Silvex é uma das pequenas e médias empresas portuguesas que beneficiou
do financiamento de investigação da União Europeia
Por: Redacção | 2013-11-13 11:52
Um consórcio liderado por uma empresa portuguesa desenvolveu um
plástico biodegradável que substitui as películas de polietileno
utilizadas para cobrir solos agrícolas, com benefício para as culturas
e para o ambiente.
As informações foram divulgadas esta quarta-feira pela Comissão Europeia(CE.
Em comunicado, a CE explica que o produto desenvolvido pela
Agrobiofilm, promete revolucionar a agricultura, ao substituir os
plásticos para cobertura de solos. Embora estes plásticos sejam
essenciais para o sucesso da agricultura, têm impactos ambientais
significativos durante e após o ciclo da cultura, por serem derivados
do petróleo.
Além disso, por terem de ser removidas e encaminhadas para centros de
recolha, as películas de polietileno obrigam os agricultores a custos
acrescidos.
Desenvolvido ao longo dos últimos três anos por um consórcio liderado
pela portuguesa Silvex, o plástico biodegradável agora apresentado
pela CE apresentou benefícios, «não só em termos ambientais, como ao
nível do rendimento das culturas que, em alguns casos, foi superior ao
registado com o plástico de polietileno».
Este plástico biodegradável é composto de amido de milho e óleos
vegetais e foi testado nas culturas de morango, de melão e de pimento,
podendo ser utilizado em outras culturas com características
semelhantes.
Foi também testado na vinha, tanto como alternativa ao polietileno,
como ao solo nu e aos tubos de proteção e crescimento.
Os resultados mostram que a qualidade dos frutos não apresentou
diferenças significativas, enquanto na vinha se registou um aumento
significativo da expressão vegetativa das videiras, com mais raízes e
de maior peso do que as plantadas em polietileno e em solo nu.
O Agrobiofilm, que teve um investimento total de cerca de 1,5 milhões
de euros, já começou a ser comercializado em Portugal, Espanha e
França e destina-se maioritariamente a agricultores profissionais,
podendo também ser utilizado em pequenas hortas ou jardins.
A Silvex é uma das 225 pequenas e médias empresas portuguesas (PME)
que beneficiaram do financiamento de investigação da UE desde 2007,
num total de 305 milhões de euros.
Até ao final de 2013 a União Europeia terá apoiado 15 mil PME que
receberam apoios superiores a cinco mil milhões de euros.
http://www.tvi24.iol.pt/503/tecnologia/tvi24-agricultura-pme-plastico--biodegradavel/1509369-4069.html
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Projeto «FRUTALG» vai ser apresentado em Tavira
A direção regional de Agricultura e Pescas do Algarve vai apresentar,
no dia 27 de novembro, em Tavira, o projeto «FRUTALG – Prospeção,
Recolha, Conservação e Caracterização de Variedades Tradicionais de
Fruteiras Algarvias com Interesse para a Agricultura Portuguesa».
A sessão decorre, a partir das 9:45 horas, na delegação de Tavira da
instituição e inclui uma visita ao Centro de Experimentação Agrária de
Tavira (antiga Estação Agrária).
Depois da sessão de abertura, será discutido o Plano Nacional de
Recursos Genéticos Vegetais, seguindo-se a apresentação geral do
projeto «FRUTALG», pelo seu coordenador, António Marreiros.
O trabalho desenvolvido na coleção de citrinos, no Centro de
Experimentação Horto-Frutícola do Patacão será abordado por José
Tomás.
Depois de um debate, os participantes farão uma visita acompanhada às
seis coleções (alfarrobeira, amendoeira, figueira, nespereira,
romãzeira e macieira) instaladas no Centro de Experimentação Agrária
de Tavira.
.diariOnline RS
07:45 quarta-feira, 13 novembro 2013
http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=141157
no dia 27 de novembro, em Tavira, o projeto «FRUTALG – Prospeção,
Recolha, Conservação e Caracterização de Variedades Tradicionais de
Fruteiras Algarvias com Interesse para a Agricultura Portuguesa».
A sessão decorre, a partir das 9:45 horas, na delegação de Tavira da
instituição e inclui uma visita ao Centro de Experimentação Agrária de
Tavira (antiga Estação Agrária).
Depois da sessão de abertura, será discutido o Plano Nacional de
Recursos Genéticos Vegetais, seguindo-se a apresentação geral do
projeto «FRUTALG», pelo seu coordenador, António Marreiros.
O trabalho desenvolvido na coleção de citrinos, no Centro de
Experimentação Horto-Frutícola do Patacão será abordado por José
Tomás.
Depois de um debate, os participantes farão uma visita acompanhada às
seis coleções (alfarrobeira, amendoeira, figueira, nespereira,
romãzeira e macieira) instaladas no Centro de Experimentação Agrária
de Tavira.
.diariOnline RS
07:45 quarta-feira, 13 novembro 2013
http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=141157
Governo Portugal quer dar mais formação em segurança alimentar na CPLP
Portugal quer reforçar a formação ao nível de segurança alimentar no
espaço da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, afirmou à agência
Lusa o secretário de Estado da Alimentação e da Investigação
Agroalimentar, Nuno Vieira e Brito.
ECONOMIA
Lusa
20:19 - 12 de Novembro de 2013 | Por Lusa
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O político estará no Simpósio Alimentar e Nutricional e
Desenvolvimento Sustentável, que começa na quarta-feira em Cabo Verde
e que contará com ministros da Agricultura e Pescas de São Tomé e
Príncipe e de Timor-Leste e com o secretário de Estado da Agricultura
de Angola.
PUB
Nos trabalhos estará também presente o secretário executivo da
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (PALOP), o embaixador
Murade Murargy.
Nuno Vieira e Brito afirmou que aqueles países precisam de "valorizar
os seus produtos" e "melhorar os sistemas de segurança alimentar", com
uma estratégia política que os aproxime dos "mercados globais".
O secretário de Estado explicou que Portugal está já a dar apoio à
formação em São Tomé e Príncipe na área de segurança alimentar e
pescas e tem a intenção de avançar com formação em Timor-Leste.
O seminário, que termina no sábado, "visa sobretudo refletir sobre o
problema da segurança alimentar e nutricional", sustentou, tendo em
conta que em 2013 se assinala o Ano contra o Desperdício e 2014 será
dedicado à agricultura familiar.
À margem do simpósio, o secretário de Estado português terá encontros
bilaterais com a ministra do Desenvolvimento Rural de Cabo Verde, Eva
Ortet, e com os ministros da Agricultura e Pescas de São Tomé e
Príncipe, António Dias, e de Timor-Leste, Mariano Sabino Lopes.
Nuno Vieira e Brito visitará ainda o Instituto Nacional de
Investigação e Desenvolvimento Agrário de Cabo Verde, fundado nos anos
1950.
http://www.noticiasaominuto.com/economia/130315/portugal-quer-dar-mais-formacao-em-seguranca-alimentar-na-cplp
espaço da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, afirmou à agência
Lusa o secretário de Estado da Alimentação e da Investigação
Agroalimentar, Nuno Vieira e Brito.
ECONOMIA
Lusa
20:19 - 12 de Novembro de 2013 | Por Lusa
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O político estará no Simpósio Alimentar e Nutricional e
Desenvolvimento Sustentável, que começa na quarta-feira em Cabo Verde
e que contará com ministros da Agricultura e Pescas de São Tomé e
Príncipe e de Timor-Leste e com o secretário de Estado da Agricultura
de Angola.
PUB
Nos trabalhos estará também presente o secretário executivo da
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (PALOP), o embaixador
Murade Murargy.
Nuno Vieira e Brito afirmou que aqueles países precisam de "valorizar
os seus produtos" e "melhorar os sistemas de segurança alimentar", com
uma estratégia política que os aproxime dos "mercados globais".
O secretário de Estado explicou que Portugal está já a dar apoio à
formação em São Tomé e Príncipe na área de segurança alimentar e
pescas e tem a intenção de avançar com formação em Timor-Leste.
O seminário, que termina no sábado, "visa sobretudo refletir sobre o
problema da segurança alimentar e nutricional", sustentou, tendo em
conta que em 2013 se assinala o Ano contra o Desperdício e 2014 será
dedicado à agricultura familiar.
À margem do simpósio, o secretário de Estado português terá encontros
bilaterais com a ministra do Desenvolvimento Rural de Cabo Verde, Eva
Ortet, e com os ministros da Agricultura e Pescas de São Tomé e
Príncipe, António Dias, e de Timor-Leste, Mariano Sabino Lopes.
Nuno Vieira e Brito visitará ainda o Instituto Nacional de
Investigação e Desenvolvimento Agrário de Cabo Verde, fundado nos anos
1950.
http://www.noticiasaominuto.com/economia/130315/portugal-quer-dar-mais-formacao-em-seguranca-alimentar-na-cplp
Transgénicos fora de controlo em todo o Mundo
Contaminação da biodiversidade é caminho errado para o futuro
É hoje divulgado o primeiro relatório global sobre o alastramento
incontrolável da contaminação transgénica em espécies como o milho,
arroz, algodão, colza e até um choupo e uma gramínea.
Este problema já foi detetado em regiões e países como os Estados
Unidos, Canadá, América Central, Japão, China, Austrália e Europa. Em
muitos casos as plantas foram descobertas muito para lá dos terrenos
onde estavam cultivadas. Em algumas regiões, os transgenes já passaram
para as plantas selvagens.
Esta síntese documental é publicada no arranque da conferência
internacional sobre coexistência entre agricultura transgénica e
convencional que começa hoje em Lisboa e é patrocinada pela indústria,
incluindo Monsanto e Pioneer. O Comissário Europeu Tonio Borg marcará
presença através de vídeo, e a Ministra Assunção Cristas também falará
na sessão de abertura.
"A coexistência entre a agricultura transgénica e a biodiversidade é
uma miragem. A contaminação já chegou às populações selvagens e
continua a espalhar-se: quem vai proteger os ecossistemas? Estamos
perante um passo irreversível e insustentável e é a indústria que está
a decidir por nós, com toda a ligeireza.", afirma Margarida Silva, da
Plataforma Transgénicos Fora.
Há várias razões para a contaminação. Para além dos cultivos
comerciais e dos campos experimentais de transgénicos, as quedas de
semente viável durante o transporte de matérias primas para
alimentação e rações são também uma fonte de poluição generalizada. As
consequências não podem ser antecipadas com exatidão, e torna-se claro
com este relatório que não se consegue prever como é que as plantas
transgénicas vão interagir com as restantes.
"O Comissário Tonio Borg, que está atualmente a tentar forçar a
entrada de mais transgénicos na União Europeia, devia ter consciência
das consequências desta tecnologia à escala mundial", lembra Christoph
Then, do Testbiotech, o instituto que produziu o relatório.
"Precisamos de legislação que garanta que a libertação de transgénicos
é bloqueada a não ser que que seja possível proceder à sua remoção
sempre que necessário."
Um dossiê jurídico publicado recentemente pelo Testbiotech mostra
falhas legais significativas. O princípio da precaução, tal como
estabelecido pela UE, só pode ser implementado se houver mecanismos de
remoção dos transgénicos em caso de necessidade face a uma eventual
emergência ambiental. Falta clarificação jurídica e prática, o que
significa um risco acrescido para as sementes de que depende o futuro
de todos.
O relatório hoje publicado – Transgene escape: Global atlas of
uncontrolled spread of genetically engineered plants – foi preparado
com o financiamento da Fundação Gregor Louisoder Umweltstiftung, de
Munique (Alemanha).
2013/11/12
Fonte: PTF
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/13c.htm
É hoje divulgado o primeiro relatório global sobre o alastramento
incontrolável da contaminação transgénica em espécies como o milho,
arroz, algodão, colza e até um choupo e uma gramínea.
Este problema já foi detetado em regiões e países como os Estados
Unidos, Canadá, América Central, Japão, China, Austrália e Europa. Em
muitos casos as plantas foram descobertas muito para lá dos terrenos
onde estavam cultivadas. Em algumas regiões, os transgenes já passaram
para as plantas selvagens.
Esta síntese documental é publicada no arranque da conferência
internacional sobre coexistência entre agricultura transgénica e
convencional que começa hoje em Lisboa e é patrocinada pela indústria,
incluindo Monsanto e Pioneer. O Comissário Europeu Tonio Borg marcará
presença através de vídeo, e a Ministra Assunção Cristas também falará
na sessão de abertura.
"A coexistência entre a agricultura transgénica e a biodiversidade é
uma miragem. A contaminação já chegou às populações selvagens e
continua a espalhar-se: quem vai proteger os ecossistemas? Estamos
perante um passo irreversível e insustentável e é a indústria que está
a decidir por nós, com toda a ligeireza.", afirma Margarida Silva, da
Plataforma Transgénicos Fora.
Há várias razões para a contaminação. Para além dos cultivos
comerciais e dos campos experimentais de transgénicos, as quedas de
semente viável durante o transporte de matérias primas para
alimentação e rações são também uma fonte de poluição generalizada. As
consequências não podem ser antecipadas com exatidão, e torna-se claro
com este relatório que não se consegue prever como é que as plantas
transgénicas vão interagir com as restantes.
"O Comissário Tonio Borg, que está atualmente a tentar forçar a
entrada de mais transgénicos na União Europeia, devia ter consciência
das consequências desta tecnologia à escala mundial", lembra Christoph
Then, do Testbiotech, o instituto que produziu o relatório.
"Precisamos de legislação que garanta que a libertação de transgénicos
é bloqueada a não ser que que seja possível proceder à sua remoção
sempre que necessário."
Um dossiê jurídico publicado recentemente pelo Testbiotech mostra
falhas legais significativas. O princípio da precaução, tal como
estabelecido pela UE, só pode ser implementado se houver mecanismos de
remoção dos transgénicos em caso de necessidade face a uma eventual
emergência ambiental. Falta clarificação jurídica e prática, o que
significa um risco acrescido para as sementes de que depende o futuro
de todos.
O relatório hoje publicado – Transgene escape: Global atlas of
uncontrolled spread of genetically engineered plants – foi preparado
com o financiamento da Fundação Gregor Louisoder Umweltstiftung, de
Munique (Alemanha).
2013/11/12
Fonte: PTF
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/13c.htm
Assembleia da República: PCP questiona Governo sobre a «aplicação de multas aos agricultores da área de abrangência do Regadio de Sabariz/Cabanelas»
O Grupo Parlamentar do PCP entregou na Assembleia da República uma
Pergunta em que solicita ao Governo que lhe sejam prestados
esclarecimentos sobre a «aplicação de multas aos agricultores da área
de abrangência do Regadio de Sabariz / Cabanelas», Pergunta que se
passa a transcrever.
Destinatários: Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia
PERGUNTA:
Relativamente ao assunto supra, o Grupo Parlamentar do PCP já efectuou
várias perguntas, tendo, na pergunta (nº 3905/XII/1ª) sido exposta a
aplicação de multas por parte da SEPNA/GNR, no mês de Julho de 2012,
aos agricultores por estarem a captar água do rio Cávado para proteger
as suas culturas. Na resposta enviada pelo Gabinete da Sr.ª. Ministra
da Agricultura nada é dito sobre a aplicação das multas e,
especialmente, se o Governo ia ou não fazer o levantamento das
contra-ordenações.
Porém, chegou ao Grupo Parlamentar do PCP informação que na semana
passada, os agricultores foram notificados pela Agência Portuguesa do
Ambiente para pagarem as coimas, sendo que os montantes se situam
entre os 200.000.00 euros e os 2.500.000.00 euros.
Ora, este valor é impossível de ser suportado pelos agricultores.
Acresce ainda que a aplicação das contra-ordenações só ocorreu porque
o Governo, apesar de o projecto de intervenção no regadio de Sabariz /
Cabanelas ter financiamento, não iniciou até hoje esta intervenção
indispensável, nem se perspectiva o seu início.
Relativamente à realização das obras no Regadio de Sabariz /
Cabanelas, o Grupo Parlamentar do PCP voltou a questionar a Sr.ª.
Ministra em sede de discussão de especialidade do Orçamento de Estado
para 2014 sobre a nova data de início da obra. Na resposta, a Sr.ª
Ministra da Agricultura e Mar respondeu simplesmente que o "regadio é
uma prioridade" para o Governo.
Perante uma tal resposta, adensa-se a nossa preocupação, pois se ela
confirma que o Governo não tem qualquer calendarização para as obras
no regadio, podendo demorar mais um, dois ou mais anos, a ausência
dessas obras vai obrigar os agricultores, para sobreviverem, a
recorrer, de novo ao Rio Cávado, para irrigar as suas explorações,
arriscando novas multas.
Assim, ao abrigo das disposições legais e regimentais em vigor,
solicito ao Governo, através do Ministérios a quem é dirigida a
pergunta, que me preste os seguintes esclarecimentos:
1. Vai a Ministra da Agricultura e Mar interferir junto do Ministério
do Ambiente, Energia e Ordenamento do Território no sentido de anular
as coimas aplicadas aos agricultores da região do Regadio de Sabariz /
Cabanelas atendendo que a captação de água ocorreu numa situação
excepcional - elevada seca - e visou a protecção das produções?
2. O Ministério do Ambiente, Energia e Ordenamento do Território
atendendo às razões acima aduzidas pondera anular as coimas aplicadas
aos agricultores da área de abrangência do Regadio de Sabariz/
Cabanelas?
3. Relativamente às obras no Regadio de Sabariz / Cabanelas quando é
que vão iniciar?
Palácio de São Bento, terça-feira, 12 de Novembro de 2013
Deputado(a)s
CARLA CRUZ (PCP)
Fonte: Grupo Parlamentar do PCP
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/13b.htm
Pergunta em que solicita ao Governo que lhe sejam prestados
esclarecimentos sobre a «aplicação de multas aos agricultores da área
de abrangência do Regadio de Sabariz / Cabanelas», Pergunta que se
passa a transcrever.
Destinatários: Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia
PERGUNTA:
Relativamente ao assunto supra, o Grupo Parlamentar do PCP já efectuou
várias perguntas, tendo, na pergunta (nº 3905/XII/1ª) sido exposta a
aplicação de multas por parte da SEPNA/GNR, no mês de Julho de 2012,
aos agricultores por estarem a captar água do rio Cávado para proteger
as suas culturas. Na resposta enviada pelo Gabinete da Sr.ª. Ministra
da Agricultura nada é dito sobre a aplicação das multas e,
especialmente, se o Governo ia ou não fazer o levantamento das
contra-ordenações.
Porém, chegou ao Grupo Parlamentar do PCP informação que na semana
passada, os agricultores foram notificados pela Agência Portuguesa do
Ambiente para pagarem as coimas, sendo que os montantes se situam
entre os 200.000.00 euros e os 2.500.000.00 euros.
Ora, este valor é impossível de ser suportado pelos agricultores.
Acresce ainda que a aplicação das contra-ordenações só ocorreu porque
o Governo, apesar de o projecto de intervenção no regadio de Sabariz /
Cabanelas ter financiamento, não iniciou até hoje esta intervenção
indispensável, nem se perspectiva o seu início.
Relativamente à realização das obras no Regadio de Sabariz /
Cabanelas, o Grupo Parlamentar do PCP voltou a questionar a Sr.ª.
Ministra em sede de discussão de especialidade do Orçamento de Estado
para 2014 sobre a nova data de início da obra. Na resposta, a Sr.ª
Ministra da Agricultura e Mar respondeu simplesmente que o "regadio é
uma prioridade" para o Governo.
Perante uma tal resposta, adensa-se a nossa preocupação, pois se ela
confirma que o Governo não tem qualquer calendarização para as obras
no regadio, podendo demorar mais um, dois ou mais anos, a ausência
dessas obras vai obrigar os agricultores, para sobreviverem, a
recorrer, de novo ao Rio Cávado, para irrigar as suas explorações,
arriscando novas multas.
Assim, ao abrigo das disposições legais e regimentais em vigor,
solicito ao Governo, através do Ministérios a quem é dirigida a
pergunta, que me preste os seguintes esclarecimentos:
1. Vai a Ministra da Agricultura e Mar interferir junto do Ministério
do Ambiente, Energia e Ordenamento do Território no sentido de anular
as coimas aplicadas aos agricultores da região do Regadio de Sabariz /
Cabanelas atendendo que a captação de água ocorreu numa situação
excepcional - elevada seca - e visou a protecção das produções?
2. O Ministério do Ambiente, Energia e Ordenamento do Território
atendendo às razões acima aduzidas pondera anular as coimas aplicadas
aos agricultores da área de abrangência do Regadio de Sabariz/
Cabanelas?
3. Relativamente às obras no Regadio de Sabariz / Cabanelas quando é
que vão iniciar?
Palácio de São Bento, terça-feira, 12 de Novembro de 2013
Deputado(a)s
CARLA CRUZ (PCP)
Fonte: Grupo Parlamentar do PCP
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/13b.htm
‘Encontro com o Vinho e Sabores’ atesta dinâmica do sector
Variedade e qualidade dos produtos em prova superou expectativas
Terminou na segunda-feira o 'Encontro com o Vinho e Sabores 2013'
(ECVS), evento organizado pelo 14.º ano pela Revista de Vinhos durante
quatro dias: de 08 a 11 de Novembro, no Centro de Congressos de
Lisboa. Mais uma edição que se revelou um sucesso, atestando a forte
dinâmica do sector e a vontade de se fazer mais e melhor em Portugal,
não apenas no vinho, mas também nos sabores que o acompanham.
"Este ano e no total dos quatro dias, visitaram o ECVS cerca de 16 mil
pessoas. Foi unânime e sublinhado que a qualidade do público foi
francamente melhor, o que deixou bastante satisfeitos os produtores e
empresas participantes.", afirma João Geirinhas, Director de Área de
Negócios da Revista de Vinhos. A segunda-feira – dia dedicado aos
profissionais e durante o qual decorreram, em paralelo, o workshop
'Vinhos que Salvam Árvores', a conferência 'Inovar na Restauração
através do Vinho', e as entregas de prémios dos concursos "Melhor
Carta de Vinhos 2013" e "Queijos de Portugal 2013" –, superou as
expectativas em número de visitas e contactos comerciais. Estiveram
centenas de restaurantes, muitos compradores e negociantes de todo o
país e estrangeiro. A ViniPortugal acompanhou dois grupos de
compradores internacionais, oriundos do Brasil e dos EUA.
O feedback in loco dos expositores e dos visitantes, mas também o eco
que se faz sentir nas redes sociais, é muito positivo, o que vem
reforçar a importância do ECVS, efectivamente o maior e melhor evento
vínico e gastronómico em Portugal. Nesta edição estiveram reunidos
cerca de 400 produtores e mais de 2.000 vinhos em prova; isto para
além de vários sabores, como queijos, presuntos, enchidos, azeites,
entre outros. Foram também diversas as provas especiais e actividades
paralelas que captaram a atenção dos enófilos e gastrónomos.
"Cada vez melhor"; "Evento muito bem organizado. Que seja para
continuar."; "É sem dúvida o maior e melhor Encontro entre produtores,
enólogos, críticos de vinho, enófilos e público em geral, que há em
Portugal."; "A minha segunda casa!"; "5 estrelas"; "Sem margem de
dúvida o melhor que se faz em Portugal. Pela extensa lista de
participantes, da variedade e qualidade dos produtos em prova, da
simpatia, paciência e disponibilidade de produtores, enólogos e demais
profissionais neste fantástico certame, o meu modesto agradecimento.":
são apenas algumas das mensagens deixadas na página do ECVS 2013 no
Facebook, que atestam que, mais uma vez, o evento superou a
expectativas e, acima de tudo, a dinâmica do sector.
A não perder a Revista de Vinhos de Dezembro que dará especial
destaque ao ECVS 2013.
fonte: Joana Pratas
Terminou na segunda-feira o 'Encontro com o Vinho e Sabores 2013'
(ECVS), evento organizado pelo 14.º ano pela Revista de Vinhos durante
quatro dias: de 08 a 11 de Novembro, no Centro de Congressos de
Lisboa. Mais uma edição que se revelou um sucesso, atestando a forte
dinâmica do sector e a vontade de se fazer mais e melhor em Portugal,
não apenas no vinho, mas também nos sabores que o acompanham.
"Este ano e no total dos quatro dias, visitaram o ECVS cerca de 16 mil
pessoas. Foi unânime e sublinhado que a qualidade do público foi
francamente melhor, o que deixou bastante satisfeitos os produtores e
empresas participantes.", afirma João Geirinhas, Director de Área de
Negócios da Revista de Vinhos. A segunda-feira – dia dedicado aos
profissionais e durante o qual decorreram, em paralelo, o workshop
'Vinhos que Salvam Árvores', a conferência 'Inovar na Restauração
através do Vinho', e as entregas de prémios dos concursos "Melhor
Carta de Vinhos 2013" e "Queijos de Portugal 2013" –, superou as
expectativas em número de visitas e contactos comerciais. Estiveram
centenas de restaurantes, muitos compradores e negociantes de todo o
país e estrangeiro. A ViniPortugal acompanhou dois grupos de
compradores internacionais, oriundos do Brasil e dos EUA.
O feedback in loco dos expositores e dos visitantes, mas também o eco
que se faz sentir nas redes sociais, é muito positivo, o que vem
reforçar a importância do ECVS, efectivamente o maior e melhor evento
vínico e gastronómico em Portugal. Nesta edição estiveram reunidos
cerca de 400 produtores e mais de 2.000 vinhos em prova; isto para
além de vários sabores, como queijos, presuntos, enchidos, azeites,
entre outros. Foram também diversas as provas especiais e actividades
paralelas que captaram a atenção dos enófilos e gastrónomos.
"Cada vez melhor"; "Evento muito bem organizado. Que seja para
continuar."; "É sem dúvida o maior e melhor Encontro entre produtores,
enólogos, críticos de vinho, enófilos e público em geral, que há em
Portugal."; "A minha segunda casa!"; "5 estrelas"; "Sem margem de
dúvida o melhor que se faz em Portugal. Pela extensa lista de
participantes, da variedade e qualidade dos produtos em prova, da
simpatia, paciência e disponibilidade de produtores, enólogos e demais
profissionais neste fantástico certame, o meu modesto agradecimento.":
são apenas algumas das mensagens deixadas na página do ECVS 2013 no
Facebook, que atestam que, mais uma vez, o evento superou a
expectativas e, acima de tudo, a dinâmica do sector.
A não perder a Revista de Vinhos de Dezembro que dará especial
destaque ao ECVS 2013.
fonte: Joana Pratas
Portugal acolhe 6º Edição da conferência internacional GMCC-13
Portugal acolhe este ano a GMCC-13, a 6º Edição da conferência
internacional sobre a coexistência das cadeias de abastecimento de
produtos agrícolas convencionais e geneticamente modificados (GM), que
terá lugar no hotel Sana Lisboa, de 12 a 15 de Novembro.
Tal como nas anteriores edições da GMCC, o evento juntará peritos
académicos e da indústria, reguladores, decisores e outras partes
interessadas de todo o mundo, para discutir tópicos abrangentes e
específicos da coexistência.
A organização da GMCC-13 é uma parceria entre o Instituto Superior de
Agronomia (ISA), o instituto Politécnico de Santarém (IPS), a
Associação Nacional dos Produtores de Milho e Sorgo (ANPROMIS), a
Federação Portuguesa das Indústrias Agro-Alimentares (FIPA) e a
Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para
Animais (IACA).
A conferência abordará os temas da coexistência ao nível da produção
agrícola e da transformação, do comércio e da competitividade
internacionais, da comunicação e da tomada de decisão, do
desenvolvimento e mercados de destino de novos produtos agrícolas GM,
bem como tópicos mais específicos dentro de cada um destes temas.
Entre os oradores convidados conta-se Assunção Cristas, Ministra da
Agricultura e do Mar, bem como várias personalidades de relevo
internacional tanto do mundo académico, como do mundo empresarial.
fonte: Multicom
internacional sobre a coexistência das cadeias de abastecimento de
produtos agrícolas convencionais e geneticamente modificados (GM), que
terá lugar no hotel Sana Lisboa, de 12 a 15 de Novembro.
Tal como nas anteriores edições da GMCC, o evento juntará peritos
académicos e da indústria, reguladores, decisores e outras partes
interessadas de todo o mundo, para discutir tópicos abrangentes e
específicos da coexistência.
A organização da GMCC-13 é uma parceria entre o Instituto Superior de
Agronomia (ISA), o instituto Politécnico de Santarém (IPS), a
Associação Nacional dos Produtores de Milho e Sorgo (ANPROMIS), a
Federação Portuguesa das Indústrias Agro-Alimentares (FIPA) e a
Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para
Animais (IACA).
A conferência abordará os temas da coexistência ao nível da produção
agrícola e da transformação, do comércio e da competitividade
internacionais, da comunicação e da tomada de decisão, do
desenvolvimento e mercados de destino de novos produtos agrícolas GM,
bem como tópicos mais específicos dentro de cada um destes temas.
Entre os oradores convidados conta-se Assunção Cristas, Ministra da
Agricultura e do Mar, bem como várias personalidades de relevo
internacional tanto do mundo académico, como do mundo empresarial.
fonte: Multicom
Governo apoia quatro concelhos transmontanos após grande incêndio do Verão
Candidaturas para financiar acções de estabilização de emergência
abrem na próxima semana. Agricultores e pastores temem o futuro: não
houve amêndoa para colher, as oliveiras estão sem azeitona e os
animais não têm pasto.
11-11-2013 9:00 por Olímpia Mairos
O Governo vai apoiar as acções de estabilização das áreas destruídas
pelo grande incêndio de Picões, em Alfândega da Fé. Vão abrir as
candidaturas ainda este mês para algumas ajudas nas zonas afectadas
pelo grande incêndio que deflagrou em Alfândega da Fé, no início de
Julho, e se estendeu a outros concelhos da zona do Baixo Sabor.
As candidaturas são no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural
(PRODER), "nomeadamente a uma medida que se destina a financiar as
acções de estabilização de emergência", refere o secretário de Estado
das Florestas, Francisco Gomes da Silva, adiantando que "serão
ilegíveis dentro das freguesias identificadas todas as despesas
efectuadas desde a data do incêndio".
As intervenções necessárias nesta fase, adianta Francisco Gomes da
Silva, têm a ver com acções de estabilização de emergência e as
condições do terreno, "a minimização dos efeitos da erosão e a
protecção das linhas de água".
"Todas as outras acções de apoio à reflorestação dessas áreas que
venham a ocorrer, poderão vir a ser apoiadas por medidas no âmbito do
próximo quadro comunitário de apoio disponíveis para os produtores
florestais", explica ainda.
Sem culturas e sem pastos para os animais
Quatro meses após o grande incêndio de Picões, em Alfândega da Fé, que
se estendeu a Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Torre de Moncorvo,
agricultores e pastores continuam a fazer contas à vida.
As chamas deixaram marcas profundas em amendoais, olivais e áreas de
pasto, agravadas agora pela erosão dos terrenos. António Cordeiro
perdeu 10 hectares de culturas, sobretudo amendoal e olival. "Já
deveríamos estar a negociar a amêndoa, mas o fogo não deixou nenhuma.
Está tudo destruído", refere à Renascença.
Este agricultor, da aldeia de Meirinhos, espera agora que o Governo
possa dar alguma ajuda "para refazer a vida". "Espero que me dêem
algum dinheiro para plantar, porque só daqui a 15 ou 16 anos é que
começarei a ter alguma produção destas árvores ardidas. Outras vão
embora, nunca mais voltam", lamenta.
O olival e o amendoal são as culturas predominantes na região e
representam cerca de 18% da área ardida. Luís Fernandes, presidente da
Junta de Freguesia de Meirinhos, uma das localidades mais afectadas
pelas chamas, fala em "perdas irreparáveis" para os agricultores.
"Há um forte sentimento de perda. O lucro da amêndoa já não se viu e o
mesmo vai acontecer com o olival", refere o autarca, salientando que
"a produção de azeitona de conserva, a negrinha de Feixo, ficou
reduzida a um terço, numa área de forte implantação do fruto, e a
azeitona para azeite vai pelo mesmo caminho", frisa.
Às perdas nas culturas agrícolas acresce a falta de pastos para os animais.
Paulo Macário é pastor. Costuma pastorear as suas cabras entre
Meirinhos e as Quintas das Quebradas, em Mogadouro. A tarefa que não
tem sido fácil, uma vez que, por onde as chamas passaram, "há pouco
locais onde a erva cresça", descreve à Renascença.
"O pasto está todo queimado. Ficámos sem nada para os animais
comerem", lamenta, frisando que "este inverno é preciso comprar
alimentos para o gado. Quem tem dinheiro compra, quem não tem, não sei
como vai fazer".
O incêndio de Julho, considerado o maior incêndio do verão passado,
consumiu uma área estimada em 14.912 hectares de terreno, dos quais
11.980 em espaços florestais e agrícolas, afectando localidades dos
concelhos de Alfândega da Fé, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e
Torre de Moncorvo. O concelho de Mogadouro "foi o mais afectado pelas
chamas", tendo ardido 6.850 hectares de florestas e diversas culturas
agrícolas.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=128823
abrem na próxima semana. Agricultores e pastores temem o futuro: não
houve amêndoa para colher, as oliveiras estão sem azeitona e os
animais não têm pasto.
11-11-2013 9:00 por Olímpia Mairos
O Governo vai apoiar as acções de estabilização das áreas destruídas
pelo grande incêndio de Picões, em Alfândega da Fé. Vão abrir as
candidaturas ainda este mês para algumas ajudas nas zonas afectadas
pelo grande incêndio que deflagrou em Alfândega da Fé, no início de
Julho, e se estendeu a outros concelhos da zona do Baixo Sabor.
As candidaturas são no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural
(PRODER), "nomeadamente a uma medida que se destina a financiar as
acções de estabilização de emergência", refere o secretário de Estado
das Florestas, Francisco Gomes da Silva, adiantando que "serão
ilegíveis dentro das freguesias identificadas todas as despesas
efectuadas desde a data do incêndio".
As intervenções necessárias nesta fase, adianta Francisco Gomes da
Silva, têm a ver com acções de estabilização de emergência e as
condições do terreno, "a minimização dos efeitos da erosão e a
protecção das linhas de água".
"Todas as outras acções de apoio à reflorestação dessas áreas que
venham a ocorrer, poderão vir a ser apoiadas por medidas no âmbito do
próximo quadro comunitário de apoio disponíveis para os produtores
florestais", explica ainda.
Sem culturas e sem pastos para os animais
Quatro meses após o grande incêndio de Picões, em Alfândega da Fé, que
se estendeu a Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Torre de Moncorvo,
agricultores e pastores continuam a fazer contas à vida.
As chamas deixaram marcas profundas em amendoais, olivais e áreas de
pasto, agravadas agora pela erosão dos terrenos. António Cordeiro
perdeu 10 hectares de culturas, sobretudo amendoal e olival. "Já
deveríamos estar a negociar a amêndoa, mas o fogo não deixou nenhuma.
Está tudo destruído", refere à Renascença.
Este agricultor, da aldeia de Meirinhos, espera agora que o Governo
possa dar alguma ajuda "para refazer a vida". "Espero que me dêem
algum dinheiro para plantar, porque só daqui a 15 ou 16 anos é que
começarei a ter alguma produção destas árvores ardidas. Outras vão
embora, nunca mais voltam", lamenta.
O olival e o amendoal são as culturas predominantes na região e
representam cerca de 18% da área ardida. Luís Fernandes, presidente da
Junta de Freguesia de Meirinhos, uma das localidades mais afectadas
pelas chamas, fala em "perdas irreparáveis" para os agricultores.
"Há um forte sentimento de perda. O lucro da amêndoa já não se viu e o
mesmo vai acontecer com o olival", refere o autarca, salientando que
"a produção de azeitona de conserva, a negrinha de Feixo, ficou
reduzida a um terço, numa área de forte implantação do fruto, e a
azeitona para azeite vai pelo mesmo caminho", frisa.
Às perdas nas culturas agrícolas acresce a falta de pastos para os animais.
Paulo Macário é pastor. Costuma pastorear as suas cabras entre
Meirinhos e as Quintas das Quebradas, em Mogadouro. A tarefa que não
tem sido fácil, uma vez que, por onde as chamas passaram, "há pouco
locais onde a erva cresça", descreve à Renascença.
"O pasto está todo queimado. Ficámos sem nada para os animais
comerem", lamenta, frisando que "este inverno é preciso comprar
alimentos para o gado. Quem tem dinheiro compra, quem não tem, não sei
como vai fazer".
O incêndio de Julho, considerado o maior incêndio do verão passado,
consumiu uma área estimada em 14.912 hectares de terreno, dos quais
11.980 em espaços florestais e agrícolas, afectando localidades dos
concelhos de Alfândega da Fé, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e
Torre de Moncorvo. O concelho de Mogadouro "foi o mais afectado pelas
chamas", tendo ardido 6.850 hectares de florestas e diversas culturas
agrícolas.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=128823
Parlamento Europeu: Votação final na reforma da política de agricultura agendada para Novembro
Produtos alimentares com preços acessíveis para uma população em
crescimento, zonas rurais dinâmicas e uma comunidade forte de
agricultores são os objectivos da reforma da Política Agrícola Comum
(PAC). O Parlamento Europeu vai votar a reforma em plenário a 20 de
Novembro.
Uma vez que as despesas com a agricultura representam cerca de um
terço do orçamento de longo-prazo, a reforma da política agrícola
comum tem sido negociada em conjunto com o orçamento da UE para o
período de 2014-2020. A votação final no Quadro Financeiro Plurianual
também terá lugar na sessão plenária de Novembro.
O Parlamento, o Conselho e a Comissão Europeia chegaram a um acordo
político sobre o futuro da política da agricultura a 26 de Junho de
2013. A comissão parlamentar da agricultura apoiou o acordo a 30 de
Setembro.
Fonte: PE
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/12b.htm
crescimento, zonas rurais dinâmicas e uma comunidade forte de
agricultores são os objectivos da reforma da Política Agrícola Comum
(PAC). O Parlamento Europeu vai votar a reforma em plenário a 20 de
Novembro.
Uma vez que as despesas com a agricultura representam cerca de um
terço do orçamento de longo-prazo, a reforma da política agrícola
comum tem sido negociada em conjunto com o orçamento da UE para o
período de 2014-2020. A votação final no Quadro Financeiro Plurianual
também terá lugar na sessão plenária de Novembro.
O Parlamento, o Conselho e a Comissão Europeia chegaram a um acordo
político sobre o futuro da política da agricultura a 26 de Junho de
2013. A comissão parlamentar da agricultura apoiou o acordo a 30 de
Setembro.
Fonte: PE
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/12b.htm
Produção de vinho no Alentejo deve aumentar cerca de 10% este ano
A produção de vinho no Alentejo deve registar este ano um aumento de
cerca de 10% em relação a 2012, revelou hoje um responsável do setor,
considerando que a qualidade é "seguramente muito boa".
"As uvas entraram nas adegas com uma qualidade extraordinária e
esperamos uma excelente colheita este ano", adiantou à agência Lusa o
secretário executivo da Associação Técnica dos Viticultores do
Alentejo (ATEVA), Francisco Mata.
A produção de vinhos com Denominação de Origem Controlada (DOC) e
Regional Alentejano atingiu 89,2 milhões de litros em 2012, segundo
dados da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), podendo,
segundo os responsáveis, a produção chegar este ano aos 98 milhões de
litros.
Agência Lusa
http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/producao-de-vinho-no-alentejo-deve-aumentar-cerca-de-10-este-ano_16910248.html
cerca de 10% em relação a 2012, revelou hoje um responsável do setor,
considerando que a qualidade é "seguramente muito boa".
"As uvas entraram nas adegas com uma qualidade extraordinária e
esperamos uma excelente colheita este ano", adiantou à agência Lusa o
secretário executivo da Associação Técnica dos Viticultores do
Alentejo (ATEVA), Francisco Mata.
A produção de vinhos com Denominação de Origem Controlada (DOC) e
Regional Alentejano atingiu 89,2 milhões de litros em 2012, segundo
dados da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), podendo,
segundo os responsáveis, a produção chegar este ano aos 98 milhões de
litros.
Agência Lusa
http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/producao-de-vinho-no-alentejo-deve-aumentar-cerca-de-10-este-ano_16910248.html
Câmara de Vila Verde "ataca" vespa asiática, mais de 60 ninhos já destruídos
Lusa
10:32 Terça, 12 de Novembro de 2013
Vila Verde, 12 nov (Lusa) - A Câmara de Vila Verde está a implementar
um plano de combate à praga da vespa asiática, tendo já eliminado mais
de 60 ninhos identificados um pouco por todo o concelho, informou hoje
o presidente.
António Vilela disse à Lusa que neste momento apenas falta destruir 14
dos mais de 70 ninhos que foram detetados.
O combate está a ser feito por técnicos da Câmara, nuns casos através
de inseticidas e noutros por queima. "Até já houve necessidade de
derrubar algumas árvores, dada a elevada altura em que os ninhos foram
construídos", acrescentou o autarca.
http://expresso.sapo.pt/camara-de-vila-verde-ataca-vespa-asiatica-mais-de-60-ninhos-ja-destruidos=f840595
10:32 Terça, 12 de Novembro de 2013
Vila Verde, 12 nov (Lusa) - A Câmara de Vila Verde está a implementar
um plano de combate à praga da vespa asiática, tendo já eliminado mais
de 60 ninhos identificados um pouco por todo o concelho, informou hoje
o presidente.
António Vilela disse à Lusa que neste momento apenas falta destruir 14
dos mais de 70 ninhos que foram detetados.
O combate está a ser feito por técnicos da Câmara, nuns casos através
de inseticidas e noutros por queima. "Até já houve necessidade de
derrubar algumas árvores, dada a elevada altura em que os ninhos foram
construídos", acrescentou o autarca.
http://expresso.sapo.pt/camara-de-vila-verde-ataca-vespa-asiatica-mais-de-60-ninhos-ja-destruidos=f840595
As Plantas Aromáticas Medicinais e Condimentares em Portugal Continental
Nos últimos anos assistiu-se ao aparecimento de novas explorações
dedicadas à produção de plantas aromáticas, medicinais e
condimentares, PAM, em Portugal Continental.
Embora com um peso relativamente diminuto comparado com outros
sectores agrícolas, apresenta uma dinâmica de crescimento notável,
atraindo para esta actividade novos produtores.
Esta dinâmica resultou na realização de um inquérito à produção,
impulsionado pelos produtores e associações de desenvolvimento local,
e agora divulgado pelo Gabinete de Planeamento e Políticas (GPP) do
Ministério da Agricultura e do Mar (MAM).
Os resultados obtidos mostram um sector que duplicou o número de
produtores e área de produção nos últimos anos, devido principalmente
à entrada de recursos jovens, de fora da área agrícola e com elevado
nível de escolaridade, instalados principalmente no segmento do "seco
biológico", ainda em fase de instalação e com elevado potencial de
produção.
O valor real da produção bruta actual foi estimado em 4,7 milhões de
€, mas poderá passar para 13 milhões de € se a área declarada em 2012
entrar em produção.
O retrato elaborado mostra um sector com potencial de crescimento
elevado, quer pelas explorações já criadas mas ainda em fase de
instalação ou início de produção, quer pelos projectos de investimento
aprovados e ainda não concretizados, centrado no segmento das PAM
biológicas para secar.
A situação apresenta-se, contudo, algo complexa para este segmento. A
avaliação do ponto de vista económico mostra fragilidades que se podem
tornar insustentáveis.
As explorações de PAM são, no geral, mão-de-obra e capital-intensivas,
e exigentes do ponto de vista técnico. Se a pequena dimensão e a
existência de apoios públicos facilitaram a entrada no sector, as
exigências técnicas, a necessidade de utilização de mão-de-obra, os
custos financeiros aliados às necessidades de gestão, a que se
adicionam as dificuldades de escoamento, podem constituir-se como
factores limitantes ou adversos. Se a pequena dimensão foi factor de
atracção, esta pode constituir-se como uma forte limitação quando se
trata de colocar o produto no mercado, de forma individualizada.
As PAM estão num mercado em desenvolvimento a nível comunitário e
mundial, para quase todos os tipos de utilização. A necessidade de
criar dimensão para poder aceder a este mercado é, pois, fundamental,
para que o potencial existente possa ser uma realidade.
Por outro lado, se os números do sector são "pequenos", o seu impacto
pode ser substancialmente maior do que os valores em questão induzem,
não mensurável pelos números. A capacidade de criação de emprego em
meio rural é da maior importância, e o sector foi uma porta aberta
para a entrada de jovens agricultores, de fora do sector, com um nível
de formação elevado, introduzindo um factor de mudança no panorama do
sector agrícola português, extremamente envelhecido e com fraco nível
de formação.
As PAM são igualmente uma oportunidade para a diversificação das
explorações já instaladas. O seu sucesso será também o dos territórios
onde se instalam pela criação de emprego gerada.
O estudo está disponível a partir do site do GPP, no seguinte
endereço:http://www.gpp.pt/IPAM/Estudo_PAM_final.pdf.
Fonte: GPP
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/12a.htm
dedicadas à produção de plantas aromáticas, medicinais e
condimentares, PAM, em Portugal Continental.
Embora com um peso relativamente diminuto comparado com outros
sectores agrícolas, apresenta uma dinâmica de crescimento notável,
atraindo para esta actividade novos produtores.
Esta dinâmica resultou na realização de um inquérito à produção,
impulsionado pelos produtores e associações de desenvolvimento local,
e agora divulgado pelo Gabinete de Planeamento e Políticas (GPP) do
Ministério da Agricultura e do Mar (MAM).
Os resultados obtidos mostram um sector que duplicou o número de
produtores e área de produção nos últimos anos, devido principalmente
à entrada de recursos jovens, de fora da área agrícola e com elevado
nível de escolaridade, instalados principalmente no segmento do "seco
biológico", ainda em fase de instalação e com elevado potencial de
produção.
O valor real da produção bruta actual foi estimado em 4,7 milhões de
€, mas poderá passar para 13 milhões de € se a área declarada em 2012
entrar em produção.
O retrato elaborado mostra um sector com potencial de crescimento
elevado, quer pelas explorações já criadas mas ainda em fase de
instalação ou início de produção, quer pelos projectos de investimento
aprovados e ainda não concretizados, centrado no segmento das PAM
biológicas para secar.
A situação apresenta-se, contudo, algo complexa para este segmento. A
avaliação do ponto de vista económico mostra fragilidades que se podem
tornar insustentáveis.
As explorações de PAM são, no geral, mão-de-obra e capital-intensivas,
e exigentes do ponto de vista técnico. Se a pequena dimensão e a
existência de apoios públicos facilitaram a entrada no sector, as
exigências técnicas, a necessidade de utilização de mão-de-obra, os
custos financeiros aliados às necessidades de gestão, a que se
adicionam as dificuldades de escoamento, podem constituir-se como
factores limitantes ou adversos. Se a pequena dimensão foi factor de
atracção, esta pode constituir-se como uma forte limitação quando se
trata de colocar o produto no mercado, de forma individualizada.
As PAM estão num mercado em desenvolvimento a nível comunitário e
mundial, para quase todos os tipos de utilização. A necessidade de
criar dimensão para poder aceder a este mercado é, pois, fundamental,
para que o potencial existente possa ser uma realidade.
Por outro lado, se os números do sector são "pequenos", o seu impacto
pode ser substancialmente maior do que os valores em questão induzem,
não mensurável pelos números. A capacidade de criação de emprego em
meio rural é da maior importância, e o sector foi uma porta aberta
para a entrada de jovens agricultores, de fora do sector, com um nível
de formação elevado, introduzindo um factor de mudança no panorama do
sector agrícola português, extremamente envelhecido e com fraco nível
de formação.
As PAM são igualmente uma oportunidade para a diversificação das
explorações já instaladas. O seu sucesso será também o dos territórios
onde se instalam pela criação de emprego gerada.
O estudo está disponível a partir do site do GPP, no seguinte
endereço:http://www.gpp.pt/IPAM/Estudo_PAM_final.pdf.
Fonte: GPP
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/12a.htm
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Morre Jorge de Mello, fundador do grupo que detém o azeite Andorinha
Jorge Horta
10/11/2013 23:28
Empresário que marcou a história económica de Portugal morreu aos 92
anos em Lisboa, deixando um percurso no qual chegou a estar preso,
após a Revolução de 1974, tendo vivido, anos mais tarde, no Brasil.
1
Jorge de Mello fundou o grupo Nutrinveste, que detém os azeites
Andorinha e Oliveira da Serra.
Lisboa - Jorge de Mello, fundador do grupo Nutrinveste e descendente
do histórico industrial português Alfredo da Silva, morreu no sábado,
em Lisboa, no Hospital Infante Santo, onde estava internado. Jorge de
Mello faleceu aos 92 anos, vítima de doença prolongada, deixando para
trás um percurso que marcou a história económica de Portugal.
Neto de Alfredo da Silva, que fundou o grupo CUF (um dos maiores
grupos empresariais portugueses do século XX), Jorge de Mello viu os
interesses económicos da sua família serem nacionalizados após a
Revolução dos Cravos de 1974. Pouco depois da revolução, Jorge de
Mello abandonou Portugal.
Em março de 1975 Jorge de Mello chegou a estar preso na prisão de
Caxias, juntamente com elementos da família Espírito Santo. Três meses
após a sua saída da prisão, Jorge de Mello saiu de Portugal para a
Suíça. Da Europa o empresário rumaria ao Brasil, onde chegou a
desenvolver negócios.
Jorge de Mello voltou a Portugal em 1986. O seu irmão José Manuel de
Mello viria a criar negócios nas áreas das concessões rodoviárias (com
a Brisa) e da saúde (José de Mello Saúde), enquanto Jorge de Mello
acabou por ter como maior aposta o sector agroindustrial, fundando a
Nutrinveste.
A Nutrinveste transformou-se num dos maiores produtores portugueses de
azeite e óleos alimentares, detendo hoje as marcas Oliveira da Serra e
Andorinha, entre outros. Os azeites Andorinha são uma marca portuguesa
criada em 1927, com um grande protagonismo no mercado brasileiro. A
marca também está disponível junto das comunidades portuguesas
espalhadas pelo mundo, principalmente nos EUA, Canadá, África do Sul,
Angola, Macau, Timor Leste, Polónia, Suécia e Alemanha.
Jorge de Mello nasceu em Sintra em 1 de setembro de 1921. Teve dez
filhos do seu primeiro casamento, com Maria Eugénia de Mendonça e
Menezes. Do seu segundo casamento, com Maria Salazar de Sousa, não
teve filhos.
A história e a internacionalização
Criado ainda no século XIX, o grupo CUF foi um dos que mais marcaram a
economia portuguesa do século XX. Nacionalizado pelo Estado em 1975, o
grupo de Alfredo da Silva não voltaria a ser o mesmo, mas os seus
descendentes procuraram, de alguma forma, reconstruí-lo.
Com o regresso da estabilidade social e política em Portugal nos
finais do século XX, Jorge de Mello e José Manuel de Mello levaram a
cabo a reconstrução do grupo.
Foi na década de 1980 que Jorge de Mello regressou ao mercado
português, com a aquisição da Sociedade Alco, Algodoeira Comercial e
Industrial, e cuja área de negócio era a extracção, refinação e
embalamento de óleos alimentares. Adquiriu também a Fábrica Torrejana
de Azeites, em Torres Novas.
Na década de 90, seguem-se mais aquisições com o objectivo de reforçar
a posição do grupo no mercado de óleos e azeites. A Lusol, cuja
actividade consiste na extracção e refinação de óleos e produção de
sabões; a Tagol, responsável pela extracção e refinação de oleaginosas
e soja através de contrato façon com a empresa multinacional Bunge; e
a Sovena, criada em 1956 por uma parceria entre a CUF, a Macedo e
Coelho e a Sociedade Nacional de Sabões, para comercialização de óleos
vegetais e sabões.
A entrada no século XXI marcou o inicio da restruturação industrial do
grupo de Jorge de Mello, com a concentração das actividades de
extracção na Tagol e de embalamento na Sovena, e de uma nova vaga de
aquisições.
No ano de 2002, a aquisição dos activos da empresa Agribética em
Sevilha e posterior integração na Sovena Ibérica de Aceites, e
responsável pela refinação e embalamento de óleos vegetais, na sua
maioria azeite, permitiram ao grupo português tornar-se o primeiro
operador da Pensínsula Ibérica.
Em 2004, o grupo adquire os activos da Simão & Companhia, com o
objectivo de relançar a sua marca Andorinha no mercado brasileiro.
Segue-se então no ano de 2005 a aquisição de 80% do capital da East
Coast Olive Oil, o maior importador e embalador de azeite nos Estados
Unidos da América. Nos anos seguintes, o grupo Sovena, da Nutrinveste,
prosseguiu a sua expansão em Espanha, Marrocos e Tunísia.
http://www.portugaldigital.com.br/economia/ver/20081079-morre-jorge-de-mello-fundador-do-grupo-que-detem-o-azeite-andorinha
10/11/2013 23:28
Empresário que marcou a história económica de Portugal morreu aos 92
anos em Lisboa, deixando um percurso no qual chegou a estar preso,
após a Revolução de 1974, tendo vivido, anos mais tarde, no Brasil.
1
Jorge de Mello fundou o grupo Nutrinveste, que detém os azeites
Andorinha e Oliveira da Serra.
Lisboa - Jorge de Mello, fundador do grupo Nutrinveste e descendente
do histórico industrial português Alfredo da Silva, morreu no sábado,
em Lisboa, no Hospital Infante Santo, onde estava internado. Jorge de
Mello faleceu aos 92 anos, vítima de doença prolongada, deixando para
trás um percurso que marcou a história económica de Portugal.
Neto de Alfredo da Silva, que fundou o grupo CUF (um dos maiores
grupos empresariais portugueses do século XX), Jorge de Mello viu os
interesses económicos da sua família serem nacionalizados após a
Revolução dos Cravos de 1974. Pouco depois da revolução, Jorge de
Mello abandonou Portugal.
Em março de 1975 Jorge de Mello chegou a estar preso na prisão de
Caxias, juntamente com elementos da família Espírito Santo. Três meses
após a sua saída da prisão, Jorge de Mello saiu de Portugal para a
Suíça. Da Europa o empresário rumaria ao Brasil, onde chegou a
desenvolver negócios.
Jorge de Mello voltou a Portugal em 1986. O seu irmão José Manuel de
Mello viria a criar negócios nas áreas das concessões rodoviárias (com
a Brisa) e da saúde (José de Mello Saúde), enquanto Jorge de Mello
acabou por ter como maior aposta o sector agroindustrial, fundando a
Nutrinveste.
A Nutrinveste transformou-se num dos maiores produtores portugueses de
azeite e óleos alimentares, detendo hoje as marcas Oliveira da Serra e
Andorinha, entre outros. Os azeites Andorinha são uma marca portuguesa
criada em 1927, com um grande protagonismo no mercado brasileiro. A
marca também está disponível junto das comunidades portuguesas
espalhadas pelo mundo, principalmente nos EUA, Canadá, África do Sul,
Angola, Macau, Timor Leste, Polónia, Suécia e Alemanha.
Jorge de Mello nasceu em Sintra em 1 de setembro de 1921. Teve dez
filhos do seu primeiro casamento, com Maria Eugénia de Mendonça e
Menezes. Do seu segundo casamento, com Maria Salazar de Sousa, não
teve filhos.
A história e a internacionalização
Criado ainda no século XIX, o grupo CUF foi um dos que mais marcaram a
economia portuguesa do século XX. Nacionalizado pelo Estado em 1975, o
grupo de Alfredo da Silva não voltaria a ser o mesmo, mas os seus
descendentes procuraram, de alguma forma, reconstruí-lo.
Com o regresso da estabilidade social e política em Portugal nos
finais do século XX, Jorge de Mello e José Manuel de Mello levaram a
cabo a reconstrução do grupo.
Foi na década de 1980 que Jorge de Mello regressou ao mercado
português, com a aquisição da Sociedade Alco, Algodoeira Comercial e
Industrial, e cuja área de negócio era a extracção, refinação e
embalamento de óleos alimentares. Adquiriu também a Fábrica Torrejana
de Azeites, em Torres Novas.
Na década de 90, seguem-se mais aquisições com o objectivo de reforçar
a posição do grupo no mercado de óleos e azeites. A Lusol, cuja
actividade consiste na extracção e refinação de óleos e produção de
sabões; a Tagol, responsável pela extracção e refinação de oleaginosas
e soja através de contrato façon com a empresa multinacional Bunge; e
a Sovena, criada em 1956 por uma parceria entre a CUF, a Macedo e
Coelho e a Sociedade Nacional de Sabões, para comercialização de óleos
vegetais e sabões.
A entrada no século XXI marcou o inicio da restruturação industrial do
grupo de Jorge de Mello, com a concentração das actividades de
extracção na Tagol e de embalamento na Sovena, e de uma nova vaga de
aquisições.
No ano de 2002, a aquisição dos activos da empresa Agribética em
Sevilha e posterior integração na Sovena Ibérica de Aceites, e
responsável pela refinação e embalamento de óleos vegetais, na sua
maioria azeite, permitiram ao grupo português tornar-se o primeiro
operador da Pensínsula Ibérica.
Em 2004, o grupo adquire os activos da Simão & Companhia, com o
objectivo de relançar a sua marca Andorinha no mercado brasileiro.
Segue-se então no ano de 2005 a aquisição de 80% do capital da East
Coast Olive Oil, o maior importador e embalador de azeite nos Estados
Unidos da América. Nos anos seguintes, o grupo Sovena, da Nutrinveste,
prosseguiu a sua expansão em Espanha, Marrocos e Tunísia.
http://www.portugaldigital.com.br/economia/ver/20081079-morre-jorge-de-mello-fundador-do-grupo-que-detem-o-azeite-andorinha
Melhores QUEIJOS PORTUGUESES Premiados
2013.11.11 (00:00) Portugal
Decorreu entre os dias 24 e 25 de Outubro, nas instalações da
Controlvet, em Tondela, a edição de 2013 do "CONCURSO QUEIJOS DE
PORTUGAL", organizado pela ANIL – Associação Nacional dos Industriais
de Lacticínios em colaboração com a FullSense, numa parceria que se
tem mantido ao longo dos anos.
Decorreu entre os dias 24 e 25 de Outubro, nas instalações da
Controlvet, em Tondela, a edição de 2013 do "CONCURSO QUEIJOS DE
PORTUGAL", organizado pela ANIL – Associação Nacional dos Industriais
de Lacticínios em colaboração com a FullSense, numa parceria que se
tem mantido ao longo dos anos.
Dentro das 18 categorias de queijo abertas a concurso, apresentaram-se
163 referências, provenientes de 56 fabricantes nacionais, das mais
diversas proveniências e dimensões, numa demonstração da qualidade da
indústria queijeira nacional, tendo a edição de 2013 sido considerada
um sucesso, como realçou o Presidente da Direcção da ANIL, Sr. Manuel
Casimiro de Almeida.
No âmbito do evento "Encontro com Vinho e Sabores", realizou-se hoje a
respectiva cerimónia da entrega de prémios, que contou com a presença
do Sr. Secretário de Estado da Alimentação e Investigação
Agroalimentar, Dr. Nuno Vieira e Brito, representantes do Governo
Regional dos Açores e de diversos organismos da tutela, associações e
federações sectoriais, bem como os responsáveis das empresas
seleccionadas.
Voltando ao tema do Concurso, o Presidente da ANIL, Comendador
Casimiro de Almeida, salientou o esforço da indústria queijeira, num
ano particularmente adverso, e, após algumas palavras sobre os
problemas que afectam o sector, garantiu o empenho da Direcção da ANIL
na continuidade deste evento.
O Sr. Secretário de Estado, Dr. Nuno Vieira e Brito, referiu a
importância para o sector deste tipo de actividades e a necessidade de
todos os intervenientes da fileira "darem as mãos" nos processos de
diversificação e qualificação dos seus produtos com vista á
internacionalização, deixando bem expresso o inequívoco apoio da
tutela neste, e em todos os dossiers que visem a sustentabilidade do
sector.
Categoria: QUEIJO FRESCO (VACA)
Vencedor:
MONTIQUEIJO - MONTIQUEIJO, LDA.
Menções Honrosas:
QUEIJOS BRAZ - BRAZ & IRMÃO, LDA
REQUEIJOESTE - FILOMENA M. AMARO
Categoria: QUEIJO FRESCO (OVELHA)
Vencedor:
TÉTÉ - TÉTÉ II PRODUTOS LÁCTEOS, LDA.
Menções Honrosas:
FRAGA - QUEIJOS TAVARES, S.A.
FERNANDO & SIMÕES - FERNANDO & SIMÕES QUEIJARIA ARTESANAL, LDA.
Categoria: QUEIJO FRESCO (CABRA)
Vencedor:
LACTIFEITA - LACTIFEITA UNIPESSOAL, LDA.
Menções Honrosas:
PALHAIS QUEIJO FRESCO - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
TÉTÉ - TÉTÉ II PRODUTOS LÁCTEOS, LDA.
Categoria: QUEIJO FRESCO (MISTURA)
Vencedor:
QUEIJARIA LICÍNIA - LICÍNIA MARIA SIMÕES DAS NEVES
Menções Honrosas:
PAIVA GOURMET - LACTICÍNIOS DO PAIVA, S.A.
PAIVA - LACTICÍNIOS DO PAIVA, S.A.
Categoria: REQUEIJÃO (VACA)
Vencedor:
LACTIFEITA - LACTIFEITA UNIPESSOAL, LDA.
Menções Honrosas:
TÉTÉ - TÉTÉ II PRODUTOS LÁCTEOS, LDA.
REQUEIJOESTE - FILOMENA M. AMARO
Categoria: REQUEIJÃO (OVELHA)
Vencedor:
VITOR FERNANDES - VITOR FERNANDES QUEIJARIA ARTESANAL, LDA.
Menções Honrosas:
REQUEIJÃO OVELHA SEIA - QUEIJOS TAVARES, S.A.
A. ANASTÁCIO & FOS. - ANTÓNIO ANASTÁCIO & FILHOS, LDA.
Categoria: REQUEIJÃO (MISTURA)
Vencedor:
MONTIQUEIJO - MONTIQUEIJO, LDA.
Menções Honrosas:
REQUEIJÃO DO CAMPO - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
TÉTÉ - TÉTÉ II PRODUTOS LÁCTEOS, LDA.
Categoria: FLAMENGO
Vencedor:
TREVO - LACTICÍNIOS HALOS, S.A.
Menções Honrosas:
NOVA AÇORES - UNILEITE, UCRL
VALFORMOSO - INSULAC PRODUTOS LÁCTEOS AÇOREANOS, S.A.
Categoria: VACA (CURA NORMAL)
Vencedor:
VALFORMOSO - INSULAC PRODUTOS LÁCTEOS AÇOREANOS, S.A.
Menções Honrosas:
QUEIJO MINA - AÇORCARNES, LDA.
NAVEGADOR - INSULAC PRODUTOS LÁCTEOS AÇOREANOS, S.A.
Categoria: VACA (CURA PROLONGADA)
Vencedor:
QUINTA DA TADADA QUEIJO CURADO - LACTICÍNIOS HALOS, S.A.
Menções Honrosas:
QUEIJO MORIÃO - AÇORCARNES, LDA.
QUINTA DA AVELEDA - AVELEDA, S.A.
Categoria: ILHA
Vencedor:
BEIRA - UNIQUEIJO, UCRL
Menções Honrosas:
TOPO - COOP. AGRICOLA LACT. TOPO, CRL (FINISTERRA)
VALFORMOSO - INSULAC PRODUTOS LÁCTEOS AÇOREANOS, S.A.
Categoria: OVELHA (CURA NORMAL)
Vencedor:
A. ANASTÁCIO & FOS. - ANTÓNIO ANASTÁCIO & FILHOS, LDA.
Menções Honrosas:
FLOR DA BEIRA - QUEIJARIA FLOR DA BEIRA, LDA.
VITOR FERNANDES - VITOR FERNANDES QUEIJARIA ARTESANAL, LDA.
Categoria: OVELHA (CURA PROLONGADA)
Vencedor:
QUEIJARIA VAZ - ARMÉNIO ADÉRITO VAZ
Menções Honrosas:
FLOR DA BEIRA - QUEIJARIA FLOR DA BEIRA, LDA.
CARLOS E FERNANDA LOPES - CARLOS E FERNANDA LOPES
Categoria: CABRA (CURA NORMAL)
Vencedor:
SEIA - QUEIJOS LAGOS QUEIJOS E DERIVADOS, LDA.
Menções Honrosas:
CÔVO RESERVA - INDULAC INDÚSTRIAS LÁCTEAS, S.A.
PALHAIS RÚSTICO - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNOS, S.A.
Categoria: CABRA (CURA PROLONGADA)
Vencedor:
QUINTA DA CABREIRA - LACTIBAR LACTICÍNIOS DO SABUGAL, S.A.
Menções Honrosas:
SALOIO GOURMET C/PIMENTA E GRÃO - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
ANTÓNIO LUIS V. FERNANDES - ANTÓNIO LUIS VERDASCA FERNANDES
Categoria: MISTURA (CURA NORMAL)
Vencedor:
TRÊS IGREJAS - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
Menções Honrosas:
RODÃO - QUEIJARIA DO RODÃO, LDA.
SEIA MISTURA CURADO - QUEIJOS TAVARES, S.A.
Categoria: MISTURA (CURA PROLONGADA)
Vencedor:
TRÊS IGREJAS - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
Menções Honrosas:
JOAQUIM ANTÓNIO DUARTE ALVES - JOAQUIM ANTÓNIO DUARTE ALVES
SÍTIO DA PERDIZ - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
Categoria: NOVOS SABORES
Vencedor:
NOVA AÇORES - UNILEITE, UCRL
Menções Honrosas:
PAIVA - LACTICÍNIOS DO PAIVA, S.A.
PALHAIS MIX OREGÃOS - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
FONTE: ANIL
http://anilact.pt/informacao-74/8482-melhores-queijos-portugueses-premiados
Decorreu entre os dias 24 e 25 de Outubro, nas instalações da
Controlvet, em Tondela, a edição de 2013 do "CONCURSO QUEIJOS DE
PORTUGAL", organizado pela ANIL – Associação Nacional dos Industriais
de Lacticínios em colaboração com a FullSense, numa parceria que se
tem mantido ao longo dos anos.
Decorreu entre os dias 24 e 25 de Outubro, nas instalações da
Controlvet, em Tondela, a edição de 2013 do "CONCURSO QUEIJOS DE
PORTUGAL", organizado pela ANIL – Associação Nacional dos Industriais
de Lacticínios em colaboração com a FullSense, numa parceria que se
tem mantido ao longo dos anos.
Dentro das 18 categorias de queijo abertas a concurso, apresentaram-se
163 referências, provenientes de 56 fabricantes nacionais, das mais
diversas proveniências e dimensões, numa demonstração da qualidade da
indústria queijeira nacional, tendo a edição de 2013 sido considerada
um sucesso, como realçou o Presidente da Direcção da ANIL, Sr. Manuel
Casimiro de Almeida.
No âmbito do evento "Encontro com Vinho e Sabores", realizou-se hoje a
respectiva cerimónia da entrega de prémios, que contou com a presença
do Sr. Secretário de Estado da Alimentação e Investigação
Agroalimentar, Dr. Nuno Vieira e Brito, representantes do Governo
Regional dos Açores e de diversos organismos da tutela, associações e
federações sectoriais, bem como os responsáveis das empresas
seleccionadas.
Voltando ao tema do Concurso, o Presidente da ANIL, Comendador
Casimiro de Almeida, salientou o esforço da indústria queijeira, num
ano particularmente adverso, e, após algumas palavras sobre os
problemas que afectam o sector, garantiu o empenho da Direcção da ANIL
na continuidade deste evento.
O Sr. Secretário de Estado, Dr. Nuno Vieira e Brito, referiu a
importância para o sector deste tipo de actividades e a necessidade de
todos os intervenientes da fileira "darem as mãos" nos processos de
diversificação e qualificação dos seus produtos com vista á
internacionalização, deixando bem expresso o inequívoco apoio da
tutela neste, e em todos os dossiers que visem a sustentabilidade do
sector.
Categoria: QUEIJO FRESCO (VACA)
Vencedor:
MONTIQUEIJO - MONTIQUEIJO, LDA.
Menções Honrosas:
QUEIJOS BRAZ - BRAZ & IRMÃO, LDA
REQUEIJOESTE - FILOMENA M. AMARO
Categoria: QUEIJO FRESCO (OVELHA)
Vencedor:
TÉTÉ - TÉTÉ II PRODUTOS LÁCTEOS, LDA.
Menções Honrosas:
FRAGA - QUEIJOS TAVARES, S.A.
FERNANDO & SIMÕES - FERNANDO & SIMÕES QUEIJARIA ARTESANAL, LDA.
Categoria: QUEIJO FRESCO (CABRA)
Vencedor:
LACTIFEITA - LACTIFEITA UNIPESSOAL, LDA.
Menções Honrosas:
PALHAIS QUEIJO FRESCO - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
TÉTÉ - TÉTÉ II PRODUTOS LÁCTEOS, LDA.
Categoria: QUEIJO FRESCO (MISTURA)
Vencedor:
QUEIJARIA LICÍNIA - LICÍNIA MARIA SIMÕES DAS NEVES
Menções Honrosas:
PAIVA GOURMET - LACTICÍNIOS DO PAIVA, S.A.
PAIVA - LACTICÍNIOS DO PAIVA, S.A.
Categoria: REQUEIJÃO (VACA)
Vencedor:
LACTIFEITA - LACTIFEITA UNIPESSOAL, LDA.
Menções Honrosas:
TÉTÉ - TÉTÉ II PRODUTOS LÁCTEOS, LDA.
REQUEIJOESTE - FILOMENA M. AMARO
Categoria: REQUEIJÃO (OVELHA)
Vencedor:
VITOR FERNANDES - VITOR FERNANDES QUEIJARIA ARTESANAL, LDA.
Menções Honrosas:
REQUEIJÃO OVELHA SEIA - QUEIJOS TAVARES, S.A.
A. ANASTÁCIO & FOS. - ANTÓNIO ANASTÁCIO & FILHOS, LDA.
Categoria: REQUEIJÃO (MISTURA)
Vencedor:
MONTIQUEIJO - MONTIQUEIJO, LDA.
Menções Honrosas:
REQUEIJÃO DO CAMPO - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
TÉTÉ - TÉTÉ II PRODUTOS LÁCTEOS, LDA.
Categoria: FLAMENGO
Vencedor:
TREVO - LACTICÍNIOS HALOS, S.A.
Menções Honrosas:
NOVA AÇORES - UNILEITE, UCRL
VALFORMOSO - INSULAC PRODUTOS LÁCTEOS AÇOREANOS, S.A.
Categoria: VACA (CURA NORMAL)
Vencedor:
VALFORMOSO - INSULAC PRODUTOS LÁCTEOS AÇOREANOS, S.A.
Menções Honrosas:
QUEIJO MINA - AÇORCARNES, LDA.
NAVEGADOR - INSULAC PRODUTOS LÁCTEOS AÇOREANOS, S.A.
Categoria: VACA (CURA PROLONGADA)
Vencedor:
QUINTA DA TADADA QUEIJO CURADO - LACTICÍNIOS HALOS, S.A.
Menções Honrosas:
QUEIJO MORIÃO - AÇORCARNES, LDA.
QUINTA DA AVELEDA - AVELEDA, S.A.
Categoria: ILHA
Vencedor:
BEIRA - UNIQUEIJO, UCRL
Menções Honrosas:
TOPO - COOP. AGRICOLA LACT. TOPO, CRL (FINISTERRA)
VALFORMOSO - INSULAC PRODUTOS LÁCTEOS AÇOREANOS, S.A.
Categoria: OVELHA (CURA NORMAL)
Vencedor:
A. ANASTÁCIO & FOS. - ANTÓNIO ANASTÁCIO & FILHOS, LDA.
Menções Honrosas:
FLOR DA BEIRA - QUEIJARIA FLOR DA BEIRA, LDA.
VITOR FERNANDES - VITOR FERNANDES QUEIJARIA ARTESANAL, LDA.
Categoria: OVELHA (CURA PROLONGADA)
Vencedor:
QUEIJARIA VAZ - ARMÉNIO ADÉRITO VAZ
Menções Honrosas:
FLOR DA BEIRA - QUEIJARIA FLOR DA BEIRA, LDA.
CARLOS E FERNANDA LOPES - CARLOS E FERNANDA LOPES
Categoria: CABRA (CURA NORMAL)
Vencedor:
SEIA - QUEIJOS LAGOS QUEIJOS E DERIVADOS, LDA.
Menções Honrosas:
CÔVO RESERVA - INDULAC INDÚSTRIAS LÁCTEAS, S.A.
PALHAIS RÚSTICO - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNOS, S.A.
Categoria: CABRA (CURA PROLONGADA)
Vencedor:
QUINTA DA CABREIRA - LACTIBAR LACTICÍNIOS DO SABUGAL, S.A.
Menções Honrosas:
SALOIO GOURMET C/PIMENTA E GRÃO - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
ANTÓNIO LUIS V. FERNANDES - ANTÓNIO LUIS VERDASCA FERNANDES
Categoria: MISTURA (CURA NORMAL)
Vencedor:
TRÊS IGREJAS - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
Menções Honrosas:
RODÃO - QUEIJARIA DO RODÃO, LDA.
SEIA MISTURA CURADO - QUEIJOS TAVARES, S.A.
Categoria: MISTURA (CURA PROLONGADA)
Vencedor:
TRÊS IGREJAS - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
Menções Honrosas:
JOAQUIM ANTÓNIO DUARTE ALVES - JOAQUIM ANTÓNIO DUARTE ALVES
SÍTIO DA PERDIZ - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
Categoria: NOVOS SABORES
Vencedor:
NOVA AÇORES - UNILEITE, UCRL
Menções Honrosas:
PAIVA - LACTICÍNIOS DO PAIVA, S.A.
PALHAIS MIX OREGÃOS - QUEIJO SALOIO INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS, S.A.
FONTE: ANIL
http://anilact.pt/informacao-74/8482-melhores-queijos-portugueses-premiados
Produtores agrÍcolas de lagos em sessão de esclarecimento sobre novas regras de faturação
LAGOS – A ATA – Autoridade Tributária e Aduaneira/ Direção de Finanças
de Faro realizou recentemente, no Centro Cultural de Lagos, uma sessão
de esclarecimento sobre a aplicação da taxa reduzida de IVA, emissão
de faturas aos consumidores e guias de transporte, especialmente
destinada aos produtores agrícolas de Lagos.
Câmara Municipal mostra-se preocupada com a situação.
Refira-se que a Lei do Orçamento de Estado para 2013, de 31 de
dezembro de 2012, veio trazer, entre outras medidas, um conjunto de
alterações com significativo impacto no âmbito do enquadramento das
atividades agrícolas e associadas, e consequentes obrigações
declarativas, nomeadamente em sede do Imposto sobre o Valor
Acrescentado (IVA).
Foi neste âmbito que a Autoridade Tributária e Aduaneira/ Direção de
Finanças de Faro, esteve recentemente em Lagos a fim de divulgar uma
série de esclarecimentos e procedimentos que passam a ser obrigatórios
efetuar.
Recorde-se que nesta matéria, e de acordo com a legislação em vigor,
todos os agricultores são obrigados a registar-se nas Finanças,
deixando de estar isentos de IVA os que faturam mais de 10 mil euros
anuais. Quanto aos restantes, ou seja, os agricultores com rendimentos
anuais inferiores a 10 mil euros, passam a ser obrigados a coletar-se
nas Finanças. Também de acordo com a Lei, passam a estar sujeitos à
taxa mínima de IVA de 6% serviços como, por exemplo, a poda de
árvores, operações de sementeiras e colheitas, ceifa, enfardamento, as
operações de embalagem e de acondicionamento, o armazenamento, a
guarda, criação e engorda de animais, bem como atividades agrícolas em
geral (viticultura, horticultura e produção de cogumelos) e criação de
animais conexa com a exploração do solo, caso o rendimento anual seja
superior a 10 mil euros.
Quanto às novas regras de faturação, passam agora todos os produtores
agrícolas (incluindo os que vendem nas feiras e mercados), a ser
obrigados a passar fatura, sendo que caso isso não se verifique,
poderão ser penalizados com coimas que variam entre os 75€ e os 3750€
(informações detalhadas através do Centro de Atendimento Telefónico da
Autoridade Tributária e Aduaneira, através do n.º 707 206 707, todos
os dias úteis das 08h30 às 19h30).
De referir que toda esta situação tem deixado o executivo municipal
preocupado tendo em conta que defendem que a mesma poderá "fazer
desaparecer muitos produtores agrícolas que não têm condições para o
cumprimento destas novas exigências", nomeadamente os produtores mais
idosos que vendem semanalmente no Mercado de Levante.
Considerando os mecanismos legais a que os vendedores do Mercado estão
agora sujeitos, foi sugerido aos produtores que, através das
Associações de Produtores, nomeadamente a Cooperativa Agrícola de
Lagos (uma vez que a maior parte, se não a totalidade, já são sócios)
possam dar a conhecer publicamente a sua posição, nomeadamente já na
próxima reunião da Assembleia Municipal prevista para o dia 11 de
novembro.
http://local.pt/produtores-agricolas-de-lagos-em-sessao-de-esclarecimento-sobre-novas-regras-de-faturacao/
de Faro realizou recentemente, no Centro Cultural de Lagos, uma sessão
de esclarecimento sobre a aplicação da taxa reduzida de IVA, emissão
de faturas aos consumidores e guias de transporte, especialmente
destinada aos produtores agrícolas de Lagos.
Câmara Municipal mostra-se preocupada com a situação.
Refira-se que a Lei do Orçamento de Estado para 2013, de 31 de
dezembro de 2012, veio trazer, entre outras medidas, um conjunto de
alterações com significativo impacto no âmbito do enquadramento das
atividades agrícolas e associadas, e consequentes obrigações
declarativas, nomeadamente em sede do Imposto sobre o Valor
Acrescentado (IVA).
Foi neste âmbito que a Autoridade Tributária e Aduaneira/ Direção de
Finanças de Faro, esteve recentemente em Lagos a fim de divulgar uma
série de esclarecimentos e procedimentos que passam a ser obrigatórios
efetuar.
Recorde-se que nesta matéria, e de acordo com a legislação em vigor,
todos os agricultores são obrigados a registar-se nas Finanças,
deixando de estar isentos de IVA os que faturam mais de 10 mil euros
anuais. Quanto aos restantes, ou seja, os agricultores com rendimentos
anuais inferiores a 10 mil euros, passam a ser obrigados a coletar-se
nas Finanças. Também de acordo com a Lei, passam a estar sujeitos à
taxa mínima de IVA de 6% serviços como, por exemplo, a poda de
árvores, operações de sementeiras e colheitas, ceifa, enfardamento, as
operações de embalagem e de acondicionamento, o armazenamento, a
guarda, criação e engorda de animais, bem como atividades agrícolas em
geral (viticultura, horticultura e produção de cogumelos) e criação de
animais conexa com a exploração do solo, caso o rendimento anual seja
superior a 10 mil euros.
Quanto às novas regras de faturação, passam agora todos os produtores
agrícolas (incluindo os que vendem nas feiras e mercados), a ser
obrigados a passar fatura, sendo que caso isso não se verifique,
poderão ser penalizados com coimas que variam entre os 75€ e os 3750€
(informações detalhadas através do Centro de Atendimento Telefónico da
Autoridade Tributária e Aduaneira, através do n.º 707 206 707, todos
os dias úteis das 08h30 às 19h30).
De referir que toda esta situação tem deixado o executivo municipal
preocupado tendo em conta que defendem que a mesma poderá "fazer
desaparecer muitos produtores agrícolas que não têm condições para o
cumprimento destas novas exigências", nomeadamente os produtores mais
idosos que vendem semanalmente no Mercado de Levante.
Considerando os mecanismos legais a que os vendedores do Mercado estão
agora sujeitos, foi sugerido aos produtores que, através das
Associações de Produtores, nomeadamente a Cooperativa Agrícola de
Lagos (uma vez que a maior parte, se não a totalidade, já são sócios)
possam dar a conhecer publicamente a sua posição, nomeadamente já na
próxima reunião da Assembleia Municipal prevista para o dia 11 de
novembro.
http://local.pt/produtores-agricolas-de-lagos-em-sessao-de-esclarecimento-sobre-novas-regras-de-faturacao/
Turismo e Agricultura contrariam tendências de desemprego
11-11-2013 13:29 | Economia
Porto Canal
A taxa de desemprego tem vindo a diminuir em Portugal, para ajudar nas
estatísticas, existem sectores que estão em contra-ciclo, contornando
a crise. São os casos do turismo e da agricultura. O período das
colheitas e das vindimas ajudou na criação de emprego no segundo
trimestre deste ano. Só neste sector foram criados 29 mil postos de
trabalho.
http://portocanal.sapo.pt/noticia/10756/
Porto Canal
A taxa de desemprego tem vindo a diminuir em Portugal, para ajudar nas
estatísticas, existem sectores que estão em contra-ciclo, contornando
a crise. São os casos do turismo e da agricultura. O período das
colheitas e das vindimas ajudou na criação de emprego no segundo
trimestre deste ano. Só neste sector foram criados 29 mil postos de
trabalho.
http://portocanal.sapo.pt/noticia/10756/
Assunção Cristas garante que aposta na agricultura pode criar postos de trabalho
11-11-2013 13:45 | Economia
Porto Canal
Assunção Cristas insiste na mensagem de que a aposta na agricultura
pode criar emprego e riqueza para o país. Assunção Cristas sublinhou,
a título de exemplo, que a transformação de produtos, nomeadamente da
castanha, permite criar postos de trabalhos fixos durante o ano e
atrair mais investimento, sobretudo estrangeiro
http://portocanal.sapo.pt/noticia/10761/
Porto Canal
Assunção Cristas insiste na mensagem de que a aposta na agricultura
pode criar emprego e riqueza para o país. Assunção Cristas sublinhou,
a título de exemplo, que a transformação de produtos, nomeadamente da
castanha, permite criar postos de trabalhos fixos durante o ano e
atrair mais investimento, sobretudo estrangeiro
http://portocanal.sapo.pt/noticia/10761/
Produção de mel cai 80% no distrito de Bragança
Publicado Segunda-feira, 11 de Novembro de 2013 | Por: Notícias do Nordeste
A produção de mel tem vindo a cair. No distrito de Bragança os
apicultores registaram uma diminuição de 80% este ano. A Casa do Mel
avança que a variação da temperatura poderá ser uma das principais
causas.
Os produtores falam de grandes perdas na produção de mel no ano de
2013. Apenas 80% das cerca de 250 toneladas de mel produzidas
anualmente foi este ano recolhido dos colmeais da região.
As causas deste tão acentuado decréscimo ainda não estão totalmente
apuradas, mas anomalias climatéricas que passam pela irregularidade da
primavera, assim como a instabilidade generalizada da meteorologia com
períodos irregulares de muita chuva e de muito calor e frio
poder-se-ão ter repercutido no processo de floração das espécies
vegetais.
Os apicultores estão a pedir a abertura de uma linha de crédito que
faça face aos problemas que se fazem sentir no setor entre os
apicultores que vivem exclusivamente deste produto. Pedem, por isso,
que o ministério da agricultura os apoie, uma vez que foram feitos
investimentos avultados que não estão a ter o devido retorno e os
prejuízos estão-se a acumular de dia para dia.
A Casa do Mel, em Bragança, tem cerca de 500 apicultores registados,
um número que tem vindo a subir devido à denominação de origem
protegida deste produto. O mel foi uma aposta forte de muitos
agricultores, uma vez que é um produto muito valorizado nos mercados
nacionais e internacionais.
http://noticiasdonordesteultimas.blogspot.pt/2013/11/producao-de-mel-cai-80-no-distrito-de.html
A produção de mel tem vindo a cair. No distrito de Bragança os
apicultores registaram uma diminuição de 80% este ano. A Casa do Mel
avança que a variação da temperatura poderá ser uma das principais
causas.
Os produtores falam de grandes perdas na produção de mel no ano de
2013. Apenas 80% das cerca de 250 toneladas de mel produzidas
anualmente foi este ano recolhido dos colmeais da região.
As causas deste tão acentuado decréscimo ainda não estão totalmente
apuradas, mas anomalias climatéricas que passam pela irregularidade da
primavera, assim como a instabilidade generalizada da meteorologia com
períodos irregulares de muita chuva e de muito calor e frio
poder-se-ão ter repercutido no processo de floração das espécies
vegetais.
Os apicultores estão a pedir a abertura de uma linha de crédito que
faça face aos problemas que se fazem sentir no setor entre os
apicultores que vivem exclusivamente deste produto. Pedem, por isso,
que o ministério da agricultura os apoie, uma vez que foram feitos
investimentos avultados que não estão a ter o devido retorno e os
prejuízos estão-se a acumular de dia para dia.
A Casa do Mel, em Bragança, tem cerca de 500 apicultores registados,
um número que tem vindo a subir devido à denominação de origem
protegida deste produto. O mel foi uma aposta forte de muitos
agricultores, uma vez que é um produto muito valorizado nos mercados
nacionais e internacionais.
http://noticiasdonordesteultimas.blogspot.pt/2013/11/producao-de-mel-cai-80-no-distrito-de.html
Paulo Portas: Há sinais positivos na economia mas ainda não são garantidos
11 Novembro 2013, 14:19 por Lusa
O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, afirmou hoje que há sinais
positivos na economia portuguesa, mas que estes "não podem ser tomados
como garantidos", sublinhando a sua importância para o crescimento
económico.
Paulo Portas falava esta manhã no encontro empresarial
Portugal-Colômbia, que decorreu em Lisboa e que contou com a
participação da ministra das Relações Exteriores da Colômbia, Maria
Ángela Holguin.
"Temos sinais positivos do lado da economia, esses sinais ainda não
podem ser tomados como garantidos, têm de ser compreendidos e
defendidos", disse o governante, que destacou alguns deles durante a
sua intervenção, nomeadamente os dados hoje divulgados sobre as
exportações portuguesas no terceiro trimestre.
O vice-primeiro-ministro sublinhou que "são sinais importantes do
ponto de vista do crescimento económico", apontando que "faltam uns
dias" para se saber se Portugal saiu da recessão técnica.
"Faltam apenas uns dias depois de 1.000 dias duríssimos em recessão",
salientou o governante.
"Os indicadores sobre o desemprego significam que a economia
portuguesa está a criar lentamente postos de trabalho, o que contribui
extraordinariamente para reduzir a fractura social que é o
desemprego".
Por outro lado, "o ano do turismo, assim se mantenha até ao fim, é um
dos melhores de sempre, 7,2% acima do ano passado", apontou.
Em relação aos dados da agricultura, estes "são muito bons", sublinhou ainda.
"E desmentem a tese, aliás, idiota, perdoem-me a crueldade, de que
agricultura era uma coisa do passado, como se não houvesse criação de
riqueza e de empreendedorismo no mundo rural e um país pudesse
dispensar-se de produzir bens agrícolas", acrescentou.
No caso da produção industrial, Paulo Portas disse que estes "ainda
não têm uma consistência completa", mas melhoraram outra vez.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou hoje que as
exportações portuguesas aumentaram 5,8% e as importações subiram 3,6%
no terceiro trimestre, face ao mesmo período de 2012, tendo o défice
da balança comercial recuado 137,3 milhões de euros.
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/paulo_portas_ha_sinais_positivos_na_economia_mas_ainda_nao_sao_garantidos.html
O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, afirmou hoje que há sinais
positivos na economia portuguesa, mas que estes "não podem ser tomados
como garantidos", sublinhando a sua importância para o crescimento
económico.
Paulo Portas falava esta manhã no encontro empresarial
Portugal-Colômbia, que decorreu em Lisboa e que contou com a
participação da ministra das Relações Exteriores da Colômbia, Maria
Ángela Holguin.
"Temos sinais positivos do lado da economia, esses sinais ainda não
podem ser tomados como garantidos, têm de ser compreendidos e
defendidos", disse o governante, que destacou alguns deles durante a
sua intervenção, nomeadamente os dados hoje divulgados sobre as
exportações portuguesas no terceiro trimestre.
O vice-primeiro-ministro sublinhou que "são sinais importantes do
ponto de vista do crescimento económico", apontando que "faltam uns
dias" para se saber se Portugal saiu da recessão técnica.
"Faltam apenas uns dias depois de 1.000 dias duríssimos em recessão",
salientou o governante.
"Os indicadores sobre o desemprego significam que a economia
portuguesa está a criar lentamente postos de trabalho, o que contribui
extraordinariamente para reduzir a fractura social que é o
desemprego".
Por outro lado, "o ano do turismo, assim se mantenha até ao fim, é um
dos melhores de sempre, 7,2% acima do ano passado", apontou.
Em relação aos dados da agricultura, estes "são muito bons", sublinhou ainda.
"E desmentem a tese, aliás, idiota, perdoem-me a crueldade, de que
agricultura era uma coisa do passado, como se não houvesse criação de
riqueza e de empreendedorismo no mundo rural e um país pudesse
dispensar-se de produzir bens agrícolas", acrescentou.
No caso da produção industrial, Paulo Portas disse que estes "ainda
não têm uma consistência completa", mas melhoraram outra vez.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou hoje que as
exportações portuguesas aumentaram 5,8% e as importações subiram 3,6%
no terceiro trimestre, face ao mesmo período de 2012, tendo o défice
da balança comercial recuado 137,3 milhões de euros.
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/paulo_portas_ha_sinais_positivos_na_economia_mas_ainda_nao_sao_garantidos.html
AOTAD promoveu ação de sensibilização aos lagares de azeite
Publicado Segunda-feira, 11 de Novembro de 2013 | Por: Notícias do Nordeste
A AOTAD promoveu ação de sensibilização aos lagares de azeite com o
intuito de sensibilizar os proprietários de lagares de azeite para
questões relacionadas com a legislação e fiscalização que regem o
setor.
A Associação de Agricultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD),
única representante da fileira olivícola que abrange a produção,
transformação, comercialização e promoção do azeite na região,
promoveu no dia 7 de novembro, na Escola Profissional de Agricultura
de Carvalhais, uma ação de sensibilização destinada a ativos de
lagares de azeite.
O eminente Programa de Desenvolvimento Rural, a preocupação com as
questões relacionadas com a Fiscalização do Setor Agrícola e a
apresentação de uma nova "ferramenta de trabalho" motivaram esta ação
que dá continuidade à atividade de suporte que a AOTAD tem vindo a
desenvolver junto dos agentes da fileira.
http://noticiasdonordesteultimas.blogspot.pt/2013/11/aotad-promoveu-acao-de-sensibilizacao.html
A AOTAD promoveu ação de sensibilização aos lagares de azeite com o
intuito de sensibilizar os proprietários de lagares de azeite para
questões relacionadas com a legislação e fiscalização que regem o
setor.
A Associação de Agricultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD),
única representante da fileira olivícola que abrange a produção,
transformação, comercialização e promoção do azeite na região,
promoveu no dia 7 de novembro, na Escola Profissional de Agricultura
de Carvalhais, uma ação de sensibilização destinada a ativos de
lagares de azeite.
O eminente Programa de Desenvolvimento Rural, a preocupação com as
questões relacionadas com a Fiscalização do Setor Agrícola e a
apresentação de uma nova "ferramenta de trabalho" motivaram esta ação
que dá continuidade à atividade de suporte que a AOTAD tem vindo a
desenvolver junto dos agentes da fileira.
http://noticiasdonordesteultimas.blogspot.pt/2013/11/aotad-promoveu-acao-de-sensibilizacao.html
"Carne de Bravo do Ribatejo" conquista Denominação de Origem Protegida
11/11/2013, 10:44
A área geográfica da sua produção está delimitada por todos os
concelhos dos distritos de Beja, Évora, Portalegre, Santarém e os
concelhos de Alcácer do Sal, Alcochete, Grândola, Montijo, Palmela,
Santiago do Cacém e Sines do distrito de Setúbal, os concelhos de
Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja e Vila Franca de Xira do
Distrito de Lisboa e apenas o concelho de Idanha-a-Nova do distrito de
Castelo Branco e ainda a freguesia de Arazede no concelho de
Montemor-o-Velho no distrito de Coimbra. Os subscritores do pedido de
DOP salientam o facto da criação dos bovinos da raça Brava de Lide
estar relacionada com o meio geográfico e a funcionalidade destes
animais na gestão agrícola das explorações da área geográfica
definida. A produção dos bovinos da raça Brava de Lide está
intimamente ligada e dependente do montado de sobro, azinho e
carvalho, das pastagens naturais, da vegetação espontânea e das
características xerófitas associadas a estes povoamentos arbóreos
existentes de forma comum na área geográfica. O tipo de arborização
dos terrenos e a cobertura arbustiva representam, ainda, um fator
muito importante na produção destes animais, já que lhes permitem o
isolamento em relação ao homem e à sua «civilização» e lhes oferecem
abrigo adequado nas intempéries. São, portanto, fatores de produção
característicos e comuns a esta região e indispensáveis à criação dos
animais desta raça.
A União Europeia dispõe de três sistemas para promover e proteger as
designações dos produtos agrícolas; a Denominação de Origem Protegida
- DOP (designa a denominação atribuída a um produto ou género
alimentício cuja produção, transformação e elaboração devem ocorrer
numa área geográfica determinada a partir de um saber fazer
reconhecido), a Indicação Geográfica Protegida-IGP (design aos
produtos e géneros alimentícios estreitamente ligados a uma zona
geográfica onde decorre pelo menos uma das seguintes fases; produção,
transformação ou elaboração) e a Especialidade Tradicional Garantida -
ETG (destaca a composição tradicional do produto e o seu modo de
produção tradicional).
http://www.imprensaregional.com.pt/diariodosul/index.php?info=YTozOntzOjU6Im9wY2FvIjtzOjExOiJub3RpY2lhX2xlciI7czo5OiJpZF9zZWNjYW8iO3M6MToiMSI7czoxMDoiaWRfbm90aWNpYSI7czo0OiIzNDI1Ijt9
A área geográfica da sua produção está delimitada por todos os
concelhos dos distritos de Beja, Évora, Portalegre, Santarém e os
concelhos de Alcácer do Sal, Alcochete, Grândola, Montijo, Palmela,
Santiago do Cacém e Sines do distrito de Setúbal, os concelhos de
Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja e Vila Franca de Xira do
Distrito de Lisboa e apenas o concelho de Idanha-a-Nova do distrito de
Castelo Branco e ainda a freguesia de Arazede no concelho de
Montemor-o-Velho no distrito de Coimbra. Os subscritores do pedido de
DOP salientam o facto da criação dos bovinos da raça Brava de Lide
estar relacionada com o meio geográfico e a funcionalidade destes
animais na gestão agrícola das explorações da área geográfica
definida. A produção dos bovinos da raça Brava de Lide está
intimamente ligada e dependente do montado de sobro, azinho e
carvalho, das pastagens naturais, da vegetação espontânea e das
características xerófitas associadas a estes povoamentos arbóreos
existentes de forma comum na área geográfica. O tipo de arborização
dos terrenos e a cobertura arbustiva representam, ainda, um fator
muito importante na produção destes animais, já que lhes permitem o
isolamento em relação ao homem e à sua «civilização» e lhes oferecem
abrigo adequado nas intempéries. São, portanto, fatores de produção
característicos e comuns a esta região e indispensáveis à criação dos
animais desta raça.
A União Europeia dispõe de três sistemas para promover e proteger as
designações dos produtos agrícolas; a Denominação de Origem Protegida
- DOP (designa a denominação atribuída a um produto ou género
alimentício cuja produção, transformação e elaboração devem ocorrer
numa área geográfica determinada a partir de um saber fazer
reconhecido), a Indicação Geográfica Protegida-IGP (design aos
produtos e géneros alimentícios estreitamente ligados a uma zona
geográfica onde decorre pelo menos uma das seguintes fases; produção,
transformação ou elaboração) e a Especialidade Tradicional Garantida -
ETG (destaca a composição tradicional do produto e o seu modo de
produção tradicional).
http://www.imprensaregional.com.pt/diariodosul/index.php?info=YTozOntzOjU6Im9wY2FvIjtzOjExOiJub3RpY2lhX2xlciI7czo5OiJpZF9zZWNjYW8iO3M6MToiMSI7czoxMDoiaWRfbm90aWNpYSI7czo0OiIzNDI1Ijt9
Proibição de abate de bovinos até 1 ano para autoconsumo levantada a partir de 2014
Lusa
11:48 Segunda feira, 11 de novembro de 2013
Redação, 11 nov (Lusa) - A matança de bovinos com até 12 meses para
autoconsumo, proibida devido aos casos de encefalopatia espongiforme
bovina, passa a ser permitida a partir de janeiro de 2014, segundo um
despacho hoje publicado em Diário da República.
Emitido pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, do Ministério
da Agricultura e do Mar, o despacho autoriza a "matança para
autoconsumo de bovinos, ovinos e caprinos com idade inferior a 12
meses [e] de suínos, aves de capoeira e coelhos domésticos, desde que
as carnes obtidas se destinem exclusivamente ao consumo doméstico do
respetivo produtor, bem como do seu agregado familiar".
Por ano, é estabelecida como quantidade máxima para abate dois
bovinos, três suínos, oito caprinos e seis ovinos.
http://expresso.sapo.pt/proibicao-de-abate-de-bovinos-ate-1-ano-para-autoconsumo-levantada-a-partir-de-2014=f840438
11:48 Segunda feira, 11 de novembro de 2013
Redação, 11 nov (Lusa) - A matança de bovinos com até 12 meses para
autoconsumo, proibida devido aos casos de encefalopatia espongiforme
bovina, passa a ser permitida a partir de janeiro de 2014, segundo um
despacho hoje publicado em Diário da República.
Emitido pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, do Ministério
da Agricultura e do Mar, o despacho autoriza a "matança para
autoconsumo de bovinos, ovinos e caprinos com idade inferior a 12
meses [e] de suínos, aves de capoeira e coelhos domésticos, desde que
as carnes obtidas se destinem exclusivamente ao consumo doméstico do
respetivo produtor, bem como do seu agregado familiar".
Por ano, é estabelecida como quantidade máxima para abate dois
bovinos, três suínos, oito caprinos e seis ovinos.
http://expresso.sapo.pt/proibicao-de-abate-de-bovinos-ate-1-ano-para-autoconsumo-levantada-a-partir-de-2014=f840438
Cooperativa Fruta Feia arranca na próxima semana
Segunda-feira, 11 de Novembro de 2013
A cooperativa Fruta Feia, criada por quatro amigos para aproveitar os
produtos hortofrutícolas que vão para o lixo por não terem o aspecto
exigido pelo mercado, inaugura já na próxima segunda-feira, em Lisboa.
A cooperativa vai abrir a 18 de Novembro na Casa Independente, nos
Anjos, Lisboa, depois de alguns contratempos que levaram a que o
projecto, um dos três vencedores de um concurso de ideias, promovido
pela Gulbenkian, só tenha reunido agora o dinheiro suficiente para
arrancar.
Até ao momento são 12 os produtores da zona Oeste que vão colaborar
com a delegação de Lisboa, mas a Fruta Feia tem tido contactos de
vários interessados em participar no projecto de variadas zonas do
país.
"O nosso projecto também implica uma proximidade aos agricultores,
tornando-se inviável irmos buscar laranja ao Algarve. Teria um custo
de transporte que seria reflectido nos custos ao consumidor. Para já
não conseguimos dar resposta pela questão do transporte, mas esperamos
no futuro replicar a ideia noutros pontos do país", explicou.
Dois dias depois de ter sido publicado na página oficial que as
inscrições na Cooperativa estavam abertas, já há mais de 60 pessoas
sócias da Fruta Feia, dispostas a pagar a quota anual de cinco euros
além dos 3,5 euros por um cabaz pequeno - três a quatro quilos de
frutas e hortícolas da época -- ou sete euros pelo cabaz grande com
seis a oito quilos, que serve uma família de quatro pessoas.
Isabel Soares explica que a Cooperativa está preparada para abastecer
até 120 pessoas mas o projecto já será sustentável com apenas
quarenta. Quanto aos preços praticados, foram estipulados em função
dos custos dos produtos e dos transportes e depois de tirada uma
"pequena margem para o projecto crescer".
"Fizemos uma cesta no supermercado com este tipo de produtos, vimos o
seu preço e estabelecemos que seria metade. Sabemos que é pelos preços
que vamos atrair os consumidores", reconheceu.
De acordo com Isabel Soares, um dos entraves ao projeto foi a
constituição legal da cooperativa e as várias burocracias que tiveram
de ser ultrapassadas.
Financeiramente o grupo tinha o prémio de 15 mil euros do concurso
Ideias de Origem Portuguesa, da Gulbenkian e da Cotecmas que veio a
"tornar-se insuficiente par pagar a carrinha, a constituição legal".
Outro obstáculo foi o próprio contacto com os agricultores. "O
objetivo é ajudar directamente os agricultores e não distribuidores ou
intermediários, foi difícil passarem-nos esses contactos e não se
trata de pessoas que estão pela internet", reconheceu.
As cestas vão poder ser recolhidas, numa primeira fase, às
segundas-feiras na Casa Independente, nos Anjos, sendo que a Fruta
Feia, ideia de Isabel Soares, Inês Ribeiro, Francisco Gonçalves e Sara
Silva, pensa arranjar, em breve, outros pontos de recolha em Campo de
Ourique e Telheiras.
A Fruta Feia, que conta ainda com recursos financeiros limitados, está
a promover uma campanha de 'crowdfunding' (donativos monetários) na
internet, de forma a poder viabilizar o projeto em outras partes do
país.
Clique aqui para aceder ao Facebook da Fruta Feia:
https://www.facebook.com/FrutaFeia?fref=ts
http://boasnoticias.sapo.pt/noticias_Cooperativa-Fruta-Feia-arranca-na-pr%C3%B3xima-semana_17795.html?page=0
A cooperativa Fruta Feia, criada por quatro amigos para aproveitar os
produtos hortofrutícolas que vão para o lixo por não terem o aspecto
exigido pelo mercado, inaugura já na próxima segunda-feira, em Lisboa.
A cooperativa vai abrir a 18 de Novembro na Casa Independente, nos
Anjos, Lisboa, depois de alguns contratempos que levaram a que o
projecto, um dos três vencedores de um concurso de ideias, promovido
pela Gulbenkian, só tenha reunido agora o dinheiro suficiente para
arrancar.
Até ao momento são 12 os produtores da zona Oeste que vão colaborar
com a delegação de Lisboa, mas a Fruta Feia tem tido contactos de
vários interessados em participar no projecto de variadas zonas do
país.
"O nosso projecto também implica uma proximidade aos agricultores,
tornando-se inviável irmos buscar laranja ao Algarve. Teria um custo
de transporte que seria reflectido nos custos ao consumidor. Para já
não conseguimos dar resposta pela questão do transporte, mas esperamos
no futuro replicar a ideia noutros pontos do país", explicou.
Dois dias depois de ter sido publicado na página oficial que as
inscrições na Cooperativa estavam abertas, já há mais de 60 pessoas
sócias da Fruta Feia, dispostas a pagar a quota anual de cinco euros
além dos 3,5 euros por um cabaz pequeno - três a quatro quilos de
frutas e hortícolas da época -- ou sete euros pelo cabaz grande com
seis a oito quilos, que serve uma família de quatro pessoas.
Isabel Soares explica que a Cooperativa está preparada para abastecer
até 120 pessoas mas o projecto já será sustentável com apenas
quarenta. Quanto aos preços praticados, foram estipulados em função
dos custos dos produtos e dos transportes e depois de tirada uma
"pequena margem para o projecto crescer".
"Fizemos uma cesta no supermercado com este tipo de produtos, vimos o
seu preço e estabelecemos que seria metade. Sabemos que é pelos preços
que vamos atrair os consumidores", reconheceu.
De acordo com Isabel Soares, um dos entraves ao projeto foi a
constituição legal da cooperativa e as várias burocracias que tiveram
de ser ultrapassadas.
Financeiramente o grupo tinha o prémio de 15 mil euros do concurso
Ideias de Origem Portuguesa, da Gulbenkian e da Cotecmas que veio a
"tornar-se insuficiente par pagar a carrinha, a constituição legal".
Outro obstáculo foi o próprio contacto com os agricultores. "O
objetivo é ajudar directamente os agricultores e não distribuidores ou
intermediários, foi difícil passarem-nos esses contactos e não se
trata de pessoas que estão pela internet", reconheceu.
As cestas vão poder ser recolhidas, numa primeira fase, às
segundas-feiras na Casa Independente, nos Anjos, sendo que a Fruta
Feia, ideia de Isabel Soares, Inês Ribeiro, Francisco Gonçalves e Sara
Silva, pensa arranjar, em breve, outros pontos de recolha em Campo de
Ourique e Telheiras.
A Fruta Feia, que conta ainda com recursos financeiros limitados, está
a promover uma campanha de 'crowdfunding' (donativos monetários) na
internet, de forma a poder viabilizar o projeto em outras partes do
país.
Clique aqui para aceder ao Facebook da Fruta Feia:
https://www.facebook.com/FrutaFeia?fref=ts
http://boasnoticias.sapo.pt/noticias_Cooperativa-Fruta-Feia-arranca-na-pr%C3%B3xima-semana_17795.html?page=0
Vila Pouca de Aguiar: Ministra da Agricultura esteve em Trás-os-Montes
Seg,11 Nov 2013
A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, visitou no passado dia 9
de Novembro, Vila Pouca de Aguiar e Valpaços, dois concelhos que têm
uma produção de castanha bastante significativa com cerca de 1500
famílias com proveitos diretos no setor.
A visita ministerial começou com a deslocação de Vila Pouca de Aguiar
à serra da Padrela onde a comitiva visitou um souto e falou com
produtores locais e apanhadores de castanha. As espécies Côta, Esguia
ou Longal estiveram no centro das atenções de uma reunião informal sob
os castanheiros.
Após a visita ao concelho vizinho, a ministra regressou ao concelho
aguiarense, mais concretamente a Sabroso de Aguiar para inaugurar a
Agroaguiar, empresa de produtos agroalimentares, e realizar o
lançamento de um novo investimento da empresa na ordem de 1,5 milhões
de euros.
Após uma curta visita à fábrica, decorreu uma sessão solene com a
ministra da Agricultura a realçar que «o setor agroalimentar é para
crescer» e com apoio a investimentos produtivos que levem ao
desenvolvimento e à criação de riqueza para as populações. O
presidente da Câmara de Vila Pouca de Aguiar, Alberto Machado,
considera que é preciso chegar aos mercados tendo como referência a
qualidade e que na região existem «produtos de excelência que podem
ser escoados» como é o caso da castanha e outros produtos locais que o
autarca ofereceu à governante.
A Agroaguiar, pela voz de Fernando Reis, exporta 75% da sua produção,
sendo a castanha o seu principal produto. Em fim-de-semana de S.
Martinho, a castanha foi a rainha transmontana, objeto de múltiplas
iniciativas socioculturais.
http://diarioatual.com/?p=124216
A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, visitou no passado dia 9
de Novembro, Vila Pouca de Aguiar e Valpaços, dois concelhos que têm
uma produção de castanha bastante significativa com cerca de 1500
famílias com proveitos diretos no setor.
A visita ministerial começou com a deslocação de Vila Pouca de Aguiar
à serra da Padrela onde a comitiva visitou um souto e falou com
produtores locais e apanhadores de castanha. As espécies Côta, Esguia
ou Longal estiveram no centro das atenções de uma reunião informal sob
os castanheiros.
Após a visita ao concelho vizinho, a ministra regressou ao concelho
aguiarense, mais concretamente a Sabroso de Aguiar para inaugurar a
Agroaguiar, empresa de produtos agroalimentares, e realizar o
lançamento de um novo investimento da empresa na ordem de 1,5 milhões
de euros.
Após uma curta visita à fábrica, decorreu uma sessão solene com a
ministra da Agricultura a realçar que «o setor agroalimentar é para
crescer» e com apoio a investimentos produtivos que levem ao
desenvolvimento e à criação de riqueza para as populações. O
presidente da Câmara de Vila Pouca de Aguiar, Alberto Machado,
considera que é preciso chegar aos mercados tendo como referência a
qualidade e que na região existem «produtos de excelência que podem
ser escoados» como é o caso da castanha e outros produtos locais que o
autarca ofereceu à governante.
A Agroaguiar, pela voz de Fernando Reis, exporta 75% da sua produção,
sendo a castanha o seu principal produto. Em fim-de-semana de S.
Martinho, a castanha foi a rainha transmontana, objeto de múltiplas
iniciativas socioculturais.
http://diarioatual.com/?p=124216
Póvoa do Varzim: "O melhor seguro é a prevenção”, advertiu Aires Pereira pelo sucesso do setor agrícola
NOV 11
NORTE, PORTUGAL
PÓVOA DE VARZIM
PUBLICADO POR GERSON INGRÊS+
0
PÓVOA DE VARZIM – Diogo Albuquerque, Secretário de Estado da
Agricultura, referiu no passado sábado, em Aguçadoura, no âmbito das
6as Jornadas Técnicas da Horpozim, que a Associação de Horticultores
da Póvoa de Varzim tem uma importância estratégica no futuro da nossa
agricultura e do nosso país, contribuindo para "a nossa balança
comercial".
O Secretário de Estado enumerou os objetivos do Governo para a nossa
agricultura: "conseguir, em 2020, uma balança comercial mais
positiva"; "termos os agricultores a trabalhar mais em conjunto e irem
em conjunto para o Mercado" e "termos uma cadeia alimentar entre os
produtores, transformadores e distribuição mais transparente e mais
equilibrada". Para o efeito, considera que é necessário "melhorar e
regularizar os nossos apoios, melhorar candidaturas, aprovações e
pagamentos no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural e melhorar o
futuro".
Neste sentido, Diogo Albuquerque apresentou algumas medidas que
entrarão em vigor no próximo Programa de Desenvolvimento Rural
(2014-2020) que incidirá numa discriminação positiva nos apoios e num
sistema mais universal.
Aires Pereira, Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim,
realçou a importância do setor hortícola no concelho revelando que a
Horpozim, que conta com mais de 700 associados, tem uma abrangência a
mais de 2000 famílias, vendeu e produziu, o ano passado, 120 mil
toneladas de hortícolas, com uma faturação que rondou os 50 milhões de
euros e emprega, no nosso concelho, 8000 pessoas. É, sem sombra de
dúvida, a atividade que mais gente emprega no concelho da Póvoa de
Varzim.
O autarca aproveitou a ocasião para transmitir que faz questão de
cumprir os seus compromissos eleitorais sendo que, para o efeito, já
foi aprovada a política fiscal para o próximo ano, dando continuidade
à política de amenização fiscal e mantendo os impostos no mais baixo
que a lei permite.
Referindo-se aos danos causados pelos altos níveis de pluviosidade na
vila de Aguçadoura, Aires Pereira contou que toda a zona foi inundada
e grande parte das proteções às linhas de água foram destruídas por
força da própria intempérie e do volume do caudal das águas.
Perante esta situação, "foi preciso intervir e desde esse dia estamos
no terreno e o Município já gastou mais de 50 mil euros a repôs todas
as situações que foram afetadas", revelou o edil.
O Presidente da autarquia poveira constatou e afirmou que "grande
parte do que aconteceu também se deve, e muito, à falta de manutenção
e conservação da rede primária de escoamento das nossas águas". Neste
sentido, esclareceu que já havia contactado a Agência Portuguesa do
Ambiente, no sentido de virem fiscais para o terreno e sensibilizarem
as pessoas para a limpeza das linhas de água e consequente reposição
dos leitos. Esta é uma obrigação dos confrontantes que não têm
cumprido com essa responsabilidade e mesmo com a intervenção do
Serviço de Proteção Civil da Câmara Municipal não tem sido possível
repor os limites às linhas de água, nem mantê-las limpas. "É preciso
que cada um assuma as suas responsabilidades e colabore com aquilo que
tem a ver com todos", advertiu, acrescentando que "ninguém tem o
direito de prejudicar o seu vizinho". Por isso, "vamos, de uma vez por
todas, retomar e criar as condições de segurança que sempre existiram
nesta zona no que diz respeito ao escoamento das águas e à proteção
dos vossos bens. O melhor seguro é a prevenção", concluiu.
Aires Pereira falou ainda sobre a existência de uma "linha verde" no
Município para as questões da agricultura, criando-se para o efeito
uma secção na Junta de Freguesia para que os aguçadourenses não tenham
que se deslocar até à cidade para tratar dos seus assuntos.
Em relação ao futuro, o edil chamou a atenção dos horticultores para a
relação com o mercado, realçando a necessidade de se organizarem e
apoiarem na Associação que representa uma das mais emblemáticas marcas
da Póvoa de Varzim, reunindo estratégia comercial, esforço e trabalho.
Terminou, reiterando: "Criemos as condições de segurança necessárias
para que as vossas culturas não sejam desfeitas".
Lucinda Delgado, Vereadora do Desenvolvimento Local da Câmara
Municipal, constatou que, "num tempo em que tudo é incerto e volátil,
é cada vez maior o número daqueles, sobretudo jovens, que veem na
terra um recurso firme, um recurso de futuro. O regresso à terra, de
que muito se fala sobretudo como alternativa à atual escassez de
emprego no reino da nova economia, tem sido obra de jovens, muitos
deles saídos dos bancos das universidades, que contribuem para a
revitalização do mundo rural, para o aproveitamento de terras
abandonadas, para a recuperação de saberes tradicionais e sua
conversão em novos produtos gastronómicos – enfim, para a criação de
uma nova imagem social da atividade agrícola. Hoje, trabalhar a terra
é sinal de modernidade".
Carlos Alberto Lino, presidente da Horpozim, enalteceu o trabalho
"produtivo" da entidade que lidera junto da Câmara da Póvoa e do
Governo e destacou a importância de todos os horticultores estarem
juntos para "melhorarem a comercialização". Sobre estas 6as Jornadas,
considera que foram relevantes nomeadamente para ajudar os associados
a encontrarem nos parceiros dos Seguros e da Banca, entidades que
podem auxiliar ao desenvolvimento da horticultura da região.
O encontro de horticultores serviu ainda para a assinatura do
protocolo da Horpozim com o BPI, além de no Multiusos da freguesia de
Aguçadoura estarem presentes entidades comercias que apoiam a
agricultura.
http://local.pt/povoa-de-varzim-o-melhor-seguro-e-a-prevencao%E2%80%8B-advertiu-aires-pereira-pelo-sucesso-do-setor-agricola/
NORTE, PORTUGAL
PÓVOA DE VARZIM
PUBLICADO POR GERSON INGRÊS+
0
PÓVOA DE VARZIM – Diogo Albuquerque, Secretário de Estado da
Agricultura, referiu no passado sábado, em Aguçadoura, no âmbito das
6as Jornadas Técnicas da Horpozim, que a Associação de Horticultores
da Póvoa de Varzim tem uma importância estratégica no futuro da nossa
agricultura e do nosso país, contribuindo para "a nossa balança
comercial".
O Secretário de Estado enumerou os objetivos do Governo para a nossa
agricultura: "conseguir, em 2020, uma balança comercial mais
positiva"; "termos os agricultores a trabalhar mais em conjunto e irem
em conjunto para o Mercado" e "termos uma cadeia alimentar entre os
produtores, transformadores e distribuição mais transparente e mais
equilibrada". Para o efeito, considera que é necessário "melhorar e
regularizar os nossos apoios, melhorar candidaturas, aprovações e
pagamentos no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural e melhorar o
futuro".
Neste sentido, Diogo Albuquerque apresentou algumas medidas que
entrarão em vigor no próximo Programa de Desenvolvimento Rural
(2014-2020) que incidirá numa discriminação positiva nos apoios e num
sistema mais universal.
Aires Pereira, Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim,
realçou a importância do setor hortícola no concelho revelando que a
Horpozim, que conta com mais de 700 associados, tem uma abrangência a
mais de 2000 famílias, vendeu e produziu, o ano passado, 120 mil
toneladas de hortícolas, com uma faturação que rondou os 50 milhões de
euros e emprega, no nosso concelho, 8000 pessoas. É, sem sombra de
dúvida, a atividade que mais gente emprega no concelho da Póvoa de
Varzim.
O autarca aproveitou a ocasião para transmitir que faz questão de
cumprir os seus compromissos eleitorais sendo que, para o efeito, já
foi aprovada a política fiscal para o próximo ano, dando continuidade
à política de amenização fiscal e mantendo os impostos no mais baixo
que a lei permite.
Referindo-se aos danos causados pelos altos níveis de pluviosidade na
vila de Aguçadoura, Aires Pereira contou que toda a zona foi inundada
e grande parte das proteções às linhas de água foram destruídas por
força da própria intempérie e do volume do caudal das águas.
Perante esta situação, "foi preciso intervir e desde esse dia estamos
no terreno e o Município já gastou mais de 50 mil euros a repôs todas
as situações que foram afetadas", revelou o edil.
O Presidente da autarquia poveira constatou e afirmou que "grande
parte do que aconteceu também se deve, e muito, à falta de manutenção
e conservação da rede primária de escoamento das nossas águas". Neste
sentido, esclareceu que já havia contactado a Agência Portuguesa do
Ambiente, no sentido de virem fiscais para o terreno e sensibilizarem
as pessoas para a limpeza das linhas de água e consequente reposição
dos leitos. Esta é uma obrigação dos confrontantes que não têm
cumprido com essa responsabilidade e mesmo com a intervenção do
Serviço de Proteção Civil da Câmara Municipal não tem sido possível
repor os limites às linhas de água, nem mantê-las limpas. "É preciso
que cada um assuma as suas responsabilidades e colabore com aquilo que
tem a ver com todos", advertiu, acrescentando que "ninguém tem o
direito de prejudicar o seu vizinho". Por isso, "vamos, de uma vez por
todas, retomar e criar as condições de segurança que sempre existiram
nesta zona no que diz respeito ao escoamento das águas e à proteção
dos vossos bens. O melhor seguro é a prevenção", concluiu.
Aires Pereira falou ainda sobre a existência de uma "linha verde" no
Município para as questões da agricultura, criando-se para o efeito
uma secção na Junta de Freguesia para que os aguçadourenses não tenham
que se deslocar até à cidade para tratar dos seus assuntos.
Em relação ao futuro, o edil chamou a atenção dos horticultores para a
relação com o mercado, realçando a necessidade de se organizarem e
apoiarem na Associação que representa uma das mais emblemáticas marcas
da Póvoa de Varzim, reunindo estratégia comercial, esforço e trabalho.
Terminou, reiterando: "Criemos as condições de segurança necessárias
para que as vossas culturas não sejam desfeitas".
Lucinda Delgado, Vereadora do Desenvolvimento Local da Câmara
Municipal, constatou que, "num tempo em que tudo é incerto e volátil,
é cada vez maior o número daqueles, sobretudo jovens, que veem na
terra um recurso firme, um recurso de futuro. O regresso à terra, de
que muito se fala sobretudo como alternativa à atual escassez de
emprego no reino da nova economia, tem sido obra de jovens, muitos
deles saídos dos bancos das universidades, que contribuem para a
revitalização do mundo rural, para o aproveitamento de terras
abandonadas, para a recuperação de saberes tradicionais e sua
conversão em novos produtos gastronómicos – enfim, para a criação de
uma nova imagem social da atividade agrícola. Hoje, trabalhar a terra
é sinal de modernidade".
Carlos Alberto Lino, presidente da Horpozim, enalteceu o trabalho
"produtivo" da entidade que lidera junto da Câmara da Póvoa e do
Governo e destacou a importância de todos os horticultores estarem
juntos para "melhorarem a comercialização". Sobre estas 6as Jornadas,
considera que foram relevantes nomeadamente para ajudar os associados
a encontrarem nos parceiros dos Seguros e da Banca, entidades que
podem auxiliar ao desenvolvimento da horticultura da região.
O encontro de horticultores serviu ainda para a assinatura do
protocolo da Horpozim com o BPI, além de no Multiusos da freguesia de
Aguçadoura estarem presentes entidades comercias que apoiam a
agricultura.
http://local.pt/povoa-de-varzim-o-melhor-seguro-e-a-prevencao%E2%80%8B-advertiu-aires-pereira-pelo-sucesso-do-setor-agricola/
Descoberta nova forma de reprodução de invasora que pode influenciar agricultura
D.R.
Investigadores de Coimbra e de Vigo (Espanha) descobriram uma nova
forma de reprodução de uma planta invasora, que pode vir a ter
"efeitos importantes para algumas culturas agrícolas", anunciou hoje a
Universidade de Coimbra (UC).
A nova forma de reprodução na Península Ibérica da 'oxalis pes-caprae'
(vulgarmente conhecida por 'azeda' ou 'trevo amarelo') "está a
influenciar o processo de invasão da espécie, podendo ter efeitos
importantes para algumas culturas agrícolas", afirma uma nota da UC.
A 'oxalis' reproduzia-se "exclusivamente por bolbos (reprodução
assexuada) sendo um clone na área invadida", mas a deteção de "uma
região onde as plantas se conseguem reproduzir também por semente
(reprodução sexuada)" fez com que os especialistas investigassem as
causas do fenómeno e o seu impacto no ecossistema, "nomeadamente quais
as consequências para o processo de invasão e para as (…) espécies
nativas".
A reprodução daquela planta invasora por sementes era, até agora,
capacidade "exclusiva" da África do Sul, área da qual a espécie é
nativa, sublinha a equipa de investigadores da UC que desenvolveram o
estudo em parceria com a Universidade de Vigo.
O novo mecanismo de reprodução da 'azeda' na Península Ibérica
"permite cruzamentos com outros indivíduos, o que aumenta a
diversidade genética desta espécie nesta área".
Financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e pela Junta da
Galiza, o estudo envolveu uma dezena de cientistas portugueses e
espanhóis e dois consultores especialistas no estudo da 'oxalis' da
África do Sul e da República Checa.
http://www.asbeiras.pt/2013/11/descoberta-nova-forma-de-reproducao-de-invasora-que-pode-influenciar-agricultura/
Investigadores de Coimbra e de Vigo (Espanha) descobriram uma nova
forma de reprodução de uma planta invasora, que pode vir a ter
"efeitos importantes para algumas culturas agrícolas", anunciou hoje a
Universidade de Coimbra (UC).
A nova forma de reprodução na Península Ibérica da 'oxalis pes-caprae'
(vulgarmente conhecida por 'azeda' ou 'trevo amarelo') "está a
influenciar o processo de invasão da espécie, podendo ter efeitos
importantes para algumas culturas agrícolas", afirma uma nota da UC.
A 'oxalis' reproduzia-se "exclusivamente por bolbos (reprodução
assexuada) sendo um clone na área invadida", mas a deteção de "uma
região onde as plantas se conseguem reproduzir também por semente
(reprodução sexuada)" fez com que os especialistas investigassem as
causas do fenómeno e o seu impacto no ecossistema, "nomeadamente quais
as consequências para o processo de invasão e para as (…) espécies
nativas".
A reprodução daquela planta invasora por sementes era, até agora,
capacidade "exclusiva" da África do Sul, área da qual a espécie é
nativa, sublinha a equipa de investigadores da UC que desenvolveram o
estudo em parceria com a Universidade de Vigo.
O novo mecanismo de reprodução da 'azeda' na Península Ibérica
"permite cruzamentos com outros indivíduos, o que aumenta a
diversidade genética desta espécie nesta área".
Financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e pela Junta da
Galiza, o estudo envolveu uma dezena de cientistas portugueses e
espanhóis e dois consultores especialistas no estudo da 'oxalis' da
África do Sul e da República Checa.
http://www.asbeiras.pt/2013/11/descoberta-nova-forma-de-reproducao-de-invasora-que-pode-influenciar-agricultura/
Golegã luta por apostas de cavalos
Feira: cavalos atraíram centenas de milhares de visitantes
Câmara introduziu nova modalidade na feira, as corridas de cavalos,
para combater a sazonalidade da atividade equestre e apela à Santa
Casa que crie sistema de apostas
11 de Novembro 2013, 20h35
Nº de votos (0)
Comentários (0)
Por:Helena Silva
As corridas de cavalos integradas num novo tipo de jogo que permita um
sistema de apostas a dinheiro são, para o presidente da Câmara
Municipal da Golegã, uma nova modalidade que terá de ser incrementada,
a breve prazo, como forma de desenvolver a economia da região e até do
País. Rui Medinas não tem dúvidas: "Este novo modelo de negócio traz
enormes oportunidades e arrasta público".
Ontem, no penúltimo dia da Feira do Cavalo, o Centro Nacional de Alto
Rendimento das Modalidades Equestres recebeu as primeiras corridas,
que atraíram centenas de visitantes. "Agora é preciso que o poder
político perceba que esta pode ser uma atividade económica de
interesse e que crie legislação adequada", defendeu o autarca,
frisando ainda ser necessário que a Santa Casa da Misericórdia surja
como parceira. "Quando alguém vai apostar no euromilhões ou no
totoloto, pode também apostar nas corridas de cavalos", considera.
E ainda que não avance, para já, esse sistema de apostas, Rui Medinas
explica que as corridas de cavalos, na Golegã, são para manter, quer
como complemento da Feira do Cavalo, quer como "forma de combater a
sazonalidade da atividade equestre".
A Feira, que tem este ano a 38ª edição, encerra hoje, com o cortejo
equestre de S. Martinho. Um percurso protagonizado por cavalos e
cavaleiros trajados a rigor que, ano após ano, faz as delícias dos
visitantes.
Os 11 dias de certame atraem pessoas de vários pontos do País e até do
estrangeiro. Esta edição, segundo os habitantes da vila ribatejana,
teve "uma afluência extraordinária". Centenas de milhares de
visitantes passaram por esta feira, atraídos pelos cavalos e
legitimados pelo outono ameno, e dinamizaram o comércio local e também
o regional.
"Esta feira é um exemplo de que é possível fazer algo positivo, mesmo
em tempo de crise e criar oportunidades", explica o autarca da vila
ribatejana, sublinhando que, em alguns casos, os bons resultados dos
negócios deram lugar a um pequeno acréscimo no número de empregos no
concelho em questão.
Há três anos que Henrique do Vale não registava resultados tão
positivos na Feira do Cavalo. Este ano, o empresário de Vila Franca de
Xira, do ramo dos equipamentos para cavalos, teve um número "razoável"
de vendas, o que o leva a olhar o futuro com "mais otimismo". "Senti
que, ao fim de três anos, a classe média-alta voltou a esta feira",
contou ao CM.
Porém, os clientes não foram apenas portugueses. Foram também
estrangeiros, sobretudo belgas e espanhóis. Há 24 anos que Henrique
vende, anualmente, na Feira da Golegã. E recorda o tempo em que os
seus produtos eram disputados por portugueses e espanhóis. "Veio a
crise e, nos últimos três anos, só participámos para não se esquecerem
de nós. Não ganhámos nada", assegura.
O otimismo do comerciante era, ontem, partilhado por outros. Os donos
de alguns restaurantes garantiram ter visto, pela primeira vez em
muito tempo, famílias inteiras a voltar a fazer as refeições nos seus
estabelecimentos. A hotelaria também melhorou. O alojamento na vila e
em redor esgotou semanas antes do início do certame. "Já não havia
resultados assim há muito tempo", frisou Rui Medinas, presidente da
câmara.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/golega-luta-por-apostas-de-cavalos
Câmara introduziu nova modalidade na feira, as corridas de cavalos,
para combater a sazonalidade da atividade equestre e apela à Santa
Casa que crie sistema de apostas
11 de Novembro 2013, 20h35
Nº de votos (0)
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Por:Helena Silva
As corridas de cavalos integradas num novo tipo de jogo que permita um
sistema de apostas a dinheiro são, para o presidente da Câmara
Municipal da Golegã, uma nova modalidade que terá de ser incrementada,
a breve prazo, como forma de desenvolver a economia da região e até do
País. Rui Medinas não tem dúvidas: "Este novo modelo de negócio traz
enormes oportunidades e arrasta público".
Ontem, no penúltimo dia da Feira do Cavalo, o Centro Nacional de Alto
Rendimento das Modalidades Equestres recebeu as primeiras corridas,
que atraíram centenas de visitantes. "Agora é preciso que o poder
político perceba que esta pode ser uma atividade económica de
interesse e que crie legislação adequada", defendeu o autarca,
frisando ainda ser necessário que a Santa Casa da Misericórdia surja
como parceira. "Quando alguém vai apostar no euromilhões ou no
totoloto, pode também apostar nas corridas de cavalos", considera.
E ainda que não avance, para já, esse sistema de apostas, Rui Medinas
explica que as corridas de cavalos, na Golegã, são para manter, quer
como complemento da Feira do Cavalo, quer como "forma de combater a
sazonalidade da atividade equestre".
A Feira, que tem este ano a 38ª edição, encerra hoje, com o cortejo
equestre de S. Martinho. Um percurso protagonizado por cavalos e
cavaleiros trajados a rigor que, ano após ano, faz as delícias dos
visitantes.
Os 11 dias de certame atraem pessoas de vários pontos do País e até do
estrangeiro. Esta edição, segundo os habitantes da vila ribatejana,
teve "uma afluência extraordinária". Centenas de milhares de
visitantes passaram por esta feira, atraídos pelos cavalos e
legitimados pelo outono ameno, e dinamizaram o comércio local e também
o regional.
"Esta feira é um exemplo de que é possível fazer algo positivo, mesmo
em tempo de crise e criar oportunidades", explica o autarca da vila
ribatejana, sublinhando que, em alguns casos, os bons resultados dos
negócios deram lugar a um pequeno acréscimo no número de empregos no
concelho em questão.
Há três anos que Henrique do Vale não registava resultados tão
positivos na Feira do Cavalo. Este ano, o empresário de Vila Franca de
Xira, do ramo dos equipamentos para cavalos, teve um número "razoável"
de vendas, o que o leva a olhar o futuro com "mais otimismo". "Senti
que, ao fim de três anos, a classe média-alta voltou a esta feira",
contou ao CM.
Porém, os clientes não foram apenas portugueses. Foram também
estrangeiros, sobretudo belgas e espanhóis. Há 24 anos que Henrique
vende, anualmente, na Feira da Golegã. E recorda o tempo em que os
seus produtos eram disputados por portugueses e espanhóis. "Veio a
crise e, nos últimos três anos, só participámos para não se esquecerem
de nós. Não ganhámos nada", assegura.
O otimismo do comerciante era, ontem, partilhado por outros. Os donos
de alguns restaurantes garantiram ter visto, pela primeira vez em
muito tempo, famílias inteiras a voltar a fazer as refeições nos seus
estabelecimentos. A hotelaria também melhorou. O alojamento na vila e
em redor esgotou semanas antes do início do certame. "Já não havia
resultados assim há muito tempo", frisou Rui Medinas, presidente da
câmara.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/golega-luta-por-apostas-de-cavalos
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
CE autoriza pólen de milho geneticamente modificado
A Comissão Europeia adoptou três decisões que autorizam polén
produzido a partir de milho MON810 e dez produtos de milho
geneticamente modificado (GM) combinados, obtidos por cruzamentos
convencionais que contêm organismos transgénicos já autorizados.
A esta primeira decisão que autoriza o pólen produzido a partir de
milho MON810, o único cuja cultura é autorizada na União Europeia
(UE), segue-se a sentença do Tribunal Europeu de Justiça, que decidiu
que o pólen GM presente no mel deve ser deliberado.
A presente decisão apenas cobre o uso de pólen em alimentos, tendo em
conta que outros já foram permitidos. A renovação da autorização do
milho MON810 para a sua utilização nos alimentos, rações e para o
cultivo não está coberta pela mesma.
As restantes autorizações abrangem o milho MON89034 x 1507 x MON88017
x 59122 e outras combinações individuais dos quatro transgénicos que
constituem o OGM a quadruplicar e a permissão do milho MON89034 x 1507
x NK603 para utilização nos alimentos, rações, importação e
transformação, mas não para cultivo.
Estas deliberações da Comissão têm como base as conclusões positivas
por parte da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar. A falta de
maioria qualificada a favor ou contra estas autorizações, tanto no
Comité Permanente da Cadeia Alimentar e Saúde Animal, do passado dia
10 de Junho de 2013, como no Comité de Recursos, do dia 13 de Julho
deste ano, levaram a Comissão a adoptar estas autorizações, as quais
têm uma validade de 10 anos e os produtos produzidos a partir deste
OGM estarão sujeitos a rotulagem rigorosa da União Europeia e normas
de rastreio.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia47950.aspx
produzido a partir de milho MON810 e dez produtos de milho
geneticamente modificado (GM) combinados, obtidos por cruzamentos
convencionais que contêm organismos transgénicos já autorizados.
A esta primeira decisão que autoriza o pólen produzido a partir de
milho MON810, o único cuja cultura é autorizada na União Europeia
(UE), segue-se a sentença do Tribunal Europeu de Justiça, que decidiu
que o pólen GM presente no mel deve ser deliberado.
A presente decisão apenas cobre o uso de pólen em alimentos, tendo em
conta que outros já foram permitidos. A renovação da autorização do
milho MON810 para a sua utilização nos alimentos, rações e para o
cultivo não está coberta pela mesma.
As restantes autorizações abrangem o milho MON89034 x 1507 x MON88017
x 59122 e outras combinações individuais dos quatro transgénicos que
constituem o OGM a quadruplicar e a permissão do milho MON89034 x 1507
x NK603 para utilização nos alimentos, rações, importação e
transformação, mas não para cultivo.
Estas deliberações da Comissão têm como base as conclusões positivas
por parte da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar. A falta de
maioria qualificada a favor ou contra estas autorizações, tanto no
Comité Permanente da Cadeia Alimentar e Saúde Animal, do passado dia
10 de Junho de 2013, como no Comité de Recursos, do dia 13 de Julho
deste ano, levaram a Comissão a adoptar estas autorizações, as quais
têm uma validade de 10 anos e os produtos produzidos a partir deste
OGM estarão sujeitos a rotulagem rigorosa da União Europeia e normas
de rastreio.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia47950.aspx
Agritechnica: Feira de tecnologia agrícola apresenta novidades do setor
Agritechnica amplia área, organiza pavilhões por segmentos e terá área
de comércio de máquinas usadas
por Luciana Franco, de Hanôver (Alemanha)*
Comércio de máquinas usadas será uma das novidades da Agritechnica, na
Alemanha (Foto: Ernesto de Souza)
Será aberta ao público nesta terça-feira (12/11) aAgritechnica- feira
de tecnologia agrícola -- em Hanôver, naAlemanha. A edição deste ano
conta com uma série de modificações e novidades. A DLG (Sociedade
Alemã de Agricultura, organizadora do evento) aumentou a área da feira
e modificou os pavilhões de exposições de maneira a facilitar a
visita. Assim, os pavilhões deste ano estão organizados por temas:
sistemas e componentes (onde o visitante poderá conferir as novidades
nos sistemas de eixos, cabines, elétrica e eletrônica, sistemas
hidraúlicos, de freios e direção, além de conhecer as peças e
componentes para o maquinário agrícola). Além disso, neste setor
haverá o destaque "Tecnologia rural no detalhe", onde um trator será
inteiramente desmontado para a demonstração de seus componentes e em
seguida remontado.
Outros segmentos também estarão agregados em diferentes pavilhões,
como o de batata e beterraba, nos pavilhões 24 e 25, as empresas de
irrigação no pavilhão 21 e expositores de tecnologia e engenharia
florestal e de administração municipal nos pavilhões 18 e 26. Haverá
ainda nos pavilhões 21, 22 e 23 as empresas de produção de bioenergia
e recursos renováveis. No pavilhão 17, sob o tema "Smart farming –
Novidades da produção vegetal -- os agricultores serão orientados
sobre o funcionamento dos sistemas de sensores, controle de maquinas e
gestão de dados na agricultura. Ainda neste mesmo pavilhão os
produtores de arroz líderes do mercado mundial vão mostrar as novas
tecnologias para o setor.
Outro destaque interessante da Agritechnica é o comércio e serviço
para maquinários de segunda mão. Mais de 50 empresas estarão expondo
nesta área, dedicada às máquinas usadas, um pavilhão que inclui
varejistas, distribuidores, fóruns sobre máquinas usadas e empresas de
leilões. Tendências indicam que a demanda por máquinas usadas deve
continuar a crescer a um ritmo impressionante e área "The Used
Machinery Trade Centre" pretende ser uma plataforma de rede importante
para os concessionários que refletem a demanda de máquinas usadas de
vários países e setores agrícolas.
Quase um quarto dos 419 mil visitantes Agritechnica 2011 indicaram que
estavam interessados em máquinas de segunda mão, e com as margens
financeiras mais apertadas, os organizadores do evento acreditam que
esta área da exposição deve atrair um grande público este ano.
http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI345172-18078,00-FEIRA+DE+TECNOLOGIA+AGRICOLA+APRESENTA+NOVIDADES+DO+SETOR.html
de comércio de máquinas usadas
por Luciana Franco, de Hanôver (Alemanha)*
Comércio de máquinas usadas será uma das novidades da Agritechnica, na
Alemanha (Foto: Ernesto de Souza)
Será aberta ao público nesta terça-feira (12/11) aAgritechnica- feira
de tecnologia agrícola -- em Hanôver, naAlemanha. A edição deste ano
conta com uma série de modificações e novidades. A DLG (Sociedade
Alemã de Agricultura, organizadora do evento) aumentou a área da feira
e modificou os pavilhões de exposições de maneira a facilitar a
visita. Assim, os pavilhões deste ano estão organizados por temas:
sistemas e componentes (onde o visitante poderá conferir as novidades
nos sistemas de eixos, cabines, elétrica e eletrônica, sistemas
hidraúlicos, de freios e direção, além de conhecer as peças e
componentes para o maquinário agrícola). Além disso, neste setor
haverá o destaque "Tecnologia rural no detalhe", onde um trator será
inteiramente desmontado para a demonstração de seus componentes e em
seguida remontado.
Outros segmentos também estarão agregados em diferentes pavilhões,
como o de batata e beterraba, nos pavilhões 24 e 25, as empresas de
irrigação no pavilhão 21 e expositores de tecnologia e engenharia
florestal e de administração municipal nos pavilhões 18 e 26. Haverá
ainda nos pavilhões 21, 22 e 23 as empresas de produção de bioenergia
e recursos renováveis. No pavilhão 17, sob o tema "Smart farming –
Novidades da produção vegetal -- os agricultores serão orientados
sobre o funcionamento dos sistemas de sensores, controle de maquinas e
gestão de dados na agricultura. Ainda neste mesmo pavilhão os
produtores de arroz líderes do mercado mundial vão mostrar as novas
tecnologias para o setor.
Outro destaque interessante da Agritechnica é o comércio e serviço
para maquinários de segunda mão. Mais de 50 empresas estarão expondo
nesta área, dedicada às máquinas usadas, um pavilhão que inclui
varejistas, distribuidores, fóruns sobre máquinas usadas e empresas de
leilões. Tendências indicam que a demanda por máquinas usadas deve
continuar a crescer a um ritmo impressionante e área "The Used
Machinery Trade Centre" pretende ser uma plataforma de rede importante
para os concessionários que refletem a demanda de máquinas usadas de
vários países e setores agrícolas.
Quase um quarto dos 419 mil visitantes Agritechnica 2011 indicaram que
estavam interessados em máquinas de segunda mão, e com as margens
financeiras mais apertadas, os organizadores do evento acreditam que
esta área da exposição deve atrair um grande público este ano.
http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI345172-18078,00-FEIRA+DE+TECNOLOGIA+AGRICOLA+APRESENTA+NOVIDADES+DO+SETOR.html
Estes são os melhores vinhos de 2013. Segundo a Imprensa
Os 30 jornalistas e bloggers provaram cerca de 40 vinhos, entre
espumantes, brancos, rosés, tintos e fortificados
Murganheira ganhou prémio de Espumante
D.R.
11/11/2013 | 11:52 | Dinheiro Vivo
A Revista de Vinhos anunciou este sábado, o Prémio Escolha da Imprensa
2013, no âmbito do Encontro com o Vinho, que decorreu entre
sexta-feira e esta segunda-feira.
Segundo a publicação da editora Masemba, os 30 jornalistas e bloggers
reuniram-se para avaliar mais de 200 vinhos. Divididos por seis mesas,
os provadores em cada mesa provaram cerca de 40 vinhos, entre
espumantes, brancos, rosés, tintos e fortificados.
Leia também: 9 vinhos portugueses entre os melhores para comprar e
guardar. E apreciar
A escala de classificação vai de 0 a 20 valores. Os três vinhos mais
pontuados em cada categoria foram depois submetidos a uma finalíssima,
onde foram avaliados conjuntamente pelos 30 provadores.
Aqui ficam os grandes prémios atribuídos este ano:
Espumantes
Grande Prémio Escolha da Imprensa
. Murganheira Grande Reserva Assemblage branco 2000 - Sociedade
Agrícola e Comercial do Varosa
Vinhos Brancos
Grande Prémio Escolha da Imprensa
. Esporão Alentejo Reserva 2012 - Esporão
Vinhos Tintos
Grande Prémio Escolha da Imprensa
Malhadinha Reg Alentejano 2011 - Herdade da Malhadinha Nova
Vinhos Fortificados
Grande Prémio Escolha da Imprensa
. Burmester Porto Colheita 1937 - Sogevinus Fine Wines
Veja aqui, na Revista de Vinhos, os restantes premiados.
http://www.dinheirovivo.pt/Faz/Artigo/CIECO290812.html
espumantes, brancos, rosés, tintos e fortificados
Murganheira ganhou prémio de Espumante
D.R.
11/11/2013 | 11:52 | Dinheiro Vivo
A Revista de Vinhos anunciou este sábado, o Prémio Escolha da Imprensa
2013, no âmbito do Encontro com o Vinho, que decorreu entre
sexta-feira e esta segunda-feira.
Segundo a publicação da editora Masemba, os 30 jornalistas e bloggers
reuniram-se para avaliar mais de 200 vinhos. Divididos por seis mesas,
os provadores em cada mesa provaram cerca de 40 vinhos, entre
espumantes, brancos, rosés, tintos e fortificados.
Leia também: 9 vinhos portugueses entre os melhores para comprar e
guardar. E apreciar
A escala de classificação vai de 0 a 20 valores. Os três vinhos mais
pontuados em cada categoria foram depois submetidos a uma finalíssima,
onde foram avaliados conjuntamente pelos 30 provadores.
Aqui ficam os grandes prémios atribuídos este ano:
Espumantes
Grande Prémio Escolha da Imprensa
. Murganheira Grande Reserva Assemblage branco 2000 - Sociedade
Agrícola e Comercial do Varosa
Vinhos Brancos
Grande Prémio Escolha da Imprensa
. Esporão Alentejo Reserva 2012 - Esporão
Vinhos Tintos
Grande Prémio Escolha da Imprensa
Malhadinha Reg Alentejano 2011 - Herdade da Malhadinha Nova
Vinhos Fortificados
Grande Prémio Escolha da Imprensa
. Burmester Porto Colheita 1937 - Sogevinus Fine Wines
Veja aqui, na Revista de Vinhos, os restantes premiados.
http://www.dinheirovivo.pt/Faz/Artigo/CIECO290812.html
Pesticidas podem contribuir para endometriose, sugere estudo
HOJE às 12:10
As razões pelas quais algumas mulheres têm endometriose e outras não
são desconhecidas. Entretanto, investigadores propõem que um possível
factor potenciador seja a intoxicação por pesticidas.
Os cientistas estudaram 248 mulheres com endometriose confirmada por
cirurgia e 538 participantes saudáveis de controlo. Os especialistas
avaliaram os níveis sanguíneos de dois pesticidas, o mirex e o
beta-hexaclorociclohexano, que permanecem em alguns peixes e
lacticínios, embora o seu uso tenha sido proibido nos Estados Unidos
há várias décadas. O estudo foi publicado online no jornal
Environmental Health Perspectives.
Os cientistas descobriram que o risco de ter endometriose aumentava em
50% nas mulheres com níveis mais altos de exposição ao mirex e de 30 a
70% para as que tinham sido expostas a níveis altos de
beta-hexaclorociclohexano.
A associação continuou mesmo após serem levados em conta factores como
idade, lipídios séricos, nível de escolaridade, raça, etnia, tabagismo
e consumo de álcool, entre outros.
Kristen Upson, principal autora do estudo e que estava em fase de
pré-doutoramento no Centro de Pesquisas de Cancro Fred Hutchinson
quando o estudo foi realizado, afirmou que as razões para a associação
não estão claras. No entanto, essas substâncias químicas demonstraram
interferir na acção natural do estrogénio em estudos realizados em
animais e tecidos, afirmou a autora, o que talvez explique o
aparecimento da doença em humanos.
«As substâncias químicas que permanecem no ambiente», afirmou, «mesmo
as substâncias que foram utilizadas no passado podem ter efeitos na
saúde da geração actual de mulheres em idade reprodutiva.»
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=667960
As razões pelas quais algumas mulheres têm endometriose e outras não
são desconhecidas. Entretanto, investigadores propõem que um possível
factor potenciador seja a intoxicação por pesticidas.
Os cientistas estudaram 248 mulheres com endometriose confirmada por
cirurgia e 538 participantes saudáveis de controlo. Os especialistas
avaliaram os níveis sanguíneos de dois pesticidas, o mirex e o
beta-hexaclorociclohexano, que permanecem em alguns peixes e
lacticínios, embora o seu uso tenha sido proibido nos Estados Unidos
há várias décadas. O estudo foi publicado online no jornal
Environmental Health Perspectives.
Os cientistas descobriram que o risco de ter endometriose aumentava em
50% nas mulheres com níveis mais altos de exposição ao mirex e de 30 a
70% para as que tinham sido expostas a níveis altos de
beta-hexaclorociclohexano.
A associação continuou mesmo após serem levados em conta factores como
idade, lipídios séricos, nível de escolaridade, raça, etnia, tabagismo
e consumo de álcool, entre outros.
Kristen Upson, principal autora do estudo e que estava em fase de
pré-doutoramento no Centro de Pesquisas de Cancro Fred Hutchinson
quando o estudo foi realizado, afirmou que as razões para a associação
não estão claras. No entanto, essas substâncias químicas demonstraram
interferir na acção natural do estrogénio em estudos realizados em
animais e tecidos, afirmou a autora, o que talvez explique o
aparecimento da doença em humanos.
«As substâncias químicas que permanecem no ambiente», afirmou, «mesmo
as substâncias que foram utilizadas no passado podem ter efeitos na
saúde da geração actual de mulheres em idade reprodutiva.»
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=667960
PCP confronta Ministra da Agricultura com modelo económico de Alqueva
Rádio Pax - 11/11/2013 - 00:04
No âmbito da discussão do Orçamento de Estado para 2014, o deputado do
PCP, João Ramos, confrontou a Ministra da Agricultura e do Mar sobre o
modelo económico de Alqueva.
Na opinião do parlamentar, "um eventual aumento da produção agrícola e
das exportações pode não significar uma vida melhor para todos". Em
seu entender "o Governo teima em confundir o sucesso de alguns, com o
sucesso do país".
João Ramos realçou que na área de influência de Alqueva são frequentes
as notícias sobre intervenções da Autoridade para as Condições de
Trabalho e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, que detectam
trabalho ilegal, trabalhadores clandestinos, trabalhadores menores, na
quase totalidade emigrantes, com grande intervenção de
empresas de trabalho temporário e salário abaixo do legalmente exigido".
Tal acontece numa região com uma taxa de desemprego de 16,1%, alertou
o deputado comunista.
"Este modelo em curso, pode aumentar a produção mas, não promove a
redistribuição da riqueza, cujo melhor instrumento para a sua
efectivação é o salário", conclui João Ramos.
Segundo o PCP a Ministra não se pronunciou sobre estes problemas.
http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=2375
No âmbito da discussão do Orçamento de Estado para 2014, o deputado do
PCP, João Ramos, confrontou a Ministra da Agricultura e do Mar sobre o
modelo económico de Alqueva.
Na opinião do parlamentar, "um eventual aumento da produção agrícola e
das exportações pode não significar uma vida melhor para todos". Em
seu entender "o Governo teima em confundir o sucesso de alguns, com o
sucesso do país".
João Ramos realçou que na área de influência de Alqueva são frequentes
as notícias sobre intervenções da Autoridade para as Condições de
Trabalho e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, que detectam
trabalho ilegal, trabalhadores clandestinos, trabalhadores menores, na
quase totalidade emigrantes, com grande intervenção de
empresas de trabalho temporário e salário abaixo do legalmente exigido".
Tal acontece numa região com uma taxa de desemprego de 16,1%, alertou
o deputado comunista.
"Este modelo em curso, pode aumentar a produção mas, não promove a
redistribuição da riqueza, cujo melhor instrumento para a sua
efectivação é o salário", conclui João Ramos.
Segundo o PCP a Ministra não se pronunciou sobre estes problemas.
http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=2375
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