sexta-feira, 13 de abril de 2012

Agricultura falida

País Real
Um rendimento digno dos agricultores é fundamental para que se
mantenham no sector agrícola, contrariando o abandono da produção, o
aumento do flagelo do desemprego e da desertificação, com todos os
custos sociais daí resultantes.
1h00Nº de votos (0) Comentários (0)
Por:Isménio Oliveira, Coordenador da Associação Distrital dos
Agricultores de Coimbra

A grande cadeia alimentar continua com lucros e margens absurdas, ao
mesmo tempo que os agricultores e a agricultura nacional estão no
limiar da falência.
Na proposta da nova PAC pós-2013, os cenários propostos pela comissão
vão todos no sentido do enfraquecimento dos instrumentos públicos de
regulação do mercado. Acima de tudo, a perda de rendimento dos
agricultores europeus como o desaparecimento de uma exploração a cada
minuto nos últimos 20 anos, aceleração da desertificação das zonas
rurais e aumento dos custo de produção na agricultura.

MADEIRA: Apoios à agricultura triplicaram neste Quadro

ARTIGO | QUI, 12/04/2012 - 21:39
No Quadro Comunitário em curso a Região já assinou 2245 contratos de
apoio a investimentos na área da agricultura. «Para terem uma ideia,
em todo o quadro anterior, realizámos cerca de 700 contratos», disse
hoje o secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais.
Manuel António Correia falava no âmbito da conferência "Apoios à
Agricultura e Pecuária", promovida pela Comissão Política de Freguesia
da Ponta do Pargo, conferência que se integra no ciclo das
"Conferências 2012", que o PSD/Madeira está a promover.
Conforme acrescentou, «em sete anos fizemos 700; e agora, em menos de
quatro anos, a pouco mais de meio do programa já fizemos 2245. Isto
quer dizer que há mais apoios e que esses apoios chegam a mais gente.
Estão a democratizar-se os apoios e, portanto, significa que todos têm
acesso, mas que ainda há espaço para mais pessoas terem acesso aos
apoios ao investimento», disse o secretário regional.

O Alentejo de João Portugal Ramos

Vinhos

A crónica semanal do especialista da VISÃO, José António Salvador
23:30 Quinta feira, 12 de Abr de 2012
O Alentejo vínico moderno teve um contributo decisivo de João Portugal
Ramos na última década do século XX, que prossegue neste século XXI.
Este reputado enólogo iniciou a sua atividade profissional na vindima
de 1981 na Adega Cooperativa da Vidigueira para no ano seguinte
trabalhar em Moura, onde além do vinho produziu igualmente azeite.
O vinho impôs-se no seu percurso, tendo beneficiado dos ensinamentos
de Paulo Lourenço, responsável enológico na Adega Cooperativa de
Reguengos de Monsaraz, onde e com quem trabalhou durante 17 anos,
entre 1986 e 2003. Enquanto mantinha algumas das suas assessorias,
nomeadamente em Reguengos de Monsaraz, João Portugal Ramos começou a
dar corpo ao seu projecto pessoal, adquirindo vinhedos na zona de
Estremoz, onde veio a construir adega própria no Monte da Caldeira em
1997. A partir de 2003 dedicou-se exclusivamente à sua empresa J.
Portugal Ramos Vinhos, que cresceu sustentadamente desde a sua
fundação aos nossos dias.

PCP critica Governo e alerta para "gravíssima" situação do setor no Alentejo

13.04.2012 12:43
ECONOMIA
A Direcção Regional do Alentejo (DRA) do PCP alertou hoje para a
"gravíssima" situação da agricultura na região, criticando o Governo
por, das "poucas medidas" que tomou, as destinar no essencial aos
grandes proprietários.
"Face a esta grave situação, as poucas medidas que o Governo tomou,
aparecem, no essencial, destinadas aos maiores proprietários e a
grandes empresas ligadas à pecuária", argumenta a estrutura comunista.
A DRA do PCP, em comunicado enviado hoje à Agência Lusa, chama a
atenção para as "grandes dificuldades" que atravessam os agricultores
do Alentejo, sobretudo os que estão ligados à agricultura familiar.
"Os preços à produção mantêm-se em baixa, enquanto os preços dos
fatores de produção não param de subir, atingindo recordes históricos.
Por exemplo, o preço do gasóleo agrícola caminha para ficar no dobro
do que era em 2005", exemplifica.

ViniPortugal reafirma investimento na promoção do vinho

Secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque, presidiu
ontem à inauguração da nova sede da ViniPortugal em Lisboa. Uma
mudança de Torres Vedras para Lisboa que representa uma aproximação
das duas entidades – ViniPortugal e Instituto do Vinho e da Vinha - e
um investimento numa maior articulação, com uma maior racionalidade no
uso dos recursos e ganhos de eficácia na promoção da marca Wines of
Portugal / Vinhos de Portugal.
Para Jorge Monteiro, Presidente da ViniPortugal, esta mudança
"Confirma o grau de maturidade do sector e dos seus principais
actores, num momento em que os Vinhos de Portugal consolidam a sua
imagem de vinhos de excelência nos principais mercados
internacionais."

Câmara pede ao governo apoio aos produtores de leite

Qui, 12 Abr 2012 18:28
Vila do Conde
A seca foi um dos temas da reunião do Conselho Municipal de
Agricultura da última quinta-feira. A falta de chuva que afecta o país
e que, nas zonas agrícolas de Vila do Conde tem já repercussões
negativas nas culturas e tratamento das terras, problema que tem
aumentado os custos de produção.

De acordo com a nota veiculada por este Conselho de Agricultura e
"apesar da promessa governamental da antecipação dos pagamentos das
ajudas deste ano e da disponibilização de 100 milhões de euros em
linhas de crédito, o Conselho de Agricultura considera que isso não
traz grandes vantagens aos produtores de leite".

Leiria: Ministra da Agricultura quer projeto PIN para garantir tratamento de efluentes suinícolas

Por , publicado em 13 Abr 2012 - 02:16 | Actualizado há 13 horas 49 minutos
Leiria, 13 abr (Lusa) - A ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e
Ordenamento do Território, Assunção Cristas, disse hoje que a Estação
de Tratamento de Efluentes Suinícolas (ETES) a construir em Leiria
deve ser considerada projeto de Potencial Interesse Nacional (PIN).
Será uma forma de garantir "um processo mais rápido de aprovação,
licenciamento e entrada em construção" da ETES, sustentou a ministra,
lembrando que decidindo ao compromisso com a 'troika', no que respeita
às parcerias público-privadas, era impossível manter o modelo de
financiamento até agora seguido.
O problema arrasta-se há mais de uma década na região de Leiria, uma
das zonas com maior número de suiniculturas do país, que causam
impacto ambiental equivalente a quase um milhão de pessoas.

http://www.ionline.pt/leiria-ministra-da-agricultura-quer-projeto-pin-garantir-tratamento-efluentes-suinicolas

Biocombustíveis: Projecto de Oliveira do Hospital é apresentado em Milão

Escrito por CP
Quinta, 12 Abril 2012 16:32
O projecto de biocombustíveis da BLC3 – Plataforma para o
Desenvolvimento da Região Interior Centro vai ser apresentado no maior
certame dedicado ao sector que decorre em Milão, em Junho.
O projecto BioREFINA-Ter foi seleccionado para ser apresentado no
âmbito da "20th European Biomass Conference and Exhibition", evento
que constitui o maior encontro de cientistas europeus ligados à
bioenergia. O certame decorrerá de 18 a 22 de Junho e deverá ter mais
de 2.000 participantes, oriundos de 70 países.
"A participação da BLC3 neste grande evento mundial dirigido a
especialistas na área das energias renováveis é um passo muito
importante ao nível da visibilidade do BioREFINATer", referiu a
instituição em comunicado.
O BioREFINA-Ter é um projecto de biocombustíveis de segunda e terceira
geração considerado como "pioneiro" a nível internacional pelo
Laboratório Nacional de Energia e Geologia – a instituição de I&D do
Ministério da Economia que detém a coordenação nacional de todo o
processo da verificação de sustentabilidade na produção de
biocombustíveis.
O projecto está concebido para transformar a vegetação espontânea da
floresta, habitualmente destinada a ser consumida pelos incêndios
florestais, em biocombustíveis lenho-celulósicos substitutos do
gasóleo e da gasolina.

http://campeaoprovincias.com/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=11421:biocombustiveis-projecto-de-oliveira-do-hospital-e-apresentado-em-milao&catid=14:actualidade&Itemid=130

Agricultura: CNA "de pé atrás" com banco de terras diz que o problema não é a falta de solos

17:31 Quinta feira, 12 de abril de 2012

Lisboa, 12 abr (Lusa) - O dirigente da Confederação Nacional da
Agricltura (CNA) João Dinis rejeitou que o problema da agricultura
portuguesa seja a falta de solos e questionou a intenção do banco de
terras em relação aos baldios.

O Governo quer criar uma bolsa de terras, mediante cedência voluntária
de entidades públicas ou proprietários privados, disponibilizando os
solos para utilização de terceiros através de contratos de
arrendamento.

Mas, para João Dinis, o problema não é a falta de terra, e sim "as más
políticas agrícolas e de mercado, que têm arruinado a agricultura
familiar e até empresarial".

http://expresso.sapo.pt/agricultura-cna-de-pe-atras-com-banco-de-terras-diz-que-o-problema-nao-e-a-falta-de-solos=f718695#ixzz1rvNEFuPa

Agricultura: CAP questiona benefícios do banco de terras

17:23 Quinta feira, 12 de abril de 2012

Lisboa, 12 abr (Lusa) -- O secretário-geral da Confederação de
Agricultores Portugueses (CAP) questionou hoje como vai ser feita a
identificação e gestão dos terrenos abandonados que o Estado quer
integrar no banco de terras, sublinhando que os solos bons estão a ser
aproveitados.

Luís Mira considera também que as terras abandonadas "não têm a
dimensão que o Governo lhes dá" e que as que "não estão a ser
exploradas é porque não têm dimensão ou características" para
actividade agrícola.

O Governo pretende criar uma bolsa de terras que integre propriedades
públicas e privadas, incluindo terrenos considerados abandonados.

http://expresso.sapo.pt/agricultura-cap-questiona-beneficios-do-banco-de-terras=f718690#ixzz1rvMInlTR

Na agricultura "não falta emprego, falta é gente para trabalhar"

Assunção Cristas, a ministra da Agricultura diz que é preciso
contrariar a ideia de que trabalhar neste sector "é uma vida de
dificuldades"

A ministra Assunção Cristas
Pedro Granadeiro
12/04/2012 | 23:51 | Dinheiro Vivo
A ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território,
Assunção Cristas, disse hoje, em Leiria, que no sector da agricultura
não falta emprego, mas pessoas para trabalhar.
A governante sublinhou que é preciso contrariar a ideia de que
trabalhar neste sector "é uma vida de dificuldades" e passar a
mensagem de que as pessoas "podem ganhar dinheiro e enriquecer",
concluindo que "não há falta de emprego na agricultura, falta é gente
para trabalhar".
Assunção Cristas afirmou que uma das soluções passa por garantir mais
agricultores e "novas pessoas que sintam que há oportunidades", razão
pela qual o Governo está a disponibilizar terras do próprio Estado,
com prioridade para os novos agricultores.
"Arranjamos verbas [através de fundos comunitários] e terra para
cultivar", salientou a ministra, convicta de que o caminho a percorrer
passa "por produzir mais, aumentar o consumo interno e as
exportações".
Uma das áreas de oportunidade que destacou é a da produção biológica,
que tem sido uma das apostas dos jovens agricultores, assinalou a
governante.
O cadastro territorial e a valorização da produção nacional são dois
desafios enunciados por Assunção Cristas, que aproveitou para frisar a
necessidade de "uma utilização mais eficiente da água, num dos países
que possui uma menor área de regadio".
Por outro lado, a governante reafirmou a intenção e a importância de,
"brevemente", passar a ser publicada no site do Ministério da
Agricultura a margem de lucro dos vários elos da cadeia alimentar,
procurando tornar mais transparente os valores praticados entre a
produção e a distribuição.
As declarações de Assunção Cristas foram proferidas durante uma conferência em Leiria, organizada pela NERLEI - Associação Empresarial da Região de Leiria, intitulada "Novos desafios do Sector Agroalimentar - Uma Estratégia para o Crescimento da Economia Portuguesa".

http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO041580.html

A Associação de Defesa dos Interesses de Monsaraz (ADIM) alerta autoridades contra o arranque de Oliveiras Centenárias no Olival da Pêga

Quinta-feira, 12 de Abril de 2012


Foto: Região Sul
A Associação de Defesa dos Interesses de Monsaraz (ADIM) emitiu hoje
um comunicado, alertando para o facto de estarem a ser arrancadas
oliveiras centenárias na zona do Olival da Pêga.

A ADIM, invocando o seu "dever estatutário de estar atenta às questões
patrimoniais da freguesia de Monsaraz", considera esta "uma zona
sensível do ponto de vista patrimonial, alargado, que abarca o
megalitismo e a paisagem que lhe serve de contexto".

E, eventualmente, as oliveiras arrancadas irão sair do País, uma vez
que, como se pode ver pela imagem anexa, são "exemplares bastante
invulgares pela sua dimensão e antiguidade" - considera.

A ADIM esclarece também que o megalitismo no concelho de Reguengos
apresenta-se de "grande importância patrimonial sendo que o seu
contexto paisagístico de envolvente não pode de modo algum ser
descontextualizado".

Decorre actualmente o processo de classificação das Antas do Olival da
Pega e recentemente o Município de Reguengos até candidatou este
contexto paisagístico a "Maravilha da Natureza", razão pela qual a
ADIM entende que "acresce às entidades com responsabilidade a urgência
em tentar evitar mais uma perda patrimonial que deixará mais pobre o
património local" e solicita "a todos os que tenham possibilidades de
intervir, com os meios ao seu alcance, no sentido que se movimentem e
impeçam este lamentável processo de perda patrimonial relevante".

Região Sul - 11.4.2012

http://www.portaldoazeite.com/2012/04/associacao-de-defesa-dos-interesses-de_12.html

quinta-feira, 12 de abril de 2012

UE: Subida de preços tanto das produções agrícolas como pecuárias

12-04-2012

O rendimento agrícola na União Europeia em 2011 aumentou 3,7 por cento
em relação a 2010, devido tanto a uma subida do volume produzido, de
mais 1,4 por cento, como dos preços, em 5,7 por cento no sector.
O valor real aumentou tanto na produção vegetal como animal e também
com percentagens semelhantes, de acordo com a informação "A
agricultura na União Europeia (UE). Informações estatísticas e
económicas 2011", elaborada pela Direcção Geral de Agricultura da
Comissão Europeia (CE).
Os cereais, dentro das produções vegetais, foram os que mais
aumentaram em valor, 18,3 por cento, seguidos pelas oleaginosas, com
11,6 por cento, enquanto as verduras, o azeite e as flores
contrariaram esta tendência, com uma redução de menos 9,7; 1,4 e 1,2
por cento, respectivamente.

Choque elétrico na indústria do azeite

12/04 16:04 CET

"Estamos a melhorar o processo de extração de azeite, através de uma
tecnologia baseada em impulsos de campo elétrico", diz Arturo
Portugal, engenheiro do CRIC, Centro de Investigação e Engenharia,
sediado em Barcelona.

No município espanhol de Malagón, uma pequena empresa está a testar
uma nova forma elétrica de extração de azeite.

"Somos uma empresa familiar criada há 30 anos e temos muita vontade de
inovar. Produzimos cerca de 700 toneladas de azeite por ano", realça
Aniceto Gómez, proprietário da Aceites Malagón.

A ideia é aplicar um choque elétrico às azeitonas antes de as
espremer. Os breves impulsos de campo elétrico forte aumentam os poros
nas membranas celulares, simplificando a extração de azeite.

"Os impulsos elétricos, gerados por esta máquina, passam para esta
câmara de descarga. A pasta que vem do martelo passa por estes tubos e
é tratada na câmara", explica Arturo Portugal.

Este método permite produzir mais azeite a partir da mesma quantidade
de matéria-prima.

A perfuração, com um impulso elétrico, abre os poros da fruta,
tornando mais fácil obter o melhor líquido de azeitonas verdes.

"Para obter um azeite de qualidade, tem que se conseguir azeitonas o
mais verde possível e trabalhar à temperatura mais baixa possível.
Este projeto pode facilitar a tarefa, ao trabalhar com azeitonas
completamente verdes e sem qualquer calor, à temperatura ambiente",
afirma Aniceto Gómez.

A fábrica-piloto está a tratar seis litros de pasta de azeitona por
segundo. Uma vez comprovada a tecnologia, desenvolvida no âmbito de um
projeto da União Europeia, será alargada a níveis de produção
elevados.

"Os mercados emergentes fora da Europa estão a produzir azeite de uma
forma muito mais competitiva do que a Europa. Este projeto o que
pretende é melhorar a competitividade dos pequenos e médios lagares",
sublinha Portugal.

Copyright © 2012 euronews

http://pt.euronews.com/2012/04/12/choque-eletrico-na-industria-do-azeite/

ADEGAS COOPERATIVAS: O ÚLTIMO REDUTO

SECÇÃO: Opinião
Ao longo de vários anos, aí umas cinco ou seis décadas até, no Alto
Douro vinhateiro, tudo rolou na santa paz do Senhor.
Os jornaleiros davam o dia no árduo trabalho em redor das videiras a
troco de cinco réis de mel coado, os agricultores, agricultavam, e os
comerciantes, comercializavam.
Entre vindimas, a única preocupação era manter a novidade o mais
bonita e viçosa possível, para que dos cachos esmagados nos lagares
resultasse a maior quantidade de vinho possível, que a qualidade,
essa, estava garantida à partida pelas características do solo e do
clima, que é como quem diz, pelas condições naturais. Um vinho mau, só
por falta de higiene nas adegas, ou por falta de cuidados depois das
encubas.

BBC Brasil: Europeus prometem reagir a barreiras ao vinho estrangeiro no Brasil

Europeus prometem reagir a barreiras ao vinho estrangeiro no Brasil
Daniela Fernandes
De Paris para a BBC Brasil
Atualizado em 12 de abril, 2012 - 07:32 (Brasília) 10:32 GMT

O governo pode aumentar impostos ou limitar entrada do vinho
estrangeiro ; medida não afetaria Mercosul
Os produtores de vinhos europeus consideram que a eventual adoção,
pelo governo brasileiro, de medidas de salvaguarda ao produto nacional
seria "inaceitável" e afirmam que farão "tudo" para proteger os
interesses comerciais das vinícolas do continente.
O governo brasileiro estuda a possibilidade de aumentar os impostos de
importação de vinhos (que têm atualmente alíquota de 27%) ou limitar
sua entrada no país por meio de cotas.
Notícias relacionadas

PJ detém suspeito de incêndio florestal

Concelho de Cinfães

A Polícia Judiciária (PJ), com a colaboração da GNR, deteve um homem
de 37 anos, suspeito da autoria de um incêndio florestal ocorrido no
passado dia 30 de Março na localidade de Lourosa, Concelho de Cinfães.

12h23Nº de votos (3) Comentários (0)

Segundo um comunicado emitido pela PJ, o incêndio teve início durante
a madrugada e só foi extinto no dia 1 de Abril, tendo devastado largas
dezenas de hectares de floresta, predominantemente eucaliptos.
Tudo indica que o arguido, desempregado e sem antecedentes criminais,
sofre de uma predisposição para tais práticas quando está sob
influência do consumo de bebidas alcoólicas.
O homem vai ser presente à autoridade judiciária esta quinta-feira,
altura em que serão aplicadas as medidas de coacção.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/pj-detem-suspeito-de-incendio-florestal

Atribuições das DRAP

As DRAP prosseguem, no âmbito da circunscrição territorial respetiva,
as seguintes atribuições:
a) Executar, na respetiva região, as medidas de política agrícola, de
desenvolvimento rural, das pescas;
b) Realizar o levantamento das características e das necessidades dos
subsectores agrícola, agroindustrial e das pescas e dos territórios
rurais na respetiva região, no quadro do sistema estatístico nacional;
c) Executar, de acordo com as normas funcionais definidas pelos
serviços e organismos centrais do Ministério da Agricultura, do Mar,
do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAMAOT), as ações
necessárias à receção,
análise, aprovação, acompanhamento e validação dos projetos de
investimento apoiados por fundos públicos, bem como promover a
tramitação relativa à receção, análise e validação conducente ao
pagamento dos respetivos apoios;
d) Incentivar ações e projetos de intervenção no espaço rural e de
programas ou planos integrados de desenvolvimento rural e apoiar os
agricultores e as suas associações, bem como as populações rurais no
âmbito das atribuições que prosseguem;

MAMAOT apresenta novas Direcções Regionais de Agricultura e Pescas

2012-04-12

Foi publicado no Diário da República de quarta-feira um decreto
regulamentar para a definição do modelo organizacional das novas
Direcções Regionais de Agricultura e Pescas (DRAP) do Ministério da
Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território
(MAMAOT).
O documento estipula a constituição de cinco DRAP para as regiões
correspondentes a Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e
Algarve, sendo que junto de cada uma funcionará a respectiva entidade
regional da Reserva Agrícola Nacional.
Entre as atribuições aos novos organismos está a execução das
políticas para as florestas, colaborar na gestão das áreas
classificadas, bem como na conservação da natureza e na gestão
sustentável de espécies e habitats, coordenar os processos de
licenciamento das indústrias alimentares e pecuárias; executar as
acções no âmbito dos regimes de apoio da política agrícola comum, além
de acompanhar e validar os projectos de investimento apoiados por
fundos públicos.

Jovens agricultores terão preferência na bolsa de terras

12 Abril 2012 | 14:04
Alexandra Machado - amachado@negocios.pt
Partilhar

Imprimir|Enviar|Reportar Erros|Partilhar|Votar|Total: 0 VotosTamanho
O Governo quer lançar uma bolsa de terras, constituída por terrenos do
Estado, privados e terras abandonadas. Os jovens agricultores terão
preferência nas terras do Estado.
Jovens agricultores, organizações de produtores e proprietários
agrícolas confinantes serão, por esta ordem, os preferidos pelo Estado
na disponibilização dos terrenos por si detidos na bolsa de terras
para utilização agrícola, florestal ou silvo pastoril.
A proposta de Lei, que já foi aprovada em Conselho de Ministros,
entrou ontem no Parlamento para debate legislativo.
Segundo a redacção proposta pelo Governo, essa será a ordem de
preferência na atribuição das terras públicas. E em caso de igualdade
de circunstâncias dos candidatos, serão privilegiados os que tiverem
associado um projecto de investigação, nomeadamente de melhoria
genética. O segundo factor de desempate é ser uma produção biológica
ou integrada.

Estado pode vender terras abandonadas ao fim de dez anos

quinta-feira, 12 de Abril de 2012 | 13:25
Imprimir Enviar por Email

As terras sem dono conhecido e sem utilização agrícola vão ser
administradas pelo Estado e podem ser vendidas dez anos depois de
disponibilizadas no banco de terras que o Governo quer criar.
Segundo a proposta de lei do banco de terras que foi remetida à
Assembleia da República, o Estado vai poder gerir estas terras ou
arrendá- las, mas terá de devolver a terra "a quem faça prova da sua
propriedade" no prazo legalmente previsto e que será fixado noutra
lei.
As terras serão consideradas abandonadas "mediante identificação das
autarquias" e direções regionais da agricultura e verificação da
entidade gestora da bolsa de terras (Direção Geral da Agricultura e
Desenvolvimento Regional), sendo reconhecido o abandono se não for
feita prova de propriedade no prazo "legalmente previsto".
A partir daí poderão ser disponibilizadas no banco de terras.
O processo de reconhecimento da situação de abandono e registo destas
terras serão regulados noutra lei.

Diminuição da produção de alfarroba na ordem dos 25% a 30%

Economia
Alfarrobeira
O último relatório sobre a situação da seca relativamente ao Algarve
indica, principalmente, que haverá uma diminuição de produção a nível
das alfarrobeiras, sendo que a situação dos restantes ítens mantêm-se
como anteriormente.
Prados, Pastagens e Culturas Forrageiras
A fraca precipitação ocorrida durante o mês de março teve um
contributo praticamente irrelevante para o desenvolvimento vegetativo
e manutenção dos prados e pastagens que ainda tinham alguma hipótese
de recuperação. As pastagens e os prados de sequeiro tiveram de uma
forma geral uma rápida deterioração.
Alguns produtores que dispõem de água e equipamentos de rega efetuaram
regas, sobretudo em pequenas parcelas de pastagens semeadas, de forma
a obterem alguma matéria verde para a alimentação dos seus animais.
Esta situação torna-se insustentável a médio prazo devido ao aumento
do consumo de combustíveis e energia elétrica.

A inovação e a competitividade

11 Abril 2012 | 23:30
Rogério de Oliveira
Partilhar

Para combater a crise o País precisa de um desígnio nacional, de
ambição, de uma estratégia global e de uma cultura de inovação
amplamente partilhada.
A inovação nas comunidades, nas empresas e nos serviços públicos, deve
estar no centro do ataque à crise numa atitude pró-activa por forma a
que o País possa emergir com uma economia mais inovadora, dinâmica,
diversificada e sustentável.
Para além do reforço do empenho nos sectores tradicionais
(p.e.calçado, turismo, cortiça, plásticos e fileira florestal) é
imperioso a aposta em novos sectores emergentes de elevado crescimento
(ambiente, energias renováveis, novos materiais, TIC(s), engenharia de
software, biotecnologia e ciências do mar).
O desenvolvimento destes sectores requer uma combinação inteligente de
investimento público, parcerias e empreendedorismo.
Os maiores ganhos para a sociedade encontram-se naqueles sectores que
oferecem simultaneamente um potencial de crescimento imediato
suportado globalmente nas competências críticas do País, e que ajudem
a concretizar desafios estratégicos.

EUA ultrapassam China e lideram corrida mundial às energias limpas

12.04.2012
Helena Geraldes
O investimento mundial nas energias limpas aumentou 6,5% em 2011 e
ultrapassou os 200 mil milhões de euros. Em 2009 e 2010, a China
venceu esta corrida. Mas no ano passado, os Estados Unidos chegaram
primeiro, revela o centro de pesquisa Pew Center.
Entre os países do G20 – responsáveis por 95% de todo o investimento
mundial em energias limpas –, os Estados Unidos surgem em primeiro
lugar, com um crescimento de 42% em relação ao ano anterior e um
montante de 48 mil milhões de dólares (36.600 milhões de euros).
Segundo a directora do Programa de Energias Limpas do Pew Centre,
Phyllis Cuttino, "os investidores nos Estados Unidos aproveitaram os
programas nacionais de estímulo a este sector, antes de estes
expirarem, no final de 2011".
Segundo o relatório "Who's Winning the Clean Energy Race?" - sobre o
investimento em energias limpas nos países do G20 -, divulgado ontem,
a China atraiu 45.500 milhões de dólares (34.700 milhões de euros) de
investimento em energias limpas, especialmente em eólica.
Liderado pelo aumento de 42% nos Estados Unidos e pelos 15% no Brasil,
o investimento em energias limpas na América cresceu mais de 21% para
63.100 milhões de dólares (48.100 milhões de euros), mais rápido do
que qualquer outra região do mundo.

Marta Baptista, investigadora - Quanto mais sofisticada é uma sociedade mais forte é a atracção pela terra

A aproximação à natureza é uma tendência que está a crescer, entende
Marta Baptista, para quem a agricultura tem grandes potencialidades,
designadamente em termos de emprego qualificado. A investigadora em
melhoramento de plantas lamenta ainda que, durante anos, a
investigação e a inovação não tenham tido o apoio que merecem.

A agricultura tem sido encarada como o parente pobre da economia nacional?
Os programas de incentivo com capitais europeus até foram geridos por
bons profissionais, conheci muitas pessoas competentes e interessadas
nos últimos anos. Mas olhando para as opções estratégicas dos últimos
governos, incluindo este, gostaria de ver muito mais aposta na
agricultura. Trata-se de um sector que produz bens primários, que
serão sempre essenciais. Portugal tem condições excelentes para fazer
horticultura da melhor qualidade e de valor acrescentado. Há imensos
anos que se fala em projectos piloto, nomeadamente para o alto
Alentejo, mas na verdade a aposta e as ajudas têm sido muito poucas.
Tendo em conta o nosso clima e os nossos recursos, sim, tem havido
oportunidades desperdiçadas. Tem-nos valido o empreendedorismo de
alguns empresários nacionais e estrangeiros.
Acredita que o sector tem potencial para criar e manter empregos
qualificados em Portugal?

Agricultura é fundamental para o país

Trás-os-Montes //
Por: Francisco Pinto
Foto: Ana Preto
Ceifa em Trás-os-Montes
Defende presidente da Confederação Nacional de Agricultores
O presidente da Confederação do Agricultores de Portugal (CAP) defende
que os políticos deveriam olhar para a agricultura como uma actividade
fundamental para o país e não encará-la como o último "refúgio" em
tempo de crise. "Quando há crises económicas, ou crises de emprego, a
agricultura está constantemente na ordem do dia. No entanto, logo que
o país começa a desenvolver-se, os políticos esquecem-se de que a
agricultura continua a ser importante", disse João Machado. O
dirigente falava à margem das Jornadas de Vitivinicultura e
Olivicultura que decorreram em Mogadouro no final de Março, uma
iniciativa que juntou algumas dezenas de agricultores e contou com o
apoio da autarquia e da Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes
e Alto Douro e Vinhos de Trás-os-Montes. Segundo o dirigente, a
agricultura é um sector da actividade económica que tem hoje uma
função de estruturação do território e de defesa ambiental

Itália: Exportações recorde de azeite graças ao mercado dos EUA

Em 2011, as exportações italianas de azeite e óleo de bagaço atingiram
um recorde de 400.000 toneladas, o que representou um aumento de 5,7%
em quantidade e 6,1% em valor, relativamente ao ano anterior.
Este crescimento foi devido ao aumento da procura nos EUA (+8,7%), um
mercado que absorve um terço das exportações italianas. As exportações
para a Alemanha e para a França também aumentaram.
2011 também foi um ano recorde para a importação de azeite, que
aumentou 2,2% relativamente a 2010, para as 625.000 toneladas. A
entrada de azeite espanhol aumentou, mas muito pouco, apenas 0,4%.
Pelo contrário, o aumento na importação de azeite grego foi mais
significativo (14%). Por outro lado, houve um declínio significativo
nas importações de azeite da Tunísia (-22%), de acordo com dados do
Ministério da Agricultura italiano. A Balança comercial fechou 2011
com um excedente de 29 milhões. Nos últimos dez anos, é a segunda vez
que o comércio de azeite em Itália registou um excedente orçamental.
Fonte: Agrodigital

Proposta de mudança do paradigma do Ministério da Agricultura

OPINIÃO
José Martino
É surpreendente que não se consiga ligar para o telefone (21 381 93
00: consultei o 1820 e trata-se do único número disponível para o
público) do Gabinete de Planeamento e Política do Ministério da
Agricultura (chama... chama..., infelizmente ninguém atende). Será que
algum responsável resolve este problema que se arrasta há algum tempo?
Com o IFAP há muitas 6.feiras em que não se consegue contacto
telefónico. Não consigo descobrir a causa.
Tenho dificuldade como massa crítica e cidadão empenhado em
desenvolver o meu país em perceber e aceitar que coexistem no tempo o
tipo de problemas enunciados acima. Defendo que a atual crise
económica e financeira de Portugal é um excelente instrumento para
fazer a mudança de paradigma no ministério da agricultura: deslocar o
objetivo principal deste ministério da distribuição de dinheiro para a
tramitação atempada, dentro dos prazos legais, de todos os processos
burocráticos sob a sua alçada.

Consumo e venda de bebidas deverão ser proibidas em postos de combustível

10 de Abril de 2012 às 13:57:39 por Lusa
O consumo e a venda de bebidas alcoólicas deverão ser proibidas em
postos de combustível e, depois da meia-noite, em qualquer
estabelecimentos que não seja de restauração e bebidas, segundo uma
proposta de alteração à lei do álcool.
A proposta de alteração à legislação de 2002, elaborada por uma equipa
interministerial composta por representantes do sector das bebidas
alcoólicas, saúde e educação, alarga a proibição de venda a postos de
combustível e a "qualquer estabelecimento, a partir das 24:00 horas,
com excepção dos estabelecimentos de restauração e/ou bebidas".

Açores: Desconto de 50% na taxa de combustível para a exportação de produtos

quarta-feira, 11 de Abril de 2012 | 18:04
Imprimir Enviar por Email

O Governo dos Açores vai criar um incentivo à exportação de produtos
regionais para o continente através da redução de 50 por cento na taxa
de combustível do transporte aéreo de carga para o continente.
A medida foi hoje anunciada pelo diretor regional dos Transportes,
Nuno Domingues, em declarações à Lusa, acrescentando que se pretende
beneficiar os empresários que exportam «produtos perecíveis», como
pescado ou flores, entre outros.
«Pretendemos ajudar os exportadores que recorrem a este meio de
transporte», afirmou Nuno Domingues, recordando que recentemente o
Governo Regional dos Açores anunciou apoios idênticos para a
exportação de produtos por via marítima.

Vinhos. "Douro Boys" promovem néctares lusos na China

Por Agência Lusa, publicado em 11 Abr 2012 - 11:01 | Actualizado há 22
horas 50 minutos
Share on printImprimir Share on tweetEnviar
A associação "Douro Boys", que inclui cinco quintas daquela região
portuguesa, vai promover os seus vinhos na China entre 15 e 19 de
abril, com paragens em Pequim, Xangai, Macau e Hong Kong.
De acordo com Tomás Pimenta, que junta a sua empresa de importação
'Vino Veritas' às promoções dos "Douro Boys", depois de uma passagem
em Pequim a 15 de abril e em Xangai no dia 17, os vinhos do Douro
chegam a Macau a 18 de abril e seguem para uma promoção em Hong Kong
no dia 19.

Restaurantes fora da taxa no comércio de alimentos

Imposto
Paula Cravina de Sousa
12/04/12 00:05

A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, afirmou que se trata de
um "contributo muito pequeno para o esforço colectivo que é pedido".
Apenas as grandes cadeias de supermercados serão afectadas. Sector diz
que medida retira competitividade às empresas.
Os restaurantes vão ficar de fora da taxa que o Governo vai aplicar
aos estabelecimentos que comercializem produtos alimentares. A taxa
vai incidir sobre as grandes cadeias de supermercados e destina-se a
garantir a segurança alimentar.
A proposta de decreto-lei do Governo deixava a dúvida se a medida se
estenderia aos restaurantes, feiras e praças, referindo apenas
estabelecimentos de comércio alimentar. No entanto, o Diário Económico
apurou que restaurantes - incluído cadeias de 'fast food' - feiras e
praças ficaram de fora desta nova taxa.