terça-feira, 30 de julho de 2013

Vinhos do Tejo exportam 44% da produção

DISTRIBUIÇÃO



por Ana Santos GomesHoje5 comentários

Fotografia © Júlio Pimentel

Em quatro anos, a região vitivinícola do Tejo duplicou o seu índice
exportador. A próxima meta é exportar 50% da produção

Foi para a Suécia que viajaram no ano passado grande parte dos
carregamentos de garrafas de vinhos regionais do Tejo comercializadas
para mercados externos. A Suécia é, atualmente, o principal destino
das exportações de vinho da região, liderando uma lista onde figuram
também Angola, China, Brasil, Inglaterra e Polónia.

"Entre 2008 e 2012 duplicámos as exportações, que representam agora
44% da nossa produção certificada", confirma João Silvestre,
secretário-geral da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) Tejo.

Só no ano passado, a região produziu 63 milhões de litros de vinho a
partir dos seus 19 000 hectares de vinha e a venda de garrafas para os
mercados externos é uma prioridade assumida. "O nosso objetivo é
exportar metade da produção e estamos a trabalhar para isso, com bons
índices de crescimento", adianta João Silvestre. A CVR Tejo
identificou a Rússia, o Brasil, a China e os Estados Unidos da América
como os quatro destinos prioritários das ações de promoção dos vinhos
da região.

A viver dias de crescimento acima da média de mercado está também a
região da Península de Setúbal, com uma produção média anual de 40
milhões de litros de vinho. No ano passado, foi também esta a terceira
região que mais vinho exportou para mercados fora da União Europeia,
destacando-se a Suécia, a Holanda, o Reino Unido e a Alemanha entre os
principais destinos de vendas em mercados não comunitários. "Só em
2012 esta região exportou 34% do seu vinho certificado, o que nos
permite criar fundadas expectativas num futuro risonho", admite
Henrique Soares, presidente da CVR da Península de Setúbal. "Esta é
também uma das regiões que mais exporta para Angola, Brasil, Canadá,
Estados Unidos da América e China", assegura Henrique Soares,
reconhecendo que a entrada nestes mercados representa um potencial de
crescimento muito relevante.

Com uma quota de mercado nacional de 12,5% no primeiro semestre deste
ano, a região vitivinícola da Península de Setúbal aposta no
equilíbrio entre vinha nova, vinha madura e vinha velha para obter uma
produção diferenciada, conseguindo ser já a região que mais cresceu na
última década.

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3348790

Viticultores consideram insuficiente aumento do benefício para as 100.000 pipas

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
11:38 Segunda feira, 29 de Julho de 2013 |


Peso da Régua, 29 jul (Lusa) -- A Associação dos Vitivinicultores
Independentes do Douro (AVIDouro) afirmou hoje que as 100.000 pipas a
transformar em vinho do Porto nesta vindima são insuficientes para
repor o rendimento dos lavradores durienses, pelo que mantém o
protesto agendado para quarta-feira.

"É manifestamente insuficiente. Nem de longe nem de perto vem
satisfazer as necessidades de repor o rendimento aos viticultores",
afirmou a dirigente da AVIDouro, Berta Santos.

O conselho interprofissional do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto
(IVDP) fixou em 100.000 o número de pipas (550 litros cada) a
beneficiar nesta vindima (quantidade de mosto que cada viticultor pode
destinar à produção de vinho do Porto).


http://visao.sapo.pt/viticultores-consideram-insuficiente-aumento-do-beneficio-para-as-100000-pipas=f743285

Plantações intensivas na floresta: Deputados respondem afirmativamente ao apelo público

O diploma de acções de arborização e rearborização será chamado ao parlamento

Em resposta ao apelo público lançada na semana passada pelas
organizações subscritoras da carta "É necessário travar a
desregulamentação radical das plantações intensivas na floresta",
deputados de vários grupos parlamentares expressaram o seu apoio à
iniciativa conjunta, tendo-se este apoio materializado com a
apresentação de um pedido de Apreciação Parlamentar e com o pedido de
audição do secretário de Estado das Florestas no Parlamento para
discutir o Decreto-Lei. O primeiro pedido foi da iniciativa do grupo
parlamentar do Partido Comunista Português enquanto o segundo foi de
iniciativa do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda.

As organizações congratulam-se com estes pedidos que vão de encontro
às preocupações expressas no apelo público lançado na semana passada e
esperam que estas iniciativas a nível do Parlamento levem ao início de
um processo de discussão sério e aberto sobre este diploma
potencialmente desastroso para o país.

O Decreto-Lei 96/2013, de 19 de Julho, revoga várias legislações que
contêm condicionantes ambientais importantes e imprescindíveis para a
defesa da floresta, do território e da natureza como o 565/99 e
desregulamenta as plantações de espécies exóticas na floresta, pondo
em causa o Programa de Acção Nacional de Combate à Desertificação, a
Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas, a
Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, a
Estratégia Europeia da Protecção dos Solos, a Estratégia Nacional para
a Gestão Integrada da Água e a Defesa da Floresta Contra Incêndios.

As organizações subscritoras – LPN, Quercus, GEOTA, FAPAS, Oikos,
Gaia, A Rocha, Flamingo e SPEA – esperam que esta iniciativa abra
espaço a um debate alargado na sociedade sobre o potencial impacto
desta e de outras legislações com o mesmo objectivo, num país
altamente prejudicado pelo desordenamento territorial, a
artificialização dos espaços naturais e elevadíssimo ritmo de perda de
biodiversidade.

29 de Julho de 2013

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/07/29a.htm

IKEA doa 3,5 milhões de doses de almôndegas a bancos alimentares

A comercialização das doses de almôndegas foi suspensa este ano,
depois de terem sido encontrados vestígios de carne de cavalo em três
lotes


IKEA doa almôndegas a bancos alimentares
D.R.
29/07/2013 | 19:04 | Dinheiro Vivo

O Grupo IKEA doou 3,5 milhões de doses de almôndegas à Federação
Europeia dos Bancos Alimentares (FEBA), sendo metade da oferta
destinada ao Banco Alimentar Contra a Fome, que distribuirá os
alimentos pelos 16 centros de Portugal.

A comercialização das doses de almôndegas foi suspensa em março deste
ano nas superfícies do Grupo IKEA, depois de terem sido encontrados
"vestígios de carne de cavalo em apenas três lotes", como se refere em
comunicado.

"A partir desse momento, todas as almôndegas com data de produção
anterior à suspensão das vendas foram armazenadas em arcas
frigoríficas, em centros preparados para o efeito, na Europa. O Grupo
IKEA tem estado, desde então, a avaliar o melhor destino para estes
milhões de refeições, sempre procurando encontrar a solução mais
sustentável e que evitasse o desperdício alimentar", acrescenta-se.

O Grupo IKEA considera que os alimentos ofertados "são de qualidade,
absolutamente seguros e saudáveis e estão em perfeitas condições para
consumo".

"A génese do Banco Alimentar Contra a Fome assenta nos princípios da
dádiva e da partilha, na gratuidade das contribuições, na luta contra
o desperdício de produtos alimentares e na sua repartição pelas
pessoas mais necessitadas. A doação do Grupo IKEA à FEBA insere-se,
sem qualquer dúvida, nos princípios orientadores da nossa missão",
considera a presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares
Contra a Fome, Isabel Jonet.

A FEBA é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, que
se dedica a combater a fome e o desperdício alimentar na Europa.

A oferta deste lote de doses de almôndegas sucede à decisão do
Ministério Público, tomada na semana passada, em entregar a
instituições de solidariedade social os produtos apreendidos em
fevereiro pela ASAE com carne de cavalo que não apresentam riscos para
a saúde.

Os produtos foram apreendidos no âmbito de sete dos 14 inquéritos
instaurados por suspeita de presença de proteína de cavalo em produtos
de carne bovina expostos para venda.

O MP arquivou sete dos 14 inquéritos abertos após ter sido detetada
proteína de cavalo em amostras de produtos de carne bovina vendida ao
público.

Os processos-crimes foram abertos pelo MP na sequência de deteção, em
fevereiro, da presença de carne de cavalo em lasanhas, canelones,
hambúrgueres e almôndegas em 13 amostras de produtos alimentares
comercializados em vários estabelecimentos.

http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO216032.html?page=0

Investigadores de Coimbra clonam tamarilho para produzir o fruto em Portugal

Lusa29 Jul, 2013, 17:09

Investigadores da Universidade de Coimbra (UC) obtiverem, através de
"técnicas de clonagem", um "conjunto de plantas selecionadas" de
tamarilho "altamente promissoras para afirmar a produção e consumo
deste fruto exótico" em Portugal.

A partir de material vegetal proveniente de diferentes origens,
designadamente da Madeira e dos Açores (onde há pequenas produções),
os investigadores conseguiram desenvolver "um método de clonagem por
embriogénese somática" (processo que permite "multiplicar plantas
selecionadas") do tamarilho, anunciou hoje a UC.

Fruto originário da América do Sul, "ainda pouco conhecido em
Portugal", tanto pela população como pelos produtores e pela
indústria, o tamarilho possui "características nutricionais muito
interessantes, devido ao elevado índice antioxidante e baixo teor
calórico".

A técnica utilizada pelos investigadores permite a manutenção, através
das plantas selecionadas, das "características originais com interesse
e garantir uma produção rápida e resistente", como, por exemplo, a
"pragas e intempéries", o que "no caso do tamarilho assume grande
importância, já que é uma fruteira muito sensível às geadas".

Os métodos convencionais de propagação por semente "não permitem
manter a qualidade da planta mãe", salienta a bióloga Sandra Correia,
que desenvolveu a sua tese de doutoramento no âmbito desta pesquisa.

Os resultados da investigação, desenvolvida no Centro de Ecologia
Funcional da UC, têm um grande potencial de aplicação na gastronomia e
na indústria, acredita Jorge Canhoto, coordenador do estudo.

"Há dez anos", o mirtilo "também não era conhecido em Portugal e
agora, não só é muito consumido", como também é já significativa a sua
exportação, refere o especialista, sublinhando que existe "plantas, os
genótipos de excelência e a tecnologia para transferir para
indústria".

Trata-se de "um nicho económico a explorar", sustentam os autores do
estudo, sublinhando que "a designada gastronomia gourmet aposta em
produtos novos e o tamarilho, devido à sua característica agridoce,
pode fazer diferença no cardápio" -- é um fruto "excelente para inovar
e surpreender nos doces, sumos, compotas e pratos gastronómicos".

Com um ensaio piloto em curso no Jardim Botânico da UC, os
investigadores tencionam "micropropagar plantas em larga escala", no
âmbito da UC InProplant, uma associação estabelecida entre a UC e a
empresa InProplant, que tem como principais áreas de atuação os
setores agro-frutícola e florestal.

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=670102&tm=6&layout=121&visual=49

Milho: Área semeada regista um aumento de 7% face a 2012

Área de milho aumenta em Portugal, num ano marcado pela acentuada e
crescente volatilidade das cotações dos cereais no mercado mundial

Segundo os dados provisórios do IFAP, a que a ANPROMIS teve
recentemente acesso, a área cultivada com milho para grão registou em
Portugal, face a 2012, um aumento de 7%, passando de 94.784ha para os
actuais 101.766ha.

Este aumento reflecte, de forma inequívoca, o significativo esforço de
investimento efectuado pelos produ­tores nacionais de milho, num
ambiente de elevadas restrições financeiras e confirma o milho como a
cultura arvense com maior expressão em Portugal, ocupando cerca de 40%
da área total de cereais.

Analisado com maior pormenor o aumento da área de milho no nosso país,
semearam-se este ano 146.719ha, dos quais 101.766ha correspondem a
milho para grão e 44.953ha de milho para silagem. Por região, o maior
aumento de área do milho grão verificou-se no Alentejo (+4.541ha),
nomeadamente na zona de Alqueva, seguindo-se-lhe a região de Lisboa e
Vale do Tejo (+3.311ha).

De realçar ainda, que no espaço de três campanhas agrícolas, a área
nacional de milho (grão e silagem) aumentou 9.307ha, a que corresponde
um acréscimo de 14.031ha no caso do milho para grão e a uma redução de
4.724ha no caso do milho para silagem, a que não é alheia a crise que
atravessa o sector leiteiro nacional.


Em relação ao desenvolvimento da cultura, cabe-nos recordar que as
con­dições climatéricas bastante adversas que se fizeram sentir
durante esta primavera (precipitação abundante e temperaturas
reduzidas), dificultaram não só as semen­teiras do milho em vastas
áreas do nosso território, como condicionaram conside­ravelmente o
normal desenvolvimento de inúmeras searas de Norte a Sul do país.



Segundo Luís Vasconcellos e Souza, Presidente da ANPROMIS, "as ultimas
três campanhas foram sem dúvida positivas para quem apostou nesta
cultura. Os resultados obtidos em 2011 e 2012, constituíram uma clara
prova do interesse determinante que a cultura do milho tem para os
agricultores portugueses e para a economia nacional".



"Apesar da habitual e acentuada volatilidade dos preços que
caracteriza o mercado mundial de cereais, a verdade é que os nossos
produtores têm-se revelado cada vez mais competitivos e capazes de
responder às necessidades do mercado. A comprová-lo está o cultivo do
milho em novas áreas de regadio como Alqueva, que é hoje em dia uma
realidade, e que traduz a capacidade de investimento e de afirmação
dos produtores nacionais de milho, numa altura de grandes restrições
financeiras", acrescenta Luis Vasconcellos e Souza.

fonte: multicom

Compal atribuiu 60 mil euros a 3 jovens candidatos a fruticultores


30.07.2013 17:06
ECONOMIA



É mais um exemplo de quem decide mudar de vida e apostar na terra. Três candidatos a produtores de fruta vão lançar-se na actividade depois de um curso de formação em que apresentaram projectos vencedores.

http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2013/07/30/compal-atribuiu-60-mil-euros-a-3-jovens-candidatos-a-fruticultores

segunda-feira, 29 de julho de 2013

É dos maiores especialistas mundiais: "Há vinhos tão bons em Portugal que é difícil seleccionar 50"

Joshua Green é director da revista Wine & Spirits desde 1986. E há
mais de trinta anos que conhece os vinhos portugueses



Vinhos portugueses
Hêrnani Pereira
29/07/2013 | 15:45 | Dinheiro Vivo

Portugal deve explorar a diversidade das suas castas e tirar partido
do cariz único que estas variedades introduzem nos seus vinhos. Quem o
diz é Joshua Greene, um dos mais conceituados críticos
norte-americanos, que esta semana esteve em Portugal a convite da
ViniPortugal. Joshua Greene é um apaixonado pelos nossos vinhos e,
embora assuma que não são fáceis de entender, frisa que essa é a sua
grande vantagem.

"Ninguém nos EUA conhece a trincadeira ou o avesso [castas autóctones]
e isso é um valor imenso para os produtores portugueses, não há razão
nenhuma para plantarem cabernet ou chardonnay. Devem, sim, educar os
consumidores americanos sobre a sua diversidade, castas e regiões. Dá
trabalho, claro que sim, mas isso permite-lhes criar o seu próprio
mercado", afirma.

Há 30 anos que Joshua Greene visita Portugal com regularidade. Agora,
a ViniPortugal desafiou-o a selecionar os 50 melhores vinhos
portugueses para os EUA, um mercado prioritário para o setor. Nos
últimos três meses, Joshua passou uma semana por mês em Portugal a
escolher os melhores dos melhores entre mais de 600 vinhos que provou.
Uma tarefa árdua, que agora terminou e cujos resultados serão
conhecidos numa gala em Nova Iorque a 24 de janeiro do próximo ano.

Responsável pela revista Wine & Spirits desde 1986, Joshua Greene é o
segundo especialista norte-americano a quem coube esta difícil tarefa.
O primeiro foi o master sommelier e o master of wine Doug Frost. O
Dinheiro Vivo entrevistou Joshua Greene e quis saber em que é que a
sua seleção irá ser diferente da de Frost. "Somos pessoas diferentes,
temos gostos diferentes. Penso que quem conhece o meu gosto vai
perceber muito bem a minha escolha. Penso que será um pouco mais
tradicional do que a dele", afirmou.

Uma coisa é certa: a tarefa é tudo, menos fácil. "É muito difícil,
muito doloroso. O objetivo é mostrar Portugal no seu todo", diz
Joshua, explicando que pretende escolher vinhos "muito
característicos" de cada uma das regiões, pelo que foi "muito útil" ir
eliminando os vinhos de estilo mais internacional. "Mas há vinhos tão
bons que é muito difícil escolher só 50. Estou a deixar de fora
excelentes vinhos e isso deixa-me muito triste", sublinha.

Os EUA e o vinho
O mercado norte-americano é, atualmente, o quarto principal destino
das exportações de vinho português, tendo crescido 8,4% em 2012, para
51,3 milhões de euros. A meta estabelecida pela ViniPortugal, que está
a aplicar dois milhões de euros do seu plano de promoção neste mercado
este ano, é a de conseguir um aumento das exportações portuguesas para
os EUA em 40% num período de três anos. A meio do percurso, Jorge
Monteiro, presidente da ViniPortugal, assegura que os dados mostram
que o objetivo será atingido.

Os EUA são, provavelmente, o maior mercado de vinho no mundo. Com uma
população de 314 milhões de pessoas, provenientes de praticamente todo
o mundo, quisemos saber que tipo de vinhos é que o consumidor
americano prefere.

Joshua Greene aponta, precisamente, a profusão de culturas para
assegurar que não há um consumidor-tipo. "Neste momento, há duas
categorias que vieram do nada e estão a 'bombar' e a conquistar novos
consumidores para o vinho. Temos os jovens, dos 20 aos 27 anos, que
bebem vinhos tintos muito doces. E há um boom enorme, entre os
consumidores afro-americanos e hispânicos, do Moscato. O Moscato Asti,
o da Califórnia... Pode ser uma oportunidade para o moscatel
português, se for feito dentro daquele estilo doce, com um baixo grau
alcoólico, na ordem dos 5 a 6%, e com um toque de frisante", explica o
crítico.

Mercado potencial e em grande desenvolvimento é, também, o dos
apreciadores de vinhos naturais. "Há uma variedade imensa de gostos.
Para o produtor português, creio que o desafio será chegar aos EUA e
identificar quem é o seu consumidor potencial. Assim que o encontrar,
só tem de expandir", defende Joshua Greene.
Questionado sobre a região portuguesa que mais aprecia, o crítico
norte-americano não hesita em apontar o Douro, classificando-o como um
dos "terroirs de excelência em qualquer parte do mundo" e destacando o
papel do homem na sua construção. "Para mim, é a região mais dramática
do ponto de vista físico e a mais emocionante de todas", frisa. Mas no
que à presença dos vinhos portugueses no mercado americano diz
respeito, Joshua destaca os verdes. "Há muitos americanos que
adotaram, realmente, o vinho verde como o seu vinho e que o servem nos
casamentos e aniversários", explica, apontando a "excelente relação
qualidade/preço" como o factor distintivo. E, a reboque do vinho
verde, "há muitos importadores que começam a comprar outros vinhos
portugueses. Esse foi o ponto de acesso ao trade", diz.

Joshua assume que foi a existência de vinhos de "excelente qualidade"
a preço muito baixo - "compravamos vinho a menos de um dólar a
garrafa, era de doidos" - que o conquistou há 30 anos quando começou a
visitar Portugal.

http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO216019.html?page=0

800 concorreram a cargos de chefia

Função Pública: Comissão de seleção propõe 49 pessoas

O Ministério da Agricultura lançou mais de metade dos concursos para
cargos de topo na Administração Pública, seguido pelo da Economia


Por:Raquel Oliveira



Cerca de 800 funcionários públicos candidataram-se a cargos de topo da
Administração Pública, tendo sido propostos apenas 49 ao Governo. A
maioria dos concursos para cargos dirigentes – inspetores-gerais,
presidentes de conselhos diretivos e diretores, entre outros – foram
lançados pelo Ministério da Agricultura, liderado por Assunção
Cristas.

A média de candidatos por concurso público foi de 14 funcionários por
cargo, de acordo com o balanço de um ano da Comissão de Recrutamento e
Seleção para a Administração Pública (CRESAP), que lançou o primeiro
concurso em 24 de agosto de 2012.

Trata-se de menos de metade da meta defendida pelo organismo presidido
por João Bilhim, que tem por objetivo admitir uma média de 30
candidatos por concurso.

O Ministério da Agricultura foi o que mais concursos lançou, 57,4 por
cento do total, seguido pelo da Economia, com 35,2 por cento.

No total, foram anulados quatro concursos, um ficou deserto (ver
caixa) e outro foi suspenso por indicação da tutela. Ainda de acordo
com o balanço da CRESAP, decorrem neste momento 57 concursos.

Além de dirigentes da Administração Pública, a CRESAP emite ainda
pareceres sobre gestores públicos. Desde agosto do ano passado, a
comissão já analisou currículos de 276 personalidades, para ocuparem
cargos em 113 entidades, entre os quais os membros do conselho de
administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD).

No âmbito dos pareceres sobre gestores para empresas públicas, a
comissão avalia o currículo das personalidades, desde a sua
experiência profissional, à motivação, orientação estratégia,
liderança e até sensibilidade social.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/800-concorreram-a-cargos-de-chefia

Vinho do Porto ameaça com boicote às taxas

As empresas de vinho do Porto ameaçam deixar de pagar taxas de
certificação, que, só em 2012, renderam 4,9 milhões de euros aos
Estado. Esta acção é uma resposta ao facto do Governo não dar
continuação à exigência de alteração jurídica do Instituto de Vinhos
do Douro e do Porto, notícia o Diário de Notícias.


As empresas responsáveis pelo fabrico e distribuição de vinho do Porto
ameaçam deixar de pagar as taxas de certificação, que renderam ao
Estado, só em 2012, 4,9 milhões de euros, escreve o Diário de
Notícias.

Depois de ter requisitado ao Governo a alteração jurídica do Instituto
dos Vinhos do Douro e do Porto, transformando-o numa associação de
direito público, as empresas prometem não pagar os impostos devidos.

"Recentemente dissemos à senhora ministra da Agricultura que somos
conhecidos por ter punhos de renda, mas que agora vamos colocar luvas
de boxe porque estamos cheios que nos ignorem. Somos nós que passamos
o cheque, não pode ser assim", reclama o Presidente da Associação das
Empresas de Vinho do Porto, António Saraiva.

A alteração em causa faria com que o conjunto de empresas não
estivesse sujeito a diversas medidas de austeridade, mantendo, no
entanto, as competências públicas.

"Estou saturado disto", indica . "No início do ano, o senhor
primeiro-ministro disse-nos que a decisão política estava tomada e que
rapidamente tudo se resolveria. Até hoje", afirma o responsável.

As vendas de vinho do Porto baixaram 12 milhões de garrafas apenas na
última década.

http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=202128

Agricultura perdeu relevo ou deu um salto qualitativo?

SECTOR PRIMÁRIO


por Rui Marques SimõesHojeComentar

É uma discussão com vozes dissonantes e sem acordo possível: a
agricultura nacional está melhor ou pior do que há um quarto de
século? O estudo "25 anos de Portugal europeu"revela um País onde o
número de agricultores e explorações agrícolas caiu para metade, o
sector primário perdeu relevo e as importações de produtos alimentares
aumentaram. Mas a agricultura nacional também se modernizou, mecanizou
e tornou mais empresarial. E há quem diga que esse pulo era impensável
há um quarto de século.

Nada ficou igual na agricultura portuguesa, no passar de um quarto de
século, entre os anos 80 e a atualidade. Até aqui, todos estão de
acordo; no resto, não."A agricultura portuguesa vive melhor do que em
1986", diz João Machado, presidente da Confederação dos Agricultores
de Portugal. "Perdeu peso económico, social e político", contraria
João Dinis, presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
"Deu-se um enorme salto qualitativo, foi quase um milagre", insiste
Luís Capoulas Santos, ministro que tutelou a pasta entre 1995 e 2002.
No fim, fica a certeza - reforçada pelo estudo "25 anos de Portugal
europeu", da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) - de que o
País foi deixando o mundo rural e de que o sector primário se
modernizou... mas perdeu relevo na economia .

"O peso do sector primário na riqueza gerada no País dividiu-se por
cinco" (pesava 10% do valor acrescentado bruto em 1986... e só 2% em
2008)", concluiu o estudo. "A agricultura tinha grandes limitações
estruturais enquanto outros sectores tinham obrigação de crescer",
lembra Capoulas Santos.

João Dinis insiste na tese da perda de importância do sector e
explica-a com a queda para metade do número de agricultores e
explorações agrícolas. "As políticas da PAC [Política Agrícola Comum]
e as de matriz nacional arruinaram a agricultura familiar e o mundo
rural. 95% do financiamento comunitário foi parar ao bolso de 5% dos
agricultores. Os fundos foram mal distribuídos e utilizados com
critérios errados", acusa o líder da CNA.

No entanto, o que, por uns, é visto como um sinal de retrocesso -
abandono da agricultura familiar e crescimento das grandes explorações
- é, para outros, uma prova de evolução. João Machado diz que "é
evidente que a agricultura evoluiu muito em Portugal desde 1986:
modernizou-se, mecanizou-se, tornou-se mais produtiva, mais
profissional, no fundo, mais empresarial e menos familiar e de
subsistência". E , graças a isso, "a produção agrícola aumentou
substancialmente, mesmo existindo menos explorações e menos mão de
obra". Capoulas Santos propõe uma viagem no tempo: "Fazer o que fez
neste quarto de século é notável. A agricultura portuguesa era quase
medieval e agora compete com os restantes países da União Europeia".

O antigo ministro da Agricultura fala de "um enorme salto qualitativo
em termos estruturais". Esse pulo viu-se no investimento e
modernização de explorações agrícolas, máquinas, caminhos rurais ou
estruturas de rega. Ao todo, no período analisado pelo estudo
(1986-2010), foram gastos 21 mil milhões de euros nestes equipamentos
(11 mil milhões vindos dos fundos comunitários).

Porém, isso não bastou para evitar o "atraso na produtividade e na
rendibilidade [nacionais] face ao padrão europeu", diz o trabalho
coordenado por Augusto Mateus. Aí, são lembrados os problemas
estruturais (do baixo investimento ao menor nível de instrução e idade
avançada dos agricultores) e as dificuldades de integração do País na
UE, devido a fatores como a abertura do mercado único e a propagação
de empresas de grandes distribuição, abastecidas à escala
internacional. O diagnóstico é similar ao de João Dinis, que culpa a
agricultura super intensiva, a aposta nas importações ("pensou-se que
era mais barato importar do que produziu cá") e a "ditadura comercial
dos supermercados" pelo declínio nacional.

O dirigente da CNA diz que Portugal aumentou a sua dependência
alimentar do estrangeiro. E o estudo também dá força à tese. "A taxa
de penetração das importações de bens alimentares aumentou: em 2007,
mais de 50% do consumo em Portugal era importado, contra 35% em 1986".
Também aqui há visões contraditórias. Capoulas Santos alega que "o
nosso grau de autoprovisionamento é de 81%" (dizem dados de 2010, do
INE). A cobertura das exportações pelas importações é baixa porque "a
produção agrícola em Portugal é sobretudo direcionada para o mercado
interno". E desdramatiza: "Num país com poucos solos férteis, uma
população envelhecida e com pouca formação, e que mesmo assim auto
provisiona mais de 80% é preciso ser mauzinho para dar um ar
catastrofista disto." Afinal, o País pode ter mudado no último quarto
de século... mas o desacordo, não.

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3347209&page=-1

Relançamento de marcas históricas ajuda empresas em tempo de crise

ANA RUTE SILVA

28/07/2013 - 00:00

O renascimento de produtos também é impulsionado pelos próprios
consumidores, nomeadamente através do Facebook e dos serviços de apoio
aos clientes VÍTOR CID

18




O regresso do Milo e do Corneto de Limão este ano são dois dos casos
para captar consumidores.

Quando há incerteza e não se sabe como será o dia de amanhã, o passado
é símbolo de estabilidade. É o tempo do "antes é que era bom". Por
isso, cada vez mais se assiste a relançamentos de marcas e produtos
históricos, que trazem recordações positivas, quase sempre
relacionadas com a infância. O consumidor sente-se confortável ao ver
na prateleira algo que já conhece e é estável. E as empresas conseguem
lançar novidades sem terem de investir largas quantias num produto e
marca totalmente novos.

Exemplos não faltam. Os chocolates Regina com sabor a ananás ou as
suas sombrinhas de chocolate regressaram ao mercado depois de o grupo
RAR (dono da Imperial) ter agarrado na falida marca lisboeta, criada
em 1928 no bairro de Alcântara. A estratégia foi trazer de volta os
chocolates de referência e, ao mesmo tempo, associar a Regina a novos
produtos.

Também a marca de gelados Olá, da Unilever Jerónimo Martins, trouxe de
volta, este ano, o Corneto de Limão e, já em 2012, tinha apostado nos
clássicos Roll e Fizz de Limão. Outra empresa deste gigantesco mercado
dos bens de grande consumo, a Nestlé, apostou no "velho" Milo, nos
chocolates Toffee Crisp e na marca portuguesa Rajá, que comprou em
1985.

Ana Paula Cruz, autora do livro Retromarketing, Old is wow!, editado
recentemente pelo IPAM, diz que em Portugal esta tendência surgiu
tarde.

A expressão retromarketing surgiu nos Estados Unidos e no Reino Unido
"já há 10 ou 15 anos" e teve origem na geração de baby-boomers,
nascida depois da II Guerra Mundial e que, agora, tem 50 ou 70 anos.
Tem ainda a sua génese no efeito "fim de século". Com o aproximar do
fim do século XX, as pessoas "tenderam a olhar para trás e fizeram um
balanço do passado".

Teoricamente, o conceito é definido por Stephen Brown, considerado o
"pai doretromarketing", como o "relançamento de uma marca, de um
produto ou serviço proveniente de um período histórico de outrora que
é normalmente, mas nem sempre, reformatado para os standards"
contemporâneos.

Este professor na Universidade de Ulster, Irlanda, diz que o "boom da
nostalgia" não desapareceu". "Antes pelo contrário, a década actual
foi ainda mais orientada para o retro do que os anos 90. Música retro,
filmes retro, comida retro, moda retro, carros retro, jogos de
computador retro - o que quiserem", escreve no prefácio do livro
escrito por Ana Paula Cruz.

Há muitos factores que podem explicar este "regresso" do que é antigo,
um movimento recorrente na moda, por exemplo. Mas numa altura em que a
crise lançou medidas de austeridade pela Europa, há motivos mais
práticos do ponto de vista das empresas: "É muito menos arriscado e
muito mais barato do que lançar produtos, serviços ou marcas
completamente novos. O retro é uma estratégia de marketing
inerentemente conservadora, uma aposta no "testado e provado" em vez
de no "novo e melhorado"", escreve Stephen Brown.

Ao mesmo tempo, o renascimento de produtos também é impulsionado pelos
próprios consumidores, que criam páginas no Facebook a pedir o
regresso das marcas que mais gostam ou inundam as linhas do serviço de
apoio ao cliente. Com o Toffee Crisp foi assim. "Era o produto mais
pedido através do serviço ao consumidor e foram criados grupos de fãs
no Facebook a pedir o regresso", diz Natacha Oliveira, gestora deste
produto na Nestlé.

Num deles, um dos membros disparava: "Queria saber por que é que a
Nestlé retirou o Toffee de Portugal. Tive de voar até ao outro lado do
mundo (Austrália) para poder provar outra vez esta maravilha do mundo
do chocolate. E agora tenho de voltar e ir viver para lá porque têm
Toffee!".

Outro pedido veio de Nuno Markl, que, no seu programa Caderneta de
Cromos, na Rádio Comercial, recordou o chocolate de arroz tufado e
caramelo, fora do mercado nacional há cerca de seis anos. O produto
regressou no final de 2012 de forma discreta, para testar o mercado,
mas foi em 2013 que a empresa anunciou a novidade aos fãs.

António Corte-Real, gestor da Olá, marca de gelados da Unilever
Jerónimo Martins, está habituado aos pedidos dos consumidores. "Temos
noção do valor que isso representa e não poderíamos ser indiferentes
aos pedidos que nos chegam diariamente. E, claro, adjacente a isto
está também a oportunidade e relevância para o próprio negócio da
companhia", afirma.

O Milo, preparado em pó de chocolate e malte, também está de volta 20
anos depois graças aos pedidos dos consumidores. Manteve-se nas
prateleiras na América do Sul e na Ásia, mas deixou de ser uma aposta
da Nestlé em alguns países da Europa. Saiu do mercado nacional "por
questões de escala".

No início de Maio, Portugal foi o primeiro país europeu a receber de
volta o Milo, ausente desde 1993 e que, agora, também deve voltar aos
supermercados de outros países. Este regresso foi pedido por "pessoas
com mais de 30 anos que se recordam de beber Milo na infância, ou por
portugueses que viajam pelo mundo e encontram o produto", diz Jorge
Fonseca, o gestor de produtos chocolatados da Nestlé, que desde 2011
tem vindo a promover este regresso junto da sede da multinacional, na
Suíça.

O primeiro mês de vendas foi positivo. "Atingimos 1% de quota em
volume e 2% em valor", adianta. O regresso traz vantagens à
multinacional. "Une a parte da novidade a um trabalho que já está
feito que é o da ligação afectiva com o consumidor", sublinha,
acrescentando que "parte do trabalho já foi feito e construído há 20
anos".

A empresa aproveitou também esta tendência para usar uma marca
portuguesa num produto de uso frequente, como o chocolate para
culinária. Quando comprou a fábrica de chocolates Rajá em 1984,
começou por produzir produtos com esta marca nacional, nomeadamente
bombons.

A produção acabou por ser transferida para Espanha e, mais uma vez,
questões de escala ditaram o fim da Rajá. Em Junho, regressou às
prateleiras associada a chocolate de culinária e a um formato de 100
gramas que, até então, não existia. Neste caso, toda a imagem foi
renovada."Era uma oportunidade. Não havia um produto com esta
quantidade exacta", sublinha Manuela Andrade, gestora da categoria de
bombons e chocolates de culinária. Com a crise, os portugueses
passaram a cozinhar mais em casa e a venda de produtos para a
confecção de doces e bolos tem vindo a aumentar.

Além disso, a tablete da Rajá pode ser uma novidade mas desperta
recordações. "Demos um novo fôlego à marca tradicional", diz Manuela
Andrade.

O regresso de produtos históricos não resulta apenas devido à relação
emocional que têm com os consumidores. Tem um "efeito contagiante",
diz Ana Paula Cruz, antiga aluna do IPAM. Não interessa apenas a quem
já os consumiu "mas também às novas gerações que não viveram esses
tempos". "Apesar de não terem tido essa experiência, querem ter acesso
ao produto", conclui.

António Corte-Real, da Olá, diz que esta estratégia de relançamento
tem vindo a ser seguida pela empresa desde sempre, "ao longo de mais
de 50 anos". A relação com a marca "atravessa gerações e gerações. O
que agora pode gerar nostalgia nos avós é nostalgia para os netos".

http://www.publico.pt/economia/jornal/relancamento-de-marcas-historicas-ajuda-empresas-em-tempo-de-crise-26882501

Primeiro-ministro anunciou solução a "breve prazo" para o Douro

LUSA

28/07/2013 - 12:58

ADRIANO MIRANDA


O primeiro-ministro anunciou este domingo, em Alijó, uma solução a
"breve prazo" para a Casa do Douro e para as reivindicações de mais
autonomia e liberdade para o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto
(IVDP).

Pedro Passos Coelho, que falava no decorrer de uma visita às novas
instalações da empresa Gran Cuz, no concelho de Alijó, disse conhecer
as preocupações da fileira dos vinhos do Douro e Porto e garantiu uma
solução a breve prazo.

Antes, Jorge Dias, responsável da Gran Cruz, falou em nome das
empresas de vinho do Porto e lembrou as reivindicações do sector para
uma alteração dos estatutos do IVDP com vista a uma maior autonomia
financeira e jurídica para este instituto, ao qual, nos últimos anos,
o Governo tem retirado verbas.

O orçamento do IVDP é exclusivamente pago pelas taxas pagas pelo
sector e as empresas defendem que deveria ser aplicado na promoção.

"Eu conheço esse conjunto de preocupações e tenho mostrado abertura
para que possamos, no âmbito do processo de reforma do Estado
responder a algumas dessas preocupações", afirmou Passos Coelho.

De acordo com o governante, "sem prejuízo da função reguladora e
certificadora que cabe ao Estado, permitir que todo o esforço de
promoção desta zona e desta fileira possa ser realizado pelas
entidades privadas com mais autonomia e liberdade".

"Não temos em princípio nada a opor a esse objectivo. Esperamos que a
forma como a solução que vamos encontrar e que está já em fase final
de estudo ao nível do Conselho de Ministros para a Casa do Douro possa
permitir uma solução que seja quase simultânea", adiantou ainda.

A Casa do Douro, organismo que representa a produção no Douro, vive
asfixiada com uma dívida que ultrapassa os 100 milhões de euros.

Recentemente o Governo anunciou que está a ser trabalhada uma solução
para este organismo, a nível do Conselho de Ministros, que passará
pela revisão dos estatutos e o pagamento da dívida.

A Casa do Douro é uma instituição privada mas de inscrição obrigatória
para os viticultores durienses.

A Gran Cruz investiu 14 milhões de euros na construção de duas adegas
e de um centro logístico de armazenamento. Segundo Jorge Dias, a adega
de grandes volumes permitirá vinificar cerca de seis mil toneladas de
uvas de 1200 viticultores dos concelhos de Alijó, Murça, Sabrosa,
Carrazeda de Ansiães e Vila Flor. Este investimento permitirá
concentrar todo ao armazenamento de vinhos e aguardentes, bem como as
operações de tratamento desses vinhos.

http://www.publico.pt/economia/noticia/primeiroministro-anunciou-solucao-a-breve-prazo-para-o-douro-1601576

Ministra Agricultura em licença de parto, substituída por secretários de Estado

Publicado ontem às 22:13

Os secretários de Estado do Ministério da Agricultura e do Mar
substituem a partir de hoje a ministra Assunção Cristas, que foi mãe e
entra em licença de parto e maternidade, disse à Lusa fonte oficial.

A filha de Assunção Cristas nasceu sábado à tarde no Hospital dos
Lusíadas em Lisboa. Mãe e filha encontram-se bem.

De acordo com o ministério da Ministério da Agricultura e do Mar, a
solução encontrada para os próximos meses é aquela que foi defendida e
anunciada pela ministra desde que foi tornada pública a sua gravidez.

Sob a alçada de Assunção Cristas, e com a função de a representar e
substituir durante o período de licença de maternidade, ficam os
secretários de Estado José Diogo Albuquerque (Agricultura), Francisco
Gomes da Silva (Florestas e Desenvolvimento Rural), Manuel Pinto de
Abreu (Mar), e Nuno Vaz Vieira de Brito (Alimentação e Investigação
Agroalimentar).

O ministério tutelado por Cristas foi redimensionado na recente
remodelação governamental, perdendo a gestão do ambiente e do
ordenamento do território e um dos cinco secretários de Estado: Paulo
da Silva Lemos, secretário de Estado do Ambiente, passa a responder
perante o novo ministro da área, Jorge Moreira da Silva.

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=3347078

domingo, 28 de julho de 2013

Museu do Vinho e da Vinha abre portas a 26 de Julho na vila de Bucelas

Publicado por Gerson Ingrês
Julho 19, 2013


LOURES – A Câmara Municipal de Loures inaugura, dia 26 de julho, às 16
horas, o Museu do Vinho e da Vinha, em Bucelas, no âmbito das
comemorações do 127º aniversário do concelho de Loures.

Esta nova infraestrutura museológica, localizada na zona histórica da
vila de Bucelas, está instalada num edifício do final do século XIX,
ligado à tradição vitivinícola da região e que foi residência de
Camilo Alves, um dos maiores produtores de vinho de Bucelas. Ao
edifício estava associada uma adega e o respetivo armazém de vinhos,
espaços que foram recuperados e adaptados à nova função museológica.

A residência foi recuperada com o mínimo de alterações possíveis de
modo a abrigar os serviços administrativos, uma loja e sala de prova
de vinhos, um centro de documentação, os serviços educativos, uma sala
de reuniões, arrumos diversos e uma sala onde está instalado um
"Centro de Interpretação das Linhas de Torres Novas", a funcionar
autonomamente.

Apesar dos constrangimentos económico-financeiros, a Câmara Municipal
de Loures faz questão de avançar e concluir este projeto, que é
encarado como um exemplo da política cultural prosseguida nos últimos
anos. Por um lado, implementa-se uma estrutura que simboliza a união,
a memória e o passado comum das gentes de Loures, visível na paisagem
rural e no modo de estar das pessoas; noutro sentido representa um
contributo para a desconcentração dos espaços museológicos municipais,
uma vez que se trata do primeiro museu instalado na região norte do
concelho.

Em termos práticos e funcionais, este novo equipamento cultural vai
integrar a Rede de Museus Municipais de Loures e dedicar-se ao estudo
da atividade vitivinícola, tão característica desta região demarcada
por decreto de 3 de março de 1911, apostando na promoção do território
e na divulgação da história local, com especial ênfase para os usos e
costumes relacionados com o ciclo do vinho.

http://local.pt/museu-do-vinho-e-da-vinha-abre-portas-a-26-de-julho-na-vila-de-bucelas/

Portugal aumenta exportações de vinho para os EUA

Luís Baila/Manuel Liberato/Virgílio Matos28 Jul, 2013, 13:53 /
atualizado em 28 Jul, 2013, 13:55

As exportações de vinhos portugueses para os Estados Unidos aumentaram
15 por cento. Os dados são do primeiro trimestre deste ano. Um dos
principais críticos norte-americanos, Joshua Greene, é um admirador
confesso dos vinhos portugueses que diz serem diferentes.

VER VIDEO AQUI:
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=669887&tm=6&layout=122&visual=61

Ainda se cobra taxa a quem caminha nas áreas protegidas

SAMUEL SILVA

24/07/2013 - 00:00

Provedor de Justiça tinha recomendado abolição da taxa de 152 euros.
No domingo, pedestrianistas protestam no Gerês.

Após a intervenção da Provedoria, Governo prometeu rever diploma PAULO PIMENTA


Governo admite rever portaria sobre taxas cobradas pelas caminhadas
em parques naturais
Maioria rejeitou propostas da oposição parlamentar pedindo fim das
taxas nas áreas protegidas
"Os Verdes" querem proibir taxas nas áreas protegidas

O número já não é uma novidade: 152 euros. É esta a taxa exigida pelo
Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) pela
autorização de caminhadas ou outras actividades em áreas protegidas.

Há quatro meses, a Provedoria de Justiça deu parecer negativo à
portaria que fixa aquela taxa e o Governo admitiu a rever o diploma,
mas até agora nada se alterou.

Os pedidos de autorização continuam a ser pagos e, fartos de esperar,
pedestrianistas e praticantes de desportos de montanha vão voltar a
protestar, no domingo.

"Há uma persistente inércia e uma consciente ignorância das conclusões
da Provedoria da Justiça", acusam os elementos do movimento A Natureza
é de Todos, que, no último ano, tem liderado o protesto contra as
taxas cobradas nas áreas protegidas. O grupo acusa ainda o ICNF de
manter a mesma política de falta de informação aos caminhantes e
estende responsabilidades ao Ministério da Agricultura, do Mar, do
Ambiente e do Ordenamento do Território (MAMAOT).

No parecer da Provedoria de Justiça, de meados de Março, o valor da
taxa era considerado "manifestamente excessivo" e o vice-provedor,
Jorge Noronha Silveira, que assinou o documento, sublinhava ainda o
facto de essa verba ser cobrada pelo simples pedido de autorização,
independentemente do sentido da decisão.

A recomendação foi remetida ao Governo, que disse "comungar das
preocupações" da Provedoria. O secretário de Estado das Florestas e do
Desenvolvimento Rural dizia mesmo "não concordar com a tabela de taxas
em causa", anunciando que tinha pedido ao conselho directivo do ICNF
que apresentasse uma proposta de revisão daquelas disposições. Mas, de
então para cá, nada mudou. O PÚBLICO contactou o MAMAOT, mas não
conseguiu obter, até à hora do fecho desta edição, uma justificação
para este atraso.

A taxa de 152 euros continua a ser exigida a todos os que pedem a
necessária autorização para a realização de actividades desportivas
nos parques naturais e no Parque Nacional da Peneda-Gerês. Por isso,
os pedestrianistas dizem ter "motivos suficientes para não acreditar
na competência do ICNF para resolver a ilegalidade e exorbitância das
taxas", acusando o instituto de "pretender favorecer as empresas em
desfavor do indivíduo caminhante e das associações sem fins
lucrativos".

No próximo domingo, Dia Nacional da Conservação da Natureza, o
movimento A Natureza é de Todos volta a protestar contra a cobrança de
taxas. A manifestação está marcada para o Parque Nacional da
Peneda-Gerês, junto da antiga casa florestal da Portela de Leonte,
pelas 10h, seguindo-se uma caminhada até à Portela do Homem. O grupo
já tinha organizado um protestona Peneda-Gerês a 25 de Abril do ano
passado, com as mesmas exigências.

http://www.publico.pt/local-porto/jornal/ainda-se-cobra-taxa-a-quem-caminha-nas-areas-protegidas-26865089

CAP aplaude nova forma do Ministério da Agricultura

por Ana Rita Costa25 de Julho - 2013

A CAP aplaudiu a remodelação do Ministério da Agricultura e do Mar,
que perde, assim, as pastas do Ambiente e do Ordenamento do
Território.

A antiga constituição deste Ministério sob a alçada de Assunção
Cristas e a "acumulação de pastas no mesmo Ministério retiravam tempo
e foco à ministra", disse João Machado, presidente da Confederação de
Agricultores de Portugal, à Lusa.

João Machado considera que o Ministério da Agricultura volta, com a
nova remodelação governamental, a ter "uma forma mais correta e
equilibrada".

"Desde a primeira hora que nós (CAP) dissemos que o Ministério nos
parecia muito grande e que tinha áreas que não tinham nada a ver com a
nossa e, portanto, retiravam tempo e foco à ministra", acrescentou
João Machado.

De acordo com o presidente da CAP, o Ministério da Agricultura não tem
funcionado mal nos últimos dois anos. "Parece-nos que se perdeu muito
tempo. O Ministério esteve a fazer leis orgânicas para incorporar
outras áreas e agora vai ter de desfazer novas leis orgânicas para
deixar sair as áreas para os outros ministérios."

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7482&bl=1

Linhas “económicas” ultrapassam produtos Premium

2013.07.27 (00:00) Distribuição
As linhas económicas de alimentos e bebidas ultrapassaram, pela
primeira vez, em 2012, os produtos Premium no Reino Unido. De acordo
com um estudo da Mintel, a incerteza da clima económico no país tem
levado à sobrevalorização destas gamas de produtos, que superaram, em
grande parte, o número de novos lançamento de novos produtos Premium
neste país europeu.


O lançamento de novos produtos de linhas económicos representaram 9%
do total de novos produtos (alimentação e bebidas) introduzidos no
Reino Unido, em 2012, o que contrasta com os 7% de lançamento de
produtos com posicionamento Premium (9% em 2008 e 2% da linha
económica).

Este aumento na comercialização de linhas económicas faz do Reino
Unido o líder em lançamentos de alimentação e bebidas nesta categoria,
ao contabilizar 21% do total de novos produtos introduzidos nestas
categorias à escala global no ano passado. O Reino Unido ultrapassou,
inclusive, os EUA que representaram 20% dos lançamentos desta
natureza. Já o Japão representou 15%, seguindo-se França, Austrália,
Espanha e Itália com 4%, respetivamente.

Na verdade, os desafios económicos continuam a remodelar estilos de
vida e expetativas dos consumidores, dentro e fora do Reino Unido. E
parece que a caça à pechincha tornou-se um hábito enraizado entre
experientes compradores da Grã-Bretanha, com mais de sete em cada dez
(72%) dos consumidores a assumir que apreciam a "emoção" de conseguir
uma pechincha. Esta figura tem particular realce entre as mulheres
(77% dos consumidores do sexo feminino contra 66% dos homens) e também
é forte entre os mais favorecidos (75% dos que ganham £50.000 ou mais,
contra 70% dos que recebem, anualmente, £9500 e 78% cujo rendimento
oscila entre os £9,500-15,499). Hoje, a atividade promocional
tornou-se essencial para mais de metade (55%) dos consumidores
britânicos, que só compram determinados produtos ou marcas, quando em
promoção. E cerca de quatro em cada dez (39%) dizem que as promoções
lhes permitem comprar alimentos que não seriam capazes de suportar,
caso contrário.

Nos EUA, mais de seis em cada dez americanos (62%) privilegiam os
produtos em primeiro lugar ao fazer compras em mercearias e
supermercados, enquanto que cerca de metade (49%) utilizam cupões e
talões de desconto e quase três em cada dez (28%) privilegiam sempre
os produtos mais baratos. Paralelamente, na Europa continental, uma
parcela significativa dos consumidores europeus relatam a mudança de
marca de indústria para MDD (34% em Espanha e Itália, 21% em França e
25% na Alemanha), bem como reduzir o número de produtos Premium que
compram, nomeadamente 21% em França, 19% em Itália, 18% na Alemanha e
17% em Espanha).

FONTE: Grande Consumo

http://anilact.pt/informacao-74/7940-linhas-economicas-ultrapassam-produtos-premium

sábado, 27 de julho de 2013

Aliança Vinhos de Portugal aposta em bebida para mulheres

25 de Julho de 2013 às 17:24:37, por PEDRO DURÃES

A marca Aliança Vinhos de Portugal acaba de lançar uma bebida dedicada
às mulheres, a Paradise Night Out. O produto assume-se com enfoque
numa mulher cosmopolita e independente que gosta de se divertir e para
comunicar esse posicionamento prepara-se para lançar, no próximo dia
31 de Julho, uma campanha publicitária cuja criatividade esteve a
cargo da agência Happenin Creative Solutions. A campanha vai marca
presença em imprensa e outdoor, contando ainda com acções de
degustação que serão realizadas na rede de lojas Jumbo e Continente a
partir do próximo dia 1 de Agosto. "Esta campanha tem como objectivo
apresentar uma nova categoria de bebida, especialmente concebida para
as mulheres. É um conceito novo para o consumo de vinho, com aroma a
melancia e morango e um baixo teor de álcool (7%). Pode por isso, ser
consumida como um cocktail. No entanto, não pretendemos que seja uma
bebida feminista, deixamos o desafio a todos os homens para que a
experimentem também", sublinha, em nota de imprensa, Sérgio Marques,
director de marketing e vendas da Aliança Vinhos de Portugal.

http://www.meiosepublicidade.pt/2013/07/alianca-vinhos-de-portugal-aposta-em-bebida-para-mulheres/

Às 39 semanas de gravidez, Assunção Cristas continua a trabalhar

Redação Lux / AA em 2013-07-25 16:52



Prestes a dar a luz, Assunção Cristas, a primeira mulher num Governo,
em Portugal, continua a trabalhar.

A responsável agora responsável pelo Ministério da Agricultura e do
Mar participou ontem (24) na tomada de posse dos novos membros do
Governo.

Aos 38 anos, Assunção Cristas é mãe de três filhos, e pretende
manter-se em funções até dar à luz.

http://www.lux.iol.pt/nacionais/as-39-semanas-de-gravidez-assuncao-cristas-continua-a-trabalhar-assuncao-cristas-gravida-parto-governo/1473807-4996.html

Copa-Cogeca organiza sessão de esclarecimento sobre sector do azeite da UE

26-07-2013





O Copa-Cogeca organiza um evento sobre as medidas necessárias para
melhorar a viabilidade do sector do azeite da União Europeia e a
informação proporcionada aos consumidores acerca deste produto de alta
qualidade.

A organização agrícola da União Europeia, que representa mais de 13
milhões de agricultores europeus e 38 mil cooperativas agrícolas,
organiza esta iniciativa sobre o azeite, um produto saudável
reconhecido pelo seu elevado nível de substâncias antioxidantes.

No evento, organizado sob os auspícios do eurodeputado Capoulas
Santos, serão examinadas as medidas que melhor podem informar os
consumidores acerca da qualidade do produto e as diferentes categorias
existentes, para que saibam o que estão a comprar.

Na ocasião está também aberta a possibilidade de debater e entrevistar
os diversos agricultores sobre as medidas de promoção das diferentes
qualidades do azeite. O evento terá lugar no Parlamento Europeu (sala
pc), no próximo dia 18 de Setembro, pelas 20:00 horas.

O Copa-Cogeca informa ainda que os interessados podem confirmar a sua
presença através do endereço amanda.cheesley@copa-cogeca.eu

Fonte: Copa-Cogeca

http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46932.aspx

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Vinhos: Adega de Borba distinguida com Ouro e Prata na China

A Adega de Borba viu os seus vinhos alcançarem duas medalhas de ouro e
uma de prata na Edição de 2013 do Vinalies Internationales China que
teve lugar de 3 a 5 de Julho em Penglai, na China.

Os vinhos distinguidos com medalhas de ouro foram o Adega de Borba
"Rótulo de Cortiça" Reserva Branco 2011 e o Montes Claros Garrafeira
Tinto 2009. A medalha de prata foi atribuída também a um "Rótulo de
Cortiça", o Adega de Borba "Rótulo de Cortiça" Grande Reserva Tinto
2009.

Organizado em Penglai, segundo o modelo da Vinalies Internacional de
Paris, esta Edição de 2013 do Vinalies China foi organizado para
garantir o reconhecimento de produtores de todo o mundo. Neste
concurso, 250 vinhos foram avaliados de acordo com as regras rígidas
impostas pela OIV (L'Organisation Internationale de la Vigne et du
Vin), pela VinoFed (entidade que assegura a autenticidade dos
concursos) e da federação UIŒ (Union Internationale des Œnologues),
dos quais apenas cerca de 70 vinhos foram reconhecidos e galardoados.

Para Manuel Rocha, CEO da Adega de Borba, "a notoriedade e o rigor de
concursos internacionais como o Vinalies Internationales aumentam o
reconhecimento dos vinhos da Adega de Borba e dos nossos crescentes
padrões de qualidade. Estes prémios vêm reforçar a nossa satisfação
pelo reconhecimento dos nossos produtos do segmento Premium, onde
temos vindo a apostar cada vez mais e que elevam os nossos padrões de
exigência".

No conjunto dos concursos nacionais e internacionais de 2013 a Adega
de Borba soma agora um total de 39 medalhas no seu portefólio de
distinções, reafirmando a sua posição de destaque no panorama
vitivinícola nacional.

Fonte: UpNews

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/07/26.htm

Mexia aplaude passagem da energia para o Ministério do Ambiente

25 Julho 2013, 19:41 por Filipa Lino | flino@negocios.pt

"Do ponto de vista pessoal acho que a junção destas áreas tem algum
sentido porque estamos num conceito de desenvolvimento sustentável",
disse António Mexia.

O presidente executivo da EDP considera positiva a passagem da pasta
da energia para o Ministério do Ambiente.



"Do ponto de vista pessoal acho que a junção destas áreas tem algum
sentido porque estamos num conceito de desenvolvimento sustentável",
disse António Mexia.



O empresário diz que esta alteração lhe agrada "enquanto cidadão"
porque lhe parece ser uma "visão mais actual, mais contemporânea
daquilo que são os verdadeiros problemas da competitividade da
economia como um todo".

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/mexia_aplaude_passagem_da_energia_para_o_ministerio_do_ambiente.html

Moreira da Silva e Pires de Lima recebem dívida da A26

Valor da multa é de 43,65 euros por dia

Os recém-empossados ministros António Pires de Lima e Jorge Moreira da
Silva, da Economia e Ambiente, respectivamente, vão ter de pagar a
multa diária de 43,65 euros da A26, antes devida por Santos Pereira e
Assunção Cristas, avança o "Jornal de Negócios".

Em causa está uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja
que aceitou a providência cautelar apresentada pela câmara de Ferreira
do Alentejo a propósito da suspensão da A26.

Segundo a autarquia estão em causa problemas de natureza ambiental,
protecção civil e segurança rodoviária que são consequência daquilo
que ficou no local depois da interrupção dos trabalhos. Assim,
enquanto a remoção do material não for feita, os detentores das pastas
da Economia e do Ambiente estão obrigados a pagar a multa.

A dívida começa a contar logo após a tomada de posse dos ministros, ou
seja, a partir desta sexta-feira. E apenas cessa assim que os
ministros passarem a pasta aos sucessores.

http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/moreira-da-silva-pires-lima-recebem-divida-da-a26

Ministério da Agricultura e do Mar com quatro Secretários de Estado

O Presidente da República aceitou a proposta que lhe foi hoje
apresentada pelo Primeiro-Ministro, Dr. Pedro Passos Coelho, de
nomeação de diversas personalidades para os cargos de Secretários de
Estado e cuja lista consta de um comunicado publicado no sítio da
Presidência da República.

O novo Ministério da Agricultura e do Mar vai ter quatro Secretários
de Estado que transitam do anterior MAMAOT:

Secretário de Estado da Agricultura – Eng. José Diogo Santiago de Albuquerque
Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural – Prof.
Doutor Francisco Ramos Lopes Gomes da Silva
Secretário de Estado do Mar – Prof. Doutor Manuel Pinto de Abreu
Secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar –
Prof. Doutor Alexandre Nuno Vaz Baptista de Vieira de Brito

De referir ainda, no Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território
e Energia:

Secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da
Natureza – Doutor Miguel de Castro Neto.

O Presidente da República conferirá posse aos Secretários e
Subsecretária de Estado amanhã, dia 26 de Julho, pelas 15:00 horas, no
Palácio de Belém.

Fonte: PR

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/07/25f.htm

Fogo de Bragança no início de julho causou "três a quatro milhões de euros" de prejuízos na área agrícola

26.07.2013 17:47

PAÍS

O incêndio que lavrou entre 09 e 12 de julho em quatro concelhos do
Distrito de Bragança causou prejuízos de "três a quatro milhões de
euros" na área agrícola, segundo o relatório preliminar sobre a
destruição causada pelas chamas.

Animais mortos, destruição de alimentação para animais e culturas como
olival, amendoal, vinha, frutícolas, pastagens, além de fardos,
apiários e equipamentos e infraestruturas agrícolas, como maquinaria
e sistemas de rega foram os principais prejuízos registados na área
agrícola.

Estes dados são parciais, já que o levantamento global foi feito por
várias entidades ligadas às áreas agrícola, florestal e ambiental e
"já está concluído", mas o balanço final só será feito depois do
cruzamento dos dados e da avaliação dos mesmos, segundo fonte o
gabinete de imprensa do Ministério da Agricultura.

O gabinete da ministra Assunção Cristas confirmou à Lusa que "os
relatórios preliminares já foram entregues às respetivas secretarias
de Estado" e que se seguirá a "fase de avaliação, cruzamento de dados
e ponderação".

O Ministério da Agricultura ainda não tem uma previsão sobre quando
poderá estar concluído o processo das consequências daquele que é já
considerado o maior incêndio de sempre na região.

O fogo teve também impacto nas medidas em curso ou já executadas de
compensação e minimização das obras da barragem do Baixo Sabor,
segundo as conclusões de um relatório preliminar que está a ser
realizado pela EDP, concessionária do empreendimento hidroelétrico
que se encontra em fase de conclusão naquela zona do Nordeste
Transmontano.

Segundo informação disponibilizada à Lusa pela empresa, no relatório
elaborado para análise conjunta com a Comissão de Acompanhamento
Ambiental, "conclui-se que foram afetadas algumas plantações já
efetuadas, caixas abrigo para morcegos e algumas câmaras para
monitorização dos lobos".

A empresa esclarece que "estas afetações em termos de montantes
monetários não têm expressão demasiadamente significativa" e que não
foram afetadas as estruturas já construídas das duas barragens que
fazem parte do empreendimento.

Dados oficiais indicam que as chamas consumiram uma área de "14.912
hectares", tendo ameaçado várias populações.

O fogo começou na noite de 09 de julho em Picões e Ferradosa, no
concelho de Alfândega da Fé e alastrou-se de imediato aos concelhos
de Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Torre de Moncorvo.

Chegou a ter seis frentes ativas e a ser combatido por mais de 900
elementos de todo o país e só foi dado como extinto na manhã de 12 de
julho.

Lusa

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/07/26/fogo-de-braganca-no-inicio-de-julho-causou-tres-a-quatro-milhoes-de-euros-de-prejuizos-na-area-agricola

PS quer obra hidroagrícola do Baixo Mondego concluída até 2020

Lusa25 Jul, 2013, 16:42

O deputado do PS Rui Duarte defendeu hoje a conclusão do projeto
hidroagrícola do Baixo Mondego, antes de 2020, aproveitando "um
período de oportunidades" para a agricultura nacional ao nível dos
apoios comunitários.

"Este é um projeto com muitos anos que tem estado sempre ofuscado por
outras prioridades em matéria de políticas agrícolas", disse Rui
Duarte à agência Lusa.

O deputado, eleito pelo círculo de Coimbra, realçou o valor económico
"de produtos de excelência nacional", como o arroz carolino, que
resultam da atividade agrícola nos terrenos férteis das margens do rio
Mondego, entre Coimbra e Figueira da Foz.

Rui Duarte foi o primeiro subscritor de um projeto de resolução,
aprovado no dia 11 de julho, no plenário da Assembleia da República,
em que é recomendada "a finalização das infraestruturas do
empreendimento do Baixo Mondego, na componente ambiental, de
regularização e de rega", realçando que cabe ao Governo assegurar "o
seu enquadramento no próximo período de programação dos apoios
europeus", de 2014 a 2020.

No documento, aprovado no dia em que os deputados se pronunciaram a
favor de uma proposta idêntica do PCP sobre o assunto, é recomendado
ao executivo "que promova a constituição de uma Associação de
Utilizadores ou de Gestão do Empreendimento de Fins Múltiplos" da obra
de aproveitamento hidráulico do Baixo Mondego.

No concreto, a resolução aprovada pela Assembleia da República
preconiza "que seja instituído um modelo de gestão assegurado pelos
utilizadores e com a respetiva participação nos órgãos de gestão" em
função da sua representatividade.

A calendarização das "obras da responsabilidade do Estado e dos
particulares" e o plano de cofinanciamento devem ser "protocoladas com
os agricultores, industriais e autarquias".

Os serviços da Comissão Parlamentar de Agricultura e Mar agendaram
para hoje uma verificação da redação final do projeto de resolução
sobre o Baixo Mondego, que o PS tinha apresentado em março e que foi
aprovado há duas semanas.

O PCP também tinha recomendado ao Governo, através de uma resolução
aprovada no Parlamento, a "conclusão urgente" da obra hidroagrícola do
Baixo Mondego e "a fixação de um calendário" para a realização da
totalidade dos trabalhos "em cinco anos".

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=669308&tm=8&layout=121&visual=49

quinta-feira, 25 de julho de 2013

BE/Porto pede explicações por fecho do Solar do Vinho do Porto

25-07-2013 13:43 | Política
Fonte: Agência Lusa

Porto, 25 jul (Lusa) -- O candidato do BE à Câmara do Porto pediu hoje
explicações àquela autarquia sobre o encerramento do Solar do Vinho do
Porto e interpelou as restantes candidaturas sobre a criação de uma
estratégia de valorização do vinho do Porto.

"É preciso que haja uma estratégia de valorização do vinho do Porto",
desafia o candidato bloquista José Soeiro, observando que aquele
"produto imaterial" que projeta o nome do Porto internacionalmente em
"primeiríssimo lugar", não está a ser valorizado com a dignidade que
merece.

Em declarações à Lusa, no âmbito da campanha eleitoral com a
iniciativa "O Vinho do Porto e a cidade", José Soeiro destacou o
encerramento do Solar do Vinho do Porto na cidade e lamentou que na
quarta-feira transata o espaço tenha sido concessionado a um privado
por 3.800 euros por mês.

O Solar do Vinho do Porto é um dos exemplos da "ausência total de
estratégia autárquica para potenciar o vinho do Porto", acusa o
candidato do Bloco de Esquerda, recordando que o espaço inserido nos
caminhos românticos da cidade do Porto, está encerrado "há mais de um
ano" e foi concessionado a um privado.

A candidatura do BE à Câmara do Porto está contra "a concessão do
Solar do Vinho do Porto ao privado" e está contra a "concessão
sucessiva de espaços da cidade".

"Entendemos que a estratégia de valorização do vinho do Porto tem de
criar um equipamento que não torne o Porto, à parte de Lisboa e da
Régua, a única cidade que não tem o seu solar", declarou o candidato
bloquista, acrescentando que o vinho do Porto tem de estar "no centro
de uma estratégia de valorização da própria cidade".

Para além de José Soeiro, estão na corrida às eleições autárquicas,
Luís Filipe Menezes (PSD), Manuel Pizarro (PS), Rui Moreira
(independente apoiado pelo CDS-PP), Pedro Carvalho (CDU), Nuno Cardoso
(independente) e José Manuel Costa Pereira (Partido Trabalhista
Português).

CCM // JGJ

Lusa/Fim

http://portocanal.sapo.pt/noticia/4473/

«Pior restauradora do mundo» pinta rótulos de vinho

Cecilia Giménez ficou mundialmente conhecida depois de tentar
restaurar uma pintura que quase ficou irreconhecível

Por: Redacção / JFP | 2013-07-25 14:00

Cecilia Giménez, a mulher que tentou restaurar um retrato de Cristo
deixando-o quase irreconhecível, pintou um novo quadro que será
estampado nos rótulos de um vinho da adega Ruberte, em Espanha.

Depois de ter ficado internacionalmente conhecida por ter destruído um
fresco de igreja, a autora diz que o vinho levará o seu nome.

De acordo com a agência EFE, a pintura de Jesus Cristo será impressa e
estampada nos rótulos do vinho «Edicion Especial: Cecilia Giménez».

http://www.tvi24.iol.pt/503/acredite-se-quiser/gimenez-restauro-vinho-rotulos-acredite-tvi24/1473676-4088.html

Comunidades rurais de 25 países reúnem-se na freguesia de Samuel

Lusa25 Jul, 2013, 13:29

Cerca de 250 representantes de 25 comunidades rurais europeias
reúnem-se, a partir de sexta-feira, na freguesia de Samuel, Soure, num
encontro destinado à troca de experiências e identificação de
problemas comuns, disse fonte da organização.

O encontro anual da Carta das Comunidades Rurais Europeias decorre
numa freguesia com 22 lugares e cerca de 1.300 habitantes, metade dos
quais estão envolvidos na iniciativa, quer acolhendo os participantes
(responsabilidade a cargo de 109 famílias), quer envolvendo-se no
programa do evento que se estende até segunda-feira.

"Vão ser recebidos à volta da mesa da cozinha. Se fossem alojados em
hotéis, não conseguiam perceber o espírito e as vivências das pessoas
que os recebem", disse hoje à agência Lusa Teresa Pedrosa, presidente
da junta de freguesia de Samuel, anfitriã do encontro.

Os grupos participantes de 25 dos 27 países da UE - só a Grécia e
Bulgária não estarão representados - incluem autarcas, empresários e
estudantes, entre outros, das comunidades rurais envolvidas.

"Cada grupo tem 10 pessoas, obrigatoriamente seis adultos e quatro
jovens para assegurar a continuidade", explicou Teresa Pedrosa.

O programa, este ano dedicado ao tema das energias renováveis e aos
diversos tipos de energia gerados a nível local, inclui visitas a
empresas da região - como as papeleiras Celbi e Soporcel ou a vidreira
Verallia, entre outras - "que estão situadas em meio rural".

"Queremos perceber como fazem para minimizar os impactos da sua
atividade", frisou a autarca.

Do programa da iniciativa constam ainda "workshops", debates mas
também atividades de animação e convívio.

A constituição da Carta das Comunidades Rurais Europeias teve origem,
há mais de 20 anos, numa ideia de um autarca francês da localidade de
Neuville-de-Poitou (geminada com Soure desde 1987), acolhida pela
freguesia de Samuel, que recebeu o encontro, pela primeira vez, em
2002.

"A construção europeia faz-se, fundamentalmente, através da cidadania.
E a Carta das Comunidades Rurais é a única desta natureza a nível
europeu", sustentou Teresa Pedrosa.

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=669252&tm=8&layout=121&visual=49

Argentina abre linha de crédito para projectos agrícolas em Angola

25 de Julho, 2013
A Argentina vai abrir uma linha de crédito de 75 milhões de euros
para financiar projectos agrícolas em Angola, anunciou hoje o governo
argentino durante a visita do ministro dos Negócios Estrangeiros
angolano, Georges Chikoti.

Em Buenos Aires, onde passou os últimos dias, Chikoti fez hoje uma
apresentação da política externa angolana, passando em revista os
principais acontecimentos do país desde a independência, já depois de
ter participado em várias reuniões de trabalho destinadas a fomentar
as áreas identificadas como prioritárias para a cooperação entre os
dois países.

De acordo com o relato feito pela agência Bloomberg, a agricultura, a
microgenética, a criação de um laboratório de vacinação de gado, bem
como a área alimentar e a formação foram alguns dos sectores que ambos
os países identificaram como importantes.

As áreas onde a cooperação poderá ser mais intensa passam também pela
saúde, ensino superior e transferência de tecnologia, entre outras,
sendo que para a implementação de projectos agrícolas, o governo
argentino anunciou a abertura de uma linha de crédito de cerca de 75
milhões de euros (100 milhões de dólares) destinada a empresários
argentinos e angolanos.

Na sessão académica de hoje, no Conselho Argentino para as Relações
Internacionais, subordinada ao tema "A Política Externa Angolana",
Chikoti passou em revista as últimas décadas da história do país,
destacando, de acordo com a agência Bloomberg, a independência do
país, a 11 de Novembro de 1975, os acordos de Nova Iorque, que
permitiram a retirada das tropas sul-africanas do território, e os
acordos de Bicesse, em que se conseguiu uma trégua temporária na
guerra civil.

O estabelecimento do sistema multipartidário, as primeiras eleições em
Setembro de 1992, a independência da Namíbia, o fim do 'apartheid' na
África do Sul, o acordo de paz assinado a 4 de Abril de 2002, as
legislativas de 2008, a aprovação da Constituição da República em 2010
e as eleições gerais de 2012 foram alguns dos pontos sublinhados pelo
ministro dos Negócios Estrangeiros de Angola, considerando-os "uma
marca indelével nos anais da história recente do país".

Angola, concluiu, citado pela Bloomberg, tem vivido o crescimento
económico mais rápido do mundo.

Lusa/SOL

http://sol.sapo.pt/Angola/Interior.aspx?content_id=80355