quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Exportação de cerveja nacional gravemente afetada em causa estão 35% da produção nacional

Impacto da greve dos trabalhadores dos portos nacionais na exportação de cerveja




Lisboa, 17 de outubro de 2013 – A crise que afeta os portos nacionais,
em particular Lisboa e Setúbal, desde meados de agosto, representou já
um custo extraordinário de meio milhão de euros nas operações de
exportação do setor cervejeiro nacional. Durante o mês de setembro e
até ao final de outubro, estima-se que a crise sentida no setor
portuário nacional obrigue à transferência de mais de três centenas de
contentores com cerveja, destinada a regiões como os PALOP,
comprometendo o desempenho daquele que tem sido um dos maiores ativos
dos produtores nacionais de cerveja no combate aos efeitos da queda do
consumo que se tem verificado em Portugal: as exportações.
Este valor resulta da avaliação que a APCV – Associação Portuguesa dos
Produtores de Cerveja realizou, junto dos seus associados, sobre o
impacto que a greve no setor portuário, em particular Lisboa e
Setúbal, está a ter no desempenho da indústria cervejeira que, em
2011, exportou 35% do total da sua produção, o que representa cerca de
250 milhões de euros, e entregou ao Estado, entre impostos diretos e
indiretos, cerca 992 milhões de euros.
Uma parte significativa da exportação nacional de cerveja está em
causa e se nada for feito para terminar com esta crise portuária, a
APCV estima que venha a existir em 2012 uma diminuição nas vendas ao
exterior até 80 milhões de euros, correspondente a uma redução nas
exportações até 100 milhões de litros.
Apesar de afetar mais diretamente os operadores do centro e sul do
país, as paralisações do setor portuário têm um enorme impacto sobre o
setor cervejeiro, nomeadamente ao nível das operações relacionadas com
a exportação, como a menor disponibilidade de contentores, a
necessidade de transportar produto para destinos alternativos, por
indisponibilidade dos portos a partir dos quais se faz regularmente a
expedição e, também, o aumento dos custos de armazenagem.
A cerveja insere-se nos bens de grande consumo, onde as margens são
reduzidas e a carga fiscal aplicada tem vindo a subir nos últimos
anos, e caso o cenário se mantenha até ao final de 2012, atendendo
ainda aos pré-avisos de greve já anunciados pelos sindicatos do setor,
a APCV alerta o Governo que o contributo da indústria cervejeira para
a balança comercial nacional será seriamente afetado.
Em Portugal, e de acordo com o relatório e análise do ano de 2010,
apresentado em setembro de 2011, pela Ernest&Young, sobre a
contribuição da cerveja para a economia europeia, o setor reúne mais
de 75.000 postos de trabalho, entre diretos e indiretos, e contribui
com 1.1 mil milhões de euros para o produto interno bruto. Além de
toda a atividade das várias cervejeiras a operar em Portugal, é ainda
um setor que reúne mais 1.100 empresas portuguesas como fornecedoras,
e mais de 90.000 como clientes.

fonte: pure ativism

UNESCO impõe exigências duras para contemporizar com barragem do Tua

Património

13.10.2012 - 22:11
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Gabinete de Assunção Cristas não revelou as exigências da UNESCO para
a construção da barragem (Manuel Roberto)
Criar um Plano de Gestão para o Alto Douro Vinhateiro e definir uma
solução que evite o impacto visual das linhas de alta tensão são
apenas algumas das questões levantadas pelo relatório entregue ao
Governo.

O relatório apresentado pela missão da UNESCO que esteve no Tua em
Agosto passado conclui que a construção da barragem é compatível com o
estatuto do Alto Douro como património da humanidade, mas impõe um
duríssimo caderno de encargos ao Governo português, ao qual este terá
de responder até final de Janeiro de 2013.

Num comunicado conjunto, o GEOTA (Grupo de Estudos de Ordenamento do
Território e Ambiente), a Quercus e outras associações que se têm
manifestado contra a construção da barragem – às quais se vieram
associar alguns produtores de vinho da região - estimam que a
concretização das recomendações da UNESCO resultaria muito mais cara
do que parar a barragem.

Deste relatório da UNESCO "fica evidente que o empreendimento [da
barragem do Tua] não é incompatível com a preservação do estatuto de
"património mundial" do Alto Douro Vinhateiro", escreve, no seu
blogue, o embaixador português em França (e junto da UNESCO),
Francisco Seixas da Costa. No entanto, esta conclusão, saudada tanto
pelo Governo como pelo Partido Socialista, vem acompanhada de duras
críticas ao modo como o processo foi gerido e de um conjunto de
recomendações que podem tornar este documento um presente envenenado
para o executivo.

Seixas da Costas não esconde a influência que teve neste desenlace,
explicando que, após a proposta de decisão que apontava para a
suspensão imediata dos trabalhos da barragem, ele próprio se reunira
em Paris "com cada um dos 21 membros" do Comité do Património Mundial
da UNESCO, fazendo-lhes ver que não teria sentido suspender a obra "na
pendência da realização de uma nova missão". Mas o preço que o país
terá de pagar por esta aparente vitória diplomática poderá ser
bastante alto.

Se algumas das exigências serão difíceis de cumprir em tempo útil,
como a da criação de um novo Plano de Gestão do Alto Douro Vinhateiro,
discutido com todas as partes interessadas e que tenha força de lei,
outras implicarão, segundo as associações ambientalistas, custos
exorbitantes. Concordando com o enterramento da central eléctrica, a
UNESCO critica o facto de não serem ainda conhecidas as soluções que
permitirão atenuar o impacto da subestação, outra peça da barragem, e
da linha eléctrica de muito alta tensão. Se a solução for enterrar a
linha, como o relatório parece sugerir, só o custo dessa operação,
garantem os ambientalistas, seria superior ao do resgate da construção
da barragem.

O relatório censura também o abandono da linha ferroviária do Tua,
recomendando que se "mantenha e se valorize" a secção de linha férrea
que se encontra na zona classificada como património da humanidade. O
documento, sublinha a plataforma de associações que se opõe à
construção da barragem, "diz expressamente que a solução de mobilidade
proposta pela EDP e pelo Governo (com teleférico e barco) não satisfaz
minimamente as necessidades, quer das populações locais, quer do
turismo, e exige uma solução alternativa". Na interpretação dos
ambientalistas, o que o relatório sugere "nas entrelinhas" é "a
reposição do serviço da Linha do Tua".

A par das questões já identificadas pelo anterior relatório da UNESCO,
esta missão veio alterar para novos riscos, quer directamente
resultantes da construção da barragem do Tua, quer de outras obras,
designadamente rodoviárias, na área classificada. Chamando a atenção
para o facto de a futura albufeira abranger terreno xistoso, o
relatório adverte para o perigo de infiltrações que poderão afectar a
estabilidade da zona envolvente. A acrescentar ao já reconhecido risco
que o eventual aumento da humidade representaria para a produção de
vinho.

Até que estas e outras questões levantadas pelos técnicos da UNESCO
sejam adequadamente satisfeitas pelo Governo português, o relatório
defende que se mantenha o abrandamento do ritmo das obras.

Segundo o próprio relatório da UNESCO - que só ontem foi colocado no
portal do Governo na Internet –, Portugal vem cumprindo esta
recomendação. Diferente é a perspectiva das organizações que se opõem
à barragem, as quais afirmam que os trabalhos têm decorrido a ritmo
acelerado, com o evidente propósito de transformar a obra num facto
consumado.Um receio que lhes parece tanto mais credível quanto há
exemplos recentes de projectos fortemente criticados no plano técnico,
mas que acabaram por beneficiar da condescendência da UNESCO uma vez
concretizada a obra. Foi o que se passou em Sevilha, com a edificação
de uma torre espelhada, construída nas proximidades da catedral após
ter sido reprovada em sucessivos relatórios.

O documento agora entregue ao Governo termina com o aviso de que o
executivo terá de apresentar à UNESCO, até 1 de Fevereiro, um plano
detalhado de execução de todas as medidas agora recomendadas.

Quercus não trava barragens no Tâmega
A acção da Quercus contra o Ministério do Ambiente para impugnar a
declaração de impacte ambiental do empreendimento hidroeléctrico do
Alto Tâmega foi considerada improcedente. O projecto, que prevê a
construção de três barragens (Gouvães, Alto Tâmega e Daivões), terá
impactos ambientais irreversíveis, viola a lei da água e os
instrumentos de gestão territorial, altera os ecossistemas lóticos
(água corrente) e afecta a espécie protegida do lobo-ibérico, diz a
Quercus. Por isso, considerou que decisão impondo a construção dos
empreendimentos às cotas mais baixas deveria ser considerada nula ou
anulada.

O Tribunal Administrativo de Lisboa reconheceu que a construção da
"cascata" do Alto Tâmega causará "necessariamente" perturbações
ambientais, mas considera que estarão acauteladas as medidas que
permitirão minorar as mesmas. A Quercus vai recorrer da sentença.

http://www.publico.pt/Local/unesco-impoe-exigencias-duras-para-contemporizar-com-barragem-do-tua-1567240?all=1

Detetor de cio em vacas envia sms para pastores suíços

Publicado ontem


50 3 0
Professores suíços de uma instituição de ensino situada em Berna estão
a testar em vacas um dispositivo eletrónico que avisa os pastores -
via sms - quando os animais estão no cio. As experiências estão a dar
resultados positivos e, por isso, o aparelho deverá ser comercializado
já a partir do próximo ano.


Os investigadores foram confrontados com o facto de as vacas das raças
"hostein vermelha" e "jersey" estarem a deixar de dar sinais do
momento em que se encontram no cio. E isto porque são sujeitas a um
stresse cada vez maior para produzirem mais leite. Ingerem mais
proteínas, minerais e vitaminas, uma forma de aumentar a produção de
leite, mas que causa perturbações no metabolismo das vacas.

De acordo com o "The New York Times", os investigadores decidiram
criar um dispositivo eletrónico - a que chamaram "detetor de cio" -,
colocado no pescoço do animal, que engloba um sensor e um chip. O
sensor é colocado nos órgãos genitais da vaca e serve para medir a
variação de temperatura e de movimentos.

Quando a vaca está no cio, não só a temperatura sobe, como o animal
movimenta-se menos. A conjugação dos dois estímulos faz gerar um
sinal, que é transmitido ao chip. Este, por sua vez, envia um sms (que
pode ser escrito em alemão, francês, italiano, inglês ou espanhol) ao
telemóvel do pastor.

Os primeiros testes têm dado resultados positivos, apesar da
necessidade, já detetada, de alguns ajustes. Por isso, os
investigadores pretendem lançar o aparelho no mercado já no próximo
ano.

O preço do equipamento - 1100 euros - pode ser um pequeno óbice para a
implementação dos sistema junto dos agricultores.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/MundoInsolito/Interior.aspx?content_id=2829759

Produtores da Costa Alentejana reúnem-se em certame para promover o vinho da região

Dar a conhecer a qualidade dos vinhos produzidos na região junto dos
profissionais, decisores e influenciadores do sector, críticos de
vinho, restauração, retalho e público em geral é o grande objectivo do
"I Encontro de Produtores de Vinho da Costa Alentejana", que vai ter
lugar no dia 26 de Outubro, na Herdade das Barradas da Serra, em
Grândola.

O certame é promovido pela Entidade Regional de Turismo do Alentejo
Litoral e pela Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano e
vai contar com a participação de um vasto leque de produtores
vitivinícolas da região, nomeadamente Herdade do Brejinho, Herdade do
Cebolal, Herdade da Comporta, Herdade das Cortes de Cima, Herdade da
Monteira, Herdade dos Nascedios, Herdade do Porto Carro, Herdade das
Soberanas, Monte da Serenada e Pinheiro da Cruz.

Entre as 16h e as 20h, os visitantes do evento vão ter oportunidade de
provar os vinhos dos produtores participantes, conhecer um pouco mais
sobre cada projecto vitivinícola e degustar acepipes da região.

Com o "I Encontro de Produtores de Vinho da Costa Alentejana", os
projectos vitivinícolas da região pretendem, em conjunto, posicionar o
vinho regional enquanto um produto de qualidade, reconhecido não só a
nível nacional como internacional, que projecta o que de melhor se faz
na Costa Alentejana, para além da vocação turística e a gastronomia
tradicional.

Fonte: Aqui-à-Beira

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/10/17.htm

AR: Deputados do PSD questionam Governo sobre o «sector da produção de leite em Portugal»

Os Deputados do PSD entregaram na Assembleia da República uma Pergunta
em que solicitam ao Governo que lhe sejam prestados esclarecimentos
sobre o «sector da produção de leite em Portugal», Pergunta que se
passa a transcrever.

Destinatário: Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do
Ordenamento do Território

PERGUNTA:

O Grupo Parlamentar do PSD entende que o sector agrícola desempenha um
papel estratégico no crescimento e desenvolvimento económico do país.
Neste sentido, tem-se congratulado com medidas que o executivo tem
desenhado para o sector agro-alimentar.

Em Portugal, o sector agrícola tem a particularidade de se
caracterizar por "muitas agriculturas", estando associado a cada uma
delas problemas e desafios específicos. O caso particular do leite
representa um sector onde as dificuldades são mais prementes.

Na verdade, o sector do leite sofreu profundas alterações ao longo dos
últimos vinte anos, tendo registado elevados acréscimos de
produtividade. Porém, actualmente defronta-se com desafios ao nível da
sua sustentabilidade, quer pelo rumo da PAC pós 2013, que prevê o fim
do regime de quotas de produção, quer pelo esmagamento das suas
margens, devido ao acentuado acréscimo de custos de produção, não
repercutidos no preço de venda dos produtos, e ainda pela concorrência
dos mercados externos.

Perante esta situação o Governo português apresentou recentemente à
Comissão Europeia, juntamente com Espanha, um conjunto de medidas para
o sector do leite que passavam pelo reforço dos instrumentos de apoio
ao mercado e por uma ajuda directa ao rendimento dos produtores,
proveniente do 1º pilar da PAC. Infelizmente, a Comissão Europeia
desvalorizou a necessidade de medidas excepcionais para o sector, não
se conhecendo alternativas.

Paralelamente, o Governo promoveu, em Portugal, a Plataforma de
Acompanhamento das Relações da Cadeia Alimentar (PARCA) no sentido de
procurar encontrar um maior equilíbrio negocial entre a produção e a
distribuição.

Face ao exposto, os deputados abaixo-assinados, ao abrigo das
disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicitam ao
Governo que, por intermédio do Ministério da Agricultura, Mar,
Ambiente e Ordenamento do Território, forneça os seguintes
esclarecimento:

1. Após a recusa por parte da Comissão Europeia de reconhecer que o
sector leiteiro necessite de medidas urgentes, em particular as
apresentadas pelo Governo português, quais os passos que se pretende
implementar, a nível nacional? Quais os mecanismos, à disposição do
Governo português, para mitigar os efeitos de crise que a produção de
leite tem sofrido, em particular na região Norte?

2. No que respeita às relações comerciais entre a produção e distribuição:

2.1. Quais as medidas que o Governo está a preparar a nível
legislativo que evitem a continuada prática de dumping por parte da
grande distribuição?

2.2. Quais os mecanismos, propostos na PARCA, que promovam a
transparência nas relações comerciais entre fornecedores e
distribuidores? Está ou não prevista uma melhoria na disponibilização
de estatísticas de preços ao longo da cadeia de abastecimento
alimentar, como recomendou a AdC em 2010?

2.3. Está ou não prevista a implementação da obrigatoriedade da origem
nos produtos de marca branca, em particular no caso do leite, como foi
recomendado pela Resolução da Assembleia da República nº 23/2012,
proveniente de projecto de resolução apresentado pelo GP/PSD no início
de 2012.

Palácio de São Bento, quinta-feira, 4 de Outubro de 2012

Deputado(a)s

AFONSO OLIVEIRA(PSD)
CARLOS COSTA NEVES(PSD)
EDUARDO TEIXEIRA(PSD)
FERNANDO MARQUES(PSD)
CRISTÓVÃO NORTE(PSD)
LUÍS PEDRO PIMENTEL(PSD)
MARIA JOSÉ MORENO(PSD)
GRAÇA MOTA(PSD)
HÉLDER SOUSA SILVA(PSD)
LÍDIA BULCÃO(PSD)
MAURÍCIO MARQUES(PSD)
PEDRO PIMPÃO(PSD)
TERESA COSTA SANTOS(PSD)
PEDRO LYNCE(PSD)
PAULO BATISTA SANTOS(PSD)
NUNO SERRA(PSD)
PEDRO DO Ó RAMOS(PSD)
FERNANDO VIRGÍLIO MACEDO(PSD)
VASCO CUNHA(PSD)
ULISSES PEREIRA(PSD)
PEDRO ALVES(PSD)
ÂNGELA GUERRA(PSD)

Fonte: GP/PSD

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/10/16j.htm

Vides do Douro transformadas em combustível sólido inteligente

13:00 Terça feira, 16 de outubro de 2012

Peso da Régua, 16 out (Lusa) -- O investigador Pedro Teixeira quer
aproveitar as vides do Douro para a produção de um "combustível sólido
inteligente", que vai queimar à medida, com mais chama ou mais brasa,
quer seja para um assador ou para uma lareira.

Após as vindimas na Região Demarcada do Douro, as videiras têm de ser
limpas, podadas. Estes resíduos, as vides, são normalmente triturados
ou queimados.

Um "desperdício" de recursos que Pedro Teixeira, de 40 anos, resolveu
aproveitar. E assim nasceu o Projeto Da_Vide.


http://expresso.sapo.pt/vides-do-douro-transformadas-em-combustivel-solido-inteligente=f760544

Acto público de reconhecimento da Casa do Arroz como organização interprofissional

O Senhor Secretário de Estado da Agricultura, estará presente no Acto
Público de Reconhecimento da Casa do Arroz como Organização
Interprofissional, no próximo dia 19 de Outubro, às 16h00, na Casa do
Arroz em Salvaterra de Magos.

Os sócios fundadores são:

ANIA – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS INDUSTRIAS DE ARROZ (50%)
AOP – ASSOCIÇÃO DE ORIZICULTORES DE PORTUGAL (44%)
APOR – ASSOCIAÇÃO PROTUGUESA DE ORIZICULTORES (6%).
A APED – ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO
participará com função consultiva na qualidade de sócio honorário.

As ORGANIZAÇÕES INTERPROFISSIONAIS têm como principais objectivos, entre outros:

• Contribuir para um melhor conhecimento e transparência dos mercados;
• Desenvolver acções de promoção dos produtos agro-alimentares nos
mercados internas e externo,
• Contribuir para assegurar o controlo de qualidade ao nível da
produção, da transformação e do acondicionamento do produto final;
A fileira do arroz, após alguns anos, conseguiu finalmente unir-se em
torno de um projecto comum: uma Organização Interprofissional que
permitirá a promoção e defesa do ARROZ PRODUZIDO EM PORTUGAL com
especial incidência do ARROZ CAROLINO.

Paul de Magos, 12 de Outubro de 2012

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/10/16h.htm

Ministério do Ambiente em vias de extinção

Orçamento de Estado para 2013


O Ministério a Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do
Território (MAMAOT) volta, na proposta de Orçamento de Estado para
2013, ontem entregue no Parlamento pelo Governo, a ser objeto de uma
redução substancial de financiamento, a qual se tem vindo a registar
em todos os anos que passam.

O Partido Ecologista "Os Verdes" recorda que a Sra. Ministra do
Ambiente garantiu, no ano passado, que a verba prevista para o seu
Ministério era para cumprir na totalidade, e que os menos cerca de 30%
de verba inscrita para este Ministério, de 2011 para 2012,
significavam um aperfeiçoamento do Orçamento que o tornava realista e
talhado para o cumprimento integral.

Com a apresentação do OE para 2013 verifica-se que o PEV tinha razão
nas críticas então feitas e que afinal, como era previsível, essa
redução de verba espelhou uma maior apatia e inação por parte do
Ministério, sendo que a execução orçamental de 2012 ficará muito aquém
do que estava previsto no OE de 2012.

O OE para 2013 prevê um total de despesa consolidada para o MAMAOT de
1833,1 milhões de euros, ou seja menos 127,9 milhões de euros em
relação ao OE para 2012, traduzindo-se em menos 6,52%. Verifica-se
igualmente que no OE para 2012 não foram executados 149,1 milhões de
euros, o que nos leva a concluir que entre o que não foi executado em
2012 e o que se reduz no OE para 2013, o MAMAOT desinvestiu 277
milhões de euros.

Para que tenhamos uma perceção da importância dos valores acima
referidos, é conveniente salientar que o programa relativo ao
Ordenamento do Território, no OE para 2013, está dotado com uma verba
de 10,9 milhões de euros, o que se traduz em menos 16,8% do que o
previsto no OE para 2012. Já o Programa de Proteção do Meio Ambiente e
da Conservação da Natureza tem inscrita, no OE para 2013, uma verba de
301,8 milhões de euros, o que significa a redução em 14,4% em relação
ao OE para 2012.

Esta redução substancial de verbas no OE para 2013 revela um
deliberado descuido e uma negligência muito preocupante no que se
refere às matérias de ordem ambiental, traduzida numa quebra de
compromissos de intervenção relativamente, por exemplo, ao planeamento
nacional da água, revisão da gestão de bacias hidrográficas e proteção
e valorização dos grandes rios; ao levantamento nacional de áreas
vulneráveis e elaboração das cartas de risco; à redefinição de uma
estratégia para a conservação da natureza que promova e valorize as
nossas áreas protegidas; à melhoria da gestão de resíduos; à gestão
integrada da orla e zona costeira com o espaço marítimo; à cobertura
cadastral do país e à elaboração da lei dos solos, entre tantas outras
matérias.

Sem prejuízo de uma avaliação mais detalhada que o PEV fará do OE para
2013, designadamente na área do Ambiente, neste momento, e face à
evolução da despesa com esta área crucial para o desenvolvimento do
país, o PEV afirma que estamos perante um Ministério em vias de
extinção, o que começou logo pela sua fusão (no mesmo Ministério) com
a área da agricultura, e passando agora, ano após ano, por um
desinvestimento que se reflete numa maior fragilização do território e
do alcance de bons parâmetros e práticas ambientais (como é hoje tão
percetível na carência de fiscalização e valorização das áreas
protegidas, determinantes para os níveis de exportação de um país em
crise, fundamentalmente pelo papel relevantíssimo que têm na área do
turismo).

O Grupo Parlamentar "Os Verdes"

Lisboa, 16 de Outubro de 2012

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/10/16i.htm

Nutrition Award 2012: GCI e Associação Portuguesa dos Nutricionistas anunciam vencedores

A consultora GCI e a Associação Portuguesa dos Nutricionistas (APN)
entregaram, pelo terceiro ano, os Prémios Nutrition Awards®, uma
iniciativa pioneira em Portugal que visa destacar o que de inovador e
empreendedor se fez, no último ano, no sector agroalimentar e das
ciências da nutrição. O auditório da Fundação Calouste Gulbenkian foi
mais uma vez o palco escolhido para premiar e dar visibilidade a
projectos de investigação e iniciativas de mobilização para os bons
hábitos de saúde, por via da alimentação.

O júri, presidido pela APN e constituído por personalidades de
reconhecida idoneidade e credibilidade a nível académico, científico
ou empresarial, deliberou e atribuiu quatro primeiros prémios e nove
menções honrosas, distribuídas pelas várias categorias.

Os premiados foram a empresa _STUVA (Produto Inovação); a Pimenta
Laranja - Refeições Biológicas (Serviço Inovação); a Eurest Portugal
(Iniciativa de Mobilização) e o Instituto Nacional de Saúde Doutor
Ricardo Jorge (Investigação e Desenvolvimento). As menções honrosas
foram atribuídas à Vitamimos, à Nutri Ventures Corporation, ao
Instituto Politécnico de Portalegre; ao Instituto de Tecnologia
Química e Biológica, ao IBET - Instituto de Biologia Experimental e
Tecnológica; a revista Lux Woman; ao jornal Público e à revista
Sábado.

Foram apresentadas mais de 80 candidaturas para as cinco categorias a
concurso: Produto Inovação; Serviço Inovação; Investigação e
Desenvolvimento; Iniciativa de Mobilização e Prémio Especial de
Jornalismo. Este ano os vencedores vão poder utilizar na sua
comunicação um símbolo atribuído pelo Nutrition Awards®.

A cerimónia de encerramento contou com a presença do Secretário de
Estado do Empreendedorismo, da Competitividade e da Inovação, Eng.
Carlos Oliveira e o Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde,
Dr. Fernando Leal da Costa.

Na sua terceira edição, o Nutrition Awards® 2012 conta com o
patrocínio da APED, Continente, Fundação Calouste Gulbenkian e
McDonald's, tendo como parceiros de media a Sic Notícias, o Público, o
OJE, o Sapo, a Store Magazine, o GreenSavers e a Distribuição Hoje.

Fonte: gci

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/10/17a.htm

Oliveira do Hospital - Um fim-de-semana a celebrar a castanha

Produtores de castanha, mel, queijo e artesanato do concelho de
Oliveira do Hospital vão participar na Festa da Castanha, evento que
se realiza a 20 e 21 de Outubro em Aldeia das Dez.
Café Portugal | segunda-feira, 15 de Outubro de 2012

A 11ª. Festa da Castanha começa no sábado, às 21h30, com um concerto
de jazz, seguido de um magusto, e a projecção do filme promocional
«Nossa Terra - Artes e Ofícios Tradicionais de Oliveira do Hospital».

Por seu turno, a abertura oficial da festa, junto ao santuário da
Senhora das Preces, em Vale de Maceira, realiza-se no domingo, às
10h00, com arruada pela Fanfarra dos Bombeiros de Oliveira do
Hospital, a que se segue actuação da Filarmónica Fidelidade de Aldeia
das Dez.

Música de concertina e fados são outras das manifestações culturais ao
vivo. Durante todo o dia, haverá animação de rua com a Companhia de
Teatro Viv'Arte. A festa encerra no domingo, às 19h30.

Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia de Aldeia das Dez,
organizada ininterruptamente desde 2002, com apoio da câmara e agora
integrada no calendário anual das realizações da rede Aldeias do
Xisto.

A Festa da Castanha «constitui-se como um convite para as pessoas
visitarem e descobrirem Oliveira do Hospital, Aldeia das Dez e todo o
Vale do Alva», disse o vice-presidente da câmara, Francisco Rolo que
realçou a importância da castanha na vida das populações da região ao
longo dos séculos.

«Este é um evento-marca do concelho e de Aldeia das Dez», que, além da
componente cultural e festiva, é assumida pela junta de freguesia e
pela câmara municipal como «estímulo à economia local», em especial
aos pequenos produtores do sector agro-pecuário e aos artesãos.

http://www.cafeportugal.pt/pages/agenda_detalhe.aspx?id=5402

Como comem os portugueses?

Dia Mundial da Alimentação


Comem duas vezes mais carne, óleos e gorduras do que o recomendado;
têm um défice de consumo de produtos hortícolas de 79% e deviam comer
o dobro dos frutos. O estudo mais recente sobre alimentação em
Portugal indica que 51% da população adulta tem excesso de peso.

Imagem mostra a roda ideal dos alimentos e a balança alimentar dos
portugueses, em 2008, ano em que foram recolhidos os últimos dados
Imagem mostra a roda ideal dos alimentos e a balança alimentar dos
portugueses, em 2008, ano em que foram recolhidos os últimos dados
Imagem: DR

As leis da economia mostram que quando há menos dinheiro no bolso, a
tendência é para se gastar menos. E os dados do Instituto Nacional de
Estatística (INE) comprovam-no. A despesa anual média dos portugueses
com a alimentação entre março de 2010 e março de 2011 representou
13,3% do salário anual médio, uma descida de 5,4% face a 2000.

"Este fenómeno poderá explicar algumas alterações no padrão alimentar
português, por conta da crise económica", explica Luís Matos,
vice-presidente da Associação Portuguesa de Nutricionistas.

"Paralelamente, assistiu-se a um aumento de quase 10% nas despesas com
a habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis", recorda o
especialista, citando o estudo do INE sobre Orçamentos Familiares.

A análise do INE mostra que a dieta nacional não se faz apenas de
preferências. Existem fatores como o preço que inferem diretamente nas
decisões. A falta de matéria-prima na indústria transformadora de
laticínios na União Europeia em 2007 e 2008, por exemplo, fez aumentar
o preço da produção de leite na ordem dos 11 a 15%, o que levou ao
aumento do preço dos produtos e à consequente retração no consumo de
queijo e iogurtes – menos 2% e 4%, respetivamente.

Demasiadas calorias

Os portugueses compram uma média de 3883 kcal diárias, quando o valor
médio de consumo recomendado para um adulto é de 2000 a 2500. "Um
número alto", nas palavras da médica endocrinologista Isabel do Carmo,
que sublinha que se trata da aproximação dos valores consumidos em
Portugal com os ingeridos nos Estados Unidos.

"Mas o facto de se consumirem muitas calorias não significa qualidade
nutricional, nem sequer suficiência. Trata-se de um média",
salvaguarda a presidente do conselho científico da Plataforma contra
a Obesidade.

O estudo publicado pelo INE em 2010 sobre a Balança Alimentar dos
Portugueses é o mais recente e pinta um cenário negro da alimentação
em Portugal. Compara os hábitos alimentares do novo século com os da
década de 90 e conclui que a "dieta portuguesa tem-se vindo
progressivamente a afastar dos princípios da variedade, equilíbrio e
moderação."

"Não sei se em 1990 era mais equilibrada, porque havia classes sociais
que não tinham acesso à carne, ao leite e à fruta. Pode ser que a
evolução para 2010 signifique apenas que esses grupos passaram a ter
acesso e a média subiu", especula Isabel do Carmo.

Curiosidade Cada vez mais os cereais substituem as raízes e os
tubérculos na dieta nacional. Portugal é o maior consumidor de arroz
da Europa com uma capitação de 17,3kg/ano.

O estudo dá conta de uma distorção gradual da roda de alimentos dos
portugueses, especialmente na última década. A análise adianta que a
carne de suíno continua a liderar a tabela nacional do consumo de
carnes, representando 38% desse total, ainda que a tendência seja para
o crescimento do consumo das carnes brancas, que representa 33% da
disponibilidade de carnes.

O mesmo estudo do INE adianta que 51% da população tem excesso de
peso. "Pelo menos metade da população adulta portuguesa ingere mais
calorias do que aquelas que gasta", garante Isabel do Carmo, que
salienta que o cenário europeu não é diferente. "Grande oferta e
publicidade de alimentos hipercalóricos, pobres do ponto de vista
nutricional, mas mais acessíveis economicamente" é uma das razões que
justifica as escolhas, tal como o sedentarismo das áreas urbanas.

A Direção-geral de Saúde conclui que a população rural tende a ter uma
alimentação mais saudável do que a urbana, por causa dos horários de
trabalho rígidos, da escassez de tempo e da oferta alargada de
"comidas da moda".

A longo prazo, os maus hábitos alimentares terão consequências na
saúde. "As pessoas ficam mais propensas a desencadear doenças
crónico-degenerativas, as mais frequentes causas de doença
cardiovascular, como a diabetes mellitus, hipertensão arterial,
dislipidemia, obesidade e cancro", alerta Luís Matos.

Em Portugal, as doenças cardiovasculares são a principal causa de
morte, cerca de 32%, de acordo com as Estatísticas da Saúde do INE.

Nuno de Noronha

Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.

http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/como-comem-os-portugueses_5013.html

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Dois acidentes com tractores fazem dois mortos

Em Viseu

Duas pessoas morreram nesta terça-feira à tarde em acidentes com
tractores agrícolas nos concelhos de São Pedro do Sul e Tondela,
informou o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viseu.
19h55Nº de votos (1) Comentários (0)



O primeiro acidente teve lugar em Pindelo, São Pedro do Sul, por volta
das 15h00, tendo o condutor ficado debaixo do tractor depois de este
capotar, adiantou o CDOS.
Na prestação de socorro estiveram os bombeiros de Salvação Pública de
São Pedro do Sul e uma viatura do Instituto Nacional de Emergência
Médica (INEM).
O segundo acidente, que ocorreu cerca das 15h40, teve lugar em Mouraz,
Tondela, e a vítima foi o condutor do tractor, que morreu na sequência
do capotamento do veículo.
O socorro foi prestado pelos bombeiros de Tondela e uma viatura do INEM.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/dois-acidentes-com-tractores-fazem-dois-mortos-195719653

Açores: Produtores requerem registo IGP para meloa da ilha de Santa maria

16-10-2012



A cooperativa de produtores agrícolas da ilha de Santa Maria requereu
o registo de Identificação Geográfica Protegida (IGP) para meloa
produzida localmente, visando garantir a «defesa e a qualidade» do
produto.

O pedido de registo da designação Santa Maria/Açores para meloa
produzida nesta ilha do Grupo Oriental do arquipélago dos Açores
consta de um aviso publicado pelo Instituto de Alimentação e Mercados
Agrícolas, que dá início formal a um processo que carece de aprovação
por parte das entidades europeias com competência na matéria, explicou
à agência Lusa Ana Cristina Rodrigues, da Agromariensecoop.

«Há meloa produzido fora da ilha que é vendida como sendo mariense»,
referiu, justificando também a iniciativa com a necessidade de
«garantir ao consumidor a compra de um produto genuíno».

Segundo Ana Cristina Rodrigues, Santa Maria produz anualmente cerca de
150 toneladas de meloa, que são vendidas no mercado regional e do
continente.

Entre as características da meloa de Santa Maria referenciadas no
pedido de registo figuram o «seu elevado teor de vitamina C», face à
meloa comum, e a sua especial riqueza em minerais, como o potássio, o
magnésio e o cálcio.

Fonte: Lusa

http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia44851.aspx

Agricultura continuará a reduzir cargos dirigentes em 2013

OE 2013

15 Outubro 2012 | 18:50
Isabel Aveiro - ia@negocios.pt

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Tutela espera que novo pacote de racionalização da despesa origine
redução dos custos em nove milhões de euros no próximo ano.
O ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território
(MAMAOT) vai manter a política de redução da despesa, também com
redução de pessoal, em 2013.

De acordo com o Relatório do Orçamento do Estado de 2013, hoje
proposto pela coligação PSD e CDS-PP, a reestruturação orgânica do
Ministério, em curso, irá conduzir a "maior racionalização na
utilização de edifícios e de património do MAMAOT, a um funcionamento
adequado do ministério com uma utilização mais eficiente dos recursos
humanos, incluindo a redução de cargos dirigentes, a uma clarificação
de funções e uma simplificação de procedimentos administrativos".

"Estas políticas, aliadas à adopção de uma política restritiva em
matéria de acumulação de funções, significarão uma redução de despesas
de funcionamento de nove milhões de euros face ao previsto para 2012",
adianta a proposta hoje apresentada à Assembleia da República.

Recorde-se que a racionalização de serviços do Estado que este Governo
defende implicou que 146 organismos fossem extintos, dos quais 33 sob
a tutela do MAMAOT – que juntou agricultura, ambiente e ordenamento do
território num só organismo tutelar sob o actual Executivo.

Já no anterior governo de José Sócrates, o antigo ministro Jaime Silva
tinha liderado o maior corte, por ministério, de funcionários. Quando
chegou ao Ministério tinha 11.870 funcionários efectivos, número que
só no primeiro mandato socialista levou uma redução para 7.000 –
alguns dos quais posteriormente chamados pelo sucessor António
Serrano.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=584231

Alentejo recebe primeira mostra tecnológica de bioenergia em Portugal em Maio de 2013

ONTEM às 16:310

inShareA primeira mostra tecnológica de bioenergia em Portugal vai
decorrer no Alentejo, em maio do próximo ano, com o objetivo de
potenciar esta área de negócio no país e no estrangeiro.
A iniciativa, denominada "Bioenergia Portugal" vai decorrer em
Portalegre, entre os dias 23 e 25 de maio, nas instalações no Núcleo
Empresarial da Região de Portalegre (NERPOR).
"Este evento vai incluir duas iniciativas, nomeadamente uma mostra
tecnológica de bioenergia e um congresso internacional de bioenergia",
explicou hoje à agência Lusa Tiago Gaio, da Agência Regional de
Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo (AREANATejo), uma das
entidades promotoras da iniciativa.
De acordo com o responsável, "não existe, a nível nacional, nenhum
tipo de evento" sobre esta temática, sublinhando que este encontro
servirá para "potenciar negócios" a nível nacional e internacional.
"A ideia é posicionar o Alto Alentejo como pote de discussão e de
negócios na área da bioenergia em Portugal. Com esta iniciativa
pretende-se que seja uma mostra de máquinas, de equipamentos e não uma
mostra de catálogos", adiantou.
De acordo com a organização, um dos objetivos desta mostra passa por
acolher cerca de "100 expositores".
Nesta iniciativa estão envolvidas várias entidades regionais, entre as
quais a Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo (ADRAL),
Centro Interdisciplinar de Investigação e Inovação (C3i) do Instituto
Politécnico de Portalegre (IPP) e a Comunidade Intermunicipal do Alto
Alentejo (CIMAA).
A Turismo do Alentejo e a Associação Empresarial da Região de
Portalegre (NERPOR) são outros dos parceiros deste evento.
A organização sublinhou ainda que a "Bioenergia Portugal" vai ser
dinamizada com o apoio do município de Portalegre, em parceria com o
Centro da Biomassa para a Energia e com a Associação Espanhola de
Valorização Energética da Biomassa, que organiza, desde 2004, a
Expobioenergía em Valladolid (Espanha).
Do leque de entidades que apoiam este evento surge ainda o Parque de
Ciência e Tecnologia do Alentejo e a Plataforma Alto Alentejo XXI,
projeto desenvolvido pela CIMAA, IPP e ADRAL.
Diário Digital com Lusa

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=596888

OE2013: Agricultores e criadores de animais deixam de estar isentos de IVA

19:36 Segunda feira, 15 de outubro de 2012

Lisboa, 15 out (Lusa) - Agricultores e criadores de animais, incluindo
coelhos, aves, caracóis, abelhas e bichos-da-seda, que até agora
estavam isentos de IVA, passam a estar sujeitos à taxa mínima de 6%,
prevê a proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2013.

Segundo o documento, passam a estar sujeitas à taxa de 6% as vendas de
bens efetuadas no âmbito de explorações que constam da lista de
atividades de produção do Código do IVA, incluindo atividades de
cultura propriamente dita (agricultura em geral, incluindo a
viticultura, fruticultura e horticultura floral e ornamental e
produção de cogumelos e especiarias), mas também a criação de animais.

São também consideradas atividades de produção agrícola "as atividades
de transformação efetuadas por um produtor agrícola sobre os produtos
provenientes, essencialmente, da respetiva produção agrícola com os
meios normalmente utilizados nas explorações agrícolas e silvícolas",
diz a proposta do OE.



http://expresso.sapo.pt/oe2013-agricultores-e-criadores-de-animais-deixam-de-estar-isentos-de-iva=f760346

"Os Verdes" alertam que relatório final da UNESCO só é elaborado em fevereiro

22:20 Sexta feira, 12 de outubro de 2012

Vila Real, 12 out (Lusa) -- "Os Verdes" acusaram hoje o Governo de
"uma mega manipulação de informação" ao revelar que a UNESCO
compatibiliza a Barragem de Foz Tua com o Douro Património Mundial e
alertam que o relatório final só será elaborado em fevereiro.

Fonte do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do
(MAMAOT) disse quarta-feira à agência Lusa que a missão da UNESCO ao
Douro "conclui que a construção do aproveitamento hidroeléctrico de
Foz Tua, de acordo com o projeto revisto, é compatível com a
manutenção do Alto Douro Vinhateiro (ADV) na Lista do Património
Mundial".

Para o Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV), este anúncio "não passou
duma mega e vasta manipulação de informação".

http://expresso.sapo.pt/os-verdes-alertam-que-relatorio-final-da-unesco-so-e-elaborado-em-fevereiro=f759841

92 por cento dos espanhóis prefere a cortiça

Associação

Apcor
16/10/12 02:05

O estudo foi realizado pelo projecto Cork e envolveu um inquérito a
1.200 espanhóis.

O projecto Cork - campanha de promoção da cortiça em Espanha - lançou
um estudo que afirma que 92 por cento dos espanhóis prefere a rolha de
cortiça para as garrafas de vinho e de cava. O estudo teve uma mostra
de 1200 espanhóis que foram questionados sobre os aspectos que
valorizam no acto de compra de um vinho, o tipo de vedante preferido e
quanto estão dispostos a pagar por esta bebida.

Os resultados do inquérito revelam, ainda, que 86 por cento dos
espanhóis considera que a rolha de cortiça preserva melhor as
propriedades do vinho e do cava que outro vedante, como o plástico, o
silicone ou a cápsula de alumínio.

Sobre a percepção que os espanhóis têm sobre a rolha de cortiça, 27
por cento destaca que é um produto natural, 26 por cento associa-a à
tradição, 14 por cento diz que é reciclada e 13 por cento aponta a sua
qualidade como vedante.

Para o porta-voz da campanha Cork, Sergi Sabrià, "a rolha de cortiça
proporciona o vedante perfeito para o vinho e cava já que se adapta
perfeitamente ao gargalo da garrafa graças à sua elasticidade e
compressibilidade."

Quanto aos hábitos de consumo dos espanhóis, o estudo mostra que a
denominação de origem, o preço e a cave são os aspectos mais
valorizados na hora de eleger um vinho ou cava. A estes seguem-se o
reconhecimento do vinho, o tipo de vedante, o rótulo e, por último, a
percentagem de álcool.

Tendo em conta que o tipo de vedante é um dos aspectos referidos,
destaca-se que 78 por cento afirma que esta indicação no rótulo era
importante, já que actualmente é difícil para o consumidor distinguir
o vedante.

O preço é o segundo factor que os espanhóis têm em conta na hora de
adquirir um vinho. Assim, 33 por cento considera despender entre 5 a
10 euros, 24 por cento gasta entre 3 a 5 euros e sete por cento, menos
de três euros. Ou seja, 69 por cento não compra vinho acima dos 10
euros, 24 por cento assume que gastaria entre 10 e 30 euros, e apenas
sete por cento estaria disposto a pagar mais de 30 euros. Registe-se,
ainda, que sete por cento diz não comprar vinho e 15 por cento não
coloca o cava na sua lista de compras.

No que toca à frequência de consumo de vinho e cava, 12 por cento dos
espanhóis afirma que bebe uma destas bebidas diariamente, 25 por cento
refere três ou mais vezes por semana, 26 por cento fica-se por um copo
de vinho ou cava uma vez de 15 em 15 dias e nove por cento não vai
além de uma vez por mês.

Há, no entanto, três por cento dos espanhóis que afirma não consumir
este tipo de bebida e 25 por cento apenas consome em momentos
especiais ou celebrações.

Em relação à origem do vinho, 75 por cento prefere o vinho do seu
país, enquanto que quatro por cento opta pelo francês e três por cento
pelo vinho do novo mundo.

Registe-se que o programa Cork está a ser desenvolvido pela Asociación
de Empresarios Corcheros de Cataluña (Aecork) - Associação de
Empresários da Cortiça da Catalunha -, com o apoio da Associação
Portuguesa da Cortiça (Apcor) e visa a promoção da cortiça assente na
mensagem "Cortiça preserva todas as coisas boas".

info@apcor.pt

http://economico.sapo.pt/noticias/92-por-cento-dos-espanhois-prefere-a-cortica_154022.html

AJAP promove debate europeu: a figura "Jovem Empresário Rural" com a participação da Ministra da Agricultura

Objectivando a diminuição da desertificação do Mundo Rural, é
imperioso reconhecer o papel dos Jovens Empreendedores que, pese
embora as múltiplas adversidades que assolam o País no geral e a
Agricultura em particular, ainda pretendem revitalizar o meio rural.

Este projecto visa dar resposta a inúmeras questões: o conceito de
Jovem Empresário Rural, deve ser fechado e restrito ou flexível e
suficientemente abrangente para dar resposta às necessidades do meio
rural? Deve estar associado à actividade agrícola ou à posse de terra?
Deve ser complementar ou alternativo à actividade do Jovem Agricultor?
Deve ter por base investimentos de pequena dimensão ou sem esta
limitação?

Ainda muito há que batalhar para obter o reconhecimento do "Jovem
Empresário Rural", para lançar o debate, a reflexão ao Sector Agrícola
e à Sociedade em geral, a AJAP vai realizar no próximo dia 19 de
Outubro, no Palácio da Bolsa, no Porto, um Seminário Europeu que conta
com uma centena de Jovens Agricultores dos 27 países da União
Europeia.

O Seminário conta com a presença, na qualidade de orador, de peritos e
individualidades, a saber: Prof. Doutor Luís Mira da Silva, Prof.
Doutora Lívia Madureira, Dr. Mário Fidalgo, Eng.º Manuel Granchinho,
Eurodeputado Nuno Melo, Eng.º José Manuel Sousa Uva, Presidente do
CEJA Joris Baecke, Drª Gabriela Ventura e Prof. Doutor Arlindo Cunha.

A Direcção da AJAP

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/10/16c.htm

Despesa global consolidada do Ministério da Agricultura sobe 1,2% em 2013

OE2013

por Lusa, publicado por Ana MeirelesOntem

A despesa global consolidada do Ministério da Agricultura e Ambiente
(MAMAOT) aumenta 1,2% em 2013, para 1.833,1 milhões de euros, face à
estimativa de 2012, indica o relatório do Orçamento de Estado hoje
entregue no Parlamento.
Este aumento da despesa total consolidada do Ministério da
Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (MAMAOT) tem a
ver com a integração de "serviços e atribuições provenientes de outros
programas no âmbito do Plano de Redução e Melhoria da Administração
Central (PREMAC), com origem no subsetor dos Serviços e Fundos
Autónomos (SFA)", justifica a proposta de Orçamento de Estado para
2013.
O montante total consolidado estimado em 2012 era de 1.811,9 milhões de euros.
Por sua vez, o documento refere também que a despesa efetiva
orçamentada em 2013 será de 1.730,2 milhões de euros, quando o valor
estimado para 2012 se situava em 1.731,2 milhões de euros.
Os gastos com o subsetor do Estado deverão ser de 519,2 milhões de
euros, um valor inferior em 5,9% face à estimativa do ano anterior.
Já a verba para os serviços e fundos autónomos deverá crescer 2,8% no
próximo ano, para 1.385,5 milhões de euros.
No que respeita à despesa das Entidades Públicas Reclassificadas, o
valor orçamentado para 2013 é de 128,1 milhões de euros, o que
representa uma redução de 6,8% quando comparado com o estimado no ano
anterior (137,5 milhões de euros).
Na proposta de Lei do Orçamento Estado, justifica-se o aumento acima
assinalado, nomeadamente devido à integração do Instituto de
Meteorologia que deu origem ao Instituto Português do Mar e da
Atmosfera e cujo orçamento ascende a 45 milhões de euros.
Quanto à distribuição da despesa pelos principais agrupamentos
económicos, constata-se que entre as parcelas com maior peso estão a
dos gastos com pessoal (288,2 milhões de euros), a das transferências
correntes (367,9 milhões de euros) e de capital com 415 milhões de
euros, segundo o documento.
O Governo entregou hoje na Assembleia da República a proposta de
Orçamento do Estado de 2013, que prevê um aumento dos impostos,
incluindo uma sobretaxa de 4% em sede de IRS.
O orçamento é votado na generalidade no final dos dois dias de debate,
30 e 31 de outubro.
A votação final está agendada para 27 de novembro no Parlamento.

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2830854&page=-1

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Aprovado Banco de Terras com votos do PSD e do CDS e abstenção do PS

15:04 Sexta feira, 12 de outubro de 2012

Lisboa, 12 out (Lusa) -- O Parlamento aprovou hoje em votação final
global a criação do banco de terras, com os votos favoráveis do PSD e
do CDS, a abstenção dos socialistas e a oposição do PCP, Verdes e BE.

O texto hoje aprovado teve como ponto de partida uma proposta enviada
ao Parlamento pelo Governo, que teve algumas alterações no debate na
especialidade.

Antes da votação final, o PCP pediu o debate em plenário do artigo
8.º, relacionado com os baldios.


: http://expresso.sapo.pt/aprovado-banco-de-terras-com-votos-do-psd-e-do-cds-e-abstencao-do-ps=f759708

Comunidade internacional preocupada com a fome vai procurar acalmar os mercados na reunião de Roma

13:51 Domingo, 14 de outubro de 2012

Roma, 14 out (Lusa) -- A comunidade internacional vai reunir-se na
terça-feira, em Roma, para celebrar o Dia Mundial da Alimentação, sob
a égide da ONU, e refletir sobre os meios para reduzir as tensões nos
mercados dos cereais.

Na próxima semana, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura
e Alimentação (FAO), com sede em Roma, acolhe a reunião do Comité de
Segurança Alimentar (CFS) constituído por outras agências da ONU,
especialistas e representantes da sociedade civil.

De acordo com as últimas previsões da FAO, 870 milhões de pessoas não
conseguem matar a fome, apesar deste número estar a recuar (1.000
milhões entre 1990-1992) mas é "muito alto", afirmou o diretor-geral
desta organização, José Graziano da Silva.


http://expresso.sapo.pt/comunidade-internacional-preocupada-com-a-fome-vai-procurar-acalmar-os-mercados-na-reuniao-de-roma=f760038

Carta Aberta à Ministra da Agricultura e do Ambiente

Acréscimo

Exma. Senhora Ministra,

Em simultâneo ao anúncio noticioso do grupo Portucel, em maio último,
onde se menciona que a empresa faz depender um investimento de 2 mil
milhões de euros (anúncio similar havia sido antes publicado, mas no
Brasil), com a criação de 15 mil postos de trabalho, de 40 mil
hectares de eucaliptal, o Ministério coloca à discussão pública uma
proposta de alteração legislativa às ações de (re)florestação com
espécies de rápido crescimento, onde tem expressão incontestada o
eucalipto. Porventura tratar-se-à de uma estranha coincidência, ou
talvez não, aspeto que, em nome da transparência e da independência do
Estado face a interesses acionistas, importa esclarecer. Reconhecendo
que o grupo Portucel exporta 95% da sua produção, que representa 3%
das exportações portuguesas de bens e quase 1% do PIB, também é certo
que, só em 2010 e 2011, recebeu do Estado cerca de 50 milhões de euros
em benefícios fiscais, não tendo a Acréscimo, até ao momento, obtido
dados sobre os montantes e a avaliação da utilização de fundos
públicos por este grupo empresarial, antes e após a privatização.

Tendo o eucalipto lugar nos espaços florestais nacionais e assumida a
concordância quanto à necessidade de simplificação de procedimentos
burocráticos, a proposta como apresentada pelo Ministério merece-nos
as maiores reservas, sinteticamente distribuídas pelas cinco vogais:

Avulsa – A proposta do MAMAOT respeita apenas ao início do ciclo de
produção florestal. Então, quais as garantias de que os povoamentos
criados vão chegar ao final do seu ciclo (ao fim de 12-15 anos)? Ou
seja, quem garante que está mitigado o risco de arder por falta de
adequada gestão florestal?

Extemporânea – Estando em avaliação a Estratégia Nacional para as
Florestas (ENF), faz sentido moldar uma peça do puzzle, quando todo o
puzzle está em análise? Mais, se o resultado desta avaliação está
anunciado, pelo Ministério, para o o tempo presente
(setembro/outubro), porque surge antes uma proposta pontual, logo em
maio. Existe alguma estratégia para assegurar a poll

Irresponsável – Sem garantia (contratualizada) de subsequente gestão
florestal, toda e qualquer (re)florestação tem um risco acrescido de
incêndio florestal, logo potenciador da perda de bens pelo próprio
responsável pela (re)arborização, mas também e fundamentalmente os de
terceiros, de toda a Sociedade pelo impacto dos incêndios ao nível dos
solos, da água e das violentas emissões de carbono, bem como na perda
de dinheiros públicos (concretamente no combate), hoje tão escassos.
Ora, os eucaliptais tem um elevado risco de combustibilidade, são
fortes candidatos, quando não geridos, a promover a "indústria do
fogo".

Opaca – Se a intenção que está na base da proposta é o reforço das
exportações, fator fundamental para a alavancagem da economia
nacional, importa esclarecer que eventuais arborizações a partir de
2013, só disponibilizarão rolaria de madeira para pasta celulósica e
papel a partir de 2025 e 2028, altura em que se espera que o País já
não esteja sob resgate internacional. Pressupõe-se assim que a
arborização com eucalipto não dará resposta atempada à atual crise.
Mas, a beneficiação dos eucaliptais existentes, visando um sustentável
aumento da produtividade (onde a atual média nacional não evolui desde
1928, situando-se nos 10 metros cúbicos por hectare e por ano), já
poderá produzir resposta favorável no curto e médio prazo. Porque não
esta via? Haverá algo mais em jogo?

Unidirecional – Face ao carácter específico da iniciativa legislativa,
independentemente da intenção, propositada ou não, do Ministério, o
facto é que a sua iniciativa favorece única e incompreensivelmente uma
fileira do setor florestal, subestimando as demais, designadamente a
da cortiça e a da madeira e mobiliário.

Sendo comprovado que no setor florestal predominam relações win-lose,
visíveis nas estatísticas do INE, com evidente monopólio (ou
oligopólio) industrial, a proposta legislativa do Ministério não
acautela os interesses de quem menciona querer "livrar" da atual carga
burocrática, os agricultores e proprietários florestais. Ou seja, ao
contrário do que ocorreu na Campanha do Trigo, de 1938, agora o
Ministério não disponibiliza apoio à gestão florestal, nem acautela um
justo acesso aos mercados por parte dos potenciais produtores de
eucalipto. Evidencia-se sim uma resposta a anunciados interesses da
indústria (conforme notícia no Jornal I, de 15 de maio último), sem
salvaguardar a Lavoura (apesar das manifestações políticas do CDS-PP
serem a favor da defesa desta última). Anunciada a PARCA para o setor
agroalimentar, o Ministério abstém-se de responsabilidades na
regulação dos mercados de produtos florestais, apesar das múltiplas
evidências de concorrência imperfeita.

Outros aspetos fundamentais para o setor florestal, apesar de
constarem no programa do Governo, têm sido pouco evidentes quanto à
sua concretização. A realização e atualização do cadastro rústico é um
desses aspetos. Como tem sido apanágio no passado, estará aqui o
Ministério também a encanar a perna à rã?

Quanto á Estratégia Nacional para as Florestas (ENF), a respetiva
avaliação tem registado uma morosidade do tipo "obra de Santa
Engrácia". Será propositada? Espera-se que tal não sirva de
justificação a mais iniciativas avulsas, extemporâneas,
irresponsáveis, opacas e unidirecionais. A avaliação da EFN é
fundamental para o planeamento da utilização dos fundos da PAC
2014/2020, bem como do Fundo Florestal Permanente, evitando assim os
maus exemplos do passado e a perda de milhões de euros.

Lisboa, 15 de outubro de 2012

A Direção da Acréscimo

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/10/15c.htm

Revista Ruminantes Out/Nov/Dez 2012

DOWNLOAD AQUI: http://www.revista-ruminantes.com/revista-ruminantes/newsletter/ruminantes.pdf


http://www.revista-ruminantes.com/

Revista Ingenium N.º 130 com Tema de capa: Agricultura e Pescas

Revista Ingenium N.º 130 - Julho/Agosto de 2012


DOWNLOAD AQUI:
http://www.ordemengenheiros.pt/file_manager/loja.php?id=466

Tema de Capa: A Engenharia – que futuro?
O Défice Externo Alimentar Português na Economia Portuguesa
A Importância económica e a evolução científica e tecnológica do vinho
Agricultura, Investigação e Inovação
A Engenharia Zootécnica
Reformar a PAC em contexto de crise
Setor da Pesca e Aquicultura: análise à evolução económica
A importância da Investigação nas atividades ligadas ao Mar e aos Recursos Vivos
Alimentação Saudável


Entrevista
Eng. Armando José Cordeiro Sevinate Pinto
Engenheiro Agrónomo, Consultor do Presidente da República para os
Assuntos Agrícolas e o Mundo Rural, Coordenador Técnico da
AGRO.GES, ex-Ministro da Agric., do Desenvolv. Rural e das Pescas
"A nossa autossuficiência alimentar de base agrícola é superior a 70%"


Casos de Estudo
Milho - A maior cultura nacional arvense? Ponto da situação do setor
Aquacultura como Forma de Preservação da Biodiversidade

DOWNLOAD AQUI:
http://www.ordemengenheiros.pt/file_manager/loja.php?id=466


http://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/publicacoes/revista-ingenium/revista-ingenium-n-o-130-julho-agosto-de-2012/

Alimentação: Logótipo para dieta mediterrânica está em fase de aprovação

Notícia:

Portugal tem em fase de aprovação um logotipo para a dieta
mediterrânica, um símbolo que poderá ser adotado pelos restantes
países da candidatura a Património Mundial da Humanidade, revelou hoje
um dos elementos ligados ao projeto.

António Peres, presidente do Movimento Mulheres de Vermelho, uma das
entidades mentoras da iniciativa em Portugal, adiantou à agência Lusa
que o símbolo, "criado há 48 horas atrás", aguarda a aprovação do
grupo de trabalho definido para preparar a candidatura apresentada à
UNESCO.

"Esperamos que o símbolo possa vir a ser usado pelos outros países
candidatos", disse António Peres.

A candidatura da dieta mediterrânica a Património Cultural Imaterial
da Humanidade foi apresentada por Portugal em articulação com o
Chipre, Argélia e Croácia e a decisão final da UNESCO (Organização das
Nações Unidas para a Educação Ciência Cultura) só deverá ser conhecida
no último trimestre de 2013.

O grupo de trabalho tem o compromisso de divulgar o conceito e os
valores da dieta mediterrânica aos vários públicos, envolvendo e
motivando as populações dos Estados membros e os portugueses em geral.

"Vamos participar no maior número possível de eventos ligados à
gastronomia, vamos ter protocolos com uma função pedagógica junto das
crianças, por exemplo", explicou António Peres.

O objetivo principal é "dar visibilidade e explicar a toda a gente o
que é a dieta mediterrânica, um conceito muito mais vasto que um
elemento nutricional ou gastronómico", acrescentou.

Aliás, no âmbito do Dia Mundial da Alimentação, que se assinala
terça-feira, estão previstas várias ações para promover os valores da
dieta mediterrânica em questões nutricionais ou gastronómicas
relacionadas com o consumo do peixe, nomeadamente de Omega3, ou de
leguminosas, por exemplo.

Através da divulgação de receitas e conceitos da cozinha
mediterrânica, pretende-se "desmistificar" algumas questões como os
preços dos produtos mais utilizados.

"A cozinha mediterrânica tem um custo como qualquer outra, portanto é
acessível à generalidade das pessoas", defendeu António Peres.

"Cooperativas agrícolas - chave para alimentar o mundo" é o principal
tema escolhido para o Dia Mundial da Alimentação deste ano.

Os defensores da dieta mediterrânea, que inclui o consumo de azeite,
salientam que contribui para a diminuição das doenças
cardiovasculares, diabetes, cancro e doenças degenerativas
neurológicas, como o Parkinson e o Alzheimer.

Tavira encabeça desde maio do ano passado a candidatura nacional, que
envolve ministérios, nomeadamente da Agricultura e da Saúde, e também
a Secretaria de Estado da Cultura, e conta com algumas dezenas de
parceiros, entre os quais organizações de promoção da saúde, de
desenvolvimento local e de agricultores.

Caso a candidatura seja aprovada, Portugal, Chipre, Argélia e Croácia
juntam-se à Grécia, Espanha, Itália e Marrocos, quatro países que
viram inscritas, em novembro de 2010, as suas dietas mediterrânicas na
lista do património imaterial da UNESCO.

http://www.regiaosul.pt/noticia.php?refnoticia=131113

Ponte de Lima: Vinho verde tem grande potencial

ALTO MINHO
2012-10-13visitas (249)comentários (0)

autor
Marta Caldeira
contactar769
"O vinho verde tem um grande potencial na nossa região, precisa é de
parcerias fortes entre todas as entidades que laboram no sector para
ganhar escala, porque o escoamento está garantido no mercado interno e
externo", garantiu o presidente da câmara de Ponte de Lima, Victor
Mendes, no Fórum Regional dos Vinhos Verdes, que ontem teve lugar em
terras limianas.

"O vinho verde é uma das grandes potencialidades desta região de onde
podemos tirar algum retorno a nível económico", indicou o autarca,
apontando para a cada vez maior "qualidade e excelência do produto".
Aliás, a câmara está já a trabalhar na área turística tendo por base a
iguaria, com a instalação na vila do Centro Interpretativo do Vinho
Verde - onde vai ser investido um milhão de euros, através do Proder.
Uma estrutura que o autarca de Ponte de Lima espera poder ser
inaugurada já em 2013.

Turismo e vinho devem ajudar-se mutuamente

José Arruda, presidente da Associação dos Municípios Portugueses de
Vinho, destacou que este foi apenas o primeiro dos dez fóruns que vão
correr o país, com o objectivo de apresentar as melhores sugestões e
directivas para o sucesso e desenvolvimento do sector num congresso
que vai ter lugar no próximo ano.

"O sector do vinho e do turismo podem ajudar-se mutuamente. Os
municípios e associações devem trabalhar em interligação permanente,
pois só assim pode haver sucesso", disse.
A Direcção Regional do Norte de Agricultura e Pescas também marcou
presença no fórum através de Manuel Cardoso, que indicou que o vinho é
"um sector muito importante na economia do país".

O responsável disse ainda que tem havido uma grande estratégia por
parte dos produtores da região Norte, que têm aproveitado para
reconverter as suas vinhas procurando obter um melhor produto. No
total já foram reconvertidos quatro mil hectares.

http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=64795

Terra fértil para abetardas

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14 de Outubro, 2012por Sónia Balasteiro

Companhia agrícola da Apariça tem prejuízo porque desde 2008 só pode
regar 200 dos seus 1.500 ha no Alqueva, para proteger três espécies de
aves.
A Companhia Agrícola da Apariça, proprietária de 2.750 hectares de
terras no perímetro do Alqueva, pondera avançar com um pedido judicial
de indemnização contra o Estado, por este ter inviabilizado o cultivo
da maior parte dos seus terrenos agrícolas.

Em causa, explicou ao SOL o gestor daquela herdade familiar, José
Guedes, está a perda de rendimento associada à protecção de três
espécies de aves em vias de extinção: a abetarda, o sisão e o
francelho, que ali têm o seu habitat natural, e cuja protecção legal
impede que sejam implementados sistemas de rega em 1.500 hectares, «ou
seja, em dois terços da propriedade».

A herdade da Apariça foi uma das duas propriedades da freguesia de S.
Matias, no Baixo Alentejo, a ser integrada na Zona de Protecção
Especial de Cuba, criada pelo Governo em 2008, seguindo directivas da
União Europeia. A questão, diz o proprietário, é que «deveria ser o
Estado a assumir os custos associados à protecção destas aves». «Temos
as terras mais férteis da zona», lamenta.

Desde 2008, quando foram interrompidas as obras que visavam
implementar o regadio para o cultivo de cereais como milho, trigo e
girassol, a herdade está a suportar perdas de cerca de 800 mil euros
por ano, segundo estima o gestor. «Por que tem de ser um privado a
custear a conservação de espécies ambientais e não o Estado?»,
questiona José Guedes.

'Expropriação ao contrário'
«Trata-se de uma expropriação ao contrário», classifica: «Para o
Estado não ser multado por Bruxelas, somos nós a suportar os encargos.
E isso tem como resultado directo a não criação de emprego e perdas no
desenvolvimento económico».

Na prática, a Companhia da Apariça apenas pôde instalar sete pivôs de
rega em cerca de 200 hectares, através de um acordo assinado em 2009
com o então Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade e
com a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), em vigor até
2015. Neste Programa de Gestão Agrícola, estão «salvaguardadas as
condições para a conservação destas espécies estepárias», assinala
Domingos Leitão, da SPEA. «As abetardas, por exemplo, são espécies em
perigo, que precisam de zonas desarborizadas e de sequeiro para
sobreviver», salienta. E acusa: «O que está em questão é que os
mecanismos de compensação agro-ambiental criados pela Comissão
Europeia não estão a funcionar. Não foram desenhados pelo Governo para
a zona do Alqueva».

José Guedes, por seu lado, garante que as abetardas têm «aumentado
precisamente na zona onde foram instalados os pivôs de rega» – diz,
citando um estudo elaborado por técnicos da Companhia, em que se
reporta que foram observados «55 machos em 2011, contra 37 em 2007».

O SOL questionou o Ministério da Agricultura sobre este caso, mas não
foi possível obter respostas.

sonia.balasteiro@sol.pt

http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=60974

Nova geração de enólogos moderniza vinhos do Douro

12 de Outubro de 2012 por Hipersuper
"A melhoria da qualidade dos vinhos é factor determinante para o
crescimento da Região Demarcada do Douro".



A afirmação do presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto
(IVDP), Manuel de Novaes Cabral, publicada no Caderno "Saberes do
Vinho", da autoria de Rui Falcão, dedicado à região do Douro, exalta o
papel da investigação na modernização registada na região e na
melhoria da qualidade dos vinhos e o "crescimento exponencial" da
notoriedade dos néctares.

De acordo com Manuel Cabral, "o desenvolvimento de projectos dinâmicos
e ambiciosos ajudou a fixar uma nova geração de enólogos, que trazem
ao Douro mais formação, mais capacidade científica e técnica e mais
energia".

Assim, o presidente do IVDP acredita que "esta evolução ajuda a região
a trilhar o caminho da modernidade, melhorando a capacidade
competitiva" no contexto económico internacional.

"A investigação, a vitivinicultura e o turismo, associados a um
território de eleição que os nossos antepassados nos legaram, são os
eixos de desenvolvimento da Região Demarcada do Douro, que vê nos seus
vinhos tranquilos mais um elemento capital para a sua projecção".

http://www.hipersuper.pt/2012/10/12/nova-geracao-de-enologos-dinamiza-vinhos-do-douro/

Comunidade internacional procura acalmar mercados em Roma

FOME

por Lusa, texto publicado por Paula MouratoOntem


Fotografia © Fernando Fontes
A comunidade internacional vai reunir-se na terça-feira, em Roma, para
celebrar o Dia Mundial da Alimentação, sob a égide da ONU, e refletir
sobre os meios para reduzir as tensões nos mercados dos cereais.

Na próxima semana, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura
e Alimentação (FAO), com sede em Roma, acolhe a reunião do Comité de
Segurança Alimentar (CFS) constituído por outras agências da ONU,
especialistas e representantes da sociedade civil.
De acordo com as últimas previsões da FAO, 870 milhões de pessoas não
conseguem matar a fome, apesar deste número estar a recuar (1.000
milhões entre 1990-1992) mas é "muito alto", afirmou o diretor-geral
desta organização, José Graziano da Silva.
A crise alimentar temida este verão com a seca que atingiu os Estados
Unidos, um grande produtor mundial de cereais, não chegou a acontecer,
mas a tensão continua e os preços nos mercados internacionais estão
elevadíssimos, depois da descida das previsões noutros grandes
produtores, caso da Rússia, União Europeia e da região do Mar Negro.
"Os preços dos alimentos são muito voláteis e perigosamente altos",
disse o relator especial da ONU sobre o Direito à Alimentação, Olivier
De Schutter, que pediu "uma resposta imediata" para estabilizar os
preços.
Neste contexto, os ministros e delegados de alto nível que são
esperados na terça-feira, em Roma, bem como o ministro da Agricultura
francês, Stéphane Le Foll, deverão refletir sobre os meios para
controlar o jogo dos mercados.
"Pelo menos 36 ministros", disse uma fonte francesa, incluindo da
Rússia, Coreia do Sul, Japão, Brasil, Bangladesh, Filipinas, Camarões,
mas também da Alemanha, Itália e do Reino Unido confirmaram a
participação.
Os Estados Unidos estarão representados a "alto nível", disse a mesma
fonte, adiantando que três temas fundamentais vão ser abordados: "a
transparência do mercado, os meios para limitar a volatilidade dos
preços e a possibilidade da criação e gestão de 'stocks'
pré-posicionados nos países mais vulneráveis".
França pretendia realizar um "G20 para a agricultura", com os
ministros da tutela das 20 mais poderosas economias do mundo, e
defendeu uma reunião do Fórum de Resposta Rápida (FIR) para refletir
sobre os 'stocks' de reservas.
A FRR foi criada em 2011 na cimeira do G20, em Cannes (sul de França),
após a crise de 2007-2008, devido à subida dos preços mundiais dos
cereias, tendo como missão ajudar a coordenar a resposta internacional
à ameaça da crise alimentar.
Mas a ONU recebeu a sugestão com prudência: "Não se deve criar o
pânico enviando sinais errados", destacou a FAO.
"Estas políticas devem ser concebidas com antecedência e não podem ser
ditadas por circunstâncias de curto prazo", respondeu também Olivier
De Schutter.
"Crise, de facto, não há. Mas os 'stocks' de reservas estão em níveis
historicamente baixos para o milho e são apenas necessários para o
trigo", de acordo com o departamento de Agricultura norte-americano.
Em termos de seca, a Austrália é um dos países afetados e a "incerteza
vai durar" no hemisfério sul, de acordo com um especialista francês.
Nos países desenvolvidos (Estados Unidos e União Europeia), as
culturas estão a cair quase 10 por cento.
Por isso, a FAO apoia a existência de verbas que possam ser destinadas
aos países mais pobres e que estão em risco.

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2827871&page=-1

sudExpand volta a surpreender produtores de milho

Lisboa, 15 de Outubro de 2012

O sudExpand pôs em evidência o aumento real de produtividade quando
usada uma densidade de sementeira superior, combinada com as melhores
variedades de milho e um programa fitossanitário adequado.
«21 ton/hectare é uma produtividade altíssima, que torna a cultura do
milho especialmente interessante neste ano de preços elevados».
A Syngenta quer aumentar a população de abelhas selvagens na cultura
do milho, contribuindo para uma agricultura alinhada com a nova PAC.
O sudExpand voltou a surpreender todos quantos se deslocaram para
assistir à colheita do pivot de milho de 43 hectares que lhe
corresponde em Selmes, no perímetro de rega do Alqueva, a 25 de
Setembro.
Nesta mostra a céu aberto conjugaram-se novas variedades de milho
Syngenta SY Inove e SY Radioso, protegidas com o herbicida de
pré-emergência Lumax (para o controlo de infestantes gramíneas e
dicotiledóneas anuais) e o insecticida Ampligo (solução para controlo
de Heliothis, em homologação). E porque confiamos no potencial
genético das variedades Syngenta, quisemos ir mais além, pondo à prova
a resposta dos nossos híbridos com uma densidade de sementeira
superior à usual em Portugal. E os resultados não podiam ser melhores!
No momento em que recebia os dados da ceifeira em tempo real, Joaquim
Pedro Torres da empresa Valinveste, parceira do sudExpand, comentava:
«são números altíssimos de produtividade, que devem ser levados em
conta e que tornam a cultura do milho especialmente interessante neste
ano de preços elevados. Resultam sem dúvida dos dotes da terra do
agricultor e da tecnologia e genética aplicadas no campo».
O sudExpand pôs em evidência o aumento real de produtividade quando
usada uma densidade de sementeira superior. Nas linhas semeadas com
85.000 plantas/hectare (convencional) o resultado foi de 19
ton/hectare (convertido a seco), enquanto na modalidade 100.000
plantas/hectare a produtividade média subiu para as 21 ton/hectare
(convertido a seco).
«É de realçar que no primeiro ano de sudExpand (2011), no mesmo campo,
com outras variedades de milho Syngenta, a 85.000 plantas/hectare, e
num ano agrícola com condições climatológicas diferentes, os
resultados foram semelhantes - 19,6 ton/hectare. Isto encoraja-nos a
continuar este projecto e confirma o rumo certo da oferta integrada
Syngenta ao produtor de milho», disse Juan Hortega, ICS manager iberia
para a cultura do milho.
Estiveram presentes neste dia de campo em Selmes cerca de três
centenas de participantes (agricultores portugueses e espanhóis,
distribuidores, técnicos, representantes dos serviços oficiais), que
puderam observar in loco os resultados da tecnologia Syngenta. Numa
clareira aberta no campo de milho, passaram por seis "estações"
explicativas: biodiversidade, agroquímicos, sementes, densidade de
sementeira, rega e colheita. A ronda foi muito dinâmica e participada.

A definição e colocação em prática de técnicas de agricultura
responsável e sustentável é uma das prioridades da Syngenta. «Estamos
preocupados em aumentar a população de abelhas selvagens na cultura do
milho, através do Operation Pollinator. Após a experiência bem
sucedida em pomares de pereiras e maceiras, iniciámos este ano o mesmo
projecto na cultura do milho, aqui em Selmes e no Ribatejo, na
exploração do agricultor João Coimbra», afirma Mónica Teixeira,
responsável de stewardship da Syngenta, explicando que o Operation
Pollinator visa contribuir «para uma agricultura alinhada com a nova
política agrícola comum, muito sensível às questões ambientais».
O Operation Pollinator pretende fornecer o habitat essencial para o
aumento da população de insectos polinizadores nas zonas agrícolas,
uma vez que mais de 80% das culturas depende da polinização efectuada
por insectos. O Operation Pollinator consiste na instalação de margens
nos campos agrícolas com plantas adaptadas à região e que sejam uma
fonte contínua de pólen e néctar para alimentar as abelhas.
O sudExpand é uma iniciativa da Syngenta que visa contribuir para o
desenvolvimento da cultura do milho na região do sudeste alentejano.
Tem como parceiros as empresas VALINVESTE e AGROTERRA, assim como,
entidades estratégicas da região ligadas à cultura do milho: Deiba,
Irricampo, EDIA, ESAB, COTR, Associações de Regantes, GPP (Gabinete de
Planeamento e Políticas), A.Cano e Protejagro.


A opinião de quem participou no sudExpand
«O sudExpand acompanha muito as necessidades do agricultor. Os ensaios
de densidade de sementeira aqui realizados trazem um pouco mais de luz
sobre as dúvidas que existiam a propósito do uso de densidades de
sementeira mais elevadas», afirmava José Andrez Moreno, consultor
técnico da cultura do milho em Portugal, que se diz «surpreendido» com
a qualidade das actuais variedades de milho da Syngenta: «produzi o SY
Famoso e o SY Generoso e estou admirado com o grande vigor das
plantas, o seu poder germinativo e a sanidade da cultura em geral. O
desenvolvimento fisiológico é muito consistente com as características
varietais descritas pela empresa».
«Conseguimos ver o potencial das variedades no campo, com uma área
destas já não podemos dizer que seja um ensaio, mas antes uma
produção real», considerava Pedro Pinho, produtor de 120 hectares de
milho no Ribatejo, cliente habitual da variedade SY Mitic: «desde os
primeiros ensaios sempre me surpreendeu pela positiva, o SY Mitic é
extremamente rústico, mesmo em anos maus produz e em anos bons tem um
tecto produtivo elevado».
«Esta é uma mostra valiosa, que nos interessa muito, pondo em
evidência variedades, agroquímicos e tecnicas de cultivo de milho»,
dizia Joaquim Banza, produtor de 200 hectares de milho no Alentejo. «A
água do Alqueva tem impulsionado muito a cultura do milho, é das
culturas mais importantes para o Alqueva. Já este ano aumentei área e
nos próximos anos penso aumentar ainda mais nos novos perímetros de
rega», afirmava este cliente Syngenta que elege o SY Miami como o
híbrido 2012, «pelo bom porte, boa sanidade e produtividade elevada».
«As variedades SY Miami e SY Generoso nascem bem, são bastantes sãs, e
apresentam uma produtividade muito boa, em comparação com as
variedades precedentes», agricultor da Extremadura, Espanha
«Pelo que posso confirmar aqui, o milho SY Inove é bastante
interessante, tem plantas de bom porte e espiga bastante alta»,
agricultor da Extremadura, Espanha
«Na Extremadura produzem-se cerca de 80.000 hectares de milho,
sobretudo de ciclo FAO 600 e 700, o SY Inove e o SY Radioso são
novidades muito interessantes para o nosso mercado, onde, aliás, já
estão bem implantadas as antecessoras SY Miami e SY Generoso», técnico
Syngenta, Espanha



Syngenta é uma empresa líder mundial no negócio agrícola, com foco nas
sementes e protecção das culturas, tem 26.000 empregados em mais de 90
países e investe anualmente 1 bilião de dólares em investigação e
desenvolvimento (I&D). Dedicada ao propósito de trazer para vida o
potencial das plantas, a Syngenta apresenta soluções globais adaptadas
à escala local, missão em que se empenha pensando como um agricultor.
O nosso compromisso é o aumento da produtividade agrícola, valorização
do mundo rural e redução do impacto ambiental, com a convicção de que
é possível produzir mais com menos.
Mais informações em: www.syngenta.pt

fonte: syngenta

"Melhoria da qualidade dos vinhos é fator determinante para o crescimento da Região Demarcada do Douro"

Presidente do IVDP deixa testemunho no Caderno "Saberes do Vinho", de
Rui Falcão, distribuído dia 13 de outubro com o Público

A "melhoria da qualidade dos vinhos é fator determinante para o
crescimento da Região Demarcada do Douro". Esta é uma das afirmações
de destaque do contributo do presidente do Instituto dos Vinhos do
Douro e do Porto (IVDP), Manuel de Novaes Cabral, para a publicação do
Caderno "Saberes do Vinho", da autoria de Rui Falcão, dedicado à
região do Douro. Na publicação, Manuel Cabral exalta o papel da
investigação e modernização registada na região, para a melhoria da
qualidade dos vinhos do Douro e um crescimento exponencial da sua
notoriedade. De acordo com Manuel Cabral, "o desenvolvimento de
projetos dinâmicos e ambiciosos ajudou a fixar uma nova geração de
enólogos, que trazem ao Douro mais formação, mais capacidade
científica e técnica e mais energia". Assim, o presidente do IVDP
acredita que "esta evolução ajuda a região a trilhar o caminho da
modernidade, melhorando a sua capacidade competitiva" no contexto
económico internacional.

O presidente do IVDP acredita que "os vinhos do Douro constituem,
hoje, um relevante elemento de reconhecimento do Douro Vinhateiro,
mostrando uma nova atitude da região e dos seus atores". Para Manuel
Cabral, "a diversidade de vinhos da região do Douro é um fator
competitivo que tem de ser potenciado". E acrescenta: "A investigação,
a vitivinicultura e o turismo, associados a um território de eleição
que os nossos antepassados nos legaram, são os eixos de
desenvolvimento da Região Demarcada do Douro, que vê nos seus vinhos
tranquilos mais um elemento capital para a sua projeção".

Manuel Cabral explica que, para este desenvolvimento exponencial,
contribuiu a preocupação dos viticultores e agentes da região em
"melhorar a práticas vitivinícolas, conhecer as castas mais adequadas
aos diferentes tipos e condições de solo", ou, por exemplo, apostar na
correta colocação dos vinhos nos mercados nacional e internacional.

A Região de Demarcada do Douro tem registado um aumento significativo
ao nível da notoriedade e tem-se destacado, a nível nacional, como uma
das mais dinâmicas regiões portuguesas em termos turísticos.
Paralelamente, os vinhos do Porto e os vinhos DOC Douro estão, cada
vez mais, nos palmarés de prémios nacionais e internacionais e,
inclusive, no primeiro semestre de 2012, as vendas deste vinho
aumentaram de forma global, destacando-se o crescimento das vendas em
Angola.

fonte: mediana