quinta-feira, 25 de abril de 2013

Ministério da Agricultura colocou em consulta pública norma relativa ao porco alentejano

Rádio Pax - 24/04/2013 - 16:29


Nuno Vieira e Brito, Secretário de Estado da Alimentação e da
Investigação Agroalimentar, anunciou que o Ministério da Agricultura
colocou em consulta pública a norma relativa à comercialização do
porco alentejano.

O Governante falava na inauguração da Ovibeja. A cerimónia ficou
marcada pela ausência da Ministra da Agricultura. Assunção Cristas não
esteve presente devido a uma "indisposição" ao início da manhã.

Carlos Moedas, Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro,
deixou na cerimónia os cumprimentos de Pedro Passos Coelho.

Com a publicação da norma relativa ao porco de raça alentejana ficam
criadas condições para qualificação da raça. Este era um dos maiores
pedidos dos produtores do Alentejo, lembrou Nuno Vieira e Brito.

Castro e Brito, presidente da ACOS - Agricultores do Sul, apelou aos
governantes para que, conforme prometido no ano passado por Pedro
Passos Coelho, o empreendimento de Alqueva fique concluído até 2015.

A cerimónia de inauguração da Ovibeja ficou marcada por protestos.
Quinze elementos da União de Sindicatos do Distrito de Beja cantaram a
"Grândola Vila Morena" à entrada dos Secretários de Estado na
inauguração do certame. Ao contrário de outras edições, a cerimónia
foi rodeada de fortes medidas de segurança. Este ano, o presidente da
Câmara de Beja não foi convidado pela organização da Feira para a
mesa. Jorge Pulido Valente ficou sentado na primeira fila do auditório
e não usou da palavra na cerimónia.

http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=665

Assembleia da República: PCP questiona Governo sobre «despedimento de técnicos no ICNF»

O Deputado do PCP João Ramos entregou na Assembleia da República uma
Pergunta em que solicita ao Governo que lhe sejam prestados
esclarecimentos sobre os «Despedimento de técnicos no ICNF», Pergunta
que se passa a transcrever.

Destinatários: Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do
Ordenamento do Território

PERGUNTA:

O então Secretário de Estado das Florestas, questionado a 11 de
Dezembro passado sobre a eventualidade de encerramento de serviços do
ICNF, os antigos serviços florestais, respondeu que se pretendia
efectivamente racionalizar os serviços mas que não estavam previstos
quaisquer encerramentos.

Temos agora conhecimento que se está a proceder ao despedimento de
técnicos contratos, técnicos estes que acompanham áreas tão
importantes como as questões dos incêndios florestais, nomeadamente do
GAUF (Grupo de Análise e Uso do Fogo), ou as questões da
fitossanidade, nomeadamente o problema do nemátodo do pinheiro.

Tendo em conta que se aproxima o período de incêndios florestais, a
confirmarem-se estes despedimentos, isto pode representar um avolumar
do problema recorrente dos incêndios florestais.

Posto isto, e com base nos termos regimentais aplicáveis, vimos por
este meio perguntar ao Governo, através do Ministério da Agricultura,
do Mar, do Ambiente e do Desenvolvimento do Território, o seguinte:

1. O ministério confirma estes despedimentos?

2. Como pretende assegurar os serviços até aqui assegurados por estas pessoas?

3. Está calculado o risco destes despedimentos tendo em conta o
período que se aproxima?

Em que medida estes despedimentos podem ter implicações no sistema de
defesa da floresta contra incêndios?

Palácio de São Bento, sexta-feira, 19 de Abril de 2013

Deputado(a)s

JOÃO RAMOS (PCP)

Fonte: Grupo Parlamentar do PCP

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/25b.htm

Sever do Vouga cria Bolsa de Terras para cultivo do mirtilo

José Martino, Manuel Soares e Paulo Machado assinaram o protocolo para
a Bolsa de Terras de Sever do Vouga

Os agricultores que pretendam iniciar ou expandir a produção de
mirtilos vão ter à sua disposição 40 hectares de terrenos
semiabandonados no concelho de Sever do Vouga que poderão cultivar.

Trata-se da criação de uma Bolsa de Terras que resulta de um contrato
de parceria entre a AGIM - Associação para a Gestão, Inovação e
Modernização do Centro Urbano de Sever do Vouga, a Fundação Bernardo
Barbosa de Quadros e a empresa Espaço Visual - Consultores de
Engenharia Agronómica, Lda.

O acordo foi assinado ontem, dia 24 de Abril, em Paradela do Vouga
(Sever do Vouga), por Manuel Soares, na qualidade de presidente da
AGIM, por Paulo Machado, presidente da Direcção da Fundação Bernardo
Barbosa de Quadros, e por José Martino, gerente da Espaço Visual.

Ao todo, irão ser disponibilizados 40 hectares de terras, repartidos
por 22 parcelas, propriedade da Fundação Bernardo Barbosa de Quadros,
situados nas freguesias de Rocas do Vouga e Silva Escura. As parcelas
de terreno, com áreas já definidas, variam entre os 1,23 e os 2,38
hectares, pretendendo-se que, no futuro, as plantações de mirtilos ali
colocadas possuam uma área de plantação efectiva que poderá variar
entre 1 hectare e 1,5 hectares.

A Bolsa de Terras destina-se a interessados com mais de 18 anos que
queiram dedicar-se à cultura do mirtilo e que detenham, pelo menos,
15% de capital próprio do valor a investir. Será dada prioridade aos
candidatos residentes e naturais da freguesia de Rocas do Vouga,
seguindo-se os residentes no concelho de Sever do Vouga, os naturais
do concelho de Sever do Vouga embora não residentes, e jovens
agricultores.

Cada agricultor poderá candidatar-se apenas a uma parcela, estando o
investimento médio estimado em 76 mil euros por hectare, valor que
poderá beneficiar de apoios comunitários através do programa ProDeR,
entre outros.

O contrato de arrendamento a assinar com o agricultor prevê que este
pague uma renda anual que varia entre os 595 euros anuais para a
parcela menor e os 1235 euros anuais para a parcela de maior dimensão.

O contrato de arrendamento é válido por 15 anos, que serão renováveis
de cinco em cinco anos, e entrará em vigor em 1 de Novembro de 2013.

A partir de agora os interessados devem contactar a AGIM através do
e-mail agim@severdovouga.pt ou do telemóvel 911 756 814 com o
objectivo de agendar uma reunião para apresentação da bolsa de terras
e explicação do modelo de negócio, o que inclui uma visita aos
terrenos.

As candidaturas à bolsa de terras de Sever do Vouga podem ser
apresentadas a partir de 1 de Maio podendo ser entregues na sede da
AGIM (Edifício Vougapark) ou através do e-mail agim@severdovouga.pt.
No dia 13 de Maio, pelas 14.30 horas, no Edifício Vougapark, será
divulgada a lista dos candidatos e atribuídos os lotes de terreno.

Estima-se que a Bolsa de Terras vá criar 22 postos de trabalho
permanentes e cerca de 400 postos de trabalho sazonais por ocasião da
apanha do mirtilo, que ocorre entre Maio e Agosto.

O investimento total a ser feito na Bolsa de Terras ultrapassa os três
milhões de euros.

A importância da Bolsa de Terras

Manuel Soares, presidente da AGIM, e também da Câmara Municipal de
Sever do Vouga, enalteceu "a disponibilidade da Fundação Bernardo
Barbosa de Quadros por ter cedido os terrenos e da empresa Espaço
Visual por prestar o acompanhamento técnico necessário".

Segundo o responsável da AGIM, a criação desta Bolsa de Terras é mais
um passo para a afirmação da marca registada "Sever do Vouga Capital
do Mirtilo". É também mais uma actividade das inúmeras que a AGIM tem
vindo a desenvolver na fileira dos pequenos frutos, actuando já em
todo o território nacional através da representação dos interesses dos
produtores nesta área e da prestação de apoio técnico.

Paulo Machado, presidente da Fundação Bernardo Barbosa de Quadros,
considerou "interessantíssima" a ideia de criar a Bolsa de Terras "não
apenas para a Fundação mas para o concelho em geral".

Por sua vez, José Martino, sócio-gerente da Espaço Visual, destacou a
importância da Bolsa de Terras de Sever do Vouga que "é um exemplo do
que deveria ser o panorama nacional", sublinhando que "o país precisa
de produzir, de exportar e não é aceitável haver terra ao abandono". A
este propósito, José Martino espera que o Governo avance rapidamente
com a legislação que operacionalize a bolsa pública de terras. Afirmou
ainda que "a bolsa de terras de Sever do Vouga pode ser um exemplo, ao
nível da organização e da prestação de serviços para a bolsa de terras
nacional ser um sucesso".

Sobre o mirtilo

O mirtilo é um fruto silvestre com um sabor distinto, vastamente
conhecido pelas suas propriedades medicinais. É um poderoso
antioxidante e é conhecido por muitos como "o fruto da juventude"
habitualmente usado no tratamento de algumas infecções. Além de várias
vitaminas, o mirtilo é rico em sais minerais, magnésio, potássio,
cálcio, fósforo, ferro, entre outros elementos. Também no mundo da
culinária, assume-se como um fruto extremamente versátil capaz de
compor qualquer tipo de prato. No concelho de Sever do Vouga,
encontram-se as condições edafoclimáticas ideais para a produção deste
pequeno fruto.

Fonte: AGIM

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/25a.htm

Ataques a rebanhos na Guarda mostram a urgência da continuada utilização de formas de conviver com o lobo

No domingo, dia 21, um rebanho de ovelhas foi atacado na Granja do
Jarmelo, concelho da Guarda, provocando prejuízos num rebanho ali
existente. Partindo do princípio que se tratou efectivamente de um
ataque de lobos, não de cães vadios, algo que ainda vai ser
verificado, o Grupo Lobo lamenta o sucedido e reafirma a necessidade
de, face ao regresso natural do lobo a estas paragens, ser necessário
voltar a utilizar antigos métodos de protecção do gado, ainda
empregues noutras zonas do País com bastante sucesso, sem esquecer a
utilização de sistemas mais modernos.

Um dos objectivos do Projecto LIFE MED-WOLF – Boas Práticas para a
Conservação do Lobo em Regiões Mediterrânicas – é a diminuição do
conflito entre a presença do lobo e as actividades humanas, em regiões
rurais onde os hábitos culturais de coexistência se têm vindo a
perder. Aliás, como tem vindo a ser promovido pelo Grupo Lobo há mais
de 15 anos noutras regiões do País.

Com o regresso natural deste predador à região da Guarda, os atritos
tendem a aumentar, levando à necessidade de implementar formas
correctas de maneio do gado, como seja o confinamento nocturno, cercas
que impeçam a entrada dos lobos e ainda a utilização de cães de gado
eficazes. Estes meios de protecção já estão previstos, como condição
para a atribuição de compensações definidas na Lei de Protecção do
Lobo, em caso comprovado de ataque deste predador.

Vários órgãos de comunicação fizeram eco de afirmações de populares,
segundo as quais uma "nova lei" proibiria o abate de lobos. Ora a "Lei
do Lobo" já data de 1988; nada de novo há na presente legislação. E,
na Natureza, apenas se verifica o regresso natural de um animal
ameaçado de extinção, que deve ser encarado com calma e recorrendo a
métodos comprovados de minimização de prejuízos e conflitos, não a
alarmismos contraproducentes.

É para isso que, ao longo dos próximos 4 anos, o Projecto LIFE
MED-WOLF vai sensibilizar criadores e populações, divulgar e apoiar a
utilização de técnicas de protecção e alertar todos para as hipóteses
de convívio harmonioso entre o Homem e o Lobo. Para tal, serão
aplicadas nos distritos da Guarda e de Castelo Branco práticas
correntes em comunidades ainda habituadas à presença do lobo, em prol
de um meio ambiente mais equilibrado e propiciador de valências
importantes, como o Turismo.

Convém relembrar que, os afectados por prejuízos decorrentes de
ataques de lobos devem reportar esta situação num prazo máximo de 48
horas, para que possam receber as indemnizações a que têm direito pelo
prejuízo correspondente. Para tal, deverão contactar os gabinetes das
Áreas Protegidas da sua zona: Parque Natural da Serra da Estrela
(tel.: 275 980 060); Parque Natural do Douro Internacional (tel.: 279
341 596); Reserva Natural da Serra da Malcata (tel.: 277 394 467).

Fonte: Grupo Lobo

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/25.htm

DECO preocupada com interesses em conflito da tutela da ASAE

Lusa
16:16 Quarta feira, 24 de abril de 2013


Lisboa, 24 abr (Lusa) -- A DECO está preocupada com o desempenho e
futuro da ASAE por ser tutelada pela secretaria de Estado do Turismo
que tem "interesses em conflito" e por o país atravessar uma crise
económica que exige maior fiscalização alimentar.

"Há uma clara indefinição política do papel da ASAE e da sua tutela",
afirmou à Lusa o secretário-geral da associação de defesa dos
consumidores DECO, Jorge Morgado, lembrando que esta é já a terceira
mudança de tutela neste Governo, depois de ter passado pelo secretário
de Estado da Inovação e depois pelo Secretário de Estado adjunto da
Economia.

Na opinião de Jorge Morgado, a Autoridade de Segurança Alimentar e
Económica ser tutelada pelo Turismo introduz "claramente um conflito
de interesses" porque esta secretaria de Estado serve para apoiar o
desenvolvimento do turismo e uma polícia de inspeção da segurança
alimentar dos restaurantes, hotéis e da atividade turística "pode ser"
contraditório a esse desenvolvimento.


http://expresso.sapo.pt/deco-preocupada-com-interesses-em-conflito-da-tutela-da-asae=f802537

Agricultores de Ovar reclamam mato para cama de animais e prevenção de incêndios

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
12:00 Quarta feira, 24 de Abril de 2013 |


Ovar, 24 abr (Lusa) - Dezenas de agricultores reclamaram hoje em Ovar
o levantamento da proibição de recolha de matos e agulhas de pinheiro
nas florestas locais, defendendo que, sem essas matérias-primas, não
têm cama para os animais nem se previnem os incêndios.

A concentração junto à Câmara Municipal foi promovida pela Associação
da Lavoura do Distrito de Aveiro (ALDA), cujo presidente declarou à
Lusa que a proibição começou por ser implementada por "razões de
segurança, quando houve aquelas intempéries de inverno e veio muita
madeira abaixo".

Os prazos da proibição foram, contudo, sucessivamente alargados, pelo
que Albino Silva afirma que "já passou muito tempo e é preciso deixar
os agricultores voltarem à recolha, porque as únicas alternativas para
a cama dos animais são o serrim e a casca de arroz, e tanto um como
outro são muito caros".


http://visao.sapo.pt/agricultores-de-ovar-reclamam-mato-para-cama-de-animais-e-prevencao-de-incendios=f725868

Autarca de Estarreja e diretor de Agricultura ouvidos no parlamento sobre Baixo Vouga

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
15:52 Quarta feira, 24 de Abril de 2013 |


Lisboa, 24 abr (Lusa) - O presidente da Câmara de Estarreja e o
diretor de Agricultura do Centro vão ser ouvidos na comissão
parlamentar de Agricultura e Mar, por proposta do PCP, sobre a
destruição das proteções dos campos agrícolas no Baixo Vouga lagunar.

O mau tempo registado no início do mês danificou os muros de proteção
aos campos do Baixo Vouga, provocando a inundação de água salgada
sobre os campos agrícolas, o que afetou em particular as freguesias de
Fermelã, Canelas e Salreu, num total de mais de 600 hectares de
culturas agrícolas, com impacto económico e social para um elevado
número de produtores.

O PCP, que propôs hoje a audição do diretor geral de Agricultura e
Pescas e o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento
Regional do Centro, reclama a realização de uma intervenção de
emergência para reconstruir o talude afetado, no Esteiro de Canelas,
para "travar a intensificação do salgamento de terras agrícolas, com
todas as consequências futuras, e repor no imediato a circulação de
veículos agrícolas".


http://visao.sapo.pt/autarca-de-estarreja-e-diretor-de-agricultura-ouvidos-no-parlamento-sobre-baixo-vouga=f725923

PS exige adiamento do prazo de candidaturas dos pequenos agricultores a ajudas comunitárias

Lusa
12:11 Quarta feira, 24 de abril de 2013


Lisboa, 24 abr (Lusa) - O PS vai hoje exigir ao Governo o adiamento do
prazo de candidaturas dos pequenos agricultores às ajudas comunitárias
até 15 de maio e apresentar um projeto para a simplificação do novo
regime fiscal.

O objetivo, de acordo com o deputado socialista Miguel Freitas, é o de
evitar "o afastamento de milhares de agricultores" das ajudas
comunitárias, depois do Governo ter avançado com novas regras fiscais
para a pequena agricultura e lançado o "pânico" no setor.

"As medidas não foram nem discutidas com as organizações de
produtores, nem bem explicadas. A exigência que queremos fazer é que o
Governo, para já, peça o adiamento do prazo de candidaturas a essas
ajudas para 15 de maio para que os pequenos agricultores possam vir a
candidatar-se a essa ajuda, mas não basta", disse aos jornalistas.



http://expresso.sapo.pt/ps-exige-adiamento-do-prazo-de-candidaturas-dos-pequenos-agricultores-a-ajudas-comunitarias=f802472

Voz da Planície: Revista Ovibeja 2013 dedicada ao tema “Água uso eficiente”…

Regional | 07:00 | 24-04-2013


A Voz da Planície volta a editar este ano, como habitualmente, por
ocasião da Ovibeja, uma revista. A edição 2013 é dedicada ao tema:
"Água uso eficiente".

O tema escolhido para esta publicação, que é distribuída gratuitamente
ao longo dos cinco dias de feira, surgiu porque este ano se assinala a
cooperação pela água, porque este é o tema principal da 30ª Ovibeja, e
porque a Voz da Planície, através daquela temática procurou sentir o
veio da água, na região.

Ao longo de mais de 20 páginas, totalmente a cores, encontramos o
contributo de várias personalidades, dos mais diversificados sectores
e quadrantes da nossa sociedade, que se disponibilizaram a reflectir
sobre a temática da revista da Voz da Planície: "Água uso eficiente",
matéria que também está em destaque, na edição deste ano da Ovibeja.

Nas primeiras páginas da revista encontra uma entrevista alargada com
Castro e Brito, presidente da Direcção da ACOS – Agricultores do Sul,
entidade responsável pela organização da Ovibeja, onde fala sobre a
edição deste ano, comemorativa dos seus 30 anos de existência e todos
os destaques que a ela dizem respeito.

Dos contributos recebidos destacamos o de Assunção Cristas, ministra
da Agricultura, que escreveu um artigo sobre o tema: "Alqueva pode vir
a ser o novo paradigma da agricultura moderna em Portugal".

A Fenareg também colaborou com a edição deste ano e José Núncio,
director da Federação Nacional de Regantes de Portugal, deixou o seu
contributo sobre o tema: "Desde a década de 60 até aos dias de hoje,
houve um decréscimo bastante acentuado… reduzindo quase para metade o
consumo unitário de água".

José Saramago de Brito, da Associação de Regantes do Ardila e Enxoé,
Tomé Pires, presidente da Câmara de Serpa, e José Maria Pós-de-Mina,
presidente da Câmara de Moura, escreveram sobre "A água na margem
esquerda do Guadiana".

Luís Vasconcellos e Souza, presidente da ANPROMIS – Associação
Nacional de Produtores de Milho e Sorgo, também escreveu um artigo
para a nossa revista deste ano, sobre "A passagem progressiva dos
sistemas de rega por gravidade para sistemas de aspersão móvel tem
permitido um uso mais eficiente da água".

João Madeira, assessor da ACOS, explicou, no seu artigo, como "A
geração de riqueza – comum a sequeiro e regadio – é condição essencial
para o desempenho de funções sociais".

A edição da revista deste ano, que está disponível no stand da Voz da
Planície, contribui assim, para a reflexão de matérias fundamentais
para o desenvolvimento da região, durante a Ovibeja, um certame que
recebe, anualmente, inúmeros visitantes nacionais e da vizinha
Espanha.

Para além da sua presença habitual, no Pavilhão Institucional da
Ovibeja, a Voz da Planície tem também, um estúdio, na entrada
principal da feira.

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/53720

A Drenagem

Miguel Mota

Este ano de 2013 tem sido um ano chuvoso o que tem algumas vantagens
mas também alguns problemas. O enriquecimento dos aquíferos e uma
razoável distribuição das chuvas foram, duma maneira geral, benéficos
para a agricultura. O enchimento das barragens – que estiveram algo
desfalcadas nos últimos anos – é importante para o abastecimento de
água às populações, para os regadios e para a produção de
electricidade barata.

As cheias que ocorreram nalgumas zonas causaram prejuízos embora,
nalgumas áreas de várzea também tenham tido a vantagem de depositar
uma camada de bons elementos de solo, trazidos das zonas mais altas.
Nas terras mal drenadas causaram encharcamento dos solos, geralmente
prejudicial.

Ao longo de muitos anos e baseado nos estudos do saudoso Eng.º
Agrónomo Sardinha de Oliveira, tenho chamado a atenção para a
necessidade de drenar o solo, importante em toda a parte mas
particularmente importante no Alentejo.

O Eng.º Sardinha de Oliveira mostrou que a produção cerealífera no
Alentejo sofria mais nos anos muito chuvosos do que nos anos de média
ou até baixa pluviosidade. O problema é grave nesta província porque
aqui a primavera é geralmente muito curta e passa-se rapidamente da
estação fria e chuvosa para a estação quente e seca. Num solo mal
drenado os cereais sofrem uma asfixia nas raízes, que as impede de
crescer em profundidade e, quando vem o calor e a seca, não conseguem
defender-se e a produção é escassa. Se o inverno for pouco chuvoso ou
se o solo estiver bem drenado, de forma a fazer sair a água em
excesso, as raízes desenvolvem-se em profundidade, o que lhes permite
aproveitar a água que existe nessa parte do solo e defender-se muito
melhor quando chega o tempo quente e seco. Os estudos do Eng.º
Sardinha de Oliveira foram amplamente confirmados, ao logo de vários
anos depois do seu falecimento, como relatei em diferentes escritos.

Por estas razões, é importante aplicar o sistema de drenagem mais
apropriado para cada caso. Acredito que quando o Alentejo drenar
convenientemente as terras para não haver os casos – que ainda são
relativamente frequentes - de searas em solos alagados, a média de
produção de trigo subirá significativamente. Quando se puder resolver
um outro problema em que tenho insistido, de encontrar melhores
rotações de culturas – os meritórios estudos que existem são
insuficientes – talvez o Alentejo volte a ser o celeiro de Portugal.

http://clubedospensadores.blogspot.pt/2013/04/a-drenagem.html

Sensores óticos vão detetar incêndios a partir do verão

PARQUE PENEDA-GERÊS


por Lusa, publicado por Elisabete SilvaHoje5 comentários

Fotografia © Paulo Jorge Magalhães/Global Imagens

O Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) vai receber a partir deste
verão um sistema de vigilância através de sensores óticos que
distinguem fumo orgânico de fogos florestais a 15 quilómetros de
distância.

A implementação deste sistema, que segundo a Proteção Civil tem a
"capacidade única" de reconhecer fumo orgânico através de uma análise
química da atmosfera, tinha sido anunciada para o verão de 2012 mas só
agora será concretizada.

O projeto consiste em 13 câmaras com sensores distribuídas pela área
do parque que, admitiu hoje à Lusa fonte oficial da Autoridade
Nacional de Proteção Civil (ANPC), poderá entrar em funcionamento até
ao início da fase Charlie de incêndios, a 1 de julho.

Envolve a instalação de sete destes equipamentos na área do PNPG no
distrito de Viana do Castelo, quatro no distrito de Braga e dois no
distrito de Vila Real, sendo este um projeto-piloto para apoiar a
decisão de primeira intervenção em caso de incêndio florestal.

A escolha do PNPG é justificada pela ANPC com a "importância desta
área e da necessidade de uma pronta e rápida deteção e decisão sobre o
nível de intervenção de meios".

Este sistema explicou à Lusa, em 2012, fonte da ANPC, consegue
distinguir o fumo dos incêndios "de outras fontes", como por exemplo o
proveniente de indústrias, decidindo "de forma completamente autónoma,
até uma distância de 15 quilómetros, se há motivo para enviar um
alerta de incêndio".

Conta com um sensor ótico remoto de grande alcance e uma câmara ótica
de elevada resolução, a qual realizará um varrimento horizontal de 360
graus e vertical entre 45 a 90 graus. Inclui ainda sensores
atmosféricos que monitorizam as condições atmosféricas do local, como
de temperatura, humidade, direção e velocidade do vento, e
pluviosidade.

Em caso de alarme, o sistema fornece "informações adicionais" aos
centros de comando, como a "localização exata do fogo, fotografia da
deteção e dados meteorológicos, que envia para um servidor central a
partir do qual se possam emitir alertas para outros dispositivos".

Garantindo, por isso, "uma resposta pronta e o mais adequada a cada
situação", sublinhou a ANPC.

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3185453&page=-1

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Governo ataca a produção de leite

O executivo pretende criar mais custos e burocracia na produção de leite.
Estamos a falar de um verdadeiro ataque ao setor bovino, em especial à
produção de leite.
A proposta de lei em causa passa por criar um novo enquadramento legal
para o setor da bovinicultura, com maior efeito nos bovinos de leite.
A proposta de lei está agora para discussão na especialidade, na Comissão
de Agricultura no Parlamento. Está prevista para a próxima terça-feira a
decisão desta Comissão, o que constitui a criação de mais custos e
burocracia para os produtores e para as suas organizações, respeitante à
Inseminação Artificial dos Bovinos.
Além de discriminatória, porque não engloba toda a Pecuária, vem duplicar
estruturas e criar entraves à produção de leite.
Uma alteração à lei que apenas vem duplicar as estruturas de produção já
existentes e criar entraves à produção de leite.
Entende a CONFAGRI que a duplicação de estruturas serve para retirar
competitividade ao setor, com perdas para o país.
Acresce referir que na generalidade dos países da Europa, EUA e Canadá
existe um enquadramento legal da inseminação artificial, cujo modelo é
diferente, mas mais eficiente do que o agora proposto para Portugal e que
não penaliza, nem retira competitividade ao setor.
A CONFAGRI apela ao bom senso da Comissão de Agricultura que tem nas
suas mãos decidir esta matéria. Será da maior utilidade para o país que a
Comissão da Agricultura devolva a proposta de lei em discussão ao
Ministério da Agricultura, uma proposta que não serve a lavoura nem serve a
produção de leite.
fonte: confagri

Temperaturas em Portugal aumentam duas vezes o ritmo mundial desde 1970

Por Agência Lusa, publicado em 24 Abr 2013 - 17:05 | Actualizado há 1
hora 7 segundos


As temperaturas médias em Portugal aumentaram, em 40 anos, a uma taxa
de 0,5 graus por década, duas vezes o ritmo mundial, levando um
especialista a dizer que o país está vulnerável ao impacto destas
alterações.

De acordo com o estudo "O clima de Portugal nos séculos XX e XXI",
realizado pelo projeto SIAM ("Cenários, Impactos e Medidas de
Adaptação", na sigla em inglês) no começo do século, reunindo
investigadores de diversas universidades, "são estimados aumentos
sistemáticos da temperatura, que podem atingir três a sete graus
centígrados no verão, com aquecimento mais forte do interior Norte e
Centro e um forte incremento da frequência e intensidade das ondas de
calor", enquanto nas ilhas a subida das temperaturas é mais
"moderada".

"É hoje em dia consensual que os aumentos de temperatura e o maior
número e intensidade das ondas de calor são atribuíveis ao aumento da
concentração atmosférica de gases com efeito de estufa provocado por
algumas atividades humanas, especialmente a combustão dos combustíveis
fósseis - carvão, petróleo e gás natural - e a desflorestação",
explicou à Lusa o professor da Faculdade de Ciências da Universidade
de Lisboa Filipe Duarte Santos, membro de diversas comissões e
delegações sobre alterações climáticas nacionais e internacionais.

Segundo dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA)
disponibilizados pela Pordata, a temperatura média do ar em Lisboa era
de 15,7 graus em 1972, valor que subiu para 17,5 em 2012.

No Porto, a subida de temperatura média foi de 13,2 graus em 1972 para
14,9 40 anos depois, enquanto em Faro se registou um aumento de 16,3
para 18,2 graus.

No Funchal, a média subiu de 17,9 graus em 1972 para 20,4 quatro
décadas depois, enquanto Angra do Heroísmo passou de 16,6 para 17,9,
segundo dados do IPMA.

Para Filipe Duarte Santos, para além da temperatura as alterações
climáticas em Portugal "caracterizam-se ainda por um maior número e
intensidade das secas e de eventos de precipitação extrema associados
ao risco de cheias e deslizamentos de terras".

"Portugal é mais vulnerável às alterações climáticas devido a ter uma
orla costeira relativamente longa e com uma parte dunar e estuarina
com extensão significativa. As pequenas praias encastradas, que têm um
grande valor paisagístico e turístico, são especialmente vulneráveis à
subida do nível médio do mar", sublinhou o académico.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico

http://www.ionline.pt/portugal/temperaturas-portugal-aumentam-duas-vezes-ritmo-mundial-1970

DGAV lança livro «Raças Autóctones Portuguesas» na Ovibeja

A Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária vai proceder ao
lançamento do livro - Raças Autóctones Portuguesas, no dia 27 de
Abril, pelas 15 horas, no Auditório do Nerbe, no âmbito da realização
da 30ª OVIBEJA.

Esta iniciativa pretende divulgar e caracterizar as 57 Raças
Autóctones existentes em Portugal que constituem um património
genético animal único.

Uma biodiversidade tão rica e variada de diferentes espécies, e tão
localizada, decorre de diversos factores, entre os quais poderemos
referir, os cruzamentos de grupos de animais que em épocas de
glaciação procuravam territórios onde pudessem subsistir, ou mesmo, os
movimento nómadas de diversos povos que acompanhados dos seus animais
se instalaram na região mais ocidental do continente europeu ou ainda,
o povoamento dos arquipélagos insulares, iniciado a partir do século
XV.

A representação, através de motivos zoomórficos, de cavalos e bovinos,
identificados em Portugal permitem reconhecer, desde tempos remotos, a
coexistência dessas espécies com as populações locais.

A domesticação de algumas destas espécies permitiram um progresso
técnico notável contribuindo para a sustentabilidade desses povos,
constituindo importantes instrumentos de trabalho, alimento e
protecção.

Cada raça, foi criando uma rusticidade própria que lhe permitiu a
adaptação às condições geográficas e climáticas, adquirindo
características morfogenéticas que consolidaram a sua preservação até
aos nossos dias.

As raças autóctones constituem parte integrante de um património
nacional, das raízes e da cultura portuguesas, da economia local e
regional. Assim, foram ainda, reunidos os contributos de algumas
personalidades que no âmbito das respectivas actividades se destacam
em áreas tão diversas como o turismo, a gastronomia, o estilismo, a
saúde, a nutrição e a pintura, e que sublinham, a importância da
valorização e manutenção das raças autóctones para o desenvolvimento e
reconhecimento dos seus talentos.

Este livro constitui uma referência actual das Raças Autóctones que
sendo oficialmente reconhecidas em Portugal são objecto de registo em
Livro Genealógico, de acordo com critérios específicos. Assim analisa
as diferentes raças de acordo com os aspectos relativos à origem , à
área geográfica , ao padrão da raça, à evolução do efectivo, aos
sistemas de produção, às características produtivas e reprodutivas e
ao desenvolvimento, melhoramento e perspectivas futuras, de forma
estruturada por espécie.

Fonte: ACOS

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/23e.htm

Com novas medidas fiscais, Governo quer acabar com a agricultura familiar

O Governo obrigando pequenos agricultores a inscrever-se nas finanças
até 31 de Maio, origina que centenas de agricultores no distrito de
Coimbra desistam das ajudas á perca de rendimento (vulgo subsídio),
dado a o diminuto valor que tem a receber.

De facto, dos cerca de 182 000 Agricultores a nível nacional que em
2012 submeteram a sua candidatura às ajudas da PAC, à data de 21 de
Abril deste ano, apenas 131 589 Agricultores o tinham feito, assim
faltando mais de 50 000 candidaturas para se atingir o número de
Agricultores recepcionados na Campanha passada A obrigação de
inscrição, obriga a ter contabilidade mesmo que simplificada, logo
mais custos que não são cobertos nem pela actividade nem pelas
pequenas ajudas agrícolas.

O que é o Governo pretende com esta obrigação de passagem de factura
cinco dias depois da entrega do produto, quando na maioria dos casos o
agricultor entrega o produto sem sequer saber o preço a que o vai
vender , como é caso nas produções de arroz, vinho, leite e outros.

A principal consequência do registo de actividade é o enquadramento na
segurança social como produtor agrícola, e que nos casos em que um
agricultor já descontou para a segurança social, este registo é
considerado um reinício de actividade e daí resulta a obrigação de
contribuição para a segurança social logo a partir do seu registo.

Contribuição essa que nunca poderá ser inferior a 50% do primeiro
escalão, ou seja no mínimo cerca de 60 euros mensais/700 euros anuais.

Ou seja um pequeno produtor que receba entre 1500 e 2000 euros anuais
terá que entregar à segurança social 700 euros!

Medidas estas que não vão dar dinheiro que se veja ao Estado. Não vai
dar mais impostos! Vai é eliminar milhares de pequenos agricultores.

Para que a agricultura seja um pilar de relançamento da economia
nacional, os pequenos e médios agricultores não podem ter novas
imposições fiscais.

Deve ser anulada já a obrigatoriedade dos pequenos e médios
agricultores com menos de 10.000 euros de rendimento anual de terem
que se colectar nas finanças.

Coimbra, 23 de Abril de 2013

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/23b.htm

Obrigatoriedade de comunicar ao fisco o transporte de mercadorias adiada para 1 de julho

Publicado ontem

O Governo adiou por dois meses, para 1 de julho, a obrigatoriedade de
as empresas e agentes económicos terem de comunicar previamente ao
Fisco o transporte de mercadorias e cumprirem a nova legislação que
entra em vigor em maio.


foto PEDRO GRANADEIRO / GLOBAL IMAGENS


"De forma a permitir uma melhor adaptação dos agentes económicos às
novas regras aplicáveis aos bens em circulação e por razões
operacionais relacionadas com o novo sistema de comunicação por
transmissão eletrónica de dados, estabelece-se que o novo regime
apenas entrará em vigor no dia 1 de julho de 2013", lê-se na portaria
publicada em Diário da República, esta terça-feira.

A nova lei, assinada na semana passada pelo secretário de Estado do
Orçamento, para entrar em vigor esta quarta-feira, exclui da obrigação
de comunicação à Autoridade Tributária (AT) os documentos de
transporte em que o destinatário ou adquirente seja consumidor final.

As alterações ao local de destino das mercadorias, ocorridas durante o
transporte, ou a não aceitação imediata e total dos bens transportados
devem ser anotadas pelo transportador nos respetivos documentos de
transporte, segundo o novo regime.

Quando estas alterações forem efetuadas em documentos de transporte
impressos em tipografias autorizadas e processadas pelos
transportadores, a comunicação passa a poder ser feita até ao quinto
dia útil seguinte ao do transporte, segundo a portaria publicada esta
terça-feira.

A comunicação por transmissão eletrónica de dados pode ser feita em
tempo real, utilizando o Webservice disponibilizado pela AT, ou
através do envio de ficheiro exportado pelo programa informático ou da
emissão direta no Portal das Finanças do documento de transporte.

"A obrigação de comunicação (...) considera-se cumprida no momento em
que é disponibilizado o código de identificação atribuído ao
documento", lê-se no diploma.

A comunicação dos elementos dos documentos de transporte também pode
ser realizada através de serviço telefónico automático,
disponibilizando a AT no Portal das Finanças, mediante autenticação
das entidades que a solicitem, uma senha individual de acesso ao
serviço telefónico automático.

Esta comunicação via telefone também tem de ser feita até ao quinto
dia útil seguinte ao do início do transporte.

Havendo "inoperacionalidade" dos sistemas da AT que suportam a gestão
da comunicação dos elementos dos documentos de transporte, as
entidades ficam dispensadas da comunicação prévia do transporte,
ficando obrigadas a comunicar até ao quinto dia após do transporte.

"Nos casos em que ocorra indisponibilidade dos sistemas da AT que
suportam a gestão da comunicação dos elementos dos documentos de
transporte, a AT deverá conservar, por um período de 60 dias, o
registo histórico das ocorrências e a sua delimitação temporal, para
efeitos da verificação da prática de infrações e levantamento do auto
de notícia, quando a ele haja lugar", lê-se no diploma.

O ministério das Finanças informa ainda, através da portaria, que o
Fisco vai disponibilizar no Portal das Finanças as instruções e
especificações técnicas, para cumprimento das obrigações previstas no
presente diploma.

Por todo o país circulam todos os dias milhares de camiões cujas
mercadorias vão passar a ser comunicadas previamente ao Fisco, o que
tem gerado protestos de vários setores, desde a restauração e
hotelaria, às grandes superfícies, à agricultura e transporte de gás,
entre outros, que se queixam da impossibilidade prática de cumprir
esta lei.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3181577&page=-1

Pingo Doce contra taxa que corta 10% de lucro

Grupo de hipermercados da Jerónimo Martins deverá impugnar pagamento.

23 de Abril, 14h17

O Pingo Doce deverá impugnar o pagamento da taxa de segurança
alimentar, disse esta terça-feira o diretor comercial dos
hipermercados da Jerónimo Martins, Pedro Leandro.

Questionado sobre o pagamento da taxa, que representa 10% dos lucros
do Pingo Doce, Pedro Leandro afirmou que "decorre ainda um período de
impugnação dessa taxa que está a ser avaliado pelas direções
competentes dentro do grupo" e que não terá sido pago ainda qualquer
valor.

O responsável falava à Lusa à margem da assinatura de um protocolo com
a Confederação de Agricultores de Portugal (CAP), em Lisboa.

O prazo de cobrança da taxa criada em 2012 e relativo ao ano passado
já terminou, decorrendo agora um período para as empresas contestarem
judicialmente o pagamento.

O secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agroalimentar
afirmou, no início do mês, que o Governo estava a "sensibilizar" as
grandes superfícies para o pagamento da taxa de segurança alimentar.

"O Governo entende que vai receber todo o valor de 2012 e 2013",
declarou, na altura, Nuno Vieira e Brito, estimando que a soma das
cobranças relativas aos anos de 2012 e 2013 chegue aos 17 a 18 milhões
de euros, embora o valor entregue até ao início de abril fosse de
pouco mais de dois milhões de euros.

A APED, associação que representa as empresas de distribuição já tinha
afirmado em julho do ano passado que iriam recorrer aos tribunais
nacionais e comunitários contra a taxa de segurança alimentar e a
"discriminação que a medida introduz no setor".

A taxa de segurança alimentar foi fixada em 4,08 euros por metro
quadrado em 2012 e em sete euros por metro quadrado este ano.

A taxa aplica-se a todos os estabelecimentos com uma área de venda
superior a dois mil metros quadrados ou que, sob uma mesma insígnia ,
atinjam uma área de venda acumulada superior a seis mil metros
quadrados.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/pingo-doce-contra-taxa-que-corta-10-de-lucro

Interrompa-se o caminho do desastre !

________________________________

João Dinis

Agrava-se todos os dias a situação da Agricultura, do Mundo Rural e do
País. E a propaganda oficial e oficiosa bem pode esganiçar-se a tentar
convencer-nos de que não é assim…

A propósito, atente-se, agora, neste outro e monumental escândalo, o
das perdas astronómicas ( já se fala em 3 mil milhões de euros !) com
a "roleta" dos capitais de alto risco - as tais "swaps" - em que uns
quantos "figuraços" ligados ao (des)Governo, e não só, "jogaram" com
várias Empresas Públicas (transportes) à custa das finanças nacionais
e do nosso "cabedal" enquanto Portugueses… Afinal, para darem ainda
mais lucros especulativos à Banca… Como é possível ? Como é que este
(des)Governo ainda está em funções ?

Em Lisboa, a 17 de Abril, CNA e Filiadas, Sempre com os Agricultores !

Numa participada, vigorosa e colorida manifestação nacional,
reclamou-se, alto e a bom som, por outras e melhores políticas
Agro-Rurais e por outro Governo capaz de as aplicar !

Assim, sejamos ouvidos e respeitados.

Novas regras de Fiscalidade. Mais um ataque deste Governo contra a
Lavoura Nacional.

Pois, as únicas medidas que este (des)Governo quer tomar -
especificamente dirigidas aos pequenos e médios Agricultores - são as
novas imposições fiscais ( a partir de 31 de Maio ). Para obrigar os
pequenos Agricultores a colectarem-se nas Finanças. Para tributar.
Para eliminar dezenas de milhar de Agricultores e, também por aí,
arruinar ainda mais o Mundo Rural !

"Isto" vindo de um (des)Governo que continua a dizer-se "amigo" dos
Agricultores.

Por isso, não nos sai da vista aquele cartaz que uma Agricultora
robusta transportou durante toda a manifestação promovida pela CNA no
passado dia 17 de Abril, em Lisboa.

Em torno de enorme caricatura do Ministro Paulo Portas, aparecia
escrito nesse cartaz: - "O Portas perdeu o boné de agricultor. Ó
Portas andas fugido? Vai mas é enfiar o boné ( o barrete) a outros
!..."

Ora, se o (des)Governo quer mesmo combater a fraude e a evasão
fiscais, então que obrigue as grandes empresas do "agro-negócio" a
pagarem impostos em Portugal pois, como é sabido, a quase totalidade
dessas grandes empresas "foge" para os "paraísos fiscais"…depois de
ter sobre-explorado os nossos recursos internos…

E a Reforma da PAC ?
Então, Dr. Capoulas Santos: - mas que falta de convicção nas suas
próprias (anteriores) "convicções" !...

Pois é, pois é…Dr. Capoulas Santos…

E nem sequer vamos recuar até aos idos do ano 2 000, quando "dirigiu",
enquanto Ministro da Agricultura de Portugal e Presidente em exercício
do Conselho Agrícola, uma Reforma da PAC no essencial ruinosa para a
Lavoura e para o Mundo Rural Português…

Agora, que diz e faz o Senhor Eurodeputado enquanto membro desta
espécie de "tróika-tri-céfala" - Conselho Europeu - Comissão Europeia
- Parlamento Europeu - que tenta fechar as de facto anti-democráticas
e anti-sociais "negociações" sobre o Orçamento da UE para 2014-2020 e
a Reforma da PAC para igual período ??

Temos presentes declarações suas, ainda recentes, Dr. Capoulas Santos,
em que afirmava, categórico, que pelas "suas" propostas para a Reforma
da PAC - 2014 - 2020, Portugal ganharia 300 milhões de Euros
comparativamente com idêntico período que termina este ano de 2013.

Porém, ontem, ouvi-o dizer que, tendo em conta aquilo que o Conselho
Europeu aprovou, Portugal vai perder na ordem de mil milhões de euros
para a PAC - 2014-2020.

Entretanto, no desfiar da sua argumentação, acaba por assumir que o
resultado final das "negociações" - em que o próprio Dr. Capoulas
Santos participa em representação do PE - esse resultado final, disse,
vai aproximar-se dos valores apresentados pelo Conselho Europeu e,
portanto, vai ficar muito distante, e pela negativa, daquilo que,
antes, o Dr. Capoulas Santos parecia defender…

Então ? Que é feito das suas "convicções" ? Que é feito da apregoada
"co-decisão" e da posição do PE em matéria destas negociações tão
importantes?

Ou seja, a Senhora Merkel e os interesses que ela serve no "eixo
alemão-franco" de facto "mandam" nas instituições europeias e na
grande parte dos seus representantes!…

Até quando ?... Até quando ?...

23 de Abril 2013

João Dinis

http://www.agroportal.pt/a/2013/jdinis3.htm

Novas imposições fiscais sobre agricultores podem causar dezenas de milhar de desistências às ajudas da PAC

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA AGRICULTURA


CNA reclama a prorrogação do prazo de apresentação dessas Candidaturas

A obrigatoriedade de todos os pequenos Agricultores terem de ir
colectar-se às Finanças (até 31 de Maio) e o receio do agravamento de
tributação fiscal ou de pagamentos acrescidos para a Segurança Social,
estão a provocar a tendência, entre os pequenos e médios Agricultores,
para nem sequer se candidatarem às (pequenas) Ajudas da PAC a que têm
direito.

Esta é uma situação, já por diversas vezes reportada pela CNA, em que
as dúvidas e receios têm constituído um factor de desestabilização no
terreno, não só pelo problema em si mas, também, pela ausência de
respostas - por parte do Governo - às questões que diariamente são
colocadas pelos Agricultores.

De facto, dos cerca de 182 000 Agricultores que em 2012 submeteram a
sua candidatura às ajudas da PAC, à data de 21 de Abril deste ano,
apenas 131 589 Agricultores o tinham feito, assim faltando mais de 50
000 candidaturas para se atingir o número de Agricultores
recepcionados na Campanha passada.

Portanto, é necessário que, daqui até ao final do prazo (30 de Abril)
estipulado pelo IFAP - MAMAOT para apresentação das candidaturas, o
sistema informatizado (iDigital) tenha capacidade para recepcionar
mais de 8 500 candidaturas por dia, tarefa praticamente impossível.

Assim, a CNA reitera o que, durante esta Campanha, por diversas vezes
transmitiu ao MAMAOT:- é necessário e urgente prorrogar o prazo para a
recepção das Candidaturas ( o prazo do PU 2013) - pelo menos até 15 de
Maio - o que apenas depende da vontade política do Governo pois não
são duas semanas "a mais" que vão impedir o MAMAOT e o Governo de
iniciarem atempadamente o processo de controlo e pagamento das Ajudas
da PAC deste ano.

Ao mesmo tempo, a CNA reafirma, e reclama, que os pequenos e médios
Agricultores devem continuar isentos das novas imposições fiscais e,
nomeadamente, deve cair - já - a obrigatoriedade dos Agricultores, com
rendimento anual inferior a 10 mil Euros, terem que ir colectar-se nas
Finanças.

SIM ! POR OUTRAS E MELHORES POLÍTICAS FISCAIS !
SIM ! POR OUTRAS E MELHORES POLÍTICAS AGRO-RURAIS !
SIM ! POR OUTRO GOVERNO CAPAZ DE AS APLICAR !

Coimbra, 23 de Abril de 2013 // A Direcção Nacional da CNA

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/24c.htm

Caminho livre para o CO2

Presseurop
16:56 Quarta feira, 17 de abril de 2013

Clique para saber tudo o que se passa na Europa
Há muito que a Europa se vangloria de se encontrar na vanguarda da
luta contra o aquecimento global. Hoje, já se pode dizer isso.
Primeiro, os 27 Estados-membros recusaram-se a alargar o seu objetivo
comum de redução das emissões de gases com efeito de estufa e, depois,
o Parlamento Europeu seguiu-lhes o exemplo. Na sua reunião de 16 de
abril, os eurodeputados rejeitaram a proposta da tão esperada reforma
do comércio de licenças de emissão.

Nada resta do desejo de renovação e da vontade europeia de fazer tudo
para legar às gerações futuras um ambiente viável. A votação do
Parlamento assinala uma viragem na política ambiental europeia. Há dez
anos, a Europa foi a primeira região do mundo a criar um mercado de
licenças de emissão.


http://expresso.sapo.pt/caminho-livre-para-o-co2=f800979

Ministra da Agricultura inaugura hoje a Ovibeja...

Regional | 00:00 | 24-04-2013


A Ministra da Agricultura e o secretário de Estado Adjunto do
Primeiro-Ministro vão estar hoje em cerimónias de inauguração na
Ovibeja. A feira que abre hoje ao público, a partir das 09h30, com
entradas gratuitas até às cinco da tarde, oferece um amplo leque de
iniciativas para todas as idades. À noite, é tempo de ouvir os
bejenses Virgem Suta e António Zambujo.

A Ovibeja abre hoje as portas a partir das nove e meia da manhã.
Inaugurada pela Ministra da Agricultura, Assunção Cristas, a sessão
oficial de abertura está agendada para as 15h00, no Auditório do
NERBE.

Também o secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Carlos
Moedas, marca presença no dia de abertura da Feira. O governante
inaugura, ao meio dia e meia, uma escultura de homenagem ao
associativismo agrícola e aos 30 anos da feira. O monumento, que é uma
ovelha estilizada, da autoria de Margarida Araújo, vai ficar na
alameda principal da Ovibeja, junto ao Pavilhão Multiusos.

A manhã de hoje conta ainda com a visita de embaixadores de todo o
mundo. São cerca de 30, de países tão distintos como Espanha, Japão,
Tunísia, Roménia, Estados Unidos.

Com entradas gratuitas até às 17h00, a feira oferece uma série de
actividades para todos os gostos. A partir das 10h00 a RTP dinamiza,
na feira, muita animação e apontamentos de reportagem em torno dos
principais projectos da região. As escolas vão à feira, há concursos
de animais, workshops, uma gincana equestre com utentes do centro de
Paralisia Cerebral de Beja e, ainda no período da manhã, é organizado
um colóquio sobre "Novas tecnologias de produção de Trigo de Qualidade
em Regadio".

A comemorar 30 anos, a Ovibeja é uma feira madura e que não engana o
visitante, conforme destaca Castro e Brito, presidente da Comissão
organizadora da feira:

A partir das seis da tarde é tempo de tertúlias e provas de vinhos. O
ponto de encontro para os saberes e sabores do vinho é no Pavilhão
"Vinhos e Azeites".

À noite, vésperas do 25 de Abril, o palco da Ovibeja vai estar, a
partir das 22h30, a cargo dos Virgem Suta e de António Zambujo.

No ano em que a Ovibeja comemora 30 anos, o palco vai ser estreado
pelos Virgem Suta, a banda bejense de Nuno Figueiredo e Jorge
Benvinda. Os Virgem Suta abrem a primeira noite de espectáculos com
músicas em redor dos dois álbuns editados: "Doce Lar", o mais recente,
com "Beija-me na Boca", "Maria Alice", "Comer e Calar", "Exporto a
Tristeza", entre outros sucessos da banda. Mas, outras músicas que já
levaram os fãs de Norte a Sul do País podem também entoar na Ovibeja,
como "Linhas Cruzadas", "Vovó Joaquina" e, entre outras, a
incontornável "Dança de Balcão".

A noite prossegue com António Zambujo, o filho de Beja que já viu a
sua obra elogiada e referenciada em todo o mundo. "Quinto" é o último
álbum que se segue a "Guia", editado em 2010, "Outro Sentido" em 2007,
"Por meu Cante" em 2004 e "O mesmo Fado", o álbum de lançamento, em
2002, da sua carreira.

A primeira noite da Ovibeja termina com a ctuação de um DJ, garraiada
e as tão afamadas ovinoites.

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/53725

Agricultores vão pedir explicações a Assunção Cristas

Rádio Pax - 24/04/2013 - 00:08

Castro e Brito vai aproveitar a presença da Ministra da Agricultura,
hoje, na inauguração da Ovibeja e pedir que explique a finalidade da
entrega da rede de rega secundária de Alqueva à EDIA- Empresa de
Desenvolvimento e Infra-estruturas de Alqueva.

O presidente da ACOS- Agricultores do Sul, considera que "há lobbies
muito poderosos" ligados à EDIA que estão a "pressionar de uma maneira
incrível" para que a rede de rega secundária seja gerida pela empresa.

Em entrevista concedida à Rádio Pax, Castro e Brito disse que "há uma
clientela que tem que se acalmar".

O presidente da ACOS acrescentou que os "constituintes" do Ministério
da Agricultura são os agricultores e "não estas empresas públicas e
privadas que andam à roda do Ministério da Agricultura e do Estado a
ver se ainda conseguem abichar mais".

Na última deslocação ao distrito, a Ministra da Agricultura voltou a
assegurar que o Governo vai entregar a gestão da rede de rega
secundária de Alqueva à EDIA.

Assunção Cristas explicou que devido às garantias da obra é necessário
manter a gestão nas mãos da empresa pública. Para o Governo é
importante que "não haja percalços nesta fase" porque há "más
experiências" noutras zonas uma vez que "quando as obras têm defeitos
nunca se conseguem encontrar responsáveis".

http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=662

Exportações mundiais de carne de porco reduzem em 2013

23-04-2013




A União Europeia reduziu as suas exportações de carne de porco em
cerca de 5,7 por cento nos primeiros meses de 2013 em comparação com o
mesmo período do ano anterior.

No entanto, tendo em conta que em 2013 as exportações revelaram um
crescimento significativo, deve-se destacar o aumento de 69 por cento
para a China, o principal comprador e também por parte do Japão,
apenar de mais moderado, de três por cento. Por outro lado, na Rússia
e Hong Kong, que representam a maior procura depois do mercado chinês,
as exportações diminuíram de 19 e 31 por cento, respectivamente.

As exportações de carne de porco dos Estados unidos também revelam uma
descida de oito por cento nos primeiros meses de 2013. Esta quebra
deve-se, em grande parte, pelas restrições às importações impostas
pela Rússia devido à presença de ractopamina, uma substância utilizada
para o crescimento e engorda de suínos e bovinos.

A ausência de procura do exterior condicionou os preços da carne de
porco nos Estados Unidos, que mantiveram valores abaixo dos níveis
registados em 2012. As exportações por parte do México também caíram
13 por cento, na China menos três e no Japão menos 11 por cento,
apenas com um aumento do Canadá, de 12 por cento.

No Brasil, as exportações diminuíram cerca de três por cento no
primeiro trimestre do ano devido a uma importante descida registada em
Março, de menos três por cento, o que levou a um colapso das cotações
que baixaram 23 cêntimos ao longo do mês de Abril.

Fonte: Agrodigital

http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46220.aspx

PCP condena falência da Cooperativa Agrícola

Palmela


A Comissão de Agricultura da Direcção da Organização Regional de
Setúbal do PCP emitiu um comunicado sobre a falência da Cooperativa
Agrícola de Palmela, no qual culpa "as políticas de direita" desta
situação e lembra que irão aumentar "as dificuldades para os pequenos
e médios agricultores".

A falência da Cooperativa Agrícola de Palmela motivou a emissão de um
comunicado da Comissão de Agricultura da Direcção da Organização
Regional de Setúbal do PCP, no qual é referido que esta situação "é
mais uma consequência das políticas de direita" que irão "aumentar as
dificuldades para os pequenos e médios agricultores e a agricultura
familiar do concelho, especialmente no que concerne ao escoamento da
produção" e que esta nova dificuldade "vai acrescentar-se à já difícil
situação do sector causada pelos aumentos dos preços dos factores de
produção (combustíveis, electricidade, rações, adubos, e
fertilizantes, entre outros) que nos últimos dez anos aumentaram 24
por cento, fazendo cair o Produto Agrícola Nacional em mais de 20 por
cento, aumentando assim a dependência do exterior".

Aquela comissão refere ainda que "para este trágico fim da Cooperativa
Agrícola de Palmela, foram decisivas as politicas de direita levadas a
cabo pelos diversos governos em total desrespeito pela Constituição da
República Portuguesa, que tudo têm feito para deixar livre caminho aos
grandes grupos da distribuição agro-alimentar, destruindo todos os
meios com que os pequenos e médios agricultores se dotaram para
defender os valores dos produtos do seu trabalho, assim como o seu
escoamento. De notar que 80 por cento do emprego na agricultura reside
na agricultura familiar".

No entanto, referem, "uma outra contribuição para este triste
desfecho, pelo que é dado conhecer, terá a ver com as más gestões das
anteriores administrações, particularmente desligadas dos associados
no que respeita aos reais problemas do Cooperativa, não promovendo nem
a discussão, nem a participação", pelo que este quadro "de evidente
perda para a pequena e média agricultura da região de Palmela, não
deixa de estar em linha com a opção que, em tempos idos, conduziu a
Cooperativa Agrícola para a filiação na CAP", sendo que aquela
organização "mais vocacionada para a defesa dos interesses dos grandes
agrários e da agro-indústria, que sempre esteve conivente com as
políticas agrícolas mais gravosas para o sector e para o País – tenham
sido oriundas dos governos de direita, ou tenham sido definidas pela
Política Agrícola Comum – e que actualmente mais se confunde com a
orientação e a actividade do Ministério da Agricultura do Governo de
Passos Coelho e Paulo Portas, não seria, nem será possível, esperar um
bom futuro para a agricultura portuguesa e para as organizações
representativas das pequenas e médias estruturas agrícolas"

Naquele documento, a referida comissão lembra que sobre esta situação
"acabou por ser o Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República
a questionar e a reclamar do Governo a urgência de medidas a tomar no
plano do apoio técnico que permitissem, em tempo útil, validar o
necessário financiamento para salvar a Cooperativa. As respostas que
vieram foram lacónicas e friamente dirigidas para as soluções que já
se tinham revelado irresolúveis".

http://www.osetubalense.pt/noticia.asp?idEdicao=&id=31703&idSeccao=7088&Action=noticia

Produtores de Tomate pedem à Ministra seguro de colheita com ajuda comunitária

Agrícultura


Económico com Lusa
22/04/13 11:53



Miguel Cambezes, secretário-geral da Associação dos Industriais do
Tomate pede a Assunção Cristas um seguro específico para o sector do
tomate custeado em parte por verbas comunitárias.

A fileira do tomate quer um seguro de colheita específico para o
sector, com prazo e cobertura alargados, defendendo que só assim será
possível aumentar a produção e exportar mais.

Indústria e organizações de produtores (OP) estão unidos neste
objetivo e vão pedir à ministra da Agricultura, Assunção Cristas, que
medeie "uma reunião com uma ou duas companhias mais próximas desta
questão" para avançar com uma proposta, disse à Lusa, o
secretário-geral da Associação dos Industriais do Tomate (AIT), Miguel
Cambezes.

"Queremos um seguro específico para o sector do tomate, adaptado às
realidades necessárias para a boa prática agrícola e em que os
produtores se comprometem a que a maioria dos seus membros vai
contratar este seguro", acrescentou o responsável

Quanto ao aumento de custos que o seguro representaria para as
organizações de produtores e para as unidades industriais "terá de ser
repartido de forma que ainda terá de ser negociada, de maneira a poder
captar todas as verbas comunitárias que possam ser alocadas ao
pagamento deste prémio".

Portugal é o quarto maior exportador mundial de tomate transformado e
vende ao estrangeiro 95% da produção total, mas "há margem para
progredir", considera a AIT.

O sector do tomate em Portugal tem vindo a crescer entre 3 a 5% nos
últimos 20 anos e tem potencialmente margem de progressão. Exportamos
hoje em dia 250 milhões de euros com 80% de valor acrescentado "mas
poderíamos e deveríamos exportar mais", considerou o mesmo
responsável.

"O problema é que o produtor não quer arriscar, a não ser que tenha
uma rede por baixo, ou seja, um seguro de colheita estendido até 15 de
Outubro e que inclua o risco de chuvas persistentes", continuou.

As companhias fazem normalmente seguros até ao dia 30 de Setembro "e
excluem esta cobertura, mas incluem outras, como o granizo,
consideradas desnecessárias face à época do ano, o que cria um sistema
perverso".

O responsável pela AIT alertou para o facto de "os seguros não seram
adequados às necessidades, a maior parte das organizações de
produtores não os faz e como estas não os fazem, as companhias de
seguros dizem: então, o resto, também não fazemos".

A campanha do tomate durava três meses, mas foi sendo reduzida para
dois, devido à concentração da oferta e à modernização tecnológica e
ao aumento da capacidade que resultaram de um investimento de 60
milhões de euros feito na última década, explica o secretário-geral da
AIT.

Questionado sobre o impacto do mau tempo Miguel Cambezes disse sobre a
produção que, "apesar da chuva ter atrasado as plantações cerca de
três semanas, ainda não há motivos para alarme".

http://economico.sapo.pt/noticias/produtores-de-tomate-pedem-a-ministra-seguro-de-colheita-com-ajuda-comunitaria_167554.html

Ciolos disposto a analisar medidas mais flexiveis para o "greening"

23-04-2013



Na reunião do Conselho de Ministros da Agricultura, celebrada ontem,
dia 22 de Abril, foi apresentado o estado dos seis encontros das
negociações, de um total de 34 estabelecidos entre Abril e Junho.

No seu programa político, a presidência irlandesa deu prioridade à
obtenção de um acordo sobre a reforma da política agrícola comum (PAC)
ante do final e Junho. O presidente irlandês, Simón Coveny mostrou-se
muito optimista perante a possibilidade de atingir este objectivo, sem
deixar de assinalar que será necessário um esforço excepcional das
três instituições europeias.

Segundo Coveny, as posições do Conselho e do Parlamento não estão tão
afastadas e acredita que a Comissão venha a revelar alguma
flexibilidade, em especial frente aos pagamentos verdes, um assunto
sobre o qual o comissário europeu da Agricultura, Dacian Ciolos
afirmou que esta deve ser aplicada de forma simplificada a qual está
disposto a analisar.

O ministro confirmou que já discutiu com outros seus homólogos a
necessidade de contactos informais adicionais a nível político de
forma a preparar o terreno para um acordo sobre os principais pontos
mais difíceis. A presidência prevê usar a reunião informal do Conselho
de 27 e 28 de Maio, em Dublin, para facilitar este processo. O
Conselho de Junho seria o momento chave para as decisões definitivas e
o acordo político.

Fonte: Agrodigital

http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46219.aspx

UE e Marrocos abrem primeira ronda de negociações sobre relações comerciais

23-04-2013




A primeira ronda de negociações entre a União Europeia e Marrocos,
para estabelecimento de comércio livre entre ambos, teve início esta
segunda-feira, depois de uma abertura oficial em Março.

A segunda, já prevista para finais de Junho, em Bruxelas, e têm como
objectivo actualizar o acordo de associação existente desde 2000, que
permitiu o comércio livre de taxas para muitos produtos. Nas reuniões,
os interessados vão concentrar-se nas relações comerciais existentes
em áreas ainda não cobertas, como os serviços e a contratação púbica,
assim como alcançar uma melhor protecção dos investimentos e novos
compromissos em matéria de concorrência e de direitos de propriedade
intelectual.

A União Europeia (UE) e Marrocos pretendem ainda simplificar os
procedimentos alfandegários e reduzia as barreiras ao comércio,
causadas por requisitos de segurança alimentar e por normas
industriais incompatíveis ou desnecessários.

Esta liberalização comercial não deve afectar de forma negativa as
normas ambientais e sociais que são fundamental para o comércio
moderno, transparente e previsível e o regime de investimentos.

A Comissão Europeia recebeu luz verde para iniciar as negociações
sobre zonas de livre comércio exaustivo com o Egipto, a Jordânia,
Marrocos e a Tunísia em Dezembro de 2011, como parte da resposta da UE
às grandes alterações políticas no mundo árabe, sendo Marrocos é o
primeiro país com quem vai negociar. O bloco europeu é o maior
parceiro comercial de Marrocos, que representa cerca de 50 por cento
do comércio total do país.

Fonte: Agrodigital

http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46221.aspx

Governo açoriano alerta ministra para impacto do fim das quotas do leite

Regional » 22 de Abril de 2013


O governo açoriano alertou hoje a ministra do Ambiente para o impacto
na região do fim das quotas leiteiras, tendo obtido o compromisso de
empenho do Governo central em negociar meios financeiros para
compensar as perdas destes agricultores.


No final de um encontro com Assunção Cristas, o secretário Regional
dos Recursos Naturais dos Açores, Luís Neto Viveiros, disse à Lusa ter
ficado satisfeito com o encontro, porque percebeu "que o ministério
tem intenção de desenvolver, em parceria com os Açores, todos os
esforços", tendo em conta os interesses do arquipélago tanto "na
agricultura como no mar". "Tivemos do Governo da República o
compromisso de lutar e de defender os interesses que os Açores
colocaram e de poder satisfazer as expectativas que temos em relação
aos montantes [de fundos comunitários] que poderão ser entregues
diretamente à região", disse Luís Neto Viveiros.

O governo açoriano ficou de entregar ao ministério informação "para
ajudar nas negociações tanto na agricultura, como na manutenção das
quotas das pescas, como nos efeitos que o desmantelamento das quotas
leiteiras [previsto para 2015] vão ter na região". "Nesse ponto de
vista conseguimos o apoio da senhora ministra no sentido de encontrar
formas de, em conjunto com o Governo dos Açores, se permitir
desbloquear para os agricultores meios financeiros que permitam fazer
face ao impacto que este desmantelamento certamente terá", afirmou,
realçando que o objetivo é estarem preparados para o desmantelamento
que se avizinha.

Quanto à agricultura, segundo o secretário regional, foram discutidas
com Assunção Cristas "as questões relacionadas com fundos comunitários
que atualmente estão em discussão e suportarão os financiamentos da
atividade agrícola açoriana no próximo ano". "Colocámos os nossos
anseios e expectativas relativamente à distribuição das verbas
comunitárias destinadas a Portugal e a quota-parte que caberá aos
Açores, apresentámos os nossos argumentos fundamentados acerca da
expectativa do Governo dos Açores para o quadro futuro, no sentido de
poder garantir os investimentos que se avizinham no âmbito da
agroindústria e da atividade agrícola, no que diz respeito diretamente
às explorações agrícolas e aos projetos de investimento destinados à
modernização", explicou.

O governante regional e a ministra discutiram ainda aspetos do próximo
quadro comunitário de apoio quanto às pescas, às quotas piscatórias e
à gestão do mar da região, designadamente a exploração dos fundos
marinhos para além das 100 milhas "e a exclusiva responsabilidade da
região na gestão dessa área". "Aqui também encontrámos total
compreensão para defender junto da Comissão Europeia as expectativas
dos Açores, nomeadamente relativamente à atribuição dos fundos
comunitários destinados à região", afirmou.



Lusa

http://www.acores24horas.pt/1/governo-acoriano-alerta-ministra-para-impacto-do-fim-das-quotas-do-leite/

terça-feira, 23 de abril de 2013

Vice-ministro da Educação chinês visita Universidade de Lisboa

PARCERIAS


por Agência Lusa, publicado por Helder RobaloHoje1 comentário

O vice-ministro da Educação chinês reúne-se hoje com o Governo
português e visita mais tarde a Universidade de Lisboa, que está a
ultimar um protocolo de cooperação com dezenas de universidades
chinesas no âmbito da sua estratégia de internacionalização.

Em visita oficial a Portugal, o vice-ministro da Educação da República
Popular da China, Du Yubo, que se faz acompanhar do embaixador chinês
em Portugal e de vários altos responsáveis de departamentos de
relações internacionais educação, encontra-se esta manhã com o
secretário de Estado do Ensino Superior, João Queiró, e visita mais
tarde a Universidade de Lisboa (UL), reunindo com o reitor António
Sampaio da Nóvoa.

Em cima da mesa vão estar vários protocolos "em apreciação", mas
nenhum vai ser assinado.

Um desses acordos de cooperação, que deverá envolver "13 ou 14
universidades chineses", pode vir a ser assinado, "se tudo correr bem,
e é preciso que corra tudo muito bem, até final de maio, para ser
implementado já a partir do próximo ano letivo", adiantou à Lusa
Sampaio da Nóvoa, no final dos estados gerais da Associação Académica
de Lisboa, há uma semana.

Em causa está "uma plataforma de ensino da língua e da cultura
portuguesas na China" que, com o apoio das universidades abrangidas e
do próprio Ministério da Educação chinês, vai permitir instalar em
dezenas de estabelecimentos do ensino superior chineses "pequenos
campus da UL", podendo "potenciar de forma enorme", as relações da UL
com a China, declarou o reitor da universidade portuguesa.

"Isso traduz-se num intercâmbio de estudantes e professores, mas mais
do que isso, numa primeira fase, na criação dentro dessas
universidades de uma capacidade de formar os professores dessas
instituições para poder ensinar a língua e a cultura portuguesas. É
uma plataforma que depois pode ser essencial para todas as outras
colaborações", frisou Sampaio da Nóvoa, que acredita estar-se numa
"fase crucial de concretização do projeto".

O reitor português sublinhou ainda que a universidade que lidera conta
neste processo com o apoio do Instituto Politécnico de Macau, "um
parceiro importante".

Sampaio da Nóvoa admite que, a par do Brasil, a China é uma das
regiões prioritárias para desenvolvimento de relações, projetos e
parcerias futuras, dos quais espera obter como retorno "muito mais
estudantes, muito mais projetos de investigação conjuntos, prestações
de serviços nestes países e algum retorno económico", ainda que neste
último ponto não haja qualquer estimativa quanto a possíveis ganhos.

"Creio que estamos numa fase de transição importante, em que as
universidades portuguesas vão perder o caráter estritamente nacional
que tinham para ganhar uma dimensão internacional mais forte e isso é
absolutamente central", afirmou Sampaio da Nóvoa.

O reitor disse ainda que este protocolo tem origem em contactos
diretos estabelecidos pela UL com as autoridades chinesas, e não é o
resultado das viagens e contactos ministeriais recentes entre os dois
países.

No final de fevereiro o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato,
visitou a China, centrando-se nas áreas científicas e tecnológicas,
tendo visitado diversas universidades no país e formalizado a
cooperação num centro de investigação conjunto para materiais
avançados.

A visita teve um caráter de reciprocidade, depois de em junho de 2012
uma delegação chinesa ter visitado Portugal, e de se ter assinado
nessa altura um memorando de entendimento para cooperação em ciência e
tecnologia.

No final de março uma delegação de 43 representantes de 19
universidades chinesas apresentou na UL o programa "Study in China"
(Estudar na China), uma 'operação de charme' para cativar alunos
portugueses a prosseguir estudos naquele país.

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3181691&page=-1

“A vinha, o vinho e o mercado: desafios para o Douro Superior” em debate a 24 de Maio

No âmbito do 2.º 'Festival do Vinho do Douro Superior' em Foz Côa


"A vinha, o vinho e o mercado: desafios para o Douro Superior" é o
tema do colóquio que se realiza no dia 24 de Maio, no âmbito do 2.º
'Festival do Vinho do Douro Superior, evento que a Câmara Municipal de
Vila Nova de Foz Côa promove de 24 a 26 no ExpoCôa - Pavilhão de
Exposições e Feiras. A inscrição é gratuita, mas limitada aos lugares
disponíveis, e pode ser feita através dos contactos 21 436 95 14, 21
436 94 54 ou vq.externo@mce.iol.pt (Vanessa Quintas).


O colóquio é dirigido aos lavradores durienses, produtores e
engarrafadores de vinhos do Douro e do Porto e tem como objectivo a
reflexão e partilha de experiências e conhecimentos. O painel de
oradores é composto por doze profissionais que conhecem e trabalham na
região (ver programa abaixo). Entre as 10h00 e as 16h30, esta
iniciativa marca o arranque da segunda edição do festival que pretende
afirmar Foz Côa como a capital do Douro Superior ao projectar e
promover a identidade desta sub-região como produtora de vinhos de
qualidade e com identidade e carácter próprios, capitalizando para o
aumento da notoriedade de ambos: território e vinhos.

Depois do colóquio é inaugurada a exposição e prova de vinhos e
sabores, onde os visitantes vão poder degustar e comprar vinhos,
azeites, amêndoas, doces, queijos e enchidos a preços especiais.
Acessível de forma gratuita, mas mediante a compra de um copo por dois
euros, estará patente entre as 17h00 e as 23h00 no primeiro dia e das
15h00 às 22h00 no Sábado (25) e no Domingo (26). A primeira prova
comentada por especialistas acontece também no dia 24 e foca-se nos
"Brancos de Terroir do Douro Superior". No dia seguinte são duas as
provas, uma de "Azeites do Douro Superior" e outra de "Vintage de
Quinta do Douro Superior". O mote da prova de Domingo é "20 anos de
grandes tintos do Douro Superior".

Ainda do programa do Festival fazem parte o 2.º 'Concurso de Vinhos do
Douro Superior' – aberto aos vinhos produzidos na sub-região nas
categorias de brancos, tintos e vinhos do Porto – e visitas a quintas
produtoras de vinho. Estão também previstas outras dinâmicas
paralelas, de onde se destaca a animação – no recinto e na própria
cidade – com números de magia, malabarismo, intervenções de teatro de
rua, percussão tradicional portuguesa e espectáculos musicais; e
acções de formação sobre o serviço de vinho do Porto, destinadas a
profissionais do canal horeca e promovidas pelo IVDP:



O 'Festival do Vinho do Douro Superior' é um evento multifacetado com
uma componente mais virada para profissionais do vinho, mas que é
também uma mostra de vinhos e sabores, uma festa popular e um momento
para atrair "opinion makers" (jornalistas, escanções e compradores) à
região. Integram este certame produtores de Vila Nova de Foz Côa, mas
também dos concelhos vizinhos: Freixo de Espada à Cinta, Torre de
Moncorvo, Figueira de Castelo Rodrigo, São João da Pesqueira e Meda.



Programa | Colóquio "A vinha, o vinho e o mercado: desafios para o
Douro Superior"

Sexta-feira, dia 24 de Maio

10h10 Flavescência Dourada – A "filoxera" do século XXI

Cristina Carlos (ADVID)

10h40 Sombreamento Parcial do Copado da Vinha

Pedro Barbosa (Vale Meão) e Manuel Oliveira (UTAD)

11h10 Porta Enxertos, castas e clones do Douro Superior. Que vinho
queremos ter?

António Graça (Sogrape)

11h50 Coffee break

12h00 1963 / 2013 – 50 anos de Viticultura Duriense. O que mudou? O
que ganhámos e o que perdemos. Revisão da matéria…

Mesa Redonda: Carlos Peixoto (Ramos Pinto), António Magalhães
(Fladgate Partnership), António Agrellos (Quinta do Noval), José Manso
(Sogevinus)

12h40 Debate

13h10 Almoço

15h00 O cooperativismo duriense – presente e futuro na economia regional

Ilídio Santos (Adega Cooperativa de Freixo de Numão) e Nuno Borges
(Adega Cooperativa de Vila Real)

15h20 Vender o Douro ao Mundo

Renata Abreu (Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo)

15h40 O Mercado de Porto e Douro em 2020. Projecções para o futuro

Gonçalo Brito (Symington Family Estates)

16h10 Debate

16h30 Encerramento



Programa | Provas Comentadas por Especialistas

Sexta-feira, dia 24 Maio

18h00 Brancos de Terroir do Douro Superior

por João Afonso, jornalista e crítico da Revista de Vinhos

Sábado, dia 25 de Maio

15h30 Prova de Azeites do Douro Superior

por Francisco Pavão, Presidente da CVR Trás-os-Montes e especialista em azeites

18h00 Vintages de Quinta do Douro Superior

por Nuno Oliveira Garcia, colaborador da Revista de Vinhos

Domingo, dia 26 de Maio

16h30 20 anos de grandes tintos do Douro Superior

por Luís Antunes, jornalista e crítico da Revista de Vinhos

fonte: joana pratas

Empresa agro-alimentar contrata licenciados em todo o país

A empresa Lusiaves procura engenheiros, técnicos avícolas e técnicos
comerciais em várias cidades do país. As candidaturas são online, e
terminam a 23 de Maio

Texto de Betty Lee Silva • 22/04/2013 - 17:48


O grupo agro-alimentar Lusiaves está a recrutar licenciados em
Engenharia, Gestão e Produção Alimentar. A empresa, que conta
actualmente com cerca de 1.500 funcionários, abriu mais vagas em
vários pontos do país.



Os cargos variam consoante a cidade, e é possível candidatar-se a cada
um deles através do seu site oficial. Para tal basta preencher o
formulário online, e anexar o currículo actualizado.



Os interessados devem possuir licenciatura na área, residir no local
para onde se candidatam, e ter disponibilidade imediata para começar a
trabalhar. De resto, a empresa procura pessoas com capacidade para
trabalhar "em equipa e com um espírito inovador e proactivo".



As candidaturas já estão a decorrer, e ficam abertas até 23 de Maio. A
empresa procura engenheiros de gestão para a Figueira da Foz, técnicos
avícolas para Tomar, e técnicos comerciais para Lisboa, Porto,
Portimão e Beja. O salário e o tipo de contrato dependem do perfil dos
candidatos, explicou ao P3 Sónia Matias, directora dos Recursos
Humanos da empresa, sendo a experiência um factor importante.

http://p3.publico.pt/actualidade/sociedade/7596/empresa-agro-alimentar-contrata-licenciados-em-todo-o-pais

Pingo Doce deverá impugnar pagamento da taxa de segurança alimentar

Pingo Doce
D.R.
23/04/2013 | 13:49 | Dinheiro Vivo

O Pingo Doce deverá impugnar o pagamento da taxa de segurança
alimentar, disse hoje o diretor comercial dos hipermercados da
Jerónimo Martins, Pedro Leandro.

Questionado sobre o pagamento da taxa, que representa 10% dos lucros
do Pingo Doce, Pedro Leandro afirmou que "decorre ainda um período de
impugnação dessa taxa que está a ser avaliado pelas direções
competentes dentro do grupo" e que não terá sido pago ainda qualquer
valor.

O responsável falava à Lusa à margem da assinatura de um protocolo com
a Confederação de Agricultores de Portugal (CAP), em Lisboa.

O prazo de cobrança da taxa criada em 2012 e relativo ao ano passado
já terminou, decorrendo agora um período para as empresas contestarem
judicialmente o pagamento.

O secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agroalimentar
afirmou, no início do mês, que o Governo estava a "sensibilizar" as
grandes superfícies para o pagamento da taxa de segurança alimentar.

"O Governo entende que vai receber todo o valor de 2012 e 2013",
declarou, na altura, Nuno Vieira e Brito, estimando que a soma das
cobranças relativas aos anos de 2012 e 2013 chegue aos 17 a 18 milhões
de euros, embora o valor entregue até ao início de abril fosse de
pouco mais de dois milhões de euros.

A APED, associação que representa as empresas de distribuição já tinha
afirmado em julho do ano passado que iriam recorrer aos tribunais
nacionais e comunitários contra a taxa de segurança alimentar e a
"discriminação que a medida introduz no setor".

A taxa de segurança alimentar foi fixada em 4,08 euros por metro
quadrado em 2012 e em sete euros por metro quadrado este ano.

A taxa aplica-se a todos os estabelecimentos com uma área de venda
superior a dois mil metros quadrados ou que, sob uma mesma insígnia ,
atinjam uma área de venda acumulada superior a seis mil metros
quadrados.

http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO143248.html?page=0