domingo, 15 de novembro de 2015

Adega Cooperativa de Monção: «O nosso segredo é ter boas uvas e bons meios»

13-11-2015 
 

 
Armando Fontainhas está na adega há vários anos para onde veio como vice-presidente da direcção anterior. Tomou posse em Janeiro de 2001 e esteve até Dezembro de 2013, em entrevista ao "mundo português".

Em 2013 candidatou-se a presidente e tomou posse em 2014. O seu principal problema é a dimensão da adega que factura 13 milhões de euros, mas os sócios têm explorações de pequena dimensão. Estamos no norte de Portugal onde o minifúndio impõe a sua lei e como nos diz Armando Fontainhas: «Só para se ter uma ideia refira-se que para uma área um pouco superior a 1.200 hectares, temos 1.800 sócios a entregar uvas».

Que problemas traz à Adega a pequenez da dimensão das parcelas?

A nossa exploração é boa porque estamos aqui na zona do Alvarinho onde as uvas são muito bem remuneradas o problema maior são os custos de exploração por causa da pequenez das parcelas e dos custos mais elevados daí resultantes.

Como foi o caminho da Adega de Monção a descobrir a exportação?

Foi uma necessidade e no fundo respondendo a uma procura pelos nossos produtos por parte da diáspora portuguesa. Percebeu-se por outro lado que era a única maneira de aumentar as vendas. Só para lhe dar um exemplo refiro que no ano passado as nossas vendas aumentaram sete por cento, e na exportação aumentaram 19 por cento, ou seja neste momento a empresa está a ser alavancada pelas vendas na exportação.

Quem bebe o vinho de Monção no estrangeiro?

São os estrangeiros os portugueses, temos por isso dois tipos de clientes. Temos os mercados tradicionais como é o caso do francês onde há imensos portugueses. Mas estamos também a investir em mercados novos como na Polónia e na Rússia. Nos Estados Unidos estamos com uma aposta muito forte principalmente com os vinhos produzidos com a casta Alvarinho que são muito apreciados, e que nos estão a trazer um elevado retorno.

Qual é actualmente o grande produto da adega?

É sem dúvida o "Muralhas de Monção", pela relação preço-qualidade. Estamos a falar de um vinho que é feito com 85 por cento de casta alvarinho e 15 por cento de trajadura. É um bom vinho, com um óptimo nariz e uma boa boca, com uma grande frescura, daí a grande aceitação nas nossas comunidades emigrantes, porque nós portugueses usamos o vinho à refeição e o "Muralhas de Monção" é muito indicado para acompanhar a gastronomia portuguesa, dos peixes aos mariscos e por isso é um vinho imbatível.

Sendo o Alvarinho uma casta tão nobre, porquê 15 por cento de Trajadura?

É o que lhe confere aquela frescura ímpar, para o corpo e intensidade aromática do Alvarinho. E o mercado reconhece e gosta.

Ainda há o fenómeno dos portugueses emigrados levarem vinho da Adega quando vêm a Portugal?

Sim ainda se vê, quando vêem de férias, visitam a adega e costumam levar vinho. E curiosamente também acontece com muitos estrangeiros que passam e levam vinho aqui da adega, embora seja meramente simbólico porque neste momento já temos os nossos vinhos em quase todos os países do mundo através da nossa rede de distribuidores, não sendo portanto preciso levá-lo. É uma questão de gosto das pessoas que nos visitam, levar um vinho do local onde foi produzido.

Actualmente a Adega de Monção exporta cerca de 20 por cento de toda a produção e está a apostar muito no mercado das Américas e também no mercado inglês para aumentar a exportação..

Por outro lado, assinala Armando Fontainhas, «temos neste momento boas parcerias na Polónia, onde inclusivamente já introduzimos marcas específicas, mais adaptadas ao gosto do mercado. O mercado alemão, que muito embora ainda represente pouco nas nossas exportações tem potencial de crescimento para 2015 e 2016, e logicamente o mercado francês que é muito forte pelo peso da diáspora. Há muitos restaurantes portugueses e qualquer um deles tem sempre um "Muralhas de Monção».

 

E o mercado Chinês de que toda a gente fala?

Quanto ao mercado chinês, adianta que ainda não exportam praticamente nada para a China. Considera que é um mercado que ainda não está amadurecido no que respeita ao vinho, embora sejam grandes consumidores de vinhos franceses não o são ainda em relação aos vinhos portugueses. «Ainda estamos noutros desafios até porque segundo os números oficiais que temos, mostram que este é um mercado ainda muito embrionário. Interessa-nos mais os mercados africanos de expressão portuguesa, que embora não sejam muito grandes para no momento, têm mais expressão, o próprio mercado brasileiro que é um mercado tradicional de Alvarinho e por consequência da Adega de Monção, que exporta para o Brasil há muitas décadas. A nossa aposta é sempre em mercados maduros onde o vinho é já um produto comum e com bons níveis de consumo».

A Adega de Monção tem estado sempre presente no SISAB PORTUGAL?

Sempre, posso até dizer que a Adega de Monção é parceira do SISAB PORTUGAL desde a primeira edição, e tem-se visto uma evolução notável no SISAB PORTUGAL a todos os níveis. É um bom exemplo de empreendedorismo em Portugal.

E tem sido importante para a adega, tem concretizado negócios?

O SISAB PORTUGAL para nós tem duas vertentes, Por um lado permite-nos um grande e eficaz acompanhamento aos clientes mais distantes e que sempre encontramos no certame. E também para a aquisição de novos clientes, já que todos os anos conhecemos três ou quatro clientes novos. É uma feira de muito trabalho e é por isso que lá vamos.

Voltando ao vinho, qual é a grande razão para se preferir um verde?

Pode consumir-se verde em todas as circunstâncias mas o importante começa por ser uma prova antes da refeição, ser usado como aperitivo. Ao final da tarde pode experimentar-se um "verde rosé", recomendo aqui o Muralhas para beber entre amigos no final de tarde. Mas vai para além disso porque o Muralhas acompanha qualquer refeição de uma forma fantástica. Curiosamente os nossos emigrantes têm um certo gosto pelo verde tinto, com que nós minhotos acompanhamos a nossa comida tradicional, desde as sardinhas ao bacalhau, aos rojões, entre outros. Neste momento já produzimos também espumantes de Alvarinho, um rosé e um tinto, já temos igualmente jeropiga de Alvarinho o que permite igualmente acompanhar as sobremesas, e claro para o café temos as aguardentes Alvarinho. Toda a refeição pode ser acompanhada pela fantástica gama dos nossos vinhos verdes.

E é fácil vender tanto vinho? Não há stocks?

É uma questão de desenvolver algum trabalho, mas vai-se vendendo toda a nossa produção, e por isso as contas com os agricultores estão em dia. É uma tradição pagar uma parte antes do Natal e outra antes da Páscoa.

Qual é o segredo para tantos prémios que têm conquistado?

Recordo que a Adega de Monção é PME excelência e de facto o ano passado foi um ano de muitas medalhas de ouro em todos os concursos em que entrámos. Só o "Deuladeu" teve 13 medalhas de ouro em concursos diversos. Este ano o Muralhas também já se distinguiu por diversas vezes. E o segredo é a elevada qualidade dos nossos vinhos que é obtida por remunerar muito bem os agricultores, trabalharmos com um excelente quadro técnico, que está há muitos anos na adega. Temos boas uvas, bons meios e por isso fazemos bons vinhos a um óptimo preço e esse é o segredo do sucesso desta casa.

Fonte: jornal mundo português

Capoulas Santos nomeado Membro Efectivo e Presidente da Comissão Parlamentar de Agricultura e Mar

13-11-2015 
 

 
Luís Capoulas Santos foi nomeado como Membro Efectivo e Presidente da Comissão Parlamentar de Agricultura e Mar e Membro Suplente da Comissão de Negócios Estrangeiros.

Em declarações na sua página do Facebook, Capoulas Santos afirma que irá exercer os mesmos com empenho e dedicação, a partir de hoje, dia 13 de Novembro.

Fonte: CONFAGRI

Plano de investigação prevê melhoria da cortiça e montados mais produtivos em 27 anos

 06-11-2015 
 

Fonte: Lusa

O Centro de Competências do Sobreiro e da Cortiça preparou um plano de investigação e inovação que visa melhorar a cortiça e obter montados mais produtivos e resistentes ao longo de três ciclos de produção (27 anos).

A Agenda Portuguesa de Investigação e Inovação no Sobreiro e na Cortiça (Agenda 3i9), que foi apresentada em Lisboa, envolveu 81 investigadores e técnicos de 27 entidades e assenta em cinco planos funcionais: melhoramento do sobreiro, melhoria da produtividade, defesa contra pragas e doenças, qualidade da cortiça e ação territorial.

O acrónimo Agenda 3i9 reflete o horizonte temporal da intervenção: o curto prazo, correspondente a um ciclo produtivo de nove anos, e o médio prazo, correspondente a três ciclos produtivos de nove anos.

O documento destaca que esta fileira tem "características únicas para Portugal", mas apresenta também "algumas fragilidades decorrentes da sua concentração geográfica na bacia mediterrânica e da sua reduzida dimensão global".

Com a aprovação da Agenda 3i9, que será reavaliada no final de cada triénio "para redefinição do rumo e estratégia, ficam "definidas as bases para, de acordo com o protocolo de formalização do Centro e o compromisso assumido pelo Estado português, priorizar o acesso aos fundos comunitários".

O setor vinícola é o principal utilizador dos produtos de cortiça, mas a fileira "não se esgota neste segmento, existindo um conjunto de segmentos complementares que aproveitam os subprodutos da indústria da rolha natural e de champanhe, material reciclado e cortiça virgem", realça a A3i9.

Os montados de sobro, que sustentam a fileira da cortiça ocupam uma área de 2,1 milhões de hectares na região mediterrânica, principalmente no sul da Europa, cabendo a Portugal cerca de 737 mil hectares, segundo os dados do inventário florestal de 2006.

A Agenda 3i9 acrescenta que os montados "são ecossistemas estáveis, ricos e complexos" que constituem "uma barreira efetiva contra a desertificação" e "desempenham um papel chave em diversos processos ecológicos como a conservação do solo, a regulação do ciclo da água e o sequestro de carbono".

sábado, 14 de novembro de 2015

Espanha aumenta produção de pistácio


por Ana Rita Costa- 6 Novembro, 2015

Espanha tem vindo a aumentar a produção de pistácio e no último ano a superfície aumentou 1 500 hectares, situando-se agora num total de 10 000 hectares, um crescimento de 25% face ao período homólogo.

De acordo com a Agrotec, apesar da produção estar a aumentar, o crescimento dos preços não está a abrandar, estando agora entre os 4,5 e os 8,8 euros/kg de produto seco e descascado, uma das produções mais rentáveis.

De acordo com Esaú Martínez Burgos, diretor do Centro de Investigação Agroalimentar de Castilla La Mancha, uma das regiões espanholas que mais produz pistácio, "não há perspetivas de colapsar o mercado e uma boa gestão de cultivares e espécies está a permitir superar os problemas de podridão das terras. De facto, seria necessário plantar mais de 120 000 hectares de pistácio apenas para cobrir a procura atual da UE-28, o nosso primeiro consumidor."

Jovens agricultores podem candidatar-se ao PDR 2020 até fevereiro


por Ana Rita Costa- 10 Novembro, 2015Enviar este artigo  Imprimir Este Artigo
Young farmer checking the vegetables.

As candidaturas às medidas 3.1.1 e 3.2.1. reabriram no passado dia 3 de novembro e terminam a 29 de fevereiro do próximo ano.

Tratam-se de candidaturas às ações "Operação 3.1.1 – Jovens agricultores" e "Operação 3.2.1 – Investimentos nas explorações agrícolas + jovens agricultores", no âmbito do PDR 2020.

O período de apresentação de candidaturas termina no dia 29 de fevereiro de 2016 às 19h00. Saiba mais: http://www.pdr-2020.pt/site/Candidaturas

Estados Unidos já valem um quinto das exportações de cortiça portuguesa

05-11-2015 
  
Os Estados Unidos são o principal mercado de destino da cortiça portuguesa, representando mais de 20 por centodo total exportado, com as vendas a alcançarem os 95,5 milhões de euros no primeiro semestre de 2015.

Segundo dados fornecidos pela FILCORK (Associação Interprofissional da Fileira da Cortiça), entre Janeiro e Junho, as vendas de cortiça ao estrangeiro totalizaram 473,2 milhões de euros, crescendo 7,8 por cento em valor face ao período homólogo.

No que respeita ao volume exportado, a tendência foi contrária, com um decréscimo de 2,6 por cento entre 2014 e 2015, de 94,6 milhares de toneladas para 92,1 milhares.

No mesmo período, Portugal importou 31,8 milhares de toneladas de cortiça que custaram 64,7 milhões de euros, correspondendo a uma redução homóloga de 9,2 por cento em volume e a um aumento de 4,2 por cento em valor.

França, que foi em 2014 o principal destino dos produtos de cortiça portugueses, passou para segundo lugar no primeiro semestre deste ano, com 18,9 pontos percentuais (p.p.) das exportações, no valor de 89,4 milhões de euros.

As rolhas são o produto de cortiça mais exportado, com quase três quartos do total, com 342,1 milhões de euros exportados nos primeiros seis meses de 2015, seguindo-se os materiais de construção com 117,8 milhões de euros.

As exportações de cortiça têm vindo a aumentar desde 2010, tendo em 2014 crescido 1,5 p.p. em relação ao ano anterior. Entre 2011 e 2014 Portugal produziu, em média, 85 mil toneladas de cortiça por ano. No ano passado, a produção conjunta de Portugal e Espanha atingiu as 105 mil toneladas.

O Centro de Competências do Sobreiro e da Cortiça quer criar condições para a melhoria da produção de cortiça e dos montados e elaborou um plano de investigação e inovação para fomentar estes objectivos, num horizonte temporal de três ciclos produtivos, que vai ser apresentado esta quinta-feira, em Lisboa.

A Agenda Portuguesa de Investigação e Inovação no Sobreiro e na Cortiça (Agenda 3i9), envolveu 81 investigadores e técnicos de 27 entidades e assenta em cinco planos funcionais: melhoramento do sobreiro, melhoria da produtividade, defesa contra pragas e doenças, qualidade da cortiça e acção territorial.

O acrónimo Agenda 3i9 reflecte o horizonte temporal da intervenção: o curto prazo, correspondente a um ciclo produtivo de nove anos, e o médio prazo, correspondente a três ciclos produtivos de nove anos.

O documento destaca que esta fileira tem «características únicas para Portugal», mas apresenta também «algumas fragilidades decorrentes da sua concentração geográfica na bacia mediterrânica e da sua reduzida dimensão global»

Com a aprovação da Agenda 3i9, que será reavaliada no final de cada triénio para redefinição do rumo e estratégia, ficam «definidas as bases para, de acordo com o protocolo de formalização do Centro e o compromisso assumido pelo Estado português, priorizar o acesso aos fundos comunitários».

O sector vinícola é o principal utilizador dos produtos de cortiça, mas a fileira «não se esgota neste segmento, existindo um conjunto de segmentos complementares que aproveitam os subprodutos da indústria da rolha natural e de champanhe, material reciclado e cortiça virgem», realça a A3i9.

Os montados de sobro, que sustentam a fileira da cortiça ocupam uma área de 2,1 milhões de hectares na região mediterrânica, principalmente no sul da Europa, cabendo a Portugal cerca de 737 mil hectares, segundo os dados do inventário florestal de 2006.

A Agenda 3i9 acrescenta que os montados «são ecossistemas estáveis, ricos e complexos» que constituem «uma barreira efectiva contra a desertificação» e «desempenham um papel chave em diversos processos ecológicos como a conservação do solo, a regulação do ciclo da água e o sequestro de carbono».

Fonte: Lusa

Preços mundiais dos alimentos sobem impulsionados pela meteorologia adversa

06-11-2015 
 

 
Os preços dos principais produtos básicos alimentares aumentaram em Outubro, uma subida impulsionada por preocupações sobre a meteorologia adversa e o seu impacto no fornecimento de açúcar e óleo de palma.

O Índice de preços dos alimentos da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) teve uma média de quase 162 pontos em Outubro, cerca de 3,9 por cento em relação a Setembro, mas ainda seis por cento inferior em comparação ao ano anterior.

O Índice de preços do açúcar da FAO liderou o aumento geral de Outubro, com um crescimento de 17,2 por cento frente a Setembro, com alguns receios de que o excesso de chuva nas principais regiões produtoras no Brasil afecte a colheita da cana-de-açúcar, em conjunto com as informações sobre a seca na Índia e na Tailândia.

A crescente preocupação de que o fenómeno El Niño possa dificultar o fornecimento de óleo de palma do próximo ano na Indonésia e o lento avanço das plantações de soja no Brasil, também devido á meteorologia desfavorável, levou a um aumento de 6,2 por cento no Índice de preços dos óleos vegetais da FAO.

Os preços dos lacticínios subiram em 9,4 por cento desde setembro devido à apreensão sobre a possível redução da produção de leite na Nova Zelândia, Por outro lado, o índice de preços da carne permaneceu estável.

Par aos cereais, o índice também subiu, mas uns modestos 1,7 por cento, em parte pela crescente preocupação pela seca que afecta as culturas de trigo na Ucrânia e zonas do sul da Federação da Rússia.

O Índice de preços da FAO dos alimentos é ponderado em base das trocas comerciais que faz o seguimento dos cinco principais grupos de produtos alimentares básicos nos mercados internacionais, nomeadamente, cereais, carne, lacticínios, óleos vegetais e açúcar.

Fonte: Agrodigital

Chuva em Outubro termina com situação de seca em quase todo o país

 10-11-2015 

 
A chuva que caiu em Outubro permitiu acabar com a seca meteorológica em quase todo o país, registando-se apenas uma situação de seca fraca no sul de Portugal, refere o boletim meteorológico mensal.

Segundo o boletim publicado pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), em Outubro apenas se mantinha em situação de seca meteorológica fraca oito por cento do território nacional.

No documento, o IPMA refere que Outubro se caracterizou por ser um mês chuvoso e quente, com as condições meteorológicas predominantes a serem de «céu muito nublado e de precipitação». «O valor médio da temperatura média do ar, 17,06º C, foi superior ao valor normal com uma anomalia de +0,85º C», salienta o documento.

O IPMA sublinha também que a temperatura mínima registada em Outubro, com um valor médio mensal de 12,54º C, foi o "6.º valor mais alto desde 2000 e o 15.º mais alto desde 1931».

No boletim, o IPMA refere que devido a uma depressão, registada a 17 de Outubro, o «vento atingiu valores excepcionalmente elevados de vento médio, entre 70 e 90 quilómetros/hora, e rajadas superiores a 140 quilómetros/hora», destacando a rajada de 169 quilómetro/hora registada no Cabo da Roca, no distrito de Lisboa.

Fonte: Diáriodigital; Lusa

CONFAGRI no workshop " Economia Circular" da PEI-AGRI

03-11-2015 

 
Nos passados dias 28 e 29 de Outubro, realizou-se o Workshop "Economia Circular", promovido pela Parceria Europeia para a Inovação na Agricultura, a PEI-AGRI, na cidade de Naantali, na Finlândia.

A Engenheira Cátia Rosas representou a CONFAGRI, fazendo parte do painel final de debate e onde explicitou o papel que a agricultura e floresta têm desempenhado para promover a circulação da economia, através da promoção do uso eficiente de energia, materiais, nutrientes e carbono. 

Além disso, foi referido o facto das inovações no sector e segurança alimentar trazerem novos desafios a superar, onde é fundamental a promoção de uma rede forte com a investigação, as autoridades nacionais, nomeadamente a Rede Rural Nacional, e fornecedores de equipamentos.

A CONFAGRI identificou alguns projectos europeus nos quais está envolvida nomeadamente sobre as cadeias de valor na agricultura e agro-indústria, que permitam não apenas o tratamento em fim de vida, mas preferencialmente que os sub-produtos gerados no sector possam ser a matéria-prima para outras actividades.

Todos os parceiros foram unânimes em referir que é necessário um sistema económico que permita apoiar cooperativas, agricultores e proprietários florestais na descoberta e implementação de soluções locais de economia circular e bioeconomia.

O programa e apresentações estão disponíveis em eip-agri

Fonte: CONFAGRI

Do design para a agricultura

JOÃO PEDRO PEREIRA 14/11/2015 - 10:56

O Stoock é um sensor que pretende optimizar a rega em culturas agrícolas. Está em fase beta e quer chegar ao mercado no fim de 2016.

 
Sensor permite ajustar a quantidade de água usada na rega RUI GAUDÊNCIO

A história arranca com um mestrado em desenho gráfico e segue para o mundo das explorações agrícolas. Mas esta não é mais uma história de um profissional criativo que trocou a vida urbana por uma vida no campo. Bruno Fonseca, 29 anos, está a desenvolver um sensor que regista vários parâmetros numa cultura, permite aos agricultores analisá-los num computador ou telemóvel e ajustar com precisão a quantidade de água que precisam para regar.

"Esta startup começou quando acabei o meu mestrado e estava a fazer um projecto para um agricultor em Idanha-a-Nova, que me falou da possibilidade de desenvolver um caderno de campo digital", recorda Bruno Fonseca. O conceito começou por dar origem ao Agroop, um software de gestão das actividades agrícolas. O sensor - chamado Stoock e ainda em fase de testes - surgiu como um prolongamento desta ideia. Analisa factores como a temperatura do ar, a radiação solar, a humidade do ar e do solo, e a velocidade do vento.

A Agroop - a empresa por trás do Stoock - começou por obter financiamento numa plataforma portuguesa chamada WePinch: foram sete mil euros para financiar o arranque, a que se juntou dinheiro do Passaporte para o Empreendedorismo, uma iniciativa estatal que atribui bolsas a jovens. Mais tarde, obtiveram mais investimento através da Seedrs, uma plataforma que permite a qualquer pessoa investir numa empresa em troca de capital. Definiram como objectivo angariar 75 mil euros pela venda de uma fatia de 5%, conseguiram quase 84 mil.

Por ora, o Stook está a ser usado em 20 explorações, numa fase beta. "Em Janeiro, vamos para uma segunda fase de financiamento. Esse investimento permitirá uma produção em escala", adianta Bruno Fonseca, acrescentando que, por enquanto, os aparelhos têm sido fabricados em Portugal. O objectivo é colocar o dispositivo no mercado no final do próximo ano.

O projecto é um dos finalistas do prémio EDP Inovação, cujo vencedor será anunciado na próxima semana. No concurso estão ainda duas outras ideias, em fases muito diferentes de desenvolvimento.

O Smart Solar Water, ainda numa fase inicial, é um aparelho para reduzir o consumo eléctrico dos sistemas de aquecimento solar de água, nomeadamente nas casas. O equipamento - que não é o único do género - tem um algoritmo que pretende aumentar o aproveitamento da energia solar e usar a rede eléctrica em períodos em que a electricidade seja mais barata, de forma a reduzir a factura dos consumidores.

"É uma evolução dos controladores actuais, que têm uma perspectiva menos actualizada. Os controladores de hoje, quando não há energia solar suficiente para aquecer a água, ligam a energia eléctrica da rede", explica Rui Maia, engenheiro informático de 39 anos, um dos mentores. O projecto deriva de um doutoramento na área da sustentabilidade energética feito por Diana Neves, a outra responsável pelo Smart Solar Water.

Rui Maia não quis adiantar que financiamento precisa para colocar o dispositivo à venda. "Estamos a seguir várias vias. Temos  um pedido de registo de patente industrial", afirmou.  "Há várias hipóteses de isto andar. Dependendo do investimento que tivermos, o produto pode ser colocado [no mercado] em três meses".

Já a ser comercializado está o outro finalista. Chama-se black.block e é um conceito de contentor de desidratação de frutas e vegetais, que recorre a energia solar. O projecto nasceu em 2012. Gonçalo Martins, 48 anos, arquitecto paisagista, estava a gerir uma exploração de plantas aromáticas e precisava de um secador. "As soluções que havia eram soluções com um custo energético muito elevado e como o aumento do custo da electricidade nos últimos anos se agudizou..."

O contentor usa painéis de energia solar para criar ar quente, que é durante o dia responsável pela secagem. À noite, é ligado um desumidificador. Quando a temperatura está demasiado alta, o ar é expelido e introduzido ar do exterior. A alternância de métodos é controlada por um algoritmo e pode ser gerida através de software num computador ou telemóvel. "O que nós patenteámos foi a solução completa", diz o responsável.

O sistema foi posto à venda no ano passado, tendo sido vendidas 12 unidades com um preço médio de 14 mil euros. A empresa quer aumentar a actividade em Portugal no próximo ano, e expandir-se para Espanha, França e Itália nos seguintes.

Texto escrito no âmbito de uma parceria com o Prémio EDP Inovação

No Centro Nacional de Exposições, em Santarém Doces de Fruta e Frutos Secos a Concurso em Novembro


 
O Centro Nacional de Exposições, em Santarém, recebe nos dias 26 e 27 de novembro a 4ª edição do Concurso Nacional de Doces de Fruta Tradicionais Portugueses e o 4º Concurso Nacional de Frutos Secos Tradicionais Portugueses, respetivamente. O CNEMA realiza estes eventos em conjunto com a Qualifica - Associação Nacional de Municípios e de Produtores para a Valorização e Qualificação dos Produtos Tradicionais Portugueses.
 
Estas competições pretendem ser uma forma de motivar os produtores para continuarem a respeitar os modos de produção, as receitas e o uso dos ingredientes genuínos que permitem manter a qualidade, a tipicidade e a diferença dos doces tradicionais são objetivos.
 
O Concurso Nacional de Doces de Fruta tem como objetivo divulgar os genuínos doces tradicionais portugueses, enquanto o Concurso Nacional de Frutos Secos Tradicionais Portugueses tem como intuito divulgar os genuínos frutos e produtos hortícolas, secos e secados, tradicionais portugueses.

fonte: CNEMA

domingo, 8 de novembro de 2015

Instituições de sete países unem esforços para travar doenças da vinha

29-10-2015 
 

 
Onze instituições de sete países juntaram-se para desenvolver o projecto Winetwork que visa fazer um levantamento da incidência das doenças da vinha, a flavescência dourada e as do lenho, e disseminar boas práticas para as travar.

O projecto é coordenado pela França e, em Portugal, a entidade parceira é a Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense (ADVID), com sede no Peso da Régua, distrito de Vila Real.

«O Winetwork visa fazer um levantamento de todas as situações e incrementar boas práticas que ajudem a evitar a disseminação destas doenças», afirmou à agência Lusa a directora-geral da ADVID, Rosa Amador.

A responsável salientou que se trata de uma «rede temática», não propriamente um projecto de investigação científica, que tem como objectivo o intercâmbio e transferência de conhecimento.

A flavescência dourada é uma doença de quarentena que tem como agente causal um parasita e é transmitida por um insecto vector, que se alimenta da seiva da videira e propaga o fitoplasma assassino.

Em Portugal, a doença foi detectada pela primeira vez em 2006, no Minho, região onde mais se tem propagado. No Douro, foram detetados dois casos em Vila Real e Santa Marta de Penaguião.

A flavescência dourada já foi comparada por alguns à filoxera, uma praga que no século XIX destruiu vinha. Para conter a doença está em curso o Plano de Acção Nacional para o Controlo da Videira, que congrega esforços de vários organismos públicos e privados.

As doenças do lenho da videira, que afetam o tronco das plantas, constituem também, actualmente e a nível mundial, uma ameaça à produção estável em vitivinicultura.

Rosa Amador salientou que é necessário disseminar «boas práticas» para travar estas doenças que afectam uma importante actividade económica do país e do Douro, a produção de vinho.

O objectivo do projecto é recolher informação e conhecimento sobre as doenças, até porque muitos viticultores e investigadores estão a testar abordagens inovadoras e sustentáveis de luta contra estas moléstias, e partilhar essa informação pelos países europeus.

No dia 10 de Novembro decorre, no Peso da Régua, a segunda reunião anual que junta a equipa científica do Winetwork. Em simultâneo a ADVID organiza o seminário "Doenças lenho e flavescência dourada".

«Aproveitamos o facto de estar cá o grupo científico do projecto e quisemos aproveitar também o conhecimento deles para o transmitir para o exterior. O objectivo é que cada um deles nos transmita o seu conhecimento sobre estas duas doenças», frisou a diretora geral.

O projecto foi aprovado no âmbito do programa-quadro Horizon 2020 (H2020) da Comissão Europeia, começou a ser implementado em 2015 e vai prolongar-se por três anos.  O Winetwork envolve 11 parceiros de Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Hungria e Croácia.

Fonte: Lusa

Expansão do vinho faz crescer a tentação das fraudes

 29-10-2015 
 

 
Tráfico de uvas, vinho falsificado e rotulagem irregular são algumas das infracções no sector vitivinícola detectadas nos últimos anos pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, mostrando que a tentação da fraude acompanha a expansão do negócio.

O inspector-geral, Pedro Portugal Gaspar, disse à Lusa que o problema não se tem colocado em termos da segurança alimentar, mas afecta a credibilidade das marcas e defrauda os consumidores que acabam por comprar gato por lebre.

«O vinho é um produto económico de expansão no mercado nacional, para exportação e com um valor económico já apreciável», o que aumenta a tentação dos falsificadores, sublinhou o responsável da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Tal como na roupa, os falsificadores privilegiam as marcas conceituadas, como a Pêra Manca ou a Barca Velha. «Não se faz contrafação de roupa de marcas desconhecidas, no vinho é semelhante», comentou Pedro Portugal Gaspar, lembrando que a ASAE já apreendeu garrafas falsas destas marcas em Portugal no âmbito da operação "Premium".

«O que estava no interior da garrafa era um vinho substancialmente inferior. O vinho estava bom, mas não correspondia nem ao preço nem à rotulagem que, neste caso, era decisiva para a decisão do consumidor», contou Domingos Antunes, o inspector que liderou a operação, confirmando o aumento da tendência para a fraude.

As garrafas em causa foram detetadas em garrafeiras, um mercado que a ASAE está «claramente a monitorizar», segundo Domingos Antunes, misturadas com as originais.

«Mais preocupante foi o facto de uma boa parte delas terem sido encontradas num aeroporto. Naturalmente, esses consumidores menos avisados, que não dominam este vinho, acabam por adquiri-las e ir para outro país onde é mais difícil dar seguimento às investigações», detalhou o inspector responsável pela unidade de investigação criminal da ASAE.

A ASAE está também cada vez mais atenta ao tráfico das uvas que visa engrossar a fileira da uva de determinadas regiões demarcadas e que já levou a «algumas apreensões relevantes» este ano, indicou Pedro Portugal Gaspar.

Trata-se, no fundo, de criar «um produto com uma mistura de matéria-prima que não corresponde ao que a lei exige em termos da proveniência geográfica, o que adultera as características e, de algum modo, entra em concorrência desleal» com outros produtores que só usam uvas provenientes da região, explicou.

Domingos Antunes realçou que, por se tratar de um produto de grande venda, tem vindo a aparecer muito vinho no mercado que não corresponde diretamente à produção.

Ou seja, «há mais garrafas do que propriamente aquilo que as vinhas podem produzir», o que indicia o tráfico de uvas. A ASAE tem intensificado as ligações aos países do espaço lusófono, destino prioritário para o vinho de produção nacional, mas contacta também diariamente com outros parceiros internacionais, incluindo mercados do Oriente, para tentar perceber se foram detetadas falsificações nestes países.

«Isto é uma das formas de ludibriar a acutilância da ASAE: em vez de produzir falsificações no mercado interno, exportá-las porque aí o controlo é menor e o consumidor está menos alertado», adiantou Domingos Antunes, frisando que as marcas conceituadas estão também associadas a um determinado estatuto.

Em caso de dúvida, o preço deve ser o primeiro motivo de desconfiança: «Não é normal (…) que o mercado baixe drasticamente. Ou o vinho está falsificado ou existe algum problema com o vinho […]. Abaixo do preço, é de desconfiar, naturalmente».

Fonte: Lusa

CE suspende pedidos de certificados de importação de azeite da Tunísia

29-10-2015 
 

 
O bom ritmo das exportações tunisinas de azeite para a União Europeia levou a Comissão Europeia a suspender a apresentação de solicitações de certificados de importação da quota de azeite.

A decisão da Comissão deve-se ao facto de entre 01 de Janeiro e 4 de Agosto de 2015, o número de pedidos de certificados de importação excederem a quota anual de 56.700 toneladas. No início de Agosto passado, a Comissão aprovou um regulamento, fixando um coeficiente de alocação aplicável à quantidade de solicitações entre os dias 3 e 4 de Agosto de 2015, e suspendeu a apresentação de novos pedidos para o mês referido.

Recorde-se que, a 17 de Setembro passado foi adoptada uma proposta legislativa da Comissão Europeia que seria aumentado, de forma temporal, o acesso de azeite da Tunísia no mercado comunitário, uma medida aplicada para ajudar a Tunísia a atravessar a actual situação de crise como consequência dos ataques terroristas.

A Comissão propõe que de 01 de Janeiro de 2016 a 31 de Dezembro de 2017 seja aplicada uma nova quota anual de importação sem tarifa de 35 mil toneladas procedente da Tunísia. Esta quota seria adicional à existente de 56.700 toneladas de importação sem tarifa sob o Acordo de Associação União Europeia-Tunísia (UE-Tunísia)

Por seu lado, produtores espanhóis e italianos denunciam que, mais uma vez, a agricultura foi colocada ao serviço da política, penalizando os produtores comunitários para que a Comissão Europeia possa levar a cabo as suas boas intenções. Para além disso, esta não se trata da primeira vez que são apicadas medidas com base política mas que prejudicam a agricultura da União Europeia, como o embargo russo ou as concessões adicionais de laranjas para Marrocos. Razão pela qual os produtores pedem que seja avaliado o impacto das importações de azeite tunisino no sector olivícola da UE.

Fonte: Agrodigital

Rótulos dos produtos à base de carne ainda enganam consumidores


     
04/11/2015 16:52 5285 Visitas   

Shutterstock
Rótulos dos produtos à base de carne ainda enganam consumidores


Os produtos à base de carne comercializados em toda a Europa exibem rótulos pouco claros e com informação limitada, tornando-se enganadores para os consumidores, alertou hoje o Gabinete Europeu das Uniões de Consumidores (BEUC).

"Os consumidores que compram carne de porco assada ou salsichas grelhadas devem saber através do rótulo quanta carne estes produtos contêm. Ninguém quer comprar água pelo preço de carne"
Nomes que geram confusão, aditivos não especificados e o teor de carne não identificado são algumas das situações relatadas num relatório do BEUC, que denunciou, por exemplo, que os consumidores estão a comprar carne injetada com água, carne picada com sulfitos e frango "disfarçado" de bovino em 'kebabs'.

A indústria alimentar europeia tem estado sob escrutínio público desde que em 2013 foram descobertos vestígios de carne de cavalo em produtos de carne de vaca, como hambúrgueres, lasanhas ou almôndegas. A descoberta levou à retirada de milhões de produtos das prateleiras dos supermercados.

"Se estamos empenhados na reconstrução da confiança na carne, os Estados-membros da UE precisam de reforçar os controlos e de certificarem-se que os rótulos são completos e exatos", afirmou Monique Goyens, diretora do BEUC, num comunicado.

"Os consumidores que compram carne de porco assada ou salsichas grelhadas devem saber através do rótulo quanta carne estes produtos contêm. Ninguém quer comprar água pelo preço de carne", disse a representante.

No documento, o BEUC afirmou que nos últimos meses têm existido casos frequentes em que os rótulos não fornecem a quantidade de água adicionada ou declaram a percentagem de carne existente no produto.

Ao nível das recomendações, o gabinete defende controlos mais frequentes por parte das autoridades da UE, bem como instou Bruxelas a dar prioridade aos esforços de combate à fraude alimentar.

Este relatório é divulgado um dia depois de um estudo promovido por ativistas ter denunciado que um terço do peixe servido nos restaurantes em Bruxelas -- incluindo nas próprias cantinas da UE -, é muitas vezes a versão mais barata do produto exibido no menu.

Lusa/SOL

Parlamento vota fim de subsídios aos agricultores com touros de corrida


Outubro 30
14:47
2015

O Parlamento Europeu votou o fim dos subsídios aos produtores que se dedicam à criação de touros para as corridas.

Esta medida afecta a Espanha e Portugal e estima-se que, no país vizinho, os produtores venham a perder cerca de 100 milhões de euros em subsídios.

A votação foi significativa, com 438 dos 687 eurodeputados a votar a favor do fim dos apoios.

Esta decisão foi fortemente aplaudida pelas ONG's de defesa dos animais, que, apesar de continuarem a lutar pela proibição das corridas, consideram esta medida positiva, no sentido em que vai criar mais problemas à criação de touros de corrida, que são essenciais para o espectáculo.

As ONG's estão agora a pressionar a Comissão, no sentido de dar seguimento a esta decisão e retirar totalmente os subsídios.

Dez mil milhões de euros para investimento em biocombustíveis de última geração

Outubro 30
14:46
2015

No momento em que as decisões estratégicas apontam para uma redução das emissões de gases a efeito de estufa em 40% a 80%, as emissões dos transportes rodoviários europeus estão a subir. É, portanto, fundamental inverter esta tendência.

Uma das alternativas pode ser os veículos eléctricos, mas não parece que estes venham a ter um grande impacto nos próximos anos, devido ao seu número ser muito diminuto.

Os biocombustíveis arrancaram com toda a força em 2009, mas começaram a ser alvo de algumas críticas devido à grande desflorestação a nível mundial para a sua produção, o que levou a muitas dúvidas e interrogações sobre o seu real valor benéfico.

Neste momento, a grande aposta é na investigação de combustíveis de geração avançada, que possam não ter os problemas dos actuais biocombustíveis.

Estão, assim, previstos investimentos de 10 mil milhões de euros na investigação da produção de combustíveis a partir dos lixos, algas e desperdícios de madeira.

Este valor, que pode ser considerado muito alto, fica, no entanto, muito aquém das centenas de milhares de milhões de euros que estão a ser investidos na energia solar.

A Comissão propôs uma revisão das taxas dos combustíveis, no sentido de beneficiar os menos poluentes em relação aos mais poluentes.

Neste momento, este tema está na ordem do dia, uma vez que se aproxima a conferência mundial do clima, que se realiza em Dezembro deste ano, em Paris e as metas propostas pela Comissão, de redução de emissões para 2020, dificilmente serão atingidas, se continuarmos com este ritmo.


PE não isenta os agricultores da responsabilidade na qualidade do ar

Outubro 30
14:49
2015

O Parlamento Europeu, na sua sessão plenária desta semana, decidiu que o sector agrícola não deverá ser excluído das novas normas europeias, que dizem respeito à poluição atmosférica.

Votaram, assim, para que as emissões de metano e amónia sejam incluídas na legislação europeia, sabendo que a agricultura é uma das principais fontes de emissão destes produtos.

Apesar desta decisão e à última da hora, foi aprovada uma emenda que mudou a terminologia de metano para metano entérico, que é o que é produzido no processo digestivo dos ruminantes.

Foram decididos tectos máximos para as emissões em 2025, mas não foram aceites as reduções propostas para 2030, pelo Comité de Ambiente.

Quase todas as emissões de amónia se devem ao sector agrícola e 40% da produção de metano.

Alguns deputados votaram contra, com o argumento que as metas para a emissão de amónia são muito difíceis de atingir, o que vai levar a problemas graves na produção agrícola.

Alguns eurodeputados do Comité de Agricultura continuam a defender que o metano devia ser excluído desta legislação, uma vez que isso pode vir a causar o abandono da produção de bovinos dos nossos prados.

As ONG's ambientalistas reagiram negativamente a esta decisão, considerando que são necessárias medidas mais rigorosas, uma vez que a qualidade do ar é cada vez pior, o que causa problemas graves de saúde.

Comissário Phil Hogan prevê um bom futuro para a agricultura europeia


Outubro 30
14:51
2015

Em palavras ao Guild of Agricultural Journalists, o Comissário Phil Hogan defendeu que o futuro para a agricultura europeia continua a ser muito positivo, uma vez que a procura mundial de alimentos aumenta a cada ano.

Pelo menos em cada ano há mais 150 milhões de pessoas que passam para a classe média, o que aumenta o poder de compra e o consumo de produtos de qualidade.

Considera, portanto, isto uma grande oportunidade, devido à elevada qualidade dos produtos europeus, classificando-os, mesmo, como os melhores do mundo.

O embargo russo afectou muito a produção europeia, mas teve o condão de despertar a Europa para ir à procura de outros mercados e a prova disso é que, se perdemos 5,2 mil milhões em exportações para a Rússia, ganhámos 6,8 mil milhões para outros países.

A Comissão está a tentar encontrar outros mercados e prova disso são as negociações com o México e o Vietname e está confiante de conseguir um bom acordo com os Estados Unidos.

Nas últimas semanas assistimos à reabertura do mercado canadiano para a carne de vaca europeia.

Em termos de ajuda à promoção, a verba para 2016 foi aumentada de 80 para 110 milhões de euros.

Em 2016 vão ser realizadas missões comerciais ao México, Colômbia, Japão e China.

 Imagem - ec.europa.eu

Desenvolvido Sensor Portátil que identifica glúten nos alimentos em tempo real



 01 Novembro 2015, domingo 

Uma empresa americana, do Estado de São Francisco, desenvolveu um sensor portátil que alerta os utilizadores para a presença de glúten em apenas dois minutos.
O produto - Nima - permite ao consumidor colocar uma amostra do alimento que vai ingerir e este testa se o alimento tem menos de 20 partes por milhão de glúten (20 miligramas de glúten por quilo).
«Nós queriamos descobrir um método mais proativo para sabermos o que está nos nossos alimentos em vez de comer algo e ficarmos doentes por não sabermos realmente qual a sua composição», afirmou o Diretor Técnico Scott Sundvor da empresa 6SensorLabs, responsável pelo desenvolvimento do produto, e que também ele é intolerante ao glúten.
O aparelho usa uma deteção química para analisar se tem ou não glúten na amostra do alimento.
A empresa afirma que a máquina tem um grau de confiança de 99,5%.
O produto vai ainda ter uma app que irá permitir aos utilizadores partilharem os restaurantes e, potencialmente, produtos que tenham produtos livres de glúten e cujos testes sejam positivos.
Fonte: TecnoAlimentar.

sábado, 7 de novembro de 2015

Ikea pede aos clientes devolução de produto à base de frutos secos


     
Emanuel Costa Emanuel Costa | 06/11/2015 11:55 7701 Visitas   


1 / 2A mistura Russin e Mandel pode ter mais do que passas e amêndoas


A Ikea informou esta sexta-feira que está a pedir aos clientes que devolvam um lote específico de frutos secos, uma mistura de passas e amêndoas. O alimento não é perigoso, diz a marca sueca, mas não estão identificados todos os ingredientes, que podem afectar algumas pessoas que sejam alérgicas.

O pacote em causa é o Russin & Mandel, uma mistura de passas e amêndoas que pode ter outros ingredientes
O pacote em causa é o Russin & Mandel, uma mistura de passas e amêndoas em embalagem vermelha. O lote específico é o L33573, com data de validade de 6 de abril de 2016, e o código de produção é o 5 169.

A Ikea explica que a mistura pode conter outros frutos secos ou vestígios dos mesmos, como castanhas-do-Brasil, cajus, nozes e avelãs. Nenhum dos ingredientes está contaminado de alguma forma, sendo seguro para a maioria das pessoas. No entanto, o facto de esses ingredientes não estarem listados na embalagem, pode trazer riscos de saúde para pessoas que sejam alérgicas a alguns desses frutos secos.

As embalagens podem ser devolvidas nas lojas da Ikea, garantindo a marca sueca a devolução do valor na totalidade. A Ikea remete também os clientes para a sua linha telefónica de apoio, através do 707 20 50 50.


EUA já vale um quinto das exportações de cortiça portuguesa

05.11.2015  11:21  

Vendas alcançaram os 95,5 milhões de euros no primeiro semestre de 2015. 

Os Estados Unidos são o principal mercado de destino da cortiça portuguesa, representando mais de 20% do total exportado, com as vendas a alcançarem os 95,5 milhões de euros no primeiro semestre de 2015. Segundo dados fornecidos pela FILCORK (Associação Interprofissional da Fileira da Cortiça), entre janeiro e junho, as vendas de cortiça ao estrangeiro totalizaram 473,2 milhões de euros, crescendo 7,8% em valor face ao período homólogo. No que respeita ao volume exportado, a tendência foi contrária, com um decréscimo de 2,6% entre 2014 e 2015 (de 94,6 milhares de toneladas para 92,1 milhares). No mesmo período, Portugal importou 31,8 milhares de toneladas de cortiça que custaram 64,7 milhões de euros, correspondendo a uma redução homóloga de 9,2% em volume e a um aumento de 4,2% em valor. França, que foi em 2014 o principal destino dos produtos de cortiça portugueses, passou para segundo lugar no primeiro semestre deste ano, com 18,9% das exportações, no valor de 89,4 milhões de euros. As rolhas são o produto de cortiça mais exportado (quase três quartos do total), com 342,1 milhões de euros exportados nos primeiros seis meses de 2015, seguindo-se os materiais de construção com 117,8 milhões de euros. As exportações de cortiça têm vindo a aumentar desde 2010, tendo em 2014 crescido 1,5% em relação ao ano anterior.

Vencedores do Concurso de Vinhos A Escolha da Imprensa já são conhecidos

 Revista de Vinhos atribuiu cinco 'Grande Prémio' e 74 'Prémio Escolha da Imprensa'
Vencedores do Concurso de Vinhos "A Escolha da Imprensa" já são conhecidos
 
Os vencedores do Concurso de Vinhos "A Escolha da Imprensa", organizado pela Revista e Vinhos no âmbito do Encontro com o Vinho e Sabores 2015, são já conhecidos. Subiram ao pódio para receber o 'Grande Prémio' nos espumantes, o Murganheira Cuvée Reserva Especial branco 2004 (Sociedade Agrícola e Comercial do Varosa . região Távora Varosa); nos brancos, o Muros de Melgaço Alvarinho 2014 (Anselmo Mendes Vinhos . região Vinhos Verdes); nos rosés, o MR Premium 2014 (Sociedade Agrícola D. Diniz . região Alentejo); nos tintos, o H.O. Grande Escolha 2012 (Casa Agrícola Horta Osório . região Douro); e nos fortificados, o Vau Porto Vintage 2011 (Sogrape Vinhos . região Douro). Do painel de vinhos a concurso foram ainda distinguidos 74 néctares com o 'Prémio Escolha da Imprensa' (lista completa abaixo).
 
Este ano foram batidos todos os recordes: de participação e de jurados. Foram 357 os vinhos avaliados em prova cega por um grupo de 34 provadores de todo o leque de órgãos de comunicação social do país, que inclui imprensa da especialidade, mas não só, e bloggers de assumidamente pendor vínico. Não faltou um provador de Taiwan, Wade Wan, que escreve sobre vinho no seu país. Uma estreia internacional neste concurso.
 
A somar à quantidade de vinhos – que ultrapassou em 87 a edição de 2014 –, a grande qualidade dos mesmos, que levou a organização a atribuir um maior número de prémios. Falando em regiões vitivinícolas, a participação foi ainda mais diversa, com a estreia dos Açores, que desde logo colocou no dois vinhos no pódio. Uma conjuntura que obrigou a competição a decorrer em duas fases. Uma primeira, em que foram provados todos os vinhos. E uma segunda, realizada dias depois, onde os três mais pontuados em cada categoria foram novamente avaliados numa finalíssima, composta por um conjunto de 9 provadores. A única excepção aconteceu nos rosés, onde o director técnico da prova e director da Revista de Vinhos, Luís Lopes, decidiu avançar com dois finalistas. Verdade seja dita que a participação de rosés, a maior de sempre, é ainda exígua se comparada com as outras categorias.
 
A entrega de prémios teve lugar na sexta-feira, no primeiro dia do 'Encontro com o Vinho e Sabores', no Centro de Congressos de Lisboa. Os vinhos premiados estiveram em degustação livre e não só foram alvo de muita curiosidade do público em geral como também de vários enólogos e produtores, provavelmente curiosos em verificar os gostos dos jurados.
 
Este é um concurso com um conceito original e único no país, pela heterogeneidade do painel de jurados, que representa de uma forma "mais" fidedigna as escolhas dos consumidores e as tendências do mercado. É organizado por uma revista da especialidade que convida os colegas do meio para provarem alguns dos melhores vinhos do maior evento de vinho do país. O facto de nele participarem vinhos topo de gama, que habitualmente não vão a concursos, torna também esta uma competição especial.
 
CONCURSO DE VINHOS "A ESCOLHA DA IMPRENSA"
VENCEDORES
 
ESPUMANTES (11)
 
GRANDE PRÉMIO ESCOLHA DA IMPRENSA (1)
Murganheira Cuvée Reserva Especial Távora-Varosa branco 2004 (Sociedade Agrícola e Comercial do Varosa)
ESCOLHA DA IMPRENSA (10)
Adega d´Palmela Moscatel branco (Adega Cooperativa de Palmela)
Aliança Vintage Bairrada branco 2010 (Aliança - Vinhos de Portugal)
Murganheira Assemblage Távora-Varosa Grande Reserva branco 2000 (Sociedade Agrícola e Comercial do Varosa)
Murganheira Blanc de Noirs Távora-Varosa Touriga Nacional branco 2008 (Sociedade Agrícola e Comercial do Varosa)
Primavera Baga-Bairrada branco 2013 (Caves Primavera)
Quinta da Calçada Cuvée de Choix Reserva rosé (Agrimota)
Raposeira Peerless Super Reserva branco 2009 (Caves da Raposeira)
Raposeira Super Reserva Blanc de Blancs branco 2011 (Caves da Raposeira)
Regateiro Bairrada branco 2013 (Ares da Bairrada)
São Domingos Cuvée Bairrada branco 2011 (Caves do Solar de São Domingos)
 
BRANCOS (22)
 
GRANDE PRÉMIO ESCOLHA DA IMPRENSA (1)
Muros de Melgaço Vinho Verde Alvarinho 2014 (Anselmo Mendes Vinhos)
ESCOLHA DA IMPRENSA (21)
Adega Mãe Regional Lisboa Viosinho 2014 (Adega Mãe)
Aveleda Reserva da Família Bairrada 2014 (Aveleda)
Borges Colheita Tardia Dão 2010 (Sociedade dos Vinhos Borges)
Catarina Regional Península de Setúbal 2014 (Bacalhôa Vinhos de Portugal)
Herdade Monte da Cal Saturnino Regional Alentejano Grande Reserva 2013 (Herdade Monte da Cal)
Mirabilis Douro Grande Reserva 2014 (Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo)
MR Premium Regional Alentejano 2013 (Sociedade Agrícola D. Diniz)
Mula Velha Premium Regional Lisboa 2014 (Quinta do Gradil)
Nostalgia 10 Barricas Vinho Verde Alvarinho 2013 (Lua Cheia em Vinhas Velhas)
Portal do Fidalgo Vinho Verde Alvarinho 2014 (Provam)
Pousio Regional Alentejano Reserva 2014 (Casa Agrícola HMR)
QM Vinho Verde Alvarinho 2014 (Quintas de Melgaço)
QM Vinhas Velhas Vinho Verde Alvarinho 2013 (Quintas de Melgaço)
Quinta das Cerejeiras Óbidos Reserva 2012 (Companhia Agrícola do Sanguinhal)
Quinta dos Carvalhais Branco Especial Dão (Sogrape Vinhos)
Quinta dos Carvalhais Dão Reserva 2011 (Sogrape Vinhos)
Rozès Noble Late Harvest Douro 2011 (Rozès)
Serras de Grândola Edição Especial Regional Península de Setúbal 2014 (Maria Jacinta N. C. S. da Silva)
Terras de Lava IG Açores Colheita Selecionada 2014 (Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico)
Titular Dão Encruzado 2014 (Caminhos Cruzados)
Vila Santa Regional Alentejano Reserva 2014 (J. Portugal Ramos Vinhos)
 
ROSÉS (5)
 
GRANDE PRÉMIO ESCOLHA DA IMPRENSA (1)
MR Premium Regional Alentejano 2014 (Sociedade Agrícola D. Diniz)
ESCOLHA DA IMPRENSA (4)
Casa do Lago Regional Lisboa 2014 (DFJ Vinhos)
JP Azeitão Regional Península de Setúbal (Bacalhôa Vinhos de Portugal)
Pluma Vinho Verde 2014 (Casa de Vila Verde)
Quinta do Poço do Lobo Bairrada Baga Pinot Noir Reserva 2014 (Caves São João)
 
TINTOS (30)
 
GRANDE PRÉMIO ESCOLHA DA IMPRENSA (1)
H.O. Douro Grande Escolha 2012 (Casa Agrícola Horta Osório)
ESCOLHA DA IMPRENSA (29)
2221 Terroir Cantanhede Bairrada 2011 (Adega Cooperativa de Cantanhede)
Adega de Borba Alentejo Garrafeira 2009 (Adega Cooperativa de Borba)
Adega de Pegões Regional Península de Setúbal Alicante Bouschet 2012 (Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões)
Blog Regional Alentejano Alicante Bouschet + Syrah 2012 (Tiago Mateus Cabaço e Cabaço)
Cartuxa Alentejo Reserva 2012 (Fundação Eugénio de Almeida)
Casa Santos Lima Regional Lisboa Reserva 2012 (Casa Santos Lima)
Conde d ´Ervideira Private Selection Alentejo 2012 (Ervideira)
Consensus Regional Lisboa Pinot Noir & Touriga Nacional 2008 (DFJ Vinhos)
Dona Berta Douro Tinto Cão Reserva 2011 (Hernâni A.M Verdelho)
Dona Maria Regional Alentejano Grande Reserva 2010 (Júlio Bastos)
Elpenor Dão 2011 (Júlia Kemper Wines)
Foral de Cantanhede Gold Edition Bairrada Baga Grande Reserva 2009 (Adega Cooperativa de Cantanhede)
Herdade da Ajuda Regional Alentejano Syrah & Touriga Nacional 2009 (Herdade da Ajuda Nova)
Monte Branco Regional Alentejano 2011 (Luís Louro)
Paço dos Cunhas de Santar Vinha do Contador Dão 2009 (Paço de Santar -Vinhos do Dão)
Pai Chão Regional Alentejano Grande Reserva 2011 (Adega Mayor)
Poliphonia Regional Alentejano Reserva 2013 (Granacer)
Quinta da Gândara Dão Touriga Nacional Reserva 2011 (Sociedade Agrícola de Mortágua)
Quinta da Romaneira Regional Duriense Petit Verdot 2012 (Sociedade Agrícola da Romaneira)
Quinta da Touriga-Chã Douro 2013 (Jorge Rosas)
Quinta das Corriças Trás-os-Montes Reserva 2011 (Sociedade Agrícola Quinta das Corriças)
Quinta do Grifo Reserve Douro 2011 (Rozès)
Quinta do Quetzal Alentejo Reserva 2011 (Quinta do Quetzal)
Quinta do Serrado Dão Touriga Nacional 2010 (Sociedade Agrícola Castro de Pena Alba)
Quinta Seara d´Ordens Vinhas Velhas Douro Reserva 2012 (Sociedade Agrícola Quinta Seara d´Ordens)
Titular Dão Reserva 2012 (Caminhos Cruzados)
Velhos Bardos Douro Reserva 2013 (Vasques de Carvalho)
Villa Oliveira Dão Touriga Nacional 2011 (O Abrigo da Passarela)
Vinhas Antigas da Beira Interior by Rui Madeira Beira Interior 2011 (Rui Roboredo Madeira)
 
FORTIFICADOS (11)
 
GRANDE PRÉMIO ESCOLHA DA IMPRENSA (1)
Vau Porto Vintage 2011 (Sogrape Vinhos)
ESCOLHA DA IMPRENSA (10)
Alves de Sousa Porto Vintage 2009 (Domingos Alves de Sousa)
Blackett Porto 30 anos (Alchemy Wines Port)
Blandy ´s Madeira Bual 2002 (Madeira Wine Company)
Duorum Vinha de Castelo Melhor Porto Vintage 2012 (Duorum Vinhos)
Lajido Pico Vinho Licoroso Seco Superior 2003 (Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico)
Niepoort Porto Crusted (Niepoort (Vinhos)
Quinta do Seixo Porto Vintage 2013 (Sogrape Vinhos)
Quinta Seara d´Ordens Porto Vintage 2012 (Sociedade Agrícola Quinta Seara d´Ordens)
Vasques de Carvalho Porto 30 anos (Vasques de Carvalho)
Vasques de Carvalho Porto Vintage 2013 (Vasques de Carvalho)
 

Adega de Vidigueira convida para o "Mês do Vinho"


 

A Adega de Vidigueira promove pelo segundo ano consecutivo o "Mês do Vinho", uma iniciativa que convida a conhecer e celebrar as tradições vínicas da região.  Entre 6 de novembro e 6 de dezembro são diversas as atividades que irão decorrer na própria Adega, como visitas, Cante Alentejano, petiscos, apresentação de novos produtos, e claro a prova de vinho novo de Talha, que acontece a 11 de novembro, dia de S. Martinho. 

                                                                        

A finalidade do "Mês do Vinho" é «chamar as pessoas a conhecer a Adega, dar continuidade à tradição e apresentar novos produtos, proporcionando experiências únicas», refere José Miguel Almeida, presidente da Adega de Vidigueira.


http://www.adegavidigueira.com.pt/Home



domingo, 1 de novembro de 2015

Apicultores põem a Comissão Europeia em Tribunal

Outubro 30
14:41
2015

Os apicultores europeus resolveram apresentar queixa no Tribunal Europeu contra a Comissão Europeia, devido à aprovação de um pesticida que pode ser bastante nocivo para as abelhas.

O pesticida da Dow AgroSciences, Sulfoxaflor, tinha tido um parecer desfavorável por parte da EFSA (European Food Safety Authority) e acabou aprovado pela Comissão.

Este pesticida é muito similar aos neonicotinóides, que estão provados serem um dos elementos causadores da elevada mortalidade das abelhas.

Segundo os apicultores, o Sulfoxaflor é um produto absorvido pelas plantas e fica retido no pólen, sendo, assim, altamente tóxico para as abelhas. Também é considerado tóxico a médio prazo para os solos e água.

Nos Estados Unidos este pesticida foi proibido em 10 de Setembro deste ano, com uma decisão do tribunal, que o considerou causador da morte das abelhas.

Está, desta forma, lançado um processo judicial que, seguramente, será seguido de muita polémica.

Mais19 OGM’s aprovados na UE


Outubro 29
15:28
2015

A Comissão Europeia informou que foram aprovados, para consumo, mais 19 produtos OGM's.

Estes produtos são originários da Monsanto, Dupont, Bayer e BASF e destinam-se à alimentação humana, animal e flores de corte.

Todos estes OGM's foram considerados seguros para o ambiente e saúde pública.

Foram, assim, autorizadas variedades de milho, soja, colza e algodão, bem como bolbos de flores de corte.

A organização Greenpeace já reagiu desfavoravelmente, acusando a Comissão de fazer o jogo da Monsanto e não de estar ao lado do consumidor europeu.

Segundo esta ONG, esta decisão tem como objectivo agradar aos Estados Unidos, no momento em que decorrem as negociações para o acordo comercial denominado TTIP (Transatlantic Trade and Investment Partnership).

Produção de castanha em Marvão prejudicada pelo tempo

31/10/2015, 10:11

A produção de castanha na zona de Marvão, no Alentejo, foi muito prejudicada pelo tempo seco e quente. Produtores também se queixam da pouca procura.

A produção deste ano de castanha na zona de Marvão, no Alto Alentejo, foi prejudicada pelo tempo seco e quente. Para além disso, a campanha está a ser marcada pela pouca procura do mercado, segundo os produtores. "A campanha está a ser má, devido ao calibre fraco da castanha e à pouca animação do mercado", disse à agência Lusa o presidente da Cooperativa Agrícola Cerealicultores de Porto da Espada (CACPE), Fernando Alfaiate. 

De acordo com o responsável, a castanha, "pouco podre", mantém "a boa qualidade", mas apresenta um "calibre fraco" por causa do tempo seco durante a primavera e por se ter vivido um verão "demasiado quente". Com cerca de 20 associados produtores de castanha, a cooperativa de Marvão, a única zona a sul do Tejo onde se verifica a existência de castanheiros, vê predominar nos seus campos as espécies Bária e Clarinha.

Fernando Alfaiate alegou não dispor ainda de números quanto à quebra da produção, uma vez que a campanha continua até à terceira semana de novembro, sobretudo em relação à espécie Clarinha, mas prevê uma redução "muito elevada", o que resulta num "ano para esquecer".

"A perspetiva da campanha quanto à espécie Clarinha poderá ser um pouco melhor, pois as últimas chuvas influenciaram o tamanho, mas não prevemos grande produção devido à má criação do ouriço (cápsula onde se encontra a castanha)", explicou. Além das condições atmosféricas, o presidente da CACPE lamentou a "falta de animação do mercado", considerando que a procura este ano é "muito reduzida".

"A maior parte da castanha produzida pela nossa cooperativa tem ido para a indústria, pois o mercado, a fresco, aqui na região não teve procura", indicou o responsável, referindo que o fruto este ano foi comercializado para a indústria a cerca de 80 cêntimos por quilo.

Em 2014, lembrou Fernando Alfaiate, a castanha foi vendida para o mercado entre "1,20 euros e dois euros o quilo" e para a indústria entre "70 e 80 cêntimos". No Alto Alentejo, o micro clima da Serra de São Mamede, propício à produção de castanha, já levou a que as entidades que tutelam o setor considerassem a castanha de Marvão como de "origem protegida".

Para meados de novembro, está marcada a Feira da Castanha, promovida pelo município e, à semelhança de anos anteriores, a CACPE é a principal fornecedora, com mais de cinco toneladas de castanha. A 32.ª Feira da Castanha de Marvão, nos dias 14 e 15 de novembro, apresenta-se como a "grande mostra" de produtos locais e regionais, com dezenas de pontos de venda, onde os visitantes podem encontrar também produtos hortícolas, frutos secos, enchidos, queijos, vinhos, licores, azeite, compotas ou doces caseiros, e uma área de restauração.

Pelas ruas da vila histórica, vão estar espalhados quatro magustos onde os visitantes poderão saborear as castanhas assadas e os vinhos produzidos na região. Do ponto de vista cultural, os visitantes poderão apreciar exposições, assistir a espetáculos de animação circense, teatro de rua ou música popular em vários espaços.

Regadio do Alqueva chega a 10 mil hectares de Reguengos de Monsaraz


Outubro 29
15:51
2015

Num projecto promovido pela empresa gestora do empreendimento, uma área de cerca de 10 mil hectares no concelho de Reguengos de Monsaraz, Évora, vai poder ser regada pelas águas da albufeira do Alqueva.

Irá ser apresentada, pela Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA), na terça-feira, uma solução-base para o Circuito Hidráulico de Reguengos de Monsaraz e respectivo Bloco de Rega.

A área abrangida, segundo a empresa, é de aproximadamente 10 mil hectares de bons solos agrícolas, os quais poderão ter, como origem de água, o Sistema Primário de Alqueva.

Os olivais e as vinhas, que originam os famosos vinhos produzidos no concelho de Reguengos de Monsaraz, vão poder ser regados pela água da barragem de Alqueva.

Lusa

Selo para proteger vinho português das falsificações chinesas


Outubro 29
15:44
2015

O vinho português está a ser cada vez mais apreciado na China aumentando, assim, as exportações para este país, mas, em contrapartida, aumenta também a contrafacção. Por este motivo, o empresário português Rui Ribeiro investiu num sistema para dificultar as falsificações.

O caso não é inédito, os franceses têm também enfrentado alguns problemas com falsos "Château Laffitte", um vinho de reconhecida qualidade e preço elevado, produzido na região de Bordéus.

E foi precisamente em França que surgiu a solução, um selo que promete "tecnologia impossível de reproduzir", baseada numa dispersão aleatória de fibras coloridas associadas a um código 2D (duas dimensões) em série, que cria "uma impressão digital única de cada etiqueta".

O selo "Made in Portugal Authentic", que está a ser desenvolvido pela empresa portuguesa Portucrown e pela francesa Prooftag, destina-se a produtores que queiram exportar para mercados internacionais, como a China, com a garantia de que os seus produtos chegam ao consumidor final inviolados e inalterados.

Lusa

Governo dos Açores antecipa o pagamento das ajudas aos sectores do leite, da carne e do ananás



Outubro 29
15:41
2015
O Governo dos Açores anunciou, hoje, a transferência, na próxima sexta-feira, de cerca de 54 milhões de euros, referentes à antecipação de pagamentos nos sectores do leite, da carne e do ananás.

Segundo a Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente, o executivo "garantiu o processamento atempado de mais de 18 mil candidaturas a medidas do POSEI e do PRORURAL+ [programas de fundos comunitários], permitindo a transferência, na sexta-feira, 30 de Outubro, de cerca de 54 milhões de euros de antecipação de pagamentos, que englobam os sectores do leite, da carne e, pela primeira vez, do ananás".

O executivo explica que, no âmbito do programa de apoio às regiões ultraperiféricas (POSEI), "e na percentagem máxima permitida pela legislação comunitária", serão transferidos pelo Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, 70% dos pagamentos dos prémios à vaca leiteira (cerca de 8,4 milhões de euros) e aos produtores de leite (cerca de 14,4 milhões de euros).

"Em 2014 e no âmbito das medidas preventivas tomadas face ao fim do regime de quotas leiteiras, o executivo regional negociou em Bruxelas, na revisão do POSEI acordada com as associações do sector, o reforço do prémio aos produtores de leite em cerca de dois milhões de euros, aumento esse que se reflecte no pagamento que vai ser efectuado".

Além disso, tendo em conta os efeitos negativos do prolongamento do embargo russo a produtos alimentares europeus e a recessão dos mercados emergentes nos preços pagos à produção na Europa, o Governo dos Açores vai reforçar este ano, como já tinha sido anunciado, o prémio à vaca leiteira.

Segundo a proposta de orçamento regional para 2016, este prémio passa a ser de 190 euros em todas as ilhas, numa medida que se vai estender no próximo ano.

Num "esforço financeiro suplementar superior a três milhões de euros totalmente suportado por fundos regionais, os produtores de S. Miguel e da Terceira, que representam 87,2% do efectivo leiteiro do arquipélago, vão receber já este ano mais 45 euros por cada animal", recorda a Secretaria.

Quanto ao sector da carne, serão pagos 6,3 milhões de euros correspondentes a 70% do prémio à vaca aleitante.

Será também antecipado, "na percentagem máxima permitida", o pagamento de 2,2 milhões aos produtores de ananás.

Já no âmbito do programa PRORURAL+, vão ser adiantados aos agricultores açorianos 85% dos pagamentos agroambientais e das Medidas de Manutenção da Actividade Agrícola em Zonas Desfavorecidas (MAAZD)".

Os apoios relativos às MAAZD passam a "abranger mais cerca de dois mil agricultores açorianos", representando um aumento de cerca de cinco milhões de euros/ano durante a vigência do novo Programa de Desenvolvimento Rural, até 2020.

"A afectação de 15% de fundos regionais necessários ao pagamento de ajudas inscritas no PRORURAL+ e a boa gestão nos Açores do processo de análise, controlo e aprovação das candidaturas garantem, assim, que mais de três mil agricultores açorianos possam aceder antecipadamente a verbas significativas, contribuindo, também por esta via, para que os empresários agrícolas vençam os desafios que actualmente se colocam ao sector".

Segundo o regulamento europeu, a antecipação destas ajudas pode ser feita em Outubro e até 30 de Novembro, para os pagamentos que, normalmente, seriam concretizados a partir de 01 de Dezembro e até 30 de Junho do ano seguinte.

 Lusa

Porque não se deve entrar em pânico com as carnes vermelhas

Outubro 29
15:35
2015

Esta semana, a Organização Mundial de Saúde emitiu um comunicado, considerando o bacon e os enchidos como alimentos potencialmente cancerígenos de categoria 1, equiparados aos cigarros.

Esta declaração, apesar de ser, como é lógico, completamente ridícula, vem colocar em causa o sector mundial de produção animal.

Os consumidores podem ficar confusos, mas este relatório não traz nada de novo, nem tem qualquer base científica que prove as afirmações proferidas.

De realçar, também, que afirmações similares já tinham sido proferidas em 2007 e, por não terem qualquer base científica, caíram por terra.

É, de facto, uma realidade que a ingestão em quantidades anormais de um alimento pode provocar obesidade e ser mau para a saúde. Portanto, o bacon e enchidos ingeridos em quantidades exageradas podem ser prejudiciais para a saúde. O importante é que, ingeridos em quantidades normais, não têm qualquer problema e são, ainda, benéficos.

Estas notícias saem de tempos a tempos, pois alguns cientistas, que não sabem o que fazer para justificar os salários, lançam notícias bombásticas, sabendo que saem sempre impunes.

Estas declarações fazem-nos lembrar o que aconteceu em 2000, quando, com a doença das vacas loucas, vários cientistas vaticinaram que, oito a nove anos depois, dezenas de milhares de pessoas morreriam com a doença de Creutzfeldt-Jakob. Na prática, passados quinze anos, tal não aconteceu e ninguém foi responsabilizado pelos prejuízos brutais causados aos produtores de bovinos nessa altura.

A publicação deste relatório parece não ser inocente, pois acontece um mês antes da conferência mundial sobre o clima, em que várias ONG's querem uma redução da produção animal, para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa.

Ministra da Agricultura e do Mar na abertura do ‘Encontro com o Vinho e Sabores 2015’


 
·       Mais antigo e maior evento vínico e gastronómico reúne cerca de 400 produtores e põe à prova mais de 2000 vinhos

 
Assunção Cristas acaba de confirmar a sua presença, amanhã dia 30 de Outubro às 19h00, na abertura do 'Encontro com o Vinho e Sabores 2015', evento que decorre no Centro de Congressos de Lisboa (CCL), na Junqueira em Alcântara. A Ministra da Agricultura e do Mar vai assim estar em contacto com a fileira do vinho nacional nesta que é 16.ª edição do mais antigo e maior evento vínico e gastronómico do país, onde aos mais de 2000 vinhos de cerca de 400 produtores se junta uma mostra de gins e uma completa oferta de sabores. Vinhos e Sabores nacionais e estrangeiros no mesmo espaço para proporcionar momentos de prazer a quem por lá passar. Uma iniciativa promovida e organizada pela mais conceituada publicação do sector, a Revista de Vinhos.
 
À semelhança do que aconteceu na edição anterior e se revelou uma opção acertada, o  EVS 2015 ocupa três pavilhões, o que permite uma visita mais "desafogada" e cómoda. No Pavilhão do Rio o vinho é "rei e senhor". No "segundo" pavilhão os sabores – queijos, fumados, enchidos, azeites, doces, delicatessens e muito mais – vão conviver com acessórios de vinho e uma zona lounge, ideal para recarregar baterias. O terceiro pavilhão vai ser o palco de actividades paralelas, como provas especiais, seminários e iniciativas promovidas por entidades do sector. De destacar o anúncio e a entrega de prémios de três Concursos: o 'Concurso de Vinhos "A Escolha da Imprensa"' (sexta-feira, às 20h00), 'Concurso Cartas de Vinhos' (segunda-feira, às 15h00), e 'Concurso Queijos de Portugal' (segunda-feira, às 15h30).
 
Este ano a compra de vinho vai ser mais acessível. Os visitantes vão poder comprá-los directamente ao produtor, podendo levá-los consigo na hora ou subscrever um serviço de entrega ao domicílio, assegurado pela Vinha e gratuito para compras superiores a €25,00. Os enófilos vão assim ganhar outra disponibilidade – física, e até mental, porque não têm que andar carregados de garrafas – para interagir com os produtores e degustar alguns dos mais de 2000 néctares à prova. Para além dos vinhos, também as pessoas vão ter a vida facilitada. O EVS volta a ter uma acção de sensibilização com a chancela "Wine In Moderation", com a presença de "brigadas" a fazerem testes de álcool à saída do evento. Quem não estiver apto "tem as portas abertas" para a DrivU, que através de um serviço de motorista privado conduzirá o cliente no seu próprio carro, fazendo jus à assinatura desta empresa: You Enjoy, We Drive. O custo é de €1,80 por quilómetro (ou €1,5 para sócios do ACP), tendo um valor mínimo de €10,00. Para usufruiu deste serviço basta dirigir-se ao espaço da DrivU no CCL, ligar para o número 915 099 904 ou descarregar a aplicação da DrivU na Play Store ou na Apple Store.
 
Um dos pontos altos deste evento são as "Provas Especiais". Assim se intitulam os pequenos seminários com provas de vinhos especiais e, em alguns casos, raros e preciosos, orientados por especialistas que ajudam a contar as histórias e a descobrir os segredos que os tornam néctares ímpares. Este ano são oito e comportam vinhos portugueses, mas também estrangeiros (consultar programa e site da Revista de Vinhos). Têm um custo de €35,00 e a compra é feita junto da Revista de Vinhos. A inscrição nas provas dá acesso gratuito à feira de vinhos e sabores, evitando a compra do bilhete, mas não a compra do copo. Quem se inscrever em mais do que uma prova beneficia de 20% de desconto nas inscrições.
 
O 'Encontro com o Vinho e Sabores 2015' está aberto ao grande público na sexta-feira, das 18h00 às 22h00, e no Sábado e Domingo, entre as 14h00 e as 20h00; a segunda-feira está reservada a profissionais, entre as 11h00 e as 18h00. O bilhete custa €10,00 e permite a degustação dos néctares e iguarias expostas, sendo a prova dos vinhos assegurada mediante a compra de um copo, vendido no local por €3,00. Podem usufruir de um desconto de 50% no preço do bilhete os leitores da Revista de Vinhos, mediante a apresentação do cupão publicado na edição de Outubro, e os clientes Millennium BCP, ao apresentarem o respectivo cartão de crédito no acto de compra do ingresso. Aos que optarem pela compra on-line através do site da Revista de Vinhos, a organização oferece um bilhete na compra de outro.
 
PROGRAMA
 
SEXTA-FEIRA . 30 OUTUBRO 2015
18h00 – Abertura
18h30-20h00 – Prova Especial :: 25 Anos de Duas Quintas . ESGOTADA
Histórica prova vertical de uma das maiores marcas portuguesas, por João Nicolau de Almeida.
20h00-21h30 – Prova Especial :: Fonseca, a Prova do Bicentenário . ESGOTADA
A expressão máxima desta mítica casa de vinho do Porto, por David Guimaraens.
20h00-20h30 – Entrega de Prémios :: Concurso de Vinhos "A Escolha da Imprensa" . Entrada Livre
22h00 – Encerramento
 
SÁBADO . 31 OUTUBRO 2015
14h00 – Abertura
14h00-15h00 – Prova dos Vinhos Premiados no Concurso "A Escolha da Imprensa" . Preview Comunicação Social
15h00-18h00 – Prova dos Vinhos Premiados no Concurso "A Escolha da Imprensa" . Visitantes do EVS
14h30-16h00 – Prova Especial :: Vinhos Tokay, Hungria, Tokaj Classic . ESGOTADA
Prova dirigida por um dos casais proprietários da marca, Andras e Phyllis Bruhacs, com a colaboração da Garcias Gourmet.
16h00-17h30 – Prova Especial :: Grandes tintos de 2005 . ESGOTADA
Um década depois, o melhor desta excelente vindima, por João Paulo Martins
17h30-19h00 – Prova Especial :: Quinta dos Malvedos . ESGOTADA
Uma das propriedades mais emblemáticas do Douro em vertical de Porto Vintage, por Charles Symington.
22h00 – Encerramento
 
DOMINGO . 01 NOVEMBRO 2015
14h00 – Abertura
14h00-18h00 – Prova dos Vinhos Premiados no Concurso "A Escolha da Imprensa" . Visitantes do EVS
14h30-16h00 – Prova Especial :: Percurso para um "terroir", por Paulo Laureano . Inscrição - €35,00
O carácter do "terroir" Vidigueira expresso por quem o conhece como ninguém.
16h00-18h00 – Prova Especial :: O melhor do Dão . ESGOTADA
Viagem de uma década pelos vinhos de 12 produtores que ajudaram a construir a região, por Luís Ramos Lopes.
17h30-19h00 – Prova Especial :: O Mundo da Penfolds . ESGOTADA
A marca mais prestigiada da Austrália mostra-se aos portugueses, por Samuel Stephens, "Penfolds Brand Ambassador", com a colaboração da Vinalda.
22h00 – Encerramento
 
SEGUNDA-FEIRA . 02 NOVEMBRO 2015
11h00 – Abertura
11h00-14h00 – Prova dos Vinhos Premiados no Concurso "A Escolha da Imprensa" . Visitantes do EVS
15h00-15h30 – Entrega de Prémios :: Concurso Carta de Vinhos 2015 . Entrada Livre
15h30-18h00 – Entrega de Prémios :: Concurso Queijos de Portugal 2015
Exposição e Degustação dos Queijos Premiados
Entrada Livre . Reservas: anilca@mail.telepac.pt
16h30-18h00 – Workshop Tiki Rum by Plantation Rum
Scotty Schuder, o famoso barman e proprietário do bar parisiense Dirty Dick, vem a Portugal com a sua equipa promover os novos cocktails Tiki, feitos à base de rum e servidos nas suas tão características canecas, que tanto furor têm feito entre os apreciadores de todo o mundo.
Entrada Livre . Reservas: patricia@bar-atpt.com
18h00 – Encerramento