quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Moscatel de Setúbal, um dos melhores do mundo

CARLOS ALVES, ATOR

Ontem


O ator Carlos Alves recorre às suas raízes para destacar um produto
português: o mosc atel de Setúbal. E justifica: "Primeiro, porque é da
minha terra; depois, porque foi o moscatel que me acompanhou nas
minhas primeiras impressões noturnas."


Por isso, continua o ator do filme O Que Há de Novo no Amor, que esta
semana se estreia nas salas de cinema, "aquele gosto é qualquer coisa
que me traz muitas lembranças". A reforçar a sua escolha, Carlos Alves
lembra que "o moscatel de Setúbal foi considerado há pouco tempo um
dos melhores moscatéis do mundo", referindo-se ao Moscatel de Setúbal
Reserva 2006 da Venâncio Costa Lima, que em julho de 2011 foi
considerado o Melhor Vinho do Concurso Muscats du Monde, realizado em
Montpellier, França.


http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2288290

Governo apresenta Plano Nacional para o Uso Eficiente da Água este trimestre

2012-02-06


O Plano Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA) vai ser
apresentado este trimestre. A garantia foi dada hoje pelo secretário
de Estado do Ambiente, Pedro Afonso de Paulo, no Congresso da Água da
Associação Portuguesa de Recursos Hídricos.

«Achamos que o mais fundamental nesta área é o Plano Nacional para o
Uso Eficiente da Água. Não só porque estamos numa situação de seca,
como também porque acreditamos que nos devemos focar, quer em matéria
de água como de energia, em eficiência de recursos», afirmou Pedro
Afonso de Paulo, à margem do congresso.
O governante deixou claro que o documento será um contributo
importante face ao cenário actual de escassez de água em Portugal,
contribuindo para um uso eficiente da água.Quanto ao Plano Nacional da
Água, o responsável explicou que o documento «estava muito atrasado».
«Queremos fazê-lo sair ainda durante este ano, se possível ainda no
primeiro semestre», adiantou.
Pedro Afonso de Paulo defendeu ainda a necessidade «de articular o
Plano Nacional da Água, o Plano para o Uso Eficiente da Água e os
planos de bacia hidrográfica». No ar ficaram ainda críticas aos
atrasos no desenvolvimento destes planos nos anteriores governos.
«Estes planos, que derivam da Directiva-Quadro da Água, são por seis
anos e nós passámos os últimos cinco a fazer os próprios planos.
Passámos quase tanto tempo a fazer planos como o que temos para gerir
o recurso e para efectuar investimentos».
O secretário de Estado adiantou também que o Roteiro de Baixo Carbono
deverá estar terminado no pimeiro trimestre.
Autor / Fonte
Marisa Figueiredo

http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=11698

REGRESSO DO TEMPO MUITO FRIO

2012-02-07 (IM)
O território do continente irá a partir de amanhã, 4ªfeira, dia 8 de
fevereiro, voltar a ser influenciado por uma massa de ar muito frio. À
semelhança do episódio de tempo frio que afetou o continente no início
do mês, em especial nos dias 3 e 4, este novo episódio estará
associado a uma massa de ar ártico proveniente do interior do
continente europeu e transportado na circulação de uma região
anticiclónica localizada na Escandinávia e Rússia Ocidental.

Assim, prevê-se entre hoje, dia 7, e 5ª feira, dia 9, uma descida da
temperatura mínima entre 6 a 9ºC em todo o território, atingindo-se
valores de 3ºC em Lisboa, 1ºC no Porto, 3ºC em Faro, -6ºC em Bragança,
-1ºC em Castelo Branco e -1ºC Beja. Estes valores de temperatura
mínima deverão manter-se para 6ªfeira, dia 10. Apesar de uma ligeira
subida da temperatura mínima no sábado, dia 11, existe uma tendência
para a continuação do tempo muito frio e seco no continente até dia
15.

O IM sugere o acompanhamento desta informação através da sua Pagina WEB

http://www.meteo.pt/pt/media/noticias/newsdetail.html?f=/pt/media/noticias/textos/regresso_tempo_muito_frio_fev2012.html

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

ASAE e Autoridade da Concorrência explicam 'dumping' no leite aos deputados

inShare

7 de Fevereiro, 2012

Os responsáveis da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica
(ASAE) e da Autoridade da Concorrência vão hoje ao Parlamente
esclarecer as dúvidas dos deputados sobre alegadas práticas de venda
de leite com prejuízo ('dumping').
A audição foi requerida pelos grupos parlamentares do PSD, PS e CDS e
surge cerca de um mês depois dos industriais e produtores de
lacticínios terem apresentado queixa contra o Continente e o Pingo
Doce por alegadas práticas de 'dumping' de leite, na sequência da qual
foram apreendidos mais de 270 mil litros de leite.

Os deputados sublinham que a situação «carece de uma análise mais
vasta, porquanto a venda de bens a preços inferiores aos custos
constitui uma prática ilegal» e acrescentam que os processos
instruídos contra agentes económicos têm vindo a crescer desde 2005.

A Comissão de Agricultura e Mar vai também ouvir a ministra da
Agricultura, Assunção Cristas, sobre o assunto.

O requerimento refere também as alterações no regime jurídico da
concorrência - como a separação das normas de concorrência das regras
relativas aos procedimentos penais e a racionalização das
investigações - para justificar a audição ao presidente da Autoridade
da Concorrência, Manuel Sebastião.

Lusa/SOL

http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=40800

João Ramos: Deputado do PCP reuniu com o COTR e a EDIA

Regional | 07:00 | 07-02-2012

O deputado comunista, eleito por Beja, João Ramos, reuniu ontem, com o
COTR e a EDIA. Dois encontros realizados no âmbito da iniciativa
"Fevereiro mês dedicado à Agricultura – em torno de Alqueva", que o
parlamentar está a desenvolver, em conjunto com elementos da DORBE do
PCP.

O deputado do Partido Comunista Português (PCP), eleito por Beja, João
Ramos, já deu início aos contactos estabelecidos para este mês de
Fevereiro dedicado à "Agricultura – em torno de Alqueva", que está a
desenvolver em conjunto com elementos da Direcção Regional de Beja
(DORBE) do PCP.

O Parlamentar reuniu ontem, com o Centro Operativo e de Tecnologia do
Regadio (COTR) e a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do
Alqueva (EDIA).

Relativamente ao COTR, João Ramos avançou que se conseguiu "perceber
que é um parceiro importante para o regadio de Alqueva".

No que se refere à EDIA, o deputado comunista avançou que "existem
algumas indefinições, nomeadamente na questão do acompanhamento aos
agricultores que pretendam introduzir culturas a pensar no regadio".

João Ramos terminou referindo que vai utilizar "as segundas-feiras
deste mês para continuar a fazer os contactos que visam reflectir
sobre Alqueva e posteriormente apresentar na Assembleia da República
(AR) propostas que levem à reflexão e à discussão em torno deste
projecto, de fins múltiplos, fundamental para o distrito e para a
região".

Ana Elias de Freitas

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/47726

Proibição de circular à noite em estradas rurais da Golegã entra em vigor dia 13

Sociedade 7 Fev 2012, 00:15h

A partir de dia 13 não vai ser permitida a circulação de veículos nas
estradas rurais da Golegã entre as 19h00 e as 07h00.

A decisão foi tomada pelo executivo municipal numa tentativa de
"evitar acções de roubo e vandalismo, de que vêm sendo alvo as
propriedades agrícolas".

O mapa dos caminhos que vão estar sujeitos a esta medida pode ser
consultado no site da autarquia, em www.cm-golega.pt .

Os veículos que não estejam abrangidos pelo condicionamento de
trânsito decretado pelo município, nomeadamente os dos agricultores,
fornecedores dos mesmos e autoridades) vão ser identificados através
de dístico específico que terá que ser solicitado na Cooperativa
Agrícola AGROTEJO, com sede na Golegã.

A intenção de condicionar o trânsito nas estradas rurais já tinha sido
anunciada pelo Presidente da Câmara, Veiga Maltez, a 27 de Dezembro,
no decurso de uma reunião da Assembleia Municipal.

http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=49741&idSeccao=479&Action=noticia

Alqueva 10 anos que mudaram o Alentejo

O dia 8 de Fevereiro de 2002 fica na história do Empreendimento de
Fins Múltiplos de Alqueva marcando o início da profunda transformação
que o Alentejo está a viver.

Ao encerrar as suas comportas, a barragem de Alqueva permitiu cumprir
o primeiro objectivo do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva:
Criar uma reserva estratégica de água no Alentejo, região ciclicamente
assolada por extensos períodos de seca.

De então para cá, e a um ritmo nunca visto em Portugal, as diversas
empreitadas do Projecto permitiram estender os seus canais pelas
planícies alentejanas e ligar Alqueva a todas as albufeiras de
abastecimento público, garantindo desta forma o segundo grande
objectivo do Projecto: O reforço do abastecimento público de água a
toda a sua zona de influência.

Estão desta forma servidas mais de 200 mil pessoas de 12 concelhos
alentejanos, distribuídos por uma área com cerca de 10 mil km2.

Simultaneamente foram criadas novas áreas de regadio no Alentejo e,
nesta data, dos 110 mil hectares previstos, já estão operacionais mais
de 52 mil hectares, encontrando-se em construção mais 14 mil hectares.

Também aqui, o terceiro objectivo de Alqueva está a ser cumprido.

A adesão ao regadio nos blocos de Alqueva, apesar do difícil momento
da economia, tem revelado números nunca antes atingidos em Portugal.
De facto, não há histórico nos regadios públicos em Portugal com
adesões ao regadio, nos primeiros anos de actividade, a rondar os 50%,
como está a acontecer em Alqueva.

E se excluirmos os regadios comunitários, as pequenas parcelas dos
vários blocos de rega, essa adesão atinge valores na ordem dos 80%.

Dos 52 mil hectares equipados, 27 mil dos quais operacionalizados a
meio da última campanha de rega, e mais cerca de 8 mil hectares de
captações directas autorizadas, Alqueva regou, em 2011, para cima de
30 mil hectares.

A diversificação das culturas é hoje uma realidade inegável. Basta
cruzar os campos outrora de sequeiro, para constatar a diferença que
10 anos de Alqueva trouxeram ao Alentejo.

Do olival ao milho e ao sorgo; da vinha à uva de mesa e ao pimento;
das frutícolas aos frutos secos e às especiarias; do tomate ao melão e
à melancia; da cebola ao arroz e ao girassol, Alqueva está a produzir
e, paralelamente, assiste-se à instalação de agroindústrias,
nomeadamente na implantação de novos lagares, tornando o Alentejo o
primeiro produtor de azeite em Portugal e também, pela primeira vez em
décadas, permitir a autossuficiência do País.

Estas são realidades de Alqueva, um projecto com apenas 10 anos de
vida, em crescimento e, por isso, com todo o potencial para que foi
criado em franca ascensão.

Os campos do Alentejo são hoje o melhor testemunho. Eles falam por Alqueva.

Fonte: EDIA

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/02/06c.htm

ASAE investiga sete produtos vendidos com prejuízo

Publicado às 19.21

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A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica está a analisar uma
lista de sete produtos que supostamente, além do leite, também foram
vendidos, em Janeiro, numa grande superfície abaixo do preço de custo.


foto GLOBAL IMAGENS/ARQUIVO

ASAE investiga hipermercados

Na Comissão Parlamentar de Agricultura e Mar, António Nunes,
presidente da ASAE, afirmou que aquela instituição já pediu toda a
documentação necessária ao hipermercado Continente, estando neste
momento a verificar se foi praticado o ilícito e "dentro de dias" terá
o processo concluído para ser enviado para a Autoridade da
Concorrência.

"Se o preço de venda ao consumidor não estava correcto, a ASAE levanta
os correspondentes autos de notícia e envia-os para a Autoridade de
Concorrência, que é a entidade competente para a aplicação das
multas", adiantou António Nunes.

Segundo o presidente da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica,
os produtos estavam incluídos no folheto promocional do leite
apreendido no hipermercado Continente em Janeiro.

"Dentro do folheto verificámos que não era só o leite que estava a ser
vendido abaixo do preço de custo", salientou, acrescentando que entre
os produtos estão o azeite, castanhas, fruta, iogurtes e néctar de
pêra.

António Nunes esteve, esta terça-feira, na Comissão de Agricultura e
Mar para explicar aos deputados a operação de apreensão de leite que
estava a ser vendido com prejuízo no Continente e Pingo Doce.

De acordo com o presidente da ASAE, foram apreendidos cerca de 424 mil
litros de leite abaixo do preço de custo, sendo a maior parte no
Continente.

A origem do leite apreendido era espanhol e, segundo as amostras
efectuadas pela ASAE, não apresentava qualquer risco para a saúde
pública, tendo sido depois devolvido ao Continente e Pingo Doce para
ser vendido ao preço normal, frisou.

António Nunes explicou que o leite só foi devolvido após as
superfícies comerciais terem garantido por escrito que repunham a
legalidade.

Sublinhando igualmente que além das denúncias que chegaram a ASAE,
também houve orientações por parte do Governo para terem atenção a
esta matéria.

O montante das coimas desta operação ainda não foi revelado pela
Autoridade da Concorrência.

Porém, o responsável considerou "relativamente baixas" as multas a
aplicar às entidades colectivas que vendem abaixo do preço de custo,
coimas que variam entre os 2.500 e os 15 mil euros.

António Nunes defendeu que as coimas poderiam chegar aos 50 mil euros
para este tipo de ilícitos.

No âmbito das vendas com prejuízo, a ASAE fiscalizou, entre 2006 e
este ano, 905 estabelecimentos, levantou sete processos-crime e 301
contraordenações, efectuou sete detenções e apreendeu 205 mil euros de
material.

Segundo António Nunes, as suspeitas destas práticas são diárias, mas é
"extremamente difícil" estar todos os dias a acompanhar este tipo de
actividade.

"As grandes superfícies, numa tentativa de angariação de clientes,
lançam produtos âncora abaixo do preço de custo", disse ainda.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2290343&page=-1

Alqueva está mal aproveitado

Lusa
07 Fev, 2012, 08:30

O presidente da Associação Nacional de Produtores de Milho (ANPROMIS),
Luís Vasconcellos e Souza, alertou hoje que o Alqueva está
desaproveitado e que Portugal podia reduzir substancialmente o défice
nacional de cereais se usasse melhor o regadio.
"Não faz sentido desaproveitar 70 a 80 mil hectares do Alqueva que
estão preparados para o regadio e que poderiam produzir um milhão e
150 mil toneladas de milho por ano. Podíamos atingir o equilíbrio no
que toca a cereais", disse Luís Vasconcellos e Souza à Lusa, na
véspera da abertura do VIII Congresso Nacional do Milho, que dará
destaque a este tema.
O presidente da ANPROMIS salientou que "pôr água à porta das pessoas
não resolve o problema", esclarecendo que falta dinheiro para investir
e uma mudança de mentalidade.
"A maior [dos terrenos] são pequenas e médias propriedades que
pertencem a agricultores já com uma certa idade e que, apesar de terem
água à porta, não têm nem crédito, nem experiência e têm aversão aos
riscos", adiantou.
Para Luíz Vasconcellos e Souza, o milho seria uma boa "cultura de
lançamento para a adaptação ao regadio, já que não é complicada e está
muito bem adaptada a Portugal".
No congresso de dois dias, que começa quarta-feira, em Lisboa, os
participantes vão debater ainda questões como a volatilidade do
mercado mundial de cereais, as políticas comerciais da União Europeia,
os novos pobres do mundo e o futuro da Política Agrícola Comum (PAC).

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=524832&tm=6&layout=121&visual=49

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

PCP/Beja: Fevereiro dedicado à "Agricultura" - iniciativa em torno de Alqueva

A Direcção Regional de Beja (DORBE) do PCP apresentou hoje, as
actividades parlamentares e políticas a desenvolver neste mês,
dedicado à Agricultura, em conjunto com o deputado comunista, eleito
por Beja, João Ramos, e em torno do projecto Alqueva.

A Direcção da Organização Regional de Beja (DORBE) fez hoje, a
apresentação das actividades parlamentares e políticas a desenvolver
neste mês de Fevereiro, dedicado à Agricultura.

Neste contexto, o deputado comunista, eleito por Beja, João Ramos,
juntamente com membros da DORBE do PCP, vai realizar um conjunto de
visitas e de contactos subordinados ao projecto Alqueva.

Trata-se de uma iniciativa que visa também, responder ao compromisso
eleitoral assumido pelo PCP, nas últimas eleições legislativas.

"O PCP quer uma definição estratégica clara para o projecto Alqueva e
para alcançar este objectivo já agendou contactos com organizações de
agricultores e regantes, populações, produtores e entidades públicas",
as declarações são do deputado comunista João Ramos.

Na sequência dos contactos a realizar neste mês de Fevereiro dedicado
à Agricultura, o PCP pondera a realização de iniciativas parlamentares
que levarão à Assembleia da República (AR) a necessária discussão e
reflexão sobre Alqueva.

Questionado sobre as indefinições dos agricultores da área do bloco de
rega do Pedrogão, João Ramos, volta a acusar "a falta de existência de
um plano estratégico" e a preocupar-se com "os investimentos já
efectuados pelos «homens da terra», que se confrontam agora com
incertezas relativamente ao futuro do regadio na região".

No âmbito das actividades agendadas para este mês de Fevereiro
dedicado à Agricultura, o parlamentar João Ramos reúne hoje, com o
COTR e a EDIA.

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/47721

A Starbucks já está a vender vinho e cerveja nos EUA, mas quer manter a cultura do café

Gestão

06.02.2012 - 12:57 Por Ana Rute Silva
16 de 21 notícias em Economia« anteriorseguinte »

Empresa juntou-se ao grupo Tata para se expandir no mercado indiano
(Foto: Lily Bowers/Reuters)
Portugal está fora da experiência-piloto que vai decorrer em cerca de
25 cafetarias nos Estados Unidos. A maior rede de cafetarias do mundo
reinventa-se e chega este ano à Índia

É um passo arrojado e algo surpreendente. Não se vai à Starbucks beber
um copo de vinho e comer queijo, ou bebericar uma cerveja depois de um
longo dia de trabalho. Mas Howard Schultz, que regressou em 2008 à
liderança da empresa depois de oito anos de ausência, está a dar nova
vida à emblemática multinacional norte-americana. Até ao final do ano,
25 cafetarias seleccionadas nos Estados Unidos vão oferecer vinho,
cerveja e "comida premium", como pratos de queijo e fruta ou
focaccia(pão italiano). A intenção é clara: chamar mais e novos
clientes à maior rede de cafetarias do mundo durante os períodos menos
movimentados, sobretudo à noite.

Mas ao mesmo tempo que abre espaço a um novo tipo de consumidor - não
tão focado na experiência do café -, a medida responde aos pedidos dos
clientes fiéis que queriam "mais opções para relaxar nas lojas à
noite", adiantou ao PÚBLICO fonte oficial da Starbucks. "Esperamos
criar um novo pretexto para os clientes visitarem as lojas à noite,
num ambiente confortável e convidativo", acrescentou.

Esta nova aposta só vai acontecer, para já, nos Estados Unidos e em
localizações seleccionadas. O café, garante a Starbucks, "vai
continuar a ser o centro da experiência". Portugal e o mercado europeu
ficam por enquanto fora desta equação.

A diversificação de produtos faz parte de uma nova estratégia liderada
por Howard Schultz para relançar a histórica marca e os seus
resultados financeiros. Habituada ao crescimento vertiginoso, a
empresa chegou a inaugurar uma média de seis lojas por dia, mas a
expansão agressiva tornou-se, nas palavras de Schultz, "cancerígena".
"O crescimento não deve ser, e não é, uma estratégia. É uma táctica. A
maior lição que aprendi ao longo dos anos é que o crescimento e o
sucesso encobrem muitos erros. Vamos continuar a cometê-los, mas
aprendemos uma grande lição", disse numa entrevista concedida à
publicação onlineda consultora McKinsey.

Entre Julho de 2008 e o primeiro semestre de 2009, o grupo encerrou
600 cafés nos Estados Unidos e despediu 12 mil trabalhadores. "Fiquei
horrorizado quando soube que as lojas que teríamos de fechar tinham
aberto há menos de 18 meses", confessa Schultz. Com a reestruturação
encabeçada pelo CEO regressado, a Starbucks conseguiu aumentar as
receitas e apostar em novos (e mais ambiciosos) serviços. De acordo
com a Bloomberg, no final do último ano fiscal a facturação cresceu
20%, para 11,7 mil milhões de dólares (cerca de 8,9 mil milhões de
euros) em comparação com 2009, quando a empresa teve receitas de 9,77
mil milhões de dólares. No mesmo período, os lucros mais do que
triplicaram e a Starbucks conseguiu engolir uma fatia de 33% do
mercado do café e snacksnos Estados Unidos, avaliado pela consultora
IBISWorld em 26,5 mil milhões de dólares.

Os últimos dados financeiros, referentes ao período de Setembro de
2011 a Janeiro, mostram receitas líquidas recorde de 3,4 mil milhões
de dólares (uma subida de 16% face aos meses homólogos). As vendas,
mesmo excluindo a abertura de novas lojas, cresceram 9% no mercado
global e 2% na região europeia, onde a facturação atingiu os 303
milhões de dólares, mais 17%. A diversificação da multinacional,
presente em 55 países com 17 mil lojas, ajudou a atingir estes bons
resultados. Além da "experiência do café", a nova ambição é ser, ao
mesmo tempo, retalhista e fornecedora. A chamada divisão de CPG
(Global Consumer Products Group) aumentou as receitas 72% graças ao
lançamento de cápsulas (K-Cup) de café e de chá que são vendidas
directamente em canais de distribuição (como supermercados). A
multinacional fez ainda uma parceria com a gigante Kraft Foods (dona
das bolachas Oreo, entre outros) para a distribuição de café embalado
em supermercados, nos Estados Unidos e Canadá.

Os mercados emergentes são ainda um palco importante para a nova
estratégia da Starbucks. Esta semana, juntou-se à Tata Global
Beverages (do grupo Tata) para, a partir de Agosto, abrir cafetarias.
A intenção é ter 50 lojas nos primeiros 12 meses desta operação,
começando por Bombaim e Nova Deli. O café servido nas lojas será
fornecido localmente, com a particularidade de as embalagens passarem
a ostentar as marcas dos dois grupos. O consumo desta bebida está a
crescer na Índia (duplicou na última década), o país com o segundo
maior crescimento após a China. E a parceria com a Tata também vai
aproveitar as mudanças de hábito dos consumidores.

http://economia.publico.pt/Noticia/a-starbucks-ja-esta-a-vender-vinho-e-cerveja-nos-eua-mas-quer-manter-a-cultura-do-cafe-1532464

Panificação pode perder 30% das empresas em 2012

CRISE NO PÃO

por LusaOntem


Fotografia © Diana Quintela/Global Imagens
O setor da panificação pode vir a perder 30 por cento de empresas ao
longo de 2012, num panorama que já é negro, mas que se deverá agravar,
disse à Lusa o presidente da ACIP.

"Neste momento, o nosso setor, como todos os outros, está muito mal.
Os consumidores não compram, o mercado não gira e estamos em sérias
dificuldades. A continuar assim, já fizemos uma pequena análise,
poderemos perder mais de 30 por cento das empresas durante este ano",
afirmou o presidente da direção da Associação do Comércio e da
Indústria de Panificação (ACIP), Carlos dos Santos.
Na última semana de janeiro, segundo o responsável da ACIP, "as vendas
caíram mesmo a um ponto muito mais atrás do que 1980", ou seja, o
setor está com quebras nas vendas de pão na ordem dos 20 a 30 por
cento, para valores considerados "irrisórios".
"Voltámos aqui há 10 ou 20 anos e vamos voltar a ver o que se via há
20 anos, que é toda a gente a cozer o seu pão, a utilizar as suas
próprias casas para produzirem para eles e para os amigos", disse
Carlos dos Santos.
Para o presidente da Associação dos Industriais de Panificação de
Lisboa, Diamantino Moreira, a previsão é que encerrem entre 30 a 40
por cento das padarias, apelando ao Governo para que crie uma linha de
crédito que sirva para apoiar o setor.
Carlos dos Santos é perentório em relação a essa questão: "Não
acredito nas linhas de crédito". Segundo o dirigente da ACIP, "as
linhas de crédito servem para vender manchetes nos jornais e para
resolverem os problemas da banca", sem que cheguem de facto a quem
mais delas precisa, as microempresas.
O Estado devia dialogar diretamente com as pequenas empresas e não
através das grandes confederações, defendeu Carlos dos Santos,
lembrando que a ACIP pediu uma audiência ao ministro da Economia, mas
"ele tem coisas mais importantes".
Segundo dados da ACIP, o setor é composto por nove mil empresas de
panificação e pastelaria, com uma média de 8,6 funcionários e dois
empresários por cada, gerando perto de 100 mil empregos diretos com um
volume de negócios total que ultrapassa os cinco mil milhões de euros
por ano.

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2285374&page=-1

Caudal dos rios ibéricos caiu nos últimos 60 anos

AMBIENTE

por LusaHoje

O caudal dos rios ibéricos tem registado uma descida generalizada nas
últimas décadas, com algumas bacias a perderem mais de três por cento,
segundo um estudo hoje divulgado em Espanha. O Guadiana está entre
mais afetados.
Elaborado pelo Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC),
o estudo analisou as tendências de 187 caudais fluviais na Península
Ibérica entre 1945 e 2005. Conclui que houve uma diminuição e que a
tendência de descida dos caudais se pode acelerar este século.
Segundo o estudo, a descida dos caudais é especialmente elevada na
bacia do Segura e em partes do Guadiana - com quedas acima dos 4% -,
no Jucar, parte do Tejo e outras partes do Guadiana, onde a descida é
de entre 1 e 3%
"A queda generalizada dos caudais poderia associar-se à diminuição das
chuvas e ao aumento térmico observados nas últimas décadas, já que a
tendência observou-se tanto nos trechos de rios regulados como nos não
regulados", explicou Sérgio Vicente, do Instituto Pirenaico de
Ecologia.
"O processo poderia acelerar durante o século XXI, de acordo com as
projeções climáticas dos atuais modelos de mudanças climáticas para a
Península Ibérica", referiu.
Entre outras causas para a alteração, o estudo aponta ainda mudanças
nos usos e cobertas do solo que têm contribuído para a diminuição do
volume das bacias ibérias.
"O abandono generalizado de campos de cultivo e de pastos nas zonas de
montanha, durante a segunda metade do século XX, e a colonização
destas áreas por vegetação de mato e bosques leva a um aumento da
infiltração e absorção direta por parte da vegetação, o que diminui as
contribuições aos rios", acrescenta Vicente.
O estudo refere ainda como possíveis causas o aumento de zonas
irrigadas, com maior consumo de água, o aumento dos gastos de água
para abastecimento de populações e o consumo hídrico para atividades
industriais e turísticas.
O estudo foi publicado na última edição da revista Journal of Hidrology.

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2286493&page=-1

Exportações espanholas de vinho disparam 26,5%

por Diogo Pereira
3 de Fevereiro - 2012
As exportações espanholas de vinho dispararam 26,5% entre janeiro e
novembro de 2011, ao comercializar 2,036 mil milhões de litros face ao
período homólogo de 2010, atingindo um valor de 2,045 mil milhões de
euros (+17,5%), de acordo com os dados do Observatório Espanhol do
Mercado do Vinho (OEMV).


O preço médio desceu, contudo, 7,1% comparativamente aos mesmos 11
meses de 2010, para um euro por litro, avança o blogue Agrotec.

O crescimento das exportações foi impulsionado por quase todas as
categorias de vinho, com os DOC a granel a aumentarem 44,2% em volume,
e 52,1% em valor, sendo que os vinhos DOC engarrafados cresceram 19,9%
e 17,7%, respetivamente.

Já as exportações de espumantes e cavas registaram um incremento de
17%, em volume, e 11,1%, em valor.

Como mercados de destino, destaque para as vendas de vinhos sem DOC a
granel para Itália (+211%), China (+51%), Rússia (+34,5%) e França
(+28%), mercados que concentraram cerca de 60% das exportações totais
de vinho.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6166&bl=1

IVDP na Comissão Nacional da OIV

O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP) acaba de ver
reeleitos para a Comissão Nacional da Organização Internacional da
Vinha e do Vinho (OIV) dois dos seus colaboradores. Na eleição para a
coordenação dos grupos de peritos, Alberto Ribeiro de Almeida e Paulo
Barros continuam como coordenadores dos grupos economia e direito e
métodos de análise, respetivamente. Paulo Barros é ainda secretário
científico da subcomissão de métodos de análise da OIV (Comissão II),
os quais são adotados diretamente pela Comissão Europeia como métodos
de análise comunitários de vinhos.

A Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), da qual
Portugal é membro fundador, foi criada em 1924. É um organismo
intergovernamental com reconhecida competência técnica e científica no
panorama vitivinícola mundial, que tem na Comissão Nacional da OIV a
sua estrutura nacional de acompanhamento e de interligação com as
várias atividades que desenvolve. Esta eleição de dois elementos da
equipa do IVDP tem, por isso, uma grande importância não só para o
reconhecimento do papel da instituição no setor como até para o
posicionamento do país na maior organização mundial da Vinha e do
Vinho.

O Presidente do IVDP, Manuel de Novaes Cabral, valoriza "sobremaneira
a nossa participação nestas instâncias que não são apenas de debate
mas, também, em certos casos de decisão, e que constituem a melhor
forma de defendermos os nossos interesses junto das entidades
internacionais", acrescentando que "desde 2009 a UE assume as
deliberações da comissão dos métodos de analise da OIV como métodos
obrigatórios na vitivinicultura europeia".

fonte: MEDIANA

'Designers' que reinventaram o uso da cortiça

FEVEREIRO: MÊS DO DESIGN

por JOÃO RUELAHoje


Fotografia © Ricardo Junior/Global Imagens
Da casa de banho à sala de jantar, as criações da Simple Forms Design
marcam pelo visual arrojado e pelo material de valor singular.

Portugal é responsável por mais de 50% da produção mundial de cortiça,
matéria-prima que representa 3% das exportações nacionais. Proveniente
da casca do sobreiro, a cortiça é, tradicionalmente, utilizada
sobretudo para o fabrico de rolhas ou como material de isolamento.
Atualmente, ao entrar numa casa de banho, por exemplo, já é possível
lavar as mãos num lavatório de cortiça, iluminado pela luz de um
candeeiro feito do mesmo material.
Foi a partir da ideia de combinar o método artesanal com a mais
avançada tecnologia e com um visual inovador que os designers Alzira
Peixoto e Carlos Mendonça criaram, em 2004, a Simple Forms Design. A
cortiça está na base da maioria das criações desta empresa sediada no
Porto, que recorre a empresas nacionais para a sua própria produção,
mas que foi desenvolvida para o mercado de exportação.
"A cortiça é como uma imagem de marca para Portugal, mas somos o País
onde mais se desvaloriza a cortiça. Cá, quando falam em cortiça pensam
em rolhas, mas este é um material nobre", começou por explicar Carlos
Mendonça. "No mercado, não encontra mais nenhuma peça ou material como
o nosso. Se gosta, gosta; se quer, compra; e se compra terá de ser o
da Simple Forms Design, porque não há igual em lado nenhum",
acrescenta Alzira Peixoto.
É graças à coleção "Cork", lançada em 2004, que Carlos e Alzira são
hoje conhecidos como os "designers da cortiça". Esta coleção, composta
por objetos de cortiça para casas de banho, é composta por lavatórios,
saboneteiras, taças e tapetes, e valeu à Simple Forms Design a
distinção com o prémio Red Dot Design Award, em 2008. "Um prémio Red
Dot é, basicamente, um certificado de qualidade no mercado de design",
explica Alzira Peixoto. "Hoje, fala-se muito da cortiça em Portugal,
mas em 2004 já andávamos nós a apresentar peças e a perceber o
fantástico que é trabalhar este material", sublinha Carlos Mendonça.
Os lavatórios de cortiça são, talvez, a criação mais arrojada dos dois
designers. "Acho muita piada quando nos perguntam se podem ficar
coisas espetadas na cortiça. Claro que podem, mas se bater com um
martelo num lavatório de vidro aquilo parte. Neste, de cortiça, pode
bater à vontade", frisou Alzira Peixoto. "É um material novo, é normal
que achem estranho. Só acho incrível como se trabalhou durante tantos
anos tão mal a cortiça", completou Carlos Mendonça, antes de
acrescentar mais um dos propósitos da Simple Forms: "Vocacionar a
cortiça para a questão estética, e não só técnica."
Casas e ninhos de pássaros, candeeiros, tapetes e peças de imobiliário
são outras das criações da Simple Forms Design, que também procura
combinar materiais que, à primeira vista, sugerem ser opostos. Veja-se
o exemplo da coleção de mesa "Porcelain", em que a porcelana está
totalmente envolvida por cortiça. "Compramos a melhor matéria-prima e
fazemos um jantar gourmet com os melhores ingredientes", ilustrou
Carlos Mendonça.
A crise económica na Europa condiciona, naturalmente, a Simple Forms
Design, que tinha neste continente o mercado por excelência. Esta
empresa portuguesa de sucesso reconhecido internacionalmente aposta
agora nos mercados emergentes, sobretudo na Ásia. "Há mercado, mas é
preciso encontrar novos tipos de abordagem. Portugal? Não há mercado
para isto", lamentou Carlos Mendonça. Tendo como fator diferenciador a
exclusividade das peças, a Simple Forms, curiosamente, acaba por sair
prejudicada pela falta de concorrência, nomeadamente portuguesa. "Não
ganhamos mais por estarmos sozinhos nas feiras internacionais", refere
Alzira Peixoto. "As pessoas não vão pensar 'vamos comprar as estes
porque são os únicos portugueses'", concluiu.

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2285867&page=-1

Protecção Civil aposta em fogo controlado para prevenir incêndios florestais

Cascais

05.02.2012 - 19:50 Por Luís Filipe Sebastião
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Intervenção incide sobre uma área de 15 hectares (Foto: Nélson Garrido)
A Protecção Civil de Cascais tem programada para segunda-feira uma
acção de fogo controlado na encosta da Peninha, junto à Malveira da
Serra, com vista a reduzir os riscos de incêndios florestais na serra
de Sintra.

Segundo o vereador da Protecção Civil de Cascais, Pedro Mendonça,
"está tudo preparado" para que a intervenção tenha lugar, o que
acontecerá "desde que se mantenham reunidas as condições
meteorológicas favoráveis." A iniciativa do serviço municipal de
Protecção Civil insere-se no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da
Floresta Contra Incêndios e, segundo uma explica uma nota camarária,
tem como "objectivo a diminuição do risco de incêndios florestais".
Nesse sentido realizou-se na semana passada uma sessão de
sensibilização junto de proprietários e moradores, na Sociedade
Familiar e Recreativa da Malveira da Serra, destinada em particular às
populações das localidades de Biscaia, Almoínhas Velhas, Figueira do
Guincho, Malveira da Serra, Janes, Zambujeiro e Murches.

A utilização do fogo controlado, acrescenta a nota do gabinete de
comunicação da autarquia, "visa a diminuição da carga vegetal
combustível, de forma a reduzir o risco de incêndios e sua propagação,
numa área da serra de Sintra, com características muito próprias, com
declives acentuados, de difíceis acessos, com um posicionamento
estratégico na evolução do fogo para a restante área da serra,
agravada pelos ventos dominantes." A intervenção, explica o vereador
Pedro Mendonça, incide sobre três parcelas de terreno na encosta da
Peninha, com uma área total de 15 hectares, numa "zona muito
importante que pode reduzir o risco de propagação de fogo para espaços
com maior carga combustível na serra."

A técnica do fogo controlado, segundo a autarquia, quando realizada de
acordo com os procedimentos adequados, revela-se "eficaz nos seus
resultados e não agressiva para o solo, flora e fauna." Uma fonte do
Parque Natural de Sintra-Cascais confirmou que os técnicos da área
protegida estão a acompanhar a intervenção e, juntamente com
especialistas universitários, realizaram um levantamento das espécies
da flora e da fauna da zona para posteriormente avaliarem o impacto da
utilização da técnica do fogo controlado.

Para além desta acção, estão em curso outras intervenções de gestão de
combustíveis florestais junto aos aglomerados da Malveira da Serra,
Janes e Pisão, que consistem na limpeza dos terrenos numa faixa de 100
metros no limite daquelas povoações. Estas intervenções deverão ficar
concluídas até ao final de Março. Para outras áreas de povoamentos
florestais na serra, estão ainda projectadas outras acções, como "o
controlo e limpeza de matos e dos exemplares arbóreos de espécies
infestantes (acácias e pitósporos)."

http://www.publico.pt/Local/proteccao-civil-aposta-em-fogo-controlado-para-prevenir-incendios-florestais-1532366

Sector aposta na exportação para ultrapassar a crise

Produção de legumes e frutas emprega 150 mil
O sector hortofrutícola é o "maior gerador" de emprego na agricultura,
garantindo 150 mil postos de trabalho, sobretudo "qualificado e
jovem", disse ontem ao CM o presidente da Associação Portugal Fresh,
Manuel Évora, adiantando que a produção de frutas, legumes e flores
tem um potencial de crescimento "incrível", tendo em conta as
características de clima e solo.

1h00Nº de votos (0) Comentários (0)
Por:I.J.

O ano de 2011 caracterizou-se por "altas produções", que foram
acompanhadas por "maus preços" e por um "cruel abaixamento do consumo
em Portugal" devido à crise, explicou Manuel Évora, adiantando que o
sector está a apostar na exportação. Exemplo disso é a participação de
30 empresas, esta semana, na maior feira mundial de frutas e legumes,
em Berlim.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/producao-de-legumes-e-frutas-emprega-150-mil

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Lusiaves investe 12M€ na ampliação de centro de abate

por Diogo Pereira
3 de Fevereiro - 2012
O grupo Lusiaves vai investir 12 milhões de euros na empresa Hilário
Santos & Filho, em Estarreja, Aveiro, para ampliar o centro de abate
de aves, o que implica a suspensão parcial do Plano Diretor Municipal
local.


A operação, inserida num investimento de caráter nacional,
classificado como Projeto de Interesse Nacional (PIN), com o valor
global de 130 milhões de euros, vai permitir criar na unidade de
Pardilhó cerca de 60 postos de trabalho, avança o Diário as Beiras.

De forma a captar aquele investimento e a criação de emprego, o
município de Estarreja decidiu avançar com a suspensão parcial do
Plano Diretor Municipal (PDM), que não permitia a ampliação do centro
de abate de aves.

"Face às restrições do PDM de Estarreja atualmente em vigor que não
permite a perspetivada ampliação, e que se encontra em revisão, o
Município teve de avançar para a "Suspensão Parcial do Plano Diretor
Municipal de Estarreja (PMDE) e o consequente Estabelecimento de
Medidas Preventivas", justifica uma nota informativa municipal.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=6163&bl=1

Página na internet dedicada a Joaquim Vieira Natividade (1899-1968)

Página na internet (http://www.joaquimvieiranatividade.com/) propõe-se
estudar o percurso de vida e profissional do engenheiro silvicultor
Joaquim Vieira Natividade (1899-1968), uma figura cimeira entre os
silvicultores europeus do século XX. Entre 1930 e 1950, Natividade foi
o director da Estação Experimental do Sobreiro, em Alcobaça, e o seu
trabalho assumiu uma importância absolutamente decisiva no processo de
construção e consolidação de uma investigação florestal portuguesa.

http://www.joaquimvieiranatividade.com/

FB: http://www.facebook.com/pages/Joaquim-Vieira-Natividade/171651476148

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Portugal precisa de vigilantes da natureza

Ambiente
Há cada vez menos vigilantes da natureza e os existentes não chegam
nem para metade do território nacional.
Lusa
12:01 Quinta, 2 de Fevereiro de 2012
B.R.
Os vigilantes da natureza que existem em Portugal não chegam nem para
metade do território, mas o Governo não abre vagas e os efetivos no
terreno dizem já que esta é uma profissão em vias de extinção.
Criada em 1975, a profissão contava na altura com 300 vigilantes da
natureza. Atualmente tem 180 no continente, 35 na Madeira e 15 nos
Açores.

AR: “Os Verdes” questionam Ministério da Agricultura sobre ajudas aos agricultores

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar "Os Verdes",
entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o
Governo, através do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e
do Ordenamento do Território, sobre a Revisão do Parcelário Agrícola e
as ajudas da PAC aos agricultores.
PERGUNTA:
A CNA - Confederação Nacional da Agricultura, bem como outras
Organizações, estão nesta altura em pleno período de preparação da
Campanha de Recepção das candidaturas dos agricultores às ajudas da
PAC, tendo inclusivamente o IFAP já iniciado a formação e acreditação
dos respectivos técnicos receptores.
Sucede que os agricultores ainda hoje não sabem que montantes vão
receber dessas mesmas ajudas relativas ao ano de 2011.
Considerando a urgência em clarificar esta situação, e à necessidade
de proceder à devida informação aos agricultores, no sentido de se
perceber se as alterações realizadas no âmbito da revisão do
parcelário têm ou não implicações retroactivas;

Daniel Campelo entende que a agricultura pode ser «saída» para a crise

inShare
O secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural
considerou hoje que o regresso à agricultura pode ser uma forma de
"contornar" a crise do país e reduzir o volume de importações de
alimentos.
O regresso à terra é, segundo Daniel Campelo, uma forma "forte" de dar
resposta à crise, valorizar os produtos locais, conceder uma
oportunidade ao mundo rural e atenuar o problema da desertificação.
Neste momento, frisou, é "importantíssimo" as pessoas e as empresas
apostarem na agricultura porque é uma forma de Portugal conquistar
independência económica face às exportações.
O governante salientou ainda que é "imperativo" aumentar a produção
nacional para reduzir as importações de três mil milhões de euros em
alimentos.
Hoje, ressalvou, existem cerca de 1, 5 milhões de hectares de terra
abandonada e mais de 125 mil hectares de terreno agrícola por cultivar
no país.

Frio e seca põem em causa produção agrícola

inShare
1 de Fevereiro, 2012
A temperatura fria esperada para os próximos dias está dentro dos
limites normais para esta época, mas a falta de chuva, que «está muito
abaixo da média», pode afectar a agricultura, afirmou Rui Salgado,
investigador na Universidade de Évora.
Especialistas em impactos climáticos na alteração do uso de solos e na
interacção superfície-atmosfera, consideram que, até agora, a «maior
anomalia meteorológica do ano hidrológico 2011/2012 é a escassa
precipitação, essa sim muito abaixo da média».
«Do ponto de vista agrícola, a situação de seca que daqui decorre,
será o principal problema», disse.

Castelo Branco: Adelina Martins é a nova Directora Regional de Agricultura

Diario Digital Castelo Branco | 2012-01-24 09:02:00
A engenheira agrónoma Adelina Martins deverá ser nomeada nos próximos
dias como nova Directora Regional de Agricultura e Pescas do Centro.
Segundo a edicção desta semana do Jornal POVO DA BEIRA a actual chefe
de divisão de Apoio ao Desenvolvimento e Qualificação do Meio Rural
foi escolhida para substituir Rui Moreira no cargo, aguardando-se
apenas a publicação do despacho em Diário da República.
Natural de Lisboa, Adelina Maria Machado Martins tem 52 anos e é
licenciada em Engenharia Agronómica, em 1985, pelo Instituto Superior
de Agronomia da Universidade Técnica de Lisboa. Na sua formação
académica destaca-se ainda um Master em Estudos Europeus e Direitos
Humanos, em 1998, pela Universidade Pontifícia de Salamanca, cuja tese
final versou o tema «A evolução da política agrícola comum e o futuro
da agricultura portuguesa».

Instituto de Meteorologia prevê a ocorrência de geada negra

Foto: LUSA

O Instituto de Meteorologia (IM) prevê que o tempo frio se mantenha
para os próximos dias, ainda que a partir de dia 5, domingo, se espere
um ligeiro aumento gradual da temperatura mínima, devendo no entanto
continuarem a observar-se valores de temperatura muito baixos, não
sendo previsível que se venham a bater os mínimos absolutos.
Esta situação de tempo muito frio associada a valores muito baixos de
humidade do ar poderá criar condições para a ocorrência de geada negra
em algumas regiões do território.
PREVISÃO PARA 6ª FEIRA, 3 DE FEVEREIRO DE 2012
Tempo frio com céu em geral limpo.
Vento moderado (25 a 35 km/h) de nordeste, soprando em geral fraco
(até 25 km/h) na região Norte. Nas terras altas, vento nordeste forte
(35 a 50 km/h).

Queijo Serra da Estrela vale 25 milhões

Produto é maravilha gastronómica
Começou nesta sexta-feira, em Penalva do Castelo, o tradicional ciclo
das feiras que visam a promoção e dinamização do comércio do Queijo da
Serra da Estrela. A produção do genuíno tem resistido às dificuldades
da vida do campo e gera mais valias económicas de 25 milhões de euros
por ano.
03 Fevereiro 2012Nº de votos (2) Comentários (0)
Por:Luis Oliveira

No largo do mercado de Penalva do Castelo, o queijo Serra da Estrela,
certificado ou não, foi o centro de todas as atenções. Os produtores,
na sua maioria idosos, aproveitaram o evento para fazer "bom negócio"
apesar da crise económica ser o tema que domina as conversas.
"O nosso produto é muito bom, de categoria, mas nota-se que as pessoas
têm menos dinheiro na carteira", adianta Maria Helena Ferreira, de 46
anos, produtora.

Conselhos para fazer face às geadas negras

3-02-2012 16:34
A DGADR - Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural alerta
em comunicado que o muito frio, que se está a fazer sentir hoje e que
se prevê que continue pelo menos até domingo, associado a valores
muito baixos de humidade do ar poderá criar condições para a
ocorrência de geada negra em algumas regiões do território.
Deste modo, aconselha que as grandes culturas de ar livre sensíveis às
geadas, nesta altura do ano, em particular os citrinos, poderão ser
protegidas com calda bordalesa alcalina para resistir melhor às
geadas. No caso de se tratar de árvores ainda pequenas, poderão ser
cobertas com palha ou outras

BSE: Ministra abre inquérito

A ministra da agricultura determinou a abertura de um inquérito à
Direcção Geral de Veterinária, para averiguar a responsabilidade dos
inspectores que terão permitido a entrada no mercado de carne de vacas
com encefalopatia espongiforme bovina (conhecida por doença das vacas
loucas ou BSE).

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Essência do Vinho - Porto já tem programa oficial

O que une e distingue os 10 vinhos mais exóticos de Portugal? E, do
Barca Velha ao Vale Meão, que outros grandes ícones do Douro merecem
particular atenção? Sabia ainda que os vinhos velhos do Dão continuam
hoje a apresentar-se com uma vitalidade invulgar?
Estas são apenas três das cerca de 50 ações temáticas que integram o
programa oficial da nona edição do Essência do Vinho-Porto, a realizar
no Palácio da Bolsa, entre os próximos dias 16 a 19.
Do programa destacam-se também harmonizações entre vinhos e
gastronomia, com a participação de reputados chefes de cozinha, como o
galego Alberto Gonzalez Prelcic (restaurante Silabario, Tui, uma
estrela Michelin), Ricardo Costa (restaurante The Yeatman, Gaia, uma
estrela Michelin) e Ljubomir Stanisic (100 Maneiras, Lisboa, e jurado
da versão portuguesa do programa "Master Chef"), entre outros.

Ponte de Lima: Secretário de Estado da Agricultura visita Feira do Porco e as Delícias do Sarrabulho

Sex, 02/03/2012 - 14:05
O Secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque visita
hoje, a partir das 17h30 a Feira do Porco e as Delícias do Sarrabulho.
Evento dinamizado pelo Município de Ponte de Lima, em parceria com a
Escola Profissional de Ponte de Lima, Escola Superior Agrária,
Confraria do Sarrabulho de Ponte de Lima, Turismo Porto e Norte de
Portugal e Ancoreventos.
Dinamizar o turismo gastronómico, verdadeiro motor de desenvolvimento
económico do concelho, é o principal objectivo desta feira, que conta
com cerca de 80 expositores de produtos regionais, nomeadamente
fumados, enchidos, doçaria, Vinho Verde, artesanato e quatro
restaurantes.

Carlos Costa compara o sistema financeiro a uma floresta

Conferência
Eudora Ribeiro
03/02/12 10:41
O governador do Banco de Portugal argumenta que não basta olhar para
cada instituição isoladamente, mas que o foco deve estar no conjunto.
Carlos Costa comparou hoje o sistema financeiro a uma floresta, com um
conjunto de espécies e um ecossistema próprio, referindo que, tal como
numa floresta, se o queremos salvar é preciso evitar que haja um
incêndio.
"Se um incêndio começar parte do ecosistema vai ser perdido. O mais
importante é evitar o fogo", referiu, ao falar na conferência da APB
com o tema "Systemic Risk Too-important-to-ignore", que decorre esta
manhã em Lisboa.