27 de Junho - 2012
O Ministério da Agricultura vai simplificar os procedimentos de
controlo aos agricultores para efeito de pagamento de ajudas.
O objetivo é reduzir "ao mínimo" o número de visitas a cada
agricultor, através de um processo mais simples e de revisões que
"assegurem uma melhor articulação entre organismos", afirma o
Ministério em comunicado.
Para já estão previstas menos 3.300 ações de controlo em 2012, e será
dada prioridade à concentração de "todos os controlos possíveis" em
cada visita.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Madrid trabalha na actualização das condições das organizações de produtores
27-06-2012
Fonte: ANIL/Agrodigital
O Ministério da Agricultura espanhol (MAGRAMA) está a trabalhar num
diploma sobre a regulamentação dos contratos de leite e o
reconhecimento das organizações de produtores (OP) de leite, o que
alterará a legislação actual acomodar as directrizes do 'Pacote Leite'
comunitário.
De acordo com o projecto de Real Decreto, as organizações de
produtores deverão ser pessoas com personalidade jurídica (civil ou
comercial), ser constituídas apenas por produtores e cumprir com pelo
menos uma das seguintes finalidades: optimização dos custos de
produção e garantia de que a produção se ajusta à procura. Deverão ser
criados por iniciativa dos produtores e o seu funcionamento interno
deverá ser democrático.
Fonte: ANIL/Agrodigital
O Ministério da Agricultura espanhol (MAGRAMA) está a trabalhar num
diploma sobre a regulamentação dos contratos de leite e o
reconhecimento das organizações de produtores (OP) de leite, o que
alterará a legislação actual acomodar as directrizes do 'Pacote Leite'
comunitário.
De acordo com o projecto de Real Decreto, as organizações de
produtores deverão ser pessoas com personalidade jurídica (civil ou
comercial), ser constituídas apenas por produtores e cumprir com pelo
menos uma das seguintes finalidades: optimização dos custos de
produção e garantia de que a produção se ajusta à procura. Deverão ser
criados por iniciativa dos produtores e o seu funcionamento interno
deverá ser democrático.
Daniel Campelo: Setor florestal é um dos grandes valores do país
inShare O secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento
Rural, Daniel Campelo, considerou hoje que a floresta "é um dos
grandes valores que o país tem" e é responsável por 11 por cento das
exportações nacionais.
"A floresta é um dos grandes valores que o país tem e que nós não
conhecemos devidamente, ou, pelo menos, não temos consciência dessa
expressão", afirmou Daniel Campelo na sessão de abertura de um
seminário sobre o "Panorama Florestal Nacional: Dificuldades e
Soluções", realizado hoje no Sabugal.
No encontro organizado pelo Fórum Florestal - Estrutura Federativa da
Floresta Portuguesa, o governante observou que a importância da
floresta não tem sido reconhecida pelo poder político nem pelos
cidadãos, mas admitiu que já começa a ser e "isso é que é importante".
Segundo Daniel Campelo, o setor florestal nacional é hoje responsável
"por 11 por cento do total" daquilo que o país exporta e dá trabalho a
cerca de 260 mil pessoas.
Rural, Daniel Campelo, considerou hoje que a floresta "é um dos
grandes valores que o país tem" e é responsável por 11 por cento das
exportações nacionais.
"A floresta é um dos grandes valores que o país tem e que nós não
conhecemos devidamente, ou, pelo menos, não temos consciência dessa
expressão", afirmou Daniel Campelo na sessão de abertura de um
seminário sobre o "Panorama Florestal Nacional: Dificuldades e
Soluções", realizado hoje no Sabugal.
No encontro organizado pelo Fórum Florestal - Estrutura Federativa da
Floresta Portuguesa, o governante observou que a importância da
floresta não tem sido reconhecida pelo poder político nem pelos
cidadãos, mas admitiu que já começa a ser e "isso é que é importante".
Segundo Daniel Campelo, o setor florestal nacional é hoje responsável
"por 11 por cento do total" daquilo que o país exporta e dá trabalho a
cerca de 260 mil pessoas.
Primavera com temperaturas mais elevadas e menos chuva
METEOROLOGIA
por LusaOntem
A primavera deste ano registou temperaturas mais elevadas que os
valores normais, e uma precipitação inferior, tendo a situação de seca
meteorológica se agravado no início deste período, informou o
Instituto de Meteorologia.
No boletim de primavera, hoje divulgado, o Instituto aponta, no
entanto, que em abril e maio ocorreram valores de precipitação que
levaram a um desagravamento da intensidade da seca, principalmente no
norte e centro do país.
No período de março a maio, Portugal continental apresentou
temperaturas superiores e uma precipitação inferior aos valores
normais registados entre 1971 e 2000.
por LusaOntem
A primavera deste ano registou temperaturas mais elevadas que os
valores normais, e uma precipitação inferior, tendo a situação de seca
meteorológica se agravado no início deste período, informou o
Instituto de Meteorologia.
No boletim de primavera, hoje divulgado, o Instituto aponta, no
entanto, que em abril e maio ocorreram valores de precipitação que
levaram a um desagravamento da intensidade da seca, principalmente no
norte e centro do país.
No período de março a maio, Portugal continental apresentou
temperaturas superiores e uma precipitação inferior aos valores
normais registados entre 1971 e 2000.
Empresa cria leite em pó para dormir
28 de Junho - 2012
A empresa neozelandesa Synlait, especializada na produção de leite em
pó, vai lançar leite mais rico em melatonina, uma vez que a ordenha é
feita nas primeiras horas da manhã. O Sleeping Milk, ou Night Milk,
tem propriedades ajudam a dormir e deve chegar ao mercado em março de
2013, numa fase inicial na Austrália e China.
Tony McKenna, diretor-geral de desenvolvimento de negócios da empresa,
refere que "a melatonina é uma substância natural que todos os animais
têm, inclusive os seres humanos, mas nestes, a quantidade de
melatonina diminui ao longo dos anos, com o avanço da idade", citado
pelo Globo Rural. O responsável explica que "após inúmeras pesquisas",
concluíram que "as vacas holandesas produzem esta substância em maior
quantidade durante a noite".
A empresa neozelandesa Synlait, especializada na produção de leite em
pó, vai lançar leite mais rico em melatonina, uma vez que a ordenha é
feita nas primeiras horas da manhã. O Sleeping Milk, ou Night Milk,
tem propriedades ajudam a dormir e deve chegar ao mercado em março de
2013, numa fase inicial na Austrália e China.
Tony McKenna, diretor-geral de desenvolvimento de negócios da empresa,
refere que "a melatonina é uma substância natural que todos os animais
têm, inclusive os seres humanos, mas nestes, a quantidade de
melatonina diminui ao longo dos anos, com o avanço da idade", citado
pelo Globo Rural. O responsável explica que "após inúmeras pesquisas",
concluíram que "as vacas holandesas produzem esta substância em maior
quantidade durante a noite".
Monsanto prevê subida de 5% a 10% nos preços de milho transgénico
28 de Junho - 2012
A companhia norte-americana de sementes, Monsanto, espera um aumento
de 5% a 10% nos preços das sementes transgénicas de milho em 2013,
afirmou o diretor Hugh Grant. O aumento dependerá da quantidade de
produtores que mudarem para variedades mais elaboradas de grão.
Segundo Grant, a variação no preço "vai ao encontro da consistência
que queremos reforçar junto dos clientes produtores", citado pelo
Globo Rural.
A companhia norte-americana de sementes, Monsanto, espera um aumento
de 5% a 10% nos preços das sementes transgénicas de milho em 2013,
afirmou o diretor Hugh Grant. O aumento dependerá da quantidade de
produtores que mudarem para variedades mais elaboradas de grão.
Segundo Grant, a variação no preço "vai ao encontro da consistência
que queremos reforçar junto dos clientes produtores", citado pelo
Globo Rural.
Logótipo bio da UE obrigatório a partir de 1 de julho
28 de Junho - 2012
A partir de 1 de julho passa a ser obrigatório usar o logótipo
biológico da União Europeia (UE) em todos os produtos alimentares
pré-embalados produzidos nos estados-membros e que cumpram as normas
aplicáveis.
Em comunicado, a Comissão Europeia refere que no caso dos produtos não
embalados e importados, o uso do logótipo continua a ser facultativo.
"Juntamente com o rótulo da UE, continuarão a poder figurar outros
logótipos privados, regionais ou nacionais", sublinha.
A partir de 1 de julho passa a ser obrigatório usar o logótipo
biológico da União Europeia (UE) em todos os produtos alimentares
pré-embalados produzidos nos estados-membros e que cumpram as normas
aplicáveis.
Em comunicado, a Comissão Europeia refere que no caso dos produtos não
embalados e importados, o uso do logótipo continua a ser facultativo.
"Juntamente com o rótulo da UE, continuarão a poder figurar outros
logótipos privados, regionais ou nacionais", sublinha.
Setúbal: Deputados do PSD apresentam projeto para evitar conflitos entre os produtores de arroz no Vale do Sado
17:31 Terça feira, 26 de junho de 2012
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Setúbal, 26 jun (Lusa) - Os deputados do PSD que integram a Comissão
de Agricultura da Assembleia da República apresentaram hoje um projeto
de resolução para tentarem resolver os conflitos de interesses que têm
surgido entre os produtores de arroz no Vale do Sado.
O coordenador dos deputados do PSD na Comissão de Agricultura e Mar,
Pedro do Ó Ramos, propôs que se encontre uma forma legal para que a
unidade industrial de secagem e armazenagem de cereais de Alcácer do
Sal, possa ser atribuída ao Agrupamento de Produtores de Arroz do Vale
do Sado, e que a unidade industrial de secagem e armazenagem de
cereais de Águas de Moura possa ser atribuída à Associação de
Agricultores do Distrito de Setúbal.
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Setúbal, 26 jun (Lusa) - Os deputados do PSD que integram a Comissão
de Agricultura da Assembleia da República apresentaram hoje um projeto
de resolução para tentarem resolver os conflitos de interesses que têm
surgido entre os produtores de arroz no Vale do Sado.
O coordenador dos deputados do PSD na Comissão de Agricultura e Mar,
Pedro do Ó Ramos, propôs que se encontre uma forma legal para que a
unidade industrial de secagem e armazenagem de cereais de Alcácer do
Sal, possa ser atribuída ao Agrupamento de Produtores de Arroz do Vale
do Sado, e que a unidade industrial de secagem e armazenagem de
cereais de Águas de Moura possa ser atribuída à Associação de
Agricultores do Distrito de Setúbal.
PSD Almeirim promove encontro sobre agricultura
QUARTA, 27 JUNHO 2012 09:33
A Comissão Politica do PSD Concelhia de Almeirim tomou a iniciativa de
criar um ciclo de vários "Encontros para um concelho diferente – Casos
de Sucesso".
Estes encontros são abertos a todas as pessoas da sociedade civil, que
terão oportunidade de debater a atual situação do nosso concelho em
diversas áreas temáticas, propondo ideias e apresentando sempre
oportunidades de sucesso.
A Comissão Politica do PSD Concelhia de Almeirim tomou a iniciativa de
criar um ciclo de vários "Encontros para um concelho diferente – Casos
de Sucesso".
Estes encontros são abertos a todas as pessoas da sociedade civil, que
terão oportunidade de debater a atual situação do nosso concelho em
diversas áreas temáticas, propondo ideias e apresentando sempre
oportunidades de sucesso.
Produtores descontentes com o preço da carne mirandesa
Explorações de jovens agricultores contribuem para a manutenção do
efectivo na região
Os criadores de bovinos de raça Mirandesa estão desanimados com a
actividade, porque dizem que a criação não dá rendimento e a carne não
está a ser valorizada na comercialização.
As queixas foram ouvidas, anteontem, em Miranda do Douro, durante o
concurso concelhio de bovinos de raça Mirandesa, onde marcaram
presença 55 animais do concelho. "Estão a pagar-nos muito pouco pela
carne e assim nós vamos arrumar isto, porque assim não dá. Pagam mais
pelas outras raças", refere Maria Alice Preto, de Paradela.
Felizbelo Torado, de Vale d'Águia, até já vendeu as vacas. "Davam-me
mais prejuízo do que lucro. Estou aqui com as vacas do meu irmão e ele
tem-nas por gosto", garante o agricultor.
efectivo na região
Os criadores de bovinos de raça Mirandesa estão desanimados com a
actividade, porque dizem que a criação não dá rendimento e a carne não
está a ser valorizada na comercialização.
As queixas foram ouvidas, anteontem, em Miranda do Douro, durante o
concurso concelhio de bovinos de raça Mirandesa, onde marcaram
presença 55 animais do concelho. "Estão a pagar-nos muito pouco pela
carne e assim nós vamos arrumar isto, porque assim não dá. Pagam mais
pelas outras raças", refere Maria Alice Preto, de Paradela.
Felizbelo Torado, de Vale d'Águia, até já vendeu as vacas. "Davam-me
mais prejuízo do que lucro. Estou aqui com as vacas do meu irmão e ele
tem-nas por gosto", garante o agricultor.
PS acusa Governo de negligência na questão do caudal do Tejo que vem de Espanha
26.06.2012
PÚBLICO, Lusa
O Partido Socialista acusou nesta terça-feira o Governo de ter "uma
atitude negligente" relativamente à gestão dos rios ibéricos,
principalmente no que se refere ao Tejo, para o qual os espanhóis
accionaram o regime de excepção devido à seca.
Na segunda-feira, o diário El País noticiou que Espanha terá declarado
o estado de emergência devido à pior seca desde 1912, para poder
reduzir o caudal do rio Tejo. O Governo português reagiu, ao final da
tarde de ontem, garantindo que Espanha está a cumprir os valores
definidos na Convenção de Albufeira para o Tejo.
No entanto, o deputado socialista Miguel Freitas considera que o
Executivo "tem tido uma atitude negligente numa matéria tão importante
como é a gestão das bacias hidrográficas comuns entre Portugal e
Espanha".
PÚBLICO, Lusa
O Partido Socialista acusou nesta terça-feira o Governo de ter "uma
atitude negligente" relativamente à gestão dos rios ibéricos,
principalmente no que se refere ao Tejo, para o qual os espanhóis
accionaram o regime de excepção devido à seca.
Na segunda-feira, o diário El País noticiou que Espanha terá declarado
o estado de emergência devido à pior seca desde 1912, para poder
reduzir o caudal do rio Tejo. O Governo português reagiu, ao final da
tarde de ontem, garantindo que Espanha está a cumprir os valores
definidos na Convenção de Albufeira para o Tejo.
No entanto, o deputado socialista Miguel Freitas considera que o
Executivo "tem tido uma atitude negligente numa matéria tão importante
como é a gestão das bacias hidrográficas comuns entre Portugal e
Espanha".
"Medo sobre alterações climáticas é exagerado"
AMBIENTE
por LusaOntem
Rex Tillerson, presidente executivo da ExxonMobil Fotografia © Kevin
Lamarque - Reuters
O presidente executivo da ExxonMobil, Rex Tillerson, afirmou hoje que
os receios sobre as alterações climáticas, as perfurações e a
dependência energética são exageradas, noticia a agência AP.
Durante um discurso no Conselho de Relações Externas, Tillerson
admitiu que a queima de combustíveis fósseis está a aquecer o planeta,
mas acrescentou que a sociedade seria capaz de se adaptar.
Os riscos associados às perfurações para obter petróleo e gás estão
bem identificados e podem ser reduzidos, garantiu.
Considerou ainda que a dependência de nações estrangeiras
relativamente ao petróleo não é preocupante, enquanto o acesso ao
abastecimento estiver assegurado.
Tillerson censurou o público por ser "ignorante" em ciência e
matemática, a comunicação social por ser "preguiçosa" e os grupos de
pressão por "fabricarem medo", com conceções erradas sobre energia.
Realçou também as recentes descobertas significativas de petróleo e
gás na América do Norte, que permitiram reverter o declínio na
produção dos EUA nos anos recentes.
por LusaOntem
Rex Tillerson, presidente executivo da ExxonMobil Fotografia © Kevin
Lamarque - Reuters
O presidente executivo da ExxonMobil, Rex Tillerson, afirmou hoje que
os receios sobre as alterações climáticas, as perfurações e a
dependência energética são exageradas, noticia a agência AP.
Durante um discurso no Conselho de Relações Externas, Tillerson
admitiu que a queima de combustíveis fósseis está a aquecer o planeta,
mas acrescentou que a sociedade seria capaz de se adaptar.
Os riscos associados às perfurações para obter petróleo e gás estão
bem identificados e podem ser reduzidos, garantiu.
Considerou ainda que a dependência de nações estrangeiras
relativamente ao petróleo não é preocupante, enquanto o acesso ao
abastecimento estiver assegurado.
Tillerson censurou o público por ser "ignorante" em ciência e
matemática, a comunicação social por ser "preguiçosa" e os grupos de
pressão por "fabricarem medo", com conceções erradas sobre energia.
Realçou também as recentes descobertas significativas de petróleo e
gás na América do Norte, que permitiram reverter o declínio na
produção dos EUA nos anos recentes.
Agência de Ambiente americana pode regular emissões de CO2, diz tribunal
27.06.2012
Agências, PÚBLICO
Um tribunal federal de Washington confirmou nesta terça-feira que a
Agência de Protecção do Ambiente norte-americana pode regular as
emissões de gases com efeito de estufa, um poder contestado por
indústrias e alguns estados, como o Texas.
Indústrias e 14 estados – liderados pelo Texas e Virgínia – contestam
vivamente as novas regras ditadas pela agência federal de protecção do
Ambiente (EPA, sigla em inglês), que visam reduzir as emissões de
gases com efeito de estufa produzidas pelas fábricas e centrais de
produção de electricidade a carvão e libertadas pelos automóveis.
O tribunal de recurso, composto por três juízes, rejeitou agora todos
os argumentos dos queixosos que queriam assim bloquear as regras da
EPA. As indústrias e os estados afirmam, nomeadamente, que a EPA não
dá provas de rigor científico ao afirmar que o CO2 põe em perigo a
saúde e o bem-estar das populações.
Agências, PÚBLICO
Um tribunal federal de Washington confirmou nesta terça-feira que a
Agência de Protecção do Ambiente norte-americana pode regular as
emissões de gases com efeito de estufa, um poder contestado por
indústrias e alguns estados, como o Texas.
Indústrias e 14 estados – liderados pelo Texas e Virgínia – contestam
vivamente as novas regras ditadas pela agência federal de protecção do
Ambiente (EPA, sigla em inglês), que visam reduzir as emissões de
gases com efeito de estufa produzidas pelas fábricas e centrais de
produção de electricidade a carvão e libertadas pelos automóveis.
O tribunal de recurso, composto por três juízes, rejeitou agora todos
os argumentos dos queixosos que queriam assim bloquear as regras da
EPA. As indústrias e os estados afirmam, nomeadamente, que a EPA não
dá provas de rigor científico ao afirmar que o CO2 põe em perigo a
saúde e o bem-estar das populações.
Bruxelas disponível para financiar obras no Alqueva
inShare
27 de Junho, 2012por Sónia Balasteiro, em Bruxelas
A União Europeia (UE) está disponível para financiar a maior parte dos
500 milhões de euros que faltam para concluir a Barragem do Alqueva.
Isto se for aprovada a proposta do eurodeputado Capoulas Santos,
apresentada esta semana aos membros da Comissão de Agricultura no
Parlamento Europeu (PE), em Bruxelas, para manter os investimentos em
novas infra-estruturas de regadio.
«As probabilidades são elevadas», adiantou o socialista ao SOL, no
rescaldo do encontro com outros 45 deputados para debater as suas
propostas, no âmbito daquela que será a mais profunda reforma da
Política Agrícola Comum (PAC) na Europa a 27.
27 de Junho, 2012por Sónia Balasteiro, em Bruxelas
A União Europeia (UE) está disponível para financiar a maior parte dos
500 milhões de euros que faltam para concluir a Barragem do Alqueva.
Isto se for aprovada a proposta do eurodeputado Capoulas Santos,
apresentada esta semana aos membros da Comissão de Agricultura no
Parlamento Europeu (PE), em Bruxelas, para manter os investimentos em
novas infra-estruturas de regadio.
«As probabilidades são elevadas», adiantou o socialista ao SOL, no
rescaldo do encontro com outros 45 deputados para debater as suas
propostas, no âmbito daquela que será a mais profunda reforma da
Política Agrícola Comum (PAC) na Europa a 27.
APED prevê agravamento da quebra do consumo no 2.º trimestre
Lusa
26 Jun, 2012, 14:58
A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) estima que
no segundo trimestre do ano a quebra do consumo em Portugal se tenha
agravado em relação aos três primeiros meses de 2012.
Em declarações aos jornalistas, a diretora-geral da APED, Ana Isabel
Trigo Morais, considerou que "o agravamento é inevitável".
Segundo o barómetro de vendas APED do primeiro trimestre, o volume de
vendas total dos segmentos alimentar e não alimentar caiu 3,7 por
cento, para 4.554 milhões de euros, face aos primeiros três meses de
2011, período anterior à aplicação das medidas de austeridade.
A área alimentar recuou de 0,2 por cento (para 2.640 milhões de euros)
e o não alimentar decresceu 8,6 por cento (1.914 milhões de euros).
26 Jun, 2012, 14:58
A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) estima que
no segundo trimestre do ano a quebra do consumo em Portugal se tenha
agravado em relação aos três primeiros meses de 2012.
Em declarações aos jornalistas, a diretora-geral da APED, Ana Isabel
Trigo Morais, considerou que "o agravamento é inevitável".
Segundo o barómetro de vendas APED do primeiro trimestre, o volume de
vendas total dos segmentos alimentar e não alimentar caiu 3,7 por
cento, para 4.554 milhões de euros, face aos primeiros três meses de
2011, período anterior à aplicação das medidas de austeridade.
A área alimentar recuou de 0,2 por cento (para 2.640 milhões de euros)
e o não alimentar decresceu 8,6 por cento (1.914 milhões de euros).
quarta-feira, 27 de junho de 2012
"Há uma alteração radical" no consumo alimentar
Lusa
26 Jun, 2012, 14:55
Os portugueses passaram a comprar mais frescos, mercearias e
charcutaria, em detrimento de outros produtos, o que demonstra uma
"alteração radical" no consumo, disse hoje a diretora-geral da
Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).
De acordo com Ana Isabel Trigo Morais, que falava aos jornalistas na
apresentação do barómetro de vendas da APED, no primeiro trimestre,
desde que a crise se começou a sentir os portugueses começaram a
alterar os seus hábitos.
Numa primeira fase, os consumidores deixaram de ir ao restaurante e
passaram a preferir o consumo de comida pronta, nomeadamente
congelados.
26 Jun, 2012, 14:55
Os portugueses passaram a comprar mais frescos, mercearias e
charcutaria, em detrimento de outros produtos, o que demonstra uma
"alteração radical" no consumo, disse hoje a diretora-geral da
Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).
De acordo com Ana Isabel Trigo Morais, que falava aos jornalistas na
apresentação do barómetro de vendas da APED, no primeiro trimestre,
desde que a crise se começou a sentir os portugueses começaram a
alterar os seus hábitos.
Numa primeira fase, os consumidores deixaram de ir ao restaurante e
passaram a preferir o consumo de comida pronta, nomeadamente
congelados.
Precipitação atenua quebra do rendimento de cereais mas prejudica cereja
26 de Junho - 2012
As últimas previsões agrícolas do INE para maio apontam para quebras
nas produtividades dos cereais praganosos, relativamente amenizadas
pelas chuvas dos últimos dois meses. Contudo, deverá registar-se uma
redução do rendimento de 15% na cevada e 30% no triticale. Também na
cereja as previsões apontam para uma quebra de 15% na produtividade.
Em comunicado o INE mostra que, apesar da chuva dos últimos dois
meses, estão previstas quebras consideráveis nos rendimentos destas
culturas (-30% no triticale, -25% no centeio, -20% no trigo mole,
trigo duro e aveia e -15% na cevada).
As últimas previsões agrícolas do INE para maio apontam para quebras
nas produtividades dos cereais praganosos, relativamente amenizadas
pelas chuvas dos últimos dois meses. Contudo, deverá registar-se uma
redução do rendimento de 15% na cevada e 30% no triticale. Também na
cereja as previsões apontam para uma quebra de 15% na produtividade.
Em comunicado o INE mostra que, apesar da chuva dos últimos dois
meses, estão previstas quebras consideráveis nos rendimentos destas
culturas (-30% no triticale, -25% no centeio, -20% no trigo mole,
trigo duro e aveia e -15% na cevada).
Portugueses estão a poupar no supermercado
2012.06.27 (00:00) Distribuição
A recessão bateu à porta das grandes cadeias de supermercados, cujas
receitas já caíram este ano entre 3 e 5%. Consumo está em queda há 18
meses consecutivos, segundo o Banco de Portugal. Os números do consumo
são arrasadores, a queda faz-se sentir ininterruptamente desde
Novembro de 2010 e já está a afectar o retalho alimentar.
Os portugueses estão a poupar no supermercado: o encerramento de lojas
no comércio tradicional e de cadeias de supermercado são o reflexo
claro dessa realidade. Nos primeiros cinco meses de 2012, apurou o
Expresso, o volume de vendas conjunto das grandes cadeias da
distribuição registou uma queda inédita entre 3% e 5%.
A recessão bateu à porta das grandes cadeias de supermercados, cujas
receitas já caíram este ano entre 3 e 5%. Consumo está em queda há 18
meses consecutivos, segundo o Banco de Portugal. Os números do consumo
são arrasadores, a queda faz-se sentir ininterruptamente desde
Novembro de 2010 e já está a afectar o retalho alimentar.
Os portugueses estão a poupar no supermercado: o encerramento de lojas
no comércio tradicional e de cadeias de supermercado são o reflexo
claro dessa realidade. Nos primeiros cinco meses de 2012, apurou o
Expresso, o volume de vendas conjunto das grandes cadeias da
distribuição registou uma queda inédita entre 3% e 5%.
Regulamento para acções de arborização visa aumentar eucalipto em Portugal
Quarta, 27 Junho 2012 14:14 | | |
A Acréscimo –Associação de Promoção ao Investimento Florestal contesta
a proposta de alteração à regulamentação das acções de arborização e
de rearborização, que se encontra em consulta pública.
«A iniciativa do Ministério, para além de extemporânea, aparenta um
alcance direccionado a interesses empresariais específicos», explica
Paulo Castro, presidente da entidade criada no final do ano passado. O
responsável aponta que «a proposta, tal como formulada, aparenta um
compromisso claro do ministério com estratégias que visam o aumento da
área de eucalipto em Portugal, destinado à produção de madeira para
pasta celulósica. Por esta via, pode-se mesmo perspectivar a
implementação de iniciativas legislativas que visem a aposta na
floresta irrigada em zonas de regadio subaproveitadas, situação que
com certeza virá a ter forte contestação pública».
A Acréscimo –Associação de Promoção ao Investimento Florestal contesta
a proposta de alteração à regulamentação das acções de arborização e
de rearborização, que se encontra em consulta pública.
«A iniciativa do Ministério, para além de extemporânea, aparenta um
alcance direccionado a interesses empresariais específicos», explica
Paulo Castro, presidente da entidade criada no final do ano passado. O
responsável aponta que «a proposta, tal como formulada, aparenta um
compromisso claro do ministério com estratégias que visam o aumento da
área de eucalipto em Portugal, destinado à produção de madeira para
pasta celulósica. Por esta via, pode-se mesmo perspectivar a
implementação de iniciativas legislativas que visem a aposta na
floresta irrigada em zonas de regadio subaproveitadas, situação que
com certeza virá a ter forte contestação pública».
Caves Taylor's recebem Certificado de Excelência do TripAdvisor
inShare
27 de Junho, 2012
As Caves Taylor's, em Vila Nova de Gaia, receberam o certificado de
excelência da TripAdvisor, que se considera a maior página na internet
de viagens do mundo.
A distinção, afirma hoje a Taylor's em comunicado, «reconhece a
qualidade com que cada visitante é recebido nas Caves de Vinho do
Porto».
A Taylor's acrescenta que «apenas dez por cento dos estabelecimentos
presentes no TripAdvisor recebem este certificado, tendo para isso que
receber constantemente excelentes avaliações».
27 de Junho, 2012
As Caves Taylor's, em Vila Nova de Gaia, receberam o certificado de
excelência da TripAdvisor, que se considera a maior página na internet
de viagens do mundo.
A distinção, afirma hoje a Taylor's em comunicado, «reconhece a
qualidade com que cada visitante é recebido nas Caves de Vinho do
Porto».
A Taylor's acrescenta que «apenas dez por cento dos estabelecimentos
presentes no TripAdvisor recebem este certificado, tendo para isso que
receber constantemente excelentes avaliações».
Menos pêra Rocha
O volume de produção nacional de pêra Rocha deverá sofrer uma quebra
entre 10 a 30% na campanha
2012-2013, segundo dados fornecidos por alguns produtores no fim de
Maio. A Coopval acredita que se
pode atingir um volume de produção normal de pêra, entre 170 a 180 mil
toneladas. A Ecofrutas fala numa
produção 10% inferior à do ano passado, «não tão grande como
inicialmente prevíamos».
entre 10 a 30% na campanha
2012-2013, segundo dados fornecidos por alguns produtores no fim de
Maio. A Coopval acredita que se
pode atingir um volume de produção normal de pêra, entre 170 a 180 mil
toneladas. A Ecofrutas fala numa
produção 10% inferior à do ano passado, «não tão grande como
inicialmente prevíamos».
Feira do Mirtilo em Sever do Vouga
Sever do Vouga prepara-se para receber milhares de visitantes na V
edição da Feira do Mirtilo, de 28 de Junho a 1 de Julho. A Capital do
Mirtilo espera facturar 2 milhões de euros com a venda deste pequeno
grande fruto já em 2016. Entrevista com o autarca do concelho, Manuel
da Silva Soares.
Qual a importância da cultura do mirtilo na economia do concelho de
Sever do Vouga?
A cultura do mirtilo tem vindo a tornar-se numa verdadeira alavanca
para a economia local, tem apoiado a revitalização do sector agrícola
que outrora foi forte na produção leiteira e na agricultura de
subsistência. São dezenas o número de jovens agricultores que se têm
dedicado à produção de mirtilo e de outros pequenos frutos. O
investimento directo na produção e comercialização de mirtilo, só no
concelho de Sever do Vouga, já ascende aos 3 milhões de euros e o
volume de negócios só da comercialização ascende aos 587 mil euros,
estimando-se que em 2016 ultrapassará os 2 milhões de euros.
edição da Feira do Mirtilo, de 28 de Junho a 1 de Julho. A Capital do
Mirtilo espera facturar 2 milhões de euros com a venda deste pequeno
grande fruto já em 2016. Entrevista com o autarca do concelho, Manuel
da Silva Soares.
Qual a importância da cultura do mirtilo na economia do concelho de
Sever do Vouga?
A cultura do mirtilo tem vindo a tornar-se numa verdadeira alavanca
para a economia local, tem apoiado a revitalização do sector agrícola
que outrora foi forte na produção leiteira e na agricultura de
subsistência. São dezenas o número de jovens agricultores que se têm
dedicado à produção de mirtilo e de outros pequenos frutos. O
investimento directo na produção e comercialização de mirtilo, só no
concelho de Sever do Vouga, já ascende aos 3 milhões de euros e o
volume de negócios só da comercialização ascende aos 587 mil euros,
estimando-se que em 2016 ultrapassará os 2 milhões de euros.
Vinho Verde à conquista do mercado britânico
Aumentar as exportações é o objetivo de 16 produtores que estarão em
Londres a promover as suas 80 marcas
26/06/2012 | 17:32 | Dinheiro Vivo
São 16 os produtores de vinho Verde que amanhã, dia 27, se deslocam ao
Reino Unido para apresentar as suas 80 marcas no competitivo mercado
britânico, procurando assim aumentar as exportações para terras de Sua
Majestade.
A iniciativa é da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes
(CVRVV), que definiu a Grã-Bretanha como um dos mercados prioritários
no plano de investimentos promocionais além-fronteiras.
O objetivo é manter o crescimento das exportações verificado na última
década. De 2001 a 2011, as exportações de vinho Verde aumentaram 36%,
passando de um para 1,5 milhões de euros. os Vinhos Verdes passaram de
um milhão de euros de vendas para 1,5 milhões, o que representa um
aumento de 36 por cento. Já de 2010 para 2011, o crescimento foi de
15%.
Londres a promover as suas 80 marcas
26/06/2012 | 17:32 | Dinheiro Vivo
São 16 os produtores de vinho Verde que amanhã, dia 27, se deslocam ao
Reino Unido para apresentar as suas 80 marcas no competitivo mercado
britânico, procurando assim aumentar as exportações para terras de Sua
Majestade.
A iniciativa é da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes
(CVRVV), que definiu a Grã-Bretanha como um dos mercados prioritários
no plano de investimentos promocionais além-fronteiras.
O objetivo é manter o crescimento das exportações verificado na última
década. De 2001 a 2011, as exportações de vinho Verde aumentaram 36%,
passando de um para 1,5 milhões de euros. os Vinhos Verdes passaram de
um milhão de euros de vendas para 1,5 milhões, o que representa um
aumento de 36 por cento. Já de 2010 para 2011, o crescimento foi de
15%.
Incêndios: Onze concelhos de Portugal continental em risco "máximo"
7:43 Terça feira, 26 de junho de 2012
Lisboa, 26 jun (Lusa) -- Onze concelhos de Portugal continental
apresentam hoje risco "máximo" de incêndio, o mais grave de uma escala
de cinco, informa o Instituto de Meteorologia (IM), na sua página na
Internet.
Os concelhos com risco "máximo" de incêndio são Monchique (distrito de
Faro), Sardoal e Mação (Santarém), Pedrógão Grande, Castanheira de
Pera e Figueiró dos Vinhos (Leiria), Pampilhosa da Serra e Góis
(Coimbra) e Vila do Rei, Sertã e Oleiros (Castelo Branco).
Lisboa, 26 jun (Lusa) -- Onze concelhos de Portugal continental
apresentam hoje risco "máximo" de incêndio, o mais grave de uma escala
de cinco, informa o Instituto de Meteorologia (IM), na sua página na
Internet.
Os concelhos com risco "máximo" de incêndio são Monchique (distrito de
Faro), Sardoal e Mação (Santarém), Pedrógão Grande, Castanheira de
Pera e Figueiró dos Vinhos (Leiria), Pampilhosa da Serra e Góis
(Coimbra) e Vila do Rei, Sertã e Oleiros (Castelo Branco).
Museu do Vinho continua a degradar-se em Alcobaça
Publicado em 26 Junho 2012 às 10:08 am. Tags: Alcobaça, ambiente,
Cultura, leiria, Museu do Vinho
Encerrado ao público desde 2007, o Museu do Vinho, em Alcobaça, corre
o risco de se degradar ainda mais e ficar numa situação em que se
torna impossível a sua recuperação.
O alerta foi feito há dias pelo presidente da Câmara de Alcobaça,
Paulo Inácio, que lembrou o acordo alcançado em abril do ano passado
com o Instituto do Vinho e da Vinha.
O acordo prevê a cedência do espaço e do espólio por um período entre
os 30 e os 50 anos e o pagamento de uma renda na ordem dos 20 mil
euros.
A concretização do acordo depende agora de um despacho conjunto da
direção geral do Tesouro e do ministério da Agricultura.
A demora na cedência do Museu levou os deputados do PSD, eleitos pelo
círculo de Leiria, a questionarem a ministra da Agricultura, Assunção
Cristas, também ela eleita por Leiria.
Em abril passado, a questão já tinha sido dirigida à ministra que, à
margem de um jantar conferência na Nerlei, disse não saber o ponto da
situação e mostrou disponibilidade para resolver o assunto "tão breve
quanto possível".
O tema deverá ser abordado dia 28, na deslocação que a ministra tem
agendada a Alcobaça, a convite da direção da Cooperativa Agrícola.
(notícia publicada na edição de 15 de junho de 2012)
http://www.regiaodeleiria.pt/blog/2012/06/26/museu-do-vinho-continua-a-espera-em-alcobaca/
Cultura, leiria, Museu do Vinho
Encerrado ao público desde 2007, o Museu do Vinho, em Alcobaça, corre
o risco de se degradar ainda mais e ficar numa situação em que se
torna impossível a sua recuperação.
O alerta foi feito há dias pelo presidente da Câmara de Alcobaça,
Paulo Inácio, que lembrou o acordo alcançado em abril do ano passado
com o Instituto do Vinho e da Vinha.
O acordo prevê a cedência do espaço e do espólio por um período entre
os 30 e os 50 anos e o pagamento de uma renda na ordem dos 20 mil
euros.
A concretização do acordo depende agora de um despacho conjunto da
direção geral do Tesouro e do ministério da Agricultura.
A demora na cedência do Museu levou os deputados do PSD, eleitos pelo
círculo de Leiria, a questionarem a ministra da Agricultura, Assunção
Cristas, também ela eleita por Leiria.
Em abril passado, a questão já tinha sido dirigida à ministra que, à
margem de um jantar conferência na Nerlei, disse não saber o ponto da
situação e mostrou disponibilidade para resolver o assunto "tão breve
quanto possível".
O tema deverá ser abordado dia 28, na deslocação que a ministra tem
agendada a Alcobaça, a convite da direção da Cooperativa Agrícola.
(notícia publicada na edição de 15 de junho de 2012)
http://www.regiaodeleiria.pt/blog/2012/06/26/museu-do-vinho-continua-a-espera-em-alcobaca/
Há 10 anos que não se registava tantos incêndios
AUTORIDADE FLORESTAL NACIONAL
por LusaOntem
A área ardida e as ocorrências de incêndios florestais registaram este
ano os valores mais elevados da última década, no período até 15 de
junho, revelam dados provisórios da Autoridade Florestal Nacional
(AFN).
O relatório provisório de incêndios florestais da AFN indica que,
entre 01 de janeiro e 15 de junho, se registou um total de 10.737
ocorrências de fogo que resultaram em 34.135 hectares de área ardida.
O documento salienta que o total de ocorrências e área ardida
registados até 15 de junho mostra que, em 2012, o número contabilizado
"é superior aos valores registados em qualquer um dos dez anos
anteriores".
Em comparação com o mesmo período de 2011, as ocorrências mais do que
duplicaram e a área ardida mais do que quadruplicou.
Segundo o relatório, a maioria das ocorrências de fogo registaram-se
em fevereiro e março - 3.870 e 4.456 respetivamente -, sendo também
nesses meses que os incêndios consumiram mais área ardida,
designadamente 11.960 hectares, em fevereiro, e 20.243, em março.
"Os elevados valores do número de ocorrências e correspondente área
ardida registados nos meses de fevereiro e março devem-se, em parte,
ao facto de Portugal ter estado em situação de seca (severa e extrema)
em quase todo o território continental e em grande parte do período
entre janeiro e abril", refere o documento.
Em contrapartida, salienta o documento, a partir do mês de abril os
valores de área ardida foram substancialmente inferiores às médias
mensais da última década.
Os primeiros 15 dias de junho registaram 447 ocorrências, quase metade
da média dos últimos 10 anos, e 183 hectares de área ardida - cerca de
8,6 por cento da média do decénio para as duas primeiras semanas de
junho.
Os dados provisórios adiantam também que, entre 01 de janeiro e 15 de
junho, o maior número de ocorrências se registou no distrito do Porto,
com 2.109, seguindo-se Aveiro, Braga, Vila Real e Viseu, com mais de
um milhar cada um.
Nestes distritos, a maioria das ocorrências correspondeu a fogachos,
ou seja, a área ardida não ultrapassou um hectare.
No que respeita à área ardida, dos 34.135 hectares contabilizados até
15 de junho, cerca de 40 por cento ocorreu nos distritos de Braga,
7.768 hectares, e Bragança, 5.839.
O relatório diz ainda que este ano já deflagraram 58 grandes
incêndios, cuja área total afetada é igual ou superior a 100 hectares.
A época mais crítica em incêndios florestais, conhecida pela "fase
Charlie", começa dia 01 de julho.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2632012&page=-1
por LusaOntem
A área ardida e as ocorrências de incêndios florestais registaram este
ano os valores mais elevados da última década, no período até 15 de
junho, revelam dados provisórios da Autoridade Florestal Nacional
(AFN).
O relatório provisório de incêndios florestais da AFN indica que,
entre 01 de janeiro e 15 de junho, se registou um total de 10.737
ocorrências de fogo que resultaram em 34.135 hectares de área ardida.
O documento salienta que o total de ocorrências e área ardida
registados até 15 de junho mostra que, em 2012, o número contabilizado
"é superior aos valores registados em qualquer um dos dez anos
anteriores".
Em comparação com o mesmo período de 2011, as ocorrências mais do que
duplicaram e a área ardida mais do que quadruplicou.
Segundo o relatório, a maioria das ocorrências de fogo registaram-se
em fevereiro e março - 3.870 e 4.456 respetivamente -, sendo também
nesses meses que os incêndios consumiram mais área ardida,
designadamente 11.960 hectares, em fevereiro, e 20.243, em março.
"Os elevados valores do número de ocorrências e correspondente área
ardida registados nos meses de fevereiro e março devem-se, em parte,
ao facto de Portugal ter estado em situação de seca (severa e extrema)
em quase todo o território continental e em grande parte do período
entre janeiro e abril", refere o documento.
Em contrapartida, salienta o documento, a partir do mês de abril os
valores de área ardida foram substancialmente inferiores às médias
mensais da última década.
Os primeiros 15 dias de junho registaram 447 ocorrências, quase metade
da média dos últimos 10 anos, e 183 hectares de área ardida - cerca de
8,6 por cento da média do decénio para as duas primeiras semanas de
junho.
Os dados provisórios adiantam também que, entre 01 de janeiro e 15 de
junho, o maior número de ocorrências se registou no distrito do Porto,
com 2.109, seguindo-se Aveiro, Braga, Vila Real e Viseu, com mais de
um milhar cada um.
Nestes distritos, a maioria das ocorrências correspondeu a fogachos,
ou seja, a área ardida não ultrapassou um hectare.
No que respeita à área ardida, dos 34.135 hectares contabilizados até
15 de junho, cerca de 40 por cento ocorreu nos distritos de Braga,
7.768 hectares, e Bragança, 5.839.
O relatório diz ainda que este ano já deflagraram 58 grandes
incêndios, cuja área total afetada é igual ou superior a 100 hectares.
A época mais crítica em incêndios florestais, conhecida pela "fase
Charlie", começa dia 01 de julho.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2632012&page=-1
terça-feira, 26 de junho de 2012
APED: "Há uma alteração radical" no consumo alimentar
Por Agência Lusa, publicado em 26 Jun 2012 - 21:05 | Actualizado há 1
hora 34 minutos
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Os portugueses passaram a comprar mais frescos, mercearias e
charcutaria, em detrimento de outros produtos, o que demonstra uma
"alteração radical" no consumo, disse hoje a diretora-geral da
Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).
De acordo com Ana Isabel Trigo Morais, que falava aos jornalistas na
apresentação do barómetro de vendas da APED, no primeiro trimestre,
desde que a crise se começou a sentir os portugueses começaram a
alterar os seus hábitos.
Numa primeira fase, os consumidores deixaram de ir ao restaurante e
passaram a preferir o consumo de comida pronta, nomeadamente
congelados.
Agora, segundo os dados do primeiro trimestre, os portugueses passaram
"para uma categoria mais barata de produtos", que passa pelos frescos
(que subiram 0,7 pontos percentuais), mercearias (crescimento de 0,9
pontos percentuais) e charcutaria (mais 0,3 pontos percentuais).
Ou seja, os portugueses passaram "a comprar mais matéria-prima" para
cozinharem em casa, o que reflete o impacto das medidas de
austeridade.
Ainda por categoria de produtos, as vendas de lácteos recuaram 0,9
pontos percentuais, a categoria Drogaria e Produtos de Higiene (DPH)
caíram 0,8 pontos percentuais, as bebidas perderam 0,3 pontos
percentuais e os congelados estagnaram.
http://www.ionline.pt/portugal/aped-ha-uma-alteracao-radical-no-consumo-alimentar
hora 34 minutos
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Os portugueses passaram a comprar mais frescos, mercearias e
charcutaria, em detrimento de outros produtos, o que demonstra uma
"alteração radical" no consumo, disse hoje a diretora-geral da
Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).
De acordo com Ana Isabel Trigo Morais, que falava aos jornalistas na
apresentação do barómetro de vendas da APED, no primeiro trimestre,
desde que a crise se começou a sentir os portugueses começaram a
alterar os seus hábitos.
Numa primeira fase, os consumidores deixaram de ir ao restaurante e
passaram a preferir o consumo de comida pronta, nomeadamente
congelados.
Agora, segundo os dados do primeiro trimestre, os portugueses passaram
"para uma categoria mais barata de produtos", que passa pelos frescos
(que subiram 0,7 pontos percentuais), mercearias (crescimento de 0,9
pontos percentuais) e charcutaria (mais 0,3 pontos percentuais).
Ou seja, os portugueses passaram "a comprar mais matéria-prima" para
cozinharem em casa, o que reflete o impacto das medidas de
austeridade.
Ainda por categoria de produtos, as vendas de lácteos recuaram 0,9
pontos percentuais, a categoria Drogaria e Produtos de Higiene (DPH)
caíram 0,8 pontos percentuais, as bebidas perderam 0,3 pontos
percentuais e os congelados estagnaram.
http://www.ionline.pt/portugal/aped-ha-uma-alteracao-radical-no-consumo-alimentar
7.º Relatório do Grupo de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca
O Núcleo de Informação e Divulgação da Direcção Regional de
Agricultura e Pescas do Algarve distribuiu hoje pelos órgãos de
comunicação social regionais o 7.º relatório de acompanhamento e
avaliação dos impactos da SECA 2012.
Este relatório, o sétimo produzido desde o início do ano no âmbito do
acompanhamento das condições e efeitos da seca 2012, referenciado a 31
de maio, compõe-se de cerca de 60 páginas, inclui informação relativa
a: evolução da situação meteorológica e hidrológica, efeitos da seca
na agricultura e na pecuária, produção de energia, abastecimentos
alternativos de água para consumo e incêndios florestais.
A consolidação dos resultados das culturas de outono/inverno, continua
o acompanhamento das culturas temporárias de
primavera/verão e reforça a descrição do estado das culturas
permanentes. O acompanhamento que vinha a ser efetuado, que se
focalizava na quase ausência de precipitação, foi alterado, uma vez
que o período do ano em que esta mais se concentra está ultrapassado.
Para ter acesso ao Relatório integral:
http://www.diarionline.pt/galeria/relatorio7_seca2012.pdf
http://www.regiaosul.pt/noticia.php?refnoticia=128542
Agricultura e Pescas do Algarve distribuiu hoje pelos órgãos de
comunicação social regionais o 7.º relatório de acompanhamento e
avaliação dos impactos da SECA 2012.
Este relatório, o sétimo produzido desde o início do ano no âmbito do
acompanhamento das condições e efeitos da seca 2012, referenciado a 31
de maio, compõe-se de cerca de 60 páginas, inclui informação relativa
a: evolução da situação meteorológica e hidrológica, efeitos da seca
na agricultura e na pecuária, produção de energia, abastecimentos
alternativos de água para consumo e incêndios florestais.
A consolidação dos resultados das culturas de outono/inverno, continua
o acompanhamento das culturas temporárias de
primavera/verão e reforça a descrição do estado das culturas
permanentes. O acompanhamento que vinha a ser efetuado, que se
focalizava na quase ausência de precipitação, foi alterado, uma vez
que o período do ano em que esta mais se concentra está ultrapassado.
Para ter acesso ao Relatório integral:
http://www.diarionline.pt/galeria/relatorio7_seca2012.pdf
http://www.regiaosul.pt/noticia.php?refnoticia=128542
Lamego: Agricultores do Douro produzem qualidade, mas falta quantidade para chegar aos mercados
18:48 Segunda feira, 25 de junho de 2012
Lamego, 25 jun (Lusa) - A diversificação da produção e a associação
dos produtores como forma de obter dimensão e responder às exigências
do mercado nacional e internacional foram duas das exigências feitas
hoje para que o Douro tenha futuro como região agrícola.
Esta realidade foi hoje reconhecida durante um almoço/debate dedicado
ao tema "Jovens agricultores durienses: que futuro?", com duas dezenas
de participantes, organizado pelo Hotel Lamego e o Porto Canal, em
Lamego.
Uma das questões mais debatidas foi a da comercialização da produção
da região, como o sublinhou Sandra Luís, da Associação de Produtores
Agrícolas do Vale do Douro (APAV), que defendeu ser "relativamente
fácil produzir qualidade" mas os problemas surgem "nas muitas
dificuldades para a sua comercialização".
http://expresso.sapo.pt/lamego-agricultores-do-douro-produzem-qualidade-mas-falta-quantidade-para-chegar-aos-mercados=f735376
Lamego, 25 jun (Lusa) - A diversificação da produção e a associação
dos produtores como forma de obter dimensão e responder às exigências
do mercado nacional e internacional foram duas das exigências feitas
hoje para que o Douro tenha futuro como região agrícola.
Esta realidade foi hoje reconhecida durante um almoço/debate dedicado
ao tema "Jovens agricultores durienses: que futuro?", com duas dezenas
de participantes, organizado pelo Hotel Lamego e o Porto Canal, em
Lamego.
Uma das questões mais debatidas foi a da comercialização da produção
da região, como o sublinhou Sandra Luís, da Associação de Produtores
Agrícolas do Vale do Douro (APAV), que defendeu ser "relativamente
fácil produzir qualidade" mas os problemas surgem "nas muitas
dificuldades para a sua comercialização".
http://expresso.sapo.pt/lamego-agricultores-do-douro-produzem-qualidade-mas-falta-quantidade-para-chegar-aos-mercados=f735376
Espanha reduz caudal do rio Tejo devido à maior seca desde 1912
25.06.2012
Marisa Soares
Espanha está a viver a maior seca desde 1912, o que levou o Governo a
decretar o estado de emergência para poder reduzir o caudal do rio
Tejo que chega a Portugal.
Segundo o jornal El País, nas últimas semanas foram encontrados
milhares de peixes mortos no rio, na região de Toledo. O cenário
descrito pelo diário espanhol é deprimente e deve-se, segundo as
autoridades espanholas, à seca e à contaminação da água.
O presidente da Confederação Hidrográfica do Tejo, um organismo do
Ministério do Ambiente espanhol, diz que o problema foi provocado por
fugas num colector no município de Toledo, e que as águas residuais
sem tratamento foram vertidas directamente para o rio.
O município, porém, responde com um vídeo e fotografias de peixes
mortos no rio antes de este chegar a Toledo. O presidente do
município, o socialista García-Page, atribui a culpa aos transvases do
Tejo para o rio Segura. "O Tejo está doente, e a água que tem está
suja", disse o autarca ao El País.
Segundo o diário, o Governo espanhol deve aprovar em breve um novo
transvase do Tejo para o rio Segura para os próximos três meses – até
agora, os transvases eram semestrais –, o que deve reduzir ainda mais
a quantidade de água que chega a Portugal.
Já em Março, as autoridades espanholas anunciaram que iriam reduzir os
caudais para o rio Douro, uma situação prevista na Convenção de
Albufeira, que gere os rios partilhados por Portugal e Espanha.
O PÚBLICO contactou o Ministério do Ambiente português, mas ainda não
obteve resposta. Neste caso, o Governo tem que ser formalmente avisado
da decisão espanhola.
A Convenção de Albufeira, em vigor desde 2000, prevê que em caso de
seca o país não seja obrigado a cumprir os caudais trimestrais e
anuais. Essa situação já aconteceu em 2005, ano em que se verificou um
episódio de seca excepcional em toda a Península Ibérica.
Quercus preocupada com qualidade da água
De acordo com Francisco Ferreira, da Quercus, Espanha terá comunicado
a Portugal já em Março a situação de excepção por motivo de escassez
de água, para as bacias hidrográficas do Minho, Tejo e Douro.
A partir do momento em que é declarada a situação de excepção, Espanha
deixa de estar obrigada a garantir os caudais mínimos trimestrais e
anual. No entanto, de acordo com o artigo 19.º do texto da Convenção,
quando os dois países entram num regime de excepção têm de se
coordenar de forma a garantir as necessidades para os usos
prioritários da água – como a rega, o consumo humano e os usos
ambientais.
"Tanto quanto sabemos, Portugal ainda não se articulou com Espanha na
definição destes caudais, e é importante fazê-lo com urgência porque
já há conhecimento da situação desde Março", afirma Francisco
Ferreira.
Outra preocupação dos ambientalistas é o facto de o texto da Convenção
se referir apenas à quantidade de água, remetendo a questão da
qualidade para a legislação comunitária. "As duas coisas estão
ligadas", considera Francisco Ferreira, sublinhando que "menos
quantidade de água significa menos diluição dos nutrientes, e isso
significa menos qualidade".
"Portugal já tem um problema no Verão, em que a zona do Tejo
Internacional fica toda verde por causa do excesso de nutrientes
[eutrofização]", lembra o ambientalista. "Com o caudal menor, podemos
ter um agravamento grande desta situação", alerta.
http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1551862
Marisa Soares
Espanha está a viver a maior seca desde 1912, o que levou o Governo a
decretar o estado de emergência para poder reduzir o caudal do rio
Tejo que chega a Portugal.
Segundo o jornal El País, nas últimas semanas foram encontrados
milhares de peixes mortos no rio, na região de Toledo. O cenário
descrito pelo diário espanhol é deprimente e deve-se, segundo as
autoridades espanholas, à seca e à contaminação da água.
O presidente da Confederação Hidrográfica do Tejo, um organismo do
Ministério do Ambiente espanhol, diz que o problema foi provocado por
fugas num colector no município de Toledo, e que as águas residuais
sem tratamento foram vertidas directamente para o rio.
O município, porém, responde com um vídeo e fotografias de peixes
mortos no rio antes de este chegar a Toledo. O presidente do
município, o socialista García-Page, atribui a culpa aos transvases do
Tejo para o rio Segura. "O Tejo está doente, e a água que tem está
suja", disse o autarca ao El País.
Segundo o diário, o Governo espanhol deve aprovar em breve um novo
transvase do Tejo para o rio Segura para os próximos três meses – até
agora, os transvases eram semestrais –, o que deve reduzir ainda mais
a quantidade de água que chega a Portugal.
Já em Março, as autoridades espanholas anunciaram que iriam reduzir os
caudais para o rio Douro, uma situação prevista na Convenção de
Albufeira, que gere os rios partilhados por Portugal e Espanha.
O PÚBLICO contactou o Ministério do Ambiente português, mas ainda não
obteve resposta. Neste caso, o Governo tem que ser formalmente avisado
da decisão espanhola.
A Convenção de Albufeira, em vigor desde 2000, prevê que em caso de
seca o país não seja obrigado a cumprir os caudais trimestrais e
anuais. Essa situação já aconteceu em 2005, ano em que se verificou um
episódio de seca excepcional em toda a Península Ibérica.
Quercus preocupada com qualidade da água
De acordo com Francisco Ferreira, da Quercus, Espanha terá comunicado
a Portugal já em Março a situação de excepção por motivo de escassez
de água, para as bacias hidrográficas do Minho, Tejo e Douro.
A partir do momento em que é declarada a situação de excepção, Espanha
deixa de estar obrigada a garantir os caudais mínimos trimestrais e
anual. No entanto, de acordo com o artigo 19.º do texto da Convenção,
quando os dois países entram num regime de excepção têm de se
coordenar de forma a garantir as necessidades para os usos
prioritários da água – como a rega, o consumo humano e os usos
ambientais.
"Tanto quanto sabemos, Portugal ainda não se articulou com Espanha na
definição destes caudais, e é importante fazê-lo com urgência porque
já há conhecimento da situação desde Março", afirma Francisco
Ferreira.
Outra preocupação dos ambientalistas é o facto de o texto da Convenção
se referir apenas à quantidade de água, remetendo a questão da
qualidade para a legislação comunitária. "As duas coisas estão
ligadas", considera Francisco Ferreira, sublinhando que "menos
quantidade de água significa menos diluição dos nutrientes, e isso
significa menos qualidade".
"Portugal já tem um problema no Verão, em que a zona do Tejo
Internacional fica toda verde por causa do excesso de nutrientes
[eutrofização]", lembra o ambientalista. "Com o caudal menor, podemos
ter um agravamento grande desta situação", alerta.
http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1551862
Fundão vai ter central de biomassa
26 de Junho - 2012
Uma comitiva brasileira de Campinas esteve no Fundão, onde pretende
investir cerca de 60 milhões de euros na área da biotecnologia,
principalmente numa central de biomassa, revelou o responsável da
CIATEC, Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de
Campinas.
Segundo o Oje, o município brasileiro e a CIATEC estabeleceram com a
Câmara do Fundão protocolos de cooperação que ratificam parcerias em
curso para a construção no concelho de uma central de biomassa e de
uma biofábrica, com laboratórios e estufas para melhoramentos de
plantas.
As árvores e outra flora ali criadas deverão ser otimizadas para
abastecer o mercado energético (biomassa) e farmacêutico e o
empreendimento de 25 milhões de euros, anunciado em abril, poderá
criar 95 empregos até 2014.
O início da construção da biofábrica, no Parque Agroindustrial
Gardunha Sul, é aguardado ainda para este ano.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6519&bl=1
Uma comitiva brasileira de Campinas esteve no Fundão, onde pretende
investir cerca de 60 milhões de euros na área da biotecnologia,
principalmente numa central de biomassa, revelou o responsável da
CIATEC, Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de
Campinas.
Segundo o Oje, o município brasileiro e a CIATEC estabeleceram com a
Câmara do Fundão protocolos de cooperação que ratificam parcerias em
curso para a construção no concelho de uma central de biomassa e de
uma biofábrica, com laboratórios e estufas para melhoramentos de
plantas.
As árvores e outra flora ali criadas deverão ser otimizadas para
abastecer o mercado energético (biomassa) e farmacêutico e o
empreendimento de 25 milhões de euros, anunciado em abril, poderá
criar 95 empregos até 2014.
O início da construção da biofábrica, no Parque Agroindustrial
Gardunha Sul, é aguardado ainda para este ano.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6519&bl=1
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