- Carta Aberta -
Exmº Senhor Presidente da República
Exmº Senhor Primeiro-Ministro
Exmª Senhora Ministra da Agricultura e Mar
Exmº Senhor Presidente da Comissão de Agricultura e Mar
Aos Grupos Parlamentares
Exmº Senhor Director-Regional da DRAPNorte
Exmº Senhor Presidente do IVDP
Exmº Senhor Presidente da CIM Douro
Exmº Senhor Presidente da Direcção da Casa do Douro
À Opinião Pública
Excelências:
A Casa do Douro é património da Lavoura Duriense e assim tem que
continuar a ser!
AVIDOURO - Associação dos Vitivinicultores Independentes do Douro,
tendo em conta as notícias vindas a público, vem alertar para que está
em vias de ser consumada toda uma situação tendente para a espoliação
da Casa do Douro e dos Lavradores Durienses através do continuado
processo institucional de retirada dos "Poderes Públicos" e de esbulho
do Património da nossa Casa do Douro.
Afirmamos sem hesitar que a muito difícil situação que se vive na
Região Demarcada do Douro de facto impõe a solução - justa - dos
maiores problemas da Casa do Douro, a histórica conquista da Lavoura
Duriense.
Pode-se, até, dizer que a Região Demarcada do Douro é - ou será - uma
coisa com a Casa do Douro a funcionar bem, no uso pleno dos seus
"Poderes Públicos" e do seu Património" e, sem isso, a Região
Demarcada do Douro será uma outra coisa de cuja qualidade nos
permitimos desde já duvidar.
É comprovadamente uma má experiência, esta que se vive no Douro,
sobretudo a partir de 1995, data em que se iniciou o caminho -
oficialmente imposto à Região - de revisão do(s) "Estatuto(s)" da Casa
do Douro e da espoliação dos seus "Poderes Públicos". Má experiência,
com maus resultados para a coesão económica e social de toda a Região
e suas Gentes, a começar pelo pequeno e médio Vitivinicultor Duriense.
E de tal forma assim é que, pese embora o Alto Douro Vinhateiro seja
considerado "Património Mundial" desde há doze anos, é neste período
que mais se têm agravado a perda de rendimentos e a redução do
"Benefício" da larga maioria dos Vitivinicultores Durienses. E tudo
isto acontece enquanto a Casa do Douro vem sendo paralisada… Portanto,
no "epicentro" da crise também tem estado a Casa do Douro.
CASA DO DOURO É UMA INSTITUIÇÃO ÚNICA E COMO TAL TAMBÉM É INSUBSTITUÍVEL
Em 1932, logo quando foi criada com o objectivo de agregar,
representar, promover e defender, predominantemente, os interesses dos
Lavradores Durienses, logo aí a Casa do Douro começou a ser atacada a
partir das posições e dos interesses privilegiados das Casas
Exportadoras. Para que a Casa do Douro nunca fosse, ou para que
deixasse de ser, um agente "público" de regulação de interesses e de
equilíbrio de forças entre a Produção e o (grande) Comércio do
Generoso-Porto e dos Vinhos do Douro em geral.
Durante décadas, a vida tem demonstrado a importância insubstituível
da Casa do Douro, repete-se, no pleno uso dos seus "Poderes Públicos"
e do seu Património.
E é isso mesmo que tem sido atacado - sempre com a cumplicidade do
poder político dominante - com o objectivo de paralisar a Casa do
Douro e de a anular enquanto instrumento de intervenção e de defesa da
Lavoura Duriense. Para que, a seguir, alguns, poucos, se apoderem do
essencial do seu valioso e precioso Património - que é Património da
Lavoura Durienses e não pode ser património daqueles que, sempre, mais
nos têm explorado, os detentores do (grande) Comércio dos Vinhos quase
todos eles também já hoje ligados à (grande) Produção.
AS NOTÍCIAS VINDAS A PÚBLICO SUSCITAM-NOS A MAIOR PREOCUPAÇÃO
Essas notícias referem iniciativas legislativas, a partir do Governo,
que nos suscitam a maior preocupação e reclamam uma rejeição liminar
da nossa parte.
Em síntese:- querem desvirtuar a natureza e o âmbito da Casa do Douro
ao "privatizá-la" pondo fim ao seu Estatuto de interesse público; ao
promoverem a drástica redução da sua representatividade em número (e
em tipo) de Vitivinicultores; ao pré-anunciarem a venda "em hasta
pública" (!) do seu mais precioso Património - os Vinhos Finos e do
Porto - como "moeda de troca" em "negócios" demasiado complicados para
não causarem ainda maiores prejuízos à Lavoura e a toda a Região; ao
escancararem as portas para o "assalto final" à Casa do Douro por
parte dos grandes interesses económicos sediados ou ligados ao Douro.
Portanto, toda uma preocupante série de vectores num processo contra o
qual a Região Duriense se deve mobilizar!
Processo oficial que também nasce e avança com falta de transparência
democrática ao pretender ignorar os legítimos representantes - de
entre os quais a AVIDOURO - dos maiores interessados que são os
Lavradores Durienses.
OS DURIENSES NÃO VÃO CRUZAR OS BRAÇOS
Não se pode permitir, sem denúncia e combate, que haja quem - governos
e governantes - tenha feito "o mal e a caramunha"… Primeiro, ao criar
mecanismos, entidades e situações que espoliaram e espoliam a Casa do
Douro dos seus "Poderes Públicos" e do seu Património - aqui incluindo
as acções na Real Companhia Velha - e que, a seguir, a pretexto dos
problemas assim criados à Casa do Douro, vem agora querer "matá-la"
para divisão dos despojos entre os "algozes"!
Excelências:
A nosso ver, a "faísca" que falta para "incendiar" a Região, é este
"roubo" brutal que se anuncia para a Casa do Douro.
Os pequenos e médios Vitivinicultores Durienses querem a sua Casa do
Douro a funcionar bem, no pleno dos seus "Poderes Públicos" e do seu
Património, a enquadrar todos os Lavradores Durienses.
É disso que, agora e no futuro, a nossa Região também precisa!
AINDA HÁ TEMPO PARA EVITAR PIORES CONSEQUÊNCIAS.
NÃO, AO REGRESSO AO PASSADO QUANDO A LAVOURA DURIENSE AINDA NÃO TINHA
CONSTRUÍDO, AFIRMADO E PROMOVIDO A SUA CASA DO DOURO TAL COMO, AGORA E
DE NOVO, TANTO DELA PRECISA!
Dezembro de 2013
A Direcção da Avidouro
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/26d.htm
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Viticultores rejeitam «retirada» de estatuto de interesse público à Casa do Douro
A Associação dos Vitivinicultores Independentes do Douro (AVIDOURO)
rejeitou hoje o que diz ser a intenção do Governo de acabar com o
estatuto de interesse público da Casa do Douro (CD), considerando
tratar-se do «assalto final» à instituição.
A CD, sediada no Peso da Régua, é uma associação privada de direito
público e de inscrição obrigatória para os viticultores durienses.
O secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque, já
disse que a solução para a CD, que possui uma dívida de 160 milhões de
euros, passa pela venda de vinho, património e revisão dos estatutos,
passando a ser de inscrição voluntária.
Dinheiro Digital / Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=208946
rejeitou hoje o que diz ser a intenção do Governo de acabar com o
estatuto de interesse público da Casa do Douro (CD), considerando
tratar-se do «assalto final» à instituição.
A CD, sediada no Peso da Régua, é uma associação privada de direito
público e de inscrição obrigatória para os viticultores durienses.
O secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque, já
disse que a solução para a CD, que possui uma dívida de 160 milhões de
euros, passa pela venda de vinho, património e revisão dos estatutos,
passando a ser de inscrição voluntária.
Dinheiro Digital / Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=208946
CE aprova alteração a programa de apoio para produtores de leite dos Açores
26-12-2013
A agricultura dos Açores vai beneficiar, a partir de 2014, de uma nova
regulamentação do POSEI, aprovada pela Comissão Europeia, sob proposta
do Governo Regional, que visa os prémios instituídos para os produtos
lácteos.
Segundo uma nota do Governo dos Açores, «esta alteração, proposta pela
Secretaria Regional dos Recursos Naturais, na sequência da reavaliação
do processo de prémio aos produtos lácteos determinada pelo presidente
do Governo, foi aprovada pela Direcção-Geral da Agricultura e do
Desenvolvimento Rural da Comissão Europeia, que considerou
"compatíveis com a legislação comunitária" as modificações
apresentadas pela região».
A Secretaria Regional dos Recursos Naturais está convicta que esta
nova regulamentação vai introduzir «critérios de maior justiça e
equidade na atribuição do prémio aos produtores de leite da região».
Ainda de acordo com a mesma fonte, a alteração ao regulamento do POSEI
agora aprovada define que a quantidade de referência elegível para
pagamento do prémio é a quota disponível a 31 de Março do ano de
apresentação da candidatura a este apoio comunitário, após ter sido
deduzido o montante de quota adquirida no continente durante a
campanha leiteira de 2012/2013 e seguintes.
Esta nova regra do POSEI vai excluir, para efeitos do pagamento do
prémio aos produtores de leite dos Açores, as quotas adquiridas a
produtores continentais a partir da campanha de 2012/2013,
introduzindo-se assim «maior justiça na atribuição deste apoio».
No final de Dezembro, os produtores de leite vão sentir, entretanto, o
reforço de cerca de 1,1 milhões de euros na dotação do prémio aos
produtores de leite para esta campanha.
Fonte: Lusa
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48271.aspx
A agricultura dos Açores vai beneficiar, a partir de 2014, de uma nova
regulamentação do POSEI, aprovada pela Comissão Europeia, sob proposta
do Governo Regional, que visa os prémios instituídos para os produtos
lácteos.
Segundo uma nota do Governo dos Açores, «esta alteração, proposta pela
Secretaria Regional dos Recursos Naturais, na sequência da reavaliação
do processo de prémio aos produtos lácteos determinada pelo presidente
do Governo, foi aprovada pela Direcção-Geral da Agricultura e do
Desenvolvimento Rural da Comissão Europeia, que considerou
"compatíveis com a legislação comunitária" as modificações
apresentadas pela região».
A Secretaria Regional dos Recursos Naturais está convicta que esta
nova regulamentação vai introduzir «critérios de maior justiça e
equidade na atribuição do prémio aos produtores de leite da região».
Ainda de acordo com a mesma fonte, a alteração ao regulamento do POSEI
agora aprovada define que a quantidade de referência elegível para
pagamento do prémio é a quota disponível a 31 de Março do ano de
apresentação da candidatura a este apoio comunitário, após ter sido
deduzido o montante de quota adquirida no continente durante a
campanha leiteira de 2012/2013 e seguintes.
Esta nova regra do POSEI vai excluir, para efeitos do pagamento do
prémio aos produtores de leite dos Açores, as quotas adquiridas a
produtores continentais a partir da campanha de 2012/2013,
introduzindo-se assim «maior justiça na atribuição deste apoio».
No final de Dezembro, os produtores de leite vão sentir, entretanto, o
reforço de cerca de 1,1 milhões de euros na dotação do prémio aos
produtores de leite para esta campanha.
Fonte: Lusa
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48271.aspx
"Então todos somos suspeitos", defende-se Xavier Viegas
Sandra Henriques23 Dez, 2013, 12:30 / atualizado em 23 Dez, 2013, 12:32
O professor da Universidade de Coimbra Xavier Viegas defende-se das
suspeitas levantadas pelo antigo diretor de formação da Escola
Nacional de Bombeiros Joaquim Rebelo Marinho. Este estranha que o
relatório sobre os acidentes com vítimas mortais nos incêndios deste
verão aponte lacunas no treino dos bombeiros quando o autor do
documento é Xavier Viegas, que dá formação nessa área. O especialista
responde que, se assim é, todos somos suspeitos.
"Compete a quem levanta a suspeição esclarecer. O que eu posso dizer é
que fui convidado pelo Governo a trabalhar neste assunto, dado o
conhecimento que a minha equipa tem sobre estas matérias", explica
Xavier Viegas à Antena1.
O professor acrescenta que "se ter esses conhecimentos e utilizá-los
para melhorar a formação dos bombeiros, e se esses conhecimentos são
usados também para conhecer melhor a realidade e trazer à luz do dia
os factos, se isto é suspeito, então todos somos suspeitos".
Tal como a Antena1 noticiou no início deste mês, o inquérito assinado
por Xavier Viegas aponta várias lacunas na formação dos bombeiros, que
se traduzem na falta de conhecimentos básicos sobre o comportamento do
fogo.
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, anunciou no
domingo que deverá divulgar ao longo desta segunda-feira o relatório.
A Antena 1 sabe que só vai ser tornada pública a parte do relatório
que diz respeito à análise global de resposta do dispositivo aos
incêndios. A parte específica dos incêndios com vítimas mortais, caso
a caso, não vai ser divulgada.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=705145&tm=8&layout=123&visual=61
O professor da Universidade de Coimbra Xavier Viegas defende-se das
suspeitas levantadas pelo antigo diretor de formação da Escola
Nacional de Bombeiros Joaquim Rebelo Marinho. Este estranha que o
relatório sobre os acidentes com vítimas mortais nos incêndios deste
verão aponte lacunas no treino dos bombeiros quando o autor do
documento é Xavier Viegas, que dá formação nessa área. O especialista
responde que, se assim é, todos somos suspeitos.
"Compete a quem levanta a suspeição esclarecer. O que eu posso dizer é
que fui convidado pelo Governo a trabalhar neste assunto, dado o
conhecimento que a minha equipa tem sobre estas matérias", explica
Xavier Viegas à Antena1.
O professor acrescenta que "se ter esses conhecimentos e utilizá-los
para melhorar a formação dos bombeiros, e se esses conhecimentos são
usados também para conhecer melhor a realidade e trazer à luz do dia
os factos, se isto é suspeito, então todos somos suspeitos".
Tal como a Antena1 noticiou no início deste mês, o inquérito assinado
por Xavier Viegas aponta várias lacunas na formação dos bombeiros, que
se traduzem na falta de conhecimentos básicos sobre o comportamento do
fogo.
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, anunciou no
domingo que deverá divulgar ao longo desta segunda-feira o relatório.
A Antena 1 sabe que só vai ser tornada pública a parte do relatório
que diz respeito à análise global de resposta do dispositivo aos
incêndios. A parte específica dos incêndios com vítimas mortais, caso
a caso, não vai ser divulgada.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=705145&tm=8&layout=123&visual=61
FAO destaca que 2014 será o Ano Internacional da Agricultura Familiar
17 de Dezembro de 2013•03h50
O ano de 2014 foi declarado como "Ano Internacional da Agricultura
Familiar", pela contribuição dos pequenos produtores para a segurança
alimentar mundial, destacou nessa segunda-feira o diretor-geral da
Agência das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o
brasileiro José Graziano da Silva, ex-ministro do governo Lula e
coordenador do Programa Fome Zero.
Graziano da Silva participou hoje junto com Nadine Heredia, esposa do
presidente do Peru, Ollanta Humala, na cerimônia de encerramento do
Ano Internacional da Quinoa, realizada na comunidade andina de
Capachica, na região de Puno, próxima da fronteira com a Bolívia.
À cerimônia também compareceram os ministros peruanos de Agricultura,
Milton Von Hesse; de Comércio Exterior e Turismo, Magali Silva; e de
Desenvolvimento e Inclusão Social, Mónica Rubio; além do presidente
regional de Puno, Mauricio Rodríguez.
"Há um casamento importante e natural entre o ano da quinoa e o da
agricultura familiar, já que quase a totalidade da produção de quinoa
está nas mãos de pequenos agricultores. Foram eles que souberam
conservar e aprimorar o grão durante milhares de anos", disse Graziano
da Silva.
A FAO assinalou, em comunicado, que mais de 80% da atividade agrícola
da região corresponde à agricultura familiar, que produz a maior parte
dos alimentos de consumo interno e cerca de 70% dos empregos agrícolas
nos países da América Latina.
Graziano da Silva também agradeceu o governo peruano por dar "alta
prioridade" à quinoa e disse que o Peru obteve o reconhecimento da FAO
por ter reduzido para a metade a proporção de pessoas que passam fome,
dois anos antes do prazo estabelecido entre os Objetivos do Milênio.
O Peru encerrou nessa segunda as atividades do Ano Internacional da
Quinoa com uma cerimônia na qual a primeira-dama do país, nomeada
Embaixadora Especial da FAO para o Ano Internacional da Quinoa,
destacou o valor nutritivo do grão andino e pediu que a "junk food"
fosse excluída da alimentação das crianças.
Nadine Heredia agradeceu os agricultores por sua contribuição para
tornar a quinoa conhecida e valorizada em nível internacional e disse
que a segurança alimentar e a nutrição das crianças são algumas das
principais políticas do governo de Humala.
Segundo números do Ministério de Comércio Exterior e Turismo do Peru,
as exportações de quinoa alcançaram US$ 27,4 milhões entre janeiro e
julho passado, o que equivaleu a um aumento de 61% em relação a 2012.
Entre as principais regiões produtoras de quinoa no país estão Puno,
Ayacucho, Cuzco, Apurímac, Arequipa, e Junín, e os principais mercados
de destino do grão andino foram Estados Unidos (64%), Austrália (6%),
Canadá (5%), Alemanha (5%) e Holanda (3%).
Graziano da Silva participou no último sábado de uma cerimônia similar
realizada na cidade boliviana de Oruro, junto com o presidente deste
país, Evo Morales, o outro Embaixador Especial da FAO para o Ano
Internacional da Quinoa.
http://economia.terra.com.br/fao-destaca-que-2014-sera-o-ano-internacional-da-agricultura-familiar,ad3c6abd41ff2410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html
O ano de 2014 foi declarado como "Ano Internacional da Agricultura
Familiar", pela contribuição dos pequenos produtores para a segurança
alimentar mundial, destacou nessa segunda-feira o diretor-geral da
Agência das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o
brasileiro José Graziano da Silva, ex-ministro do governo Lula e
coordenador do Programa Fome Zero.
Graziano da Silva participou hoje junto com Nadine Heredia, esposa do
presidente do Peru, Ollanta Humala, na cerimônia de encerramento do
Ano Internacional da Quinoa, realizada na comunidade andina de
Capachica, na região de Puno, próxima da fronteira com a Bolívia.
À cerimônia também compareceram os ministros peruanos de Agricultura,
Milton Von Hesse; de Comércio Exterior e Turismo, Magali Silva; e de
Desenvolvimento e Inclusão Social, Mónica Rubio; além do presidente
regional de Puno, Mauricio Rodríguez.
"Há um casamento importante e natural entre o ano da quinoa e o da
agricultura familiar, já que quase a totalidade da produção de quinoa
está nas mãos de pequenos agricultores. Foram eles que souberam
conservar e aprimorar o grão durante milhares de anos", disse Graziano
da Silva.
A FAO assinalou, em comunicado, que mais de 80% da atividade agrícola
da região corresponde à agricultura familiar, que produz a maior parte
dos alimentos de consumo interno e cerca de 70% dos empregos agrícolas
nos países da América Latina.
Graziano da Silva também agradeceu o governo peruano por dar "alta
prioridade" à quinoa e disse que o Peru obteve o reconhecimento da FAO
por ter reduzido para a metade a proporção de pessoas que passam fome,
dois anos antes do prazo estabelecido entre os Objetivos do Milênio.
O Peru encerrou nessa segunda as atividades do Ano Internacional da
Quinoa com uma cerimônia na qual a primeira-dama do país, nomeada
Embaixadora Especial da FAO para o Ano Internacional da Quinoa,
destacou o valor nutritivo do grão andino e pediu que a "junk food"
fosse excluída da alimentação das crianças.
Nadine Heredia agradeceu os agricultores por sua contribuição para
tornar a quinoa conhecida e valorizada em nível internacional e disse
que a segurança alimentar e a nutrição das crianças são algumas das
principais políticas do governo de Humala.
Segundo números do Ministério de Comércio Exterior e Turismo do Peru,
as exportações de quinoa alcançaram US$ 27,4 milhões entre janeiro e
julho passado, o que equivaleu a um aumento de 61% em relação a 2012.
Entre as principais regiões produtoras de quinoa no país estão Puno,
Ayacucho, Cuzco, Apurímac, Arequipa, e Junín, e os principais mercados
de destino do grão andino foram Estados Unidos (64%), Austrália (6%),
Canadá (5%), Alemanha (5%) e Holanda (3%).
Graziano da Silva participou no último sábado de uma cerimônia similar
realizada na cidade boliviana de Oruro, junto com o presidente deste
país, Evo Morales, o outro Embaixador Especial da FAO para o Ano
Internacional da Quinoa.
http://economia.terra.com.br/fao-destaca-que-2014-sera-o-ano-internacional-da-agricultura-familiar,ad3c6abd41ff2410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html
Sociedade Civil da RTP 2 sobre "O que é afinal uma alimentação sustentável?"
23-12-2013
O programa Sociedade Civil da RTP 2, desta segunda-feira, terá como
tema de debate "O que é afinal uma alimentação sustentável?", numa
emissão entre as 16:30 e as 18:00 horas.
A sustentabilidade alimentar é um dos maiores desafios que o mundo
enfrenta. A população mundial ascende aos 7,1 mil milhões de
habitantes e um em cada oito passa fome, em particular em África, Ásia
e América do Sul.
No entanto, os alimentos produzidos actualmente chegariam para
alimentar toda a população mundial, caso não existisse desperdício de
um quarto dos alimentos. Além disto há muitos outros factores a ter em
conta, como a água, o impacto ambiental, ou o transporte.
Existem várias atitudes que podem ser tomadas que ajudam a uma
alimentação mais sustentável como reduzir o consumo de alimentos
embalados, preferir produtos da estação e comprar em mercados locais.
Quais as medidas que estão a ser aplicadas neste sentido e que boas
práticas pode o cidadão comum adoptar?
A CONFAGRI participará neste debate, estando representada pela Eng.ª
Isabel Santana, Técnica da CONFAGRI.
O programa Sociedade Civil é apresentado pela jornalista Eduarda Maio.
Conta com convidados e reportagens jornalísticas sobre o tema. O
programa visa esclarecer e fornecer soluções úteis e inovadoras aos
cidadãos sobre temas que estejam na ordem do dia: agricultura,
cidadania, educação, saúde, alimentação, justiça, sociedade, entre
outros.
Conheça e participe através do blog
http://sociedade-civil.blogspot.com, ou enviando uma mensagem para
sociedade-civil@rtp.pt. O programa emitido estará disponível logo
depois da emissão em http://multimedia.rtp.pt.
Fonte: CONFAGRI
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48261.aspx
O programa Sociedade Civil da RTP 2, desta segunda-feira, terá como
tema de debate "O que é afinal uma alimentação sustentável?", numa
emissão entre as 16:30 e as 18:00 horas.
A sustentabilidade alimentar é um dos maiores desafios que o mundo
enfrenta. A população mundial ascende aos 7,1 mil milhões de
habitantes e um em cada oito passa fome, em particular em África, Ásia
e América do Sul.
No entanto, os alimentos produzidos actualmente chegariam para
alimentar toda a população mundial, caso não existisse desperdício de
um quarto dos alimentos. Além disto há muitos outros factores a ter em
conta, como a água, o impacto ambiental, ou o transporte.
Existem várias atitudes que podem ser tomadas que ajudam a uma
alimentação mais sustentável como reduzir o consumo de alimentos
embalados, preferir produtos da estação e comprar em mercados locais.
Quais as medidas que estão a ser aplicadas neste sentido e que boas
práticas pode o cidadão comum adoptar?
A CONFAGRI participará neste debate, estando representada pela Eng.ª
Isabel Santana, Técnica da CONFAGRI.
O programa Sociedade Civil é apresentado pela jornalista Eduarda Maio.
Conta com convidados e reportagens jornalísticas sobre o tema. O
programa visa esclarecer e fornecer soluções úteis e inovadoras aos
cidadãos sobre temas que estejam na ordem do dia: agricultura,
cidadania, educação, saúde, alimentação, justiça, sociedade, entre
outros.
Conheça e participe através do blog
http://sociedade-civil.blogspot.com, ou enviando uma mensagem para
sociedade-civil@rtp.pt. O programa emitido estará disponível logo
depois da emissão em http://multimedia.rtp.pt.
Fonte: CONFAGRI
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48261.aspx
McDonald's pede que funcionários evitem «fast-food»
A cadeia de fast-food McDonald's desaconselhou os seus funcionários a
escolherem refeições que «não sejam saudáveis», como hambúrgueres,
batatas fritas e refrigerantes — exatamente o tipo de comida oferecida
pela rede aos seus clientes.
Segundo o site do jornal britânico The Independent, num site de
recomendações aos empregados, a rede afirmava que «embora conveniente
e económico para um estilo de vida agitado, a comida fast-food é rica
em calorias, gordura saturada, açúcar e sal e podem fazer com que
pessoas se tornem obesas».
O comunicado apresentava um quadro de um cheeseburger com batatas
fritas e um refrigerante, intitulados como «escolha não saudável», e
outro de um copo de água, salada e uma sanduíche de fiambre, que a
empresa descreveu como uma «escolha saudável».
A companhia também aconselhou que os funcionários comam em lugares que
ofereçam uma vasta variedade de saladas, sopas e legumes, e que evitem
o excesso de queijos, bacon e maionese.
Em comunicado, o McDonald's disse que «partes do conteúdo do site
foram interpretadas fora de contexto».
«Esse site fornece informações de parceiros respeitados sobre muitos
temas, entre eles, saúde e bem-estar», disse a empresa. «Ele inclui
informações de especialistas sobre alimentação saudável e escolhas
equilibradas. O McDonald's concorda com esse conselho.»
Embora o site McResource Line seja apenas para funcionários, qualquer
um pode aceder a ele depois de um simples registo.
No momento, o site encontra-se fora do ar, «temporariamente em manutenção».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=676608
escolherem refeições que «não sejam saudáveis», como hambúrgueres,
batatas fritas e refrigerantes — exatamente o tipo de comida oferecida
pela rede aos seus clientes.
Segundo o site do jornal britânico The Independent, num site de
recomendações aos empregados, a rede afirmava que «embora conveniente
e económico para um estilo de vida agitado, a comida fast-food é rica
em calorias, gordura saturada, açúcar e sal e podem fazer com que
pessoas se tornem obesas».
O comunicado apresentava um quadro de um cheeseburger com batatas
fritas e um refrigerante, intitulados como «escolha não saudável», e
outro de um copo de água, salada e uma sanduíche de fiambre, que a
empresa descreveu como uma «escolha saudável».
A companhia também aconselhou que os funcionários comam em lugares que
ofereçam uma vasta variedade de saladas, sopas e legumes, e que evitem
o excesso de queijos, bacon e maionese.
Em comunicado, o McDonald's disse que «partes do conteúdo do site
foram interpretadas fora de contexto».
«Esse site fornece informações de parceiros respeitados sobre muitos
temas, entre eles, saúde e bem-estar», disse a empresa. «Ele inclui
informações de especialistas sobre alimentação saudável e escolhas
equilibradas. O McDonald's concorda com esse conselho.»
Embora o site McResource Line seja apenas para funcionários, qualquer
um pode aceder a ele depois de um simples registo.
No momento, o site encontra-se fora do ar, «temporariamente em manutenção».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=676608
Bombeiros de Viseu consideram "atentatório" da sua dignidade relatório sobre incêndio florestais
Publicado ontem
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A Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu considerou esta
terça-feira "atentatório da dignidade e do bom nome dos bombeiros" o
relatório sobre os incêndios florestais em 2013, nos quais morreram
oito elementos, quatro deles do distrito.
Num comunicado divulgado hoje, aquela estrutura classificou o
documento como "insultuoso" para o desempenho dos bombeiros e para o
"seu esforço levado ao limite, e pouco rigoroso pelas omissões que
revela".
Os bombeiros devem ter melhor formação "em matérias relacionadas com o
comportamento do fogo", segundo a primeira parte do relatório sobre os
incêndios florestais em 2013, disponibilizada pelo Ministério da
Administração Interna (MAI).
Na primeira parte do relatório encomendado pelo MAI, a equipa do
investigador Xavier Viegas, da Faculdade de Ciências e Tecnologia de
Coimbra, sublinha que os bombeiros devem ter formação "em especial em
situações extremas".
O documento acentua que mais formação permitirá aos bombeiros
"assegurar uma boa avaliação das condições de perigo e do cumprimento
dos procedimentos de segurança no combate ao fogo".
A Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu considera "o relatório
ferido de morte na sua credibilidade e profundamente afetado na sua
autoridade, no que toca à falta de formação em comportamento do fogo,
na medida em que o seu autor é parte interessada na formação, que
agora reclama em falta, e que ministra e se disponibiliza a ministrar,
nas instalações da ADAI, associação integrada no Centro de Estudos de
Incêndios Florestais, de que o autor do relatório é também coordenador
e principal responsável".
Aquela estrutura alerta, ainda, a "incompatibilidade de interesses que
se verifica quando, na mesma pessoa, coincide o autor de um relatório
(com tais envolvências e consequências) e o principal responsável pela
formação que o relatório identifica em falta".
O comunicado considera, também, "impróprio o duplo critério adotado no
relatório ao não saber identificar os autores de algumas decisões
tomadas nos postos de comando, mas, em paralelo, ser rápido a nomear
os bombeiros que desrespeitaram as ordens e que, infelizmente, já não
se podem defender e/ou justificar".
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3603774&page=-1
0 0 0
A Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu considerou esta
terça-feira "atentatório da dignidade e do bom nome dos bombeiros" o
relatório sobre os incêndios florestais em 2013, nos quais morreram
oito elementos, quatro deles do distrito.
Num comunicado divulgado hoje, aquela estrutura classificou o
documento como "insultuoso" para o desempenho dos bombeiros e para o
"seu esforço levado ao limite, e pouco rigoroso pelas omissões que
revela".
Os bombeiros devem ter melhor formação "em matérias relacionadas com o
comportamento do fogo", segundo a primeira parte do relatório sobre os
incêndios florestais em 2013, disponibilizada pelo Ministério da
Administração Interna (MAI).
Na primeira parte do relatório encomendado pelo MAI, a equipa do
investigador Xavier Viegas, da Faculdade de Ciências e Tecnologia de
Coimbra, sublinha que os bombeiros devem ter formação "em especial em
situações extremas".
O documento acentua que mais formação permitirá aos bombeiros
"assegurar uma boa avaliação das condições de perigo e do cumprimento
dos procedimentos de segurança no combate ao fogo".
A Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu considera "o relatório
ferido de morte na sua credibilidade e profundamente afetado na sua
autoridade, no que toca à falta de formação em comportamento do fogo,
na medida em que o seu autor é parte interessada na formação, que
agora reclama em falta, e que ministra e se disponibiliza a ministrar,
nas instalações da ADAI, associação integrada no Centro de Estudos de
Incêndios Florestais, de que o autor do relatório é também coordenador
e principal responsável".
Aquela estrutura alerta, ainda, a "incompatibilidade de interesses que
se verifica quando, na mesma pessoa, coincide o autor de um relatório
(com tais envolvências e consequências) e o principal responsável pela
formação que o relatório identifica em falta".
O comunicado considera, também, "impróprio o duplo critério adotado no
relatório ao não saber identificar os autores de algumas decisões
tomadas nos postos de comando, mas, em paralelo, ser rápido a nomear
os bombeiros que desrespeitaram as ordens e que, infelizmente, já não
se podem defender e/ou justificar".
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3603774&page=-1
Os regulamentos base da PAC foram publicados
Os quatro regulamentos base relativos à Política Agrícola Comum (PAC)
foram publicados na versão portuguesa no Jornal Oficial da União
Europeia de 20/12/2013.
Estes textos legislativos reflectem o acordo político a que chegaram a
Comissão europeia, os ministros da agricultura dos Estados Membros da
União europeia (no âmbito do Conselho) e o Parlamento europeu.
Com esta nova regulamentação, a maioria da legislação relativa à PAC
será definida por 4 regulamentos consecutivos – o que representa uma
simplificação significativa:
o desenvolvimento rural (Regulamento (UE) N.º 1305/2013).
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2013:347:0487:0548:pt:PDF
as questões "horizontais" como o financiamento e os controles
(Regulamento (UE) N.º 1306/2013).
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2013:347:0549:0607:pt:PDF
os pagamentos directos aos agricultores (Regulamento (UE) N.º 1307/2013).
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2013:347:0608:0670:pt:PDF
as medidas de mercado (Regulamento (UE) N.º 1308/2013).
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2013:347:0671:0854:pt:PDF
Foi também publicado um regulamento de transição para 2014
(Regulamento (UE) N.º1310/2013) para assegurar uma transição durante o
próximo ano.
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2013:347:0865:0883:pt:PDF
Fonte: Europa
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/26b.htm
foram publicados na versão portuguesa no Jornal Oficial da União
Europeia de 20/12/2013.
Estes textos legislativos reflectem o acordo político a que chegaram a
Comissão europeia, os ministros da agricultura dos Estados Membros da
União europeia (no âmbito do Conselho) e o Parlamento europeu.
Com esta nova regulamentação, a maioria da legislação relativa à PAC
será definida por 4 regulamentos consecutivos – o que representa uma
simplificação significativa:
o desenvolvimento rural (Regulamento (UE) N.º 1305/2013).
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2013:347:0487:0548:pt:PDF
as questões "horizontais" como o financiamento e os controles
(Regulamento (UE) N.º 1306/2013).
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2013:347:0549:0607:pt:PDF
os pagamentos directos aos agricultores (Regulamento (UE) N.º 1307/2013).
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2013:347:0608:0670:pt:PDF
as medidas de mercado (Regulamento (UE) N.º 1308/2013).
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2013:347:0671:0854:pt:PDF
Foi também publicado um regulamento de transição para 2014
(Regulamento (UE) N.º1310/2013) para assegurar uma transição durante o
próximo ano.
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2013:347:0865:0883:pt:PDF
Fonte: Europa
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/26b.htm
Associação Florestal do Lima vence Prémio Agricultura 2013 na Categoria Associações / Cooperativas
No passado dia 19 de Dezembro, o Presidente da Associação Florestal do
Lima Joaquim Viana da Rocha recebeu da Ministra da Agricultura e Mar,
Assunção Cristas, o troféu do Prémio Agricultura 2013 na Categoria
Associações/Cooperativas.
O Prémio Agricultura 2013, iniciativa do BPI e do Correio da Manhã,
com o apoio da PwC e o Patrocínio Ministério da Agricultura e do Mar,
pretendia Promover, Incentivar e Premiar os casos de sucesso dos
sectores Agrícola, Florestal e Agroindustrial nacionais.
Depois de uma menção honrosa em 2012, a Associação Florestal do Lima
sediada em Ponte de Lima e com área de intervenção no Vale do Lima,
obteve o prémio que reconhece o seu trabalho entre as associações e
cooperativas de todo o país. É também o reconhecimento da qualidade e
empenho do trabalho desempenhado por todos os trabalhadores e direção
em prol da gestão sustentável da floresta e na prevenção de incêndios.
A Associação Florestal do Lima partilha este prémio com os seus
associados, aderentes às Zona de Intervenção Florestal e todas as
pessoas e entidades que colaboram com a Associação em prol da defesa e
promoção do ordenamento da floresta e do ambiente.
Fonte: AFLima
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/24b.htm
Lima Joaquim Viana da Rocha recebeu da Ministra da Agricultura e Mar,
Assunção Cristas, o troféu do Prémio Agricultura 2013 na Categoria
Associações/Cooperativas.
O Prémio Agricultura 2013, iniciativa do BPI e do Correio da Manhã,
com o apoio da PwC e o Patrocínio Ministério da Agricultura e do Mar,
pretendia Promover, Incentivar e Premiar os casos de sucesso dos
sectores Agrícola, Florestal e Agroindustrial nacionais.
Depois de uma menção honrosa em 2012, a Associação Florestal do Lima
sediada em Ponte de Lima e com área de intervenção no Vale do Lima,
obteve o prémio que reconhece o seu trabalho entre as associações e
cooperativas de todo o país. É também o reconhecimento da qualidade e
empenho do trabalho desempenhado por todos os trabalhadores e direção
em prol da gestão sustentável da floresta e na prevenção de incêndios.
A Associação Florestal do Lima partilha este prémio com os seus
associados, aderentes às Zona de Intervenção Florestal e todas as
pessoas e entidades que colaboram com a Associação em prol da defesa e
promoção do ordenamento da floresta e do ambiente.
Fonte: AFLima
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/24b.htm
Cavalo na estrada causa acidente com três mortos e cinco feridos graves
Publicado ontem
, atualizado hoje às 00.58
TEIXEIRA CORREIA
foto LUÍS PARDAL/GLOBAL IMAGENS
Cavalo também morreu no acidente
90 0 0
Três mortos e cinco feridos graves é o resultado de um acidente com
dois veículos causado por um cavalo que andava à solta na Estrada
Nacional 114, esta quarta-feira à noite, à saída de Évora.
O acidente ocorreu cerca das 20.55 horas na Estrada Nacional 114,
junto à Quinta de São José da Peramanca, na ligação à A6 e a
Montemor-o-Novo.
Uma das viaturas embateu no animal que estava solto na via e foi
chocar com um carro que circulava em sentido contrário.
A violência do impacto entre os dois carros foi de tal ordem que os
oito passageiros das duas viaturas ficaram encarcerados.
O Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora não
precisou qual o sexo das vítimas mortais, cujos corpos foram
encaminhados para a morgue do Hospital de Évora. Para esta unidade,
foram também encaminhados os cinco feridos.
No local, estiveram 29 operacionais dos Bombeiros de Évora e
Arraiolos, a SIV de Estremoz, o INEM de Évora, Proteção Civil
Municipal e PSP.
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=%C9vora&Concelho=%C9vora&Option=Interior&content_id=3604629&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
, atualizado hoje às 00.58
TEIXEIRA CORREIA
foto LUÍS PARDAL/GLOBAL IMAGENS
Cavalo também morreu no acidente
90 0 0
Três mortos e cinco feridos graves é o resultado de um acidente com
dois veículos causado por um cavalo que andava à solta na Estrada
Nacional 114, esta quarta-feira à noite, à saída de Évora.
O acidente ocorreu cerca das 20.55 horas na Estrada Nacional 114,
junto à Quinta de São José da Peramanca, na ligação à A6 e a
Montemor-o-Novo.
Uma das viaturas embateu no animal que estava solto na via e foi
chocar com um carro que circulava em sentido contrário.
A violência do impacto entre os dois carros foi de tal ordem que os
oito passageiros das duas viaturas ficaram encarcerados.
O Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora não
precisou qual o sexo das vítimas mortais, cujos corpos foram
encaminhados para a morgue do Hospital de Évora. Para esta unidade,
foram também encaminhados os cinco feridos.
No local, estiveram 29 operacionais dos Bombeiros de Évora e
Arraiolos, a SIV de Estremoz, o INEM de Évora, Proteção Civil
Municipal e PSP.
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=%C9vora&Concelho=%C9vora&Option=Interior&content_id=3604629&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
Novas tecnologias ajudam a recriar rebanho comunitário
PENELA
por Lusa, texto publicado por Isaltina PadrãoOntem2 comentários
Fotografia © Direitos Reservados
A falta de leite de cabra para produzir queijo certificado do Rabaçal,
em Penela, levou a autarquia a investir na recriação de um antigo
rebanho comunitário, tirando partido das modernas tecnologias de
comunicação.
Integrado na rede Aldeias do Xisto, o lugar de Ferraria de São João,
na Serra da Lousã, chegou a ter um rebanho com mais de mil caprinos,
mas esta atividade foi-se extinguindo à medida que a desertificação
avançava, desde meados do século XX.
Premiado no Brasil, em setembro, o projeto FarmReal, envolvendo a
Câmara de Penela e o Instituto Pedro Nunes (IPN) da Universidade de
Coimbra, visa "contribuir para a conservação de uma atividade
tradicional" com peso económico nos territórios de baixa densidade
demográfica da Região Centro.
O queijo com Denominação de Origem Protegida (DOP) do Rabaçal
distingue-se pela sua pasta mole, com sabor e aroma determinados por
pastagens nas quais abunda a tomilhinha, popularmente conhecida por
erva-de-santa-maria.
Segundo processos de produção ancestrais, este queijo DOP inclui leite
de ovelha, mais disponível no mercado local, e leite de cabra, cuja
escassez acompanhou o decréscimo do pastoreio nos maciços montanhosos
da Lousã e de Sicó, de xisto e calcário, respetivamente, que se
encontram no concelho de Penela.
"Tínhamos um problema, que era a falta de leite de cabra", afirma o
presidente da Câmara Municipal, Luís Matias, à agência Lusa, realçando
a necessidade de "criar valor com base num produto muito forte" como o
queijo DOP Rabaçal.
A autarquia, quando o ex-governante Paulo Júlio era presidente do
executivo, aliou-se ao IPN, tendo o investigador António Cunha
coordenado a conceção das soluções tecnológicas do projeto.
"Temos de induzir alguns elementos inovadores na atividade do
pastoreio e pensamos que esta é uma forma de resolver o problema",
refere Luís Matias.
Contando com a participação da Associação de Moradores na gestão do
projeto, a Câmara e o IPN querem repor o antigo rebanho comunitário em
Ferraria de São João.
"O dono dos animais pode ser um brasileiro, um japonês, um inglês ou
um lisboeta", revela António Cunha, ao explicar que, em qualquer ponto
do mundo, uma pessoa pode comprar uma ou mais cabras, podendo ainda
optar pela adoção.
Atualizando "um conceito que já existia" em Penela, os promotores
querem "manter o rebanho comunitário, mas os proprietários já não vão
ser os habitantes da aldeia, mas sim quem acede à internet", adianta.
Com apoio de fundos comunitários, a Câmara recuperou e adaptou vários
currais em Ferraria de São João, que os donos disponibilizaram por um
período de 12 anos.
Nas obras, foram gastos 25 mil euros, enquanto a parte imaterial do
projeto representa um investimento de 50 mil euros, segundo Luís
Matias, que está entusiasmado com as perspetivas de fazer regressar à
aldeia o numeroso rebanho de outrora.
"Estes territórios vão ganhando mais massa crítica", regozija-se o
autarca social-democrata, ao salientar que, nos últimos dois anos,
nasceram quatro crianças em Ferraria de São João, o que não acontecia
há muito tempo.
António Cunha partilha deste otimismo. "Se eu posso estar no Facebook,
o meu animal também pode", exemplifica.
O investigador do IPN prevê que a instalação dos primeiros animais
ocorra em 2014.
Em qualquer ponto do mundo, um cibernauta poderá consultar as imagens
da sua cabra em tempo real.
Como num jogo virtual, saberá também o leite que ela produz por dia.
Desta vez, um sonho chamado FarmReal, concebido como aposta na economia real.
http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3604332&page=-1
por Lusa, texto publicado por Isaltina PadrãoOntem2 comentários
Fotografia © Direitos Reservados
A falta de leite de cabra para produzir queijo certificado do Rabaçal,
em Penela, levou a autarquia a investir na recriação de um antigo
rebanho comunitário, tirando partido das modernas tecnologias de
comunicação.
Integrado na rede Aldeias do Xisto, o lugar de Ferraria de São João,
na Serra da Lousã, chegou a ter um rebanho com mais de mil caprinos,
mas esta atividade foi-se extinguindo à medida que a desertificação
avançava, desde meados do século XX.
Premiado no Brasil, em setembro, o projeto FarmReal, envolvendo a
Câmara de Penela e o Instituto Pedro Nunes (IPN) da Universidade de
Coimbra, visa "contribuir para a conservação de uma atividade
tradicional" com peso económico nos territórios de baixa densidade
demográfica da Região Centro.
O queijo com Denominação de Origem Protegida (DOP) do Rabaçal
distingue-se pela sua pasta mole, com sabor e aroma determinados por
pastagens nas quais abunda a tomilhinha, popularmente conhecida por
erva-de-santa-maria.
Segundo processos de produção ancestrais, este queijo DOP inclui leite
de ovelha, mais disponível no mercado local, e leite de cabra, cuja
escassez acompanhou o decréscimo do pastoreio nos maciços montanhosos
da Lousã e de Sicó, de xisto e calcário, respetivamente, que se
encontram no concelho de Penela.
"Tínhamos um problema, que era a falta de leite de cabra", afirma o
presidente da Câmara Municipal, Luís Matias, à agência Lusa, realçando
a necessidade de "criar valor com base num produto muito forte" como o
queijo DOP Rabaçal.
A autarquia, quando o ex-governante Paulo Júlio era presidente do
executivo, aliou-se ao IPN, tendo o investigador António Cunha
coordenado a conceção das soluções tecnológicas do projeto.
"Temos de induzir alguns elementos inovadores na atividade do
pastoreio e pensamos que esta é uma forma de resolver o problema",
refere Luís Matias.
Contando com a participação da Associação de Moradores na gestão do
projeto, a Câmara e o IPN querem repor o antigo rebanho comunitário em
Ferraria de São João.
"O dono dos animais pode ser um brasileiro, um japonês, um inglês ou
um lisboeta", revela António Cunha, ao explicar que, em qualquer ponto
do mundo, uma pessoa pode comprar uma ou mais cabras, podendo ainda
optar pela adoção.
Atualizando "um conceito que já existia" em Penela, os promotores
querem "manter o rebanho comunitário, mas os proprietários já não vão
ser os habitantes da aldeia, mas sim quem acede à internet", adianta.
Com apoio de fundos comunitários, a Câmara recuperou e adaptou vários
currais em Ferraria de São João, que os donos disponibilizaram por um
período de 12 anos.
Nas obras, foram gastos 25 mil euros, enquanto a parte imaterial do
projeto representa um investimento de 50 mil euros, segundo Luís
Matias, que está entusiasmado com as perspetivas de fazer regressar à
aldeia o numeroso rebanho de outrora.
"Estes territórios vão ganhando mais massa crítica", regozija-se o
autarca social-democrata, ao salientar que, nos últimos dois anos,
nasceram quatro crianças em Ferraria de São João, o que não acontecia
há muito tempo.
António Cunha partilha deste otimismo. "Se eu posso estar no Facebook,
o meu animal também pode", exemplifica.
O investigador do IPN prevê que a instalação dos primeiros animais
ocorra em 2014.
Em qualquer ponto do mundo, um cibernauta poderá consultar as imagens
da sua cabra em tempo real.
Como num jogo virtual, saberá também o leite que ela produz por dia.
Desta vez, um sonho chamado FarmReal, concebido como aposta na economia real.
http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3604332&page=-1
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Meteorologia: «O pior já passou»
Publicado hoje às 09:28
Depois de uma terça-feira de temporal, o tempo acalmou neste dia de
natal. Apesart disso, a proteção civil ainda mantém oito distritos em
alerta laranja, o segundo mais grave de uma escala de quatro.
Para esta quarta-feira as previsões são, apesar de tudo, mais
simpáticas, como diz a meterologista Madalena Rodrigues.
«O pior já passou. Hoje é um dia com alguma instabilidade,
principalmente nas regiões do norte e centro ainda podem ocorrer
aguaceiros pontualmente fortes, acompanhados de granizo e trovoada. O
vento tem tendência para diminuir ao longo dia», explica.
Quanto à temperatura para os próximos dias, Madalena Rodrigues diz que
ela vai manter-se instável.
«Hoje baixou um bocadinho, amanhã também um ou dois graus, depois no
dia 27 vamos ter aproximação de novo sistema frontal, precipitação em
todo o país e uma subida da temperatura mínima. Volta a descer no dia
28. No dia da passagem de ano o tempo vai piorar, mas é uma situação
normal», adianta.
Apesar de uma acalmia no estado do tempo, o Instituto do Mar e da
Atmosfera mantém o aviso laranja, o segundo mais grave de uma escala
de quatro, em oito distritos de Portugal continental. São eles Braga,
Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Viana do Castelo, Vila Real
e Viseu. Os restantes estão sob aviso amarelo.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=3604100&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
Depois de uma terça-feira de temporal, o tempo acalmou neste dia de
natal. Apesart disso, a proteção civil ainda mantém oito distritos em
alerta laranja, o segundo mais grave de uma escala de quatro.
Para esta quarta-feira as previsões são, apesar de tudo, mais
simpáticas, como diz a meterologista Madalena Rodrigues.
«O pior já passou. Hoje é um dia com alguma instabilidade,
principalmente nas regiões do norte e centro ainda podem ocorrer
aguaceiros pontualmente fortes, acompanhados de granizo e trovoada. O
vento tem tendência para diminuir ao longo dia», explica.
Quanto à temperatura para os próximos dias, Madalena Rodrigues diz que
ela vai manter-se instável.
«Hoje baixou um bocadinho, amanhã também um ou dois graus, depois no
dia 27 vamos ter aproximação de novo sistema frontal, precipitação em
todo o país e uma subida da temperatura mínima. Volta a descer no dia
28. No dia da passagem de ano o tempo vai piorar, mas é uma situação
normal», adianta.
Apesar de uma acalmia no estado do tempo, o Instituto do Mar e da
Atmosfera mantém o aviso laranja, o segundo mais grave de uma escala
de quatro, em oito distritos de Portugal continental. São eles Braga,
Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Viana do Castelo, Vila Real
e Viseu. Os restantes estão sob aviso amarelo.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=3604100&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
'Agricultando' em versão inglesa para chegar a turistas e luso-descendentes
Livro de Joaquim Leça ganha nova versão
Actualizado em 16 de Dezembro, às 12:15
Ana Luísa Correia
O livro "Agricultando* | *Cultivating - 71 texts about Madeiran
Agriculture" foi lançao há pouco na Bertrand do Dolce Vita Funchal.
Da autoria de Joaquim Leça, engenheiro agrícola, Chefe de Divisão de
Infra-estruturas de Apoio ao Comércio Agro-alimentar da Direcção de
Serviços do Comércio Agroalimentar pertencente à DRADR e colaborador
da revista MAIS, do DIÁRIO de Notícias, o livro que reúne textos sobre
a Agricultura madeirense inicialmente lançado em Março de 2011, ganha
agora uma versão inglês para corresponder à procura crescente dos
turistas estrangeiros que visitam a Região, bem como dos descendentes
das 2.ª e 3.ª gerações dos nossos emigrantes que residem em países
anglo-saxónicos (Reino Unido, África do Sul, Austrália, EUA, Canadá,
entre outros), que por vezes, já não falando a língua de Camões, têm
uma enorme "sede" de conhecimento pela terra natal dos avós ou dos
pais.
Como é referido na nota do autor para a edição inglesa, "(...) O que
num continente levaria horas e centenas ou milhares de quilómetros
para vivenciar esta biodiversidade agrícola, aqui [na Região] encontra
tudo isso a poucos minutos ou quilómetros de distância. Num mundo
muito padronizado e globalizado, é cada vez mais importante preservar
e divulgar as diferenças culturais e porque agricultura é cultura,
confirma-se claramente a necessidade de ter uma identidade agrícola
singular, que se reflecte na paisagem, na gastronomia madeirense e nas
nossas tradições."
Para o comprador deste livro, esta obra poderá ser um guia
agro-turístico, mostrando a Madeira e o Porto Santo agrícolas, os
produtos agrícolas mais emblemáticos e os respectivos locais de
produção, as tradições populares e os certames agrícolas ao longo do
ano, as indústiras agro-alimentares artesanais e algumas
personalidades que contribuíram para a Agricultura madeirense.
Como novidade relativamente à edição em português, a nova versão
inclui mapas da Madeira e Porto Santo, para que seja mais fácil
localizar as referências feitas nos vários textos.
http://www.dnoticias.pt/actualidade/5-sentidos/421825-agricultando-em-versao-inglesa-para-chegar-a-turistas-e-luso-descenden
Actualizado em 16 de Dezembro, às 12:15
Ana Luísa Correia
O livro "Agricultando* | *Cultivating - 71 texts about Madeiran
Agriculture" foi lançao há pouco na Bertrand do Dolce Vita Funchal.
Da autoria de Joaquim Leça, engenheiro agrícola, Chefe de Divisão de
Infra-estruturas de Apoio ao Comércio Agro-alimentar da Direcção de
Serviços do Comércio Agroalimentar pertencente à DRADR e colaborador
da revista MAIS, do DIÁRIO de Notícias, o livro que reúne textos sobre
a Agricultura madeirense inicialmente lançado em Março de 2011, ganha
agora uma versão inglês para corresponder à procura crescente dos
turistas estrangeiros que visitam a Região, bem como dos descendentes
das 2.ª e 3.ª gerações dos nossos emigrantes que residem em países
anglo-saxónicos (Reino Unido, África do Sul, Austrália, EUA, Canadá,
entre outros), que por vezes, já não falando a língua de Camões, têm
uma enorme "sede" de conhecimento pela terra natal dos avós ou dos
pais.
Como é referido na nota do autor para a edição inglesa, "(...) O que
num continente levaria horas e centenas ou milhares de quilómetros
para vivenciar esta biodiversidade agrícola, aqui [na Região] encontra
tudo isso a poucos minutos ou quilómetros de distância. Num mundo
muito padronizado e globalizado, é cada vez mais importante preservar
e divulgar as diferenças culturais e porque agricultura é cultura,
confirma-se claramente a necessidade de ter uma identidade agrícola
singular, que se reflecte na paisagem, na gastronomia madeirense e nas
nossas tradições."
Para o comprador deste livro, esta obra poderá ser um guia
agro-turístico, mostrando a Madeira e o Porto Santo agrícolas, os
produtos agrícolas mais emblemáticos e os respectivos locais de
produção, as tradições populares e os certames agrícolas ao longo do
ano, as indústiras agro-alimentares artesanais e algumas
personalidades que contribuíram para a Agricultura madeirense.
Como novidade relativamente à edição em português, a nova versão
inclui mapas da Madeira e Porto Santo, para que seja mais fácil
localizar as referências feitas nos vários textos.
http://www.dnoticias.pt/actualidade/5-sentidos/421825-agricultando-em-versao-inglesa-para-chegar-a-turistas-e-luso-descenden
FERREIRA DO ZÊZERE - «Zêzerovo» distinguida como Melhor PME do Sector Agrícola
A empresa «Zêzerovo», localizada em Ferreira do Zêzere, foi
distinguida com o Prémio Agricultura 2013, uma iniciativa do Banco
Português de Investimento, do «Correio da Manhã» e do «Jornal de
Negócios», ainda com o patrocínio do Governo.
O objectivo passa por promover, incentivar e premiar os casos de
sucesso na agricultura nacional. Recorde-se que a «Zêzerovo» já tinha
sido distinguida com uma Menção Honrosa na 1ª edição, pelo que, neste
ano, houve assim lugar à distinção como a melhor PME do Sector
Agrícola, numa cerimónia em que marcou presença Assunção Cristas,
Ministra da Agricultura. Numa nota de imprensa enviada para a redacção
da Hertz, a empresa confessa o «grande orgulho e satisfação» face ao
prémio recebido, considerando esta distinção como «o reconhecimento do
espírito empreendedor e inovador da administração, bem como do empenho
e dedicação de todos os colaboradores».
http://www.radiohertz.pt/?pagina=noticias&id=14146
distinguida com o Prémio Agricultura 2013, uma iniciativa do Banco
Português de Investimento, do «Correio da Manhã» e do «Jornal de
Negócios», ainda com o patrocínio do Governo.
O objectivo passa por promover, incentivar e premiar os casos de
sucesso na agricultura nacional. Recorde-se que a «Zêzerovo» já tinha
sido distinguida com uma Menção Honrosa na 1ª edição, pelo que, neste
ano, houve assim lugar à distinção como a melhor PME do Sector
Agrícola, numa cerimónia em que marcou presença Assunção Cristas,
Ministra da Agricultura. Numa nota de imprensa enviada para a redacção
da Hertz, a empresa confessa o «grande orgulho e satisfação» face ao
prémio recebido, considerando esta distinção como «o reconhecimento do
espírito empreendedor e inovador da administração, bem como do empenho
e dedicação de todos os colaboradores».
http://www.radiohertz.pt/?pagina=noticias&id=14146
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Associação de Coimbra quer criar horta comunitária no centro da cidade
Lusa22 Dez, 2013, 10:44
A associação Coimbra em Transição, criada em junho de 2013, pretende
criar uma horta comunitária no centro de Coimbra, entre outros
projetos, tendo como objetivo desenvolver comunidades e um meio urbano
mais verde.
A associação está a procurar terrenos no centro da cidade para
instalar uma horta comunitária, para que os cidadãos de Coimbra possam
ter "acesso a comida saudável e fresca", para além de que o contacto
com espaços verdes e com a horticultura pode ter "um potencial
terapêutico, quer para um desempregado, quer para um académico",
afirmou à agência Lusa Sara Rocha, tesoureira da associação.
Com as hortas comunitárias, "as pessoas podem conviver, desenvolver
uma economia local, para além da importância de ter espaços verdes,
para que não seja só alcatrão e parques de estacionamento" pela
cidade.
Para isso, segundo Sara Rocha, será necessário, para além do espaço,
"pessoas com disponibilidade e interesse em ter a horta e fazer a sua
manutenção".
A Coimbra em Transição quer também ligar "pontas soltas em Coimbra",
sendo que, na cidade, "há pessoas que têm terrenos, mas não os podem
ou não os querem cultivar, e há quem não tenha terreno mas que
gostasse de cultivar", referiu Sara Rocha.
"Queremos desenvolver a economia social, ligar as pessoas e gerar
novas dinâmicas", salientou a membro da direção da Coimbra em
Transição.
A associação já existe de forma informal desde 2009. Contudo, só no
verão deste ano é que a Coimbra em Transição se constituiu, tendo como
foco uma vida sem dependência do petróleo, "ambientes mais verdes",
"produção local" e "criação de comunidades e ferramentas de trabalho
em grupo", explicou.
Ao longo do seu tempo de existência, a associação já realizou um ciclo
de cinema sobre comunidade e consciência, dois debates com o
Observatório para a Cidadania da Faculdade de Psicologia da
Universidade de Coimbra, cursos de horticultura e cozinha vegetariana,
ainda organizou uma feira de trocas de prendas, no âmbito do espírito
natalício, e manteve uma horta no Jardim Botânico, entre 2009 e 2013.
A associação pretende agora encontrar um espaço para se fixar, para
melhor desenvolver as suas atividades e ter uma presença mais visível
na cidade.
Para os próximos tempos, planeiam criar um ciclo de cinema itinerante,
na altura da primavera, que passe por espaços como a Praça do
Comércio, Terreiro da Erva, Relvinha ou Ateneu.
Sara Rocha contou à agência Lusa que a associação pretende também
potenciar "a cultura à volta da gastronomia", de forma a recuperar as
"festas e feiras" que surgem no âmbito das colheitas.
A associação surge de um movimento mais amplo, criado em 2006, em
Inglaterra, que pretendia "fazer uma transição no espaço urbano para
contextos de vida mais resilientes".
Em Portugal, há cerca de 20 associações que estão integradas nessa
rede de transição, podendo focar-se na questão comunitária, em hortas,
oficinas ou outras atividades.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=704940&tm=4&layout=121&visual=49
A associação Coimbra em Transição, criada em junho de 2013, pretende
criar uma horta comunitária no centro de Coimbra, entre outros
projetos, tendo como objetivo desenvolver comunidades e um meio urbano
mais verde.
A associação está a procurar terrenos no centro da cidade para
instalar uma horta comunitária, para que os cidadãos de Coimbra possam
ter "acesso a comida saudável e fresca", para além de que o contacto
com espaços verdes e com a horticultura pode ter "um potencial
terapêutico, quer para um desempregado, quer para um académico",
afirmou à agência Lusa Sara Rocha, tesoureira da associação.
Com as hortas comunitárias, "as pessoas podem conviver, desenvolver
uma economia local, para além da importância de ter espaços verdes,
para que não seja só alcatrão e parques de estacionamento" pela
cidade.
Para isso, segundo Sara Rocha, será necessário, para além do espaço,
"pessoas com disponibilidade e interesse em ter a horta e fazer a sua
manutenção".
A Coimbra em Transição quer também ligar "pontas soltas em Coimbra",
sendo que, na cidade, "há pessoas que têm terrenos, mas não os podem
ou não os querem cultivar, e há quem não tenha terreno mas que
gostasse de cultivar", referiu Sara Rocha.
"Queremos desenvolver a economia social, ligar as pessoas e gerar
novas dinâmicas", salientou a membro da direção da Coimbra em
Transição.
A associação já existe de forma informal desde 2009. Contudo, só no
verão deste ano é que a Coimbra em Transição se constituiu, tendo como
foco uma vida sem dependência do petróleo, "ambientes mais verdes",
"produção local" e "criação de comunidades e ferramentas de trabalho
em grupo", explicou.
Ao longo do seu tempo de existência, a associação já realizou um ciclo
de cinema sobre comunidade e consciência, dois debates com o
Observatório para a Cidadania da Faculdade de Psicologia da
Universidade de Coimbra, cursos de horticultura e cozinha vegetariana,
ainda organizou uma feira de trocas de prendas, no âmbito do espírito
natalício, e manteve uma horta no Jardim Botânico, entre 2009 e 2013.
A associação pretende agora encontrar um espaço para se fixar, para
melhor desenvolver as suas atividades e ter uma presença mais visível
na cidade.
Para os próximos tempos, planeiam criar um ciclo de cinema itinerante,
na altura da primavera, que passe por espaços como a Praça do
Comércio, Terreiro da Erva, Relvinha ou Ateneu.
Sara Rocha contou à agência Lusa que a associação pretende também
potenciar "a cultura à volta da gastronomia", de forma a recuperar as
"festas e feiras" que surgem no âmbito das colheitas.
A associação surge de um movimento mais amplo, criado em 2006, em
Inglaterra, que pretendia "fazer uma transição no espaço urbano para
contextos de vida mais resilientes".
Em Portugal, há cerca de 20 associações que estão integradas nessa
rede de transição, podendo focar-se na questão comunitária, em hortas,
oficinas ou outras atividades.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=704940&tm=4&layout=121&visual=49
Primeiro Balanço ao Ano Agrícola - 2013
CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA AGRICULTURA
Apesar de, no geral, ter havido escoamento para os Produtos
Agro-Alimentares, os respectivos Preços à Produção (salvo raras
excepções) mantiveram-se abaixo daquilo que seria de esperar. Ao mesmo
tempo, continuaram especulativos os preços dos principais factores de
produção: - combustíveis; energia eléctrica; rações; pesticidas e
herbicidas; juros do crédito bancário.
Os Preços da Madeira de Rolaria continuaram em baixa na mata e fora
dela. Entretanto, o Governo prosseguiu com iniciativas legislativas: -
banco de terras; florestação e reflorestação; revisão da Lei dos
Baldios; em que prepara a eucaliptização indiscriminada, assim cedendo
aos interesses das Celuloses e outras grandes empresas. No Verão,
ocorreram violentos e extensos Incêndios Florestais.
Aumentaram a Produção e as Exportações em alguns sectores da produção
vegetal em modo de produção (super)intensivo - hortícolas; azeite;
fruta; vinho - que sobretudo provêm de empresas do grande "negócio
agrícola".
O Governo não pagou aos Produtores Pecuários a comparticipação pública
para os custos da Sanidade Animal, relativamente a 2012 e a 2013. No
total perfaz uma dívida do Governo na ordem dos 20 milhões de Euros,
situação que constitui um atentado à sobrevivência das pequenas e
médias Explorações Agro-Pecuárias.
Continua em queda a Produção de Leite e Carne também em consequências
do fim anunciado das Quotas Leiteiras e do preço especulativo das
Rações, de entre outros.
Segundo o INE, aumentou em 4,5% o "rendimento da actividade agrícola"
comparativamente ao ano passado, informação que se assinala. Porém, é
um rendimento médio que não abarca as pequenas e médias Explorações e
não corresponde, automaticamente, a um aumento sustentado do
rendimento dos Agricultores, em 2013, pois diz respeito "à actividade
agrícola" em que, também segundo o INE, "baixou ligeiramente o volume
de mão-de-obra agrícola".
Apesar da propaganda governamental, o facto é que o PRODER sofreu
cortes e esteve "congelado" nas suas medidas para o investimento
agro-florestal também porque se manteve em apenas 15% o
co-financiamento médio do Orçamento de Estado.
A única medida que o Governo tomou, especificamente virada para os
pequenos e médios Agricultores, foi a imposição de novas regras
fiscais destinadas a aumentar a fiscalização e a tributação sobre
esses mesmos Agricultores, para os eliminar. Eis outra consequência do
programa de desastre nacional das tróikas e do Governo.
REFORMA DA PAC É MÁ PARA PORTUGAL
Recentemente, o chamado "trílogo" - Comissão Europeia - Conselho de
Ministros da UE - Parlamento Europeu - aprovaram mais uma Reforma da
PAC e respectivo Orçamento Comunitário, no caso para o período entre
2014 e 2020.
CNA considera ter sido um mau "negócio" para a nossa Agricultura e
para Portugal.
Nesta Reforma da PAC, há uma grande redução das verbas Comunitárias
para o sector, (pelo menos 500 milhões de Euros) comparativamente ao
período entre 2007 e 2013.
Pode acentuar-se o desligamento das Ajudas da Produção onde se vêm
juntar as ajudas no âmbito do chamado "esverdeamento" ("greening") da
PAC, o que mantém os vastos privilégios financeiros dos maiores
proprietários e do grande "agro-negócio".
Simultaneamente, o mais certo é vir a reduzir-se, ainda mais, ( passar
para menos de 15%) o co-financiamento nacional dos Orçamentos de
Estado para o 2º Pilar, o do "Desenvolvimento Rural".
Tudo isto dentro do quadro geral da "competitividade" em que os apoios
públicos são concentrados no grande "agro-negócio" e na produção
intensiva para exportação, em prejuízo da boa Produção Familiar
Nacional e dos Mercados Locais.
GOVERNO PORTUGUÊS PARECE NÃO QUERER APROVEITAR A MARGEM DE MANOBRA
NACIONAL PARA APOIAR AGRICULTURA FAMILIAR E MUNDO RURAL
Nas reuniões preparatórias do novo Programa da Desenvolvimento Rural
(PDR) - que se baseia já na Reforma da PAC - 2014 - 2020 - o
Ministério da Agricultura tem incentivado uma série de opções
"nacionais" em que parece apostado em prejudicar a Agricultura
Familiar e os Pequenos e Médios Agricultores, e nomeadamente:
-- Não querem aplicar, em Portugal, sub-programas específicos para
apoio à Pequena Agricultura e aos circuitos curtos de Comercialização
(mercados locais, etc).
-- Não são criadas medidas "especiais" para o desenvolvimento da
Pequena Agricultura (tal como o regulamento da PAC permite).
-- No apoio "normal" ao investimento (2º Pilar da PAC), as pequenas e
médias Explorações não são contempladas especificamente já que se
acaba com a medida nacional. Assim, para tapar o Sol com a peneira,
pretendem criar uma medida para pequenos investimentos mas no âmbito
da chamada "abordagem Leader". Porém, esta medida "avulsa" destina-se,
principalmente, a investimentos relacionados com a segurança de
qualquer actividade ou exploração agro-alimentar.
-- O emprego na Agricultura não é critério nem para avaliação dos
projectos nem para efeitos de atribuição de Ajudas o que favorece os
maiores proprietários absentistas e o grande "agro-negócio".
Para finalizar, dizer que, ao contrário daquilo que veio a público, a
CNA (e não só) tem criticado estas opções do Ministério da Agricultura
e do Governo para o novo PDR 2014 - 2020, e tem apresentado
contra-propostas das quais não abdica.
Coimbra, 19 de Dezembro de 2013 // A Direcção da CNA
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/20c.htm
Apesar de, no geral, ter havido escoamento para os Produtos
Agro-Alimentares, os respectivos Preços à Produção (salvo raras
excepções) mantiveram-se abaixo daquilo que seria de esperar. Ao mesmo
tempo, continuaram especulativos os preços dos principais factores de
produção: - combustíveis; energia eléctrica; rações; pesticidas e
herbicidas; juros do crédito bancário.
Os Preços da Madeira de Rolaria continuaram em baixa na mata e fora
dela. Entretanto, o Governo prosseguiu com iniciativas legislativas: -
banco de terras; florestação e reflorestação; revisão da Lei dos
Baldios; em que prepara a eucaliptização indiscriminada, assim cedendo
aos interesses das Celuloses e outras grandes empresas. No Verão,
ocorreram violentos e extensos Incêndios Florestais.
Aumentaram a Produção e as Exportações em alguns sectores da produção
vegetal em modo de produção (super)intensivo - hortícolas; azeite;
fruta; vinho - que sobretudo provêm de empresas do grande "negócio
agrícola".
O Governo não pagou aos Produtores Pecuários a comparticipação pública
para os custos da Sanidade Animal, relativamente a 2012 e a 2013. No
total perfaz uma dívida do Governo na ordem dos 20 milhões de Euros,
situação que constitui um atentado à sobrevivência das pequenas e
médias Explorações Agro-Pecuárias.
Continua em queda a Produção de Leite e Carne também em consequências
do fim anunciado das Quotas Leiteiras e do preço especulativo das
Rações, de entre outros.
Segundo o INE, aumentou em 4,5% o "rendimento da actividade agrícola"
comparativamente ao ano passado, informação que se assinala. Porém, é
um rendimento médio que não abarca as pequenas e médias Explorações e
não corresponde, automaticamente, a um aumento sustentado do
rendimento dos Agricultores, em 2013, pois diz respeito "à actividade
agrícola" em que, também segundo o INE, "baixou ligeiramente o volume
de mão-de-obra agrícola".
Apesar da propaganda governamental, o facto é que o PRODER sofreu
cortes e esteve "congelado" nas suas medidas para o investimento
agro-florestal também porque se manteve em apenas 15% o
co-financiamento médio do Orçamento de Estado.
A única medida que o Governo tomou, especificamente virada para os
pequenos e médios Agricultores, foi a imposição de novas regras
fiscais destinadas a aumentar a fiscalização e a tributação sobre
esses mesmos Agricultores, para os eliminar. Eis outra consequência do
programa de desastre nacional das tróikas e do Governo.
REFORMA DA PAC É MÁ PARA PORTUGAL
Recentemente, o chamado "trílogo" - Comissão Europeia - Conselho de
Ministros da UE - Parlamento Europeu - aprovaram mais uma Reforma da
PAC e respectivo Orçamento Comunitário, no caso para o período entre
2014 e 2020.
CNA considera ter sido um mau "negócio" para a nossa Agricultura e
para Portugal.
Nesta Reforma da PAC, há uma grande redução das verbas Comunitárias
para o sector, (pelo menos 500 milhões de Euros) comparativamente ao
período entre 2007 e 2013.
Pode acentuar-se o desligamento das Ajudas da Produção onde se vêm
juntar as ajudas no âmbito do chamado "esverdeamento" ("greening") da
PAC, o que mantém os vastos privilégios financeiros dos maiores
proprietários e do grande "agro-negócio".
Simultaneamente, o mais certo é vir a reduzir-se, ainda mais, ( passar
para menos de 15%) o co-financiamento nacional dos Orçamentos de
Estado para o 2º Pilar, o do "Desenvolvimento Rural".
Tudo isto dentro do quadro geral da "competitividade" em que os apoios
públicos são concentrados no grande "agro-negócio" e na produção
intensiva para exportação, em prejuízo da boa Produção Familiar
Nacional e dos Mercados Locais.
GOVERNO PORTUGUÊS PARECE NÃO QUERER APROVEITAR A MARGEM DE MANOBRA
NACIONAL PARA APOIAR AGRICULTURA FAMILIAR E MUNDO RURAL
Nas reuniões preparatórias do novo Programa da Desenvolvimento Rural
(PDR) - que se baseia já na Reforma da PAC - 2014 - 2020 - o
Ministério da Agricultura tem incentivado uma série de opções
"nacionais" em que parece apostado em prejudicar a Agricultura
Familiar e os Pequenos e Médios Agricultores, e nomeadamente:
-- Não querem aplicar, em Portugal, sub-programas específicos para
apoio à Pequena Agricultura e aos circuitos curtos de Comercialização
(mercados locais, etc).
-- Não são criadas medidas "especiais" para o desenvolvimento da
Pequena Agricultura (tal como o regulamento da PAC permite).
-- No apoio "normal" ao investimento (2º Pilar da PAC), as pequenas e
médias Explorações não são contempladas especificamente já que se
acaba com a medida nacional. Assim, para tapar o Sol com a peneira,
pretendem criar uma medida para pequenos investimentos mas no âmbito
da chamada "abordagem Leader". Porém, esta medida "avulsa" destina-se,
principalmente, a investimentos relacionados com a segurança de
qualquer actividade ou exploração agro-alimentar.
-- O emprego na Agricultura não é critério nem para avaliação dos
projectos nem para efeitos de atribuição de Ajudas o que favorece os
maiores proprietários absentistas e o grande "agro-negócio".
Para finalizar, dizer que, ao contrário daquilo que veio a público, a
CNA (e não só) tem criticado estas opções do Ministério da Agricultura
e do Governo para o novo PDR 2014 - 2020, e tem apresentado
contra-propostas das quais não abdica.
Coimbra, 19 de Dezembro de 2013 // A Direcção da CNA
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/20c.htm
Time: Café alcoólico português entre invenções do ano
Segunda-feira, 23 de Dezembro de 2013
Uma nova bebida alcoólica portuguesa criada a partir da borra do café
por investigadores da Universidade do Minho foi considerada uma das 25
melhores invenções do ano pela prestigiada revista norte-americana
Time.
O "café alcoólico" faz parte de uma lista divulgada o mês passado pela
publicação e, segundo os seus criadores, tem um teor de álcool que o
torna tão forte como a vodka ou a aguardente, tratando-se da primeira
bebida destilada diretamente da borra de café.
"É bom o suficiente para ser consumido, descobriram os cientistas, e o seu
sabor pode melhorar com os anos. Mas atenção: este 'café' não vai
mantê-lo acordado, porque a maior parte da cafeína desaparece com a
fermentação", escreve a Time a propósito da nova bebida.
Em comunicado, a Universidade do Minho sublinha que, por se basear no
aproveitamento deste resíduo, a bebida possui "elevado potencial
comercial". De acordo com Solange Mussatto, coordenadora da
investigação, tal potencial deve-se ao facto de os resíduos do café
serem "muito ricos" visto que "a borra representa cerca de 80% do
grão".
"A nova bebida foi identificada como café alcoólico mas, na verdade, é
um destilado, como uma aguardente transparente, com 40% de etanol e
aroma a café", explica a cientista, destacando que o resultado é
"diferente do que existia até agora".
Isto porque, esclarece Solange Mussatto, ao contrário do que acontece
com os licores atuais, produzidos a partir dos grãos do café, esta
bebida é obtida a partir dos resíduos. A sua obtenção foi feita em
laboratório, onde os resíduos secos de café foram fervidos em água,
sendo esta água coada e tendo-lhe, depois, sido adicionados açúcar e
levedura para catalisar a fermentação.
"Num formato de produção em contexto industrial, apesar de o processo
ser relativamente simples e barato, a recolha de grandes quantidades
de borra de café necessita de alguns cuidados, já que estes resíduos
têm humidade e outros fatores de fácil contaminação", alerta a
especialista.
A patente desta nova bebida já foi registada e os responsáveis pela
sua criação encontram-se, neste momento, à espera que surja alguém
interessado em investir no produto de um ponto de vista comercial.
Entre as outras invenções destacadas pela Time está, por exemplo, o
"cronut" - um bolo inovador com massa ao estilo croissant que é frito
como um donut que, ao longo deste ano, cativou os gulosos desde que
surgiu em Nova Iorque, EUA - ou uma espécie de pílula que funciona
como uma "password comestível".
Notícia sugerida por Maria da Luz
http://boasnoticias.pt/noticias_Time-Caf%C3%A9-alco%C3%B3lico-portugu%C3%AAs-entre-inven%C3%A7%C3%B5es-do-ano_18211.html?page=0
Uma nova bebida alcoólica portuguesa criada a partir da borra do café
por investigadores da Universidade do Minho foi considerada uma das 25
melhores invenções do ano pela prestigiada revista norte-americana
Time.
O "café alcoólico" faz parte de uma lista divulgada o mês passado pela
publicação e, segundo os seus criadores, tem um teor de álcool que o
torna tão forte como a vodka ou a aguardente, tratando-se da primeira
bebida destilada diretamente da borra de café.
"É bom o suficiente para ser consumido, descobriram os cientistas, e o seu
sabor pode melhorar com os anos. Mas atenção: este 'café' não vai
mantê-lo acordado, porque a maior parte da cafeína desaparece com a
fermentação", escreve a Time a propósito da nova bebida.
Em comunicado, a Universidade do Minho sublinha que, por se basear no
aproveitamento deste resíduo, a bebida possui "elevado potencial
comercial". De acordo com Solange Mussatto, coordenadora da
investigação, tal potencial deve-se ao facto de os resíduos do café
serem "muito ricos" visto que "a borra representa cerca de 80% do
grão".
"A nova bebida foi identificada como café alcoólico mas, na verdade, é
um destilado, como uma aguardente transparente, com 40% de etanol e
aroma a café", explica a cientista, destacando que o resultado é
"diferente do que existia até agora".
Isto porque, esclarece Solange Mussatto, ao contrário do que acontece
com os licores atuais, produzidos a partir dos grãos do café, esta
bebida é obtida a partir dos resíduos. A sua obtenção foi feita em
laboratório, onde os resíduos secos de café foram fervidos em água,
sendo esta água coada e tendo-lhe, depois, sido adicionados açúcar e
levedura para catalisar a fermentação.
"Num formato de produção em contexto industrial, apesar de o processo
ser relativamente simples e barato, a recolha de grandes quantidades
de borra de café necessita de alguns cuidados, já que estes resíduos
têm humidade e outros fatores de fácil contaminação", alerta a
especialista.
A patente desta nova bebida já foi registada e os responsáveis pela
sua criação encontram-se, neste momento, à espera que surja alguém
interessado em investir no produto de um ponto de vista comercial.
Entre as outras invenções destacadas pela Time está, por exemplo, o
"cronut" - um bolo inovador com massa ao estilo croissant que é frito
como um donut que, ao longo deste ano, cativou os gulosos desde que
surgiu em Nova Iorque, EUA - ou uma espécie de pílula que funciona
como uma "password comestível".
Notícia sugerida por Maria da Luz
http://boasnoticias.pt/noticias_Time-Caf%C3%A9-alco%C3%B3lico-portugu%C3%AAs-entre-inven%C3%A7%C3%B5es-do-ano_18211.html?page=0
Relatório culpa «formação de bombeiros» por mortes em incêndios
«Anarquia» no uso do contrafogo, ordens violadas e equipamento com
defeitos são outros dos problemas apontados
Por: Redacção / CP | 2013-12-23 08:34
O relatório pedido pelo ministério da Administração Interna sobre os
incêndios que causaram a morte a nove pessoas no verão sublinha que há
«várias lacunas na formação dos bombeiros».
Bombeiros defendem alterações no modelo de formação
O documento, do Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais da
Universidade de Coimbra, aponta a «falta de conhecimentos básicos
sobre o comportamento do fogo» e a «anarquia» no uso do contrafogo.
«Deve melhorar-se a formação dos bombeiros, nomeadamente das suas
chefias, sobre o comportamento do fogo em encostas e desfiladeiros,
para saberem avaliar o comportamento actual e possível do fogo», lê-se
no documento, a que o «Público» teve acesso.
O relatório acusa os bombeiros de assumirem «comportamentos de risco
desnecessários» com equipamentos de proteção individual com falhas. Um
bom equipamento «teria feito muita diferença para a segurança ou mesmo
sobrevivência de alguns bombeiros», nota-se.
O documento aponta responsabilidades às chefias e aos bombeiros que
violaram ordens destas ou não deram conhecimento da sua atuação.
O ministro da Administração Interna garantiu ontem, em Vila Verde, que
parte do relatório deve ser conhecido esta segunda-feira.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/incendios-bombeiros-relatorio-tvi24/1521845-4071.html
defeitos são outros dos problemas apontados
Por: Redacção / CP | 2013-12-23 08:34
O relatório pedido pelo ministério da Administração Interna sobre os
incêndios que causaram a morte a nove pessoas no verão sublinha que há
«várias lacunas na formação dos bombeiros».
Bombeiros defendem alterações no modelo de formação
O documento, do Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais da
Universidade de Coimbra, aponta a «falta de conhecimentos básicos
sobre o comportamento do fogo» e a «anarquia» no uso do contrafogo.
«Deve melhorar-se a formação dos bombeiros, nomeadamente das suas
chefias, sobre o comportamento do fogo em encostas e desfiladeiros,
para saberem avaliar o comportamento actual e possível do fogo», lê-se
no documento, a que o «Público» teve acesso.
O relatório acusa os bombeiros de assumirem «comportamentos de risco
desnecessários» com equipamentos de proteção individual com falhas. Um
bom equipamento «teria feito muita diferença para a segurança ou mesmo
sobrevivência de alguns bombeiros», nota-se.
O documento aponta responsabilidades às chefias e aos bombeiros que
violaram ordens destas ou não deram conhecimento da sua atuação.
O ministro da Administração Interna garantiu ontem, em Vila Verde, que
parte do relatório deve ser conhecido esta segunda-feira.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/incendios-bombeiros-relatorio-tvi24/1521845-4071.html
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
"2014 - Ano Internacional da Agricultura Familiar"
CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA AGRICULTURA
- RESOLUÇÃO -
A Organização das Nações Unidas (ONU) decidiu consagrar 2014 como "Ano
Internacional da Agricultura Familiar", o que a CNA considera
positivo.
De facto, é justo e necessário dar mais visibilidade à importância da
Agricultura Familiar enquanto actividade e modo de produção
respeitadores da Biodiversidade e que contribuem para uma alimentação
saudável e acessível bem como para a Soberania Alimentar dos Povos e
Países. E que também podem contribuir, decisivamente, para fixar as
Populações aos territórios rurais de vastas e já hoje desumanizadas
Regiões deste nosso Planeta!
Implicitamente a ONU também reconheceu os múltiplos problemas
regionais e globais causados pelo grande "agro-negócio" e pela
Produção Agro-Industrial (super)intensiva que destroem recursos
naturais, que "semeiam" a fome e a sub-nutrição, que provocam a ruína
de milhões de pequenos e médios Agricultores.
Também por isso, tão ou mais importante que "comemorar" a Agricultura
Familiar é levar a que os Governantes e a Opinião Pública reconheçam
claramente a situação de ruína para a qual este tipo de Agricultura
tem sido atirado e procurar intervir ao nível das causas que
determinam tal situação. Para definir e aplicar outras e melhores
políticas agrícolas, rurais e de mercados, a nível nacional, europeu
(PAC) e mundial (OMC, de entre outros acordos).
Entretanto, é necessário definir parâmetros objectivos que enquadrem o
conceito de Agricultura e de Agricultores de tipo familiar. Para
evitar que as "comemorações" do Ano Internacional da Agricultura
Familiar se transformem em "moda" e se desvirtuem esse mesmo conceito
e a correspondente realidade, passando todos os "agricultores" a serem
Agricultores "Familiares", independentemente da dimensão física e/ou
económica das respectivas explorações agro-alimentares e, até, do modo
de produção que utilizam e da sua relação com o Ambiente e as
Populações.
Para assinalar 2014 como o "Ano Internacional da Agricultura
Familiar", a CNA declara que devem ser considerados como os
verdadeiros Agricultores Familiares, os pequenos e médios Agricultores
que trabalhem e produzam predominantemente com as suas famílias na
exploração agrícola e que daí obtenham parte considerável da sua
própria alimentação, do seu rendimento e do rendimento das suas
famílias.
CNA - Sempre com os Agricultores -
Na defesa e promoção da Agricultura Familiar
Tendo também em conta o "2014 - Ano Internacional da Agricultura
Familiar", a CNA e Filiadas propõem-se, de entre outras iniciativas,
a:
-- Promover uma Jornada, em Janeiro, para protestar contra as recentes
imposições Fiscais e reclamar a respectiva anulação (bem como a
redução das contribuições mensais dos Agricultores para a Segurança
Social).
-- Realizar uma grande CONCENTRAÇÃO NACIONAL, em Lisboa, em Março ou
Abril, em defesa da Agricultura Familiar e da melhoria real dos
Rendimentos dos pequenos e médios Agricultores. Também por uma outra
PAC, incluindo um novo Programa de Desenvolvimento Rural (PDR), com
mais apoios para a Agricultura Familiar e para o Mundo Rural
Português. Ainda por outro Governo capaz de definir e aplicar outras e
melhores políticas agro-rurais.
-- Consagrar ao tema da Agricultura Familiar o "VII CONGRESSO DA CNA e
da Agricultura Familiar Portuguesa", a realizar em Novembro ou
Dezembro.
-- Enquadrar as iniciativas da CNA no âmbito mais geral da acção da
Coordenadora Europeia-Via Campesina e da Via Campesina Internacional
na luta em defesa da Agricultura Familiar e do Mundo Rural.
-- Lançar e dinamizar um processo de debate associativo e
institucional conducente à consagração de uma "Carta da Agricultura
Familiar" e de um "Estatuto do Agricultor Familiar" a serem aprovados
durante 2014.
-- Reforçar o contacto e a prestação de Serviços Técnico-Profissionais
e de Formação Profissional aos nossos Agricultores e às Populações
Rurais.
-- Reclamar ao Governo Português medidas concretas de apoio à
Agricultura Familiar e à Produção Nacional mais virada para o mercado
interno, para os Mercados Locais e de proximidade, como, por exemplo,
aumentado as dotações orçamentais para a Agricultura e Mundo Rural,
fazendo direccionar os Mercados Públicos (cantinas das escolas,
hospitais, quarteis, etc) de bens Agro-Alimentares e o novo PDR,
Programa de Desenvolvimento Rural, 2014 - 2020 - para o escoamento, a
melhores Preços à Produção, dos Produtos da Agricultura Familiar.
-- Reclamar ao Governo Português e à Comissão Europeia a atribuição de
apoios financeiros específicos para promover a Agricultura Familiar de
forma descentralizado e em contacto com os Agricultores.
Dezembro de 2013 // A Direcção da CNA
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/23.htm
- RESOLUÇÃO -
A Organização das Nações Unidas (ONU) decidiu consagrar 2014 como "Ano
Internacional da Agricultura Familiar", o que a CNA considera
positivo.
De facto, é justo e necessário dar mais visibilidade à importância da
Agricultura Familiar enquanto actividade e modo de produção
respeitadores da Biodiversidade e que contribuem para uma alimentação
saudável e acessível bem como para a Soberania Alimentar dos Povos e
Países. E que também podem contribuir, decisivamente, para fixar as
Populações aos territórios rurais de vastas e já hoje desumanizadas
Regiões deste nosso Planeta!
Implicitamente a ONU também reconheceu os múltiplos problemas
regionais e globais causados pelo grande "agro-negócio" e pela
Produção Agro-Industrial (super)intensiva que destroem recursos
naturais, que "semeiam" a fome e a sub-nutrição, que provocam a ruína
de milhões de pequenos e médios Agricultores.
Também por isso, tão ou mais importante que "comemorar" a Agricultura
Familiar é levar a que os Governantes e a Opinião Pública reconheçam
claramente a situação de ruína para a qual este tipo de Agricultura
tem sido atirado e procurar intervir ao nível das causas que
determinam tal situação. Para definir e aplicar outras e melhores
políticas agrícolas, rurais e de mercados, a nível nacional, europeu
(PAC) e mundial (OMC, de entre outros acordos).
Entretanto, é necessário definir parâmetros objectivos que enquadrem o
conceito de Agricultura e de Agricultores de tipo familiar. Para
evitar que as "comemorações" do Ano Internacional da Agricultura
Familiar se transformem em "moda" e se desvirtuem esse mesmo conceito
e a correspondente realidade, passando todos os "agricultores" a serem
Agricultores "Familiares", independentemente da dimensão física e/ou
económica das respectivas explorações agro-alimentares e, até, do modo
de produção que utilizam e da sua relação com o Ambiente e as
Populações.
Para assinalar 2014 como o "Ano Internacional da Agricultura
Familiar", a CNA declara que devem ser considerados como os
verdadeiros Agricultores Familiares, os pequenos e médios Agricultores
que trabalhem e produzam predominantemente com as suas famílias na
exploração agrícola e que daí obtenham parte considerável da sua
própria alimentação, do seu rendimento e do rendimento das suas
famílias.
CNA - Sempre com os Agricultores -
Na defesa e promoção da Agricultura Familiar
Tendo também em conta o "2014 - Ano Internacional da Agricultura
Familiar", a CNA e Filiadas propõem-se, de entre outras iniciativas,
a:
-- Promover uma Jornada, em Janeiro, para protestar contra as recentes
imposições Fiscais e reclamar a respectiva anulação (bem como a
redução das contribuições mensais dos Agricultores para a Segurança
Social).
-- Realizar uma grande CONCENTRAÇÃO NACIONAL, em Lisboa, em Março ou
Abril, em defesa da Agricultura Familiar e da melhoria real dos
Rendimentos dos pequenos e médios Agricultores. Também por uma outra
PAC, incluindo um novo Programa de Desenvolvimento Rural (PDR), com
mais apoios para a Agricultura Familiar e para o Mundo Rural
Português. Ainda por outro Governo capaz de definir e aplicar outras e
melhores políticas agro-rurais.
-- Consagrar ao tema da Agricultura Familiar o "VII CONGRESSO DA CNA e
da Agricultura Familiar Portuguesa", a realizar em Novembro ou
Dezembro.
-- Enquadrar as iniciativas da CNA no âmbito mais geral da acção da
Coordenadora Europeia-Via Campesina e da Via Campesina Internacional
na luta em defesa da Agricultura Familiar e do Mundo Rural.
-- Lançar e dinamizar um processo de debate associativo e
institucional conducente à consagração de uma "Carta da Agricultura
Familiar" e de um "Estatuto do Agricultor Familiar" a serem aprovados
durante 2014.
-- Reforçar o contacto e a prestação de Serviços Técnico-Profissionais
e de Formação Profissional aos nossos Agricultores e às Populações
Rurais.
-- Reclamar ao Governo Português medidas concretas de apoio à
Agricultura Familiar e à Produção Nacional mais virada para o mercado
interno, para os Mercados Locais e de proximidade, como, por exemplo,
aumentado as dotações orçamentais para a Agricultura e Mundo Rural,
fazendo direccionar os Mercados Públicos (cantinas das escolas,
hospitais, quarteis, etc) de bens Agro-Alimentares e o novo PDR,
Programa de Desenvolvimento Rural, 2014 - 2020 - para o escoamento, a
melhores Preços à Produção, dos Produtos da Agricultura Familiar.
-- Reclamar ao Governo Português e à Comissão Europeia a atribuição de
apoios financeiros específicos para promover a Agricultura Familiar de
forma descentralizado e em contacto com os Agricultores.
Dezembro de 2013 // A Direcção da CNA
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/23.htm
Conclusão da Rede Global de Rega de Alqueva
Lançado último concurso
Área objecto da empreitada de construção do Bloco de Rega Roxo / Sado.
Fonte: Site 'Alqueva'
A EDIA lançou na passada sexta-feira na plataforma electrónica
"Compras Públicas" o concurso para a empreitada de construção do Bloco
de Rega Roxo / Sado, completando assim a série de concursos que
levarão à conclusão, em 2015, de toda a rede de rega do Empreendimento
de Fins Múltiplos de Alqueva, num total de cerca de 120 mil hectares.
O Bloco de Rega Roxo / Sado, com uma área equipada de mais de 4 000
hectares, é ainda constituído por um sistema elevatório, redes viária
e de drenagem, um reservatório e um sistema de automação e telegestão.
O valor base desta empreitada é de cerca de 18 milhões de Euros.
Com o lançamento deste procedimento, completa-se o ciclo de concursos
da rede secundária do EFMA prevista até 2015.
Recorde-se que Alqueva dispõe nesta data de cerca de 68 mil hectares
instalados, encontrando-se em obra mais 20 mil hectares. Os restantes
encontram-se em processo de concurso, onde se incluem os blocos de
rega Caliços / Machados, Caliços / Moura, Pias e Amoreira / Caliços,
que completarão o subsistema de rega do Ardila; o bloco de rega de S.
Matias, que completa o subsistema de rega de Pedrógão, e os blocos de
rega de Vale de Gaio, Beringel / Beja e agora também o Roxo / Sado,
fechando assim o ciclo do subsistema de rega de Alqueva e, por
conseguinte, todo o sistema global de rega do Empreendimento.
Entretanto prosseguem as empreitadas de construção dos blocos de rega
de Cinco Reis/Trindade e São Pedro / Baleizão / Quintos, num total de
cerca de 20 mil hectares.
Fonte: EDIA
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/23b.htm
Área objecto da empreitada de construção do Bloco de Rega Roxo / Sado.
Fonte: Site 'Alqueva'
A EDIA lançou na passada sexta-feira na plataforma electrónica
"Compras Públicas" o concurso para a empreitada de construção do Bloco
de Rega Roxo / Sado, completando assim a série de concursos que
levarão à conclusão, em 2015, de toda a rede de rega do Empreendimento
de Fins Múltiplos de Alqueva, num total de cerca de 120 mil hectares.
O Bloco de Rega Roxo / Sado, com uma área equipada de mais de 4 000
hectares, é ainda constituído por um sistema elevatório, redes viária
e de drenagem, um reservatório e um sistema de automação e telegestão.
O valor base desta empreitada é de cerca de 18 milhões de Euros.
Com o lançamento deste procedimento, completa-se o ciclo de concursos
da rede secundária do EFMA prevista até 2015.
Recorde-se que Alqueva dispõe nesta data de cerca de 68 mil hectares
instalados, encontrando-se em obra mais 20 mil hectares. Os restantes
encontram-se em processo de concurso, onde se incluem os blocos de
rega Caliços / Machados, Caliços / Moura, Pias e Amoreira / Caliços,
que completarão o subsistema de rega do Ardila; o bloco de rega de S.
Matias, que completa o subsistema de rega de Pedrógão, e os blocos de
rega de Vale de Gaio, Beringel / Beja e agora também o Roxo / Sado,
fechando assim o ciclo do subsistema de rega de Alqueva e, por
conseguinte, todo o sistema global de rega do Empreendimento.
Entretanto prosseguem as empreitadas de construção dos blocos de rega
de Cinco Reis/Trindade e São Pedro / Baleizão / Quintos, num total de
cerca de 20 mil hectares.
Fonte: EDIA
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/23b.htm
Benfica e Paulo Laureano lançam vinho
8 de Dezembro de 2013, por Gustavo Fernandes
De grandes homens, de grandes glórias e de grandes momentos se faz a
história de um clube, e a história é algo que nunca se esquece. Foi
nesta permissa e na história do Sport Lisboa e Benfica, que o enólogo
Paulo Laureano e o conhecido clube quiseram de alguma forma reavivar
algo que tem a ver com o futebol e com história, ao decidir homenagear
alguns desses homens e antigas glórias do clube, e que fizeram com que
essa história fosse hoje diferente.
A Catedral da Cerveja no Estádio da Luz, serviu de palco para essa
homenagem com a apresentação de um vinho de excelência desenhado na
Vidigueira, uma das regiões mais emblemáticas do Alentejo com um
terroir de eleição e com castas portuguesas, não fugindo àquela que é
a filosofia do Paulo Laureano, e que chega ao mercado readquirindo uma
concepção que acompanhou as infâncias de todos, como são as colecções
de cromos dos jogadores de futebol.
Este é um projecto que decorrerá ao longo dos próximos 3 anos com
lançamentos de 6 novos cromos a cada semestre numa colecção cujo
rótulo será caricaturado com 35 notáveis e extraordinários jogadores,
pela mão do caricaturista Ricardo Galvão, dos quais foram apresentados
neste primeiro lançamento os primeiros 6, que são eles Cosme Damião,
Eusébio, Mário Coluna, Humberto Coelho, Shéu e Mário João.
O vinho escolhido foi desenhado exclusivamente para este projecto, e
por isso tinha que estar ao nível da homenagem e da importância destes
jogadores. Como tal, Paulo Laureano seleccionou um lote de Aragonez,
Trincadeira e Alicante Bouschet, produzindo assim este Paulo Laureano
Premium Escolha 2010. Um vinho redondo, cheio de estrutura, elegância,
frescura e longevidade, e que estará à venda com um PVP de 13,99€.
Este é, igualmente, um projecto com cariz social já que, quer o Paulo
Laureano Vinus, quer o Sport Lisboa e Benfica, vão abdicar de parte
dos seus lucros, os quais reverterão a favor da Fundação Benfica.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3970&ID_ORG=3
De grandes homens, de grandes glórias e de grandes momentos se faz a
história de um clube, e a história é algo que nunca se esquece. Foi
nesta permissa e na história do Sport Lisboa e Benfica, que o enólogo
Paulo Laureano e o conhecido clube quiseram de alguma forma reavivar
algo que tem a ver com o futebol e com história, ao decidir homenagear
alguns desses homens e antigas glórias do clube, e que fizeram com que
essa história fosse hoje diferente.
A Catedral da Cerveja no Estádio da Luz, serviu de palco para essa
homenagem com a apresentação de um vinho de excelência desenhado na
Vidigueira, uma das regiões mais emblemáticas do Alentejo com um
terroir de eleição e com castas portuguesas, não fugindo àquela que é
a filosofia do Paulo Laureano, e que chega ao mercado readquirindo uma
concepção que acompanhou as infâncias de todos, como são as colecções
de cromos dos jogadores de futebol.
Este é um projecto que decorrerá ao longo dos próximos 3 anos com
lançamentos de 6 novos cromos a cada semestre numa colecção cujo
rótulo será caricaturado com 35 notáveis e extraordinários jogadores,
pela mão do caricaturista Ricardo Galvão, dos quais foram apresentados
neste primeiro lançamento os primeiros 6, que são eles Cosme Damião,
Eusébio, Mário Coluna, Humberto Coelho, Shéu e Mário João.
O vinho escolhido foi desenhado exclusivamente para este projecto, e
por isso tinha que estar ao nível da homenagem e da importância destes
jogadores. Como tal, Paulo Laureano seleccionou um lote de Aragonez,
Trincadeira e Alicante Bouschet, produzindo assim este Paulo Laureano
Premium Escolha 2010. Um vinho redondo, cheio de estrutura, elegância,
frescura e longevidade, e que estará à venda com um PVP de 13,99€.
Este é, igualmente, um projecto com cariz social já que, quer o Paulo
Laureano Vinus, quer o Sport Lisboa e Benfica, vão abdicar de parte
dos seus lucros, os quais reverterão a favor da Fundação Benfica.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3970&ID_ORG=3
Consumidores preferem vinhos com sulfitos
12 de Dezembro de 2013, por Elisabete Mendes
Uma equipe de cientistas norte-americanos resolveu investigar o quanto
a presença de sulfitos influencia os consumidores na decisão de compra
de uma garrafa de vinho. A equipe analisou os hábitos de consumo de
223 participantes, que relataram as suas compras e as suas percepções
detalhadamente durante o ano de 2012. Como esperado, mais de 30% deles
relataram dores de cabeça depois de beber vinho, sendo que 60%
atribuíram essa dor de cabeça aos sulfitos.
No entanto, em seguida, os participantes foram questionados sobre se
pagariam um valor mais caro por vinhos com baixo teor de sulfitos (os
orgânicos). As respostas surpreenderam, e apenas 3,4% dos que disseram
sofrer com as dores estariam dispostos a pagar mais por um vinho sem
sulfitos. Por outro lado, se o vinho recebesse nota mais alta de algum
crítico famoso, 5,71% pagariam a mais por ele. No fim, apenas 1,86%
disseram que estariam mais inclinados a comprar um vinho orgânico.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3974&ID_ORG=3
Uma equipe de cientistas norte-americanos resolveu investigar o quanto
a presença de sulfitos influencia os consumidores na decisão de compra
de uma garrafa de vinho. A equipe analisou os hábitos de consumo de
223 participantes, que relataram as suas compras e as suas percepções
detalhadamente durante o ano de 2012. Como esperado, mais de 30% deles
relataram dores de cabeça depois de beber vinho, sendo que 60%
atribuíram essa dor de cabeça aos sulfitos.
No entanto, em seguida, os participantes foram questionados sobre se
pagariam um valor mais caro por vinhos com baixo teor de sulfitos (os
orgânicos). As respostas surpreenderam, e apenas 3,4% dos que disseram
sofrer com as dores estariam dispostos a pagar mais por um vinho sem
sulfitos. Por outro lado, se o vinho recebesse nota mais alta de algum
crítico famoso, 5,71% pagariam a mais por ele. No fim, apenas 1,86%
disseram que estariam mais inclinados a comprar um vinho orgânico.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3974&ID_ORG=3
domingo, 22 de dezembro de 2013
Preços recorde em 2014 para o leite pago ao produtor
20-12-2013
Os preços internacionais dos lacticínios continuam altos. A China
mantém a compra de grandes volumes de produtos no mercado
internacional, absorvendo, desta forma, o superplus da produção em
algumas regiões, de acordo com a informação trimestral do Rabobank.
Embora em Outubro e dezembro, os preços tenham enfraquecido
ligeiramente, permanecem fortes e subiram em Dezembro, sendo que em
meados do mesmo, o preço FOB de leite inteiro em pó no mercado da
Oceânia foi de cinco mil dólares a tonelada. Em outros produtos, os
preços aumentarem entre três e cinco por cento.
O Rabobank estima que 2014 será um ano de preços ao pecuário, recorde
ou quase recorde, na maior parte das regiões exportadoras e
importadoras. Ao mesmo tempo, os valores da soja e o milho caíram
entre 10 e 40 por cento abaixo dos registados no ano anterior, levando
a uma maior margem para o produtor nas zonas de produção de leite em
regimes intensivos.
Para a produção, o Rabobank espera que se alcancem níveis elevados no
Hemisfério Norte, após a campanha excepcional no Hemisfério Sul.
Também estima que a procura por parte da China aumente.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48255.aspx
Os preços internacionais dos lacticínios continuam altos. A China
mantém a compra de grandes volumes de produtos no mercado
internacional, absorvendo, desta forma, o superplus da produção em
algumas regiões, de acordo com a informação trimestral do Rabobank.
Embora em Outubro e dezembro, os preços tenham enfraquecido
ligeiramente, permanecem fortes e subiram em Dezembro, sendo que em
meados do mesmo, o preço FOB de leite inteiro em pó no mercado da
Oceânia foi de cinco mil dólares a tonelada. Em outros produtos, os
preços aumentarem entre três e cinco por cento.
O Rabobank estima que 2014 será um ano de preços ao pecuário, recorde
ou quase recorde, na maior parte das regiões exportadoras e
importadoras. Ao mesmo tempo, os valores da soja e o milho caíram
entre 10 e 40 por cento abaixo dos registados no ano anterior, levando
a uma maior margem para o produtor nas zonas de produção de leite em
regimes intensivos.
Para a produção, o Rabobank espera que se alcancem níveis elevados no
Hemisfério Norte, após a campanha excepcional no Hemisfério Sul.
Também estima que a procura por parte da China aumente.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48255.aspx
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Bruxelas renuncia a seguir o rasto de animais clonados para não aborrecer os EUA
AFP
18/12/2013 - 17:05
Os descendentes de animais clonados para fins alimentares humanos são
uma realidade, em particular nos Estados Unidos, na Argentina, no
Brasil e no Uruguai.
De que animais vem exactamente a carne que comemos é a grande questão
FERNANDO VELUDO/NFACTOS
A Comissão Europeia propôs nesta quarta-feira a proibição da clonagem
animal para fins alimentares, mas renunciou a banir a venda de carne e
de leite de descendentes de animais clonados para não indispor os seus
parceiros comerciais, nomeadamente os Estados Unidos.
"A Comissão propõe interditar a técnica da clonagem em animais de
pecuária e a importação de animais clonados para a União Europeia",
anunciou o comissário europeu da Saúde, Tonio Borg, durante uma
conferência de imprensa. "Propomos interditar a técnica da clonagem
para fins alimentares e a importação de animais clonados", insistiu.
"Mas não propusemos a etiquetagem" para a carne fresca de bovinos
descendentes de animais clonados, acrescentou Tonio Borg, dizendo que
o assunto foi falado durante a reunião da Comissão Europeia.
"Discutimos todas as possibilidades, incluindo a etiquetagem da carne
fresca de bovinos descendentes de animais clonados, e considerámos que
é preciso proceder a uma análise profundada."
"Compete agora ao Conselho [de ministros da União Europeia] e ao
Parlamento Europeu discutirem e lançarem o debate", concluiu Tonio
Borg. "O Parlamento Europeu vai-nos saltar em cima", antecipa a
Comissão Europeia, uma vez que a França e a Alemanha, defensores
declarados do seguimento do rasto histórico dos produtos clonados,
deverão passar ao contra-ataque.
"Os nossos pratos não devem tornar-se uma lixeira"
"Esta proposta é um insulto ao Parlamento Europeu e aos cidadãos que
representa", insurgiu-se, num comunicado, a eurodeputada ecologista
francesa Sandrine Bélier, do grupo dos Verdes.
"A prontidão dos negociadores americanos e europeus em ver concluído o
novo acordo transatlântico de livre comércio coloca em cima da mesa
uma proposta que o Parlamento Europeu tinha claramente rejeitado. As
negociações comerciais não devem ser um cavalo de Tróia para medidas
não democráticas e contrárias aos valores da União Europeia",
acrescentou a eurodeputada ecologista.
"Os nossos pratos não devem tornar-se uma lixeira. Não abramos a caixa
de Pandora da manipulação dos animais vivos", advertiu, por sua vez, o
eurodeputado ecologista francês José Bové, também do grupo dos Verdes.
Este grupo decidiu batalhar no Parlamento Europeu contra esta proposta
da Comissão Europeia.
Na União Europeia, a clonagem animal para fins alimentares só se
pratica na Dinamarca. A carne dos clones não é comida, devido ao preço
muito elevado dos exemplares. Mas os seus embriões e sémen são
comercializados e exportados e os seus descendentes são criados, em
particular, nos Estados Unidos, na Argentina, no Brasil e no Uruguai.
Todos os anos, a União Europeia importa entre 300.000 a 500.000
toneladas de carne de bovino dos Estados Unidos e da Argentina, países
que autorizaram a clonagem para fins comerciais mas sem nenhum sistema
que permita seguir o rasto dos animais.
A Comissão Europeia, o Parlamento Europeu e os governos falharam em
entender-se, uma primeira vez, em 2011 sobre um enquadramento da
questão. Após três anos de negociações infrutíferas, os
Estados-membros consideraram exageradas as exigências dos
eurodeputados relativas a um sistema de rastreabilidade.
O Parlamento Europeu exigia um sistema de rastreabilidade bastante
avançado, para informar os consumidores de toda a carne oriunda de
animais clonados remontando a várias gerações. Isto iria impor aos
Estados Unidos e à Argentina controlos que eles não querem fazer, e a
União Europeia seria obrigada a bloquear as importações, arriscando-se
a uma nova guerra comercial semelhante à provocada pela proibição da
carne com hormonas dos Estados Unidos. A União Europeia está a
negociar com os Estados Unidos um acordo de livre comércio.
http://www.publico.pt/ciencia/noticia/bruxelas-renuncia-a-seguir-o-rasto-de-animais-clonados-para-nao-aborrecer-os-eua-1616797
18/12/2013 - 17:05
Os descendentes de animais clonados para fins alimentares humanos são
uma realidade, em particular nos Estados Unidos, na Argentina, no
Brasil e no Uruguai.
De que animais vem exactamente a carne que comemos é a grande questão
FERNANDO VELUDO/NFACTOS
A Comissão Europeia propôs nesta quarta-feira a proibição da clonagem
animal para fins alimentares, mas renunciou a banir a venda de carne e
de leite de descendentes de animais clonados para não indispor os seus
parceiros comerciais, nomeadamente os Estados Unidos.
"A Comissão propõe interditar a técnica da clonagem em animais de
pecuária e a importação de animais clonados para a União Europeia",
anunciou o comissário europeu da Saúde, Tonio Borg, durante uma
conferência de imprensa. "Propomos interditar a técnica da clonagem
para fins alimentares e a importação de animais clonados", insistiu.
"Mas não propusemos a etiquetagem" para a carne fresca de bovinos
descendentes de animais clonados, acrescentou Tonio Borg, dizendo que
o assunto foi falado durante a reunião da Comissão Europeia.
"Discutimos todas as possibilidades, incluindo a etiquetagem da carne
fresca de bovinos descendentes de animais clonados, e considerámos que
é preciso proceder a uma análise profundada."
"Compete agora ao Conselho [de ministros da União Europeia] e ao
Parlamento Europeu discutirem e lançarem o debate", concluiu Tonio
Borg. "O Parlamento Europeu vai-nos saltar em cima", antecipa a
Comissão Europeia, uma vez que a França e a Alemanha, defensores
declarados do seguimento do rasto histórico dos produtos clonados,
deverão passar ao contra-ataque.
"Os nossos pratos não devem tornar-se uma lixeira"
"Esta proposta é um insulto ao Parlamento Europeu e aos cidadãos que
representa", insurgiu-se, num comunicado, a eurodeputada ecologista
francesa Sandrine Bélier, do grupo dos Verdes.
"A prontidão dos negociadores americanos e europeus em ver concluído o
novo acordo transatlântico de livre comércio coloca em cima da mesa
uma proposta que o Parlamento Europeu tinha claramente rejeitado. As
negociações comerciais não devem ser um cavalo de Tróia para medidas
não democráticas e contrárias aos valores da União Europeia",
acrescentou a eurodeputada ecologista.
"Os nossos pratos não devem tornar-se uma lixeira. Não abramos a caixa
de Pandora da manipulação dos animais vivos", advertiu, por sua vez, o
eurodeputado ecologista francês José Bové, também do grupo dos Verdes.
Este grupo decidiu batalhar no Parlamento Europeu contra esta proposta
da Comissão Europeia.
Na União Europeia, a clonagem animal para fins alimentares só se
pratica na Dinamarca. A carne dos clones não é comida, devido ao preço
muito elevado dos exemplares. Mas os seus embriões e sémen são
comercializados e exportados e os seus descendentes são criados, em
particular, nos Estados Unidos, na Argentina, no Brasil e no Uruguai.
Todos os anos, a União Europeia importa entre 300.000 a 500.000
toneladas de carne de bovino dos Estados Unidos e da Argentina, países
que autorizaram a clonagem para fins comerciais mas sem nenhum sistema
que permita seguir o rasto dos animais.
A Comissão Europeia, o Parlamento Europeu e os governos falharam em
entender-se, uma primeira vez, em 2011 sobre um enquadramento da
questão. Após três anos de negociações infrutíferas, os
Estados-membros consideraram exageradas as exigências dos
eurodeputados relativas a um sistema de rastreabilidade.
O Parlamento Europeu exigia um sistema de rastreabilidade bastante
avançado, para informar os consumidores de toda a carne oriunda de
animais clonados remontando a várias gerações. Isto iria impor aos
Estados Unidos e à Argentina controlos que eles não querem fazer, e a
União Europeia seria obrigada a bloquear as importações, arriscando-se
a uma nova guerra comercial semelhante à provocada pela proibição da
carne com hormonas dos Estados Unidos. A União Europeia está a
negociar com os Estados Unidos um acordo de livre comércio.
http://www.publico.pt/ciencia/noticia/bruxelas-renuncia-a-seguir-o-rasto-de-animais-clonados-para-nao-aborrecer-os-eua-1616797
CNA prepara protesto em Janeiro contra regras fiscais impostas aos agricultores
A Confederação Nacional de Agricultura (CNA) lamentou esta
quinta-feira que a única medida do Governo destinada aos pequenos e
médios agricultores tivesse sido a imposição de novas regras fiscais
destinadas a aumentar a fiscalização e a tributação.
"Se estas regras forem para a frente vão causar a ruína de dezenas de
milhar de pequenos e médios agricultores", salientou o dirigente
nacional João Dinis, em conferência de imprensa realizada esta tarde,
em Coimbra, na sede da CNA.
Na conferência, destinada a efectuar o primeiro balanço do ano
agrícola de 2013, João Dinis anunciou uma manifestação para Janeiro
contra as recentes imposições fiscais do Governo sobre os
agricultores.
"Está previsto, antes de 31 de Janeiro, irmos a Lisboa com delegações
de dirigentes associativos e agricultores protestar junto do
ministérios das Finanças e Agricultura ou, tendo em conta que em Março
ou Abril lá estaremos numa iniciativa nacional, descentralizar a
iniciativa e realizarmos protestos locais e regionais", disse o
dirigente.
Salientando que este é o problema que mais "continua a bater e a tirar
o sono a muitos e muitos agricultores", João Dinis adiantou que a
decisão sobre o figurino do protesto será tomada no início de Janeiro.
O dirigente da CNA acusou ainda o Governo de incentivar opções
nacionais que "prejudicam a agricultura familiar e os pequenos e
médios agricultores", no âmbito da preparação do novo Programa de
Desenvolvimento Rural, que se baseia na reforma da Política Agrícola
Comum (PAC).
"Não querem aplicar em Portugal subprogramas específicos para apoio à
pequena agricultura e aos circuitos curtos de comercialização e não
são criadas medidas `especiais` para o desenvolvimento da pequena
agricultura", denunciou.
João Dinis lamentou também que o Governo tenha acabado com a medida de
apoio normal ao investimento das pequenas e médias explorações.
"Para tapar o sol com a peneira pretendem criar uma medida para
pequenos investimentos, mas no âmbito da chamada `abordagem Leader`,
que se destina, principalmente, a investimentos relacionados com a
segurança de qualquer actividade ou exploração agroalimentar", referiu
o responsável da CNA.
O dirigente nacional revelou ainda que o Governo não pagou aos
agricultores pecuários a comparticipação pública para os custos da
sanidade animal relativa a 2012 e 2013, que, no total, perfaz uma
dívida na ordem dos 20 milhões de euros, situação que constitui um
"atentado à sobrevivência das pequenas e médias explorações
agropecuárias".
Fonte: Lusa
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/20.htm
quinta-feira que a única medida do Governo destinada aos pequenos e
médios agricultores tivesse sido a imposição de novas regras fiscais
destinadas a aumentar a fiscalização e a tributação.
"Se estas regras forem para a frente vão causar a ruína de dezenas de
milhar de pequenos e médios agricultores", salientou o dirigente
nacional João Dinis, em conferência de imprensa realizada esta tarde,
em Coimbra, na sede da CNA.
Na conferência, destinada a efectuar o primeiro balanço do ano
agrícola de 2013, João Dinis anunciou uma manifestação para Janeiro
contra as recentes imposições fiscais do Governo sobre os
agricultores.
"Está previsto, antes de 31 de Janeiro, irmos a Lisboa com delegações
de dirigentes associativos e agricultores protestar junto do
ministérios das Finanças e Agricultura ou, tendo em conta que em Março
ou Abril lá estaremos numa iniciativa nacional, descentralizar a
iniciativa e realizarmos protestos locais e regionais", disse o
dirigente.
Salientando que este é o problema que mais "continua a bater e a tirar
o sono a muitos e muitos agricultores", João Dinis adiantou que a
decisão sobre o figurino do protesto será tomada no início de Janeiro.
O dirigente da CNA acusou ainda o Governo de incentivar opções
nacionais que "prejudicam a agricultura familiar e os pequenos e
médios agricultores", no âmbito da preparação do novo Programa de
Desenvolvimento Rural, que se baseia na reforma da Política Agrícola
Comum (PAC).
"Não querem aplicar em Portugal subprogramas específicos para apoio à
pequena agricultura e aos circuitos curtos de comercialização e não
são criadas medidas `especiais` para o desenvolvimento da pequena
agricultura", denunciou.
João Dinis lamentou também que o Governo tenha acabado com a medida de
apoio normal ao investimento das pequenas e médias explorações.
"Para tapar o sol com a peneira pretendem criar uma medida para
pequenos investimentos, mas no âmbito da chamada `abordagem Leader`,
que se destina, principalmente, a investimentos relacionados com a
segurança de qualquer actividade ou exploração agroalimentar", referiu
o responsável da CNA.
O dirigente nacional revelou ainda que o Governo não pagou aos
agricultores pecuários a comparticipação pública para os custos da
sanidade animal relativa a 2012 e 2013, que, no total, perfaz uma
dívida na ordem dos 20 milhões de euros, situação que constitui um
"atentado à sobrevivência das pequenas e médias explorações
agropecuárias".
Fonte: Lusa
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/12/20.htm
Publicação sueca classifica Douro/Duero como “O melhor rio vinícola do mundo”
Världens Viner foi nomeada em 2010 a melhor revista de vinhos do mundo
"Melhor rio vinícola do mundo – uma viagem ao longo do Douro" é o tema
de capa do mais recente número da revista sueca Världens Viner (Vinhos
do Mundo) dedicado à Região Demarcada do Douro. Os diferentes tipos e
estilos de vinho do Porto, a história do vinho do Porto, as castas, a
imagem do Douro moderno e alguns produtores da região são abordados em
diferentes artigos.
O presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP),
Manuel de Novaes Cabral, considera que a "atratividade da Região
Demarcada do Douro tem vindo crescer e que a presença de destaque
nesta publicação sueca mostra bem o caráter e projeção internacional
da região. É mais um resultado do papel de disseminação pelo mundo que
os vinhos do Porto e do Douro sempre assumiram", conclui.
Editada quatro vezes por ano, a Världens Viner nomeada em 2010 a
melhor revista de vinhos do mundo, nos Gourmand World Cookbook Awards,
em Paris, explora em cada número, dedicado a um determinado o país ou
região, a história, estilos de vinho, diversidade das castas, as
tendências, o perfil de alguns produtores e gastronomia, dando ainda
dicas sobre como viajar e onde ficar.
A edição sobre o Douro acontece após a distinção do Porto e Douro como
"Wine Village of the Year" 2013 pelo Munskänkarna, o maior clube de
vinhos do mundo.
fonte: mediana
"Melhor rio vinícola do mundo – uma viagem ao longo do Douro" é o tema
de capa do mais recente número da revista sueca Världens Viner (Vinhos
do Mundo) dedicado à Região Demarcada do Douro. Os diferentes tipos e
estilos de vinho do Porto, a história do vinho do Porto, as castas, a
imagem do Douro moderno e alguns produtores da região são abordados em
diferentes artigos.
O presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP),
Manuel de Novaes Cabral, considera que a "atratividade da Região
Demarcada do Douro tem vindo crescer e que a presença de destaque
nesta publicação sueca mostra bem o caráter e projeção internacional
da região. É mais um resultado do papel de disseminação pelo mundo que
os vinhos do Porto e do Douro sempre assumiram", conclui.
Editada quatro vezes por ano, a Världens Viner nomeada em 2010 a
melhor revista de vinhos do mundo, nos Gourmand World Cookbook Awards,
em Paris, explora em cada número, dedicado a um determinado o país ou
região, a história, estilos de vinho, diversidade das castas, as
tendências, o perfil de alguns produtores e gastronomia, dando ainda
dicas sobre como viajar e onde ficar.
A edição sobre o Douro acontece após a distinção do Porto e Douro como
"Wine Village of the Year" 2013 pelo Munskänkarna, o maior clube de
vinhos do mundo.
fonte: mediana
As empresas europeias do vinho saúdam a aprovação final da reforma da CAP
COMUNICADO DE IMPRENSA
Bruxelas, 17 Dezembro 2013 - As empresas europeias de vinho saúdam a
aprovação, em Conselho de Ministros da Agricultura, da Reforma da CAP,
que confirma e reforça as orientações e ferramentas da Reforma do
Vinho 2008, com o objectivo de melhorar a competitividade e acesso aos
mercados do sector do vinho.
O CEEV saúda a criação de um novo enquadramento temporário para as
plantações de vinha que irá substituir o actual sistema de direitos de
plantação, terminando com a antiga abordagem proibicionista,
confirmando que a liberdade de plantio permanece como o princípio
previsto na OCM. O novo enquadramento visa permitir um crescimento
ordenado das vinhas na UE de forma a acompanhar a dinâmica da evolução
de mercado e pede aos Estados Membros para terem em consideração as
recomendações dos profissionais do sector. Este novo enquadramento irá
substituir, em 2016, o sistema existente de direitos de plantação por
autorizações individuais não transferíveis para novas plantações nos
Estados Membros de acordo com um critério que deverá ser objectivo e
não discriminatório.
"Lamentamos a falta de ambição pelos vinhos europeus demonstrada pelos
Estados Membros durante os debates, uma vez que o limite de
crescimento anual fixado em 1% a nível europeu não será suficiente
para compensar a tendência "natural" da redução de vinhas (sem
subsídio ao arranque), considerando que a estrutura e a demografia do
sector do vinho irão acelerar esta tendência; A UE não pode deixar o
mercado para os nossos concorrentes e limitar-se a gerir a decadência
da liderança da UE no mercado global do vinho" – declarou Jean-Marie
Barillère, Presidente do CEEV. "Por isso exortámos a Comissão e os
Estados Membros a assegurarem a implementação desta regras numa óptica
flexível e de mercado, de acordo com verdadeiros critérios económicos,
considerando as perspectivas das organizações reconhecidas e
representativas do sector, uma vez que reúnem os produtores e
comerciantes de vinhos – aqueles que melhor conhecem o mercado
diariamente".
O CEEV também saúda a inclusão de novas medidas dinâmicas elegíveis
nos programas nacionais de apoio com o objectivo de melhorar aspectos
chave para a competitividade das empresas europeias de vinho –
inovação, sustentabilidade ambiental e promoção no mercado interno de
padrões de consumo moderado e responsável. A reforma confirma,
igualmente, as orientações e disposições acordadas na Reforma do Vinho
2008, nomeadamente ao nível da rotulagem e práticas de vinificação.
"Iremos seguir cuidadosamente a definição das regras de implementação
para estas novas possibilidades de forma a assegurar que elas alcançam
os objectivos de melhorar a competitividade e acesso aos mercados do
sector do vinho da UE" – afirmou José Ramón Fernandez,
Secretário-geral do CEEV. "Neste sentido, esperamos que as sinergias
resultantes da reforma do regime de promoção horizontal permita à UE
dedicar mais esforços à prevenção do surgimento de barreiras de acesso
ao mercado para as exportações de vinho europeias e facilitar a
abertura sustentável de novos mercados a nível mundial para os vinhos
da UE".
Fonte: ACIBEV
Bruxelas, 17 Dezembro 2013 - As empresas europeias de vinho saúdam a
aprovação, em Conselho de Ministros da Agricultura, da Reforma da CAP,
que confirma e reforça as orientações e ferramentas da Reforma do
Vinho 2008, com o objectivo de melhorar a competitividade e acesso aos
mercados do sector do vinho.
O CEEV saúda a criação de um novo enquadramento temporário para as
plantações de vinha que irá substituir o actual sistema de direitos de
plantação, terminando com a antiga abordagem proibicionista,
confirmando que a liberdade de plantio permanece como o princípio
previsto na OCM. O novo enquadramento visa permitir um crescimento
ordenado das vinhas na UE de forma a acompanhar a dinâmica da evolução
de mercado e pede aos Estados Membros para terem em consideração as
recomendações dos profissionais do sector. Este novo enquadramento irá
substituir, em 2016, o sistema existente de direitos de plantação por
autorizações individuais não transferíveis para novas plantações nos
Estados Membros de acordo com um critério que deverá ser objectivo e
não discriminatório.
"Lamentamos a falta de ambição pelos vinhos europeus demonstrada pelos
Estados Membros durante os debates, uma vez que o limite de
crescimento anual fixado em 1% a nível europeu não será suficiente
para compensar a tendência "natural" da redução de vinhas (sem
subsídio ao arranque), considerando que a estrutura e a demografia do
sector do vinho irão acelerar esta tendência; A UE não pode deixar o
mercado para os nossos concorrentes e limitar-se a gerir a decadência
da liderança da UE no mercado global do vinho" – declarou Jean-Marie
Barillère, Presidente do CEEV. "Por isso exortámos a Comissão e os
Estados Membros a assegurarem a implementação desta regras numa óptica
flexível e de mercado, de acordo com verdadeiros critérios económicos,
considerando as perspectivas das organizações reconhecidas e
representativas do sector, uma vez que reúnem os produtores e
comerciantes de vinhos – aqueles que melhor conhecem o mercado
diariamente".
O CEEV também saúda a inclusão de novas medidas dinâmicas elegíveis
nos programas nacionais de apoio com o objectivo de melhorar aspectos
chave para a competitividade das empresas europeias de vinho –
inovação, sustentabilidade ambiental e promoção no mercado interno de
padrões de consumo moderado e responsável. A reforma confirma,
igualmente, as orientações e disposições acordadas na Reforma do Vinho
2008, nomeadamente ao nível da rotulagem e práticas de vinificação.
"Iremos seguir cuidadosamente a definição das regras de implementação
para estas novas possibilidades de forma a assegurar que elas alcançam
os objectivos de melhorar a competitividade e acesso aos mercados do
sector do vinho da UE" – afirmou José Ramón Fernandez,
Secretário-geral do CEEV. "Neste sentido, esperamos que as sinergias
resultantes da reforma do regime de promoção horizontal permita à UE
dedicar mais esforços à prevenção do surgimento de barreiras de acesso
ao mercado para as exportações de vinho europeias e facilitar a
abertura sustentável de novos mercados a nível mundial para os vinhos
da UE".
Fonte: ACIBEV
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Universidade de Coimbra quer reforçar contributos para a segurança alimentar
16-12-2013
A Universidade de Coimbra (UC) quer colocar uma tónica forte na
segurança alimentar e na caracterização e certificação da actividade
frutícola em Portugal, de forma a ajudar ao cumprimento daquilo que
são as novas directivas da União Europeia.
A UC e o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária
(INIAV) assinam na terça-feira um protocolo de colaboração que, de
acordo com nota da universidade, tem como objectivo estreitar as
relações de cooperação e intercâmbio com o instituto conhecido por ser
o laboratório de Estado do ministério da Agricultura e do Mar que
desenvolve actividades de investigação nas áreas agronómica e
veterinária.
Em declarações à agência Lusa, o vice-reitor da UC para a
investigação, Amílcar Falcão, explicou que este protocolo será o
início de uma relação de cooperação mais alargada, que pretende
abordar, para já, três áreas fundamentais.
Em primeiro lugar, recordou, no apoio ao projecto já em curso, no polo
II da UC, com a instalação de viveiros e produção e certificação de
árvores de fruto. Por outro lado, a UC e a INIAV vão igualmente
colaborar, com a Câmara de Alcobaça, na criação de um laboratório vivo
e frutícola, naquela região. A UC e a INIAV vão igualmente colocar uma
tónica forte na segurança alimentar.
A Universidade de Coimbra, recordou Amílcar Falcão, tem já peritos
neste sector e quer continuar a contribuir com tecnologia de ponta e
conhecimento para cumprir os requisitos da União Europeia, sobretudo
naquilo que diz respeito aos quadros comunitários de 2014-2020, nos
quais a segurança alimentar assume grande preponderância.
As regras comunitárias, sublinhou o vice-reitor, estão cada vez mais
apertadas naquilo que são os objectivos da segurança alimentar, sendo
por isso necessária uma certificação cada vez mais exigente dos
produtos.
Por isso, defendeu ainda, os produtores portugueses devem estar
atentos à qualidade dos seus produtos, de forma a certificarem aquilo
que é genuinamente português, nomeadamente a fruta.
O protocolo entre as duas entidades será assinado às 15:00 horas, na
sala do Senado da UC. A cerimónia conta com a presença do secretário
de Estado da Alimentação e da Investigação Alimentar, Nuno Vieira e
Brito.
Fonte: Lusa
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48226.aspx
A Universidade de Coimbra (UC) quer colocar uma tónica forte na
segurança alimentar e na caracterização e certificação da actividade
frutícola em Portugal, de forma a ajudar ao cumprimento daquilo que
são as novas directivas da União Europeia.
A UC e o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária
(INIAV) assinam na terça-feira um protocolo de colaboração que, de
acordo com nota da universidade, tem como objectivo estreitar as
relações de cooperação e intercâmbio com o instituto conhecido por ser
o laboratório de Estado do ministério da Agricultura e do Mar que
desenvolve actividades de investigação nas áreas agronómica e
veterinária.
Em declarações à agência Lusa, o vice-reitor da UC para a
investigação, Amílcar Falcão, explicou que este protocolo será o
início de uma relação de cooperação mais alargada, que pretende
abordar, para já, três áreas fundamentais.
Em primeiro lugar, recordou, no apoio ao projecto já em curso, no polo
II da UC, com a instalação de viveiros e produção e certificação de
árvores de fruto. Por outro lado, a UC e a INIAV vão igualmente
colaborar, com a Câmara de Alcobaça, na criação de um laboratório vivo
e frutícola, naquela região. A UC e a INIAV vão igualmente colocar uma
tónica forte na segurança alimentar.
A Universidade de Coimbra, recordou Amílcar Falcão, tem já peritos
neste sector e quer continuar a contribuir com tecnologia de ponta e
conhecimento para cumprir os requisitos da União Europeia, sobretudo
naquilo que diz respeito aos quadros comunitários de 2014-2020, nos
quais a segurança alimentar assume grande preponderância.
As regras comunitárias, sublinhou o vice-reitor, estão cada vez mais
apertadas naquilo que são os objectivos da segurança alimentar, sendo
por isso necessária uma certificação cada vez mais exigente dos
produtos.
Por isso, defendeu ainda, os produtores portugueses devem estar
atentos à qualidade dos seus produtos, de forma a certificarem aquilo
que é genuinamente português, nomeadamente a fruta.
O protocolo entre as duas entidades será assinado às 15:00 horas, na
sala do Senado da UC. A cerimónia conta com a presença do secretário
de Estado da Alimentação e da Investigação Alimentar, Nuno Vieira e
Brito.
Fonte: Lusa
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48226.aspx
Exploração média na UE é de 14,3 hectares
18-12-2013
A Comissão Europeia publicou uma informação sobre medidas de
desenvolvimento rural que mostra uma redução de 12 por cento do número
de explorações, entre 2007 e 2010.
O tamanho médio das explorações aumentou cerca de 14,3 hectares (ha),
contra 12,7 ha em 2007, e cerca de 70 por cento de todas as
explorações da União Europeia têm menos de cinco hectares de terras
agrícolas.
O emprego a tempo inteiro na agricultura diminuiu cerca de 16,5 por
cento entre 2008 e 2010, registando-se ainda um aumento da superfície
de agricultura biológica, de 6,9 por cento ao ano entre 2006 e 2011, e
em área der floresta protegida.
Os números revelam também uma melhoria contínua das emissões de gases
com efeito de estuda, mas a um ritmo mais lento nos últimos cinco
anos, e uma quebra dos excedentes de nitrogénio e fósforo e na
concentração de nitratos nas águas de superfície.
O documento da Comissão recolhe mais informação estatística sobre a
situação sócio-económica, agrícola e ambiental das zonas rurais e
inclui um capítulo específico sobre a implementação de programas de
desenvolvimento rural.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48236.aspx
A Comissão Europeia publicou uma informação sobre medidas de
desenvolvimento rural que mostra uma redução de 12 por cento do número
de explorações, entre 2007 e 2010.
O tamanho médio das explorações aumentou cerca de 14,3 hectares (ha),
contra 12,7 ha em 2007, e cerca de 70 por cento de todas as
explorações da União Europeia têm menos de cinco hectares de terras
agrícolas.
O emprego a tempo inteiro na agricultura diminuiu cerca de 16,5 por
cento entre 2008 e 2010, registando-se ainda um aumento da superfície
de agricultura biológica, de 6,9 por cento ao ano entre 2006 e 2011, e
em área der floresta protegida.
Os números revelam também uma melhoria contínua das emissões de gases
com efeito de estuda, mas a um ritmo mais lento nos últimos cinco
anos, e uma quebra dos excedentes de nitrogénio e fósforo e na
concentração de nitratos nas águas de superfície.
O documento da Comissão recolhe mais informação estatística sobre a
situação sócio-económica, agrícola e ambiental das zonas rurais e
inclui um capítulo específico sobre a implementação de programas de
desenvolvimento rural.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48236.aspx
IPMA coloca 14 distritos sob aviso amarelo devido a mau tempo
18-12-2013
Catorze distritos de Portugal continental vão estar esta quinta-feira
sob aviso amarelo devido à previsão de chuva forte, passando a
aguaceiros, vento e agitação marítima.
De acordo com o IPMA, os distritos do Porto, Viana do Castelo, Lisboa,
Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar sob aviso amarelo, o segundo
menos grave de uma escala de quatro, entre as 00:00 e as 29:59 horas
de quinta-feira, devido à previsão de períodos de chuva forte,
passando a aguaceiros por vezes forte, vento com rajadas até 75
quilómetros/hora e agitação marítima com ondas de 3,5 a 4,5 metros.
O IPMA colocou também sob aviso amarelo na quinta-feira os distritos
de Faro, Setúbal e Beja por causa da previsão de chuva e vento forte.
Também os distritos de Viseu, Vila Real, Évora e Santarém vão estar
quinta-feira sob aviso amarelo devido à precipitação.
O IPMA prevê para esta quinta-feira o continente céu geralmente muito
nublado, períodos de chuva a partir do início da manhã no Minho e
Douro litoral, estendendo-se gradualmente, de norte para sul, às
restantes regiões a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela,
que será, por vezes, forte a partir do final da tarde, em especial nas
regiões do litoral norte e possibilidade de queda de neve acima de
1.500 metros.
A previsão aponta ainda para vento fraco, tornando-se moderado do
quadrante sul a partir da tarde nas regiões do litoral norte e centro
e moderado a forte nas terras altas, neblina ou nevoeiro matinal em
alguns locais e pequena descida de temperatura mínima nas regiões do
litoral centro e na região sul.
Nos Açores, prevê-se céu muito nublado, com abertas a partir da manhã,
períodos de chuva fraca, passando a aguaceiros fracos e vento sudoeste
muito fresco com rajadas té 65 km/h, rodando para noroeste e
tornando-se moderado.
Para a Madeira, prevêem-se períodos de céu muito nublado,
possibilidade de ocorrência de aguaceiros fracos até ao início da
manhã nas vertentes norte e vento em geral fraco do quadrante norte,
soprando moderado nas zonas montanhosas.
Quanto às temperaturas, em Lisboa prevê-se uma máxima de 14 graus
Celsius, no Porto 12, em Faro 17, Castelo Branco e Portalegre nove,
Évora e Beja 13, Bragança seis, Guarda cinco, Vila Real e Viseu sete,
Funchal 21 e Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Santa Cruz das Flores
19.
Fonte: Dáriodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48233.aspx
Catorze distritos de Portugal continental vão estar esta quinta-feira
sob aviso amarelo devido à previsão de chuva forte, passando a
aguaceiros, vento e agitação marítima.
De acordo com o IPMA, os distritos do Porto, Viana do Castelo, Lisboa,
Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar sob aviso amarelo, o segundo
menos grave de uma escala de quatro, entre as 00:00 e as 29:59 horas
de quinta-feira, devido à previsão de períodos de chuva forte,
passando a aguaceiros por vezes forte, vento com rajadas até 75
quilómetros/hora e agitação marítima com ondas de 3,5 a 4,5 metros.
O IPMA colocou também sob aviso amarelo na quinta-feira os distritos
de Faro, Setúbal e Beja por causa da previsão de chuva e vento forte.
Também os distritos de Viseu, Vila Real, Évora e Santarém vão estar
quinta-feira sob aviso amarelo devido à precipitação.
O IPMA prevê para esta quinta-feira o continente céu geralmente muito
nublado, períodos de chuva a partir do início da manhã no Minho e
Douro litoral, estendendo-se gradualmente, de norte para sul, às
restantes regiões a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela,
que será, por vezes, forte a partir do final da tarde, em especial nas
regiões do litoral norte e possibilidade de queda de neve acima de
1.500 metros.
A previsão aponta ainda para vento fraco, tornando-se moderado do
quadrante sul a partir da tarde nas regiões do litoral norte e centro
e moderado a forte nas terras altas, neblina ou nevoeiro matinal em
alguns locais e pequena descida de temperatura mínima nas regiões do
litoral centro e na região sul.
Nos Açores, prevê-se céu muito nublado, com abertas a partir da manhã,
períodos de chuva fraca, passando a aguaceiros fracos e vento sudoeste
muito fresco com rajadas té 65 km/h, rodando para noroeste e
tornando-se moderado.
Para a Madeira, prevêem-se períodos de céu muito nublado,
possibilidade de ocorrência de aguaceiros fracos até ao início da
manhã nas vertentes norte e vento em geral fraco do quadrante norte,
soprando moderado nas zonas montanhosas.
Quanto às temperaturas, em Lisboa prevê-se uma máxima de 14 graus
Celsius, no Porto 12, em Faro 17, Castelo Branco e Portalegre nove,
Évora e Beja 13, Bragança seis, Guarda cinco, Vila Real e Viseu sete,
Funchal 21 e Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Santa Cruz das Flores
19.
Fonte: Dáriodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48233.aspx
John Deere e BASF querem aumentar produtividade das colheitas
por Ana Rita Costa18 de Dezembro - 2013
A John Deere e a BASF anunciaram uma parceria para o desenvolvimento
de soluções integradas de agricultura de precisão e de gestão
agronómica com o objetivo de aumentar a produtividade das colheitas.
"A BASF e a John Deere são os principais fornecedores no setor de
negócios agrícolas e têm muitos anos de experiência na gestão de
dados", refere Markus Heldt, presidente da divisão de Proteção de
Cultivos da BASF. "O valor real reside em ajudar os produtores a
interpretar estes dados para que possam tomar decisões mais precisas e
eficazes sobre as suas operações", conclui.
Como parte do acordo, a John Deere vai desenvolver uma nova aplicação
para a configuração dos seus pulverizadores e vai proceder à
integração dos dados recolhidos em campo através do portal
"MyJohnDeere.com.
O objetivo é pôr em marcha as primeiras ferramentas integradas no final de 2014.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7800&bl=1
A John Deere e a BASF anunciaram uma parceria para o desenvolvimento
de soluções integradas de agricultura de precisão e de gestão
agronómica com o objetivo de aumentar a produtividade das colheitas.
"A BASF e a John Deere são os principais fornecedores no setor de
negócios agrícolas e têm muitos anos de experiência na gestão de
dados", refere Markus Heldt, presidente da divisão de Proteção de
Cultivos da BASF. "O valor real reside em ajudar os produtores a
interpretar estes dados para que possam tomar decisões mais precisas e
eficazes sobre as suas operações", conclui.
Como parte do acordo, a John Deere vai desenvolver uma nova aplicação
para a configuração dos seus pulverizadores e vai proceder à
integração dos dados recolhidos em campo através do portal
"MyJohnDeere.com.
O objetivo é pôr em marcha as primeiras ferramentas integradas no final de 2014.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7800&bl=1
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