segunda-feira, 16 de abril de 2012

Não é marketing de Portugal, é (difícil) branding

16/04/12 00:01 | Nuno Cintra Torres

Mesmo no actual estado das coisas, persiste a ideia absurda de
desenvolvimento de uma "marca Portugal", aplicável a todos produtos,
serviços e experiências de consumo.

Toda a agente sabe que há apenas uma actividade a que a referência
"Portugal" se aplica com propriedade - o turismo. Quanto ao resto, há
noções vagas sobre a história do país e não há uma marca comercial
identificável com Portugal por largos milhões de consumidores
(exemplo: Nespresso). Portugal é apenas o nome de um sítio para onde
se vai apanhar sol e onde não se gosta de trabalhar, pensam eles. Tem
alguma história, cidades cativantes, vinho do Porto, sardinhas e a
carreira de eléctricos Nº28 em Lisboa. Não obstante as limitações
serem conhecidas, a putativa marca "Portugal" aplicada em sentido
amplo será o tema central de um próximo congresso de marketing. Isto
revela que persistem vários equívocos. A publicitação e promoção de
países não decorre da disciplina "marketing" mas sim da disciplina
"branding", a actividade relacionada com a criação de percepções,
dedicada a definir os processos multidimensionais para conquistar
território na mente dos consumidores. É o branding que define a
proposta de valor e o benefício emocional da marca. Quem define a
experiência de consumo, o design dos carros, é a "BMW Brand Academy".
O CEO da Cartier diz que o seu negócio não são relógios ou jóias. É o
desejo. Há pouco tempo, Al Ries, um dos gurus do marketing, reconheceu
a realidade em artigo intitulado "Let's Get Real: It's Not Marketing
We Do Today, It's Branding". O branding precede e comanda o marketing,
que por sua vez se encarrega de colocar os produtos nos mercados etc
através de RP e publicidade, pricing, packaging, etc de acordo com o
"brand book". A essência do branding reside ao nível das ideias e a
profundo conhecimento da mente dos consumidores. Em Portugal, o
branding continua a ser confundido com marketing e a ser reduzido a
componentes visíveis da marca - logotipo ou nome. Fazer o branding de
países é complexo e moroso e poderá ser eventualmente ineficaz ou até
contraproducente. A imagem de um país resulta de um conjunto de
percepções com origens muito variadas - história, empresas, marcas,
experiências, desporto, produção cultural e científica. Como diz David
Gertner da Pace University de Nova York, "os produtos podem ser
descontinuados, modificados, retirados do mercado, relançados,
reposicionados ou substituídos por melhores produtos. Os sítios não
têm a maioria dessas escolhas. Os seus problemas de imagem podem
residir em problemas estruturais que demoram anos a resolver."
____

Nuno Cintra Torres
nunocintratorres@gmail.com

http://economico.sapo.pt/noticias/nao-e-marketing-de-portugal-e-dificil-branding_142553.html

Crise obriga famílias a voltarem-se para a terra

Mercado de Paços de Ferreira enche-se, aos domingos, para escoar
excedentes da horta

Por: tvi24 / MM | 15- 4- 2012 22: 55

Em tempo de crise, há cada vez mais famílias a regressar à
agricultura. Em Paços de Ferreira, todos os domingos de manhã, o
mercado enche-se com produtos da terra.

Os pequenos produtores já não cultivam só para consumo próprio, mas
também para vender.

As razões desta mudança, numa reportagem de Mariana Barbosa, com
imagem de Rui Rocha.

http://www.tvi24.iol.pt/aa---videos---sociedade/mercado-pacos-pacos-de-ferreira-agricultura-crise-tvi24/1341046-5795.html

Confederação dos Caçadores contra projeto de Lei do Partido Socialista

Regional


d.r. Ver Fotos »
Caçadores
Os socialistas apresentaram na Assembleia da República um projeto lei
visando alterar o estatuto jurídico dos animais no Código Civil. A
Confederação dos Caçadores e outras organizações querem ser ouvidas e
já falaram com os deputados do PS e PSD para que inviabilizem o
projeto em discussão

«O Partido Socialista apresentou para debate na Assembleia da
República um Projeto de Lei n.º 173/XII/1.ª, visando o Código Civil no
que respeita ao chamado jurídico dos animais o que constitui um sério
e perigoso ataque à generalidade dos sectores e atividades que lidam
com animais, tais como a caça, pesca, agricultura, pecuária, indústria
agro-pecuária, tauromaquia, desporto equestre, canicultura,
columbofilia, etc.

Tal iniciativa vem apresentada de um modo à primeira leitura
perfeitamente inocente, sob o pretexto da necessidade de proibir maus
tratos aos animais, nomeadamente aos animais de companhia, o que é
pacificamente aceite.», afirmam, em comunciado, a Confederação
Nacional dos Caçadores Portugueses, Clube Português de Canicultura e
Clube de Monteiros do Norte.

Afirmam os mentores do projecto ser este um «primeiro passo decisivo»
para a institucionalizar o conceito de «não-humanos» no ordenamento
jurídico, o que conduz a que os animais passem a ter em muitos
aspectos um jurídico equiparado ao do homem.

Exemplificam, por exemplo, que em caso de divórcio a guarda dos
animais passa a ser decidida pelo Tribunal, ao mesmo nível que a
decisão sobre a guarda dos filhos, podendo até ser decidida a sua
guarda conjunta. «Ao dar realce a estes pormenores, que atraem a
atenção da generalidade das pessoas, pretendem assim encobrir o
obejtivo principal deste projeto que é o de conseguir a cobertura da
lei para a sua filosofia radical que condena todo o tipo de utilização
dos animais pelo homem, seja para lazer, alimentação, vestuário ou
fins económicos, e que é totalmente contrária ao sentimento e prática
dominantes na cultura tradicional no povo português», adiantam aquelas
organizações em comunciado.

Para as associações que assinam o comunciado, «do ponto de vista
técnico legal este projeto de Lei é um alçapão que iria permitir no
passo seguinte, e num futuro imediato, a mais completa arbitrariedade
e discricionariedade de criar uma falsa igualação ao tratar no mesmo
plano de artificial paridade os animais de companhia e os domésticos,
os que são pragas, os selvagens ou outros, impondo ao homem os mesmos
deveres para com todos eles por igual».

As organizações signatárias reuniram-se com os Grupos Parlamentares do
PSD e do PS, tentando positivamente sensibilizar os deputados para a
«gravidade das consequências que encerra, no sentido de inviabilizarem
este Projeto de Lei, manifestando-lhes ainda a sua total
disponibilidade para, em conjunto, contribuírem de forma construtiva
na alteração de legislação existente, atualizando-a e aperfeiçoando-a
numa perspetiva responsável que reflita a realidade portuguesa».
15 de Abril de 2012 | 21:20

http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=52746

«Pouca prevenção» do Ministério da Agricultura dificulta eficácia, dizem bombeiros

Publicado ontem às 19:12
O presidente da Associação Nacional de Bombeiros Portugueses (ANBP)
criticou hoje, em Santarém, as «poucas atividades» de prevenção
desenvolvidas ao longo do ano pelo Ministério da Agricultura,
essenciais para garantir a eficácia da primeira intervenção.
No encerramento do 11º Congresso Nacional dos Bombeiros Profissionais,
Fernando Curto elogiou o «grande investimento» no dispositivo para os
incêndios florestais e o «grande empenho e organização» do Ministério
da Administração Interna (MAI) e da Autoridade Nacional de Proteção
Civil.
No entanto, o presidente da ANBP criticou as «poucas atividades
verificadas ao longo do ano no que respeita à prevenção e ao trabalho
do Ministério da Agricultura, para que o trabalho dos bombeiros, que
se encontram no final desta cadeia, possa ser efetuado em pleno, o seu
trabalho com condições para uma primeira intervenção capaz».
O presidente da ANBP criticou ainda o facto de as câmaras municipais,
à exceção de Faro, não estarem a cumprir o decreto-lei que prevê a
passagem dos bombeiros municipais a sapadores, alteração que «não
acarreta quaisquer custos financeiros» e cuja aplicação «vem ordenar a
orgânica» do sector.
Fernando Curto apontou a «enorme falta de efetivos», sublinhando que
às aposentações não corresponde a reposição necessária com novas
entradas, e acusou algumas autarquias de não cumprirem os valores
mínimos nos seguros de acidentes pessoais dos bombeiros profissionais.
No seu entender, «deve ser revista a uniformidade e igualdade dos
seguros no que respeita às apólices e ao apoio que é necessário
existir numa profissão de risco» como a dos bombeiros, referindo em
particular o facto de existirem ainda apólices de seguros que «não
contemplam queimaduras, sendo estes acidentes, tratamentos, operações
plásticas ou outros da responsabilidade» dos próprios.
Fernando Curto sublinhou o facto de ter sido criado um grupo de
trabalho com o MAI, que tem vindo a discutir questões como o horário
de trabalho, o regime de carreiras, o cartão de identificação do
bombeiro profissional, a regulamentação das carreiras da Força
Especial de Bombeiros e a legislação para os bombeiros profissionais
das Associações Humanitárias, entre outras.
O secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo D'Ávila,
presente no encerramento do encontro, frisou a importância deste grupo
de trabalho, que tem permitido «conhecer os problemas e expetativas»
dos bombeiros profissionais, mesmo que algumas das propostas não sejam
da competência do MAI.
Lobo D'Ávila prometeu ainda todo o seu empenho na mobilização dos
parceiros e na eliminação dos bloqueios que ainda existam, sublinhando
o papel da ANBP na criação de uma «cultura de segurança» no país.

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=2421515&page=-1

Sotaque inglês no Douro

Por Fernando Melo. Fotografia de Leonel de Castro/GI
Os SYMINGTON estão ligados ao Douro há quatro gerações. O bisavô de
Paul chegou ao Porto em 1882, e desde então a família inglesa não
parou de produzir vinhos. Hoje estão entre os principais produtores de
vinhos do porto e do Douro e são proprietários de cerca de trinta
quintas no grande vale vinhateiro, com marcas como Dow"s, Graham"s,
Warre"s e Quinta do Vesúvio. Paul Symington está à frente de um
império com cerca de mil hectares de videiras e muitos anos de
história. Paul Symington apresenta-se como uma mistura de escocês,
inglês e português. A génese da família é escocesa, a educação é
inglesa e a terra de eleição é a portuguesa.

domingo, 15 de abril de 2012

Assunção Cristas é a única ministra com nota positiva

Sondagem CM/Aximage

Assunção Cristas é a ministra mais popular do governo de Pedro Passos
Coelho. De facto, segundo a sondagem CM/Aximage, realizada entre 3 a 5
de Abril, a ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do
Ordenamento do Território, é a única, de entre os 11 ministros do
elenco governativo, a ter nota positiva dos portugueses.
17h30
Por:José Rodrigues

Quando questionados sobre como avaliam a actuação de cada ministro
nos últimos 30 dias, numa escala de 0 a 20 valores, os portugueses
apenas deram nota positiva a Assunção Cristas, ainda assim apenas
conseguiu 11,4 valores. Todos os outros dez ministros tiveram nota
abaixo dos 10 valores.
Paulo Portas, ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros e líder
do CDS-PP, não chegou aos 10 valores, ficando-se pelos 9,9, em
igualdade com a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz.
O ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, foi o que
teve pior nota no 'ranking' ministerial, com um valor francamente mau:
5,8.

Ficha Técnica:

Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com
telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.
Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade,
escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do
universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A
amostra teve 600 entrevistas efectivas: 285 a homens e 315 a mulheres;
139 no interior, 252 no litoral norte e 209 no litoral centro sul; 178
em aldeias, 209 em vilas e 221 em cidades. A proporcionalidade pelas
variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo
decorrido nos dias 3 a 5 de Abril de 2012, com uma taxa de resposta de
79,6%.
Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com
600 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou
seja, uma "margem de erro" - a 95% - de 4,00%).
Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a
direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/assuncao-cristas-e-a-unica-ministra-com-nota-positiva

Festa do Alvarinho e do Fumeiro de Melgaço

ALTO MINHO
2012-04-14visitas (148)comentários (0)


Entre os dias 27 e 29 de Abril decorre mais uma edição da reconhecida
Festa do Alvarinho e do Fumeiro de Melgaço, um evento organizado pelo
Município desde 1995 com o intuito de promover a excelência dos
produtos locais - Vinho Alvarinho, presunto, chouriço, broa e mel.
Para esta décima sétima edição a programação da Festa mantém a
qualidade a que já nos habituamos… Distribuídos por um recinto coberto
com cerca de 5.000 m2 encontram-se 29 expositores de Vinho Alvarinho,
da Sub-região de Monção e Melgaço, 9 produtores locais de fumeiro, 5
de broa e doçaria, 14 de artesanato, institucionais e de associações,
e ainda 9 tasquinhas par

a saborear pratos típicos da região.
No interior e no exterior do recinto não falta animação, diurna e
nocturna, com destaque para os concursos de produtos locais, para os
momentos musicais e para a emissão em directo, a partir das 14h00 de
Domingo do programa "Iniciativa TVI".
Paralelamente à Festa decorrem, em catorze restaurantes aderentes, as
jornadas gastronómicas, através das quais os visitantes poderão
usufruir de menus especiais, e um sem número de actividades de
animação desportiva, mais ou menos radicais, como Rafting, canyoning,
rappel, caminhadas, um raid TT ou um passeio em Kart Cross pela Rota
do Alvarinho.

http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=60728

ExpoÉgua 2012 de 17 a 20 de maio

GOLEGÃ

Redação em Domingo, Abril 15, 2012 - 16:09

De 17 a 20 de maio a Golegã recebe a XIV ExpoÉgua 2012, o 6º Salão do
Vinho, do Vinagre e do Azeite, a XIV Mostra de Gastronomia Ribatejana
e a XI Romaria a São Martinho.


Maio volta a ser na Golegã tempo de ExpoÉgua, de romaria e "enaltecer
os produtos mais genuínos da nossa terra, o Vinho, o Vinagre e o
Azeite, que por aqui acompanham e condimentam sopas de cagarrinhas, de
saramagos, açordas de sável ou ainda migas de peixe, entre outros
ícones da gastronomia local", diz Veiga Maltez, Presidente da Câmara
da Golegã, na apresentação do certame.


Veja o Programa AQUI
http://www.cm-golega.pt/NR/rdonlyres/DB356504-7AB2-4485-A3AA-8AA0EB41D5F0/0/Desdob_programaexpoegua12.pdf

http://www.entroncamentoonline.pt/portal/artigo/expo%C3%A9gua-2012-de-17-20-de-maio

Assunção Cristas admite para breve cedência do Museu Nacional do Vinho à autarquia

Alcobaça

A cedência do Museu do Vinho à Câmara Municipal de Alcobaça poderá
estar para breve. A informação foi avançada por Assunção Cristas,
ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território à
margem do jantar-conferência em que participou no dia 12 de abril, na
Nerlei, em Leiria. Recorde-se que o Museu do Vinho já está encerrado
desde Julho de 2007, tendo vindo a degradar-se desde então.

Questionada pelos jornalistas sobre o ponto da situação deste
processo, Assunção Cristas adiantou que "não sei em concreto qual o
ponto de situação do processo, mas posso dizer que da nossa parte à
toda a disponibilidade de resolver esse assunto, para o disponibilizar
para a Câmara de Alcobaça e para podermos ter o Museu aberto e a
funcionar tão breve quanto possível".

Sobre o fato deste ser um processo que se tem vindo a arrastar, a
ministra respondeu que "tipicamente esses processos, que não têm só a
ver connosco têm a ver também com a área de património do Estado, são
morosos", mas garantiu que "irei saber em que ponto está".

Confrontada com a possibilidade de se perder grande parte daquele
espólio que está ao abandono, Assunção Cristas garantiu que "não se
perderá com certeza, até porque há preocupação de todos os organismos
do Estado em olhar para os edifícios e para as terras e, desde logo,
para as disponibilizar. Para os edifícios também iremos encontrar
soluções, quer ocupando-os no caso em que faz sentido ocupar, juntando
serviços, e noutros casos disponibilizando-os a entidades públicas e
também a entidades privadas, arrendando ou vendendo", explicou.

Questionada sobre se estará para breve a conclusão de todo o
processo, Assunção Cristas respondeu afirmativamente.

A Câmara de Alcobaça e o Instituto da Vinha e do Vinho (IVV),
chegaram a acordo quanto á cedência do espaço à autarquia em Abril de
2011. Na ocasião ficou acordado um protocolo de cedência do Museu
Nacional do Vinho por um período de 30 a 50 anos, o que irá permitir a
reabertura do espaço que se encontra encerrado desde 2007. Segundo
Paulo Inácio "o que está acordado é a possibilidade de uma cedência de
longo prazo, entre 30 a 50 anos, e o pagamento de uma renda de valores
sustentáveis, próxima dos 20 mil euros ano".

Em Outubro de 2011, a Direção-Geral do Tesouro confirmou o acordo
com o Município de Alcobaça relativo à cedência do Museu do Vinho.
Para que a transferência se concretiza-se, falta que a autorização da
Direção-Geral do Tesouro, organismo tutelado pelo Ministério das
Finanças, seja assinada em conjunto com o Ministério da Agricultura, o
proprietário do Museu.

Recorde-se também que o Museu Nacional do Vinho está encerrado
desde Julho de 2007. Conta com um espólio de mais de dez mil peças
distribuídas pela adega. Nas zonas circundantes existe uma abegoaria,
um armazém de alfaias agrícolas, uma oficina de tanoaria e uma
taberna. Infraestruturas que podem correr o risco de se perderem se
este processo se prolongar.

http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=f4a63e31-f693-45df-b68b-43df4bfa41f6

Centenas em protesto pelos animais

Manifestantes concentraram-se junto à Praça de Touros do Campo Pequeno

Por: tvi24 / MM | 14- 4- 2012 22: 5


Para melhorar o bem-estar animal, centenas de pessoas concentraram-se
esta tarde em Lisboa, junto à praça de touros do Campo Pequeno, e
deram início a um desfile até ao Parlamento, organizado pela
associação Animal.

«Fazemos esta marcha anual desde 1999, embora tenha sido interrompida
nos últimos dois anos, para chamar a atenção para a importância do
bem-estar animal. A partir de hoje queremos iniciar uma nova era em
Portugal», disse à Lusa a presidente da Animal, Rita Silva.

Os participantes no protesto, a maioria jovens, alguns dos quais com
cães pela trela, erguiam faixas e cartazes com frases como «Em
Portugal um cão e uma cadeira são iguais», «Mais esterilização, menos
eutanásia», «Parem de fazer testes com animais», «Touradas em Portugal
é vergonha animal», «o seu bife tem uma cara, seja vegetariano» ou
«boicote o circo com animais».

Presentes no protesto estiveram também representantes de várias
associações nacionais ligadas à proteção dos animais e à promoção da
alimentação vegetariana, entre as quais a União Zoófila e o Movimento
Universitário pelos Direitos dos Animais, e algumas de Espanha e
Itália.

«Hoje queremos iniciar uma nova era, uma segunda fase de luta por uma
nova lei da proteção dos animais», afirmou a presidente da Animal
adiantando que vários atores, escritores e outras figuras publicas
participaram de um vídeo e deram a cara pelos direitos dos animais.

Rita Silva defendeu que as leis de proteção dos animais em Portugal
constituem uma manta de retalhos por serem tão dispersas: «Precisamos
de uma lei justa e eficaz, que ajude os animais. Lidamos todos os dias
com casos de crueldade e abandono de animais. Este clima de impunidade
tem de acabar de uma vez por todas».

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/animal-animais-lisboa-campo-pequeno-tvi24/1340892-4071.html

Qualifica promove concursos que visam garantir genuidade dos produtos tradicionais

A Qualifica está a promover um conjunto de concursos que visam
assegurar a genuinidade dos mais variados produtos tradicionais
portugueses, premiando os produtores que asseguram essa autenticidade,
num esforço para garantir que os consumidores «não são enganados».

Ana Soeiro, secretária-geral da Qualifica, Associação Nacional de
Municípios para a Valorização e Qualificação dos Produtos Tradicionais
Portugueses, disse à agência Lusa que um dos objectivos dos concursos
é «ajudar a clarificar conceitos» e a definir níveis de exigência que
permitam diferenciar e «separar o trigo do joio».

Ao longo desta semana, o Centro Nacional de Exposições em Santarém,
acolhe os concursos nacionais de Conservas de Pescado, de Pães, Broas,
Folares e Bôlas, de Doçaria Conventual e de Doçaria Tradicional
Popular Portuguesa.

Para 02 de Maio está agendado o primeiro Concurso Nacional de Licores
Conventuais e Tradicionais Portugueses, seguindo-se, a 09 e 10 de
Maio, o de Queijos Tradicionais Portugueses com Nomes Qualificados e
de Enchidos, Ensacados e Presuntos Tradicionais Portugueses com Nomes
Qualificados.

No início de Junho será a vez dos Concursos Nacionais de Carnes
Tradicionais Portugueses com Nomes Qualificados, que se juntam aos de
Mel, de Azeite Virgem Extra e de Vinhos.

Os prémios serão anunciados e entregues no Salão "Prazer de Provar",
durante a Feira Nacional de Agricultura, que decorrerá em Junho, em
Santarém.

Ana Soeiro realçou a importância destes concursos na divulgação dos
produtos de qualidade, o que começa a ser reconhecido pelos
produtores. Como exemplo referiu o concurso nacional de queijos, que
este ano vai já com o dobro das inscrições em relação ao ano passado.

No caso do Concurso Nacional de Doçaria Conventual, Ana Soeiro afirmou
que apenas contou com a participação de nove doces a concurso,
provenientes de vários pontos do país, número que acredita que irá
aumentar depois de os promotores perceberem que «os prémios são uma
grande promoção».

Ana Soeiro disse que esta iniciativa da Qualifica tem por objectivo
principal «reforçar a exigência» e garantir que o consumidor «não é
enganado», pois muitas vezes é levado a comprar «gato por lebre».

Segundo disse, há no mercado muitos doces que apresentam o rótulo de
"conventual" sem o serem, apenas porque se vendem melhor, ou ainda
muitos licores que o não são e que estão cheios de produtos químicos.

A Associação Nacional de Municípios para a Valorização e Qualificação
dos Produtos Tradicionais Portugueses foi criada em 2008 e visa
incentivar a produção tradicional e as especificidades decorrentes da
sua origem geográfica, contrariando o decréscimo da natividade a que
se tem vindo a assistir em Portugal.

Fonte: Lusa

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/04/13c.htm

Évora: Ministra da Agricultura dá início ao concurso de disponibilização de terras do Estado

A Ministra da Agricultura vai dar início ao concurso de
disponibilização de terras do Estado para cultivo através de contratos
de arrendamento com o acto simbólico de estar amanhã numa dessas
parcelas que serão disponibilizadas a curto prazo.

Segundo uma nota de agenda do Gabinete de Comunicação e Imprensa do
Ministério, esta iniciativa constitui a primeira fase do processo de
entrega de terras, preferencialmente a jovens.

Segundo a mesma nota, a disponibilização das terras pertencentes às
DRAP, que não estejam a ser utilizadas, para o desenvolvimento de
projectos do sector agrícola constitui um objectivo estratégico do
MAMAOT, para o ano de 2012, com vista a facilitar o acesso à terra.

Esta medida integra-se no projecto de âmbito mais vasto da criação da
Bolsa Nacional de Terras com o objectivo de promover o aumento da
produção nacional no sector agrícola e combater o abandono de terras.

Fonte: MAMAOT

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/04/14b.htm

Agricultura: PCP critica Governo

Partido alerta para "gravíssima" situação do sector no Alentejo

A Direcção Regional do Alentejo (DRA) do PCP alertou esta sexta-feira
para a "gravíssima" situação da agricultura na região, criticando o
Governo por, das "poucas medidas" que tomou, as destinar no essencial
aos grandes proprietários.

13 Abril 2012


"Face a esta grave situação, as poucas medidas que o Governo tomou,
aparecem, no essencial, destinadas aos maiores proprietários e a
grandes empresas ligadas à pecuária", argumenta a estrutura comunista.
Segundo a DRA do PCP, "60 por cento dos projectos abaixo de 100 mil
euros de apoio recebem 10 por cento de toda a verba contratada,
enquanto 10 por cento dos projectos recebem quase 60 por cento de toda
a verba contratada".
A seca que assola o país, e em especial a região alentejana, é outro
dos assuntos focados no comunicado do PCP, que garante que as culturas
de outono/inverno "estão já comprometidas" e, no sector da pecuária,
os produtores "estão já utilizar as reservas alimentares que deveriam
ser utilizadas no verão".
A DRA considera "bastante insuficiente" a antecipação, "na melhor das
hipóteses para Outubro, ou seja, a dois meses apenas do pagamento
normal", de metade das ajudas da Política Agrícola Comum (PAC), no
âmbito do Regime de Pagamento Único.
"Importa referir que o Governo ainda não pagou aos agricultores e à
lavoura cerca de 150 milhões de euros correspondentes a várias ajudas
do ano passado e até de 2010", denunciam, reclamando do executivo tais
pagamentos.
O empreendimento do Alqueva também merece críticas do PCP ao Governo
do PSD/CDS-PP.
A DRA exige do executivo "algumas garantias relativamente à conclusão"
do projecto, "nomeadamente aos agricultores que fizeram investimentos
em função de um calendário que, agora, o governo nega cumprir".

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/agricultura-pcp-critica-governo

Últimas terras da "reforma agrária" a leilão segunda-feira

AGRICULTURA

por LusaOntem


Assunção Cristas Fotografia © Jorge Amaral / Global Imagens
A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, anunciou hoje que 600 hectares de terra que restam da "reforma agrária" vão ser colocados segunda-feira em leilão, "para que possam ser aproveitados por jovens agricultores.

Segundo a ministra, a colocação dessas terras em leilão é um primeiro sinal do sentido que o Governo quer dar de que "o Estado não quer açambarcar mais terras, quer é pôr no mercado terra que não esteja a ser eficazmente usada".
Em declarações aos jornalistas em Albergaria-a-Velha, onde participou no aniversário da Unimadeiras, empresa que foi criada pelo associativismo florestal, Assunção Cristas revelou que a seguir vão ser disponibilizadas terras do próprio Ministério da Agricultura e, posteriormente, terras que "não têm dono".
Assunção Cristas disse contar com o esforço de outros ministérios na identificação de terras para que possam integrar a bolsa e conseguir identificar terras sem dono, que devem ser colocadas no mercado e rapidamente aproveitadas.
"O nosso objetivo é, aos poucos, dar sinais muito claros e não é por acaso que na segunda-feira estamos já a disponibilizar terras que o Estado ainda tinha da reforma agrária e vamos colocá-las num leilão para que possam vir a ser aproveitadas por jovens agricultores", afirmou.
A ministra revelou também estar a ser preparada, além da lei da Bolsa de Terras, a alteração à Lei dos Baldios, porque "em Portugal a propriedade do Estado é bastante pequena (sete por cento com baldios incluídos), mas "há a consciência de que há territórios que não são conhecidos na totalidade", nomeadamente baldios, porque alguns não estão no sistema de gestão florestal.
"Estamos a preparar a alteração da Lei dos Baldios, para não só conhecermos melhor o que existe como também mobilizarmos o que está sem uso, seja do Estado, seja de particulares. Precisamos de conhecer melhor as realidades, de ter os números rigorosos de tudo o que existe e de introduzir transparência na própria gestão. São processos que serão debatidos no Parlamento e que também ganharão com a contribuição dos grupos parlamentares", declarou.
Em comentário a constrangimentos sentidos pelo setor florestal, ao nível da legislação, referidos pelo presidente da Unimadeiras, António Loureiro, a ministra garantiu que está a ser feito o levantamento dos procedimentos para os simplificar e encurtar prazos.
António Loureiro havia dado o exemplo de um produtor associado que esteve mais de seis meses à espera de licença para semear um pinhal, passando a época em que o podia fazer.
"Estamos a proceder à reestruturação do Ministério para podermos ter processos mais simples e mais rápidos. Não é por acaso que juntámos a Conservação da Natureza com as Florestas, porque assim teremos mais massa crítica e mais gente junto do terreno. Estamos a fazer o levantamento desses procedimentos para os simplificar e encurtar prazos, fazendo assentar mais em princípios de responsabilização e de clarificação de requisitos", respondeu.

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2420309&page=-1

Estratégia para Instalação de Jovens Agricultores

OPINIÃO

José Martino

Perguntam-me muitas vezes: qual a estratégia que devo fazer para me instalar como jovem empresário agrícola?

A minha resposta é a seguinte:
1 - Fazer o levantamento na internet das atividades agrícolas que podem ser mais interessantes.
2 - Organizar um plano de visitas a explorações e organizações de comercialização, nacionais e estrangeiras, com o objetivo de recolher o máximo de informações (elaborar um guião de perguntas e pontos a validar. elaborar um relatório de cada visita) para decisão sobre as atividades a eleger (entre uma a duas).
3 - Rever e atualizar o plano de trabalhos de quinze em quinze dias até chegar ao objetivo final: Tomar a decisão sobre as atividades a investir tendo em conta o perfil do empresário, a sua maior ou menor intensidade em capital, acompanhamento no campo, mão de obra, etc. Recomendo que escolham atividades que tenham em conta a vocação do empresário, aquelas que lhe geram paixão, que teem a ver com o seu perfil pessoal (para uma melhor escolha trabalhar nas explorações agrícolas para saberem "os ossos de ofício" especificos).
4 - Elaborar o plano de negócio. Definir com rigor os capitais próprios ou alheios necessários ao investimento e exploração até se tornar positiva a conta de tesouraria
5 - Apresentar a candidatura ao ProDeR para captar os incentivos de primeira instalação de jovens agricultores
6 - Estagiar
7 - Com as ajudas do ProDeR contratadas avançar para o investimento

http://josemartino.blogspot.pt/2012/04/estrategia-para-instalacao-de-jovens.html

Arouca: 40 agricultores aprendem a conservar sementes para recuperar "diversidade genética" e "paladar antigo"

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
10:24 Sábado, 14 de Abr de 2012
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Arouca, 14 jul (Lusa) - Agricultores de Arouca participam segunda e quarta-feira numa oficina sobre recolha, conservação e armazenamento de sementes, procurando assim recuperar a "variedade genética" e o "paladar antigo" de espécies que têm vindo a desparecer nas últimas décadas.

A iniciativa decorre no Viveiro Municipal e resulta de uma parceria entre a Câmara de Arouca e a Associação Semente de Futuro, cujo responsável vai orientar a formação e explicou à Lusa: "Os nossos agricultores afastaram-se desse ciclo importante, que era o da produção semente a semente, e o que plantam agora são espécies alteradas geneticamente, o que tem consequências muito graves, como a perda da nossa diversidade agrícola".

José Miguel Fonseca aponta como caso mais flagrante o dos cereais, considerando que "agora o país está reduzido a duas ou três espécies quando antes tinha muitas mais", e logo depois refere a batata, já que "este ano só se encontraram no mercado três ou quatro espécies nacionais".


http://visao.sapo.pt/arouca-40-agricultores-aprendem-a-conservar-sementes-para-recuperar-diversidade-genetica-e-paladar-antigo=f658793#ixzz1s55mTOnP

sábado, 14 de abril de 2012

Comissão preocupada com impermeabilização dos solos

QUINTA, 12 ABRIL 2012 11:09
A Comissão Europeia manifestou-se preocupada com a impermeabilização
dos solos e anunciou a adopção de diretrizes tendendes a limitar e
compensar a crescente cobertura dos terrenos da União Europeia por
materiais, equipamentos e novas construções. Para a Comissão, "a
impermeabilização do solo, muitas vezes afeta terrenos agrícolas
férteis, colocando em risco a biodiversidade, aumentando o risco de
inundações e de escassez de água, e contribuindo para o aquecimento
global".

De acordo com o Comissário Europeu do Ambiente, Janez Potocnik, "a
perda dos recursos do solo através da urbanização e da conversão da
nossa paisagem é um dos principais desafios ambientais que a Europa
enfrenta actualmente. Existe uma necessidade urgente de usar este
valioso recurso de forma mais sensata, a fim de garantir serviços
vitais para as futuras gerações. Nós, simplesmente, não podemos
pavimentar nossas hipóteses de ter um futuro sustentável", concluiu.

A Europa é o continente mais urbanizado do mundo e a formação do solo
é um processo muito lento, demorando séculos para constituir um
centímetro, de modo que o processo de impermeabilização muitas vezes
resulta em perda permanente. Para a Comissão, a impermeabilização do
solo pode ser limitada pelo ordenamento inteligente do território e
pela limitação da expansão urbana. As orientações da Comissão
sublinham a importância de ter uma abordagem integrada para o
ordenamento do território.

http://www.cap.pt/noticias/agricultura/1647-comissao-preocupada-com-impermeabilizacao-dos-solos.html

Incêndio devastou área grande de eucaliptal em Sines

13.04.2012 - 23:07 Por Lusa
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Um incêndio devastou uma área grande de eucaliptal no lugar de Pegos,
concelho de Sines, Setúbal, disse à agência Lusa fonte do Comando
Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal.

A mesma fonte adiantou que o alerta foi recebido às 13h20 e que o
incêndio estava, às 22h00, em fase de rescaldo.

Estiveram envolvidos no combate ao fogo 55 elementos, apoiados por 22
veículos e um helicóptero bombardeiro pesado.

http://www.publico.pt/Local/incendio-devastou-area-grande-de-eucaliptal-em-sines-1542053

Manuel Castro e Brito apresenta 29ª edição da Ovibeja

13/04/2012, 10:22

A menos de três semanas do início da 29ª Ovibeja, o número de
expositores "aumentou" em relação ao ano passado. As expectativas para
a feira são, por isso, "as melhores", considera Manuel Castro e Brito,
presidente da Comissão Organizadora da Feira e da ACOS- Agricultores
do Sul, entidade que desde a primeira hora põe de pé a Ovibeja, que
este ano decorre entre 27 de Abril e 1 de Maio, no Parque de Feiras e
Exposições de Beja.
Para Castro e Brito, apesar da "crise" e da seca que afecta o mundo
rural, é necessário apostar na agricultura e na produção nacional, um
sector que se tem vindo a modernizar e que hoje "não é o mesmo" do que
era quando se realizou a primeira Ovibeja.

Está aí à porta mais uma Ovibeja. Que motivos de atracção tem esta
edição? Mantém as características habituais de uma feira generalista,
apostada em mostrar as vivências do mundo rural?
Alguém disse que a Ovibeja era todo o Alentejo deste mundo e isso é
uma realidade. Mas a feira tem evoluído e hoje já ultrapassa
largamente as fronteiras do Alentejo. Quem vier à Ovibeja depara-se
com uma feira de âmbito geral, com uma grande diversidade, embora as
actividades ligadas ao campo, à agricultura e ao interior do país
tenham uma grande expressividade. Há também muitas pessoas que visitam
a Ovibeja por uma questão de regresso às origens, já que aqui existe
esse contacto com os animais e com as actividades ligadas ao mundo
rural. Mas a Ovibeja não se esgota nisso: é também um espaço de
inovação e de mostra de produtos cada vez mais elaborados, como o
azeite, o vinho ou mesmo os cereais ou a pecuária. Há toda uma
envolvência que começa no campo e que termina na gastronomia, nos
restaurantes, na animação nocturna, que desde sempre constituem fortes
atractivos para quem visita a feira.

Mas o mundo rural não é algo estanque, petrificado no tempo. De que
forma a Ovibeja tem acompanhado esta evolução?
A actividade de produção de alimentos e de preservação do ambiente é
uma área que se tem desenvolvido muito, nomeadamente com a Política
Agrícola Comum que tem dado possibilidade a grandes investimentos no
mundo rural. O campo de hoje não é o mesmo de há 29 anos atrás quando
foi a primeira Ovibeja. Há muita gente nova envolvida no chamado
"agrobusiness" e também há uma enorme quantidade de novas tecnologias
que são aplicadas a este sector. Dito isto é preciso também dizer que
em Portugal, no geral, o campo foi descurado e o nosso País dedicou-se
mais à especulação financeira e a um consumismo global e uniformizado,
em que todas as pessoas vestem de igual, têm os mesmos hábitos e os
mesmos centros de interesse, que deu no que deu, destruindo a nossa
economia e a de outros países do sul da Europa.

Neste quadro de crise, que expectativas existem este ano para a
Ovibeja. A feira pode ser afectada em número de expositores ou de
visitantes?
Curiosamente temos mais inscrições de expositores do que no ano
passado. Quanto aos visitantes, achamos também que a afluência de
pessoas se irá manter. Estamos convencidos que quem nos tem visitado
continuará a vir "marcar o ponto" à Ovibeja. Os preços de bilheteira
há vários anos que não são aumentados e este ano também não o serão.
Por outro lado, a Ovibeja apresenta um programa diversificado e um
cartaz de espectáculos de grande qualidade que vai agradar a vários
públicos pelo simples preço de um bilhete de entrada na feira.

Este ano, mais uma vez, o azeite e o vinho vão estar em destaque na
Ovibeja, cujo lema é "+ produção"...
São dois grandes produtos do Alentejo, são dois grandes sectores onde
houve dos maiores investimentos de todos os tempos na agricultura e
são também aqueles que têm maiores hipóteses de exportação. Claro que
os outros sectores não estão esquecidos e vamos também tratar de áreas
como a agricultura em extensivo, o ambiente ou a produção de gado, que
foi o início desta feira.
A expectativa, portanto, é a de uma Ovibeja dentro daquilo que tem
sido normal, em termos de expositores e de visitantes?
Sim. Em termos de visitantes, de negócio, de divertimento, de contacto
com as pessoas, a Ovibeja nunca falhou e este ano também não vai
falhar.

http://www.imprensaregional.com.pt/linhasdeelvas/index.php?info=YTo0OntzOjU6Im9wY2FvIjtzOjExOiJub3RpY2lhX2xlciI7czo5OiJpZF9zZWNjYW8iO3M6MToiMiI7czoxMDoiaWRfbm90aWNpYSI7czo1OiIxMTA0OCI7czo5OiJpZF9lZGljYW8iO3M6MToiNCI7fQ==

Cooperativa Agricola de Moura e Barrancos promove projeto nos Coutos de Moura

2012-04-13 05:40:00


A Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos está a dinamizar um
projeto para o emparcelamento da área conhecida por Coutos de Moura,
com cerca de 4600 hectares, mais de 2000 prédios e perto de 800
proprietários, o que caracteriza uma exagerada multiplicação de muitas
pequenas propriedades dispersas, na sua maioria com pequenos olivais
centenários e mesmo milenares, em geral, não rentáveis ou
improdutivos.

Por este motivo este projeto de emparcelamento rural integrado é
absolutamente indispensável para que os Coutos de Moura possam receber
o regadio em cerca de 2500 hectares, ou seja, se este emparcelamento
não acontecer, então, não haverá condições para a implantação do
regadio.

Para divulgar este projeto a Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos
promove uma reunião alargada com todos os interessados na próxima
quarta-feira, dia 18 de Abril, pelas 18 horas, no auditório do recinto
da feira.

http://www.radioplanicie.com/gestao/noticias/index_noticias.php?noticia=6072

Brasil. Anúncio de Gallo não é racista, diz o regulador

Conar pediu pequenas alterações ao anúncio, entretanto retirado. Gallo
aposta no Brasil, onde tem investido em programas de grande audiência


Gallo em programas de grande audiência
D.R.
13/04/2012 | 19:17 | Dinheiro Vivo
O regulador brasileiro da publicidade considerou que o anúncio do
azeite Gallo naquele país não tem conotação racista. Segundo Sara
Oliveira, directora de marketing de Gallo Worldwide, ao Dinheiro Vivo,
o Conar "apenas solicitou que fossem efetuadas alterações, para não
dar margem a possíveis associações equivocadas". No entanto, "o
anúncio de imprensa com a frase 'O nosso azeite é rico. O vidro escuro
é o segurança' [para promover benefícios do vidro escuro] já havia
sido retirado".
Questionada sobre a importância do mercado brasileiro para o azeite
Gallo, a mesma responsável responde que a marca portuguesa de azeite,
que está presente no Brasil desde 1908, "é, actualmente, líder
incontestável do mercado brasileiro e representando 12% das
exportações portuguesas para o Brasil."
E, acrescenta, "o azeite Gallo tem vindo, cada vez mais, a apostar
numa relação de proximidade com os consumidores, atendendo às suas
necessidades essenciais e, ao mesmo tempo, continuando a oferecer
qualidade através de rigorosos processos de inovação."
Neste sentido, a marca tem, desde o ano passado, "investido em
diversos programas brasileiros expressivos, tais como: as novelas da
Globo (programa de maior audiência da TV brasileira), Estrelas e Video
Show, também da TV Globo, e Hoje em Dia da Rede Record, plataformas
que ajudam a reforçar a ligação da marca com os consumidores."

http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO041709.html

Abate de “oliveiras centenárias” gera contestação em Monsaraz

13.04.2012
Lusa

A Associação de Defesa dos Interesses de Monsaraz (ADIM) contestou nesta quinta-feira o "abate de oliveiras centenárias", com entre 600 a 800 anos, naquela zona alentejana, considerando tratar-se de "um atentado ambiental" e "uma lamentável perda patrimonial" para o concelho.

"São duas ou três oliveiras centenárias que estão prontas a 'abalar' de um olival muito antigo onde, há uns anos, foram arrancadas outras oito ou nove", disse à Agência Lusa o presidente da associação, Jorge Cruz.

Segundo o responsável - que referiu que as oliveiras, "ao que consta", vão ser "vendidas para Itália" -, trata-se de "um atentado ambiental e patrimonial".

"Fala-se da qualidade daquele olival, que tem oliveiras muito antigas. Mas quando é necessário evitar uma situação destas não há meios para actuar. Estas árvores já deviam estar classificadas e os proprietários deveriam ter sido sensibilizados para não as arrancarem", defendeu.

A denúncia da ADIM diz respeito ao Olival da Pega, na posse de vários privados e situado próximo da vila medieval de Monsaraz, no concelho alentejano de Reguengos de Monsaraz.

A associação diz que nesta "zona sensível do ponto de vista patrimonial, onde inclusive existem antas que aguardam classificação como Monumento Nacional, "estão a ser arrancadas oliveiras centenárias" que são "exemplares bastante invulgares, pela sua dimensão e antiguidade".

Contactado pela Lusa, o presidente do município de Reguengos de Monsaraz, José Calixto, lamentou igualmente a situação, precisando que estão em causa duas oliveiras.

"São exemplares belíssimos" e que "devem ter 600 a 800 anos", disse o autarca, referindo que as árvores ainda estão no local e não foram abatidas, mas que decorrem trabalhos preparatórios para as arrancar.

O Olival da Pega, referiu José Calixto, ocupa 145 hectares e em 2009 foi arrancada "pelo menos uma dezena" de outras árvores centenárias, sem que o município o pudesse impedir.

O Plano Director Municipal de Reguengos de Monsaraz, aprovado em 1999, especificava que, em áreas de interesse cultural, como o Olival da Pega, "qualquer alteração do uso do solo carecia de parecer das entidades competentes e da câmara".

Só que, frisou o autarca, nesse mesmo ano "o Conselho de Ministros anulou" essa obrigatoriedade definida no plano.

Em 2002, a autarquia também pediu a classificação daquele olival às direcções regionais de Agricultura e do Ambiente e Ordenamento do Território, mas, apesar das insistências e passada uma década, "nada foi feito".

"Estamos a tentar sensibilizar os proprietários. Mas não são apenas as duas oliveiras que nos preocupam. São estes 145 hectares de uma paisagem com valor patrimonial que já deviam, há muito, estar classificados."

http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1541942

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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Menos emissões de CO2 devido à crise e aos renováveis

sexta-feira, 13 de Abril de 2012 | 22:58 | RSS

O presidente do conselho de administração da Agência de Energia do
Porto defendeu hoje que, devido à redução do consumo de eletricidade
por causa da crise e ao crescimento das energias renováveis, tem
havido menos emissões de CO2 em Portugal.
Em declarações à Agência Lusa à margem do terceiro Encontro de
autarcas «Cidades de Futuro: Comunidades Inteligentes e Conectadas», o
presidente do conselho da administração da Agência de Energia do Porto
(AdEPorto), Eduardo Oliveira Fernandes, afirmou que a crise «tem sido
um ajudante extraordinário» na redução das emissões porque «tem levado
à redução de consumos de energia, em particular da eletricidade, que
as pessoas gostavam de queimar à tripa-forra».

Alimentação: «Governo lançou novo imposto encapotado»

PS diz que este não é o momento para «mais carga fiscal»
PorRedacção CPS 2012-04-13 18:35
123450 votos Comentários
O PS acusou esta sexta-feira o Governo de lançar mais um imposto
«encapotado» numa taxa de segurança alimentar, defendendo que este não
é o momento para mais carga fiscal, mas sim para adotar medidas que
defendam a produção nacional.
«O Governo prepara-se para lançar mais um imposto em Portugal,
encapotado numa taxa. O Ministério da Agricultura, a senhora ministra
Assunção Cristas, anunciou o lançamento de uma taxa sobre a segurança
alimentar, mas o que nós podemos dizer é que não é uma taxa, mas sim
um imposto, já que uma taxa tem sempre um serviço como contrapartida»,
disse aos jornalistas o deputado do PS Miguel Freitas, numa declaração
no Parlamento.

Gregory Jones: "Se a China começa a produzir bom vinho, muitas empresas vão sair do mercado"

O especialista norte-americano teme o impacto do vinho chinês e elogia
as castas e as condições do clima em Portugal

Exportação rende 670 milhões de euros
PEDRO ROSARIO
13/04/2012 | 17:04 | Dinheiro Vivo
Dentro de dez anos, a China será um importante player no mercado
vitivinícola internacional. O palpite é de Gregory Jones, professor do
Departamento de Estudos Ambientais da Southern Oregon University, em
Portugal para o seminário "Alterações Climáticas na Produção de Vinho"
organizado pela ADVID (Cluster dos Vinhos da Região do Douro).
"A questão essencial da China é que, se todas as pessoas começassem a
beber vinho, seria um mercado gigante. Têm muito potencial para
produzir uvas, aumentar a formação da população. A China vai ser um
grande player no mercado, dentro de dez anos. A questão maior é: se a
China começa a produzir bom vinho, se se tornam bons o suficiente,
haverá muitas empresas a sair do mercado, no negócio, a não aguentar.
É perigoso. Temos ainda algum tempo antes disso acontecer mas neste
momento muitos consumidores de vinho no mundo não veem ainda o vinho
chinês como um produto sério.", sublinha o especialista.

Vinhos do Douro vão "superar" alterações climáticas

13 Abril 2012 | 17:45
António Larguesa - alarguesa@negocios.pt
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Um estudo de Gregory Jones, um dos maiores especialistas a nível
mundial em alterações climáticas na vinha, conclui que a mais antiga
região demarcada do mundo está preparada para o aumento das
temperaturas e a redução da precipitação na Primavera.
De acordo com a informação fornecida ao Negócios pela Associação para
o Desenvolvimento da Viticultura Duriense (ADVID), a organização sem
fins lucrativos que encomendou o estudo que está a ser apresentado
esta tarde no Porto, a Região Demarcada do Douro "vai superar com
sucesso as alterações climáticas previstas e o seus efeito no clima e
no cultivo da vinha".

Espanha vai solicitar prolongamento das quotas leiteiras

por Diogo Pereira
12 de Abril - 2012
O ministro da Agricultura espanhol, Miguel Arias Cañete, disse, no
Senado, em Madrid que vai "pedir o prolongamento das quotas
leiteiras", bem como os direitos de plantação de vinha e de beterraba.
O ministro insistiu que a Espanha vai defender a reforma da PAC, para
que se estabeleçam "mecanismos de mercado que sirvam como uma
verdadeira rede de segurança para o setor".

Arias Cañete lembrou que durante sua participação no primeiro Conselho
de Ministros da Agricultura da União Europeia, em 23 de janeiro, "já
levantei a necessidade de refletir sobre a abolição das quotas
leiteiras mas, na ocasião, apenas Portugal e Polónia nos apoiaram, mas
iremos continuar a procurar alianças", citado pelo portal espanhol
Agrodigital.

Formação: “O milho nas primeiras fases do seu desenvolvimento”

por Diogo Pereira
12 de Abril - 2012
A Anpromis vai realizar, entre 22 e 25 de maio, três ações de formação
práticas em três diferentes zonas de produção (Santarém, Évora e
Ferreira do Alentejo), ministradas pelo consultor agrícola e
especialista na cultura do milho, Albert Porte Laborde.

Estas ações serão compostas por uma parte teórica, ministrada em sala
e por uma visita a diversas parcelas de milho, em que se analisará in
loco o desenvolvimento da cultura e os principais constrangimentos
detetados.

Medidas de apoio à agricultura pouco vêm resolver

Por: Fábio Gomes
Jornal O Interior 12-04-2012
Agricultores do distrito aplaudem os apoios no âmbito fiscal mas
reclamam por medidas mais ágeis e profundas
O Ministério da Agricultura apresentou na passada semana as medidas
para mitigar os efeitos da seca, mas os agricultores da região não
ficaram satisfeitos, queixando-se do atraso com que estas surgiram, e
da possível ineficácia de algumas das propostas avançadas.
No mesmo dia em que se ficou a saber que 57 por cento do território
nacional está em seca extrema, Assunção Cristas anunciou que o Governo
vai disponibilizar 40 milhões de euros em apoios aos agricultores até
ao final do ano, valor a que se somam 50 milhões que chegam de uma
linha de crédito que deverá estar pronta em breve. As ajudas incluem
ainda um apoio direto aos produtores de animais, no valor de 20
milhões, e que a governante prevê que esteja a ser pago a 31 de maio.
No âmbito fiscal, haverá uma isenção, por seis meses, dos pagamentos à
Segurança Social e também uma aceleração do reembolso do IVA e dos
pagamentos por conta, que serão condensados em dezembro. Finalmente,
haverá uma antecipação do pagamento único, que deveria ser entregue em
dezembro, e que Assunção Cristas estima que seja pago no final de
outubro.

João Basto: EDIA tem plano B, para o caso do regadio do Alqueva não ficar concluído até 2015

Regional | 07:00 | 13-04-2012
O presidente do Conselho de Administração da EDIA disse, em
entrevista, à Voz da Planície que as expectativas de se terminarem até
2015, as obras do regadio do Alqueva mantêm-se. João Basto avançou
contudo, que no caso de não se cumprir aquela data, a EDIA está a
implementar uma solução alternativa, com os agricultores, para
garantir que a água chegue às suas explorações.

João Basto disse ontem em entrevista à Voz da Planície, no programa
"Preto no Branco" que as expectativas de se terminarem até 2015, as
obras do regadio do Alqueva mantêm-se. O presidente do Conselho de
Administração da EDIA avançou contudo, que no caso de não se cumprir
aquela data, a empresa está a implementar uma solução alternativa, com
os agricultores, para garantir que a água chegue às suas explorações.
Um plano B, nas palavras de João Basto, caso o A falhe, que ajude os
agricultores a não perder as suas culturas, frisando que a EDIA apesar
de não saber se as obras do regadio do Alqueva vão ou não terminar até
2015, não ficou de braços cruzados.

É preciso reindustrializar e investir na agricultura

Publicado às 00.07
PEDRO ARAÚJO
A indústria nacional perdeu metade do peso no PIB nos últimos 20 anos.
O imperativo de aumentar as exportações exige uma nova aposta na
indústria, sempre em colaboração com os serviços.
Vale a pena investir na indústria? foi a pergunta a que António Pires
de Lima, presidente da Unicer, teve de responder na 2.ª reunião do
think tank da Católica, Associação Comercial do Porto e JN. Com uma
carreira de 26 anos na indústria - e um investimento industrial de 80
milhões em curso na Unicer, Pires de Lima alertou para o facto de, no
espaço de 50 anos, o país ter perdido terreno na agricultura e
indústria em favor dos serviços.