terça-feira, 17 de abril de 2012

Medidas do Ministério na ajuda contra a seca agradam aos agricultores

17-04-2012 - 11:00

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A CNA está satisfeita com a generalidade das medidas, dado que vão ao
encontro das suas reivindicações e que foram motivo de um protesto com
centenas de agricultores no dia oito de Março, em Mirandela.
"Esta reunião ficou agendada logo a seguir à manifestação de oito de
Março, hoje procuramos equacionar três questões que são as mais
preocupantes para nós, a primeira foi uma analise breve sobre as
medidas adoptadas pelo Governo no que diz respeito à seca. Sublinhamos
aspectos positivos destas medidas, porque vão ao encontro daquilo que
foram as nossas reclamações e das propostas feitas pela CNA
principalmente as de carácter nacional, porque, as de carácter
comunitário são medidas que já estão previstas nos termos do programa
de desenvolvimento rural e, como tal há aqui uma antecipação das
ajudas comunitárias", adianta Armando Carvalho, da CNA, acrescentando
ainda que espera que "o adiantamento das verbas aos agricultores para
fazer face à seca aconteçam até 31 de Maio, a data avançada pelo
Ministério".
Contudo, a CNA na reunião alertou ainda o director regional da
agricultura para os problemas que se têm vindo a deparar no que toca à
elaboração das candidaturas. Carlos Lopes, dirigente desta estrutura
explica que, "foi pedido um alargamento do prazo, tendo em conta que a
plataforma informática ainda não permite a introdução de dados, o que
temos verificado é que quando vamos tentar fazer a candidatura dá-nos
um alerta com a informação que as parcelas ainda estão para correcção
do IFAP", explica.
Sobre este assunto, o director regional de agricultura do Norte
confirma a existência de problemas, mas responsabiliza o anterior
governo pela ineficácia que até já resultou em multas para o Estado
Português, "a questão das candidaturas é um trabalho que devia ter
sido feito nos anos anteriores, e por causa disso o estado português
foi multado em dezenas de milhões de euros e este ano vamos ter que
pagar quantias avultadas devido à gestão anterior não ter feito o
trabalho que agora está a ser feito", explica Manuel Cardoso.
O director regional da agricultura acrescenta ainda que "o trabalho
que está a ser feito num espaço de meses, deveria ter sido feito em
anos, há por isso dificuldades e uma série de calendários a cumprir e
como é óbvio tem um esforço acrescido, vamos ter que fazer este
esforço conjunto agora para que não venhamos a ser penalizados no
futuro", justifica.
Apesar da chuva que caiu nos primeiros dias de Abril não ter sido
ainda suficiente para debelar os efeitos da seca, na área de
abrangência da Direcção Regional de Agricultura do Norte só um terço
das albufeiras está abaixo dos 50 por cento da sua capacidade de
reserva, como explica Manuel Cardoso, "a situação de seca é sempre
complicado, mas está a ser elaborado um esquema para reagir a este
problema. Apesar da chuva ter sido muito pouca até agora, temos apenas
um terço das nossas albufeiras abaixo dos 50 por cento abaixo da sua
capacidade de reserva, o que nos permite ter algum optimismo em
relação à manutenção de algumas culturas que se encontram nesses
perímetros de rega. Acontece que a água que for gasta agora não poderá
ser gasta mais tarde e por isso temos que fazer um uso sustentável
dessa água para que acudir durante mais tempo aqueles que dela poderão
usufruir", justifica.

http://www.imprensaregional.com.pt/jornal_terra_quente/index.php?info=YTozOntzOjU6Im9wY2FvIjtzOjExOiJub3RpY2lhX2xlciI7czoxMDoiaWRfbm90aWNpYSI7czo0OiIxODc1IjtzOjk6ImlkX3NlY2NhbyI7Tjt9

Proteção das galinhas poedeiras

MAMAOT

NOTA DE IMPRENSA

A Diretiva 1999/74 relativa à proteção das galinhas poedeiras proíbe a
utilização de gaiolas não melhoradas a partir de 1 de Janeiro de 2012.

Gaiolas não melhoradas são aquelas que disponibilizam um espaço mais
reduzido por galinha colocada em gaiola e não dispõem de ninho, cama e
barra para desgaste de garras, não permitindo assim às galinhas exibir
todos os comportamentos próprios da espécie.

Devido à conjuntura económica europeia adversa e particularmente aos
constrangimentos financeiros de alguns países da União Europeia, o
sector de produção avícola de 14 países nos quais se inclui Portugal,
não conseguiram em tempo útil proceder à reconversão da totalidade das
suas explorações.

Tal circunstância não decorreu da oposição do sector a tal medida, mas
sim pelas razões já acima mencionadas. Tal é patente pelo empenhamento
que a Federação Portuguesa das Associações Avícolas e Associação
Nacional dos Avicultores Produtores de Ovos no acompanhamento da
conversão e na estreita relação que tem mantido com a DGAV no
estabelecimento de medidas adequadas à efetiva conversão.

Neste sentido, os serviços do MAMAOT têm vindo a monitorizar de perto
a situação, inclusive com visita de controlo a todas as explorações no
passado mês de Dezembro, com base no qual definiu um Plano de ação e
respetivos procedimentos os quais estão públicos no portal da DGAV.

Os procedimentos referidos constituem a garantia dada por Portugal à
Comissão Europeia da intenção clara de conseguir a conversão das
explorações no período previsto e que só são colocados no mercado de
ovo fresco, ovos produzidos por galinhas instaladas em gaiolas
melhoradas ou de sistemas alternativos, produção biológica e ovos de
solo. Os ovos produzidos por galinhas instaladas em gaiolas não
melhoradas destinam-se exclusivamente à indústria alimentar de
transformação, os quais estão sujeitos a regime de rotulagem
específico e inibidos de circular no espaço intracomunitário.

Para verificação do cumprimento das medidas estipuladas foi
implementado um plano de controlo específico para o efeito o qual se
encontra em ação e ao abrigo do qual serão tomadas as medidas
necessárias e previstas por lei para assegurar os pressupostos do
plano de ação.

Apesar de no momento a situação do mercado do ovo ser mais favorável e
por esse motivo a produção dispor de mais meios para a conversão das
suas explorações, constata-se que o nível de conversão das nossas
explorações se situa em cerca de 50%, o que está longe das previsões
iniciais do setor que apontavam para uma taxa de 70% para este
período.

Nesta circunstância tem sido preocupação da DGAV incentivar a produção
a acelerar este processo e alertar para as repercussões de um eventual
incumprimento, que levaria a um processo judicial a nível comunitário
contra Portugal, com aplicação de multa e outras sanções de carácter
comercial, dificultando no futuro o comércio de ovos.

Também em colaboração com as associações de setor tem a DGAV procurado
evitar distorções de mercado e garantir o abastecimento do mercado
nacional, evitando a concorrência desleal.

Lisboa, 16 de Abril de 2012

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/04/16g.htm

Exportadores de vinho preocupados com medidas protecionistas

Associação Nacional dos Comerciantes Exportadores de Vinhos e Bebidas
Espirituosas defende uma atitude por parte da CPLP


Estado vai poupar com fundo europeu
José Mota
16/04/2012 | 20:00 | Dinheiro Vivo
A Associação Nacional dos Comerciantes Exportadores de Vinhos e
Bebidas Espirituosas (ANCEV) vê com preocupação as possíveis medidas
do Governo brasileiro de aumentar o imposto de importação de vinhos de
27% para 55%, bem como a possível atribuição de quotas à entrada de
vinhos estrangeiros.
Paulo Amorim, presidente da ANCEV, sublinha que esta era "a altura
ideal para a CPLP por em prática o que muito diz e avançar para uma
campanha muito interessante", ou seja, "sendo Portugal e o Brasil
membros da mesma comunidade deveria ser dada uma proteção especial a
Portugal, vantagens especiais para os dois países".
No entanto, Paulo Amorim, refere que já por várias vezes "foram
anunciadas medidas radicais que depois não se concretizaram e apenas
resultaram em muita polémica".
As medidas agora anunciadas "são um caso de protecionismo, que
naturalmente preocupam os exportadores portugueses".
Lembra ainda que com as duas grandes iniciativas que vão decorrer no
Brasil, Jogos Olímpicos e Mundial de Futebol, "muitos são os que
estão a tentar exportar os seus vinhos para o Brasil, até porque neste
momento é um país em franco crescimento económico e com uma classe
média com poder de compra".

http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO042001.html

Sequela do FarmVille pode estar a caminho

Por JPN - jpn@icicom.up.pt
Publicado: 16.04.2012 | 20:07 (GMT)

O simulador de agricultura que se tornou um sucesso no Facebook pode
voltar numa segunda versão. Um dos publicitários que trabalhou na
empresa responsável, a Zynga, confirmou que a versão já está a ser
desenvolvida.

O FarmVille revelou-se um sucesso por entre os utilizadores da rede
social Facebook. Muitos foram os que aderiram a este simulador de
agricultura para se entreterem na rede. Agora, um publicitário que
trabalhou na empresa responsável pelo jogo, a Zynga, veio confirmar
que está a ser pensada uma nova versão, incluindo o seu
desenvolvimento no currículo, adianta o site Eurogamer.

A empresa já é conhecida pelas sequelas de jogos populares nas redes
sociais e esta nova ação pode ser uma forma de combater a perda de
popularidade do FarmVille. Com a chegada do jogo Sims Social e do
Angry Birds, o simulador de agricultura perdeu terreno para os
concorrentes.
A nova versão terá novas ferramentas e funcionalidades para cativar os
utilizadores quando estão na rede social.

O Facebook tem vindo a apostar na vertente de plataforma de jogos
interativos e a empresa Zynga pretende surpreender com novas formas de
utilizar os jogos disponibilizados pelo Facebook.

http://jpn.icicom.up.pt/2012/04/16/sequela_do_farmville_pode_estar_a_caminho.html

ViniPortugal promove vinhos portugueses no Brasil

16 de Abril de 2012 por Tiago da Cunha Esteves
A ViniPortugal vai promover os vinhos portugueses no mercado
brasileiro durante a Expovinis, feira que começa no próximo dia 24 e
decorre até 26, em São Paulo. Ao todo, 56 produtores vão participar
neste evento, num stand com cerca de 320 m2 e um investimento total de
um milhão de euros.

Para o director de marketing da ViniPortugal, Nuno Vale, esta aposta
no mercado brasileiro faz sentido, já que "continua a ser o segundo
mercado prioritário a nível da promoção da imagem dos vinhos
portugueses, com elevado potencial de crescimento".

O secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque, vai
estar presente na cerimónia de inauguração da Expovinis, assim como
outras individualidades brasileiras e portuguesas.

A ViniPortugal informa ainda que, na véspera da feira, "o universo do
vinho português será distinguido na 'Premiação dos Melhores do Vinho
2012′ da revista Prazeres da Mesa", a decorrer no dia 23, também em
São Paulo.

http://www.publituris.pt/2012/04/16/viniportugal-promove-vinhos-portugueses-no-brasil/

Encontro para o desenvolvimento da agricultura social em Lagos

Regional


d.r. Ver Fotos »
Hortas sociais Lagos
Decorreu na sexta-feira, dia 13, na antiga Escola Gil Eanes, Lagos, o
encontro para o desenvolvimento da agricultura social.

A agricultura social consiste na utilização de espaços onde se
desenvolvem atividades agropecuárias para a promoção da saúde física e
mental. É uma atividade que tem vindo a ser desenvolvida, com sucesso,
em vários países europeus.

Integrado no conceito de reabilitação, pretende-se que plantas,
animais, jardins, hortas, florestas e a paisagem sejam utilizados para
capacitação através do trabalho em meio rural direcionado para pessoas
em risco de exclusão social por diferentes motivos.

O trabalho desenvolvido no âmbito da agricultura social passa pela
formação, produção de produtos hortícolas e frutícolas, transformação
dos produtos e venda na comunidade; bem como prestar cuidados aos
animais da quinta e manutenção do espaço envolvente.

As quintas, onde esta atividade tem vindo a ser desenvolvida, têm por
base um carater não lucrativo, estando focadas para a reabilitação e
integração das pessoas envolvidas.

Os objetivos deste encontro prenderam-se com a divulgação do conceito
de agricultura social, partilha de experiências e ideias sobre a
agricultura social, discussão dos benefícios da agricultura social
mediante o público-alvo e avaliação da aplicabilidade do conceito em
Lagos.

16 de Abril de 2012 | 21:27
barlavento

http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=52747

Portugal arrisca multa pesada por causa de galinheiros

Publicado ontem às 16:48


O Diretor-geral de Alimentação e Veterinária diz que Portugal
arrisca-se a pagar uma pesada multa por causa da nova diretiva
europeia que obriga a melhorar as condições dos galinheiros.
O Diretor-geral de Alimentação e Veterinária admite à TSF que Portugal
está longe de cumprir as metas europeias e arrisca-se a pagar uma
pesada multa. Em causa a nova diretiva comunitária que obriga a
adaptar e melhorar as condições dos galinheiros.

Os produtores de ovos têm de fazer as mudanças até Julho. À TSF, o
Diretor-Geral de Alimentação e Veterinária, Nuno Vieira Brito, admite
que os atrasos são grandes, mas o Governo não vai propôr o abate de
galinhas.

Nesta altura, Portugal tem apenas 50 por cento das gaiolas melhoradas.
As empresas produtoras de ovos podem ter que abater 3 milhões de
galinhas até Julho.

Em declarações à TSF, Nuno Vieira Brito falou também da nova taxa de
segurança alimentar anunciada pelo Governo e contestada por alguns que
dizem que quem vai pagar é o consumidor.

http://m.tsf.pt/m/newsArticle?contentId=2423033&page=1

«Pouca prevenção» do Ministério da Agricultura dificulta eficácia, dizem bombeiros

Publicado dia 15/04/2012

O presidente da Associação Nacional de Bombeiros Portugueses (ANBP)
criticou hoje, em Santarém, as «poucas atividades» de prevenção
desenvolvidas ao longo do ano pelo Ministério da Agricultura,
essenciais para garantir a eficácia da primeira intervenção.
No encerramento do 11º Congresso Nacional dos Bombeiros Profissionais,
Fernando Curto elogiou o «grande investimento» no dispositivo para os
incêndios florestais e o «grande empenho e organização» do Ministério
da Administração Interna (MAI) e da Autoridade Nacional de Proteção
Civil.

No entanto, o presidente da ANBP criticou as «poucas atividades
verificadas ao longo do ano no que respeita à prevenção e ao trabalho
do Ministério da Agricultura, para que o trabalho dos bombeiros, que
se encontram no final desta cadeia, possa ser efetuado em pleno, o seu
trabalho com condições para uma primeira intervenção capaz».

O presidente da ANBP criticou ainda o facto de as câmaras municipais,
à exceção de Faro, não estarem a cumprir o decreto-lei que prevê a
passagem dos bombeiros municipais a sapadores, alteração que «não
acarreta quaisquer custos financeiros» e cuja aplicação «vem ordenar a
orgânica» do sector.

http://m.tsf.pt/m/newsArticle?contentId=2421515&page=1

Agricultura: Governo "não vai propor o abate" de galinhas para cumprir lei europeia

Lisboa, 16 abr (Lusa) - O Governo português "não vai propor o abate"
de galinhas para cumprir uma diretiva europeia, disse hoje o
diretor-geral da Alimentação e Veterinária, Nuno Vieira e Brito.

Segundo uma notícia hoje avançado pelo jornal i, os produtores
nacionais de ovos não estão a adaptar-se às imposições europeias,
definidas numa diretiva comunitária que obriga a ter gaiolas
melhoradas para o gado ovino.

Vieira e Brito quer "afastar de todo o espetro do abate", afirmando
que o Governo pretende estimular as empresas a cumprir no mais curto
espaço de tempo a diretiva europeia.


 http://expresso.sapo.pt/agricultura-governo-nao-vai-propor-o-abate-de-galinhas-para-cumprir-lei-europeia=f719457#ixzz1sIeHdxP1

Praga da laranja ameaça a Califórnia, segundo maior produtor de citros dos EUA

Por MIRIAM JORDAN


ASSOCIATED PRESS
Um funcionário do governo californiano coleta mostras de uma
laranjeira em Los Angeles.

A indústria de frutos cítricos da Califórnia, que movimenta US$ 2
bilhões, está se preparando para o alastramento de uma doença que mata
as culturas, depois que uma árvore infectada foi descoberta no quintal
de uma casa em Los Angeles.

A huanglongbing (HLB), doença bacteriana também conhecida como
"Greening" ou "Amarelão", ataca o sistema vascular das plantas
cítricas e obstrui o fluxo de nutrientes. A doença impede os frutos de
se formarem por completo e os torna amargos enquanto destrói a árvore.
É transmitida por um inseto, o psilídeo cítrico asiático. Até agora
não há cura, e as autoridades americanas ordenam desenraizar qualquer
árvore encontrada com a doença.

Os psilídeo foi detectado pela primeira vez no sul da Califórnia em
2008. Mas a presença da doença só foi confirmada em 30 de março,
quando se constatou que havia atingido uma árvore em Hacienda Heights,
um subúrbio de Los Angeles. Agora a ansiedade está se espalhando entre
os agricultores californianos, que cultivam 120.000 hectares de
citros.

"Já estávamos esperando por isso, mas é um chute no estômago", disse
Ted Batkin, presidente do Conselho de Pesquisa de Citros, na
Califórnia, organização financiada pelos citricultores. "Não tenho
dúvidas de que vou encontrar mais árvores com essa bactéria."

O HLB já dizimou plantações de citros na China, no Brasil e na
Flórida. A doença custou à Flórida milhares de empregos e bilhões de
dólares em receitas e atividade econômica perdida desde que foi
detectada nesse Estado americano em 2005, segundo os especialistas. A
doença foi descoberta no Texas há alguns meses. Os insetos estão
presentes em vários Estados americanos produtores de cítricos,
incluindo o Arizona.

A Califórnia é uma das últimas grandes regiões citricultoras do mundo
a enfrentar a praga e o segundo maior produtor cítrico dos Estados
Unidos, depois de Florida. Os especialistas esperavam que o clima seco
do Estado ajudasse a evitar uma crise. Antes de aparecer em Los
Angeles, a doença ainda não tinha sido encontrada em nenhum lugar da
Califórnia, apesar da presença dos insetos que são vetores da praga.

Os psilídeos infectados, que medem de 1 a 5 milímetros, espalham a
doença quando se alimentam de uma planta. Pode levar quatro ou cinco
anos para uma árvore madura apresentar sintomas; normalmente depois
disso ela morre dentro de dois anos. A doença não representa ameaça
aos seres humanos nem aos animais.

O possível impacto da praga ocorre agora que as perspectivas para o
setor cítrico da Califórnia melhoraram, graças à popularidade entre os
consumidores da tangerina sem caroço, fácil de descascar.

A Califórnia é a principal produtora de tangerinas, e os agricultores
têm aumentado as áreas cultivadas com essa fruta.

"Estamos especialmente preocupados porque o nosso forte (...) é
produzir frutas de alta qualidade para a mesa, e não frutas para
suco", disse Jim Gorden, que cultiva tangerina, laranja, limão e
grapefruit na região central da Califórnia e é membro do Comitê da
Califórnia de Prevenção às Pragas e Doenças dos Citros. "A longo
prazo, esta doença pode ser devastadora."

http://online.wsj.com/article/SB10001424052702304432704577347992415226600.html

ANPROMIS promove ações de formação: “O milho nas primeiras fases do seu desenvolvimento”

Anpromis organiza entre o dia 22 e 25 de Maio, três ações de formação
subordinadas ao tema "O milho nas primeiras fases do seu
desenvolvimento". Destinadas a produtores de milho e técnicos
agrícolas, as acções serão ministradas por Albert Porte Laborde, o
conceituado consultor agrícola e perito para a cultura do milho em
França.

A realizar na zona de Santarém, Évora e Ferreira do Alentejo as ações
serão compostas por uma parte teórica, ministrada em sala (cerca de 90
minutos) e por uma visita a diversas parcelas de milho, em que se
analisará in loco o desenvolvimento da cultura e os principais
constrangimentos detetados.


PROGRAMA PROVISÓRIO DAS ACÇÕES:

9h00 - Inicio das Ações de Formação (em sala)
10h30 - Vista a diversas parcelas de milho
13h00 - Almoço
18h30 - Fim da Ação de Formação

As ações de formação encontram-se sujeitas a pré-inscrição a qual
deverá ser enviada para anpromis@anpromis.pt até ao próximo dia 19 de
Abril. As ações serão ministradas em castelhano e estão limitadas a
cerca de 30 pessoas por ação.

fonte: muiticom

44ª Feira Nacional de Agricultura/54ª Feira do Ribatejo

De 2 a 10 de Junho, temos encontro marcado em Santarém para a
realização da 44ª Feira Nacional de Agricultura/54ª Feira do Ribatejo.
A edição deste ano tem como tema central os biocombustíveis. Em 2006
realizámos um primeiro contacto a nível dos produtos bioenergéticos
mas o desafio passa por um conjunto de iniciativas mais alargado,
materializado em colóquios, seminários e workshops.
De forma emblemática, a Feira demonstrará o contributo que a
agricultura pode dar para a sua produção, exibindo culturas de ensaio
como é o caso do cardo e do milho.
Aberta às realidades e às mudanças do Mundo Rural, a Feira procura ser
a montra do que melhor se faz e produz no nosso país. Nessa medida,
foi introduzido um conjunto diversificado de novidades:

- O Salão Nacional do Azeite, que para além de espaços de mostra e
várias provas gastronómicas, contará ainda com diversas sessões
práticas de instalação, fertilização e manutenção de olivais
- O Concurso Nacional de Vinhos Engarrafados 2007, integrado no
Festival Nacional do Vinho, onde pela primeira vez, desde 1993,
estarão a concurso os principais vinhos portugueses
- A maior Feira Taurina do país, com seis corridas de toiros, duas
novilhada e vários espectáculos taurinos, numa praça montada no
recinto da feira

Vamos continuar com as iniciativas Bolsa de Emprego, promovendo a
primeira experiência profissional de jovens e o projecto "Agricultura
Contra a Fome", pela sua importância de apoio aos mais carenciados.
A feira contempla ainda as habituais áreas de referência ao mundo
rural e agrícola, com especial destaque para a mostra de
agro-pecuária, artesanato e gastronomia, e ao mundo do espectáculo e
da promoção dos valores tradicionais, com as típicas largadas de
toiros, desfiles e provas de campinos, actividades equestres, música
popular e tradicional.
Vamos ainda manter o conceito do "Dia Livre", permitindo a todos os
visitantes conhecer a feira de forma gratuita, na segunda-feira, dia 4
de Junho.
Por tudo isto e muito mais, estão reunidas as condições para uma
promissora Feira Nacional de Agricultura/Feira do Ribatejo,
proporcionando a expositores e visitantes, um leque bastante
diversificado de interesses, ao conjugar a vertente de negócio com
momentos de lazer e convívio.

Programa: http://cnema.pt/xms/files/Programas_das_Feiras/2007/FEIRAAGRICULTURA/programafnafr.pdf

http://www.cnema.pt/calendario_apresentacao.php?aID=1893

Jeremy Irons jantou no Eleven e adorou vinho do Douro

VISITA A LISBOA

por DN.ptOntem


Fotografia © Paulo Spranger/Global Imagens
No domingo à noite, o ator britânico provou vários peixes e marisco,
tendo-se deliciado com os néctares do Douro num jantar no restaurante
Eleven. No sábado, Irons passou pela Feira da Ladra.

As rodagens do filme Night Train to Lisbon [Comboio Noturno para
Lisboa] tem proporcionado a Jeremy Irons a possibilidade de conhecer o
que de melhor a capital tem para oferecer.
O ator e a equipa de filmagens estiveram na noite de domingo no
reputado restaurante Eleven onde provaram cavala com juliana de
beterraba e maça, cataplana de camarão com ervilhas frescas e garoupa
crosta de salsa sobre cogumelos e puré de alface de mar. Uma ementa
que ficou completa com leite-creme de rosmaninho e na qual o vinho do
Douro mereceu especial atenção por parte de Irons, que adorou Quinta
dos Avidagos.
Segundo apurou o DN, Irons também conheceu uma das facetas típicas de
Lisboa e teve oportunidade de visitar, no sábado, a Feira da Ladra,
uma das mais célebres da capital.

http://www.dn.pt/inicio/pessoas/interior.aspx?content_id=2423166

Tempo não dá tréguas à laranja algarvia

16-04-12
A produção de citrinos no Algarve deverá sofrer uma quebra "entre 20 a 30%", segundo dados que constam no último relatório do Grupo de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca. A produção de alfarroba e de forrageiras também sofrerá uma redução significativa.

Segundo o Correio da Manhã e baseando-se no relatório, publicado neste mês, os citrinos foram, de uma forma geral, "muito afectados pelas geadas", que prejudicaram "o seu estado vegetativo". Os pomares que sofreram maiores danos foram "os da tangerina Encore e Clemenville e das laranjas Lanelate, D. João, Valência Late e Rhodes".

O Algarve conta com mais de 11 mil hectares de pomares, representando quase 70% do total nacional. Num ano normal, a região produz mais de 200 mil toneladas de citrinos.

As condições meteorológicas também estão a afectar as alfarrobeiras. "Prevê-se uma diminuição de produção na ordem dos 25 a 30%, em parte devido aos efeitos da seca", segundo consta do relatório.

Na última década, os agricultores algarvios apostaram forte na produção de alfarroba, tendo sido plantadas cerca de 2,5 milhões de árvores. A região é responsável por mais de 95% da produção de alfarroba do País, o que corresponde, num ano normal, a cerca de 50 mil toneladas.

O Grupo de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca revela, por outro lado, que "as pastagens e os prados de sequeiro tiveram, de uma forma geral, uma rápida deterioração", devido à "fraca precipitação".

"Há produtores que estão a comprar palha proveniente do Alentejo e de Espanha, onde também começa a escassear", refere o relatório. E acrescenta que "a subida acentuada dos preços dos materiais enfardados está a aumentar os custos de produção e a descapitalizar as empresas agrícolas".

http://algarveprimeiro.com/index.php?article=23997&visual=8&id_area=1&layout=20

Disponibilizar terra para os jovens cultivarem

MINISTRA DA AGRICULTURA

por LusaOntem

A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, destacou hoje a
importância de aumentar a produção agrícola em Portugal, defendendo
que "todo o pequeno hectare" de terra que o Estado conseguir
disponibilizar é "bom", sobretudo para jovens agricultores.
"Todos os hectares que nós pudermos juntar é bom" e "todos são poucos
para aquilo que são as nossas necessidades de aumentar a produção
nacional", frisou a governante.
A ministra que tutela as pastas da Agricultura, do Mar, do Ambiente e
do Ordenamento do Território (MAMAOT) falava aos jornalistas na
Herdade do Zambujeiro, junto a Aguiar, no concelho de Viana do
Alentejo.
A deslocação da ministra assinalou o início do concurso de
disponibilização de terras do Estado para cultivo, através de
arrendamento, que nesta primeira fase vai abranger 600 hectares, ainda
do tempo da reforma agrária.
Assunção Cristas visitou uma dessas parcelas, com cerca de 165
hectares, as quais serão disponibilizadas "a curto prazo e
regulamentadas através de concurso público", segundo informação do
ministério.
"O empenho do Governo é, precisamente, pegar em tudo aquilo que está
disponível e colocá-lo no mercado, especialmente dirigido aos mais
jovens", garantiu.
De acordo com a ministra, "este é o início do caminho que o Governo
quer traçar" e "todo o pequeno hectare" que possa ser disponibilizado,
"para entrar no mercado e para ser aproveitado para a produção para os
jovens, é muito positivo".
A disponibilização de terras pertencentes às direções regionais de
Agricultura e Pescas (DRAP), que não estejam a ser utilizadas, para o
desenvolvimento de projetos do setor agrícola, é um objetivo que o
MAMAOT diz ser "estratégico".
A medida integra o projeto de criação da Bolsa Nacional de Terras, com
o objetivo de promover o aumento da produção agrícola e combater o
abandono de terras.
"Agora, são 600 hectares, 'amanhã' [no futuro] serão mais alguns que
estamos a juntar nas DRAP. Depois, vamos mobilizar também os outros
ministérios para nos darem nota de propriedades que tenham" sem uso,
precisou.
Por último, disse Assunção Cristas, o Governo pretende colocar no
mercado "as terras que não têm dono".
"É um processo equilibrado, dinâmico e que tem pequenos passos. Este é
o primeiro, é simbólico. Nós precisamos muito de mostrar que a
agricultura tem um sentido de futuro e que pode ser uma solução boa
para os jovens e, hoje, vemos que esse interesse é maior", afiançou.
Os preços dos contratos de arrendamento que vierem a ser celebrados
serão "acessíveis, dentro daquilo que é o mercado", garantiu ainda a
ministra, explicando que o objetivo do Estado "não é tanto tirar daqui
um grande rendimento", mas sim reconhecer "o grande rendimento que o
país pode tirar de ter estas terras em produção".

http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2422697&page=-1

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Argentina e Chile são paraíso para produtores de vinho (VIDEO)

16 Abr, 2012, 14:25 / atualizado em 16 Abr, 2012, 14:25

A Argentina e o Chile são um paraíso para os produtores de vinho.
Muitos dias de sol, quase sem chuva e sem doenças na vinha. Foi assim,
que em poucos anos, argentinos e chilenos entraram no grupo dos
maiores produtores de vinho do mundo.

VIDEO: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=545476&tm=6&layout=122&visual=61

Seca: Espanha pode prejudicar Portugal, diz especialista

Por Francisca Paiva e Luís Mendes - jpn@icicom.up.pt
Publicado: 16.04.2012 | 12:18 (GMT)
Marcadores: Agricultura , Ambiente , Chuva , Clima , País , Porto , Seca
A especialista em Geomorfologia Laura Soares adianta que Espanha pode
prejudicar Portugal quando começar a sofrer as consequências da seca.
Agricultores e consumidores são os mais afetados pela falta de chuva.

A seca extrema tem afetado Portugal nos últimos meses. Segundo dados
do Instituto de Metereologia de Portugal (IM), os episódios mais
longos de seca na cidade do Porto foram assinalados de março de 1943 a
fevereiro de 1946. Já no país, o fevereiro mais seco foi registado em
1931. Há já 80 anos que não existia um mês de tão pouca chuva em solos
lusos.

Relativamente aos dados de 2012, e de acordo com o Instituto de
Meteorologia, a quantidade média de precipitação até 31 de março deste
ano foi de 20,8 milímetros (um terço do valor habitual). No entanto,
enquanto que no norte e centro foi registado um agravamento da
situação, no sul a situação melhorou com as chuvas do final do mês.
Apesar desta melhoria, é no Alentejo que a seca extrema é mais sentida
e que mais afeta o setor agrícola e pecuário.

O provérbio popular diz que "a invernia de março e a seca de abril
põem o lavrador a pedir". No entanto, um dos problemas consequentes da
seca é que não afeta apenas os agricultores, mas também os
consumidores de produtos hortícolas. Também os produtores de gado se
deparam com obstáculos, sendo o principal a falta de pastagens para
alimentar o gado. Os produtores lucram menos, uma vez que têm que
comprar rações, que se tornam meios mais dispendiosos de
sustentabilidade.

Como explica Laura Soares, do departamento de Geografia da Faculdade
de Letras da Universidade do Porto (FLUP), "estarmos a viver um
período de seca muito prolongado vai ter implicações a vários níveis".
Neste momento, as "implicações em termos agrícolas" são as mais
visíveis, "e é, efetivamente, onde há problemas mais graves e onde
culturas já estão perdidas", afirma. Certo é que "o consumidor vai ser
afetado, consequentemente, porque o preço dos produtos vai aumentar",
diz.

Outras implicações estão diretamente relacionadas com os recursos
hídricos. "As barragens estão secas e temos que pensar que a maior
parte dos cursos de água tem a sua nascente em Espanha. E quando os
espanhóis sentirem este problema relacionado com a seca, vão fechar as
portas e nós ainda vamos sofrer mais", diz. "Pensando nós de uma
maneira sistémica, se temos falta de água, isso vai refletir-se na
agricultura", refere.

Alterações climáticas vs. ciclos da natureza
Mais uma das consequências que preocupa a especialista em
Geomorfologia são os incêndios florestais no verão. Com o atual défice
elevado de água e um verão como têm sido os anteriores, com
temperaturas altas, este "será um ano grave e negro", considera. Laura
Soares acredita, no entanto, que a seca não se justifica com as
alterações climáticas. "Há uma certa tendência para falarmos logo em
alterações climáticas mas estas sempre existiram, não se deve
justificar os períodos de seca com isso", remata.

Já Júlio Sá, o conselheiro nacional do Partido Ecologista, "Os
Verdes", pensa que as alterações climáticas estão no centro da
questão. "A seca já é uma consequência geral. Os nossos agricultores
até têm cultura de prevenção à seca, sobretudo no verão, mas isso
acontecer no inverno é algo de inédito. E estamos a assitir a uma
alteração climática, mais do que climatérica. O homem tem uma
intervenção que altera o meio", defende.

Continuando a frisar a importância da intervenção humana como causa
principal do período de seca, Júlio Sá garante que "a preocupação é
sempre grande e não pode ser vista a nível de um episódio, como um ato
isolado". "Tem que haver toda uma política de prevenção dos impactos
provocados pela seca", diz. O conselheiro alerta ainda que "os
episódios climatéricos são encarados casualmente". "Depois não temos
um plano que vingue", aponta.

"Os Verdes" têm defendido, ao longo dos anos, o uso eficiente da água
com várias recomendações e propostas no Parlamento e no programa
eleitoral do partido. Segundo Júlio Sá, "existe um plano para
preservar e salvaguardar a água, que foi aprovado em 2005 e até hoje
não aplicado na prática, o que leva a uma falta de medidas adequadas
para a poupança e eficiência". "Neste momento, há uma estimativa
oficial que aponta para uma perda de 50% de água no transporte e
armazenamento de água no nosso país", explica. Acrescenta também que
"uma das propostas recentes na Assembleia da República foi sobre a
gestão eficiente da água na manutenção dos campos de golfe, por
exemplo".

Júlio Sá adverte ainda que os portugueses "votam num partido, não no
São Pedro", alertando para as resistências dos políticos face a
medidas tomadas sobre o ambiente no Parlamento. Já Laura Soares
acredita que todos os cidadãos devem preocupar-se com a falta de água
e, assim, tomar medidas para a poupar e remediar as consequências da
seca.

http://jpn.icicom.up.pt/2012/04/16/seca_espanha_pode_prejudicar_portugal_diz_especialista.html

Incumprimento de diretiva da UE sobre produção de ovos pode levar ao abate de 3 milhões de galinhas



16.04.2012 13:31

A produção nacional de ovos pode estar em risco por causa de uma nova regra da União Europeia (UE). Se os produtores nacionais não se conseguirem adaptar vão ser obrigado a abater três milhões de galinhas. E o país será obrigado a importar grande parte dos ovos que consome a preços mais altos. Já esta manhã, em Viana do Alentejo, a ministra da Agricultura garantiu entretanto que está a acompanhar de "muito perto" o problema.




http://sicnoticias.sapo.pt/economia/article1491434.ece

Falta de água afeta calibragem da fruta na Cova da Beira

As próximas três semanas são consideradas pelos técnicos como
decisivas para a produção de cereja e outros produtos frutícolas,
pois, ou chove em quantidade suficiente, ou a fruta deste ano vai ser
mais pequena do que o habitual.

No caso das cerejas, o sabor e qualidade "estão garantidos" e a seca
até as pode deixar mais doces, explica Filipe Costa, diretor técnico
da Cerfundão, empresa de embalamento e comercialização de cerejas da
Cova da Beira.
No entanto, como "80 a 90 por cento da fruta é constituída por água",
se o cenário de seca não for atenuado nas próximas semanas, tudo o que
for colhido nos pomares terá tendência a ser mais pequeno do que o
costume.
Como o mercado paga melhor por frutos maiores, a situação pode
provocar um prejuízo junto dos produtores "da ordem dos 50 cêntimos
por quilo" por cada três a quatro milímetros de redução no calibre da
cereja, exemplifica Filipe Costa.

Governo acompanha "de muito perto" processo das empresas produtoras de ovos

ASSUNÇÃO CRISTAS
A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, garantiu hoje que o
Governo está a "acompanhar de muito perto" o processo relacionado com
as empresas produtoras de ovos, que se "arrasta há 12 anos".
Assunção Cristas, Ministra da Agricultura, visita a empresa Zêzerovo
Imagem: Paulo Cunha
"O que posso dizer é que estamos a acompanhar de muito perto esse
processo", frisou a ministra da Agricultura, que falava aos
jornalistas numa herdade em Aguiar, no concelho alentejano de Viana do
Alentejo, onde foi questionada sobre a notícia avançada hoje pelo
jornal i, de que "três milhões de galinhas vão ser abatidas até
julho", pelo que o "preço dos ovos vai disparar em Portugal".

Agricultura. Ministra quer disponibilizar aos jovens "todos os hectares" sem uso

Por Agência Lusa, publicado em 16 Abr 2012 - 20:25 | Actualizado há 49
minutos 23 segundos

A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, destacou hoje a
importância de aumentar a produção agrícola em Portugal, defendendo
que "todo o pequeno hectare" de terra que o Estado conseguir
disponibilizar é "bom", sobretudo para jovens agricultores.
"Todos os hectares que nós pudermos juntar é bom" e "todos são poucos
para aquilo que são as nossas necessidades de aumentar a produção
nacional", frisou a governante.
A ministra que tutela as pastas da Agricultura, do Mar, do Ambiente e
do Ordenamento do Território (MAMAOT) falava aos jornalistas na
Herdade do Zambujeiro, junto a Aguiar, no concelho alentejano de Viana
do Alentejo.

Pecuária: É preciso criar mecanismo para a comercialização da carne certificada de ovino mirandês - autarca

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
13:35 Segunda feira, 16 de Abr de 2012
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Miranda do Douro, 16 abr (Lusa) - A Câmara de Miranda do Douro
defendeu hoje ser necessário criar mecanismos para a comercialização
de carne de ovino mirandês, já que esta raça autóctone é detentora da
chancela DOP há cerca de dois anos.
"Depois de obtida a certificação DOP, a cooperativa de produtores já
deveria ter partido para a comercialização de uma carne que é de
qualidade superior", disse Anabela Torrão, vereadora com o pelouro da
Agricultura do município de Miranda do Douro e também antiga
secretaria técnica da Associação de Criadores de Ovinos de Raça Churra
Mirandesa (ACRCGM).

A beterraba sacarina: Terá sentido relançar a sua produção em Portugal?

Francisco Avillez
Desde há muitos anos que acompanho a evolução do sector do açúcar em
Portugal. Quando se tomou a decisão de avançar com a fábrica de
beterraba sacarina, penso que o trabalho que então desenvolvi teve uma
contribuição significativa para que os apoios públicos necessários
para a sua concretização devessem sido desbloqueados. Posteriormente,
tenho acompanhado toda a evolução da OCM do Açúcar na qualidade de
Presidente da Associação dos Refinadores de Açúcar de Portugal (ARAP)
e, nesse contexto, manifestei várias vezes, oralmente e por escrito, a
propósito da reforma da PAC de 2003, que, na minha opinião, a DAI
devia ser convertida numa unidade de produção de bioetanol a partir da
beterraba sacarina e não numa fábrica de refinação de açúcar de cana,
o que a posição assumida pela GALP, com o apoio do Governo Português
da altura, tornou inviável.

Produtores de ovos em risco. Portugal pode passar de exportador a importador

Por Isabel Tavares, publicado em 16 Abr 2012 - 03:10 | Actualizado há
13 horas 40 minutos
O preço no consumidor, que está num dos níveis mais altos de sempre,
poderá aumentar ainda mais 10% a 15%


As empresas produtoras de ovos vão ter de abater perto de 3 milhões de
galinhas em Julho porque não cumprem uma directiva comunitária que
obriga à existência de gaiolas melhoradas, um investimento estimado em
75 milhões de euros. Por causa disso, Portugal passará de exportador a
importador.

A directiva não é nova e está em vigor desde Janeiro deste ano, mas
como muitos países estavam longe de conseguir cumpri-la, o Parlamento
Europeu optou em Janeiro por um "acordo de cavalheiros", segundo o
qual os 13 países em incumprimento teriam mais seis meses para fazer a
transição.

Actualmente, Portugal produz 102% dos ovos de que necessita e é
exportador, sobretudo para a Alemanha, Inglaterra, França e também
Espanha, quer para consumo directo, quer para a indústria. A partir de
Agosto, poderá ter de passar a importar 50% das suas necessidades.

Alguns contratos de compra já estão celebrados com países terceiros
que não têm condições mínimas comparáveis às que existem em Portugal,
o que alguns produtores consideram estranho, tendo em conta as
condições exigidas aos produtores da União Europeia.

No final de Janeiro, a Comissão Europeia abriu um processo de
infracção contra 13 Estados-membros, incluindo Portugal, pelo atraso
na aplicação da legislação sobre as gaiolas das galinhas poedeiras,
que deveria estar em vigor desde dia 1.

A proibição de gaiolas "não melhoradas" foi adoptada em 1999 [ver
página ao lado], dando aos Estados-membros perto de 12 anos para
assegurar uma transição harmoniosa para o novo sistema e aplicar a
directiva. No entanto, e até agora, Bélgica, Bulgária, Grécia,
Espanha, França, Itália, Chipre, Letónia, Hungria, Países Baixos,
Polónia, Portugal e Roménia não alcançaram as metas definidas.

Os que cumpriram, sentem-se lesados e falam em concorrência desleal.
Afinal, foram 12 anos de transição e tiveram de fazer investimentos
avultados.

A directiva em causa estabelece que todas as galinhas poedeiras sejam
mantidas em "gaiolas melhoradas", com mais espaço para fazer ninho,
esgravatar e empoleirar-se. Nos termos da directiva, só podem ser
utilizadas gaiolas que prevejam, para cada galinha, pelo menos 750 cm²
de superfície da gaiola, um ninho, uma cama, poleiros e dispositivos
adequados para desgastar as garras, que permitam às galinhas
satisfazer as suas necessidades.

O secretário-geral da ANAPO – Associação Nacional dos Avicultores
Produtores de Ovos, Paulo Mota, disse ao jornal i que não será
possível cumprir a norma exigida pela União Europeia em tempo útil.

Dos actuais cerca de 110 produtores de ovos em gaiolas - existem ainda
os produtores em modo biológico, solo e ar livre, que não estão
abrangidos por esta norma -, apenas 40 terão conseguido fazer a
conversão de parte das suas explorações, representando perto de 2,8
milhões de galinhas, de um total estimado de 6,5 milhões. Até ao final
de Julho, a nova data limite acordada, "ainda se deverá conseguir
qualquer coisa mais, perto dos três milhões". Depois deste período, a
reconversão poderá continuar a ser feita e Paulo Mota prevê que no
final deste ano haja 4,5 milhões de galinhas poedeiras a viver de
acordo com as condições regulamentas.

Na última sexta-feira, durante uma reunião que manteve com a
associação de produtores, a DGAV - Direcção Geral de Alimentação e
Veterinária explicou aos produtores que todas as galinhas poedeiras
que estejam a produzir fora das condições estipuladas terão de ser
mortas.

Além de Portugal, também Espanha, França, Itália e Polónia não deverão
cumprir as metas estabelecidas.

O eurodeputado Luís Capoulas Santos explicou ao i que "os países
nórdicos têm estado pressionadíssimos pela questão dos direitos dos
animais, com a qual concordo", e lembra que os produtores tiveram um
período de 12 anos para fazer a transição. No entanto, o ex-ministro
da Agricultura do PS concorda que não se devem extremar posições e,
até devido às dificuldades financeiras que o país enfrenta, "podia ser
concedida uma moratória de alguns meses e o governo deveria considerar
prioritários os investimentos nesta área".

A produção nacional de ovos em gaiola representa um volume de
facturação anual de 160 milhões de euros, de acordo com dados da
ANAPO. Portugal tem sido exportador de ovos, e vende para fora do país
cerca de 10% daquilo que produz. Apenas no Natal importa uma pequena
quantidade de Espanha.

Aproximadamente 25% da produção nacional destina-se à indústria de ovo
produtos. Este ano, verificou-se escassez de ovos no mercado nacional,
o que levou os preços no consumidor a subir perto de 60%, atingindo
níveis "demasiado elevados, por contraste com o ano passado, em que o
preço era muito baixo", afirmou Paulo Mota, acrescentando que o preço
ainda poderá subir 10% a 15%".

http://www.ionline.pt/dinheiro/produtores-ovos-risco-portugal-pode-passar-exportador-importador

Jovens agricultores aplaudem iniciativa do Governo de arrendar 600 hectares de terrenos

Pedro Araújo Pina
16 Abr, 2012, 09:47 / atualizado em 16 Abr, 2012, 14:13

Os últimos terrenos que o Estado ainda detém da Reforma Agrária, que
se seguiu após o 25 de abril, vão ser colocados a concurso a partir de
hoje para serem arrendados por jovens agricultores.
A medida anunciada pelo Ministério da Agricultura vai colocar ao
dispôr cerca de 600 hectares no Alentejo e centro do país.

Armando Pacheco, presidente da Associação dos Jovens Agricultores de
Portugal aplaude a iniciativa, e garante que não vão faltar
interessados.

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=545369&tm=8&layout=123&visual=61

“Agro-alimentar é chave para relançamento da economia”

2012.04.16 (00:00) Portugal
O IV Congresso da Federação das Indústrias Portuguesas
Agro-Alimentares (FIPA) irá decorrer amanhã sob o lema "Uma Indústria
Estratégica para Portugal". Pedro Queiroz, secretário geral da
Federação, explica a importância deste evento e como a fileira
agro-alimentar deve ser vista como parte do relançamento económico de
Portugal.


Distribuição Hoje (DH): O que pode esperar o profissional da
distribuição moderna do congresso da FIPA?
Pedro Queiroz (PQ): Os profissionais da distribuição podem assistir a
um fórum onde a industria alimentar vai estar em destaque, o que é
importante pois a indústria alimentar é o principal fornecedor da
distribuição moderna. Estamos numa fase em que há muitos problemas e
muitos desafios comuns este Congresso será um momento de debate,
partilha e reflexão. Os problemas e os desafios da fileira irão ficar
mais presentes na cabeça de todos e acredito que este momento irá
provocar um sentimento de maior união na defesa de uma fileira
agro-alimentar que é estratégico para Portugal. Só com uma forte união
da fileira é que este sector pode passar a ser uma das soluções para o
problema que o país atravessa actualmente.


DH: Essa união será uma das soluções para melhorar o relacionamento
entre a produção e a distribuição?
PQ: A FIPA tem defendido, independentemente das divergências que
existem em algumas matérias, que é fundamental existir um forte
entendimento na defesa da fileira agro-alimentar. Só com uma indústria
alimentar forte e sólida é possível catalisar a produção agrícola. E
também só com uma distribuição consistente e a funcionar bem é que
podemos ter uma fileira agro-alimentar com potencial para ajudar a
levantar a economia portuguesa. Mas é importante que a distribuição
olhe para os fornecedores como parceiros e promovam o seu
desenvolvimento. Sabemos que há matérias menos fáceis mas queremos,
neste congresso, abordar as temáticas pela positiva e com isso
levantar Portugal através da fileira agro-alimentar.

DH: E haverá espaço no Congresso para se debater a das marcas de
fabricantes versus marcas da distribuição?
PQ: O tema não está em agenda mas, obviamente, que vamos ter
variadíssimas intervenções de empresas e eventualmente e numa
perspetiva de competitividade a questão poderá ser lançada.

DH: O crescimento da indústria agro-alimentar além-fronteiras faz
parte das linhas principais deste IV Congresso. De acordo com a FIPA
como deve ser feito esse crescimento?
PQ: Este tema vem num momento muito oportuno porque a FIPA foi
desafiada pelo Ministério da Agricultura para ajudar a desenvolver
uma visão estratégica para o processo de internacionalização e de
promoção de exportações no sector agro-alimentar, em conjunto com
outras organizações. Como prioritário indicamos que tem de existir uma
concentração dos apoios às empresas nacionais. E falamos de mecanismos
de apoio, nomeadamente a diplomacia económica que deve ser posta ao
serviço das empresas do sector agro-alimentar. No documento que
enviamos ao Ministério, indicamos que para além das questões mais
transversais à economia, como a disponibilidade de crédito, é
essencial diagnosticar as necessidades de empresas com capacidade
exportadora, sobretudo de projectos realistas e tendo em conta quem
está capaz de o fazer. Acima de tudo gostaríamos de ver é o Governo
colocar os seus recursos aos serviços das empresas nestes processos de
internacionalização e exportação.

DH: Como avalia o papel do Governo na área da indústria agro-alimentar?
PQ: A nossa relação com o Ministério da Agricultura tem-se saldado
pela positiva, sobretudo pela constituição da Plataforma de
Acompanhamento das Relações na Cadeia Agro-alimentar (PARCA), que é o
palco privilegiado para a discussão de um conjunto de problemas que
estão em agenda das empresas das várias organizações da fileira
agro-alimentar. Diria que temos participado activamente nas várias
matérias que têm sido discutidas e temos emitido a nossa opinião e
estas têm sido tidas em conta.

DH: Faz então um balanço positivo do vosso relacionamento com o Governo?
PQ: Sim. Faço um balanço positivo, embora existam matérias que já
poderiam estar agendadas ou flexibilizadas, tais como uma maior
concentração naquilo que é o relacionamento entre a indústria e a
distribuição. E depois há um conjunto de temas mais específicos
ligados à regulamentação alimentar onde sentimos que Portugal podia
ter um posicionamento mais sólido, nomeadamente ao nível da União
Europeia. Talvez devessem existir mais recursos humanos na área de
gestão de risco nas competências da Direcção Geral de Alimentação e
Veterinária. Mas temos a noção que há caminhos mais fáceis de executar
que outros.

DH: Voltando ao Congresso, qual o principal objectivo do evento?
PQ: É o de marcar efectivamente um momento deste sector. Celebramos
também o 25º aniversário da FIPA, e ao longo destes anos a Federação
tem congregado em torno dela muitos empresários, gestores e técnicos e
hoje é parceiro do Governo na discussão de vários temas.
Desejamos que o sector aproveite o Congresso para falar entre si e
para criar uma dinâmica de união e solidariedade. Gostávamos, também,
que cada profissional saísse do Congresso com um novo alento e um novo
potencial para este sector, quer em torno da FIPA quer no espírito
empreendedor que todas as empresas devem ter nesta matéria. É um
Congresso que se apresenta pela positiva e acreditamos que o país se
vai levantar por via desta indústria. É fundamental que o poder
político perceba que o sector agro-alimentar é uma das chaves para o
relançamento da economia nacional".

FONTE: Distribuição Hoje

http://www.anilact.pt/informacao-74/5602-agro-alimentar-e-chave-para-relancamento-da-economia

Vinhos Verdes apresentam-se pela primeira vez no mercado sueco

Hamburgo recebe, dia 19 de abril, maior comitiva de sempre de produtores

Depois da participação recorde na maior feira mundial de vinhos, em
Dusseldorf, os produtores de Vinho Verde voltam, dia 19 de abril
(quinta-feira), à Alemanha, para uma ação de promoção na cidade de
Hamburgo. Com 28 viticultores, em representação de 117 marcas, é a
maior comitiva presente naquele que é o segundo maior mercado
importador, responsável pelo consumo, em 2011, de 2,5 milhões de
litros, o que representa 6,3 milhões de euros. Já no dia 18 de abril,
um grupo constituído por 14 produtores vai apresentar em Estocolmo um
rol de 66 marcas a importadores, distribuidores e enófilos, numa ação
que marca a primeira presença em termos promocionais do Vinho Verde no
mercado sueco. Décimo maior destino exportador, com 326 mil litros
comercializados em 2011, a Suécia é uma aposta estratégica para a
Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), por força
do potencial de crescimento em termos de volume de negócios. O esforço
de internacionalização do Vinho Verde, que se traduz num orçamento de
3,4 milhões de euros, o maior de sempre da região, vai também passar
hoje, dia 16 de abril, pela capital norueguesa Oslo.

Alemanha, Noruega e Suécia fazem parte do top 15 dos mercados de
exportação de Vinho Verde e são responsáveis por um investimento
acumulado em promoção de mais de meio milhão de euros. A maior fatia
está destinada ao mercado alemão, que vai absorver 300 mil euros em
ações dirigidas aos profissionais do setor, o que representa nove por
cento do orçamento da CVRVV para 2012.

Já o mercado norueguês, que cresceu 13 por centro entre 2001 e 2011,
justifica um investimento de 65 mil euros em ações como as que hoje
vão ter lugar em Oslo, traduzindo-se assim no nono maior esforço
orçamental previsto no plano de Marketing para este ano. Maior verba
vai ser investida, pela primeira vez, na Suécia, o que resulta do
facto de a CVRVV ter definido aquele país escandinavo como um mercado
prioritário, capaz de contribuir para a tendência recorde de aumento
das exportações que se verifica há uma década. Assim, a campanha de
promoção dos Vinhos Verdes em solo sueco envolverá 165 mil euros, ou
seja, cinco por cento do orçamento global.

O mercado alemão representa 16 por cento das exportações de Vinho
Verde, logo atrás do maior consumidor externo, os EUA. Em 2011, o
volume de negócios foi superior a seis milhões de euros. O mesmo é
dizer que 2,3 milhões de litros passaram as fronteiras nacionais em
direção à Alemanha, ou seja, 3,3 milhões garrafas de vinho
provenientes da região.
Os suecos, por sua vez, importaram 300 mil litros de Vinho Verde no
ano passado, ultrapassando os 600 mil euros em valor, contra os cerca
de 350 mil euros dos noruegueses, que compraram 133 mil litros, mais
cinco por cento do que em 2010.

Adega Cooperativa de Ponte de Lima, Agri-Ronção Vinícola, Armindo
Fernandes, Aveleda, CAPLA, Caves do Monte – Vinhos SA, Quinta da Lixa,
Quinta das Arcas, Quinta de Gomariz, SAVAM, Sogrape, e ViniVerde,
Vinusoalleiros constituem os 14 produtores que vão participar nas
ações de promoção nos dois países escandinavos, de 16 a 18 de abril.

A maior comitiva de viticultores está envolvida na apresentação de 117
marcas de Vinhos Verdes em Hamburgo, constituída por A&D Serviços e
Investimentos, Adega Cooperativa de Guimarães, Adega Cooperativa de
Ponte de Lima, Adega Cooperativa de Vale de Cambra, Agri-Ronção
Vinícola, Armindo Fernandes, Aveleda, CAPLA, Enoport United Wines,
Frutivinhos-Cooperativa Agrícola de Famalicão, Garantia das Quintas,
Mário Bernardo de Magalhães e Sousa, Mário Machado Marques, Provam,
Quinta da Lixa, Quinta da Raza, Quinta das Arcas, Quinta de Carapeços,
Quintas do Homem, Quinta de Gomariz, Quinta de Luou, Quinta de Paços,
SAVAM, Sociedade Agrícola Casa de Vila Nova, Sogrape, Vinhos Norte,
Viniverde e Vinusoalleiros.


fonte: mediana

Agricultura: Ministra inicia hoje processo de leilão de 600 hectares de terra que restam da reforma agrária

6:19 Segunda feira, 16 de abril de 2012

Porto, 16 abr (Lusa) -- A ministra da Agricultura, Assunção Cristas,
dá hoje início ao concurso de disponibilização de terras do Estado
para cultivo através de arrendamento, indo a leilão 600 hectares que
restam da reforma agrária "para que possam ser aproveitados por jovens
agricultores".

No sábado, em Albergaria-a-Velha, Assunção Cristas anunciou que 600
hectares de terra que restam da "reforma agrária" irão ser colocados
hoje em leilão "para que possam ser aproveitados por jovens
agricultores", sendo, na opinião da governante, um primeiro sinal do
sentido que o Governo quer dar de que "o Estado não quer açambarcar
mais terras, quer é pôr no mercado terra que não esteja a ser
eficazmente usada".

Segundo uma nota de agenda enviada pelo gabinete do Ministério da
Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território
(MAMAOT) às redações, a ministra estará hoje, às 10:00, em Évora, numa
das parcelas "que serão disponibilizadas a curto prazo e
regulamentadas através de concurso público".

http://expresso.sapo.pt/agricultura-ministra-inicia-hoje-processo-de-leilao-de-600-hectares-de-terra-que-restam-da-reforma-agraria=f719346

Troca de sementes pela diversidade

Dia Global da Luta Agrária

Uma troca de sementes foi ontem organizada, em Lisboa, pela 'Campanha
pelas Sementes Livres', para promover a diversidade das sementes
agrícolas. A iniciativa foi organizada no âmbito do Dia Global da Luta
Agrária, que se celebra amanhã.
1h00Nº de votos (0) Comentários (0)
Por:J.F.

"A troca serve para promover a diversidade das sementes, que nem
sempre é protegida pelos interesses da agricultura comercial. Em
Portugal, com a adopção da Política Agrícola Comum, o trigo deixou de
ser semeado porque é importado da França", explicou Lanka Horstink,
coordenadora desta campanha.
"Actualmente, a Rede de Hortas pela Diversidade tem 30 hortas
espalhadas pelo País. É nestes espaços que são preservadas as
sementes", acrescentou.
Na iniciativa, foram trocadas sementes tradicionais de cultivo:
abóbora, feijão, trigo, milho e tomate.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/troca-de-sementes-pela-diversidade

Caça luta por distinção

UNESCO: Fencaça pediu ao governo para dar início ao processo

A Federação Portuguesa de Caça (Fencaça), que representa 100 mil
caçadores, quer que a actividade cinegética venha a ser declarada pela
UNESCO como Património Imaterial da Humanidade, por ser "mais antiga
do que a agricultura" e "um desporto compatível com a biodiversidade."
1h00Nº de votos (0) Comentários (0)
Por:Isabel Jordão


"Portugal é, e sempre foi, um País de caçadores", justifica Jacinto
Amaro, presidente da Fençaca, adiantando que "só em taxas de concessão
de zonas de caça e de licenças os caçadores entregam ao Estado mais de
dez milhões de euros por ano".
Jacinto Amaro defende que a actividade cinegética deve ser "valorizada
e protegida", enquanto "desporto e negócio", o que passará pela sua
distinção. Nesse sentido, já pediu ao Governo que "dê início aos
trâmites necessários junto da UNESCO para que esta declare a caça como
Património Imaterial da Humanidade".
Além de ser uma actividade "mais antiga do que a agricultura", a caça
tornou-se "um complemento ao aproveitamento agrícola, pecuário e
florestal", defende o presidente da Fencaça, adiantando que uma zona
de caça, quando se instala, impede a desertificação do mundo rural,
cria postos de trabalho, fixa guardas de recursos florestais, recupera
montes e caminhos rurais e realiza sementeiras em terrenos há muito
improdutivos, além de gerar rendas para toda a fileira. A caça
"impulsiona a deslocação de milhares de caçadores de norte a sul do
País", fazendo nascer um "tipo de turismo, o cinegético, que contribui
para o desenvolvimento de zonas deprimidas" e regula a
"sustentabilidade das populações", adianta a carta já entregue ao
Governo, a que o CM teve acesso.
Segundo dados da Fencaça, há actualmente 240 mil caçadores, embora
apenas 135 mil tenham renovado as licenças, que exercem a actividade
em 4590 zonas de caça.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/caca-luta-por-distincao

Geada arrasa laranja algarvia

Agricultura: Dados de relatório sobre os efeitos da seca

A produção de citrinos no Algarve deverá sofrer uma quebra "entre 20 a
30%", segundo dados que constam no último relatório do Grupo de
Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca. A produção de
alfarroba e de forrageiras também sofrerá uma redução significativa.
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Por:José Carlos Eusébio

De acordo com o relatório, publicado neste mês, os citrinos foram, de
uma forma geral, "muito afectados pelas geadas", que prejudicaram "o
seu estado vegetativo". Os pomares que sofreram maiores danos foram
"os da tangerina Encore e Clemenville e das laranjas Lanelate, D.
João, Valência Late e Rhodes".
O Algarve conta com mais de 11 mil hectares de pomares, representando
quase 70% do total nacional. Num ano normal, a região produz mais de
200 mil toneladas de citrinos.
As condições meteorológicas também estão a afectar as alfarrobeiras.
"Prevê-se uma diminuição de produção na ordem dos 25 a 30%, em parte
devido aos efeitos da seca", segundo consta do relatório.
Na última década, os agricultores algarvios apostaram forte na
produção de alfarroba, tendo sido plantadas cerca de 2,5 milhões de
árvores. A região é responsável por mais de 95% da produção de
alfarroba do País, o que corresponde, num ano normal, a cerca de 50
mil toneladas.
O Grupo de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca revela, por
outro lado, que "as pastagens e os prados de sequeiro tiveram, de uma
forma geral, uma rápida deterioração", devido à "fraca precipitação".
"Há produtores que estão a comprar palha proveniente do Alentejo e de
Espanha, onde também começa a escassear", refere o relatório. E
acrescenta que "a subida acentuada dos preços dos materiais enfardados
está a aumentar os custos de produção e a descapitalizar as empresas
agrícolas".

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/geada-arrasa-laranja-algarvia

Produtores que exportam vinho para o Brasil ameaçados

Indústria

Sónia Santos Pereira
16/04/12 00:05


O governo brasileiro estuda mudança nas regras de importação. O preço
do vinho pode aumentar 30%.

As exportações de vinho português para o Brasil estão sob ameaça. O
governo brasileiro está a estudar a introdução de uma medida que
poderá elevar de 27% para 55% o imposto de importação de vinho, e a
ponderar ainda a atribuição de quotas à entrada de vinhos
estrangeiros. Esta cláusula surge numa altura em que o Brasil ocupa o
quarto lugar no 'ranking' das exportações de vinho português, tendo
adquirido no ano passado mais de 23,6 milhões de euros. Caso a medida
entre em vigor no Verão, como é apontado, o preço do vinho português
no Brasil subirá 30%.

Sogrape, José Maria da Fonseca, Quinta do Crasto e Aveleda estão
contra esta cláusula que retira competitividade às exportações do
sector. "Esta medida põe em causa as vendas dos vinhos portugueses no
Brasil, é uma medida má para todos", realça António Soares Franco,
presidente da José Maria da Fonseca (JMF). O empresário defende que o
governo brasileiro está a proteger os produtores locais mas "80% do
mercado é dominado pelo vinho brasileiro". O Brasil é o terceiro
mercado de exportação da JMF, ao assegurar 10% dos 19 milhões de euros
de vendas em 2011. O Periquita, da JMF, que é o vinho europeu mais
vendido no Brasil, poderá ver o preço aumentar 25%, avança Soares
Franco.

A introdução da medida é polémica no Brasil. "Alguns restaurantes já
boicotaram a venda de vinhos brasileiros e há supermercados que
ameaçam fazer o mesmo", revela o mesmo gestor. As associações do
sector já levaram este tema a Bruxelas e houve contactos informais com
membros do Governos.

http://economico.sapo.pt/noticias/produtores-que-exportam-vinho-para-o-brasil-ameacados_142570.html