Lusa 05 Dez, 2012, 16:55
O presidente da empresa de Alqueva, EDIA, José Bastos, sublinhou hoje
que por cada euro do Orçamento do Estado investido naquele
empreendimento até 2015 o retorno para a economia nacional será de
4,45 euros.
"Por cada euro do Orçamento do Estado que será investido em Alqueva
até 2015 haverá um retorno para a economia nacional de 4,45 euros, o
que é bastante considerável numa lógica de investimento público",
sublinhou o presidente da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas
de Alqueva, à margem do "Encontro Rede Fornecedores Nacionais",
promovido pela Nestlé.
José Bastos lembrou que o objetivo é que Alqueva tenha 120 mil
hectares do regadio infraestruturados em 2015.
"Neste momento já estão 52 mil hectares, temos mais 16 mil em
construção, pelo que em 2013 teremos 68 mil hectares infraestruturados
e prontos para regar", adiantou.
Este ano, a EDIA já lançou os concursos para empreitadas para a
construção de mais 20 mil hectares para estarem prontos em 2014 e, no
próximo ano vai lançar, as empreitadas para construção dos 30 mil
hectares que faltam, explicou.
"Para o plano de investimentos para 2012, não só temos as empreitadas
e os concursos lançados, como os contratos de financiamento já
assinados e assegurados", adiantou.
Segundo José Bastos, dos 52 mil hectares infraestruturados, 25 mil
apenas entraram em funcionamento este ano e 11 mil há dois anos.
José Bastos explicou ainda que os 4,45 euros de retorno para a
economia são gerados por cinco componentes: o impacto que a água vai
ter na reconversão do sequeiro em regadio, que deverá ser de 160
milhões de euros no valor acrescentado bruto no ano cruzeiro, o
impacto dos impostos, o abastecimento da água a Sines, o aumento do
emprego direto e a componente elétrica (produção de energia elétrica).
O responsável frisou ainda que a estes benefícios juntam-se ainda o
impacto nas exportações e a diminuição das importações alimentares, o
impacto ambiental positivo e a existência de uma reserva de água
estratégica.
"A reserva de água da Alqueva, com cerca de 4 mil milhões de metros
cúbicos, permite que haja água garantida durante mais de três anos sem
restrições para abastecimento humano, industrial e agrícola, valor que
não está contemplado nos 4,45 euros", disse.
José Bastos afirmou ainda que apesar deste empreendimento estar em
construção há muitos anos e de a sua componente agrícola ser muito
recente, "a taxa de adesão neste perímetro já é superior a 60%", o que
considera "notável se se considerar que estas taxas de adesão, em
norma, são atingidas nos outros perímetros de regadio públicos ao fim
de 20 anos".
Quando o projeto estiver terminado, cerca de 6000 agricultores deverão
beneficiar da região do Alqueva, adiantou.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=609192&tm=6&layout=121&visual=49
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
IVDP com 2,9 milhões para promoção e internacionalização dos vinhos do Douro
Por Agência Lusa, publicado em 5 Dez 2012 - 19:27 | Actualizado há 7
horas 25 minutos
O Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) vai aplicar 2.9 milhões
de euros no Plano de Promoção e Internacionalização (PPI) para 2013,
que prevê ações de formação, de pedagogia e uma maior aposta no
mercado digital.
O plano foi hoje aprovado no Conselho Interprofissional do IVDP, que
decorreu no Peso da Régua.
O presidente do instituto público disse à agência Lusa que a verba
destinada à promoção e internacional dos vinhos do Douro aumentou
relativamente a 2012 (2.3 milhões de euros), mas cerca de 500 mil
euros dizem respeito à despesa da loja e dois solares (Lisboa e
Régua), que passam a integrar também o PPI.
Nestes espaços, que eram anteriormente tratados autonomamente, o IVDP
quer aumentar as vendas, captando mais clientes estrangeiros através
do desenvolvimento de planos de atividades e contacto com operadores
turísticos.
O plano a implementar no próximo ano, integrado na estratégia trienal
aprovada este ano, incluem o reforço do programa "Saber servir, servir
melhor" que visa a realização de ações de formação sobre vinho do
Porto em restaurantes e bares do Douro e Porto.
Entre março e outro decorreram 16 ações de formação que atingiram 115
restaurantes.
O objetivo é dar a conhecer melhor este produto, tantos nos
restaurantes ou bares que são procurados pelos cada vez mais turistas
que chegam ao Porto e depois sobem ao Douro, turistas esses que são
potenciais compradores desta bebida.
Manuel Cabral utiliza muito a expressão "os portugueses têm uma má
relação com o vinho do Porto", pelo que defende também que é "preciso
diversificar os momentos de consumo e alargar a base de consumidores".
O plano concentra o número de países alvo, nos quais incidirá a ação
principal do IVDP, e que passam a ser Portugal, França, Reino Unido,
Brasil, Estados Unidos da América e Canadá.
No entanto, serão depois realizadas ações em outros mercados no âmbito
da marca Wines of Portugal, com a qual o instituto desenvolve um
trabalho de colaboração.
O PPI faz uma abordagem diferente a algumas tipologias, autonomizando
por exemplo as feiras ou as ações de formação ou a comunicação digital
que passam a ser considerados como mercados e áreas de incidência.
O IVDP quer melhorar a comunicação no domínio digital, ou seja na
Internet e redes sociais, para o que está a decorrer uma formação
interna.
"Acreditamos que o mercado digital pode ter um papel forte para a
promoção genérica de vinho do Porto, abrindo as portas às marcas",
salientou.
Manuel Cabral referiu que o IVDP vai trabalhar ainda mais com as
escolas de hotelaria, procurando desenvolver contactos, por exemplo
com as escolas suíças, as quais considerou ser das melhores do mundo e
cujos formandos se espalham depois por vários países.
O responsável recordou programa com as escolas de hotelaria francesas
e referiu que, em 2012, foram realizadas ações de se sensibilização e
de conhecimento do vinho do Porto em 60 destas unidades.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
aplicado pela agência Lusa
http://www.ionline.pt/boas-noticias/ivdp-29-milhoes-promocao-internacionalizacao-dos-vinhos-douro
horas 25 minutos
O Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) vai aplicar 2.9 milhões
de euros no Plano de Promoção e Internacionalização (PPI) para 2013,
que prevê ações de formação, de pedagogia e uma maior aposta no
mercado digital.
O plano foi hoje aprovado no Conselho Interprofissional do IVDP, que
decorreu no Peso da Régua.
O presidente do instituto público disse à agência Lusa que a verba
destinada à promoção e internacional dos vinhos do Douro aumentou
relativamente a 2012 (2.3 milhões de euros), mas cerca de 500 mil
euros dizem respeito à despesa da loja e dois solares (Lisboa e
Régua), que passam a integrar também o PPI.
Nestes espaços, que eram anteriormente tratados autonomamente, o IVDP
quer aumentar as vendas, captando mais clientes estrangeiros através
do desenvolvimento de planos de atividades e contacto com operadores
turísticos.
O plano a implementar no próximo ano, integrado na estratégia trienal
aprovada este ano, incluem o reforço do programa "Saber servir, servir
melhor" que visa a realização de ações de formação sobre vinho do
Porto em restaurantes e bares do Douro e Porto.
Entre março e outro decorreram 16 ações de formação que atingiram 115
restaurantes.
O objetivo é dar a conhecer melhor este produto, tantos nos
restaurantes ou bares que são procurados pelos cada vez mais turistas
que chegam ao Porto e depois sobem ao Douro, turistas esses que são
potenciais compradores desta bebida.
Manuel Cabral utiliza muito a expressão "os portugueses têm uma má
relação com o vinho do Porto", pelo que defende também que é "preciso
diversificar os momentos de consumo e alargar a base de consumidores".
O plano concentra o número de países alvo, nos quais incidirá a ação
principal do IVDP, e que passam a ser Portugal, França, Reino Unido,
Brasil, Estados Unidos da América e Canadá.
No entanto, serão depois realizadas ações em outros mercados no âmbito
da marca Wines of Portugal, com a qual o instituto desenvolve um
trabalho de colaboração.
O PPI faz uma abordagem diferente a algumas tipologias, autonomizando
por exemplo as feiras ou as ações de formação ou a comunicação digital
que passam a ser considerados como mercados e áreas de incidência.
O IVDP quer melhorar a comunicação no domínio digital, ou seja na
Internet e redes sociais, para o que está a decorrer uma formação
interna.
"Acreditamos que o mercado digital pode ter um papel forte para a
promoção genérica de vinho do Porto, abrindo as portas às marcas",
salientou.
Manuel Cabral referiu que o IVDP vai trabalhar ainda mais com as
escolas de hotelaria, procurando desenvolver contactos, por exemplo
com as escolas suíças, as quais considerou ser das melhores do mundo e
cujos formandos se espalham depois por vários países.
O responsável recordou programa com as escolas de hotelaria francesas
e referiu que, em 2012, foram realizadas ações de se sensibilização e
de conhecimento do vinho do Porto em 60 destas unidades.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
aplicado pela agência Lusa
http://www.ionline.pt/boas-noticias/ivdp-29-milhoes-promocao-internacionalizacao-dos-vinhos-douro
China cria plano para aumentar produção de vinhos
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
O Ministério de Indústria e Informação e o Ministério da Agricultura
da China se juntaram para fazer um plano de ação de cinco anos para a
indústria vitivinícola chinesa.
O plano faz parte do projeto de 12 anos para acelerar o ajuste da
estrutura, garantir qualidade e segurança, e um desenvolvimento
sustentável e saudável do mercado vinícola.
A iniciativa promoverá mudanças em seis áreas: gerenciamento no
cultivo de uvas, procura por áreas adequadas de produção no noroeste
chinês, gestão de classificação de denominações, aceleração de fusões
e aquisições, acelerando o desenvolvimento das empresas, e
investimentos em ciência e tecnologia.
O ultimo objetivo do plano é aumentar a produção de vinhos no país e
atingir 2.2 milhões de quilolitros até 2015, mais que o dobro da
produção do último ano.
A China é o quinto maior país em consume de vinho, ficando atrás do
EUA, Itália, França e Alemanha, de acordo com o relatório da
International Wine and Spirits Research. No ultimo ano, os chineses
consumiram 156 milhões de caixas de vinhos com 9 litros cada.
Fonte: http://revistaadega.uol.com.br
http://totalharmonicwines.blogspot.pt/2012/12/china-cria-plano-para-aumentar-producao.html
O Ministério de Indústria e Informação e o Ministério da Agricultura
da China se juntaram para fazer um plano de ação de cinco anos para a
indústria vitivinícola chinesa.
O plano faz parte do projeto de 12 anos para acelerar o ajuste da
estrutura, garantir qualidade e segurança, e um desenvolvimento
sustentável e saudável do mercado vinícola.
A iniciativa promoverá mudanças em seis áreas: gerenciamento no
cultivo de uvas, procura por áreas adequadas de produção no noroeste
chinês, gestão de classificação de denominações, aceleração de fusões
e aquisições, acelerando o desenvolvimento das empresas, e
investimentos em ciência e tecnologia.
O ultimo objetivo do plano é aumentar a produção de vinhos no país e
atingir 2.2 milhões de quilolitros até 2015, mais que o dobro da
produção do último ano.
A China é o quinto maior país em consume de vinho, ficando atrás do
EUA, Itália, França e Alemanha, de acordo com o relatório da
International Wine and Spirits Research. No ultimo ano, os chineses
consumiram 156 milhões de caixas de vinhos com 9 litros cada.
Fonte: http://revistaadega.uol.com.br
http://totalharmonicwines.blogspot.pt/2012/12/china-cria-plano-para-aumentar-producao.html
Itália utrapassa França e se torna maior produtor de vinho do mundo
5/Dezembro/2012
Apesar da queda no volume da produção, a Itália, mais uma vez,
desbancou a França e se tornou o maior produtor de vinhos do mundo. A
direção de agricultura da Comissão Europeia estima que sua campanha
2012/2013 seja de 41.6 milhões hectolitros.
divulgação
Apesar da primeira posição, esse volume é 11% menor do que a campanha
anterior, e 14% menor do que a média das últimas cinco safras no país.
Como explica a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), a
redução foi causada pela diminuição da superfície de vinhedos e também
pelas más condições climáticas desse ano.
No segundo lugar, a França registrou produção de 41.6 milhões de
hectolitros, uma queda de 21%, atingindo os 40.6 milhões de
hectolitros na produção de vinhos da campanha 2012/2013.
Em terceiro lugar ficou a Espanha, com 35 milhões de hectolitros, e
logo em seguida a Alemanha, com 8.9 milhões. Esses quatro países
correspondem a 87% da produção de vinhos na Europa.
http://revistaadega.uol.com.br/Edicoes/0/vinho-05nov-italia-utrapassa-franca-e-se-torna-274752-1.asp
Apesar da queda no volume da produção, a Itália, mais uma vez,
desbancou a França e se tornou o maior produtor de vinhos do mundo. A
direção de agricultura da Comissão Europeia estima que sua campanha
2012/2013 seja de 41.6 milhões hectolitros.
divulgação
Apesar da primeira posição, esse volume é 11% menor do que a campanha
anterior, e 14% menor do que a média das últimas cinco safras no país.
Como explica a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), a
redução foi causada pela diminuição da superfície de vinhedos e também
pelas más condições climáticas desse ano.
No segundo lugar, a França registrou produção de 41.6 milhões de
hectolitros, uma queda de 21%, atingindo os 40.6 milhões de
hectolitros na produção de vinhos da campanha 2012/2013.
Em terceiro lugar ficou a Espanha, com 35 milhões de hectolitros, e
logo em seguida a Alemanha, com 8.9 milhões. Esses quatro países
correspondem a 87% da produção de vinhos na Europa.
http://revistaadega.uol.com.br/Edicoes/0/vinho-05nov-italia-utrapassa-franca-e-se-torna-274752-1.asp
LOURES – “Caça Fotográfica” procura “clicks” sobre Agricultura Sustentável
Quarta-feira, Dezembro 5, 2012 | Autor: Miguel Durão
Está a decorrer, até 7 de Dezembro, a iniciativa "Caça Fotográfica" da
Câmara Municipal de Loures, promovida pela Divisão de Desenvolvimento
Económico e Promoção do Emprego, Área de Apoio à Agricultura
Sustentável, que visa sensibilizar e estimular, através de expressões
artísticas como a fotografia, a proximidade dos cidadãos com as
actividades da realidade agrícola local, passando por diversas
vertentes desde os saberes tradicionais à economia local inovadora e
sustentável.
Este evento é realizado em parceria com os produtores do "Mercado
Agrobio" de Loures e pela Agrobio – Associação Portuguesa de
Agricultura Biológica.
http://loures.com/2012/12/05/loures-caca-fotografica-procura-clicks-sobre-agricultura-sustentavel/
Está a decorrer, até 7 de Dezembro, a iniciativa "Caça Fotográfica" da
Câmara Municipal de Loures, promovida pela Divisão de Desenvolvimento
Económico e Promoção do Emprego, Área de Apoio à Agricultura
Sustentável, que visa sensibilizar e estimular, através de expressões
artísticas como a fotografia, a proximidade dos cidadãos com as
actividades da realidade agrícola local, passando por diversas
vertentes desde os saberes tradicionais à economia local inovadora e
sustentável.
Este evento é realizado em parceria com os produtores do "Mercado
Agrobio" de Loures e pela Agrobio – Associação Portuguesa de
Agricultura Biológica.
http://loures.com/2012/12/05/loures-caca-fotografica-procura-clicks-sobre-agricultura-sustentavel/
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Enchidos, carnes e queijos certificados movimentam 200 ME por ano na região Norte
16:42 Quarta feira, 5 de dezembro de 2012
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Redação, 05 dez (Lusa) -- Os produtos com certificado de qualidade do
Norte de Portugal, como enchidos, carnes e queijos, tornaram-se nos
mais rentáveis e nos que mais contribuem para a entrada de dinheiro na
região, afirmou hoje o diretor regional de Agricultura e Pescas.
Do Minho a Trás-os-Montes existem quase 40 produtos regionais da área
agroalimentar distinguidos pela União Europeia com certificado de
qualidade, que movimentam valores "na ordem dos 200 milhões de euros
anualmente" na região Norte.
"Produzir mais dentro e vender mais fora" é o lema com que a Direção
Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN) pretende impulsionar
o setor agroalimentar a ganhar escala para conseguir colocar nos
mercados internacionais produtos que são "um sucesso" de vendas em
Portugal.
http://expresso.sapo.pt/enchidos-carnes-e-queijos-certificados-movimentam-200-me-por-ano-na-regiao-norte=f771698
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Redação, 05 dez (Lusa) -- Os produtos com certificado de qualidade do
Norte de Portugal, como enchidos, carnes e queijos, tornaram-se nos
mais rentáveis e nos que mais contribuem para a entrada de dinheiro na
região, afirmou hoje o diretor regional de Agricultura e Pescas.
Do Minho a Trás-os-Montes existem quase 40 produtos regionais da área
agroalimentar distinguidos pela União Europeia com certificado de
qualidade, que movimentam valores "na ordem dos 200 milhões de euros
anualmente" na região Norte.
"Produzir mais dentro e vender mais fora" é o lema com que a Direção
Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN) pretende impulsionar
o setor agroalimentar a ganhar escala para conseguir colocar nos
mercados internacionais produtos que são "um sucesso" de vendas em
Portugal.
http://expresso.sapo.pt/enchidos-carnes-e-queijos-certificados-movimentam-200-me-por-ano-na-regiao-norte=f771698
Ministra reconhece efeito da crise nas alterações climáticas
Ministra reconhece efeito da crise nas alterações climáticas
Assunção Cristas, que se encontra na capital do Qatar para participar
na conferência climática das Nações Unidas, defende que o
"desenvolvimento sustentável" deve ser incluído na reconversão da
economia.
05-12-2012 15:39
A ministra do Ambiente reconhece que a desaceleração económica em
Portugal é um dos factores que coloca Portugal no 3.º lugar, entre 58
países, com melhor desempenho nas alterações climáticas.
Em Doha, onde vai participar na conferência das Nações Unidas sobre
Alterações Climáticas, Assunção Cristas admite que a quebra na
produção industrial e o encerramento de fábricas devem ser tidas em
conta, um quadro que é preciso manter, quando a retoma acontecer.
"Com certeza que também tem que ver com a desaceleração da nossa
economia", mas, sublinha a ministra, "são boas notícias".
Para Assunção Cristas, os resultados alcançados no Climate Change
Performance Index, ranking criado pela organização não-governamental
GermanWatch e pela Rede Europeia de Acção Climática, "são fotografias
que devemos guardar e usar como inspiração e estímulo para que na
reconversão que estamos a fazer na nossa economia se possa ter em
conta também objectivos de desenvolvimento sustentável".
A conferência das Nações Unidas sobre alterações climáticas reúne até
sábado 194 países em Doha e a ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e
Ordenamento do Território (MAMAOT) chegou hoje para se juntar aos
técnicos portugueses, que participaram nos trabalhos durante a última
semana.
O objectivo da conferência é conseguir um acordo entre todos países,
desenvolvidos e em desenvolvimento, acerca da redução da emissão de
gases com efeito de estufa de forma a travar o aumento da temperatura
do planeta.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=87869
Assunção Cristas, que se encontra na capital do Qatar para participar
na conferência climática das Nações Unidas, defende que o
"desenvolvimento sustentável" deve ser incluído na reconversão da
economia.
05-12-2012 15:39
A ministra do Ambiente reconhece que a desaceleração económica em
Portugal é um dos factores que coloca Portugal no 3.º lugar, entre 58
países, com melhor desempenho nas alterações climáticas.
Em Doha, onde vai participar na conferência das Nações Unidas sobre
Alterações Climáticas, Assunção Cristas admite que a quebra na
produção industrial e o encerramento de fábricas devem ser tidas em
conta, um quadro que é preciso manter, quando a retoma acontecer.
"Com certeza que também tem que ver com a desaceleração da nossa
economia", mas, sublinha a ministra, "são boas notícias".
Para Assunção Cristas, os resultados alcançados no Climate Change
Performance Index, ranking criado pela organização não-governamental
GermanWatch e pela Rede Europeia de Acção Climática, "são fotografias
que devemos guardar e usar como inspiração e estímulo para que na
reconversão que estamos a fazer na nossa economia se possa ter em
conta também objectivos de desenvolvimento sustentável".
A conferência das Nações Unidas sobre alterações climáticas reúne até
sábado 194 países em Doha e a ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e
Ordenamento do Território (MAMAOT) chegou hoje para se juntar aos
técnicos portugueses, que participaram nos trabalhos durante a última
semana.
O objectivo da conferência é conseguir um acordo entre todos países,
desenvolvidos e em desenvolvimento, acerca da redução da emissão de
gases com efeito de estufa de forma a travar o aumento da temperatura
do planeta.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=87869
Nestlé ambiciona incorporação de 100% de produtos nacionais nos cereais
14:34 Quarta feira, 5 de dezembro de 2012
Lisboa, 05 dez (Lusa) - O diretor-geral da Nestlé Portugal, António
Reffóios, disse hoje que o objetivo da empresa é ter uma incorporação
de 100% de produtos nacionais nos cereais.
"O nosso objetivo em termos de cereais, tal como na chicória e na
cevada, é ter uma incorporação de 100% de produtos nacionais e não há
nenhuma razão objetiva para que isso não aconteça", disse António
Reffóios no "Encontro Rede de Fornecedores Nacionais", promovido pela
Nestlé.
O responsável falou da necessidade de todos em conjunto, Nestlé e
fornecedores, trabalharem no sentido de atingir essa ambição no curto
prazo.
http://expresso.sapo.pt/nestle-ambiciona-incorporacao-de-100-de-produtos-nacionais-nos-cereais=f771683
Lisboa, 05 dez (Lusa) - O diretor-geral da Nestlé Portugal, António
Reffóios, disse hoje que o objetivo da empresa é ter uma incorporação
de 100% de produtos nacionais nos cereais.
"O nosso objetivo em termos de cereais, tal como na chicória e na
cevada, é ter uma incorporação de 100% de produtos nacionais e não há
nenhuma razão objetiva para que isso não aconteça", disse António
Reffóios no "Encontro Rede de Fornecedores Nacionais", promovido pela
Nestlé.
O responsável falou da necessidade de todos em conjunto, Nestlé e
fornecedores, trabalharem no sentido de atingir essa ambição no curto
prazo.
http://expresso.sapo.pt/nestle-ambiciona-incorporacao-de-100-de-produtos-nacionais-nos-cereais=f771683
Vendas de vinho Madeira cresceram, este ano, 15 por cento em quantidade e 10 por cento em valor
Artigo | Qua, 05/12/2012 - 12:34
O secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais afirmou,
esta manhã, que as vendas de vinho Madeira cresceram, este ano, 15 por
cento em quantidade e 10 por cento em valor. Já de 2010 para 2011, e
especificamente no mercado regional, as vendas cresceram. Manuel
António Correia falava durante a apresentação da campanha de Natal de
Vinho e Bordado Madeira, cerimónia que decorreu no Instituto do Vinho,
Bordado e Artesanato da Madeira. Ocasião que aquele governante
aproveitou para dizer que os madeirenses estão todos "convocados"
para, nesta época festiva, promoverem o bordado e o vinho Madeira.
http://online.jornaldamadeira.pt/artigos/vendas-de-vinho-madeira-cresceram-este-ano-15-por-cento-em-quantidade-e-10-por-cento-em-valo
O secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais afirmou,
esta manhã, que as vendas de vinho Madeira cresceram, este ano, 15 por
cento em quantidade e 10 por cento em valor. Já de 2010 para 2011, e
especificamente no mercado regional, as vendas cresceram. Manuel
António Correia falava durante a apresentação da campanha de Natal de
Vinho e Bordado Madeira, cerimónia que decorreu no Instituto do Vinho,
Bordado e Artesanato da Madeira. Ocasião que aquele governante
aproveitou para dizer que os madeirenses estão todos "convocados"
para, nesta época festiva, promoverem o bordado e o vinho Madeira.
http://online.jornaldamadeira.pt/artigos/vendas-de-vinho-madeira-cresceram-este-ano-15-por-cento-em-quantidade-e-10-por-cento-em-valo
Cientistas australianos criam abacaxi com sabor a coco
HOJE às 16:10
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Cientistas australianos criaram um abacaxi com sabor a coco, que será
baptizado de «Abacaxi AusFestival», informou o departamento de
Agricultura do Estado de Queensland, sudeste da Austrália.
As pessoas que participaram das primeiras degustações ficaram muito
entusiasmadas com a nova fruta, indicou Garth Senewski, um horticultor
associado à pesquisa.
A comercialização do novo abacaxi acontecerá dentro de dois anos, acrescentou.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=605137
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Cientistas australianos criaram um abacaxi com sabor a coco, que será
baptizado de «Abacaxi AusFestival», informou o departamento de
Agricultura do Estado de Queensland, sudeste da Austrália.
As pessoas que participaram das primeiras degustações ficaram muito
entusiasmadas com a nova fruta, indicou Garth Senewski, um horticultor
associado à pesquisa.
A comercialização do novo abacaxi acontecerá dentro de dois anos, acrescentou.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=605137
Mundo rural passa pela inovação, tecnologia e qualificação das pessoas
14:32 Quarta feira, 5 de dezembro de 2012
Chaves, 05 dez (Lusa) - No atual momento de crise, a terra é um setor
importante na organização da sociedade e deve-se apostar na inovação,
cooperação e dinamização socioeconómica do espaço rural, afirmou à
Lusa a diretora da Federação Minha Terra.
No âmbito do Fórum "Desenvolvimento Local 2020", em Chaves, Regina
Lopes considerou que os cinco eixos de intervenção local para tornar a
agricultura um modelo de desenvolvimento sustentável assentam na
promoção do conhecimento e inovação, gestão sustentável dos recursos
naturais, cooperação transfronteiriça, criação de parcerias e
envolvimento de todas as partes (meio urbano, rural e zona costeira).
Atualmente, frisou, a terra volta a ser um meio "essencial" à
sobrevivência das pessoas. Por isso, é preciso cativar os jovens a
investirem no setor e dar-lhes condições para se tornarem pequenos
empreendedores.
http://expresso.sapo.pt/mundo-rural-passa-pela-inovacao-tecnologia-e-qualificacao-das-pessoas=f771680
Chaves, 05 dez (Lusa) - No atual momento de crise, a terra é um setor
importante na organização da sociedade e deve-se apostar na inovação,
cooperação e dinamização socioeconómica do espaço rural, afirmou à
Lusa a diretora da Federação Minha Terra.
No âmbito do Fórum "Desenvolvimento Local 2020", em Chaves, Regina
Lopes considerou que os cinco eixos de intervenção local para tornar a
agricultura um modelo de desenvolvimento sustentável assentam na
promoção do conhecimento e inovação, gestão sustentável dos recursos
naturais, cooperação transfronteiriça, criação de parcerias e
envolvimento de todas as partes (meio urbano, rural e zona costeira).
Atualmente, frisou, a terra volta a ser um meio "essencial" à
sobrevivência das pessoas. Por isso, é preciso cativar os jovens a
investirem no setor e dar-lhes condições para se tornarem pequenos
empreendedores.
http://expresso.sapo.pt/mundo-rural-passa-pela-inovacao-tecnologia-e-qualificacao-das-pessoas=f771680
IVDP: Apresentação do Guia Eixo Mouzinho/Flores
05-12-2012
No âmbito do 16º aniversário da classificação do Centro Histórico do
Porto como Património Mundial, os Paços do Concelho da Câmara
Municipal do Porto vão ser palco do lançamento do Guia Eixo
Mouzinho/Flores. Território do Recolhimento e do Mercadejar,
apresentado pelo presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e do
Porto, Manuel de Novaes Cabral.
A comemorar esta quarta-feira, dia cinco de Dezembro, pelas 18:00
horas, a obra que compila todo o trabalho de reabilitação daquela zona
do centro histórico do Porto tem nas entrelinhas a sua forte ligação
ao Vinho do Porto.
Aliás, esta relação centro histórico vivo/Vinho do Porto é o mote
para a discussão que o presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e
do Porto (IVDP) defende como pertinente: «A reabilitação é um processo
dinâmico e transversal. A reabilitação física é uma parte da equação.
Tem de ser acompanhada pela reabilitação do espaço público e,
sobretudo, tem de ser capaz de cativar os diferentes públicos para
habitarem e viverem este velho-novo espaço. Sem pessoas não há
reabilitação sustentada». Para Manuel Cabral, «o vinho, e muito em
particular o vinho do Porto, é o elemento identitário do centro
histórico do Porto».
«Num tempo em que o turismo é global, quem anda pelo mundo cada vez
mais procura os elementos que definem o carácter dos territórios. No
Porto temos a sorte de ter essa identidade bem definida através do
vinho e, tantas vezes por desconhecimento da nossa própria história,
não nos damos conta da força que o vinho tem para o turismo moderno»,
escreve Manuel Cabral no prefácio do Guia.
Exemplo vivo desta dinâmica é o próprio IVDP. Instalado no centro
histórico do Porto desde a sua fundação, em 1933, todo o trabalho de
reabilitação que tem sido desenvolvido nos últimos anos para
reabilitar o património construído e o espaço público «é
manifestamente um bem para alguns dos objectivos que fazem parte da
missão do IVDP. Mostrar a quem visita o Instituto, «numa casa aberta e
dinâmica, o vinho do Porto, produzido na mais antiga região demarcada
e regulamentada do mundo, o Douro Vinhateiro, também ele classificado
pela Unesco como património da humanidade em 2001», conclui Manuel
Cabral.
Fonte: MEDIANA
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45362.aspx
No âmbito do 16º aniversário da classificação do Centro Histórico do
Porto como Património Mundial, os Paços do Concelho da Câmara
Municipal do Porto vão ser palco do lançamento do Guia Eixo
Mouzinho/Flores. Território do Recolhimento e do Mercadejar,
apresentado pelo presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e do
Porto, Manuel de Novaes Cabral.
A comemorar esta quarta-feira, dia cinco de Dezembro, pelas 18:00
horas, a obra que compila todo o trabalho de reabilitação daquela zona
do centro histórico do Porto tem nas entrelinhas a sua forte ligação
ao Vinho do Porto.
Aliás, esta relação centro histórico vivo/Vinho do Porto é o mote
para a discussão que o presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e
do Porto (IVDP) defende como pertinente: «A reabilitação é um processo
dinâmico e transversal. A reabilitação física é uma parte da equação.
Tem de ser acompanhada pela reabilitação do espaço público e,
sobretudo, tem de ser capaz de cativar os diferentes públicos para
habitarem e viverem este velho-novo espaço. Sem pessoas não há
reabilitação sustentada». Para Manuel Cabral, «o vinho, e muito em
particular o vinho do Porto, é o elemento identitário do centro
histórico do Porto».
«Num tempo em que o turismo é global, quem anda pelo mundo cada vez
mais procura os elementos que definem o carácter dos territórios. No
Porto temos a sorte de ter essa identidade bem definida através do
vinho e, tantas vezes por desconhecimento da nossa própria história,
não nos damos conta da força que o vinho tem para o turismo moderno»,
escreve Manuel Cabral no prefácio do Guia.
Exemplo vivo desta dinâmica é o próprio IVDP. Instalado no centro
histórico do Porto desde a sua fundação, em 1933, todo o trabalho de
reabilitação que tem sido desenvolvido nos últimos anos para
reabilitar o património construído e o espaço público «é
manifestamente um bem para alguns dos objectivos que fazem parte da
missão do IVDP. Mostrar a quem visita o Instituto, «numa casa aberta e
dinâmica, o vinho do Porto, produzido na mais antiga região demarcada
e regulamentada do mundo, o Douro Vinhateiro, também ele classificado
pela Unesco como património da humanidade em 2001», conclui Manuel
Cabral.
Fonte: MEDIANA
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45362.aspx
Douro vive 11.º ano como Património Mundial e finaliza relatório para a UNESCO
Lusa
05/12/2012 - 13:32
Plano com medidas tendentes a mitigar os impactos de infra-estruturas
como barragens, linhas de eléctricas e estradas terá de ser
apresentado pelo Governo português atá 1 de Fevereiro.
Governo tem garantido que será possível concliar a classificação do
Alto Douro com a barragem de Foz-Tua Manuel Roberto
O Douro assinala a 14 de dezembro os 11 anos de Património Mundial da
Humanidade, numa altura em que o Governo prepara o relatório final
para entregar à UNESCO e garantir a compatibilização desta
classificação com a barragem de Foz-Tua.
A chefe de projecto da Estrutura de Missão do Douro, Célia Ramos,
afirmou esta quarta-feira que o Douro "vai conseguir dar resposta e
vai conseguir compatibilizar tudo". "Nós responderemos absolutamente e
com toda a convicção a todas as questões que nos forem colocados e que
nos estão a ser colocadas", salientou.
O Ministério da Agricultura e Ambiente divulgou em Outubro que o
relatório da missão da UNESCO ao Douro concluiu que a construção do
aproveitamento hidroeléctrico de Foz Tua, de acordo com o projecto
revisto, é compatível com a manutenção do Alto Douro Vinhateiro na
Lista do Património Mundial". A organização mundial fez, no entanto,
críticas ao processo e exige medidas de mitigação.
A UNESCO concorda com o enterramento da central eléctrica, num
projecto do arquiteto Souto de Moura, mas exige conhecer e pré-aprovar
soluções para a subestação e para a linha de muito alta tensão. A
organização recomendou ainda a criação de um "Plano de Gestão da
Zona", com força de lei, que proteja o Douro "dos impactos cumulativos
de infra-estruturas como barragens, linhas eléctricas e estradas, como
por impactes incrementais resultantes da ausência de políticas de
gestão consistentes". Este plano terá de ser submetido à UNESCO até 1
de Fevereiro de 2013.
"Julgo que, neste momento, com um tremendo esforço diplomático que foi
feito, com uma viva e empenhada actuação por parte do Ministério do
Ambiente, nós conseguimos vencer esta batalha", sublinhou Célia Ramos.
No dia 14, no Peso da Régua, decorrerá uma cerimónia que culminará as
comemorações de uma década de Património Mundial, iniciadas no ano
passado, e se comemorará mais um ano após a classificação. O Alto
Douro Vinhateiro foi reconhecido em 2001.
Os secretários de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Daniel
Campelo, e do Turismo, Cecília Meireles, deverão participar no evento.
As comemorações arrancam com a inauguração do monumento Feitoria de
Alma, da autoria de Gracinda Marques. Depois, Teresa Andresen,
coordenadora do estudo de avaliação do estado de conservação do Alto
Douro Vinhateiro, fará um balanço da paisagem cultural e Célia Ramos
falará sobre as linhas de força para os futuros dez anos. Será ainda
apresentado o projecto da National Geographic, o mapa guia do
geoturismo para o Douro. As comemorações juntam a Estrutura de Missão
do Douro, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do
Norte, a Liga dos Amigos do Douro Património Mundial e a Comunidade
Intermunicipal do Douro.
http://www.publico.pt/local/noticia/douro-vive-11%C2%BA-ano-como-patrimonio-mundial-e-finaliza-relatorio-para-a-unesco-1576201
05/12/2012 - 13:32
Plano com medidas tendentes a mitigar os impactos de infra-estruturas
como barragens, linhas de eléctricas e estradas terá de ser
apresentado pelo Governo português atá 1 de Fevereiro.
Governo tem garantido que será possível concliar a classificação do
Alto Douro com a barragem de Foz-Tua Manuel Roberto
O Douro assinala a 14 de dezembro os 11 anos de Património Mundial da
Humanidade, numa altura em que o Governo prepara o relatório final
para entregar à UNESCO e garantir a compatibilização desta
classificação com a barragem de Foz-Tua.
A chefe de projecto da Estrutura de Missão do Douro, Célia Ramos,
afirmou esta quarta-feira que o Douro "vai conseguir dar resposta e
vai conseguir compatibilizar tudo". "Nós responderemos absolutamente e
com toda a convicção a todas as questões que nos forem colocados e que
nos estão a ser colocadas", salientou.
O Ministério da Agricultura e Ambiente divulgou em Outubro que o
relatório da missão da UNESCO ao Douro concluiu que a construção do
aproveitamento hidroeléctrico de Foz Tua, de acordo com o projecto
revisto, é compatível com a manutenção do Alto Douro Vinhateiro na
Lista do Património Mundial". A organização mundial fez, no entanto,
críticas ao processo e exige medidas de mitigação.
A UNESCO concorda com o enterramento da central eléctrica, num
projecto do arquiteto Souto de Moura, mas exige conhecer e pré-aprovar
soluções para a subestação e para a linha de muito alta tensão. A
organização recomendou ainda a criação de um "Plano de Gestão da
Zona", com força de lei, que proteja o Douro "dos impactos cumulativos
de infra-estruturas como barragens, linhas eléctricas e estradas, como
por impactes incrementais resultantes da ausência de políticas de
gestão consistentes". Este plano terá de ser submetido à UNESCO até 1
de Fevereiro de 2013.
"Julgo que, neste momento, com um tremendo esforço diplomático que foi
feito, com uma viva e empenhada actuação por parte do Ministério do
Ambiente, nós conseguimos vencer esta batalha", sublinhou Célia Ramos.
No dia 14, no Peso da Régua, decorrerá uma cerimónia que culminará as
comemorações de uma década de Património Mundial, iniciadas no ano
passado, e se comemorará mais um ano após a classificação. O Alto
Douro Vinhateiro foi reconhecido em 2001.
Os secretários de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Daniel
Campelo, e do Turismo, Cecília Meireles, deverão participar no evento.
As comemorações arrancam com a inauguração do monumento Feitoria de
Alma, da autoria de Gracinda Marques. Depois, Teresa Andresen,
coordenadora do estudo de avaliação do estado de conservação do Alto
Douro Vinhateiro, fará um balanço da paisagem cultural e Célia Ramos
falará sobre as linhas de força para os futuros dez anos. Será ainda
apresentado o projecto da National Geographic, o mapa guia do
geoturismo para o Douro. As comemorações juntam a Estrutura de Missão
do Douro, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do
Norte, a Liga dos Amigos do Douro Património Mundial e a Comunidade
Intermunicipal do Douro.
http://www.publico.pt/local/noticia/douro-vive-11%C2%BA-ano-como-patrimonio-mundial-e-finaliza-relatorio-para-a-unesco-1576201
Comissões debatem política agrícola no âmbito do Mercosul
05/12/2012 - 08h10
Agęncia Câmara de Notícia
As comissões de Agricultura Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento
Rural e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional promovem audiência
pública hoje (5), às 14 horas, para debater as políticas agrícolas no
âmbito do Mercosul, em especial em relação ao trigo. Para a reunião
foram convidados os ministros da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, e das Relações Exteriores,
Antônio Patriota.
Apesar de ser um grande produtor de grãos, o Brasil é um dos maiores
importadores de trigo do mundo, sendo que os países integrantes do
Mercosul são os seus principais fornecedores.
Segundo o deputado Eduardo Sciarra (PSD-PR), que solicitou a
realização da reunião, a audiência conjunta entre as comissões
permitirá a discussão da política adotada entre os representantes do
setor agropecuário e do governo.
Serão convidados representantes da Associação Brasileira da Indústria
do Trigo (Abitrigo); da Organização das Cooperativas do Paraná
(Ocepar); da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de
Santa Catarina (Fecoagro); e da Associação das Empresas Cerealistas do
Estado do Rio Grande do Sul (Acergs).
http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=433045
Agęncia Câmara de Notícia
As comissões de Agricultura Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento
Rural e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional promovem audiência
pública hoje (5), às 14 horas, para debater as políticas agrícolas no
âmbito do Mercosul, em especial em relação ao trigo. Para a reunião
foram convidados os ministros da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, e das Relações Exteriores,
Antônio Patriota.
Apesar de ser um grande produtor de grãos, o Brasil é um dos maiores
importadores de trigo do mundo, sendo que os países integrantes do
Mercosul são os seus principais fornecedores.
Segundo o deputado Eduardo Sciarra (PSD-PR), que solicitou a
realização da reunião, a audiência conjunta entre as comissões
permitirá a discussão da política adotada entre os representantes do
setor agropecuário e do governo.
Serão convidados representantes da Associação Brasileira da Indústria
do Trigo (Abitrigo); da Organização das Cooperativas do Paraná
(Ocepar); da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de
Santa Catarina (Fecoagro); e da Associação das Empresas Cerealistas do
Estado do Rio Grande do Sul (Acergs).
http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=433045
Bebemos mais álcool quando a economia está pior?
Consumo tem vindo a aumentar nos Estados Unidos e a cair na Europa
nos últimos anos
Vinho
Dados espelham realidades económicas
D.R.
05/12/2012 | 11:00 | Dinheiro Vivo
O que é que se pode apreender cruzando os dados de consumo de álcool
com os dados económicos dos países? Pode um copo meio cheio
representar uma crise económica, ou pelo contrário, pode um copo meio
vazio representar a saída da recessão e o regresso ao crescimento?
Em momentos em que o dinheiro escasseia nos agregados familiares e as
contas continuam a precisar de ser pagas, a pressão aumenta sobre quem
sustenta os lares, e logicamente pode-se pensar que o consumo de
álcool sobe nestes momentos.
Mas os dados mostram precisamente o contrário: Menos dinheiro
significa menos bebidas alcoólicas. As vendas de álcool nos Estados
Unidos e na Europa são ilustrativas das diferentes situações que se
vivem nos dois blocos económicos: No velho Continente as vendas estão
a cair devido à crise, do outro lado do Atlântico as vendas estão a
aumentar devido à melhoria da situação financeira.
Outro exemplo é o da China onde se espera que o consumo de álcool
aumente 5,9% ao ano até 2016, segundo a consultora Frost & Sullivan,
devido ao bom momento da sua economia.
Nos Estados Unidos as vendas de cerveja, vinho e bebidas espirituosas
nos restaurantes, bares e outros locais com licença para venda de
álcool aumentou 4,9% em 2011, segundo um estudo da Technomic, citado
pelo Huffington Post.
Esta ligeira subida levou a um aumento das vendas em 93,7 mil milhões
de dólares, com a Technomic a esperar que as vendas subam neste ano e
no próximo.
Na Europa, a situação é completamente inversa, devido precisamente à
continuação da degradação do ambiente económico. As vendas de cervejas
tem vindo a cair desde o início da crise na zona euro.
Olhando para os dados de consumo de cerveja na Europa entre 2009 e
2011, a quebra é assinalável: Em 2009 consumia-se 358 milhões de
hectolitros de cerveja nos 27 países da União Europeia. No ano
passado, este valor caiu para os 354 milhões de hectolitros, segundo
um relatório da associação do sector a "Brewers of Europe".
Na produção, o cenário é semelhante: Os 27 países comunitários
produziam 388 milhões de hectolitros em 2009, com o valor a baixar
para 377 milhões de hectolitros no ano passado.
Em Portugal, um dos países mais afectados pela crise na União Europeia
a quebra foi assinalável: O português bebia em média 59 litros de
cerveja por ano em 2009, valor que caiu para os 53 litros em 2011.
Também no consumo de vinho nota-se uma quebra significativa nos
últimos anos nos países europeus. Em Portugal o consumo per capita
caiu 1% entre 2007 e 2010 para os 45,70 litros anuais, segundo dados
do Wine Institute norte-americano.
A Grécia registou uma descida significativa no consumo de vinho: Mais
de 8% entre 2007 e 2010, com os helénicos a beberem 27,52 litros por
ano.
Em Espanha a quebra foi de 20,8% entre 2007 e 2010, na Irlanda foi de
8,3%, e em França foi de 3%. Dos países do Sul da Europa, a Itália foi
a única que aumentou o seu consumo, 3,4%, com cada transalpino a beber
em média 42,15 litros anualmente.
Também o champagne, bebida associada a um nível de vida mais elevado,
está a ter as suas vendas afectadas. Nos primeiros nove meses do ano,
as vendas de champagne caíram 5%. Os produtores ainda esperam que a
situação melhore até ao final do ano, altura em que as vendas aumentam
devido à passagem de ano, mas as vendas vão mesmo cair em 2012,
segundo o Wall Street Journal.
A quebra nas vendas está essencialmente relacionada com a recessão em
França, país que representa 50% das vendas.
Nas bebidas espirituosas também se sente com gravidade a crise. Entre
2007 e 2010 o consumo destas bebidas per capita na União Europeia
desceu 7,82% para os 9,66 litros anuais, depois de um aumento de
consumo entre 2001 e 2007, quando foi alcançado um máximo de 10,48
litros, antes do início da crise, segundo dados da Spirits Europe, a
organização que representa o sector em Bruxelas.
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO076355.html?page=0
nos últimos anos
Vinho
Dados espelham realidades económicas
D.R.
05/12/2012 | 11:00 | Dinheiro Vivo
O que é que se pode apreender cruzando os dados de consumo de álcool
com os dados económicos dos países? Pode um copo meio cheio
representar uma crise económica, ou pelo contrário, pode um copo meio
vazio representar a saída da recessão e o regresso ao crescimento?
Em momentos em que o dinheiro escasseia nos agregados familiares e as
contas continuam a precisar de ser pagas, a pressão aumenta sobre quem
sustenta os lares, e logicamente pode-se pensar que o consumo de
álcool sobe nestes momentos.
Mas os dados mostram precisamente o contrário: Menos dinheiro
significa menos bebidas alcoólicas. As vendas de álcool nos Estados
Unidos e na Europa são ilustrativas das diferentes situações que se
vivem nos dois blocos económicos: No velho Continente as vendas estão
a cair devido à crise, do outro lado do Atlântico as vendas estão a
aumentar devido à melhoria da situação financeira.
Outro exemplo é o da China onde se espera que o consumo de álcool
aumente 5,9% ao ano até 2016, segundo a consultora Frost & Sullivan,
devido ao bom momento da sua economia.
Nos Estados Unidos as vendas de cerveja, vinho e bebidas espirituosas
nos restaurantes, bares e outros locais com licença para venda de
álcool aumentou 4,9% em 2011, segundo um estudo da Technomic, citado
pelo Huffington Post.
Esta ligeira subida levou a um aumento das vendas em 93,7 mil milhões
de dólares, com a Technomic a esperar que as vendas subam neste ano e
no próximo.
Na Europa, a situação é completamente inversa, devido precisamente à
continuação da degradação do ambiente económico. As vendas de cervejas
tem vindo a cair desde o início da crise na zona euro.
Olhando para os dados de consumo de cerveja na Europa entre 2009 e
2011, a quebra é assinalável: Em 2009 consumia-se 358 milhões de
hectolitros de cerveja nos 27 países da União Europeia. No ano
passado, este valor caiu para os 354 milhões de hectolitros, segundo
um relatório da associação do sector a "Brewers of Europe".
Na produção, o cenário é semelhante: Os 27 países comunitários
produziam 388 milhões de hectolitros em 2009, com o valor a baixar
para 377 milhões de hectolitros no ano passado.
Em Portugal, um dos países mais afectados pela crise na União Europeia
a quebra foi assinalável: O português bebia em média 59 litros de
cerveja por ano em 2009, valor que caiu para os 53 litros em 2011.
Também no consumo de vinho nota-se uma quebra significativa nos
últimos anos nos países europeus. Em Portugal o consumo per capita
caiu 1% entre 2007 e 2010 para os 45,70 litros anuais, segundo dados
do Wine Institute norte-americano.
A Grécia registou uma descida significativa no consumo de vinho: Mais
de 8% entre 2007 e 2010, com os helénicos a beberem 27,52 litros por
ano.
Em Espanha a quebra foi de 20,8% entre 2007 e 2010, na Irlanda foi de
8,3%, e em França foi de 3%. Dos países do Sul da Europa, a Itália foi
a única que aumentou o seu consumo, 3,4%, com cada transalpino a beber
em média 42,15 litros anualmente.
Também o champagne, bebida associada a um nível de vida mais elevado,
está a ter as suas vendas afectadas. Nos primeiros nove meses do ano,
as vendas de champagne caíram 5%. Os produtores ainda esperam que a
situação melhore até ao final do ano, altura em que as vendas aumentam
devido à passagem de ano, mas as vendas vão mesmo cair em 2012,
segundo o Wall Street Journal.
A quebra nas vendas está essencialmente relacionada com a recessão em
França, país que representa 50% das vendas.
Nas bebidas espirituosas também se sente com gravidade a crise. Entre
2007 e 2010 o consumo destas bebidas per capita na União Europeia
desceu 7,82% para os 9,66 litros anuais, depois de um aumento de
consumo entre 2001 e 2007, quando foi alcançado um máximo de 10,48
litros, antes do início da crise, segundo dados da Spirits Europe, a
organização que representa o sector em Bruxelas.
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO076355.html?page=0
Fundação Alter Real com nova gestão Fundação Alter Real com nova gestão
2012-12-05
Fonte: Jornal Alto Alentejo
O Estado regulariza as contas, uma nova Administração assume a gestão
total da Coudelaria, um hotel deverá estar construído em dois anos e o
pessoal é reduzido. António Borges poderá ser o futuro presidente da
Fundação Alter Real.
Ao final da tarde de segunda-feira ficaram definidas as linhas mestras
da "nova" Fundação Alter Real (FAR) numa reunião, realizada em Lisboa,
entre os fundadores e a ministra Assunção Cristas, como estava
previsto.
Foi possível conciliar as duas propostas que existiam, fundindo-as, e
no dia 30 foi apresentada à ministra a proposta final subscrita pela
maioria dos 27 fundadores, sendo essa posição concordante com as
disponibilidades do Ministério, que declaradamente não quer suportar
os encargos decorrentes do funcionamento da Coudelaria (que eram cerca
de três milhões de euros/ano no quadro anterior), mas compromete-se a
sanear as contas da FAR, que assim arranca sem saldo negativo para o
futuro.
Deixa de haver lugares na Administração da FAR por inerência,
mantendo-se apenas o do representante do Município de Alter. Assim, a
nova Administração é eleita pelo colégio de fundadores (em princípio
não terá remuneração) e tal deverá ocorrer já dia 12, assumindo
funções a 1 de Janeiro. Sabe-se que há um núcleo de fundadores que
pretende convidar António Borges para a presidência da FAR, e que é
provável que este aceite, até porque pretenderá passar mais tempo em
Alter, agora que a sua saúde está restabelecida.
Para além de ser criador de Lusitanos e de uma das suas empresas ter
sido concessionária da Enoteca da Coudelaria, António Borges conhece
bem a Coudelaria e toda a realidade envolvente, sendo provável que se
disponibilize para assumir o desafio, já que o seu nome é também muito
importante para abrir caminho à entrada de novos fundadores (a
Fundação da Casa de Bragança poderá ser um deles) e mecenas. Nomes
como o do presidente da Neoturis (que é fundadora), ou o do cavaleiro
Paulo Caetano são também apontados para integrar a equipa do Conselho
de Administração que, depois de eleito e de definir a estratégia
contratará um director para a Coudelaria que assegurará toda a gestão
corrente, resolvendo assim em definitivo um dos problemas mais graves
apontados nos últimos tempos: a falta de quem efectivamente mande.
Do projecto faz parte a construção de um hotel que deverá estar
concluído dentro de dois anos, com 50 quartos e com gestão da
Neoturis, que implica a criação de 15 postos de trabalho.
Em contrapartida prevê-se que a totalidade dos postos de trabalho na
Coudelaria fique em 48 e que serão responsabilidade da FAR.
Assim, compete ao Ministério resolver a situação dos funcionários,
enquanto a FAR naturalmente se proporá ficar com os de que necessita.
Também o novo CA decidirá sobre as empresas prestadoras de serviços
que são necessárias ao funcionamento da instituição. Quanto ao
Laboratório de Genética não há dúvida de que se manterá e continuará a
prestar serviço como até aqui.
Certo também é que à FAR ficará afecto o património da Coudelaria com
os terrenos da Coutada do Arneiro, mas não os Mouchões e outros
distantes que ficarão na alçada da Companhia das Lezírias.
Também os livros genealógicos se manterão na Coudelaria que contará
com o apoio da Direcção Geral de Veterinária. A FAR mantém igualmente
o estatuto de instituição de utilidade pública.
A reorganização da FAR e a sua estruturação financeira, o traçar de um
grande plano internacional de promoção e marketing, o desenvolver de
novas actividades e a captação de utilizadores e turistas são os
desafios imediatos para a nova Administração.
«Penso que esta é a melhor solução para Alter e espero não estar
enganado na defesa de Alter, da Coudelaria e dos postos de trabalho»,
disse ao nosso jornal o presidente da Câmara de Alter, Joviano
Vitorino, que questionámos no final da reunião em que participaram
muitos dos fundadores.
O presidente da Câmara de Alter salienta também o trabalho de Bernardo
Alegria que «tem dado o corpo às balas por uma causa em que acredita»,
e que se conta entre os principais obreiros desta solução.
Entretanto hoje, quarta-feira pelas 17h00, haverá uma sessão de
esclarecimento liderada pelo Presidente da Coudelaria com os
colaboradores desta instituição
http://www.equisport.pt/pt/noticias/fundacao-alter-real-com-nova-gestao
Fonte: Jornal Alto Alentejo
O Estado regulariza as contas, uma nova Administração assume a gestão
total da Coudelaria, um hotel deverá estar construído em dois anos e o
pessoal é reduzido. António Borges poderá ser o futuro presidente da
Fundação Alter Real.
Ao final da tarde de segunda-feira ficaram definidas as linhas mestras
da "nova" Fundação Alter Real (FAR) numa reunião, realizada em Lisboa,
entre os fundadores e a ministra Assunção Cristas, como estava
previsto.
Foi possível conciliar as duas propostas que existiam, fundindo-as, e
no dia 30 foi apresentada à ministra a proposta final subscrita pela
maioria dos 27 fundadores, sendo essa posição concordante com as
disponibilidades do Ministério, que declaradamente não quer suportar
os encargos decorrentes do funcionamento da Coudelaria (que eram cerca
de três milhões de euros/ano no quadro anterior), mas compromete-se a
sanear as contas da FAR, que assim arranca sem saldo negativo para o
futuro.
Deixa de haver lugares na Administração da FAR por inerência,
mantendo-se apenas o do representante do Município de Alter. Assim, a
nova Administração é eleita pelo colégio de fundadores (em princípio
não terá remuneração) e tal deverá ocorrer já dia 12, assumindo
funções a 1 de Janeiro. Sabe-se que há um núcleo de fundadores que
pretende convidar António Borges para a presidência da FAR, e que é
provável que este aceite, até porque pretenderá passar mais tempo em
Alter, agora que a sua saúde está restabelecida.
Para além de ser criador de Lusitanos e de uma das suas empresas ter
sido concessionária da Enoteca da Coudelaria, António Borges conhece
bem a Coudelaria e toda a realidade envolvente, sendo provável que se
disponibilize para assumir o desafio, já que o seu nome é também muito
importante para abrir caminho à entrada de novos fundadores (a
Fundação da Casa de Bragança poderá ser um deles) e mecenas. Nomes
como o do presidente da Neoturis (que é fundadora), ou o do cavaleiro
Paulo Caetano são também apontados para integrar a equipa do Conselho
de Administração que, depois de eleito e de definir a estratégia
contratará um director para a Coudelaria que assegurará toda a gestão
corrente, resolvendo assim em definitivo um dos problemas mais graves
apontados nos últimos tempos: a falta de quem efectivamente mande.
Do projecto faz parte a construção de um hotel que deverá estar
concluído dentro de dois anos, com 50 quartos e com gestão da
Neoturis, que implica a criação de 15 postos de trabalho.
Em contrapartida prevê-se que a totalidade dos postos de trabalho na
Coudelaria fique em 48 e que serão responsabilidade da FAR.
Assim, compete ao Ministério resolver a situação dos funcionários,
enquanto a FAR naturalmente se proporá ficar com os de que necessita.
Também o novo CA decidirá sobre as empresas prestadoras de serviços
que são necessárias ao funcionamento da instituição. Quanto ao
Laboratório de Genética não há dúvida de que se manterá e continuará a
prestar serviço como até aqui.
Certo também é que à FAR ficará afecto o património da Coudelaria com
os terrenos da Coutada do Arneiro, mas não os Mouchões e outros
distantes que ficarão na alçada da Companhia das Lezírias.
Também os livros genealógicos se manterão na Coudelaria que contará
com o apoio da Direcção Geral de Veterinária. A FAR mantém igualmente
o estatuto de instituição de utilidade pública.
A reorganização da FAR e a sua estruturação financeira, o traçar de um
grande plano internacional de promoção e marketing, o desenvolver de
novas actividades e a captação de utilizadores e turistas são os
desafios imediatos para a nova Administração.
«Penso que esta é a melhor solução para Alter e espero não estar
enganado na defesa de Alter, da Coudelaria e dos postos de trabalho»,
disse ao nosso jornal o presidente da Câmara de Alter, Joviano
Vitorino, que questionámos no final da reunião em que participaram
muitos dos fundadores.
O presidente da Câmara de Alter salienta também o trabalho de Bernardo
Alegria que «tem dado o corpo às balas por uma causa em que acredita»,
e que se conta entre os principais obreiros desta solução.
Entretanto hoje, quarta-feira pelas 17h00, haverá uma sessão de
esclarecimento liderada pelo Presidente da Coudelaria com os
colaboradores desta instituição
http://www.equisport.pt/pt/noticias/fundacao-alter-real-com-nova-gestao
Assunção Cristas defende compromisso mundial sobre alterações climáticas
Publicado hoje às 11:46
A partir do Qatar, onde vai participar na cimeira do clima, a ministra
Assunção Cristas revelou à TSF que vai deixar clara a necessidade de
criação de um compromisso em torno das alterações climáticas, que
reúna consenso a nível mundial.
Assunção Cristas vai abordar também a questão do aquecimento global
Já em Doha, onde vai participar na cimeira do clima, que arrancou no
passado dia 26 de Novembro, a ministra Assunção Cristas explicou à TSF
que, em nome de Portugal, vai deixar claro que o compromisso em torno
das alterações climáticas exige a criação de um documento vinculativo
que reúna consenso a nível mundial.
Depois de muitos países terem abandonado o protocolo de Quito, sendo
que os mais poluidores nem sequer fazem parte da lista, a ministra do
Ambiente sublinhou que os objetivos, nesta matéria, têm de ser
concretos e comuns.
Na sua intervenção, na cimeira do clima, Assunção Cristas vai abordar,
ainda, a questão do aquecimento global. Também neste ponto, a ministra
considera que há muito a fazer para evitar uma derrapagem dos níveis.
A cimeira do clima em Doha, no Qatar, termina no próximo sábado (dia 8).
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=2928104
A partir do Qatar, onde vai participar na cimeira do clima, a ministra
Assunção Cristas revelou à TSF que vai deixar clara a necessidade de
criação de um compromisso em torno das alterações climáticas, que
reúna consenso a nível mundial.
Assunção Cristas vai abordar também a questão do aquecimento global
Já em Doha, onde vai participar na cimeira do clima, que arrancou no
passado dia 26 de Novembro, a ministra Assunção Cristas explicou à TSF
que, em nome de Portugal, vai deixar claro que o compromisso em torno
das alterações climáticas exige a criação de um documento vinculativo
que reúna consenso a nível mundial.
Depois de muitos países terem abandonado o protocolo de Quito, sendo
que os mais poluidores nem sequer fazem parte da lista, a ministra do
Ambiente sublinhou que os objetivos, nesta matéria, têm de ser
concretos e comuns.
Na sua intervenção, na cimeira do clima, Assunção Cristas vai abordar,
ainda, a questão do aquecimento global. Também neste ponto, a ministra
considera que há muito a fazer para evitar uma derrapagem dos níveis.
A cimeira do clima em Doha, no Qatar, termina no próximo sábado (dia 8).
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=2928104
Amazónia perdeu área do tamanho do Reino Unido em 10 anos
inShare
4 de Dezembro, 2012
A desflorestação da Amazónia destruiu, entre 2000 e 2010, uma área do
tamanho do Reino Unido, refere um estudo da Amazon Information Network
divulgado hoje na Bolívia.
O estudo assinala que, em 10 anos, foram desflorestados perto de 240
mil quilómetros quadrados da floresta amazónica, que inclui
territórios pertencentes a nove nações.
Segundo a Amazon Infomation Network, a responsabilidade da
desflorestação recai na extracção ilegal de madeira, construção de
auto-estradas, actividade mineira, agricultura e pecuária e construção
de barragens.
A rede é composta por 11 organizações ambientais de oito países da
América do Sul e da Guiana Francesa, que partilham a vasta floresta da
Amazónia, cuja maior parte, 63% (6,1 milhões de metros quadrados)
pertence ao Brasil.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=64174
4 de Dezembro, 2012
A desflorestação da Amazónia destruiu, entre 2000 e 2010, uma área do
tamanho do Reino Unido, refere um estudo da Amazon Information Network
divulgado hoje na Bolívia.
O estudo assinala que, em 10 anos, foram desflorestados perto de 240
mil quilómetros quadrados da floresta amazónica, que inclui
territórios pertencentes a nove nações.
Segundo a Amazon Infomation Network, a responsabilidade da
desflorestação recai na extracção ilegal de madeira, construção de
auto-estradas, actividade mineira, agricultura e pecuária e construção
de barragens.
A rede é composta por 11 organizações ambientais de oito países da
América do Sul e da Guiana Francesa, que partilham a vasta floresta da
Amazónia, cuja maior parte, 63% (6,1 milhões de metros quadrados)
pertence ao Brasil.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=64174
BigBaler da New Holland recebe a Medalha de Prata
Nos Prémios Inovação SIMA pela liderança no setor em termos de segurança
A gama BigBaler da New Holland (fardos gigantes) fortaleceu ainda mais
a sua posição líder no setor com a cobiçada Medalha de Prata Inovação
SIMA. O júri internacional constituído por peritos agrícolas ficou
particularmente impressionado com as funcionalidades de segurança de
topo, que melhoram a segurança do operador, com uma abordagem sem
ferramentas, enquanto se mantém a capacidade de produção líder na
categoria. Além do mais, a gama BigBaler é apenas o mais recente
produto no sortido de produtos renovado para operações profissionais
de feno e forragem, que apresenta a gama atualizada de ensiladoras FR
e a nova enfardadeira de câmara fixa de alta densidade, Roll Baler.
A BigBaler é produzida no Centro de Excelência de Colheita da New
Holland, em Zedelgem, na Bélgica, onde beneficia da mais avançado
conhecimento especializado do mundo na área do cultivo. As
instalações, que adquiriram recentemente o nível bronze no sistema
World Class Manufacturing, acolhem tanto a equipa de gestão de produto
como a equipa de desenvolvimento, em conjunto com os departamentos de
testes e fabrico. Este modelo totalmente integrado assegura uma
estreita colaboração e diálogo contínuo para garantir a
competitividade, funcionalidade e qualidade sem igual da BigBaler.
Zedelgem acolhe também o emblemático separador rotativo CR e as
ceifeiras-debulhadoras convencionais CX, bem como a reconhecida gama
de ensiladoras FR.
"Estamos encantados por o júri ter reconhecido os enormes esforços que
temos feito para melhorar a segurança do operador na gama BigBaler
atual, o culminar de mais de vinte e cinco anos de desenvolvimento
contínuo", afirmou Franco Fusignani, responsável pela New Holland
Agriculture. "Não estamos empenhados apenas em melhorar os lucros das
explorações agrícolas, mas também em melhorar as vidas das pessoas que
trabalham diariamente com as nossas máquinas. A segurança é a nossa
principal prioridade."
Garantia de operação segura e protegida
A gama BigBaler foi concebida com a segurança em mente, já que a New
Holland sabe que a segurança é uma questão fundamental, e que, quando
o operador é pressionado para trazer o cultivo em condições ótimas, um
atalho pode ser fatal. Além disso, estes sistemas de segurança
avançados foram desenhados para não necessitar de ferramentas,
conseguindo assim um acesso rápido e livre de incómodos.
Foi desenvolvido um sistema de segurança único, de forma que a
proteção frontal apenas possa ser aberta quando a enfardadeira estiver
totalmente estacionária: quando a TDF tiver sidodesativada e quando o
travão do volante de inércia tiver sido engatado. O operador apenas
poderá desengatar a proteção frontal, mediante alavanca dedicada,
quando estas condições forem obtidas.
As portas laterais abrem na mais absoluta segurança e com esforço
mínimo do operador, uma vez que a abertura é assistida por potentes
amortecedores pneumáticos, que também suportam asproteções laterais
quando abertas. A segurança do operador foi melhorada, pois não há
acesso a componentes móveis através das caixas de dentes. A plataforma
de manutenção extra plana no topo da enfardadeira torna o trabalho em
altura ainda mais seguro, especialmente quando combinada com os apoios
para as mãos. Um dispositivo de bloqueio da agulha dedicado
encontra-se convenientemente posicionado junto da escada de acesso
traseiro, evitando o acesso ao sistema de atamento, a menos que o
bloqueio tenha sido engatado.
Produtividade, eficiência e capacidade de produção líderes no setor:
até 110 fardos/hora
A gama BigBaler tornou-se ainda mais uma referência no setor das
enfardadeiras de fardos gigantes, tornando-se a escolha predefinida
das operações de enfardamento profissional, empreiteiros na área das
culturas de biomassa e exploração de geração de energia. Sendo a
enfardadeira de fardos gigantes mais produtiva no segmento, a BigBaler
é capaz de produzir até 110 fardos/hora, atingindo uma capacidade de
produção inigualável.
O sistema de recolha MaxiSweep™ assegura a alimentação constante e sem
percalços de um volume ainda maior de cultivo, e contribuiu para um
aumento de capacidade de até 20%. A densidade dos fardos foi
beneficiada em até 5% graças à câmara de pré-compressão melhorada que
usufrui da tecnologia avançada SmartFill™, que utiliza uma rede de
sensores para guiar o operador para manter a formação de partículas
uniforme, obtendo-se fardos de densidade uniforme.
Soluções PLM™ avançadas como a tecnologia de pesagem de fardos em
andamento ActiveWeigh™, podem ser registadas em conjunto com o teor de
humidade, data e hora, e a localização GPS do fardo, para criar dados
de mapeamento precisos da produção e do campo, para que os fatores de
produção possam ser afinados no sentido de aumentar a produtividade e
a rentabilidade em épocas subsequentes.
A capacidade de produção significativa e as vantagens qualitativas da
BigBaler foram também reconhecidas com o prestigiado prémio AE50,
conferido pela American Society of Agricultural and Biological
Engineers (Sociedade Americana de Engenheiros Agrícolas e Biológicos).
A gama BigBaler foi considerada uma das cinquenta mais inovadoras
ideias de produto no mercado em 2012.
http://www.vozdocampo.com/especiais/maquinas-equipamentos/bigbaler-da-new-holland-recebe-a-medalha-de-prata/
A gama BigBaler da New Holland (fardos gigantes) fortaleceu ainda mais
a sua posição líder no setor com a cobiçada Medalha de Prata Inovação
SIMA. O júri internacional constituído por peritos agrícolas ficou
particularmente impressionado com as funcionalidades de segurança de
topo, que melhoram a segurança do operador, com uma abordagem sem
ferramentas, enquanto se mantém a capacidade de produção líder na
categoria. Além do mais, a gama BigBaler é apenas o mais recente
produto no sortido de produtos renovado para operações profissionais
de feno e forragem, que apresenta a gama atualizada de ensiladoras FR
e a nova enfardadeira de câmara fixa de alta densidade, Roll Baler.
A BigBaler é produzida no Centro de Excelência de Colheita da New
Holland, em Zedelgem, na Bélgica, onde beneficia da mais avançado
conhecimento especializado do mundo na área do cultivo. As
instalações, que adquiriram recentemente o nível bronze no sistema
World Class Manufacturing, acolhem tanto a equipa de gestão de produto
como a equipa de desenvolvimento, em conjunto com os departamentos de
testes e fabrico. Este modelo totalmente integrado assegura uma
estreita colaboração e diálogo contínuo para garantir a
competitividade, funcionalidade e qualidade sem igual da BigBaler.
Zedelgem acolhe também o emblemático separador rotativo CR e as
ceifeiras-debulhadoras convencionais CX, bem como a reconhecida gama
de ensiladoras FR.
"Estamos encantados por o júri ter reconhecido os enormes esforços que
temos feito para melhorar a segurança do operador na gama BigBaler
atual, o culminar de mais de vinte e cinco anos de desenvolvimento
contínuo", afirmou Franco Fusignani, responsável pela New Holland
Agriculture. "Não estamos empenhados apenas em melhorar os lucros das
explorações agrícolas, mas também em melhorar as vidas das pessoas que
trabalham diariamente com as nossas máquinas. A segurança é a nossa
principal prioridade."
Garantia de operação segura e protegida
A gama BigBaler foi concebida com a segurança em mente, já que a New
Holland sabe que a segurança é uma questão fundamental, e que, quando
o operador é pressionado para trazer o cultivo em condições ótimas, um
atalho pode ser fatal. Além disso, estes sistemas de segurança
avançados foram desenhados para não necessitar de ferramentas,
conseguindo assim um acesso rápido e livre de incómodos.
Foi desenvolvido um sistema de segurança único, de forma que a
proteção frontal apenas possa ser aberta quando a enfardadeira estiver
totalmente estacionária: quando a TDF tiver sidodesativada e quando o
travão do volante de inércia tiver sido engatado. O operador apenas
poderá desengatar a proteção frontal, mediante alavanca dedicada,
quando estas condições forem obtidas.
As portas laterais abrem na mais absoluta segurança e com esforço
mínimo do operador, uma vez que a abertura é assistida por potentes
amortecedores pneumáticos, que também suportam asproteções laterais
quando abertas. A segurança do operador foi melhorada, pois não há
acesso a componentes móveis através das caixas de dentes. A plataforma
de manutenção extra plana no topo da enfardadeira torna o trabalho em
altura ainda mais seguro, especialmente quando combinada com os apoios
para as mãos. Um dispositivo de bloqueio da agulha dedicado
encontra-se convenientemente posicionado junto da escada de acesso
traseiro, evitando o acesso ao sistema de atamento, a menos que o
bloqueio tenha sido engatado.
Produtividade, eficiência e capacidade de produção líderes no setor:
até 110 fardos/hora
A gama BigBaler tornou-se ainda mais uma referência no setor das
enfardadeiras de fardos gigantes, tornando-se a escolha predefinida
das operações de enfardamento profissional, empreiteiros na área das
culturas de biomassa e exploração de geração de energia. Sendo a
enfardadeira de fardos gigantes mais produtiva no segmento, a BigBaler
é capaz de produzir até 110 fardos/hora, atingindo uma capacidade de
produção inigualável.
O sistema de recolha MaxiSweep™ assegura a alimentação constante e sem
percalços de um volume ainda maior de cultivo, e contribuiu para um
aumento de capacidade de até 20%. A densidade dos fardos foi
beneficiada em até 5% graças à câmara de pré-compressão melhorada que
usufrui da tecnologia avançada SmartFill™, que utiliza uma rede de
sensores para guiar o operador para manter a formação de partículas
uniforme, obtendo-se fardos de densidade uniforme.
Soluções PLM™ avançadas como a tecnologia de pesagem de fardos em
andamento ActiveWeigh™, podem ser registadas em conjunto com o teor de
humidade, data e hora, e a localização GPS do fardo, para criar dados
de mapeamento precisos da produção e do campo, para que os fatores de
produção possam ser afinados no sentido de aumentar a produtividade e
a rentabilidade em épocas subsequentes.
A capacidade de produção significativa e as vantagens qualitativas da
BigBaler foram também reconhecidas com o prestigiado prémio AE50,
conferido pela American Society of Agricultural and Biological
Engineers (Sociedade Americana de Engenheiros Agrícolas e Biológicos).
A gama BigBaler foi considerada uma das cinquenta mais inovadoras
ideias de produto no mercado em 2012.
http://www.vozdocampo.com/especiais/maquinas-equipamentos/bigbaler-da-new-holland-recebe-a-medalha-de-prata/
Promoção dos vinhos portugueses vai ser concertada
por Patrícia Guimarães 5 de Dezembro - 2012
A promoção dos vinhos de Portugal vai passar a ser realizada numa ação
concertada entre os vários agentes do setor, organismos, associações
profissionais e regiões demarcadas.
O objetivo é evitar desgastes de mercados, mas também rentabilizar o
investimento, evitando a duplicação de ações de promoção dos vinhos
nacionais nos mesmos mercados ou países.
A novidade foi apresentada no Fórum Vinhos de Portugal, onde foram
dadas a conhecer as diversas ações de divulgação programadas para o
ano que se avizinha. O ano de 2013 conta com um orçamento semelhante
ao deste ano - sete milhões de euros, que se distribuem por dois
milhões destinados ao mercado dos EUA, um milhão para promoção no
Brasil, cabendo a mercados como Canadá, China e Angola verbas que
rondam os 500 a 700 mil euros.
As maiores apostas de promoção da ViniPortugal passam pelos Estados
Unidos, Canadá, Brasil, Angola e China, mercados que representam uma
parte significativa das exportações de vinho nacional e que continuam
a apresentar um forte potencial de crescimento. Na Europa, os maiores
investimentos estão destinados à Alemanha, Reino Unido, Suécia,
Noruega, e Finlândia.
De acordo com o presidente da ViniPortugal, Jorge Monteiro, as
exportações de vinhos portugueses cresceram 9,9% no primeiro semestre
deste ano, face ao período homólogo de 2011, atingindo 304,3 milhões
de euros: "Esperamos que, este ano, Portugal chegue aos cerca de 690
milhões de euros de exportações", sublinha Jorge Monteiro, ressalvando
ser necessário acompanhar o desenvolvimento económico dos países
emergentes, onde o crescimento de uma classe média tende a
"ocidentalizar alguns costumes" como o consumo de vinho.
http://www.enovitis.com/news.aspx?menuid=8&eid=5569&bl=1
A promoção dos vinhos de Portugal vai passar a ser realizada numa ação
concertada entre os vários agentes do setor, organismos, associações
profissionais e regiões demarcadas.
O objetivo é evitar desgastes de mercados, mas também rentabilizar o
investimento, evitando a duplicação de ações de promoção dos vinhos
nacionais nos mesmos mercados ou países.
A novidade foi apresentada no Fórum Vinhos de Portugal, onde foram
dadas a conhecer as diversas ações de divulgação programadas para o
ano que se avizinha. O ano de 2013 conta com um orçamento semelhante
ao deste ano - sete milhões de euros, que se distribuem por dois
milhões destinados ao mercado dos EUA, um milhão para promoção no
Brasil, cabendo a mercados como Canadá, China e Angola verbas que
rondam os 500 a 700 mil euros.
As maiores apostas de promoção da ViniPortugal passam pelos Estados
Unidos, Canadá, Brasil, Angola e China, mercados que representam uma
parte significativa das exportações de vinho nacional e que continuam
a apresentar um forte potencial de crescimento. Na Europa, os maiores
investimentos estão destinados à Alemanha, Reino Unido, Suécia,
Noruega, e Finlândia.
De acordo com o presidente da ViniPortugal, Jorge Monteiro, as
exportações de vinhos portugueses cresceram 9,9% no primeiro semestre
deste ano, face ao período homólogo de 2011, atingindo 304,3 milhões
de euros: "Esperamos que, este ano, Portugal chegue aos cerca de 690
milhões de euros de exportações", sublinha Jorge Monteiro, ressalvando
ser necessário acompanhar o desenvolvimento económico dos países
emergentes, onde o crescimento de uma classe média tende a
"ocidentalizar alguns costumes" como o consumo de vinho.
http://www.enovitis.com/news.aspx?menuid=8&eid=5569&bl=1
França apresentará nova regulação das relações comerciais
por Ana Rita Costa 5 de Dezembro - 2012
O executivo francês irá apresentar em 2013 medidas para regular as
relações comerciais entre produtores e distribuidores.
O ministro da Agricultura de França, Stéphane Le Foll, defende que o
setor agrícola deve contar com medidas para a regulação das relações
comerciais.
Le Foll disse ainda que é importante garantir que as leis se cumpram.
Os setores da pecuária, como o lácteo, bovino, suíno e avícola, assim
como as frutas e hortícolas, estão a sofrer crescentes dificuldades
que os estão a destabilizar. Esta situação provocou uma reunião, há
poucos dias, entre os ministros franceses da Agricultura e da
Economia, que anunciaram atuações conjuntas dos seus ministérios.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6825&bl=1
O executivo francês irá apresentar em 2013 medidas para regular as
relações comerciais entre produtores e distribuidores.
O ministro da Agricultura de França, Stéphane Le Foll, defende que o
setor agrícola deve contar com medidas para a regulação das relações
comerciais.
Le Foll disse ainda que é importante garantir que as leis se cumpram.
Os setores da pecuária, como o lácteo, bovino, suíno e avícola, assim
como as frutas e hortícolas, estão a sofrer crescentes dificuldades
que os estão a destabilizar. Esta situação provocou uma reunião, há
poucos dias, entre os ministros franceses da Agricultura e da
Economia, que anunciaram atuações conjuntas dos seus ministérios.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6825&bl=1
Albufeira do Alqueva está a 85% da capacidade máxima
17:11 Terça feira, 4 de dezembro de 2012
Beja, 04 dez (Lusa) - A albufeira da Barragem do Alqueva, o maior lago
artificial da Europa, está a 85% da sua capacidade máxima, mas, para
já, não estão previstas descargas controladas, o que só deverá
acontecer quando atingir o pleno armazenamento.
Segundos dados do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos,
recolhidos às 00:15 de hoje, a albufeira do Alqueva, situada no rio
Guadiana, armazena 3.530 hectómetros cúbicos (hm3) de água e está à
cota 148.99. Ou seja, a albufeira do Alqueva está a 85% da sua
capacidade máxima e precisa de mais 620 hm3 de água, o correspondente
a cerca de seis albufeiras do Roxo, para atingir o pleno
armazenamento, que é de 4.150 hm3, à cota de 152 metros.
A água armazenada hoje na albufeira do Alqueva "já é uma garantia"
para "suprir todas as necessidades" do projeto "nos próximos anos",
mas "ainda admite um armazenamento de mais 620 hm3" e, por isso,
atualmente, não se equaciona a necessidade de descargas controladas,
disse à agência Lusa fonte da Empresa de Desenvolvimento e
Infraestruturas do Alqueva (EDIA). A albufeira do Alqueva é o maior
lago artificial da Europa e tem uma área inundável de 250 quilómetros
quadrados e cerca de 1.100 quilómetros de margens.
http://expresso.sapo.pt/albufeira-do-alqueva-esta-a-85-da-capacidade-maxima=f771449
Beja, 04 dez (Lusa) - A albufeira da Barragem do Alqueva, o maior lago
artificial da Europa, está a 85% da sua capacidade máxima, mas, para
já, não estão previstas descargas controladas, o que só deverá
acontecer quando atingir o pleno armazenamento.
Segundos dados do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos,
recolhidos às 00:15 de hoje, a albufeira do Alqueva, situada no rio
Guadiana, armazena 3.530 hectómetros cúbicos (hm3) de água e está à
cota 148.99. Ou seja, a albufeira do Alqueva está a 85% da sua
capacidade máxima e precisa de mais 620 hm3 de água, o correspondente
a cerca de seis albufeiras do Roxo, para atingir o pleno
armazenamento, que é de 4.150 hm3, à cota de 152 metros.
A água armazenada hoje na albufeira do Alqueva "já é uma garantia"
para "suprir todas as necessidades" do projeto "nos próximos anos",
mas "ainda admite um armazenamento de mais 620 hm3" e, por isso,
atualmente, não se equaciona a necessidade de descargas controladas,
disse à agência Lusa fonte da Empresa de Desenvolvimento e
Infraestruturas do Alqueva (EDIA). A albufeira do Alqueva é o maior
lago artificial da Europa e tem uma área inundável de 250 quilómetros
quadrados e cerca de 1.100 quilómetros de margens.
http://expresso.sapo.pt/albufeira-do-alqueva-esta-a-85-da-capacidade-maxima=f771449
AICEP. Empresas não aguentam greve de estivadores por muito mais tempo
Por Agência Lusa, publicado em 4 Dez 2012 - 16:21 | Actualizado há 14
horas 50 minutos
As empresas portuguesas "não podem nem aguentam o arrastamento da
greve" dos estivadores "por muito mais tempo", disse hoje à Lusa o
presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de
Portugal (AICEP).
"A situação, pelo país, pela economia, pelo oxigénio que as
exportações significam neste momento para Portugal, não se pode
arrastar", sublinhou Pedro Reis, numa altura em que "continuam a
chegar sinais de alarme das empresas".
O presidente da AICEP garantiu que o impacto na economia portuguesa
está a ser quantificado e monitorizado e que "os números ainda não
estão fechados (...) porque existe uma fatura que tem a ver com o
acréscimo de custos", que contempla "o que saiu, mas teve que se
movimentar para outros portos e armazéns".
Durante uma visita a empresas na região de Leiria, Pedro Reis afirmou
não ter dúvidas de que o prejuízo atinge "várias dezenas de milhões de
euros por mês e, no acumulado, de centenas de milhões de euros".
Os últimos dados, recordou, indicam que entre agosto e setembro "as
exportações quebraram 230 milhões para os mercados fora da Europa,
sendo que 80 por cento, vão por via marítima". Entretanto, frisou, "já
se passaram dois meses".
Os estivadores dos portos de Lisboa, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz
estão em greves sucessivas desde setembro, altura em que o Governo
anunciou o acordo com 9 dos 11 sindicatos representativos dos
trabalhadores portuários para a nova legislação.
Na segunda-feira, o Sindicato dos Estivadores do Centro e Sul e o
Sindicato dos Trabalhadores do Porto de Aveiro entregaram um novo
pré-aviso de greve que vai prolongar a paralisação em curso até à
véspera de Natal.
O pré-aviso abrange todo o trabalho portuário entre as 08:00 do dia 17
e as 08:00 do dia 24, com algumas exceções.
No porto de Lisboa, a paralisação será interrompida entre as 17:00 e
as 20:00 e entre as 21:00 e as 24:00 dos dias úteis entre 17 e 21 de
dezembro.
No porto de Setúbal, a interrupção será entre as 17:00 e as 20:00 e
entre 21:00 e a 01:00 dos dias úteis entre 17 e 21.
Nos portos de Aveiro e Figueira da Foz, a greve será interrompida
entre as 8:00 e as 12:00 e entre as 13:00 e as 17:00 dos dias úteis
entre 17 e 21.
Na origem das sucessivas greves dos estivadores está o novo regime do
trabalho portuário, que foi votado na generalidade pela Assembleia da
República na passada quinta-feira.
Os trabalhadores não aceitam, nomeadamente, a restrição das funções
consideradas como trabalho portuário, uma das alterações propostas no
decreto-lei, porque temem perder postos de trabalho.
Atualmente o trabalho portuário inclui toda a área de jurisdição do
porto. A proposta de lei em discussão prevê uma restrição das tarefas
a realizar pelos estivadores, dado que o serviço nas portarias, nos
armazéns e a condução de veículos pesados deixarão de ser considerados
como trabalho portuário.
http://www.ionline.pt/portugal/aicep-empresas-nao-aguentam-greve-estivadores-muito-mais-tempo
horas 50 minutos
As empresas portuguesas "não podem nem aguentam o arrastamento da
greve" dos estivadores "por muito mais tempo", disse hoje à Lusa o
presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de
Portugal (AICEP).
"A situação, pelo país, pela economia, pelo oxigénio que as
exportações significam neste momento para Portugal, não se pode
arrastar", sublinhou Pedro Reis, numa altura em que "continuam a
chegar sinais de alarme das empresas".
O presidente da AICEP garantiu que o impacto na economia portuguesa
está a ser quantificado e monitorizado e que "os números ainda não
estão fechados (...) porque existe uma fatura que tem a ver com o
acréscimo de custos", que contempla "o que saiu, mas teve que se
movimentar para outros portos e armazéns".
Durante uma visita a empresas na região de Leiria, Pedro Reis afirmou
não ter dúvidas de que o prejuízo atinge "várias dezenas de milhões de
euros por mês e, no acumulado, de centenas de milhões de euros".
Os últimos dados, recordou, indicam que entre agosto e setembro "as
exportações quebraram 230 milhões para os mercados fora da Europa,
sendo que 80 por cento, vão por via marítima". Entretanto, frisou, "já
se passaram dois meses".
Os estivadores dos portos de Lisboa, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz
estão em greves sucessivas desde setembro, altura em que o Governo
anunciou o acordo com 9 dos 11 sindicatos representativos dos
trabalhadores portuários para a nova legislação.
Na segunda-feira, o Sindicato dos Estivadores do Centro e Sul e o
Sindicato dos Trabalhadores do Porto de Aveiro entregaram um novo
pré-aviso de greve que vai prolongar a paralisação em curso até à
véspera de Natal.
O pré-aviso abrange todo o trabalho portuário entre as 08:00 do dia 17
e as 08:00 do dia 24, com algumas exceções.
No porto de Lisboa, a paralisação será interrompida entre as 17:00 e
as 20:00 e entre as 21:00 e as 24:00 dos dias úteis entre 17 e 21 de
dezembro.
No porto de Setúbal, a interrupção será entre as 17:00 e as 20:00 e
entre 21:00 e a 01:00 dos dias úteis entre 17 e 21.
Nos portos de Aveiro e Figueira da Foz, a greve será interrompida
entre as 8:00 e as 12:00 e entre as 13:00 e as 17:00 dos dias úteis
entre 17 e 21.
Na origem das sucessivas greves dos estivadores está o novo regime do
trabalho portuário, que foi votado na generalidade pela Assembleia da
República na passada quinta-feira.
Os trabalhadores não aceitam, nomeadamente, a restrição das funções
consideradas como trabalho portuário, uma das alterações propostas no
decreto-lei, porque temem perder postos de trabalho.
Atualmente o trabalho portuário inclui toda a área de jurisdição do
porto. A proposta de lei em discussão prevê uma restrição das tarefas
a realizar pelos estivadores, dado que o serviço nas portarias, nos
armazéns e a condução de veículos pesados deixarão de ser considerados
como trabalho portuário.
http://www.ionline.pt/portugal/aicep-empresas-nao-aguentam-greve-estivadores-muito-mais-tempo
Mercado cervejeiro vai cair 10% este ano em Portugal
16:26 Terça feira, 4 de dezembro de 2012
Lisboa, 04 dez (Lusa) - O presidente executivo da Sociedade Central de
Cervejas (SCC), Ronald den Elzen, afirmou hoje que o mercado
cervejeiro vai cair 10% este ano, em Portugal.
Ronald den Elzen, que falava em Lisboa num encontro com jornalistas,
disse que a SCC, dona da cerveja Sagres e das águas do Luso,
acrescentou que as receitas da empresa vão registar uma "ligeira
descida" este ano, face a igual período de 2011, mas escusou-se a
adiantar mais pormenores.
Sobre as suas expectativas em relação a 2013, considerou que o ano vai
"ser semelhante" ao de 2012.
http://expresso.sapo.pt/mercado-cervejeiro-vai-cair-10-este-ano-em-portugal=f771440
Lisboa, 04 dez (Lusa) - O presidente executivo da Sociedade Central de
Cervejas (SCC), Ronald den Elzen, afirmou hoje que o mercado
cervejeiro vai cair 10% este ano, em Portugal.
Ronald den Elzen, que falava em Lisboa num encontro com jornalistas,
disse que a SCC, dona da cerveja Sagres e das águas do Luso,
acrescentou que as receitas da empresa vão registar uma "ligeira
descida" este ano, face a igual período de 2011, mas escusou-se a
adiantar mais pormenores.
Sobre as suas expectativas em relação a 2013, considerou que o ano vai
"ser semelhante" ao de 2012.
http://expresso.sapo.pt/mercado-cervejeiro-vai-cair-10-este-ano-em-portugal=f771440
Comissão de Agricultura e Mar aprova relatório sobre condições de pesca em profundidade
16:00 Terça feira, 4 de dezembro de 2012
Lisboa, 04 dez (Lusa) - A comissão parlamentar de Agricultura e Mar
aprovou hoje o relatório sobre a proposta europeia que estabelece as
condições para a pesca em profundidade no Atlântico Nordeste.
O relatório escrito pelo deputado social-democrata Ulisses Pereira,
que contém apenas ligeiras alterações à proposta de Bruxelas, foi
aprovado por unanimidade.
O documento refere-se a uma proposta da Comissão Europeia que pretende
reforçar o sistema de licenças de pesca de profundidade, com o
objetivo de eliminar as práticas de arrasto pelo fundo e as redes de
emalhar fundeadas, o que poderá afetar os Açores e Madeira.
http://expresso.sapo.pt/comissao-de-agricultura-e-mar-aprova-relatorio-sobre-condicoes-de-pesca-em-profundidade=f771426
Lisboa, 04 dez (Lusa) - A comissão parlamentar de Agricultura e Mar
aprovou hoje o relatório sobre a proposta europeia que estabelece as
condições para a pesca em profundidade no Atlântico Nordeste.
O relatório escrito pelo deputado social-democrata Ulisses Pereira,
que contém apenas ligeiras alterações à proposta de Bruxelas, foi
aprovado por unanimidade.
O documento refere-se a uma proposta da Comissão Europeia que pretende
reforçar o sistema de licenças de pesca de profundidade, com o
objetivo de eliminar as práticas de arrasto pelo fundo e as redes de
emalhar fundeadas, o que poderá afetar os Açores e Madeira.
http://expresso.sapo.pt/comissao-de-agricultura-e-mar-aprova-relatorio-sobre-condicoes-de-pesca-em-profundidade=f771426
Bem-Vindos!
Carlos Neves
Era uma vez um pai que tinha dois filhos. O mais velho ficou com ele a
trabalhar a terra. O mais novo partiu, faliu e voltou mais tarde,
arrependido e foi recebido com alegria pelo pai (para mais detalhes,
ler Evangelho de Lucas cap.15, 11-32). Era uma vez um país com 10
milhões de filhos. Os mais velhos e meia dúzia de jovens agricultores
ficaram a trabalhar a mãe terra, os outros partiram á procura de vida
melhor. Partiram muitas vezes aconselhados pelos pais, como cantaram
os Rio Grande no "Postal dos Correios" - "…o rapaz estuda nos
computadores, dizem que é um emprego com saída…" - e regressam agora
em alta velocidade (para mais detalhes, vejam o telejornal e leiam os
jornais). 240 jovens agricultores com projecto aprovado por mês. 2800
entre Janeiro e Outubro. Instalaram-se mais jovens agricultores no
último ano que nos seis anteriores.
A agricultura melhorou assim tanto? Não, foi o resto que piorou. A
agricultura portuguesa vai seguindo o seu caminho, entre as vozes
ignorantes que decretaram o seu fim vezes sem conta e os que de vez em
quando têm paixões arrebatadoras pelo sector primário. Hoje muitos
jovens metem na gaveta o canudo de um curso que lhes serve de pouco e
deitam um olho às terras subaproveitadas da família, aos fundos
comunitários e arriscam investir na agricultura. Deixam de lado as
produções tradicionais e investem nas últimas "tendências", como os
pequenos frutos, de que o mirtilo é o exemplo mais famoso. Sem
ressentimentos de irmão mais velho, permitam-me breves comentários a
este fenómeno:
1) É muito positiva esta súbita paixão pela agricultura. A terra
precisa de jovens e o povo precisa de toda a comida que possamos
produzir. A agricultura deixa de ser o exclusivo de idosos desanimados
e recebe uma nova vaga de jovens empreendedores. Mas, atenção:
2) É preocupante que muitos dos novos agricultores partam do zero,
transformando completamente as explorações agrícolas da família que
estavam em "hibernação" à décadas ou mesmo entrando na agricultura sem
qualquer tradição familiar nas últimas gerações. É preocupante porque
o aprendiz que não teve mestre aprenderá à custa dos seus erros, o que
pode sair caro. Para prevenir isto, é fundamental procurar informação,
visitar explorações instaladas, ouvir opiniões, estagiar em
explorações disponíveis, procurar apoio técnico competente e fazer um
plano de negócios realista.
A agricultura já não exige o esforço físico de sol a sol como
antigamente, já há tractores com ar condicionado, previsão do tempo na
internet, programas informáticos, estufas automatizadas, mas … o
estrume ainda cheira a estrume, as moscas sujam, as estufas são
quentes, o sol queima, o pó e a lama alternam-se, o clima prega
partidas. Isto já não é tão duro como foi mas ainda não é tão doce
como parece, visto da cidade, a saborear "pão de trigo com linguiça
para a merenda / sempre dá pra enganar a saudade".
3) Com mais ou menos dificuldade, será possível ultrapassar o desafio
de produzir muito, bom e barato. Resta vender bem, o calcanhar de
Aquiles da agricultura portuguesa. Na fileira agro-alimentar, entre
produção, indústria e comércio estamos todos no mesmo barco, mas os
agricultores são os escravos no porão a remar ou meter carvão nas
máquinas. Quando o Titanic começa a meter água, são os de baixo que
molham os pés. É por isso que são precisas as associações,
organizações de produtores e cooperativas, para divulgar informações,
defender os produtores no mercado e organizar a recolha, calibragem,
transformação, embalamento e armazenamento dos produtos agrícolas em
boas condições até ao cliente final. E é preciso que a Europa e os
governos, além de dar apoios à instalação, criem e exijam o
cumprimento de regras de mercado que equilibrem as relações e protejam
o elo mais fraco da cadeia, a produção.
4) Por vezes, o tempo desgasta e corrompe o funcionamento de
organizações agrícolas fundadas para defender os produtores que acabam
atrofiadas na mão de dirigentes que se perpetuam no poder, com a
desculpa de não haver ninguém para os substituir. É muito importante
que os novos agricultores levem a sua energia e juventude para as
organizações agrícolas envelhecidas. Importa não generalizar, separar
o trigo do joio, salvar o que for possível ou partir para novas
associações ou cooperativas se necessário.
Sejam bem-vindos então à agricultura, produzam o melhor possível,
controlem a comercialização e renovem também as organizações
agrícolas. Boa sorte e bom trabalho!
(publicado na Edição de Dezembro da Revista "Mundo Rural")
Carlos Neves
http://www.agroportal.pt/a/2012/cneves5.htm
Era uma vez um pai que tinha dois filhos. O mais velho ficou com ele a
trabalhar a terra. O mais novo partiu, faliu e voltou mais tarde,
arrependido e foi recebido com alegria pelo pai (para mais detalhes,
ler Evangelho de Lucas cap.15, 11-32). Era uma vez um país com 10
milhões de filhos. Os mais velhos e meia dúzia de jovens agricultores
ficaram a trabalhar a mãe terra, os outros partiram á procura de vida
melhor. Partiram muitas vezes aconselhados pelos pais, como cantaram
os Rio Grande no "Postal dos Correios" - "…o rapaz estuda nos
computadores, dizem que é um emprego com saída…" - e regressam agora
em alta velocidade (para mais detalhes, vejam o telejornal e leiam os
jornais). 240 jovens agricultores com projecto aprovado por mês. 2800
entre Janeiro e Outubro. Instalaram-se mais jovens agricultores no
último ano que nos seis anteriores.
A agricultura melhorou assim tanto? Não, foi o resto que piorou. A
agricultura portuguesa vai seguindo o seu caminho, entre as vozes
ignorantes que decretaram o seu fim vezes sem conta e os que de vez em
quando têm paixões arrebatadoras pelo sector primário. Hoje muitos
jovens metem na gaveta o canudo de um curso que lhes serve de pouco e
deitam um olho às terras subaproveitadas da família, aos fundos
comunitários e arriscam investir na agricultura. Deixam de lado as
produções tradicionais e investem nas últimas "tendências", como os
pequenos frutos, de que o mirtilo é o exemplo mais famoso. Sem
ressentimentos de irmão mais velho, permitam-me breves comentários a
este fenómeno:
1) É muito positiva esta súbita paixão pela agricultura. A terra
precisa de jovens e o povo precisa de toda a comida que possamos
produzir. A agricultura deixa de ser o exclusivo de idosos desanimados
e recebe uma nova vaga de jovens empreendedores. Mas, atenção:
2) É preocupante que muitos dos novos agricultores partam do zero,
transformando completamente as explorações agrícolas da família que
estavam em "hibernação" à décadas ou mesmo entrando na agricultura sem
qualquer tradição familiar nas últimas gerações. É preocupante porque
o aprendiz que não teve mestre aprenderá à custa dos seus erros, o que
pode sair caro. Para prevenir isto, é fundamental procurar informação,
visitar explorações instaladas, ouvir opiniões, estagiar em
explorações disponíveis, procurar apoio técnico competente e fazer um
plano de negócios realista.
A agricultura já não exige o esforço físico de sol a sol como
antigamente, já há tractores com ar condicionado, previsão do tempo na
internet, programas informáticos, estufas automatizadas, mas … o
estrume ainda cheira a estrume, as moscas sujam, as estufas são
quentes, o sol queima, o pó e a lama alternam-se, o clima prega
partidas. Isto já não é tão duro como foi mas ainda não é tão doce
como parece, visto da cidade, a saborear "pão de trigo com linguiça
para a merenda / sempre dá pra enganar a saudade".
3) Com mais ou menos dificuldade, será possível ultrapassar o desafio
de produzir muito, bom e barato. Resta vender bem, o calcanhar de
Aquiles da agricultura portuguesa. Na fileira agro-alimentar, entre
produção, indústria e comércio estamos todos no mesmo barco, mas os
agricultores são os escravos no porão a remar ou meter carvão nas
máquinas. Quando o Titanic começa a meter água, são os de baixo que
molham os pés. É por isso que são precisas as associações,
organizações de produtores e cooperativas, para divulgar informações,
defender os produtores no mercado e organizar a recolha, calibragem,
transformação, embalamento e armazenamento dos produtos agrícolas em
boas condições até ao cliente final. E é preciso que a Europa e os
governos, além de dar apoios à instalação, criem e exijam o
cumprimento de regras de mercado que equilibrem as relações e protejam
o elo mais fraco da cadeia, a produção.
4) Por vezes, o tempo desgasta e corrompe o funcionamento de
organizações agrícolas fundadas para defender os produtores que acabam
atrofiadas na mão de dirigentes que se perpetuam no poder, com a
desculpa de não haver ninguém para os substituir. É muito importante
que os novos agricultores levem a sua energia e juventude para as
organizações agrícolas envelhecidas. Importa não generalizar, separar
o trigo do joio, salvar o que for possível ou partir para novas
associações ou cooperativas se necessário.
Sejam bem-vindos então à agricultura, produzam o melhor possível,
controlem a comercialização e renovem também as organizações
agrícolas. Boa sorte e bom trabalho!
(publicado na Edição de Dezembro da Revista "Mundo Rural")
Carlos Neves
http://www.agroportal.pt/a/2012/cneves5.htm
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Vinhos da costa alentejana à procura de maior reconhecimento
Por António Mendes Nunes, publicado em 3 Dez 2012 - 19:11 |
Actualizado há 1 dia 2 horas
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Os vinhos da região da Costa Alentejana têm vindo a conquistar espaço
no mercado vitivinícola nacional, mas é ainda necessário viabilizar a
sua imagem de qualidade junto dos potenciais consumidores e
profissionais do sector. É a conclusão retirada do I Encontro de
Produtores de Vinho da Costa Alentejana, que recentemente se realizou
na Herdade das Barradas da Serra, em Grândola. O presidente da
Entidade Regional de Turismo do Alentejo Litoral (ERTAL), Carlos
Beato, afirmou que "o vinho ainda não conquistou um papel predominante
na economia da região, sendo necessário potenciar o produto de modo a
contornar esta evidência."
Manuel Amaro Figueira, Presidente da Direcção da Associação de
Desenvolvimento do Litoral Alentejano (ADL), garante que a fileira da
vitivinicultura contribui para o desenvolvimento do território, pela
sua transversalidade a vários sectores e que, com as estratégias
adequadas, poderá vir a transformar-se em catalisador de
desenvolvimento local, pelas complementaridades que pode gerar.
No certame desenvolvido pela ERTAL em parceria com a Associação de
Desenvolvimento do Litoral Alentejano, estiveram presentes nove
produtores – Quinta do Brejinho da Costa, Herdade do Cebolal, Cortes
de Cima, Herdade da Monteira, Adega dos Nascedios, Herdade do
Portocarro, Monte da Serenada e Pinheiro da Cruz – com o intuito de
dar a conhecer a qualidade dos vinhos produzidos na região junto dos
mais de 100 visitantes, entre profissionais e jornalistas do sector
nacionais e estrangeiros, restauração, retalho, e público em geral.
"Pela primeira vez, um conjunto alargado de produtores de uma região
vitivinícola em afirmação, como é a Costa Alentejana, teve espaço para
apresentar os seus produtos, para dar a conhecer a qualidade que os
caracteriza, promovendo este território como uma região também de
vinhos", afirmou o representante dos Produtores da Costa Alentejana.
O Eng.º Miguel Palma explicou ainda que a proximidade marítima é o
aspecto diferenciador dos vinhos produzidos no litoral, demarcando-se
dos que são provenientes do interior alentejano, sendo esta uma
influência positiva na qualidade do vinho. O que se tem procurado com
os projectos vitivinícolas da região é o "posicionamento do vinho
regional enquanto produto de qualidade, reconhecido não só a nível
nacional como internacional, que projecta o que de melhor se faz na
Costa Alentejana, para além da vocação turística e a gastronomia
tradicional", conclui.
O potencial turístico da Costa Alentejana é evidente, mas é ainda, de
algum modo, "ostracizado", como rematou José Eduardo, das Cortes de
Cima, "sendo fundamental conciliar os recursos existentes de modo a
potenciar e valorizar toda a região".
No final tivemos oportunidade de provar alguns vinhos e de falar com
alguns produtores sobre os seus projectos. Deixamos quatro notas de
prova de vinhos de José Mota Capitão, produzidos na sua Herdade de
Portocarro.
Herdade do Portocarro 2008 Tinto (9,50€) é feito de uvas aragonês,
alfrocheiro e cabernet. Aroma com notas de fruta madura, madeira,
couro e um ligeiro balsâmico. Na boca mostra uma estrutura mediana,
com taninos presentes mas não agressivos. Beba-o a acompanhar cozinha
portuguesa de tacho, apurada, ou assados de forno.
Herdade do Portocarro Partage 2008 Tinto (45€) É uma novidade e só
foram feitas mil garrafas. É um extreme de touriga franca com estágio
de 18 meses em barrica nova e com dois anos de garrafa. Taninos vivos,
vinho fechado, de encher a boca e a pedir comida. Final longo.
Cavalo Maluco 2009 tinto (30€) É feito de touriga franca, touriga
nacional e 10% de petit verdot. Aroma de frutos vermelhos maduros com
notas que lembram caramelo e café. Na boca revela fruta madura, com
toques de mentolado. Muito fresco, com acidez viva e bons taninos,
tudo bem casado. É um vinho que enche a boca toda.
Anima 2008 (30€) É 100% sangiovese, um brunello típico, pouco aberto.
É necessário deixar arejá-lo. Taninos ainda vivos, muito agradável na
boca. Decante-o, que só lhe faz bem.
http://www.ionline.pt/igastronomia/vinhos-da-costa-alentejana-procura-maior-reconhecimento
Actualizado há 1 dia 2 horas
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Os vinhos da região da Costa Alentejana têm vindo a conquistar espaço
no mercado vitivinícola nacional, mas é ainda necessário viabilizar a
sua imagem de qualidade junto dos potenciais consumidores e
profissionais do sector. É a conclusão retirada do I Encontro de
Produtores de Vinho da Costa Alentejana, que recentemente se realizou
na Herdade das Barradas da Serra, em Grândola. O presidente da
Entidade Regional de Turismo do Alentejo Litoral (ERTAL), Carlos
Beato, afirmou que "o vinho ainda não conquistou um papel predominante
na economia da região, sendo necessário potenciar o produto de modo a
contornar esta evidência."
Manuel Amaro Figueira, Presidente da Direcção da Associação de
Desenvolvimento do Litoral Alentejano (ADL), garante que a fileira da
vitivinicultura contribui para o desenvolvimento do território, pela
sua transversalidade a vários sectores e que, com as estratégias
adequadas, poderá vir a transformar-se em catalisador de
desenvolvimento local, pelas complementaridades que pode gerar.
No certame desenvolvido pela ERTAL em parceria com a Associação de
Desenvolvimento do Litoral Alentejano, estiveram presentes nove
produtores – Quinta do Brejinho da Costa, Herdade do Cebolal, Cortes
de Cima, Herdade da Monteira, Adega dos Nascedios, Herdade do
Portocarro, Monte da Serenada e Pinheiro da Cruz – com o intuito de
dar a conhecer a qualidade dos vinhos produzidos na região junto dos
mais de 100 visitantes, entre profissionais e jornalistas do sector
nacionais e estrangeiros, restauração, retalho, e público em geral.
"Pela primeira vez, um conjunto alargado de produtores de uma região
vitivinícola em afirmação, como é a Costa Alentejana, teve espaço para
apresentar os seus produtos, para dar a conhecer a qualidade que os
caracteriza, promovendo este território como uma região também de
vinhos", afirmou o representante dos Produtores da Costa Alentejana.
O Eng.º Miguel Palma explicou ainda que a proximidade marítima é o
aspecto diferenciador dos vinhos produzidos no litoral, demarcando-se
dos que são provenientes do interior alentejano, sendo esta uma
influência positiva na qualidade do vinho. O que se tem procurado com
os projectos vitivinícolas da região é o "posicionamento do vinho
regional enquanto produto de qualidade, reconhecido não só a nível
nacional como internacional, que projecta o que de melhor se faz na
Costa Alentejana, para além da vocação turística e a gastronomia
tradicional", conclui.
O potencial turístico da Costa Alentejana é evidente, mas é ainda, de
algum modo, "ostracizado", como rematou José Eduardo, das Cortes de
Cima, "sendo fundamental conciliar os recursos existentes de modo a
potenciar e valorizar toda a região".
No final tivemos oportunidade de provar alguns vinhos e de falar com
alguns produtores sobre os seus projectos. Deixamos quatro notas de
prova de vinhos de José Mota Capitão, produzidos na sua Herdade de
Portocarro.
Herdade do Portocarro 2008 Tinto (9,50€) é feito de uvas aragonês,
alfrocheiro e cabernet. Aroma com notas de fruta madura, madeira,
couro e um ligeiro balsâmico. Na boca mostra uma estrutura mediana,
com taninos presentes mas não agressivos. Beba-o a acompanhar cozinha
portuguesa de tacho, apurada, ou assados de forno.
Herdade do Portocarro Partage 2008 Tinto (45€) É uma novidade e só
foram feitas mil garrafas. É um extreme de touriga franca com estágio
de 18 meses em barrica nova e com dois anos de garrafa. Taninos vivos,
vinho fechado, de encher a boca e a pedir comida. Final longo.
Cavalo Maluco 2009 tinto (30€) É feito de touriga franca, touriga
nacional e 10% de petit verdot. Aroma de frutos vermelhos maduros com
notas que lembram caramelo e café. Na boca revela fruta madura, com
toques de mentolado. Muito fresco, com acidez viva e bons taninos,
tudo bem casado. É um vinho que enche a boca toda.
Anima 2008 (30€) É 100% sangiovese, um brunello típico, pouco aberto.
É necessário deixar arejá-lo. Taninos ainda vivos, muito agradável na
boca. Decante-o, que só lhe faz bem.
http://www.ionline.pt/igastronomia/vinhos-da-costa-alentejana-procura-maior-reconhecimento
Aplicação de pesticidas: projeto lei é «difícil de cumprir»
Associações e confederações do setor agrícola consideram que proposta
está pouco ajustada à realidade dos agricultores
Por: tvi24 / LF | 2012-12-04 18:35
As associações e confederações do setor agrícola consideraram hoje que
a proposta de lei que regula a aplicação de pesticidas é «difícil de
cumprir», por estar pouco ajustada à realidade dos agricultores,
escreve a Lusa.
A comissão parlamentar de Agricultura e Mar reuniu-se hoje para ouvir
os representantes das associações do setor sobre a proposta de lei que
regula as atividades de distribuição, venda e aplicação de produtos
fitofarmacêuticos para uso profissional, que transpõe a diretiva
comunitária para a legislação nacional.
Um dos aspetos apontados pelas associações agrícolas como difícil de
implementar foi a formação exigida aos agricultores para os habilitar
a aplicar pesticidas.
Ouvido hoje na comissão parlamentar de Agricultura e Pescas, Nelson
Figueira, da Associação de Jovens Agricultores de Portugal (AJAP),
disse que «falta formação de agricultores» e que as ações previstas no
projeto de lei são «muito teóricas e muito longas».
Para o dirigente da AJAP, «faz falta uma sensibilização dos
aplicadores para que se cumpram as concentrações e os intervalos de
segurança» e, para isso, "não são precisas 50 horas de formação».
Também Aldina Fernandes, secretária-geral adjunta da Confederação
Nacional das Cooperativas Agrícolas de Portugal (CONFAGRI), sublinhou
a «impossibilidade de cumprir algumas metas».
«O projeto de lei consagra que todos os agricultores devem ter
formação até 26 de novembro de 2013. Não nos parece que seja uma meta
realizável», alertou Aldina Fernandes, referindo que grande parte dos
agricultores tem mais de 65 anos.
http://www.tvi24.iol.pt/503/politica/agricultura-pesticidas-agricultores-politica-lei/1398811-4072.html
está pouco ajustada à realidade dos agricultores
Por: tvi24 / LF | 2012-12-04 18:35
As associações e confederações do setor agrícola consideraram hoje que
a proposta de lei que regula a aplicação de pesticidas é «difícil de
cumprir», por estar pouco ajustada à realidade dos agricultores,
escreve a Lusa.
A comissão parlamentar de Agricultura e Mar reuniu-se hoje para ouvir
os representantes das associações do setor sobre a proposta de lei que
regula as atividades de distribuição, venda e aplicação de produtos
fitofarmacêuticos para uso profissional, que transpõe a diretiva
comunitária para a legislação nacional.
Um dos aspetos apontados pelas associações agrícolas como difícil de
implementar foi a formação exigida aos agricultores para os habilitar
a aplicar pesticidas.
Ouvido hoje na comissão parlamentar de Agricultura e Pescas, Nelson
Figueira, da Associação de Jovens Agricultores de Portugal (AJAP),
disse que «falta formação de agricultores» e que as ações previstas no
projeto de lei são «muito teóricas e muito longas».
Para o dirigente da AJAP, «faz falta uma sensibilização dos
aplicadores para que se cumpram as concentrações e os intervalos de
segurança» e, para isso, "não são precisas 50 horas de formação».
Também Aldina Fernandes, secretária-geral adjunta da Confederação
Nacional das Cooperativas Agrícolas de Portugal (CONFAGRI), sublinhou
a «impossibilidade de cumprir algumas metas».
«O projeto de lei consagra que todos os agricultores devem ter
formação até 26 de novembro de 2013. Não nos parece que seja uma meta
realizável», alertou Aldina Fernandes, referindo que grande parte dos
agricultores tem mais de 65 anos.
http://www.tvi24.iol.pt/503/politica/agricultura-pesticidas-agricultores-politica-lei/1398811-4072.html
FIPA defende pagamento com prazos mais curtos para todo setor
terça-feira, 4 de Dezembro de 2012 | 13:18
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A Federação Portuguesa das Indústrias Agro-Alimentares (FIPA) defendeu
hoje o encurtamento dos prazos de pagamento para todas as empresas do
setor, considerando que o diploma aprovado pelo Governo cria «uma
injustificada discriminação» baseada na dimensão.
Na semana passada, o Conselho de Ministros aprovou um diploma que
prevê a redução do prazo de pagamento às micro e pequenas empresas do
setor alimentar para 30 dias (antes era só para os bens perecíveis),
bem como às organizações de produtores, cooperativas e médias empresas
da fileira do pescado.
No entanto, para a FIPA, a legislação «não resolve os problemas já
identificados pela indústria agroalimentar e cria uma injustificada
discriminação entre empresas com base na dimensão».
Diário Digital / Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=191495
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A Federação Portuguesa das Indústrias Agro-Alimentares (FIPA) defendeu
hoje o encurtamento dos prazos de pagamento para todas as empresas do
setor, considerando que o diploma aprovado pelo Governo cria «uma
injustificada discriminação» baseada na dimensão.
Na semana passada, o Conselho de Ministros aprovou um diploma que
prevê a redução do prazo de pagamento às micro e pequenas empresas do
setor alimentar para 30 dias (antes era só para os bens perecíveis),
bem como às organizações de produtores, cooperativas e médias empresas
da fileira do pescado.
No entanto, para a FIPA, a legislação «não resolve os problemas já
identificados pela indústria agroalimentar e cria uma injustificada
discriminação entre empresas com base na dimensão».
Diário Digital / Lusa
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=191495
Sector vitivinícola unido na apresentação de planos de promoção e reflexão sobre sustentabilidade
O Fórum Vinhos de Portugal reuniu no Palácio da Bolsa entidades e
produtores da fileira do vinho num dia dedicado à divulgação dos
planos de promoção, análise do comportamento do mercado nacional,
evolução das exportações, mas ainda ao debate de temas cruciais para o
futuro da fileira como a sustentabilidade da fileira da vinha e do
vinho, a agricultura sustentável e a biodiversidade.
Em resultado de um esforço de concertação de estratégias de promoção
externa, as CVRs, IVDP e ViniPortugal apresentaram à mesma mesa os
planos de promoção para 2013. Para a promoção dos vinhos portugueses
continuarão a ser investidos 7 milhões de euros e verbas equivalentes
serão alocadas pelas Comissões de Viticultura e pelo IVDP, perfazendo
um total de 15 milhões de euros.
Na sequência da apresentação de Francisco Mateus, do IVV, na qual foi
traçada a evolução das exportações e a quebra do mercado português,
Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal sustentou que " a queda de
consumo de 5% no mercado nacional foi compensada com o crescimento das
exportações no mercado internacional. São sinais positivos que
confirmam a estratégia adequada, à qual é necessário dar continuidade"
Durante a tarde diversos especialistas participaram nos painéis de
debate sobre produção biológica, preservação da biodiversidade e o
impacto das alterações climáticas na fileira da vinha e do vinho.
Para Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal, «A conferência sobre
sustentabilidade apresentou bons exemplos que gostaríamos que fossem
adaptados à fileira do vinho, para que o vinho se possa tornar "amigo
do ambiente" e se adapte às alterações climáticas nos próximos 20 ou
30 anos».
Coube a Nuno Oliveira, do ISG, inaugurar a conferência sobre
Sustentabilidade da fileira da vinha e do vinho, subordinado aos temas
da agricultura sustentável e da biodiversidade. O biólogo da área de
ecologia e investigador coordenador da área de Ambiente e
Sustentabilidade do ISG apelou à consideração da sustentabilidade como
factor de sobrevivência mas também de diferenciação e competitividade.
Na sua apresentação destacou o impacto das alterações climatéricas no
sector dos vinhos, explicou que o capital natural das D.O. pode ser
mais rentabilizado e ser diferenciador, e explanou o que contribui
para a sustentabilidade de um vinho sustentável, nomeadamente a gestão
da água, dos solos, reutilização de químicos, energia
Na sua apresentação, Alfredo Cunhal Sendim, da Herdade Freixo do Meio,
explicou qual a complexidade de lidarmos com problemas novos, que até
agora não tivemos. Evidenciou os ecossistemas como pauta essencial de
produção e apresentou o exemplo de plantação de vinha no Freixo do
Meio com pressupostos diferentes do costume, ao nível da gestão do
solo, factores diferenciadores, gestão do risco e gestão dos
ecossistemas. O produtor salientou ainda a necessidade de reimprimir a
regulação mundial para dar apoio às alterações necessárias e a
importância do sector público na promoção à I&D, concretamente na
aplicação à agricultura
António J. Magalhães, QVB, focalizou a sua apresentação nos problemas
causados pelo modelo de viticultura actual no Douro e a necessidade de
modelo. Ao evidenciar o modelo desenvolvido pela Flagdate, demonstrou
a diferença entre a viticultura convencional e a viticultura
sustentável e biológica em várias vertentes, designadamente na gestão
dos infestantes e promoção de enrelvamentos, na gestão de pragas e nos
gastos de resíduos.
No final das apresentações, Manuel Carvalho, director adjunto do
Público, dirigiu o primeiro debate focado no tema da agricultura
sustentável e no desafio de produzir mais com menos, incorporando
valor nos vinhos e tirando partido do valor de certificações no
negócio.
O segundo painel foi iniciado pela apresentação de Cristina Carlos, da
ADVID, que fez uma análise da importância da biodiversidade funcional.
A paisagem como elemento essencial no contexto da biodiversidade e das
práticas agrícolas que influenciam a paisagem mereceram destaque nesta
apresentação que também realçou os projectos específicos na área da
biodiversidade aplicada á gestão a vinha.
Eiras Dias, da PORVID, foi outro dos oradores deste painel de debate.
A abordagem incidiu na apresentação da diversidade da ampelografia
nacional, composta por 350 castas, e as 25 castas com mais utilização.
A exposição focou ainda as colecções de castas nacionais e a
estratégia e acções de execução de cada projecto, assim como a origem
da diversidade da videira, com enfoque na introdução de outras
regiões, cruzamentos naturais e multiplicação vegetativa.
Em sistema de vídeo-conferência Pedro Ballesteros, Torres MW,
Signatários do Wineries for Climate Protection, interagiu com a
audiência do Fórum e o painel de oradores. Apresentou a iniciativa do
sector do vinho europeu a favor da redução de emissão de gases,
extensível tanto à construção de edifícios, reutilização de energias
renováveis, como à adopção de boas prácticas de produção, ao menor
consumo de água e aplicação de químicos, e à utilização de embalagens
ecológicas, implementação de hábitos de reciclagem e de logísticas
mais eficientes, e um maior investimento na investigação e produção.
Pedro Ballesteros apelou à necessidade de antecipar para fazer face às
limitações da legislação que está em construção, e finalizou a
apresentação elogiando as condições naturais e históricas que Portugal
detém e que são vantajosas para que se posicione na linha da frente
nos tempos de sustentabilidade.
Pedro Garcias, jornalista do Público, foi o moderador do debate deste
painel dedicado ao tema da biodiversidade, onde foi discutida a
hipótese de um acordo de regiões IG e DOC para prácticas de
sustentabilidade e foi abordada a importância da cidadania no
desenvolvimento sustentável
Fonte: CV&A
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/04a.htm
produtores da fileira do vinho num dia dedicado à divulgação dos
planos de promoção, análise do comportamento do mercado nacional,
evolução das exportações, mas ainda ao debate de temas cruciais para o
futuro da fileira como a sustentabilidade da fileira da vinha e do
vinho, a agricultura sustentável e a biodiversidade.
Em resultado de um esforço de concertação de estratégias de promoção
externa, as CVRs, IVDP e ViniPortugal apresentaram à mesma mesa os
planos de promoção para 2013. Para a promoção dos vinhos portugueses
continuarão a ser investidos 7 milhões de euros e verbas equivalentes
serão alocadas pelas Comissões de Viticultura e pelo IVDP, perfazendo
um total de 15 milhões de euros.
Na sequência da apresentação de Francisco Mateus, do IVV, na qual foi
traçada a evolução das exportações e a quebra do mercado português,
Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal sustentou que " a queda de
consumo de 5% no mercado nacional foi compensada com o crescimento das
exportações no mercado internacional. São sinais positivos que
confirmam a estratégia adequada, à qual é necessário dar continuidade"
Durante a tarde diversos especialistas participaram nos painéis de
debate sobre produção biológica, preservação da biodiversidade e o
impacto das alterações climáticas na fileira da vinha e do vinho.
Para Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal, «A conferência sobre
sustentabilidade apresentou bons exemplos que gostaríamos que fossem
adaptados à fileira do vinho, para que o vinho se possa tornar "amigo
do ambiente" e se adapte às alterações climáticas nos próximos 20 ou
30 anos».
Coube a Nuno Oliveira, do ISG, inaugurar a conferência sobre
Sustentabilidade da fileira da vinha e do vinho, subordinado aos temas
da agricultura sustentável e da biodiversidade. O biólogo da área de
ecologia e investigador coordenador da área de Ambiente e
Sustentabilidade do ISG apelou à consideração da sustentabilidade como
factor de sobrevivência mas também de diferenciação e competitividade.
Na sua apresentação destacou o impacto das alterações climatéricas no
sector dos vinhos, explicou que o capital natural das D.O. pode ser
mais rentabilizado e ser diferenciador, e explanou o que contribui
para a sustentabilidade de um vinho sustentável, nomeadamente a gestão
da água, dos solos, reutilização de químicos, energia
Na sua apresentação, Alfredo Cunhal Sendim, da Herdade Freixo do Meio,
explicou qual a complexidade de lidarmos com problemas novos, que até
agora não tivemos. Evidenciou os ecossistemas como pauta essencial de
produção e apresentou o exemplo de plantação de vinha no Freixo do
Meio com pressupostos diferentes do costume, ao nível da gestão do
solo, factores diferenciadores, gestão do risco e gestão dos
ecossistemas. O produtor salientou ainda a necessidade de reimprimir a
regulação mundial para dar apoio às alterações necessárias e a
importância do sector público na promoção à I&D, concretamente na
aplicação à agricultura
António J. Magalhães, QVB, focalizou a sua apresentação nos problemas
causados pelo modelo de viticultura actual no Douro e a necessidade de
modelo. Ao evidenciar o modelo desenvolvido pela Flagdate, demonstrou
a diferença entre a viticultura convencional e a viticultura
sustentável e biológica em várias vertentes, designadamente na gestão
dos infestantes e promoção de enrelvamentos, na gestão de pragas e nos
gastos de resíduos.
No final das apresentações, Manuel Carvalho, director adjunto do
Público, dirigiu o primeiro debate focado no tema da agricultura
sustentável e no desafio de produzir mais com menos, incorporando
valor nos vinhos e tirando partido do valor de certificações no
negócio.
O segundo painel foi iniciado pela apresentação de Cristina Carlos, da
ADVID, que fez uma análise da importância da biodiversidade funcional.
A paisagem como elemento essencial no contexto da biodiversidade e das
práticas agrícolas que influenciam a paisagem mereceram destaque nesta
apresentação que também realçou os projectos específicos na área da
biodiversidade aplicada á gestão a vinha.
Eiras Dias, da PORVID, foi outro dos oradores deste painel de debate.
A abordagem incidiu na apresentação da diversidade da ampelografia
nacional, composta por 350 castas, e as 25 castas com mais utilização.
A exposição focou ainda as colecções de castas nacionais e a
estratégia e acções de execução de cada projecto, assim como a origem
da diversidade da videira, com enfoque na introdução de outras
regiões, cruzamentos naturais e multiplicação vegetativa.
Em sistema de vídeo-conferência Pedro Ballesteros, Torres MW,
Signatários do Wineries for Climate Protection, interagiu com a
audiência do Fórum e o painel de oradores. Apresentou a iniciativa do
sector do vinho europeu a favor da redução de emissão de gases,
extensível tanto à construção de edifícios, reutilização de energias
renováveis, como à adopção de boas prácticas de produção, ao menor
consumo de água e aplicação de químicos, e à utilização de embalagens
ecológicas, implementação de hábitos de reciclagem e de logísticas
mais eficientes, e um maior investimento na investigação e produção.
Pedro Ballesteros apelou à necessidade de antecipar para fazer face às
limitações da legislação que está em construção, e finalizou a
apresentação elogiando as condições naturais e históricas que Portugal
detém e que são vantajosas para que se posicione na linha da frente
nos tempos de sustentabilidade.
Pedro Garcias, jornalista do Público, foi o moderador do debate deste
painel dedicado ao tema da biodiversidade, onde foi discutida a
hipótese de um acordo de regiões IG e DOC para prácticas de
sustentabilidade e foi abordada a importância da cidadania no
desenvolvimento sustentável
Fonte: CV&A
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/12/04a.htm
Franceses bebem cada vez menos e chineses cada vez mais
Home \ Notícias \ Franceses bebem cada vez menos e chineses cada vez mais
Consumo de vinho na China
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hoje às 12:36
Os últimos números indicam que o consumo de vinho em França continua a
diminuir e chegou agora ao valor mais baixo desde há 30 anos. Na
China, pelo contrário, bebe-se cada vez mais.
Em 1975, o consumo per capita de vinho em França situava-se nos 104
litros por ano e por pessoa. Em 2010 esse valor é de 46,6 litros,
menos de metade. Estes dados foram baseados num relatório sobre o
consumo de vinho em França. Com base numa pesquisa com 4.004 pessoas
com mais de 15 anos, constatou-se que, embora existam mais
"consumidores ocasionais", o número de "consumidores regulares" caiu
drasticamente, de 51% em 1980 para 17% em 2010. Mais do que nunca os
franceses bebem bebidas não-alcoólicas. No mesmo estudo, 15% afirmou
beber bebidas não alcoólicas durante o jantar.
Uma possível explicação para esta diminuição verificada do consumo
regular de vinho prende-se com uma mudança de atitude, em direcção à
qualidade em detrimento da quantidade: ou seja, os franceses bebem
menos mas quando bebem têm tendência a beber vinhos mais caros e
melhores.
Entretanto, o consumo de vinho na China vai em sentido contrário. Em
2011, segundo resultados divulgados pelo The International Wine &
Spirit Research (IWSR), a China ultrapassou o Reino Unido no ranking
global de consumo de vinho. A China é agora o 5º país do mundo onde se
consome mais vinho, a seguir aos Estados Unidos, França, Itália e
Alemanha, e à frente de países como Rússia, Espanha, Argentina e
Austrália.
Em 2010, Portugal estava em 12ºlugar no ranking de consumo total,
embora ocupe o quarto lugar mundial em consumo per capita/ano, a
seguir ao Luxemburgo, França e Itália (não contamos neste ranking com
o consumo no Vaticano, o maior do mundo). Em 2010, cada português
bebeu quase 42 litros de vinho; no Luxemburgo esse valor foi de 52,46
litros. Já agora, o valor dos Estados Unidos ronda os 13 litros, ao
passo que na China deverá chegar aos 2 litros per capita/ano em 2015.
http://www.revistadevinhos.iol.pt/noticias/franceses_bebem_cada_vez_menos_e_chineses_cada_vez_mais_14104
Consumo de vinho na China
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hoje às 12:36
Os últimos números indicam que o consumo de vinho em França continua a
diminuir e chegou agora ao valor mais baixo desde há 30 anos. Na
China, pelo contrário, bebe-se cada vez mais.
Em 1975, o consumo per capita de vinho em França situava-se nos 104
litros por ano e por pessoa. Em 2010 esse valor é de 46,6 litros,
menos de metade. Estes dados foram baseados num relatório sobre o
consumo de vinho em França. Com base numa pesquisa com 4.004 pessoas
com mais de 15 anos, constatou-se que, embora existam mais
"consumidores ocasionais", o número de "consumidores regulares" caiu
drasticamente, de 51% em 1980 para 17% em 2010. Mais do que nunca os
franceses bebem bebidas não-alcoólicas. No mesmo estudo, 15% afirmou
beber bebidas não alcoólicas durante o jantar.
Uma possível explicação para esta diminuição verificada do consumo
regular de vinho prende-se com uma mudança de atitude, em direcção à
qualidade em detrimento da quantidade: ou seja, os franceses bebem
menos mas quando bebem têm tendência a beber vinhos mais caros e
melhores.
Entretanto, o consumo de vinho na China vai em sentido contrário. Em
2011, segundo resultados divulgados pelo The International Wine &
Spirit Research (IWSR), a China ultrapassou o Reino Unido no ranking
global de consumo de vinho. A China é agora o 5º país do mundo onde se
consome mais vinho, a seguir aos Estados Unidos, França, Itália e
Alemanha, e à frente de países como Rússia, Espanha, Argentina e
Austrália.
Em 2010, Portugal estava em 12ºlugar no ranking de consumo total,
embora ocupe o quarto lugar mundial em consumo per capita/ano, a
seguir ao Luxemburgo, França e Itália (não contamos neste ranking com
o consumo no Vaticano, o maior do mundo). Em 2010, cada português
bebeu quase 42 litros de vinho; no Luxemburgo esse valor foi de 52,46
litros. Já agora, o valor dos Estados Unidos ronda os 13 litros, ao
passo que na China deverá chegar aos 2 litros per capita/ano em 2015.
http://www.revistadevinhos.iol.pt/noticias/franceses_bebem_cada_vez_menos_e_chineses_cada_vez_mais_14104
Portugal deve voltar a produzir beterraba se quota de açúcar se mantiver depois de 2015 - Associação
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
12:11 Terça feira, 4 de Dezembro de 2012
Santarém, 04 dez (Lusa) - A Associação Nacional de Produtores de
Beterraba (Anprobe) quer que, a manter-se o regime de quotas de açúcar
na União Europeia depois de 2015, Portugal volte a poder produzir
beterraba e a transformá-la em açúcar.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a Anprobe congratula-se com a
posição assumida pela ministra da Agricultura, Assunção Cristas, no
Conselho de Ministros da Agricultura da UE realizado a semana passada
em Bruxelas, de defesa da reatribuição de uma quota de produção de
açúcar a Portugal após 2015.
A associação de produtores de beterraba recorda que, desde a
apresentação da proposta da Comissão em outubro de 2011, tem defendido
junto de várias instâncias nacionais e europeias que, se o regime de
quotas não terminar em 2015, "Portugal deverá ser contemplado com a
possibilidade de reatar esta importante cultura".
http://visao.sapo.pt/portugal-deve-voltar-a-produzir-beterraba-se-quota-de-acucar-se-mantiver-depois-de-2015-associacao=f700299
12:11 Terça feira, 4 de Dezembro de 2012
Santarém, 04 dez (Lusa) - A Associação Nacional de Produtores de
Beterraba (Anprobe) quer que, a manter-se o regime de quotas de açúcar
na União Europeia depois de 2015, Portugal volte a poder produzir
beterraba e a transformá-la em açúcar.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a Anprobe congratula-se com a
posição assumida pela ministra da Agricultura, Assunção Cristas, no
Conselho de Ministros da Agricultura da UE realizado a semana passada
em Bruxelas, de defesa da reatribuição de uma quota de produção de
açúcar a Portugal após 2015.
A associação de produtores de beterraba recorda que, desde a
apresentação da proposta da Comissão em outubro de 2011, tem defendido
junto de várias instâncias nacionais e europeias que, se o regime de
quotas não terminar em 2015, "Portugal deverá ser contemplado com a
possibilidade de reatar esta importante cultura".
http://visao.sapo.pt/portugal-deve-voltar-a-produzir-beterraba-se-quota-de-acucar-se-mantiver-depois-de-2015-associacao=f700299
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