30-04-2013
O Relator Especial das Nações Unidas escreveu aos Estados-membros da
União Europeia e à Comissão Europeia, assim como aos eurodeputados
envolvidos neste debate, sobre os impactos da política de
biocombustíveis do bloco europeu.
No documento enviado, o relator fala dos impactos da política em
questão nos países em desenvolvimento e a sua incidência no direito à
alimentação no actual contexto do aumento da competição pelo aceso á
terra e à água.
A proposta da Comissão Europeia (CE) de limitar em cinco por cento a
quota dos biocombustíveis produzidos a partir de culturas alimentares
nas metas relativas ao uso de combustíveis renováveis é um passo na
direcção certa, assinalou o Relatos, instando os eurodeputados e os
países membros para se manterem firmes e não baixarem as suas
propostas nem adicionar novos incentivos que fomentem a produção de
biocombusriveis dentro do actual processo de tomada de decisões.
A declaração anexada resume os principais argumentos formulados pelo
Relator Especial na sua chamada de atenção à União Europeia.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46266.aspx
terça-feira, 30 de abril de 2013
Desenvolvimento sustentável passa pela agricultura biológica
ARTIGO | TER, 30/04/2013 - 10:56
O diretor regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural afirmou
esta manhã que as pessoas estão a dar mais atenção às questões da
agricultura biológica. A título de exemplo, referiu que depois da Bio
2011, surgiram 108 projetos e mais 160 hetares de agricultura
biológica na Madeira. Neste momento, estão dedicados à produção
biológica 257 hetares. O objetivo é o de chegar aos 500 hetares em
2005.
Bernardo Melvill Araújo falava aos jornalistas na conferência
realizada para dar a conhecer a Semana Bio Madeira, que decorre de 17
a 24 de maio deste ano. Refira-se que a cerimónia de abertura desta
iniciativa está agendada para o dia 17 de maio, no Largo da
Restauração, pelas 16 horas, e contará com a presença do secretário
regional do Ambiente e dos Recursos Naturais.
RELACIONADO:
Regional
http://online.jornaldamadeira.pt/artigos/desenvolvimento-sustent%C3%A1vel-passa-pela-agricultura-biol%C3%B3gica
O diretor regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural afirmou
esta manhã que as pessoas estão a dar mais atenção às questões da
agricultura biológica. A título de exemplo, referiu que depois da Bio
2011, surgiram 108 projetos e mais 160 hetares de agricultura
biológica na Madeira. Neste momento, estão dedicados à produção
biológica 257 hetares. O objetivo é o de chegar aos 500 hetares em
2005.
Bernardo Melvill Araújo falava aos jornalistas na conferência
realizada para dar a conhecer a Semana Bio Madeira, que decorre de 17
a 24 de maio deste ano. Refira-se que a cerimónia de abertura desta
iniciativa está agendada para o dia 17 de maio, no Largo da
Restauração, pelas 16 horas, e contará com a presença do secretário
regional do Ambiente e dos Recursos Naturais.
RELACIONADO:
Regional
http://online.jornaldamadeira.pt/artigos/desenvolvimento-sustent%C3%A1vel-passa-pela-agricultura-biol%C3%B3gica
Grupo Parlamentar do PCP questiona Governo sobre agricultura no Algarve
POR SUL INFORMAÇÃO ⋅ 30 DE ABRIL DE 2013 ⋅ 11:59 ⋅ COMENTAR
TEMAS AGRICULTURA, PCP, SILVES
O Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República vai questionar o
Governo sobre os problemas detetados e exigir a adoção de medidas de
apoio à atividade agrícola na região algarvia.
Estas perguntas ao Governo surgem depois dos contactos realizados com
os produtores agrícolas e associações de agricultores do Algarve,
feitos por uma delegação do PCP, integrando o deputado algarvio Paulo
Sá, membros da Direção Regional do Algarve e autarcas da CDU.
Essa delegação comunista esteve reunida, na sexta-feira, dia 26, com
produtores agrícolas do concelho de Silves, e com a Junta de
Agricultores da Várzea de Benaciate.
Nestes contactos, a delegação do PCP pôde constatar as sérias
dificuldades que os produtores agrícolas enfrentam. Aos «aumentos
brutais» do preço da eletricidade – resultantes do aumento do IVA de
6% para 23% e da liberalização do mercado de energia e da progressiva
extinção das tarifas reguladas – somam-se os aumentos dos adubos e
produtos fitossanitários.
Paralelamente, «o preço de comercialização de muitos produtos
agrícolas tem vindo a diminuir, levando à quebra acentuada dos
rendimentos dos agricultores e ao consequente abandono da atividade
agrícola», denunciam os comunistas.
http://www.sulinformacao.pt/2013/04/grupo-parlamentar-do-pcp-questiona-governo-sobre-agricultura-no-algarve/
TEMAS AGRICULTURA, PCP, SILVES
O Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República vai questionar o
Governo sobre os problemas detetados e exigir a adoção de medidas de
apoio à atividade agrícola na região algarvia.
Estas perguntas ao Governo surgem depois dos contactos realizados com
os produtores agrícolas e associações de agricultores do Algarve,
feitos por uma delegação do PCP, integrando o deputado algarvio Paulo
Sá, membros da Direção Regional do Algarve e autarcas da CDU.
Essa delegação comunista esteve reunida, na sexta-feira, dia 26, com
produtores agrícolas do concelho de Silves, e com a Junta de
Agricultores da Várzea de Benaciate.
Nestes contactos, a delegação do PCP pôde constatar as sérias
dificuldades que os produtores agrícolas enfrentam. Aos «aumentos
brutais» do preço da eletricidade – resultantes do aumento do IVA de
6% para 23% e da liberalização do mercado de energia e da progressiva
extinção das tarifas reguladas – somam-se os aumentos dos adubos e
produtos fitossanitários.
Paralelamente, «o preço de comercialização de muitos produtos
agrícolas tem vindo a diminuir, levando à quebra acentuada dos
rendimentos dos agricultores e ao consequente abandono da atividade
agrícola», denunciam os comunistas.
http://www.sulinformacao.pt/2013/04/grupo-parlamentar-do-pcp-questiona-governo-sobre-agricultura-no-algarve/
Pedidos de conversão de projectos para agricultura biológica têm crescido
Actualizado há 8 horas e 31 minutos
Zélia Castro
Entre os dias 17 e 24 de Maio decorre, no Largo da Restauração, mais
uma Semana Bio Madeira, com o tema 'Criar Oportunidades'. Na
apresentação desta iniciativa, o director regional da Agricultura e
Desenvolvimento Rural, Bernardo Araújo, disse hoje que, neste momento,
existem cerca de 110 operadores de agricultura biológica na Região e
que, nos últimos dois anos, os serviços registaram mais 108 pedidos de
conversão de projectos para este tipo de agricultura.
A Semana Bio Madeira abre oficialmente a 17 de Maio, pelas 16 horas,
no Largo da Restauração. Contudo, irá registar mais de 40 eventos,
dentro e fora desse espaço e e em parceria com o Banco de Germoplasma
da Universidade da Madeira e a associação para a promoção da
agricultura biológica 'Orgânica'.
Bernardo Araújo referiu também que existem mais de 200 hectares de
área dedicada a este tipo de produção na Região e que tencionam chegar
aos 500 hectares até 2015. Ao longo dos tempos, o interesse por este
tipo de agricultura tem vindo a crescer.
O programa da Semana Bio Madeira estará disponível no site da
Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais.
http://www.dnoticias.pt/actualidade/madeira/383701-pedidos-de-conversao-de-projectos-para-agricultura-biologica-tem-crescido
Zélia Castro
Entre os dias 17 e 24 de Maio decorre, no Largo da Restauração, mais
uma Semana Bio Madeira, com o tema 'Criar Oportunidades'. Na
apresentação desta iniciativa, o director regional da Agricultura e
Desenvolvimento Rural, Bernardo Araújo, disse hoje que, neste momento,
existem cerca de 110 operadores de agricultura biológica na Região e
que, nos últimos dois anos, os serviços registaram mais 108 pedidos de
conversão de projectos para este tipo de agricultura.
A Semana Bio Madeira abre oficialmente a 17 de Maio, pelas 16 horas,
no Largo da Restauração. Contudo, irá registar mais de 40 eventos,
dentro e fora desse espaço e e em parceria com o Banco de Germoplasma
da Universidade da Madeira e a associação para a promoção da
agricultura biológica 'Orgânica'.
Bernardo Araújo referiu também que existem mais de 200 hectares de
área dedicada a este tipo de produção na Região e que tencionam chegar
aos 500 hectares até 2015. Ao longo dos tempos, o interesse por este
tipo de agricultura tem vindo a crescer.
O programa da Semana Bio Madeira estará disponível no site da
Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais.
http://www.dnoticias.pt/actualidade/madeira/383701-pedidos-de-conversao-de-projectos-para-agricultura-biologica-tem-crescido
Casa do Douro pede solução para o futuro ao Governo e parlamento
Direção e trabalhadores da Casa do Douro, sem salários há mais de dois
anos e meio, alertaram hoje os deputados para os problemas desta
estrutura que reúne milhares de pequenos viticultores, lamentando a
ausência de decisões do Governo e parlamento.
O presidente, Manuel António Santos, alertou na comissão parlamentar
de Agricultura e Mar que a estrutura vive uma «situação muito
delicada» e avisou que «há que encontrar soluções muito rapidamente ou
então a Casa do Douro entra em coma e fechará as portas».
A associação privada de direito público e de inscrição obrigatória
possui, segundo dados fornecidos à Lusa pela direção, uma dívida ao
Estado de 92 milhões de euros e deve mais 20 milhões de euros que
foram pedidos à Parvalorem, ex-BPN.
Diário Digital com Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=198468
anos e meio, alertaram hoje os deputados para os problemas desta
estrutura que reúne milhares de pequenos viticultores, lamentando a
ausência de decisões do Governo e parlamento.
O presidente, Manuel António Santos, alertou na comissão parlamentar
de Agricultura e Mar que a estrutura vive uma «situação muito
delicada» e avisou que «há que encontrar soluções muito rapidamente ou
então a Casa do Douro entra em coma e fechará as portas».
A associação privada de direito público e de inscrição obrigatória
possui, segundo dados fornecidos à Lusa pela direção, uma dívida ao
Estado de 92 milhões de euros e deve mais 20 milhões de euros que
foram pedidos à Parvalorem, ex-BPN.
Diário Digital com Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=198468
Alargado o prazo de candidaturas a apoios da UE à agricultura
por Ana Rita Costa30 de Abril - 2013
O Secretário de Estado da Agricultura anunciou o prolongamento, até 15
de maio, do prazo de candidaturas aos apoios comunitários à
agricultura.
José Diogo Albuquerque disse à imprensa que este prolongamento serve
para evitar atrasos e "assegurar" que os agricultores interessados se
possam candidatar.
O secretário de Estado disse ainda que o Executivo não quer que "haja
atrasos, nem agricultores fora deste período" de candidaturas, que é
"fundamental" para o ano agrícola, e referiu ainda que tem havido "uma
adesão maior nos últimos dias" e o Governo decidiu prolongar o prazo
para "assegurar que essa adesão é feita".
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7246&bl=1
O Secretário de Estado da Agricultura anunciou o prolongamento, até 15
de maio, do prazo de candidaturas aos apoios comunitários à
agricultura.
José Diogo Albuquerque disse à imprensa que este prolongamento serve
para evitar atrasos e "assegurar" que os agricultores interessados se
possam candidatar.
O secretário de Estado disse ainda que o Executivo não quer que "haja
atrasos, nem agricultores fora deste período" de candidaturas, que é
"fundamental" para o ano agrícola, e referiu ainda que tem havido "uma
adesão maior nos últimos dias" e o Governo decidiu prolongar o prazo
para "assegurar que essa adesão é feita".
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7246&bl=1
Capoulas Santos opôs-se a corte de 5% nas ajudas agricultores
por Ana Rita Costa30 de Abril - 2013
Capoulas Santos opôs-se ao corte de 5% nas ajudas aos agricultores
proposto pela Comissão Europeia, na apresentação que fez em Bruxelas.
A Comissão Europeia propôs um corte de 5% nas ajudas diretas aos
agricultores com o objetivo de ajustar o montante dos pagamentos
diretos com o novo período de programação financeira, tendo em conta a
redução do orçamento global para a agricultura e a necessidade de
acomodar novos instrumentos de política e a integração dos
agricultores dos novos Estados-membros na Política Agrícola Comum.
O eurodeputado do PS está contra esta proposta e diz que "para além do
corte em si nas ajudas - desde já inaceitável a este nível - aceitar
este montante de redução implicaria também uma aceitação tácita dos
pressupostos orçamentais para agricultura no próximo período de
2014-2020, em relação aos quais o Parlamento Europeu deverá também ter
uma palavra a dizer."
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7241&bl=1
Capoulas Santos opôs-se ao corte de 5% nas ajudas aos agricultores
proposto pela Comissão Europeia, na apresentação que fez em Bruxelas.
A Comissão Europeia propôs um corte de 5% nas ajudas diretas aos
agricultores com o objetivo de ajustar o montante dos pagamentos
diretos com o novo período de programação financeira, tendo em conta a
redução do orçamento global para a agricultura e a necessidade de
acomodar novos instrumentos de política e a integração dos
agricultores dos novos Estados-membros na Política Agrícola Comum.
O eurodeputado do PS está contra esta proposta e diz que "para além do
corte em si nas ajudas - desde já inaceitável a este nível - aceitar
este montante de redução implicaria também uma aceitação tácita dos
pressupostos orçamentais para agricultura no próximo período de
2014-2020, em relação aos quais o Parlamento Europeu deverá também ter
uma palavra a dizer."
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7241&bl=1
Colheitas de cereais da UE atrasadas
por Ana Rita Costa30 de Abril - 2013
As colheitas de cereais da União Europeia estão atrasadas. Os cereais
de inverno têm um atraso médio de duas semanas e os de primavera têm
um atraso de quase quatro semanas.
Este atraso está a afetar especialmente as colheitas de cevada, que
deveriam estar prontas no final de março, o que não foi possível
devido à precipitação. Para este ano estão previstas cerca de 130
milhões de toneladas de trigo, 5,5 milhões de toneladas a mais que no
ano anterior.
No caso da cevada, a colheita prevista é de 54 milhões de toneladas,
um valor semelhante à colheita do ano anterior. Em relação ao milho, é
esperado um aumento de 10 milhões de toneladas em relação ao ano
anterior, com a colheita a chegar aos 64 milhões de toneladas. Este
aumento deve-se às produções da Roménia, Hungria e Bulgária.
No Reino Unido, é esperada uma diminuição de 12 milhões de toneladas
de trigo como consequência da diminuição de área semeada. Esta
diminuição vai obrigar o país a importar para satisfazer o consumo
interno.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7247&bl=1
As colheitas de cereais da União Europeia estão atrasadas. Os cereais
de inverno têm um atraso médio de duas semanas e os de primavera têm
um atraso de quase quatro semanas.
Este atraso está a afetar especialmente as colheitas de cevada, que
deveriam estar prontas no final de março, o que não foi possível
devido à precipitação. Para este ano estão previstas cerca de 130
milhões de toneladas de trigo, 5,5 milhões de toneladas a mais que no
ano anterior.
No caso da cevada, a colheita prevista é de 54 milhões de toneladas,
um valor semelhante à colheita do ano anterior. Em relação ao milho, é
esperado um aumento de 10 milhões de toneladas em relação ao ano
anterior, com a colheita a chegar aos 64 milhões de toneladas. Este
aumento deve-se às produções da Roménia, Hungria e Bulgária.
No Reino Unido, é esperada uma diminuição de 12 milhões de toneladas
de trigo como consequência da diminuição de área semeada. Esta
diminuição vai obrigar o país a importar para satisfazer o consumo
interno.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7247&bl=1
Pingo Doce garante que campanha do ano passado é "irrepetível"
Publicado às 15.16
697 22 0
O Pingo Doce negou que vá repetir a campanha de descontos de 50%
praticada no 1.º de maio do ano passado.
"A campanha que o Pingo Doce fez no dia 1 de maio de 2012 foi única,
excecional e irrepetível nos termos em que ocorreu", explica a mesma
fonte, excluindo-se a possibilidade de repetição da campanha de há um
ano, onde por cada 100 euros em compras os consumidores tinham direito
a 50% de desconto imediato.
foto ARQUIVO
Campanha do ano passado encheu os supermercados Pingo Doce
Os consumidores aderiram em força à campanha que encheu os
supermercados Pingo Doce por todo o país. A ação gerou, contudo, uma
forte discussão pública sobre a escolha do Dia do Trabalhador e
acusações de "dumping" de preços, em que muitos produtos foram
vendidos abaixo do preço de custo.
A ação, que teve um custo de dez milhões de euros, foi investigada
pela ASAE, tendo-se comprovado 15 contra-ordenações praticadas durante
a campanha que obrigaram o Pingo Doce a pagar uma coima de quase 30
mil euros, posteriormente reduzida para 12 mil euros.
Rumores que uma campanha idêntica aconteceria, novamente, este ano,
circularam rapidamente pela Internet. O Diário Económico escrevia que
a empresa já tinha "anunciado às chefias que vai avançar com uma nova
ação de descontos".
O mesmo jornal escreveu, ainda, que já tinha sido pedido aos
trabalhadores que chegassem "mais cedo ao local de trabalho".
A empresa garantiu, contudo, ao Diário Económico, que a campanha não
se irá repetir. "Fizemo-la para assinalar o início de um novo ciclo na
nossa relação com os consumidores, dizendo-lhes claramente que, com o
agravamento da crise, estamos ainda mais atentos às suas necessidades,
de que é exemplo máximo a sensibilidade cada vez maior ao fator preço
aliada à excelência da qualidade da nossa marca própria", acrescentou
fonte oficial da Jerónimo Martins.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3193584&page=-1
697 22 0
O Pingo Doce negou que vá repetir a campanha de descontos de 50%
praticada no 1.º de maio do ano passado.
"A campanha que o Pingo Doce fez no dia 1 de maio de 2012 foi única,
excecional e irrepetível nos termos em que ocorreu", explica a mesma
fonte, excluindo-se a possibilidade de repetição da campanha de há um
ano, onde por cada 100 euros em compras os consumidores tinham direito
a 50% de desconto imediato.
foto ARQUIVO
Campanha do ano passado encheu os supermercados Pingo Doce
Os consumidores aderiram em força à campanha que encheu os
supermercados Pingo Doce por todo o país. A ação gerou, contudo, uma
forte discussão pública sobre a escolha do Dia do Trabalhador e
acusações de "dumping" de preços, em que muitos produtos foram
vendidos abaixo do preço de custo.
A ação, que teve um custo de dez milhões de euros, foi investigada
pela ASAE, tendo-se comprovado 15 contra-ordenações praticadas durante
a campanha que obrigaram o Pingo Doce a pagar uma coima de quase 30
mil euros, posteriormente reduzida para 12 mil euros.
Rumores que uma campanha idêntica aconteceria, novamente, este ano,
circularam rapidamente pela Internet. O Diário Económico escrevia que
a empresa já tinha "anunciado às chefias que vai avançar com uma nova
ação de descontos".
O mesmo jornal escreveu, ainda, que já tinha sido pedido aos
trabalhadores que chegassem "mais cedo ao local de trabalho".
A empresa garantiu, contudo, ao Diário Económico, que a campanha não
se irá repetir. "Fizemo-la para assinalar o início de um novo ciclo na
nossa relação com os consumidores, dizendo-lhes claramente que, com o
agravamento da crise, estamos ainda mais atentos às suas necessidades,
de que é exemplo máximo a sensibilidade cada vez maior ao fator preço
aliada à excelência da qualidade da nossa marca própria", acrescentou
fonte oficial da Jerónimo Martins.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3193584&page=-1
Internautas indignados apelam ao boicote da campanha
Pingo Doce
Filipe Garcia
30/04/13 15:36
Notícias Relacionadas
Pingo Doce prepara nova campanha de descontos
A promoção de amanhã no Pingo Doce ainda não foi oficializada pela
empresa, mas a onda de choque já se faz sentir com um protesto a ser
convocado nas redes sociais.
Nas últimas horas, começaram a circular nas redes sociais anúncios a
prometer promoções de 100%. A ideia será promover a ocupação dos
espaços comerciais sem fazer qualquer compra, mas ainda nenhum
movimento reclamou a autoria do protesto.
Descontos de 50% na carne de 25% no peixe e uma série de outros
produtos com preços reduzidos, é a campanha que o Pingo Doce vai ter
durante o feriado de amanhã, apurou o Económico.
Os supermercados da cadeia detida pelo grupo Jerónimo Martins, avançam
assim um ano depois com outra campanha de descontos no dia do
trabalhador, mas menos agressiva.
A primeira mega campanha do Pingo Doce decorreu no 1º de Maio do ano
passado, na qual foi possível receber um desconto de 50% nas compras a
partir de 100 euros, foi um sucesso para a empresa, mas causou muita
polémica.
http://economico.sapo.pt/noticias/internautas-indignados-apelam-ao-boicote-da-campanha_168169.html
Filipe Garcia
30/04/13 15:36
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prometer promoções de 100%. A ideia será promover a ocupação dos
espaços comerciais sem fazer qualquer compra, mas ainda nenhum
movimento reclamou a autoria do protesto.
Descontos de 50% na carne de 25% no peixe e uma série de outros
produtos com preços reduzidos, é a campanha que o Pingo Doce vai ter
durante o feriado de amanhã, apurou o Económico.
Os supermercados da cadeia detida pelo grupo Jerónimo Martins, avançam
assim um ano depois com outra campanha de descontos no dia do
trabalhador, mas menos agressiva.
A primeira mega campanha do Pingo Doce decorreu no 1º de Maio do ano
passado, na qual foi possível receber um desconto de 50% nas compras a
partir de 100 euros, foi um sucesso para a empresa, mas causou muita
polémica.
http://economico.sapo.pt/noticias/internautas-indignados-apelam-ao-boicote-da-campanha_168169.html
Consumidor valoriza marcas premiadas
por Ana Rita Costa30 de Abril - 2013
Os consumidores portugueses estão dispostos a trocar um produto que
normalmente utilizam, por outro de uma marca concorrente, caso este
esteja associado a um prémio ou distinção.
Esta é a principal conclusão de um estudo de mercado desenvolvido com
o objetivo de perceber a importância atribuída pelo consumidor aos
prémios das marcas. O "Escolha do Consumidor" foi identificado como o
prémio com maior nível de notoriedade espontânea.
O estudo realizado pela NetSonda, entre 28 de fevereiro e 7 de março
junto de inquiridos de ambos os sexos da Grande Lisboa e Grande Porto,
concluiu que há uma predisposição por parte do consumidor português em
escolher um produto de marca premiada, em detrimento de outro, que
habitualmente já consumia.
Esta predisposição é mais notória nos artigos e acessórios de bebé,
telecomunicações e tecnologia, alimentação, bebidas e espaços de
retalho, beleza e higiene pessoal, higiene no lar, serviços web e
serviços relacionados com a área financeira. A análise efetuada
abrangeu seis prémios atribuídos a marcas e produtos.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7242&bl=1
Os consumidores portugueses estão dispostos a trocar um produto que
normalmente utilizam, por outro de uma marca concorrente, caso este
esteja associado a um prémio ou distinção.
Esta é a principal conclusão de um estudo de mercado desenvolvido com
o objetivo de perceber a importância atribuída pelo consumidor aos
prémios das marcas. O "Escolha do Consumidor" foi identificado como o
prémio com maior nível de notoriedade espontânea.
O estudo realizado pela NetSonda, entre 28 de fevereiro e 7 de março
junto de inquiridos de ambos os sexos da Grande Lisboa e Grande Porto,
concluiu que há uma predisposição por parte do consumidor português em
escolher um produto de marca premiada, em detrimento de outro, que
habitualmente já consumia.
Esta predisposição é mais notória nos artigos e acessórios de bebé,
telecomunicações e tecnologia, alimentação, bebidas e espaços de
retalho, beleza e higiene pessoal, higiene no lar, serviços web e
serviços relacionados com a área financeira. A análise efetuada
abrangeu seis prémios atribuídos a marcas e produtos.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7242&bl=1
Preços de produtos agrícolas nacionais vão baixar
Acordo entre produtores e distribuidores agrada a todos, mas sobretudo
aos consumidores que nos próximos meses devem pagar menos.
30-04-2013 12:08
Consumidores estão cada vez mais atentos às promoções
Crise leva pessoas a comprar nas cooperativas
Agricultores querem ser "parceiros" e não inimigos da distribuição
Numa boa notícia para os consumidores, os preços dos produtos
nacionais devem baixar. Produtores e hipermercados chegaram a um
acordo de boas práticas comerciais para simplificar a relação entre as
cadeias de produção e de distribuição: objectivo é promover a produção
nacional e regular as relações entre os sectores.
Luís Reis, presidente da Associação das Empresas de Distribuição,
garante que, uma vez em prática, o acordo vai permitir comprar mais
barato.
"Os preços, sobretudo dos artigos portugueses, face ao que é visto
hoje terão condições de chegar ao consumidor de forma mais económica -
isso estamos em condições de garantir. É sempre isso que ocorre quando
a cadeia de valores se torna mais eficiente."
O dirigente esclarece que este acordo será benéfico para todos os
envolvidos: "Torna-se interessante para os três intervenientes, para
os agricultores, que vêem a sua relação com a distribuição com regras
mais claras; torna-se interessante para os distribuidores porque vêem
na produção nacional melhores parceiros para se abastecerem; e
torna-se interessante para o consumidor final, que vai poder aceder
aos produtos portugueses com preços melhores do que tem hoje."
Este acordo foi também subscrito pela Confederação dos Agricultores
Portugueses e entra em vigor em finais de Julho, explica João Machado,
da CAP. "Este acordo demorou quase dois anos a chegar até aqui e terá
agora um período de implementação de três meses."
Pela frente há ainda alguma burocracia a tratar. "Teremos de
constituir a comissão de acompanhamento, teremos de escolher o
provedor que vai analisar quaisquer diferenças que haja entre sócios
da CAP e sócios da APED e depois teremos de escolher o tribunal
arbitral que vai funcionar de acordo com regras internacionais, que
será sediado numa entidade pública, ou privada, mas reconhecida em
Portugal", explica.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=105799
aos consumidores que nos próximos meses devem pagar menos.
30-04-2013 12:08
Consumidores estão cada vez mais atentos às promoções
Crise leva pessoas a comprar nas cooperativas
Agricultores querem ser "parceiros" e não inimigos da distribuição
Numa boa notícia para os consumidores, os preços dos produtos
nacionais devem baixar. Produtores e hipermercados chegaram a um
acordo de boas práticas comerciais para simplificar a relação entre as
cadeias de produção e de distribuição: objectivo é promover a produção
nacional e regular as relações entre os sectores.
Luís Reis, presidente da Associação das Empresas de Distribuição,
garante que, uma vez em prática, o acordo vai permitir comprar mais
barato.
"Os preços, sobretudo dos artigos portugueses, face ao que é visto
hoje terão condições de chegar ao consumidor de forma mais económica -
isso estamos em condições de garantir. É sempre isso que ocorre quando
a cadeia de valores se torna mais eficiente."
O dirigente esclarece que este acordo será benéfico para todos os
envolvidos: "Torna-se interessante para os três intervenientes, para
os agricultores, que vêem a sua relação com a distribuição com regras
mais claras; torna-se interessante para os distribuidores porque vêem
na produção nacional melhores parceiros para se abastecerem; e
torna-se interessante para o consumidor final, que vai poder aceder
aos produtos portugueses com preços melhores do que tem hoje."
Este acordo foi também subscrito pela Confederação dos Agricultores
Portugueses e entra em vigor em finais de Julho, explica João Machado,
da CAP. "Este acordo demorou quase dois anos a chegar até aqui e terá
agora um período de implementação de três meses."
Pela frente há ainda alguma burocracia a tratar. "Teremos de
constituir a comissão de acompanhamento, teremos de escolher o
provedor que vai analisar quaisquer diferenças que haja entre sócios
da CAP e sócios da APED e depois teremos de escolher o tribunal
arbitral que vai funcionar de acordo com regras internacionais, que
será sediado numa entidade pública, ou privada, mas reconhecida em
Portugal", explica.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=105799
Pingo Doce com nova campanha de descontos no Dia do Trabalhador
Publicado às 13.15
foto PAULO SPRANGER/GLOBAL IMAGENS
Campanha de descontos no ano passado
1310 30 0
O Pingo Doce estará a preparar uma nova campanha de descontos para o
Dia do Trabalhador, à semelhança do que aconteceu no ano passado. Os
detalhes da polémica campanha não são, contudo, ainda conhecidos.
O grupo liderado por Jerónimo Martins volta a apresentar uma nova
campanha agressiva de descontos, avança o "Diário Económico".
À semelhança da campanha do 1.º de maio do ano passado, o Pingo Doce
estará a preparar uma série de novos descontos para o Dia do
Trabalhador.
Segundo a mesma fonte, a empresa já terá anunciado às chefias que vai
avançar com uma nova ação de descontos, tendo recrutado, para o
efeito, um número de funcionários maior do que o normal para trabalhar
quarta-feira. Os contornos desta nova campanha não são, no entanto,
ainda totalmente conhecidos.
Na primeira campanha de 1.º de maio, no ano passado, os consumidores
puderam usufruir de um desconto de 50% em compras superiores a 100
euros.
A campanha foi um sucesso nacional, levando à quase exaustão de stock,
mas causou muita polémica por terem sido praticados preços abaixo do
real preço de custo dos produtos.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3193288
foto PAULO SPRANGER/GLOBAL IMAGENS
Campanha de descontos no ano passado
1310 30 0
O Pingo Doce estará a preparar uma nova campanha de descontos para o
Dia do Trabalhador, à semelhança do que aconteceu no ano passado. Os
detalhes da polémica campanha não são, contudo, ainda conhecidos.
O grupo liderado por Jerónimo Martins volta a apresentar uma nova
campanha agressiva de descontos, avança o "Diário Económico".
À semelhança da campanha do 1.º de maio do ano passado, o Pingo Doce
estará a preparar uma série de novos descontos para o Dia do
Trabalhador.
Segundo a mesma fonte, a empresa já terá anunciado às chefias que vai
avançar com uma nova ação de descontos, tendo recrutado, para o
efeito, um número de funcionários maior do que o normal para trabalhar
quarta-feira. Os contornos desta nova campanha não são, no entanto,
ainda totalmente conhecidos.
Na primeira campanha de 1.º de maio, no ano passado, os consumidores
puderam usufruir de um desconto de 50% em compras superiores a 100
euros.
A campanha foi um sucesso nacional, levando à quase exaustão de stock,
mas causou muita polémica por terem sido praticados preços abaixo do
real preço de custo dos produtos.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3193288
Universidade Católica do Porto debate formas de valorizar o território e as florestas
por Ana Rita Costa30 de Abril - 2013
"Propostas para a valorização do território e das florestas" é o tema
em discussão na próxima sessão das "Tertúlias na Biotecnologia 2013",
uma iniciativa da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade
Católica do Porto.
O encontro decorre já no próximo dia 2 de maio e conta com a presença
de Helena Freitas, vice-reitora da Universidade de Coimbra, que
participa no debate centrado na atual situação do território,
nomadamente no que diz respeito aos usos e aptidão agrícola e
florestal, apresentando propostas para a valorização do setor.
No dia 9 de maio, Francisco Carvalho Guerra, professor catedrático e
antigo presidente do Centro Regional do Porto da Universidade
Católica, é o orador da sessão "A Universidade como Visão e como
Missão", que pretende clarificar o papel do ensino superior no
desenvolvimento integral e cívico dos alunos. No encontro marcado para
16 de maio, a temática "Racionalização ou racionamento em saúde?"
estará em discussão, contando com a presença de José Manuel Silva,
bastonário da Ordem dos Médicos, que tem o desafio de explicar como
deve ser feita a gestão dos recursos na área da saúde.
O encerramento das tertúlias ocorre no dia 30 de maio, com o tema
"Comunicar Ciência: Os jornalistas ainda servem para alguma coisa ou é
melhor ignorá-los?". Esta sessão conta com a participação de António
Granado, jornalista e editor na RTP.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7243&bl=1
"Propostas para a valorização do território e das florestas" é o tema
em discussão na próxima sessão das "Tertúlias na Biotecnologia 2013",
uma iniciativa da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade
Católica do Porto.
O encontro decorre já no próximo dia 2 de maio e conta com a presença
de Helena Freitas, vice-reitora da Universidade de Coimbra, que
participa no debate centrado na atual situação do território,
nomadamente no que diz respeito aos usos e aptidão agrícola e
florestal, apresentando propostas para a valorização do setor.
No dia 9 de maio, Francisco Carvalho Guerra, professor catedrático e
antigo presidente do Centro Regional do Porto da Universidade
Católica, é o orador da sessão "A Universidade como Visão e como
Missão", que pretende clarificar o papel do ensino superior no
desenvolvimento integral e cívico dos alunos. No encontro marcado para
16 de maio, a temática "Racionalização ou racionamento em saúde?"
estará em discussão, contando com a presença de José Manuel Silva,
bastonário da Ordem dos Médicos, que tem o desafio de explicar como
deve ser feita a gestão dos recursos na área da saúde.
O encerramento das tertúlias ocorre no dia 30 de maio, com o tema
"Comunicar Ciência: Os jornalistas ainda servem para alguma coisa ou é
melhor ignorá-los?". Esta sessão conta com a participação de António
Granado, jornalista e editor na RTP.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7243&bl=1
Alterações climáticas. Evitar já não dá,é preciso adaptar
//
Mundo
2
"Mesmo que as emissões de dióxido de carbono parassem hoje, as
alterações climáticas continuariam nas próximas décadas devido às
nossas emissões passadas." A frase surge no meio das 136 páginas do
relatório ontem apresentado pela Agência Europeia do Ambiente (AEA) em
Bruxelas, e ajuda a justificar o alerta dirigido aos países europeus -
é urgente que a Europa se adapte aos efeitos e às consequências das
alterações climáticas.
Portugal é um de 16 países europeus que já abraçou a teoria - criou em
2010 a sua Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas
(ENAAC) -, mas está ainda de costas voltadas para a prática. Em 2020,
o risco de nada fazer pode resultar em custos a rondar os 100 mil
milhões de euros anuais. Para 2050, a estimativa da UE sobe para os
250 mil milhões. "A sociedade tem de se adaptar, senão os custos vão
continuar a aumentar", lê-se no relatório.
O alerta não é novo. Nem recente. "Na década de 90 até se achava que
não era necessário fazer nada", lembrou Filipe Duarte Santos,
investigador da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. O
despertador não tocou na palavra "evitar", e daí se passou ao
objectivo de reduzir as emissões de dióxido de carbono, de metano e de
outros gases nocivos para a atmosfera. "Mas reduzir já não evita que
haja alterações climáticas", reforçou ao i o investigador e um dos
responsáveis pela conferência que ontem debateu o relatório e a
subsequente Estratégia Europeia de Adaptação, no Instituto de Ciências
Sociais, em Lisboa.
A estratégia que nela se define assenta em três objectivos:
disponibilizar fundos e encorajar os estados-membros para que adoptem
medidas concretas; tornar sectores-chave (como a agricultura e as
pescas) mais resistentes às alterações climáticas; e reforçar a
transmissão de informações para melhorar a tomada de decisão. Tudo
isto concentrado no desafio de criar abordagens "coerentes, flexíveis
e participativas".
Evitar, reduzir e agora adaptar. "Consiste em acções que respondam ao
actual e futuro impacto das alterações climáticas, [...] que além de
uma protecção contra impactos negativos significa construir
resiliência e retirar quaisquer benefícios possíveis destas mudanças",
resumiu o relatório. Benefícios? "Em países do Norte da Europa, por
exemplo, um clima mais quente desloca ecossistemas e pode alargar a
área disponível para a agricultura", explicou Filipe Duarte Santos,
antes de reconhecer que em Portugal "os efeitos serão negativos".
A prioridade, contudo, lendo as palavras da comissária europeia para a
Acção Climática, ainda está na redução das emissões. "Cortar nos gases
com efeito de estufa deve continuar a ser a nossa prioridade para
manter o aquecimento global abaixo dos 2oC", sublinhou Connie
Hedegaard a 16 de Abril, quando a iniciativa foi oficialmente adoptada
pela UE. "A Europa está a aquecer mais depressa do que muitas outras
partes do mundo", alertava o organismo no mesmo comunicado. Os números
provam-no: na última década a temperatura no continente aumentou em
média 1,3oC face ao período pré- -industrial (1750-1850). A nível
global o aumento foi de 0,8oC. Mas nada disto impede que agora se
queira carregar na tecla da adaptação.
"Temos de minimizar os efeitos adversos das alterações climáticas e
aproveitar as oportunidades que elas nos trazem", apontou Filipe
Duarte Santos. Ontem um especialista da AEA deu-lhe razão, ao defender
que Portugal pode conseguir receitas a rondar os 3 mil milhões de
euros com a aplicação de taxas na área do ambiente. Mikael Skou
Andersen frisou à Lusa que o país tem "oportunidade de ir mais longe e
isso pode ser uma forma de aliviar os impostos sobre o trabalho".
ZERO NA PRÁTICA? Em 2010, o governo definiu um plano de adaptação às
mudanças climáticas. Em Abril desse ano, uma resolução do Conselho de
Ministros aprovou a criação da ENAAC e colocou-a sob a coordenação do
Comité Executivo da Comissão para as Alterações Climáticas, este
erigido em 2006 e, por sua vez, tutelado pelo Ministério da
Agricultura, do Mar e do Ordenamento do Território. A medida foi "a
resposta do governo aos desafios da adaptação", mas até hoje
traduziu--se no "muito pouco que tem sido feito", principalmente nas
áreas dos "recursos hídricos e florestas", lamentou Filipe Duarte
Santos. O investigador queixou-se da Agência Portuguesa do Ambiente,
"entidade responsável por pôr em prática medidas de adaptação", pois
"ainda não disponibilizou ao público" os dados relativos às
estratégias sectoriais - cuja elaboração terá sido requerida pela
entidade a vários organismos distintos. "Coisa importante", diz o
investigador, antes de incumbir o tempo de prestar prova disso mesmo:
"Quando já não tivermos crise económica ainda teremos durante décadas
os efeitos das alterações climáticas."
http://www.ionline.pt/artigos/mundo/alteracoes-climaticas-evitar-ja-nao-dae-preciso-adaptar
Mundo
2
"Mesmo que as emissões de dióxido de carbono parassem hoje, as
alterações climáticas continuariam nas próximas décadas devido às
nossas emissões passadas." A frase surge no meio das 136 páginas do
relatório ontem apresentado pela Agência Europeia do Ambiente (AEA) em
Bruxelas, e ajuda a justificar o alerta dirigido aos países europeus -
é urgente que a Europa se adapte aos efeitos e às consequências das
alterações climáticas.
Portugal é um de 16 países europeus que já abraçou a teoria - criou em
2010 a sua Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas
(ENAAC) -, mas está ainda de costas voltadas para a prática. Em 2020,
o risco de nada fazer pode resultar em custos a rondar os 100 mil
milhões de euros anuais. Para 2050, a estimativa da UE sobe para os
250 mil milhões. "A sociedade tem de se adaptar, senão os custos vão
continuar a aumentar", lê-se no relatório.
O alerta não é novo. Nem recente. "Na década de 90 até se achava que
não era necessário fazer nada", lembrou Filipe Duarte Santos,
investigador da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. O
despertador não tocou na palavra "evitar", e daí se passou ao
objectivo de reduzir as emissões de dióxido de carbono, de metano e de
outros gases nocivos para a atmosfera. "Mas reduzir já não evita que
haja alterações climáticas", reforçou ao i o investigador e um dos
responsáveis pela conferência que ontem debateu o relatório e a
subsequente Estratégia Europeia de Adaptação, no Instituto de Ciências
Sociais, em Lisboa.
A estratégia que nela se define assenta em três objectivos:
disponibilizar fundos e encorajar os estados-membros para que adoptem
medidas concretas; tornar sectores-chave (como a agricultura e as
pescas) mais resistentes às alterações climáticas; e reforçar a
transmissão de informações para melhorar a tomada de decisão. Tudo
isto concentrado no desafio de criar abordagens "coerentes, flexíveis
e participativas".
Evitar, reduzir e agora adaptar. "Consiste em acções que respondam ao
actual e futuro impacto das alterações climáticas, [...] que além de
uma protecção contra impactos negativos significa construir
resiliência e retirar quaisquer benefícios possíveis destas mudanças",
resumiu o relatório. Benefícios? "Em países do Norte da Europa, por
exemplo, um clima mais quente desloca ecossistemas e pode alargar a
área disponível para a agricultura", explicou Filipe Duarte Santos,
antes de reconhecer que em Portugal "os efeitos serão negativos".
A prioridade, contudo, lendo as palavras da comissária europeia para a
Acção Climática, ainda está na redução das emissões. "Cortar nos gases
com efeito de estufa deve continuar a ser a nossa prioridade para
manter o aquecimento global abaixo dos 2oC", sublinhou Connie
Hedegaard a 16 de Abril, quando a iniciativa foi oficialmente adoptada
pela UE. "A Europa está a aquecer mais depressa do que muitas outras
partes do mundo", alertava o organismo no mesmo comunicado. Os números
provam-no: na última década a temperatura no continente aumentou em
média 1,3oC face ao período pré- -industrial (1750-1850). A nível
global o aumento foi de 0,8oC. Mas nada disto impede que agora se
queira carregar na tecla da adaptação.
"Temos de minimizar os efeitos adversos das alterações climáticas e
aproveitar as oportunidades que elas nos trazem", apontou Filipe
Duarte Santos. Ontem um especialista da AEA deu-lhe razão, ao defender
que Portugal pode conseguir receitas a rondar os 3 mil milhões de
euros com a aplicação de taxas na área do ambiente. Mikael Skou
Andersen frisou à Lusa que o país tem "oportunidade de ir mais longe e
isso pode ser uma forma de aliviar os impostos sobre o trabalho".
ZERO NA PRÁTICA? Em 2010, o governo definiu um plano de adaptação às
mudanças climáticas. Em Abril desse ano, uma resolução do Conselho de
Ministros aprovou a criação da ENAAC e colocou-a sob a coordenação do
Comité Executivo da Comissão para as Alterações Climáticas, este
erigido em 2006 e, por sua vez, tutelado pelo Ministério da
Agricultura, do Mar e do Ordenamento do Território. A medida foi "a
resposta do governo aos desafios da adaptação", mas até hoje
traduziu--se no "muito pouco que tem sido feito", principalmente nas
áreas dos "recursos hídricos e florestas", lamentou Filipe Duarte
Santos. O investigador queixou-se da Agência Portuguesa do Ambiente,
"entidade responsável por pôr em prática medidas de adaptação", pois
"ainda não disponibilizou ao público" os dados relativos às
estratégias sectoriais - cuja elaboração terá sido requerida pela
entidade a vários organismos distintos. "Coisa importante", diz o
investigador, antes de incumbir o tempo de prestar prova disso mesmo:
"Quando já não tivermos crise económica ainda teremos durante décadas
os efeitos das alterações climáticas."
http://www.ionline.pt/artigos/mundo/alteracoes-climaticas-evitar-ja-nao-dae-preciso-adaptar
Especialista Ambiente pode render 3 mil milhões a Portugal
Um especialista da Agência Europeia do Ambiente defendeu esta
segunda-feira que Portugal pode conseguir receitas de cerca de três
mil milhões de euros, com novas medidas no ambiente, como criação de
novas taxas e aumento das já existentes.
DR
ECONOMIA
19:01 - 29 de Abril de 2013 | Por Lusa
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PUB
"Propomos 20 medidas relacionadas com o ambiente que, juntas, podem
representar receitas de cerca de três mil milhões de euros para
Portugal, um montante que pode ser utilizado para baixar os impostos
sobre o trabalho", disse à agência Lusa Mikael Skou Andersen, da
Agência Europeia do Ambiente.
Um relatório daquela instituição, que será apresentado na terça-feira,
em Lisboa, detectou áreas em que Portugal pode melhorar, no que
respeita à aplicação de impostos no ambiente, mas também na redução de
"subsidiação" como a referente à atribuição de automóveis pelas
empresas aos seus funcionários.
No contexto europeu, "Portugal está a fazer um bom trabalho, já com
muitas taxas aplicadas", embora o desempenho possa ser "modesto", mas
"há uma oportunidade para ir mais longe e isso pode ser uma forma de
aliviar os impostos sobre o trabalho", disse o especialista.
Para Mikael Skou Andersen, "Portugal tem altos subsídios para carros
das empresas e aí há potencial para ir mais ao encontro do que se
passa no resto da Europa".
"Há muitos carros de empresa em Portugal" e, entre os segundos
automóveis, principalmente aqueles de maiores dimensões, muitos são
atribuídos pelas empresas, e isso representa mais veículos na rua e
mais poluição, como afirmou.
"Há aí um grande potencial de melhoria na economia simplesmente
retirando subsídios actualmente aplicados", realçou o especialista da
Agência Europeia do Ambiente.
Na "oportunidade" de introduzir novas taxas, Mikael Skou Andersen
apontou exemplos de áreas como as que dizem respeito à emissão de
dióxido de carbono, à utilização de pesticidas ou às embalagens.
Segundo este especialista, dos três mil milhões de euros, 2,2 mil
milhões viriam precisamente de novas cobranças ambientais.
As taxas relacionadas com o ambiente incluem várias áreas, dos
veículos ao lixo, à poluição do ar e da água, aos pesticidas ou às
embalagens.
A ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território
(MAMAOT) já tinha falado na intenção do Governo de analisar
possibilidades de novas medidas fiscais nesta área.
Em Dezembro do ano passado, Assunção Cristas disse que iria recolher
experiências de outros Países e de organizações internacionais que
ajudassem Portugal a "desenhar" instrumentos para o futuro.
Na terça-feira, a ministra é uma das presenças previstas na
conferência 'Taxa verde: um contributo para a sustentabilidade', na
qual participam vários especialistas nesta matéria, da Agência
Europeia do Ambiente e também de instituições portuguesas, como a
Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
http://www.noticiasaominuto.com/economia/68838/ambiente-pode-render-3-mil-milh%C3%B5es-a-portugal#.UX-aDbWW-C0
segunda-feira que Portugal pode conseguir receitas de cerca de três
mil milhões de euros, com novas medidas no ambiente, como criação de
novas taxas e aumento das já existentes.
DR
ECONOMIA
19:01 - 29 de Abril de 2013 | Por Lusa
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"Propomos 20 medidas relacionadas com o ambiente que, juntas, podem
representar receitas de cerca de três mil milhões de euros para
Portugal, um montante que pode ser utilizado para baixar os impostos
sobre o trabalho", disse à agência Lusa Mikael Skou Andersen, da
Agência Europeia do Ambiente.
Um relatório daquela instituição, que será apresentado na terça-feira,
em Lisboa, detectou áreas em que Portugal pode melhorar, no que
respeita à aplicação de impostos no ambiente, mas também na redução de
"subsidiação" como a referente à atribuição de automóveis pelas
empresas aos seus funcionários.
No contexto europeu, "Portugal está a fazer um bom trabalho, já com
muitas taxas aplicadas", embora o desempenho possa ser "modesto", mas
"há uma oportunidade para ir mais longe e isso pode ser uma forma de
aliviar os impostos sobre o trabalho", disse o especialista.
Para Mikael Skou Andersen, "Portugal tem altos subsídios para carros
das empresas e aí há potencial para ir mais ao encontro do que se
passa no resto da Europa".
"Há muitos carros de empresa em Portugal" e, entre os segundos
automóveis, principalmente aqueles de maiores dimensões, muitos são
atribuídos pelas empresas, e isso representa mais veículos na rua e
mais poluição, como afirmou.
"Há aí um grande potencial de melhoria na economia simplesmente
retirando subsídios actualmente aplicados", realçou o especialista da
Agência Europeia do Ambiente.
Na "oportunidade" de introduzir novas taxas, Mikael Skou Andersen
apontou exemplos de áreas como as que dizem respeito à emissão de
dióxido de carbono, à utilização de pesticidas ou às embalagens.
Segundo este especialista, dos três mil milhões de euros, 2,2 mil
milhões viriam precisamente de novas cobranças ambientais.
As taxas relacionadas com o ambiente incluem várias áreas, dos
veículos ao lixo, à poluição do ar e da água, aos pesticidas ou às
embalagens.
A ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território
(MAMAOT) já tinha falado na intenção do Governo de analisar
possibilidades de novas medidas fiscais nesta área.
Em Dezembro do ano passado, Assunção Cristas disse que iria recolher
experiências de outros Países e de organizações internacionais que
ajudassem Portugal a "desenhar" instrumentos para o futuro.
Na terça-feira, a ministra é uma das presenças previstas na
conferência 'Taxa verde: um contributo para a sustentabilidade', na
qual participam vários especialistas nesta matéria, da Agência
Europeia do Ambiente e também de instituições portuguesas, como a
Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
http://www.noticiasaominuto.com/economia/68838/ambiente-pode-render-3-mil-milh%C3%B5es-a-portugal#.UX-aDbWW-C0
Governo estuda mudanças fiscais no setor ambiental
Arlinda Brandão30 Abr, 2013, 08:12 / atualizado em 30 Abr, 2013, 08:28
O governo está a estudar novas medidas fiscais ligadas ao Ambiente.
Trata-se de mudanças que, à semelhança do que já acontece noutros
países, podem mudar a fórmula de cobrança destas contribuições,
passando pela possibilidade de reduzir os impostos sobre o trabalho e
aumentar as taxas sobre recursos como a energia, água, resíduos e
combustíveis. O objetivo é incentivar à sua poupança e eficiência.
Um relatório da Agência Europeia do Ambiente que vai ser apresentado
esta terça-feira na conferência "Fiscalidade verde: um contributo para
a sustentabilidade" avança que Portugal pode conseguir receitas de 3
mil milhões de euros com a criação de novas taxas e o aumento das
existentes. O montante pode aliviar os impostos sobre o trabalho.
Os ministérios das Finanças, Economia, e Agricultura e Ambiente
juntam-se na conferência que vai decorrer na Fundação Calouste
Gulbenkian, em Lisboa.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=647622&tm=84&layout=123&visual=61
O governo está a estudar novas medidas fiscais ligadas ao Ambiente.
Trata-se de mudanças que, à semelhança do que já acontece noutros
países, podem mudar a fórmula de cobrança destas contribuições,
passando pela possibilidade de reduzir os impostos sobre o trabalho e
aumentar as taxas sobre recursos como a energia, água, resíduos e
combustíveis. O objetivo é incentivar à sua poupança e eficiência.
Um relatório da Agência Europeia do Ambiente que vai ser apresentado
esta terça-feira na conferência "Fiscalidade verde: um contributo para
a sustentabilidade" avança que Portugal pode conseguir receitas de 3
mil milhões de euros com a criação de novas taxas e o aumento das
existentes. O montante pode aliviar os impostos sobre o trabalho.
Os ministérios das Finanças, Economia, e Agricultura e Ambiente
juntam-se na conferência que vai decorrer na Fundação Calouste
Gulbenkian, em Lisboa.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=647622&tm=84&layout=123&visual=61
Em defesa da actividade agrícola na região algarvia!
PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS
Grupo Parlamentar
Uma delegação do PCP, integrando o deputado Paulo Sá, eleito pelo
Algarve, membros da Direcção Regional do Algarve e autarcas da CDU,
contactou na passada sexta-feira, dia 26 de Abril, com produtores
agrícolas do concelho de Silves, tendo ainda reunido com a Junta de
Agricultores da Várzea de Benaciate.
Nestes contactos, a delegação do PCP pôde constatar as sérias
dificuldades que os produtores agrícolas enfrentam. Aos aumentos
brutais do preço da electricidade – resultantes do aumento do IVA de
6% para 23% e da liberalização do mercado de energia e da progressiva
extinção das tarifas reguladas – somam-se os aumentos dos adubos e
produtos fitossanitários. Paralelamente, o preço de comercialização de
muitos produtos agrícolas tem vindo a diminuir, levando à quebra
acentuada dos rendimentos dos agricultores e ao consequente abandono
da actividade agrícola.
Na sequência dos contactos realizados com os produtores agrícolas e
associações de agricultores, o Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia
da República irá questionar o Governo sobre os problemas detectados e
exigir a adopção de medidas de apoio à actividade agrícola na região
algarvia.
Silves, 29 de Abril de 2013
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/30a.htm
Grupo Parlamentar
Uma delegação do PCP, integrando o deputado Paulo Sá, eleito pelo
Algarve, membros da Direcção Regional do Algarve e autarcas da CDU,
contactou na passada sexta-feira, dia 26 de Abril, com produtores
agrícolas do concelho de Silves, tendo ainda reunido com a Junta de
Agricultores da Várzea de Benaciate.
Nestes contactos, a delegação do PCP pôde constatar as sérias
dificuldades que os produtores agrícolas enfrentam. Aos aumentos
brutais do preço da electricidade – resultantes do aumento do IVA de
6% para 23% e da liberalização do mercado de energia e da progressiva
extinção das tarifas reguladas – somam-se os aumentos dos adubos e
produtos fitossanitários. Paralelamente, o preço de comercialização de
muitos produtos agrícolas tem vindo a diminuir, levando à quebra
acentuada dos rendimentos dos agricultores e ao consequente abandono
da actividade agrícola.
Na sequência dos contactos realizados com os produtores agrícolas e
associações de agricultores, o Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia
da República irá questionar o Governo sobre os problemas detectados e
exigir a adopção de medidas de apoio à actividade agrícola na região
algarvia.
Silves, 29 de Abril de 2013
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/30a.htm
Governo está a matar a profissão de Pastor
Reunidos em Vila Pouca de Aguiar na IX Assembleia Geral, cerca de 100
Pastores Transmontanos aproveitaram este evento para tecer fortes
críticas ao Governo pela sua incapacidade em resolver os problemas
tradicionais de classe e pela recente legislação sobre a fiscalidade
para todo o sector agrícola.
Esta Assembleia serviu ainda, para homenagear os Pastores que há 32
anos proferiram na cidade Mirandela a sua 1ª carta de alforria, que
foi à época considerada um grito de autêntica ruralidade que enviaram
às Entidades Oficiais reclamando em síntese: "o direito e a liberdade
de apascentação dos rebanhos em terras baldias; a defesa e melhoria
sanitária dos animais; um seguro de reses e de rebanhos, com prémios
baixos; pagamentos dos prejuízos provocados pelos lobos e as questões
sociais desta classe. Parte das reclamações, feitas já no fim da
ditadura, ainda não foram satisfeitas.
Trinta e dois anos após essas reclamações, novos problemas surgem e
velhos permanecem sem fim à vista. A adensar mais esta situação, o
actual Governo estribado na muleta da troika acaba por desferir um
rude golpe com a recente promulgação da lei sobre fiscalidade,
obrigando todos os produtores a colectarem-se e a inscreverem-se
coercivamente na segurança social independentemente do que cultivam,
seja para auto-consumo ou para o mercado, grandes ou pequenos, com
posses ou sem elas. Esta Lei é impraticável, injusta e liquidacionista
das micro-explorações pecuárias, é em suma, um atentado à nossa
profissão e ao mundo rural. Se milhares de produtores abandonaram o
sistema público de Segurança Social a razão infelizmente é cruel, foi
porque não tiveram receitas para pagar as suas mensalidades.
Apesar das propostas e dos protestos públicos em Mirandela (2012) e no
passado dia 17 em Lisboa condenando impiedosamente a recente
legislação fiscal e o não pagamento por parte do Governo das dívidas
que tem com as OPPs, este demite-se constantemente e
irresponsavelmente das suas obrigações e funções públicas. Tal
situação é dramática e eticamente reprovável uma vez que põe em causa
os planos de sanidade animal ao transferir tais encargos
exclusivamente para os produtores.
O GOVERNO COM ESTAS POLÍTICAS DEMONSTRA A SUA INCAPACIDADE NO SECTOR AGRO RURAL.
Continuamos em muitas aldeias da região a ter condicionalismos na
apascentação dos animais, na comercialização dos cordeiros e cabritos,
não obstante a sua qualidade intrínseca. As explorações da região
continuam a ser fortemente afectadas nos seus estatutos sanitários.
Tal situação não deve ser alheia à falta de articulação e às
metodologias na elaboração e implementação dos planos de sanidade
animal feitos pelas OPPs e aprovados pela DGV.
Assistimos a situações bizarras e a gastos de tempo e dinheiro para
ter acesso a uma simples guia de transporte de animais. Tem havido nos
últimos anos muitos prejuízos causados pelo uso indevido dos
herbicidas por parte de Autarquias e não só, em plena via pública e
zonas de trânsito dos animais, com as Entidades Oficiais a não actuar
com o pretexto de não existir legislação para tal. Continuamos com a
burocracia a emperrar todo o sistema e a impedir que certas
explorações pecuárias familiares de auto-consumo tenham acesso a
qualquer apoio comunitário.
Os Pastores presentes voltaram a afirmar solenemente que " ser-se
pastor é ser homem, mulher ou jovem, exercer uma profissão tão digna
como agricultor, operário, engenheiro, doutor ou arquitecto. A
Assembleia reiterou a necessidade de melhores politicas agro-rurais na
próxima reforma da PAC 2014/2020. É necessário um Governo com
sensibilidade para os problemas do sector agrícola e do Mundo rural.
Vila Pouca de Aguiar, 28 de Abril de 2013.
A Direcção da Associação dos Pastores Transmontanos
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/30b.htm
Pastores Transmontanos aproveitaram este evento para tecer fortes
críticas ao Governo pela sua incapacidade em resolver os problemas
tradicionais de classe e pela recente legislação sobre a fiscalidade
para todo o sector agrícola.
Esta Assembleia serviu ainda, para homenagear os Pastores que há 32
anos proferiram na cidade Mirandela a sua 1ª carta de alforria, que
foi à época considerada um grito de autêntica ruralidade que enviaram
às Entidades Oficiais reclamando em síntese: "o direito e a liberdade
de apascentação dos rebanhos em terras baldias; a defesa e melhoria
sanitária dos animais; um seguro de reses e de rebanhos, com prémios
baixos; pagamentos dos prejuízos provocados pelos lobos e as questões
sociais desta classe. Parte das reclamações, feitas já no fim da
ditadura, ainda não foram satisfeitas.
Trinta e dois anos após essas reclamações, novos problemas surgem e
velhos permanecem sem fim à vista. A adensar mais esta situação, o
actual Governo estribado na muleta da troika acaba por desferir um
rude golpe com a recente promulgação da lei sobre fiscalidade,
obrigando todos os produtores a colectarem-se e a inscreverem-se
coercivamente na segurança social independentemente do que cultivam,
seja para auto-consumo ou para o mercado, grandes ou pequenos, com
posses ou sem elas. Esta Lei é impraticável, injusta e liquidacionista
das micro-explorações pecuárias, é em suma, um atentado à nossa
profissão e ao mundo rural. Se milhares de produtores abandonaram o
sistema público de Segurança Social a razão infelizmente é cruel, foi
porque não tiveram receitas para pagar as suas mensalidades.
Apesar das propostas e dos protestos públicos em Mirandela (2012) e no
passado dia 17 em Lisboa condenando impiedosamente a recente
legislação fiscal e o não pagamento por parte do Governo das dívidas
que tem com as OPPs, este demite-se constantemente e
irresponsavelmente das suas obrigações e funções públicas. Tal
situação é dramática e eticamente reprovável uma vez que põe em causa
os planos de sanidade animal ao transferir tais encargos
exclusivamente para os produtores.
O GOVERNO COM ESTAS POLÍTICAS DEMONSTRA A SUA INCAPACIDADE NO SECTOR AGRO RURAL.
Continuamos em muitas aldeias da região a ter condicionalismos na
apascentação dos animais, na comercialização dos cordeiros e cabritos,
não obstante a sua qualidade intrínseca. As explorações da região
continuam a ser fortemente afectadas nos seus estatutos sanitários.
Tal situação não deve ser alheia à falta de articulação e às
metodologias na elaboração e implementação dos planos de sanidade
animal feitos pelas OPPs e aprovados pela DGV.
Assistimos a situações bizarras e a gastos de tempo e dinheiro para
ter acesso a uma simples guia de transporte de animais. Tem havido nos
últimos anos muitos prejuízos causados pelo uso indevido dos
herbicidas por parte de Autarquias e não só, em plena via pública e
zonas de trânsito dos animais, com as Entidades Oficiais a não actuar
com o pretexto de não existir legislação para tal. Continuamos com a
burocracia a emperrar todo o sistema e a impedir que certas
explorações pecuárias familiares de auto-consumo tenham acesso a
qualquer apoio comunitário.
Os Pastores presentes voltaram a afirmar solenemente que " ser-se
pastor é ser homem, mulher ou jovem, exercer uma profissão tão digna
como agricultor, operário, engenheiro, doutor ou arquitecto. A
Assembleia reiterou a necessidade de melhores politicas agro-rurais na
próxima reforma da PAC 2014/2020. É necessário um Governo com
sensibilidade para os problemas do sector agrícola e do Mundo rural.
Vila Pouca de Aguiar, 28 de Abril de 2013.
A Direcção da Associação dos Pastores Transmontanos
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/30b.htm
Portugueses alimentam-se cada vez pior devido à crise
Carência
Económico com Lusa
29/04/13 19:23
A alimentação insuficiente é problema que "está a agravar-se" entre os
portugueses, devido à redução do poder de compra.
O problema da alimentação "está a agravar-se" entre os portugueses,
porque tem a ver com o rendimento, e "há uma parte da população que,
por causa da redução do poder de compra, não pode comprar alimentos",
disse José Lima Santos, professor e investigador do ISA.
Nos últimos anos, "os preços dos alimentos tinham vindo a descer
continuamente e estávamos convencidos de que a questão da alimentação
estava basicamente resolvida à escala global", explicou José Lima
Santos.
"Havia o problema da fome que, mais do que a nossa incapacidade de
produzir alimentos suficientes, acabava por ser a incapacidade do
poder de compra dos países em desenvolvimento, particularmente dos
segmentos mais pobres destes países", disse à agência Lusa o
especialista.
Portugal, "neste momento, devido à redução do poder de compra das
pessoas, sobretudo dos segmentos mais frágeis da população, em termos
de poder de compra, esse problema está a colocar-se também", defendeu.
Lima Santos reconheceu que o problema "não é à mesma escala do que
ocorre nos países em desenvolvimento, mas já 1/8tem 3/8 alguma
expressão, não só em termos dos nutrientes mais básicos, como a
energia e a proteína".
O investigador do ISA, da Universidade Técnica de Lisboa, falava à
agência Lusa a propósito do lançamento do livro "O Futuro da
Alimentação: Ambiente, Saúde e Economia", resultado do ciclo de sete
conferências que decorreram no ano passado, na Fundação Gulbenkian, em
Lisboa, e contaram com a participação de vários especialistas
internacionais.
O investigador recordou que, nos países em desenvolvimento, as pessoas
mais pobres gastam metade ou mais do que ganham em alimentos e, sempre
que há uma quebra de rendimento, como acontece atualmente em Portugal,
ou subidas muito grandes do preço da alimentação, como em 2008 e em
2011, as pessoas deixam de ter dinheiro para comprar o que precisam.
Esta situação "tem implicações na saúde humana, pois a redução da
ingestão dos nutrientes, nas doses apropriadas, tem consequências na
saúde, como a fragilidade das pessoas face a doenças respiratórias",
no inverno, referiu Lima Santos.
Além do crescimento da população mundial, o consumo de alimentos por
cada cidadão aumentou, com o desenvolvimento das economias emergentes,
como a China ou a Índia.
Os debates na Gulbenkian centraram-se nas várias vertentes da
alimentação, da produção alimentar à escala global à saúde, economia,
pressão ecológica e as formas de resolvê-la, com o apoio da evolução
tecnológica.
O lançamento do livro, na terça-feira, vai contar com a participação
de Antonio Di Giulio, da Direção-Geral da Investigação e Inovação da
Comissão Europeia.
http://economico.sapo.pt/noticias/portugueses-alimentamse-cada-vez-pior-devido-a-crise_168097.html
Económico com Lusa
29/04/13 19:23
A alimentação insuficiente é problema que "está a agravar-se" entre os
portugueses, devido à redução do poder de compra.
O problema da alimentação "está a agravar-se" entre os portugueses,
porque tem a ver com o rendimento, e "há uma parte da população que,
por causa da redução do poder de compra, não pode comprar alimentos",
disse José Lima Santos, professor e investigador do ISA.
Nos últimos anos, "os preços dos alimentos tinham vindo a descer
continuamente e estávamos convencidos de que a questão da alimentação
estava basicamente resolvida à escala global", explicou José Lima
Santos.
"Havia o problema da fome que, mais do que a nossa incapacidade de
produzir alimentos suficientes, acabava por ser a incapacidade do
poder de compra dos países em desenvolvimento, particularmente dos
segmentos mais pobres destes países", disse à agência Lusa o
especialista.
Portugal, "neste momento, devido à redução do poder de compra das
pessoas, sobretudo dos segmentos mais frágeis da população, em termos
de poder de compra, esse problema está a colocar-se também", defendeu.
Lima Santos reconheceu que o problema "não é à mesma escala do que
ocorre nos países em desenvolvimento, mas já 1/8tem 3/8 alguma
expressão, não só em termos dos nutrientes mais básicos, como a
energia e a proteína".
O investigador do ISA, da Universidade Técnica de Lisboa, falava à
agência Lusa a propósito do lançamento do livro "O Futuro da
Alimentação: Ambiente, Saúde e Economia", resultado do ciclo de sete
conferências que decorreram no ano passado, na Fundação Gulbenkian, em
Lisboa, e contaram com a participação de vários especialistas
internacionais.
O investigador recordou que, nos países em desenvolvimento, as pessoas
mais pobres gastam metade ou mais do que ganham em alimentos e, sempre
que há uma quebra de rendimento, como acontece atualmente em Portugal,
ou subidas muito grandes do preço da alimentação, como em 2008 e em
2011, as pessoas deixam de ter dinheiro para comprar o que precisam.
Esta situação "tem implicações na saúde humana, pois a redução da
ingestão dos nutrientes, nas doses apropriadas, tem consequências na
saúde, como a fragilidade das pessoas face a doenças respiratórias",
no inverno, referiu Lima Santos.
Além do crescimento da população mundial, o consumo de alimentos por
cada cidadão aumentou, com o desenvolvimento das economias emergentes,
como a China ou a Índia.
Os debates na Gulbenkian centraram-se nas várias vertentes da
alimentação, da produção alimentar à escala global à saúde, economia,
pressão ecológica e as formas de resolvê-la, com o apoio da evolução
tecnológica.
O lançamento do livro, na terça-feira, vai contar com a participação
de Antonio Di Giulio, da Direção-Geral da Investigação e Inovação da
Comissão Europeia.
http://economico.sapo.pt/noticias/portugueses-alimentamse-cada-vez-pior-devido-a-crise_168097.html
União Europeia afina estratégia para combater alterações climáticas
Humberto Rosa explica importância da estratégia
Ideia é estabelecer planos de acção ao nível dos 27 Estados-membros
para fazer face a estas alterações que afectam pessoas e bens. Fundos
comunitários vão ser usados para adaptação às alterações do clima.
30-04-2013 2:39
A União Europeia quer preparar-se ainda melhor para os fenómenos
climáticos extremos. Bruxelas assistiu esta segunda-feira a uma
apresentação formal da estratégia europeia de adaptação às alterações
climáticas. Portugal também tem um documento do género, que permite
colocar estas preocupações no planeamento nacional.
Humberto Rosa, antigo secretário de Estado do Ambiente e actual quadro
da Direcção-Geral da Acção Climática da Comissão Europeia explica que
"actualmente as emissões de gases com efeito estufa continuam a
aumentar e os impactos de fenómenos climáticos crescentes batem à
porta um pouco por todo o mundo, afectando vidas, pessoas e bens e,
como tal, também na União Europeia está na altura de tomar a acção".
A explicação para uma estratégia a nível europeu, sublinha,
justifica-se pelos facto de "haver várias das políticas europeias, de
competência comunitária, que são a afectadas pelas alterações
climáticas, basta pensarmos na agricultura, no ambiente ou na
energia". Por isso defende, os "vários destes impactos e suas
consequências são melhor abordados num contexto transfronteiriço".
Segundo antigo secretário de Estado do Ambiente, "no fundo, o que a
Comissão vem sistematizar e lançar é uma estratégia que define acções
concretas sobre o que se pode e deve fazer ao nível da União".
"Em primeiro lugar, queremos que todo o território da União Europeia
venha a estar coberto por estratégias nacionais de adaptação às
alterações climáticas", explicando que "dos 27 Estados-membros
actuais, há 15 que já têm essa estratégia, como é o caso de Portugal
que aprovou a sua em 2010" e os outros terão de a aprovar.
Humberto Rosa destaca como outro ponto importante nesta estratégia "o
uso de 20% dos fundos comunitários para adaptação às alterações
climáticas". "Tencionamos aprofundar também o potencial de uso dos
seguros como um estimulador de prevenção e de adaptação" às alterações
do clima.
O antigo secretário de Estado do Ambiente vê abertura do sector
segurador em incluir este tópico no seu negócio, dado que "tem vindo a
ser gasto mais nos seguros em indemnizações, porque há mais impactos
climáticos".
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=105748
Ideia é estabelecer planos de acção ao nível dos 27 Estados-membros
para fazer face a estas alterações que afectam pessoas e bens. Fundos
comunitários vão ser usados para adaptação às alterações do clima.
30-04-2013 2:39
A União Europeia quer preparar-se ainda melhor para os fenómenos
climáticos extremos. Bruxelas assistiu esta segunda-feira a uma
apresentação formal da estratégia europeia de adaptação às alterações
climáticas. Portugal também tem um documento do género, que permite
colocar estas preocupações no planeamento nacional.
Humberto Rosa, antigo secretário de Estado do Ambiente e actual quadro
da Direcção-Geral da Acção Climática da Comissão Europeia explica que
"actualmente as emissões de gases com efeito estufa continuam a
aumentar e os impactos de fenómenos climáticos crescentes batem à
porta um pouco por todo o mundo, afectando vidas, pessoas e bens e,
como tal, também na União Europeia está na altura de tomar a acção".
A explicação para uma estratégia a nível europeu, sublinha,
justifica-se pelos facto de "haver várias das políticas europeias, de
competência comunitária, que são a afectadas pelas alterações
climáticas, basta pensarmos na agricultura, no ambiente ou na
energia". Por isso defende, os "vários destes impactos e suas
consequências são melhor abordados num contexto transfronteiriço".
Segundo antigo secretário de Estado do Ambiente, "no fundo, o que a
Comissão vem sistematizar e lançar é uma estratégia que define acções
concretas sobre o que se pode e deve fazer ao nível da União".
"Em primeiro lugar, queremos que todo o território da União Europeia
venha a estar coberto por estratégias nacionais de adaptação às
alterações climáticas", explicando que "dos 27 Estados-membros
actuais, há 15 que já têm essa estratégia, como é o caso de Portugal
que aprovou a sua em 2010" e os outros terão de a aprovar.
Humberto Rosa destaca como outro ponto importante nesta estratégia "o
uso de 20% dos fundos comunitários para adaptação às alterações
climáticas". "Tencionamos aprofundar também o potencial de uso dos
seguros como um estimulador de prevenção e de adaptação" às alterações
do clima.
O antigo secretário de Estado do Ambiente vê abertura do sector
segurador em incluir este tópico no seu negócio, dado que "tem vindo a
ser gasto mais nos seguros em indemnizações, porque há mais impactos
climáticos".
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=105748
Leiria: Mais de cem mil árvores continuam tombadas (vídeo)
Publicado ontem às 16:37
O presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande está preocupado com
a actual situação do Pinhal de Leiria. Três meses após o temporal de
janeiro, que provocou estragos na região, há mais de 100 mil árvores
que continuam tombadas, por retirar e a ocupar vários quilómetros de
estrada no concelho.
Ouvido pela TSF, Álvaro Pereira disse que, depois da falta de
garantias do Ministério da Agricultura, a Câmara da Marinha Grande
tentou resolver por meios próprios o problema que teria de ser o
governo a resolver.
No entanto, lembrou, a madeira que está nos terrenos do Estado foi
vendida a madeireiros que ditam agora o ritmo a que decorrem as
limpezas.
«Nós estamos essencialmente preocupados com a época de fogos que se
avizinha e com os milhares de árvores que ainda estão por levantar em
todo aquele circuito, para além das mais de cem mil árvores que estão
que estão em toda a mata nacional», sublinhou o autarca, acrescentando
que «não há garantias» por parte do Governo.
O autarca teme agora uma catástrofe, uma vez que, para além dos
estragos do mau tempo de janeiro, há ainda memórias de incêndios
passados.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=3191838&page=-1
O presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande está preocupado com
a actual situação do Pinhal de Leiria. Três meses após o temporal de
janeiro, que provocou estragos na região, há mais de 100 mil árvores
que continuam tombadas, por retirar e a ocupar vários quilómetros de
estrada no concelho.
Ouvido pela TSF, Álvaro Pereira disse que, depois da falta de
garantias do Ministério da Agricultura, a Câmara da Marinha Grande
tentou resolver por meios próprios o problema que teria de ser o
governo a resolver.
No entanto, lembrou, a madeira que está nos terrenos do Estado foi
vendida a madeireiros que ditam agora o ritmo a que decorrem as
limpezas.
«Nós estamos essencialmente preocupados com a época de fogos que se
avizinha e com os milhares de árvores que ainda estão por levantar em
todo aquele circuito, para além das mais de cem mil árvores que estão
que estão em toda a mata nacional», sublinhou o autarca, acrescentando
que «não há garantias» por parte do Governo.
O autarca teme agora uma catástrofe, uma vez que, para além dos
estragos do mau tempo de janeiro, há ainda memórias de incêndios
passados.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=3191838&page=-1
Évora: Capoulas Santos discute oportunidades económicas da agricultura portuguesa
Segunda, 29 Abril 2013 10:12
O eurodeputado do PS Capoulas Santos participa hoje no seminário "Que
meios para o nosso futuro: o próximo quadro financeiro da União
Europeia", que decorre na Universidade de Évora.
O evento é organizado pelo Centro de Estudos e Formação Avançada em
Gestão e Economia da Universidade de Évora e pelo Centro de Estudos e
Sondagens de Opinião da Universidade Católica.
Tem como objetivo discutir o estudo promovido pelo Centro de
Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD) e pelo Ministério dos
Negócios Estrangeiros sobre as implicações e oportunidades para a
economia e agricultura portuguesas.
Capoulas Santos, após ter sido nomeado o responsável no Parlamento
Europeu para os dossiers "Pagamentos Directos" e "Desenvolvimento
Rural", tem negociado com a Comissão Europeia e a Presidência do
Conselho de Ministros a Reforma da Política Agrícola Comum que se
espera concluída no final deste semestre.
http://dianafm.com/index.php?option=com_content&view=article&id=29242:evora-capoulas-santos-discute-oportunidades-economicas-da-agricultura-portuguesa&catid=19:alentejo&Itemid=44
O eurodeputado do PS Capoulas Santos participa hoje no seminário "Que
meios para o nosso futuro: o próximo quadro financeiro da União
Europeia", que decorre na Universidade de Évora.
O evento é organizado pelo Centro de Estudos e Formação Avançada em
Gestão e Economia da Universidade de Évora e pelo Centro de Estudos e
Sondagens de Opinião da Universidade Católica.
Tem como objetivo discutir o estudo promovido pelo Centro de
Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD) e pelo Ministério dos
Negócios Estrangeiros sobre as implicações e oportunidades para a
economia e agricultura portuguesas.
Capoulas Santos, após ter sido nomeado o responsável no Parlamento
Europeu para os dossiers "Pagamentos Directos" e "Desenvolvimento
Rural", tem negociado com a Comissão Europeia e a Presidência do
Conselho de Ministros a Reforma da Política Agrícola Comum que se
espera concluída no final deste semestre.
http://dianafm.com/index.php?option=com_content&view=article&id=29242:evora-capoulas-santos-discute-oportunidades-economicas-da-agricultura-portuguesa&catid=19:alentejo&Itemid=44
Cristas foge ao controlo de Maduro
inShare
29 de Abril, 2013por Helena Pereira
Portas não quis que a tutela dos fundos europeus da Agricultura
ficasse nas mãos do novo ministro-adjunto.
O ministro-Adjunto e do Desenvolvimento Regional vai ter o controlo de
todos os fundos comunitários, à excepção dos apoios para a Agricultura
– confirmou ao SOL o gabinete de Poiares Maduro.
Esta é uma questão sensível que foi, aliás, objecto de discussão entre
os parceiros de coligação antes da mini-remodelação. Para o CDS, era
determinante manter o controlo dos fundos da PAC (Política Agrícola
Comum), que representam cerca de um terço do valor total do dinheiro
vindo de Bruxelas entre 2014 e 2020 (cerca de 27,8 mil milhões de
euros).
Nos últimos dias, tinha-se instalado a dúvida sobre as competências
que passaram para Poiares Maduro, depois de este ter dito ao SOL, que
«a definição das prioridades, objectivos e critérios de programação do
novo ciclo de programação financeira, a sua coordenação e
regulamentação, bem como a alocação dos fundos pelos programas
sectoriais, ficará sob a responsabilidade» do ministro-adjunto.
helena.pereira@sol.pt
http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=73936
29 de Abril, 2013por Helena Pereira
Portas não quis que a tutela dos fundos europeus da Agricultura
ficasse nas mãos do novo ministro-adjunto.
O ministro-Adjunto e do Desenvolvimento Regional vai ter o controlo de
todos os fundos comunitários, à excepção dos apoios para a Agricultura
– confirmou ao SOL o gabinete de Poiares Maduro.
Esta é uma questão sensível que foi, aliás, objecto de discussão entre
os parceiros de coligação antes da mini-remodelação. Para o CDS, era
determinante manter o controlo dos fundos da PAC (Política Agrícola
Comum), que representam cerca de um terço do valor total do dinheiro
vindo de Bruxelas entre 2014 e 2020 (cerca de 27,8 mil milhões de
euros).
Nos últimos dias, tinha-se instalado a dúvida sobre as competências
que passaram para Poiares Maduro, depois de este ter dito ao SOL, que
«a definição das prioridades, objectivos e critérios de programação do
novo ciclo de programação financeira, a sua coordenação e
regulamentação, bem como a alocação dos fundos pelos programas
sectoriais, ficará sob a responsabilidade» do ministro-adjunto.
helena.pereira@sol.pt
http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=73936
Arborização de pastagens na Graciosa vai aproveitar nevoeiros para abastecer aquíferos
29-04-2013
As pastagens degradadas da zona mais alta da Graciosa, nos Açores,
estão a ser florestadas para, através das árvores, aproveitar o
nevoeiro para o abastecimento dos aquíferos subterrâneos, colmatando
assim alguns problemas de água que tem esta ilha.
O projecto de arborização das pastagens degradadas e baldias abrange o
exterior da zona da Caldeira da Graciosa e está já instalado um
«povoamento florestal» de um hectare, sendo o prazo previsto para a
conclusão desta fase piloto dois anos, segundo as informações dadas à
Lusa pela Secretaria Regional dos Recursos Naturais.
«Sendo a ilha Graciosa uma das que regista maiores problemas ao nível
da disponibilidade de água, é importante que se promovam alterações no
uso do solo que potenciem a captação e armazenamento de água», disse o
secretário regional dos Recursos Naturais, Luís Neto Viveiros, durante
uma recente visita àquela zona.
O objectivo, a longo prazo, explicou, é transformar «áreas com
elevadas capacidades de captação de nevoeiros, favorecendo assim o
abastecimento dos aquíferos e o encaminhamento das escorrências,
através do sistema de drenagem do Caminho Florestal da Caldeira, para
charcos artificiais a construir».
Segundo a Secretaria Regional dos Recursos Naturais, «existem estudos
que comprovam que a existência da floresta contribui para a
intercepção de nevoeiros nas zonas altas, fenómeno que pode mesmo
fazer triplicar os valores da precipitação num determinado
território», sendo conhecido como «precipitação oculta». Assim, mesmo
durante longos períodos sem chuva, é possível haver uma constante
recarga dos aquíferos, desde que haja nevoeiros e árvores e plantas
que os consigam captar.
A arborização destas zonas será feita com espécies endémicas dos
Açores, por serem «extremamente eficazes no cumprimento destas
funções», ainda segundo as informações sobre o projecto
disponibilizadas à Lusa.
Além da arborização, estão em curso trabalhos para melhorar a rede de
drenagem do Caminho Florestal da Caldeira e construir um charco para
armazenamento das águas. O Núcleo florestal da Caldeira, integrado no
Perímetro Florestal da ilha Graciosa, tem 196 hectares, sendo cerca de
80 pastagens baldias cuja utilização é facultada pelas autoridades
públicas aos produtores de gado.
O projecto em curso pretende arborizar as pastagens de pior qualidade
e melhorar as áreas com «maior potencial produtivo», através da
instalação das chamadas «cortinas de abrigo», sebes constituídas por
plantas ou árvores, colocadas em faixa, para proteger terrenos.
A taxa de arborização na Graciosa é de apenas 16 por cento, segundo
dados oficiais, e daí a aposta nestes projectos de florestação que têm
impactos positivos ao nível da «ntercepção de nevoeiros e aumento da
água disponível, proteção dos animais nas áreas de pastagem e aumento
da produção forrageira», segundo a Secretaria Regional dos Recursos
Naturais.
Também na ilha do Corvo o governo açoriano está a desenvolver, em
parceria com a câmara municipal de Vila Nova do Corvo, um projeto
semelhante de beneficiação das pastagens baldias, que prevê a
instalação de 23.270 metros de «cortinas de abrigo» e «corredores de
protecção à rede hidrográfica».
Fonte: Lusa
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46253.aspx
As pastagens degradadas da zona mais alta da Graciosa, nos Açores,
estão a ser florestadas para, através das árvores, aproveitar o
nevoeiro para o abastecimento dos aquíferos subterrâneos, colmatando
assim alguns problemas de água que tem esta ilha.
O projecto de arborização das pastagens degradadas e baldias abrange o
exterior da zona da Caldeira da Graciosa e está já instalado um
«povoamento florestal» de um hectare, sendo o prazo previsto para a
conclusão desta fase piloto dois anos, segundo as informações dadas à
Lusa pela Secretaria Regional dos Recursos Naturais.
«Sendo a ilha Graciosa uma das que regista maiores problemas ao nível
da disponibilidade de água, é importante que se promovam alterações no
uso do solo que potenciem a captação e armazenamento de água», disse o
secretário regional dos Recursos Naturais, Luís Neto Viveiros, durante
uma recente visita àquela zona.
O objectivo, a longo prazo, explicou, é transformar «áreas com
elevadas capacidades de captação de nevoeiros, favorecendo assim o
abastecimento dos aquíferos e o encaminhamento das escorrências,
através do sistema de drenagem do Caminho Florestal da Caldeira, para
charcos artificiais a construir».
Segundo a Secretaria Regional dos Recursos Naturais, «existem estudos
que comprovam que a existência da floresta contribui para a
intercepção de nevoeiros nas zonas altas, fenómeno que pode mesmo
fazer triplicar os valores da precipitação num determinado
território», sendo conhecido como «precipitação oculta». Assim, mesmo
durante longos períodos sem chuva, é possível haver uma constante
recarga dos aquíferos, desde que haja nevoeiros e árvores e plantas
que os consigam captar.
A arborização destas zonas será feita com espécies endémicas dos
Açores, por serem «extremamente eficazes no cumprimento destas
funções», ainda segundo as informações sobre o projecto
disponibilizadas à Lusa.
Além da arborização, estão em curso trabalhos para melhorar a rede de
drenagem do Caminho Florestal da Caldeira e construir um charco para
armazenamento das águas. O Núcleo florestal da Caldeira, integrado no
Perímetro Florestal da ilha Graciosa, tem 196 hectares, sendo cerca de
80 pastagens baldias cuja utilização é facultada pelas autoridades
públicas aos produtores de gado.
O projecto em curso pretende arborizar as pastagens de pior qualidade
e melhorar as áreas com «maior potencial produtivo», através da
instalação das chamadas «cortinas de abrigo», sebes constituídas por
plantas ou árvores, colocadas em faixa, para proteger terrenos.
A taxa de arborização na Graciosa é de apenas 16 por cento, segundo
dados oficiais, e daí a aposta nestes projectos de florestação que têm
impactos positivos ao nível da «ntercepção de nevoeiros e aumento da
água disponível, proteção dos animais nas áreas de pastagem e aumento
da produção forrageira», segundo a Secretaria Regional dos Recursos
Naturais.
Também na ilha do Corvo o governo açoriano está a desenvolver, em
parceria com a câmara municipal de Vila Nova do Corvo, um projeto
semelhante de beneficiação das pastagens baldias, que prevê a
instalação de 23.270 metros de «cortinas de abrigo» e «corredores de
protecção à rede hidrográfica».
Fonte: Lusa
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46253.aspx
Algarve: Alfarroba para produzir biocombustível
29-04-2013
Um projecto da Universidade do Algarve (Ualg) está a utilizar os
resíduos do fruto da alfarrobeira para produzir etanol, uma iniciativa
que aproveita o facto de serem produzidas 55 mil toneladas de
alfarroba por ano, na região algarvia.
A alfarroba tem várias utilizações, como por exemplo, farinha,
indústria têxtil, farmacêutica e ração animal. Agora, o fruto da
alfarrobeira pode ser também combustível. «Urge, no nosso País, que se
comece a trabalhar para a primeira biorefinaria a partir de resíduos.
E a alfarroba aparece como uma matéria-prima excelente», explicou ao
Economia Verde a professora Maria Emília Costa, responsável científica
da Universidade do Algarve.
Há três anos que o laboratório de biotecnologia ambiental da Ualg está
a trabalhar na fermentação dos restos de alfarroba num processo
químico, para no final extrair álcool. O processo de fermentação, como
se sabe, é muito antigo. O que a Ualg está a fazer é arranjar uma
matéria-prima nova, os resíduos industriais da polpa de alfarroba,
aquilo que a indústria não aproveita, e fazer a transformação do
açúcar existente na polpa em álcool.
O projecto recebeu perto de 150 mil euros de fundos comunitários e, de
acordo com os investigadores da Ualg, pode ser rentável. «Queremos que
este biocombustível aditive a gasolina, em 10 por cento, até 2020»,
explica Maria Emília Costa, que garante que, a partir de 25 mil metros
cúbicos de etanol, o processo fica com viabilidade económica.
O trabalho está praticamente concluído, falta patentear e encontrar um
investidor, mas a equipa de investigadores já tem uma outra ideia,
nomeadamente, misturar alfarroba com soro de queijo, um projecto que
terá, certamente, um futuro internacional.
Fonte: Greensavers
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46255.aspx
Um projecto da Universidade do Algarve (Ualg) está a utilizar os
resíduos do fruto da alfarrobeira para produzir etanol, uma iniciativa
que aproveita o facto de serem produzidas 55 mil toneladas de
alfarroba por ano, na região algarvia.
A alfarroba tem várias utilizações, como por exemplo, farinha,
indústria têxtil, farmacêutica e ração animal. Agora, o fruto da
alfarrobeira pode ser também combustível. «Urge, no nosso País, que se
comece a trabalhar para a primeira biorefinaria a partir de resíduos.
E a alfarroba aparece como uma matéria-prima excelente», explicou ao
Economia Verde a professora Maria Emília Costa, responsável científica
da Universidade do Algarve.
Há três anos que o laboratório de biotecnologia ambiental da Ualg está
a trabalhar na fermentação dos restos de alfarroba num processo
químico, para no final extrair álcool. O processo de fermentação, como
se sabe, é muito antigo. O que a Ualg está a fazer é arranjar uma
matéria-prima nova, os resíduos industriais da polpa de alfarroba,
aquilo que a indústria não aproveita, e fazer a transformação do
açúcar existente na polpa em álcool.
O projecto recebeu perto de 150 mil euros de fundos comunitários e, de
acordo com os investigadores da Ualg, pode ser rentável. «Queremos que
este biocombustível aditive a gasolina, em 10 por cento, até 2020»,
explica Maria Emília Costa, que garante que, a partir de 25 mil metros
cúbicos de etanol, o processo fica com viabilidade económica.
O trabalho está praticamente concluído, falta patentear e encontrar um
investidor, mas a equipa de investigadores já tem uma outra ideia,
nomeadamente, misturar alfarroba com soro de queijo, um projecto que
terá, certamente, um futuro internacional.
Fonte: Greensavers
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia46255.aspx
Apostar na agricultura sustentável
Os ministros ibéricos da Agricultura e do Ambiente vão ser os oradores
da principal conferência do Mês do Desenvolvimento Sustentável.
Virgílio Azevedo
13:31 Segunda feira, 29 de abril de 2013
Assunção Cristas e Miguel Arias Cañete: procurar alternativas de
desenvolvimento para a agricultura dos países ibéricos
Assunção Cristas e Miguel Arias Cañete serão os oradores da grande
conferência-almoço que se realizará a 6 de maio no Hotel Ritz, em
Lisboa, no âmbito da edição de 2013 do Programa Futuro Sustentável.
Este programa do Expresso e do Banco Espírito Santo pretende promover
o desenvolvimento sustentável nas suas três vertentes - ambiental,
social e económica - e decorrerá durante o mês de maio. A ministra da
Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território e o seu
homólogo espanhol irão falar sobre o tema "Agricultura Sustentável",
num debate moderado por Ricardo Costa, director do Expresso.
A agricultura sustentável é uma das apostas da economia portuguesa
para superar a crise e estará também em foco num estudo da Espírito
Santo Research que será apresentado a 28 de maio por Francisco Mendes
Palma, director da empresa, numa mesa-redonda sobre "Agricultura &
Biodiversidade", no BES Arte & Finança, em Lisboa. Nesta mesa-redonda
participarão ainda Mark Eckstein, do World Wide Fund for Nature (WWF)
nos EUA, Ricardo Brito Paes, presidente da Associação de Jovens
Agricultores de Portugal, e responsáveis de três empresas vencedoras
do Prémio BES Biodiversidade: The Fladgate Partnership Vinhos,
Fertiprado e Sociedade Agrícola Freixo do Meio.
Em tempo de crise, os temas sociais estarão igualmente em destaque
através de duas conferências também no BES Arte & Finança, sobre os
temas "Crowdfunding Social", a 14 de maio, e "Microcrédito", a 22 de
maio (ver caixa). O crowdfunding (financiamento colaborativo) é uma
forma simples e transparente de angariação de fundos para um projecto
através de uma comunidade online que partilha os mesmos interesses. O
termo é usado para descrever iniciativas, sobretudo nas redes sociais,
com o objectivo de angariar dinheiro para filantropia, projectos de
apoio social, artistas, jornalismo do cidadão, pequenos negócios,
empresas de base tecnológica em fase de desenvolvimento (start-up),
campanhas políticas, iniciativas de software livre e ajuda a
populações atingidas por desastres. A PPL é a plataforma portuguesa de
crowdfunding.
Quanto à conferência sobre microcrédito, estará em destaque um
projecto inovador de promoção do empreendedorismo e da cooperação em
Moçambique, que arrancará em breve e envolve o BES, a Universidade
Nova de Lisboa (UNL), o Moza Banco e a Universidade Eduardo Mondlane.
Vai apoiar pequenas empresas naquele país africano e inclui estágios
de alunos locais e da UNL.
Entretanto, a Quercus, a Liga para a Protecção da Natureza, a
Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) e a Associação
Nacional de Agricultura Biológica (Agrobio), divulgaram uma posição
conjunta sobre as propostas da nova Política Agrícola Comum (PAC) para
2014-2020, alertando "para os riscos que poderão ter ao nível dos
recursos naturais e da sustentabilidade da Europa". As organizações
dizem que as propostas introduzem "duplos pagamentos ilegais aos
agricultores e rejeitam práticas ambientais obrigatórias".
TEMAS SOCIAIS EM DEBATE
Crowdfunding "Resposta à Emergência Social" (Eugénio Fonseca,
presidente da Cáritas); "O conceito do Microdoar" (Luísa Villar,
presidente da consultora Link); "Origem do Crowdfunding" (Pedro
Domingos, responsável da PPL); "BES Crowdfunding" (Paulo Padrão,
director
de comunicação do BES); e "Exemplo de Crowdfunding" (Mariana Tavares,
da Make-A-Wish Portugal).
Microcrédito "Panorama do Microcrédito em Portugal" (Luís Menezes,
presidente da Associação Nacional de Direito ao Crédito);
"Empreendedorismo Social" (João Meneses, associação Acredita
Portugal); "O caso do Microcrédito BES", (Pedro Cunha, director do
Departamento de Municípios do BES); e "Projecto BES/Nova" (Madalena
Torres, directora do Gabinete das Universidades do BES, e Daniel
Traça, director da Faculdade de Economia, Universidade Nova de
Lisboa).
http://expresso.sapo.pt/apostar-na-agricultura-sustentavel=f802944
da principal conferência do Mês do Desenvolvimento Sustentável.
Virgílio Azevedo
13:31 Segunda feira, 29 de abril de 2013
Assunção Cristas e Miguel Arias Cañete: procurar alternativas de
desenvolvimento para a agricultura dos países ibéricos
Assunção Cristas e Miguel Arias Cañete serão os oradores da grande
conferência-almoço que se realizará a 6 de maio no Hotel Ritz, em
Lisboa, no âmbito da edição de 2013 do Programa Futuro Sustentável.
Este programa do Expresso e do Banco Espírito Santo pretende promover
o desenvolvimento sustentável nas suas três vertentes - ambiental,
social e económica - e decorrerá durante o mês de maio. A ministra da
Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território e o seu
homólogo espanhol irão falar sobre o tema "Agricultura Sustentável",
num debate moderado por Ricardo Costa, director do Expresso.
A agricultura sustentável é uma das apostas da economia portuguesa
para superar a crise e estará também em foco num estudo da Espírito
Santo Research que será apresentado a 28 de maio por Francisco Mendes
Palma, director da empresa, numa mesa-redonda sobre "Agricultura &
Biodiversidade", no BES Arte & Finança, em Lisboa. Nesta mesa-redonda
participarão ainda Mark Eckstein, do World Wide Fund for Nature (WWF)
nos EUA, Ricardo Brito Paes, presidente da Associação de Jovens
Agricultores de Portugal, e responsáveis de três empresas vencedoras
do Prémio BES Biodiversidade: The Fladgate Partnership Vinhos,
Fertiprado e Sociedade Agrícola Freixo do Meio.
Em tempo de crise, os temas sociais estarão igualmente em destaque
através de duas conferências também no BES Arte & Finança, sobre os
temas "Crowdfunding Social", a 14 de maio, e "Microcrédito", a 22 de
maio (ver caixa). O crowdfunding (financiamento colaborativo) é uma
forma simples e transparente de angariação de fundos para um projecto
através de uma comunidade online que partilha os mesmos interesses. O
termo é usado para descrever iniciativas, sobretudo nas redes sociais,
com o objectivo de angariar dinheiro para filantropia, projectos de
apoio social, artistas, jornalismo do cidadão, pequenos negócios,
empresas de base tecnológica em fase de desenvolvimento (start-up),
campanhas políticas, iniciativas de software livre e ajuda a
populações atingidas por desastres. A PPL é a plataforma portuguesa de
crowdfunding.
Quanto à conferência sobre microcrédito, estará em destaque um
projecto inovador de promoção do empreendedorismo e da cooperação em
Moçambique, que arrancará em breve e envolve o BES, a Universidade
Nova de Lisboa (UNL), o Moza Banco e a Universidade Eduardo Mondlane.
Vai apoiar pequenas empresas naquele país africano e inclui estágios
de alunos locais e da UNL.
Entretanto, a Quercus, a Liga para a Protecção da Natureza, a
Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) e a Associação
Nacional de Agricultura Biológica (Agrobio), divulgaram uma posição
conjunta sobre as propostas da nova Política Agrícola Comum (PAC) para
2014-2020, alertando "para os riscos que poderão ter ao nível dos
recursos naturais e da sustentabilidade da Europa". As organizações
dizem que as propostas introduzem "duplos pagamentos ilegais aos
agricultores e rejeitam práticas ambientais obrigatórias".
TEMAS SOCIAIS EM DEBATE
Crowdfunding "Resposta à Emergência Social" (Eugénio Fonseca,
presidente da Cáritas); "O conceito do Microdoar" (Luísa Villar,
presidente da consultora Link); "Origem do Crowdfunding" (Pedro
Domingos, responsável da PPL); "BES Crowdfunding" (Paulo Padrão,
director
de comunicação do BES); e "Exemplo de Crowdfunding" (Mariana Tavares,
da Make-A-Wish Portugal).
Microcrédito "Panorama do Microcrédito em Portugal" (Luís Menezes,
presidente da Associação Nacional de Direito ao Crédito);
"Empreendedorismo Social" (João Meneses, associação Acredita
Portugal); "O caso do Microcrédito BES", (Pedro Cunha, director do
Departamento de Municípios do BES); e "Projecto BES/Nova" (Madalena
Torres, directora do Gabinete das Universidades do BES, e Daniel
Traça, director da Faculdade de Economia, Universidade Nova de
Lisboa).
http://expresso.sapo.pt/apostar-na-agricultura-sustentavel=f802944
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Produtores de bovinos contra lei de inseminação artificial "discriminatória"
Lusa
14:09 Segunda feira, 29 de abril de 2013
Lisboa, 29 jan (Lusa) - A Confederação Nacional das Cooperativas
Agrícolas (CONFAGRI) e os produtores de bovinos contestam a proposta
de lei sobre inseminação artificial de bovinos por ser
"discriminatória" e aumentar os custos da produção de leite.
Em causa está o facto da proposta, que deve ser debatida e votada na
terça-feira, "ignorar a inseminação artificial efetuada noutras
espécies e legislar apenas para os bovinicultores", critica a
CONFAGRI.
Em declarações à Lusa, Samuel Pinto, da Associação Nacional para o
Melhoramento dos Bovinos Leiteiros (ANABLE), sublinha que a
inseminação artificial se tornou "uma prática normal" dos produtores
"como ordenhar e dar de comer às vacas" e espera que os deputados
aceitem algumas alterações à legislação, admitindo que já houve "um
abrir de portas".
http://expresso.sapo.pt/produtores-de-bovinos-contra-lei-de-inseminacao-artificial-discriminatoria=f803453
14:09 Segunda feira, 29 de abril de 2013
Lisboa, 29 jan (Lusa) - A Confederação Nacional das Cooperativas
Agrícolas (CONFAGRI) e os produtores de bovinos contestam a proposta
de lei sobre inseminação artificial de bovinos por ser
"discriminatória" e aumentar os custos da produção de leite.
Em causa está o facto da proposta, que deve ser debatida e votada na
terça-feira, "ignorar a inseminação artificial efetuada noutras
espécies e legislar apenas para os bovinicultores", critica a
CONFAGRI.
Em declarações à Lusa, Samuel Pinto, da Associação Nacional para o
Melhoramento dos Bovinos Leiteiros (ANABLE), sublinha que a
inseminação artificial se tornou "uma prática normal" dos produtores
"como ordenhar e dar de comer às vacas" e espera que os deputados
aceitem algumas alterações à legislação, admitindo que já houve "um
abrir de portas".
http://expresso.sapo.pt/produtores-de-bovinos-contra-lei-de-inseminacao-artificial-discriminatoria=f803453
Comissão apela à cooperação para promover uma aquicultura sustentável na Europa
Comissão Europeia
COMUNICADO DE IMPRENSA
A fim de promover o desenvolvimento da aquicultura da UE, a Comissão
Europeia elaborou orientações estratégicas, ajudando assim os
Estados-Membros e as partes interessadas a vencer os desafios que o
sector enfrenta. O sector da aquicultura da UE tem um grande potencial
de crescimento e pode contribuir para evitar a sobrepesca dos recursos
marinhos. Com as orientações hoje apresentadas será mais fácil
coordenar os esforços desenvolvidos em todos os Estados-Membros. As
orientações, que não criam novas obrigações legais, apresentam um
conjunto de acções voluntárias a empreender pelos Estados-Membros,
pela Comissão e pelas partes interessadas para promover um sector que
seja económica, social e ambientalmente sustentável e propicie aos
consumidores pescado saudável e de elevada qualidade.
Tal como sublinhado no quadro da reforma da política comum das pescas,
actualmente em negociação, o sector aquícola pode ajudar a reduzir a
diferença entre o consumo de pescado, em crescimento, e as populações
de peixe, em declínio. De facto, este sector pode constituir uma
alternativa viável à sobrepesca e gerar crescimento e emprego, tanto
nas zonas costeiras como nas zonas interiores. A aquicultura, em plena
expansão noutras partes do mundo, na UE encontra-se, em geral,
estagnada, em parte devido à lentidão dos procedimentos de
licenciamento e a ineficiências administrativas a diferentes níveis.
«No presente, obter uma licença para uma nova exploração pode demorar
até três anos, o que obviamente dissuade os investidores», declarou
Maria Damanaki, Comissária Europeia para os Assuntos Marítimos e as
Pescas. «Tenciono trabalhar com os Estados-Membros com vista a reduzir
a burocracia e promover a competitividade deste sector, tirando
proveito do elevado nível de protecção dos consumidores e do ambiente
de que dispomos actualmente.»
A Comissão, após um estreito processo de consulta que envolveu todas
as partes interessadas, identificou quatro grandes desafios com que se
defronta o sector da aquicultura: a necessidade de reduzir o ónus
burocrático e as incertezas para os operadores; a necessidade de
facilitar o acesso ao espaço e à água; a obrigação de aumentar a
competitividade do sector; a necessidade de criar condições de
concorrência mais equitativas, através da exploração da vantagem
competitiva que oferecem os produtos da pesca «made in UE».
As orientações abordam estes desafios e identificam um conjunto de
medidas — como a simplificação administrativa, o ordenamento do
espaço, a organização do mercado, a diversificação, uma melhor
rotulagem e informação — destinadas a ajudar as forças de mercado a
libertar o potencial do sector da aquicultura da UE. Por exemplo:
• A Comissão coordenará um exercício de identificação das boas
práticas, a fim de reduzir os períodos de licenciamento de novas
empresas aquícolas.
• A Comissão está a promover uma abordagem integrada do ordenamento do
espaço que contribuirá para garantir aos aquicultores um acesso
adequado ao espaço e à água, minimizando simultaneamente o impacto no
ambiente e nas outras actividades económicas.
• A aquicultura europeia oferece produtos de qualidade que satisfazem
as mais rigorosas normas de saúde dos consumidores, de protecção do
ambiente e de bem-estar dos animais. Estas normas têm custos para os
produtores, mas, graças a uma informação adequada sobre a qualidade
dos produtos, como a rotulagem, podem tornar-se uma vantagem
competitiva e melhorar a percepção dos consumidores.
Próxima etapa
As orientações estratégicas estão ligadas à reforma proposta da
política comum das pescas (PCP), que visa promover a aquicultura
através do chamado «método aberto de coordenação». Com base nestas
orientações, e sem prejuízo do resultado das negociações sobre a
reforma da PCP, os Estados-Membros prepararão os seus planos
estratégicos nacionais plurianuais tendo em conta as condições de
partida específicas de cada país e os respectivos desafios e
potencial. A Comissão ajudará a coordenar as actividades e trocar boas
práticas e proporcionará novas orientações sobre a melhor forma de
conciliar, na prática, a actividade económica com a legislação da UE.
Antecedentes
Em 2010, o valor da produção aquícola da UE foi de 3,1 mil milhões de
EUR, correspondentes a uma produção de 1,26 milhões de toneladas, o
que representa cerca de 2 % do total da produção aquícola. Na última
década, a produção aquícola da UE estagnou, ao passo que noutras
regiões, em especial nos países asiáticos, o sector registou uma forte
expansão.
Actualmente, 10 % do consumo de pescado na UE provém da aquicultura,
25 % das pescarias da UE e 65 % de importações de países terceiros
(incluindo a pesca e a aquicultura); a diferença entre os valores do
consumo e os da produção proveniente das nossas capturas tem vindo a
aumentar constantemente nos últimos anos. Ora, a aquicultura pode
ajudar a colmatar esta diferença. Cada ponto percentual do consumo
actual da UE que seja produzido ao nível interno pela aquicultura
poderá contribuir para a criação de 3 000 a 4 000 postos de trabalho a
tempo inteiro.
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/29b.htm
COMUNICADO DE IMPRENSA
A fim de promover o desenvolvimento da aquicultura da UE, a Comissão
Europeia elaborou orientações estratégicas, ajudando assim os
Estados-Membros e as partes interessadas a vencer os desafios que o
sector enfrenta. O sector da aquicultura da UE tem um grande potencial
de crescimento e pode contribuir para evitar a sobrepesca dos recursos
marinhos. Com as orientações hoje apresentadas será mais fácil
coordenar os esforços desenvolvidos em todos os Estados-Membros. As
orientações, que não criam novas obrigações legais, apresentam um
conjunto de acções voluntárias a empreender pelos Estados-Membros,
pela Comissão e pelas partes interessadas para promover um sector que
seja económica, social e ambientalmente sustentável e propicie aos
consumidores pescado saudável e de elevada qualidade.
Tal como sublinhado no quadro da reforma da política comum das pescas,
actualmente em negociação, o sector aquícola pode ajudar a reduzir a
diferença entre o consumo de pescado, em crescimento, e as populações
de peixe, em declínio. De facto, este sector pode constituir uma
alternativa viável à sobrepesca e gerar crescimento e emprego, tanto
nas zonas costeiras como nas zonas interiores. A aquicultura, em plena
expansão noutras partes do mundo, na UE encontra-se, em geral,
estagnada, em parte devido à lentidão dos procedimentos de
licenciamento e a ineficiências administrativas a diferentes níveis.
«No presente, obter uma licença para uma nova exploração pode demorar
até três anos, o que obviamente dissuade os investidores», declarou
Maria Damanaki, Comissária Europeia para os Assuntos Marítimos e as
Pescas. «Tenciono trabalhar com os Estados-Membros com vista a reduzir
a burocracia e promover a competitividade deste sector, tirando
proveito do elevado nível de protecção dos consumidores e do ambiente
de que dispomos actualmente.»
A Comissão, após um estreito processo de consulta que envolveu todas
as partes interessadas, identificou quatro grandes desafios com que se
defronta o sector da aquicultura: a necessidade de reduzir o ónus
burocrático e as incertezas para os operadores; a necessidade de
facilitar o acesso ao espaço e à água; a obrigação de aumentar a
competitividade do sector; a necessidade de criar condições de
concorrência mais equitativas, através da exploração da vantagem
competitiva que oferecem os produtos da pesca «made in UE».
As orientações abordam estes desafios e identificam um conjunto de
medidas — como a simplificação administrativa, o ordenamento do
espaço, a organização do mercado, a diversificação, uma melhor
rotulagem e informação — destinadas a ajudar as forças de mercado a
libertar o potencial do sector da aquicultura da UE. Por exemplo:
• A Comissão coordenará um exercício de identificação das boas
práticas, a fim de reduzir os períodos de licenciamento de novas
empresas aquícolas.
• A Comissão está a promover uma abordagem integrada do ordenamento do
espaço que contribuirá para garantir aos aquicultores um acesso
adequado ao espaço e à água, minimizando simultaneamente o impacto no
ambiente e nas outras actividades económicas.
• A aquicultura europeia oferece produtos de qualidade que satisfazem
as mais rigorosas normas de saúde dos consumidores, de protecção do
ambiente e de bem-estar dos animais. Estas normas têm custos para os
produtores, mas, graças a uma informação adequada sobre a qualidade
dos produtos, como a rotulagem, podem tornar-se uma vantagem
competitiva e melhorar a percepção dos consumidores.
Próxima etapa
As orientações estratégicas estão ligadas à reforma proposta da
política comum das pescas (PCP), que visa promover a aquicultura
através do chamado «método aberto de coordenação». Com base nestas
orientações, e sem prejuízo do resultado das negociações sobre a
reforma da PCP, os Estados-Membros prepararão os seus planos
estratégicos nacionais plurianuais tendo em conta as condições de
partida específicas de cada país e os respectivos desafios e
potencial. A Comissão ajudará a coordenar as actividades e trocar boas
práticas e proporcionará novas orientações sobre a melhor forma de
conciliar, na prática, a actividade económica com a legislação da UE.
Antecedentes
Em 2010, o valor da produção aquícola da UE foi de 3,1 mil milhões de
EUR, correspondentes a uma produção de 1,26 milhões de toneladas, o
que representa cerca de 2 % do total da produção aquícola. Na última
década, a produção aquícola da UE estagnou, ao passo que noutras
regiões, em especial nos países asiáticos, o sector registou uma forte
expansão.
Actualmente, 10 % do consumo de pescado na UE provém da aquicultura,
25 % das pescarias da UE e 65 % de importações de países terceiros
(incluindo a pesca e a aquicultura); a diferença entre os valores do
consumo e os da produção proveniente das nossas capturas tem vindo a
aumentar constantemente nos últimos anos. Ora, a aquicultura pode
ajudar a colmatar esta diferença. Cada ponto percentual do consumo
actual da UE que seja produzido ao nível interno pela aquicultura
poderá contribuir para a criação de 3 000 a 4 000 postos de trabalho a
tempo inteiro.
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/29b.htm
Balanço da OVIBEJA 2013
"A OVIBEJA não pára ", afirmou Manuel de Castro e Brito no momento de
balanço da 30ª edição da grande feira do Sul.
"A partir de amanhã começamos a construir a próxima feira com a ideia
de que este é o maior aglomerado de pessoas que o Alentejo faz
acontecer, partindo da Agricultura, mas sem se esgotar nela", disse o
presidente da ACOS – Agricultores do Sul, a associação que organiza a
OVIBEJA há 30 anos.
As centenas de milhar de pessoas que afluíram à feira durante estes
últimos cinco dias, os muitos negócios que aqui se iniciam para se
desenvolverem ao longo do ano, a relação dos poderes e dos
protagonistas políticos com a OVIBEJA, a ligação entre a Agricultura e
os outros sectores de actividade económica, social, ecológica e
cultural do Alentejo, e do País, foram os temas destacados neste
encontro de encerramento da OVIBEJA com os Órgãos de Comunicação
Social.
O Gabinete de Comunicação da OVIBEJA-30 anos, aproveita esta
oportunidade para agradecer a todos os profissionais e colaboradores
da Comunicação Social todas as suas visitas, olhares e contributos.
Sem estas participações a OVIBEJA deste ano não teria sido o sucesso
de que todos nos orgulhamos.
Para o ano há mais. Até lá, "todo o Alentejo deste mundo" para os que
nos ajudaram a divulgar e a engrandecer esta grande festa que,
anualmente, é a OVIBEJA.
Gabinete de Imprensa da OVIBEJA
28 de Abril de 2013
Fonte: ACOS
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/29c.htm
balanço da 30ª edição da grande feira do Sul.
"A partir de amanhã começamos a construir a próxima feira com a ideia
de que este é o maior aglomerado de pessoas que o Alentejo faz
acontecer, partindo da Agricultura, mas sem se esgotar nela", disse o
presidente da ACOS – Agricultores do Sul, a associação que organiza a
OVIBEJA há 30 anos.
As centenas de milhar de pessoas que afluíram à feira durante estes
últimos cinco dias, os muitos negócios que aqui se iniciam para se
desenvolverem ao longo do ano, a relação dos poderes e dos
protagonistas políticos com a OVIBEJA, a ligação entre a Agricultura e
os outros sectores de actividade económica, social, ecológica e
cultural do Alentejo, e do País, foram os temas destacados neste
encontro de encerramento da OVIBEJA com os Órgãos de Comunicação
Social.
O Gabinete de Comunicação da OVIBEJA-30 anos, aproveita esta
oportunidade para agradecer a todos os profissionais e colaboradores
da Comunicação Social todas as suas visitas, olhares e contributos.
Sem estas participações a OVIBEJA deste ano não teria sido o sucesso
de que todos nos orgulhamos.
Para o ano há mais. Até lá, "todo o Alentejo deste mundo" para os que
nos ajudaram a divulgar e a engrandecer esta grande festa que,
anualmente, é a OVIBEJA.
Gabinete de Imprensa da OVIBEJA
28 de Abril de 2013
Fonte: ACOS
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/29c.htm
Ovibeja: 30 anos de uma feira popular e com dinâmica...
Regional | 07:00 | 29-04-2013
Milhares de pessoas visitaram a 30ª Ovibeja que, ontem, fechou portas
no Parque de Feiras e Exposições da cidade Pax-Júlia.
No Parque de Feiras e Exposições de Beja chegou ontem ao fim a 30ª
Ovibeja, Castro e Brito, presidente da ACOS-Agricultores do Sul,
afirmou que o certame em 2013 continuou a ser uma feira popular e com
dinâmica.
Assunção Cristas, ministra da Agricultura, visitou a feira no domingo
a título particular mas garantiu que terminar Alqueva em 2015 é opção
realista e que a gestão da água do Empreendimento de Fins Múltiplos é
para ser efectuada de forma conjunta, depois de 2020.
O Secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque , marcou
presença na Ovibeja e também deixou a garantia que todos os esforços
estão focados para cumprir o regadio de Alqueva em 2015.
Uma garantia que não convence partidos da oposição, João Ramos,
deputado do PCP eleito por Beja, integrou uma delegação comunista que
visitou a Ovibeja, e afirmou que receia que as obras do regadio de
Alqueva não fiquem concluídas até 2015, porque o Governo fez o anúncio
sem ter o seu financiamento garantido e porque se sabe também que
parte do dinheiro em falta só vai ficar disponível no próximo quadro
comunitário de apoio.
O deputado José Luís Ferreira, do Partido Ecologista "Os Verdes",
também marcou presença na feira e afirmou que tem grandes dúvidas que
o regadio de Alqueva esteja concluído em 2015 devido à retracção ao
investimento público que tem havido por parte do Governo.
A decisão do Ministério da Agricultura de entregar a gestão água de
regadio de Alqueva à EDIA e não às associações de regantes, como
defendem os agricultores foi outro tema que marcou a 30ª Ovibeja.
Neste capítulo, Gomes da Silva, secretário de Estado das Florestas e
Desenvolvimento Rural, afirmou que o que interessa é cumprir o
desígnio nacional e que a posição dos agricultores é, nesta matéria,
uma questão de pormenor.
Jorge Moreira da Silva, vice-presidente do PSD, também visitou a
Ovibeja e considerou que é fundamental aumentar a produção e diminuir
as importações e que a agricultura não é uma opção episódica, mas sim
estratégica e onde Portugal "dá cartas".
Este ano a sessão de abertura da Ovibeja ficou marcada pelo facto do
presidente da autarquia de Beja, Jorge Pulido Valente não ter sido
convidado para a mesa, a esta decisão da entidade promotora da
Ovibeja, não deve ter sido alheia a relação entre estas duas entidades
e que já levou a troca de palavras entre Castro e Brito e Jorge Pulido
Valente em causa a gestão do Parque de Feiras e Exposições da cidade
de Beja.
Inês Patola/Ana Elias de Freitas/ Joana Gomes
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/53796
Milhares de pessoas visitaram a 30ª Ovibeja que, ontem, fechou portas
no Parque de Feiras e Exposições da cidade Pax-Júlia.
No Parque de Feiras e Exposições de Beja chegou ontem ao fim a 30ª
Ovibeja, Castro e Brito, presidente da ACOS-Agricultores do Sul,
afirmou que o certame em 2013 continuou a ser uma feira popular e com
dinâmica.
Assunção Cristas, ministra da Agricultura, visitou a feira no domingo
a título particular mas garantiu que terminar Alqueva em 2015 é opção
realista e que a gestão da água do Empreendimento de Fins Múltiplos é
para ser efectuada de forma conjunta, depois de 2020.
O Secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque , marcou
presença na Ovibeja e também deixou a garantia que todos os esforços
estão focados para cumprir o regadio de Alqueva em 2015.
Uma garantia que não convence partidos da oposição, João Ramos,
deputado do PCP eleito por Beja, integrou uma delegação comunista que
visitou a Ovibeja, e afirmou que receia que as obras do regadio de
Alqueva não fiquem concluídas até 2015, porque o Governo fez o anúncio
sem ter o seu financiamento garantido e porque se sabe também que
parte do dinheiro em falta só vai ficar disponível no próximo quadro
comunitário de apoio.
O deputado José Luís Ferreira, do Partido Ecologista "Os Verdes",
também marcou presença na feira e afirmou que tem grandes dúvidas que
o regadio de Alqueva esteja concluído em 2015 devido à retracção ao
investimento público que tem havido por parte do Governo.
A decisão do Ministério da Agricultura de entregar a gestão água de
regadio de Alqueva à EDIA e não às associações de regantes, como
defendem os agricultores foi outro tema que marcou a 30ª Ovibeja.
Neste capítulo, Gomes da Silva, secretário de Estado das Florestas e
Desenvolvimento Rural, afirmou que o que interessa é cumprir o
desígnio nacional e que a posição dos agricultores é, nesta matéria,
uma questão de pormenor.
Jorge Moreira da Silva, vice-presidente do PSD, também visitou a
Ovibeja e considerou que é fundamental aumentar a produção e diminuir
as importações e que a agricultura não é uma opção episódica, mas sim
estratégica e onde Portugal "dá cartas".
Este ano a sessão de abertura da Ovibeja ficou marcada pelo facto do
presidente da autarquia de Beja, Jorge Pulido Valente não ter sido
convidado para a mesa, a esta decisão da entidade promotora da
Ovibeja, não deve ter sido alheia a relação entre estas duas entidades
e que já levou a troca de palavras entre Castro e Brito e Jorge Pulido
Valente em causa a gestão do Parque de Feiras e Exposições da cidade
de Beja.
Inês Patola/Ana Elias de Freitas/ Joana Gomes
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/53796
Maçã de Alcobaça dá fruto a outros negócios
Maçã de Alcobaça dá fruto a outros negócios
00:11
04:26
24 de Abril de 2013
São uma das riquezas da região de Alcobaça e estão sob Indicação
Geográfica Protegida que abrange cerca de 14 concelhos. Falamos das
Maçãs de Alcobaça, que hoje fazem parte de uma marca coletiva, com um
selo que garante a qualidade no mercado, trabalhado por um conjunto de
organizações de produtores, que deixaram de ser concorrentes para
serem parceiros na promoção deste produto.
A colheita do fruto faz-se no final do verão, mas o trabalho com as
maçãs dura o ano inteiro. Para além dos habituais processos de
embalamento, que observámos na empresa Cooperfrutas, e comercialização
do fruto, são várias as empresas da região que foram inovando na forma
de "oferecer" maçã ao mercado e incentivando novas formas de consumir
este produto.
A Frubaça produz sumos naturais, já reconhecidos em Inglaterra, assim
como purés frios. A Campotec apostou na maçã fatiada que chega a
parceiros como por exemplo a McDonald's.
E visitámos, também, duas empresas que pretendem adocicar o mercado
com o sabor deste tipo de maçã: a Cister Doce, especializada em
doçaria e a Vários Sabores que aposta nas tartes de Maçã de Alcobaça.
Várias formas de trabalhar o mesmo produto que damos a conhecer nesta
reportagem.
Entrevistas:
Jorge Soares – Presidente Associação Produtores Maçã de Alcobaça
Jorge Periquito – Diretor Frubaça
http://imagensdemarca.sapo.pt/emissoes/tv/pecas/maca-de-alcobaca-da-fruto-a-outros-negocios/
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04:26
24 de Abril de 2013
São uma das riquezas da região de Alcobaça e estão sob Indicação
Geográfica Protegida que abrange cerca de 14 concelhos. Falamos das
Maçãs de Alcobaça, que hoje fazem parte de uma marca coletiva, com um
selo que garante a qualidade no mercado, trabalhado por um conjunto de
organizações de produtores, que deixaram de ser concorrentes para
serem parceiros na promoção deste produto.
A colheita do fruto faz-se no final do verão, mas o trabalho com as
maçãs dura o ano inteiro. Para além dos habituais processos de
embalamento, que observámos na empresa Cooperfrutas, e comercialização
do fruto, são várias as empresas da região que foram inovando na forma
de "oferecer" maçã ao mercado e incentivando novas formas de consumir
este produto.
A Frubaça produz sumos naturais, já reconhecidos em Inglaterra, assim
como purés frios. A Campotec apostou na maçã fatiada que chega a
parceiros como por exemplo a McDonald's.
E visitámos, também, duas empresas que pretendem adocicar o mercado
com o sabor deste tipo de maçã: a Cister Doce, especializada em
doçaria e a Vários Sabores que aposta nas tartes de Maçã de Alcobaça.
Várias formas de trabalhar o mesmo produto que damos a conhecer nesta
reportagem.
Entrevistas:
Jorge Soares – Presidente Associação Produtores Maçã de Alcobaça
Jorge Periquito – Diretor Frubaça
http://imagensdemarca.sapo.pt/emissoes/tv/pecas/maca-de-alcobaca-da-fruto-a-outros-negocios/
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