21 Junho 2012 | 11:55
Diogo Cavaleiro - diogocavaleiro@negocios.pt
O roubo de metais que resulte em "prejuízo para o fornecimento de bens
essenciais", como as telecomunicações, é furto qualificado, anunciou a
ministra da Justiça Paula Teixeira da Cruz. Ou seja, pode levar a pena
de prisão.
O roubo de cobre vai passar a ser classificado, em Portugal, como
furto qualificado, anunciou hoje a ministra da Justiça Paula Teixeira
da Cruz. Esta consideração pode levar até a pena de prisão.
A moldura que define o que é furto qualificado vai passar a incluir
situações em que há furto de metais, segundo as declarações de Paula
Teixeira da Cruz após o Conselho de Ministros que hoje se realizou,
onde anunciou alterações ao Código Penal.
"Passa a incluir situações em que há furto de metais, concretamente o
cobre, dos quais resulte prejuízo para o fornecimento de bens
essenciais", declarou a responsável do governo para justificar esta
consideração como "furto qualificado" e que pode conduzir, em alguns
casos, a pena de prisão.
Paula Teixeira da Cruz exemplificou, na conferência de imprensa após o
Conselho de Ministros, com os roubos de cabos de cobre de
telecomunicações que afectam, "sobretudo", o interior do país.
Uma reportagem da TVI, em Junho, indicou que, num período um pouco
superior a dois anos, as operadoras de telecomunicações sofreram
perdas de seis milhões de euros devido ao roubo de cobre e baterias.
O "Correio da Manhã" noticiou, no início do ano, que foram roubadas
500 toneladas de cobre em Portugal no ano passado, sendo que a Guarda
Nacional República conseguiu recuperar 300 toneladas.
Na conferência de imprensa, Paula Teixeira da Cruz apresentou ainda
outras modificações no Código Penal, além de mencionar, igualmente,
alterações no Código Processo Penal, nomeadamente, no que diz respeito
a medidas de coação e a perícias.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=563827
terça-feira, 26 de junho de 2012
Vila Real vai produzir flores para perfumes em França
26 de Junho - 2012
O concelho de Vila Real quer produzir flores e exportar para a
indústria de perfumaria de Grasse, em França. O senador da Capital
Mundial do perfume esteve em Portugal e estreitou relações com
diversas entidades locais para a colaboração através da produção
floral.
Em comunicado a Câmara Municipal de Vila Real revela que a visita teve
como objetivo conhecer as potencialidades e os atrativos da
localidade. Surgiu a ideia de um projeto de cooperação científica que
vai envolver a instituição francesa Maire de Grasse, a Câmara
Municipal e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Nesta iniciativa, o concelho português terá a oportunidade de produzir
e exportar as flores a partir das quais serão extraídas as essências
para as fragrâncias. Vila Real associa-se à indústria de perfumaria
não só a nível de produção, mas também a nível de investigação e
desenvolvimento, particularmente na procura de novas técnicas de
extração de essências através processos químicos.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6516&bl=1
O concelho de Vila Real quer produzir flores e exportar para a
indústria de perfumaria de Grasse, em França. O senador da Capital
Mundial do perfume esteve em Portugal e estreitou relações com
diversas entidades locais para a colaboração através da produção
floral.
Em comunicado a Câmara Municipal de Vila Real revela que a visita teve
como objetivo conhecer as potencialidades e os atrativos da
localidade. Surgiu a ideia de um projeto de cooperação científica que
vai envolver a instituição francesa Maire de Grasse, a Câmara
Municipal e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Nesta iniciativa, o concelho português terá a oportunidade de produzir
e exportar as flores a partir das quais serão extraídas as essências
para as fragrâncias. Vila Real associa-se à indústria de perfumaria
não só a nível de produção, mas também a nível de investigação e
desenvolvimento, particularmente na procura de novas técnicas de
extração de essências através processos químicos.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6516&bl=1
Universidade de Aveiro e Jerónimo Martins celebram parceria inédita em Portugal
No próximo dia 29 de Junho, nas instalações da Escola Superior de
Tecnologia e Gestão de Águeda (ESTGA), a Universidade de Aveiro e o
Grupo Jerónimo Martins vão assinar, na presença do Secretário de
Estado do Ensino Superior, um protocolo de colaboração para a
renovação da Licenciatura em Comércio. A representação da Universidade
de Aveiro estará a cargo do seu Reitor, Manuel António Assunção, e o
Grupo Jerónimo Martins será representado pelo seu Presidente do
Conselho de Administração, Alexandre Soares dos Santos.
No âmbito da parceria, o Grupo Jerónimo Martins financiará com o
montante anual de 65 mil euros uma cátedra internacional convidada,
para além de comprometer-se a acolher nas suas empresas os alunos da
Licenciatura em Comércio, em regime de estágio. Estes alunos serão
individualmente acompanhados por quadros de topo do Grupo.
É a primeira vez em Portugal que um grande grupo empresarial se
associa a uma Universidade num trabalho conjunto de revisão e
alteração de conteúdos programáticos com vista a uma melhor adequação
do ensino à realidade e às necessidades do mundo das empresas.
Partindo da Licenciatura em Comércio existente na ESTGA, a
Universidade de Aveiro e o Grupo Jerónimo Martins adaptaram o plano de
estudos da atual Licenciatura em Comércio de forma transformá-la,
brevemente, numa Licenciatura em Gestão Comercial. Já a partir do
próximo ano letivo, os estudantes desta licenciatura da ESTGA passarão
a ter acesso ao desenvolvimento de competências identificadas pelos
empregadores como importantes para o exercício da profissão de gestor
comercial.
Programa da cerimónia, 29 de Junho, Auditório da ESTGA
16:00 - Mesa-redonda subordinada ao tema "Programas partilhados com
empresas: Um caminho para o Ensino Superior?"
João Queiró, Secretário de Estado do Ensino Superior
Alexandre Soares dos Santos, Presidente do Conselho de Administração
da JM e Presidente do Conselho Geral da UA
Manuel António Assunção, Reitor da UA
Gonçalo Paiva Dias, Diretor da ESTGA
Coordenador da sessão: António Barreto, Presidente do Conselho de
Administração da Fundação Francisco Manuel dos Santos
17:00 - Assinatura do protocolo UA-JM, seguido de Porto de Honra
(servido no restaurante da ESTGA)
Fonte: UA/SCIRP
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/06/26.htm
Tecnologia e Gestão de Águeda (ESTGA), a Universidade de Aveiro e o
Grupo Jerónimo Martins vão assinar, na presença do Secretário de
Estado do Ensino Superior, um protocolo de colaboração para a
renovação da Licenciatura em Comércio. A representação da Universidade
de Aveiro estará a cargo do seu Reitor, Manuel António Assunção, e o
Grupo Jerónimo Martins será representado pelo seu Presidente do
Conselho de Administração, Alexandre Soares dos Santos.
No âmbito da parceria, o Grupo Jerónimo Martins financiará com o
montante anual de 65 mil euros uma cátedra internacional convidada,
para além de comprometer-se a acolher nas suas empresas os alunos da
Licenciatura em Comércio, em regime de estágio. Estes alunos serão
individualmente acompanhados por quadros de topo do Grupo.
É a primeira vez em Portugal que um grande grupo empresarial se
associa a uma Universidade num trabalho conjunto de revisão e
alteração de conteúdos programáticos com vista a uma melhor adequação
do ensino à realidade e às necessidades do mundo das empresas.
Partindo da Licenciatura em Comércio existente na ESTGA, a
Universidade de Aveiro e o Grupo Jerónimo Martins adaptaram o plano de
estudos da atual Licenciatura em Comércio de forma transformá-la,
brevemente, numa Licenciatura em Gestão Comercial. Já a partir do
próximo ano letivo, os estudantes desta licenciatura da ESTGA passarão
a ter acesso ao desenvolvimento de competências identificadas pelos
empregadores como importantes para o exercício da profissão de gestor
comercial.
Programa da cerimónia, 29 de Junho, Auditório da ESTGA
16:00 - Mesa-redonda subordinada ao tema "Programas partilhados com
empresas: Um caminho para o Ensino Superior?"
João Queiró, Secretário de Estado do Ensino Superior
Alexandre Soares dos Santos, Presidente do Conselho de Administração
da JM e Presidente do Conselho Geral da UA
Manuel António Assunção, Reitor da UA
Gonçalo Paiva Dias, Diretor da ESTGA
Coordenador da sessão: António Barreto, Presidente do Conselho de
Administração da Fundação Francisco Manuel dos Santos
17:00 - Assinatura do protocolo UA-JM, seguido de Porto de Honra
(servido no restaurante da ESTGA)
Fonte: UA/SCIRP
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/06/26.htm
"Marcha Lenta" dos Lavradores de Nogueira e Ermida
Correspondendo ao apelo da "Comissão de Lavradores de Nogueira e
Ermida" e da AVIDOURO, formou-se uma coluna com 35 veículos, quase
todos agrícolas, ainda em Nogueira e por baixo dos tabuleiros da A 24.
Foram esses veículos conveniente decorados com bandeiras e cartazes
onde se lia apelos à atribuição, pelo Governo, de uma ajuda de
emergência para acudir aos grandes prejuízos causados pelo granizo, em
Maio passado, que destruiu a Vinha e outras culturas em ambas as
Freguesias, afectando mais de 100 Lavradores e mais de uma centena de
hectares de Vinha.
Eram 14 horas e 30 quando se iniciou a "Marcha Lenta" pela estrada 313
em direcção a Vila Real. Com todos os piscas acesos, com apitadelas
das buzinas, com som através de aparelhagem colocada no tejadilho de
um dos veículos. E assim se entrou na Cidade. Com informação sonora
para quem assistia nos passeios, em esplanadas, nas varandas. Com
outras viaturas "normais" a também terem que circular devagar, que
havia tempo para isso...
Umas voltas dentro de Vila Real. À segunda passagem pela rotunda
frente à Praça do Município, parou-se. Para "enfeitar" a borda desta
Praça com os materiais preparados para uma acção simbólica. Num dos
cartazes aí colocados se lia:-"E tudo o granizo nos levou...e o
Governo ainda não nos ajudou"... e numa faixa comprida:-"Os Lavradores
de Nogueira e Ermida afectados pelo granizo nesta vindima vão ficar
com os sacos vazios". Colocados no chão foram também cinco cestos
vazios, daqueles dos "antigos", feitos com fitas de castanho, para dar
o sinal da falta de uvas, nesta campanha, em resultado da saraivada de
20 de Maio. E bandeiras negras e mais cartazes. Com cerca de 40
Lavradores a juntarem-se para ouvirem os membros da "Comissão de
Lavradores" e da AVIDOURO. Entretanto, uma delegação foi à Câmara
Municipal entregar um documento alusivo e, depois, seguiu para a Zona
Agrária, em Vila Real, com idêntico objectivo. Com a Comunicação
Social a registar os acontecimentos.
Foi mais uma iniciativa de reclamação realizada por estes Lavradores
que ainda não receberam resposta ao pedido de atribuição de uma ajuda
de emergência para poderem continuar a trabalhar e a produzir. Como
aliás têm direito e como interessa à Região e ao nosso País.
Fonte: Avidouro
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/06/26a.htm
Ermida" e da AVIDOURO, formou-se uma coluna com 35 veículos, quase
todos agrícolas, ainda em Nogueira e por baixo dos tabuleiros da A 24.
Foram esses veículos conveniente decorados com bandeiras e cartazes
onde se lia apelos à atribuição, pelo Governo, de uma ajuda de
emergência para acudir aos grandes prejuízos causados pelo granizo, em
Maio passado, que destruiu a Vinha e outras culturas em ambas as
Freguesias, afectando mais de 100 Lavradores e mais de uma centena de
hectares de Vinha.
Eram 14 horas e 30 quando se iniciou a "Marcha Lenta" pela estrada 313
em direcção a Vila Real. Com todos os piscas acesos, com apitadelas
das buzinas, com som através de aparelhagem colocada no tejadilho de
um dos veículos. E assim se entrou na Cidade. Com informação sonora
para quem assistia nos passeios, em esplanadas, nas varandas. Com
outras viaturas "normais" a também terem que circular devagar, que
havia tempo para isso...
Umas voltas dentro de Vila Real. À segunda passagem pela rotunda
frente à Praça do Município, parou-se. Para "enfeitar" a borda desta
Praça com os materiais preparados para uma acção simbólica. Num dos
cartazes aí colocados se lia:-"E tudo o granizo nos levou...e o
Governo ainda não nos ajudou"... e numa faixa comprida:-"Os Lavradores
de Nogueira e Ermida afectados pelo granizo nesta vindima vão ficar
com os sacos vazios". Colocados no chão foram também cinco cestos
vazios, daqueles dos "antigos", feitos com fitas de castanho, para dar
o sinal da falta de uvas, nesta campanha, em resultado da saraivada de
20 de Maio. E bandeiras negras e mais cartazes. Com cerca de 40
Lavradores a juntarem-se para ouvirem os membros da "Comissão de
Lavradores" e da AVIDOURO. Entretanto, uma delegação foi à Câmara
Municipal entregar um documento alusivo e, depois, seguiu para a Zona
Agrária, em Vila Real, com idêntico objectivo. Com a Comunicação
Social a registar os acontecimentos.
Foi mais uma iniciativa de reclamação realizada por estes Lavradores
que ainda não receberam resposta ao pedido de atribuição de uma ajuda
de emergência para poderem continuar a trabalhar e a produzir. Como
aliás têm direito e como interessa à Região e ao nosso País.
Fonte: Avidouro
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/06/26a.htm
Regulamentação das ações de arborização e rearborização: A oportunidade e o enfoque da proposta de alteração do MAMAOT
Associação de Promoção ao Investimento Florestal
O Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do
Território (MAMAOT) colocou para apreciação pública uma proposta de
alteração à regulamentação das ações de arborização e de
rearborização, com forte impacto no sector florestal português.
A iniciativa do Ministério, para além de extemporânea, aparenta um
alcance direcionado a interesses empresariais específicos.
Efetivamente, estando em apreciação a estratégia nacional para as
florestas, a produção de legislação avulsa e sem enquadramento
estratégico, configura um ato extemporâneo por parte do Ministério. A
produção de diplomas legais descontextualizados de um plano
estratégico nacional para as florestas, tem aportado graves problemas
às florestas e ao sector florestal, quer do ponto de vista económico,
quer social e ambiental.
A proposta colocada em apreciação pública pelo MAMAOT, não só não
abarca os interesses da maioria das fileiras florestais, como aparenta
um forte comprometimento com um subsector em particular, e mesmo com
interesses empresariais específicos. Apesar do forte impacto do sector
nas exportações, o Ministério não pode permitir que a sua atuação
aparente o favorecimento a interesses específicos de empresas ou
fileiras, em detrimento de uma estratégia global para as florestas,
bem como das políticas de desenvolvimento rural e de ordenamento do
território.
A proposta, tal como formulada, aparenta um compromisso claro do
Ministério com estratégias que visam o aumento da área de eucalipto em
Portugal, destinado à produção de madeira para pasta celulósica. Por
esta via, pode-se mesmo perspectivar a implementação de iniciativas
legislativas que visem a aposta na floresta irrigada em zonas de
regadio subaproveitadas, situação que com certeza virá a ter forte
contestação pública.
A legislação que atualmente regula as ações de arborização e de
rearborização, não tem sido impeditiva do aumento da área de eucalipto
em Portugal. Segundo dados do Inventário Florestal Nacional (1980/1989
e 2005/2006), a área de eucalipto em Portugal registou um aumento de
área de 91,7%, correspondente a mais 354.000 hectares, para um total
atual de cerca de 0,8 milhões de hectares (o 5.º lugar a nível
mundial, 23% da área florestal nacional, já similar á de sobreiro). Já
quanto à gestão da atual área de eucaliptal, existem variadíssimas
evidências de ineficiência.
A direção da Acréscimo sugere ao MAMAOT a suspensão do processo em
curso, aguardando a definição de um plano estratégico atualizado,
resultante de uma abrangente discussão pública e que possa enquadrar a
atividade de todas as fileiras económicas associadas às florestas,
quer das tradicionais, mas também perspectivando as recentemente
criadas, como a fileira energética, associada à produção de biomassa,
e outras associadas à prestação de serviços ambientais. De outra
forma, a atual equipa dirigente no Ministério perderá a sua
credibilidade política, aparentando associar-se a interesses
específicos do sector.
Lisboa, 24 de junho de 2012
A Direção da Acréscimo
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/06/25a.htm
O Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do
Território (MAMAOT) colocou para apreciação pública uma proposta de
alteração à regulamentação das ações de arborização e de
rearborização, com forte impacto no sector florestal português.
A iniciativa do Ministério, para além de extemporânea, aparenta um
alcance direcionado a interesses empresariais específicos.
Efetivamente, estando em apreciação a estratégia nacional para as
florestas, a produção de legislação avulsa e sem enquadramento
estratégico, configura um ato extemporâneo por parte do Ministério. A
produção de diplomas legais descontextualizados de um plano
estratégico nacional para as florestas, tem aportado graves problemas
às florestas e ao sector florestal, quer do ponto de vista económico,
quer social e ambiental.
A proposta colocada em apreciação pública pelo MAMAOT, não só não
abarca os interesses da maioria das fileiras florestais, como aparenta
um forte comprometimento com um subsector em particular, e mesmo com
interesses empresariais específicos. Apesar do forte impacto do sector
nas exportações, o Ministério não pode permitir que a sua atuação
aparente o favorecimento a interesses específicos de empresas ou
fileiras, em detrimento de uma estratégia global para as florestas,
bem como das políticas de desenvolvimento rural e de ordenamento do
território.
A proposta, tal como formulada, aparenta um compromisso claro do
Ministério com estratégias que visam o aumento da área de eucalipto em
Portugal, destinado à produção de madeira para pasta celulósica. Por
esta via, pode-se mesmo perspectivar a implementação de iniciativas
legislativas que visem a aposta na floresta irrigada em zonas de
regadio subaproveitadas, situação que com certeza virá a ter forte
contestação pública.
A legislação que atualmente regula as ações de arborização e de
rearborização, não tem sido impeditiva do aumento da área de eucalipto
em Portugal. Segundo dados do Inventário Florestal Nacional (1980/1989
e 2005/2006), a área de eucalipto em Portugal registou um aumento de
área de 91,7%, correspondente a mais 354.000 hectares, para um total
atual de cerca de 0,8 milhões de hectares (o 5.º lugar a nível
mundial, 23% da área florestal nacional, já similar á de sobreiro). Já
quanto à gestão da atual área de eucaliptal, existem variadíssimas
evidências de ineficiência.
A direção da Acréscimo sugere ao MAMAOT a suspensão do processo em
curso, aguardando a definição de um plano estratégico atualizado,
resultante de uma abrangente discussão pública e que possa enquadrar a
atividade de todas as fileiras económicas associadas às florestas,
quer das tradicionais, mas também perspectivando as recentemente
criadas, como a fileira energética, associada à produção de biomassa,
e outras associadas à prestação de serviços ambientais. De outra
forma, a atual equipa dirigente no Ministério perderá a sua
credibilidade política, aparentando associar-se a interesses
específicos do sector.
Lisboa, 24 de junho de 2012
A Direção da Acréscimo
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/06/25a.htm
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Empresários portugueses na Rússia. Será que Putin já provou vinho do Porto?
Vinho mais caro tem 40 anos e custa cerca de 250 euros
Garrafa mais cara custa à volta de 250 euros. Mas não são só bebidas
que viajam até Moscovo para a Market Week 2012. 25-06-2012 12:53 por
Carolina Duarte
Em tempos de crise, dar a conhecer o que de melhor se faz em Portugal
pode ser uma via para evitar a asfixia das empresas nacionais. E é
isso que vão fazer alguns empresários, sobretudo da área alimentar e
vinícola, durante uma semana, na Rússia.
"Sei que, tradicionalmente, os chefes de Estado russos eram
apreciadores de vinho do Porto. Se Putin o provou, não sei", refere à
Renascença Miguel Martins, da VAllegro, exportadora dos chamados
"vinhos finos da região do Douro".
Vladimir Putin pode não ter ainda provado os vinhos portugueses, mas,
a fazer fé na investida comercial, pode não faltar muito para que tal
aconteça.
Trabalho, incentivos e preços são os factores essenciais. "O nosso
produto mais caro será o Porto de 40 anos. Aproximadamente, em euros,
custa à volta dos 250 euros por garrafa", refere Miguel Martins.
Além dos vinhos, há queijos, charcutaria e azeitonas a dar a provar. É
Portugal a mostrar-se em Moscovo, em mais uma edição da Market Week
2012.
A língua é um obstáculo, mas os costumes podem ajudar à superação. A
AEP – Associação Empresarial de Portugal é parceira nesta investida.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=67522
Garrafa mais cara custa à volta de 250 euros. Mas não são só bebidas
que viajam até Moscovo para a Market Week 2012. 25-06-2012 12:53 por
Carolina Duarte
Em tempos de crise, dar a conhecer o que de melhor se faz em Portugal
pode ser uma via para evitar a asfixia das empresas nacionais. E é
isso que vão fazer alguns empresários, sobretudo da área alimentar e
vinícola, durante uma semana, na Rússia.
"Sei que, tradicionalmente, os chefes de Estado russos eram
apreciadores de vinho do Porto. Se Putin o provou, não sei", refere à
Renascença Miguel Martins, da VAllegro, exportadora dos chamados
"vinhos finos da região do Douro".
Vladimir Putin pode não ter ainda provado os vinhos portugueses, mas,
a fazer fé na investida comercial, pode não faltar muito para que tal
aconteça.
Trabalho, incentivos e preços são os factores essenciais. "O nosso
produto mais caro será o Porto de 40 anos. Aproximadamente, em euros,
custa à volta dos 250 euros por garrafa", refere Miguel Martins.
Além dos vinhos, há queijos, charcutaria e azeitonas a dar a provar. É
Portugal a mostrar-se em Moscovo, em mais uma edição da Market Week
2012.
A língua é um obstáculo, mas os costumes podem ajudar à superação. A
AEP – Associação Empresarial de Portugal é parceira nesta investida.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=67522
Espanha reduz caudal do rio Tejo devido à maior seca desde 1912
25.06.2012
Marisa Soares
Espanha está a viver a maior seca desde 1912, o que levou o Governo a
decretar o estado de emergência para poder reduzir o caudal do rio
Tejo que chega a Portugal.
Segundo o jornal El País, nas últimas semanas foram encontrados
milhares de peixes mortos no rio, na região de Toledo. O cenário
descrito pelo diário espanhol é deprimente e deve-se, segundo as
autoridades espanholas, à seca e à contaminação da água.
O presidente da Confederação Hidrográfica do Tejo, um organismo do
Ministério do Ambiente espanhol, diz que o problema foi provocado por
fugas num colector no município de Toledo, e que as águas residuais
sem tratamento foram vertidas directamente para o rio.
Marisa Soares
Espanha está a viver a maior seca desde 1912, o que levou o Governo a
decretar o estado de emergência para poder reduzir o caudal do rio
Tejo que chega a Portugal.
Segundo o jornal El País, nas últimas semanas foram encontrados
milhares de peixes mortos no rio, na região de Toledo. O cenário
descrito pelo diário espanhol é deprimente e deve-se, segundo as
autoridades espanholas, à seca e à contaminação da água.
O presidente da Confederação Hidrográfica do Tejo, um organismo do
Ministério do Ambiente espanhol, diz que o problema foi provocado por
fugas num colector no município de Toledo, e que as águas residuais
sem tratamento foram vertidas directamente para o rio.
UE: Apenas um agricultor jovem por cada nove com mais de 55 anos
25-06-2012
A idade dos agricultores e pecuários da União Europeia é cada vez mais
elevada, de acordo com um estudo realizado pela Comissão Europeia
sobre o envelhecimento da população rural.
Segundo o documento, em 2007 por cada produtores jovem, com menos de
35 anos, havia nove com mais de 55 anos, uma situação com maior
destaque na União Europeia (UE) dos 15, em comparação à UE-12.
No total dos 27 países, cerca de 43 por cento da população agrícola
tem menos de 55 anos, como média, contudo, a situação não é homogénea.
A Alemanha e a Polónia são os que apresenta uma média de agricultores
mais jovens, com 70 e 65 por cento respectivamente. No lado oposto
está Portugal, onde apenas 28 por cento da sua população tem menos de
55 anos, com a Espanha, apesar de abaixo da média comunitária, já mais
próxima, com um total de 39 por cento das pessoas com menos de 55
anos.
A idade dos agricultores e pecuários da União Europeia é cada vez mais
elevada, de acordo com um estudo realizado pela Comissão Europeia
sobre o envelhecimento da população rural.
Segundo o documento, em 2007 por cada produtores jovem, com menos de
35 anos, havia nove com mais de 55 anos, uma situação com maior
destaque na União Europeia (UE) dos 15, em comparação à UE-12.
No total dos 27 países, cerca de 43 por cento da população agrícola
tem menos de 55 anos, como média, contudo, a situação não é homogénea.
A Alemanha e a Polónia são os que apresenta uma média de agricultores
mais jovens, com 70 e 65 por cento respectivamente. No lado oposto
está Portugal, onde apenas 28 por cento da sua população tem menos de
55 anos, com a Espanha, apesar de abaixo da média comunitária, já mais
próxima, com um total de 39 por cento das pessoas com menos de 55
anos.
Marca Periquita dada como garantia à banca
inShare
25 de Junho, 2012por Sara Ribeiro
Depois de ter acumulado prejuízos durante três anos consecutivos, o
grupo José Maria da Fonseca (JMF) vai voltar aos lucros em 2012. A
garantia foi dada ao SOL pelo vice-presidente António Maria Soares
Franco. «Aliás, se não fosse o último ano, que foi fraco em termos
agrícolas, já teríamos as contas equilibradas», acrescenta o
responsável.
A exportação foi uma peça fundamental da estratégia da dona do
Periquita e do Lancers, sendo hoje responsável por 80% do escoamento
da sua produção.
Por esse motivo, durante o próximo ano a JMF vai realizar um «projecto
de investimento na ordem dos 1,5 a dois milhões de euros virado para a
exportação», adiantou o gestor, sem detalhar mais pormenores, com o
argumento de que «ainda é confidencial».
25 de Junho, 2012por Sara Ribeiro
Depois de ter acumulado prejuízos durante três anos consecutivos, o
grupo José Maria da Fonseca (JMF) vai voltar aos lucros em 2012. A
garantia foi dada ao SOL pelo vice-presidente António Maria Soares
Franco. «Aliás, se não fosse o último ano, que foi fraco em termos
agrícolas, já teríamos as contas equilibradas», acrescenta o
responsável.
A exportação foi uma peça fundamental da estratégia da dona do
Periquita e do Lancers, sendo hoje responsável por 80% do escoamento
da sua produção.
Por esse motivo, durante o próximo ano a JMF vai realizar um «projecto
de investimento na ordem dos 1,5 a dois milhões de euros virado para a
exportação», adiantou o gestor, sem detalhar mais pormenores, com o
argumento de que «ainda é confidencial».
Copa-Cogeca: Sem agricultura não há alimentos não há futuro
25-06-2012
Na sequência da Conferência Rio+20, o Copa-Cogeca considerou positivo
o facto da agricultura sustentável e a segurança alimentar serem
encarados como uma prioridade.
A organização solicitou aos chefes de Estado a chegarem a um acordo
sobre um texto que reconheça o papel importante dos agricultores na
contribuição par ao desenvolvimento sustentável através de práticas de
produção ambientais que aumentem a segurança alimentar e a
subsistência dos pobres e também que garanta um crescimento económico
sustentável.
Na sequência da Conferência Rio+20, o Copa-Cogeca considerou positivo
o facto da agricultura sustentável e a segurança alimentar serem
encarados como uma prioridade.
A organização solicitou aos chefes de Estado a chegarem a um acordo
sobre um texto que reconheça o papel importante dos agricultores na
contribuição par ao desenvolvimento sustentável através de práticas de
produção ambientais que aumentem a segurança alimentar e a
subsistência dos pobres e também que garanta um crescimento económico
sustentável.
Mangualde: Adega vai comprar uvas a produtores não associados para responder a exigências da exportação
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
17:34 Sexta feira, 22 de Junho de 2012
Partilhe este artigo: 0 0
Viseu, 22 jun (Lusa) -- A Adega Cooperativa de Mangualde vai, na
próxima campanha, comprar uvas a produtores que não são seus
associados, com o objetivo de aumentar a exportação de vinho a granel
para clientes da Espanha e da Rússia.
O presidente da adega, António Mendes, explicou hoje à agência Lusa
que, em 2011, os associados entregaram 2.700 toneladas de uvas, mas
que os clientes da Espanha e da Rússia deram "luz verde" para a
direção comprar as uvas que entendesse.
17:34 Sexta feira, 22 de Junho de 2012
Partilhe este artigo: 0 0
Viseu, 22 jun (Lusa) -- A Adega Cooperativa de Mangualde vai, na
próxima campanha, comprar uvas a produtores que não são seus
associados, com o objetivo de aumentar a exportação de vinho a granel
para clientes da Espanha e da Rússia.
O presidente da adega, António Mendes, explicou hoje à agência Lusa
que, em 2011, os associados entregaram 2.700 toneladas de uvas, mas
que os clientes da Espanha e da Rússia deram "luz verde" para a
direção comprar as uvas que entendesse.
Criadores da Mirandesa queixam-se da desvalorização da carne
Escrito por Informação, Sim 25-06-2012 08:42
Pontuação dos Usuários Nenhuma avaliação
Visitas 85
Favoritismo 1
Os criadores de bovinos de raça Mirandesa estão desanimados com a
actividade.Dizem que a criação não dá rendimento porque a carne não
está a ser valorizada na comercialização.As queixas ouviram-se ontem,
em Miranda do Douro, durante o concurso concelhio de bovinos de raça
Mirandesa. "Estão a pagar-nos muito pouco pela carne e assim nós
vamos arrumar isto, porque assim não dá. Pagam mais pelas outras
raças", refere Maria Alice Preto, de Paradela. Felizbelo Torado, de
Vale d'Águia até já vendeu as vacas "porque davam-me mais prejuízo do
que lucro. Estou aqui com as vacas do meu irmão e eles tem-nas por
gosto".A mesma opinião tem Inês Teixeira, de Malhadas, ao afirmar que
"não vale a pena investir na agricultura.
Pontuação dos Usuários Nenhuma avaliação
Visitas 85
Favoritismo 1
Os criadores de bovinos de raça Mirandesa estão desanimados com a
actividade.Dizem que a criação não dá rendimento porque a carne não
está a ser valorizada na comercialização.As queixas ouviram-se ontem,
em Miranda do Douro, durante o concurso concelhio de bovinos de raça
Mirandesa. "Estão a pagar-nos muito pouco pela carne e assim nós
vamos arrumar isto, porque assim não dá. Pagam mais pelas outras
raças", refere Maria Alice Preto, de Paradela. Felizbelo Torado, de
Vale d'Águia até já vendeu as vacas "porque davam-me mais prejuízo do
que lucro. Estou aqui com as vacas do meu irmão e eles tem-nas por
gosto".A mesma opinião tem Inês Teixeira, de Malhadas, ao afirmar que
"não vale a pena investir na agricultura.
Temperaturas sobem até aos 42 graus e descem muito a partir de quarta-feira
Instituto de Meteorologia
25.06.2012 - 08:51 Por Romana Borja-Santos
Votar | 0 votos 1 de 14 notícias em Sociedadeseguinte »
A exposição ao sol deve ser evitada nas horas de maior calor (Foto:
Ricardo Silva)
O Verão chegou mas ainda não veio para ficar. Até quarta-feira a
temperatura vai subir em todo o país, com algumas zonas a atingirem os
42º. Contudo, nesse dia os termómetros voltam a descer de forma
abrupta, de acordo com informações disponibilizadas no site do
Instituto de Meteorologia.
Segundo explicou ao PÚBLICO a meteorologista Ângela Lourenço, do
Instituto de Meteorologia, o país está agora sob a influência "de uma
massa de ar quente e seco" que fará com que as temperaturas continuem
a subir. "Mas a partir de quarta-feira seremos afectados por uma massa
de ar com trajecto marítimo" e essa "depressão com um sistema frontal
associado" fará com que as temperaturas caiam 10º em algumas zonas. No
entanto, a especialista assegurou que ambas as situações são típicas
da estação do ano em que nos encontramos.
25.06.2012 - 08:51 Por Romana Borja-Santos
Votar | 0 votos 1 de 14 notícias em Sociedadeseguinte »
A exposição ao sol deve ser evitada nas horas de maior calor (Foto:
Ricardo Silva)
O Verão chegou mas ainda não veio para ficar. Até quarta-feira a
temperatura vai subir em todo o país, com algumas zonas a atingirem os
42º. Contudo, nesse dia os termómetros voltam a descer de forma
abrupta, de acordo com informações disponibilizadas no site do
Instituto de Meteorologia.
Segundo explicou ao PÚBLICO a meteorologista Ângela Lourenço, do
Instituto de Meteorologia, o país está agora sob a influência "de uma
massa de ar quente e seco" que fará com que as temperaturas continuem
a subir. "Mas a partir de quarta-feira seremos afectados por uma massa
de ar com trajecto marítimo" e essa "depressão com um sistema frontal
associado" fará com que as temperaturas caiam 10º em algumas zonas. No
entanto, a especialista assegurou que ambas as situações são típicas
da estação do ano em que nos encontramos.
As escolhas de vinhos de Madonna
Home \ Notícias \ As escolhas de vinhos de Madonna
More Sharing ServicesPartilhar
hoje às 11:26Para o dia do seu concerto no Estádio Cidade de Coimbra,
Madonna escolheu vinhos da Bacalhôa Vinhos de Portugal para o seu
camarim.
Quinta da Bacalhôa Branco 2010, Quinta da Bacalhôa Tinto 2010 e
Loridos Espumante Vintage 2007 foram os vinhos seleccionados para o
camarim privado do concerto em Coimbra inserido na tournée "MDNA".
A cantora norte-americana eternizada pelas músicas "Like a Virgin",
"Papa Don't Preach" e "Hungup" teve várias exigências para o seu
camarim: que fosse esterilizado, que houvessem fechaduras de chave
única geridas pela sua equipa e que os vinhos fossem da Bacalhôa
Vinhos de Portugal.
More Sharing ServicesPartilhar
hoje às 11:26Para o dia do seu concerto no Estádio Cidade de Coimbra,
Madonna escolheu vinhos da Bacalhôa Vinhos de Portugal para o seu
camarim.
Quinta da Bacalhôa Branco 2010, Quinta da Bacalhôa Tinto 2010 e
Loridos Espumante Vintage 2007 foram os vinhos seleccionados para o
camarim privado do concerto em Coimbra inserido na tournée "MDNA".
A cantora norte-americana eternizada pelas músicas "Like a Virgin",
"Papa Don't Preach" e "Hungup" teve várias exigências para o seu
camarim: que fosse esterilizado, que houvessem fechaduras de chave
única geridas pela sua equipa e que os vinhos fossem da Bacalhôa
Vinhos de Portugal.
Brasil comprou dois milhões de euros de vinhos portugueses no primeiro trimestre de 2012
23.06.2012 16:40
ECONOMIA
O Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) promove duas provas de
vinhos esta semana, no Brasil, mercado que, nos primeiros três meses
do ano, comprou dois milhões de euros deste produto duriense.
Segundo dados do IVDP, as exportações de vinho do Porto para o Brasil
cresceram, no primeiro trimestre, mais 5,7 por cento do que no ano
passado, somando de janeiro a março um total de 945 mil euros.
Já as vendas de outros vinhos da região demarcada do Douro "dispararam
49 por cento", num total de 1,1 milhões de euros.
Neste período, a exportação de vinhos para o Brasil gerou uma receita
global de dois milhões de euros.
ECONOMIA
O Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) promove duas provas de
vinhos esta semana, no Brasil, mercado que, nos primeiros três meses
do ano, comprou dois milhões de euros deste produto duriense.
Segundo dados do IVDP, as exportações de vinho do Porto para o Brasil
cresceram, no primeiro trimestre, mais 5,7 por cento do que no ano
passado, somando de janeiro a março um total de 945 mil euros.
Já as vendas de outros vinhos da região demarcada do Douro "dispararam
49 por cento", num total de 1,1 milhões de euros.
Neste período, a exportação de vinhos para o Brasil gerou uma receita
global de dois milhões de euros.
Açores têm condições especiais para a criação de bovinos
23 JUNHO, 2012
O Diretor Regional do Desenvolvimento Agrário considera, a realização
de encontros e feiras agropecuárias como "determinantes para promover
o progresso e modernização do sector agrícola açoriano, bem como
fundamentais para dar a conhecer o bem que fazemos e, simultaneamente,
reconhecer e marcar a valorização das nossas produções agrícolas e
pecuárias".
(C) Direitos de autor
Joaquim Pires, que representa o Secretário Regional da Agricultura e
Florestas na Feira Agropecuária de Santa Maria, disse ainda ser
necessário reconhecer, que "as raças bovinas que se exploram por esse
mundo fora, encontram na maioria das vezes, nas nossas ilhas, melhores
condições ambientais para a sua criação e produção que nos seus
próprios territórios de origem, acrescentando-se que nos Açores
possuímos, presentemente, índices de sanidade e de saúde animal como
dos melhores que se registam na Europa".
O Diretor Regional do Desenvolvimento Agrário considera, a realização
de encontros e feiras agropecuárias como "determinantes para promover
o progresso e modernização do sector agrícola açoriano, bem como
fundamentais para dar a conhecer o bem que fazemos e, simultaneamente,
reconhecer e marcar a valorização das nossas produções agrícolas e
pecuárias".
(C) Direitos de autor
Joaquim Pires, que representa o Secretário Regional da Agricultura e
Florestas na Feira Agropecuária de Santa Maria, disse ainda ser
necessário reconhecer, que "as raças bovinas que se exploram por esse
mundo fora, encontram na maioria das vezes, nas nossas ilhas, melhores
condições ambientais para a sua criação e produção que nos seus
próprios territórios de origem, acrescentando-se que nos Açores
possuímos, presentemente, índices de sanidade e de saúde animal como
dos melhores que se registam na Europa".
Conferência Rio+20 termina com misto de desalento e de missão cumprida
22.06.2012
Ricardo Garcia, no Rio de Janeiro
Um roteiro sem metas para um crescimento limpo, um programa-quadro
contra o consumo insustentável e um misto antagónico de desalento e de
missão cumprida marcaram esta sexta-feira o fim da conferência Rio+20
sobre desenvolvimento sustentável.
Depois de três dias reunidos no Rio de Janeiro, chefes de Estado e
ministros adoptaram, às 19h15 no Rio de Janeiro (23h15 em Lisboa), um
vasto documento para dar impulso a um mundo que cresça sem destruir o
planeta. Intitulado "O futuro que queremos" e acordado já desde
terça-feira, o texto é criticado por uns por falta ambição e saudado
por outros como um passo em frente.
Ricardo Garcia, no Rio de Janeiro
Um roteiro sem metas para um crescimento limpo, um programa-quadro
contra o consumo insustentável e um misto antagónico de desalento e de
missão cumprida marcaram esta sexta-feira o fim da conferência Rio+20
sobre desenvolvimento sustentável.
Depois de três dias reunidos no Rio de Janeiro, chefes de Estado e
ministros adoptaram, às 19h15 no Rio de Janeiro (23h15 em Lisboa), um
vasto documento para dar impulso a um mundo que cresça sem destruir o
planeta. Intitulado "O futuro que queremos" e acordado já desde
terça-feira, o texto é criticado por uns por falta ambição e saudado
por outros como um passo em frente.
ONU critica desperdício de alimentos no mundo
sexta-feira, 22 de junho de 2012 18:15
0 comentário(s)
Neste último dia de Rio+20, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban
Ki-moon, criticou o desperdício de alimentos no mundo. O sul-coreano
participou, ao lado do ex-primeiro-ministro espanhol José Luis
Zapatero, de painel sobre a "Aliança Global para Terras Secas" (GDLA,
na sigla em inglês), uma parceria entre países áridos e semiáridos. O
evento foi no estande do Qatar - idealizador do GDLA - , um dos mais
luxuosos do Parque dos Atletas, espaço em frente ao Riocentro, na
Barra da Tijuca, que recebeu eventos paralelos oficiais da Rio+20.
O principal foco da GDLA é o combate à ameaça de escassez de água e
comida nas áreas desérticas. "Enquanto tivermos um bilhão de pessoas
indo dormir toda noite com fome, não seremos capaz de dizer que
vivemos em um mundo sustentável", disse Ban Ki-moon, em discurso. "Em
todo o mundo, acredito que temos comida suficiente para alimentar sete
bilhões de pessoas (população mundial atual, segundo a ONU), mas o
sistema não está funcionando", criticou.
Conforme o secretário-geral, um terço da nossa produção de comida se
perde em algum ponto. "Isso é uma tragédia. Não pode haver nenhuma
criança faminta no mundo", afirmou. "O princípio básico da Rio+20 é
colocar as pessoas em primeiro lugar. Para isso, temos de
alimentá-las, prover comida. O governo brasileiro tem tido sucesso com
um programa que tem o nome de 'Fome Zero'", citou.
Tanto Ban Ki-moon quanto Zapatero não quiseram conceder entrevista
após o painel. No discurso, o ex-primeiro-ministro afirmou que a
Espanha tem 3 mil quilômetros quadrados de área desértica, mas, mesmo
assim, a agricultura no território árido é uma das mais competitivas
do mundo. "Devido à tecnologia que usamos, com uma produção que
respeita o meio ambiente", afirmou.
Visitas
O Parque dos Atletas será reaberto ao público neste sábado e domingo,
das 10h às 20h - ficou restrito a credenciados e convidados entre
quarta e sexta-feira, devido à reunião de cúpula dos chefes de Estado,
no Riocentro. Toda a programação de palestras e apresentação de
projetos, no entanto, se encerrou nesta sexta. Somente o pavilhão
multiuso e o do governo do Rio vão ter atividades no fim de semana; os
demais estarão abertos apenas para visitação.
http://www.dgabc.com.br/News/5964924/onu-critica-desperdicio-de-alimentos-no-mundo.aspx
0 comentário(s)
Neste último dia de Rio+20, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban
Ki-moon, criticou o desperdício de alimentos no mundo. O sul-coreano
participou, ao lado do ex-primeiro-ministro espanhol José Luis
Zapatero, de painel sobre a "Aliança Global para Terras Secas" (GDLA,
na sigla em inglês), uma parceria entre países áridos e semiáridos. O
evento foi no estande do Qatar - idealizador do GDLA - , um dos mais
luxuosos do Parque dos Atletas, espaço em frente ao Riocentro, na
Barra da Tijuca, que recebeu eventos paralelos oficiais da Rio+20.
O principal foco da GDLA é o combate à ameaça de escassez de água e
comida nas áreas desérticas. "Enquanto tivermos um bilhão de pessoas
indo dormir toda noite com fome, não seremos capaz de dizer que
vivemos em um mundo sustentável", disse Ban Ki-moon, em discurso. "Em
todo o mundo, acredito que temos comida suficiente para alimentar sete
bilhões de pessoas (população mundial atual, segundo a ONU), mas o
sistema não está funcionando", criticou.
Conforme o secretário-geral, um terço da nossa produção de comida se
perde em algum ponto. "Isso é uma tragédia. Não pode haver nenhuma
criança faminta no mundo", afirmou. "O princípio básico da Rio+20 é
colocar as pessoas em primeiro lugar. Para isso, temos de
alimentá-las, prover comida. O governo brasileiro tem tido sucesso com
um programa que tem o nome de 'Fome Zero'", citou.
Tanto Ban Ki-moon quanto Zapatero não quiseram conceder entrevista
após o painel. No discurso, o ex-primeiro-ministro afirmou que a
Espanha tem 3 mil quilômetros quadrados de área desértica, mas, mesmo
assim, a agricultura no território árido é uma das mais competitivas
do mundo. "Devido à tecnologia que usamos, com uma produção que
respeita o meio ambiente", afirmou.
Visitas
O Parque dos Atletas será reaberto ao público neste sábado e domingo,
das 10h às 20h - ficou restrito a credenciados e convidados entre
quarta e sexta-feira, devido à reunião de cúpula dos chefes de Estado,
no Riocentro. Toda a programação de palestras e apresentação de
projetos, no entanto, se encerrou nesta sexta. Somente o pavilhão
multiuso e o do governo do Rio vão ter atividades no fim de semana; os
demais estarão abertos apenas para visitação.
http://www.dgabc.com.br/News/5964924/onu-critica-desperdicio-de-alimentos-no-mundo.aspx
Brasil recebe os melhores dos melhores da Região Demarcada do Douro
IVDP reforça promoção num mercado em contínuo crescimento
Grande Degustação de Vinhos Portugueses, em Brasília, no dia 25 e em
São Paulo, no dia 27
O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP) vai levar aos
consumidores e especialistas brasileiros os melhores segredos e
sabores dos vinhos da região. Numa organização conjunta com a
ViniPortugal, a Grande Degustação de Vinhos Portugueses, que tem lugar
em Brasília, no dia 25, e em São Paulo, no dia 27, vai, segundo o
presidente do IVDP, Manuel de Novaes Cabral, "dar oportunidade aos
produtores dos melhores vinhos portugueses de mostrar o seu valor,
atingindo um público cada vez mais apreciador das categorias premium".
Orientadas por convidados especiais, as provas de degustação terão
como tema os vinhos portugueses premiados pelo mundo. O Brasil
continua a marcar posição como um dos mais relevantes mercados para
os vinhos do Douro e Porto: no primeiro trimestre de 2012, as
exportações de vinho do Porto para o Brasil cresceram 5,7% e as de
outros vinhos da região demarcada do Douro dispararam 49%.
Grande Degustação de Vinhos Portugueses, em Brasília, no dia 25 e em
São Paulo, no dia 27
O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP) vai levar aos
consumidores e especialistas brasileiros os melhores segredos e
sabores dos vinhos da região. Numa organização conjunta com a
ViniPortugal, a Grande Degustação de Vinhos Portugueses, que tem lugar
em Brasília, no dia 25, e em São Paulo, no dia 27, vai, segundo o
presidente do IVDP, Manuel de Novaes Cabral, "dar oportunidade aos
produtores dos melhores vinhos portugueses de mostrar o seu valor,
atingindo um público cada vez mais apreciador das categorias premium".
Orientadas por convidados especiais, as provas de degustação terão
como tema os vinhos portugueses premiados pelo mundo. O Brasil
continua a marcar posição como um dos mais relevantes mercados para
os vinhos do Douro e Porto: no primeiro trimestre de 2012, as
exportações de vinho do Porto para o Brasil cresceram 5,7% e as de
outros vinhos da região demarcada do Douro dispararam 49%.
domingo, 24 de junho de 2012
Definido período crítico de incêndios florestais até 30 de Setembro
22.06.2012
PÚBLICO
O período crítico de incêndios florestais para 2012 estará em vigor de
1 de Julho a 30 de Setembro, segundo uma portaria publicada nesta
sexta-feira em Diário da República.
Durante este período serão adoptadas "medidas e acções especiais de
prevenção contra incêndios florestais", segundo a portaria nº196/2012.
Todos os anos são definidos os períodos críticos, uma medida prevista
no Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios. Para tal é
analisado "o regime termopluviométrico de Portugal continental, mas
também o histórico das ocorrências de incêndios florestais e as
condicionantes associadas à organização dos dispositivos de prevenção
e combate a incêndios florestais".
PÚBLICO
O período crítico de incêndios florestais para 2012 estará em vigor de
1 de Julho a 30 de Setembro, segundo uma portaria publicada nesta
sexta-feira em Diário da República.
Durante este período serão adoptadas "medidas e acções especiais de
prevenção contra incêndios florestais", segundo a portaria nº196/2012.
Todos os anos são definidos os períodos críticos, uma medida prevista
no Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios. Para tal é
analisado "o regime termopluviométrico de Portugal continental, mas
também o histórico das ocorrências de incêndios florestais e as
condicionantes associadas à organização dos dispositivos de prevenção
e combate a incêndios florestais".
Mais de 80% de Portugal está em seca severa e extrema
Mais de 80% de Portugal está em seca severa e extrema
23.06.2012
Helena Geraldes
Nas duas primeiras semanas de Junho, a seca meteorológica agravou-se
em quase todo o território de Portugal Continental, especialmente no
Centro e Sul, e hoje abrange 81% do país, revela o Instituto de
Meteorologia.
O relatório publicado nesta sexta-feira mostra um país que, a 15 de
Junho, tinha 59% do território em seca extrema e 22% em seca severa,
de acordo com o índice PDSI (Palmer Drought Severity Index), que tem
em conta dados da quantidade de precipitação, temperatura do ar e
capacidade de água disponível no solo.
23.06.2012
Helena Geraldes
Nas duas primeiras semanas de Junho, a seca meteorológica agravou-se
em quase todo o território de Portugal Continental, especialmente no
Centro e Sul, e hoje abrange 81% do país, revela o Instituto de
Meteorologia.
O relatório publicado nesta sexta-feira mostra um país que, a 15 de
Junho, tinha 59% do território em seca extrema e 22% em seca severa,
de acordo com o índice PDSI (Palmer Drought Severity Index), que tem
em conta dados da quantidade de precipitação, temperatura do ar e
capacidade de água disponível no solo.
Mais de 500 cientistas de todo o mundo no Estoril
inShare
23 de Junho, 2012
Mais de 500 cientistas na área das florestas vão reunir-se no Estoril
em Julho, numa conferência internacional para trocar experiências na
investigação de produtos florestais em todo o mundo, da madeira à
cortiça e à pasta de papel.
O Estoril foi escolhido para receber, entre 08 e 13 de Julho, o
congresso mundial de produtos florestais da IUFRO, que reúne
instituições de investigação sobre florestas. A iniciativa repete-se a
cada cinco anos e último realizou-se em Taipei, em Taiwan (China).
Este ano, o congresso ocorre dias depois da conferência Rio+20 das
Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável, que terminou
sexta-feira no Rio de Janeiro.
23 de Junho, 2012
Mais de 500 cientistas na área das florestas vão reunir-se no Estoril
em Julho, numa conferência internacional para trocar experiências na
investigação de produtos florestais em todo o mundo, da madeira à
cortiça e à pasta de papel.
O Estoril foi escolhido para receber, entre 08 e 13 de Julho, o
congresso mundial de produtos florestais da IUFRO, que reúne
instituições de investigação sobre florestas. A iniciativa repete-se a
cada cinco anos e último realizou-se em Taipei, em Taiwan (China).
Este ano, o congresso ocorre dias depois da conferência Rio+20 das
Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável, que terminou
sexta-feira no Rio de Janeiro.
Portugal exporta mais de metade de toda a cortiça mundial
Exportações
22.06.2012 - 16:41 Por André Arede Sebastião
19 de 29 notícias em Economia« anteriorseguinte »
Rolhas de cortiça representam 70% do total dos produtos exportados
(Foto: António Carrapato)
Em 2011, Portugal foi líder mundial na exportação de cortiça, com uma
quota de mercado de 62%, de acordo com os dados da Associação
Portuguesa de Cortiça (APCOR).
No último ano foram exportadas 169 mil toneladas, equivalentes a 806
milhões de euros, um crescimento de 7% face ao ano transacto.
22.06.2012 - 16:41 Por André Arede Sebastião
19 de 29 notícias em Economia« anteriorseguinte »
Rolhas de cortiça representam 70% do total dos produtos exportados
(Foto: António Carrapato)
Em 2011, Portugal foi líder mundial na exportação de cortiça, com uma
quota de mercado de 62%, de acordo com os dados da Associação
Portuguesa de Cortiça (APCOR).
No último ano foram exportadas 169 mil toneladas, equivalentes a 806
milhões de euros, um crescimento de 7% face ao ano transacto.
Seca meteorológica agrava-se no Centro e Sul
Publicado em 2012-06-22
foto RUI MANUEL FERREIRA / GLOBAL IMAGENS
Situação de seca meteorológica mantém-se no Continente
A situação de seca meteorológica a 15 de junho "mantém-se em quase
todo o território" de Portugal continental, registando-se um
agravamento do fenómeno nas regiões Centro e Sul, informou esta
sexta-feira o Instituto de Meteorologia.
De acordo com o Instituto de Meteorologia (IM), a 15 de junho, a seca
meteorológica mantinha-se em todo o território continental e tinha-se
agravado no Centro e no Sul, em comparação com os níveis de 31 de
maio.
foto RUI MANUEL FERREIRA / GLOBAL IMAGENS
Situação de seca meteorológica mantém-se no Continente
A situação de seca meteorológica a 15 de junho "mantém-se em quase
todo o território" de Portugal continental, registando-se um
agravamento do fenómeno nas regiões Centro e Sul, informou esta
sexta-feira o Instituto de Meteorologia.
De acordo com o Instituto de Meteorologia (IM), a 15 de junho, a seca
meteorológica mantinha-se em todo o território continental e tinha-se
agravado no Centro e no Sul, em comparação com os níveis de 31 de
maio.
Europa investe mais em equipamentos para as grandes culturas
14-06-2012
Fonte: CEMA*
A procura de equipamentos orientados para as grandes culturas arvenses
continua elevada. Após um aumento de 35% nas vendas em 2011, os
fabricantes de equipamentos para o trabalho do solo e de sementeira,
fertilização e protecção das culturas registaram um incremento nas
suas encomendas.
Por altura da reunião anual dos Grupos do CEMA*, que decorreu no final
de Fevereiro último em Itália, as perspectivas de crescimento do
mercado para o ano 2012 confirmaram-se. Os fabricantes prevêem um
crescimento de dois algarismos para os mercados da Europa de Leste e
uma subida suplementar de 5% na Europa ocidental.
Fonte: CEMA*
A procura de equipamentos orientados para as grandes culturas arvenses
continua elevada. Após um aumento de 35% nas vendas em 2011, os
fabricantes de equipamentos para o trabalho do solo e de sementeira,
fertilização e protecção das culturas registaram um incremento nas
suas encomendas.
Por altura da reunião anual dos Grupos do CEMA*, que decorreu no final
de Fevereiro último em Itália, as perspectivas de crescimento do
mercado para o ano 2012 confirmaram-se. Os fabricantes prevêem um
crescimento de dois algarismos para os mercados da Europa de Leste e
uma subida suplementar de 5% na Europa ocidental.
Panorama mundial da vinha e do vinho
21-06-2012
Fonte: OIV
A superfície vitícola
A implementação da Organização Comum de Mercado (OCM), levou à
aplicação para o terceiro e último ano do novo regime para o abandono
definitivo. Esta última campanha de abandonos definitivos foi
acompanhada por um nível de prémio menos atraente do que o das
campanhas anteriores que, todavia, levaram os produtores dos Estados
membros a pedirem para beneficiar desta medida em proporções ainda não
negligenciáveis: cerca de 82 mha (contra 108 e 160 mha,
respectivamente das campanhas anteriores) de pedidos para o abandono
definitivo foram solicitados. Dado o orçamento para o terceiro ano de
aplicação da medida, o coeficiente de redução aplicado a esses pedidos
foi de 40,4% (contra 50,1% e 46,9%, respectivamente, das campanhas
anteriores), tanto que apenas 45-50.000 ha foram declarados elegíveis
para financiamento comunitário.
Fonte: OIV
A superfície vitícola
A implementação da Organização Comum de Mercado (OCM), levou à
aplicação para o terceiro e último ano do novo regime para o abandono
definitivo. Esta última campanha de abandonos definitivos foi
acompanhada por um nível de prémio menos atraente do que o das
campanhas anteriores que, todavia, levaram os produtores dos Estados
membros a pedirem para beneficiar desta medida em proporções ainda não
negligenciáveis: cerca de 82 mha (contra 108 e 160 mha,
respectivamente das campanhas anteriores) de pedidos para o abandono
definitivo foram solicitados. Dado o orçamento para o terceiro ano de
aplicação da medida, o coeficiente de redução aplicado a esses pedidos
foi de 40,4% (contra 50,1% e 46,9%, respectivamente, das campanhas
anteriores), tanto que apenas 45-50.000 ha foram declarados elegíveis
para financiamento comunitário.
PE: Acordo sobre proposta de etiquetagem para alimentos de qualidade
22-06-2012
O Parlamento Europeu e o Conselho alcançaram um acordo sobre as novas
normas de etiquetagem para os produtos agrícolas de qualidade,
procedentes de uma área geográfica ou produzidos segundo práticas
tradicionais.
As novas regras reduzem o tempo de registos para os rótulos, dando
poder aos produtores para melhor protegerem os seus produtos e permite
uma nova indicação para os mesmos de montanha.
Os grupos e produtores podem tomar medidas para proteger os nomes das
suas propriedades, promovendo a reputação dos seus produtos, no
entanto, não foi possível avançar com a proposta do Parlamento Europeu
(PE) para que as organizações pudessem estabelecer um sistema de
gestão de volume de produção dos produtos protegidos de forma a
ajustar a oferta com a procura.
O Parlamento Europeu e o Conselho alcançaram um acordo sobre as novas
normas de etiquetagem para os produtos agrícolas de qualidade,
procedentes de uma área geográfica ou produzidos segundo práticas
tradicionais.
As novas regras reduzem o tempo de registos para os rótulos, dando
poder aos produtores para melhor protegerem os seus produtos e permite
uma nova indicação para os mesmos de montanha.
Os grupos e produtores podem tomar medidas para proteger os nomes das
suas propriedades, promovendo a reputação dos seus produtos, no
entanto, não foi possível avançar com a proposta do Parlamento Europeu
(PE) para que as organizações pudessem estabelecer um sistema de
gestão de volume de produção dos produtos protegidos de forma a
ajustar a oferta com a procura.
Azeite transmontano aromatizado e com algas
Inovação onde já tudo parecia inventado. A crise de 2008 atirou
Ricardo Viveiros para o desemprego. A força de vencer atirou o
pessimismo para trás e levou-o a criar o seu próprio negócio. Azeite
transmontano com algas do mar português.
Vítor Andrade (www.expresso.pt)
19:00 Sexta feira, 22 de junho de 2012
Ricardo Viveiros para o desemprego. A força de vencer atirou o
pessimismo para trás e levou-o a criar o seu próprio negócio. Azeite
transmontano com algas do mar português.
Vítor Andrade (www.expresso.pt)
19:00 Sexta feira, 22 de junho de 2012
Evo Morales acusa economia verde de ser “nova forma de colonialismo dos ricos”
22.06.2012
AFP
O conceito de economia verde, um dos principais dossiers da
conferência Rio+20, é "uma nova forma de colonialismo" imposta pelos
países ricos aos países do Sul, disse nesta quinta-feira o Presidente
da Bolívia.
"Os países do Norte enriquecem entregando-se a uma orgia devastadora e
obrigam os países do Sul a serem os seus pobres guardas florestais",
disse Evo Morales numa sessão plenária da conferência da ONU sobre
desenvolvimento sustentável.
AFP
O conceito de economia verde, um dos principais dossiers da
conferência Rio+20, é "uma nova forma de colonialismo" imposta pelos
países ricos aos países do Sul, disse nesta quinta-feira o Presidente
da Bolívia.
"Os países do Norte enriquecem entregando-se a uma orgia devastadora e
obrigam os países do Sul a serem os seus pobres guardas florestais",
disse Evo Morales numa sessão plenária da conferência da ONU sobre
desenvolvimento sustentável.
Farm Bill: EUA aprovam novo programa agrícola
22-06-2012
O Senado dos Estados Unidos da América aprovou o novo Farm Bill,
programa de política agrícola renovado a cada cinco anos naquela país.
O novo diploma centra-se no financiamento de diversos valores de
apoio; no estabelecimento de um seguro de colheita subsidiado e
financiamento a programas de ajuda alimentar a famílias sem recursos,
contudo, elimina os pagamentos directos, o que é a grande novidade
deste Farm Bill.
O projecto agora aprovado suprime cinco mil milhões de dólares em
ajudas directas Para assegurar os rendimentos dos produtores cria os
seguros subsidiados que actuará como rede de segurança num cenário de
queda de preços.
O Senado dos Estados Unidos da América aprovou o novo Farm Bill,
programa de política agrícola renovado a cada cinco anos naquela país.
O novo diploma centra-se no financiamento de diversos valores de
apoio; no estabelecimento de um seguro de colheita subsidiado e
financiamento a programas de ajuda alimentar a famílias sem recursos,
contudo, elimina os pagamentos directos, o que é a grande novidade
deste Farm Bill.
O projecto agora aprovado suprime cinco mil milhões de dólares em
ajudas directas Para assegurar os rendimentos dos produtores cria os
seguros subsidiados que actuará como rede de segurança num cenário de
queda de preços.
Produção de leite não será rentável nos Açores sem quotas leiteiras, diz Joseph Daul (vídeo)
Publicado: 2012-06-22 12:25:29 | Actualizado: 2012-06-22 12:25:29
Por: Luciano Barcelos
O presidente do Grupo do Partido Popular Europeu, Joseph Daul, afirmou
em Ponta Delgada que a manutenção do regime de quotas leiteiras nas
Regiões Ultraperiféricas (RUP) não é uma causa perdida.
Joseph Daul defende que a produção leiteira nas explorações agrícolas
das RUP e regiões de montanha da Europa jamais será rentável sem
quotas leiteiras.
Por: Luciano Barcelos
O presidente do Grupo do Partido Popular Europeu, Joseph Daul, afirmou
em Ponta Delgada que a manutenção do regime de quotas leiteiras nas
Regiões Ultraperiféricas (RUP) não é uma causa perdida.
Joseph Daul defende que a produção leiteira nas explorações agrícolas
das RUP e regiões de montanha da Europa jamais será rentável sem
quotas leiteiras.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
