carlos Neves
(*) Artigo publicado no jornal "Terras do Ave" em 23-5-2013
http://www.agroportal.pt/a/2013/cneves3.htm
terça-feira, 28 de maio de 2013
Vinho Português é considerado o melhor vinho tinto do mundo no Concurso Mundial de Bruxelas 2013
O vinho Duvalley Douro Reserva 2010 foi considerado o melhor tinto em
prova (Best Wine Trophy) no Concurso Mundial de Bruxelas. A marca
Duvalley é produzida no Douro pela FTPVINHOS, detida pelo Grupo Tavfer
(do empresário Fernando Tavares Pereira).
Este grupo possui ainda vinhas na região do Dão, com as marcas Quinta
do Serrado e Picos do Couto. Segundo o Director da Empresa Marcos
Lopes Paulo - "O reconhecimento do vinho \"Duvalley Reserva\" como o
melhor do mundo é um motivo de grande satisfação e orgulho para a FTP
Vinhos. No entanto, não nos surpreende porque não resulta de qualquer
formula mágica. Resulta da visão de um empresário que soube adquirir
algumas das melhores vinhas de Portugal. Resulta também da atenção a
cada pequeno detalhe que uma nova geração de jovens, apaixonados pela
arte de fazer vinhos de qualidade, coloca em todas as fases do
processo produtivo e em cada garrafa.
Ter o melhor vinho do mundo entre mãos não mudou nem vai mudar a nossa
forma de trabalhar. Não vamos triplicar ou quadruplicar a produção.
Não faremos algo que coloque em causa o que nos trouxe até aqui."
De salientar neste Concurso, Portugal trouxe para casa 9 Grandes
Medalhas de Ouro, 92 Medalhas de Ouro e 187 Medalhas de Prata. A 19ª
edição do Concurso Mundial de Bruxelas ocorreu em Bratislava
(Eslováquia) nos dias 10, 11 e 12 Maio. No total estiveram em
avaliação 8.200 vinhos oriundos de 50 países.
Como todos os anos, menos de 1% dos 8200 vinhos foram premiados com a
Grande Medalha de Ouro. O líder nesta categoria prestígio foi a
Espanha, que venceu 24 medalhas (seguido pela França, com 18 medalhas
e Portugal 9 Grande Medalhas).
Cinco destes receberam a distinção de \'Best Wine Trophy \',
significa, os melhores do mundo com a maior pontuação absoluta na
categoria:
Melhor Espumante - Champagne RC Lemaire Select Cuvée Brut (Champagne - França)
Melhor Branco: Circe Verdejo 2012 (Rueda - Espanha)
Melhor Rosé: Château la Chapelle Gordonne Gordonne 2012 (Provence - França)
Melhor Tinto: Duvalley Reserva 2010 (Douro, Portugal)
Melhor Doce: Peller Estates Riesling Icewine 2008 (Ontário - Canadá)
Fonte: FTP Vinhos
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/05/28h.htm
prova (Best Wine Trophy) no Concurso Mundial de Bruxelas. A marca
Duvalley é produzida no Douro pela FTPVINHOS, detida pelo Grupo Tavfer
(do empresário Fernando Tavares Pereira).
Este grupo possui ainda vinhas na região do Dão, com as marcas Quinta
do Serrado e Picos do Couto. Segundo o Director da Empresa Marcos
Lopes Paulo - "O reconhecimento do vinho \"Duvalley Reserva\" como o
melhor do mundo é um motivo de grande satisfação e orgulho para a FTP
Vinhos. No entanto, não nos surpreende porque não resulta de qualquer
formula mágica. Resulta da visão de um empresário que soube adquirir
algumas das melhores vinhas de Portugal. Resulta também da atenção a
cada pequeno detalhe que uma nova geração de jovens, apaixonados pela
arte de fazer vinhos de qualidade, coloca em todas as fases do
processo produtivo e em cada garrafa.
Ter o melhor vinho do mundo entre mãos não mudou nem vai mudar a nossa
forma de trabalhar. Não vamos triplicar ou quadruplicar a produção.
Não faremos algo que coloque em causa o que nos trouxe até aqui."
De salientar neste Concurso, Portugal trouxe para casa 9 Grandes
Medalhas de Ouro, 92 Medalhas de Ouro e 187 Medalhas de Prata. A 19ª
edição do Concurso Mundial de Bruxelas ocorreu em Bratislava
(Eslováquia) nos dias 10, 11 e 12 Maio. No total estiveram em
avaliação 8.200 vinhos oriundos de 50 países.
Como todos os anos, menos de 1% dos 8200 vinhos foram premiados com a
Grande Medalha de Ouro. O líder nesta categoria prestígio foi a
Espanha, que venceu 24 medalhas (seguido pela França, com 18 medalhas
e Portugal 9 Grande Medalhas).
Cinco destes receberam a distinção de \'Best Wine Trophy \',
significa, os melhores do mundo com a maior pontuação absoluta na
categoria:
Melhor Espumante - Champagne RC Lemaire Select Cuvée Brut (Champagne - França)
Melhor Branco: Circe Verdejo 2012 (Rueda - Espanha)
Melhor Rosé: Château la Chapelle Gordonne Gordonne 2012 (Provence - França)
Melhor Tinto: Duvalley Reserva 2010 (Douro, Portugal)
Melhor Doce: Peller Estates Riesling Icewine 2008 (Ontário - Canadá)
Fonte: FTP Vinhos
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/05/28h.htm
Disponibilidade de água é o fator determinante para evolução da agricultura em Portugal
Lusa
6:45 Terça feira, 28 de maio de 2013
Lisboa, 28 mai (Lusa) - A disponibilidade de água é o fator
determinante para o futuro da agricultura em Portugal, segundo um
estudo que considera prioritário melhorar a capacidade de
armazenamento e distribuição de água e apostar em tecnologias de rega
mais eficientes.
O estudo "Agricultura Sustentável", desenvolvido pela equipa do
Espírito Santo Research, sublinha que, face à menor disponibilidade e
maior irregularidade na distribuição de água é essencial melhorar a
capacidade de armazenamento e distribuição de água, "com recurso a
tecnologias de rega mais eficientes, a par da utilização de culturas
menos exigentes em água e melhor adaptadas à evolução climática
prevista".
O documento, que será hoje apresentado por Francisco Palma, num debate
sobre agricultura e biodiversidade, destaca o Alqueva como
investimento estratégico "ao permitir introduzir agricultura de
regadio no local do país onde a propriedade agrícola apresenta maior
dimensão" e pelo seu contributo a nível da mitigação
das alterações climáticas que deverão ter impactos particularmente negativos para o setor agrícola.
.
http://expresso.sapo.pt/disponibilidade-de-agua-e-o-fator-determinante-para-evolucao-da-agricultura-em-portugal=f810016
6:45 Terça feira, 28 de maio de 2013
Lisboa, 28 mai (Lusa) - A disponibilidade de água é o fator
determinante para o futuro da agricultura em Portugal, segundo um
estudo que considera prioritário melhorar a capacidade de
armazenamento e distribuição de água e apostar em tecnologias de rega
mais eficientes.
O estudo "Agricultura Sustentável", desenvolvido pela equipa do
Espírito Santo Research, sublinha que, face à menor disponibilidade e
maior irregularidade na distribuição de água é essencial melhorar a
capacidade de armazenamento e distribuição de água, "com recurso a
tecnologias de rega mais eficientes, a par da utilização de culturas
menos exigentes em água e melhor adaptadas à evolução climática
prevista".
O documento, que será hoje apresentado por Francisco Palma, num debate
sobre agricultura e biodiversidade, destaca o Alqueva como
investimento estratégico "ao permitir introduzir agricultura de
regadio no local do país onde a propriedade agrícola apresenta maior
dimensão" e pelo seu contributo a nível da mitigação
das alterações climáticas que deverão ter impactos particularmente negativos para o setor agrícola.
.
http://expresso.sapo.pt/disponibilidade-de-agua-e-o-fator-determinante-para-evolucao-da-agricultura-em-portugal=f810016
Crise provoca diminuição de explorações de porco alentejano no Baixo Alentejo
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
17:16 Segunda feira, 27 de Maio de 2013 |
Ourique, 27 mai (Lusa) - O número de explorações de porco alentejano
no Baixo Alentejo registou, nos últimos dois anos, um "ligeiro
decréscimo", devido a "constrangimentos" provocados pela crise,
revelou hoje o presidente de uma associação de criadores.
Desde que a crise "começou a ser mais marcada e a sentir-se no
consumo", ou seja, "nos últimos dois anos", houve "um ligeiro
decréscimo, entre 10% e 15%, no número de explorações" no Baixo
Alentejo, disse à agência Lusa o presidente da Associação de Criadores
de Porco Alentejano (ACPA), Nuno Faustino.
Há dois anos, existiam cerca de 170 explorações de porco alentejano no
Baixo Alentejo e, atualmente, existem cerca de 150, disse o
responsável, que falava à Lusa a propósito do 7.º Congresso Mundial do
Presunto, organizado pela Câmara de Ourique e pela ACPA e que vai
decorrer entre terça e sexta-feira naquela vila alentejana.
http://visao.sapo.pt/crise-provoca-diminuicao-de-exploracoes-de-porco-alentejano-no-baixo-alentejo=f732037
17:16 Segunda feira, 27 de Maio de 2013 |
Ourique, 27 mai (Lusa) - O número de explorações de porco alentejano
no Baixo Alentejo registou, nos últimos dois anos, um "ligeiro
decréscimo", devido a "constrangimentos" provocados pela crise,
revelou hoje o presidente de uma associação de criadores.
Desde que a crise "começou a ser mais marcada e a sentir-se no
consumo", ou seja, "nos últimos dois anos", houve "um ligeiro
decréscimo, entre 10% e 15%, no número de explorações" no Baixo
Alentejo, disse à agência Lusa o presidente da Associação de Criadores
de Porco Alentejano (ACPA), Nuno Faustino.
Há dois anos, existiam cerca de 170 explorações de porco alentejano no
Baixo Alentejo e, atualmente, existem cerca de 150, disse o
responsável, que falava à Lusa a propósito do 7.º Congresso Mundial do
Presunto, organizado pela Câmara de Ourique e pela ACPA e que vai
decorrer entre terça e sexta-feira naquela vila alentejana.
http://visao.sapo.pt/crise-provoca-diminuicao-de-exploracoes-de-porco-alentejano-no-baixo-alentejo=f732037
Vinexpo com forte presença portuguesa
Mais de 50 produtores nacionais participam na mostra de 16 a 20 de
Junho, em Bordéus
A Vinexpo apresenta-se como um mundo de oportunidades para os vinhos
portugueses. Mais de 50 produtores nacionais participam nesta mostra
internacional de referência, que se realiza de 16 a 20 de Junho, em
Bordéus, em França, focados em promover o vinho português e
desenvolver bons contactos que lhes permitam incrementar exportações,
reforçando o posicionamento nos principais mercados.
São esperados 48 000 visitantes e os vinhos portugueses vão partilhar
o palco com mais 2 300 produtores de todo o mundo, dos quais a maioria
franceses. Nesta feira internacional, líder de exposição de vinho e
bebidas espirituosas para profissionais, os vinhos portugueses
pretendem reforçar a marca Portugal junto do público trade, fortalecer
a relação com jornalistas e potenciar a notoriedade da marca no
mercado francês.
"A Vinexpo é mais um evento âncora no qual os vinhos portugueses devem
continuar a marcar presença. Interessa apresentar os nossos vinhos ao
público trade, pois estes são conquistados pela consistente qualidade
dos nossos vinhos, e pretendemos captar a atenção dos profissionais
para o carácter gastronómico e a diversidade dos nossos vinhos" realça
Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal.
"As exportações são o grande desígnio dos vinhos portugueses. Bem
posicionados nos principais mercados, os vinhos portugueses almejam
conquistar o trade e a crítica dos mercados importadores. As metas
traçadas apontam para um crescimento consistente das exportações na
ordem dos 14% em valor até 2014.A Vinexpo juntamente com a Prowein são
as duas principais feiras internacionais onde a marca Wines of
Portugal reforça a sua presença" afirma o mesmo responsável.
No âmbito da participação na Vinexpo, a ViniPortugal organiza seis
seminários, a realizar nos dias 17, 18 e 19 de Junho. Centrados nos
vinhos portugueses, os colóquios pretendem informar e aconselhar os
visitantes, oferecendo-lhes uma visão ampla da cultura do vinho em
Portugal.
Temas dos seis seminários, dois focalizados em cada tema:
- Os vinhos portugueses aliam a tradição às novas tendências. Dois
seminários que oferecem aos participantes a oportunidade de
descobrirem alguns dos melhores vinhos portugueses, distinguidos em
concursos internacionais de referência, e realçam a qualidade e a
crescente reputação do vinho português.
- Os grandes vinhos portugueses: colecção pessoal de Robert Joseph.
Dois seminários maioritariamente consagrados às especificidades e às
características dos vinhos apresentados. Uma viagem ao coração da cave
de Robert Joseph, polvilhada de histórias interessantes e várias
descobertas.
- Os vinhos portugueses e a gastronomia: Estes seminários afirmarão os
vinhos portugueses como gastronómicos e focarão a harmonização do
vinho com a gastronomia. Como conciliar um vinho com uma determinada
comida ou quais os detalhes que não devem ser negligenciados: estas
são algumas das questões que serão abordadas nestes colóquios que
conduzirão os participantes numa descoberta contextualizada dos vinhos
portugueses.
Fonte: CV&A
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/05/28a.htm
Junho, em Bordéus
A Vinexpo apresenta-se como um mundo de oportunidades para os vinhos
portugueses. Mais de 50 produtores nacionais participam nesta mostra
internacional de referência, que se realiza de 16 a 20 de Junho, em
Bordéus, em França, focados em promover o vinho português e
desenvolver bons contactos que lhes permitam incrementar exportações,
reforçando o posicionamento nos principais mercados.
São esperados 48 000 visitantes e os vinhos portugueses vão partilhar
o palco com mais 2 300 produtores de todo o mundo, dos quais a maioria
franceses. Nesta feira internacional, líder de exposição de vinho e
bebidas espirituosas para profissionais, os vinhos portugueses
pretendem reforçar a marca Portugal junto do público trade, fortalecer
a relação com jornalistas e potenciar a notoriedade da marca no
mercado francês.
"A Vinexpo é mais um evento âncora no qual os vinhos portugueses devem
continuar a marcar presença. Interessa apresentar os nossos vinhos ao
público trade, pois estes são conquistados pela consistente qualidade
dos nossos vinhos, e pretendemos captar a atenção dos profissionais
para o carácter gastronómico e a diversidade dos nossos vinhos" realça
Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal.
"As exportações são o grande desígnio dos vinhos portugueses. Bem
posicionados nos principais mercados, os vinhos portugueses almejam
conquistar o trade e a crítica dos mercados importadores. As metas
traçadas apontam para um crescimento consistente das exportações na
ordem dos 14% em valor até 2014.A Vinexpo juntamente com a Prowein são
as duas principais feiras internacionais onde a marca Wines of
Portugal reforça a sua presença" afirma o mesmo responsável.
No âmbito da participação na Vinexpo, a ViniPortugal organiza seis
seminários, a realizar nos dias 17, 18 e 19 de Junho. Centrados nos
vinhos portugueses, os colóquios pretendem informar e aconselhar os
visitantes, oferecendo-lhes uma visão ampla da cultura do vinho em
Portugal.
Temas dos seis seminários, dois focalizados em cada tema:
- Os vinhos portugueses aliam a tradição às novas tendências. Dois
seminários que oferecem aos participantes a oportunidade de
descobrirem alguns dos melhores vinhos portugueses, distinguidos em
concursos internacionais de referência, e realçam a qualidade e a
crescente reputação do vinho português.
- Os grandes vinhos portugueses: colecção pessoal de Robert Joseph.
Dois seminários maioritariamente consagrados às especificidades e às
características dos vinhos apresentados. Uma viagem ao coração da cave
de Robert Joseph, polvilhada de histórias interessantes e várias
descobertas.
- Os vinhos portugueses e a gastronomia: Estes seminários afirmarão os
vinhos portugueses como gastronómicos e focarão a harmonização do
vinho com a gastronomia. Como conciliar um vinho com uma determinada
comida ou quais os detalhes que não devem ser negligenciados: estas
são algumas das questões que serão abordadas nestes colóquios que
conduzirão os participantes numa descoberta contextualizada dos vinhos
portugueses.
Fonte: CV&A
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/05/28a.htm
«Ciência é essencial para desenvolvimento», diz Nuno Crato
13-05-2013 às 13:22 actualizada às 14:51
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O ministro da Educação defendeu hoje a utilização do conhecimento e do
potencial científico e tecnológico é essencial para o desenvolvimento
da economia e do país e salientou que as empresas portuguesas empregam
pouco doutorados.
Nuno Crato salientou, no entanto, o "bom exemplo" do setor da saúde,
com mais exportações que a indústria da cortiça ou do vinho.
"As nossas empresas empregam poucos doutorados, muitíssimo menos do
que acontece nos restantes países europeus e o emprego de doutorados e
a utilização do grande potencial científico e tecnológico que temos é
fundamental para o desenvolvimento, não só da ciência, mas também do
país", disse o governante.
O ministro falava aos jornalistas à margem da conferência para
apresentação do "Diagnóstico do sistema de investigação e inovação:
Desafios, forças e fraquezas rumo a 2020", um relatório elaborado pela
Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) para listar os pontos
positivos e negativos, e o que ainda falta corrigir para que a
investigação científica nacional seja competitiva e possa captar
financiamentos europeus e internacionais.
O diagnóstico refere que Portugal tem a mais baixa baixa de emprego de
doutorados de um conjunto de 10 países europeus, com 2,6% contra, por
exemplo, 34% na Holanda ou Bélgica.
"Já há bons exemplos. Exportamos mais produtos de alta tecnologia na
área da saúde do que exportamos vinho" ou cortiça, apontou Nuno Crato.
Este desempenho "significa que temos capacidade para desenvolver mais
a nossa economia através de produtos que envolvem a incorporação de
ciência avançada", acrescentou.
Portugal está a negociar o acordo de parceria com a União Europeia,
que "é decisivo" e um pressuposto para os fundos comunitários a
atribuir no programa 2014-2020.
Para Nuno Crato, "é fundamental que o apoio à educação e à ciência
seja devidamente salvaguardado".
"Queremos que o sistema científico e tecnológico evolua de forma cada
vez mais competitiva, com cada vez mais apoio à ciência, com
salvaguarda da ciência fundamental, mas também com uma maior ligação
da ciência às empresas", resumiu o ministro da Educação e Ciência.
No seu discurso na abertura da conferência, defendeu a promoção da
excelência, o que "não é uma política meramente ocasional".
A FCT lançou concursos para programas de doutoramento realizados em
parceria por empresas e universidades, ao mesmo tempo que é promovida
a aproximação das universidades às empresas.
Entre os mecanismos existentes, o ministro referiu os centros de
inovação ou incubadoras, que mostram como pode a ciência contribuir
para o desenvolvimento das empresas e apontam às universidades quais
as necessidades das indústrias.
O diagnóstico refere que, "apesar do crescimento bastante
significativo observado na produção científica, Portugal continua a
posicionar-se a níveis inferiores ao seu potencial".
O presidente da FCT, Miguel Seabra, disse que Portugal tem a maior
taxa de crescimento do número de publicações científicas, entre os
países comparados, mas, na produtividade dos investigadores, ocupa o
8.º lugar e "é necessário melhorar o impacto da qualidade da produção
científica".
Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=632843
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O ministro da Educação defendeu hoje a utilização do conhecimento e do
potencial científico e tecnológico é essencial para o desenvolvimento
da economia e do país e salientou que as empresas portuguesas empregam
pouco doutorados.
Nuno Crato salientou, no entanto, o "bom exemplo" do setor da saúde,
com mais exportações que a indústria da cortiça ou do vinho.
"As nossas empresas empregam poucos doutorados, muitíssimo menos do
que acontece nos restantes países europeus e o emprego de doutorados e
a utilização do grande potencial científico e tecnológico que temos é
fundamental para o desenvolvimento, não só da ciência, mas também do
país", disse o governante.
O ministro falava aos jornalistas à margem da conferência para
apresentação do "Diagnóstico do sistema de investigação e inovação:
Desafios, forças e fraquezas rumo a 2020", um relatório elaborado pela
Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) para listar os pontos
positivos e negativos, e o que ainda falta corrigir para que a
investigação científica nacional seja competitiva e possa captar
financiamentos europeus e internacionais.
O diagnóstico refere que Portugal tem a mais baixa baixa de emprego de
doutorados de um conjunto de 10 países europeus, com 2,6% contra, por
exemplo, 34% na Holanda ou Bélgica.
"Já há bons exemplos. Exportamos mais produtos de alta tecnologia na
área da saúde do que exportamos vinho" ou cortiça, apontou Nuno Crato.
Este desempenho "significa que temos capacidade para desenvolver mais
a nossa economia através de produtos que envolvem a incorporação de
ciência avançada", acrescentou.
Portugal está a negociar o acordo de parceria com a União Europeia,
que "é decisivo" e um pressuposto para os fundos comunitários a
atribuir no programa 2014-2020.
Para Nuno Crato, "é fundamental que o apoio à educação e à ciência
seja devidamente salvaguardado".
"Queremos que o sistema científico e tecnológico evolua de forma cada
vez mais competitiva, com cada vez mais apoio à ciência, com
salvaguarda da ciência fundamental, mas também com uma maior ligação
da ciência às empresas", resumiu o ministro da Educação e Ciência.
No seu discurso na abertura da conferência, defendeu a promoção da
excelência, o que "não é uma política meramente ocasional".
A FCT lançou concursos para programas de doutoramento realizados em
parceria por empresas e universidades, ao mesmo tempo que é promovida
a aproximação das universidades às empresas.
Entre os mecanismos existentes, o ministro referiu os centros de
inovação ou incubadoras, que mostram como pode a ciência contribuir
para o desenvolvimento das empresas e apontam às universidades quais
as necessidades das indústrias.
O diagnóstico refere que, "apesar do crescimento bastante
significativo observado na produção científica, Portugal continua a
posicionar-se a níveis inferiores ao seu potencial".
O presidente da FCT, Miguel Seabra, disse que Portugal tem a maior
taxa de crescimento do número de publicações científicas, entre os
países comparados, mas, na produtividade dos investigadores, ocupa o
8.º lugar e "é necessário melhorar o impacto da qualidade da produção
científica".
Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=632843
Aumentam os pedidos de microcrédito para o sector agrícola
Jornalista Teresa Almeida falou com um empresário que recorreu ao microcrédito
Áudio Jornalista Teresa Almeida falou com Associação Microcrédito
É menor o número de pedidos de microcrédito aceite, mas há sectores
por explorar. A Renascença foi ainda conhecer o caso de uma empresa
que conseguiu vingar com a ajuda do microcrédito.
24-05-2013 13:27 por Teresa Almeida
Banco de Inovação Social quer dar respostas à crise
Jovens recuperam negócios abandonados pelos patrões com recurso ao microcrédito
Aumentam os pedidos de microcrédito
O comércio lidera a tabela, mas os pedidos de microcréditos na área da
agricultura estão a dar o salto.
"Agricultura biológica ou projectos na área de apicultura", refere à
Renascença o gestor operacional da Associação de Microcrédito, Edgar
Sousa.
Dos que se conseguem materializar, 60% mantêm-se depois de quatro anos
no terreno, "o que é um valor bom, quando, ao nível geral, mais de 50%
das empresas fecham ao fim de três anos", indica o responsável.
Em média, são criados 1,5 postos de trabalho no sector agrícola, que
ainda tem muito para crescer em Portugal.
"Podíamos ter mais investimento nesta área, se houvesse conhecimento
de que esta alternativa está disponível", considera Edgar Sousa.
Menos pedidos aceites
2013 está a ser difícil também para o microcrédito. O volume de
processos aceites está a diminuir, apesar de se manter estável o
número de pedidos. As dificuldades económicas afectam quem pede e quem
financia.
"O nível de pedidos continua a manter-se, mas as pessoas chegam-nos
com mais dificuldades, porque os fiadores também estão com
dificuldades", indica o presidente da Associação de Microcrédito.
Todos os meses, dos 200 candidatos ao microcrédito, cerca de 20 têm
aceitação por parte dos bancos. Acontece assim desde Maio de 2012.
É no Norte do país que está a maior parte dos projectos e são as
mulheres, na casa dos 20/30 anos, que mais pedem apoio.
Apesar da tendência, Edgar Sousa acredita que 2014 pode ser um ano de viragem.
"As pessoas precisam começar a preocupar-se com o auto-emprego"
Com um ano de existência, a Accountlife actua na gestão e análise de
mercados e recorreu ao microcrédito. Agora com dois trabalhadores,
esta empresa do Porto está a conseguir fazer face ao mercado.
À Renascença, Admar Lima, formado em Gestão e proprietário do negócio,
refere que o essencial é saber em que área se quer actuar. E deixa um
conselho: "As pessoas precisam começar a preocupar-se com o
auto-emprego".
"Há grandes empresas a despedir e o número de contratados é cada vez
menor, pelo que é uma aposta que tem de se fazer. E hoje, com falta de
dinheiro, tem de se aproveitar estas oportunidades de crédito",
sustenta.
Com possibilidade de recorrer a um empréstimo que pode variar entre os
mil e os 15 mil euros, o empresário reconhece que não é difícil
cumprir com o contrato do microcrédito.
"As condições não são das piores. Ao nível do mercado, as prestações
não estão más", afirma.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=108677
Áudio Jornalista Teresa Almeida falou com Associação Microcrédito
É menor o número de pedidos de microcrédito aceite, mas há sectores
por explorar. A Renascença foi ainda conhecer o caso de uma empresa
que conseguiu vingar com a ajuda do microcrédito.
24-05-2013 13:27 por Teresa Almeida
Banco de Inovação Social quer dar respostas à crise
Jovens recuperam negócios abandonados pelos patrões com recurso ao microcrédito
Aumentam os pedidos de microcrédito
O comércio lidera a tabela, mas os pedidos de microcréditos na área da
agricultura estão a dar o salto.
"Agricultura biológica ou projectos na área de apicultura", refere à
Renascença o gestor operacional da Associação de Microcrédito, Edgar
Sousa.
Dos que se conseguem materializar, 60% mantêm-se depois de quatro anos
no terreno, "o que é um valor bom, quando, ao nível geral, mais de 50%
das empresas fecham ao fim de três anos", indica o responsável.
Em média, são criados 1,5 postos de trabalho no sector agrícola, que
ainda tem muito para crescer em Portugal.
"Podíamos ter mais investimento nesta área, se houvesse conhecimento
de que esta alternativa está disponível", considera Edgar Sousa.
Menos pedidos aceites
2013 está a ser difícil também para o microcrédito. O volume de
processos aceites está a diminuir, apesar de se manter estável o
número de pedidos. As dificuldades económicas afectam quem pede e quem
financia.
"O nível de pedidos continua a manter-se, mas as pessoas chegam-nos
com mais dificuldades, porque os fiadores também estão com
dificuldades", indica o presidente da Associação de Microcrédito.
Todos os meses, dos 200 candidatos ao microcrédito, cerca de 20 têm
aceitação por parte dos bancos. Acontece assim desde Maio de 2012.
É no Norte do país que está a maior parte dos projectos e são as
mulheres, na casa dos 20/30 anos, que mais pedem apoio.
Apesar da tendência, Edgar Sousa acredita que 2014 pode ser um ano de viragem.
"As pessoas precisam começar a preocupar-se com o auto-emprego"
Com um ano de existência, a Accountlife actua na gestão e análise de
mercados e recorreu ao microcrédito. Agora com dois trabalhadores,
esta empresa do Porto está a conseguir fazer face ao mercado.
À Renascença, Admar Lima, formado em Gestão e proprietário do negócio,
refere que o essencial é saber em que área se quer actuar. E deixa um
conselho: "As pessoas precisam começar a preocupar-se com o
auto-emprego".
"Há grandes empresas a despedir e o número de contratados é cada vez
menor, pelo que é uma aposta que tem de se fazer. E hoje, com falta de
dinheiro, tem de se aproveitar estas oportunidades de crédito",
sustenta.
Com possibilidade de recorrer a um empréstimo que pode variar entre os
mil e os 15 mil euros, o empresário reconhece que não é difícil
cumprir com o contrato do microcrédito.
"As condições não são das piores. Ao nível do mercado, as prestações
não estão más", afirma.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=108677
Embaixadores de 40 países provam vinhos de Lisboa
Sexta-feira, 24 de Maio de 2013
Os embaixadores de cerca de 40 países acreditados em Portugal vão este
sábado, 25 de Maio, fazer uma visita histórica e gastronómica à região
de Lisboa, a convite da Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVR
Lisboa).
A ação tem como grande objetivo reforçar, no estrangeiro, o único
mercado onde Portugal é auto-suficiente, o do vinho, mas sobretudo
aumentar a visibilidade dos Vinhos de Lisboa nos países de origem dos
embaixadores.
"Os embaixadores são um grupo líder de opinião, um grupo
sócio-económico de grande relevância e com potencial de promover os
vinhos da nossa região, não apenas no nosso país, mas sobretudo no
deles", afirma, num comunicado enviado ao Boas Notícias, Vasco
d'Avillez, presidente da CVR Lisboa.
A visita conta com uma prova de vinhos na sede da CVR Lisboa, um
edifício localizado em Torres Vedras, de património arquitetónico
nacional, que data do Estado Novo, acompanhada de queijos e doçaria
regional.
Segue-se um almoço alusivo às Linhas de Torres, um dos grandes marcos
do triunfo dos exércitos luso-britânicos durante a invasão francesa e
encerrará com visita ao Forte de S. Vicente e aos postos de
transmissões da serra do Socorro.
Vasco d'Avillez recorda ainda que alguns dos embaixadores portugueses,
destacados em missão no mundo inteiro, vão também marcar presença em
Torres Vedras este sábado, pois "são de extrema importância para nós,
tendo em conta o que representam no tecido comercial nacional".
Nesta visita estarão ainda responsáveis e representantes da
Presidência da República e Ministério dos Negócios Estrangeiros.
http://boasnoticias.sapo.pt/noticias_embaixadores-de-40-paises-provam-vinhos-de-lisboa_15827.html
Os embaixadores de cerca de 40 países acreditados em Portugal vão este
sábado, 25 de Maio, fazer uma visita histórica e gastronómica à região
de Lisboa, a convite da Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVR
Lisboa).
A ação tem como grande objetivo reforçar, no estrangeiro, o único
mercado onde Portugal é auto-suficiente, o do vinho, mas sobretudo
aumentar a visibilidade dos Vinhos de Lisboa nos países de origem dos
embaixadores.
"Os embaixadores são um grupo líder de opinião, um grupo
sócio-económico de grande relevância e com potencial de promover os
vinhos da nossa região, não apenas no nosso país, mas sobretudo no
deles", afirma, num comunicado enviado ao Boas Notícias, Vasco
d'Avillez, presidente da CVR Lisboa.
A visita conta com uma prova de vinhos na sede da CVR Lisboa, um
edifício localizado em Torres Vedras, de património arquitetónico
nacional, que data do Estado Novo, acompanhada de queijos e doçaria
regional.
Segue-se um almoço alusivo às Linhas de Torres, um dos grandes marcos
do triunfo dos exércitos luso-britânicos durante a invasão francesa e
encerrará com visita ao Forte de S. Vicente e aos postos de
transmissões da serra do Socorro.
Vasco d'Avillez recorda ainda que alguns dos embaixadores portugueses,
destacados em missão no mundo inteiro, vão também marcar presença em
Torres Vedras este sábado, pois "são de extrema importância para nós,
tendo em conta o que representam no tecido comercial nacional".
Nesta visita estarão ainda responsáveis e representantes da
Presidência da República e Ministério dos Negócios Estrangeiros.
http://boasnoticias.sapo.pt/noticias_embaixadores-de-40-paises-provam-vinhos-de-lisboa_15827.html
EDIA tem carteira de obras de 200 milhões até final do ano
Crescimento
Dírcia Lopes
27/05/13 00:05
A empresa que gere os activos na região do Alqueva investiu na criação
de uma reserva estratégica de água que aumentou o potencial de
crescimento.
A EDIA - Empresa de Desenvolvimento e Infra-Estruturas do Alqueva "é
dos maiores donos de obra do País", pelo que o clima de austeridade
ainda não colocou em causa o plano de investimentos. A garantia é dada
pelo presidente da empresa, João Basto, que revelou ao Diário
Económico, à margem do seminário "Investir no potencial agrícola do
Alqueva", que a empresa tem uma carteira de obras "no valor de 200
milhões de euros, que vão arrancar já no segundo semestre e até ao
final do ano". O objectivo é implementar mais 20 mil hectares de áreas
de regadio.
João Basto adiantou que já está a preparar "a estrutura de
financiamento para uma nova carteira de obras avaliada em 300 milhões
de euros" para lançar mais 30 mil hectares de área irrigada. Esta fase
burocrática estará a ser montada até ao final do ano, para que os
terrenos sejam adjudicados em 2014. Desta forma conclui-se o
calendário de, em 2015, ter um total de 120 mil hectares de terreno
com água garantida.
O gestor revelou ainda que até agora já foram investidos dois mil
milhões de euros na região do Alqueva, que foram canalizados para a
construção da barragem e para o sistema de regadio que já permite o
abastecimento público e a rega de 68 mil hectares afectos à produção
agrícola.
Sobre os investidores que já estão no Alqueva, o presidente da EDIA
avançou que já conta com mais de três mil clientes que beneficiam do
reservatório de água que foi construído no perímetro agrícola desta
região alentejana.
No âmbito do seminário, foi realizado durante o fim-de-semana uma
visita de 30 potenciais investidores estrangeiros - desde a Alemanha,
Holanda, França, Espanha, África do Sul, e Angola - às explorações,
com o objectivo de se captar novos investimentos. João Basto salientou
que conta com manifestações de interesse para a cultura de fruta,
pecuária, cereais, olivicultura e produção de tomate.
Potencial de crescimento
Durante o seminário os oradores foram unânimes quanto ao potencial de
crescimento que o sector agrícola conta, além do contributo que pode
dar no aumento do emprego e reforço das exportações.
O presidente da AICEP, Pedro Reis, deixou a promessa de que a entidade
"pode ajudar na captação de investimento e de compradores aos
produtores agrícolas". E revelou que há um conjunto de projectos no
sector da agro-indústria que estão a ser negociados e que podem trazer
para Portugal um investimento superior a 70 milhões de euros.
Já o presidente do BES - um dos promotores do evento -, Ricardo
Salgado, lembrou que o sector "é um activo formidável". E realçou que
o banco tem "experiência de financiamento de projectos agrícolas e
está à disposição para servir os seus clientes" que actuam no sector.
http://economico.sapo.pt/noticias/edia-tem-carteira-de-obras-de-200-milhoes-ate-final-do-ano_169990.html
Dírcia Lopes
27/05/13 00:05
A empresa que gere os activos na região do Alqueva investiu na criação
de uma reserva estratégica de água que aumentou o potencial de
crescimento.
A EDIA - Empresa de Desenvolvimento e Infra-Estruturas do Alqueva "é
dos maiores donos de obra do País", pelo que o clima de austeridade
ainda não colocou em causa o plano de investimentos. A garantia é dada
pelo presidente da empresa, João Basto, que revelou ao Diário
Económico, à margem do seminário "Investir no potencial agrícola do
Alqueva", que a empresa tem uma carteira de obras "no valor de 200
milhões de euros, que vão arrancar já no segundo semestre e até ao
final do ano". O objectivo é implementar mais 20 mil hectares de áreas
de regadio.
João Basto adiantou que já está a preparar "a estrutura de
financiamento para uma nova carteira de obras avaliada em 300 milhões
de euros" para lançar mais 30 mil hectares de área irrigada. Esta fase
burocrática estará a ser montada até ao final do ano, para que os
terrenos sejam adjudicados em 2014. Desta forma conclui-se o
calendário de, em 2015, ter um total de 120 mil hectares de terreno
com água garantida.
O gestor revelou ainda que até agora já foram investidos dois mil
milhões de euros na região do Alqueva, que foram canalizados para a
construção da barragem e para o sistema de regadio que já permite o
abastecimento público e a rega de 68 mil hectares afectos à produção
agrícola.
Sobre os investidores que já estão no Alqueva, o presidente da EDIA
avançou que já conta com mais de três mil clientes que beneficiam do
reservatório de água que foi construído no perímetro agrícola desta
região alentejana.
No âmbito do seminário, foi realizado durante o fim-de-semana uma
visita de 30 potenciais investidores estrangeiros - desde a Alemanha,
Holanda, França, Espanha, África do Sul, e Angola - às explorações,
com o objectivo de se captar novos investimentos. João Basto salientou
que conta com manifestações de interesse para a cultura de fruta,
pecuária, cereais, olivicultura e produção de tomate.
Potencial de crescimento
Durante o seminário os oradores foram unânimes quanto ao potencial de
crescimento que o sector agrícola conta, além do contributo que pode
dar no aumento do emprego e reforço das exportações.
O presidente da AICEP, Pedro Reis, deixou a promessa de que a entidade
"pode ajudar na captação de investimento e de compradores aos
produtores agrícolas". E revelou que há um conjunto de projectos no
sector da agro-indústria que estão a ser negociados e que podem trazer
para Portugal um investimento superior a 70 milhões de euros.
Já o presidente do BES - um dos promotores do evento -, Ricardo
Salgado, lembrou que o sector "é um activo formidável". E realçou que
o banco tem "experiência de financiamento de projectos agrícolas e
está à disposição para servir os seus clientes" que actuam no sector.
http://economico.sapo.pt/noticias/edia-tem-carteira-de-obras-de-200-milhoes-ate-final-do-ano_169990.html
Agricultura: Rede PROVE já abastece 2.500 famílias, Núcleo de Moura com 70 consumidores
________________________________
Todas as semanas, mais de 2.500 famílias portuguesas compram os seus
produtos hortícolas diretamente ao produtor, através da rede PROVE. O
primeiro núcleo deste projeto lançado com apoio do QREN nasceu em
2006, em Palmela e Sesimbra, mas neste momento já existem 53 núcleos
um pouco por todo o país, um dos quais situado em Moura, e dinamizado
pela Associação de Desenvolvimento do Concelho de Moura. O PROVE
pretende envolver produtores, que desejem escoar os seus produtos
hortofrutícolas, e os próprios consumidores, que se comprometem a
comprar esses mesmos produtos, que estarão concentrados em cabazes, e
cada cabaz terá entre 7 a 9 quilos de produtos hortofrutícolas. Após
mais um ano desde o início do projecto no nosso concelho, José Neves,
da ADCMoura, faz um balanço muito positivo da iniciativa,
principalmente ao nível dos consumidores, que são já 70 a adquirir,
quinzenalmente, o cabaz. Quanto aos produtores, o responsável lamenta
que o projecto esteja a ter uma aceitação mais difícil.
http://www.radioplanicie.com/gestao/noticias/index_noticias.php?noticia=8043
Todas as semanas, mais de 2.500 famílias portuguesas compram os seus
produtos hortícolas diretamente ao produtor, através da rede PROVE. O
primeiro núcleo deste projeto lançado com apoio do QREN nasceu em
2006, em Palmela e Sesimbra, mas neste momento já existem 53 núcleos
um pouco por todo o país, um dos quais situado em Moura, e dinamizado
pela Associação de Desenvolvimento do Concelho de Moura. O PROVE
pretende envolver produtores, que desejem escoar os seus produtos
hortofrutícolas, e os próprios consumidores, que se comprometem a
comprar esses mesmos produtos, que estarão concentrados em cabazes, e
cada cabaz terá entre 7 a 9 quilos de produtos hortofrutícolas. Após
mais um ano desde o início do projecto no nosso concelho, José Neves,
da ADCMoura, faz um balanço muito positivo da iniciativa,
principalmente ao nível dos consumidores, que são já 70 a adquirir,
quinzenalmente, o cabaz. Quanto aos produtores, o responsável lamenta
que o projecto esteja a ter uma aceitação mais difícil.
http://www.radioplanicie.com/gestao/noticias/index_noticias.php?noticia=8043
Espanha: Cooperativas Ovis e Cordesur juntas para criar maior grupo cooperativo de ovinos da Europa
27-05-2013
Em linha com a estratégia empreendida pelas cooperativas para adquirir
maior dimensão, com o objectivo de melhorar a sua competitividade nos
mercados, foi o anúncio dos trabalhos em conjunto entre a cooperativa
Ovis e Cordesur, ambas de segundo grau, para criar um grupo
cooperativo de comercialização de ovinos em toda a Europa.
Segundo o director da Cordesur, Rafael Crespo, este projecto nasce de
uma aproximação e boa relação histórica entre as duas entidades com a
finalidade de «rentabilizar ao máximo» a produção de ovinos dos seus
associados e «ganhar protagonismo em volume e comercialização».
Do grupo resulta uma cooperativa de outro nível protegida pela
legislação nacional, o que acrescentaria 2.800 explorações pecuárias,
um volume de 850 mil cordeiros e uma facturação superior a 75 milhões
de euros.
O grupo trabalha ainda num modelo de cooperativa que comercialize toda
a produção de animais vivos, carne e lã, tanto das sete entidades de
primeiro grau que constituem a Ovis como das cinco que fazem parte da
Cordesur.
Na opinião de Rafael Crespo trata-se de um passo lógico do sector, o
qual encontra-se numa mudança estruturas como consequência da
aplicação da política agrícola comum (PAC) e caminha para uma maior
profissionalização. O mesmo destacou também que, perante a redução do
consumo interno surgiram novos mercados, como a Líbia ou o Líbano, os
quais, junto com os tradicionais de Franca e Itália, mantêm a procura
estável.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46549.aspx
Em linha com a estratégia empreendida pelas cooperativas para adquirir
maior dimensão, com o objectivo de melhorar a sua competitividade nos
mercados, foi o anúncio dos trabalhos em conjunto entre a cooperativa
Ovis e Cordesur, ambas de segundo grau, para criar um grupo
cooperativo de comercialização de ovinos em toda a Europa.
Segundo o director da Cordesur, Rafael Crespo, este projecto nasce de
uma aproximação e boa relação histórica entre as duas entidades com a
finalidade de «rentabilizar ao máximo» a produção de ovinos dos seus
associados e «ganhar protagonismo em volume e comercialização».
Do grupo resulta uma cooperativa de outro nível protegida pela
legislação nacional, o que acrescentaria 2.800 explorações pecuárias,
um volume de 850 mil cordeiros e uma facturação superior a 75 milhões
de euros.
O grupo trabalha ainda num modelo de cooperativa que comercialize toda
a produção de animais vivos, carne e lã, tanto das sete entidades de
primeiro grau que constituem a Ovis como das cinco que fazem parte da
Cordesur.
Na opinião de Rafael Crespo trata-se de um passo lógico do sector, o
qual encontra-se numa mudança estruturas como consequência da
aplicação da política agrícola comum (PAC) e caminha para uma maior
profissionalização. O mesmo destacou também que, perante a redução do
consumo interno surgiram novos mercados, como a Líbia ou o Líbano, os
quais, junto com os tradicionais de Franca e Itália, mantêm a procura
estável.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46549.aspx
Ministra da Agricultura prevê que sector horto-frutícola exporte mais de mil milhões
LUSA
23/05/2013 - 23:46
Assunção Cristas diz que o mercado do sector agro-alimentar "tem de
crescer" FOTO: PEDRO CUNHA
A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, mostrou-se hoje convicta
de que a indústria ligada às frutas e legumes vai conseguir chegar aos
mil milhões de euros de exportações, meta não alcançada em 2012 por
"factores externos".
"Se foram 920 milhões de euros ou mil milhões de euros, o que me
interessa é que o objectivo só não foi alcançado por factores externos
e estou convicta de que essa barreira será ultrapassada este ano com o
esforço de todos", afirmou Assunção Cristas.
A ministra do Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território
falava durante o encerramento do I Congresso Internacional de Frutas,
Legumes e Flores, onde lembrou a importância de mostrar
internacionalmente a qualidade dos produtos portugueses.
"Somos um país produtor de bons produtos, de produtos de qualidade e o
Governo está empenhado em mostrar os nossos produtos
internacionalmente", disse.
Assunção Cristas sublinhou, contudo, que o mercado do sector
agro-alimentar "tem de crescer".
"O caminho vai-se fazendo, mas queremos crescer em produção, eliminar
o nosso défice agro-alimentar e precisamos de trabalhar no nosso
mercado interno", sustentou.
O presidente da empresa promotora do setor Portugal Fresh, Manuel
Évora, que presidiu também ao encerramento do congresso por si
organizado, lembrou a ministra que os agricultores "esperam sempre
mais".
"Reconhecemos o seu esforço e do Ministério, mas já sabe senhora
ministra, os agricultores esperam sempre mais", afirmou. Sobre a meta
dos mil milhões de euros de exportação que não foi atingida no sector,
Manuel Évora frisou que os últimos quatro meses de 2012 foram "um
calvário".
No entanto, lembrou que nos últimos dois anos o sector tem conseguido
aumentar a sua exportação em 20%, um número de "orgulho".
Manuel Évora sublinhou ainda o facto de a indústria agro-alimentar
representar 36% do emprego do sector agrícola. "Temos muita
mão-de-obra e muito diferenciada. Neste sector existe um elevado
profissionalismo dos nossos produtores", concluiu.
Notícia corrigida às 10h10 de 24/05: Altera sector agro-alimentar para
hortofrutícola
http://www.publico.pt/economia/noticia/ministra-da-agricultura-preve-que-sector-agroalimentar-exporte-mais-de-mil-milhoes-1595336
23/05/2013 - 23:46
Assunção Cristas diz que o mercado do sector agro-alimentar "tem de
crescer" FOTO: PEDRO CUNHA
A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, mostrou-se hoje convicta
de que a indústria ligada às frutas e legumes vai conseguir chegar aos
mil milhões de euros de exportações, meta não alcançada em 2012 por
"factores externos".
"Se foram 920 milhões de euros ou mil milhões de euros, o que me
interessa é que o objectivo só não foi alcançado por factores externos
e estou convicta de que essa barreira será ultrapassada este ano com o
esforço de todos", afirmou Assunção Cristas.
A ministra do Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território
falava durante o encerramento do I Congresso Internacional de Frutas,
Legumes e Flores, onde lembrou a importância de mostrar
internacionalmente a qualidade dos produtos portugueses.
"Somos um país produtor de bons produtos, de produtos de qualidade e o
Governo está empenhado em mostrar os nossos produtos
internacionalmente", disse.
Assunção Cristas sublinhou, contudo, que o mercado do sector
agro-alimentar "tem de crescer".
"O caminho vai-se fazendo, mas queremos crescer em produção, eliminar
o nosso défice agro-alimentar e precisamos de trabalhar no nosso
mercado interno", sustentou.
O presidente da empresa promotora do setor Portugal Fresh, Manuel
Évora, que presidiu também ao encerramento do congresso por si
organizado, lembrou a ministra que os agricultores "esperam sempre
mais".
"Reconhecemos o seu esforço e do Ministério, mas já sabe senhora
ministra, os agricultores esperam sempre mais", afirmou. Sobre a meta
dos mil milhões de euros de exportação que não foi atingida no sector,
Manuel Évora frisou que os últimos quatro meses de 2012 foram "um
calvário".
No entanto, lembrou que nos últimos dois anos o sector tem conseguido
aumentar a sua exportação em 20%, um número de "orgulho".
Manuel Évora sublinhou ainda o facto de a indústria agro-alimentar
representar 36% do emprego do sector agrícola. "Temos muita
mão-de-obra e muito diferenciada. Neste sector existe um elevado
profissionalismo dos nossos produtores", concluiu.
Notícia corrigida às 10h10 de 24/05: Altera sector agro-alimentar para
hortofrutícola
http://www.publico.pt/economia/noticia/ministra-da-agricultura-preve-que-sector-agroalimentar-exporte-mais-de-mil-milhoes-1595336
segunda-feira, 27 de maio de 2013
“BES está disponível para apoiar projectos agrícolas”
Ricardo Salgado
Dírcia Lopes
24/05/13 12:27
Presidente do Banco Espírito Santo (BES) falava esta manhã no
Seminário "Investir no Potencial agrícola do Alqueva".
O presidente do BES, Ricardo Salgado, considera que o sector agrícola
português "é um activo formidável", e garantiu que a instituição
bancária a que preside tem "experiência de financiamento de projectos
agrícolas e está à disposição para servir os seus clientes" que actuam
nesta actividade.
Ricardo Salgado lembrou que o grupo está envolvido em projectos
agrícolas desde o final do século XIX, primeiro em Angola e Moçambique
e mais tarde no Brasil e Paraguai. A mesma fonte realçou que os
produtos agro-industriais têm um valor acrescentado na ordem dos
72,5%, superior à média de outros bens de cerca de 59%.
"Se aumentarmos a produção [agrícola] podemos colmatar o défice entre
as importações e exportações", defendeu ainda Ricardo Salgado que
sublinhou que o sector agrícola não deve ser visto como um encargo
para a economia.
Apesar de reconhecer que há um défice de 38% na balança agrícola, o
presidente do BES defendeu que "Temos capacidade de produzir mais, já
que é um factor valorizante da economia".
http://economico.sapo.pt/noticias/bes-esta-disponivel-para-apoiar-projectos-agricolas_169940.html
Dírcia Lopes
24/05/13 12:27
Presidente do Banco Espírito Santo (BES) falava esta manhã no
Seminário "Investir no Potencial agrícola do Alqueva".
O presidente do BES, Ricardo Salgado, considera que o sector agrícola
português "é um activo formidável", e garantiu que a instituição
bancária a que preside tem "experiência de financiamento de projectos
agrícolas e está à disposição para servir os seus clientes" que actuam
nesta actividade.
Ricardo Salgado lembrou que o grupo está envolvido em projectos
agrícolas desde o final do século XIX, primeiro em Angola e Moçambique
e mais tarde no Brasil e Paraguai. A mesma fonte realçou que os
produtos agro-industriais têm um valor acrescentado na ordem dos
72,5%, superior à média de outros bens de cerca de 59%.
"Se aumentarmos a produção [agrícola] podemos colmatar o défice entre
as importações e exportações", defendeu ainda Ricardo Salgado que
sublinhou que o sector agrícola não deve ser visto como um encargo
para a economia.
Apesar de reconhecer que há um défice de 38% na balança agrícola, o
presidente do BES defendeu que "Temos capacidade de produzir mais, já
que é um factor valorizante da economia".
http://economico.sapo.pt/noticias/bes-esta-disponivel-para-apoiar-projectos-agricolas_169940.html
Sector primário em Portugal é dominado pela agricultura e vale 7,5 mil milhões de euros
Quinta-Feira, 23 Maio de 2013
Com um volume de negócios de 6 mil milhões de euros e responsável por
80 por cento de toda a produção primária, a Agricultura é fundamental
no sector primário português. No que diz respeito à exportação, o
sector Pesca Marítima foi quem mais contribuiu para as vendas
internacionais com quase 90 milhões de euros. As conclusões são da ES
Research e têm como base os dados do INE.
Em 2011, o sector primário em Portugal, que incluí as actividades
Agrícola, Silvícola e Pesca, teve um volume de negócios de 7,5 mil
milhões de euros em 2011, abrangeu 12,3 por cento dos postos de
trabalho em Portugal num total de 43.972 empresas agrícolas, segundo o
estudo da ES Research.
Se dividirmos por sectores de actividade, o estudo da Espírito Santo
Research conclui que a Pesca vale 627 milhões de euros e contribui com
8 por cento para a produção primária; a Silvicultura é responsável por
uma fatia de 935 milhões de euros para o volume de negócios do sector
primário e 12 por cento da produção; a Agricultura é a que mais
contribui para o sector primário com um volume de negócios de 6
milhões de euros e 80 por cento de toda a produção primária.
A Agricultura, que vale 6 mil milhões de euros, abrange a Produção
Vegetal (3,2 mil milhões de euros é o volume de negócios referente às
frutas, hortícolas, cereais, vinho e azeite); a Produção Animal (cujos
2,4 mil milhões de euros dizem respeito à produção de animais, leite,
ovos etc.) e outros que rendem 287 milhões de euros.
Pescas dominam exportações agrícolas
Ainda de acordo com o estudo da ES Research (com dados do Instituto
Nacional de Estatística), o sector primário, que abrange Agricultura,
Silvicultura e Pesca, resultou, em 2012, num Valor Acrescentado Bruto
de 2,1 por cento, sendo o mais baixo se comparado com outros sectores
de actividade: Outras Actividades de Serviços (29,9 por cento),
Comércio e Reparação de Veículos, Alojamento e Restauração (19,8 por
cento), Actividades Financeiras de Seguros e Imobiliárias (15,8 por
cento), Indústria (13,9 por cento), Transportes e Armazenagem,
Actividades de Informação e Comunicação (8,9 por cento), Construção
(6,1 por cento) e Energia, Água e Saneamento (3,4 por cento).
Relativamente ao comércio internacional, e tendo como consideração as
importações e exportações primárias entre 2006 e 2011, as exportações
do sector primário situam-se nos 2,2 mil milhões de euros (5,2 por
cento das exportações totais), sendo que o Alentejo contribui com 12,4
por cento para as exportações totais, de acordo com números do INE.
O 'Top 5' do volume de exportação do sector agrícola por CAE, em 2011,
permitiu perceber que a Pesca Marítima contribuiu com 89,9 milhões de
euros (peso de 31,4 por cento nas exportações agrícolas); as Culturas
de Produtos Hortícolas, Raízes e Tubérculos são responsáveis por
vendas internacionais no valor de 45,2 milhões de euros (15,8 por
cento de peso nas exportações agrícolas). A Viticultura exportou 25
milhões de euros em 2011, um peso de 8,7 por cento nas exportações
agrícolas.
A Avicultura registou vendas para o exterior de 22,9 milhões de euros
em 2011 e teve um peso nas exportações agrícolas de 8 por cento
enquanto a Agricultura e Produção Animal Combinadas vendeu 21,1
milhões de euros para o estrangeiro tendo um peso de 7,4 por cento no
total das exportações agrícolas.
Quanto aos países de destino das empresas exportadoras do sector
agrícola em 2011, podemos perceber neste estudo da ES Research que a
Suíça é responsável por 7,8 por cento das importações de produtos do
sector primário.
O Brasil surge como o segundo país que mais compra ao sector primário
(7 por cento), logo seguido dos Estados Unidos da América (5,9 por
cento), Espanha (5,5 por cento) e Canadá (5,4 por cento).
O Valor Anual Bruto (VAB) do ramo agrícola em Portugal significa 1,4
por cento do VAB nacional. Se compararmos o VAB agrícola com os
valores referentes ao sector espanhol, é possível aquilatar que o país
vizinho apresentou um Valor Anual Bruto de 2,4 por cento em 2011.
Vinho e Azeite com balança positiva
Tal como refere o estudo da ES Research, tomando como referência dados
do INE, a balança comercial do sector agrícola é tradicionalmente
deficitária e em 2011, Portugal produzia cerca de 70 por cento das
necessidades de consumo. Assim, os frutos apresentavam, em 2011, uma
balança deficitária de 147,5 milhões de euros, sendo que também é
deficitária a balança dos Vegetais e Produtos Hortícolas (défice de
68,7 milhões de euros). Em 2011, o vinho foi dos poucos produtos
agrícolas a apresentar um resultado positivo, com 570 milhões de
euros.
Os cereais apresentam-se como produção vegetal mais deficitária com um
défice de 573 milhões de euros, enquanto o azeite tem uma balança
comercial positiva de 29,6 milhões de euros. A produção vegetal do
sector agrícola é dominada pelos Frutos, Vegetais, Hortícolas,
Vegetais Hortícolas e Vinho, sendo que a maior taxa de crescimento é
registada no azeite.
Nos dados que se referem à repartição da produção vegetal do sector
agrícola em Portugal, é possível verificar que os Frutos ocupam a
maior fatia com 36 por cento e os Vegetais e Produtos Hortícolas
ocupam a segunda maior taxa de produção com 31 por cento. O Vinho é a
terceira produção vegetal do sector agrícola português (11 por cento),
as Plantas Forrageiras são responsáveis por 8 por cento e os Cereais
fecham a tabela das produções vegetais mais significativas com um
valor de 6 por cento.
http://www.mundoportugues.org/content/1/11370/sector-primario-portugal-dominado-pela-agricultura-vale-mil-milhoes-euros/
Com um volume de negócios de 6 mil milhões de euros e responsável por
80 por cento de toda a produção primária, a Agricultura é fundamental
no sector primário português. No que diz respeito à exportação, o
sector Pesca Marítima foi quem mais contribuiu para as vendas
internacionais com quase 90 milhões de euros. As conclusões são da ES
Research e têm como base os dados do INE.
Em 2011, o sector primário em Portugal, que incluí as actividades
Agrícola, Silvícola e Pesca, teve um volume de negócios de 7,5 mil
milhões de euros em 2011, abrangeu 12,3 por cento dos postos de
trabalho em Portugal num total de 43.972 empresas agrícolas, segundo o
estudo da ES Research.
Se dividirmos por sectores de actividade, o estudo da Espírito Santo
Research conclui que a Pesca vale 627 milhões de euros e contribui com
8 por cento para a produção primária; a Silvicultura é responsável por
uma fatia de 935 milhões de euros para o volume de negócios do sector
primário e 12 por cento da produção; a Agricultura é a que mais
contribui para o sector primário com um volume de negócios de 6
milhões de euros e 80 por cento de toda a produção primária.
A Agricultura, que vale 6 mil milhões de euros, abrange a Produção
Vegetal (3,2 mil milhões de euros é o volume de negócios referente às
frutas, hortícolas, cereais, vinho e azeite); a Produção Animal (cujos
2,4 mil milhões de euros dizem respeito à produção de animais, leite,
ovos etc.) e outros que rendem 287 milhões de euros.
Pescas dominam exportações agrícolas
Ainda de acordo com o estudo da ES Research (com dados do Instituto
Nacional de Estatística), o sector primário, que abrange Agricultura,
Silvicultura e Pesca, resultou, em 2012, num Valor Acrescentado Bruto
de 2,1 por cento, sendo o mais baixo se comparado com outros sectores
de actividade: Outras Actividades de Serviços (29,9 por cento),
Comércio e Reparação de Veículos, Alojamento e Restauração (19,8 por
cento), Actividades Financeiras de Seguros e Imobiliárias (15,8 por
cento), Indústria (13,9 por cento), Transportes e Armazenagem,
Actividades de Informação e Comunicação (8,9 por cento), Construção
(6,1 por cento) e Energia, Água e Saneamento (3,4 por cento).
Relativamente ao comércio internacional, e tendo como consideração as
importações e exportações primárias entre 2006 e 2011, as exportações
do sector primário situam-se nos 2,2 mil milhões de euros (5,2 por
cento das exportações totais), sendo que o Alentejo contribui com 12,4
por cento para as exportações totais, de acordo com números do INE.
O 'Top 5' do volume de exportação do sector agrícola por CAE, em 2011,
permitiu perceber que a Pesca Marítima contribuiu com 89,9 milhões de
euros (peso de 31,4 por cento nas exportações agrícolas); as Culturas
de Produtos Hortícolas, Raízes e Tubérculos são responsáveis por
vendas internacionais no valor de 45,2 milhões de euros (15,8 por
cento de peso nas exportações agrícolas). A Viticultura exportou 25
milhões de euros em 2011, um peso de 8,7 por cento nas exportações
agrícolas.
A Avicultura registou vendas para o exterior de 22,9 milhões de euros
em 2011 e teve um peso nas exportações agrícolas de 8 por cento
enquanto a Agricultura e Produção Animal Combinadas vendeu 21,1
milhões de euros para o estrangeiro tendo um peso de 7,4 por cento no
total das exportações agrícolas.
Quanto aos países de destino das empresas exportadoras do sector
agrícola em 2011, podemos perceber neste estudo da ES Research que a
Suíça é responsável por 7,8 por cento das importações de produtos do
sector primário.
O Brasil surge como o segundo país que mais compra ao sector primário
(7 por cento), logo seguido dos Estados Unidos da América (5,9 por
cento), Espanha (5,5 por cento) e Canadá (5,4 por cento).
O Valor Anual Bruto (VAB) do ramo agrícola em Portugal significa 1,4
por cento do VAB nacional. Se compararmos o VAB agrícola com os
valores referentes ao sector espanhol, é possível aquilatar que o país
vizinho apresentou um Valor Anual Bruto de 2,4 por cento em 2011.
Vinho e Azeite com balança positiva
Tal como refere o estudo da ES Research, tomando como referência dados
do INE, a balança comercial do sector agrícola é tradicionalmente
deficitária e em 2011, Portugal produzia cerca de 70 por cento das
necessidades de consumo. Assim, os frutos apresentavam, em 2011, uma
balança deficitária de 147,5 milhões de euros, sendo que também é
deficitária a balança dos Vegetais e Produtos Hortícolas (défice de
68,7 milhões de euros). Em 2011, o vinho foi dos poucos produtos
agrícolas a apresentar um resultado positivo, com 570 milhões de
euros.
Os cereais apresentam-se como produção vegetal mais deficitária com um
défice de 573 milhões de euros, enquanto o azeite tem uma balança
comercial positiva de 29,6 milhões de euros. A produção vegetal do
sector agrícola é dominada pelos Frutos, Vegetais, Hortícolas,
Vegetais Hortícolas e Vinho, sendo que a maior taxa de crescimento é
registada no azeite.
Nos dados que se referem à repartição da produção vegetal do sector
agrícola em Portugal, é possível verificar que os Frutos ocupam a
maior fatia com 36 por cento e os Vegetais e Produtos Hortícolas
ocupam a segunda maior taxa de produção com 31 por cento. O Vinho é a
terceira produção vegetal do sector agrícola português (11 por cento),
as Plantas Forrageiras são responsáveis por 8 por cento e os Cereais
fecham a tabela das produções vegetais mais significativas com um
valor de 6 por cento.
http://www.mundoportugues.org/content/1/11370/sector-primario-portugal-dominado-pela-agricultura-vale-mil-milhoes-euros/
Sousel: Câmara aposta na fileira de carne para “dinamizar” o setor
Quinta-Feira, 23 Maio de 2013
O presidente da Câmara de Sousel, Armando Varela, anunciou que o
município vai apostar na "valorização" da fileira da carne e
"dinamizar" o Matadouro Regional do Alto Alentejo, principal entidade
empregadora privada daquele concelho alentejano. "Nós estamos a
desenvolver um trabalho ao nível da fileira da carne, procurando
entender de que forma é que nós podemos criar condições para dinamizar
o setor", disse o autarca, em declarações à agência Lusa.
Para isso, explicou, "estamos a envolver os produtores, o matadouro e
a indústria de transformação, enquanto setor de atividade muito
importante para Sousel, em termos de postos de trabalho diretos e
indiretos". O Matadouro Regional do Alto Alentejo, instalado em
Sousel, no distrito de Portalegre, foi criado em 1989 e privatizado em
2006, tendo como principais acionistas três empresas de Sousel e de
Estremoz, pertencendo ao município uma quota de 8,5 por cento.
Esta empresa é a principal entidade empregadora privada do concelho de
Sousel, gerando atualmente cerca de 100 postos de trabalho.
Reconhecendo que o matadouro "luta com as dificuldades que hoje em dia
se debatem as empresas portuguesas", o autarca diz-se "apostado em
dinamizar" a empresa e toda a fileira da carne na região. "Não podemos
desistir, não podemos baixar os braços e estamos aqui apostados em
dinamizar este setor, que é uma das mais-valias que temos no
território e importante fonte geradora de postos de trabalho",
referiu.
http://www.mundoportugues.org/content/1/11367/sousel-cmara-aposta-fileira-carne-para-dinamizar-setor/
O presidente da Câmara de Sousel, Armando Varela, anunciou que o
município vai apostar na "valorização" da fileira da carne e
"dinamizar" o Matadouro Regional do Alto Alentejo, principal entidade
empregadora privada daquele concelho alentejano. "Nós estamos a
desenvolver um trabalho ao nível da fileira da carne, procurando
entender de que forma é que nós podemos criar condições para dinamizar
o setor", disse o autarca, em declarações à agência Lusa.
Para isso, explicou, "estamos a envolver os produtores, o matadouro e
a indústria de transformação, enquanto setor de atividade muito
importante para Sousel, em termos de postos de trabalho diretos e
indiretos". O Matadouro Regional do Alto Alentejo, instalado em
Sousel, no distrito de Portalegre, foi criado em 1989 e privatizado em
2006, tendo como principais acionistas três empresas de Sousel e de
Estremoz, pertencendo ao município uma quota de 8,5 por cento.
Esta empresa é a principal entidade empregadora privada do concelho de
Sousel, gerando atualmente cerca de 100 postos de trabalho.
Reconhecendo que o matadouro "luta com as dificuldades que hoje em dia
se debatem as empresas portuguesas", o autarca diz-se "apostado em
dinamizar" a empresa e toda a fileira da carne na região. "Não podemos
desistir, não podemos baixar os braços e estamos aqui apostados em
dinamizar este setor, que é uma das mais-valias que temos no
território e importante fonte geradora de postos de trabalho",
referiu.
http://www.mundoportugues.org/content/1/11367/sousel-cmara-aposta-fileira-carne-para-dinamizar-setor/
Os incêndios florestais e a gestão política do problema
A gestão da problemática dos incêndios florestais em Portugal, no que
respeita concretamente à sua propagação, já que as ocorrências aportam
questões de outra índole, assemelha-se à gestão de uma equipa de
futebol. Contudo, nesta equipa:
Os avançados são míopes, a estratégia florestal assenta nas árvores e
não nas pessoas que detêm os terrenos que lhes servem de habitat (mais
de 90% da área florestal portuguesa está inserida em propriedade
privada);
O meio campo é coxo, assentando a estratégia na gestão das árvores,
descora a necessidade de garantir a rentabilidade da atividade
silvícola para assegurar o financiamento dessa gestão (não há
acompanhamento dos mercados, onde a atividade silvícola se encontra em
declínio progressivo e a indústria exporta valor sem ter em conta a
depreciação dos recursos naturais, situação que contraria os
princípios básicos de um negócio da Economia Verde); e,
A defesa está desnutrida, as ações de vigilância e de prevenção
assentam exclusivamente no esforço dos contribuintes e não na economia
dos setores silvo-industriais, ficando assim à mercê das
disponibilidades do Orçamento de Estado, disponibilidades essas, hoje
e no futuro próximo, bastante condicionadas.
Logo, parte demasiado significativa para o êxito da equipa assenta no
guarda-redes – Bombeiros e Proteção Civil. Todavia, como no futebol,
sem um esforço conjugado de toda a equipa, o último reduto, por mais
eficiente que possa ser, tem sempre uma forte probabilidade de não
conseguir, só por si, ter êxito – o fogo é um avançado exímio na
concretização dos seus objetivos.
Na real dimensão do problema, o Ministério da Agricultura (agora
também do Ambiente e do Ordenamento do Território) – responsável pelos
avançados, pelo meio campo e pela defesa da equipa - tem publicamente
passado entre as labaredas, facto que lhe tem permitido continuar a
lançar as suas incapacidades e incompetências políticas (capacitação
técnica existe) para os braços de outros, esses outros que, todavia
não têm as competências necessárias para intervenção na origem do
problema que têm de enfrentar em cada período estival (cada vez mais
alargado).
Pior, da Agricultura são lançadas ainda mais achas para a fogueira,
com propostas irresponsáveis de fomento das arborizações e
rearborizações, sem que estejam asseguradas as mínimas condições que
permitam a rentabilidade desses investimentos, ou seja, que esteja
garantida a administração desses arvoredos (gestão florestal) ao longo
de todo o ciclo silvícola. Condições essas que passam pelo reforço da
pesquisa (desejavelmente desenvolvida por Institutos Públicos e
Universidades), pela extensão florestal ou rural (preferencialmente de
cariz privado – através de organizações associativas e empresas com
capacidade técnica, com supervisão pública) e pelo imperioso
acompanhamento dos mercados e regulação dos interesses que nestes
marcam presença – já no tempo da "campanha do trigo" se sabia disto.
Com a atual estratégia, os responsáveis políticos na Agricultura, no
Ambiente e no Ordenamento do Território, para além de continuarem a
sacrificar os bombeiros, as populações rurais e o desenvolvimento
rural, sacrificarão mais os contribuintes e toda a Sociedade, com
avultadas perdas financeiras (1.000 M€/ano) e desmesuradas emissões de
dióxido de carbono para a atmosfera (que podem ter atingido os 20
milhões de toneladas de CO2 eq. só na última década).
Infelizmente, os atuais problemas de Portugal não se circunscrevem
apenas à redução da austeridade e à necessidade de crescimento
económico, englobam também uma maior responsabilidade e competência
política.
Lisboa, 27 de maio de 2013
A Direção da Acréscimo
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/05/27b.htm
respeita concretamente à sua propagação, já que as ocorrências aportam
questões de outra índole, assemelha-se à gestão de uma equipa de
futebol. Contudo, nesta equipa:
Os avançados são míopes, a estratégia florestal assenta nas árvores e
não nas pessoas que detêm os terrenos que lhes servem de habitat (mais
de 90% da área florestal portuguesa está inserida em propriedade
privada);
O meio campo é coxo, assentando a estratégia na gestão das árvores,
descora a necessidade de garantir a rentabilidade da atividade
silvícola para assegurar o financiamento dessa gestão (não há
acompanhamento dos mercados, onde a atividade silvícola se encontra em
declínio progressivo e a indústria exporta valor sem ter em conta a
depreciação dos recursos naturais, situação que contraria os
princípios básicos de um negócio da Economia Verde); e,
A defesa está desnutrida, as ações de vigilância e de prevenção
assentam exclusivamente no esforço dos contribuintes e não na economia
dos setores silvo-industriais, ficando assim à mercê das
disponibilidades do Orçamento de Estado, disponibilidades essas, hoje
e no futuro próximo, bastante condicionadas.
Logo, parte demasiado significativa para o êxito da equipa assenta no
guarda-redes – Bombeiros e Proteção Civil. Todavia, como no futebol,
sem um esforço conjugado de toda a equipa, o último reduto, por mais
eficiente que possa ser, tem sempre uma forte probabilidade de não
conseguir, só por si, ter êxito – o fogo é um avançado exímio na
concretização dos seus objetivos.
Na real dimensão do problema, o Ministério da Agricultura (agora
também do Ambiente e do Ordenamento do Território) – responsável pelos
avançados, pelo meio campo e pela defesa da equipa - tem publicamente
passado entre as labaredas, facto que lhe tem permitido continuar a
lançar as suas incapacidades e incompetências políticas (capacitação
técnica existe) para os braços de outros, esses outros que, todavia
não têm as competências necessárias para intervenção na origem do
problema que têm de enfrentar em cada período estival (cada vez mais
alargado).
Pior, da Agricultura são lançadas ainda mais achas para a fogueira,
com propostas irresponsáveis de fomento das arborizações e
rearborizações, sem que estejam asseguradas as mínimas condições que
permitam a rentabilidade desses investimentos, ou seja, que esteja
garantida a administração desses arvoredos (gestão florestal) ao longo
de todo o ciclo silvícola. Condições essas que passam pelo reforço da
pesquisa (desejavelmente desenvolvida por Institutos Públicos e
Universidades), pela extensão florestal ou rural (preferencialmente de
cariz privado – através de organizações associativas e empresas com
capacidade técnica, com supervisão pública) e pelo imperioso
acompanhamento dos mercados e regulação dos interesses que nestes
marcam presença – já no tempo da "campanha do trigo" se sabia disto.
Com a atual estratégia, os responsáveis políticos na Agricultura, no
Ambiente e no Ordenamento do Território, para além de continuarem a
sacrificar os bombeiros, as populações rurais e o desenvolvimento
rural, sacrificarão mais os contribuintes e toda a Sociedade, com
avultadas perdas financeiras (1.000 M€/ano) e desmesuradas emissões de
dióxido de carbono para a atmosfera (que podem ter atingido os 20
milhões de toneladas de CO2 eq. só na última década).
Infelizmente, os atuais problemas de Portugal não se circunscrevem
apenas à redução da austeridade e à necessidade de crescimento
económico, englobam também uma maior responsabilidade e competência
política.
Lisboa, 27 de maio de 2013
A Direção da Acréscimo
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/05/27b.htm
Três mil fardos de palha ardem em Mértola
INCÊNDIO
por LusaOntem14 comentários
Cerca de três mil fardos de palha estão a ser hoje de manhã consumidos
pelas chamas, num incêndio agrícola em curso no concelho alentejano de
Mértola, disse à agência Lusa fonte dos bombeiros.
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja
adiantou que o alerta às autoridades para este incêndio em Amendoeira
do Campo foi dado às 07:56.
A mesma fonte explicou que os bombeiros vão permanecer no local, onde
as chamas estão a consumir as serras de palha durante o dia, como
medida de prevenção, no sentido de evitar que o fogo se propague.
No terreno estão 16 bombeiros das corporações de Mértola e Beja,
auxiliados por seis viaturas, e ainda elementos da GNR.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3240326
por LusaOntem14 comentários
Cerca de três mil fardos de palha estão a ser hoje de manhã consumidos
pelas chamas, num incêndio agrícola em curso no concelho alentejano de
Mértola, disse à agência Lusa fonte dos bombeiros.
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja
adiantou que o alerta às autoridades para este incêndio em Amendoeira
do Campo foi dado às 07:56.
A mesma fonte explicou que os bombeiros vão permanecer no local, onde
as chamas estão a consumir as serras de palha durante o dia, como
medida de prevenção, no sentido de evitar que o fogo se propague.
No terreno estão 16 bombeiros das corporações de Mértola e Beja,
auxiliados por seis viaturas, e ainda elementos da GNR.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3240326
Ministra da Agricultura promete defender espécies portuguesas nas negociações sobre sementes
Arlinda Brandão27 Mai, 2013, 12:32 / atualizado em 27 Mai, 2013, 12:34
A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, promete defender as
espécies portuguesas nas negociações com Bruxelas sobre as regras de
comércio de sementes. Portugal ainda não decidiu se vota a favor ou
contra a proposta da Comissão Europeia que quer facilitar a
certificação de sementes.
Assunção Cristas garante estar a acompanhar de forma atenta as várias
posições e propostas. "Mal a questão seja suscitada no Conselho
teremos uma posição sobre essa matéria", refere.
Antes de decidir o sentido de voto de Portugal, o governo promete
ouvir as organizações de agricultores, mas também o setor da produção
e comercialização de sementes.
(com Sandra Henriques)
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=654529&tm=8&layout=123&visual=61
A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, promete defender as
espécies portuguesas nas negociações com Bruxelas sobre as regras de
comércio de sementes. Portugal ainda não decidiu se vota a favor ou
contra a proposta da Comissão Europeia que quer facilitar a
certificação de sementes.
Assunção Cristas garante estar a acompanhar de forma atenta as várias
posições e propostas. "Mal a questão seja suscitada no Conselho
teremos uma posição sobre essa matéria", refere.
Antes de decidir o sentido de voto de Portugal, o governo promete
ouvir as organizações de agricultores, mas também o setor da produção
e comercialização de sementes.
(com Sandra Henriques)
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=654529&tm=8&layout=123&visual=61
Países africanos crescem na compra de bens alimentares portugueses
Quinta-Feira, 23 Maio de 2013
Marrocos, Argélia, Tunísia e África do Sul destacaram-se entre os
países africanos que não falam português nas compras de bens
portugueses, um acréscimo que acompanha o crescimento de algumas
economias subsarianas que deverá ser de 5 por cento em média até 2015.
Vinho, águas, leite, frutas, azeite, hortícolas e tabaco são os
produtos portugueses mais comprados.
As vendas internacionais portuguesas para países africanos não
falantes de língua portuguesa estão a crescer e os quatro maiores
importadores duplicaram em 2012 nestas aquisições de produtos
portugueses face a 2009. Marrocos, Argélia, Tunísia e África do Sul
foram responsáveis pela compra de 1,1 mil milhões de euros em 2012
quando em 2009, estas aquisições de produtos portugueses renderam
apenas 581 milhões de euros.
Entre os países africanos que não falam português, e no que concerne a
produtos agro-alimentares portugueses, Marrocos foi o país que mais
comprou em 2012: 460 milhões de euros. Os produtos da indústria
alimentar lideraram estas aquisições com a aquisição de 24,6 milhões
de euros (Marrocos comprava 215 milhões de euros em 2009), indústria
onde Marrocos compra tabaco em grandes quantidades (20,8 milhões de
euros) e frutas (1,5 milhões de euros). Entre os produtos do reino
animal, este país adquiriu 9,8 milhões de euros, divididos entre leite
e nata (7,4 milhões de euros) e manteiga (1,4 milhões de euros).
Entre este grupo de países, a Argélia foi o segundo país que mais
comprou produtos portugueses, com um valor de 427,7 milhões de euros
(a Argélia comprava apenas 197,4 milhões de euros em 2009). No que
concerne aos bens alimentares portugueses, os produtos da indústria
alimentar renderam 4,1 milhões de euros, sendo que os produtos
hortícolas preparados ocuparam uma quantia de 1,1 milhões de euros.
Entre os produtos do reino vegetal, que ocupam uma quantia de 1,6
milhões de euros, destaca-se a compra de produtos hortícolas (921 mil
euros) e frutas (595 mil euros).
Apesar de ser o terceiro país africano que mais compra a Portugal (114
milhões de euros em 2012), entre este conjunto de países, a Tunísia é
quem menos gasta em bens alimentares portugueses. Os bens alimentares
nacionais mais comprados pelos tunisinos a Portugal passa pelo leite e
nata concentrados (322 mil euros).
A África do Sul é o quarto país que mais compra a Portugal entre os
países africanos não falantes de português: 102 milhões de euros (em
2009, as compras a Portugal eram de 53 milhões de euros). Os produtos
da indústria alimentar atraíram 8,8 milhões de euros, sobretudo no que
diz respeito a tabaco (2,6 milhões de euros), preparações alimentícias
(1,7 milhões de euros), preparações de carne e peixe (1,3 milhões de
euros), preparações de cereais (1,1 milhões de euros) e vinhos e águas
(1,1 milhões de euros). As gorduras e óleos vegetais portugueses
também atraíram a atenção dos sul-africanos com um total de compras de
2,1 milhões de euros, entre óleos refinados (986 mil euros), azeite
(721 mil euros) e margarina (223 mil euros).
Entre os países africanos que não falam português, existem
crescimentos na importação de produtos portugueses em países que em
2009 apresentavam valores muito modestos na balança comercial com
Portugal. O Togo comprou 36 milhões de euros em 2012 quando em 2009
essas compras eram de 1,8 milhões de euros; o Malawi comprava apenas
596 mil euros em 2009 e em 2012, essas vendas já eram de 27 milhões de
euros.
Crescimento de 5 por cento
O crescimento económico na África Subsariana deverá cifrar-se em mais
de 5 por cento, em média, no período 2013-2015, em virtude dos
elevados preços mundiais das matérias-primas e dos gastos robustos dos
consumidores do continente, que assim garantem que a região se manterá
entre as de maior crescimento no mundo, segundo os dados da mais
recente edição de Africa's Pulse do Banco Mundial, uma análise bianual
das questões que determinam as perspectivas económicas de África.
Em 2012, cerca de um quarto dos países de África cresceram 7 por cento
ou mais e uma série de países africanos, nomeadamente a Serra Leoa,
Níger, Costa do Marfim, Libéria, Etiópia, Burkina Faso e Ruanda,
situam-se agora entre as nações de mais rápido crescimento do mundo.
O novo relatório do Banco Mundial prevê que as perspectivas de
crescimento a médio prazo se irão manter robustas e serão apoiadas por
uma gradual melhoria da economia mundial, preços sustentadamente
elevados das matérias-primas e maior investimento em infra-estruturas
regionais, comércio e crescimento dos negócios.
Minérios dão impulso
A publicação Africa's Pulse revela que recentes descobertas de
petróleo, gás natural, cobre e outros minérios estratégicos, e a
expansão de várias minas ou abertura de novas, em Moçambique, Níger,
Serra Leoa e Zâmbia, a par de uma melhor governação política e
económica, estão a sustentar um sólido crescimento económico em todo o
continente.
Olhando o futuro, prevê-se que em 2020 haverá apenas quatro ou cinco
países na região que não estejam envolvidos na exploração de algum
tipo de minério, tal é a abundância de recursos naturais em África.
Diz o Banco Mundial que, atendendo ao volume de receitas provenientes
de minérios que estão a ser explorados em toda a região, os países de
África ricos em recursos terão, em consciência, de investir estes
novos ganhos em melhor saúde, mais educação, emprego e na redução da
pobreza dos seus povos, de forma a maximizar as perspectivas nacionais
de desenvolvimento.
Consumo e investimento
O consumo das famílias, que representa mais de 60 por cento do PIB em
África, manteve-se robusto em 2012. Esta tendência foi estimulada pela
queda da inflação, que desceu de 9,5 por cento em Janeiro 2012, para
7,6 por cento em Dezembro 2012; pela melhoria no acesso ao crédito,
por exemplo em Angola, Gana, Moçambique, África do Sul e Zâmbia; taxas
de juro mais baixas – por cada subida de juros registaram-se três
cortes; e uma retoma nos rendimentos agrícolas, graças a mais
favoráveis condições climatéricas em países como a Guiné, Mauritânia e
Níger, que todos tiveram melhores condições pluviais em comparação com
a safra do ano 2010/2011; e por um comportamento estável da entrada de
remessas, calculada em 24 mil milhões de euros em 2012 e 2011.
Um crescimento no fluxo de investimentos tem apoiado o desempenho do
crescimento da região. Em 2012, por exemplo, os fluxos líquidos de
capital privado para a região aumentaram 3,3 por cento, para um total
record de 41,7 mil milhões de euros; e os fluxos de investimento
directo estrangeiro para a região aumentaram 5,5 por cento em 2012,
atingindo 28,8 mil milhões de euros.
Perspectivas de crescimento
A publicação Africa's Pulse sugere que uma série de tendências
emergentes no continente poderão ajudar a transformar o seu actual
estádio de desenvolvimento nos próximos anos. Essas tendências incluem
a promessa de avultadas rendas da exploração mineira, a subida dos
rendimentos graças a uma espectacular expansão da produtividade
agrícola, a migração em larga escala de habitantes do interior para as
pequenas e grandes cidades de África, e um dividendo demográfico que
será potencialmente criado pela população jovem de África, que está em
rápido crescimento.
"Se forem devidamente aproveitadas para realizarem todo o seu
potencial, estas tendências contêm a promessa de maior crescimento,
muito menos pobreza e o acelerar, num futuro previsível, de uma
prosperidade partilhada nos países africanos", salienta Punam
Chuhan-Pole, co-autor da publicação Africa's Pulse e Economista-Chefe
Região África do Banco Mundial.
http://www.mundoportugues.org/content/1/11371/paises-africanos-crescem-compra-bens-alimentares-portugueses/
Marrocos, Argélia, Tunísia e África do Sul destacaram-se entre os
países africanos que não falam português nas compras de bens
portugueses, um acréscimo que acompanha o crescimento de algumas
economias subsarianas que deverá ser de 5 por cento em média até 2015.
Vinho, águas, leite, frutas, azeite, hortícolas e tabaco são os
produtos portugueses mais comprados.
As vendas internacionais portuguesas para países africanos não
falantes de língua portuguesa estão a crescer e os quatro maiores
importadores duplicaram em 2012 nestas aquisições de produtos
portugueses face a 2009. Marrocos, Argélia, Tunísia e África do Sul
foram responsáveis pela compra de 1,1 mil milhões de euros em 2012
quando em 2009, estas aquisições de produtos portugueses renderam
apenas 581 milhões de euros.
Entre os países africanos que não falam português, e no que concerne a
produtos agro-alimentares portugueses, Marrocos foi o país que mais
comprou em 2012: 460 milhões de euros. Os produtos da indústria
alimentar lideraram estas aquisições com a aquisição de 24,6 milhões
de euros (Marrocos comprava 215 milhões de euros em 2009), indústria
onde Marrocos compra tabaco em grandes quantidades (20,8 milhões de
euros) e frutas (1,5 milhões de euros). Entre os produtos do reino
animal, este país adquiriu 9,8 milhões de euros, divididos entre leite
e nata (7,4 milhões de euros) e manteiga (1,4 milhões de euros).
Entre este grupo de países, a Argélia foi o segundo país que mais
comprou produtos portugueses, com um valor de 427,7 milhões de euros
(a Argélia comprava apenas 197,4 milhões de euros em 2009). No que
concerne aos bens alimentares portugueses, os produtos da indústria
alimentar renderam 4,1 milhões de euros, sendo que os produtos
hortícolas preparados ocuparam uma quantia de 1,1 milhões de euros.
Entre os produtos do reino vegetal, que ocupam uma quantia de 1,6
milhões de euros, destaca-se a compra de produtos hortícolas (921 mil
euros) e frutas (595 mil euros).
Apesar de ser o terceiro país africano que mais compra a Portugal (114
milhões de euros em 2012), entre este conjunto de países, a Tunísia é
quem menos gasta em bens alimentares portugueses. Os bens alimentares
nacionais mais comprados pelos tunisinos a Portugal passa pelo leite e
nata concentrados (322 mil euros).
A África do Sul é o quarto país que mais compra a Portugal entre os
países africanos não falantes de português: 102 milhões de euros (em
2009, as compras a Portugal eram de 53 milhões de euros). Os produtos
da indústria alimentar atraíram 8,8 milhões de euros, sobretudo no que
diz respeito a tabaco (2,6 milhões de euros), preparações alimentícias
(1,7 milhões de euros), preparações de carne e peixe (1,3 milhões de
euros), preparações de cereais (1,1 milhões de euros) e vinhos e águas
(1,1 milhões de euros). As gorduras e óleos vegetais portugueses
também atraíram a atenção dos sul-africanos com um total de compras de
2,1 milhões de euros, entre óleos refinados (986 mil euros), azeite
(721 mil euros) e margarina (223 mil euros).
Entre os países africanos que não falam português, existem
crescimentos na importação de produtos portugueses em países que em
2009 apresentavam valores muito modestos na balança comercial com
Portugal. O Togo comprou 36 milhões de euros em 2012 quando em 2009
essas compras eram de 1,8 milhões de euros; o Malawi comprava apenas
596 mil euros em 2009 e em 2012, essas vendas já eram de 27 milhões de
euros.
Crescimento de 5 por cento
O crescimento económico na África Subsariana deverá cifrar-se em mais
de 5 por cento, em média, no período 2013-2015, em virtude dos
elevados preços mundiais das matérias-primas e dos gastos robustos dos
consumidores do continente, que assim garantem que a região se manterá
entre as de maior crescimento no mundo, segundo os dados da mais
recente edição de Africa's Pulse do Banco Mundial, uma análise bianual
das questões que determinam as perspectivas económicas de África.
Em 2012, cerca de um quarto dos países de África cresceram 7 por cento
ou mais e uma série de países africanos, nomeadamente a Serra Leoa,
Níger, Costa do Marfim, Libéria, Etiópia, Burkina Faso e Ruanda,
situam-se agora entre as nações de mais rápido crescimento do mundo.
O novo relatório do Banco Mundial prevê que as perspectivas de
crescimento a médio prazo se irão manter robustas e serão apoiadas por
uma gradual melhoria da economia mundial, preços sustentadamente
elevados das matérias-primas e maior investimento em infra-estruturas
regionais, comércio e crescimento dos negócios.
Minérios dão impulso
A publicação Africa's Pulse revela que recentes descobertas de
petróleo, gás natural, cobre e outros minérios estratégicos, e a
expansão de várias minas ou abertura de novas, em Moçambique, Níger,
Serra Leoa e Zâmbia, a par de uma melhor governação política e
económica, estão a sustentar um sólido crescimento económico em todo o
continente.
Olhando o futuro, prevê-se que em 2020 haverá apenas quatro ou cinco
países na região que não estejam envolvidos na exploração de algum
tipo de minério, tal é a abundância de recursos naturais em África.
Diz o Banco Mundial que, atendendo ao volume de receitas provenientes
de minérios que estão a ser explorados em toda a região, os países de
África ricos em recursos terão, em consciência, de investir estes
novos ganhos em melhor saúde, mais educação, emprego e na redução da
pobreza dos seus povos, de forma a maximizar as perspectivas nacionais
de desenvolvimento.
Consumo e investimento
O consumo das famílias, que representa mais de 60 por cento do PIB em
África, manteve-se robusto em 2012. Esta tendência foi estimulada pela
queda da inflação, que desceu de 9,5 por cento em Janeiro 2012, para
7,6 por cento em Dezembro 2012; pela melhoria no acesso ao crédito,
por exemplo em Angola, Gana, Moçambique, África do Sul e Zâmbia; taxas
de juro mais baixas – por cada subida de juros registaram-se três
cortes; e uma retoma nos rendimentos agrícolas, graças a mais
favoráveis condições climatéricas em países como a Guiné, Mauritânia e
Níger, que todos tiveram melhores condições pluviais em comparação com
a safra do ano 2010/2011; e por um comportamento estável da entrada de
remessas, calculada em 24 mil milhões de euros em 2012 e 2011.
Um crescimento no fluxo de investimentos tem apoiado o desempenho do
crescimento da região. Em 2012, por exemplo, os fluxos líquidos de
capital privado para a região aumentaram 3,3 por cento, para um total
record de 41,7 mil milhões de euros; e os fluxos de investimento
directo estrangeiro para a região aumentaram 5,5 por cento em 2012,
atingindo 28,8 mil milhões de euros.
Perspectivas de crescimento
A publicação Africa's Pulse sugere que uma série de tendências
emergentes no continente poderão ajudar a transformar o seu actual
estádio de desenvolvimento nos próximos anos. Essas tendências incluem
a promessa de avultadas rendas da exploração mineira, a subida dos
rendimentos graças a uma espectacular expansão da produtividade
agrícola, a migração em larga escala de habitantes do interior para as
pequenas e grandes cidades de África, e um dividendo demográfico que
será potencialmente criado pela população jovem de África, que está em
rápido crescimento.
"Se forem devidamente aproveitadas para realizarem todo o seu
potencial, estas tendências contêm a promessa de maior crescimento,
muito menos pobreza e o acelerar, num futuro previsível, de uma
prosperidade partilhada nos países africanos", salienta Punam
Chuhan-Pole, co-autor da publicação Africa's Pulse e Economista-Chefe
Região África do Banco Mundial.
http://www.mundoportugues.org/content/1/11371/paises-africanos-crescem-compra-bens-alimentares-portugueses/
CONFAGRI debate "Agricultura & Biodiversidade"
27-05-2013
CONFAGRI debate sobre "Agricultura & Biodiversidade"
A Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito
Agrícola de Portugal (CONFAGRI) vai estar estar presente, dia 28 de
Maio, terça-feira, na Mesa Redonda sobre "Agricultura &
Biodiversidade" promovida pelo BES e pelo semanário Expresso em
Lisboa.
O evento surge no âmbito da 7ª edição do Programa Futuro Sustentável e
tem como objectivo principal colocar a Sustentabilidade na agenda
nacional.
A recepção dos convidados decorre às 9:45 horas, no BES Arte &
Finança, praça de Marquês Pombal, seguindo-se às 10:00 horas a
apresentação de um estudo sobre Agricultura Sustentável, por Francisco
Mendes Palma, director da Espírito Santo Research. Seguem-se dois
painéis moderados por Virgílio Azevedo, redactor no semanário
Expresso.
O primeiro painel tem início pelas 10:20 horas e conta com a
participação de Mark Eckstein, representante da organização World Wide
Fund for Nature (WWF), Cátia Rosas, representante da Confederação
Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal
(CONFAGRI) e Ricardo Brito Paes da AJAP (presença a confirmar).
Após um coffee break, segue-se às 11:15 horas o segundo painel com a
apresentação de casos de estudo pelos representantes da The Fladgate
Partnership Vinho S.A. (presença a confirmar), da Fertiprado e da
Sociedade Agrícola Freixo do Meio.
A Mesa Redonda "Agricultura & Biodiversidade" decorre no dia 28 de
Maio de 2013, terça-feira, às 9:45 horas, no BES Arte & Finança, nº3
da Praça de Marquês de Pombal, em Lisboa.
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46548.aspx
CONFAGRI debate sobre "Agricultura & Biodiversidade"
A Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito
Agrícola de Portugal (CONFAGRI) vai estar estar presente, dia 28 de
Maio, terça-feira, na Mesa Redonda sobre "Agricultura &
Biodiversidade" promovida pelo BES e pelo semanário Expresso em
Lisboa.
O evento surge no âmbito da 7ª edição do Programa Futuro Sustentável e
tem como objectivo principal colocar a Sustentabilidade na agenda
nacional.
A recepção dos convidados decorre às 9:45 horas, no BES Arte &
Finança, praça de Marquês Pombal, seguindo-se às 10:00 horas a
apresentação de um estudo sobre Agricultura Sustentável, por Francisco
Mendes Palma, director da Espírito Santo Research. Seguem-se dois
painéis moderados por Virgílio Azevedo, redactor no semanário
Expresso.
O primeiro painel tem início pelas 10:20 horas e conta com a
participação de Mark Eckstein, representante da organização World Wide
Fund for Nature (WWF), Cátia Rosas, representante da Confederação
Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal
(CONFAGRI) e Ricardo Brito Paes da AJAP (presença a confirmar).
Após um coffee break, segue-se às 11:15 horas o segundo painel com a
apresentação de casos de estudo pelos representantes da The Fladgate
Partnership Vinho S.A. (presença a confirmar), da Fertiprado e da
Sociedade Agrícola Freixo do Meio.
A Mesa Redonda "Agricultura & Biodiversidade" decorre no dia 28 de
Maio de 2013, terça-feira, às 9:45 horas, no BES Arte & Finança, nº3
da Praça de Marquês de Pombal, em Lisboa.
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46548.aspx
Família da Nazaré empresta terreno a quem quiser fazer pequenas hortas
27.05.2013 14:25
Uma família da Nazaré está a emprestar terreno a quem queira fazer uma
pequena horta. A ideia é dividir a propriedade em lotes destinados
principalmente a famílias carenciadas, reformados ou jovens casais. As
inscrições abrem hoje e a única exigência é praticar agricultura
biológica, sem químicos.
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/05/27/familia-da-nazare-empresta-terreno-a-quem-quiser-fazer-pequenas-hortas
Uma família da Nazaré está a emprestar terreno a quem queira fazer uma
pequena horta. A ideia é dividir a propriedade em lotes destinados
principalmente a famílias carenciadas, reformados ou jovens casais. As
inscrições abrem hoje e a única exigência é praticar agricultura
biológica, sem químicos.
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/05/27/familia-da-nazare-empresta-terreno-a-quem-quiser-fazer-pequenas-hortas
"Temos clientes em Angola que compram queijo fresco por avião"
21 Maio 2013, 09:33 por Isabel Aveiro | ia@negocios.pt
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inShare
Em quatro anos, a Queijo Saloio passou a ter Angola como seu principal
destino de exportações. Uma parceria logística pode ser forjada em
breve
Fábrica de Torres Vedras | Quatro linhas produzem queijos até meio
quilo de peso. Em Abrantes fica a outra unidade.
"A exportação está com um crescimento bom. Neste momento, até ao dia
de hoje estamos com um crescimento de 41% desde o princípio do ano",
afirma Clara Moura Guedes enquanto examina os quadros nas folhas A4 à
sua frente.
A administradora-delegada da sociedade Queijo Saloio não disfarça
contudo a dimensão dos algarismo à sua frente: "Embora ainda
represente pouco, a nossa previsão é que até ao final do ano a
exportação represente 12% das vendas". Em 2012, recorda, as vendas
fora de Portugal pesaram 8% na facturação consolidada de 23 milhões de
euros. Com "crescimento muito diferenciado porque crescemos muito mais
fora da Europa", com Angola e Brasil a liderar o topo de destinos.
Como exportar mais então em 2013? "Estamos a começar com a Rússia -
temos um cliente, estamos em vias de começar com um segundo, de maior
dimensão - e com um cliente na Índia". Em ambos os países "o começo é
muito difícil - tanto na Rússia como na Índia demorámos dois anos para
começar. Com problemas burocráticos, sanitários. Isso foi bastante
moroso, mas finalmente lá se conseguiu".
Mas é em Angola que a administração da Queijo Saloio está "a prever um
crescimento muito forte". É lá que a Queijo Saloio tem "desde o final
do ano passado" um representante a gerir o negócio. "É o único país
onde temos um representante - era o que precisávamos de ter nos
outros. Porque é completamente diferente". Em quatro anos, o país
africano passou de residual para representativo de 15% das
exportações, ultrapassando a França na lista de destinos da Queijo
Saloio.
A empresa dona da marca Palhais está ainda a "alargar a distribuição"
local com "stockagem" e está a estudar "fazer uma parceria com alguém
que esteja lá com um entreposto de frio". É que "a logística é muito
mais cara" face aos destinos para os quais a empresa vende na Europa
(como Alemanha, França, Suíça, Luxemburgo, e Reino Unido).
O "transporte e a logística penalizam em termos de custo e de validade
dos produtos, de reacção, etc., porque fazemos vias marítimas e vias
aéreas com alguns clientes". Sim, reafirma Clara Moura Guedes, "temos
clientes que compram queijos frescos e requeijão para Angola por
avião".
A empresa, que há três anos acreditava poder vir mesmo a ter uma
fábrica em Angola, ainda mantêm o plano. Ou, pelo menos, a ideia.
"Continuamos com o nosso velho projecto, ainda não perdemos a
esperança", admite a gestora. "Ainda na semana passada tive acesso a
um programa de apoio à instalação de PME industriais lá que era
interessante. Até identificámos um parceiro na área da pecuária. Mas
nesta altura não podemos pensar nisso", reconhece.
Perguntas a Clara Moura Guedes
Administradora-delegada da Queijo Saloio
"Desejar um futuro interessante é uma maldição chinesa. O nosso está a
ficar interessante demais"
No mercado português, como está a crise a afectar as vendas?
O ano passado foi difícil. Desejar um futuro interessante é uma
maldição chinesa. Eu acho que o nosso, de Portugal, está a ficar
interessante demais.
Em 2012 qual é que foi a evolução das vendas?
Fechámos com 23 milhões de facturação em termos consolidados. Tivemos
uma quebra de aproximadamente 10% no total em vendas líquidas, que é o
drama. Este ano, em volume, estamos praticamente estáveis em relação
ao ano anterior, em que já tínhamos perdido, o que portanto não é
muito animador. Em valor estamos ligeiramente abaixo, cerca de 3%
abaixo.
Essa tendência irá manter-se para o final do ano?
Isso é bola de cristal, certo? Eu espero que não, mas não sei se
podemos acreditar nisso. Dependemos obviamente muito do consumo [no
mercado interno], mas somos uma empresa muito pequena - algumas coisas
que corram bem podem fazer a diferença. Mas evidentemente que se as
pessoas estão a consumir cada vez menos, é complicado do ponto de
vista das vendas. E do ponto de vista da rentabilidade é muito
complicado esta pressão comercial. Isto alguma vez terá de se
inverter, mas na questão da pressão, que haja algum bom senso e que
haja alguma regulamentação em breve.
Exportam 8% em valor ou em volume?
Em valor. E a vossa previsão para este ano é 12%.
De que forma é que isto está a afectar os resultados?
Muito. Porque temos uma dimensão pequenina. A questão da exportação de
certa forma contrabalança, mas não é tudo.
Ideias-chave
Estratégias que a Queijo Saloio tem seguido para combater a crise e a
queda do consumo em Portugal
1. Inovação
"A estratégia para sobreviver passa pela inovação. São produtos
diferentes e uma renovação de portefólio permanente. Tentar
exactamente que haja propostas pelas quais o consumidor esteja
disposto a atribuir-lhe algum valor acrescentado, quer seja
conveniência, sabor ou nutrição".
2. Exportação
"Por outro lado, a exportação, vender para fora". As vendas da Queijo
Saloio fora do território português ascenderam em 2012 a 8% da
facturação, de cerca de 23 milhões de euros em termos consolidados.
Este ano a meta é que a fasquia passe para os 12%.
3. Micronegócios
"Abrimos duas lojas de fábrica. Em cada fábrica, em Abrantes e Torres
Vedras, em conceito de 'outlet'. Abrimos as lojas há um ano e neste
momento as duas lojas são o nosso sétimo maior cliente". "Estamos a
tentar uma data de negócios deste tipo: distribuidores localizados de
outros produtos, para distribuírem dois ou três produtos nossos, e a
incorporação em cabazes".
4. "Refreshing" de produtos
Além de entregar a concepção de raiz do novo produto "Cool" a Ricardo
Mealha, a Queijo Saloio entregou ainda ao designer português o
"refreshing" da marca Palhais, que estará dentro de dois meses nas
lojas.
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/temos_clientes_em_angola_que_compram_queijo_fresco_por_aviao.html
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Em quatro anos, a Queijo Saloio passou a ter Angola como seu principal
destino de exportações. Uma parceria logística pode ser forjada em
breve
Fábrica de Torres Vedras | Quatro linhas produzem queijos até meio
quilo de peso. Em Abrantes fica a outra unidade.
"A exportação está com um crescimento bom. Neste momento, até ao dia
de hoje estamos com um crescimento de 41% desde o princípio do ano",
afirma Clara Moura Guedes enquanto examina os quadros nas folhas A4 à
sua frente.
A administradora-delegada da sociedade Queijo Saloio não disfarça
contudo a dimensão dos algarismo à sua frente: "Embora ainda
represente pouco, a nossa previsão é que até ao final do ano a
exportação represente 12% das vendas". Em 2012, recorda, as vendas
fora de Portugal pesaram 8% na facturação consolidada de 23 milhões de
euros. Com "crescimento muito diferenciado porque crescemos muito mais
fora da Europa", com Angola e Brasil a liderar o topo de destinos.
Como exportar mais então em 2013? "Estamos a começar com a Rússia -
temos um cliente, estamos em vias de começar com um segundo, de maior
dimensão - e com um cliente na Índia". Em ambos os países "o começo é
muito difícil - tanto na Rússia como na Índia demorámos dois anos para
começar. Com problemas burocráticos, sanitários. Isso foi bastante
moroso, mas finalmente lá se conseguiu".
Mas é em Angola que a administração da Queijo Saloio está "a prever um
crescimento muito forte". É lá que a Queijo Saloio tem "desde o final
do ano passado" um representante a gerir o negócio. "É o único país
onde temos um representante - era o que precisávamos de ter nos
outros. Porque é completamente diferente". Em quatro anos, o país
africano passou de residual para representativo de 15% das
exportações, ultrapassando a França na lista de destinos da Queijo
Saloio.
A empresa dona da marca Palhais está ainda a "alargar a distribuição"
local com "stockagem" e está a estudar "fazer uma parceria com alguém
que esteja lá com um entreposto de frio". É que "a logística é muito
mais cara" face aos destinos para os quais a empresa vende na Europa
(como Alemanha, França, Suíça, Luxemburgo, e Reino Unido).
O "transporte e a logística penalizam em termos de custo e de validade
dos produtos, de reacção, etc., porque fazemos vias marítimas e vias
aéreas com alguns clientes". Sim, reafirma Clara Moura Guedes, "temos
clientes que compram queijos frescos e requeijão para Angola por
avião".
A empresa, que há três anos acreditava poder vir mesmo a ter uma
fábrica em Angola, ainda mantêm o plano. Ou, pelo menos, a ideia.
"Continuamos com o nosso velho projecto, ainda não perdemos a
esperança", admite a gestora. "Ainda na semana passada tive acesso a
um programa de apoio à instalação de PME industriais lá que era
interessante. Até identificámos um parceiro na área da pecuária. Mas
nesta altura não podemos pensar nisso", reconhece.
Perguntas a Clara Moura Guedes
Administradora-delegada da Queijo Saloio
"Desejar um futuro interessante é uma maldição chinesa. O nosso está a
ficar interessante demais"
No mercado português, como está a crise a afectar as vendas?
O ano passado foi difícil. Desejar um futuro interessante é uma
maldição chinesa. Eu acho que o nosso, de Portugal, está a ficar
interessante demais.
Em 2012 qual é que foi a evolução das vendas?
Fechámos com 23 milhões de facturação em termos consolidados. Tivemos
uma quebra de aproximadamente 10% no total em vendas líquidas, que é o
drama. Este ano, em volume, estamos praticamente estáveis em relação
ao ano anterior, em que já tínhamos perdido, o que portanto não é
muito animador. Em valor estamos ligeiramente abaixo, cerca de 3%
abaixo.
Essa tendência irá manter-se para o final do ano?
Isso é bola de cristal, certo? Eu espero que não, mas não sei se
podemos acreditar nisso. Dependemos obviamente muito do consumo [no
mercado interno], mas somos uma empresa muito pequena - algumas coisas
que corram bem podem fazer a diferença. Mas evidentemente que se as
pessoas estão a consumir cada vez menos, é complicado do ponto de
vista das vendas. E do ponto de vista da rentabilidade é muito
complicado esta pressão comercial. Isto alguma vez terá de se
inverter, mas na questão da pressão, que haja algum bom senso e que
haja alguma regulamentação em breve.
Exportam 8% em valor ou em volume?
Em valor. E a vossa previsão para este ano é 12%.
De que forma é que isto está a afectar os resultados?
Muito. Porque temos uma dimensão pequenina. A questão da exportação de
certa forma contrabalança, mas não é tudo.
Ideias-chave
Estratégias que a Queijo Saloio tem seguido para combater a crise e a
queda do consumo em Portugal
1. Inovação
"A estratégia para sobreviver passa pela inovação. São produtos
diferentes e uma renovação de portefólio permanente. Tentar
exactamente que haja propostas pelas quais o consumidor esteja
disposto a atribuir-lhe algum valor acrescentado, quer seja
conveniência, sabor ou nutrição".
2. Exportação
"Por outro lado, a exportação, vender para fora". As vendas da Queijo
Saloio fora do território português ascenderam em 2012 a 8% da
facturação, de cerca de 23 milhões de euros em termos consolidados.
Este ano a meta é que a fasquia passe para os 12%.
3. Micronegócios
"Abrimos duas lojas de fábrica. Em cada fábrica, em Abrantes e Torres
Vedras, em conceito de 'outlet'. Abrimos as lojas há um ano e neste
momento as duas lojas são o nosso sétimo maior cliente". "Estamos a
tentar uma data de negócios deste tipo: distribuidores localizados de
outros produtos, para distribuírem dois ou três produtos nossos, e a
incorporação em cabazes".
4. "Refreshing" de produtos
Além de entregar a concepção de raiz do novo produto "Cool" a Ricardo
Mealha, a Queijo Saloio entregou ainda ao designer português o
"refreshing" da marca Palhais, que estará dentro de dois meses nas
lojas.
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/temos_clientes_em_angola_que_compram_queijo_fresco_por_aviao.html
III Workshop em Produção Animal
24 de Maio - 2013
Realiza-se nos próximos dias 6 e 7 de junho, na Escola Superior
Agrária de Santarém, o III Workshop em Produção Animal.
Durante o evento vão ser debatidos temas como "A produção de leite em
grandes vacarias: perspetiva de um ex-estudante da ESAS", "Gestão e
Conservação de Recursos Cinegéticos", Podemos recuperar uma raça a
partir de material criopreservado?" e "O desenvolvimento da
aquacultura e a necessidade de produção de alimento vivo em
piscicultura marinha: análise de um estudo de caso".
O Workshop será lecionado por Miguel Ramos, Luís Filipe Ferreira, Rosa
Lino Neto e João Gago. Para mais informações visite o site
http://si.esa.ipsantarem.pt/esa_si/web_page.inicial.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7320&bl=1
Realiza-se nos próximos dias 6 e 7 de junho, na Escola Superior
Agrária de Santarém, o III Workshop em Produção Animal.
Durante o evento vão ser debatidos temas como "A produção de leite em
grandes vacarias: perspetiva de um ex-estudante da ESAS", "Gestão e
Conservação de Recursos Cinegéticos", Podemos recuperar uma raça a
partir de material criopreservado?" e "O desenvolvimento da
aquacultura e a necessidade de produção de alimento vivo em
piscicultura marinha: análise de um estudo de caso".
O Workshop será lecionado por Miguel Ramos, Luís Filipe Ferreira, Rosa
Lino Neto e João Gago. Para mais informações visite o site
http://si.esa.ipsantarem.pt/esa_si/web_page.inicial.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7320&bl=1
Desenvolvimento Regional e Agricultura asseguram coordenação política do novo QREN
LUSA
26/05/2013 - 15:02
Apoios á agricultura mudam de mãos
A coordenação política operacional da negociação dos programas que vão
ser financiados pelo próximo quadro comunitário de apoio vai ser
entregue aos secretários de Estado do Desenvolvimento Regional e da
Agricultura.
Esta alteração decorre do facto do próximo quadro abranger cinco
fundos, juntando aos actuais fundos de coesão (Fundo de
Desenvolvimento Regional (FEDER), Fundo de Coesão e Fundo Social
Europeu (FSE)), o Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural
(FEADER) e o Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas
(FEAMP).
A arquitectura dos programas operacionais para o ciclo 2014-2020 e as
principais linhas de intervenção dos fundos europeus estruturais estão
definidas numa resolução do conselho de ministros publicada a 20 de
maio que estipula também a quem compete a programação e negociação dos
programas.
A estrutura operacional está dividida em quatro programas operacionais
(PO) (competitividade e internacionalização; inclusão social e
emprego; capital humano; sustentabilidade e eficiência no uso de
recursos), cinco PO regionais para o Continente (Norte, Centro,
Lisboa, Alentejo e Algarve) e mais dois para as regiões autónomas.
O documento salienta que deve ser reforçada a coordenação e integração
entre fundos comunitários e que este reforço passa pela definição de
um modelo de governação que assegure uma articulação eficaz entre a
aplicação dos diversos fundos e políticas públicas estruturais.
"A complementaridade da intervenção do FEADER e FEAMP com os fundos da
política de coesão é assegurada por forma a garantir que não existem
nem sobreposições de elegibilidades nem investimentos prioritários
excluídos do acesso aos fundos, não obstante a impossibilidade
regulamentar de programação conjunta", acrescenta o diploma.
A elaboração das propostas de PO a submeter ao Governo e a posterior
articulação da negociação com a Comissão Europeia vai estar a cargo de
um grupo de trabalho (GT 2020) que integra o secretário de Estado do
Desenvolvimento Regional e oito representantes de vários ministérios.
A entrada em pleno funcionamento dos instrumentos de programação
2014-2020 está dependente dos calendários de negociação e aprovação da
regulamentação comunitária.
http://www.publico.pt/economia/noticia/desenvolvimento-regional-e-agricultura-asseguram-coordenacao-politica-do-novo-qren-1595562
26/05/2013 - 15:02
Apoios á agricultura mudam de mãos
A coordenação política operacional da negociação dos programas que vão
ser financiados pelo próximo quadro comunitário de apoio vai ser
entregue aos secretários de Estado do Desenvolvimento Regional e da
Agricultura.
Esta alteração decorre do facto do próximo quadro abranger cinco
fundos, juntando aos actuais fundos de coesão (Fundo de
Desenvolvimento Regional (FEDER), Fundo de Coesão e Fundo Social
Europeu (FSE)), o Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural
(FEADER) e o Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas
(FEAMP).
A arquitectura dos programas operacionais para o ciclo 2014-2020 e as
principais linhas de intervenção dos fundos europeus estruturais estão
definidas numa resolução do conselho de ministros publicada a 20 de
maio que estipula também a quem compete a programação e negociação dos
programas.
A estrutura operacional está dividida em quatro programas operacionais
(PO) (competitividade e internacionalização; inclusão social e
emprego; capital humano; sustentabilidade e eficiência no uso de
recursos), cinco PO regionais para o Continente (Norte, Centro,
Lisboa, Alentejo e Algarve) e mais dois para as regiões autónomas.
O documento salienta que deve ser reforçada a coordenação e integração
entre fundos comunitários e que este reforço passa pela definição de
um modelo de governação que assegure uma articulação eficaz entre a
aplicação dos diversos fundos e políticas públicas estruturais.
"A complementaridade da intervenção do FEADER e FEAMP com os fundos da
política de coesão é assegurada por forma a garantir que não existem
nem sobreposições de elegibilidades nem investimentos prioritários
excluídos do acesso aos fundos, não obstante a impossibilidade
regulamentar de programação conjunta", acrescenta o diploma.
A elaboração das propostas de PO a submeter ao Governo e a posterior
articulação da negociação com a Comissão Europeia vai estar a cargo de
um grupo de trabalho (GT 2020) que integra o secretário de Estado do
Desenvolvimento Regional e oito representantes de vários ministérios.
A entrada em pleno funcionamento dos instrumentos de programação
2014-2020 está dependente dos calendários de negociação e aprovação da
regulamentação comunitária.
http://www.publico.pt/economia/noticia/desenvolvimento-regional-e-agricultura-asseguram-coordenacao-politica-do-novo-qren-1595562
Douro Superior quer tornar-se referência na promoção vinícola do país
A cidade de Vila Nova de Foz Côa pretende afirmar-se a cada ano como a
"Capital do Vinho" na região do Douro Superior, apostando para o
efeito em certames temáticos dedicados a este segmento de marcado.
A pretensão foi justificada pela organização do Festival do Vinho do
Douro Superior, que viu este ano o número de expositores aumentar em
mais de 25 % face à edição de 2012, para um total de mais de 70
produtores oriundos de sete concelhos daquela sub-região vinícola
integrada da Região Demarcada do Douro.
"Esta é uma aposta ganha, já que os números do primeiro festival foram
plenamente ultrapassados, o que nos deixa vontade de continuar", disse
à lusa o presidente da Câmara de Foz Côa, Gustavo Duarte.
Agência Lusa
http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/douro-superior-quer-tornar-se-referencia-na-promocao-vinicola-do-pais_16185764.html
"Capital do Vinho" na região do Douro Superior, apostando para o
efeito em certames temáticos dedicados a este segmento de marcado.
A pretensão foi justificada pela organização do Festival do Vinho do
Douro Superior, que viu este ano o número de expositores aumentar em
mais de 25 % face à edição de 2012, para um total de mais de 70
produtores oriundos de sete concelhos daquela sub-região vinícola
integrada da Região Demarcada do Douro.
"Esta é uma aposta ganha, já que os números do primeiro festival foram
plenamente ultrapassados, o que nos deixa vontade de continuar", disse
à lusa o presidente da Câmara de Foz Côa, Gustavo Duarte.
Agência Lusa
http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/douro-superior-quer-tornar-se-referencia-na-promocao-vinicola-do-pais_16185764.html
Marcha de 50 pessoas no Porto contra multinacional norte-americana Monsanto
Lusa25 Mai, 2013, 21:30
Cerca de meia centena de pessoas concentraram-se hoje, no Porto, numa
iniciativa contra a Monsanto, indústria multinacional de agricultura e
biotecnologia, dos Estados Unidos.
O protesto, que dá pelo nome de "Marcha Global contra a Monsanto -
March Against Monsanto", estava marcado para hoje em quatro centenas
de cidades espalhadas por todo o mundo. Em Portugal, estavam agendadas
iniciativas para as cidades da Horta e Ponta Delgada (Açores), Lisboa
e Porto.
No Porto, os responsáveis por esta iniciativa juntaram-se por volta
das 14 horas, na Praça do Marquês, mas a marcha até à baixa portuense
só teve início a meio da tarde.
À agência Lusa, um dos apoiantes desta iniciativa, Luís Ferreira,
explicou que "a preocupação essencial é com a saúde das pessoas",
apelidando o movimento que acompanhou esta marcha de "pacífico mas não
passivo".
"Hoje em dia, a saúde das pessoas é afetada por fatores para os quais
as pessoas estão completamente alheias. O poderio dos grandes grupos
financeiros traduz-se em áreas centrais da vida das pessoas. A
Monsanto é um desses casos. É uma empresa que produz sementes
geneticamente alteradas e herbicidas que prejudicam a saúde das
pessoas", acusou.
"Existem estudos independentes que provam que estes produtos afetam a
saúde das pessoas. Mas existem lobbies financeiros e exercícios de
advogados que conseguem impor-se no mercado", defendeu Luís Ferreira.
Outro dos temas que mobilizou este protesto prende-se com o debate que
tem estado sobre a mesa em sede de União Europeia sobre eventuais
restrições à reprodução, cultivo e troca livre de sementes.
Os simpatizantes do movimento mundial "Marcha Global contra a Monsanto
- March Against Monsanto" estão contra esta diretiva, considerando que
poderá comprometer a "subsistência dos pequenos agricultores" que,
segundo disseram hoje no Porto, "até para distribuir sementes a título
gratuito terão de efetuar um registo". "Isso é dar cabo da pequena
agricultura", concluíram.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=654222&tm=8&layout=121&visual=49
Cerca de meia centena de pessoas concentraram-se hoje, no Porto, numa
iniciativa contra a Monsanto, indústria multinacional de agricultura e
biotecnologia, dos Estados Unidos.
O protesto, que dá pelo nome de "Marcha Global contra a Monsanto -
March Against Monsanto", estava marcado para hoje em quatro centenas
de cidades espalhadas por todo o mundo. Em Portugal, estavam agendadas
iniciativas para as cidades da Horta e Ponta Delgada (Açores), Lisboa
e Porto.
No Porto, os responsáveis por esta iniciativa juntaram-se por volta
das 14 horas, na Praça do Marquês, mas a marcha até à baixa portuense
só teve início a meio da tarde.
À agência Lusa, um dos apoiantes desta iniciativa, Luís Ferreira,
explicou que "a preocupação essencial é com a saúde das pessoas",
apelidando o movimento que acompanhou esta marcha de "pacífico mas não
passivo".
"Hoje em dia, a saúde das pessoas é afetada por fatores para os quais
as pessoas estão completamente alheias. O poderio dos grandes grupos
financeiros traduz-se em áreas centrais da vida das pessoas. A
Monsanto é um desses casos. É uma empresa que produz sementes
geneticamente alteradas e herbicidas que prejudicam a saúde das
pessoas", acusou.
"Existem estudos independentes que provam que estes produtos afetam a
saúde das pessoas. Mas existem lobbies financeiros e exercícios de
advogados que conseguem impor-se no mercado", defendeu Luís Ferreira.
Outro dos temas que mobilizou este protesto prende-se com o debate que
tem estado sobre a mesa em sede de União Europeia sobre eventuais
restrições à reprodução, cultivo e troca livre de sementes.
Os simpatizantes do movimento mundial "Marcha Global contra a Monsanto
- March Against Monsanto" estão contra esta diretiva, considerando que
poderá comprometer a "subsistência dos pequenos agricultores" que,
segundo disseram hoje no Porto, "até para distribuir sementes a título
gratuito terão de efetuar um registo". "Isso é dar cabo da pequena
agricultura", concluíram.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=654222&tm=8&layout=121&visual=49
Vinho do Porto: 2011 a caminho de ser o ano da maior declaração vintage de sempre
Lusa
8:08 Domingo, 26 de maio de 2013
Porto, 26 mai (Lusa) -- O ano de 2011 poderá vir a ser o da maior
declaração vintage de sempre no vinho do Porto, dado o caráter
excecional da produção na Região Demarcada do Douro.
Algumas companhias já avançaram com a declaração: A Sogrape declarou
2011 como ano vintage ainda em março e várias outras empresas
seguiram-lhe o exemplo em abril e já este mês, tais como a Taylors, de
David Guimaraens, a Sogevinus, o grupo Symington ou a Real Companhia
Velha.
"Neste momento, devemos estar mais ou menos em cima do melhor ano
nesse capítulo, que foi 2007", em que ocorreu a maior declaração
vintage até à data, disse à agência Lusa o presidente do Instituto dos
Vindos do Douro e Porto (IVDP), Manuel Cabral.
http://expresso.sapo.pt/vinho-do-porto-2011-a-caminho-de-ser-o-ano-da-maior-declaracao-vintage-de-sempre=f809664
8:08 Domingo, 26 de maio de 2013
Porto, 26 mai (Lusa) -- O ano de 2011 poderá vir a ser o da maior
declaração vintage de sempre no vinho do Porto, dado o caráter
excecional da produção na Região Demarcada do Douro.
Algumas companhias já avançaram com a declaração: A Sogrape declarou
2011 como ano vintage ainda em março e várias outras empresas
seguiram-lhe o exemplo em abril e já este mês, tais como a Taylors, de
David Guimaraens, a Sogevinus, o grupo Symington ou a Real Companhia
Velha.
"Neste momento, devemos estar mais ou menos em cima do melhor ano
nesse capítulo, que foi 2007", em que ocorreu a maior declaração
vintage até à data, disse à agência Lusa o presidente do Instituto dos
Vindos do Douro e Porto (IVDP), Manuel Cabral.
http://expresso.sapo.pt/vinho-do-porto-2011-a-caminho-de-ser-o-ano-da-maior-declaracao-vintage-de-sempre=f809664
“Alqueva uma nova terra de água”
Ana Elias de Freitas - 23/05/2013 - 07:03 - Imprimir
________________________________
A nova imagem de Alqueva foi divulgada ontem. As novidades foram
reveladas na sessão de apresentação da "Estratégia e Suportes de
Comunicação para Promoção do Potencial Agrícola de Alqueva", pela
EDIA.
João Basto sobre nova imagem de Alqueva
João Basto sobre conceito da nova imagem de Alqueva
João Basto, presidente do Conselho de Administração da EDIA, explicou
os motivos que levaram a apostar numa nova imagem para Alqueva.
João Basto esclareceu que a necessidade de criar uma nova imagem foi
identificada ao longo do processo de promoção da região e da sua
componente agrícola no exterior. Acrescentou que a região tem inúmeros
factores de diferenciação, principalmente na garantia da água para a
produção e regadio e que era necessária uma estratégia de maior
sucesso, articulando com todos os seus atributos uma imagem forte.
João Basto revelou também o que significa a nova imagem de Alqueva e o
que procura transmitir.
Esta nova imagem de Alqueva frisou procura responder de forma gráfica
simples, aos elementos que fazem a diferença em Alqueva, ou seja a
combinação da qualidade do solo e do sol, das horas de luz e radiação
solar, com a garantia de Alqueva. Tudo isto esclareceu, devidamente
associado gera uma nova vida, uma nova terra geradora de novas
oportunidades de regadio e de riqueza na região.
João Basto disse ainda, que esta nova imagem reforça o logótipo,
bilingue, sendo em português "Alqueva uma nova terra de água" e em
inglês "Frech new land", assim como o simbolismo subjacente ao
conceito.
Dois meses foi o tempo que levou a criar a nova imagem de Alqueva, que
para o presidente do Conselho de Administração da EDIA significa maior
atractividade e reconhecimento do seu potencial.
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=152
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A nova imagem de Alqueva foi divulgada ontem. As novidades foram
reveladas na sessão de apresentação da "Estratégia e Suportes de
Comunicação para Promoção do Potencial Agrícola de Alqueva", pela
EDIA.
João Basto sobre nova imagem de Alqueva
João Basto sobre conceito da nova imagem de Alqueva
João Basto, presidente do Conselho de Administração da EDIA, explicou
os motivos que levaram a apostar numa nova imagem para Alqueva.
João Basto esclareceu que a necessidade de criar uma nova imagem foi
identificada ao longo do processo de promoção da região e da sua
componente agrícola no exterior. Acrescentou que a região tem inúmeros
factores de diferenciação, principalmente na garantia da água para a
produção e regadio e que era necessária uma estratégia de maior
sucesso, articulando com todos os seus atributos uma imagem forte.
João Basto revelou também o que significa a nova imagem de Alqueva e o
que procura transmitir.
Esta nova imagem de Alqueva frisou procura responder de forma gráfica
simples, aos elementos que fazem a diferença em Alqueva, ou seja a
combinação da qualidade do solo e do sol, das horas de luz e radiação
solar, com a garantia de Alqueva. Tudo isto esclareceu, devidamente
associado gera uma nova vida, uma nova terra geradora de novas
oportunidades de regadio e de riqueza na região.
João Basto disse ainda, que esta nova imagem reforça o logótipo,
bilingue, sendo em português "Alqueva uma nova terra de água" e em
inglês "Frech new land", assim como o simbolismo subjacente ao
conceito.
Dois meses foi o tempo que levou a criar a nova imagem de Alqueva, que
para o presidente do Conselho de Administração da EDIA significa maior
atractividade e reconhecimento do seu potencial.
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=152
Parlamento vai ouvir Governo sobre incêndios florestais
22-05-2013
O Governo vai ser ouvido na comissão parlamentar de Agricultura e Mar
a propósito dos incêndios florestais, por proposta do Partido
Socialista, adiantou à Lusa o presidente da comissão, Vasco Cunha.
O deputado socialista Miguel Freitas anunciou na semana passada que o
PS iria chamar a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, à
Assembleia da República, considerando que o Governo está a investir
pouco na prevenção dos incêndios florestais e a gerar instabilidade em
todo o sistema.
Os deputados aprovaram o requerimento do PS por unanimidade, adiantou
o presidente da comissão parlamentar de Agricultura e Mar, Vasco
Cunha. O PSD fez uma recomendação para que, em vez da ministra, seja
chamado o secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural,
Francisco Gomes da Silva, que mereceu o acordo do PS.
Também na mesma reunião da comissão de Agricultura, os deputados do
PSD e do CDS chumbaram o pedido do Bloco de Esquerda para ouvir o
ministro das Finanças, Vítor Gaspar, sobre a falta de pagamento de
salários a trabalhadores da Casa do Douro. O requerimento do BE teve
os votos dos partidos da maioria e a abstenção do PS, adiantou à Lusa
Vasco Cunha.
No requerimento entregue na comissão de Agricultura e Mar, o BE
referia que a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, «adiantou por
várias vezes que seria encontrada uma solução para evitar a
insolvência da Casa do Douro», com uma dívida ao Estado de 120 milhões
de euros, e «para a regularização dos salários em atraso», situação
que afecta 25 trabalhadores da instituição, que estão há mais de 30
meses sem receber ordenado.
Em audição nesta comissão parlamentar, a governante «indicou que o
ministro das Finanças é o responsável para a resolução desta
situação», acrescenta o pedido dos deputados do Bloco. De acordo com
Vasco Cunha, PSD e CDS defenderam que o problema da Casa do Douro «é
mais global que a questão dos salários em atraso, que, aliás, toda a
gente reconheceu ser um problema essencial».
Os deputados do PS consideraram que «este é um problema político do
Ministério da Agricultura, no qual o Ministério das Finanças é chamado
a intervir para a solução global», relatou o presidente da comissão.
Contactado pela Lusa, o líder parlamentar do Bloco, Pedro Filipe
Soares, acusou os partidos da maioria de criarem «uma cortina de fumo
para que não se chegue a nenhuma conclusão sobre os problemas da Casa
do Douro», referindo que PSD e CDS «parecem não ter ouvido a própria
ministra, que na audição na comissão parlamentar disse para fazermos
as perguntas ao Ministério das Finanças».
Fonte: Lusa
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46510.aspx
O Governo vai ser ouvido na comissão parlamentar de Agricultura e Mar
a propósito dos incêndios florestais, por proposta do Partido
Socialista, adiantou à Lusa o presidente da comissão, Vasco Cunha.
O deputado socialista Miguel Freitas anunciou na semana passada que o
PS iria chamar a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, à
Assembleia da República, considerando que o Governo está a investir
pouco na prevenção dos incêndios florestais e a gerar instabilidade em
todo o sistema.
Os deputados aprovaram o requerimento do PS por unanimidade, adiantou
o presidente da comissão parlamentar de Agricultura e Mar, Vasco
Cunha. O PSD fez uma recomendação para que, em vez da ministra, seja
chamado o secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural,
Francisco Gomes da Silva, que mereceu o acordo do PS.
Também na mesma reunião da comissão de Agricultura, os deputados do
PSD e do CDS chumbaram o pedido do Bloco de Esquerda para ouvir o
ministro das Finanças, Vítor Gaspar, sobre a falta de pagamento de
salários a trabalhadores da Casa do Douro. O requerimento do BE teve
os votos dos partidos da maioria e a abstenção do PS, adiantou à Lusa
Vasco Cunha.
No requerimento entregue na comissão de Agricultura e Mar, o BE
referia que a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, «adiantou por
várias vezes que seria encontrada uma solução para evitar a
insolvência da Casa do Douro», com uma dívida ao Estado de 120 milhões
de euros, e «para a regularização dos salários em atraso», situação
que afecta 25 trabalhadores da instituição, que estão há mais de 30
meses sem receber ordenado.
Em audição nesta comissão parlamentar, a governante «indicou que o
ministro das Finanças é o responsável para a resolução desta
situação», acrescenta o pedido dos deputados do Bloco. De acordo com
Vasco Cunha, PSD e CDS defenderam que o problema da Casa do Douro «é
mais global que a questão dos salários em atraso, que, aliás, toda a
gente reconheceu ser um problema essencial».
Os deputados do PS consideraram que «este é um problema político do
Ministério da Agricultura, no qual o Ministério das Finanças é chamado
a intervir para a solução global», relatou o presidente da comissão.
Contactado pela Lusa, o líder parlamentar do Bloco, Pedro Filipe
Soares, acusou os partidos da maioria de criarem «uma cortina de fumo
para que não se chegue a nenhuma conclusão sobre os problemas da Casa
do Douro», referindo que PSD e CDS «parecem não ter ouvido a própria
ministra, que na audição na comissão parlamentar disse para fazermos
as perguntas ao Ministério das Finanças».
Fonte: Lusa
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46510.aspx
domingo, 26 de maio de 2013
Seminário Internacional sobre Agricultura
O Banco Espírito Santo e a EDIA " Empresa de Desenvolvimento e
Infra-Estruturas do Alqueva, S.A. têm em curso um programa de captação
de investimento estrangeiro agrícola e agroindustrial para a região do
Alqueva. A parceria de promoção do potencial de Alqueva prevê a
organização de um road-show junto de mercados estratégicos ao longo de
2013, e que foi iniciado em Abril " Brasil, Alemanha e Espanha -, no
âmbito do qual se inclui a organização conjunta de um seminário
internacional que irá decorrer no Palacete do Hotel Tivoli, em Lisboa,
a 24 de Maio, seguido de uma visita, dia 25, aos principais
equipamentos e explorações agrícolas de Alqueva.
No âmbito do seminário "Investir no Potencial Agrícola do Alqueva:
oportunidade única a nível europeu" está prevista a vinda a Portugal
de cerca de 30 investidores da Alemanha, Holanda, França, Espanha,
África do Sul e Angola para lhes apresentar o potencial produtivo e de
negócio da região, tirando partido da garantia de água de Alqueva. A
estes convidados internacionais juntam-se empresários agrícolas e
parceiros nacionais, alguns dos quais já com investimentos relevantes
na região e responsáveis pelo elevado sucesso do maior projeto de
regadio em construção na Europa.
Este encontro contará com a presença da Ministra da Agricultura, do
Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, do
Conselheiro Especial de Agricultura da Comissão Europeia, José Manuel
Silva, do presidente da EDIA, João Basto, do presidente da AICEP,
Pedro Reis, e do presidente do BES, Ricardo Salgado.
Para ilustrar o enorme potencial da região de Alqueva serão
apresentadas e discutidas em mesa redonda as experiências de quatro
empresas agrícolas com projetos de elevada ambição e desempenho. Será
dado a conhecer o projeto da Herdade do Vale da Rosa, um projeto
pioneiro e de excelência que produz uva de mesa sem grainha em 230 ha,
que já exporta 35% da sua produção para todo o mundo. A Macfarlam &
Smith apresentará o seu projeto de produção de papoila para extração
de morfina e os seus planos para atingir 6.500 ha em Alqueva e
instalar uma unidade de transformação. Será apresentado o mais recente
investimento estrangeiro na região na área hortofrutícola, pelo grupo
'Vergers du Soleil', exclusivamente dedicado à exportação. A completar
o painel, José Saramago de Brito partilhará a sua experiência de
reconversão de agricultor de sequeiro em regadio, e de que forma os
agricultores da região estão preparados para corresponder a qualquer
desafio no desenvolvimento com sucesso de novas culturas. Os
anfitriões serão a EDIA - sociedade anónima de capitais exclusivamente
públicos centrada na gestão e rentabilização do Empreendimento de Fins
Múltiplos de Alqueva - e o BES - banco português que tem um
posicionamento de liderança no apoio à agricultura e que oferece
produtos e serviços financeiros vocacionados para empresas do setor.
Este encontro tem ainda o apoio da AICEP e do Expresso, e o Alto
Patrocínio do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do
Ordenamento do Território
A barragem de Alqueva é o maior reservatório de água da Europa e um
dos maiores importantes projetos hidroagrícolas a nível europeu. A
agricultura que se implantar nesta região conta com 23 barragens, 37
estações elevatórias, 1.577 km de condutas de água, e que beneficiarão
mais de 8.000 proprietários. Há um enorme potencial produtivo por
desenvolver, tanto a nível das explorações agrícolas, como da fixação
de novas agroindústrias, fundamentais para a sustentabilidade do
empreendimento e para a geração de valor acrescentado na região.
23-05-2013
Colaborador
http://www.adefesa.org/noticia.php?codigo=3066
Infra-Estruturas do Alqueva, S.A. têm em curso um programa de captação
de investimento estrangeiro agrícola e agroindustrial para a região do
Alqueva. A parceria de promoção do potencial de Alqueva prevê a
organização de um road-show junto de mercados estratégicos ao longo de
2013, e que foi iniciado em Abril " Brasil, Alemanha e Espanha -, no
âmbito do qual se inclui a organização conjunta de um seminário
internacional que irá decorrer no Palacete do Hotel Tivoli, em Lisboa,
a 24 de Maio, seguido de uma visita, dia 25, aos principais
equipamentos e explorações agrícolas de Alqueva.
No âmbito do seminário "Investir no Potencial Agrícola do Alqueva:
oportunidade única a nível europeu" está prevista a vinda a Portugal
de cerca de 30 investidores da Alemanha, Holanda, França, Espanha,
África do Sul e Angola para lhes apresentar o potencial produtivo e de
negócio da região, tirando partido da garantia de água de Alqueva. A
estes convidados internacionais juntam-se empresários agrícolas e
parceiros nacionais, alguns dos quais já com investimentos relevantes
na região e responsáveis pelo elevado sucesso do maior projeto de
regadio em construção na Europa.
Este encontro contará com a presença da Ministra da Agricultura, do
Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, do
Conselheiro Especial de Agricultura da Comissão Europeia, José Manuel
Silva, do presidente da EDIA, João Basto, do presidente da AICEP,
Pedro Reis, e do presidente do BES, Ricardo Salgado.
Para ilustrar o enorme potencial da região de Alqueva serão
apresentadas e discutidas em mesa redonda as experiências de quatro
empresas agrícolas com projetos de elevada ambição e desempenho. Será
dado a conhecer o projeto da Herdade do Vale da Rosa, um projeto
pioneiro e de excelência que produz uva de mesa sem grainha em 230 ha,
que já exporta 35% da sua produção para todo o mundo. A Macfarlam &
Smith apresentará o seu projeto de produção de papoila para extração
de morfina e os seus planos para atingir 6.500 ha em Alqueva e
instalar uma unidade de transformação. Será apresentado o mais recente
investimento estrangeiro na região na área hortofrutícola, pelo grupo
'Vergers du Soleil', exclusivamente dedicado à exportação. A completar
o painel, José Saramago de Brito partilhará a sua experiência de
reconversão de agricultor de sequeiro em regadio, e de que forma os
agricultores da região estão preparados para corresponder a qualquer
desafio no desenvolvimento com sucesso de novas culturas. Os
anfitriões serão a EDIA - sociedade anónima de capitais exclusivamente
públicos centrada na gestão e rentabilização do Empreendimento de Fins
Múltiplos de Alqueva - e o BES - banco português que tem um
posicionamento de liderança no apoio à agricultura e que oferece
produtos e serviços financeiros vocacionados para empresas do setor.
Este encontro tem ainda o apoio da AICEP e do Expresso, e o Alto
Patrocínio do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do
Ordenamento do Território
A barragem de Alqueva é o maior reservatório de água da Europa e um
dos maiores importantes projetos hidroagrícolas a nível europeu. A
agricultura que se implantar nesta região conta com 23 barragens, 37
estações elevatórias, 1.577 km de condutas de água, e que beneficiarão
mais de 8.000 proprietários. Há um enorme potencial produtivo por
desenvolver, tanto a nível das explorações agrícolas, como da fixação
de novas agroindústrias, fundamentais para a sustentabilidade do
empreendimento e para a geração de valor acrescentado na região.
23-05-2013
Colaborador
http://www.adefesa.org/noticia.php?codigo=3066
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