Gravidez não é razão para afastamento da ministra da Agricultura.
Secretários de Estado substituirão Cristas na licença de maternidade
09/01/2013 | 19:40 | Dinheiro Vivo
A ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do
Território, Assunção Cristas, disse hoje que os secretários de Estado
a vão poder substituir durante o período de licença de maternidade.
"Os vários senhores secretários de Estado são sempre competentes para
assegurar qualquer substituição, portanto não há sequer um problema em
relação a essa matéria", afirmou Assunção Cristas, na primeira vez que
falou publicamente sobre a sua gravidez, à margem da visita à
exposição "Idade do Mar" na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Questionada sobre se iria ser substituída no Ministério durante a
licença de maternidade ou se iria demitir-se antes daquela licença, a
governante respondeu: "é matéria que não me preocupa neste momento,
agora o que me preocupa é que a gravidez corra bem e o trabalho
continue a ser intenso".
Assunção Cristas adiantou ainda que planeia ficar a trabalhar até ao
final da gravidez.
"É uma grande alegria para mim e para toda a família, um grande
entusiasmo, agora é viver com tranquilidade, com a expectativa de que
corra tudo bem e continuar a trabalhar, como sempre, com empenho, com
dedicação, até chegar a altura da criança nascer que será no verão",
acrescentou.
A ministra Assunção Cristas tem quatro secretários de Estado:
Agricultura, José Diogo Albuquerque; Florestas e Desenvolvimento
Rural, Daniel Campelo; Mar, Manuel Pinto de Abreu, e Ambiente e
Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paulo.
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO090690.html
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Coruche e Cartaxo recebem Fórum Regional “O Vinho e o Mundo Rural”
por Ana Rita Costa
No dia 18 de janeiro, Coruche vai receber no Observatório do Sobreiro
e da Cortiça, o Fórum Regional do Ribatejo "O Vinho e o Mundo Rural".
Este Fórum faz parte de uma série de encontros que irão culminar no
Congresso Nacional do Vinho e do Mundo Rural no dia 11 de junho de
2013, no CNEMA em Santarém, na Feira Nacional de Agricultura.
Fazem parte da Comissão Executiva a autarquia de Coruche, a Direção
Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo, a Tagus e a
Associação de Municípios Portugueses do Vinho.
Estes fóruns regionais têm como objetivo abordar a realidade e as
especificidades de cada região, abordando cinco temas comuns: Novos
Desafios do Mundo Rural e a Inovação, Vinho e Economia Sustentável,
Vinho e Comunicação, Gastronomia e Turismo e Autarquias e Agentes
Locais.
Os resultados deste Fórum Regional serão apresentadas no dia 25 de
janeiro, no Museu Rural e do Vinho do Cartaxo.
http://www.vidarural.pt/event.aspx?menuid=49&eid=6883&bl=1
No dia 18 de janeiro, Coruche vai receber no Observatório do Sobreiro
e da Cortiça, o Fórum Regional do Ribatejo "O Vinho e o Mundo Rural".
Este Fórum faz parte de uma série de encontros que irão culminar no
Congresso Nacional do Vinho e do Mundo Rural no dia 11 de junho de
2013, no CNEMA em Santarém, na Feira Nacional de Agricultura.
Fazem parte da Comissão Executiva a autarquia de Coruche, a Direção
Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo, a Tagus e a
Associação de Municípios Portugueses do Vinho.
Estes fóruns regionais têm como objetivo abordar a realidade e as
especificidades de cada região, abordando cinco temas comuns: Novos
Desafios do Mundo Rural e a Inovação, Vinho e Economia Sustentável,
Vinho e Comunicação, Gastronomia e Turismo e Autarquias e Agentes
Locais.
Os resultados deste Fórum Regional serão apresentadas no dia 25 de
janeiro, no Museu Rural e do Vinho do Cartaxo.
http://www.vidarural.pt/event.aspx?menuid=49&eid=6883&bl=1
Espanha aprova decreto que regula prescrição de medicamentos veterinários
por Ana Rita Costa
8 de Janeiro - 2013
O Conselho de Ministros espanhol aprovou um decreto que simplifica a
prescrição e dispensa de medicamentos para uso humano e que regula o
uso de prescrição veterinária.
O Real Decreto 1675/2012, de 14 de dezembro, inclui a prescrição,
dispensa e controlo dos medicamentos estupefacientes para uso
veterinário em Espanha, que até ao momento não dispunha de normativa
legal específica, informa o portal Argos. Além disso, a nova norma
estabelece o formato e os requisitos de prescrição de drogas para uso
veterinário oficial.
Para consultar o documento original clique aqui.
http://www.boe.es/boe/dias/2012/12/29/pdfs/BOE-A-2012-15711.pdf
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6879&bl=1
8 de Janeiro - 2013
O Conselho de Ministros espanhol aprovou um decreto que simplifica a
prescrição e dispensa de medicamentos para uso humano e que regula o
uso de prescrição veterinária.
O Real Decreto 1675/2012, de 14 de dezembro, inclui a prescrição,
dispensa e controlo dos medicamentos estupefacientes para uso
veterinário em Espanha, que até ao momento não dispunha de normativa
legal específica, informa o portal Argos. Além disso, a nova norma
estabelece o formato e os requisitos de prescrição de drogas para uso
veterinário oficial.
Para consultar o documento original clique aqui.
http://www.boe.es/boe/dias/2012/12/29/pdfs/BOE-A-2012-15711.pdf
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6879&bl=1
Embargo à carne brasileira é “questão de tempo”
por Ana Rita Costa
8 de Janeiro - 2013
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro
Filho, referiu esta semana que a suspensão das importações de carne
bovina brasileira por dez países é uma "questão de tempo até as
negociações serem finalizadas".
"Tenho esse assunto como resolvido. Temos conversado país por país,
mas temos procedimentos externos que precisam de ser respeitados. Nós
estamos a fazer contatos internacionais definitivos. O Brasil vai
cumprir todos os mandamentos que precisam de ser cumpridos e vai
defender o que lhe pertence", garantiu.
O ministro referiu ainda que o prejuízo do mercado brasileiro é
inferior aos ganhos dos países que proibiram a entrada de carne
brasileira. O embargo começou há cerca de um mês, quando foi
confirmado o caso de doença das vacas loucas no Paraná em 2010. Desde
então, a importação de carne brasileira foi proibida na Arábia
Saudita, Japão, China, África do Sul, Taiwan, Coreia do Sul, Jordânia,
Líbano, Chile e Peru.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6882&bl=1
8 de Janeiro - 2013
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro
Filho, referiu esta semana que a suspensão das importações de carne
bovina brasileira por dez países é uma "questão de tempo até as
negociações serem finalizadas".
"Tenho esse assunto como resolvido. Temos conversado país por país,
mas temos procedimentos externos que precisam de ser respeitados. Nós
estamos a fazer contatos internacionais definitivos. O Brasil vai
cumprir todos os mandamentos que precisam de ser cumpridos e vai
defender o que lhe pertence", garantiu.
O ministro referiu ainda que o prejuízo do mercado brasileiro é
inferior aos ganhos dos países que proibiram a entrada de carne
brasileira. O embargo começou há cerca de um mês, quando foi
confirmado o caso de doença das vacas loucas no Paraná em 2010. Desde
então, a importação de carne brasileira foi proibida na Arábia
Saudita, Japão, China, África do Sul, Taiwan, Coreia do Sul, Jordânia,
Líbano, Chile e Peru.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6882&bl=1
Guia sanitário para criadores de pequenos ruminantes
por Ana Rita Costa
8 de Janeiro - 2013
Álvaro Mendonça lançou o "Guia sanitário para criadores de pequenos
ruminantes" pelo Instituto Politécnico de Bragança.
O trabalho decorreu ao abrigo do Programa de Cooperação
Transfronteiriça Espanha-Portugal e a ideia surgiu da reunião de três
parceiros. Os objetivos eram sanitários e visavam a reunião de dados
sanitários provenientes da Junta de Castilla y Lyon, da Direção Geral
de Veterinária e da Escola Superior Agrária de Bragança.
O projeto deu origem a uma plataforma informática, repositório de
dados sanitários dos efetivos animais da Junta de Castilla y Lyon e do
Norte de Portugal.
Este guia destina-se a criadores de gado e outros profissionais, que
têm agora acesso a dados epidemiológicos, de origem portuguesa e
espanhola.
Para fazer download do guia clique aqui.
https://bibliotecadigital.ipb.pt/bitstream/10198/7264/3/Guia%20Sanita%CC%81rio%20para%20Criadores%20de%20Pequenos%20Ruminantes.pdf
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6880&bl=1
8 de Janeiro - 2013
Álvaro Mendonça lançou o "Guia sanitário para criadores de pequenos
ruminantes" pelo Instituto Politécnico de Bragança.
O trabalho decorreu ao abrigo do Programa de Cooperação
Transfronteiriça Espanha-Portugal e a ideia surgiu da reunião de três
parceiros. Os objetivos eram sanitários e visavam a reunião de dados
sanitários provenientes da Junta de Castilla y Lyon, da Direção Geral
de Veterinária e da Escola Superior Agrária de Bragança.
O projeto deu origem a uma plataforma informática, repositório de
dados sanitários dos efetivos animais da Junta de Castilla y Lyon e do
Norte de Portugal.
Este guia destina-se a criadores de gado e outros profissionais, que
têm agora acesso a dados epidemiológicos, de origem portuguesa e
espanhola.
Para fazer download do guia clique aqui.
https://bibliotecadigital.ipb.pt/bitstream/10198/7264/3/Guia%20Sanita%CC%81rio%20para%20Criadores%20de%20Pequenos%20Ruminantes.pdf
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6880&bl=1
Investigadores descobrem feromona para combater a cochoninha-pinta-vermelha
por Ana Rita Costa
8 de Janeiro - 2013
Investigadores da Universidade Politécnica de Valência e da empresa
Ecologia y Protección Agrícola descobriram a feromona para combater,
sem recorrer a pesticidas, a cochoninha-pinta-vermelha, a praga mais
importante dos citrinos a nível mundial.
De acordo com o comunicado da Universidade Politécnica de Valência, o
novo produto "não é um inseticida", por isso não deixa resíduos
perigosos.
As características deste novo produto, que será comercializado sob o
nome "Scalebur", fazem com que possa ser utilizado na agricultura
biológica.
A cochoninha-pinta-vermelha pode provocar danos "cosméticos", já que
se situa na superfície do fruto e da sua camada protetora.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6878&bl=1
8 de Janeiro - 2013
Investigadores da Universidade Politécnica de Valência e da empresa
Ecologia y Protección Agrícola descobriram a feromona para combater,
sem recorrer a pesticidas, a cochoninha-pinta-vermelha, a praga mais
importante dos citrinos a nível mundial.
De acordo com o comunicado da Universidade Politécnica de Valência, o
novo produto "não é um inseticida", por isso não deixa resíduos
perigosos.
As características deste novo produto, que será comercializado sob o
nome "Scalebur", fazem com que possa ser utilizado na agricultura
biológica.
A cochoninha-pinta-vermelha pode provocar danos "cosméticos", já que
se situa na superfície do fruto e da sua camada protetora.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6878&bl=1
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Jovens portugueses inventam forma de melhorar produção agrícola
Três equipas de jovens portugueses levaram a concurso projectos
empreendedores. Um deles pretende dar mais rendimento à produção
agrícola, mas falta quem invista na ideia. 08-01-2013 12:55 por Filipa
Tavares
O Presidente da República recebe esta terça-feira as três equipas de
jovens empreendedores que representaram Portugal em competições
internacionais da organização Junior Achivement.
Uma delas é a N2FIX, que recebeu o primeiro prémio do Start Up
Programme Portugal e ainda o prémio de liderança responsável ao nível
europeu.
A equipa é composta por alunos de bioengenharia da Universidade do
Porto que querem aumentar a produtividade das plantas através da
fixação de azoto.
"O objectivo do nosso projecto é desenvolver uma tecnologia que
permita a produção de plantas de interesse agronómico, como por
exemplo cereais, sem o recurso a fertilizantes porque causam imensos
problemas ambientais, de saúde e são muito caros para o agricultor",
explica Nuno Leitão, um dos responsáveis pelo projecto.
Apesar dos muitos contactos conseguidos, o projecto ainda não saiu do
papel. A concretização está dependente de um grande financiamento, mas
o jovem engenheiro acredita que é um investimento com enorme
potencial.
"Podemos atacar apenas mercados de produção agrícola como cereais para
consumo humano, podemos também pensar noutro tipo de mercados cujo fim
seria a produção de tecidos, produção de biocombustíveis ou a produção
de ração animal", enumera.
Todos os anos, a Junior Achievement Portugal chega a 28.000 alunos em
cerca de 400 escolas. Desde 2005, esta organização promoveu um
primeiro contacto a temas como empreendedorismo, literacia financeira,
desenvolvimento de carreiras, ética e cidadania a mais de 135 mil
alunos.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=91780
empreendedores. Um deles pretende dar mais rendimento à produção
agrícola, mas falta quem invista na ideia. 08-01-2013 12:55 por Filipa
Tavares
O Presidente da República recebe esta terça-feira as três equipas de
jovens empreendedores que representaram Portugal em competições
internacionais da organização Junior Achivement.
Uma delas é a N2FIX, que recebeu o primeiro prémio do Start Up
Programme Portugal e ainda o prémio de liderança responsável ao nível
europeu.
A equipa é composta por alunos de bioengenharia da Universidade do
Porto que querem aumentar a produtividade das plantas através da
fixação de azoto.
"O objectivo do nosso projecto é desenvolver uma tecnologia que
permita a produção de plantas de interesse agronómico, como por
exemplo cereais, sem o recurso a fertilizantes porque causam imensos
problemas ambientais, de saúde e são muito caros para o agricultor",
explica Nuno Leitão, um dos responsáveis pelo projecto.
Apesar dos muitos contactos conseguidos, o projecto ainda não saiu do
papel. A concretização está dependente de um grande financiamento, mas
o jovem engenheiro acredita que é um investimento com enorme
potencial.
"Podemos atacar apenas mercados de produção agrícola como cereais para
consumo humano, podemos também pensar noutro tipo de mercados cujo fim
seria a produção de tecidos, produção de biocombustíveis ou a produção
de ração animal", enumera.
Todos os anos, a Junior Achievement Portugal chega a 28.000 alunos em
cerca de 400 escolas. Desde 2005, esta organização promoveu um
primeiro contacto a temas como empreendedorismo, literacia financeira,
desenvolvimento de carreiras, ética e cidadania a mais de 135 mil
alunos.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=91780
E se a Roménia se tornasse o celeiro da Europa?
Economia Agricultura
GEOPOLÍTICA:
E se a Roménia se tornasse o celeiro da Europa?
8 janeiro 2013 ADEVĂRUL BUCARESTE
Comentar2
Um pastor com as suas ovelhas em Râșnov, com as montanhas Bucegi como
pano de fundo (150 km a norte de Bucareste), a 6 de novembro de 2012.
AFP
Numa situação de crise mundial, a batalha pelas matérias-primas vai
endurecer em 2013. Enquanto a UE se volta para a Rússia no respeita às
necessidades energéticas, um dos seus Estados-membros poderia
abastecê-la de produtos agrícolas. Desde que os romenos tomem
consciência das suas potencialidades.
Cristian Unteanu
Não vai ser um ano fácil. A situação de crise mundial alargou ainda
mais os fossos tradicionais entre Norte e Sul e entre Leste e Oeste, e
revelou a ausência de soluções alternativas a nível mundial. As únicas
que, melhor ou pior, acabaram por funcionar (ou pelo menos trouxeram
uma esperança de melhoria) são soluções à escala regional, ou no
âmbito de alianças tradicionais, que tentam salvar a sua quota de
poder, sendo o melhor exemplo a União Europeia e o seu esforço de
sobrevivência centrado nos países da zona euro.
Os europeus vivem o seu maior dilema existencial, que, de uma maneira
ou de outra, irá encontrar um começo de solução neste ano de 2013. A
UE está dependente dos recursos energéticos russos em cerca de 60%,
uma percentagem que poderá aumentar consideravelmente, no caso de um
conflito que bloqueie temporariamente o acesso aos recursos do Médio
Oriente. Está também dependente das importações de cereais e de carne
da América do Sul, fornecedor estratégico que por enquanto pratica
preços acessíveis, mas que pode mudar de comportamento, agora que o
Mercosul está confirmado na posição de ator importante no mercado
internacional do poder.
A agricultura como alavanca geopolítica
É provável que a Europa continue a considerar a Rússia como um
parceiro estratégico na resolução dos problemas energéticos, e talvez
consiga encontrar uma forma de tirar partido do mercado africano de
matérias-primas. No entanto, o ano de 2013 será marcado por uma
batalha feroz pelas matérias-primas agrícolas e pelo fornecimento de
carne.
Pode ser que tudo isto constitua uma oportunidade para a Roménia, país
que, pelo menos em teoria, poderia produzir uma parte significativa da
procura europeia de produtos agrícolas. Seria um erro histórico não
aproveitar (como fizemos obstinadamente nos últimos cinco anos) os
vários argumentos que podemos apresentar em Bruxelas, oportunidades
que se encontram inscritas na Política Agrícola Comum. Não estou a
defender que a Roménia seja apenas o celeiro da Europa, mas que a
Roménia seja hábil em matéria de política externa. Mas talvez não
queiramos fazer isso, caso em que, evidentemente, tudo se torna muito
mais simples. Ficamos como estamos e pagamos o preço dessa posição.
Terrenos de ervas daninhas
Enquanto, na Roménia, há mais de uma década que vastas extensões de
terrenos são deixadas às ervas daninhas, enquanto nos tornamos um país
cada vez mais dependente de dispendiosas importações em todos os
domínios da produção agrícola, os europeus procuram formas de obter
produtos agrícolas baratos e cuja produção respeite o ambiente. Era
precisamente isso que nós poderíamos fornecer, a bom preço, desde que
soubéssemos ou quiséssemos promover aquilo de que dispomos neste mesmo
momento, investindo num sistema nacional de pequenas explorações,
apoiado por um banco nacional de crédito agrícola.
Neste domínio, travar-se-á uma das batalhas mais cruéis do ano de 2013
e, para mais, nós temos hipóteses de fazer parte dos vencedores, pois
a outra grande região agrícola, a Ucrânia, está esgotada por graves
problemas políticos e não tem, como nós, a vantagem de fazer parte da
UE.
"Os fenómenos meteorológicos extremos de 2012 reduziram
consideravelmente a produção agrícola em todo o mundo", refere o
Evenimentul Zilei.
Alguns agricultores foram à falência, outros souberam tirar partido da
situação, obtendo ganhos notáveis com culturas como o milho e a soja,
cujos preços aumentaram de forma espetacular.
Mas os agricultores romenos não tiveram essa oportunidade, acrescenta
este diário, porque, no mercado interno, o preço de venda do milho é
inferior ao custo de produção. Isso deve-se a reservas suficientes de
2011, "que vão provavelmente acabar por ser exportadas", apesar de,
"em 2012, a produção ter sido sensivelmente reduzida pela seca, em
cerca de 60% em relação ao ano anterior". Por outro lado, "nos últimos
anos, as áreas cultivadas com soja são cada vez mais reduzidas, sendo
a procura satisfeita principalmente através da importação".
As previsões dos analistas para 2013 são bastante sombrias, salienta o
mesmo diário: "os especialistas da Merrill Lynch receiam o pior e
anunciam que, em 2013, a produção de trigo será muito baixa, a nível
mundial. […] O Goldman Sachs prevê mesmo uma majoração dos preços" do
trigo e do milho, nos seis primeiros meses do ano.
http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3241561-e-se-romenia-se-tornasse-o-celeiro-da-europa?xtor=RSS-9
GEOPOLÍTICA:
E se a Roménia se tornasse o celeiro da Europa?
8 janeiro 2013 ADEVĂRUL BUCARESTE
Comentar2
Um pastor com as suas ovelhas em Râșnov, com as montanhas Bucegi como
pano de fundo (150 km a norte de Bucareste), a 6 de novembro de 2012.
AFP
Numa situação de crise mundial, a batalha pelas matérias-primas vai
endurecer em 2013. Enquanto a UE se volta para a Rússia no respeita às
necessidades energéticas, um dos seus Estados-membros poderia
abastecê-la de produtos agrícolas. Desde que os romenos tomem
consciência das suas potencialidades.
Cristian Unteanu
Não vai ser um ano fácil. A situação de crise mundial alargou ainda
mais os fossos tradicionais entre Norte e Sul e entre Leste e Oeste, e
revelou a ausência de soluções alternativas a nível mundial. As únicas
que, melhor ou pior, acabaram por funcionar (ou pelo menos trouxeram
uma esperança de melhoria) são soluções à escala regional, ou no
âmbito de alianças tradicionais, que tentam salvar a sua quota de
poder, sendo o melhor exemplo a União Europeia e o seu esforço de
sobrevivência centrado nos países da zona euro.
Os europeus vivem o seu maior dilema existencial, que, de uma maneira
ou de outra, irá encontrar um começo de solução neste ano de 2013. A
UE está dependente dos recursos energéticos russos em cerca de 60%,
uma percentagem que poderá aumentar consideravelmente, no caso de um
conflito que bloqueie temporariamente o acesso aos recursos do Médio
Oriente. Está também dependente das importações de cereais e de carne
da América do Sul, fornecedor estratégico que por enquanto pratica
preços acessíveis, mas que pode mudar de comportamento, agora que o
Mercosul está confirmado na posição de ator importante no mercado
internacional do poder.
A agricultura como alavanca geopolítica
É provável que a Europa continue a considerar a Rússia como um
parceiro estratégico na resolução dos problemas energéticos, e talvez
consiga encontrar uma forma de tirar partido do mercado africano de
matérias-primas. No entanto, o ano de 2013 será marcado por uma
batalha feroz pelas matérias-primas agrícolas e pelo fornecimento de
carne.
Pode ser que tudo isto constitua uma oportunidade para a Roménia, país
que, pelo menos em teoria, poderia produzir uma parte significativa da
procura europeia de produtos agrícolas. Seria um erro histórico não
aproveitar (como fizemos obstinadamente nos últimos cinco anos) os
vários argumentos que podemos apresentar em Bruxelas, oportunidades
que se encontram inscritas na Política Agrícola Comum. Não estou a
defender que a Roménia seja apenas o celeiro da Europa, mas que a
Roménia seja hábil em matéria de política externa. Mas talvez não
queiramos fazer isso, caso em que, evidentemente, tudo se torna muito
mais simples. Ficamos como estamos e pagamos o preço dessa posição.
Terrenos de ervas daninhas
Enquanto, na Roménia, há mais de uma década que vastas extensões de
terrenos são deixadas às ervas daninhas, enquanto nos tornamos um país
cada vez mais dependente de dispendiosas importações em todos os
domínios da produção agrícola, os europeus procuram formas de obter
produtos agrícolas baratos e cuja produção respeite o ambiente. Era
precisamente isso que nós poderíamos fornecer, a bom preço, desde que
soubéssemos ou quiséssemos promover aquilo de que dispomos neste mesmo
momento, investindo num sistema nacional de pequenas explorações,
apoiado por um banco nacional de crédito agrícola.
Neste domínio, travar-se-á uma das batalhas mais cruéis do ano de 2013
e, para mais, nós temos hipóteses de fazer parte dos vencedores, pois
a outra grande região agrícola, a Ucrânia, está esgotada por graves
problemas políticos e não tem, como nós, a vantagem de fazer parte da
UE.
"Os fenómenos meteorológicos extremos de 2012 reduziram
consideravelmente a produção agrícola em todo o mundo", refere o
Evenimentul Zilei.
Alguns agricultores foram à falência, outros souberam tirar partido da
situação, obtendo ganhos notáveis com culturas como o milho e a soja,
cujos preços aumentaram de forma espetacular.
Mas os agricultores romenos não tiveram essa oportunidade, acrescenta
este diário, porque, no mercado interno, o preço de venda do milho é
inferior ao custo de produção. Isso deve-se a reservas suficientes de
2011, "que vão provavelmente acabar por ser exportadas", apesar de,
"em 2012, a produção ter sido sensivelmente reduzida pela seca, em
cerca de 60% em relação ao ano anterior". Por outro lado, "nos últimos
anos, as áreas cultivadas com soja são cada vez mais reduzidas, sendo
a procura satisfeita principalmente através da importação".
As previsões dos analistas para 2013 são bastante sombrias, salienta o
mesmo diário: "os especialistas da Merrill Lynch receiam o pior e
anunciam que, em 2013, a produção de trigo será muito baixa, a nível
mundial. […] O Goldman Sachs prevê mesmo uma majoração dos preços" do
trigo e do milho, nos seis primeiros meses do ano.
http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3241561-e-se-romenia-se-tornasse-o-celeiro-da-europa?xtor=RSS-9
Centro tecnológico para valorizar o azeite, o vinho e a maçã
Escrito por Informação, Sim 08-01-2013 07:10
Um Centro Tecnológico para valorizar o vinho, o azeite e a maçã. Este
é o projecto que está em curso em Carrazeda de Ansiães, e que pretende
fortalecer a economia local. O presidente da Câmara, José Luís
Correia, diz que o objectivo é aliar a promoção à comercialização dos
produtos."É um projecto que visa essencialmente a divulgação cultural,
científica e tecnológica aplicada às actividades agro-industriais da
região. É dedicado exclusivamente ao azeite, ao vinho e à maçã e visa
a promoção, a conservação e o desenvolvimento dos sistemas produtivos
desta actividade. A agricultura tem um peso muito importante na
economia do concelho e ocupa uma grande percentagem da população
activa", enaltece o autarca. O Centro Tecnológico vai ser instalado no
edifício onde começou a ser construído o Centro Cívico. José Luís
Correia garante que esta foi a forma encontrada pelo município para
aproveitar os 4 milhões de euros que já tinham sido investidos naquele
espaço."Este centro nasce a partir de uma anterior obra, denominada
centro cívico, que esteve parada desde 2001. Havia a necessidade de
dar-lhe um aproveitamento. Tendo em conta a oportunidade de encontrar
financiamento para a sua conclusão e de aproveitar o espaço tivemos
então a necessidade de lhe dar esta função. Terá também um auditório e
um espaço de exposição permanente de um escultor muito conceituado a
nível nacional e internacional, que é Alberto Carneiro, coordenador do
nosso museu internacional de escultura ao ar livre", realça José Luís
Correia.
A conclusão das obras representa um investimento de cerca de 900 mil
euros e o prazo para terminar os trabalhos está previsto para o
próximo mês de Junho.
Escrito por Brigantia
http://www.brigantia.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=8585&Itemid=43
Um Centro Tecnológico para valorizar o vinho, o azeite e a maçã. Este
é o projecto que está em curso em Carrazeda de Ansiães, e que pretende
fortalecer a economia local. O presidente da Câmara, José Luís
Correia, diz que o objectivo é aliar a promoção à comercialização dos
produtos."É um projecto que visa essencialmente a divulgação cultural,
científica e tecnológica aplicada às actividades agro-industriais da
região. É dedicado exclusivamente ao azeite, ao vinho e à maçã e visa
a promoção, a conservação e o desenvolvimento dos sistemas produtivos
desta actividade. A agricultura tem um peso muito importante na
economia do concelho e ocupa uma grande percentagem da população
activa", enaltece o autarca. O Centro Tecnológico vai ser instalado no
edifício onde começou a ser construído o Centro Cívico. José Luís
Correia garante que esta foi a forma encontrada pelo município para
aproveitar os 4 milhões de euros que já tinham sido investidos naquele
espaço."Este centro nasce a partir de uma anterior obra, denominada
centro cívico, que esteve parada desde 2001. Havia a necessidade de
dar-lhe um aproveitamento. Tendo em conta a oportunidade de encontrar
financiamento para a sua conclusão e de aproveitar o espaço tivemos
então a necessidade de lhe dar esta função. Terá também um auditório e
um espaço de exposição permanente de um escultor muito conceituado a
nível nacional e internacional, que é Alberto Carneiro, coordenador do
nosso museu internacional de escultura ao ar livre", realça José Luís
Correia.
A conclusão das obras representa um investimento de cerca de 900 mil
euros e o prazo para terminar os trabalhos está previsto para o
próximo mês de Junho.
Escrito por Brigantia
http://www.brigantia.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=8585&Itemid=43
Ucrânia levanta quarentena por Peste Suína Africana
por Ana Rita Costa
8 de Janeiro - 2013
O caso de Peste Suína Africana registado na Ucrânia já foi resolvido e
as restrições de quarentena já foram levantadas.
Este caso registou-se em julho de 2012 na quinta de uma família que
tinha três suínos infetados. Este foi o primeiro caso registado
naquele país e a propagação do vírus foi evitada.
Apesar de ainda não existir confirmação, as autoridades ucranianas
acreditam que a origem do surto está na entrada de turistas russos com
alimentos infetados com o vírus.
Na Rússia existem 233 casos confirmados de Peste Suína desde 2009.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6877&bl=1
8 de Janeiro - 2013
O caso de Peste Suína Africana registado na Ucrânia já foi resolvido e
as restrições de quarentena já foram levantadas.
Este caso registou-se em julho de 2012 na quinta de uma família que
tinha três suínos infetados. Este foi o primeiro caso registado
naquele país e a propagação do vírus foi evitada.
Apesar de ainda não existir confirmação, as autoridades ucranianas
acreditam que a origem do surto está na entrada de turistas russos com
alimentos infetados com o vírus.
Na Rússia existem 233 casos confirmados de Peste Suína desde 2009.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6877&bl=1
Universidade do Algarve produz bioetanol a partir de alfarroba
por Ana Rita Costa
8 de Janeiro - 2013
A Universidade do Algarve está a trabalhar num projeto que tem como
objetivo produzir bioetanol a partir de alfarroba.
Em 2020 será obrigatória na União Europeia a inserção de 20% de etanol
na gasolina, e nesse sentido a Universidade do Algarve apresentou os
resultados da investigação do projeto "Alfaetílico – Bionergia de
segunda geração".
De acordo com o algarveprimeiro.com, Maria Emília Costa, coordenadora
do projeto, e Sara Fernandes deram a conhecer a "investigação
pioneira" financiada pelo QREN/PO Algarve 21 que desenvolve tecnologia
de fermentação na produção de bioetanol de segunda geração a partir de
resíduos de polpa de alfarroba, provenientes da indústria de
transformação da região do Algarve, matéria-prima rica em açúcares.
No Laboratório de Engenharia e Biotecnologia Ambiental da Universidade
do Algarve foram realizados ensaios em fermentadores agitados
mecanicamente e na estação-piloto de fermentação disponíveis, onde se
operacionalizou e monitorizou com êxito o processo de produção de
bioetanol em diversos sistemas de produção, já na perspetiva de
produção semi-industrial.
A polpa de alfarroba revelou ser uma matéria-prima excelente e de
baixo custo para a produção de bioetanol com potencial tecnológico e
económico para uma bio-refinaria. Foi possível desenvolver tecnologia
para a obtenção de valores de produtividade e teores de bioetanol
competitivos durante o processo de produção do álcool.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6884&bl=1
8 de Janeiro - 2013
A Universidade do Algarve está a trabalhar num projeto que tem como
objetivo produzir bioetanol a partir de alfarroba.
Em 2020 será obrigatória na União Europeia a inserção de 20% de etanol
na gasolina, e nesse sentido a Universidade do Algarve apresentou os
resultados da investigação do projeto "Alfaetílico – Bionergia de
segunda geração".
De acordo com o algarveprimeiro.com, Maria Emília Costa, coordenadora
do projeto, e Sara Fernandes deram a conhecer a "investigação
pioneira" financiada pelo QREN/PO Algarve 21 que desenvolve tecnologia
de fermentação na produção de bioetanol de segunda geração a partir de
resíduos de polpa de alfarroba, provenientes da indústria de
transformação da região do Algarve, matéria-prima rica em açúcares.
No Laboratório de Engenharia e Biotecnologia Ambiental da Universidade
do Algarve foram realizados ensaios em fermentadores agitados
mecanicamente e na estação-piloto de fermentação disponíveis, onde se
operacionalizou e monitorizou com êxito o processo de produção de
bioetanol em diversos sistemas de produção, já na perspetiva de
produção semi-industrial.
A polpa de alfarroba revelou ser uma matéria-prima excelente e de
baixo custo para a produção de bioetanol com potencial tecnológico e
económico para uma bio-refinaria. Foi possível desenvolver tecnologia
para a obtenção de valores de produtividade e teores de bioetanol
competitivos durante o processo de produção do álcool.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6884&bl=1
Criada etiqueta de certificação de sustentabilidade para empresas vinícolas
por Ana Rita Costa
8 de Janeiro - 2013
Foi criado o Eco-Prowine que irá oferecer aos produtores de vinho da
União Europeia a possibilidade de avaliar o seu nível de
sustentabilidade e de colocar nos seus produtos uma etiqueta
reconhecida a nível mundial.
Este projeto nasceu da necessidade de demonstrar aos consumidores os
esforços das empresas vinícolas da UE para melhorarem os seus
desempenhos nas componentes ambientais, sociais e económicas, que são
entendidas como atributos de qualidade adicional.
A Avaliação do Ciclo de Vida e a Avaliação do Custo do Ciclo de Vida
pretendem assim, ser ferramentas capazes de serem utilizadas pelas
empresas no ambiente da internet, fazendo uso de bases de dados de
padrões da atividade vinícola. O projeto prevê ainda a criação de um
serviço de aconselhamento para as empresas participantes e acesso a
informações tecnológicas.
O Eco-Prowine irá assim dar a possibilidade a empresas com baixos
recursos económicos e humanos, de ver reconhecida a qualidade dos seus
produtos e empresa.
http://www.enovitis.com/news.aspx?menuid=8&eid=5602&bl=1
8 de Janeiro - 2013
Foi criado o Eco-Prowine que irá oferecer aos produtores de vinho da
União Europeia a possibilidade de avaliar o seu nível de
sustentabilidade e de colocar nos seus produtos uma etiqueta
reconhecida a nível mundial.
Este projeto nasceu da necessidade de demonstrar aos consumidores os
esforços das empresas vinícolas da UE para melhorarem os seus
desempenhos nas componentes ambientais, sociais e económicas, que são
entendidas como atributos de qualidade adicional.
A Avaliação do Ciclo de Vida e a Avaliação do Custo do Ciclo de Vida
pretendem assim, ser ferramentas capazes de serem utilizadas pelas
empresas no ambiente da internet, fazendo uso de bases de dados de
padrões da atividade vinícola. O projeto prevê ainda a criação de um
serviço de aconselhamento para as empresas participantes e acesso a
informações tecnológicas.
O Eco-Prowine irá assim dar a possibilidade a empresas com baixos
recursos económicos e humanos, de ver reconhecida a qualidade dos seus
produtos e empresa.
http://www.enovitis.com/news.aspx?menuid=8&eid=5602&bl=1
Mudança climática ameaça produção de vinho em França
por Ana Rita Costa
8 de Janeiro - 2013
O aumento das temperaturas registado na França tem feito com que as
uvas tenham menor acidez e mais teor de açúcar, produzindo vinhos mais
frutados e mais alcoólicos.
Os produtores começam agora a sentir os efeitos da crescente
concorrência de outros países e referem que "à medida que o consumidor
fica mais velho não quer bombas de fruta extremamente alcoólicas", diz
Juan Sanchez, proprietário do Le Derniere Goutte, uma loja de vinhos
de Paris.
Na França, onde o vinho é uma parte importante da cultura social,
"bombas de fruta alcoólica" estragam o paladar típico. Combinado
normalmente com a comida, o vinho é geralmente destinado a acrescentar
algo aos pratos em vez de dominar. "As pessoas não querem comer com
esse tipo de vinhos, eles são como uma refeição em si", explica
Sanchez.
A mudança ambiental está a começar a apertar um sistema que tem sido
fundamental para o vinho europeu durante séculos. "A Europa está
historicamente relacionada com as características regionais baseadas
em variedades de vinhos e estilos particulares", diz Gregory Jones,
climatologista que também é especialista no estudo da estrutura de
clima e adequação para a viticultura."Aqueles que têm a capacidade de
adaptação diante das mudanças climáticas vão ser muito mais capazes de
se adaptar através de uma gama de futuros climáticos diferentes",
acrescenta.
http://www.enovitis.com/news.aspx?menuid=8&eid=5603&bl=1
8 de Janeiro - 2013
O aumento das temperaturas registado na França tem feito com que as
uvas tenham menor acidez e mais teor de açúcar, produzindo vinhos mais
frutados e mais alcoólicos.
Os produtores começam agora a sentir os efeitos da crescente
concorrência de outros países e referem que "à medida que o consumidor
fica mais velho não quer bombas de fruta extremamente alcoólicas", diz
Juan Sanchez, proprietário do Le Derniere Goutte, uma loja de vinhos
de Paris.
Na França, onde o vinho é uma parte importante da cultura social,
"bombas de fruta alcoólica" estragam o paladar típico. Combinado
normalmente com a comida, o vinho é geralmente destinado a acrescentar
algo aos pratos em vez de dominar. "As pessoas não querem comer com
esse tipo de vinhos, eles são como uma refeição em si", explica
Sanchez.
A mudança ambiental está a começar a apertar um sistema que tem sido
fundamental para o vinho europeu durante séculos. "A Europa está
historicamente relacionada com as características regionais baseadas
em variedades de vinhos e estilos particulares", diz Gregory Jones,
climatologista que também é especialista no estudo da estrutura de
clima e adequação para a viticultura."Aqueles que têm a capacidade de
adaptação diante das mudanças climáticas vão ser muito mais capazes de
se adaptar através de uma gama de futuros climáticos diferentes",
acrescenta.
http://www.enovitis.com/news.aspx?menuid=8&eid=5603&bl=1
Câmara fez anúncio oficial de “Vidigueira cidade do Vinho 2013”
A Câmara Municipal de Vidigueira fez, no último fim-de-semana, o
anúncio oficial à população de "Vidigueira Cidade do Vinho 2013". O
título, atribuído pela Associação de Municípios Portugueses do Vinho,
distingue, anualmente, um município símbolo do desenvolvimento
vitivinícola.
Segundo a autarquia, para o "sucesso da candidatura de Vidigueira foi
determinante a adesão de todos os produtores de vinho engarrafado do
concelho e uma forte e importante parceria de instituições públicas,
privadas e associativas locais, além de entidades ligadas ao sector do
turismo, da cultura e do vinho".
O programa "Vidigueira – Cidade do Vinho 2013" vai contar com
iniciativas culturais, desportivas, de lazer e ambientais, inspiradas
na vitivinicultura.
http://www.radiopax.com/noticias.php?go=noticias&id=17191&d=noticias
anúncio oficial à população de "Vidigueira Cidade do Vinho 2013". O
título, atribuído pela Associação de Municípios Portugueses do Vinho,
distingue, anualmente, um município símbolo do desenvolvimento
vitivinícola.
Segundo a autarquia, para o "sucesso da candidatura de Vidigueira foi
determinante a adesão de todos os produtores de vinho engarrafado do
concelho e uma forte e importante parceria de instituições públicas,
privadas e associativas locais, além de entidades ligadas ao sector do
turismo, da cultura e do vinho".
O programa "Vidigueira – Cidade do Vinho 2013" vai contar com
iniciativas culturais, desportivas, de lazer e ambientais, inspiradas
na vitivinicultura.
http://www.radiopax.com/noticias.php?go=noticias&id=17191&d=noticias
Câmara de Ferreira do Alentejo anuncia regresso da Feira do Regadio que terá como tema central o Azeite
A Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo anuncia, na última edição
do Jornal do município, o regresso da Feira Nacional da Água e do
regadio (FNAR).
O certame tem lugar nos dias 28, 29 e 30 de Junho.
A Feira foi suspensa, no ano passado, pela autarquia, devido "à
conjuntura económica e financeira altamente restritiva".
O certame terá como tema central o Azeite.
A Câmara já registou a marca "Ferreira do Alentejo, Capital do Azeite".
No quadro da afirmação de Ferreira como capital do Azeite, em Março,
terá lugar a iniciativa "Comeres de Azeite".
O Museu Municipal apresenta, este ano, a exposição "Ferreira do
Alentejo, 2000 anos a produzir Azeite".
O programa da Feira será oportunamente anunciado.
Rádio Pax - 7-1-2013
http://www.portaldoazeite.com/2013/01/camara-de-ferreira-do-alentejo-anuncia.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PortalDoAzeite+%28Portal+do+Azeite%29
do Jornal do município, o regresso da Feira Nacional da Água e do
regadio (FNAR).
O certame tem lugar nos dias 28, 29 e 30 de Junho.
A Feira foi suspensa, no ano passado, pela autarquia, devido "à
conjuntura económica e financeira altamente restritiva".
O certame terá como tema central o Azeite.
A Câmara já registou a marca "Ferreira do Alentejo, Capital do Azeite".
No quadro da afirmação de Ferreira como capital do Azeite, em Março,
terá lugar a iniciativa "Comeres de Azeite".
O Museu Municipal apresenta, este ano, a exposição "Ferreira do
Alentejo, 2000 anos a produzir Azeite".
O programa da Feira será oportunamente anunciado.
Rádio Pax - 7-1-2013
http://www.portaldoazeite.com/2013/01/camara-de-ferreira-do-alentejo-anuncia.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PortalDoAzeite+%28Portal+do+Azeite%29
"Pacote de qualidade" dos alimentos em vigor este ano
08-01-2013
A nova legislação para os produtos alimentares, conhecida como o
"pacote de qualidade" acordado pelo Parlamento e o Conselho, entra em
vigor em 2013.
Esta legislação reduz o tempo de registo para obter uma etiqueta sobre
qualidade, reforça o poder dos produtores para que possam melhor
proteger os seus produtos, proporciona mais transparência e coerência,
introduz um novo etiquetado para os produtos de montanha e fortalece o
sistema de especialidades tradicionais garantidas.
A Comissão terá ainda que apresentar antes de quatro de Janeiro de
2014 uma informação sobre a agricultura local e a venda directa, assim
como sobre uma possível nova denominação de qualidade de "produtos
agrícola de ilhas".
Em Dezembro de 2010, a Comissão Europeia divulgou o "pacote de
qualidade" que envolveu a formulação, pela primeira vez, de uma
política global sobre os sistemas de certificação, as condições de
associação de valores para as qualidades dos produtos agrícolas e as
normas dos mesmos.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45526.aspx
A nova legislação para os produtos alimentares, conhecida como o
"pacote de qualidade" acordado pelo Parlamento e o Conselho, entra em
vigor em 2013.
Esta legislação reduz o tempo de registo para obter uma etiqueta sobre
qualidade, reforça o poder dos produtores para que possam melhor
proteger os seus produtos, proporciona mais transparência e coerência,
introduz um novo etiquetado para os produtos de montanha e fortalece o
sistema de especialidades tradicionais garantidas.
A Comissão terá ainda que apresentar antes de quatro de Janeiro de
2014 uma informação sobre a agricultura local e a venda directa, assim
como sobre uma possível nova denominação de qualidade de "produtos
agrícola de ilhas".
Em Dezembro de 2010, a Comissão Europeia divulgou o "pacote de
qualidade" que envolveu a formulação, pela primeira vez, de uma
política global sobre os sistemas de certificação, as condições de
associação de valores para as qualidades dos produtos agrícolas e as
normas dos mesmos.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45526.aspx
Abstracts Científicos e vídeos promocionais sobre azeite em concurso no II Encontro Ibérico do Azeite
Encontro Ibérico do Azeite
A comissão organizadora do II Encontro Ibérico do Azeite, na qual a
TAGUS - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo
Interior se integra, lançou dois concursos à volta da temática do ouro
líquido. O Concurso de vídeo Azeites da Nossa Terra é destinado a
alunos do secundário e ensino superior e o Concurso de Trabalhos
Técnico-Científicos é dirigido a investigadores, professores e alunos.
Concurso de Vídeo Azeites da Nossa Terra
Até 1 de Fevereiro vai decorrer um concurso de pequenos vídeos sobre
os cinco azeites produzidos em Abrantes com o objectivo estimular a
criatividade e imaginação, sensibilizar o público escolar para o
consumo do azeite e promover os Azeites da Nossa Terra.
Este concurso desafia os alunos que frequentam os ensinos secundário
ou superior a criarem vídeos com a duração máxima de 1minuto e 30
segundos sobre os azeites dos produtores Casa Anadia, Ourogal, SAOV,
Val Escudeiro e Zé Bairrão.
Os 30 melhores trabalhos serão expostos no Fórum do II Encontro
Ibérico do Azeite, entre os dias 22 e 24 de Fevereiro e o melhor vídeo
receberá um iPad.
As criações podem ser realizadas individualmente ou em equipa com o
máximo de três elementos. E devem ser remetidas para o endereço
electrónico encontrodoazeite@cm-abrantes.pt até às 23h59 do dia 1 de
Fevereiro de 2013.
Concurso de Trabalhos Técnico-Científicos
Já o concurso de trabalhos técnico-científicos tem como objectivo
divulgar e estimular a investigação realizada em torno do sector
olivícola, enquadrando-se nesta iniciativa qualquer trabalho que
directa ou indirectamente aborde um tema relacionado com a fileira.
O concurso é aberto a todos os investigadores, professores e alunos,
cujos trabalhos se enquadrem numa ou mais vertentes do sector
olivícola.
Os concorrentes devem enviar os seus resumos para o seguinte endereço
de correio electrónico: encontrodoazeite@cm-abrantes.pt até às 23h59
do dia 27 de Janeiro de 2013.
Os concorrentes cujos resumos sejam seleccionados terão de produzir um
poster relativo aos mesmos que serão expostos publicamente no decurso
do Simpósio integrado no II Encontro Ibérico do Azeite.
Os regulamentos dos concursos podem ser consultados em www.tagus-ri.pt.
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/08a.htm
A comissão organizadora do II Encontro Ibérico do Azeite, na qual a
TAGUS - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo
Interior se integra, lançou dois concursos à volta da temática do ouro
líquido. O Concurso de vídeo Azeites da Nossa Terra é destinado a
alunos do secundário e ensino superior e o Concurso de Trabalhos
Técnico-Científicos é dirigido a investigadores, professores e alunos.
Concurso de Vídeo Azeites da Nossa Terra
Até 1 de Fevereiro vai decorrer um concurso de pequenos vídeos sobre
os cinco azeites produzidos em Abrantes com o objectivo estimular a
criatividade e imaginação, sensibilizar o público escolar para o
consumo do azeite e promover os Azeites da Nossa Terra.
Este concurso desafia os alunos que frequentam os ensinos secundário
ou superior a criarem vídeos com a duração máxima de 1minuto e 30
segundos sobre os azeites dos produtores Casa Anadia, Ourogal, SAOV,
Val Escudeiro e Zé Bairrão.
Os 30 melhores trabalhos serão expostos no Fórum do II Encontro
Ibérico do Azeite, entre os dias 22 e 24 de Fevereiro e o melhor vídeo
receberá um iPad.
As criações podem ser realizadas individualmente ou em equipa com o
máximo de três elementos. E devem ser remetidas para o endereço
electrónico encontrodoazeite@cm-abrantes.pt até às 23h59 do dia 1 de
Fevereiro de 2013.
Concurso de Trabalhos Técnico-Científicos
Já o concurso de trabalhos técnico-científicos tem como objectivo
divulgar e estimular a investigação realizada em torno do sector
olivícola, enquadrando-se nesta iniciativa qualquer trabalho que
directa ou indirectamente aborde um tema relacionado com a fileira.
O concurso é aberto a todos os investigadores, professores e alunos,
cujos trabalhos se enquadrem numa ou mais vertentes do sector
olivícola.
Os concorrentes devem enviar os seus resumos para o seguinte endereço
de correio electrónico: encontrodoazeite@cm-abrantes.pt até às 23h59
do dia 27 de Janeiro de 2013.
Os concorrentes cujos resumos sejam seleccionados terão de produzir um
poster relativo aos mesmos que serão expostos publicamente no decurso
do Simpósio integrado no II Encontro Ibérico do Azeite.
Os regulamentos dos concursos podem ser consultados em www.tagus-ri.pt.
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/08a.htm
Perspetivas para 2013 nas florestas: Mais papel?
O Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do
Território (MAMAOT) definiu, no âmbito do OE2013, as suas opções para
2013 no que respeita à política florestal:
Melhorar a competitividade no setor florestal, particularmente através
da Estratégia Nacional para as Florestas, do Inventário Florestal
Nacional e dos Planos Regionais de Ordenamento Florestal;
Estabelecer um programa de prevenção fitossanitária da floresta
(englobando ações de prevenção estrutural e de beneficiação de áreas
ardidas);
Operacionalizar a bolsa de terras (terras para fins agrícolas,
florestais e silvopastoris).
Estratégia e planos não são mais do que processos de intenções, estes
já inúmeras vezes anunciados e que, após vários anos sem concretização
visível, em nada contribuem para a melhoria da competitividade do
setor florestal, muito pelo contrário, só a prejudicam e colocam em
causa a credibilidade do poder executivo. Para a sua concretização
terão de ter implícito o envolvimento concreto dos agentes económicos
e demais parceiros ligados direta e indiretamente às florestas, o que
à partida pode nem estar assegurado.
Sobre tais processos de intenção, qual a calendarização prevista?
Espera-se do MAMAOT algo que possa ser mensurável, até para atestar da
credibilidade das anunciadas propostas.
Importa referir que a melhoria da competitividade do setor florestal
não será atingível com a produção de documentos de boas intenções, nem
com inventários de existências passadas, muito menos com planos de
ordenamento que ora vigoram, ora são suspensos. A competitividade do
setor está dependente da produtividade silvícola (a menos que a aposta
seja no reforço das importações de matérias primas florestais), sendo
que esta é consequência da melhoria dos rendimentos na silvicultura e,
assim, de uma gestão ativa e sustentável das florestas.
O programa de prevenção fitossanitária da floresta será na verdade um
plano de contenção de prejuízos, de prevenção já vem demasiado tarde.
Aliás, com o governo em funções à quase dois anos, sendo este um
problema premente, como se justifica só em 2013 a elaboração de um
plano pelo MAMAOT? A sua concretização será ainda para 2013? Não se
correrá aqui o risco de tudo acabar, como no caso do cadastro rústico,
numa mera comissão?
Sobre a operacionalização da bolsa de terras, no caso concreto para
fins florestais, face às especificidades da atividade silvícola, não
se esperam resultados significativos, a menos que a área da Mata
Nacional de Leiria e demais áreas públicas e baldias no litoral entrem
em bolsa.
Efetivamente, há várias décadas que o setor tem vivido de anúncios de
intenções, os resultados evidenciados são cada vez mais preocupantes.
Há assim que passar a ter tolerância zero sobre mais anúncios de
caráter político! Já muito papel foi escrito com propostas de
intenções, no essencial não concretizadas.
Lisboa, 7 de janeiro de 2013
A Direção da Acréscimo
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/08.htm
Território (MAMAOT) definiu, no âmbito do OE2013, as suas opções para
2013 no que respeita à política florestal:
Melhorar a competitividade no setor florestal, particularmente através
da Estratégia Nacional para as Florestas, do Inventário Florestal
Nacional e dos Planos Regionais de Ordenamento Florestal;
Estabelecer um programa de prevenção fitossanitária da floresta
(englobando ações de prevenção estrutural e de beneficiação de áreas
ardidas);
Operacionalizar a bolsa de terras (terras para fins agrícolas,
florestais e silvopastoris).
Estratégia e planos não são mais do que processos de intenções, estes
já inúmeras vezes anunciados e que, após vários anos sem concretização
visível, em nada contribuem para a melhoria da competitividade do
setor florestal, muito pelo contrário, só a prejudicam e colocam em
causa a credibilidade do poder executivo. Para a sua concretização
terão de ter implícito o envolvimento concreto dos agentes económicos
e demais parceiros ligados direta e indiretamente às florestas, o que
à partida pode nem estar assegurado.
Sobre tais processos de intenção, qual a calendarização prevista?
Espera-se do MAMAOT algo que possa ser mensurável, até para atestar da
credibilidade das anunciadas propostas.
Importa referir que a melhoria da competitividade do setor florestal
não será atingível com a produção de documentos de boas intenções, nem
com inventários de existências passadas, muito menos com planos de
ordenamento que ora vigoram, ora são suspensos. A competitividade do
setor está dependente da produtividade silvícola (a menos que a aposta
seja no reforço das importações de matérias primas florestais), sendo
que esta é consequência da melhoria dos rendimentos na silvicultura e,
assim, de uma gestão ativa e sustentável das florestas.
O programa de prevenção fitossanitária da floresta será na verdade um
plano de contenção de prejuízos, de prevenção já vem demasiado tarde.
Aliás, com o governo em funções à quase dois anos, sendo este um
problema premente, como se justifica só em 2013 a elaboração de um
plano pelo MAMAOT? A sua concretização será ainda para 2013? Não se
correrá aqui o risco de tudo acabar, como no caso do cadastro rústico,
numa mera comissão?
Sobre a operacionalização da bolsa de terras, no caso concreto para
fins florestais, face às especificidades da atividade silvícola, não
se esperam resultados significativos, a menos que a área da Mata
Nacional de Leiria e demais áreas públicas e baldias no litoral entrem
em bolsa.
Efetivamente, há várias décadas que o setor tem vivido de anúncios de
intenções, os resultados evidenciados são cada vez mais preocupantes.
Há assim que passar a ter tolerância zero sobre mais anúncios de
caráter político! Já muito papel foi escrito com propostas de
intenções, no essencial não concretizadas.
Lisboa, 7 de janeiro de 2013
A Direção da Acréscimo
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/01/08.htm
Mirandela: festival de sabores do azeite novo
Segunda, 07 Janeiro 2013 15:53
Realiza-se entre 6 e 13 de Janeiro, em Mirandela, o VIII Festival de
Sabores do Azeite Novo. A iniciativa inclui diversos workshops
dedicados a esta temática e eventos como "provas didáticas de azeite".
Para além disso, a Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e
Alto Douro, a Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de
Bragança e a Câmara Municipal de Mirandela realizam, no dia 13 de
Janeiro, um Curso de Aperfeiçoamento de Provas de Azeite.
Para os organizadores, "o azeite é um produto ímpar na gastronomia
mediterrânica, acabando por ter um interesse turístico cada vez maior,
criando-se assim um novo modelo turístico baseado na gastronomia,
paisagem e cultura tradicional". O evento tem como objetivos
principais estruturar uma prova didática de azeite, transmitir
conhecimentos sobre as especificidades dos azeites existentes no
mercado e na região e saber e utilizar corretamente o azeite na
cozinha.
http://www.cap.pt/noticias/agricultura/1754-mirandela-festival-de-sabores-do-azeite-novo.html
Realiza-se entre 6 e 13 de Janeiro, em Mirandela, o VIII Festival de
Sabores do Azeite Novo. A iniciativa inclui diversos workshops
dedicados a esta temática e eventos como "provas didáticas de azeite".
Para além disso, a Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e
Alto Douro, a Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de
Bragança e a Câmara Municipal de Mirandela realizam, no dia 13 de
Janeiro, um Curso de Aperfeiçoamento de Provas de Azeite.
Para os organizadores, "o azeite é um produto ímpar na gastronomia
mediterrânica, acabando por ter um interesse turístico cada vez maior,
criando-se assim um novo modelo turístico baseado na gastronomia,
paisagem e cultura tradicional". O evento tem como objetivos
principais estruturar uma prova didática de azeite, transmitir
conhecimentos sobre as especificidades dos azeites existentes no
mercado e na região e saber e utilizar corretamente o azeite na
cozinha.
http://www.cap.pt/noticias/agricultura/1754-mirandela-festival-de-sabores-do-azeite-novo.html
ANPROMIS - IX Congresso Nacional do Milho - 2013
IX Congresso Nacional do Milho - 2013
Vai ter lugar nos próximos dias 30 e 31 de Janeiro de 2013, no hotel
Altis, em Lisboa, o IX Congresso Nacional do Milho 2013.
À semelhança do que tem ocorrido nas edições anteriores desta
importante iniciativa, que cada vez mais marca a agenda da agricultura
nacional de regadio, o evento deste ano vai contar com a participação
de cerca de 600 congressistas oriundos de todo o país e com a presença
de um conjunto de oradores nacionais e estrangeiros de elevado
prestígio, que partilharão com os presentes os seus reconhecidos
conhecimentos e abordarão os temas que mais preocupam a agricultura de
regadio e os produtores nacionais de milho.
Por outro lado e uma vez que este ano a ANPROMIS celebra o seu 25º
aniversário, vai de igual modo ter lugar no próximo dia 30 de Janeiro,
pelas 20h30, na Sociedade de Geografia de Lisboa, um Jantar de Gala
comemorativo desta data.
Descarregue aqui os ficheiros do Congresso:
- Programa do IX Congresso Nacional do Milho 2013
http://www.anpromis.pt/images/eventos/cg2013/pcg.pdf
- Ficha de Inscrição no IX Congresso Nacional do Milho 2013
http://www.anpromis.pt/images/eventos/cg2013/ficg.pdf
- Ficha de Inscrição no Jantar de Gala comemorativo do 25º aniversário
da ANPROMIS http://www.anpromis.pt/images/eventos/cg2013/fijgala.pdf
- Cartaz do IX Congresso Nacional do Milho 2013
http://www.anpromis.pt/images/eventos/cg2013/cartaz2013.pdf
http://www.anpromis.pt/ix-congresso-nacional-do-milho-2013.html
Vai ter lugar nos próximos dias 30 e 31 de Janeiro de 2013, no hotel
Altis, em Lisboa, o IX Congresso Nacional do Milho 2013.
À semelhança do que tem ocorrido nas edições anteriores desta
importante iniciativa, que cada vez mais marca a agenda da agricultura
nacional de regadio, o evento deste ano vai contar com a participação
de cerca de 600 congressistas oriundos de todo o país e com a presença
de um conjunto de oradores nacionais e estrangeiros de elevado
prestígio, que partilharão com os presentes os seus reconhecidos
conhecimentos e abordarão os temas que mais preocupam a agricultura de
regadio e os produtores nacionais de milho.
Por outro lado e uma vez que este ano a ANPROMIS celebra o seu 25º
aniversário, vai de igual modo ter lugar no próximo dia 30 de Janeiro,
pelas 20h30, na Sociedade de Geografia de Lisboa, um Jantar de Gala
comemorativo desta data.
Descarregue aqui os ficheiros do Congresso:
- Programa do IX Congresso Nacional do Milho 2013
http://www.anpromis.pt/images/eventos/cg2013/pcg.pdf
- Ficha de Inscrição no IX Congresso Nacional do Milho 2013
http://www.anpromis.pt/images/eventos/cg2013/ficg.pdf
- Ficha de Inscrição no Jantar de Gala comemorativo do 25º aniversário
da ANPROMIS http://www.anpromis.pt/images/eventos/cg2013/fijgala.pdf
- Cartaz do IX Congresso Nacional do Milho 2013
http://www.anpromis.pt/images/eventos/cg2013/cartaz2013.pdf
http://www.anpromis.pt/ix-congresso-nacional-do-milho-2013.html
Temperaturas vão descer 4 a 6 graus a partir de sábado
Os termómetros vão registar temperaturas mínimas 4 a 6 graus abaixo da
média da época a partir de sábado devido a uma massa de ar frio que
vai atingir Portugal Continental
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
9:30 Terça feira, 8 de Janeiro de 2013
"Neste momento, existe uma tendência para que, a partir de dia 12
[sábado], se estabeleça um anticiclone no Atlântico ao largo das ilhas
britânicas que vai originar um fluxo de nordeste, que transportará uma
massa de ar frio em direção a Portugal Continental e também à Madeira,
mas mais na direção de Portugal Continental, com as temperaturas a
registar valores que poderão situar-se entre 4 a 6 graus abaixo da
média para esta época do ano", disse à agência Lusa Bruno Café, do
Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
De acordo com o meteorologista, nesta época do ano é normal que a
média das temperaturas mínimas seja de zero graus no interior Norte e
Centro, de 4 graus no Litoral Norte, de 7 no Litoral Centro, entre 8 a
9 graus na Região Sul e entre 4 e 5 graus no Interior Sul.
"Neste momento o que há realmente é uma tendência para que as
temperaturas diminuam 4 a 6 graus, mas só quando nos aproximarmos mais
do dia 12 é que teremos mais certezas", disse.
Questionado pela Lusa sobre se esta descida da temperatura pode dar
origem a uma vaga de frio, Bruno Café explicou que esse é um cenário
que não está excluído.
"Nós [IPMA] utilizamos a expressão 'onda de frio' quando as
temperaturas registam valores abaixo dos valores da média para a época
durante mais de cinco dias seguidos", explicou o meteorologista. Para
já, o que sabemos é que a partir de dia 12 as temperaturas deverão
estar abaixo da média para época. Pode de fato dar origem a uma onda
de frio, mas ainda não podemos classificar como tal", explicou.
http://visao.sapo.pt/temperaturas-vao-descer-4-a-6-graus-a-partir-de-sabado=f705408
média da época a partir de sábado devido a uma massa de ar frio que
vai atingir Portugal Continental
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
9:30 Terça feira, 8 de Janeiro de 2013
"Neste momento, existe uma tendência para que, a partir de dia 12
[sábado], se estabeleça um anticiclone no Atlântico ao largo das ilhas
britânicas que vai originar um fluxo de nordeste, que transportará uma
massa de ar frio em direção a Portugal Continental e também à Madeira,
mas mais na direção de Portugal Continental, com as temperaturas a
registar valores que poderão situar-se entre 4 a 6 graus abaixo da
média para esta época do ano", disse à agência Lusa Bruno Café, do
Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
De acordo com o meteorologista, nesta época do ano é normal que a
média das temperaturas mínimas seja de zero graus no interior Norte e
Centro, de 4 graus no Litoral Norte, de 7 no Litoral Centro, entre 8 a
9 graus na Região Sul e entre 4 e 5 graus no Interior Sul.
"Neste momento o que há realmente é uma tendência para que as
temperaturas diminuam 4 a 6 graus, mas só quando nos aproximarmos mais
do dia 12 é que teremos mais certezas", disse.
Questionado pela Lusa sobre se esta descida da temperatura pode dar
origem a uma vaga de frio, Bruno Café explicou que esse é um cenário
que não está excluído.
"Nós [IPMA] utilizamos a expressão 'onda de frio' quando as
temperaturas registam valores abaixo dos valores da média para a época
durante mais de cinco dias seguidos", explicou o meteorologista. Para
já, o que sabemos é que a partir de dia 12 as temperaturas deverão
estar abaixo da média para época. Pode de fato dar origem a uma onda
de frio, mas ainda não podemos classificar como tal", explicou.
http://visao.sapo.pt/temperaturas-vao-descer-4-a-6-graus-a-partir-de-sabado=f705408
Congresso do Milho 2013
Segunda, 07 Janeiro 2013 15:51
A Anpromis, Associação Nacional dos Produtores de Milho e Sorgo,
realiza nos próximos dias 30 e 31 de Janeiro o IX Congresso Nacional
do Milho 2013.
O evento deste ano deverá contar com a participação de cerca de seis
centenas de congressistas oriundos de todo o país e com a presença de
um conjunto de oradores nacionais e estrangeiros. Por outro lado, uma
vez que este ano a Anpromis celebra o seu 25º aniversário, terá lugar
no dia 30 de Janeiro, na Sociedade de Geografia de Lisboa, um jantar
de gala comemorativo desta data.
http://www.cap.pt/noticias/cereais/1753-congresso-do-milho-2013.html
A Anpromis, Associação Nacional dos Produtores de Milho e Sorgo,
realiza nos próximos dias 30 e 31 de Janeiro o IX Congresso Nacional
do Milho 2013.
O evento deste ano deverá contar com a participação de cerca de seis
centenas de congressistas oriundos de todo o país e com a presença de
um conjunto de oradores nacionais e estrangeiros. Por outro lado, uma
vez que este ano a Anpromis celebra o seu 25º aniversário, terá lugar
no dia 30 de Janeiro, na Sociedade de Geografia de Lisboa, um jantar
de gala comemorativo desta data.
http://www.cap.pt/noticias/cereais/1753-congresso-do-milho-2013.html
Alentejo - Ourique recebe em Maio Congresso Mundial do Presunto
Entre 28 e 31 de Maio a vila alentejana é palco de um evento à escala
mundial, visando a promoção do presunto. Entre as novidades da edição
2013 deste Congresso, contam-se simpósios, debates e abordagens
científicas. De acordo com o autarca de Ourique, Pedro do Carmo, o
encontro tem a «ambição de projectar o presunto português e o porco
alentejano» a nível internacional.
Ana Clara | segunda-feira, 7 de Janeiro de 2013
Pedro do Carmo, presidente da Câmara de Ourique, deseja que este VII
Congresso Mundial do Presunto «seja um momento de afirmação das nossas
potencialidades e da qualidade e da excelência dos nossos produtos,
num espaço internacional de grande valor económico».
«Com esta iniciativa temos a ambição de projectar o presunto português
e o de porco alentejano em particular. Os temas que vamos colocar em
discussão são de extrema importância para o sector e são igualmente um
atractivo para reunir perto de meio milhar de congressistas de todo o
mundo, o que, naturalmente, também contribuirá para a promoção do
nosso concelho e da região», sublinha.
As principais novidades da edição de 2013 do evento, que se realiza na
vila alentejana de Ourique, incidem nas abordagens científicas, na
realização de simpósios-satélites que desenvolverão temas mais
específicos. As «áreas comercial e da produção são dois factores que
iremos desenvolver com profundidade», acrescenta o autarca.
Para Pedro do Carmo, o evento «é muito importante pois abre o caminho
a novas oportunidades de negócio», em particular com a «promoção
internacional do nosso presunto e dos produtos associados ao porco
alentejano», mas também de «conhecimento e divulgação de outros
produtos agro-pecuários».
«Desde logo a realização do Congresso envolverá um vasto número de
equipamentos hoteleiros em toda a região e a divulgação da nossa
gastronomia regional e contribuirá para a dinamização do comércio
local e posteriormente para a dinamização de contactos e de pontos de
convergência entre produtores locais e o mercado internacional»,
sustenta.
O edil reforça igualmente o «grande investimento na área da protecção
ambiental e reflorestação do montado, para garantir a sua continuidade
e qualidade, mas também como factor de desenvolvimento social» que tem
sido feito.
«No fundo o que se pretende é que tudo funcione em prol de um
objectivo comum: mais e melhor competitividade social, económica e
territorial», afirma o presidente da autarquia de Ourique.
O Congresso Mundial do Presunto já visitou, em anos anteriores, outras
cidades ibéricas. O evento teve lugar em Córdova (2001), Cáceres
(2003), Teruel (2005), Salamanca (2007), Aracena (2009), Lugo (2011).
O VII Congresso Mundial do Presunto é organizado em parceria entre o
município de Ourique, a Associação de Criadores de Porco Alentejano e
o Turismo do Alentejo, e surgiu através de uma candidatura [aprovada
em Setembro de 2011, em Lugo, Galiza, no VI Congresso Mundial do
Presunto] que contou com o apoio de fundos comunitários.
http://www.cafeportugal.net/pages/noticias_artigo.aspx?id=5710
mundial, visando a promoção do presunto. Entre as novidades da edição
2013 deste Congresso, contam-se simpósios, debates e abordagens
científicas. De acordo com o autarca de Ourique, Pedro do Carmo, o
encontro tem a «ambição de projectar o presunto português e o porco
alentejano» a nível internacional.
Ana Clara | segunda-feira, 7 de Janeiro de 2013
Pedro do Carmo, presidente da Câmara de Ourique, deseja que este VII
Congresso Mundial do Presunto «seja um momento de afirmação das nossas
potencialidades e da qualidade e da excelência dos nossos produtos,
num espaço internacional de grande valor económico».
«Com esta iniciativa temos a ambição de projectar o presunto português
e o de porco alentejano em particular. Os temas que vamos colocar em
discussão são de extrema importância para o sector e são igualmente um
atractivo para reunir perto de meio milhar de congressistas de todo o
mundo, o que, naturalmente, também contribuirá para a promoção do
nosso concelho e da região», sublinha.
As principais novidades da edição de 2013 do evento, que se realiza na
vila alentejana de Ourique, incidem nas abordagens científicas, na
realização de simpósios-satélites que desenvolverão temas mais
específicos. As «áreas comercial e da produção são dois factores que
iremos desenvolver com profundidade», acrescenta o autarca.
Para Pedro do Carmo, o evento «é muito importante pois abre o caminho
a novas oportunidades de negócio», em particular com a «promoção
internacional do nosso presunto e dos produtos associados ao porco
alentejano», mas também de «conhecimento e divulgação de outros
produtos agro-pecuários».
«Desde logo a realização do Congresso envolverá um vasto número de
equipamentos hoteleiros em toda a região e a divulgação da nossa
gastronomia regional e contribuirá para a dinamização do comércio
local e posteriormente para a dinamização de contactos e de pontos de
convergência entre produtores locais e o mercado internacional»,
sustenta.
O edil reforça igualmente o «grande investimento na área da protecção
ambiental e reflorestação do montado, para garantir a sua continuidade
e qualidade, mas também como factor de desenvolvimento social» que tem
sido feito.
«No fundo o que se pretende é que tudo funcione em prol de um
objectivo comum: mais e melhor competitividade social, económica e
territorial», afirma o presidente da autarquia de Ourique.
O Congresso Mundial do Presunto já visitou, em anos anteriores, outras
cidades ibéricas. O evento teve lugar em Córdova (2001), Cáceres
(2003), Teruel (2005), Salamanca (2007), Aracena (2009), Lugo (2011).
O VII Congresso Mundial do Presunto é organizado em parceria entre o
município de Ourique, a Associação de Criadores de Porco Alentejano e
o Turismo do Alentejo, e surgiu através de uma candidatura [aprovada
em Setembro de 2011, em Lugo, Galiza, no VI Congresso Mundial do
Presunto] que contou com o apoio de fundos comunitários.
http://www.cafeportugal.net/pages/noticias_artigo.aspx?id=5710
Matérias-primas agrícolas estão entre a oportunidade de investimento e a ética
DESTAQUE
08/01/13, 00:03
Por Vítor Norinha/OJE
Há 13 anos cerca de 80% dos intervenientes nos mercados ligados às
matérias-primas agrícolas, e falamos de trigo, soja, milho, cacau ou
açúcar, eram agricultores e/ou industriais do setor.
Hoje, cerca de 85% dos intervenientes no mercado são gestores ou
especuladores. Qual a fronteira entre o negócio e a ética?
Investir em petróleo ou ouro parece fácil e algo perfeitamente
integrado na economia mundial. São ativos ligados à indústria ou que
servem de refúgio aos investidores. Mais difícil é antecipar a subida
ou a queda do milho ou do trigo, sendo este último a matéria-prima
agrícola mais transacionada nos mercados.
Inicialmente, as transações a futuro destas matérias-primas eram
vistas como forma de proteção pelos agricultores, sobretudo os grandes
produtores norte-americanos, que criam proteger-se das questões
climáticas, enquanto do lado dos industriais queriam garantir uma
transação do bem de base agrícola num produto industrial com preços
previamente acordados, evitando a flutuação e a turbulência no preço
quando apresentados ao consumidor final.
Mas a grande volatilidade dos produtos agrícolas tornaram estes ativos
bem mais interessante do que o petróleo. A grande mudança dá-se em
2005 quando a China e a Índia fazem importações massivas e registam
alterações comportamentais ao nível da base alimentar da respetiva
população.
Os dois países que registam três quintos da população mundial
significam tudo. As práticas de mercados mudaram e quando o Vietname,
a Índia e a Tailândia resolvem embargar a exportação de arroz para
criarem stocks para sua própria população, foi o momentum dos
especuladores apostarem na subida vertiginosa dos preços. Esta atitude
levou os preços do arroz a triplicar, uma situação que se repete com a
Rússia em 2008 e que levou à duplicação do preço do trigo.
A especulação venceu neste período e muitas questões de ética foram
colocadas em cima da mesa.
Preços elevados é algo bom para os investidores e para os
intermediários, mas é muito mau para as populações mais débeis,
sobretudo de países em desenvolvimento. Na elaborada alimentação de um
europeu ou norte-americano o aumento do preço do trigo tem pouco
impacto, pois o pão consumido tem um peso reduzido no respetivo
orçamento alimentar, mas para um país africano de reduzido PIB per
capita, isso pode significar a fome.
Foi nesse sentido que nos últimos anos, entidades de referência como o
austríaco Volksbanken ou o alemão Commerzbank anunciaram que iriam
renunciar a investir em fundos agrícolas e a propô-los aos respetivos
clientes. Começou a criar-se uma moralidade sobre o tema.
A oportunidade
O Le Monde publicou em revista, no trimestre concluído em dezembro, um
trabalho exaustivo sobre o tema e dava o exemplo da melhor
oportunidade.
Afirmava que os traders Glencore, Cargill e Louis Dreyfus viram uma
oportunidade e jogaram forte no mercado de futuros ao nível das
maturidades para entrega física. Quando souberam do embargo às
exportações do arroz por parte dos grandes países produtores, atuarem
numa perspetiva de forte redução da oferta e ganharam a aposta, pois
em três meses o preço da tonelada triplicou de 350 para os 1050
dólares.
Os gráficos apresentados mostram que tem havido subidas sustentadas
das matérias-primas agrícolas até novembro e desde o final do ano
passado a tendência é de queda. As expetativas a nível do crescimento
mundial, a par da emergência de outras prioridades, nomeadamente a
nível de crescimento industrial de países asiáticos e sul-americanos
levaram os investidores a outro tipo de ativos para investimento.
Os metais preciosos ou as obrigações "corporate" são mais
interessantes no momento.
Analistas das corretoras XTB e Fincor são unânimes em antecipar novos
níveis em baixo nos mercados das commodities agrícolas, mas a XTB está
a recomendar aos seus clientes a diversificação do investimento para
este tipo de ativos, com destaque para o trigo que em termos de
análise técnica parece apresentar novos níveis de suporte.
A Fincor alerta para o interesse no longo prazo e também dentro de uma
ótica de diversificação, embora o analista Albino Oliveira afirme que
é bastante mais fácil para o gestor e para o investidor tomar decisões
a nível de commodities energéticas e de metais, do que a nível dos
bens agrícolas.
Efetivamente, o crescimento mundial antecipado para 2013 foi revisto
em ligeira baixa, mas a China continua a comprar cerca de 40% do milho
no mercado mundial. Entretanto, o grande produtor, os EUA, sofreu
secas violentas (ler entrevistas), o que significou menos produção
agrícola e menor capacidade para alimentar gado.
Por outro lado, o tema dos biocombustíveis continua na mesa, tanto em
termos económicos, como éticos. O açúcar e as oleaginosas estão a ser
preferencialmente canalizadas para a produção deste novo tipo de
combustíveis, mais amigo do ambiente porque substitui as energias
fósseis, mas com impactos negativos na alimentação humana, pois
pressionam os preços ao concorrerem com unidades industriais que
processam alimentos.
A rarefação de terras aráveis e a ausência de grandes investimentos
agrícolas ao longo dos últimos 50 anos e que impediu a otimização do
consumo energético e de água são outros fatores de pressão.
Citado ainda pelo Le Monde está um estudo da Conferência das Nações
Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, o CNUCED, publicado em 2012
por David Bicchetti e Nicolas Maystre, que estimam terem os
investimentos em ativos de base ou subjacentes crescido dos 10 mil
milhões de dólares em 1990 para os 450 mil milhões de dólares em 2011.
Por outro lado, os preços dos cereais e do café evoluíram em paralelo
com a subida do valor das ações das 500 maiores empresas americanas,
muito embora os ciclos económicos entre os vários ativos não tenham
qualquer semelhança.
Há ainda fatores geoestratégicos cada vez mais relevantes e
impactantes nestes mercados. As crises sociais, políticas e militares
em países produtores, nomeadamente em países africanos. A mesma fonte
conta a história de um trader em Londres, a Anthony Ward, que em 2010
adquiriu grande parte dos stocks europeus de cacau, antecipando a
rarefação do produto. Aconteceu que três meses depois estalou a guerra
civil na Costa do Marfim o que fez disparar os preços internacionais e
o trader lucrou com esse facto.
As informações sobre produções no Extremo Oriente, América do Sul e
África de matérias agrícolas é muito relevante, assim como o controlo
da informação sobre o ambiente social de países que são grandes
produtores e que alimentam os stocks nos mercados financeiros
internacionais.
No mercado é sabido que existe uma relação causa/efeito entre os
mercados e os derivados, existindo manipulação por fundos de pensões,
agravando os preços e criando graves penúrias nos países pobres. Dois
investigadores do FMI, Serhan Cevik e Tahsin Saadi Sedik publicaram um
estudo, ainda citado pelo Le Monde, onde afirmam que quer a evolução
do preço do brent, quer da commoditie vinho é semelhante, com
volatilidade criada pela procura dos países emergentes, que constituem
o nuclear da procura marginal. Este é um comportamento dos países
desenvolvidos que em caso de volatilidade conseguem implementar
políticas de limitação de consumos.
Tiago Cardoso, corretora XTB:
"Commodities agrícolas são investimento para 2013"
As matérias-primas agrícolas são a recomendação certa para 2013?
No âmbito do investimento alternativo a resposta terá de ser suportada
pela análise técnica e se olharmos par ao gráfico da soja, aquilo que
nos diz é que o preço vai baixar. Aliás, na XTB estamos a aconselhar
os investidores desde o início de dezembro, para "shortarem". Os
clientes estão a entrar curtos no mercado, ganhando com a queda deste
ativo.
Se olharmos dentro de uma perspetiva macro constatamos que na América
Latina ocorreu um nível recorde de produção, devido às condições
meteorológicas de 2012 com as colheitas a registarem recordes de
produção. Se se produz mais, sobem os inventários mas o consumo tem-se
mantido estável. A teoria de que o consumo irá aumentar a nível
mundial, pode acontecer mas não é já, será antes numa análise a 20 ou
30 anos.
No curto prazo e para 2013, o consumo não está a ir ao encontro da
produção. Aumentam os inventários, e os preços baixam. A soja tem tudo
para cair.
O mesmo acontece em outras matérias-primas?
Com a mesma tendência e a mesma evolução temos o cacau. Desde que se
quebrou a zona de suporte, acreditamos que o cacau volte para mínimos
relativos. Obtivemos em 2012 uma produção recorde nesta commoditie,
enquanto que o consumo não foi ao encontro da produção. Há forte
potencial para novas quedas.
O trigo é uma situação diferente porque tivemos uma produção em queda
nos grandes produtores. Assistimos a menor produção, embora toda a
tendência das matérias-primas seja para a baixa. No caso do trigo e
aplicando as ferramentas técnicas, o trigo está com numa zona de
suporte forte. Acreditamos que venha a ocorrer um aumento, que ocorra
uma recuperação, pois o preço do trigo não é aquele que o mercado está
a evidenciar, deverá ser superior. Por outro lado devido à produção
desapontante na Austrália, Argentina e Mar Negro, pode acontecer com o
fraco nível de colheitas leve a uma subida do preço futuro.
O trigo tem potencial em face de outras commodities. Acredito que
rapidamente se possa encontrar um fundo e inverter a situação.
No caso do milho temos outras justificações. Também existe uma queda
sustentada. Friso que quando estudamos os ativos agrícolas há que ver
para que fins são produzidos, e no caso desta commoditie o objetivo é
alimentação humana e também para alimento da produção agroindustrial
(rações).
É de sublinhar que na América aconteceram grandes secas ao longo dos
últimos trimestres, sendo o país é um dos maiores produtores de milho
a nível mundial. Com estas secas muitos "live stocks", ou seja, gado,
foi abatido ou morreu nos pastos. Aconteceu que se reduziu o consumo
destinado à alimentação, mas ficou-se com inventários muito fortes.
Ora essas quedas também levaram a uma quebra de produção, ou seja,
houve menos colheitas para exportar.
Tivemos um ativo a cair de forma sustentada.
A conclusão é de que todos os ativos que são matérias-primas agrícolas
estão com fortes quedas devido a este grande volume de inventários que
ficaram em 2012 e que estão em 2013 a ser replicados em stock. Este
facto leva o preço a ser especulado em baixa.
Falando do médio prazo, trata-se de um investimento que pode ser usado
para a diversificação da carteira dos investidores?
Repito que esta perspetiva de redução do consumo e aumento da produção
levou a elevados inventários e o preço a cair. Pensamos que essa
tendência continuará durante o 1º trimestre. Estamos a olhar para as
colheitas passadas e que só agora é que terão implicações a nível real
da economia.
Desde o início de dezembro e durante mais dois meses assistiremos à
continuação da tendência. Temos de ter cuidado a nível técnico. Vemos
que estamos em forte suporte em algumas matérias-primas, o que
significa que poderá estar aqui o fim da queda.
Aqueles ativos com maior potencial para cair, em termos de
matérias-primas globais, são os materiais de construção. O
abrandamento económico mundial e sobretudo o abrandamento do
crescimento na China faz com que matérias como o paládio, o alumínio,
a platina e o cobre terão menos procura e a oferta não está a
reduzir-se dentro do mesmo nível da quebra da procura.
Nesse sentido vão aumentar os inventários e no prazo de seis meses e
poderão ter impacto negativo nos mercados. Há, no entanto, melhorias
de perspetivas com a eventualidade do Japão animar com as novas
medidas de estímulo. Neste cenário poderemos ter alguma animação
naquela classe de commodities e consequente subida dos preços.
Mas devem ser considerados para diversificação de portfólio?
Exatamente. Convém sempre diversificar e este ativo tem a
particularidade de ter poucos investidores e gestores a olharem para
eles em Portugal. Do lado da XTB estamos a apresentá-los como forma de
investimento e as pessoas estão, por isso, mais abertas a ter este
tipo de exposição. Tentamos perspetivar o futuro e se antecipamos uma
forte queda nas matérias-primas agrícolas, basta ter uma pequena parte
do nosso património investido neste ativo e com uma pequena variação
pode proporcionar rendibilidades bastante interessantes, ao contrário
do que é possível no mercado cambial, nos índices ou nas obrigações.
Estamos a olhar muito mais para estes ativos e em 2013 teremos as
matérias-primas como forte investimento.
Albino Oliveira, corretora Fincor:
"Faz sentido incluir matérias-primas agrícolas numa ótica de diversificação"
Deve-se ter-se as matérias-primas agrícolas como ativo de referência
num portefólio de investimento?
Em termos de longo prazo toda a classe de ativos das commodities
aporta vantagens para o investidor. Recomendamos não andar só em
obrigações e ações e incluir as matérias-primas.
As commodities agrícolas são específicas e mais difíceis do que as que
têm como subjacente metais preciosos ou energia. Enquanto nos metais e
energia é fácil estabelecer uma relação entre a evolução dessas
matérias-primas e a evolução do ciclo global da economia, se estamos
otimistas para a economia global em 2013, poderemos assumir que em
princípio vai vir uma boa performance por parte desta classe de
ativos, já no caso das matérias agrícolas é mais complicado devido ao
grande efeito que as alterações meteorológicas podem ter no preço
dessas commodities.
É muito difícil ter uma noção do que poderá acontecer. O ano passado
ficou marcado por inundações na América do Sul e nos EUA que tiveram
um impacto no preço do milho e do trigo. Irá este ano acontecer a
mesma coisa?
É difícil de prever e nesta perspetiva é uma decisão diferente por
parte de um gestor de um fundo. Requer outras considerações e não tão
fáceis de jogar. Se o objetivo foi o de uma diversificação de uma
carteira de ativos, faz sentido incluí-la no portfólio.
No curto prazo 2013 deve-se estar focado nas commodities agrícolas?
Tendo em conta a diversificação, direi que sim. No entanto, há que ter
em conta que no primeiro semestre do ano passado foi um período muito
forte, e desde então tem havido uma queda e no início deste ano
acreditamos que essa tendência de queda irá continuar. De qualquer
forma os fundamentais de longo prazo parecem ainda suportar os preços
das commodities agrícolas. No contexto das commodities como um todo
não seriam as nossas preferidas de momento.
As alterações sociais que se vêm em grandes países como China e Índia
sustentam esta procura?
Esse é o principal motivo para justificar a evolução de longo prazo, a
subida a que temos assistido ao longo dos últimos anos. Há gestores a
considerar que esta classe deverá apresentar bons retornos. Esse é um
tema que continua presente devido ao crescimento dos países em vias de
desenvolvimento e às necessidades crescentes que esses países vão ter
em termos de alimentação.
Temos de distinguir uma tendência de longo prazo e os fatores que
poderão suportar essa tendência de longo prazo. Friso que é preciso
distinguir os fatores mais cíclicos que irão afetar os preços no curto
prazo. Quando chegarmos à altura das colheiras e consoante as
condições meteorológicas, isso poderá ter um efeito na oferta dos
diferentes mercados.
http://www.oje.pt/noticias/destaque/materias-primas-agricolas-estao-entre-a-oportunidade-de-investimento-e-a-etica
08/01/13, 00:03
Por Vítor Norinha/OJE
Há 13 anos cerca de 80% dos intervenientes nos mercados ligados às
matérias-primas agrícolas, e falamos de trigo, soja, milho, cacau ou
açúcar, eram agricultores e/ou industriais do setor.
Hoje, cerca de 85% dos intervenientes no mercado são gestores ou
especuladores. Qual a fronteira entre o negócio e a ética?
Investir em petróleo ou ouro parece fácil e algo perfeitamente
integrado na economia mundial. São ativos ligados à indústria ou que
servem de refúgio aos investidores. Mais difícil é antecipar a subida
ou a queda do milho ou do trigo, sendo este último a matéria-prima
agrícola mais transacionada nos mercados.
Inicialmente, as transações a futuro destas matérias-primas eram
vistas como forma de proteção pelos agricultores, sobretudo os grandes
produtores norte-americanos, que criam proteger-se das questões
climáticas, enquanto do lado dos industriais queriam garantir uma
transação do bem de base agrícola num produto industrial com preços
previamente acordados, evitando a flutuação e a turbulência no preço
quando apresentados ao consumidor final.
Mas a grande volatilidade dos produtos agrícolas tornaram estes ativos
bem mais interessante do que o petróleo. A grande mudança dá-se em
2005 quando a China e a Índia fazem importações massivas e registam
alterações comportamentais ao nível da base alimentar da respetiva
população.
Os dois países que registam três quintos da população mundial
significam tudo. As práticas de mercados mudaram e quando o Vietname,
a Índia e a Tailândia resolvem embargar a exportação de arroz para
criarem stocks para sua própria população, foi o momentum dos
especuladores apostarem na subida vertiginosa dos preços. Esta atitude
levou os preços do arroz a triplicar, uma situação que se repete com a
Rússia em 2008 e que levou à duplicação do preço do trigo.
A especulação venceu neste período e muitas questões de ética foram
colocadas em cima da mesa.
Preços elevados é algo bom para os investidores e para os
intermediários, mas é muito mau para as populações mais débeis,
sobretudo de países em desenvolvimento. Na elaborada alimentação de um
europeu ou norte-americano o aumento do preço do trigo tem pouco
impacto, pois o pão consumido tem um peso reduzido no respetivo
orçamento alimentar, mas para um país africano de reduzido PIB per
capita, isso pode significar a fome.
Foi nesse sentido que nos últimos anos, entidades de referência como o
austríaco Volksbanken ou o alemão Commerzbank anunciaram que iriam
renunciar a investir em fundos agrícolas e a propô-los aos respetivos
clientes. Começou a criar-se uma moralidade sobre o tema.
A oportunidade
O Le Monde publicou em revista, no trimestre concluído em dezembro, um
trabalho exaustivo sobre o tema e dava o exemplo da melhor
oportunidade.
Afirmava que os traders Glencore, Cargill e Louis Dreyfus viram uma
oportunidade e jogaram forte no mercado de futuros ao nível das
maturidades para entrega física. Quando souberam do embargo às
exportações do arroz por parte dos grandes países produtores, atuarem
numa perspetiva de forte redução da oferta e ganharam a aposta, pois
em três meses o preço da tonelada triplicou de 350 para os 1050
dólares.
Os gráficos apresentados mostram que tem havido subidas sustentadas
das matérias-primas agrícolas até novembro e desde o final do ano
passado a tendência é de queda. As expetativas a nível do crescimento
mundial, a par da emergência de outras prioridades, nomeadamente a
nível de crescimento industrial de países asiáticos e sul-americanos
levaram os investidores a outro tipo de ativos para investimento.
Os metais preciosos ou as obrigações "corporate" são mais
interessantes no momento.
Analistas das corretoras XTB e Fincor são unânimes em antecipar novos
níveis em baixo nos mercados das commodities agrícolas, mas a XTB está
a recomendar aos seus clientes a diversificação do investimento para
este tipo de ativos, com destaque para o trigo que em termos de
análise técnica parece apresentar novos níveis de suporte.
A Fincor alerta para o interesse no longo prazo e também dentro de uma
ótica de diversificação, embora o analista Albino Oliveira afirme que
é bastante mais fácil para o gestor e para o investidor tomar decisões
a nível de commodities energéticas e de metais, do que a nível dos
bens agrícolas.
Efetivamente, o crescimento mundial antecipado para 2013 foi revisto
em ligeira baixa, mas a China continua a comprar cerca de 40% do milho
no mercado mundial. Entretanto, o grande produtor, os EUA, sofreu
secas violentas (ler entrevistas), o que significou menos produção
agrícola e menor capacidade para alimentar gado.
Por outro lado, o tema dos biocombustíveis continua na mesa, tanto em
termos económicos, como éticos. O açúcar e as oleaginosas estão a ser
preferencialmente canalizadas para a produção deste novo tipo de
combustíveis, mais amigo do ambiente porque substitui as energias
fósseis, mas com impactos negativos na alimentação humana, pois
pressionam os preços ao concorrerem com unidades industriais que
processam alimentos.
A rarefação de terras aráveis e a ausência de grandes investimentos
agrícolas ao longo dos últimos 50 anos e que impediu a otimização do
consumo energético e de água são outros fatores de pressão.
Citado ainda pelo Le Monde está um estudo da Conferência das Nações
Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, o CNUCED, publicado em 2012
por David Bicchetti e Nicolas Maystre, que estimam terem os
investimentos em ativos de base ou subjacentes crescido dos 10 mil
milhões de dólares em 1990 para os 450 mil milhões de dólares em 2011.
Por outro lado, os preços dos cereais e do café evoluíram em paralelo
com a subida do valor das ações das 500 maiores empresas americanas,
muito embora os ciclos económicos entre os vários ativos não tenham
qualquer semelhança.
Há ainda fatores geoestratégicos cada vez mais relevantes e
impactantes nestes mercados. As crises sociais, políticas e militares
em países produtores, nomeadamente em países africanos. A mesma fonte
conta a história de um trader em Londres, a Anthony Ward, que em 2010
adquiriu grande parte dos stocks europeus de cacau, antecipando a
rarefação do produto. Aconteceu que três meses depois estalou a guerra
civil na Costa do Marfim o que fez disparar os preços internacionais e
o trader lucrou com esse facto.
As informações sobre produções no Extremo Oriente, América do Sul e
África de matérias agrícolas é muito relevante, assim como o controlo
da informação sobre o ambiente social de países que são grandes
produtores e que alimentam os stocks nos mercados financeiros
internacionais.
No mercado é sabido que existe uma relação causa/efeito entre os
mercados e os derivados, existindo manipulação por fundos de pensões,
agravando os preços e criando graves penúrias nos países pobres. Dois
investigadores do FMI, Serhan Cevik e Tahsin Saadi Sedik publicaram um
estudo, ainda citado pelo Le Monde, onde afirmam que quer a evolução
do preço do brent, quer da commoditie vinho é semelhante, com
volatilidade criada pela procura dos países emergentes, que constituem
o nuclear da procura marginal. Este é um comportamento dos países
desenvolvidos que em caso de volatilidade conseguem implementar
políticas de limitação de consumos.
Tiago Cardoso, corretora XTB:
"Commodities agrícolas são investimento para 2013"
As matérias-primas agrícolas são a recomendação certa para 2013?
No âmbito do investimento alternativo a resposta terá de ser suportada
pela análise técnica e se olharmos par ao gráfico da soja, aquilo que
nos diz é que o preço vai baixar. Aliás, na XTB estamos a aconselhar
os investidores desde o início de dezembro, para "shortarem". Os
clientes estão a entrar curtos no mercado, ganhando com a queda deste
ativo.
Se olharmos dentro de uma perspetiva macro constatamos que na América
Latina ocorreu um nível recorde de produção, devido às condições
meteorológicas de 2012 com as colheitas a registarem recordes de
produção. Se se produz mais, sobem os inventários mas o consumo tem-se
mantido estável. A teoria de que o consumo irá aumentar a nível
mundial, pode acontecer mas não é já, será antes numa análise a 20 ou
30 anos.
No curto prazo e para 2013, o consumo não está a ir ao encontro da
produção. Aumentam os inventários, e os preços baixam. A soja tem tudo
para cair.
O mesmo acontece em outras matérias-primas?
Com a mesma tendência e a mesma evolução temos o cacau. Desde que se
quebrou a zona de suporte, acreditamos que o cacau volte para mínimos
relativos. Obtivemos em 2012 uma produção recorde nesta commoditie,
enquanto que o consumo não foi ao encontro da produção. Há forte
potencial para novas quedas.
O trigo é uma situação diferente porque tivemos uma produção em queda
nos grandes produtores. Assistimos a menor produção, embora toda a
tendência das matérias-primas seja para a baixa. No caso do trigo e
aplicando as ferramentas técnicas, o trigo está com numa zona de
suporte forte. Acreditamos que venha a ocorrer um aumento, que ocorra
uma recuperação, pois o preço do trigo não é aquele que o mercado está
a evidenciar, deverá ser superior. Por outro lado devido à produção
desapontante na Austrália, Argentina e Mar Negro, pode acontecer com o
fraco nível de colheitas leve a uma subida do preço futuro.
O trigo tem potencial em face de outras commodities. Acredito que
rapidamente se possa encontrar um fundo e inverter a situação.
No caso do milho temos outras justificações. Também existe uma queda
sustentada. Friso que quando estudamos os ativos agrícolas há que ver
para que fins são produzidos, e no caso desta commoditie o objetivo é
alimentação humana e também para alimento da produção agroindustrial
(rações).
É de sublinhar que na América aconteceram grandes secas ao longo dos
últimos trimestres, sendo o país é um dos maiores produtores de milho
a nível mundial. Com estas secas muitos "live stocks", ou seja, gado,
foi abatido ou morreu nos pastos. Aconteceu que se reduziu o consumo
destinado à alimentação, mas ficou-se com inventários muito fortes.
Ora essas quedas também levaram a uma quebra de produção, ou seja,
houve menos colheitas para exportar.
Tivemos um ativo a cair de forma sustentada.
A conclusão é de que todos os ativos que são matérias-primas agrícolas
estão com fortes quedas devido a este grande volume de inventários que
ficaram em 2012 e que estão em 2013 a ser replicados em stock. Este
facto leva o preço a ser especulado em baixa.
Falando do médio prazo, trata-se de um investimento que pode ser usado
para a diversificação da carteira dos investidores?
Repito que esta perspetiva de redução do consumo e aumento da produção
levou a elevados inventários e o preço a cair. Pensamos que essa
tendência continuará durante o 1º trimestre. Estamos a olhar para as
colheitas passadas e que só agora é que terão implicações a nível real
da economia.
Desde o início de dezembro e durante mais dois meses assistiremos à
continuação da tendência. Temos de ter cuidado a nível técnico. Vemos
que estamos em forte suporte em algumas matérias-primas, o que
significa que poderá estar aqui o fim da queda.
Aqueles ativos com maior potencial para cair, em termos de
matérias-primas globais, são os materiais de construção. O
abrandamento económico mundial e sobretudo o abrandamento do
crescimento na China faz com que matérias como o paládio, o alumínio,
a platina e o cobre terão menos procura e a oferta não está a
reduzir-se dentro do mesmo nível da quebra da procura.
Nesse sentido vão aumentar os inventários e no prazo de seis meses e
poderão ter impacto negativo nos mercados. Há, no entanto, melhorias
de perspetivas com a eventualidade do Japão animar com as novas
medidas de estímulo. Neste cenário poderemos ter alguma animação
naquela classe de commodities e consequente subida dos preços.
Mas devem ser considerados para diversificação de portfólio?
Exatamente. Convém sempre diversificar e este ativo tem a
particularidade de ter poucos investidores e gestores a olharem para
eles em Portugal. Do lado da XTB estamos a apresentá-los como forma de
investimento e as pessoas estão, por isso, mais abertas a ter este
tipo de exposição. Tentamos perspetivar o futuro e se antecipamos uma
forte queda nas matérias-primas agrícolas, basta ter uma pequena parte
do nosso património investido neste ativo e com uma pequena variação
pode proporcionar rendibilidades bastante interessantes, ao contrário
do que é possível no mercado cambial, nos índices ou nas obrigações.
Estamos a olhar muito mais para estes ativos e em 2013 teremos as
matérias-primas como forte investimento.
Albino Oliveira, corretora Fincor:
"Faz sentido incluir matérias-primas agrícolas numa ótica de diversificação"
Deve-se ter-se as matérias-primas agrícolas como ativo de referência
num portefólio de investimento?
Em termos de longo prazo toda a classe de ativos das commodities
aporta vantagens para o investidor. Recomendamos não andar só em
obrigações e ações e incluir as matérias-primas.
As commodities agrícolas são específicas e mais difíceis do que as que
têm como subjacente metais preciosos ou energia. Enquanto nos metais e
energia é fácil estabelecer uma relação entre a evolução dessas
matérias-primas e a evolução do ciclo global da economia, se estamos
otimistas para a economia global em 2013, poderemos assumir que em
princípio vai vir uma boa performance por parte desta classe de
ativos, já no caso das matérias agrícolas é mais complicado devido ao
grande efeito que as alterações meteorológicas podem ter no preço
dessas commodities.
É muito difícil ter uma noção do que poderá acontecer. O ano passado
ficou marcado por inundações na América do Sul e nos EUA que tiveram
um impacto no preço do milho e do trigo. Irá este ano acontecer a
mesma coisa?
É difícil de prever e nesta perspetiva é uma decisão diferente por
parte de um gestor de um fundo. Requer outras considerações e não tão
fáceis de jogar. Se o objetivo foi o de uma diversificação de uma
carteira de ativos, faz sentido incluí-la no portfólio.
No curto prazo 2013 deve-se estar focado nas commodities agrícolas?
Tendo em conta a diversificação, direi que sim. No entanto, há que ter
em conta que no primeiro semestre do ano passado foi um período muito
forte, e desde então tem havido uma queda e no início deste ano
acreditamos que essa tendência de queda irá continuar. De qualquer
forma os fundamentais de longo prazo parecem ainda suportar os preços
das commodities agrícolas. No contexto das commodities como um todo
não seriam as nossas preferidas de momento.
As alterações sociais que se vêm em grandes países como China e Índia
sustentam esta procura?
Esse é o principal motivo para justificar a evolução de longo prazo, a
subida a que temos assistido ao longo dos últimos anos. Há gestores a
considerar que esta classe deverá apresentar bons retornos. Esse é um
tema que continua presente devido ao crescimento dos países em vias de
desenvolvimento e às necessidades crescentes que esses países vão ter
em termos de alimentação.
Temos de distinguir uma tendência de longo prazo e os fatores que
poderão suportar essa tendência de longo prazo. Friso que é preciso
distinguir os fatores mais cíclicos que irão afetar os preços no curto
prazo. Quando chegarmos à altura das colheiras e consoante as
condições meteorológicas, isso poderá ter um efeito na oferta dos
diferentes mercados.
http://www.oje.pt/noticias/destaque/materias-primas-agricolas-estao-entre-a-oportunidade-de-investimento-e-a-etica
PRODER atingiu execução de 60% em 2012
Agricultura
Mónica Silvares
08/01/13 15:07
O secretário de Estado da Agricultura revelou que o PRODER teve uma
taxa de execução de 60%, ou seja, em média com a União Europeia.
José Diogo Albuquerque, na conferência que visa lança o debate sobre o
novo quadro de referência estratégico, sublinhou que estes dados
reflectem o facto de a Agricultura ser um sector em contra-ciclo que
aposta no investimento e que está em crescimento.
O responsável elogiou ainda o facto de o trabalho de programação feito
até aqui ter envolvido o conjunto da sociedade civil e os parceiros
sociais.
http://economico.sapo.pt/noticias/proder-atingiu-execucao-de-60-em-2012_159757.html
Mónica Silvares
08/01/13 15:07
O secretário de Estado da Agricultura revelou que o PRODER teve uma
taxa de execução de 60%, ou seja, em média com a União Europeia.
José Diogo Albuquerque, na conferência que visa lança o debate sobre o
novo quadro de referência estratégico, sublinhou que estes dados
reflectem o facto de a Agricultura ser um sector em contra-ciclo que
aposta no investimento e que está em crescimento.
O responsável elogiou ainda o facto de o trabalho de programação feito
até aqui ter envolvido o conjunto da sociedade civil e os parceiros
sociais.
http://economico.sapo.pt/noticias/proder-atingiu-execucao-de-60-em-2012_159757.html
FOOD I&DT - Alimentaria & Horexpo Lisboa 2013
Não perca a oportunidade de participar nesta iniciativa integrada na
Alimentaria & Horexpo Lisboa 2013, dedicada à divulgação e promoção de
projectos tecnológicos inovadores e com potencial de valorização
comercial (desenvolvidos por Entidades do Sistema Científico e
Tecnológico (ESCT) com actividade no sector agro-alimentar, ou por
empresas em parceria com ESCT)
O objectivo do espaço FOOD I&DT é seleccionar e divulgar projectos
tecnológicos inovadores e com potencial de valorização comercial
desenvolvidos por Entidades do Sistema Científico e Tecnológico (ESCT)
ou por empresas em parceria com ESCT. Os projectos seleccionados
estarão presentes no espaço FOOD I&DT da Alimentaria & Horexpo 2013 e
serão enquadrados no Concurso FOOD I&DT.
Serão apenas seleccionados projectos em áreas de aplicação que estejam
directa ou indirectamente relacionadas com o sector alimentar,
incluindo novos produtos, equipamentos, tecnologias, ou processos. Os
projectos deverão apresentar resultados que mostrem diferenciação em
termos de inovação e conhecimento tecnológico, bem como potencial de
aplicação / comercialização / valorização económica a curto/médio
prazo. Cabe à Comissão Executiva decidir sobre a aceitação de cada
projecto no espaço FOOD I&DT.
O período de candidatura ao espaço FOOD I&DT / Concurso FOOD I&DT tem
início a 1 de Outubro de 2012 e termina no dia 15 de Janeiro de 2013.
Qualquer dúvida sobre o processo de candidatura, a elegibilidade dos
projectos, a sua apresentação e os procedimentos de avaliação poderão
ser esclarecidas com a INOVISA
Pessoa de contacto: Maria Pedro Silva
E-mail: foodidt2013@gmail.com
Telefone: (+351) 213 632 495 / 910 975 776
https://www.facebook.com/events/270295546430376/270298173096780/
http://www.chil.org/blogpost/participe-no-concurso-tecnologico-da-2c2aa-edicao-do-food-idt-alimentaria-horexpo-lisboa-2013/1772
Alimentaria & Horexpo Lisboa 2013, dedicada à divulgação e promoção de
projectos tecnológicos inovadores e com potencial de valorização
comercial (desenvolvidos por Entidades do Sistema Científico e
Tecnológico (ESCT) com actividade no sector agro-alimentar, ou por
empresas em parceria com ESCT)
O objectivo do espaço FOOD I&DT é seleccionar e divulgar projectos
tecnológicos inovadores e com potencial de valorização comercial
desenvolvidos por Entidades do Sistema Científico e Tecnológico (ESCT)
ou por empresas em parceria com ESCT. Os projectos seleccionados
estarão presentes no espaço FOOD I&DT da Alimentaria & Horexpo 2013 e
serão enquadrados no Concurso FOOD I&DT.
Serão apenas seleccionados projectos em áreas de aplicação que estejam
directa ou indirectamente relacionadas com o sector alimentar,
incluindo novos produtos, equipamentos, tecnologias, ou processos. Os
projectos deverão apresentar resultados que mostrem diferenciação em
termos de inovação e conhecimento tecnológico, bem como potencial de
aplicação / comercialização / valorização económica a curto/médio
prazo. Cabe à Comissão Executiva decidir sobre a aceitação de cada
projecto no espaço FOOD I&DT.
O período de candidatura ao espaço FOOD I&DT / Concurso FOOD I&DT tem
início a 1 de Outubro de 2012 e termina no dia 15 de Janeiro de 2013.
Qualquer dúvida sobre o processo de candidatura, a elegibilidade dos
projectos, a sua apresentação e os procedimentos de avaliação poderão
ser esclarecidas com a INOVISA
Pessoa de contacto: Maria Pedro Silva
E-mail: foodidt2013@gmail.com
Telefone: (+351) 213 632 495 / 910 975 776
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
EDIA: 13 milhões de euros do PRODER para o regadio de Alqueva...
Regional | 07:00 | 07-01-2013
Foram disponibilizados à EDIA, através do PRODER, mais 13 milhões de
euros para lançar concursos tendo em vista o regadio de Alqueva.
O Ministério da Agricultura disponibilizou, no âmbito do
PRODER-Programa de Desenvolvimento Rural, 13 milhões de euros à
EDIA-Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas de Alqueva.
Uma verba fundamental para dar início às obras do perímetro de regadio
de São Pedro, Baleizão e Quintos.
Assunção Cristas, ministra da Agricultura, afirma que para já esta é a
verba suficientes para os concursos que a EDIA tem que lançar e
assegura que neste e no próximo Quadro Comunitário de apoio há
dinheiro para concluir Alqueva no prazo previsto.
Inês Patola
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/52120
Foram disponibilizados à EDIA, através do PRODER, mais 13 milhões de
euros para lançar concursos tendo em vista o regadio de Alqueva.
O Ministério da Agricultura disponibilizou, no âmbito do
PRODER-Programa de Desenvolvimento Rural, 13 milhões de euros à
EDIA-Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas de Alqueva.
Uma verba fundamental para dar início às obras do perímetro de regadio
de São Pedro, Baleizão e Quintos.
Assunção Cristas, ministra da Agricultura, afirma que para já esta é a
verba suficientes para os concursos que a EDIA tem que lançar e
assegura que neste e no próximo Quadro Comunitário de apoio há
dinheiro para concluir Alqueva no prazo previsto.
Inês Patola
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/52120
Cientistas estudam código genético do sobreiro
7 de Janeiro de 2013, por Maria João de Almeida
O Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Baixo Alentejo e
Litoral (CEBAL) vai tentar descodificar o código genético do sobreiro.
O estudo terá financiamento comunitário, e decorre ao abrigo do
programa GENOSUB, devendo iniciar agora em Janeiro.
Sónia Gonçalves, investigadora do CEBAL, explica que a descodificação
do genoma do sobreiro vai permitir «um avanço no conhecimento e
melhoramento genético da espécie, em questões relacionadas, por
exemplo, com o desenvolvimento da árvore, a formação da cortiça e as
respostas a 'stress', com enfoque na resistência a doenças»,
acrescentando ainda que através da descodificação do genoma, vai ser
possível «identificar a sequência dos genes presentes numa espécie e
pode ajudar a realizar estudos mais direccionados e vai ser uma
mais-valia para o conhecimento do sobreiro».
Além de poder trazer vantagens à fileira florestal portuguesa, o
estudo cuja investigação irá durar dois anos e meio, permitirá também
delinear estratégias de melhoramento da espécie com importantes
«repercussões a médio e longo prazo no sector da cortiça», refere
ainda Sónia Gonçalves. «O montado de sobro, a base da indústria
corticeira, assume uma importância ecológica e socioeconómica em
Portugal que justifica a realização do projecto no país» rematou a
investigadora.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3506&ID_ORG=3
O Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Baixo Alentejo e
Litoral (CEBAL) vai tentar descodificar o código genético do sobreiro.
O estudo terá financiamento comunitário, e decorre ao abrigo do
programa GENOSUB, devendo iniciar agora em Janeiro.
Sónia Gonçalves, investigadora do CEBAL, explica que a descodificação
do genoma do sobreiro vai permitir «um avanço no conhecimento e
melhoramento genético da espécie, em questões relacionadas, por
exemplo, com o desenvolvimento da árvore, a formação da cortiça e as
respostas a 'stress', com enfoque na resistência a doenças»,
acrescentando ainda que através da descodificação do genoma, vai ser
possível «identificar a sequência dos genes presentes numa espécie e
pode ajudar a realizar estudos mais direccionados e vai ser uma
mais-valia para o conhecimento do sobreiro».
Além de poder trazer vantagens à fileira florestal portuguesa, o
estudo cuja investigação irá durar dois anos e meio, permitirá também
delinear estratégias de melhoramento da espécie com importantes
«repercussões a médio e longo prazo no sector da cortiça», refere
ainda Sónia Gonçalves. «O montado de sobro, a base da indústria
corticeira, assume uma importância ecológica e socioeconómica em
Portugal que justifica a realização do projecto no país» rematou a
investigadora.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3506&ID_ORG=3
Europa ajuda a combater doença do Kiwi
6 de Janeiro de 2013, por Elisabete Mendes
A Comissão Europeia decidiu introduzir medidas para fazer face à
doença conhecida como 'cancro bacteriano' do kiwi. As novas medidas,
aprovadas pelo Comité Fitossanitário Permanente, já entraram em vigor
e exigem que as plantas de kiwi e o pólen para a polinização tenham
como origem países ou zonas livres desta bactéria, ou que cumpram
rigorosos requisitos de protecção contra esta enfermidade. Esta doença
foi observada em alguns países da Europa, como França, Itália,
Portugal e Espanha.
Os estados membros também podem estabelecer zonas protegidas e zonas
livres de 'bactérias' e levar a cabo inspecções para melhorar o mapa
da extensão da doença. As medidas não se aplicam ao comércio do kiwi,
uma vez que a doença não se transmite pelo contacto entre frutos.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3505&ID_ORG=3
A Comissão Europeia decidiu introduzir medidas para fazer face à
doença conhecida como 'cancro bacteriano' do kiwi. As novas medidas,
aprovadas pelo Comité Fitossanitário Permanente, já entraram em vigor
e exigem que as plantas de kiwi e o pólen para a polinização tenham
como origem países ou zonas livres desta bactéria, ou que cumpram
rigorosos requisitos de protecção contra esta enfermidade. Esta doença
foi observada em alguns países da Europa, como França, Itália,
Portugal e Espanha.
Os estados membros também podem estabelecer zonas protegidas e zonas
livres de 'bactérias' e levar a cabo inspecções para melhorar o mapa
da extensão da doença. As medidas não se aplicam ao comércio do kiwi,
uma vez que a doença não se transmite pelo contacto entre frutos.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3505&ID_ORG=3
James Suckling lança copo para todos os tipos de vinhos
4 de Janeiro de 2013, por Maria João de Almeida
O crítico de vinho norte-americano James Suckling acaba de lançar um
copo cujo formato serve para todos os tipos de vinho, em parceria com
a empresa de cristais franceses Lalique. Segundo o crítico, para
produzir cada copo - denominado «100 Pontos» - são necessárias de 15 a
20 pessoas, a trabalhar entre 4 e 5 dias, sendo que cada unidade é
vendida por 80 euros.
O copo foi produzido para o consumo de todos os tipos de vinho.
«Enquanto trabalhava, sempre provava vinhos nos quatro copos
tradicionais da Riedel, o que me fez pensar na possibilidade de criar
um copo para todos os vinhos», explicou ele, que descreve o produto
como algo neo-clássico, tanto em design quanto em estilo. Admitindo
que a ideia não é original, o crítico já pensa no próximo projecto,
que será lançar um copo para champagne. Segundo Suckling, o copo
tradicional que já existe não faz justiça à bebida.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3501&ID_ORG=3
O crítico de vinho norte-americano James Suckling acaba de lançar um
copo cujo formato serve para todos os tipos de vinho, em parceria com
a empresa de cristais franceses Lalique. Segundo o crítico, para
produzir cada copo - denominado «100 Pontos» - são necessárias de 15 a
20 pessoas, a trabalhar entre 4 e 5 dias, sendo que cada unidade é
vendida por 80 euros.
O copo foi produzido para o consumo de todos os tipos de vinho.
«Enquanto trabalhava, sempre provava vinhos nos quatro copos
tradicionais da Riedel, o que me fez pensar na possibilidade de criar
um copo para todos os vinhos», explicou ele, que descreve o produto
como algo neo-clássico, tanto em design quanto em estilo. Admitindo
que a ideia não é original, o crítico já pensa no próximo projecto,
que será lançar um copo para champagne. Segundo Suckling, o copo
tradicional que já existe não faz justiça à bebida.
http://www.mariajoaodealmeida.com/catalogo_noticias.php?ID=3501&ID_ORG=3
McCulloch lança gama de moto enxadas
por Ana Rita Costa 7 de Janeiro - 2013
A McCulloch lançou uma nova gama de moto enxadas que permitem
trabalhar o solo sem cavar à mão.
A gama inclui enxadas com diferentes motores, potências e larguras de
trabalho para diferentes tamanhos de pomar e diferentes tarefas.
Estas moto enxadas possuem válvulas à cabeça, um conjunto de rodas
dobráveis para facilitar o movimento, uma caixa de velocidades com
marcha-atrás, proteções para plantas fora da área de trabalho, guarda
de morangos, guiador ajustável verticalmente e um punho dobrável para
armazenamento.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6875&bl=1
A McCulloch lançou uma nova gama de moto enxadas que permitem
trabalhar o solo sem cavar à mão.
A gama inclui enxadas com diferentes motores, potências e larguras de
trabalho para diferentes tamanhos de pomar e diferentes tarefas.
Estas moto enxadas possuem válvulas à cabeça, um conjunto de rodas
dobráveis para facilitar o movimento, uma caixa de velocidades com
marcha-atrás, proteções para plantas fora da área de trabalho, guarda
de morangos, guiador ajustável verticalmente e um punho dobrável para
armazenamento.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6875&bl=1
CDS/Açores propõe estudo sobre impacto do fim das quotas leiteiras
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
13:13 Segunda feira, 7 de Janeiro de 2013
Angra do Heroísmo, 07 jan (Lusa) - O CDS-PP/Açores anunciou hoje que
vai apresentar uma proposta na Assembleia Legislativa da região, para
que o Governo Regional encomende um estudo à Universidade dos Açores
sobre os impactos do fim do regime de quotas leiteiras.
"Importa perceber quais os reais impactos da aplicação da decisão
comunitária de abolição do regime de quotas até para se poder ainda
influenciar o envelope financeiro e os tipos de apoios a atribuir à
região no âmbito do próximo POSEI Açores", frisou Artur Lima, líder da
bancada parlamentar do CDS no Parlamento açoriano, numa conferência de
imprensa, em Angra do Heroísmo.
Para Artur Lima, é tempo de acabar com as ilusões, porque "todos os
dados indicam" que as quotas leiteiras vão "efetivamente acabar" e
para que não se chegue a 2015 "com o leite derramado".
http://visao.sapo.pt/cdsacores-propoe-estudo-sobre-impacto-do-fim-das-quotas-leiteiras=f705284
13:13 Segunda feira, 7 de Janeiro de 2013
Angra do Heroísmo, 07 jan (Lusa) - O CDS-PP/Açores anunciou hoje que
vai apresentar uma proposta na Assembleia Legislativa da região, para
que o Governo Regional encomende um estudo à Universidade dos Açores
sobre os impactos do fim do regime de quotas leiteiras.
"Importa perceber quais os reais impactos da aplicação da decisão
comunitária de abolição do regime de quotas até para se poder ainda
influenciar o envelope financeiro e os tipos de apoios a atribuir à
região no âmbito do próximo POSEI Açores", frisou Artur Lima, líder da
bancada parlamentar do CDS no Parlamento açoriano, numa conferência de
imprensa, em Angra do Heroísmo.
Para Artur Lima, é tempo de acabar com as ilusões, porque "todos os
dados indicam" que as quotas leiteiras vão "efetivamente acabar" e
para que não se chegue a 2015 "com o leite derramado".
http://visao.sapo.pt/cdsacores-propoe-estudo-sobre-impacto-do-fim-das-quotas-leiteiras=f705284
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