A Dieta Mediterrânica Portuguesa foi classificada como Património
Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a
Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), na sua última Assembleia Geral,
em Baku, no Azerbaijão.
A Direção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve, na sua
qualidade de membro da Comissão Interministerial que preparou a
candidatura, vem saudar todos os intervenientes no processo que
permitiu que o nosso país volte a integrar a lista de bens do
Património Imaterial e Cultural da Humanidade, depois do fado.
Portugal, tem em Tavira a sua comunidade representativa da Dieta
mediterrânica, cujo Município, no seio da Comissão Interministerial,
teve uma ação preponderante em todo o processo de candidatura, ao
longo de dois anos e meio.
Portugal assumiu o compromisso de preservar a Dieta Mediterrânica, que
é um estilo de vida transmitido de geração em geração, que abrange
técnicas e práticas produtivas, nomeadamente de agricultura e pescas,
formas de preparação, confeção e consumo dos alimentos, festividades,
convivialidade à mesa, tradições orais e expressões artísticas, pelo
que a DRAP Algarve prosseguirá, em estreita colaboração com Tavira, na
sua promoção e preservação da sua autenticidade.
Fernando Severino
Diretor Regional
DRAP Algarve
www.drapalg.min-agricultura.pt
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
O vinho também se escreve
Só se pode gostar daquilo que se conhece, diz-se. O mundo do vinho não
foge a esta regra, portanto é salutar procurar novos vinhos e novos
produtores, provar e aprender a provar, só assim se podendo construir
um guia dentro da nossa memória que nos facilite uma decisão futura.
Divulgamos duas obras, um "Curso de Vinhos para Verdadeiros
Apreciadores", da autoria de João Afonso e um "Guia Popular de
Vinhos", da autoria de Aníbal Coutinho. Duas personagens de créditos
firmados no mundo da crítica de vinhos, habituais colaboradores na
imprensa, mas com duas características que os ligam: ambos se
apaixonaram pela actividade artística e ambos são produtores de
vinhos.
João Afonso, depois de concluir os estudos superiores na Faculdade de
Motricidade Humana enveredou pelo bailado integrando durante anos,
como primeiro bailarino, o elenco do saudoso Ballet Gulbenkian.
Abandonou a actividade para, com a mulher e os filhos, rumar às
origens (Castelo Branco) para se dedicar ao mundo do vinho e da
produção de azeite.
Quanto ao algarvio Aníbal Coutinho, depois de se licenciar em
Engenharia Civil pelo IST, voltou à universidade para estudar
Agronomia, fazendo o mestrado em Viticultura e Enologia. Canta no Coro
Gulbenkian desde 1998. Vive com a mulher e os filhos na região de
Lisboa, dedicando-se à escrita sobre vinhos, formação e
aconselhamento. Produz um vinho da Região Lisboa.
No seu guia, Aníbal Coutinho, dedica-se a divulgar vinhos cujos preços
em prateleira se situam entre os 2 e os 10 euros. É útil, porque,
dentro do escalão mais baixo, nos ajuda a descobrir vinhos bem feitos,
que dão real prazer a beber e que estão ao alcance de praticamente
todas as bolsas, e no escalão entre os 5 e os 10 euros nos guia para a
escolha de néctares mais complexos, próprios para um dia de festa para
quem não queira, ou não possa, atirar-se aos topos de gama.
Já o livro de João Afonso é muito interessante para quem queira saber
mais do que simplesmente colocar o vinho no copo. Dá dicas sobre os
vinhos portugueses, as principais castas e suas características, faz
uma abordagem à iniciação da prova. Lê-se com imenso prazer.
O Equinócio e o Solstício, dois vinhos produzidos por João Afonso e
que nascem na sua quinta na Serra de S. Mamede (zona de Portalegre)
são hoje o alvo das nossas notas de prova. São oriundos de vinhas
velhas (na sua maioria) com castas actuais e outras que já só moram na
memória dos mais antigos.
EQUINÓCIO 2011 BRANCO - 26€ As uvas das castas roupeiro, malvasia
fina, arinto cachudo, arinto galego, chasselas, salsaparrilha,
excelsior, fernão pires, moscatel galego, rabo de ovelha, tamarez,
formosa, uva rei e vale grosso. Esta mistura de castas fermentadas em
madeira deu origem a um vinho delicioso, fora do vulgar, lembrando
sabores antigos. Muito equilibrado, um verdadeiro achado. Só que
demorou um dia a revelar- -se em toda a sua plenitude.
SOLSTÍCIO 2010 TINTO - 32€ Neste vinho, a par de castas mais
conhecidas como o alicante bouschet, a trincadeira e o aragonez,
também há castas de nomes mais estranhos como corropio, grand
bouschet, moscatel hamburgo, moscatel preto ou tinta de olho branco
provenientes de cepas muito velhas. Tal como no Equinócio, este vinho
prima pela diferença. Guloso, cheio, bem estruturado, com fruta, bons
taninos e um belo final. Vale a pena prová-lo.
http://www.ionline.pt/artigos/mais-igastronomia/vinho-tambem-se-escreve/pag/-1
foge a esta regra, portanto é salutar procurar novos vinhos e novos
produtores, provar e aprender a provar, só assim se podendo construir
um guia dentro da nossa memória que nos facilite uma decisão futura.
Divulgamos duas obras, um "Curso de Vinhos para Verdadeiros
Apreciadores", da autoria de João Afonso e um "Guia Popular de
Vinhos", da autoria de Aníbal Coutinho. Duas personagens de créditos
firmados no mundo da crítica de vinhos, habituais colaboradores na
imprensa, mas com duas características que os ligam: ambos se
apaixonaram pela actividade artística e ambos são produtores de
vinhos.
João Afonso, depois de concluir os estudos superiores na Faculdade de
Motricidade Humana enveredou pelo bailado integrando durante anos,
como primeiro bailarino, o elenco do saudoso Ballet Gulbenkian.
Abandonou a actividade para, com a mulher e os filhos, rumar às
origens (Castelo Branco) para se dedicar ao mundo do vinho e da
produção de azeite.
Quanto ao algarvio Aníbal Coutinho, depois de se licenciar em
Engenharia Civil pelo IST, voltou à universidade para estudar
Agronomia, fazendo o mestrado em Viticultura e Enologia. Canta no Coro
Gulbenkian desde 1998. Vive com a mulher e os filhos na região de
Lisboa, dedicando-se à escrita sobre vinhos, formação e
aconselhamento. Produz um vinho da Região Lisboa.
No seu guia, Aníbal Coutinho, dedica-se a divulgar vinhos cujos preços
em prateleira se situam entre os 2 e os 10 euros. É útil, porque,
dentro do escalão mais baixo, nos ajuda a descobrir vinhos bem feitos,
que dão real prazer a beber e que estão ao alcance de praticamente
todas as bolsas, e no escalão entre os 5 e os 10 euros nos guia para a
escolha de néctares mais complexos, próprios para um dia de festa para
quem não queira, ou não possa, atirar-se aos topos de gama.
Já o livro de João Afonso é muito interessante para quem queira saber
mais do que simplesmente colocar o vinho no copo. Dá dicas sobre os
vinhos portugueses, as principais castas e suas características, faz
uma abordagem à iniciação da prova. Lê-se com imenso prazer.
O Equinócio e o Solstício, dois vinhos produzidos por João Afonso e
que nascem na sua quinta na Serra de S. Mamede (zona de Portalegre)
são hoje o alvo das nossas notas de prova. São oriundos de vinhas
velhas (na sua maioria) com castas actuais e outras que já só moram na
memória dos mais antigos.
EQUINÓCIO 2011 BRANCO - 26€ As uvas das castas roupeiro, malvasia
fina, arinto cachudo, arinto galego, chasselas, salsaparrilha,
excelsior, fernão pires, moscatel galego, rabo de ovelha, tamarez,
formosa, uva rei e vale grosso. Esta mistura de castas fermentadas em
madeira deu origem a um vinho delicioso, fora do vulgar, lembrando
sabores antigos. Muito equilibrado, um verdadeiro achado. Só que
demorou um dia a revelar- -se em toda a sua plenitude.
SOLSTÍCIO 2010 TINTO - 32€ Neste vinho, a par de castas mais
conhecidas como o alicante bouschet, a trincadeira e o aragonez,
também há castas de nomes mais estranhos como corropio, grand
bouschet, moscatel hamburgo, moscatel preto ou tinta de olho branco
provenientes de cepas muito velhas. Tal como no Equinócio, este vinho
prima pela diferença. Guloso, cheio, bem estruturado, com fruta, bons
taninos e um belo final. Vale a pena prová-lo.
http://www.ionline.pt/artigos/mais-igastronomia/vinho-tambem-se-escreve/pag/-1
Vital Moreira: “Embora limitado, o pacote aprovado é significativo”
CAMILO SOLDADO
07/12/2013 - 16:28
As regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) não foram alteradas
por pressão da Índia, garante. "É uma espécie de imunidade", afirma.
O presidente da Comissão de Comércio Internacional do Parlamento
Europeu, Vital Moreira, faz um balanço positivo do acordo aprovado na
9.ª Conferência Ministerial da OMC, em Bali, na Indonésia.
Chegou ao fim a maratona negocial para chegar a um acordo unânime no
encontro da OMC. O "braço de ferro" entre Índia e Estados Unidos foi
resolvido com Nova Deli a ver atendidas as principais exigências mas
"com algumas salvaguardas e condições", quem o diz é o eurodeputado
português Vital Moreira, que assegura que os termos do acordo não
foram alterados, houve apenas um "compromisso" que resultou "numa
espécie de imunidade" para o gigante asiático.
A Índia não cumpriu a regra dos 10% na segurança alimentar da OMC, mas
compromete-se a discutir uma alteração no futuro, sendo apontado um
horizonte de quatro anos. A preocupação dos Estados Unidos fica também
salvaguardada, explica Vital Moreira, uma vez que os EUA e a União
Europeia adicionaram uma cláusula que proíbe a Índia de lançar os
produtos que compra a preços subsidiados no mercado normal.
No geral, o eurodeputado considera que o pacote que representa um
"simplexaduaneiro" é "um bom acordo" que permite "ressuscitar a ronda
de Doha". Vital Moreira realça a importância de evitar o "golpe
profundo" que significaria o falhanço de mais uma ronda negocial e,
por isso, "embora limitado, o pacote aprovado é significativo". O
resoponsável realça o papel da OMC como "o mais sofisticado
instrumento de regulação do comércio global".
Depois de Índia e Estados Unidos chegarem a um entendimento, Cuba
ameaçava impedir a passagem do documento (a aprovação dos acordos na
OMC tem que ser unânime) por questões relacionadas com o embargo
norte-americano, do qual a ilha é alvo há décadas. Havana considera
que o embargo contradiz os princípios de comércio livre estipulados
pela OMC.
A situação acabou por ser ultrapassada, afirma Vital Moreira que
explica que, de facto, "a infracção [às regras da OMC] existe", tal
como noutras situações que envolvem outros países. "As relações
internacionais são feitas disto e ainda bem que, apesar destas
situações, é possível conter estes abcessos em beneficio do sistema
multilateral de comércio", comenta.
http://www.publico.pt/economia/noticia/vital-moreira-embora-limitado-o-pacote-aprovado-e-significativo-1615440
07/12/2013 - 16:28
As regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) não foram alteradas
por pressão da Índia, garante. "É uma espécie de imunidade", afirma.
O presidente da Comissão de Comércio Internacional do Parlamento
Europeu, Vital Moreira, faz um balanço positivo do acordo aprovado na
9.ª Conferência Ministerial da OMC, em Bali, na Indonésia.
Chegou ao fim a maratona negocial para chegar a um acordo unânime no
encontro da OMC. O "braço de ferro" entre Índia e Estados Unidos foi
resolvido com Nova Deli a ver atendidas as principais exigências mas
"com algumas salvaguardas e condições", quem o diz é o eurodeputado
português Vital Moreira, que assegura que os termos do acordo não
foram alterados, houve apenas um "compromisso" que resultou "numa
espécie de imunidade" para o gigante asiático.
A Índia não cumpriu a regra dos 10% na segurança alimentar da OMC, mas
compromete-se a discutir uma alteração no futuro, sendo apontado um
horizonte de quatro anos. A preocupação dos Estados Unidos fica também
salvaguardada, explica Vital Moreira, uma vez que os EUA e a União
Europeia adicionaram uma cláusula que proíbe a Índia de lançar os
produtos que compra a preços subsidiados no mercado normal.
No geral, o eurodeputado considera que o pacote que representa um
"simplexaduaneiro" é "um bom acordo" que permite "ressuscitar a ronda
de Doha". Vital Moreira realça a importância de evitar o "golpe
profundo" que significaria o falhanço de mais uma ronda negocial e,
por isso, "embora limitado, o pacote aprovado é significativo". O
resoponsável realça o papel da OMC como "o mais sofisticado
instrumento de regulação do comércio global".
Depois de Índia e Estados Unidos chegarem a um entendimento, Cuba
ameaçava impedir a passagem do documento (a aprovação dos acordos na
OMC tem que ser unânime) por questões relacionadas com o embargo
norte-americano, do qual a ilha é alvo há décadas. Havana considera
que o embargo contradiz os princípios de comércio livre estipulados
pela OMC.
A situação acabou por ser ultrapassada, afirma Vital Moreira que
explica que, de facto, "a infracção [às regras da OMC] existe", tal
como noutras situações que envolvem outros países. "As relações
internacionais são feitas disto e ainda bem que, apesar destas
situações, é possível conter estes abcessos em beneficio do sistema
multilateral de comércio", comenta.
http://www.publico.pt/economia/noticia/vital-moreira-embora-limitado-o-pacote-aprovado-e-significativo-1615440
Jóias decoradas com plantas vivas estão na moda em Portugal
HOJE às 15:58
Colares, anéis e pulseiras «vivos» são a última criação de uma marca
portuguesa que, através de uma inovadora técnica, recriou o habitat
natural das plantas em jóias que precisam até de ser regadas para a
sua conservação e que estão a ser vendidas em todo o mundo.
Após seis meses de testes e experiências, Ines Varela, de 34 anos,
nascida em Lisboa e formada em gestão de espaços ambientais, conseguiu
descobrir o «segredo», que guarda cuidadosamente e permite colocar
plantas vivas, principalmente musgo, em jóias tradicionais de metal.
«Comecei a criar essas jóias para mim mas amigos e conhecidos
começaram a pedir que começasse a vendê-las», explicou a criadora.
Inés Varela revelou que a montagem da peça é relativamente simples,
demora entre 30 minutos e uma hora, embora seja necessário elaborar
antes o desenho. Depois, é preciso esperar entre uma e duas semanas
para usá-la, porque a planta, que nasce da terra ou entre as rochas,
«deve adaptar-se ao seu novo habitat, a jóia, onde continua viva».
Segundo a criadora, o trabalho de conservação deste tipo de adorno não
é especialmente complicado, já que as plantas utilizadas podem
sobreviver até três meses sem serem regadas.
No entanto, é importante garantir que o lugar onde a jóia for guardada
respeite o processo de fotossíntese, por isso, não é recomendável
deixá-la numa caixa fechada com outros objectos, pois eles «podem
prejudicar a sua protecção vegetal». Também não é a melhor opção
conservá-la numa gaveta, já que apesar de plantas como o musgo
crescerem na sombra, também precisam de alguma luz.
A criadora desta jóia, comercializada através da marca Natural
Jewellery, vende um kit de produtos para a manutenção, formado por um
«regador de bolso» em forma de spray e um pano para secar a parte de
metal.
A empresa nasceu há apenas um mês e meio, mas a ideia de Inés Varela é
crescer fora de Portugal. A linha de produtos «Puros» já chegou ao
Brasil, Espanha, Canadá, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e
Inglaterra.
A linha pretende homenagear a pureza da planta e, por enquanto, as
peças estão à venda por um preço que oscila entre 15 e 30 euros.
A próxima colecção, «Brilho», já está quase «madura» e inclui peças
mais glamourosas, sofisticadas e elaboradas, para a época de Natal.
O musgo é uma planta briófita, grupo que tem mais de 12 mil espécies
conhecidas distribuídas em diferentes habitats, como florestas,
montanhas e desertos.
«Em projectos ambientais, são usadas como indicador de poluição e
mudanças de sistemas climáticos», explicou Inés, que além de
empreendedora ocupa o cargo de vice-presidente da Associação
Portuguesa de Espaços Verdes.
O musgo, além disso, ocupa um papel importante nos ecossistemas, pois
permite a estabilização do solo, a fixação e germinação de sementes, e
serve de alimento e protecção para alguns animais.
As suas propriedades são conhecidas desde os tempos antigos e são
utilizadas como compressa para tratar feridos nas guerras ou como
material para elaborar produtos de higiene (fraldas, sabões e perfumes
entre eles).
Em países como Portugal, México e Espanha, o musgo também é famoso por
estar presente nos presépios de Natal.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=673612
Colares, anéis e pulseiras «vivos» são a última criação de uma marca
portuguesa que, através de uma inovadora técnica, recriou o habitat
natural das plantas em jóias que precisam até de ser regadas para a
sua conservação e que estão a ser vendidas em todo o mundo.
Após seis meses de testes e experiências, Ines Varela, de 34 anos,
nascida em Lisboa e formada em gestão de espaços ambientais, conseguiu
descobrir o «segredo», que guarda cuidadosamente e permite colocar
plantas vivas, principalmente musgo, em jóias tradicionais de metal.
«Comecei a criar essas jóias para mim mas amigos e conhecidos
começaram a pedir que começasse a vendê-las», explicou a criadora.
Inés Varela revelou que a montagem da peça é relativamente simples,
demora entre 30 minutos e uma hora, embora seja necessário elaborar
antes o desenho. Depois, é preciso esperar entre uma e duas semanas
para usá-la, porque a planta, que nasce da terra ou entre as rochas,
«deve adaptar-se ao seu novo habitat, a jóia, onde continua viva».
Segundo a criadora, o trabalho de conservação deste tipo de adorno não
é especialmente complicado, já que as plantas utilizadas podem
sobreviver até três meses sem serem regadas.
No entanto, é importante garantir que o lugar onde a jóia for guardada
respeite o processo de fotossíntese, por isso, não é recomendável
deixá-la numa caixa fechada com outros objectos, pois eles «podem
prejudicar a sua protecção vegetal». Também não é a melhor opção
conservá-la numa gaveta, já que apesar de plantas como o musgo
crescerem na sombra, também precisam de alguma luz.
A criadora desta jóia, comercializada através da marca Natural
Jewellery, vende um kit de produtos para a manutenção, formado por um
«regador de bolso» em forma de spray e um pano para secar a parte de
metal.
A empresa nasceu há apenas um mês e meio, mas a ideia de Inés Varela é
crescer fora de Portugal. A linha de produtos «Puros» já chegou ao
Brasil, Espanha, Canadá, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e
Inglaterra.
A linha pretende homenagear a pureza da planta e, por enquanto, as
peças estão à venda por um preço que oscila entre 15 e 30 euros.
A próxima colecção, «Brilho», já está quase «madura» e inclui peças
mais glamourosas, sofisticadas e elaboradas, para a época de Natal.
O musgo é uma planta briófita, grupo que tem mais de 12 mil espécies
conhecidas distribuídas em diferentes habitats, como florestas,
montanhas e desertos.
«Em projectos ambientais, são usadas como indicador de poluição e
mudanças de sistemas climáticos», explicou Inés, que além de
empreendedora ocupa o cargo de vice-presidente da Associação
Portuguesa de Espaços Verdes.
O musgo, além disso, ocupa um papel importante nos ecossistemas, pois
permite a estabilização do solo, a fixação e germinação de sementes, e
serve de alimento e protecção para alguns animais.
As suas propriedades são conhecidas desde os tempos antigos e são
utilizadas como compressa para tratar feridos nas guerras ou como
material para elaborar produtos de higiene (fraldas, sabões e perfumes
entre eles).
Em países como Portugal, México e Espanha, o musgo também é famoso por
estar presente nos presépios de Natal.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=673612
Conferência 'A Selecção de Plantas Endémicas para Uso na Floricultura'
Actualizado há 5 horas e 8 minutos
Etiquetas
Maria João Dragovic
Irá decorrer no dia 11, entre as 14h30 e as 16h30, no auditório da
Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, uma
conferência intitulada 'A Selecção de Plantas Endémicas para Uso na
Floricultura", proferida pela engenheira Maria João Dragovic e
moderada pelo engenheiro Bernardo Melvill de Araújo, director Regional
de Agricultura e Desenvolvimento Rural.
Maria João Oliveira Dragovic é engenheira agrónoma com mestrado em
Agricultura e Horticultura Sustentáveis. Trabalha na área da
floricultura na Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento
Rural, prestando apoio técnico aos floricultores e efectuando
trabalhos de experimentação. Um dos trabalhos que tem vindo a
desenvolver consiste em avaliar a utilização de plantas endémicas com
potencial ornamental, tendo, recentemente, apresentado esse trabalho
no XIX Congresso Brasileiro de Floricultura e Plantas Ornamentais que
decorreu no Recife, em Outubro deste ano (21-25Out13).
A conferência irá abordar o grande potencial para uso como ornamentais
dos endemismos macaronésicos da Madeira.
As inscrições poderão ser feitas através do seguinte endereço de
correio eletrónico:info.dradr.sra@gov-madeira.pt.
http://www.dnoticias.pt/actualidade/madeira/420606-conferencia-a-seleccao-de-plantas-endemicas-para-uso-na-floricultura
Etiquetas
Maria João Dragovic
Irá decorrer no dia 11, entre as 14h30 e as 16h30, no auditório da
Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, uma
conferência intitulada 'A Selecção de Plantas Endémicas para Uso na
Floricultura", proferida pela engenheira Maria João Dragovic e
moderada pelo engenheiro Bernardo Melvill de Araújo, director Regional
de Agricultura e Desenvolvimento Rural.
Maria João Oliveira Dragovic é engenheira agrónoma com mestrado em
Agricultura e Horticultura Sustentáveis. Trabalha na área da
floricultura na Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento
Rural, prestando apoio técnico aos floricultores e efectuando
trabalhos de experimentação. Um dos trabalhos que tem vindo a
desenvolver consiste em avaliar a utilização de plantas endémicas com
potencial ornamental, tendo, recentemente, apresentado esse trabalho
no XIX Congresso Brasileiro de Floricultura e Plantas Ornamentais que
decorreu no Recife, em Outubro deste ano (21-25Out13).
A conferência irá abordar o grande potencial para uso como ornamentais
dos endemismos macaronésicos da Madeira.
As inscrições poderão ser feitas através do seguinte endereço de
correio eletrónico:info.dradr.sra@gov-madeira.pt.
http://www.dnoticias.pt/actualidade/madeira/420606-conferencia-a-seleccao-de-plantas-endemicas-para-uso-na-floricultura
O que faremos agora com a dieta mediterrânica?
ALEXANDRA PRADO COELHO
07/12/2013 - 23:09
Inscrita esta semana como Património Imaterial da Humanidade, a dieta
mediterrânica tem agora que ser estudada, inventariada, divulgada,
protegida. A quem cabe a responsabilidade de o fazer?
RUI GAUDÊNCIO
No Algarve, 42% dos jovens estão a afastar-se da Dieta Mediterrânica
Um património aberto e em expansão
A inscrição da dieta mediterrânica na lista do Património Imaterial da
UNESCO, no dia 4, abre oportunidades e cria obrigações. O que está
previsto na documentação entregue na UNESCO é que sejam tomadas
medidas de salvaguarda deste património pelos sete países envolvidos
na candidatura: Portugal, Croácia e Chipre, Espanha, Marrocos, Itália
e Grécia.
Pedro Graça, director do Programa Nacional para a Promoção da
Alimentação Saudável, e que esteve envolvido na preparação da
candidatura, defende que a partir de agora se deveria avançar para
medidas muito práticas. Em primeiro lugar "a identificação de práticas
alimentares ligadas à dieta mediterrânica que estão dispersas" – ou
seja um inventário nacional do que existe realmente a nível de
produtos, técnicas de confecção, de produção, de conservação.
Jorge Queiroz, director do Museu de Tavira e coordenador da
candidatura, explica que "a realização de inventários nos países e a
existência de planos de salvaguarda" são duas das condições impostas
pela UNESCO. No caso de Portugal, existe um plano nacional de
inventário de todo o património imaterial, da responsabilidade da
secretaria de Estado da Cultura, o Museu de Tavira está a fazer esse
trabalho a nível local e outras regiões poderão tomar essa iniciativa.
Quanto ao plano de salvaguarda que envolve todos os países, está agora
a ser discutido entre os vários representantes. Não se trata apenas de
alimentação, sublinha Jorge Queiroz, mas sim de um estilo de vida.
"Não sei se isto está muito claro para as pessoas, mas o que a UNESCO
inscreve é um modelo cultural que passa pelas comunidades, pela
partilha da mesa, pelas festividades". E enumera as iniciativas de
Tavira nesse campo, desde a primeira Feira da Dieta Mediterrânica à
exposição Dieta mediterrânica: património cultural milenar.
Uma das características desta candidatura transnacional é que os
países estão representados por comunidades, e estas é que são o rosto
do projecto: Tavira por Portugal, Agros por Chipre, Brac e Hvrar pela
Croácia, Soria por Espanha, Coroni pela Grécia, Cilento por Itália, e
Chefchaouen por Marrocos. As comunidades têm a obrigação de organizar
iniciativas que dêem visibilidade à dieta mediterrânica – em Itália,
por exemplo, existe o Museu Vivo da Dieta Mediterrânica Ancel Keys, e
em Espanha a Fundação Dieta Mediterrânica, na Catalunha.
Mas a nível nacional, como é que as coisas se passam? Em geral são os
ministérios da cultura os coordenadores gerais, com excepção de
Itália, em que é o Ministério das Políticas Agrícolas. Na candidatura
portuguesa, coordenada pela Câmara Municipal de Tavira, estiveram
envolvidos vários ministérios - a Agricultura, a secretaria de Estado
da Cultura, a Saúde. Na opinião de Pedro Graça era importante que este
grupo interministerial se transformasse agora num grupo de
acompanhamento das questões ligadas à dieta mediterrânica, que precisa
de uma estratégia articulada (Jorge Queiroz esclarece que Portugal
está neste momento a debater como será feita, de agora em diante, a
coordenação a nível nacional).
Para além do inventário, é fundamental a investigação. "É importante
que haja apoio a linhas de investigação ligadas a este tema, que está
já a ser estudado com muita força em Itália, em Espanha, na Grécia. É
preciso estudar as implicações da dieta na população portuguesa,
porque há especificidades", defende Pedro Graça. "Os espanhóis estão
muito à frente nesse trabalho e estão a articulá-lo com os
norte-americanos da Califórnia, que têm muito interesse neste tema".
Outro ponto essencial é o da divulgação. Um estudo apresentado em Maio
pela Fundação Portuguesa de Cardiologia revelava que metade dos
portugueses não sabe o que é a dieta mediterrânica. Virgílio Gomes,
investigador e autor de livro sobre a história da alimentação e a
gastronomia, diz que "felizmente que Portugal aderiu ao projecto da
candidatura" (houve uma candidatura inicial em que o país não estava
envolvido), mas lembra que "a palavra dieta é confusa para muitas
pessoas e é preciso explicar que é mais uma forma de estar do que um
rigor alimentar".
Defende que se deve usar esta inscrição na lista da UNESCO para "fazer
pedagogia, explicar os benefícios e evitar algumas modernices da
cozinha rápida de hoje, ensinar as pessoas a reduzir a quantidade de
carne, e abandonar as gorduras desnecessárias", no fundo, aproximar a
nossa alimentação daquelas que são já as práticas da nouvelle cuisine,
"com o respeito pelas cozeduras exactas, a redução das gorduras" – e
usar para essa pedagogia, entre outras coisas, as escolas de hotelaria
e os refeitórios das escolas nacionais.
Maria Proença, fundadora do Centro de Artes Culinárias do Mercado de
Santa Clara, em Lisboa, e há muito tempo estudiosa das práticas
tradicionais da cozinha portuguesa, acredita que "tem sido feito um
caminho que não é muito institucional no sentido de valorizar certas
práticas, tradições, produtos", mas lamenta a falta de uma política
concertada. "Aqui no centro estamos a tratar precisamente deste
património, da história da alimentação, seria natural que alguma
entidade oficial se mostrasse interessada, já não digo que apoiasse,
mas que aparecesse nos eventos, mas não temos qualquer sinal de
interesse institucional pelo trabalho que fazemos".
http://www.publico.pt/cultura/noticia/o-que-faremos-agora-com-a-dieta-mediterranica-1615426
07/12/2013 - 23:09
Inscrita esta semana como Património Imaterial da Humanidade, a dieta
mediterrânica tem agora que ser estudada, inventariada, divulgada,
protegida. A quem cabe a responsabilidade de o fazer?
RUI GAUDÊNCIO
No Algarve, 42% dos jovens estão a afastar-se da Dieta Mediterrânica
Um património aberto e em expansão
A inscrição da dieta mediterrânica na lista do Património Imaterial da
UNESCO, no dia 4, abre oportunidades e cria obrigações. O que está
previsto na documentação entregue na UNESCO é que sejam tomadas
medidas de salvaguarda deste património pelos sete países envolvidos
na candidatura: Portugal, Croácia e Chipre, Espanha, Marrocos, Itália
e Grécia.
Pedro Graça, director do Programa Nacional para a Promoção da
Alimentação Saudável, e que esteve envolvido na preparação da
candidatura, defende que a partir de agora se deveria avançar para
medidas muito práticas. Em primeiro lugar "a identificação de práticas
alimentares ligadas à dieta mediterrânica que estão dispersas" – ou
seja um inventário nacional do que existe realmente a nível de
produtos, técnicas de confecção, de produção, de conservação.
Jorge Queiroz, director do Museu de Tavira e coordenador da
candidatura, explica que "a realização de inventários nos países e a
existência de planos de salvaguarda" são duas das condições impostas
pela UNESCO. No caso de Portugal, existe um plano nacional de
inventário de todo o património imaterial, da responsabilidade da
secretaria de Estado da Cultura, o Museu de Tavira está a fazer esse
trabalho a nível local e outras regiões poderão tomar essa iniciativa.
Quanto ao plano de salvaguarda que envolve todos os países, está agora
a ser discutido entre os vários representantes. Não se trata apenas de
alimentação, sublinha Jorge Queiroz, mas sim de um estilo de vida.
"Não sei se isto está muito claro para as pessoas, mas o que a UNESCO
inscreve é um modelo cultural que passa pelas comunidades, pela
partilha da mesa, pelas festividades". E enumera as iniciativas de
Tavira nesse campo, desde a primeira Feira da Dieta Mediterrânica à
exposição Dieta mediterrânica: património cultural milenar.
Uma das características desta candidatura transnacional é que os
países estão representados por comunidades, e estas é que são o rosto
do projecto: Tavira por Portugal, Agros por Chipre, Brac e Hvrar pela
Croácia, Soria por Espanha, Coroni pela Grécia, Cilento por Itália, e
Chefchaouen por Marrocos. As comunidades têm a obrigação de organizar
iniciativas que dêem visibilidade à dieta mediterrânica – em Itália,
por exemplo, existe o Museu Vivo da Dieta Mediterrânica Ancel Keys, e
em Espanha a Fundação Dieta Mediterrânica, na Catalunha.
Mas a nível nacional, como é que as coisas se passam? Em geral são os
ministérios da cultura os coordenadores gerais, com excepção de
Itália, em que é o Ministério das Políticas Agrícolas. Na candidatura
portuguesa, coordenada pela Câmara Municipal de Tavira, estiveram
envolvidos vários ministérios - a Agricultura, a secretaria de Estado
da Cultura, a Saúde. Na opinião de Pedro Graça era importante que este
grupo interministerial se transformasse agora num grupo de
acompanhamento das questões ligadas à dieta mediterrânica, que precisa
de uma estratégia articulada (Jorge Queiroz esclarece que Portugal
está neste momento a debater como será feita, de agora em diante, a
coordenação a nível nacional).
Para além do inventário, é fundamental a investigação. "É importante
que haja apoio a linhas de investigação ligadas a este tema, que está
já a ser estudado com muita força em Itália, em Espanha, na Grécia. É
preciso estudar as implicações da dieta na população portuguesa,
porque há especificidades", defende Pedro Graça. "Os espanhóis estão
muito à frente nesse trabalho e estão a articulá-lo com os
norte-americanos da Califórnia, que têm muito interesse neste tema".
Outro ponto essencial é o da divulgação. Um estudo apresentado em Maio
pela Fundação Portuguesa de Cardiologia revelava que metade dos
portugueses não sabe o que é a dieta mediterrânica. Virgílio Gomes,
investigador e autor de livro sobre a história da alimentação e a
gastronomia, diz que "felizmente que Portugal aderiu ao projecto da
candidatura" (houve uma candidatura inicial em que o país não estava
envolvido), mas lembra que "a palavra dieta é confusa para muitas
pessoas e é preciso explicar que é mais uma forma de estar do que um
rigor alimentar".
Defende que se deve usar esta inscrição na lista da UNESCO para "fazer
pedagogia, explicar os benefícios e evitar algumas modernices da
cozinha rápida de hoje, ensinar as pessoas a reduzir a quantidade de
carne, e abandonar as gorduras desnecessárias", no fundo, aproximar a
nossa alimentação daquelas que são já as práticas da nouvelle cuisine,
"com o respeito pelas cozeduras exactas, a redução das gorduras" – e
usar para essa pedagogia, entre outras coisas, as escolas de hotelaria
e os refeitórios das escolas nacionais.
Maria Proença, fundadora do Centro de Artes Culinárias do Mercado de
Santa Clara, em Lisboa, e há muito tempo estudiosa das práticas
tradicionais da cozinha portuguesa, acredita que "tem sido feito um
caminho que não é muito institucional no sentido de valorizar certas
práticas, tradições, produtos", mas lamenta a falta de uma política
concertada. "Aqui no centro estamos a tratar precisamente deste
património, da história da alimentação, seria natural que alguma
entidade oficial se mostrasse interessada, já não digo que apoiasse,
mas que aparecesse nos eventos, mas não temos qualquer sinal de
interesse institucional pelo trabalho que fazemos".
http://www.publico.pt/cultura/noticia/o-que-faremos-agora-com-a-dieta-mediterranica-1615426
domingo, 8 de dezembro de 2013
OMC: Acordo global de comércio dá milhões de euros à economia mundial
O acordo alcançado na Organização Mundial de Comércio (OMC) no sábado,
em Bali, na Indonésia, estabelecendo um acordo global de comércio,
pode acrescentar 1 bilião de dólares (cerca de 730 milhões de euros) à
economia mundial, segundo várias associações empresariais citadas pela
agência Bloomberg.
O acordo alcançado pelos 159 membros da OMC pode acrescentar 1 bilião
de dólares à economia mundial, cerca de 730 mil milhões de euros,
segundo as estimativas dos apoiantes e membros das associações
empresariais mundiais, mas os ativistas humanitários que consideram
que o acordo pouco faz pelos pobres e os agricultores norte-americanos
- os maiores exportadores mundiais - mostraram pouco entusiasmo com o
acordo, segundo a avaliação da agência Bloomberg.
"O acordo de Bali com sucesso compra tempo para a OMC provar que as
conversações sobre comércio multilateral podem ser produtivas numa
base regular e de forma atempada", disse um advogado comercial em
Washington, acrescentando que "o risco é que os membros da OMC não
ataquem as questões subjacentes que têm paralisado a capacidade da
organização de responder às mudanças no ambiente empresarial no
mundo".
A OMC chegou no sábado a acordo para a aprovação de um pacote
"histórico" e global de dez acordos sobre o comércio global, pela
primeira vez na sua história.
O "pacote de Bali", um acordo de facilitação do comércio global
através da redução de barreiras comerciais - menos ambicioso do que o
desenhado há 12 anos em Doha - envolve, além do tópico da agricultura,
um pacote de ajudas a países em desenvolvimento, entre outros.
O governo português, pela voz do secretário de Estado dos Assuntos
Europeus, Bruno Maçães, destacou à Lusa que o acordo era "quase uma
condição prévia para Portugal dar o salto" nos mercados globais.
Numa altura em que Portugal está a aumentar as exportações, sobretudo
para fora da Europa, o Acordo de Facilitação do Comércio era
"fundamental", representando "quase uma condição prévia para Portugal
dar o salto para ter uma posição muito mais importante nos mercados
globais", disse o governante à agência Lusa, em Bali.
Bruno Maçães reforçou que "a burocracia alfandegária em mercados
difíceis" será combatida "com disposições muito claras" que garantam,
por exemplo, que "os bens em alfandegas têm de ser despachados no
período mais breve possível".
Estas mudanças, que permitirão a Portugal reduzir os custos de
transação em cerca de 10 por cento, deverão começar a ser visíveis
"dentro de alguns meses" nalguns mercados, dependendo da rapidez na
implementação das medidas em cada país, explicou.
Dinheiro Digital com Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=208215
em Bali, na Indonésia, estabelecendo um acordo global de comércio,
pode acrescentar 1 bilião de dólares (cerca de 730 milhões de euros) à
economia mundial, segundo várias associações empresariais citadas pela
agência Bloomberg.
O acordo alcançado pelos 159 membros da OMC pode acrescentar 1 bilião
de dólares à economia mundial, cerca de 730 mil milhões de euros,
segundo as estimativas dos apoiantes e membros das associações
empresariais mundiais, mas os ativistas humanitários que consideram
que o acordo pouco faz pelos pobres e os agricultores norte-americanos
- os maiores exportadores mundiais - mostraram pouco entusiasmo com o
acordo, segundo a avaliação da agência Bloomberg.
"O acordo de Bali com sucesso compra tempo para a OMC provar que as
conversações sobre comércio multilateral podem ser produtivas numa
base regular e de forma atempada", disse um advogado comercial em
Washington, acrescentando que "o risco é que os membros da OMC não
ataquem as questões subjacentes que têm paralisado a capacidade da
organização de responder às mudanças no ambiente empresarial no
mundo".
A OMC chegou no sábado a acordo para a aprovação de um pacote
"histórico" e global de dez acordos sobre o comércio global, pela
primeira vez na sua história.
O "pacote de Bali", um acordo de facilitação do comércio global
através da redução de barreiras comerciais - menos ambicioso do que o
desenhado há 12 anos em Doha - envolve, além do tópico da agricultura,
um pacote de ajudas a países em desenvolvimento, entre outros.
O governo português, pela voz do secretário de Estado dos Assuntos
Europeus, Bruno Maçães, destacou à Lusa que o acordo era "quase uma
condição prévia para Portugal dar o salto" nos mercados globais.
Numa altura em que Portugal está a aumentar as exportações, sobretudo
para fora da Europa, o Acordo de Facilitação do Comércio era
"fundamental", representando "quase uma condição prévia para Portugal
dar o salto para ter uma posição muito mais importante nos mercados
globais", disse o governante à agência Lusa, em Bali.
Bruno Maçães reforçou que "a burocracia alfandegária em mercados
difíceis" será combatida "com disposições muito claras" que garantam,
por exemplo, que "os bens em alfandegas têm de ser despachados no
período mais breve possível".
Estas mudanças, que permitirão a Portugal reduzir os custos de
transação em cerca de 10 por cento, deverão começar a ser visíveis
"dentro de alguns meses" nalguns mercados, dependendo da rapidez na
implementação das medidas em cada país, explicou.
Dinheiro Digital com Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=208215
Assunção Esteves louva distinção da Dieta Mediterrânica pela UNESCO
Actualizado em 5 de Dezembro, às 20:31
Lusa
Etiquetas
A presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, emitiu
ontem uma mensagem de louvor pela distinção da Dieta Mediterrânica
como Património Imaterial da Humanidade da UNESCO, conhecida na
quarta-feira.
"É com alegria que felicito a comissão organizadora que candidatou a
Dieta Mediterrânica a Património Imaterial da Humanidade. O sucesso
junto da UNESCO ditou a entrada de Portugal no grupo de países do
Mediterrâneo cujo património alimentar, bem como as práticas que lhe
estão associadas, é reconhecido como expressão de equilíbrio e
criatividade para preservar e perpetuar", escreve Assunção Esteves.
A presidente da AR sublinha os benefícios da "herança alimentar", a
"frescura dos produtos", a base alimentar centrada nos hortícolas,
frutas, no pescado e alimentos ricos em fibra, bem como a
sustentabilidade ambiental associada.
"Este nosso património, aliado à agricultura, ao respeito pela terra,
ao papel dos mercados e de todas as artes de confecção e conservação
de alimentos, diz-nos em grande parte quem somos, contribui para que
nos descubramos comunidade, diversos Estados partilhando um modo de
vida. Tal como o 'sentar-se à mesa', esta candidatura transnacional
conjugando sete países contribuiu para a aproximação entre povos
vizinhos", refere.
Assunção Esteves felicita ainda a equipa da Câmara Municipal de Tavira
que liderou a iniciativa
http://www.dnoticias.pt/actualidade/pais/420073-assuncao-esteves-louva-distincao-da-dieta-mediterranica-pela-unesco
Lusa
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A presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, emitiu
ontem uma mensagem de louvor pela distinção da Dieta Mediterrânica
como Património Imaterial da Humanidade da UNESCO, conhecida na
quarta-feira.
"É com alegria que felicito a comissão organizadora que candidatou a
Dieta Mediterrânica a Património Imaterial da Humanidade. O sucesso
junto da UNESCO ditou a entrada de Portugal no grupo de países do
Mediterrâneo cujo património alimentar, bem como as práticas que lhe
estão associadas, é reconhecido como expressão de equilíbrio e
criatividade para preservar e perpetuar", escreve Assunção Esteves.
A presidente da AR sublinha os benefícios da "herança alimentar", a
"frescura dos produtos", a base alimentar centrada nos hortícolas,
frutas, no pescado e alimentos ricos em fibra, bem como a
sustentabilidade ambiental associada.
"Este nosso património, aliado à agricultura, ao respeito pela terra,
ao papel dos mercados e de todas as artes de confecção e conservação
de alimentos, diz-nos em grande parte quem somos, contribui para que
nos descubramos comunidade, diversos Estados partilhando um modo de
vida. Tal como o 'sentar-se à mesa', esta candidatura transnacional
conjugando sete países contribuiu para a aproximação entre povos
vizinhos", refere.
Assunção Esteves felicita ainda a equipa da Câmara Municipal de Tavira
que liderou a iniciativa
http://www.dnoticias.pt/actualidade/pais/420073-assuncao-esteves-louva-distincao-da-dieta-mediterranica-pela-unesco
Ranking dos seres humanos na cadeia alimentar calculado pela primeira vez
ANA GERSCHENFELD
06/12/2013 - 09:45
O nosso nível na cadeia alimentar, numa escala de 1 a 5 que vai das
plantas aos grandes predadores, é médio: 2,21. Mas está a aumentar – e
temos de travar essa subida para não esgotar os recursos do planeta.
PÚBLICO
1 / 2
O que temos nós, os seres humanos, em comum com os porcos e com umas
anchovas que vivem ao largo do Peru e do Chile? O facto de ocuparmos
mais ou menos a mesma posição que eles na cadeia alimentar global.
Esta é a conclusão de uma equipa de cientistas franceses que, pela
primeira vez, avaliou o nosso "nível trófico" – ou seja, o nosso
ranking na grande teia mundial dos alimentos. Os seus resultados foram
publicados na edição desta semana da revistaProceedings of the
National Academy of Sciences.
O nível trófico de uma espécie resume, num único número, a composição
da sua dieta. E permite perceber as relações predador-presa, bem como
o impacto de cada espécie sobre os recursos alimentares do planeta.
Embora o nível trófico da maioria das espécies terrestres e marinhas
já fosse conhecido, nunca tinha sido calculado para os seres humanos.
Foi o que fizeram agora Sylvain Bonhommeau, do Instituto Francês de
Investigação para a Exploração do Mar, e colegas. Para isso,
utilizaram os dados relativos ao consumo alimentar humano, entre 1961
e 2009, recolhidos pela Organização das Nações Unidas para Alimentação
e Agricultura (FAO) em 176 países.
Antes de mais, um pouco de aritmética. O cálculo do nível trófico de
uma espécie faz-se da forma seguinte. Na base da cadeia alimentar, no
nível 1, estão as plantas. Por isso, explicam os autores do artigo, o
nível trófico de uma vaca, que é um herbívoro, é igual a 2: a vaca
situa-se, no ranking alimentar, um nível acima das plantas. Já uma
espécie cuja dieta é 50% ervas e 50% carne de vaca tem um nível
trófico de 2,5: é a média dos níveis tróficos de cada um dos
componentes da sua dieta (1,5) mais 1 (por se encontrar um degrau
acima de herbívoros como a vaca). Nesta escala global dos que comem e
dos que são comidos, os maiores predadores, tais como os ursos polares
e as orcas, podem ultrapassar os 5 de nível trófico, salientam os
cientistas.
Para a espécie humana, porém, esse cálculo rende uns modestos 2,21.
Dito por outras palavras, e ao contrário do que se poderia pensar, os
seres humanos não são predadores de topo. A nossa dieta é, de facto,
bastante variada – como a dos porcos e a das anchovas peruanas (que se
alimentam de fitoplâncton e de zooplâncton). Porém, isso não significa
que o nosso impacto no ecossistema seja modesto.
"O nível trófico permite descrever o lugar que uma espécie ocupa no
ecossistema a partir do seu regime alimentar – e, de facto, nós
posicionamo-nos a um nível bastante baixo na escala alimentar", disse
ao PÚBLICO Sylvain Bonhommeau. "Mas somos tantos que isso nos conduz a
uma apropriação importante dos recursos naturais, à qual é ainda
preciso acrescentar todos os nossos outros impactos (poluição,
alteração dos habitats, etc.)." No total, escrevem os investigadores,
os humanos apropriam-se, através da produção de alimentos e do uso dos
solos, de 25% da capacidade do planeta para produzir biomassa. É de
facto aí que reside o nosso lado predador…
Variações regionais
Contudo, nem todas as partes do mundo são iguais: os investigadores
identificaram cinco grandes regiões com evoluções diferentes dos
níveis tróficos ao longo das últimas cinco décadas, que reflectem a
evolução da situação socioeconómica dos países nelas incluídos. Assim,
por exemplo, a Europa do Sul, com níveis que nos anos 1960 rondavam os
2,3 e que têm vindo a aumentar, contrasta com a Europa do Norte, com
níveis que rondaram os 2,4 até 1990 e que a seguir começaram a
diminuir (na sequência de políticas destinadas a promover dietas mais
saudáveis, devido às consequências nefastas para a saúde do excessivo
consumo de carne e de gordura animal).
Diga-se que o nível trófico de Portugal passou de pouco mais de 2,3
nos anos 1960 para acima de 2,4 em 2009 (apesar de uma nítida quebra,
no final dos anos 1970, aquando do primeiro pedido de assistência
financeira ao FMI).
Seja como for, em termos globais, o nível trófico humano global
aumentou 3% em 50 anos, implicando, dizem os cientistas, um impacto
ambiental cada vez maior do consumo alimentar humano. Ora, isso
levanta, segundo eles, a questão de saber qual o nível trófico a não
ultrapassar para conseguirmos gerir os recursos alimentares de forma
sustentável – a etapa seguinte deste trabalho.
"A seguir, vamos tentar relacionar o nível trófico com a produção
primária necessária para alimentar a população humana", salienta
Bonhommeau. "Dessa forma, poderemos desenvolver vários cenários e
estimar quais os recursos, em cada um deles, necessários para
satisfazer as nossas necessidades."
Os cientistas ainda não têm números precisos, mas Bonhommeau arrisca
uma previsão: "Por enquanto, o nosso nível trófico global é de 2,2,
mas os estudos dos nutricionistas mostram que estamos a convergir para
uma dieta que contém cerca de 35% de nutrientes de origem animal
(carne, gordura, peixe). Isso traduzir-se-ia num nível trófico próximo
dos 2,4. Ora, o nosso estudo mostra que, precisamente acima deste
último valor, a esperança de vida diminui devido às doenças causadas
por uma alimentação demasiado rica em gorduras e proteínas animais."
Talvez seja esse, de facto, o limite a não ultrapassar em caso algum.
http://www.publico.pt/ciencia/noticia/cientistas-calcularam-ranking-dos-seres-humanos-na-cadeia-alimentar-1615179#/0
06/12/2013 - 09:45
O nosso nível na cadeia alimentar, numa escala de 1 a 5 que vai das
plantas aos grandes predadores, é médio: 2,21. Mas está a aumentar – e
temos de travar essa subida para não esgotar os recursos do planeta.
PÚBLICO
1 / 2
O que temos nós, os seres humanos, em comum com os porcos e com umas
anchovas que vivem ao largo do Peru e do Chile? O facto de ocuparmos
mais ou menos a mesma posição que eles na cadeia alimentar global.
Esta é a conclusão de uma equipa de cientistas franceses que, pela
primeira vez, avaliou o nosso "nível trófico" – ou seja, o nosso
ranking na grande teia mundial dos alimentos. Os seus resultados foram
publicados na edição desta semana da revistaProceedings of the
National Academy of Sciences.
O nível trófico de uma espécie resume, num único número, a composição
da sua dieta. E permite perceber as relações predador-presa, bem como
o impacto de cada espécie sobre os recursos alimentares do planeta.
Embora o nível trófico da maioria das espécies terrestres e marinhas
já fosse conhecido, nunca tinha sido calculado para os seres humanos.
Foi o que fizeram agora Sylvain Bonhommeau, do Instituto Francês de
Investigação para a Exploração do Mar, e colegas. Para isso,
utilizaram os dados relativos ao consumo alimentar humano, entre 1961
e 2009, recolhidos pela Organização das Nações Unidas para Alimentação
e Agricultura (FAO) em 176 países.
Antes de mais, um pouco de aritmética. O cálculo do nível trófico de
uma espécie faz-se da forma seguinte. Na base da cadeia alimentar, no
nível 1, estão as plantas. Por isso, explicam os autores do artigo, o
nível trófico de uma vaca, que é um herbívoro, é igual a 2: a vaca
situa-se, no ranking alimentar, um nível acima das plantas. Já uma
espécie cuja dieta é 50% ervas e 50% carne de vaca tem um nível
trófico de 2,5: é a média dos níveis tróficos de cada um dos
componentes da sua dieta (1,5) mais 1 (por se encontrar um degrau
acima de herbívoros como a vaca). Nesta escala global dos que comem e
dos que são comidos, os maiores predadores, tais como os ursos polares
e as orcas, podem ultrapassar os 5 de nível trófico, salientam os
cientistas.
Para a espécie humana, porém, esse cálculo rende uns modestos 2,21.
Dito por outras palavras, e ao contrário do que se poderia pensar, os
seres humanos não são predadores de topo. A nossa dieta é, de facto,
bastante variada – como a dos porcos e a das anchovas peruanas (que se
alimentam de fitoplâncton e de zooplâncton). Porém, isso não significa
que o nosso impacto no ecossistema seja modesto.
"O nível trófico permite descrever o lugar que uma espécie ocupa no
ecossistema a partir do seu regime alimentar – e, de facto, nós
posicionamo-nos a um nível bastante baixo na escala alimentar", disse
ao PÚBLICO Sylvain Bonhommeau. "Mas somos tantos que isso nos conduz a
uma apropriação importante dos recursos naturais, à qual é ainda
preciso acrescentar todos os nossos outros impactos (poluição,
alteração dos habitats, etc.)." No total, escrevem os investigadores,
os humanos apropriam-se, através da produção de alimentos e do uso dos
solos, de 25% da capacidade do planeta para produzir biomassa. É de
facto aí que reside o nosso lado predador…
Variações regionais
Contudo, nem todas as partes do mundo são iguais: os investigadores
identificaram cinco grandes regiões com evoluções diferentes dos
níveis tróficos ao longo das últimas cinco décadas, que reflectem a
evolução da situação socioeconómica dos países nelas incluídos. Assim,
por exemplo, a Europa do Sul, com níveis que nos anos 1960 rondavam os
2,3 e que têm vindo a aumentar, contrasta com a Europa do Norte, com
níveis que rondaram os 2,4 até 1990 e que a seguir começaram a
diminuir (na sequência de políticas destinadas a promover dietas mais
saudáveis, devido às consequências nefastas para a saúde do excessivo
consumo de carne e de gordura animal).
Diga-se que o nível trófico de Portugal passou de pouco mais de 2,3
nos anos 1960 para acima de 2,4 em 2009 (apesar de uma nítida quebra,
no final dos anos 1970, aquando do primeiro pedido de assistência
financeira ao FMI).
Seja como for, em termos globais, o nível trófico humano global
aumentou 3% em 50 anos, implicando, dizem os cientistas, um impacto
ambiental cada vez maior do consumo alimentar humano. Ora, isso
levanta, segundo eles, a questão de saber qual o nível trófico a não
ultrapassar para conseguirmos gerir os recursos alimentares de forma
sustentável – a etapa seguinte deste trabalho.
"A seguir, vamos tentar relacionar o nível trófico com a produção
primária necessária para alimentar a população humana", salienta
Bonhommeau. "Dessa forma, poderemos desenvolver vários cenários e
estimar quais os recursos, em cada um deles, necessários para
satisfazer as nossas necessidades."
Os cientistas ainda não têm números precisos, mas Bonhommeau arrisca
uma previsão: "Por enquanto, o nosso nível trófico global é de 2,2,
mas os estudos dos nutricionistas mostram que estamos a convergir para
uma dieta que contém cerca de 35% de nutrientes de origem animal
(carne, gordura, peixe). Isso traduzir-se-ia num nível trófico próximo
dos 2,4. Ora, o nosso estudo mostra que, precisamente acima deste
último valor, a esperança de vida diminui devido às doenças causadas
por uma alimentação demasiado rica em gorduras e proteínas animais."
Talvez seja esse, de facto, o limite a não ultrapassar em caso algum.
http://www.publico.pt/ciencia/noticia/cientistas-calcularam-ranking-dos-seres-humanos-na-cadeia-alimentar-1615179#/0
Ausência de acordo na OMC é preferível à "distorção" dos preços na agricultura
CAMILO SOLDADO e COM LUSA
05/12/2013 - 21:13
Delegação portuguesa na conferência ministerial da Organização Mundial
do Comércio (OMC), em Bali (Indonésia), defende que os países não
podem "cair na tentação de ter acordo a qualquer custo".
No penúltimo dia da conferência de Bali, o secretário de Estado
Adjunto e da Economia, Leonardo Mathias, citado pela Lusa, defendeu
que "o acordo tem de ser viável para as partes, mas equilibrado e
construtivo para um mundo de comércio mais livre e mais equilibrado".
Também em Bali, o secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Bruno
Maçães, avisou, na sessão plenária da conferência que decorreu na
quinta-feira que, se não houver acordo, "haverá um retrocesso e todos
os esforços feitos até agora serão anulados". Bruno Maçães realçou
que, para Portugal, "um acordo ambicioso e justo é uma absoluta
prioridade".
No entanto, aludindo à posição indiana, Leonardo Mathias, citado pela
Lusa, advertiu que não se pode "encontrar regimes de excepção para um
país sobre uma matéria, senão os acordos vão passar a ser regimes de
excepção para tudo e mais alguma coisa". "Tanto Portugal como a União
Europeia consideram que não deve haver distorções no mercado e para
Portugal é importante o mercado do arroz, por exemplo, e outros
mercados dos cereais, que obviamente estão inseridos no âmbito mais
lato da Política Agrícola Comum, mas que não deixam de ser relevantes
se houver uma possível distorção", avisou o secretário de Estado.
Ainda assim, Leonardo Mathias destacou que o "pacote de Bali" é
positivo para Portugal, porque implica uma redução dos custos de
transacção na ordem dos 10%.
Na quinta-feira, em conferência de imprensa o ministro do Comércio e
Indústria Índia, Anand Sharma, reforçou o aviso que tinha deixado na
sessão plenária da OMC no dia anterior, quando afirmou que a questão
da segurança alimentar "não é negociável".
Em declarações ao PÚBLICO, na terça-feira, antes de as sessões
plenárias terem início, o presidente da comissão de comércio
internacional do Parlamento Europeu, Vital Moreira apontava para uma
"hipótese de 50% de sucesso de um acordo". Na quarta-feira, depois da
intervenção de Sharma na sessão plenária, segundo a Lusa, Vital
Moreira revia em baixa as previsões para a "80% de hipóteses de
falhanço".
O secretário de Estado Adjunto e da Economia, afirmou que Portugal
está "sensibilizado" as questão relacionadas com a agricultura
levantadas pela Índia, mas destacou que "quanto mais liberalizado for
o comércio, mais terão a ganhar as economias em desenvolvimento".
Segundo a agência Lusa, a delegação portuguesa em Bali, composta por
Leonardo Mathias e por Bruno Maçães, encontrou-se com responsáveis de
Singapura, Angola, Arábia Saudita, Peru, Israel, Brasil e Indonésia.
O encontro entre os 160 membros da OMC (a adesão do Iémen foi aprovada
na quinta-feira) termina na sexta e não há acordo há vista. A
manter-se o cenário, a OMC falha em fechar o ciclo da ronda negocial
de Doha, iniciado em 2001.
http://www.publico.pt/economia/noticia/ausencia-de-acordo-na-omc-e-preferivel-a-distorcao-dos-precos-na-agricultura-1615237
05/12/2013 - 21:13
Delegação portuguesa na conferência ministerial da Organização Mundial
do Comércio (OMC), em Bali (Indonésia), defende que os países não
podem "cair na tentação de ter acordo a qualquer custo".
No penúltimo dia da conferência de Bali, o secretário de Estado
Adjunto e da Economia, Leonardo Mathias, citado pela Lusa, defendeu
que "o acordo tem de ser viável para as partes, mas equilibrado e
construtivo para um mundo de comércio mais livre e mais equilibrado".
Também em Bali, o secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Bruno
Maçães, avisou, na sessão plenária da conferência que decorreu na
quinta-feira que, se não houver acordo, "haverá um retrocesso e todos
os esforços feitos até agora serão anulados". Bruno Maçães realçou
que, para Portugal, "um acordo ambicioso e justo é uma absoluta
prioridade".
No entanto, aludindo à posição indiana, Leonardo Mathias, citado pela
Lusa, advertiu que não se pode "encontrar regimes de excepção para um
país sobre uma matéria, senão os acordos vão passar a ser regimes de
excepção para tudo e mais alguma coisa". "Tanto Portugal como a União
Europeia consideram que não deve haver distorções no mercado e para
Portugal é importante o mercado do arroz, por exemplo, e outros
mercados dos cereais, que obviamente estão inseridos no âmbito mais
lato da Política Agrícola Comum, mas que não deixam de ser relevantes
se houver uma possível distorção", avisou o secretário de Estado.
Ainda assim, Leonardo Mathias destacou que o "pacote de Bali" é
positivo para Portugal, porque implica uma redução dos custos de
transacção na ordem dos 10%.
Na quinta-feira, em conferência de imprensa o ministro do Comércio e
Indústria Índia, Anand Sharma, reforçou o aviso que tinha deixado na
sessão plenária da OMC no dia anterior, quando afirmou que a questão
da segurança alimentar "não é negociável".
Em declarações ao PÚBLICO, na terça-feira, antes de as sessões
plenárias terem início, o presidente da comissão de comércio
internacional do Parlamento Europeu, Vital Moreira apontava para uma
"hipótese de 50% de sucesso de um acordo". Na quarta-feira, depois da
intervenção de Sharma na sessão plenária, segundo a Lusa, Vital
Moreira revia em baixa as previsões para a "80% de hipóteses de
falhanço".
O secretário de Estado Adjunto e da Economia, afirmou que Portugal
está "sensibilizado" as questão relacionadas com a agricultura
levantadas pela Índia, mas destacou que "quanto mais liberalizado for
o comércio, mais terão a ganhar as economias em desenvolvimento".
Segundo a agência Lusa, a delegação portuguesa em Bali, composta por
Leonardo Mathias e por Bruno Maçães, encontrou-se com responsáveis de
Singapura, Angola, Arábia Saudita, Peru, Israel, Brasil e Indonésia.
O encontro entre os 160 membros da OMC (a adesão do Iémen foi aprovada
na quinta-feira) termina na sexta e não há acordo há vista. A
manter-se o cenário, a OMC falha em fechar o ciclo da ronda negocial
de Doha, iniciado em 2001.
http://www.publico.pt/economia/noticia/ausencia-de-acordo-na-omc-e-preferivel-a-distorcao-dos-precos-na-agricultura-1615237
OMC: Avanços e desilusões
JOSÉ MANUEL ROCHA
07/12/2013 - 19:20
Em Bali, interrompeu-se o impasse em que tinham caído as negociações
do chamado ciclo de Doha (Qatar), iniciado há 12 anos sem resultados
palpáveis na liberalização do comércio mundial.
A entrada de uma nova liderança parece que fez bem à Organização
Mundial do Comércio (OMC), que parecia condenada a uma certa
irrelevância.
O recém-eleito secretário-geral, o brasileiro Roberto Azevedo,
empenhou-se a fundo em conseguir resultados na conferência que
terminou na madrugada de sábado, em Bali, na Indonésia. E
conseguiu-os. São poucos, mas permitem que se interrompa, pelo menos,
o ciclo de decrepitude em que parecia ter caído a organização,
praticamente reduzida a uma espécie de tribunal que julga os "crimes"
comerciais cometidos pelos 159 países que a compõem.
O que se conseguiu em Bali foi, essencialmente, um compromisso para
acabar com os obstáculos logísticos e administrativos que são
frequentemente levantados nas fronteiras, a reafirmação do princípio
do fim dos subsídios à exportação de produtos agrícolas e um
compromisso para uma maior abertura dos mercados dos países ricos aos
produtos das nações mais pobres.
Isto é importante, mas os pontos mais delicados ficaram fora da sala
de reuniões e esses são os que mais constrangem um fluxo normal do
comércio entre os países. Desde logo, as tarifas aduaneiras, em que
continua a revelar-se impossível estabelecer uma pauta normativa que
constitua obrigação para todos e assim acabe com os fenómenos de
proteccionismo. Depois, os subsídios à produção, nomeadamente
agrícola, terreno no qual Estados Unidos e Europa muito reclamam,
esquecendo os generosos apoios que concedem aos seus agricultores,
apesar de muitas vezes sob a capa de inspiradoras intenções, como a
protecção ambiental e o bem estar animal ou ajuda alimentar a
populações estrangeiras.
Em Bali, interrompeu-se o impasse em que tinham caído as negociações
do chamado ciclo de Doha (Qatar), iniciado há 12 anos sem resultados
palpáveis na liberalização do comércio mundial. Mas o tempo perdido
pode ser difícil de recuperar. Durante mais de uma década, países e
blocos de estados foram estabelecendo as suas próprias regras
bilaterais de convivência comercial que não serão atiradas ao mar com
um simples gesto.
http://www.publico.pt/economia/noticia/omc-avancos-e-desilusoes-1615477
07/12/2013 - 19:20
Em Bali, interrompeu-se o impasse em que tinham caído as negociações
do chamado ciclo de Doha (Qatar), iniciado há 12 anos sem resultados
palpáveis na liberalização do comércio mundial.
A entrada de uma nova liderança parece que fez bem à Organização
Mundial do Comércio (OMC), que parecia condenada a uma certa
irrelevância.
O recém-eleito secretário-geral, o brasileiro Roberto Azevedo,
empenhou-se a fundo em conseguir resultados na conferência que
terminou na madrugada de sábado, em Bali, na Indonésia. E
conseguiu-os. São poucos, mas permitem que se interrompa, pelo menos,
o ciclo de decrepitude em que parecia ter caído a organização,
praticamente reduzida a uma espécie de tribunal que julga os "crimes"
comerciais cometidos pelos 159 países que a compõem.
O que se conseguiu em Bali foi, essencialmente, um compromisso para
acabar com os obstáculos logísticos e administrativos que são
frequentemente levantados nas fronteiras, a reafirmação do princípio
do fim dos subsídios à exportação de produtos agrícolas e um
compromisso para uma maior abertura dos mercados dos países ricos aos
produtos das nações mais pobres.
Isto é importante, mas os pontos mais delicados ficaram fora da sala
de reuniões e esses são os que mais constrangem um fluxo normal do
comércio entre os países. Desde logo, as tarifas aduaneiras, em que
continua a revelar-se impossível estabelecer uma pauta normativa que
constitua obrigação para todos e assim acabe com os fenómenos de
proteccionismo. Depois, os subsídios à produção, nomeadamente
agrícola, terreno no qual Estados Unidos e Europa muito reclamam,
esquecendo os generosos apoios que concedem aos seus agricultores,
apesar de muitas vezes sob a capa de inspiradoras intenções, como a
protecção ambiental e o bem estar animal ou ajuda alimentar a
populações estrangeiras.
Em Bali, interrompeu-se o impasse em que tinham caído as negociações
do chamado ciclo de Doha (Qatar), iniciado há 12 anos sem resultados
palpáveis na liberalização do comércio mundial. Mas o tempo perdido
pode ser difícil de recuperar. Durante mais de uma década, países e
blocos de estados foram estabelecendo as suas próprias regras
bilaterais de convivência comercial que não serão atiradas ao mar com
um simples gesto.
http://www.publico.pt/economia/noticia/omc-avancos-e-desilusoes-1615477
Azeitona: campanha decorre segundo expectativas da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos
________________________________
Completa-se hoje o primeiro mês do início da campanha olivícola
2013/2014, na Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos. Para já, e
segundo Francisco Gil, gerente da empresa, a campanha está a decorrer
segundo as expectativas iniciais. O responsável explicou que, até ao
momento já foram entregues 10 milhões de quilos de azeitona de boa
qualidade. Caso não hajam nenhuns imprevistos, a Cooperativa espera
alcançar resultados semelhantes aos de há dois anos atrás.
http://www.radioplanicie.com/gestao/noticias/index_noticias.php?noticia=8963
Completa-se hoje o primeiro mês do início da campanha olivícola
2013/2014, na Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos. Para já, e
segundo Francisco Gil, gerente da empresa, a campanha está a decorrer
segundo as expectativas iniciais. O responsável explicou que, até ao
momento já foram entregues 10 milhões de quilos de azeitona de boa
qualidade. Caso não hajam nenhuns imprevistos, a Cooperativa espera
alcançar resultados semelhantes aos de há dois anos atrás.
http://www.radioplanicie.com/gestao/noticias/index_noticias.php?noticia=8963
PRODER apoia 24 projectos no Douro Superior
Torre de Moncorvo
» 1,2 milhões de euros impulsionam desenvolvimento rural em quatro
municípios durienses
Mais de 600 mil euros foram atribuídos pelo PRODER a 24 projectos no
Douro Superior. O investimento total é de um milhão e 200 mil euros.
Na cerimónia de entrega dos contratos de financiamento, na passada
quarta-feira, a gestora do programa salientou o dinamismo dos
empresários da região no sector agrícola. "Este é um financiamento que
é transversal para a dinamização das zonas rurais, parte do
investimento agrícola que é muito forte nesta região sobretudo no
sector da fruta, do vinho e do mel pois há centenas de jovens a
instalar-se", refere Gabriela Ventura, acrescentando que "em
complemento deste investimento aparecem depois outras actividades
muito criadoras de postos de trabalho".
Os empresários contemplados com este apoio realçam que sem o
financiamento seria mais complicado ou até mesmo impossível
concretizar os projectos. "Neste momento era impossível e isto caba
por ser um incentivo e uma mais-valia para mim e para a terra",
considera Maria Beatriz. "Sem o apoio é sempre mais difícil, embora
também não seja solução para todos os males. Espero conseguir
aproveitar este apoio para contrariar outros males e tornar aspectos
negativos em aspectos positivos", refere António Andrês.
Desenvolver agricultura
O presidente da Associação de Desenvolvimento do Douro Superior diz
que este dinheiro vem ajudar a desenvolver a agricultura da região.
"Serve para desenvolver a agricultura da região e tudo o que se faça a
favor destes concelhos é tudo bem-vindo. Estes apoios são fundamentais
porque a agricultura tem de ser ajudada e se assim não fosse muitos
projectos ficavam pelo caminho", afirma Dinis Cordeiro.
Caixa
Museu da Cera inaugurado em Felgueiras
No mesmo dia foi ainda inaugurado na aldeia de Felgueiras, Torre de
Moncorvo, o Museu da Cera, único na Europa. O antigo lagar foi
recuperado e transformado em local memória, num projecto financiado
pelo PRODER.
O presidente da Junta de Freguesia explica que "aqui pode ver-se todo
o processo de fabrico da cera, desde a recolha da matéria-prima que
era retirada de colemias, passava depois para cera virgem e depois
compactada em pães de cera". Depois "os cereeiros transformavam-na em
suas casas, em velas para igrejas", acrescenta Adriano Martins,
salientando que estas velas "eram vendidas em todo o país e abastecia
grande parte do Nordeste Transmontano".
Na década de 60 chegaram a ser 30 os cereeiros nesta freguesia. Hoje
há apenas dois.
http://www.jornalnordeste.com/noticia.asp?idEdicao=501&id=19558&idSeccao=4473&Action=noticia
» 1,2 milhões de euros impulsionam desenvolvimento rural em quatro
municípios durienses
Mais de 600 mil euros foram atribuídos pelo PRODER a 24 projectos no
Douro Superior. O investimento total é de um milhão e 200 mil euros.
Na cerimónia de entrega dos contratos de financiamento, na passada
quarta-feira, a gestora do programa salientou o dinamismo dos
empresários da região no sector agrícola. "Este é um financiamento que
é transversal para a dinamização das zonas rurais, parte do
investimento agrícola que é muito forte nesta região sobretudo no
sector da fruta, do vinho e do mel pois há centenas de jovens a
instalar-se", refere Gabriela Ventura, acrescentando que "em
complemento deste investimento aparecem depois outras actividades
muito criadoras de postos de trabalho".
Os empresários contemplados com este apoio realçam que sem o
financiamento seria mais complicado ou até mesmo impossível
concretizar os projectos. "Neste momento era impossível e isto caba
por ser um incentivo e uma mais-valia para mim e para a terra",
considera Maria Beatriz. "Sem o apoio é sempre mais difícil, embora
também não seja solução para todos os males. Espero conseguir
aproveitar este apoio para contrariar outros males e tornar aspectos
negativos em aspectos positivos", refere António Andrês.
Desenvolver agricultura
O presidente da Associação de Desenvolvimento do Douro Superior diz
que este dinheiro vem ajudar a desenvolver a agricultura da região.
"Serve para desenvolver a agricultura da região e tudo o que se faça a
favor destes concelhos é tudo bem-vindo. Estes apoios são fundamentais
porque a agricultura tem de ser ajudada e se assim não fosse muitos
projectos ficavam pelo caminho", afirma Dinis Cordeiro.
Caixa
Museu da Cera inaugurado em Felgueiras
No mesmo dia foi ainda inaugurado na aldeia de Felgueiras, Torre de
Moncorvo, o Museu da Cera, único na Europa. O antigo lagar foi
recuperado e transformado em local memória, num projecto financiado
pelo PRODER.
O presidente da Junta de Freguesia explica que "aqui pode ver-se todo
o processo de fabrico da cera, desde a recolha da matéria-prima que
era retirada de colemias, passava depois para cera virgem e depois
compactada em pães de cera". Depois "os cereeiros transformavam-na em
suas casas, em velas para igrejas", acrescenta Adriano Martins,
salientando que estas velas "eram vendidas em todo o país e abastecia
grande parte do Nordeste Transmontano".
Na década de 60 chegaram a ser 30 os cereeiros nesta freguesia. Hoje
há apenas dois.
http://www.jornalnordeste.com/noticia.asp?idEdicao=501&id=19558&idSeccao=4473&Action=noticia
Universidade lança doutoramento para melhorar alimentos
VILA REAL
por Lusa, publicado por ABF03 dezembro 20134 comentários
A Universidade de Vila Real lança hoje as candidaturas de um curso de
doutoramento internacional "inédito" que visa desenvolver cadeias de
produção sustentáveis e melhorar a qualidade dos alimentos hortícolas,
anunciou fonte da instituição.
O doutoramento "Cadeias de Produção Agrícola -- da mesa ao campo -
AgriChains" é uma iniciativa do Centro de Investigação e de
Tecnologias Agroambientais e Biológicas (CITAB) da Universidade de
Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).
"Vem preencher uma lacuna a nível mundial, com uma abordagem
completamente nova em relação às cadeias de produção agrícola: é o
consumidor final que decide quais as características dos produtos que
pretende, mediante a intervenção em todo o processo de produção",
explicou, em comunicado, o diretor do curso, Eduardo Rosa.
Este processo passa pelo cultivo, crescimento, colheita, processamento e venda.
Os doutorandos terão formação específica em cada etapa do processo de
produção agrícola e acesso às grandes empresas do setor e às opiniões
dos consumidores, numa estratégia de conteúdos programáticos
integrados no próprio curso e de promoção de emprego, com seminários,
conferências e até estágios e projetos de investigação nessas mesmas
empresas.
Neste curso, cada aluno vai ter um acompanhamento personalizado.
"Vamos atribuir um tutor a cada estudante, assim que seja aceite no
nosso programa. O tutor vai conceder apoio pessoal e académico e terá
também um papel fundamental na seleção do orientador de dissertação do
doutorando", sustentou Eduardo Rosa.
Este doutoramento resulta de uma parceria entre o CITAB, o Centro de
Química de Vila Real (CQVR), a Universidade do Minho, (UMinho) a
Universidade de Wageningen (Holanda) e a Universidade Politécnica de
Valência (Espanha).
O AgriChains tem duração de quatro anos e inclui um programa de
mobilidade pelas quatro universidades parceiras.
Segundo Eduardo Rosa, estas "são instituições com excelente reputação
na investigação que desenvolvem no setor primário". O curso concede
ainda oito bolsas por ano, financiadas pela Fundação para a Ciência e
Tecnologia que suportam, além das propinas, deslocações e estadias
fora de Portugal.
As candidaturas decorrem no sítio de Internet www.agrichains.utad.pt
até 31 de dezembro, para a primeira edição do programa (2014-2017),
que tem início no primeiro trimestre de 2014.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3566413&page=-1
por Lusa, publicado por ABF03 dezembro 20134 comentários
A Universidade de Vila Real lança hoje as candidaturas de um curso de
doutoramento internacional "inédito" que visa desenvolver cadeias de
produção sustentáveis e melhorar a qualidade dos alimentos hortícolas,
anunciou fonte da instituição.
O doutoramento "Cadeias de Produção Agrícola -- da mesa ao campo -
AgriChains" é uma iniciativa do Centro de Investigação e de
Tecnologias Agroambientais e Biológicas (CITAB) da Universidade de
Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).
"Vem preencher uma lacuna a nível mundial, com uma abordagem
completamente nova em relação às cadeias de produção agrícola: é o
consumidor final que decide quais as características dos produtos que
pretende, mediante a intervenção em todo o processo de produção",
explicou, em comunicado, o diretor do curso, Eduardo Rosa.
Este processo passa pelo cultivo, crescimento, colheita, processamento e venda.
Os doutorandos terão formação específica em cada etapa do processo de
produção agrícola e acesso às grandes empresas do setor e às opiniões
dos consumidores, numa estratégia de conteúdos programáticos
integrados no próprio curso e de promoção de emprego, com seminários,
conferências e até estágios e projetos de investigação nessas mesmas
empresas.
Neste curso, cada aluno vai ter um acompanhamento personalizado.
"Vamos atribuir um tutor a cada estudante, assim que seja aceite no
nosso programa. O tutor vai conceder apoio pessoal e académico e terá
também um papel fundamental na seleção do orientador de dissertação do
doutorando", sustentou Eduardo Rosa.
Este doutoramento resulta de uma parceria entre o CITAB, o Centro de
Química de Vila Real (CQVR), a Universidade do Minho, (UMinho) a
Universidade de Wageningen (Holanda) e a Universidade Politécnica de
Valência (Espanha).
O AgriChains tem duração de quatro anos e inclui um programa de
mobilidade pelas quatro universidades parceiras.
Segundo Eduardo Rosa, estas "são instituições com excelente reputação
na investigação que desenvolvem no setor primário". O curso concede
ainda oito bolsas por ano, financiadas pela Fundação para a Ciência e
Tecnologia que suportam, além das propinas, deslocações e estadias
fora de Portugal.
As candidaturas decorrem no sítio de Internet www.agrichains.utad.pt
até 31 de dezembro, para a primeira edição do programa (2014-2017),
que tem início no primeiro trimestre de 2014.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3566413&page=-1
Órgão agrícola chinês acalma expectativas sobre reforma
Reformas não devem chegar a dar carta branca às empresas comerciais
para comprar terras e devem focar mais na criação de fazendas
familiares maiores
Agricultura: a China revelou no mês passado seu mais ousado plano de
reforma agrária em décadas, permitindo oficialmente que terras
agrícolas de propriedade coletiva
Pequim - As novas reformas rurais na China não devem chegar a dar
carta branca às empresas comerciais para comprar terras e devem focar
mais na criação de fazendasfamiliares maiores, disse o principal órgão
agrícola do país em comentários publicados nesta quinta-feira.
A China revelou no mês passado seu mais ousado plano de reforma
agrária em décadas, permitindo oficialmente que terras agrícolas de
propriedade coletiva, um legado da economia planejada, possam ser
transferidas, alugadas ou agrupadas, mas as autoridades pediram
cautela, dizendo aos governos locais para não "agir apressadamente".
O chefe do grupo de trabalho do Partido Comunista para assuntos
rurais, Chen Xiwen, disse ao jornal oficial Diário do Povo que as
reformas agrárias tinha sido "mal interpretadas", e que "pré-condições
e restrições claras" irão guiar a reorganização.
A prioridade para o país mais populoso do mundo é garantir terras
suficientes e mão de obra rural para manter a segurança alimentar,
após décadas de expansão industrial e um êxodo dos trabalhadores
rurais para as cidades.
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/orgao-agricola-chines-acalma-expectativas-sobre-reforma
para comprar terras e devem focar mais na criação de fazendas
familiares maiores
Agricultura: a China revelou no mês passado seu mais ousado plano de
reforma agrária em décadas, permitindo oficialmente que terras
agrícolas de propriedade coletiva
Pequim - As novas reformas rurais na China não devem chegar a dar
carta branca às empresas comerciais para comprar terras e devem focar
mais na criação de fazendasfamiliares maiores, disse o principal órgão
agrícola do país em comentários publicados nesta quinta-feira.
A China revelou no mês passado seu mais ousado plano de reforma
agrária em décadas, permitindo oficialmente que terras agrícolas de
propriedade coletiva, um legado da economia planejada, possam ser
transferidas, alugadas ou agrupadas, mas as autoridades pediram
cautela, dizendo aos governos locais para não "agir apressadamente".
O chefe do grupo de trabalho do Partido Comunista para assuntos
rurais, Chen Xiwen, disse ao jornal oficial Diário do Povo que as
reformas agrárias tinha sido "mal interpretadas", e que "pré-condições
e restrições claras" irão guiar a reorganização.
A prioridade para o país mais populoso do mundo é garantir terras
suficientes e mão de obra rural para manter a segurança alimentar,
após décadas de expansão industrial e um êxodo dos trabalhadores
rurais para as cidades.
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/orgao-agricola-chines-acalma-expectativas-sobre-reforma
Acordo da OMC era «condição prévia para Portugal dar o salto»
O secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Bruno Maçães, destacou
que o acordo da Organização Mundial do Comércio (OMC), aprovado esta
manhã em Bali, na Indonésia, era «quase uma condição prévia para
Portugal dar o salto» nos mercados globais.
Numa altura em que Portugal está a aumentar as exportações, sobretudo
para fora da Europa, o Acordo de Facilitação do Comércio era
"fundamental", representando "quase uma condição prévia para Portugal
dar o salto para ter uma posição muito mais importante nos mercados
globais", disse o governante à agência Lusa.
Bruno Maçães reforçou que "a burocracia alfandegária em mercados
difíceis" será combatida "com disposições muito claras" que garantem,
por exemplo, que "os bens em alfandegas têm de ser despachados no
período mais breve possível".
Estas mudanças, que permitirão a Portugal reduzir os custos de
transação em cerca de 10 por cento, deverão começar a ser visíveis
"dentro de alguns meses" nalguns mercados, dependendo da rapidez na
implementação das medidas em cada país, explicou.
Bruno Maçães sublinhou que o 'pacote de Bali' abre as portas a "uma
nova era do comércio internacional" e permitirá ainda o combate ao
desemprego em Portugal, algo que, na sua visão, passa por um aumento
das exportações, sobretudo para fora da União Europeia.
O secretário de Estado frisou que Portugal, "tal como a totalidade dos
países da União Europeia", sai "muito satisfeito" da ilha de Bali,
sobretudo por garantir que a OMC "prospera e continua a ser um fórum
privilegiado para discutir e decidir questões de comércio
internacional", algo "muito importante para países como Portugal".
O primeiro acordo da OMC, formada em 1995, era visto como decisivo
para o futuro da organização, mas só durante a última madrugada, após
quatro dias de intensa discussão em Bali precedidos por dez semanas de
negociações em Genebra, é que a Índia, líder dos 46 países em
desenvolvimento do "G33", e os Estados Unidos se entenderam.
O 'pacote de Bali' determina que não serão aplicadas sanções à Índia e
a outros países em desenvolvimento que ultrapassem os 10% de
subvenções à agricultura, até que se chegue a uma solução permanente
sobre o assunto, algo que deverá acontecer na 11.ª conferência
ministerial da OMC, prevista para daqui a quatro anos.
Em contrapartida, estes países ficam sujeitos a salvaguardas para
impedir que os seus programas de segurança alimentar distorçam os
preços dos produtos agrícolas no mercado, algo que também preocupava
Portugal.
Além disso, esta medida aplicar-se-á apenas aos programas existentes e
não àqueles que vierem a ser criados, o que, segundo o secretário de
Estado dos Assuntos Europeus, "era uma causa de preocupação".
Após alcançado um acordo entre a Índia e os Estados Unidos, já a altas
horas da madrugada, Cuba, com a solidariedade da Venezuela, Bolívia e
Nicarágua - os países da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba)
-, rejeitou o documento, levantando a questão do embargo comercial
norte-americano ao país.
Segundo Bruno Maçães, esta questão "teve de ser alvo de discussões
cuidadosas" e terminou com uma formulação nas conclusões da
conferência que reafirma o princípio da não-discriminação, que faz
parte do legado da OMC.
Dinheiro Digital com Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=208186
que o acordo da Organização Mundial do Comércio (OMC), aprovado esta
manhã em Bali, na Indonésia, era «quase uma condição prévia para
Portugal dar o salto» nos mercados globais.
Numa altura em que Portugal está a aumentar as exportações, sobretudo
para fora da Europa, o Acordo de Facilitação do Comércio era
"fundamental", representando "quase uma condição prévia para Portugal
dar o salto para ter uma posição muito mais importante nos mercados
globais", disse o governante à agência Lusa.
Bruno Maçães reforçou que "a burocracia alfandegária em mercados
difíceis" será combatida "com disposições muito claras" que garantem,
por exemplo, que "os bens em alfandegas têm de ser despachados no
período mais breve possível".
Estas mudanças, que permitirão a Portugal reduzir os custos de
transação em cerca de 10 por cento, deverão começar a ser visíveis
"dentro de alguns meses" nalguns mercados, dependendo da rapidez na
implementação das medidas em cada país, explicou.
Bruno Maçães sublinhou que o 'pacote de Bali' abre as portas a "uma
nova era do comércio internacional" e permitirá ainda o combate ao
desemprego em Portugal, algo que, na sua visão, passa por um aumento
das exportações, sobretudo para fora da União Europeia.
O secretário de Estado frisou que Portugal, "tal como a totalidade dos
países da União Europeia", sai "muito satisfeito" da ilha de Bali,
sobretudo por garantir que a OMC "prospera e continua a ser um fórum
privilegiado para discutir e decidir questões de comércio
internacional", algo "muito importante para países como Portugal".
O primeiro acordo da OMC, formada em 1995, era visto como decisivo
para o futuro da organização, mas só durante a última madrugada, após
quatro dias de intensa discussão em Bali precedidos por dez semanas de
negociações em Genebra, é que a Índia, líder dos 46 países em
desenvolvimento do "G33", e os Estados Unidos se entenderam.
O 'pacote de Bali' determina que não serão aplicadas sanções à Índia e
a outros países em desenvolvimento que ultrapassem os 10% de
subvenções à agricultura, até que se chegue a uma solução permanente
sobre o assunto, algo que deverá acontecer na 11.ª conferência
ministerial da OMC, prevista para daqui a quatro anos.
Em contrapartida, estes países ficam sujeitos a salvaguardas para
impedir que os seus programas de segurança alimentar distorçam os
preços dos produtos agrícolas no mercado, algo que também preocupava
Portugal.
Além disso, esta medida aplicar-se-á apenas aos programas existentes e
não àqueles que vierem a ser criados, o que, segundo o secretário de
Estado dos Assuntos Europeus, "era uma causa de preocupação".
Após alcançado um acordo entre a Índia e os Estados Unidos, já a altas
horas da madrugada, Cuba, com a solidariedade da Venezuela, Bolívia e
Nicarágua - os países da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba)
-, rejeitou o documento, levantando a questão do embargo comercial
norte-americano ao país.
Segundo Bruno Maçães, esta questão "teve de ser alvo de discussões
cuidadosas" e terminou com uma formulação nas conclusões da
conferência que reafirma o princípio da não-discriminação, que faz
parte do legado da OMC.
Dinheiro Digital com Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=208186
sábado, 7 de dezembro de 2013
Conselho de Ministros aprova verba para fazer cadastro em sete municípios
06-12-2013
O Conselho de Ministros aprovou a realização da despesa plurianual com
a aquisição de serviços de execução do cadastro predial para sete
municípios, no âmbito do Sistema Nacional de Exploração e Gestão de
Informação Cadastral (Sinergic).
Segundo o comunicado, a despesa, cujo valor não é referido, diz
respeito aos municípios de Paredes, Penafiel, Oliveira do Hospital,
Seia, Tavira, São Brás de Alportel e Loulé.
A 29 de Novembro, o secretário de Estado do Ordenamento do Território
e da Conservação da Natureza, Miguel de Castro Neto, informou que o
processo de cadastro só deverá arrancar em 2014.
Miguel de Castro Neto indicou que num trabalho articulado entre a
tutela do ordenamento do território e os ministérios do Ambiente,
Justiça e Finanças prevê-se que «durante o ano de 2014 se arranque
efectivamente com o sistema nacional de informação cadastral».
«É nosso objectivo ter pelo menos em discussão essa lei até ao final
do ano para no início do ano termos cá fora o arranque oficial do
cadastro», informou. Na página da internet da Direcção-geral do
Território na secção de projectos em curso, lê-se que no dia 01 de
Julho de 2013 iniciou-se a «operação de execução do cadastro predial
no município de Loulé».
Em Novembro de 2011, o Governo garantia que iria concretizar o
cadastro do território, mas «num modelo diferente do actualmente
definido, que custaria mil milhões de euros e demoraria 30 anos a
concretizar».
«Vamos continuar o projecto do cadastro, mas não neste modelo, que
poderia custar mil milhões de euros, quando estendido a todo o
território, e iria prolongar-se por 30 anos, ou seja, não ia
fazer-se», afirmou à agência Lusa o então secretário de Estado Pedro
Afonso de Paulo.
No final de Setembro desse ano, a ministra Assunção Cristas já tinha
referido que o Governo estava a estudar soluções alternativas ao
levantamento cadastral do território, mais baratas, mas que tivessem
«a mesma função».
As previsões da anterior tutela indicavam que o cadastro do território
nacional deveria estar concluído em 2016 e que no total custaria entre
700 milhões e mil milhões de euros.
Em 2011, assinalava-se que a elaboração do cadastro do território
abrangia numa primeira fase sete municípios, escolhidos tendo em conta
o risco florestal.
O Projecto Experimental de Cadastro para Áreas com Elevado Risco de
Incêndio Florestal (SiNErGIC) inclui os concelhos de Penafiel,
Paredes, Seia, Oliveira do Hospital, Loulé, Tavira e São Brás de
Alportel.
No final de Outubro, num ponto de situação do processo feito a pedido
da agência Lusa, o Ministério do Ambiente revelou que, apesar de a
Autoridade Florestal Nacional (AFN) ter reservado a sua componente de
financiamento, ainda não tinha sido possível efectuar o pagamento aos
consórcios responsáveis pela execução do cadastro, por razões alheias
àquela entidade.
Quanto à execução cadastral no âmbito do projecto piloto envolvendo as
Zonas de Intervenção Florestal (ZIF) de Ponte de Lima, Alcofra
(Vouzela) e Penedos (Góis), o processo já tinha arrancado.
Em Junho de 2011, registava-se que dois anos depois de ter sido
anunciado o concurso público internacional, a elaboração do cadastro
deveria arrancar nesse Verão nos sete municípios piloto.
Nesses municípios o custo do cadastro estava estimado em 30 milhões de
euros. O Sinergic foi criado em 2006 para dotar o país de um cadastro
completo da propriedade fundiária.
Fonte: Lusa
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48176.aspx
O Conselho de Ministros aprovou a realização da despesa plurianual com
a aquisição de serviços de execução do cadastro predial para sete
municípios, no âmbito do Sistema Nacional de Exploração e Gestão de
Informação Cadastral (Sinergic).
Segundo o comunicado, a despesa, cujo valor não é referido, diz
respeito aos municípios de Paredes, Penafiel, Oliveira do Hospital,
Seia, Tavira, São Brás de Alportel e Loulé.
A 29 de Novembro, o secretário de Estado do Ordenamento do Território
e da Conservação da Natureza, Miguel de Castro Neto, informou que o
processo de cadastro só deverá arrancar em 2014.
Miguel de Castro Neto indicou que num trabalho articulado entre a
tutela do ordenamento do território e os ministérios do Ambiente,
Justiça e Finanças prevê-se que «durante o ano de 2014 se arranque
efectivamente com o sistema nacional de informação cadastral».
«É nosso objectivo ter pelo menos em discussão essa lei até ao final
do ano para no início do ano termos cá fora o arranque oficial do
cadastro», informou. Na página da internet da Direcção-geral do
Território na secção de projectos em curso, lê-se que no dia 01 de
Julho de 2013 iniciou-se a «operação de execução do cadastro predial
no município de Loulé».
Em Novembro de 2011, o Governo garantia que iria concretizar o
cadastro do território, mas «num modelo diferente do actualmente
definido, que custaria mil milhões de euros e demoraria 30 anos a
concretizar».
«Vamos continuar o projecto do cadastro, mas não neste modelo, que
poderia custar mil milhões de euros, quando estendido a todo o
território, e iria prolongar-se por 30 anos, ou seja, não ia
fazer-se», afirmou à agência Lusa o então secretário de Estado Pedro
Afonso de Paulo.
No final de Setembro desse ano, a ministra Assunção Cristas já tinha
referido que o Governo estava a estudar soluções alternativas ao
levantamento cadastral do território, mais baratas, mas que tivessem
«a mesma função».
As previsões da anterior tutela indicavam que o cadastro do território
nacional deveria estar concluído em 2016 e que no total custaria entre
700 milhões e mil milhões de euros.
Em 2011, assinalava-se que a elaboração do cadastro do território
abrangia numa primeira fase sete municípios, escolhidos tendo em conta
o risco florestal.
O Projecto Experimental de Cadastro para Áreas com Elevado Risco de
Incêndio Florestal (SiNErGIC) inclui os concelhos de Penafiel,
Paredes, Seia, Oliveira do Hospital, Loulé, Tavira e São Brás de
Alportel.
No final de Outubro, num ponto de situação do processo feito a pedido
da agência Lusa, o Ministério do Ambiente revelou que, apesar de a
Autoridade Florestal Nacional (AFN) ter reservado a sua componente de
financiamento, ainda não tinha sido possível efectuar o pagamento aos
consórcios responsáveis pela execução do cadastro, por razões alheias
àquela entidade.
Quanto à execução cadastral no âmbito do projecto piloto envolvendo as
Zonas de Intervenção Florestal (ZIF) de Ponte de Lima, Alcofra
(Vouzela) e Penedos (Góis), o processo já tinha arrancado.
Em Junho de 2011, registava-se que dois anos depois de ter sido
anunciado o concurso público internacional, a elaboração do cadastro
deveria arrancar nesse Verão nos sete municípios piloto.
Nesses municípios o custo do cadastro estava estimado em 30 milhões de
euros. O Sinergic foi criado em 2006 para dotar o país de um cadastro
completo da propriedade fundiária.
Fonte: Lusa
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48176.aspx
Helix vence Óscar de Embalagem 2013
por Ana Rita Costa3 de Dezembro - 2013
Helix, a solução de packaging para o segmento de vinhos de consumo
rápido desenvolvida pela Corticeira Amorim e pela O-I, venceu o Óscar
de Embalagem 2013, prémio promovido pela revista francesa Emballages
Magazine.
Helix junta uma rolha de cortiça ergonómica e uma garrafa de vidro com
uma rosca interior no gargalo para uma abertura fácil que ainda assim,
e de acordo com a marca, "mantém os benefícios de qualidade,
performance técnica, durabilidade e sustentabilidade, sempre
associados ao binómio rolha de cortiça/vidro."
Helix resulta de uma parceria de quatro anos entre a Corticeira Amorim
e a O-I e já está disponível em mercados como França, Reino Unido,
Estados Unidos da América e China.
http://www.enovitis.com/news.aspx?menuid=8&eid=5857&bl=1
Helix, a solução de packaging para o segmento de vinhos de consumo
rápido desenvolvida pela Corticeira Amorim e pela O-I, venceu o Óscar
de Embalagem 2013, prémio promovido pela revista francesa Emballages
Magazine.
Helix junta uma rolha de cortiça ergonómica e uma garrafa de vidro com
uma rosca interior no gargalo para uma abertura fácil que ainda assim,
e de acordo com a marca, "mantém os benefícios de qualidade,
performance técnica, durabilidade e sustentabilidade, sempre
associados ao binómio rolha de cortiça/vidro."
Helix resulta de uma parceria de quatro anos entre a Corticeira Amorim
e a O-I e já está disponível em mercados como França, Reino Unido,
Estados Unidos da América e China.
http://www.enovitis.com/news.aspx?menuid=8&eid=5857&bl=1
Projeto português finalista dos CAP Communication Awards
por Ana Rita Costa6 de Dezembro - 2013
O projeto "Disseminação de boas práticas para a biodiversidade na
aplicação de compromissos agroambientais" foi escolhido como um dos
finalistas para o Prémio da Comissão Europeia "CAP Communication
Awards 2013", na categoria Communication to stakeholders.
Desenvolvido em parceria com a CAP - Confederação dos Agricultores de
Portugal, no âmbito do Programa da Rede Rural Nacional, este projeto
tinha como objetivo o diálogo e a troca de experiências entre
agricultores e gestores da terra, em especial no que respeita à
aplicabilidade quer das atuais medidas agroambientais no âmbito do
PRODER, quer de outras práticas ambientais pró-biodiversidade
adequadas à realidade agrícola local e regional.
Os vencedores serão anunciados na cerimónia do prémio CAP
Communication Awards 2013 no dia 9 de dezembro, em Bruxelas.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7777&bl=1
O projeto "Disseminação de boas práticas para a biodiversidade na
aplicação de compromissos agroambientais" foi escolhido como um dos
finalistas para o Prémio da Comissão Europeia "CAP Communication
Awards 2013", na categoria Communication to stakeholders.
Desenvolvido em parceria com a CAP - Confederação dos Agricultores de
Portugal, no âmbito do Programa da Rede Rural Nacional, este projeto
tinha como objetivo o diálogo e a troca de experiências entre
agricultores e gestores da terra, em especial no que respeita à
aplicabilidade quer das atuais medidas agroambientais no âmbito do
PRODER, quer de outras práticas ambientais pró-biodiversidade
adequadas à realidade agrícola local e regional.
Os vencedores serão anunciados na cerimónia do prémio CAP
Communication Awards 2013 no dia 9 de dezembro, em Bruxelas.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7777&bl=1
Presidente da Central de Cervejas defende baixa de IVA na restauração em 2014
Lusa05 Dez, 2013, 14:31
O presidente executivo da Sociedade Central de Cervejas (SCC) defendeu
hoje que o Governo deveria "reconsiderar" e baixar o imposto sobre o
consumo (IVA) na restauração de 23% para 13% a partir de julho de
2014.
Num encontro com jornalistas em Vialonga, onde é produzida a cerveja
Sagres, Ronald den Elzen afirmou que o Governo deve "reconsiderar no
segundo semestre em baixar o IVA" no setor da restauração.
Quando questionado para quanto, Ronald den Elzen apontou "13%", taxa
anterior ao aumento decidido pelo atual Executivo liderado por Passos
Coelho.
"Sei que são decisões difíceis", comentou, acrescentando que a baixa
do IVA pode permitir "acelerar a entrada de turistas em Portugal", já
que a taxa aplicada em Espanha é muito mais reduzida do que a
portuguesa.
"O IVA está a matar" o canal Horeca, que inclui Hotéis, Restaurantes e
Cafés, salientando que todas as semanas fecham cerca de 250
estabelecimentos, o que representará cerca de 10.000 unidades no final
do ano.
O presidente executivo da SCC, que é detida por sua vez pelo grupo
Heineken, lembrou que Portugal já não está tecnicamente em recessão,
tem "uma infraestrutura fantástica", "boa Educação", "melhor inglês
que noutros países" e lamentou a vaga de emigração a que o país tem
assistido.
"Temos de parar com a austeridade e o anúncio de cortes e apostar no
crescimento", disse.
Apontou que a vaga emigratória de portugueses com qualificações poderá
ter implicações nos próximos 10 anos no país.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=700995&tm=6&layout=121&visual=49
O presidente executivo da Sociedade Central de Cervejas (SCC) defendeu
hoje que o Governo deveria "reconsiderar" e baixar o imposto sobre o
consumo (IVA) na restauração de 23% para 13% a partir de julho de
2014.
Num encontro com jornalistas em Vialonga, onde é produzida a cerveja
Sagres, Ronald den Elzen afirmou que o Governo deve "reconsiderar no
segundo semestre em baixar o IVA" no setor da restauração.
Quando questionado para quanto, Ronald den Elzen apontou "13%", taxa
anterior ao aumento decidido pelo atual Executivo liderado por Passos
Coelho.
"Sei que são decisões difíceis", comentou, acrescentando que a baixa
do IVA pode permitir "acelerar a entrada de turistas em Portugal", já
que a taxa aplicada em Espanha é muito mais reduzida do que a
portuguesa.
"O IVA está a matar" o canal Horeca, que inclui Hotéis, Restaurantes e
Cafés, salientando que todas as semanas fecham cerca de 250
estabelecimentos, o que representará cerca de 10.000 unidades no final
do ano.
O presidente executivo da SCC, que é detida por sua vez pelo grupo
Heineken, lembrou que Portugal já não está tecnicamente em recessão,
tem "uma infraestrutura fantástica", "boa Educação", "melhor inglês
que noutros países" e lamentou a vaga de emigração a que o país tem
assistido.
"Temos de parar com a austeridade e o anúncio de cortes e apostar no
crescimento", disse.
Apontou que a vaga emigratória de portugueses com qualificações poderá
ter implicações nos próximos 10 anos no país.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=700995&tm=6&layout=121&visual=49
Portugal prefere ausência de acordo na OMC a "distorção" dos preços na agricultura
Lusa
16:30 Quinta feira, 5 de dezembro de 2013
Bali, Indonésia, 05 dez (Lusa) - O secretário de Estado Adjunto e da
Economia, Leonardo Mathias, considerou hoje em Bali, na Indonésia que
é preferível não haver um entendimento no âmbito da Organização
Mundial do Comércio (OMC) do que ter um acordo que distorça os preços
dos produtos agrícolas.
A menos de 24 horas do final da conferência ministerial da OMC na ilha
indonésia de Bali, o governante português considerou, em declarações à
agência Lusa, que "qualquer negociação tem de ser uma negociação boa
pós-Bali".
Nos últimos dias têm-se multiplicado as reuniões para tentar alcançar
aquele que é visto como o acordo de salvação da OMC enquanto fórum de
discussão de acordos comerciais, dado que desde que a organização foi
formada, em 1995, não se chegou a qualquer entendimento.
http://expresso.sapo.pt/portugal-prefere-ausencia-de-acordo-na-omc-a-distorcao-dos-precos-na-agricultura=f844644
16:30 Quinta feira, 5 de dezembro de 2013
Bali, Indonésia, 05 dez (Lusa) - O secretário de Estado Adjunto e da
Economia, Leonardo Mathias, considerou hoje em Bali, na Indonésia que
é preferível não haver um entendimento no âmbito da Organização
Mundial do Comércio (OMC) do que ter um acordo que distorça os preços
dos produtos agrícolas.
A menos de 24 horas do final da conferência ministerial da OMC na ilha
indonésia de Bali, o governante português considerou, em declarações à
agência Lusa, que "qualquer negociação tem de ser uma negociação boa
pós-Bali".
Nos últimos dias têm-se multiplicado as reuniões para tentar alcançar
aquele que é visto como o acordo de salvação da OMC enquanto fórum de
discussão de acordos comerciais, dado que desde que a organização foi
formada, em 1995, não se chegou a qualquer entendimento.
http://expresso.sapo.pt/portugal-prefere-ausencia-de-acordo-na-omc-a-distorcao-dos-precos-na-agricultura=f844644
Parlamento Europeu: Produção de leite nas regiões ultraperiféricas após o fim das quotas leiteiras
Na próxima quarta-feira, o Parlamento Europeu vai votar um relatório
sobre a manutenção da produção de leite nas zonas montanhosas,
desfavorecidas e regiões ultraperiféricas após a expiração do regime
de quotas leiteiras, em 2015. O documento reconhece as especificidades
destas regiões, defendendo, por exemplo, a possibilidade de maiores
apoios à indústria para o transporte do leite, a necessidade de
promover o acesso a novos mercados e medidas para a produção artesanal
de produtos típicos locais.
O relatório da comissão parlamentar da Agricultura centra-se nos
territórios onde mais se vai sentir o impacto do fim das quotas
leiteiras, como é o caso dos Açores.
Os eurodeputados solicitam a concessão de apoio às empresas de
transformação, sobretudo às que pertencem a cooperativas, para
compensar os custos da recolha e produção de leite, incluindo a
produção e o transporte dos produtos acabados nestas zonas, que são
mais elevados do que nas regiões favorecidas.
Organizações de produtores
O agrupamento de produtores de leite em organizações de produtores
deve ser apoiado, de modo a permitir o acesso ao mercado de todas as
explorações e a criar parcerias para a promoção do turismo
agroambiental, diz o documento. As organizações de produtores devem
ter a possibilidade de criar programas operacionais financiados pela
UE e de promover o acesso a novos mercados.
Produção artesanal de produtos típicos
Os eurodeputados defendem a adopção de medidas para permitir a
produção artesanal de produtos típicos.
Apoios no âmbito do desenvolvimento rural
As medidas do segundo pilar da política agrícola comum (relativo ao
desenvolvimento rural), como os subsídios compensatórios, os prémios
agroambientais, as ajudas ao investimento individual ou colectivo na
produção, a transformação e a comercialização, as ajudas à instalação
de jovens agricultores, os apoios à qualidade, à diversificação, à
inovação e à cooperação, incluindo com as autoridades locais, "são de
suma importância para garantir a sustentabilidade da produção leiteira
nestas regiões", sublinha o relatório.
A comissão parlamentar da Agricultura solicita, por isso, que sejam
concedidos aos Estados-Membros e às regiões "o enquadramento legal, o
nível de financiamento e a margem de manobra necessária para assegurar
o pagamento de subsídios compensatórios suficientes e bem
diferenciados e para promover formas de agricultura compatíveis com o
ambiente, sustentáveis e biológicas".
Os elevados custos de investimento na produção leiteira em zonas de
montanha e nas regiões ultraperiféricas - decorrentes das
características particulares do terreno, do afastamento destas
regiões, da elevada fragmentação de parcelas e da descontinuidade
geográfica das ilhas - devem ser "compensados de forma adequada no
âmbito do segundo pilar da PAC", acrescenta.
O relatório reconhece que a orografia e o clima restringem outros
tipos de actividade agrícola e que a diversidade agrícola é muito
limitada nestas zonas.
Associação entre a investigação e o sector do leite
Os parlamentares instam a Comissão Europeia e os Estados-Membros a
integrarem, nos programas comuns de investigação, as pastagens e a
produção de leite nas regiões desfavorecidas, com vista a encorajar
soluções inovadoras para estas zonas. Esta investigação deve ainda
procurar identificar os benefícios do leite e derivados para a saúde
dos consumidores.
Fonte: PE
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/06h.htm
sobre a manutenção da produção de leite nas zonas montanhosas,
desfavorecidas e regiões ultraperiféricas após a expiração do regime
de quotas leiteiras, em 2015. O documento reconhece as especificidades
destas regiões, defendendo, por exemplo, a possibilidade de maiores
apoios à indústria para o transporte do leite, a necessidade de
promover o acesso a novos mercados e medidas para a produção artesanal
de produtos típicos locais.
O relatório da comissão parlamentar da Agricultura centra-se nos
territórios onde mais se vai sentir o impacto do fim das quotas
leiteiras, como é o caso dos Açores.
Os eurodeputados solicitam a concessão de apoio às empresas de
transformação, sobretudo às que pertencem a cooperativas, para
compensar os custos da recolha e produção de leite, incluindo a
produção e o transporte dos produtos acabados nestas zonas, que são
mais elevados do que nas regiões favorecidas.
Organizações de produtores
O agrupamento de produtores de leite em organizações de produtores
deve ser apoiado, de modo a permitir o acesso ao mercado de todas as
explorações e a criar parcerias para a promoção do turismo
agroambiental, diz o documento. As organizações de produtores devem
ter a possibilidade de criar programas operacionais financiados pela
UE e de promover o acesso a novos mercados.
Produção artesanal de produtos típicos
Os eurodeputados defendem a adopção de medidas para permitir a
produção artesanal de produtos típicos.
Apoios no âmbito do desenvolvimento rural
As medidas do segundo pilar da política agrícola comum (relativo ao
desenvolvimento rural), como os subsídios compensatórios, os prémios
agroambientais, as ajudas ao investimento individual ou colectivo na
produção, a transformação e a comercialização, as ajudas à instalação
de jovens agricultores, os apoios à qualidade, à diversificação, à
inovação e à cooperação, incluindo com as autoridades locais, "são de
suma importância para garantir a sustentabilidade da produção leiteira
nestas regiões", sublinha o relatório.
A comissão parlamentar da Agricultura solicita, por isso, que sejam
concedidos aos Estados-Membros e às regiões "o enquadramento legal, o
nível de financiamento e a margem de manobra necessária para assegurar
o pagamento de subsídios compensatórios suficientes e bem
diferenciados e para promover formas de agricultura compatíveis com o
ambiente, sustentáveis e biológicas".
Os elevados custos de investimento na produção leiteira em zonas de
montanha e nas regiões ultraperiféricas - decorrentes das
características particulares do terreno, do afastamento destas
regiões, da elevada fragmentação de parcelas e da descontinuidade
geográfica das ilhas - devem ser "compensados de forma adequada no
âmbito do segundo pilar da PAC", acrescenta.
O relatório reconhece que a orografia e o clima restringem outros
tipos de actividade agrícola e que a diversidade agrícola é muito
limitada nestas zonas.
Associação entre a investigação e o sector do leite
Os parlamentares instam a Comissão Europeia e os Estados-Membros a
integrarem, nos programas comuns de investigação, as pastagens e a
produção de leite nas regiões desfavorecidas, com vista a encorajar
soluções inovadoras para estas zonas. Esta investigação deve ainda
procurar identificar os benefícios do leite e derivados para a saúde
dos consumidores.
Fonte: PE
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/06h.htm
Investimento de 600 mil euros no novo Laboratório de Solos de Vila Real
05-12-2013 14:21 | Norte
Fonte: Agência Lusa
Vila Real, 05 dez (Lusa) -- A Universidade de Vila Real inaugura no
dia 13 o novo Laboratório de Solos e Plantas, que representa um
investimento de 600 mil euros na modernização do equipamento e no
aumento da qualidade e capacidade de resposta.
João Coutinho, vice-reitor e responsável por este laboratório, disse
hoje à agência Lusa que a unidade se destina a prestar serviços à
agricultura para efeitos de corretas fertilizações dos solos, e visa
ainda apoiar a investigação.
É um serviço prestado desde 1979, ainda na altura do então Instituto
Politécnico de Vila Real, mas que foi agora reestruturado e
reequipado.
"O que este laboratório tem de novo relativamente ao que existia é que
nós estamos a caminhar no sentido da automação e da robotização, de
modo a aumentar a eficiência do laboratório e diminuir prazos de
resposta e manter o rigor e a qualidade das análises", salientou.
De acordo com o responsável, o valor do investimento ronda os 600 mil
euros, apoiados por fundos comunitários através do programa
operacional ON.2.
Antes das obras, esta unidade analisava cerca de 10 mil amostras de
solo e três mil amostras de plantas por ano.
"Com este investimento o que nós pretendemos é, a médio prazo,
aumentar a eficiência dos técnicos e aumentar a capacidade do
laboratório, eu diria que para o dobro", afirmou.
O tempo de resposta aos clientes será também encurtado. Muitas das
análises físicas tinham prazos de entrega relativamente dilatados e,
com os novos processos automatizados e robotizados, essa resposta será
mais rápida.
O preço das análises varia entre os quatro e os 25 euros, dependendo
da tipologia das mesmas.
"Tudo isto contribui para o aumento de produção, em alguns casos, e
contribui em todos os casos para um aumento na eficiência nos fatores
de produção. Neste caso os adubos", explicou.
Os clientes deste laboratório são as empresas do setor de
fertilizantes, ainda associações e cooperativas de agricultores e
produtores individuais. Possui ainda protocolos com instituições de
investigação.
A esta unidade será dado o nome de Joaquim Quelhas dos Santos, numa
homenagem ao trabalho desenvolvido por este professor na área da
química agrícola e fertilidade do solo.
Joaquim Quelhas dos Santos deu o primeiro curso para agricultores,
ministrado pelo então Instituto Politécnico de Vila Real.
A inauguração deverá contar com a presença do secretário de Estado da
Alimentação, Nuno Vieira e Brito e insere-se no fórum "O Futuro da
Investigação Agroalimentar".
Este debate vai juntar representantes de entidades nacionais e
estrangeiras numa análise sobre as prioridades de investigação e
desenvolvimento e inovação da agricultura, florestas, e das indústrias
agroalimentares e florestais. Serão ainda discutidas as políticas para
o agroalimentar para 2014-2020.
PLI // JGJ
Lusa/Fim
http://portocanal.sapo.pt/noticia/12411/
Fonte: Agência Lusa
Vila Real, 05 dez (Lusa) -- A Universidade de Vila Real inaugura no
dia 13 o novo Laboratório de Solos e Plantas, que representa um
investimento de 600 mil euros na modernização do equipamento e no
aumento da qualidade e capacidade de resposta.
João Coutinho, vice-reitor e responsável por este laboratório, disse
hoje à agência Lusa que a unidade se destina a prestar serviços à
agricultura para efeitos de corretas fertilizações dos solos, e visa
ainda apoiar a investigação.
É um serviço prestado desde 1979, ainda na altura do então Instituto
Politécnico de Vila Real, mas que foi agora reestruturado e
reequipado.
"O que este laboratório tem de novo relativamente ao que existia é que
nós estamos a caminhar no sentido da automação e da robotização, de
modo a aumentar a eficiência do laboratório e diminuir prazos de
resposta e manter o rigor e a qualidade das análises", salientou.
De acordo com o responsável, o valor do investimento ronda os 600 mil
euros, apoiados por fundos comunitários através do programa
operacional ON.2.
Antes das obras, esta unidade analisava cerca de 10 mil amostras de
solo e três mil amostras de plantas por ano.
"Com este investimento o que nós pretendemos é, a médio prazo,
aumentar a eficiência dos técnicos e aumentar a capacidade do
laboratório, eu diria que para o dobro", afirmou.
O tempo de resposta aos clientes será também encurtado. Muitas das
análises físicas tinham prazos de entrega relativamente dilatados e,
com os novos processos automatizados e robotizados, essa resposta será
mais rápida.
O preço das análises varia entre os quatro e os 25 euros, dependendo
da tipologia das mesmas.
"Tudo isto contribui para o aumento de produção, em alguns casos, e
contribui em todos os casos para um aumento na eficiência nos fatores
de produção. Neste caso os adubos", explicou.
Os clientes deste laboratório são as empresas do setor de
fertilizantes, ainda associações e cooperativas de agricultores e
produtores individuais. Possui ainda protocolos com instituições de
investigação.
A esta unidade será dado o nome de Joaquim Quelhas dos Santos, numa
homenagem ao trabalho desenvolvido por este professor na área da
química agrícola e fertilidade do solo.
Joaquim Quelhas dos Santos deu o primeiro curso para agricultores,
ministrado pelo então Instituto Politécnico de Vila Real.
A inauguração deverá contar com a presença do secretário de Estado da
Alimentação, Nuno Vieira e Brito e insere-se no fórum "O Futuro da
Investigação Agroalimentar".
Este debate vai juntar representantes de entidades nacionais e
estrangeiras numa análise sobre as prioridades de investigação e
desenvolvimento e inovação da agricultura, florestas, e das indústrias
agroalimentares e florestais. Serão ainda discutidas as políticas para
o agroalimentar para 2014-2020.
PLI // JGJ
Lusa/Fim
http://portocanal.sapo.pt/noticia/12411/
Fórum Agro Alimentar Selection Argélia 2013 organizado pela Fundação AIP termina com saldo positivo e assinatura de protocolo de 150 milhões
Mais de 80 reuniões entre empresários portugueses e argelinos criaram
novos negócios para as empresas nacionais
No âmbito do seu Projecto de Internacionalização apoiado pelo QREN, a
Fundação AIP, através da AIP - Feiras Congressos e Eventos, organizou
a participação portuguesa no Fórum Agro Alimentar Selection Argélia
2013, com um contingente de 13 empresas nacionais.
Realizado em Argel de 26 a 28 de Novembro, o Fórum contou com a
participação da Ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, e
saldou-se por intensos contactos empresariais nos quais se inclui a
assinatura de um protocolo para a construção de três matadouros
industriais pelo Grupo Seabra, no valor de 150 milhões de euros.
Organizada pela Fundação AIP, a participação portuguesa no Fórum Agro
Alimentar Selection Argélia 2013 teve um balanço extremamente
positivo, com mais de 80 reuniões bilaterais entre empresas nacionais
e argelinas, a formalização de alguns investimentos e a assinatura de
um protocolo de cooperação entre a Confédération Algérienne du
Patronat (CAP) e a Fundação AIP, com vista à promoção das relações
entre empresários Portugueses e Argelinos.
No âmbito desta iniciativa o Grupo Seabra assinou um protocolo na
Argélia, que compreende a construção de três matadouros industriais
chave-na-mão, num valor global que ascende a cento e cinquenta milhões
de euros. A carteira de obras do Grupo Seabra na Argélia ascende a
mais de 200 milhões de euros e resulta do esforço e perseverança do
Grupo neste mercado há mais de três anos.
Também a empresa SousaCamp, em parceria com um dos maiores e mais
importantes grupos argelinos, o Grupo Cevital, firmaram uma parceria
ao abrigo da qual irão criar uma unidade de produção de cogumelos. A
unidade deverá produzir 5.000 toneladas no primeiro ano e atingir as
25.000 toneladas de cogumelos em cinco anos. Na fase inicial da
exploração serão criados 150 postos de trabalho, que poderão atingir
os 700 em cinco anos.
O Fórum Agro Alimentar Selection Argélia 2013, teve a presença da
Ministra da Agricultura e Mar, Assunção Cristas, assim como do
Embaixador Português em Argel, António Gamito, do vice-presidente da
Fundação AIP, João Dotti e do Presidente da CAP, Boualem Mrakach.
Organizado pela Fundação AIP o Fórum Agro Alimentar Selection Argélia
2013 é um evento realizado no âmbito do Qren contou com o apoio
institucional do AICEP, o alto patrocínio do Governo de Portugal
através do Ministério da Agricultura e do Mar, e desde o inicio que
contou também com o apoio da Embaixada da Argélia em Portugal.
Empresas Portuguesas que integraram a missão empresarial à Argélia:
Amorim Florestal, S.A.
APORMOR - Associação de criadores de bovinos, ovinos e caprinos da
região de Montemor-o-Novo
Balanças Marques de José Pimenta Marques, Lda
CÍSTER, Indústria de Produtos Alimentares, Lda
COBA S.A, Consultores de Engenharia e Ambiente
GALUCHO - Indústrias Metalomecânicas, S.A.
H. Seabra - Frio Industrial, S.A.
Mendes Gonçalves, S.A.
NRB - Soluções em Irrigação, Lda
Quimitécnica.com S.A.
Sousacamp - Varandas de Sousa, S.A.
SULREGAS, Lda.
United Fusion - Capital e Participações S.A
Exportações nacionais para a Argélia crescem
A Argélia é a maior economia da região do Magreb e uma das mais
importantes do continente africano. Segundo o Economist Intelligence
Unit (EIU), em 2011 e 2012 o PIB registou um crescimento de 2,4%, mas
o provável aumento da produção de gás e petróleo bem como o desempenho
favorável da procura interna deverão impulsionar a economia argelina,
sendo expectáveis taxas de crescimento da ordem de 3,5% e 3,8% em 2013
e 2014, respectivamente.
A Argélia tem vindo a ganhar relevo no contexto das exportações
portuguesas, tendo atingido, em 2012, a 14ª posição no ranking de
clientes, a que correspondeu uma quota superior a 0,9%. Enquanto
fornecedor, o seu posicionamento também melhorou nos dois últimos
anos, ocupando o 14º lugar da tabela de fornecedores em 2012,
correspondente a mais de 1,4% das importações portuguesas.
Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), verifica-se
que ao longo dos últimos cinco anos as exportações portuguesas para
Argélia aumentaram significativamente e de forma contínua, o que se
traduziu numa taxa de crescimento médio anual de 26,1%. Em 2012, as
exportações atingiram um montante de 427,8 milhões de euros,
correspondente a um acréscimo de 19,4% face ao ano anterior.
Fonte: AIP
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/06j.htm
novos negócios para as empresas nacionais
No âmbito do seu Projecto de Internacionalização apoiado pelo QREN, a
Fundação AIP, através da AIP - Feiras Congressos e Eventos, organizou
a participação portuguesa no Fórum Agro Alimentar Selection Argélia
2013, com um contingente de 13 empresas nacionais.
Realizado em Argel de 26 a 28 de Novembro, o Fórum contou com a
participação da Ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, e
saldou-se por intensos contactos empresariais nos quais se inclui a
assinatura de um protocolo para a construção de três matadouros
industriais pelo Grupo Seabra, no valor de 150 milhões de euros.
Organizada pela Fundação AIP, a participação portuguesa no Fórum Agro
Alimentar Selection Argélia 2013 teve um balanço extremamente
positivo, com mais de 80 reuniões bilaterais entre empresas nacionais
e argelinas, a formalização de alguns investimentos e a assinatura de
um protocolo de cooperação entre a Confédération Algérienne du
Patronat (CAP) e a Fundação AIP, com vista à promoção das relações
entre empresários Portugueses e Argelinos.
No âmbito desta iniciativa o Grupo Seabra assinou um protocolo na
Argélia, que compreende a construção de três matadouros industriais
chave-na-mão, num valor global que ascende a cento e cinquenta milhões
de euros. A carteira de obras do Grupo Seabra na Argélia ascende a
mais de 200 milhões de euros e resulta do esforço e perseverança do
Grupo neste mercado há mais de três anos.
Também a empresa SousaCamp, em parceria com um dos maiores e mais
importantes grupos argelinos, o Grupo Cevital, firmaram uma parceria
ao abrigo da qual irão criar uma unidade de produção de cogumelos. A
unidade deverá produzir 5.000 toneladas no primeiro ano e atingir as
25.000 toneladas de cogumelos em cinco anos. Na fase inicial da
exploração serão criados 150 postos de trabalho, que poderão atingir
os 700 em cinco anos.
O Fórum Agro Alimentar Selection Argélia 2013, teve a presença da
Ministra da Agricultura e Mar, Assunção Cristas, assim como do
Embaixador Português em Argel, António Gamito, do vice-presidente da
Fundação AIP, João Dotti e do Presidente da CAP, Boualem Mrakach.
Organizado pela Fundação AIP o Fórum Agro Alimentar Selection Argélia
2013 é um evento realizado no âmbito do Qren contou com o apoio
institucional do AICEP, o alto patrocínio do Governo de Portugal
através do Ministério da Agricultura e do Mar, e desde o inicio que
contou também com o apoio da Embaixada da Argélia em Portugal.
Empresas Portuguesas que integraram a missão empresarial à Argélia:
Amorim Florestal, S.A.
APORMOR - Associação de criadores de bovinos, ovinos e caprinos da
região de Montemor-o-Novo
Balanças Marques de José Pimenta Marques, Lda
CÍSTER, Indústria de Produtos Alimentares, Lda
COBA S.A, Consultores de Engenharia e Ambiente
GALUCHO - Indústrias Metalomecânicas, S.A.
H. Seabra - Frio Industrial, S.A.
Mendes Gonçalves, S.A.
NRB - Soluções em Irrigação, Lda
Quimitécnica.com S.A.
Sousacamp - Varandas de Sousa, S.A.
SULREGAS, Lda.
United Fusion - Capital e Participações S.A
Exportações nacionais para a Argélia crescem
A Argélia é a maior economia da região do Magreb e uma das mais
importantes do continente africano. Segundo o Economist Intelligence
Unit (EIU), em 2011 e 2012 o PIB registou um crescimento de 2,4%, mas
o provável aumento da produção de gás e petróleo bem como o desempenho
favorável da procura interna deverão impulsionar a economia argelina,
sendo expectáveis taxas de crescimento da ordem de 3,5% e 3,8% em 2013
e 2014, respectivamente.
A Argélia tem vindo a ganhar relevo no contexto das exportações
portuguesas, tendo atingido, em 2012, a 14ª posição no ranking de
clientes, a que correspondeu uma quota superior a 0,9%. Enquanto
fornecedor, o seu posicionamento também melhorou nos dois últimos
anos, ocupando o 14º lugar da tabela de fornecedores em 2012,
correspondente a mais de 1,4% das importações portuguesas.
Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), verifica-se
que ao longo dos últimos cinco anos as exportações portuguesas para
Argélia aumentaram significativamente e de forma contínua, o que se
traduziu numa taxa de crescimento médio anual de 26,1%. Em 2012, as
exportações atingiram um montante de 427,8 milhões de euros,
correspondente a um acréscimo de 19,4% face ao ano anterior.
Fonte: AIP
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/06j.htm
Bruxelas garante que Portugal agiu bem no caso da gripe aviária
Publicado em 2013-12-05
3 0 0
As autoridades europeias estão a acompanhar o caso de gripe aviária
identificado de uma estirpe de baixa patogenicidade em Portugal e
garantem que as autoridades portuguesas agiram corretamente no caso.
"O vírus foi identificado num controlo regular, tendo sido abatidas as
63 aves da exploração e sido montado um perímetro restrito de um
quilómetro em redor da propriedade", disse à Lusa fonte comunitária,
sublinhando tratar-se "de um vírus de baixa patogenicidade do subtipo
H7".
"O caso foi detetado no quadro do programa de vigilância e não foram
observados quaisquer sinais clínicos", ou seja, os animais não
aparentavam estar doentes, mas sim saudáveis.
A mesma fonte acrescentou que "como é habitual nestes casos, decorrem
mais averiguações e nenhuma ave foi retirada da zona restrita".
Bruxelas recebeu a notificação portuguesa no dia 30 de novembro, dois
dias depois da deteção do caso de gripe aviária.
O secretário de Estado da Alimentação garantiu hoje que foram tomadas
todas as medidas de segurança para a saúde relativamente ao vírus de
gripe aviária detetado em novembro numa propriedade em Mértola, mas
desvalorizou o caso.
"Foram tomadas todas as providências em termos de segurança para a
saúde", afirmou Nuno Vieira e Brito em conferência de imprensa
realizada em Lisboa.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3571567&page=-1
3 0 0
As autoridades europeias estão a acompanhar o caso de gripe aviária
identificado de uma estirpe de baixa patogenicidade em Portugal e
garantem que as autoridades portuguesas agiram corretamente no caso.
"O vírus foi identificado num controlo regular, tendo sido abatidas as
63 aves da exploração e sido montado um perímetro restrito de um
quilómetro em redor da propriedade", disse à Lusa fonte comunitária,
sublinhando tratar-se "de um vírus de baixa patogenicidade do subtipo
H7".
"O caso foi detetado no quadro do programa de vigilância e não foram
observados quaisquer sinais clínicos", ou seja, os animais não
aparentavam estar doentes, mas sim saudáveis.
A mesma fonte acrescentou que "como é habitual nestes casos, decorrem
mais averiguações e nenhuma ave foi retirada da zona restrita".
Bruxelas recebeu a notificação portuguesa no dia 30 de novembro, dois
dias depois da deteção do caso de gripe aviária.
O secretário de Estado da Alimentação garantiu hoje que foram tomadas
todas as medidas de segurança para a saúde relativamente ao vírus de
gripe aviária detetado em novembro numa propriedade em Mértola, mas
desvalorizou o caso.
"Foram tomadas todas as providências em termos de segurança para a
saúde", afirmou Nuno Vieira e Brito em conferência de imprensa
realizada em Lisboa.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3571567&page=-1
Governo garante segurança em novo caso de gripe das aves
Publicado em 2013-12-05
O secretário de Estado da Alimentação garantiu esta quinta-feira que
foram tomadas todas as medidas de segurança para a saúde relativamente
ao vírus de gripe aviária detetado em novembro numa propriedade em
Mértola, mas desvalorizou o caso.
"Foram tomadas todas as providências em termos de segurança para a
saúde", afirmou Nuno Vieira e Brito em conferência de imprensa
realizada em lisboa.
De acordo com o secretário de Estado, as medidas de segurança
abarcaram uma área de um quilómetro em redor da propriedade onde foi
detetado o caso, em Mértola.
Ainda assim, Nuno Vieira e Brito desvalorizou a situação, referindo
tratar-se de "um único caso numa única galinha, numa unidade familiar
em Mértola" e disse que a confirmação da análise do Laboratório
Europeu deverá chegar "daqui a duas semanas".
A deteção de um caso de gripe aviária que levou Hong Kong a proibir a
importação de carne portuguesa foi noticiada esta quinta-feira pelo
"Jornal de Notícias".
Em declarações à Lusa, o diretor-geral de Saúde, Francisco George,
garantiu que o vírus detetado só circula em aves é e de baixa
patogenicidade.
O caso foi detetado durante um controlo efetuado no âmbito do Programa
de Vigilância de Gripe Aviária a 28 de novembro, adiantou fonte do
gabinete do ministério da Agricultura, explicando que o alerta foi
dado à Organização Mundial de Saúde Animal e à Comissão Europeia por
precaução.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3570676&page=-1
O secretário de Estado da Alimentação garantiu esta quinta-feira que
foram tomadas todas as medidas de segurança para a saúde relativamente
ao vírus de gripe aviária detetado em novembro numa propriedade em
Mértola, mas desvalorizou o caso.
"Foram tomadas todas as providências em termos de segurança para a
saúde", afirmou Nuno Vieira e Brito em conferência de imprensa
realizada em lisboa.
De acordo com o secretário de Estado, as medidas de segurança
abarcaram uma área de um quilómetro em redor da propriedade onde foi
detetado o caso, em Mértola.
Ainda assim, Nuno Vieira e Brito desvalorizou a situação, referindo
tratar-se de "um único caso numa única galinha, numa unidade familiar
em Mértola" e disse que a confirmação da análise do Laboratório
Europeu deverá chegar "daqui a duas semanas".
A deteção de um caso de gripe aviária que levou Hong Kong a proibir a
importação de carne portuguesa foi noticiada esta quinta-feira pelo
"Jornal de Notícias".
Em declarações à Lusa, o diretor-geral de Saúde, Francisco George,
garantiu que o vírus detetado só circula em aves é e de baixa
patogenicidade.
O caso foi detetado durante um controlo efetuado no âmbito do Programa
de Vigilância de Gripe Aviária a 28 de novembro, adiantou fonte do
gabinete do ministério da Agricultura, explicando que o alerta foi
dado à Organização Mundial de Saúde Animal e à Comissão Europeia por
precaução.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3570676&page=-1
PortugalFoods abre caminho à exportação de produtos cárneos de origem nacional nos EAU
O resultado da presença portuguesa no certame internacional SIAL
Middle East 2013, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, é a prova
do crescente interesse do Médio Oriente na balança comercial
portuguesa.
A missão da PortugalFoods na preparação das empresas agroalimentares
para a competitividade e internacionalização tem resultados imediatos.
O Médio Oriente é apontado como um mercado estratégico e com enorme
potencial para o crescimento e reconhecimento do sector agroalimentar
português. A PortugalFoods está, por isso, a apostar na certificação
Halal – distintivo exigido pelo consumidor de fé islâmica, que
assegura rigorosas normas de segurança e higiene alimentares – das
suas empresas associadas.
A PortugalFoods e a Abu Dhabi Food Control Authority (ADFCA) estão
trabalhar em conjunto para facilitar a importação dos produtos
portugueses para aquele mercado. Resultado desse esforço, foi já
conseguida a autorização de Portugal para exportar produtos cárneos de
bovinos e aves de origem nacional. Esta conquista foi motivo da
presença do Secretário de Estado da Alimentação e da Investigação
Agroalimentar, Nuno Vieira Brito, e do Embaixador de Portugal em Abu
Dhabi, Jaime Leitão, na edição deste ano do SIAL Middle East.
Reconhecendo a importância dos esforços empreendidos pela
PortugalFoods no sentido de abrir o mercado do Médio Oriente às
empresas portuguesas, a presença nacional no SIAL Middle East 2013
mais do que duplicou face ao ano passado, elevando o número de
empresas presentes de cinco para quinze, um recorde.
Seis das quinze empresas participantes destacaram-se, tendo sido
nomeadas para os prémios SIAL Inovação, com os seguintes produtos:
Clube de Produtores do Fundão – Salsichas de peru e cogumelos
selvagens Boletus Edulis em xarope de açúcar;
Decorgel – Creme de pasteleiro sem açúcar;
Maçarico – Tremoços (receita mediterrânica);
Maxiprimus – Bolo do caco da Madeira;
Novarroz – Arroz Oriente para saltear;
Vieira de Castro – Príncipe Premium sabor doce de leite com caramelo.
Para além das seis empresas nomeadas, marcaram igualmente presença no
evento da capital dos Emirados Árabes Unidos:
Carnes Landeiro;
Casa Lucena;
Cofaco Açores;
Du Bois De La Roche;
A Poveira;
Grupo Primor;
Panicongelados;
Pinhais & Companhia;
Ramirez.
Fonte: Mediagate
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/06d.htm
Middle East 2013, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, é a prova
do crescente interesse do Médio Oriente na balança comercial
portuguesa.
A missão da PortugalFoods na preparação das empresas agroalimentares
para a competitividade e internacionalização tem resultados imediatos.
O Médio Oriente é apontado como um mercado estratégico e com enorme
potencial para o crescimento e reconhecimento do sector agroalimentar
português. A PortugalFoods está, por isso, a apostar na certificação
Halal – distintivo exigido pelo consumidor de fé islâmica, que
assegura rigorosas normas de segurança e higiene alimentares – das
suas empresas associadas.
A PortugalFoods e a Abu Dhabi Food Control Authority (ADFCA) estão
trabalhar em conjunto para facilitar a importação dos produtos
portugueses para aquele mercado. Resultado desse esforço, foi já
conseguida a autorização de Portugal para exportar produtos cárneos de
bovinos e aves de origem nacional. Esta conquista foi motivo da
presença do Secretário de Estado da Alimentação e da Investigação
Agroalimentar, Nuno Vieira Brito, e do Embaixador de Portugal em Abu
Dhabi, Jaime Leitão, na edição deste ano do SIAL Middle East.
Reconhecendo a importância dos esforços empreendidos pela
PortugalFoods no sentido de abrir o mercado do Médio Oriente às
empresas portuguesas, a presença nacional no SIAL Middle East 2013
mais do que duplicou face ao ano passado, elevando o número de
empresas presentes de cinco para quinze, um recorde.
Seis das quinze empresas participantes destacaram-se, tendo sido
nomeadas para os prémios SIAL Inovação, com os seguintes produtos:
Clube de Produtores do Fundão – Salsichas de peru e cogumelos
selvagens Boletus Edulis em xarope de açúcar;
Decorgel – Creme de pasteleiro sem açúcar;
Maçarico – Tremoços (receita mediterrânica);
Maxiprimus – Bolo do caco da Madeira;
Novarroz – Arroz Oriente para saltear;
Vieira de Castro – Príncipe Premium sabor doce de leite com caramelo.
Para além das seis empresas nomeadas, marcaram igualmente presença no
evento da capital dos Emirados Árabes Unidos:
Carnes Landeiro;
Casa Lucena;
Cofaco Açores;
Du Bois De La Roche;
A Poveira;
Grupo Primor;
Panicongelados;
Pinhais & Companhia;
Ramirez.
Fonte: Mediagate
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/06d.htm
Número "elevado" de jovens na agricultura preocupa associação de Portalegre
"Há jovens agricultores, que, ao fim dos cinco anos de instalação,
saem da agricultura e, depois, qual foi a vantagem para eles e para o
país", questionou António Bonito
O presidente da Associação de Agricultores do Distrito de Portalegre
mostrou-se hoje preocupado com o "elevado" número de jovens
empresários que entra na agricultura, considerando que "a maioria
poderá estar a hipotecar" o futuro.
"Há jovens agricultores, que, ao fim dos cinco anos de instalação,
saem da agricultura e, depois, qual foi a vantagem para eles e para o
país", questionou António Bonito.
Toda esta situação, alertou, "é um risco enorme que estamos a correr".
O dirigente agrícola falava à agência Lusa depois de a ministra da
Agricultura, Assunção Cristas, ter afirmado, na segunda-feira, que o
Governo vai continuar a financiar investimentos para a instalação de
novos agricultores em Portugal, um número que tem vindo a crescer e
que se situa em 280 novos empresários por mês.
"Nos últimos anos tem-se registado a criação de emprego no mundo
agrícola. Hoje são 280 os novos empresários agrícolas que se instalam
mensalmente em Portugal e a criação de emprego deve ser cada vez mais
profissionalizante e sofisticada em termos de formação", sublinhou
Assunção Cristas.
Apesar de reconhecer que a agricultura, atualmente, "está na moda", o
presidente da Associação de Agricultores de Portalegre disse ver com
"preocupação" os números apresentados pela governante.
António Bonito deu como exemplo a situação em França, em que o setor
agrícola é "mais forte" do que em Portugal e onde se instalam "muito
menos" jovens agricultores.
"O custo da instalação em França é inferior ao nosso e nós corremos o
risco de estarmos a apoiar a instalação de jovens agricultores, que,
depois, passado o prazo de cinco anos de instalação, deixam-no de
ser", alertou.
No entanto, o dirigente agrícola reconheceu existirem jovens que
querem ser agricultores e que apostam no setor, defendendo que a
agricultura poderia "rejuvenescer com menos dinheiro para se poder
fazer mais".
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/numero-elevado-jovens-na-agricultura-preocupa-associacao-portalegre
saem da agricultura e, depois, qual foi a vantagem para eles e para o
país", questionou António Bonito
O presidente da Associação de Agricultores do Distrito de Portalegre
mostrou-se hoje preocupado com o "elevado" número de jovens
empresários que entra na agricultura, considerando que "a maioria
poderá estar a hipotecar" o futuro.
"Há jovens agricultores, que, ao fim dos cinco anos de instalação,
saem da agricultura e, depois, qual foi a vantagem para eles e para o
país", questionou António Bonito.
Toda esta situação, alertou, "é um risco enorme que estamos a correr".
O dirigente agrícola falava à agência Lusa depois de a ministra da
Agricultura, Assunção Cristas, ter afirmado, na segunda-feira, que o
Governo vai continuar a financiar investimentos para a instalação de
novos agricultores em Portugal, um número que tem vindo a crescer e
que se situa em 280 novos empresários por mês.
"Nos últimos anos tem-se registado a criação de emprego no mundo
agrícola. Hoje são 280 os novos empresários agrícolas que se instalam
mensalmente em Portugal e a criação de emprego deve ser cada vez mais
profissionalizante e sofisticada em termos de formação", sublinhou
Assunção Cristas.
Apesar de reconhecer que a agricultura, atualmente, "está na moda", o
presidente da Associação de Agricultores de Portalegre disse ver com
"preocupação" os números apresentados pela governante.
António Bonito deu como exemplo a situação em França, em que o setor
agrícola é "mais forte" do que em Portugal e onde se instalam "muito
menos" jovens agricultores.
"O custo da instalação em França é inferior ao nosso e nós corremos o
risco de estarmos a apoiar a instalação de jovens agricultores, que,
depois, passado o prazo de cinco anos de instalação, deixam-no de
ser", alertou.
No entanto, o dirigente agrícola reconheceu existirem jovens que
querem ser agricultores e que apostam no setor, defendendo que a
agricultura poderia "rejuvenescer com menos dinheiro para se poder
fazer mais".
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/numero-elevado-jovens-na-agricultura-preocupa-associacao-portalegre
DGS desvaloriza perigo do vírus de gripe aviária detectado no Alentejo
LUSA
05/12/2013 - 09:55
(actualizado às 12:38)
Caso detectado numa propriedade em Mértola levou Hong Kong a proibir a
importação de carne de aves portuguesa.
Há cincos anos que não era detectado o vírus da gripe das aves em
Portugal ADRIANO MIRANDA
O director-geral da Saúde desvalorizou nesta quinta-feira o caso do
vírus de gripe aviária detectado em Novembro numa propriedade em
Mértola, que levou Hong Kong a proibir a importação de carne de aves
portuguesa, garantindo ser pouco perigoso. Ministério da Agricultura
assegura que se trata de "um único caso numa única galinha", também
desvaloriza a situação e garante segurança para a saúde.
Em declarações à agência Lusa, a propósito da manchete de hoje do
Jornal de Notícias que adianta que foi detectado um caso de gripe
aviária numa capoeira doméstica no Alentejo, Francisco George disse
que o vírus circula em aves e é de baixa patogenicidade em aves.
"É um vírus que circula em aves. Em relação aos seres humanos não há
nenhum sinal de infecção em Portugal com este subtipo de vírus (H7)",
salientou.
Francisco George explicou à Lusa que o vírus foi detectado pela
Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária numa pequena exploração
isolada, de tipo familiar, no Alentejo.
"Estamos a falar de um problema que foi identificado pela
Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária, tendo sido adoptadas
todas as medidas no que respeita à protecção dos que lidaram de perto
com a exploração", disse, acrescentando que todas as pessoas que
lidaram com as aves da exploração estão sob vigilância médica.
Fonte do gabinete da ministra Assunção Cristas confirmou ter sido
detectado, durante um controlo efetuado no âmbito do Programa de
Vigilância de Gripe Aviária a 28 de Novembro, um caso de gripe
aviária, mais concretamente, o vírus H7, numa propriedade em Mértola.
"No âmbito do programa foram efetuadas análises laboratoriais que
confirmaram tratar-se de gripe aviária, o que levou Portugal a dar o
alerta à Organização Mundial de Saúde Animal e à Comissão Europeia",
adiantou a mesma fonte.
De acordo com a fonte do Ministério da Agricultura, a estirpe
encontrada é de baixa patogenicidade mas, por prevenção, as 63 aves da
propriedade em Mértola foram incineradas e foi estabelecido um
perímetro de restrição de um quilómetro em torno da zona afectada.
Garantia de segurança
Em conferência de imprensa, o secretário de Estado da Alimentação
garantiu também esta quinta-feira que foram tomadas todas as medidas
de segurança para a saúde relativamente ao vírus de gripe aviária
detectado em Novembro numa propriedade em Mértola, mas desvalorizou o
caso. "Foram tomadas todas as providências em termos de segurança para
a saúde", afirmou Nuno Vieira e Brito .
De acordo com o secretário de Estado, as medidas de segurança
abarcaram uma área de um quilómetro em redor da propriedade onde foi
detectado o caso, em Mértola. Ainda assim, Nuno Vieira e Brito
desvalorizou a situação, referindo tratar-se de "um único caso numa
única galinha, numa unidade familiar em Mértola" e disse que a
confirmação da análise do Laboratório Europeu deverá chegar "daqui a
duas semanas".
O Jornal de Notícias adianta que este caso de gripe aviária numa
capoeira doméstica no Alentejo levou Hong Kong a proibir a importação
de carne portuguesa recordando que Portugal exportou 120 toneladas de
aves para Hong Kong em dez meses.
O caso foi detectado durante um controlo efectuado no âmbito do
Programa de Vigilância de Gripe Aviária a 28 de Novembro, adiantou
fonte do gabinete do ministério da Agricultura, explicando que o
alerta foi dado à Organização Mundial de Saúde Animal e à Comissão
Europeia por precaução. Há cinco anos que não era detectado o vírus da
gripe das aves em Portugal, refere o JN.
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/dgs-desvaloriza-perigo-do-virus-de-gripe-aviaria-detectado-no-alentejo-1615128
05/12/2013 - 09:55
(actualizado às 12:38)
Caso detectado numa propriedade em Mértola levou Hong Kong a proibir a
importação de carne de aves portuguesa.
Há cincos anos que não era detectado o vírus da gripe das aves em
Portugal ADRIANO MIRANDA
O director-geral da Saúde desvalorizou nesta quinta-feira o caso do
vírus de gripe aviária detectado em Novembro numa propriedade em
Mértola, que levou Hong Kong a proibir a importação de carne de aves
portuguesa, garantindo ser pouco perigoso. Ministério da Agricultura
assegura que se trata de "um único caso numa única galinha", também
desvaloriza a situação e garante segurança para a saúde.
Em declarações à agência Lusa, a propósito da manchete de hoje do
Jornal de Notícias que adianta que foi detectado um caso de gripe
aviária numa capoeira doméstica no Alentejo, Francisco George disse
que o vírus circula em aves e é de baixa patogenicidade em aves.
"É um vírus que circula em aves. Em relação aos seres humanos não há
nenhum sinal de infecção em Portugal com este subtipo de vírus (H7)",
salientou.
Francisco George explicou à Lusa que o vírus foi detectado pela
Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária numa pequena exploração
isolada, de tipo familiar, no Alentejo.
"Estamos a falar de um problema que foi identificado pela
Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária, tendo sido adoptadas
todas as medidas no que respeita à protecção dos que lidaram de perto
com a exploração", disse, acrescentando que todas as pessoas que
lidaram com as aves da exploração estão sob vigilância médica.
Fonte do gabinete da ministra Assunção Cristas confirmou ter sido
detectado, durante um controlo efetuado no âmbito do Programa de
Vigilância de Gripe Aviária a 28 de Novembro, um caso de gripe
aviária, mais concretamente, o vírus H7, numa propriedade em Mértola.
"No âmbito do programa foram efetuadas análises laboratoriais que
confirmaram tratar-se de gripe aviária, o que levou Portugal a dar o
alerta à Organização Mundial de Saúde Animal e à Comissão Europeia",
adiantou a mesma fonte.
De acordo com a fonte do Ministério da Agricultura, a estirpe
encontrada é de baixa patogenicidade mas, por prevenção, as 63 aves da
propriedade em Mértola foram incineradas e foi estabelecido um
perímetro de restrição de um quilómetro em torno da zona afectada.
Garantia de segurança
Em conferência de imprensa, o secretário de Estado da Alimentação
garantiu também esta quinta-feira que foram tomadas todas as medidas
de segurança para a saúde relativamente ao vírus de gripe aviária
detectado em Novembro numa propriedade em Mértola, mas desvalorizou o
caso. "Foram tomadas todas as providências em termos de segurança para
a saúde", afirmou Nuno Vieira e Brito .
De acordo com o secretário de Estado, as medidas de segurança
abarcaram uma área de um quilómetro em redor da propriedade onde foi
detectado o caso, em Mértola. Ainda assim, Nuno Vieira e Brito
desvalorizou a situação, referindo tratar-se de "um único caso numa
única galinha, numa unidade familiar em Mértola" e disse que a
confirmação da análise do Laboratório Europeu deverá chegar "daqui a
duas semanas".
O Jornal de Notícias adianta que este caso de gripe aviária numa
capoeira doméstica no Alentejo levou Hong Kong a proibir a importação
de carne portuguesa recordando que Portugal exportou 120 toneladas de
aves para Hong Kong em dez meses.
O caso foi detectado durante um controlo efectuado no âmbito do
Programa de Vigilância de Gripe Aviária a 28 de Novembro, adiantou
fonte do gabinete do ministério da Agricultura, explicando que o
alerta foi dado à Organização Mundial de Saúde Animal e à Comissão
Europeia por precaução. Há cinco anos que não era detectado o vírus da
gripe das aves em Portugal, refere o JN.
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/dgs-desvaloriza-perigo-do-virus-de-gripe-aviaria-detectado-no-alentejo-1615128
Serrata assina contrato de 5ME com um dos maiores grupos do Dubai
Lusa
18:49 Quarta feira, 4 de dezembro de 2013
Dubai, 04 dez (Lusa) - A empresa portuguesa Serrata assinou hoje um
contrato de cinco milhões de euros para três anos com um dos maiores
grupos do Dubai para exportação de azeite para oito países do Golfo
Pérsico, destacou o vice-primeiro-ministro nos Emirados Árabes Unidos.
"Foi assinado um contrato para todos os países do Golfo com um grande
produtor de azeite português, do melhor azeite nacional. O valor
potencial do contrato é cinco, ou mais, milhões de euros", disse Paulo
Portas, no âmbito da missão empresarial ao Qatar e Emirados Árabes
Unidos.
O contrato foi assinado entre a Serrata e o grupo Al Habtoor, um dos
maiores do Dubai, e de acordo como diretor de Exportação da produtora
de azeite portuguesa, Joaquim Martins, "é feito por blocos de três
anos", sendo exportadas só no primeiro ano 500 mil garrafas.
http://expresso.sapo.pt/serrata-assina-contrato-de-5me-com-um-dos-maiores-grupos-do-dubai=f844486
18:49 Quarta feira, 4 de dezembro de 2013
Dubai, 04 dez (Lusa) - A empresa portuguesa Serrata assinou hoje um
contrato de cinco milhões de euros para três anos com um dos maiores
grupos do Dubai para exportação de azeite para oito países do Golfo
Pérsico, destacou o vice-primeiro-ministro nos Emirados Árabes Unidos.
"Foi assinado um contrato para todos os países do Golfo com um grande
produtor de azeite português, do melhor azeite nacional. O valor
potencial do contrato é cinco, ou mais, milhões de euros", disse Paulo
Portas, no âmbito da missão empresarial ao Qatar e Emirados Árabes
Unidos.
O contrato foi assinado entre a Serrata e o grupo Al Habtoor, um dos
maiores do Dubai, e de acordo como diretor de Exportação da produtora
de azeite portuguesa, Joaquim Martins, "é feito por blocos de três
anos", sendo exportadas só no primeiro ano 500 mil garrafas.
http://expresso.sapo.pt/serrata-assina-contrato-de-5me-com-um-dos-maiores-grupos-do-dubai=f844486
Lobos atacam junto a aldeia do concelho de Mogadouro e matam 30 ovelhas
LUSA
04/12/2013 - 20:01
Técnicos do Parque Natural do Douro Internacional estão a avaliar a situação.
Mogadouro
Um presumível ataque de lobos provocou a morte de 30 ovelhas e deixou
feridas mais oito, numa aldeia do concelho transmontano de Mogadouro,
situada em pleno Parque Natural do Douro Internacional.
"O estábulo está situado a cerca de 500 metros das casas, sendo esta a
primeira vez que os lobos atacam tão perto da povoação", disse à Lusa
o proprietário do rebanho, Antero Araújo.
A investida dos predadores ocorreu, ao que tudo indica, na passada
terça-feira entre as 07he as 09h30 a um rebanho composto por cerca de
180 animais. "Os lobos fizerem o serviço de forma rápida e não deram
hipóteses aos animais" relatou o pastor. Os prejuízos causados estão
estimados "em cerca de 3500 euros", disse.
Técnicos do Parque Natural do Douro Internacional tomaram conta da ocorrência.
http://www.publico.pt/local/noticia/lobos-atacam-junto-a-aldeia-do-concelho-de-mogadouro-e-matam-30-ovelhas-1615083
04/12/2013 - 20:01
Técnicos do Parque Natural do Douro Internacional estão a avaliar a situação.
Mogadouro
Um presumível ataque de lobos provocou a morte de 30 ovelhas e deixou
feridas mais oito, numa aldeia do concelho transmontano de Mogadouro,
situada em pleno Parque Natural do Douro Internacional.
"O estábulo está situado a cerca de 500 metros das casas, sendo esta a
primeira vez que os lobos atacam tão perto da povoação", disse à Lusa
o proprietário do rebanho, Antero Araújo.
A investida dos predadores ocorreu, ao que tudo indica, na passada
terça-feira entre as 07he as 09h30 a um rebanho composto por cerca de
180 animais. "Os lobos fizerem o serviço de forma rápida e não deram
hipóteses aos animais" relatou o pastor. Os prejuízos causados estão
estimados "em cerca de 3500 euros", disse.
Técnicos do Parque Natural do Douro Internacional tomaram conta da ocorrência.
http://www.publico.pt/local/noticia/lobos-atacam-junto-a-aldeia-do-concelho-de-mogadouro-e-matam-30-ovelhas-1615083
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
UNESCO: Distinção é "qualidade acrescida" para produtos nacionais
A ministra da Agricultura considerou hoje que a classificação da dieta
mediterrânica como Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO é um
"selo de qualidade acrescido" para os produtos portugueses que pode
acrescentar mais dinamismo ao sector.
"É muito positivo para valorizar os produtos portugueses no
estrangeiro", afirmou hoje Assunção Cristas, em declarações à Lusa,
recordando que "as exportações no sector alimentar têm crescido de
forma exponencial".
Para a ministra, a distinção da UNESCO (Organização das Nações Unidas
para a Educação, Ciência e Cultura) "é um selo acrescido" para os
produtos portugueses, "de qualidade e de distinção, que pode
acrescentar ao dinamismo que já se sente no sector, ainda mais
motivação".
"Mais ânimo para os nossos agricultores, para os nossos pescadores e
para todo o trabalho que é feito na promoção dos produtos nacionais,
seja no mercado interno, seja no mercado internacional", disse.
Assunção Cristas considera que a distinção serve também como
"reconhecimento da forma [portuguesa] de comer".
"Os nossos produtos tradicionais são extraordinariamente bons, têm
grande qualidade e correspondem a uma forma muito saudável de
alimentação", afirmou, lembrando que "a dieta mediterrânica é
considerada aquela que melhores benefícios traz para a saúde,
nomeadamente na prevenção de um conjunto de doenças".
A dieta mediterrânica foi hoje classificada como Património Imaterial
da Humanidade pela UNESCO em Baku, no Azerbaijão, disse à agência Lusa
o presidente da Câmara de Tavira.
A candidatura da dieta mediterrânica a Património Imaterial da
Humanidade foi promovida por Portugal, em articulação com o Chipre e a
Croácia. A sua aprovação, alarga o reconhecimento da dieta
mediterrânica a estes países, depois de a Grécia, Espanha, Itália e
Marrocos terem visto, em Novembro de 2010, as suas dietas
mediterrânicas na lista do património imaterial da UNESCO.
Depois da classificação do fado, há dois anos, Portugal volta a
integrar a lista de bens do Património Imaterial e Cultural da
Humanidade com a dieta mediterrânica, sendo esta a primeira vez que a
região do Algarve vê a sua cultura reconhecida pela UNESCO.
Fonte: Lusa
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/04d.htm
mediterrânica como Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO é um
"selo de qualidade acrescido" para os produtos portugueses que pode
acrescentar mais dinamismo ao sector.
"É muito positivo para valorizar os produtos portugueses no
estrangeiro", afirmou hoje Assunção Cristas, em declarações à Lusa,
recordando que "as exportações no sector alimentar têm crescido de
forma exponencial".
Para a ministra, a distinção da UNESCO (Organização das Nações Unidas
para a Educação, Ciência e Cultura) "é um selo acrescido" para os
produtos portugueses, "de qualidade e de distinção, que pode
acrescentar ao dinamismo que já se sente no sector, ainda mais
motivação".
"Mais ânimo para os nossos agricultores, para os nossos pescadores e
para todo o trabalho que é feito na promoção dos produtos nacionais,
seja no mercado interno, seja no mercado internacional", disse.
Assunção Cristas considera que a distinção serve também como
"reconhecimento da forma [portuguesa] de comer".
"Os nossos produtos tradicionais são extraordinariamente bons, têm
grande qualidade e correspondem a uma forma muito saudável de
alimentação", afirmou, lembrando que "a dieta mediterrânica é
considerada aquela que melhores benefícios traz para a saúde,
nomeadamente na prevenção de um conjunto de doenças".
A dieta mediterrânica foi hoje classificada como Património Imaterial
da Humanidade pela UNESCO em Baku, no Azerbaijão, disse à agência Lusa
o presidente da Câmara de Tavira.
A candidatura da dieta mediterrânica a Património Imaterial da
Humanidade foi promovida por Portugal, em articulação com o Chipre e a
Croácia. A sua aprovação, alarga o reconhecimento da dieta
mediterrânica a estes países, depois de a Grécia, Espanha, Itália e
Marrocos terem visto, em Novembro de 2010, as suas dietas
mediterrânicas na lista do património imaterial da UNESCO.
Depois da classificação do fado, há dois anos, Portugal volta a
integrar a lista de bens do Património Imaterial e Cultural da
Humanidade com a dieta mediterrânica, sendo esta a primeira vez que a
região do Algarve vê a sua cultura reconhecida pela UNESCO.
Fonte: Lusa
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/04d.htm
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