Lusa
16:06 Quarta feira, 4 de setembro de 2013
Tondela, 04 set (Lusa) - O secretário de Estado das Florestas e do
Desenvolvimento Rural, Francisco Gomes da Silva, considerou hoje
fundamental para evitar os incêndios florestais a fiscalização do
cumprimento dos planos existentes em termos regionais, distritais e
municipais.
"Tudo isso está perfeitamente definido. Tivemos oportunidade de ver,
em conversa com presidentes de Câmara que nos acompanharam, que
existem muitos desses elementos que não estão implementados no
terreno", afirmou aos jornalistas, no final de uma visita a vários
pontos da Serra do Caramulo que nas últimas semanas foram afetados por
incêndios.
Francisco Gomes da Silva admitiu, no entanto, que "tudo isto é muito
mais simples de dizer do que arranjar meio de conseguir, de um momento
para o outro, ter tudo no terreno", porque todos vivem "uma época
difícil do ponto de vista financeiro e de restrições".
http://expresso.sapo.pt/incendios-cumprimento-de-planos-e-fundamental-considera-se-das-florestas=f828966
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Comitiva alemã visita o IVDP para comprovar controlo dos vinhos do Douro e do Porto
O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP) recebeu uma comitiva
alemã do Ministério da Alimentação, Agricultura e Defesa do
Consumidor, no âmbito de um Seminário anual do Ministério, realizado,
pela primeira vez, no Porto. Composta por 31 juristas e advogados com
uma estreita relação ao sector vinícola, a visita da comitiva mostrou
o processo de certificação e prova dos vinhos do Douro e do Porto e
comprovou o controlo que é feito aos vinhos da região. Após uma visita
aos laboratórios e à Câmara de Provadores e de um seminário acerca do
trabalho desenvolvido pelos técnicos do IVDP, a comitiva alemã teve a
oportunidade de degustar vários tipos de vinho do Porto, numa prova
liderada por Bento Amaral, o chefe dos provadores do Instituto.
A visita da comitiva alemã ao Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto
(IVDP) vem comprovar a profunda experiência no processo de
certificação dos vinhos, cujos métodos e técnicas são exemplo em todo
o mundo. O IVDP tem já várias parcerias no mundo inteiro, das quais se
destaca a OIV, a AIDV, a Comissão Europeia, a Wine Origins assim como
outras Denominações de Origem Controladas.
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/09/05b.htm
alemã do Ministério da Alimentação, Agricultura e Defesa do
Consumidor, no âmbito de um Seminário anual do Ministério, realizado,
pela primeira vez, no Porto. Composta por 31 juristas e advogados com
uma estreita relação ao sector vinícola, a visita da comitiva mostrou
o processo de certificação e prova dos vinhos do Douro e do Porto e
comprovou o controlo que é feito aos vinhos da região. Após uma visita
aos laboratórios e à Câmara de Provadores e de um seminário acerca do
trabalho desenvolvido pelos técnicos do IVDP, a comitiva alemã teve a
oportunidade de degustar vários tipos de vinho do Porto, numa prova
liderada por Bento Amaral, o chefe dos provadores do Instituto.
A visita da comitiva alemã ao Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto
(IVDP) vem comprovar a profunda experiência no processo de
certificação dos vinhos, cujos métodos e técnicas são exemplo em todo
o mundo. O IVDP tem já várias parcerias no mundo inteiro, das quais se
destaca a OIV, a AIDV, a Comissão Europeia, a Wine Origins assim como
outras Denominações de Origem Controladas.
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/09/05b.htm
Imposições fiscais do Governo continuam a provocar confusão
Pequenos e médios viticultores do Douro pressionados exageradamente
pelos compradores
O governo persiste na aplicação das novas imposições fiscais apesar
das reclamações dos Agricultores/Viticultores, da AVIDOURO e da CNA,
mesmo depois dos próprios organismos oficiais - do Ministério das
Finanças e do Ministério da Agricultura - não serem capazes de prestar
todos os esclarecimentos necessários sobre o assunto.
Entretanto, a pressão sobre os pequenos e médios Viticultores do Douro
mantém-se elevada no sentido de eles se irem colectar nas Finanças e
se prepararem, desde já, para aguentar com as consequências (custos)
dessas novas imposições fiscais.
Assim, os próprios compradores, incluindo as Adegas Cooperativas,
estão agora a ser mais papistas que o Papa e estão a exigir que cada
Viticultor demonstre que já está colectado nas Finanças, como condição
para lhes aceitar as suas uvas.
Ora, tendo até em conta que o prazo legal para o acto de registo nas
Finanças por parte dos Agricultores só termina a 31 de Outubro, é
ilegítima e abusiva a exigência que os compradores estão a fazer aos
Viticultores para que estes demonstrem já estar colectados nas
Finanças como condição fundamental para lhes receberem as uvas.
Mais uma vez a AVIDOURO alerta, para as consequências que estas
imposições fiscais vão trazer para a agricultura familiar, e para o
Mundo Rural, pois aquilo a que vamos assistir é ao desaparecimento a
curto prazo de mais uns milhares de pequenos e médios Agricultores.
A AVIDOURO, continua a afirmar que estas novas regras fiscais, estão
completamente desadequadas à nossa Agricultura Familiar. É injusto,
que o governo, obrigue a que pequenos viticultores com míseros - 50
euros de benefício/Vinho Generoso/Porto, sejam obrigados a
coletarem-se nas Finanças
AVIDOURO mantém a sua reclamação ao governo de suspensão ou anulação
das novas imposições fiscais.
Ao mesmo tempo, a AVIDOURO repudia o comportamento, ao estilo de
"fiscais das Finanças", que muitos compradores estão a assumir ao
exigirem que os Viticultores demonstrem já estar colectados.
Peso da Régua, 4 de Setembro de 2013
P'la Direção da AVIDOURO
Berta Santos
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/09/05c.htm
pelos compradores
O governo persiste na aplicação das novas imposições fiscais apesar
das reclamações dos Agricultores/Viticultores, da AVIDOURO e da CNA,
mesmo depois dos próprios organismos oficiais - do Ministério das
Finanças e do Ministério da Agricultura - não serem capazes de prestar
todos os esclarecimentos necessários sobre o assunto.
Entretanto, a pressão sobre os pequenos e médios Viticultores do Douro
mantém-se elevada no sentido de eles se irem colectar nas Finanças e
se prepararem, desde já, para aguentar com as consequências (custos)
dessas novas imposições fiscais.
Assim, os próprios compradores, incluindo as Adegas Cooperativas,
estão agora a ser mais papistas que o Papa e estão a exigir que cada
Viticultor demonstre que já está colectado nas Finanças, como condição
para lhes aceitar as suas uvas.
Ora, tendo até em conta que o prazo legal para o acto de registo nas
Finanças por parte dos Agricultores só termina a 31 de Outubro, é
ilegítima e abusiva a exigência que os compradores estão a fazer aos
Viticultores para que estes demonstrem já estar colectados nas
Finanças como condição fundamental para lhes receberem as uvas.
Mais uma vez a AVIDOURO alerta, para as consequências que estas
imposições fiscais vão trazer para a agricultura familiar, e para o
Mundo Rural, pois aquilo a que vamos assistir é ao desaparecimento a
curto prazo de mais uns milhares de pequenos e médios Agricultores.
A AVIDOURO, continua a afirmar que estas novas regras fiscais, estão
completamente desadequadas à nossa Agricultura Familiar. É injusto,
que o governo, obrigue a que pequenos viticultores com míseros - 50
euros de benefício/Vinho Generoso/Porto, sejam obrigados a
coletarem-se nas Finanças
AVIDOURO mantém a sua reclamação ao governo de suspensão ou anulação
das novas imposições fiscais.
Ao mesmo tempo, a AVIDOURO repudia o comportamento, ao estilo de
"fiscais das Finanças", que muitos compradores estão a assumir ao
exigirem que os Viticultores demonstrem já estar colectados.
Peso da Régua, 4 de Setembro de 2013
P'la Direção da AVIDOURO
Berta Santos
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/09/05c.htm
Vindimas com atraso no Douro mas com boas perspectivas de produção
1
Em 2013, o corte das uvas na mais antiga região demarcada do mundo
está a iniciar-se um pouco mais tarde comparativamente com o ano
passado
As vindimas no Douro estão atrasadas cerca de uma semana a 10 dias
devido à primavera fria que se refletiu negativamente no crescimento
da videira, mas prevê-se para este ano um ligeiro aumento na produção.
Em 2013, o corte das uvas na mais antiga região demarcada do mundo
está a iniciar-se um pouco mais tarde comparativamente com o ano
passado, e os enólogos e responsáveis pela área vitivinícola
justificam este facto com as baixas temperaturas que se sentiram em
abril e maio e atrasaram o ciclo vegetativo da videira.
Pelas vinhas vão-se fazendo, neste momento, os controlos de maturação
e provas de bagos, enquanto todas as atenções estão centradas na
meteorologia que pode, ainda, condicionar todo o processo.
"A chuva poderá baralhar tudo, pode atrasar tudo", afirmou hoje à
agência Lusa Rui Soares, da Real Companhia Velha (RCV).
O engenheiro agrónomo referiu que a RCV deverá começar a vindimar as
uvas brancas no final desta semana, prevendo colher algumas tintas,
nas zonas mais quentes e precoces da região do Cima Corgo, na próxima
semana.
A Quinta de Ervamoira, da empresa Ramos Pinto, localizada no Douro
Superior, é a que normalmente dá o arranque ao corte das uvas por
estar situada numa zona mais quente.
A enóloga Teresa Ameztoy disse que, este ano, se verificou um atraso
na vindima nos brancos de cerca de duas semanas. Ali já se cortaram
estas uvas e, para semana, deverão começar a vindimar os tintos.
Um pouco ao lado, o enólogo Eduardo Ferreira, que trabalha para as
quintas da Sequeira (Vila Nova de Foz Côa) e a de Vale da Aldeia
(Meda), referiu que se está a preparar para colher a uvas para os
espumantes.
Por ali o atraso na vinha ronda a "semana e meia". Para este enólogo é
importante agora que não venham as chuvas pois, acredita, que poderiam
atrasar o processo de maturação principalmente das uvas tintas. "Aqui
vamos começar a vindimar os tintos só em outubro".
A Lavradores de Feitoria junta 18 quintas espalhadas por toda a região
demarcada, desde o Baixo Corgo ao Douro Superior.
Por sua vez, o enólogo Paulo Ruão fala num atraso 10 dias, que pode,
na sua opinião, "ser recuperado" se entretanto chover, porque a
temperatura "arrefece e a maturação equilibra e vamos ganhar
frescura".
De acordo com as previsões da Associação de Desenvolvimento da
Viticultura Duriense (ADVID), sediada no Peso da Régua, a produção de
vinho no Douro deverá rondar entre as 233 mil e as 253 mil pipas,
valores superiores à produção declarada no ano passado, de 218 mil
pipas.
Rui Soares estima um "ligeiro aumento", de cerca de 10 a 15%, na
colheita deste ano, comparativamente com 2012. "Em termos de qualidade
parece tudo ótimo. As uvas sanitariamente estão excelentes e a
maturação está a correr bem".
Também o enólogo Eduardo Ferreira perspetiva um aumento da produção na
ordem dos "cinco a 10%"nas suas quintas.
O conselho interprofissional do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto
(IVDP) fixou em 100.000 o número de pipas (550 litros cada) a
beneficiar nesta vindima (quantidade de mosto que cada viticultor pode
destinar à produção de vinho do Porto).
Em 2012, foram produzidas 96.500 pipas de vinho do Porto na mais
antiga região demarcada do mundo.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
aplicado pela agência Lusa
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/vindimas-atraso-no-douro-boas-perspectivas-producao
Em 2013, o corte das uvas na mais antiga região demarcada do mundo
está a iniciar-se um pouco mais tarde comparativamente com o ano
passado
As vindimas no Douro estão atrasadas cerca de uma semana a 10 dias
devido à primavera fria que se refletiu negativamente no crescimento
da videira, mas prevê-se para este ano um ligeiro aumento na produção.
Em 2013, o corte das uvas na mais antiga região demarcada do mundo
está a iniciar-se um pouco mais tarde comparativamente com o ano
passado, e os enólogos e responsáveis pela área vitivinícola
justificam este facto com as baixas temperaturas que se sentiram em
abril e maio e atrasaram o ciclo vegetativo da videira.
Pelas vinhas vão-se fazendo, neste momento, os controlos de maturação
e provas de bagos, enquanto todas as atenções estão centradas na
meteorologia que pode, ainda, condicionar todo o processo.
"A chuva poderá baralhar tudo, pode atrasar tudo", afirmou hoje à
agência Lusa Rui Soares, da Real Companhia Velha (RCV).
O engenheiro agrónomo referiu que a RCV deverá começar a vindimar as
uvas brancas no final desta semana, prevendo colher algumas tintas,
nas zonas mais quentes e precoces da região do Cima Corgo, na próxima
semana.
A Quinta de Ervamoira, da empresa Ramos Pinto, localizada no Douro
Superior, é a que normalmente dá o arranque ao corte das uvas por
estar situada numa zona mais quente.
A enóloga Teresa Ameztoy disse que, este ano, se verificou um atraso
na vindima nos brancos de cerca de duas semanas. Ali já se cortaram
estas uvas e, para semana, deverão começar a vindimar os tintos.
Um pouco ao lado, o enólogo Eduardo Ferreira, que trabalha para as
quintas da Sequeira (Vila Nova de Foz Côa) e a de Vale da Aldeia
(Meda), referiu que se está a preparar para colher a uvas para os
espumantes.
Por ali o atraso na vinha ronda a "semana e meia". Para este enólogo é
importante agora que não venham as chuvas pois, acredita, que poderiam
atrasar o processo de maturação principalmente das uvas tintas. "Aqui
vamos começar a vindimar os tintos só em outubro".
A Lavradores de Feitoria junta 18 quintas espalhadas por toda a região
demarcada, desde o Baixo Corgo ao Douro Superior.
Por sua vez, o enólogo Paulo Ruão fala num atraso 10 dias, que pode,
na sua opinião, "ser recuperado" se entretanto chover, porque a
temperatura "arrefece e a maturação equilibra e vamos ganhar
frescura".
De acordo com as previsões da Associação de Desenvolvimento da
Viticultura Duriense (ADVID), sediada no Peso da Régua, a produção de
vinho no Douro deverá rondar entre as 233 mil e as 253 mil pipas,
valores superiores à produção declarada no ano passado, de 218 mil
pipas.
Rui Soares estima um "ligeiro aumento", de cerca de 10 a 15%, na
colheita deste ano, comparativamente com 2012. "Em termos de qualidade
parece tudo ótimo. As uvas sanitariamente estão excelentes e a
maturação está a correr bem".
Também o enólogo Eduardo Ferreira perspetiva um aumento da produção na
ordem dos "cinco a 10%"nas suas quintas.
O conselho interprofissional do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto
(IVDP) fixou em 100.000 o número de pipas (550 litros cada) a
beneficiar nesta vindima (quantidade de mosto que cada viticultor pode
destinar à produção de vinho do Porto).
Em 2012, foram produzidas 96.500 pipas de vinho do Porto na mais
antiga região demarcada do mundo.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
aplicado pela agência Lusa
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/vindimas-atraso-no-douro-boas-perspectivas-producao
Área ardida já ultrapassa 94 mil hectares
Valor é 25% superior ao igual período do ano passado.
03 de Setembro, 13h32
Nº de votos (0)
Comentários (5)
Os incêndios florestais consumiram, até final de agosto, uma área de
94.155 hectares, mais 25% do que em igual período de 2012, segundo o
Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
O último relatório provisório de incêndios florestais do ICNF adianta
que, entre 1 de janeiro e 31 de agosto, registaram-se 14.143
ocorrências de fogo, menos 1.690 do que no mesmo período de 2012, que
resultaram em 94.155 hectares de área ardida.
Segundo os dados do ICNF, em 2003, 2004, 2005 e 2010 a área ardida até
31 de agosto foi superior aos valores registados este ano.
"Comparando os valores do ano corrente com o histórico dos últimos dez
anos, destaca-se que se registaram menos 15% de ocorrências
relativamente à média verificada no decénio e que ardeu menos 20% do
que o valor médio de área ardida no mesmo período", lê-se no relatório
do ICNF.
O maior incêndio do ano, registado até à data, começou a 9 de julho no
concelho de Alfândega da Fé (Bragança) e estima-se que terá consumido
uma área de 14.912 hectares, dos quais cerca de 11.980 são espaços
florestais, indica o mesmo documento.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/area-ardida-ja-ultrapassa-94-mil-hectares
03 de Setembro, 13h32
Nº de votos (0)
Comentários (5)
Os incêndios florestais consumiram, até final de agosto, uma área de
94.155 hectares, mais 25% do que em igual período de 2012, segundo o
Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
O último relatório provisório de incêndios florestais do ICNF adianta
que, entre 1 de janeiro e 31 de agosto, registaram-se 14.143
ocorrências de fogo, menos 1.690 do que no mesmo período de 2012, que
resultaram em 94.155 hectares de área ardida.
Segundo os dados do ICNF, em 2003, 2004, 2005 e 2010 a área ardida até
31 de agosto foi superior aos valores registados este ano.
"Comparando os valores do ano corrente com o histórico dos últimos dez
anos, destaca-se que se registaram menos 15% de ocorrências
relativamente à média verificada no decénio e que ardeu menos 20% do
que o valor médio de área ardida no mesmo período", lê-se no relatório
do ICNF.
O maior incêndio do ano, registado até à data, começou a 9 de julho no
concelho de Alfândega da Fé (Bragança) e estima-se que terá consumido
uma área de 14.912 hectares, dos quais cerca de 11.980 são espaços
florestais, indica o mesmo documento.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/area-ardida-ja-ultrapassa-94-mil-hectares
Área ardida em Agosto é mais de três vezes superior à do resto do ano
MARISA SOARES
03/09/2013 - 15:38
(actualizado às 17:38)
Desde o início do ano, arderam 94 mil hectares, mais 25% do que em
igual período de 2012.
PJ detém presumível incendiário pela segunda vez este ano
Só em Agosto, arderam 72.284 hectares de floresta e mato, uma área
mais de três vezes superior à que ardeu nos restantes meses deste ano.
E as últimas duas semanas foram as mais negras: de 16 a 31 de Agosto,
arderam cerca de 63 mil hectares, mais do que o dobro da área ardida
até 15 de Agosto.
Até à segunda quinzena de Agosto os incêndios florestais tinham
consumido cerca de 31 mil hectares.
Segundo o mais recente relatório do Instituto de Conservação da
Natureza e das Florestas (ICNF) sobre os incêndios, desde o início do
ano até 31 de Agosto, arderam 94.155 hectares, mais 25% do que em
igual período de 2012. Mais de três quartos desta área (77%) arderam
em Agosto, mês em que se registaram 7283 ocorrências (cerca de 52% do
total até à data), um valor bastante acima da média dos últimos dez
anos para este mês: 5467.
No relatório, o ICNF realça que, no mês passado, as condições
meteorológicas foram favoráveis ao aumento do risco de incêndio, com
temperaturas máximas superiores a 30 graus em todo o território e
vento fraco de leste – o que levou a Protecção Civil a decretar
estados de alerta amarelos ou laranja desde 9 de Agosto, sem
interrupção.
Ainda assim, o ICNF sublinha que os valores totais (de 1 de Janeiro a
31 de Agosto) estão abaixo da média da última década: registaram-se
menos 15% de ocorrências e ardeu menos 20% do que o valor médio de
área ardida nos últimos dez anos.
Este ano também houve menos reacendimentos: 588, cerca de 54% da média
dos últimos dez anos.
O relatório indica que, até 31 de Agosto, registaram-se 106 incêndios
com área ardida em espaço florestal maior ou igual a cem hectares.
Estes grandes incêndios consumiram 84% do total de área ardida, ou
seja, 79.187 hectares.
O maior incêndio do ano continua a ser o que deflagrou a 9 de Julho em
Picões, na freguesia de Ferradosa, em Alfândega da Fé (Bragança). Este
fogo consumiu 11.980 hectares de floresta.
Bragança, com 18.307 hectares de área ardida, está entre os distritos
mais fustigados pelas chamas, mas é Viseu que encabeça a lista: até 31
de Agosto, arderam 27.655 hectares. Destes, cerca de 12 mil hectares
dizem respeito à área queimada na serra do Caramulo – onde perderam a
vida três bombeiros –, que engloba os concelhos de Tondela, Vouzela e
Oliveira de Frades.
O Porto é o distrito com maior número de ocorrências (4339), seguido
de Braga (1447) e Viseu (1385).
Acompanhe o trabalho especial do PÚBLICO sobre incêndios e florestas e
consulte as previsões do site de meteorologia do PÚBLICO.
http://www.publico.pt/local/noticia/area-ardida-em-agosto-e-mais-de-tres-vezes-superior-a-registada-no-resto-do-ano-1604762
03/09/2013 - 15:38
(actualizado às 17:38)
Desde o início do ano, arderam 94 mil hectares, mais 25% do que em
igual período de 2012.
PJ detém presumível incendiário pela segunda vez este ano
Só em Agosto, arderam 72.284 hectares de floresta e mato, uma área
mais de três vezes superior à que ardeu nos restantes meses deste ano.
E as últimas duas semanas foram as mais negras: de 16 a 31 de Agosto,
arderam cerca de 63 mil hectares, mais do que o dobro da área ardida
até 15 de Agosto.
Até à segunda quinzena de Agosto os incêndios florestais tinham
consumido cerca de 31 mil hectares.
Segundo o mais recente relatório do Instituto de Conservação da
Natureza e das Florestas (ICNF) sobre os incêndios, desde o início do
ano até 31 de Agosto, arderam 94.155 hectares, mais 25% do que em
igual período de 2012. Mais de três quartos desta área (77%) arderam
em Agosto, mês em que se registaram 7283 ocorrências (cerca de 52% do
total até à data), um valor bastante acima da média dos últimos dez
anos para este mês: 5467.
No relatório, o ICNF realça que, no mês passado, as condições
meteorológicas foram favoráveis ao aumento do risco de incêndio, com
temperaturas máximas superiores a 30 graus em todo o território e
vento fraco de leste – o que levou a Protecção Civil a decretar
estados de alerta amarelos ou laranja desde 9 de Agosto, sem
interrupção.
Ainda assim, o ICNF sublinha que os valores totais (de 1 de Janeiro a
31 de Agosto) estão abaixo da média da última década: registaram-se
menos 15% de ocorrências e ardeu menos 20% do que o valor médio de
área ardida nos últimos dez anos.
Este ano também houve menos reacendimentos: 588, cerca de 54% da média
dos últimos dez anos.
O relatório indica que, até 31 de Agosto, registaram-se 106 incêndios
com área ardida em espaço florestal maior ou igual a cem hectares.
Estes grandes incêndios consumiram 84% do total de área ardida, ou
seja, 79.187 hectares.
O maior incêndio do ano continua a ser o que deflagrou a 9 de Julho em
Picões, na freguesia de Ferradosa, em Alfândega da Fé (Bragança). Este
fogo consumiu 11.980 hectares de floresta.
Bragança, com 18.307 hectares de área ardida, está entre os distritos
mais fustigados pelas chamas, mas é Viseu que encabeça a lista: até 31
de Agosto, arderam 27.655 hectares. Destes, cerca de 12 mil hectares
dizem respeito à área queimada na serra do Caramulo – onde perderam a
vida três bombeiros –, que engloba os concelhos de Tondela, Vouzela e
Oliveira de Frades.
O Porto é o distrito com maior número de ocorrências (4339), seguido
de Braga (1447) e Viseu (1385).
Acompanhe o trabalho especial do PÚBLICO sobre incêndios e florestas e
consulte as previsões do site de meteorologia do PÚBLICO.
http://www.publico.pt/local/noticia/area-ardida-em-agosto-e-mais-de-tres-vezes-superior-a-registada-no-resto-do-ano-1604762
Comissão Europeia lança consulta online sobre agricultura familiar
por Ana Rita Costa2 de Setembro - 2013
A Comissão Europeia pôs em marcha uma consulta online sobre o papel da
agricultura familiar com o objetivo de identificar os desafios e as
prioridades fundamentais para o futuro.
As contribuições serão apresentadas na conferência europeia
"Agricultura familiar: Um diálogo por uma agricultura mais sustentável
e resistente na Europa e no mundo, que se realiza a 29 de novembro.
A consulta online está a decorrer em
http://ec.europa.eu/agriculture/consultations/family-farming/2013_en.htm.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7533
A Comissão Europeia pôs em marcha uma consulta online sobre o papel da
agricultura familiar com o objetivo de identificar os desafios e as
prioridades fundamentais para o futuro.
As contribuições serão apresentadas na conferência europeia
"Agricultura familiar: Um diálogo por uma agricultura mais sustentável
e resistente na Europa e no mundo, que se realiza a 29 de novembro.
A consulta online está a decorrer em
http://ec.europa.eu/agriculture/consultations/family-farming/2013_en.htm.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7533
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Casa do Azeite defende «genuinidade e qualidade» dos azeites
Casa do Azeite considerou «genericamente positivo» para o setor o estudo da Deco
Por: tvi24 | 2013-08-27 16:45
A secretária-geral da Casa do Azeite considerou esta terça-feira
«genericamente positivo» para o setor o estudo da Deco que apontou
irregularidades em cinco marcas de azeite, salientando que apenas num
caso está em causa a «genuinidade» do produto.
«Não é de todo preocupante, pelo contrário, a qualidade geral dos
azeites em Portugal subiu muito na última década ou nos últimos 15
anos, estão incomparavelmente melhores e, todos os dias, temos
notícias de excelentes resultados», afirmou Mariana Matos em
declarações à agência Lusa.
Um estudo da associação de defesa dos consumidores Deco a 25 marcas de
azeite revelou hoje que uma não era azeite e que quatro eram «azeite
virgem» e não «azeite extra virgem» como estava descrito no rótulo,
numa violação da lei.
No teste, cujos resultados são publicados na edição de setembro da
revista Deco Proteste, mas que foram hoje divulgados, apenas duas
marcas apresentaram excelente qualidade.
No caso da marca «Alfandagh», descrita no rótulo como «azeite virgem
extra», de origem biológica, a Deco aponta que nem sequer é azeite,
«tendo as análises comprovado a presença de outros óleos vegetais
refinados que não o originário da azeitona».
Com 65 associados representativos de «mais de 90% do mercado de azeite
embalado em Portugal», a Casa do Azeite admite que «nunca é bom haver
notícias destas», mas assegura que, ¿genericamente, não é, nem pouco
mais ou menos, caso para alarme social», nem «uma situação
extremamente gravosa para o setor».
Segundo a secretária-geral, a «adulteração» detetada é «um caso de
polícia», mas, nas restantes quatro situações apontadas pela Deco, o
que está em causa é uma «desclassificação organoléptica», dependente
de fatores subjetivos.
«O que acontece com quatro das amostras que foram detetadas pela Deco
é uma questão organoléptica, é uma questão de um ligeiro defeito no
sabor ou no cheiro, mas os azeites são perfeitamente genuínos, não há
problema nenhum do ponto de vista químico», salientou.
Conforme explicou, «o painel de prova entendeu que havia uns ligeiros
defeitos que transformariam aqueles azeites não em azeites virgem
extra, mas em azeites virgem», sendo que «a prova organoléptica não é
uma ciência exata¿ e os defeitos certamente nem serão detetáveis pelo
¿comum dos mortais».
Salientando que o estudo se focou em azeites correntes «de início de
gama, não de topo», Mariana Matos alertou ainda que, frequentemente,
«esses defeitos aparecem não por culpa de quem embalou aquele azeite,
mas depois de o azeite estar no mercado».
«Se tiver um azeite numa prateleira do supermercado com um holofote a
aquecê-lo e a pôr-lhe luz em cima esse azeite altera-se
substancialmente. E isso é uma alteração pela qual o embalador não
pode ser responsabilizado», disse.
Relativamente ao reforço da fiscalização do setor defendido pela Deco,
a Casa do Azeite diz estar «100% de acordo», considerando «muito
importante que a fiscalização seja sempre ser feita e que as empresas
saibam que essa fiscalização está em campo».
«Isso é muito importante para manter o mercado a funcionar
regularmente e ajuda todo o mercado a funcionar de forma mais
transparente», concluiu a secretária-geral da associação em
declarações à Lusa.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/azeite-deco-asae-casa-do-azeite-fraude-tvi24/1483751-4071.html
Por: tvi24 | 2013-08-27 16:45
A secretária-geral da Casa do Azeite considerou esta terça-feira
«genericamente positivo» para o setor o estudo da Deco que apontou
irregularidades em cinco marcas de azeite, salientando que apenas num
caso está em causa a «genuinidade» do produto.
«Não é de todo preocupante, pelo contrário, a qualidade geral dos
azeites em Portugal subiu muito na última década ou nos últimos 15
anos, estão incomparavelmente melhores e, todos os dias, temos
notícias de excelentes resultados», afirmou Mariana Matos em
declarações à agência Lusa.
Um estudo da associação de defesa dos consumidores Deco a 25 marcas de
azeite revelou hoje que uma não era azeite e que quatro eram «azeite
virgem» e não «azeite extra virgem» como estava descrito no rótulo,
numa violação da lei.
No teste, cujos resultados são publicados na edição de setembro da
revista Deco Proteste, mas que foram hoje divulgados, apenas duas
marcas apresentaram excelente qualidade.
No caso da marca «Alfandagh», descrita no rótulo como «azeite virgem
extra», de origem biológica, a Deco aponta que nem sequer é azeite,
«tendo as análises comprovado a presença de outros óleos vegetais
refinados que não o originário da azeitona».
Com 65 associados representativos de «mais de 90% do mercado de azeite
embalado em Portugal», a Casa do Azeite admite que «nunca é bom haver
notícias destas», mas assegura que, ¿genericamente, não é, nem pouco
mais ou menos, caso para alarme social», nem «uma situação
extremamente gravosa para o setor».
Segundo a secretária-geral, a «adulteração» detetada é «um caso de
polícia», mas, nas restantes quatro situações apontadas pela Deco, o
que está em causa é uma «desclassificação organoléptica», dependente
de fatores subjetivos.
«O que acontece com quatro das amostras que foram detetadas pela Deco
é uma questão organoléptica, é uma questão de um ligeiro defeito no
sabor ou no cheiro, mas os azeites são perfeitamente genuínos, não há
problema nenhum do ponto de vista químico», salientou.
Conforme explicou, «o painel de prova entendeu que havia uns ligeiros
defeitos que transformariam aqueles azeites não em azeites virgem
extra, mas em azeites virgem», sendo que «a prova organoléptica não é
uma ciência exata¿ e os defeitos certamente nem serão detetáveis pelo
¿comum dos mortais».
Salientando que o estudo se focou em azeites correntes «de início de
gama, não de topo», Mariana Matos alertou ainda que, frequentemente,
«esses defeitos aparecem não por culpa de quem embalou aquele azeite,
mas depois de o azeite estar no mercado».
«Se tiver um azeite numa prateleira do supermercado com um holofote a
aquecê-lo e a pôr-lhe luz em cima esse azeite altera-se
substancialmente. E isso é uma alteração pela qual o embalador não
pode ser responsabilizado», disse.
Relativamente ao reforço da fiscalização do setor defendido pela Deco,
a Casa do Azeite diz estar «100% de acordo», considerando «muito
importante que a fiscalização seja sempre ser feita e que as empresas
saibam que essa fiscalização está em campo».
«Isso é muito importante para manter o mercado a funcionar
regularmente e ajuda todo o mercado a funcionar de forma mais
transparente», concluiu a secretária-geral da associação em
declarações à Lusa.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/azeite-deco-asae-casa-do-azeite-fraude-tvi24/1483751-4071.html
Patrão Neves defende a dimensão humana da agricultura e exige mais apoio para os produtores de leite
2 SETEMBRO, 2013
A Eurodeputada Patrão Neves interveio hoje na reunião da Comissão de
Agricultura do Parlamento Europeu para exigir "mais medidas de apoio
aos produtores de leite das Regiões Ultraperiféricas" tendo em conta o
fim das quotas leiteiras, definidas para 2015. A intervenção da
eurodeputada inseriu-se no debate sobre o relatório a "Manutenção da
produção de leite nas zonas montanhosas, nas zonas desfavorecidas e
nas regiões ultraperiféricas após a expiração do regime de quotas
leiteiras", cujo relator é o seu colega Herbert Dorfmann.
Segundo a Eurodeputada "este relatório é muito positivo para os
produtores de leite das zonas agora privilegiadas, uma vez que propõe
algumas compensações e a agilização de processos, o que deverá
permitir suavizar o impacto do fim das quotas, nomeadamente nos
Açores". Patrão Neves prosseguiu sublinhando que "não podemos
continuar a olhar a produção leiteira apenas com num economicista,
sendo indispensável reconhecer a importância social que os
Agricultores desempenham nas suas terras."
. Patrão Neves sublinhou ainda que "numa ocasião em que tanto falamos
de uma Europa dos cidadãos, damos primazia a tudo menos à dimensão
social das questões?! A Europa há muito que deixou de ser apenas um
mercado comum, Comunidade Económica Europeia/CEE) e assume hoje
claramente uma dimensão social que tem de estar presente em todas as
políticas. Por isso afirmo que todos sabemos que o fim das quotas não
levará à falta de leite na Europa. O que aqui está em causa é que
muitas das regiões que tradicionalmente o produzem poderão ficar em
risco de deixar de o fazer, com todas as consequências que daí advêm
para a ocupação do território e a queda demográfica nas ilhas, a
preservação da paisagem e e o declínio da agricultura, a
biodiversidade, a dinamização turística, entre outros aspectos
fundamentais para o desenvolvimento sustentado destas regiões".
Este documento surge numa altura em que se aguarda com expectativa a
apresentação do estudo da Comissão Europeia sobre o impacto do fim das
quotas que será apresentado ainda este mês. Segundo Patrão Neves "fiz
tudo o que pude para, neste contexto, chamar a atenção para a
especificidade dos Açores e da necessidade de medidas adequadas
eficazes. Expliquei por diversas vezes as consequências do fim das
quotas para uma região como a nossa, contactei por diversas vezes os
serviços da Comissão Europeia, desde o Comissário da Agricultura à
responsável pelas regiões ultraperiféricas, realizei workshops e
seminários, no Parlamento Europeu como em todas as ilhas dos Açores,
realizei dezenas de emendas e mal soube dos resultados preliminares,
pressionei os meus colegas e as entidades competentes para a
necessidade de se preverem medidas compensatórias a estes impactos.
Agora veremos o que irá acontecer e depois definir quais as
iniciativas que poderemos tomar para que se consiga minimizar estes
previsíveis impactos negativos".
A finalizar a sua intervenção, Patrão Neves conclui que "a
descontinuidade geográfica é sem dúvida um handicap que urge ser
compensado, através de não só apoios para os transportes, mas também
para a produção, transformação e comercialização dos produtos
lácteos".
http://www.radioatlantida.net/patrao-neves-defende-a-dimensao-humana-da-agricultura-e-exige-mais-apoio-para-os-produtores-de-leite
A Eurodeputada Patrão Neves interveio hoje na reunião da Comissão de
Agricultura do Parlamento Europeu para exigir "mais medidas de apoio
aos produtores de leite das Regiões Ultraperiféricas" tendo em conta o
fim das quotas leiteiras, definidas para 2015. A intervenção da
eurodeputada inseriu-se no debate sobre o relatório a "Manutenção da
produção de leite nas zonas montanhosas, nas zonas desfavorecidas e
nas regiões ultraperiféricas após a expiração do regime de quotas
leiteiras", cujo relator é o seu colega Herbert Dorfmann.
Segundo a Eurodeputada "este relatório é muito positivo para os
produtores de leite das zonas agora privilegiadas, uma vez que propõe
algumas compensações e a agilização de processos, o que deverá
permitir suavizar o impacto do fim das quotas, nomeadamente nos
Açores". Patrão Neves prosseguiu sublinhando que "não podemos
continuar a olhar a produção leiteira apenas com num economicista,
sendo indispensável reconhecer a importância social que os
Agricultores desempenham nas suas terras."
. Patrão Neves sublinhou ainda que "numa ocasião em que tanto falamos
de uma Europa dos cidadãos, damos primazia a tudo menos à dimensão
social das questões?! A Europa há muito que deixou de ser apenas um
mercado comum, Comunidade Económica Europeia/CEE) e assume hoje
claramente uma dimensão social que tem de estar presente em todas as
políticas. Por isso afirmo que todos sabemos que o fim das quotas não
levará à falta de leite na Europa. O que aqui está em causa é que
muitas das regiões que tradicionalmente o produzem poderão ficar em
risco de deixar de o fazer, com todas as consequências que daí advêm
para a ocupação do território e a queda demográfica nas ilhas, a
preservação da paisagem e e o declínio da agricultura, a
biodiversidade, a dinamização turística, entre outros aspectos
fundamentais para o desenvolvimento sustentado destas regiões".
Este documento surge numa altura em que se aguarda com expectativa a
apresentação do estudo da Comissão Europeia sobre o impacto do fim das
quotas que será apresentado ainda este mês. Segundo Patrão Neves "fiz
tudo o que pude para, neste contexto, chamar a atenção para a
especificidade dos Açores e da necessidade de medidas adequadas
eficazes. Expliquei por diversas vezes as consequências do fim das
quotas para uma região como a nossa, contactei por diversas vezes os
serviços da Comissão Europeia, desde o Comissário da Agricultura à
responsável pelas regiões ultraperiféricas, realizei workshops e
seminários, no Parlamento Europeu como em todas as ilhas dos Açores,
realizei dezenas de emendas e mal soube dos resultados preliminares,
pressionei os meus colegas e as entidades competentes para a
necessidade de se preverem medidas compensatórias a estes impactos.
Agora veremos o que irá acontecer e depois definir quais as
iniciativas que poderemos tomar para que se consiga minimizar estes
previsíveis impactos negativos".
A finalizar a sua intervenção, Patrão Neves conclui que "a
descontinuidade geográfica é sem dúvida um handicap que urge ser
compensado, através de não só apoios para os transportes, mas também
para a produção, transformação e comercialização dos produtos
lácteos".
http://www.radioatlantida.net/patrao-neves-defende-a-dimensao-humana-da-agricultura-e-exige-mais-apoio-para-os-produtores-de-leite
Montemor-o-Novo: Detidos por tentativa de furto de cortiça
Terça, 03 Setembro 2013 07:56
Três pessoas foram detidas, em flagrante delito, quando tentavam
furtar cortiça no interior de uma fábrica, em Lavre, no concelho de
Montemor-o-Novo.
As detenções foram efetuadas ontem, às 06:30, por militares da Posto
Territorial de Vendas Novas da GNR.
Os suspeitos, dois homens e uma mulher, com idades entre os 36 e os 56
anos, tinham já preparados 502 quilos de cortiça quando foram
surpreendidos pelos militares.
Foram presentes a tribunal, mas desconhecem-se as medidas de coação aplicadas
http://dianafm.com/index.php?option=com_content&view=article&id=29857:montemor-o-novo-detidos-por-tentativa-de-furto-de-cortica&catid=19:alentejo&Itemid=44
Três pessoas foram detidas, em flagrante delito, quando tentavam
furtar cortiça no interior de uma fábrica, em Lavre, no concelho de
Montemor-o-Novo.
As detenções foram efetuadas ontem, às 06:30, por militares da Posto
Territorial de Vendas Novas da GNR.
Os suspeitos, dois homens e uma mulher, com idades entre os 36 e os 56
anos, tinham já preparados 502 quilos de cortiça quando foram
surpreendidos pelos militares.
Foram presentes a tribunal, mas desconhecem-se as medidas de coação aplicadas
http://dianafm.com/index.php?option=com_content&view=article&id=29857:montemor-o-novo-detidos-por-tentativa-de-furto-de-cortica&catid=19:alentejo&Itemid=44
Aprender a liderar tomando as rédeas
Este tipo de formação é novidade em Portugal, mas já foi testado em
vários países europeus. Grandes marcas já investiram nestes workshops
Cavalos são elemento chave da formação
João Santos
28/08/2013 | 17:54 | Dinheiro Vivo
Chegou a Portugal um novo conceito de formação. Com o nome "Poder da
Influência, Liderança 360º com Cavalos", esta formação de liderança
tem como elemento chave os cavalos.
Ainda que seja uma novidade em Portugal, este tipo de formação já foi
testado em vários países europeus. A IBM, a HP, a Mercedes, a
Volkswagen e o Deutsche Bank são exemplos de empresas que já
investiram nestes workshops.
"Esta formação é baseada num formato vivencial de desenvolvimento de
competências. A experiência com cavalos é forte e emocional, fica
crivada na memória, assegurando tomadas de consciência, discernimento
e clareza em termos de visão, objectivos e resultados", disse José de
Almeida, coordenador da iniciativa.
Assim, os elementos centrais de todo o workshop são os cavalos. E é de
acordo com o comportamento deles que cada participante conseguirá
identificar os pontos fortes que o caracterizam e as áreas em que
existe necessidade de melhorar. Consegue-se então perceber e melhorar
a capacidade de influência enquanto líder.
Como diz o comunicado enviado à imprensa, "sair da zona de conforto,
enfrentar o desconhecido e encontrar os recursos internos de liderança
são os principais objectivos desta formação".
A primeira sessão acontece no dia 27 de setembro em Sintra, na Praia
das Maçãs. Seguir-se-ão outras sessões no dia 18 de outubro e no dia
22 de novembro.
A formação irá decorrer de manhã, das 9.30 às 13.00, e depois do
almoço, das 14.00 às 18.00. Tem um preço de 290 euros, que inclui
manual de suporte ao workshop e um certificado de participação. Cada
formação é feita com grupos de 8 a 10 pessoas.
Dado haver um número limitado de vagas para entrar, a inscrição prévia
é obrigatória e, para isso, deve ser usado o
emailana.oliveira@ideiasedesafios.com
"Poder da Influência, Liderança 360º com Cavalos" é organizado pela
Ideias & Desafios, empresa especializada em formação comercial,
liderança, motivação e instrução para empresários e executivos. Os
programas de formação desta empresa têm por base a adaptação de
programas internacionais.
Para mais informações consulte o site da Ideias & Desafios.
http://www.dinheirovivo.pt/Emprego/Artigo/CIECO252282.html?page=0
vários países europeus. Grandes marcas já investiram nestes workshops
Cavalos são elemento chave da formação
João Santos
28/08/2013 | 17:54 | Dinheiro Vivo
Chegou a Portugal um novo conceito de formação. Com o nome "Poder da
Influência, Liderança 360º com Cavalos", esta formação de liderança
tem como elemento chave os cavalos.
Ainda que seja uma novidade em Portugal, este tipo de formação já foi
testado em vários países europeus. A IBM, a HP, a Mercedes, a
Volkswagen e o Deutsche Bank são exemplos de empresas que já
investiram nestes workshops.
"Esta formação é baseada num formato vivencial de desenvolvimento de
competências. A experiência com cavalos é forte e emocional, fica
crivada na memória, assegurando tomadas de consciência, discernimento
e clareza em termos de visão, objectivos e resultados", disse José de
Almeida, coordenador da iniciativa.
Assim, os elementos centrais de todo o workshop são os cavalos. E é de
acordo com o comportamento deles que cada participante conseguirá
identificar os pontos fortes que o caracterizam e as áreas em que
existe necessidade de melhorar. Consegue-se então perceber e melhorar
a capacidade de influência enquanto líder.
Como diz o comunicado enviado à imprensa, "sair da zona de conforto,
enfrentar o desconhecido e encontrar os recursos internos de liderança
são os principais objectivos desta formação".
A primeira sessão acontece no dia 27 de setembro em Sintra, na Praia
das Maçãs. Seguir-se-ão outras sessões no dia 18 de outubro e no dia
22 de novembro.
A formação irá decorrer de manhã, das 9.30 às 13.00, e depois do
almoço, das 14.00 às 18.00. Tem um preço de 290 euros, que inclui
manual de suporte ao workshop e um certificado de participação. Cada
formação é feita com grupos de 8 a 10 pessoas.
Dado haver um número limitado de vagas para entrar, a inscrição prévia
é obrigatória e, para isso, deve ser usado o
emailana.oliveira@ideiasedesafios.com
"Poder da Influência, Liderança 360º com Cavalos" é organizado pela
Ideias & Desafios, empresa especializada em formação comercial,
liderança, motivação e instrução para empresários e executivos. Os
programas de formação desta empresa têm por base a adaptação de
programas internacionais.
Para mais informações consulte o site da Ideias & Desafios.
http://www.dinheirovivo.pt/Emprego/Artigo/CIECO252282.html?page=0
Supermercados autorizados a vender comida fora de prazo na Grécia
Isabel Gaspar Dias03 Set, 2013, 08:51
A venda de alimentos não perecíveis fora do prazo passou a ser
autorizada na Grécia esta segunda-feira. Os supermercados e mercearias
são apenas obrigados a colocar os produtos em prateleiras diferentes e
a preços mais baixos. Os restaurantes e bares continuam proibidos de
vender comida nestas condições.
As regras não chocam com a regulamentação europeia e destinam-se a
ajudar os gregos mais afetados pela crise. Porém, a medida está a
gerar polémica e algumas das grandes cadeias de supermercados recusam
mesmo vender alimentos em saldo, receando perder prestígio.
(com Sandra Henriques)
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=677943&tm=7&layout=123&visual=61
A venda de alimentos não perecíveis fora do prazo passou a ser
autorizada na Grécia esta segunda-feira. Os supermercados e mercearias
são apenas obrigados a colocar os produtos em prateleiras diferentes e
a preços mais baixos. Os restaurantes e bares continuam proibidos de
vender comida nestas condições.
As regras não chocam com a regulamentação europeia e destinam-se a
ajudar os gregos mais afetados pela crise. Porém, a medida está a
gerar polémica e algumas das grandes cadeias de supermercados recusam
mesmo vender alimentos em saldo, receando perder prestígio.
(com Sandra Henriques)
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=677943&tm=7&layout=123&visual=61
Meteorologia: Quase 40 concelhos com risco máximo de incêndio
HOJE às 08:42
Quase 40 concelhos portugueses, a maioria do Norte e Centro,
apresentam hoje risco máximo de incêndio, segundo informação
disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA)
na internet.
De acordo com o IPMA, são 38 os concelhos que estão hoje com risco
máximo de incêndio.
Ponte da Barca (Viana do Castelo), Cabeceiras de Basto, Vieira do
Minho e Póvoa de Lanhoso (Braga), Ribeira de Pena e Vila Pouca de
Aguiar (Vila Real), Baião e Gondomar (Porto) são os concelhos do Norte
que estão hoje com risco máximo.
No centro, os concelhos visados são Castelo de Paiva e Arouca
(Aveiro), Cinfães, Resende, São Pedro do Sul, Castro Daire, Vila Nova
de Paiva, Moimenta da Beira, Sernancelhe e Mangualde (Viseu), Fornos
de Algodre, Aguiar da Beira, Trancoso, Celorico da Beira, Gouveia,
Guarda e Sabugal (Guarda), Miranda do Corvo, Arganil, Góis, Pampilhosa
da Serra (Coimbra), Oleiros, Sertã e Vila de Rei (Castelo Branco),
Castanheira de Pera, Pedrógão Grande e Figueiró dos Vinhos (Leiria),
Sardoal e Mação (Santarém).
No sul, Monchique (Faro) também apresenta risco máximo de incêndio.
O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis,
variando entre reduzido e máximo.
O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 de cada dia
da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e
quantidade de precipitação ocorrida nas últimas 24 horas.
Na segunda-feira, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC)
registou 335 incêndios, que foram combatidos por 5.472 operacionais,
com o auxílio de 1.493 veículos.
Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=654143
Quase 40 concelhos portugueses, a maioria do Norte e Centro,
apresentam hoje risco máximo de incêndio, segundo informação
disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA)
na internet.
De acordo com o IPMA, são 38 os concelhos que estão hoje com risco
máximo de incêndio.
Ponte da Barca (Viana do Castelo), Cabeceiras de Basto, Vieira do
Minho e Póvoa de Lanhoso (Braga), Ribeira de Pena e Vila Pouca de
Aguiar (Vila Real), Baião e Gondomar (Porto) são os concelhos do Norte
que estão hoje com risco máximo.
No centro, os concelhos visados são Castelo de Paiva e Arouca
(Aveiro), Cinfães, Resende, São Pedro do Sul, Castro Daire, Vila Nova
de Paiva, Moimenta da Beira, Sernancelhe e Mangualde (Viseu), Fornos
de Algodre, Aguiar da Beira, Trancoso, Celorico da Beira, Gouveia,
Guarda e Sabugal (Guarda), Miranda do Corvo, Arganil, Góis, Pampilhosa
da Serra (Coimbra), Oleiros, Sertã e Vila de Rei (Castelo Branco),
Castanheira de Pera, Pedrógão Grande e Figueiró dos Vinhos (Leiria),
Sardoal e Mação (Santarém).
No sul, Monchique (Faro) também apresenta risco máximo de incêndio.
O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis,
variando entre reduzido e máximo.
O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 de cada dia
da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e
quantidade de precipitação ocorrida nas últimas 24 horas.
Na segunda-feira, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC)
registou 335 incêndios, que foram combatidos por 5.472 operacionais,
com o auxílio de 1.493 veículos.
Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=654143
Incêndios: Governo cria comissão para avaliar pedidos de ajuda dos municípios
Lusa
17:33 Segunda feira, 2 de setembro de 2013
Funchal, 02 set (Lusa) -- Uma comissão interministerial vai avaliar os
pedidos de ajuda dos municípios ao Governo na sequência dos incêndios,
revelou hoje o secretário de Estado Adjunto do ministro da
Administração Interna, adiantando que a entidade será aprovada em
Conselho de Ministros.
"Está a ser constituída uma comissão interministerial que será
aprovada no próximo Conselho de Ministros para analisar essas
questões", afirmou Fernando Alexandre, aos jornalistas, à margem da
cerimónia comemorativa do 135.º aniversário do Comando Regional da
Madeira da PSP, no Funchal.
O secretário de Estado respondia à questão do relatório que a Câmara
Municipal do Funchal, concelho onde arderam 800 hectares em agosto,
enviou a semana passada ao ministro da Administração Interna, no qual
deu conta dos prejuízos para as duas corporações do concelho do
Funchal e Cruz Vermelha Portuguesa. Fernando Alexandre adiantou que
"há muitos [pedidos de ajuda] no Continente, porque de facto as duas
últimas semanas foram muito duras e, mesmo, no final de julho houve
incêndios complicados e serão analisados, será a função dessa comissão
interministerial".
http://expresso.sapo.pt/incendios-governo-cria-comissao-para-avaliar-pedidos-de-ajuda-dos-municipios=f828647
17:33 Segunda feira, 2 de setembro de 2013
Funchal, 02 set (Lusa) -- Uma comissão interministerial vai avaliar os
pedidos de ajuda dos municípios ao Governo na sequência dos incêndios,
revelou hoje o secretário de Estado Adjunto do ministro da
Administração Interna, adiantando que a entidade será aprovada em
Conselho de Ministros.
"Está a ser constituída uma comissão interministerial que será
aprovada no próximo Conselho de Ministros para analisar essas
questões", afirmou Fernando Alexandre, aos jornalistas, à margem da
cerimónia comemorativa do 135.º aniversário do Comando Regional da
Madeira da PSP, no Funchal.
O secretário de Estado respondia à questão do relatório que a Câmara
Municipal do Funchal, concelho onde arderam 800 hectares em agosto,
enviou a semana passada ao ministro da Administração Interna, no qual
deu conta dos prejuízos para as duas corporações do concelho do
Funchal e Cruz Vermelha Portuguesa. Fernando Alexandre adiantou que
"há muitos [pedidos de ajuda] no Continente, porque de facto as duas
últimas semanas foram muito duras e, mesmo, no final de julho houve
incêndios complicados e serão analisados, será a função dessa comissão
interministerial".
http://expresso.sapo.pt/incendios-governo-cria-comissao-para-avaliar-pedidos-de-ajuda-dos-municipios=f828647
Mais de 1200 efectivos das Forças Armadas participaram no combate aos incêndios
LUSA
02/09/2013 - 19:50
FOTO: CARLOS GOMES CARVALHO
Mais de 1200 efectivos das Forças Armadas já participaram este ano no
combate aos incêndios, assinalou nesta segunda-feira o ministro da
Defesa Nacional, que destacou o seu "papel de grande relevo" ao
serviço das populações.
"Mais de 1200 efectivos já participaram este ano no combate a
incêndios. A força aérea também tem colaborado no âmbito do que tem
sido solicitado pela Protecção Civil", afirmou José Pedro
Aguiar-Branco, em visita às instalações do Hospital Militar do Porto
que vai funcionar como "pólo norte" da nova unidade única do hospital
das Forças Armadas.
Segundo aquele governante, "as forças armadas estão sempre disponíveis
e prontas para, assim que a Protecção Civil deseje e precise de
reforço, o fazer", realçando o seu "papel de grande relevo ao serviço
das populações".
Aguiar-Branco explicou que as Forças Armadas respondem "em
complementaridade e a pedido" da Protecção Civil, quer no âmbito da
prevenção aos incêndios, quer "no momento de reforço de capacidade de
intervenção no combate".
"Não fazemos por nossa iniciativa porque não é essa a nossa missão
primeira. Mas, sempre que é solicitado, nós, em coordenação e com
indicação do que é necessário, fazemos", explicou.
Além dos meios e operacionais disponibilizados pelo Exército, a Força
Aérea empenhou, sempre a pedido da Autoridade Nacional da Protecção
Civil, um helicóptero para apoiar as operações de combate aos
incêndios que deflagraram no distrito de Viseu, bem como as suas bases
militares do Montijo, Beja e Monte Real e o aeródromo de Ovar para o
reabastecimento e estacionamento dos meios aéreos durante o combate
aos fogos.
Já a Marinha, através dos Fuzileiros, faz o patrulhamento e vigilância
do Parque Natural da Serra da Arrábida, com vista à prevenção de
incêndios naquela área protegida.
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/mais-de-1200-efectivos-das-forcas-armadas-participaram-no-combate-aos-incendios-1604690
02/09/2013 - 19:50
FOTO: CARLOS GOMES CARVALHO
Mais de 1200 efectivos das Forças Armadas já participaram este ano no
combate aos incêndios, assinalou nesta segunda-feira o ministro da
Defesa Nacional, que destacou o seu "papel de grande relevo" ao
serviço das populações.
"Mais de 1200 efectivos já participaram este ano no combate a
incêndios. A força aérea também tem colaborado no âmbito do que tem
sido solicitado pela Protecção Civil", afirmou José Pedro
Aguiar-Branco, em visita às instalações do Hospital Militar do Porto
que vai funcionar como "pólo norte" da nova unidade única do hospital
das Forças Armadas.
Segundo aquele governante, "as forças armadas estão sempre disponíveis
e prontas para, assim que a Protecção Civil deseje e precise de
reforço, o fazer", realçando o seu "papel de grande relevo ao serviço
das populações".
Aguiar-Branco explicou que as Forças Armadas respondem "em
complementaridade e a pedido" da Protecção Civil, quer no âmbito da
prevenção aos incêndios, quer "no momento de reforço de capacidade de
intervenção no combate".
"Não fazemos por nossa iniciativa porque não é essa a nossa missão
primeira. Mas, sempre que é solicitado, nós, em coordenação e com
indicação do que é necessário, fazemos", explicou.
Além dos meios e operacionais disponibilizados pelo Exército, a Força
Aérea empenhou, sempre a pedido da Autoridade Nacional da Protecção
Civil, um helicóptero para apoiar as operações de combate aos
incêndios que deflagraram no distrito de Viseu, bem como as suas bases
militares do Montijo, Beja e Monte Real e o aeródromo de Ovar para o
reabastecimento e estacionamento dos meios aéreos durante o combate
aos fogos.
Já a Marinha, através dos Fuzileiros, faz o patrulhamento e vigilância
do Parque Natural da Serra da Arrábida, com vista à prevenção de
incêndios naquela área protegida.
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/mais-de-1200-efectivos-das-forcas-armadas-participaram-no-combate-aos-incendios-1604690
Associação considera que Fundo Florestal ainda não contribuiu para sustentabilidade do sector
inShare
2 de Setembro, 2013
A Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente
(ANEFA) defendeu hoje a necessidade de um maior investimento na
floresta, considerando que o fundo criado para investir no sector em
nada contribuiu até agora para a sua sustentabilidade.
Em comunicado, a ANEFA destacou que Portugal é "o único país europeu"
com um Fundo Florestal Permanente (FFP), "gerado através de um imposto
aplicado aos combustíveis e pago por todos os contribuintes", que
"gera anualmente entre 20 a 30 milhões de euros", que "visava relançar
o investimento no sector".
"No entanto, dez anos e cerca de 250 milhões de euros volvidos, o FFP
contribuiu zero por cento para a sustentabilidade da floresta
nacional", realçou a associação.
Segundo a ANEFA, 250 milhões de euros "dariam para arborizar mais de
70 mil hectares ou para limpar cerca de 350 mil, ajudariam na criação
de mais de 17 mil postos de trabalho permanentes e, ao nível de
receitas do Estado, representaria cerca de 62 milhões de euros de
contribuição para a Segurança Social".
"Acima de tudo, estes 250 milhões de euros, que são por direito da
nossa floresta, ao serem investidos em silvicultura preventiva,
evitariam grande parte dos incêndios e a perda de muitas vidas",
considerou.
Por seu turno, a Acréscimo, organização cívica para a promoção do
investimento sustentável e socialmente responsável nos espaços
florestais e silvestres, defendeu que Portugal precisa de outro modelo
de desenvolvimento rural, como forma de combater eficazmente os
incêndios florestais.
Esta associação considerou que, como por detrás "de um conjunto de
árvores está uma família", é preciso que sejam criadas condições para
que as "famílias possam permanecer ou voltar aos seus espaços" e
"cuidem condignamente das suas árvores".
"Se a família não se sustenta no seu espaço, as árvores têm forte
probabilidade de morrer pelo fogo", sublinhou a Acréscimo.
A floresta nacional representa 12% das exportações portuguesas, 3% do
PIB, e emprega 260 mil pessoas.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=83623
2 de Setembro, 2013
A Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente
(ANEFA) defendeu hoje a necessidade de um maior investimento na
floresta, considerando que o fundo criado para investir no sector em
nada contribuiu até agora para a sua sustentabilidade.
Em comunicado, a ANEFA destacou que Portugal é "o único país europeu"
com um Fundo Florestal Permanente (FFP), "gerado através de um imposto
aplicado aos combustíveis e pago por todos os contribuintes", que
"gera anualmente entre 20 a 30 milhões de euros", que "visava relançar
o investimento no sector".
"No entanto, dez anos e cerca de 250 milhões de euros volvidos, o FFP
contribuiu zero por cento para a sustentabilidade da floresta
nacional", realçou a associação.
Segundo a ANEFA, 250 milhões de euros "dariam para arborizar mais de
70 mil hectares ou para limpar cerca de 350 mil, ajudariam na criação
de mais de 17 mil postos de trabalho permanentes e, ao nível de
receitas do Estado, representaria cerca de 62 milhões de euros de
contribuição para a Segurança Social".
"Acima de tudo, estes 250 milhões de euros, que são por direito da
nossa floresta, ao serem investidos em silvicultura preventiva,
evitariam grande parte dos incêndios e a perda de muitas vidas",
considerou.
Por seu turno, a Acréscimo, organização cívica para a promoção do
investimento sustentável e socialmente responsável nos espaços
florestais e silvestres, defendeu que Portugal precisa de outro modelo
de desenvolvimento rural, como forma de combater eficazmente os
incêndios florestais.
Esta associação considerou que, como por detrás "de um conjunto de
árvores está uma família", é preciso que sejam criadas condições para
que as "famílias possam permanecer ou voltar aos seus espaços" e
"cuidem condignamente das suas árvores".
"Se a família não se sustenta no seu espaço, as árvores têm forte
probabilidade de morrer pelo fogo", sublinhou a Acréscimo.
A floresta nacional representa 12% das exportações portuguesas, 3% do
PIB, e emprega 260 mil pessoas.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=83623
Mulher detida por crime de incêndio florestal na zona de Portalegre
Publicado ontem
193 7 0
A Polícia Judiciária anunciou esta segunda-feira a detenção de uma
mulher, de 40 anos, por suspeita de autoria de um incêndio florestal,
na última sexta-feira, na Ribeira de Nisa, na zona de Portalegre.
Em comunicado, a PJ adianta que a detida, "com problemas decorrentes
do excesso de consumo de álcool e sem antecedentes criminais", vai ser
presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação de
eventuais medidas de coação.
O incêndio destruiu uma área de cerca de 50 metros quadrados, indica a
PJ, explicando que a área ardida foi diminuta "graças à rápida
intervenção dos bombeiros que foram chamados pelos vizinhos que
testemunharam o crime".
A mulher foi detida pela Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo da PJ, com
a colaboração da GNR de Portalegre.
A PJ já procedeu este ano à identificação e detenção de 54 pessoas
suspeitas da autoria do crime de incêndio florestal.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Seguranca/Interior.aspx?content_id=3399463
193 7 0
A Polícia Judiciária anunciou esta segunda-feira a detenção de uma
mulher, de 40 anos, por suspeita de autoria de um incêndio florestal,
na última sexta-feira, na Ribeira de Nisa, na zona de Portalegre.
Em comunicado, a PJ adianta que a detida, "com problemas decorrentes
do excesso de consumo de álcool e sem antecedentes criminais", vai ser
presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação de
eventuais medidas de coação.
O incêndio destruiu uma área de cerca de 50 metros quadrados, indica a
PJ, explicando que a área ardida foi diminuta "graças à rápida
intervenção dos bombeiros que foram chamados pelos vizinhos que
testemunharam o crime".
A mulher foi detida pela Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo da PJ, com
a colaboração da GNR de Portalegre.
A PJ já procedeu este ano à identificação e detenção de 54 pessoas
suspeitas da autoria do crime de incêndio florestal.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Seguranca/Interior.aspx?content_id=3399463
Bombeiros queixam-se de agressões durante o combate a um incêndio
Publicado ontem às 23:26
Os bombeiros voluntários da Amadora queixam-se de agressões no combate
a um incêndio que, esta segunda-feira, matou uma pessoa e feriu outra
num apartamento de um prédio num bairro social no concelho.
Um homem morreu hoje e uma mulher ficou ferida num incêndio numa
habitação no bairro social Casal da Boba, na Amadora, informaram à TSF
os bombeiros, que se queixam de ter sido agredidos por populares, à
chegada ao local.
O fogo, cujo alerta foi dado às 14h45, deflagrou num rés-do-chão de um
edifício na Rua Jacinto Batista, tendo causado a morte a um idoso
paraplégico, entre 60 a 70 anos, e ferimentos ligeiros numa idosa de
70 anos, adiantou à TSF o comandante dos Bombeiros Voluntários da
Amadora, Mário Conde.
A mulher ferida foi transportada para o Hospital São Francisco Xavier,
em Lisboa, com queimaduras de segundo grau nas pernas.
À chegada ao local, os bombeiros foram agredidos a soco e a pontapé
por populares, que se queixaram da demora da assistência, relatou
Mário Conde. O comandante dos Bombeiros da Amadora adiantou que os
bombeiros chegaram ao local 4 minutos depois de terem recebido o
alarme do 112.
Nenhum dos bombeiros agredidos teve necessidade de receber tratamento,
ressalvou, sem precisar o número de vítimas.
Contactado pela TSF, o comando metropolitano de Lisboa diz entretanto
que não assistiu a qualquer agressão, uma versão desmentida pelos
bombeiros que dizem poder demonstrar que as agressões aconteceram.
No combate às chamas, cujas causas são ainda desconhecidas, estiveram
envolvidos 18 bombeiros das corporações da Amadora e da Pontinha,
apoiados por cinco viaturas.
O incêndio, cujas operações no terreno foram coordenadas pelos
Voluntários da Amadora, esteve confinado à habitação, tendo começado
numa sala e se propagado a uma cozinha.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=3400374&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook&page=-1
Os bombeiros voluntários da Amadora queixam-se de agressões no combate
a um incêndio que, esta segunda-feira, matou uma pessoa e feriu outra
num apartamento de um prédio num bairro social no concelho.
Um homem morreu hoje e uma mulher ficou ferida num incêndio numa
habitação no bairro social Casal da Boba, na Amadora, informaram à TSF
os bombeiros, que se queixam de ter sido agredidos por populares, à
chegada ao local.
O fogo, cujo alerta foi dado às 14h45, deflagrou num rés-do-chão de um
edifício na Rua Jacinto Batista, tendo causado a morte a um idoso
paraplégico, entre 60 a 70 anos, e ferimentos ligeiros numa idosa de
70 anos, adiantou à TSF o comandante dos Bombeiros Voluntários da
Amadora, Mário Conde.
A mulher ferida foi transportada para o Hospital São Francisco Xavier,
em Lisboa, com queimaduras de segundo grau nas pernas.
À chegada ao local, os bombeiros foram agredidos a soco e a pontapé
por populares, que se queixaram da demora da assistência, relatou
Mário Conde. O comandante dos Bombeiros da Amadora adiantou que os
bombeiros chegaram ao local 4 minutos depois de terem recebido o
alarme do 112.
Nenhum dos bombeiros agredidos teve necessidade de receber tratamento,
ressalvou, sem precisar o número de vítimas.
Contactado pela TSF, o comando metropolitano de Lisboa diz entretanto
que não assistiu a qualquer agressão, uma versão desmentida pelos
bombeiros que dizem poder demonstrar que as agressões aconteceram.
No combate às chamas, cujas causas são ainda desconhecidas, estiveram
envolvidos 18 bombeiros das corporações da Amadora e da Pontinha,
apoiados por cinco viaturas.
O incêndio, cujas operações no terreno foram coordenadas pelos
Voluntários da Amadora, esteve confinado à habitação, tendo começado
numa sala e se propagado a uma cozinha.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=3400374&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook&page=-1
Problema não se resolve com penas mais pesadas
MINISTRA SOBRE INCENDIÁRIOS
por Lusa, texto publicado por Sofia FonsecaOntem10 comentários
Fotografia © Sara Matos/Global Imagens
A ministra da Justiça considerou hoje que o problema dos incendiários,
que pegam fogo às florestas, não se resolve com o aumento das penas de
prisão, que já são "elevadas", mas através de medidas de segurança e
da prevenção.
"A minha linha vai muito mais no sentido da prevenção do que
propriamente no aumento das penas (de prisão), porque estas já foram
alteradas e são elevadas", disse Paula Teixeira da Cruz durante uma
visita às instalações do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos
da Justiça e Direção Geral da Administração da Justiça, em Lisboa,
para assinalar a entrada em vigor do novo Código de Processo Civil.
A ministra reconheceu que a "pulsão" que acompanha a época de
incêndios é no sentido de aumentar as penas de prisão para os
incendiários, mais insistiu que é preciso outro "tipo de solução",
designadamente medidas de segurança.
Referiu a propósito que "há mais meios alocados" à Polícia Judiciária
(PJ) e que, apesar de os recursos não serem ilimitados", os
portugueses devem "estar orgulhosos da PJ", lembrando estar para breve
a inauguração da nova sede da PJ, em Lisboa, com o "aumento dos
espaços laboratoriais", onde se realizam várias perícias.
Quanto ao mapa judiciário e aos tribunais que fecham, Paula Teixeira
da Cruz frisou que o Governo tem "dois meses para regulamentar" a lei
do sistema judiciário, refutando a ideia de que se trata de um dossier
complicado para o Executivo, ao impor o encerramento de tribunais no
interior do país.
Acerca da reforma judiciária, a ministra frisou que se trata de um
diploma que "rompe com o passado", em que os tribunais passam a "ter
objetivos", devendo o juiz presidente ou o coordenador do Ministério
Público intervir sempre que haja uma demora maior no andamento dos
processos.
Questionada sobre as implicações na atividade dos tribunais do diploma
do Governo que alarga de 35 para 40 horas semanais o horário na Função
Pública, Paula Teixeira da Cruz optou por responder que os
funcionários dos tribunais já trabalham atualmente mais de 40 horas
por semana.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3399737&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook&page=-1
por Lusa, texto publicado por Sofia FonsecaOntem10 comentários
Fotografia © Sara Matos/Global Imagens
A ministra da Justiça considerou hoje que o problema dos incendiários,
que pegam fogo às florestas, não se resolve com o aumento das penas de
prisão, que já são "elevadas", mas através de medidas de segurança e
da prevenção.
"A minha linha vai muito mais no sentido da prevenção do que
propriamente no aumento das penas (de prisão), porque estas já foram
alteradas e são elevadas", disse Paula Teixeira da Cruz durante uma
visita às instalações do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos
da Justiça e Direção Geral da Administração da Justiça, em Lisboa,
para assinalar a entrada em vigor do novo Código de Processo Civil.
A ministra reconheceu que a "pulsão" que acompanha a época de
incêndios é no sentido de aumentar as penas de prisão para os
incendiários, mais insistiu que é preciso outro "tipo de solução",
designadamente medidas de segurança.
Referiu a propósito que "há mais meios alocados" à Polícia Judiciária
(PJ) e que, apesar de os recursos não serem ilimitados", os
portugueses devem "estar orgulhosos da PJ", lembrando estar para breve
a inauguração da nova sede da PJ, em Lisboa, com o "aumento dos
espaços laboratoriais", onde se realizam várias perícias.
Quanto ao mapa judiciário e aos tribunais que fecham, Paula Teixeira
da Cruz frisou que o Governo tem "dois meses para regulamentar" a lei
do sistema judiciário, refutando a ideia de que se trata de um dossier
complicado para o Executivo, ao impor o encerramento de tribunais no
interior do país.
Acerca da reforma judiciária, a ministra frisou que se trata de um
diploma que "rompe com o passado", em que os tribunais passam a "ter
objetivos", devendo o juiz presidente ou o coordenador do Ministério
Público intervir sempre que haja uma demora maior no andamento dos
processos.
Questionada sobre as implicações na atividade dos tribunais do diploma
do Governo que alarga de 35 para 40 horas semanais o horário na Função
Pública, Paula Teixeira da Cruz optou por responder que os
funcionários dos tribunais já trabalham atualmente mais de 40 horas
por semana.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3399737&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook&page=-1
Monte Velho: quando um vinho barato é bem feito nem o tempo se atreve a criar-lhe rugas
Não é comum um grande produtor convidar jornalistas para uma prova
vertical de uma sua entrada de gama. Pois foi isso que a Herdade do
Esporão fez recentemente, com o pretexto de apresentar as suas mais
recentes colheitas de Monte Velho, branco e tinto de 2012.
João Roquete e David Baverstock, respectivamente administrador e chefe
de enologia da empresa não tiveram medo de mostrar a sua marca de
combate (mais de cinco milhões de garrafas vendidas anualmente), das
quais cerca de metade no mercado estrangeiro, tendo como principais
mercados Angola, Brasil e Estados Unidos da América, onde acabam de
firmar um contrato com uma cadeia que tem mais de 400 lojas.
Quando David Baverstock chegou ao Esporão, em 1992, já havia em
depósitos o que haveria de ser a primeira produção de Monte Velho,
lançado no mercado no final desse ano. Foi um sucesso imediato e nos
anos que seguiram passou quase a ser sinónimo de vinho do Alentejo. A
procura foi tal que as uvas de produção própria não chegavam e a ida
ao mercado também não foi a solução ideal. A Finagra, proprietária do
Esporão, avançou com a compra da Herdade dos Perdigões. Hoje, também
essas uvas já são suficientes, existindo um contrato com cerca de duas
dezenas de produtores que praticam uma viticultura integrada, com
processos naturais e a proibição de utilização de alguns produtos
químicos.
"Foi o Monte Velho que nos deu o impulso para crescer, para encarar o
futuro com outros olhos, pensar noutros projectos e ter outras
ambições", disse João Roquete.
Mas pode um vinho que se quer de consumo rápido aguentar a passagem do
tempo com alguma tranquilidade? Para além das novidades de 2012
provámos os 2008, 2010 e 2011 brancos e 2004, 2007, 2008, 2009, 2010 e
2011 tintos. Os que mais surpreenderam foram o branco de 2008 e o
tinto de 2007, este último a mostrar uma graciosidade totalmente
inesperada num vinho deste patamar de preço e com quase sete anos de
garrafeira. Mas também o 2004 surpreendeu pela forma elegante como
evoluiu e como se apresenta quase uma década decorrida depois da
vindima.
As garrafas da colheita de 2012 apresentam novos rótulos com a
indicação das castas utilizadas e também são menos pesadas, factor a
ter em conta quando se procura ter uma atitude amiga do ambiente,
neste caso com a diminuição, em toda a linha, da pegada de carbono.
David Baverstock era um homem feliz no final do almoço. Afinal quem
sabe fazer deliciosos topos de gama também mostra a sua mestria em
vinhos ao alcance de todas as bolsas. Chama--se a isso talento.
MONTE VELHO BRANCO 2012 - 3,80€ Vinho bem feito, de perfil moderno,
com boa acidez, médio de corpo e de aromas (algum vegetal e notas
citrinas). Revela-se uma boa companhia para o dia-a-dia.
MONTE VELHO TINTO 2012 - 4,50€ Um vinho jovem, alegre com aroma de
fruta madura. Os taninos são firmes, por isso é um vinho que pede
comida a condizer, naturalmente pratos de panela (guisados e
estufados) e também assados com alguma gordura.
http://www.ionline.pt/artigos/mais-igastronomia/monte-velho-quando-vinho-barato-bem-feito-nem-tempo-se-atreve-criar-lhe
vertical de uma sua entrada de gama. Pois foi isso que a Herdade do
Esporão fez recentemente, com o pretexto de apresentar as suas mais
recentes colheitas de Monte Velho, branco e tinto de 2012.
João Roquete e David Baverstock, respectivamente administrador e chefe
de enologia da empresa não tiveram medo de mostrar a sua marca de
combate (mais de cinco milhões de garrafas vendidas anualmente), das
quais cerca de metade no mercado estrangeiro, tendo como principais
mercados Angola, Brasil e Estados Unidos da América, onde acabam de
firmar um contrato com uma cadeia que tem mais de 400 lojas.
Quando David Baverstock chegou ao Esporão, em 1992, já havia em
depósitos o que haveria de ser a primeira produção de Monte Velho,
lançado no mercado no final desse ano. Foi um sucesso imediato e nos
anos que seguiram passou quase a ser sinónimo de vinho do Alentejo. A
procura foi tal que as uvas de produção própria não chegavam e a ida
ao mercado também não foi a solução ideal. A Finagra, proprietária do
Esporão, avançou com a compra da Herdade dos Perdigões. Hoje, também
essas uvas já são suficientes, existindo um contrato com cerca de duas
dezenas de produtores que praticam uma viticultura integrada, com
processos naturais e a proibição de utilização de alguns produtos
químicos.
"Foi o Monte Velho que nos deu o impulso para crescer, para encarar o
futuro com outros olhos, pensar noutros projectos e ter outras
ambições", disse João Roquete.
Mas pode um vinho que se quer de consumo rápido aguentar a passagem do
tempo com alguma tranquilidade? Para além das novidades de 2012
provámos os 2008, 2010 e 2011 brancos e 2004, 2007, 2008, 2009, 2010 e
2011 tintos. Os que mais surpreenderam foram o branco de 2008 e o
tinto de 2007, este último a mostrar uma graciosidade totalmente
inesperada num vinho deste patamar de preço e com quase sete anos de
garrafeira. Mas também o 2004 surpreendeu pela forma elegante como
evoluiu e como se apresenta quase uma década decorrida depois da
vindima.
As garrafas da colheita de 2012 apresentam novos rótulos com a
indicação das castas utilizadas e também são menos pesadas, factor a
ter em conta quando se procura ter uma atitude amiga do ambiente,
neste caso com a diminuição, em toda a linha, da pegada de carbono.
David Baverstock era um homem feliz no final do almoço. Afinal quem
sabe fazer deliciosos topos de gama também mostra a sua mestria em
vinhos ao alcance de todas as bolsas. Chama--se a isso talento.
MONTE VELHO BRANCO 2012 - 3,80€ Vinho bem feito, de perfil moderno,
com boa acidez, médio de corpo e de aromas (algum vegetal e notas
citrinas). Revela-se uma boa companhia para o dia-a-dia.
MONTE VELHO TINTO 2012 - 4,50€ Um vinho jovem, alegre com aroma de
fruta madura. Os taninos são firmes, por isso é um vinho que pede
comida a condizer, naturalmente pratos de panela (guisados e
estufados) e também assados com alguma gordura.
http://www.ionline.pt/artigos/mais-igastronomia/monte-velho-quando-vinho-barato-bem-feito-nem-tempo-se-atreve-criar-lhe
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Vinhos do Alentejo promovidos em Lisboa em Outubro
inShare
2 de Setembro, 2013
Uma prova de 300 vinhos do Alentejo vai decorrer, nos dias 18 e 19 de
Outubro, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, com a presença de
produtores e especialistas do sector, divulgaram hoje os promotores.
Segundo a Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), durante os
dois dias, vão estar em prova cerca de 300 vinhos alentejanos, com
destaque para os últimos lançamentos disponíveis no mercado e para as
"grandes referências" da região.
A presidente da CVRA, Dora Simões, disse hoje à agência Lusa que este
é o quinto ano consecutivo da prova de vinhos do Alentejo em Lisboa.
Trata-se, segundo a responsável, de um evento de promoção dos vinhos
da região, tendo este ano como palco "um dos mais nobres espaços
lisboetas", o Centro Cultural de Belém.
"A Grande Lisboa é um dos principais mercados internos para os vinhos
do Alentejo. A realização deste evento permite reforçar o
posicionamento dos nossos vinhos nesta região e, sobretudo, captar
novos públicos", salientou Dora Simões.
Para a presidente da CVRA, trata-se de uma "oportunidade privilegiada
para os agentes económicos alentejanos tomarem o pulso aos
consumidores, percebendo a evolução de gostos e tendências".
Provas temáticas orientadas por especialistas e música ao vivo
completam o programa do evento.
A acção de promoção, destinada aos consumidores, é organizada pela CVRA.
Com oito sub-regiões vitivinícolas (Portalegre, Borba, Redondo,
Reguengos de Monsaraz, Vidigueira, Moura, Évora e Granja/Amareleja), o
Alentejo, que possui 22 mil hectares de vinha, exporta os seus vinhos
para os quatro cantos do mundo, sendo Angola, Brasil, Estados Unidos e
Canadá alguns dos principais mercados.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=83615
2 de Setembro, 2013
Uma prova de 300 vinhos do Alentejo vai decorrer, nos dias 18 e 19 de
Outubro, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, com a presença de
produtores e especialistas do sector, divulgaram hoje os promotores.
Segundo a Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), durante os
dois dias, vão estar em prova cerca de 300 vinhos alentejanos, com
destaque para os últimos lançamentos disponíveis no mercado e para as
"grandes referências" da região.
A presidente da CVRA, Dora Simões, disse hoje à agência Lusa que este
é o quinto ano consecutivo da prova de vinhos do Alentejo em Lisboa.
Trata-se, segundo a responsável, de um evento de promoção dos vinhos
da região, tendo este ano como palco "um dos mais nobres espaços
lisboetas", o Centro Cultural de Belém.
"A Grande Lisboa é um dos principais mercados internos para os vinhos
do Alentejo. A realização deste evento permite reforçar o
posicionamento dos nossos vinhos nesta região e, sobretudo, captar
novos públicos", salientou Dora Simões.
Para a presidente da CVRA, trata-se de uma "oportunidade privilegiada
para os agentes económicos alentejanos tomarem o pulso aos
consumidores, percebendo a evolução de gostos e tendências".
Provas temáticas orientadas por especialistas e música ao vivo
completam o programa do evento.
A acção de promoção, destinada aos consumidores, é organizada pela CVRA.
Com oito sub-regiões vitivinícolas (Portalegre, Borba, Redondo,
Reguengos de Monsaraz, Vidigueira, Moura, Évora e Granja/Amareleja), o
Alentejo, que possui 22 mil hectares de vinha, exporta os seus vinhos
para os quatro cantos do mundo, sendo Angola, Brasil, Estados Unidos e
Canadá alguns dos principais mercados.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=83615
Douro em missão nos Estados Unidos para atrair mais turistas
inShare
2 de Setembro, 2013
O Douro parte em missão na quarta-feira, para os Estados Unidos da
América (EUA), para dar a conhecer a sua paisagem, história e vinhos,
de forma a atrair mais turistas e criar oportunidades de negócio.
A iniciativa, que se prolonga até 10 de Setembro, junta o projecto
"Douro e Estrela -- In Tourism", a Estrutura de Missão do Douro (EMD)
e o Museu do Douro (MD).
"Juntos potenciamos esta região", afirmou hoje à agência Lusa o
director do MD, Fernando Seara.
O objectivo da missão "O Douro no mundo", que vai passar por Nova
Iorque, Newark e a capital Washington, é "influenciar" um dos
principais mercados emissores de turistas.
Neste momento, segundo Fernando Seara, "ao nível de estrangeiros que
visitam o museu, os EUA são o país em primeiro lugar e com grande
distância para o segundo".
A vinda dos norte-americanos para o território duriense está a ser
potenciada pelas parcerias estabelecidas pelos operadores turísticos
que cruzam o rio.
De acordo com dados do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP),
entre Janeiro e Maio, as vendas de vinho do Porto para os EUA
aumentaram 2,7% comparativamente com igual período do ano passado, o
que se traduz num volume de negócios de 8.8 milhões de euros.
Os promotores da missão querem atrair mais turistas, dando a conhecer
as potencialidades do território, e criar mais oportunidades de
negócio.
Segundo Alberto Tapada, da Associação dos Empresários Turísticos do
Douro e Trás-os-Montes (AETUR), nos encontros agendados com os
operadores norte-americanos vão ser apresentados pacotes turísticos já
devidamente estruturados.
"São conferências, mesas de negócios. É uma missão virada para duas
áreas fundamentais como a visibilidade, notoriedade, e informação
sobre a região", salientou.
Algumas das principais empresas do Douro associaram-se à iniciativa
para darem a provar os seus vinhos nos EUA, aos quais se juntam também
os vinhos da Beira Interior, bem como as compotas e os queijos.
O Douro vai ainda associar-se às festas da comunidade portuguesa em
Newark, também com o objectivo de transformar os emigrantes em
"embaixadores" do território nos EUA.
Nesta missão, o MD vai partilhar o seu conhecimento sobre o território
duriense, a paisagem, o património, a cultura e a história da mais
antiga região demarcada do mundo.
Esta unidade museológica leva ainda na bagagem a exposição itinerante
"Douro Património Mundial", que contempla duas dezenas de fotografias
que revelam a paisagem vinhateira.
Por sua vez, a EMD vai apresentar o projecto que fez em parceria com a
National Geographic Society e que criou o mapa geográfico da Região
Demarcada do Douro.
Impulsionado pela Associação Empresarial da Região da Guarda (NERGA) e
AETUR, o projecto 'Douro e Estrela - In Tourism' vai aplicar 400 mil
euros, até 2014, na promoção internacional dos dois territórios,
alicerçada na vertente turística.
Lusa/SOL
Tags: Douro, Sociedade
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=83619
2 de Setembro, 2013
O Douro parte em missão na quarta-feira, para os Estados Unidos da
América (EUA), para dar a conhecer a sua paisagem, história e vinhos,
de forma a atrair mais turistas e criar oportunidades de negócio.
A iniciativa, que se prolonga até 10 de Setembro, junta o projecto
"Douro e Estrela -- In Tourism", a Estrutura de Missão do Douro (EMD)
e o Museu do Douro (MD).
"Juntos potenciamos esta região", afirmou hoje à agência Lusa o
director do MD, Fernando Seara.
O objectivo da missão "O Douro no mundo", que vai passar por Nova
Iorque, Newark e a capital Washington, é "influenciar" um dos
principais mercados emissores de turistas.
Neste momento, segundo Fernando Seara, "ao nível de estrangeiros que
visitam o museu, os EUA são o país em primeiro lugar e com grande
distância para o segundo".
A vinda dos norte-americanos para o território duriense está a ser
potenciada pelas parcerias estabelecidas pelos operadores turísticos
que cruzam o rio.
De acordo com dados do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP),
entre Janeiro e Maio, as vendas de vinho do Porto para os EUA
aumentaram 2,7% comparativamente com igual período do ano passado, o
que se traduz num volume de negócios de 8.8 milhões de euros.
Os promotores da missão querem atrair mais turistas, dando a conhecer
as potencialidades do território, e criar mais oportunidades de
negócio.
Segundo Alberto Tapada, da Associação dos Empresários Turísticos do
Douro e Trás-os-Montes (AETUR), nos encontros agendados com os
operadores norte-americanos vão ser apresentados pacotes turísticos já
devidamente estruturados.
"São conferências, mesas de negócios. É uma missão virada para duas
áreas fundamentais como a visibilidade, notoriedade, e informação
sobre a região", salientou.
Algumas das principais empresas do Douro associaram-se à iniciativa
para darem a provar os seus vinhos nos EUA, aos quais se juntam também
os vinhos da Beira Interior, bem como as compotas e os queijos.
O Douro vai ainda associar-se às festas da comunidade portuguesa em
Newark, também com o objectivo de transformar os emigrantes em
"embaixadores" do território nos EUA.
Nesta missão, o MD vai partilhar o seu conhecimento sobre o território
duriense, a paisagem, o património, a cultura e a história da mais
antiga região demarcada do mundo.
Esta unidade museológica leva ainda na bagagem a exposição itinerante
"Douro Património Mundial", que contempla duas dezenas de fotografias
que revelam a paisagem vinhateira.
Por sua vez, a EMD vai apresentar o projecto que fez em parceria com a
National Geographic Society e que criou o mapa geográfico da Região
Demarcada do Douro.
Impulsionado pela Associação Empresarial da Região da Guarda (NERGA) e
AETUR, o projecto 'Douro e Estrela - In Tourism' vai aplicar 400 mil
euros, até 2014, na promoção internacional dos dois territórios,
alicerçada na vertente turística.
Lusa/SOL
Tags: Douro, Sociedade
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=83619
PJ identifica rapaz de 12 anos suspeito de ter ateado fogo em Espinho
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2 de Setembro, 2013
A Polícia Judiciária anunciou hoje ter identificado um rapaz de 12
anos como presumível autor de um incêndio florestal ocorrido no
domingo em Espinho.
Em comunicado, a PJ refere que o incêndio deflagrou, cerca das 15:00,
numa zona de mato localizada nas imediações da Nave Desportiva de
Espinho.
Com a colaboração da PSP de Espinho, "foram identificados os
presumíveis suspeitos, tendo-se apurado, na sequência das diligências
encetadas de imediato, que o fogo teve origem numa fogueira ateada por
um menor de 12 anos de idade, com um isqueiro que lhe foi entregue por
um dos adultos que o acompanhava", esclarece a PJ.
O menor, a quem anteriormente foi aplicada medida tutelar, vai agora
responder em processo autónomo, tendo em vista a eventual aplicação de
medida tutelar educativa.
Na sexta-feira, a PJ anunciou também ter identificado cinco menores
suspeitos da autoria de incêndios florestais que deflagraram na semana
passada no norte do país.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=83618
2 de Setembro, 2013
A Polícia Judiciária anunciou hoje ter identificado um rapaz de 12
anos como presumível autor de um incêndio florestal ocorrido no
domingo em Espinho.
Em comunicado, a PJ refere que o incêndio deflagrou, cerca das 15:00,
numa zona de mato localizada nas imediações da Nave Desportiva de
Espinho.
Com a colaboração da PSP de Espinho, "foram identificados os
presumíveis suspeitos, tendo-se apurado, na sequência das diligências
encetadas de imediato, que o fogo teve origem numa fogueira ateada por
um menor de 12 anos de idade, com um isqueiro que lhe foi entregue por
um dos adultos que o acompanhava", esclarece a PJ.
O menor, a quem anteriormente foi aplicada medida tutelar, vai agora
responder em processo autónomo, tendo em vista a eventual aplicação de
medida tutelar educativa.
Na sexta-feira, a PJ anunciou também ter identificado cinco menores
suspeitos da autoria de incêndios florestais que deflagraram na semana
passada no norte do país.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=83618
Não há motivo para alterar limite das penas dos incendiários, diz ministra
02.09.2013 13:29
A ministra da Justiça considera que não há motivo para alterar o
limite das penas no caso dos incêndiários. Paula Teixeira da Cruz
acredita, no entanto, que deve ser incentivado outro tipo de punições.
"A minha linha vai muito mais no sentido da prevenção do que
propriamente no aumento das penas (de prisão), porque estas já foram
alteradas e são elevadas" , disse Paula Teixeira da Cruz durante uma
visita às instalações do Instituto de Gestão Financeira e
Equipamentos da Justiça e Direção Geral da Administração da Justiça,
em Lisboa, para assinalar a entrada em vigor do novo Código de
Processo Civil.
A ministra reconheceu que a "pulsão" que acompanha a época de
incêndios é no sentido de aumentar as penas de prisão para os
incendiários, mais insistiu que é preciso outro "tipo de solução",
designadamente medidas de segurança.
Referiu a propósito que "há mais meios alocados" à Polícia Judiciária
(PJ) e que, apesar de os recursos não serem ilimitados", os
portugueses devem "estar orgulhosos da PJ", lembrando estar para
breve a inauguração da nova sede da PJ, em Lisboa, com o "aumento dos
espaços laboratoriais", onde se realizam várias perícias.
Com Lusa
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/09/02/nao-ha-motivo-para-alterar-limite-das-penas-dos-incendiarios-diz-ministra
A ministra da Justiça considera que não há motivo para alterar o
limite das penas no caso dos incêndiários. Paula Teixeira da Cruz
acredita, no entanto, que deve ser incentivado outro tipo de punições.
"A minha linha vai muito mais no sentido da prevenção do que
propriamente no aumento das penas (de prisão), porque estas já foram
alteradas e são elevadas" , disse Paula Teixeira da Cruz durante uma
visita às instalações do Instituto de Gestão Financeira e
Equipamentos da Justiça e Direção Geral da Administração da Justiça,
em Lisboa, para assinalar a entrada em vigor do novo Código de
Processo Civil.
A ministra reconheceu que a "pulsão" que acompanha a época de
incêndios é no sentido de aumentar as penas de prisão para os
incendiários, mais insistiu que é preciso outro "tipo de solução",
designadamente medidas de segurança.
Referiu a propósito que "há mais meios alocados" à Polícia Judiciária
(PJ) e que, apesar de os recursos não serem ilimitados", os
portugueses devem "estar orgulhosos da PJ", lembrando estar para
breve a inauguração da nova sede da PJ, em Lisboa, com o "aumento dos
espaços laboratoriais", onde se realizam várias perícias.
Com Lusa
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/09/02/nao-ha-motivo-para-alterar-limite-das-penas-dos-incendiarios-diz-ministra
Um bombeiro ferido e pessoas retiradas de dezenas de casas em Gondomar
Lusa01 Set, 2013, 17:50
Um bombeiro ficou ferido, uma casa desabitada ardeu, várias pessoas
foram retiradas de "algumas dezenas de casas" em perigo e o concelho
está a ficar sem acessos, disse aos jornalistas o vereador da câmara
de Gondomar, Fernando Paulo.
"Há várias frentes de fogo. Temos três postos de comando e a serra das
flores voltou a arder. Está a ficar isolado o acesso ao concelho, uma
vez que a autoestrada e a estrada marginal estão cortadas", explicou o
vereador, adiantando que em causa estão as duas freguesias de Gondomar
- Foz do Sousa e Covelo -- com maior mancha florestal.
O vereador explicou ainda que um bombeiro ficou ferido no combate às
chamas, mas não se sabe a gravidade dos ferimentos, e ainda que
"várias pessoas foram retiradas de casas", mas "neste momento [cerca
das 17:00] não há ninguém em perigo".
"O que temos é pessoas em choque e técnicas de segurança social a
apoiá-las", disse.
O vereador não soube precisar o número de casas que tiveram de ser
evacuadas e o número de pessoas que tiveram de ser retiradas, dizendo
apenas que "algumas dezenas de casas tiveram em perigo".
"O vento é constante e está sempre a mudar de orientação e os focos de
incêndio pulverizam-se", acrescentou.
Um incêndio na freguesia do Covelo, Gondomar, aproximou-se ao início
da tarde do lugar de Leverinho, colocando em perigo casas, bombas de
gasolina e até botijas de gás que fornecem o aquecimento a um pavilhão
gimnodesportivo.
Às 17:15, estavam a combater o incêndio 173 operacionais apoiados por
sete aviões.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=677578&tm=8&layout=121&visual=49
Um bombeiro ficou ferido, uma casa desabitada ardeu, várias pessoas
foram retiradas de "algumas dezenas de casas" em perigo e o concelho
está a ficar sem acessos, disse aos jornalistas o vereador da câmara
de Gondomar, Fernando Paulo.
"Há várias frentes de fogo. Temos três postos de comando e a serra das
flores voltou a arder. Está a ficar isolado o acesso ao concelho, uma
vez que a autoestrada e a estrada marginal estão cortadas", explicou o
vereador, adiantando que em causa estão as duas freguesias de Gondomar
- Foz do Sousa e Covelo -- com maior mancha florestal.
O vereador explicou ainda que um bombeiro ficou ferido no combate às
chamas, mas não se sabe a gravidade dos ferimentos, e ainda que
"várias pessoas foram retiradas de casas", mas "neste momento [cerca
das 17:00] não há ninguém em perigo".
"O que temos é pessoas em choque e técnicas de segurança social a
apoiá-las", disse.
O vereador não soube precisar o número de casas que tiveram de ser
evacuadas e o número de pessoas que tiveram de ser retiradas, dizendo
apenas que "algumas dezenas de casas tiveram em perigo".
"O vento é constante e está sempre a mudar de orientação e os focos de
incêndio pulverizam-se", acrescentou.
Um incêndio na freguesia do Covelo, Gondomar, aproximou-se ao início
da tarde do lugar de Leverinho, colocando em perigo casas, bombas de
gasolina e até botijas de gás que fornecem o aquecimento a um pavilhão
gimnodesportivo.
Às 17:15, estavam a combater o incêndio 173 operacionais apoiados por
sete aviões.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=677578&tm=8&layout=121&visual=49
Incêndios: Gondomar, Famalicão e Sever do Vouga são os mais preocupantes
Lusa
17:02 Domingo, 1 de setembro de 2013
Lisboa, 01 set (Lusa) -- Os incêndios em Gondomar, Vila Nova de
Famalicão e Sever do Vouga são os que mais preocupam os bombeiros e
onde estão concentrados 316 operacionais, num dia que já registou mais
de 250 fogos.
Em declarações à agência Lusa, o adjunto nacional de operações
adiantou que desde as 00:00 de hoje já se registaram 259 incêndios,
havendo seis que preocupam mais o Comando Nacional de Operações de
Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil.
"São os incêndios que decorrem no distrito do Porto, nomeadamente o
incêndio que tem lugar em Gondomar e que está a empenhar neste momento
um significativo número de meios", apontou Miguel Cruz, acrescentando
que estão no terreno 157 operacionais e seis meios aéreos pesados,
entre três aviões anfíbios franceses e dois aviões anfíbios
portugueses juntamente com um helicóptero pesado.
http://expresso.sapo.pt/incendios-gondomar-famalicao-e-sever-do-vouga-sao-os-mais-preocupantes=f828487
17:02 Domingo, 1 de setembro de 2013
Lisboa, 01 set (Lusa) -- Os incêndios em Gondomar, Vila Nova de
Famalicão e Sever do Vouga são os que mais preocupam os bombeiros e
onde estão concentrados 316 operacionais, num dia que já registou mais
de 250 fogos.
Em declarações à agência Lusa, o adjunto nacional de operações
adiantou que desde as 00:00 de hoje já se registaram 259 incêndios,
havendo seis que preocupam mais o Comando Nacional de Operações de
Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil.
"São os incêndios que decorrem no distrito do Porto, nomeadamente o
incêndio que tem lugar em Gondomar e que está a empenhar neste momento
um significativo número de meios", apontou Miguel Cruz, acrescentando
que estão no terreno 157 operacionais e seis meios aéreos pesados,
entre três aviões anfíbios franceses e dois aviões anfíbios
portugueses juntamente com um helicóptero pesado.
http://expresso.sapo.pt/incendios-gondomar-famalicao-e-sever-do-vouga-sao-os-mais-preocupantes=f828487
Incêndios: petição reivindica a criação de bombeiros que façam prevenção
Por Agência Lusa
publicado em 1 Set 2013 - 15:54
//
Portugal
Até hoje assinaram a petição 609 pessoas
Um grupo de técnicos e investigadores lançou uma petição, que já foi
subscrita por cerca de 600, que alerta para a necessidade urgente de
criar um corpo de bombeiros florestais e de apostar na prevenção.
A petição sobre a gestão do fogo foi lançada por um grupo de técnicos
e investigadores, entre os quais o especialista Paulo Fernandes do
Centro de Investigação e de Tecnologias Agroambientais e Biológicas
(CITAB), da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), de
Vila Real.
Os autores e os subscritores deste abaixo-assinado defendem a criação
de um corpo profissional de bombeiros florestais e a aposta na
prevenção dos incêndios.
Desta forma, acreditam, seria possível reunir e desenvolver
competências dispersas, aumentar a eficácia dos programas antifogos e
diminuir a relação custo benefício do combate às chamas.
Os bombeiros florestais profissionais deveriam reunir e desenvolver
competências da Força Especial de Bombeiros, nos sapadores florestais,
no Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) da GNR, e Grupo
de Análise e Uso do Fogo (GAUF).
Este corpo seria progressivamente expandido, ao mesmo tempo que as
corporações de bombeiros voluntários progressivamente se dedicariam a
tarefas estritas de proteção civil, aumentando assim a eficácia e
diminuindo a relação custo-benefício do combate aos incêndios
florestais.
O documento da petição refere ainda que esta surge num momento em que
"é amplo o consenso sobre o desequilíbrio existente na repartição dos
recursos disponíveis em Portugal para o combate e para a prevenção de
incêndios".
Além disso, aponta que "as evidências acumuladas de várias décadas
mostram também que o atual modelo e filosofia de combate aos fogos
florestais se centra excessivamente na proteção civil descurando a
proteção florestal".
Para o investigador Paulo Fernandes, Espanha seria um modelo a seguir.
No país vizinho, bombeiros especializados são simultaneamente
responsáveis no terreno pelo combate e por medidas de prevenção, como
o fogo controlado.
Em Portugal, o especialista evidencia também a "falta de eficácia no
combate e na prevenção".
"Ao longo destes anos, a evolução dos resultados das políticas de
prevenção e combate a fogos foi muito reduzida. Mas não é forçoso que
assim seja porque em 2004 e 2005 a proposta que serviu de base ao
Plano Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios sugeria estas e
outras medidas estruturais, que poderiam estar já a dar resultados,
caso tivessem sido seguidas", salientou.
Oito anos depois, o responsável revelou por exemplo que, na altura da
proposta, "o Estado despendia cerca de 35 milhões de euros no combate
aos incêndios, valor que, em 2013, mais do que duplicou, sem melhorias
visíveis nos resultados alcançados".
Entre as medidas defendidas pelos peticionários, constam ainda a
criação de um programa de gestão estratégica de combustíveis para
tratar cerca de 5 a 10% do espaço florestal, por ano, com o apoio do
corpo de bombeiros florestais profissionais, e a transferência parcial
e progressiva das verbas atualmente destinadas ao combate para o mesmo
programa de gestão estratégica de combustíveis.
Até hoje assinaram a petição, que será remetida à Assembleia da
República, 609 pessoas.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/incendios-peticao-reivindica-criacao-bombeiros-facam-prevencao
publicado em 1 Set 2013 - 15:54
//
Portugal
Até hoje assinaram a petição 609 pessoas
Um grupo de técnicos e investigadores lançou uma petição, que já foi
subscrita por cerca de 600, que alerta para a necessidade urgente de
criar um corpo de bombeiros florestais e de apostar na prevenção.
A petição sobre a gestão do fogo foi lançada por um grupo de técnicos
e investigadores, entre os quais o especialista Paulo Fernandes do
Centro de Investigação e de Tecnologias Agroambientais e Biológicas
(CITAB), da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), de
Vila Real.
Os autores e os subscritores deste abaixo-assinado defendem a criação
de um corpo profissional de bombeiros florestais e a aposta na
prevenção dos incêndios.
Desta forma, acreditam, seria possível reunir e desenvolver
competências dispersas, aumentar a eficácia dos programas antifogos e
diminuir a relação custo benefício do combate às chamas.
Os bombeiros florestais profissionais deveriam reunir e desenvolver
competências da Força Especial de Bombeiros, nos sapadores florestais,
no Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) da GNR, e Grupo
de Análise e Uso do Fogo (GAUF).
Este corpo seria progressivamente expandido, ao mesmo tempo que as
corporações de bombeiros voluntários progressivamente se dedicariam a
tarefas estritas de proteção civil, aumentando assim a eficácia e
diminuindo a relação custo-benefício do combate aos incêndios
florestais.
O documento da petição refere ainda que esta surge num momento em que
"é amplo o consenso sobre o desequilíbrio existente na repartição dos
recursos disponíveis em Portugal para o combate e para a prevenção de
incêndios".
Além disso, aponta que "as evidências acumuladas de várias décadas
mostram também que o atual modelo e filosofia de combate aos fogos
florestais se centra excessivamente na proteção civil descurando a
proteção florestal".
Para o investigador Paulo Fernandes, Espanha seria um modelo a seguir.
No país vizinho, bombeiros especializados são simultaneamente
responsáveis no terreno pelo combate e por medidas de prevenção, como
o fogo controlado.
Em Portugal, o especialista evidencia também a "falta de eficácia no
combate e na prevenção".
"Ao longo destes anos, a evolução dos resultados das políticas de
prevenção e combate a fogos foi muito reduzida. Mas não é forçoso que
assim seja porque em 2004 e 2005 a proposta que serviu de base ao
Plano Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios sugeria estas e
outras medidas estruturais, que poderiam estar já a dar resultados,
caso tivessem sido seguidas", salientou.
Oito anos depois, o responsável revelou por exemplo que, na altura da
proposta, "o Estado despendia cerca de 35 milhões de euros no combate
aos incêndios, valor que, em 2013, mais do que duplicou, sem melhorias
visíveis nos resultados alcançados".
Entre as medidas defendidas pelos peticionários, constam ainda a
criação de um programa de gestão estratégica de combustíveis para
tratar cerca de 5 a 10% do espaço florestal, por ano, com o apoio do
corpo de bombeiros florestais profissionais, e a transferência parcial
e progressiva das verbas atualmente destinadas ao combate para o mesmo
programa de gestão estratégica de combustíveis.
Até hoje assinaram a petição, que será remetida à Assembleia da
República, 609 pessoas.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/incendios-peticao-reivindica-criacao-bombeiros-facam-prevencao
No concelho de Vidigueira começam as vindimas
Hoje começam as vindimas na Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e
Alvito, uma campanha que se prevê de qualidade e quantidade semelhante
ao ano pasasdo.
Na Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito começam,hoje, as vindimas.
José Miguel Almeida, presidente da Adega Cooperativa de Vidigueira,
Cuba e Alvito, afirma que para já tudo faz prever, tendo em conta as
análises que têm vindo a ser efectuadas, que a colheita vai ser de
qualidade.
Ainda de acordo com José Miguel Almeida a qualidade está assegurada e,
ao que tudo indica, a quantidade também com valores semelhantes aos de
2012.
Nesta região a época das vindimas continua a ter um papel importante
do ponto de vista da criação de postos de trabalho sazonal, neste
caso, para além da Cooperativa também os seus associados precisam
naturalmente de mão- de-obra.
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=927
Alvito, uma campanha que se prevê de qualidade e quantidade semelhante
ao ano pasasdo.
Na Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito começam,hoje, as vindimas.
José Miguel Almeida, presidente da Adega Cooperativa de Vidigueira,
Cuba e Alvito, afirma que para já tudo faz prever, tendo em conta as
análises que têm vindo a ser efectuadas, que a colheita vai ser de
qualidade.
Ainda de acordo com José Miguel Almeida a qualidade está assegurada e,
ao que tudo indica, a quantidade também com valores semelhantes aos de
2012.
Nesta região a época das vindimas continua a ter um papel importante
do ponto de vista da criação de postos de trabalho sazonal, neste
caso, para além da Cooperativa também os seus associados precisam
naturalmente de mão- de-obra.
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=927
Alentejo espera bom ano de vindimas
2013-09-02 05:53:00
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As previsões agrícolas do Instituto Nacional de Estatística referem
que as vinhas apresentam um bom aspeto vegetativo e maior uniformidade
que no ano anterior. As condições climatéricas têm sido favoráveis ao
desenvolvimento da cultura, com a floração e o vingamento a decorrerem
sem incidentes, não havendo registos de problemas sanitários dignos de
destaque. Por estes motivos, refere o INE, a produtividade da uva para
vinho deverá registar aumentos de 10% face a 2012. Contactado pela
Rádio Planície, Manuel Bio, presidente da Cooperativa Agrícola de
Granja, avança que as expectativas para a campanha vitivinícola na
região abrangida pela Cooperativa, que inclui a freguesia de
Amareleja, são muito positivas, em termos de quantidade, prevendo-se
uma aumento, no mínimo de 10%, face a 2012. No que toca à qualidade,
apesar de ainda ser um pouco cedo, o responsável espera que também
aqui a produção se revele de boa qualidade.
http://www.radioplanicie.com/gestao/noticias/index_noticias.php?noticia=8509
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As previsões agrícolas do Instituto Nacional de Estatística referem
que as vinhas apresentam um bom aspeto vegetativo e maior uniformidade
que no ano anterior. As condições climatéricas têm sido favoráveis ao
desenvolvimento da cultura, com a floração e o vingamento a decorrerem
sem incidentes, não havendo registos de problemas sanitários dignos de
destaque. Por estes motivos, refere o INE, a produtividade da uva para
vinho deverá registar aumentos de 10% face a 2012. Contactado pela
Rádio Planície, Manuel Bio, presidente da Cooperativa Agrícola de
Granja, avança que as expectativas para a campanha vitivinícola na
região abrangida pela Cooperativa, que inclui a freguesia de
Amareleja, são muito positivas, em termos de quantidade, prevendo-se
uma aumento, no mínimo de 10%, face a 2012. No que toca à qualidade,
apesar de ainda ser um pouco cedo, o responsável espera que também
aqui a produção se revele de boa qualidade.
http://www.radioplanicie.com/gestao/noticias/index_noticias.php?noticia=8509
Agricultores vigiam campos para travar ladrões de torneiras
Reportagem de Júlio Almeida
Mais de 180 torneiras do sistema de regadio foram roubadas nas últimas
semanas. Numa altura crítica de rega, as colheitas estão ameaçadas.
29-08-2013 12:04 por Júlio Almeida
Os agricultores do Baixo Mondego começaram a vigiar os campos à noite
para travarem os ladrões de metais, que nas últimas semanas já
roubaram mais de 180 torneiras.
A substituição das torneiras em ferro por outras de plástico é
esperança dos agricultores do Baixo Mondego para combater os furtos,
que causam rupturas no sistema de regadio dos campos.
"Enquanto o ferro fundido eles conseguem vendê-lo, uma torneira de
plástico não", explica Armindo Valente, presidente da Associação de
Beneficiários da Obra Hidroagrícola do Baixo Mondego.
Numa altura crítica de rega, desapareceram mais de 180 torneiras que
tem sido difícil substituir por ruptura de "stock".
Com a época das colheitas, "os agricultores vão ter de levar para os
campos máquinas agrícolas de colheita, que não é fácil deslocá-las e,
por isso, vão ter de as deixar durante a noite no campo", explica
Armindo Valente. Para evitar mais prejuízos, os "agricultores já estão
organizados para patrulhar o campo e não vão de mãos a abanar, vão
armados", avisa.
A GNR tem estado atenta, mas o extenso Vale do Mondego é um labirinto
de caminhos e acessos dificulta o patrulhamento e, até agora, não foi
ninguém apanhado a furtar.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=120119
Mais de 180 torneiras do sistema de regadio foram roubadas nas últimas
semanas. Numa altura crítica de rega, as colheitas estão ameaçadas.
29-08-2013 12:04 por Júlio Almeida
Os agricultores do Baixo Mondego começaram a vigiar os campos à noite
para travarem os ladrões de metais, que nas últimas semanas já
roubaram mais de 180 torneiras.
A substituição das torneiras em ferro por outras de plástico é
esperança dos agricultores do Baixo Mondego para combater os furtos,
que causam rupturas no sistema de regadio dos campos.
"Enquanto o ferro fundido eles conseguem vendê-lo, uma torneira de
plástico não", explica Armindo Valente, presidente da Associação de
Beneficiários da Obra Hidroagrícola do Baixo Mondego.
Numa altura crítica de rega, desapareceram mais de 180 torneiras que
tem sido difícil substituir por ruptura de "stock".
Com a época das colheitas, "os agricultores vão ter de levar para os
campos máquinas agrícolas de colheita, que não é fácil deslocá-las e,
por isso, vão ter de as deixar durante a noite no campo", explica
Armindo Valente. Para evitar mais prejuízos, os "agricultores já estão
organizados para patrulhar o campo e não vão de mãos a abanar, vão
armados", avisa.
A GNR tem estado atenta, mas o extenso Vale do Mondego é um labirinto
de caminhos e acessos dificulta o patrulhamento e, até agora, não foi
ninguém apanhado a furtar.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=120119
Combustíveis sobem para máximos de cinco meses
Preços
Marta Marques Silva
02/09/13 00:13
Preço do litro de gasolina e de gasóleo sobe entre dois a três
cêntimos a partir de hoje.
O preço dos combustíveis em Portugal vai voltar a subir esta semana,
entre dois a três cêntimo por litro, tanto na gasolina como no
gasóleo, apurou o Diário Económico junto de fonte do sector. Esta é a
terceira semana consecutiva de aumento do preço dos combustíveis, que
sobem assim para o valor mais alto em cinco meses.
No início da última semana o preço médio do gasóleo nos postos de
abastecimento em Portugal continental era de 1,387 euros por litro,
enquanto a gasolina estava avaliada em 1,597 euros, de acordo com os
dados da Direcção Geral de Energia e Geologia. Com as subidas
previstas para esta semana o preço do litro de gasóleo deverá passar
assim para os 1,407 a 1,417 euros nos principais postos de
abastecimento, o que será o valor mais alto registado desde o final de
Março. Já a o preço do litro de gasolina deverá passar para os 1,617 a
1,627 euros, em máximos de Abril.
http://economico.sapo.pt/noticias/combustiveis-sobem-para-maximos-de-cinco-meses_176266.html
Marta Marques Silva
02/09/13 00:13
Preço do litro de gasolina e de gasóleo sobe entre dois a três
cêntimos a partir de hoje.
O preço dos combustíveis em Portugal vai voltar a subir esta semana,
entre dois a três cêntimo por litro, tanto na gasolina como no
gasóleo, apurou o Diário Económico junto de fonte do sector. Esta é a
terceira semana consecutiva de aumento do preço dos combustíveis, que
sobem assim para o valor mais alto em cinco meses.
No início da última semana o preço médio do gasóleo nos postos de
abastecimento em Portugal continental era de 1,387 euros por litro,
enquanto a gasolina estava avaliada em 1,597 euros, de acordo com os
dados da Direcção Geral de Energia e Geologia. Com as subidas
previstas para esta semana o preço do litro de gasóleo deverá passar
assim para os 1,407 a 1,417 euros nos principais postos de
abastecimento, o que será o valor mais alto registado desde o final de
Março. Já a o preço do litro de gasolina deverá passar para os 1,617 a
1,627 euros, em máximos de Abril.
http://economico.sapo.pt/noticias/combustiveis-sobem-para-maximos-de-cinco-meses_176266.html
Deco refuta acusação de falta de rigor de estudo sobre azeite
Os azeites chumbados pelo teste da Deco - quatro, incluindo o da marca
"Grão Mestre", por deficiente informação ao consumidor
A Deco refutou hoje a acusação do produtor de azeite "Grão Mestre" de
falta de rigor de um teste que fez, e em que a marca é visada,
invocando que foram realizadas várias análises que confirmam o mesmo
resultado.
Num estudo feito a 25 marcas de azeite, e cujos resultados foram
divulgados na terça-feira, a Deco aponta o azeite "Grão Mestre" como
um de quatro que se apresentavam no rótulo como "azeite virgem extra",
quando, na verdade, um teste sensorial confirmou que eram "azeite
virgem".
Na quarta-feira, em comunicado, a Penazeites - Azeites Tradicionais
acusou a associação de defesa dos consumidores de prestar "um pobre
serviço aos que pretende defender, publicando um artigo que,
intencionalmente, ignora as informações prestadas pelos produtores,
que carece de rigor, fazendo generalizações abusivas entre lotes e
marcas, e que arrisca orientar a escolha dos consumidores por
critérios mal explicados".
A Penazeites lamentou que, "em claro desrespeito pelo seu dever de
informar os consumidores", a Deco tenha ignorado os resultados das
análises que a empresa mandou fazer a uma "entidade independente e
acreditada" e que enviou à associação de defesa dos consumidores,
atestando a genuidade do azeite como "virgem extra", tal como constava
na rotulagem.
Hoje, em declarações à agência Lusa, a coordenadora técnica de Saúde e
Alimentação da Deco, Sílvia Machado, referiu que, no caso em concreto,
a informação enviada pelo produtor "foi devidamente analisada".
Sílvia Machado adiantou que, não obstante a Deco ter repetido três
vezes as análises, voltou, depois de ter recebido os dados do
produtor, a pedir novas análises a dois outros laboratórios
acreditados, tendo os resultados confirmado que o azeite não possuía
as características de "virgem extra", mas antes defeitos como o cheiro
a mofo.
A coordenadora frisou que a Penazeites foi informada dos resultados
das novas análises antes de a empresa ter divulgado o comunicado.
Segundo Sílvia Machado, as características que atestam a genuidade e a
classificação de um azeite podem perder-se ao longo da cadeia do
produto: na produção, mas também no armazenamento, na distribuição ou
na comercialização.
Os azeites chumbados pelo teste da Deco - quatro, incluindo o da marca
"Grão Mestre", por deficiente informação ao consumidor, e um quinto,
por fraude, porque não era azeite - não punham em causa, de acordo com
a associação de defesa dos consumidores, a saúde e a segurança das
pessoas.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
aplicado pela agência Lusa
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/deco-refuta-acusacao-falta-rigor-estudo-sobre-azeite
"Grão Mestre", por deficiente informação ao consumidor
A Deco refutou hoje a acusação do produtor de azeite "Grão Mestre" de
falta de rigor de um teste que fez, e em que a marca é visada,
invocando que foram realizadas várias análises que confirmam o mesmo
resultado.
Num estudo feito a 25 marcas de azeite, e cujos resultados foram
divulgados na terça-feira, a Deco aponta o azeite "Grão Mestre" como
um de quatro que se apresentavam no rótulo como "azeite virgem extra",
quando, na verdade, um teste sensorial confirmou que eram "azeite
virgem".
Na quarta-feira, em comunicado, a Penazeites - Azeites Tradicionais
acusou a associação de defesa dos consumidores de prestar "um pobre
serviço aos que pretende defender, publicando um artigo que,
intencionalmente, ignora as informações prestadas pelos produtores,
que carece de rigor, fazendo generalizações abusivas entre lotes e
marcas, e que arrisca orientar a escolha dos consumidores por
critérios mal explicados".
A Penazeites lamentou que, "em claro desrespeito pelo seu dever de
informar os consumidores", a Deco tenha ignorado os resultados das
análises que a empresa mandou fazer a uma "entidade independente e
acreditada" e que enviou à associação de defesa dos consumidores,
atestando a genuidade do azeite como "virgem extra", tal como constava
na rotulagem.
Hoje, em declarações à agência Lusa, a coordenadora técnica de Saúde e
Alimentação da Deco, Sílvia Machado, referiu que, no caso em concreto,
a informação enviada pelo produtor "foi devidamente analisada".
Sílvia Machado adiantou que, não obstante a Deco ter repetido três
vezes as análises, voltou, depois de ter recebido os dados do
produtor, a pedir novas análises a dois outros laboratórios
acreditados, tendo os resultados confirmado que o azeite não possuía
as características de "virgem extra", mas antes defeitos como o cheiro
a mofo.
A coordenadora frisou que a Penazeites foi informada dos resultados
das novas análises antes de a empresa ter divulgado o comunicado.
Segundo Sílvia Machado, as características que atestam a genuidade e a
classificação de um azeite podem perder-se ao longo da cadeia do
produto: na produção, mas também no armazenamento, na distribuição ou
na comercialização.
Os azeites chumbados pelo teste da Deco - quatro, incluindo o da marca
"Grão Mestre", por deficiente informação ao consumidor, e um quinto,
por fraude, porque não era azeite - não punham em causa, de acordo com
a associação de defesa dos consumidores, a saúde e a segurança das
pessoas.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
aplicado pela agência Lusa
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/deco-refuta-acusacao-falta-rigor-estudo-sobre-azeite
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