21 de Novembro, 2013
A GNR indicou hoje que os militares do Serviço de Protecção da
Natureza e do Ambiente (SEPNA) realizam, até 15 de Janeiro, em todo o
país, acções de fiscalização em instalações fabris de produção de
azeite.
A operação, denominada "Lagareiro 2013/2014", tem como objectivo
identificar e reprimir incumprimento à legislação em vigor,
nomeadamente no que respeita ao funcionamento e licenciamento dos
lagares de azeite e ao encaminhamento e gestão de resíduos, refere o
comando-geral da Guarda Nacional Republicana (GNR), em comunicado hoje
divulgado.
A GNR adianta que a fiscalização dos lagares permite ainda "a
aquisição de informação detalhada sobre o tipo e quantidade de
resíduos produzidos, bem como do seu tratamento, acondicionamento e
destino".
Segundo a corporação, os militares do SEPNA da GNR vão estar atentos
"ao licenciamento dos lagares, à gestão de todos os resíduos
provenientes da transformação da azeitona em azeite, bagaço e águas
ruças e outras situações ilegais que constituam infracção às normas de
protecção do ambiente".
A GNR refere que "a correcta gestão dos resíduos assume especial
importância na prevenção de agressões ao ambiente, sendo que nem
sempre são usados os métodos produtivos mais benéficos para o meio,
nem tidos em conta os cuidados necessários para evitar derrames de
águas poluídas e de outros resíduos no solo".
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=93036
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Nacionalizar para reprivatizar
________________________________
Paulo Pimenta de Castro
O Governo, pela voz do secretário de Estado das Florestas e do
Desenvolvimento Rural, anunciou estar a ser ultimado um pacote
legislativo que viabiliza a ocupação, por parte do Estado, de
propriedades rurais privadas, alegadamente para as colocar sob melhor
gestão.
Perante o aparente fiasco da coqueluche da ministra Assunção Cristas,
o famigerado projeto da bolsa de terras, tudo leva a crer que uma
iniciativa de aposta no voluntarismo dos proprietários rurais se
transforme agora numa permissão legal de ocupação de propriedade
privada.
O secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural parece
justificar esta pretensão de ocupação com a alegação de abandono das
propriedades rústicas. Ora, do que aprendi, através de um docente do
mesmo departamento do Instituto Superior de Agronomia onde o
secretário de Estado lecionou até integrar a equipa ministerial, o
abandono da propriedade rústica é tão só um modelo de gestão ajustado
às expectativas dos negócios potenciados em tais explorações. De
facto, face à incúria do Estado em acompanhar os mercados e, pior,
face ao protecionismo do Estado a alguns setores industriais, os
preços dos bens produzidos em tais propriedades, impostos
unilateralmente pelos compradores, não mais do que remuneram um modelo
de gestão de abandono.
Ao invés de atuar sobre os mercados (como fez o Estado Novo aquando da
campanha do trigo), o Ministério, gerido por dirigentes do "partido da
lavoura", parece agora querer ressuscitar medidas do PREC. Pretende
nacionalizar para depois reprivatizar, dando "o destino que entender
melhor". Muito subtil.
Ocorre que, a maior parte das propriedades onde o Ministério pretende
alegar abandono, senão a sua totalidade, corresponderão ao que se pode
designar como solos marginais para a produção agroalimentar. Não será
de prever assim que "o destino que entender melhor" se adeque a fins
alimentares. Deverá ser assim outro "o destino que entender melhor".
Importa igualmente mencionar que o Estado não tem servido como
entidade recomendável, enquanto gestor de áreas públicas, cogestor de
áreas comunitárias ou administrador de áreas privadas sob "servidão
ambiental". Isto por opção das governações, seja entendido. Assim,
como justifica agora o Ministério a ocupação para a sua melhor gestão?
Convém ainda reforçar que, para além da incúria ou interesse no não
acompanhamento dos mercados, o Estado, pelos diferentes governos, tem
sido um exímio incumpridor das suas obrigações de "pessoa séria". No
plano administrativo, a novela do cadastro rústico é disso uma
evidência. Só na presente legislatura, a questão do cadastro passou de
imperiosa necessidade a assunto de tratamento por uma comissão. Isto,
sabendo que o investimento público no cadastro apresenta uma taxa de
rentabilidade positiva e de elevado valor percentual.
Mas, pior do que no plano administrativo, é no plano social. O Estado
Democrático que somos há quase 40 anos, pelas inúmeras governações,
tem sido incapaz de conter o êxodo rural em Portugal. Neste domínio,
poderá mesmo constatar-se que, ao longo das últimas décadas, os vários
governos foram permitindo que se fosse "comendo a carne" às populações
rurais, preparando-se este agora para lhes nacionalizar as ossadas.
No plano político-partidário, não será este um ato de traição ao seu
próprio eleitorado, tradicionalmente mais conservador e de base rural?
É certo que, com a incapacidade, também do centro-direita em conter o
êxodo rural, este tende a ver reduzir-se esta sua histórica base de
apoio. Cá estaremos todos em 2015 para avaliar as consequências deste
anunciado pacote legislativo, antes classificado como "gaffe" de
verão.
Paulo Pimenta de Castro
Engenheiro Florestal
Presidente da Acréscimo – Associação de Promoção do Investimento Florestal
http://www.agroportal.pt/a/2013/pcastro8.htm
Paulo Pimenta de Castro
O Governo, pela voz do secretário de Estado das Florestas e do
Desenvolvimento Rural, anunciou estar a ser ultimado um pacote
legislativo que viabiliza a ocupação, por parte do Estado, de
propriedades rurais privadas, alegadamente para as colocar sob melhor
gestão.
Perante o aparente fiasco da coqueluche da ministra Assunção Cristas,
o famigerado projeto da bolsa de terras, tudo leva a crer que uma
iniciativa de aposta no voluntarismo dos proprietários rurais se
transforme agora numa permissão legal de ocupação de propriedade
privada.
O secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural parece
justificar esta pretensão de ocupação com a alegação de abandono das
propriedades rústicas. Ora, do que aprendi, através de um docente do
mesmo departamento do Instituto Superior de Agronomia onde o
secretário de Estado lecionou até integrar a equipa ministerial, o
abandono da propriedade rústica é tão só um modelo de gestão ajustado
às expectativas dos negócios potenciados em tais explorações. De
facto, face à incúria do Estado em acompanhar os mercados e, pior,
face ao protecionismo do Estado a alguns setores industriais, os
preços dos bens produzidos em tais propriedades, impostos
unilateralmente pelos compradores, não mais do que remuneram um modelo
de gestão de abandono.
Ao invés de atuar sobre os mercados (como fez o Estado Novo aquando da
campanha do trigo), o Ministério, gerido por dirigentes do "partido da
lavoura", parece agora querer ressuscitar medidas do PREC. Pretende
nacionalizar para depois reprivatizar, dando "o destino que entender
melhor". Muito subtil.
Ocorre que, a maior parte das propriedades onde o Ministério pretende
alegar abandono, senão a sua totalidade, corresponderão ao que se pode
designar como solos marginais para a produção agroalimentar. Não será
de prever assim que "o destino que entender melhor" se adeque a fins
alimentares. Deverá ser assim outro "o destino que entender melhor".
Importa igualmente mencionar que o Estado não tem servido como
entidade recomendável, enquanto gestor de áreas públicas, cogestor de
áreas comunitárias ou administrador de áreas privadas sob "servidão
ambiental". Isto por opção das governações, seja entendido. Assim,
como justifica agora o Ministério a ocupação para a sua melhor gestão?
Convém ainda reforçar que, para além da incúria ou interesse no não
acompanhamento dos mercados, o Estado, pelos diferentes governos, tem
sido um exímio incumpridor das suas obrigações de "pessoa séria". No
plano administrativo, a novela do cadastro rústico é disso uma
evidência. Só na presente legislatura, a questão do cadastro passou de
imperiosa necessidade a assunto de tratamento por uma comissão. Isto,
sabendo que o investimento público no cadastro apresenta uma taxa de
rentabilidade positiva e de elevado valor percentual.
Mas, pior do que no plano administrativo, é no plano social. O Estado
Democrático que somos há quase 40 anos, pelas inúmeras governações,
tem sido incapaz de conter o êxodo rural em Portugal. Neste domínio,
poderá mesmo constatar-se que, ao longo das últimas décadas, os vários
governos foram permitindo que se fosse "comendo a carne" às populações
rurais, preparando-se este agora para lhes nacionalizar as ossadas.
No plano político-partidário, não será este um ato de traição ao seu
próprio eleitorado, tradicionalmente mais conservador e de base rural?
É certo que, com a incapacidade, também do centro-direita em conter o
êxodo rural, este tende a ver reduzir-se esta sua histórica base de
apoio. Cá estaremos todos em 2015 para avaliar as consequências deste
anunciado pacote legislativo, antes classificado como "gaffe" de
verão.
Paulo Pimenta de Castro
Engenheiro Florestal
Presidente da Acréscimo – Associação de Promoção do Investimento Florestal
http://www.agroportal.pt/a/2013/pcastro8.htm
Timor-Leste concede terreno a Cabo Verde para a prática da agricultura
21 de Novembro de 2013, 00:24
O ministro da Agricultura timorense disse que Timor-Leste vai
disponibilizar a Cabo Verde terrenos para a prática da agricultura, à
semelhança da cooperação que o arquipélago tem com Angola e Paraguai,
noticiou hoje a rádio cabo-verdiana.
Mariano Sabino Lopes, que esteve em Cabo Verde a participar no
Simpósio Internacional sobre o Agronegócios, que decorreu na Cidade da
Praia, salientou que, em primeiro lugar, há que "apostar no bem-estar
alimentar" dos povos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
(CPLP).
Destacando a experiência de Cabo Verde no combate à fome, Mariano
Lopes disse esperar que Timor-Leste "saiba aprender com os
cabo-verdianos", sobretudo no domínio da liderança, outra das áreas
que os dois países querem reforçar a cooperação.
Para garantir a segurança alimentar, Cabo Verde adquiriu terrenos
férteis para a agricultura no Paraguai e em Angola.
Para breve, está prevista a chegada do primeiro navio com a primeira
colheita, de 15 mil toneladas de cereais, oriunda do Paraguai.
@Lusa
http://noticias.sapo.tl/portugues/info/artigo/1349693.html
O ministro da Agricultura timorense disse que Timor-Leste vai
disponibilizar a Cabo Verde terrenos para a prática da agricultura, à
semelhança da cooperação que o arquipélago tem com Angola e Paraguai,
noticiou hoje a rádio cabo-verdiana.
Mariano Sabino Lopes, que esteve em Cabo Verde a participar no
Simpósio Internacional sobre o Agronegócios, que decorreu na Cidade da
Praia, salientou que, em primeiro lugar, há que "apostar no bem-estar
alimentar" dos povos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
(CPLP).
Destacando a experiência de Cabo Verde no combate à fome, Mariano
Lopes disse esperar que Timor-Leste "saiba aprender com os
cabo-verdianos", sobretudo no domínio da liderança, outra das áreas
que os dois países querem reforçar a cooperação.
Para garantir a segurança alimentar, Cabo Verde adquiriu terrenos
férteis para a agricultura no Paraguai e em Angola.
Para breve, está prevista a chegada do primeiro navio com a primeira
colheita, de 15 mil toneladas de cereais, oriunda do Paraguai.
@Lusa
http://noticias.sapo.tl/portugues/info/artigo/1349693.html
Mandioca pode ser alternativa ao arroz na Guiné-Bissau
A produção de mandioca, uma raiz comestível, é apontada como uma
cultura alternativa ao arroz, capaz de assegurar a autossuficiência
alimentar da Guiné-Bissau, destacaram participantes num encontro sobre
o futuro do país.
Garantir que há comida para todos é uma prioridade, pelo que "deve
passar a haver uma maior aposta numa alternativa", defendeu Carlos
Schwarz, dirigente da organização Ação para o Desenvolvimento (AD, um
dos participantes nos encontros de reflexão com 45 personalidades
guineenses que a Comissão Estratégica da Guiné-Bissau organiza esta
semana na capital.
O objetivo é preparar um documento orientador para o governo que sair
das eleições de 16 de março de 2014.
Agência Lusa
http://noticias.sapo.pt/internacional/artigo/mandioca-pode-ser-alternativa-ao-arroz-na-guine-bissau_16949101.html
cultura alternativa ao arroz, capaz de assegurar a autossuficiência
alimentar da Guiné-Bissau, destacaram participantes num encontro sobre
o futuro do país.
Garantir que há comida para todos é uma prioridade, pelo que "deve
passar a haver uma maior aposta numa alternativa", defendeu Carlos
Schwarz, dirigente da organização Ação para o Desenvolvimento (AD, um
dos participantes nos encontros de reflexão com 45 personalidades
guineenses que a Comissão Estratégica da Guiné-Bissau organiza esta
semana na capital.
O objetivo é preparar um documento orientador para o governo que sair
das eleições de 16 de março de 2014.
Agência Lusa
http://noticias.sapo.pt/internacional/artigo/mandioca-pode-ser-alternativa-ao-arroz-na-guine-bissau_16949101.html
Bruxelas protege "Sal de Tavira" / "Flor de Sal de Tavira" e "Maçã Riscadinha de Palmela"
A Comissão Europeia acrescentou hoje o "Sal de Tavira" / "Flor de Sal
de Tavira" e a "Maçã Riscadinha de Palmela" à lista dos produtos com
designação de origem protegida (DOP).
O sal e a flor de sal de Tavira é sal marinho colhido à mão nas
salinas do Parque Nacional da Ria Formosa, no distrito de Faro.
A Maçã Riscadinha de Palmela é descrita como sendo um fruto sumarento
e aromático, que é produzido na zona de Palmela, Setúbal.
A designação de origem protegida (DOP) inclui já mais de 1200 produtos
na União Europeia.
Fonte: Europa e Lusa
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/20f.htm
de Tavira" e a "Maçã Riscadinha de Palmela" à lista dos produtos com
designação de origem protegida (DOP).
O sal e a flor de sal de Tavira é sal marinho colhido à mão nas
salinas do Parque Nacional da Ria Formosa, no distrito de Faro.
A Maçã Riscadinha de Palmela é descrita como sendo um fruto sumarento
e aromático, que é produzido na zona de Palmela, Setúbal.
A designação de origem protegida (DOP) inclui já mais de 1200 produtos
na União Europeia.
Fonte: Europa e Lusa
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/20f.htm
Helicópteros inoperacionais durante mais de 2000 horas
COMBATE A INCÊNDIOS
por Lusa, texto publicado por Sofia Fonseca19 novembro 20136 comentários
Fotografia © Pedro Correia/Global Imagens
Os helicópteros Kamov de combate a incêndios florestais estiveram
inoperacionais durante 2.318 horas, no verão, o que causou
"constrangimentos significativos", disse hoje o comandante do Comando
Nacional de Operações de Socorro (CNOS).
Este número foi avançado por José Manuel Moura, comandante do CNOS,
durante a avaliação da última época de incêndios, realizada hoje pela
Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).
As 2.318 horas de inoperacionalidade dizem respeito aos cinco
helicópteros Kamov do Estado, existindo ainda um sexto aparelho pesado
que está sem funcionar desde o verão de 2012, devido a um acidente
durante o combate a um incêndio.
No final da cerimónia, o ministro da Administração Interna, Miguel
Macedo, disse aos jornalistas que ficou surpreendido com o elevado
número de horas de inoperacionalidade registado este ano, tendo já
sido dadas instruções para que o Estado seja ressarcido, nos termos do
contrato.
"A operação e manutenção estão atribuídas, há vários anos, a entidades
privadas, aquilo que fizemos foi dar instruções no sentido de o Estado
ser ressarcido pela não realização de um serviço que estava contratado
nas margens da tolerância, que está também prevista contratualmente",
afirmou.
Miguel Macedo disse ainda que a situação do helicóptero Kamov que teve
um acidente no verão de 2012 ainda não está resolvida.
A ANPC fez hoje uma avaliação do Dispositivo Especial de Combate a
Incêndios Florestais (DECIF) de 2013, que este ano ficou marcada pela
morte de nove pessoas e a maior área ardida dos últimos oito anos,
totalizando 145 mil hectares.
O mês de agosto, particularmente a última quinzena, foi o mais
devastador, tendo as chamas consumido 89.834 hectares de floresta e
provocado a morte a oito bombeiros e a um autarca.
"A avaliação do DECIF 2013, qualquer que seja a sua perspetiva, ficará
dramaticamente marcada pela morte dos oito bombeiros", disse o comando
do CNOS, na cerimónia.
José Manuel Moura adiantou que 90 por cento da área ardida se
concentrou nos distritos de Viana do Castelo, Viseu, Vila Real,
Guarda, Braga, Porto e Bragança.
O maior incêndio do ano ocorreu no concelho de Alfândega da Fé, no
distrito de Bragança, em julho, e consumiu uma área de 14.136
hectares, dos quais cerca de 13.706 eram espaços florestais, indica o
mesmo documento.
Além do fogo no distrito de Bragança, registaram-se este ano mais 194
grandes incêndios.
Da lista dos grandes incêndios fazem também parte os fogos que
deflagraram na serra do Caramulo que, na zona de Tondela, consumiram
6.841 hectares e, no concelho de Tarouca, uma área de 6.026 hectares.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3541589&page=-1
por Lusa, texto publicado por Sofia Fonseca19 novembro 20136 comentários
Fotografia © Pedro Correia/Global Imagens
Os helicópteros Kamov de combate a incêndios florestais estiveram
inoperacionais durante 2.318 horas, no verão, o que causou
"constrangimentos significativos", disse hoje o comandante do Comando
Nacional de Operações de Socorro (CNOS).
Este número foi avançado por José Manuel Moura, comandante do CNOS,
durante a avaliação da última época de incêndios, realizada hoje pela
Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).
As 2.318 horas de inoperacionalidade dizem respeito aos cinco
helicópteros Kamov do Estado, existindo ainda um sexto aparelho pesado
que está sem funcionar desde o verão de 2012, devido a um acidente
durante o combate a um incêndio.
No final da cerimónia, o ministro da Administração Interna, Miguel
Macedo, disse aos jornalistas que ficou surpreendido com o elevado
número de horas de inoperacionalidade registado este ano, tendo já
sido dadas instruções para que o Estado seja ressarcido, nos termos do
contrato.
"A operação e manutenção estão atribuídas, há vários anos, a entidades
privadas, aquilo que fizemos foi dar instruções no sentido de o Estado
ser ressarcido pela não realização de um serviço que estava contratado
nas margens da tolerância, que está também prevista contratualmente",
afirmou.
Miguel Macedo disse ainda que a situação do helicóptero Kamov que teve
um acidente no verão de 2012 ainda não está resolvida.
A ANPC fez hoje uma avaliação do Dispositivo Especial de Combate a
Incêndios Florestais (DECIF) de 2013, que este ano ficou marcada pela
morte de nove pessoas e a maior área ardida dos últimos oito anos,
totalizando 145 mil hectares.
O mês de agosto, particularmente a última quinzena, foi o mais
devastador, tendo as chamas consumido 89.834 hectares de floresta e
provocado a morte a oito bombeiros e a um autarca.
"A avaliação do DECIF 2013, qualquer que seja a sua perspetiva, ficará
dramaticamente marcada pela morte dos oito bombeiros", disse o comando
do CNOS, na cerimónia.
José Manuel Moura adiantou que 90 por cento da área ardida se
concentrou nos distritos de Viana do Castelo, Viseu, Vila Real,
Guarda, Braga, Porto e Bragança.
O maior incêndio do ano ocorreu no concelho de Alfândega da Fé, no
distrito de Bragança, em julho, e consumiu uma área de 14.136
hectares, dos quais cerca de 13.706 eram espaços florestais, indica o
mesmo documento.
Além do fogo no distrito de Bragança, registaram-se este ano mais 194
grandes incêndios.
Da lista dos grandes incêndios fazem também parte os fogos que
deflagraram na serra do Caramulo que, na zona de Tondela, consumiram
6.841 hectares e, no concelho de Tarouca, uma área de 6.026 hectares.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3541589&page=-1
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Romã é o fruto tendência
por Isabel Martins19 de Novembro - 2013
As modas também existem na fruta e a romã é uma nova tendência. O
mercado pede e ainda há pouca concorrência.
Na exploração de Luís Sabbo, em Tavira, a produção de romãs tem vindo
a crescer desde a primeira colheita, em 2011. Nesse ano inicial
conseguiu apenas três toneladas do fruto, enquanto no ano passado já
se obteve dez toneladas. Esta campanha chegou às 18 toneladas. As
árvores em plena produção rendem mais de duas toneladas por hectare.
Este movimento da evolução das quantidades deverá continuar a
registar-se. Luís Sabbo espera chegar às 30 toneladas dentro de dois
anos. Após esse prazo, a produtividade deverá continuar a crescer.
Actualmente o pomar de romãs, tem em plena produção apenas sete
hectares, mais três hectares a atingir à maturidade dentro de dois ou
três anos, outros dez hectares ainda no início. Depois há a área ainda
em preparação, cultivada atualmente com abóbora e melancia.
Começar uma nova plantação obriga a conhecimento. Luís Sabbo diz que
em Portugal existe pouca informação e que muitos consultores ensinam
pouco. Fez formações em Espanha – onde há uma forte aposta do poder
político, diz –, leu livros, viu alguma coisa na internet, estabeleceu
contactos pessoais, mas "as maiores ajudas foram nos congressos".
Veja a reportagem completa na edição de novembro da revista VIDA RURAL.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7739&bl=1
As modas também existem na fruta e a romã é uma nova tendência. O
mercado pede e ainda há pouca concorrência.
Na exploração de Luís Sabbo, em Tavira, a produção de romãs tem vindo
a crescer desde a primeira colheita, em 2011. Nesse ano inicial
conseguiu apenas três toneladas do fruto, enquanto no ano passado já
se obteve dez toneladas. Esta campanha chegou às 18 toneladas. As
árvores em plena produção rendem mais de duas toneladas por hectare.
Este movimento da evolução das quantidades deverá continuar a
registar-se. Luís Sabbo espera chegar às 30 toneladas dentro de dois
anos. Após esse prazo, a produtividade deverá continuar a crescer.
Actualmente o pomar de romãs, tem em plena produção apenas sete
hectares, mais três hectares a atingir à maturidade dentro de dois ou
três anos, outros dez hectares ainda no início. Depois há a área ainda
em preparação, cultivada atualmente com abóbora e melancia.
Começar uma nova plantação obriga a conhecimento. Luís Sabbo diz que
em Portugal existe pouca informação e que muitos consultores ensinam
pouco. Fez formações em Espanha – onde há uma forte aposta do poder
político, diz –, leu livros, viu alguma coisa na internet, estabeleceu
contactos pessoais, mas "as maiores ajudas foram nos congressos".
Veja a reportagem completa na edição de novembro da revista VIDA RURAL.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7739&bl=1
Exportação de carne brasileira bate recorde em outubro
por Ana Rita Costa19 de Novembro - 2013
As exportações brasileiras de carne de bovino em outubro chegaram às
147 mil toneladas. Este é o melhor desempenho do setor no Brasil, que
nos últimos quatro meses deste ano obteve recordes tanto em receita
como em volume exportado.
No mês passado, a exportação de carne de bovino cresceu 6,17% em
faturação e 5,1% em volume, quando comparado com o mês de setembro."O
ano de 2013 tem sido excecional para a agropecuária brasileira,
obtendo um crescimento exponencial e consolidando o nosso papel de
liderança no mercado exportador de carne bovina no mundo", disse à
imprensa o presidente da Abiec – Associação Brasileira das Indústrias
Exportadoras de Carne, Antônio Jorge Camardelli.
As exportações para o mercado venezuelano em outubro cresceram 92,2%,
para as 20 mil toneladas, as exportações para Hong Kong aumentaram
64,2%, para as 33,2 mil toneladas e as exportações para a Rússia
subiram 44,1%, para as 25,1 mil toneladas.
Os dados revelados pela Abiec mostram ainda que a "carne in natura"
continua a ser a categoria mais desejada pelos importadores,
totalizando um volume de exportações de 968,7 mil toneladas este ano.
As exportações de carne processada somaram as 87,7 mil toneladas no
ano de 2013.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7734&bl=1
As exportações brasileiras de carne de bovino em outubro chegaram às
147 mil toneladas. Este é o melhor desempenho do setor no Brasil, que
nos últimos quatro meses deste ano obteve recordes tanto em receita
como em volume exportado.
No mês passado, a exportação de carne de bovino cresceu 6,17% em
faturação e 5,1% em volume, quando comparado com o mês de setembro."O
ano de 2013 tem sido excecional para a agropecuária brasileira,
obtendo um crescimento exponencial e consolidando o nosso papel de
liderança no mercado exportador de carne bovina no mundo", disse à
imprensa o presidente da Abiec – Associação Brasileira das Indústrias
Exportadoras de Carne, Antônio Jorge Camardelli.
As exportações para o mercado venezuelano em outubro cresceram 92,2%,
para as 20 mil toneladas, as exportações para Hong Kong aumentaram
64,2%, para as 33,2 mil toneladas e as exportações para a Rússia
subiram 44,1%, para as 25,1 mil toneladas.
Os dados revelados pela Abiec mostram ainda que a "carne in natura"
continua a ser a categoria mais desejada pelos importadores,
totalizando um volume de exportações de 968,7 mil toneladas este ano.
As exportações de carne processada somaram as 87,7 mil toneladas no
ano de 2013.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7734&bl=1
BICMINHO promove ações de apoio à internacionalização de empresas do setor agroalimentar
por Ana Rita Costa19 de Novembro - 2013
O centro de incubação BICMINHO vai organizar em Braga, na sua sede,
nos dias 20 e 21 de novembro, workshops sobre internacionalização
destinados a pequenos e médicos empresários do setor agroalimentar.
Esta ação decorrerá no âmbito projeto europeu "LAN PYMEXPORT"
integrado no Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça
Espanha – Portugal (POCTEP) que procura fomentar a entrada de pequenas
e médias empresas em novos nichos de mercado no exterior.
Os participantes poderão assistir gratuitamente a intervenções que
abordarão matérias ligadas à seleção de mercados, análise da
concorrência, de clientes e canais de distribuição, posicionamento de
marca online e offline e trading.
Entre as empresas aderentes, contam-se negócios que se dedicam à
produção de vinho, fumeiro, carne, produtos congelados, compotas,
massas, frutas, legumes e produtos lácteos.
A BICMINHO é uma entidade sem fins lucrativos, reconhecida pela
Comissão Europeia, que funciona como Centro de Competências em
Empreendedorismo, Inovação e Internacionalização para promover o
desenvolvimento regional do Minho.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7736&bl=1
O centro de incubação BICMINHO vai organizar em Braga, na sua sede,
nos dias 20 e 21 de novembro, workshops sobre internacionalização
destinados a pequenos e médicos empresários do setor agroalimentar.
Esta ação decorrerá no âmbito projeto europeu "LAN PYMEXPORT"
integrado no Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça
Espanha – Portugal (POCTEP) que procura fomentar a entrada de pequenas
e médias empresas em novos nichos de mercado no exterior.
Os participantes poderão assistir gratuitamente a intervenções que
abordarão matérias ligadas à seleção de mercados, análise da
concorrência, de clientes e canais de distribuição, posicionamento de
marca online e offline e trading.
Entre as empresas aderentes, contam-se negócios que se dedicam à
produção de vinho, fumeiro, carne, produtos congelados, compotas,
massas, frutas, legumes e produtos lácteos.
A BICMINHO é uma entidade sem fins lucrativos, reconhecida pela
Comissão Europeia, que funciona como Centro de Competências em
Empreendedorismo, Inovação e Internacionalização para promover o
desenvolvimento regional do Minho.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7736&bl=1
EUA vendem galinhas pretas assadas
por Ana Rita Costa19 de Novembro - 2013
Tradicionalmente usadas na Medicina Chinesa, as galinhas pretas
começaram a ser incorporadas nos pratos de vários restaurantes e a ser
vendidas nos supermercados dos Estados Unidos da América.
A venda deste animal não está a agradar aos clientes das cadeias de
distribuição norte-americanas que ficam chocados quando veem este
produto nos lineares.
Apesar da rejeição por parte dos consumidores, a ave já foi
considerada um "superalimento" por nutricionistas que dizem que para
além de "antioxidante", a carne de galinha preta é rica em carnosina,
que reduz a fadiga muscular.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7735&bl=1
Tradicionalmente usadas na Medicina Chinesa, as galinhas pretas
começaram a ser incorporadas nos pratos de vários restaurantes e a ser
vendidas nos supermercados dos Estados Unidos da América.
A venda deste animal não está a agradar aos clientes das cadeias de
distribuição norte-americanas que ficam chocados quando veem este
produto nos lineares.
Apesar da rejeição por parte dos consumidores, a ave já foi
considerada um "superalimento" por nutricionistas que dizem que para
além de "antioxidante", a carne de galinha preta é rica em carnosina,
que reduz a fadiga muscular.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7735&bl=1
Revistos em alta os valores mundiais de produção e excedentes de açúcar
19-11-2013
As previsões de produção mundial de açúcar aumentaram, segundo os
valores revistos pela última informação trimestral da Organização
Internacional do Açúcar. As estimativas avançadas em Agosto, de
180,837 milhões de toneladas, foram agora alteradas para 181,482
milhões.
Em relação ao consumo, as previsões também subiram, mas ligeiramente.
A procura mundial no Verão de 176.335 milhões de toneladas aumentou
para 176,752 milhões. Tendo em conta que a revisão em alta da produção
foi superior ao consumo, os excedentes a nível global também foram
corrigidos, com um aumento de 4,502 até os actuais 4,730 milhões de
toneladas.
A campanha de 2013/2014 será a quarta consecutiva com excedentes, mas
menor em valor frente às últimas campanhas, com resultados de 10.261
milhões de toneladas em 2012/2013; 6.165 milhões, em 2011/2012 e de
1.321, no período de 2010/2011.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48035.aspx
As previsões de produção mundial de açúcar aumentaram, segundo os
valores revistos pela última informação trimestral da Organização
Internacional do Açúcar. As estimativas avançadas em Agosto, de
180,837 milhões de toneladas, foram agora alteradas para 181,482
milhões.
Em relação ao consumo, as previsões também subiram, mas ligeiramente.
A procura mundial no Verão de 176.335 milhões de toneladas aumentou
para 176,752 milhões. Tendo em conta que a revisão em alta da produção
foi superior ao consumo, os excedentes a nível global também foram
corrigidos, com um aumento de 4,502 até os actuais 4,730 milhões de
toneladas.
A campanha de 2013/2014 será a quarta consecutiva com excedentes, mas
menor em valor frente às últimas campanhas, com resultados de 10.261
milhões de toneladas em 2012/2013; 6.165 milhões, em 2011/2012 e de
1.321, no período de 2010/2011.
Fonte: Agrodigital
http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia48035.aspx
Um pacote para uma nova agricultura
20/11/13 00:05 | Económico
Apesar da ligeira redução de 6% do total que Portugal vai receber
entre 2014 e 2020 no âmbito da Política Agrícola Comum (PAC) e de
algum desinvestimento no desenvolvimento regional, nem tudo são más
notícias.
Primeiro, o corte é inferior ao que outros parceiros da União Europeia
vão sofrer, o que significa que Portugal fica mais próximo da média
comunitária de compensação por hectare plantado.
Segundo, os pagamentos directos aos agricultores portugueses nos
próximos sete anos até sairão reforçados em 1,1%. Terceiro, a nova PAC
vai apoiar e cobrir novos sectores de actividade, o que potencia o
aparecimento de novas empresas e investimentos no país. Concluídas as
negociações europeias com (aparente) sucesso, espera-se que tanto
Governo como empresas e investidores aproveitem as oportunidades que
este novo pacote oferece. A começar pela gestão pública dos fundos de
apoio: é vital que sejam distribuídos com justiça, equidade e que a
carga burocrática seja reduzida ao mínimo. Depois é igualmente
importante que fiscalizem a sua aplicação para evitar que se repitam
erros e abusos do passado. Aos privados, e numa altura em que tanto se
fala do regresso à terra e de investimento nas actividades primárias,
este apoio público deve ser encarado como um incentivo a novos e
melhores negócios, mais sofisticados e mais habilitados a tirar o
melhor partido dos recursos de qualidade que o país já tem. Garantido
o novo pacote, é chegado o tempo de uma nova agricultura.
http://economico.sapo.pt/noticias/um-pacote-para-uma-nova-agricultura_182018.html
Apesar da ligeira redução de 6% do total que Portugal vai receber
entre 2014 e 2020 no âmbito da Política Agrícola Comum (PAC) e de
algum desinvestimento no desenvolvimento regional, nem tudo são más
notícias.
Primeiro, o corte é inferior ao que outros parceiros da União Europeia
vão sofrer, o que significa que Portugal fica mais próximo da média
comunitária de compensação por hectare plantado.
Segundo, os pagamentos directos aos agricultores portugueses nos
próximos sete anos até sairão reforçados em 1,1%. Terceiro, a nova PAC
vai apoiar e cobrir novos sectores de actividade, o que potencia o
aparecimento de novas empresas e investimentos no país. Concluídas as
negociações europeias com (aparente) sucesso, espera-se que tanto
Governo como empresas e investidores aproveitem as oportunidades que
este novo pacote oferece. A começar pela gestão pública dos fundos de
apoio: é vital que sejam distribuídos com justiça, equidade e que a
carga burocrática seja reduzida ao mínimo. Depois é igualmente
importante que fiscalizem a sua aplicação para evitar que se repitam
erros e abusos do passado. Aos privados, e numa altura em que tanto se
fala do regresso à terra e de investimento nas actividades primárias,
este apoio público deve ser encarado como um incentivo a novos e
melhores negócios, mais sofisticados e mais habilitados a tirar o
melhor partido dos recursos de qualidade que o país já tem. Garantido
o novo pacote, é chegado o tempo de uma nova agricultura.
http://economico.sapo.pt/noticias/um-pacote-para-uma-nova-agricultura_182018.html
Identificados 35 trabalhadores a viverem em 'condições precárias' no Alentejo
19 de Novembro, 2013
A GNR e a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) identificaram
32 estrangeiros e três portugueses, que vivem em "condições precárias"
e trabalham na apanha da azeitona em Castro Verde, no Alentejo, foi
hoje anunciado.
Os trabalhadores foram identificados numa operação conjunta da GNR e
da ACT para fiscalização das condições de trabalho de cidadãos
estrangeiros e nacionais em trabalhos agrícolas, nomeadamente na
apanha de azeitona, que decorreu na segunda-feira, no concelho de
Castro Verde, disse à agência Lusa fonte do Comando Territorial de
Beja da GNR.
Durante a operação, a GNR e a ACT verificaram que os trabalhadores
viviam em "condições precárias", frisou a fonte, referindo que as 35
pessoas identificadas foram notificadas para comprovarem as suas
situações contratuais.
Num comunicado enviado hoje à tarde à Lusa, a ACT refere que o
representante da empresa agrícola que explora a herdade onde as 35
pessoas vivem, trabalham e foram identificadas foi "alertado para
estabelecer condições mínimas de higiene e utilização nas instalações
sociais e de alojamento dos trabalhadores", situadas dentro da zona
construída da empresa.
Segundo a ACT, os trabalhadores estrangeiros, de nacionalidade romena,
foram contratados em Espanha por uma entidade empregadora estabelecida
naquele país e trabalhavam em Portugal para "execução de um contrato
de prestação de serviços estabelecido entre o empregador e o
beneficiário que explora a herdade".
Aparentemente, "trata-se de uma situação de destacamento de
trabalhadores em território português", admite a ACT, referindo que
irá averiguar se a situação cumpre os requisitos legais.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=92866
A GNR e a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) identificaram
32 estrangeiros e três portugueses, que vivem em "condições precárias"
e trabalham na apanha da azeitona em Castro Verde, no Alentejo, foi
hoje anunciado.
Os trabalhadores foram identificados numa operação conjunta da GNR e
da ACT para fiscalização das condições de trabalho de cidadãos
estrangeiros e nacionais em trabalhos agrícolas, nomeadamente na
apanha de azeitona, que decorreu na segunda-feira, no concelho de
Castro Verde, disse à agência Lusa fonte do Comando Territorial de
Beja da GNR.
Durante a operação, a GNR e a ACT verificaram que os trabalhadores
viviam em "condições precárias", frisou a fonte, referindo que as 35
pessoas identificadas foram notificadas para comprovarem as suas
situações contratuais.
Num comunicado enviado hoje à tarde à Lusa, a ACT refere que o
representante da empresa agrícola que explora a herdade onde as 35
pessoas vivem, trabalham e foram identificadas foi "alertado para
estabelecer condições mínimas de higiene e utilização nas instalações
sociais e de alojamento dos trabalhadores", situadas dentro da zona
construída da empresa.
Segundo a ACT, os trabalhadores estrangeiros, de nacionalidade romena,
foram contratados em Espanha por uma entidade empregadora estabelecida
naquele país e trabalhavam em Portugal para "execução de um contrato
de prestação de serviços estabelecido entre o empregador e o
beneficiário que explora a herdade".
Aparentemente, "trata-se de uma situação de destacamento de
trabalhadores em território português", admite a ACT, referindo que
irá averiguar se a situação cumpre os requisitos legais.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=92866
“Temos de ter mais agricultores a trabalhar e a vender em conjunto”
Entrevista
Filipe Garcia
20/11/13 00:05
Objectivo de Portugal é passar dos actuais 2,7 mil milhões de défice
agrícola para uma balança comercial neutra em 2020.
José Diogo Albuquerque faz um balanço positivo da Política Agrícola
Comum (PAC) hoje aprovada no Parlamento Europeu, mas lembra que não
faltam desafios, nomeadamente negociar mecanismos de protecção aos
produtores de leite que, em 2014, enfrentarão pela primeira vez o
mercado internacional sem a protecção das quotas de produção.
Quais os desafios que se colocam à agricultura na UE entre 2014 e 2020?
São três grandes desafios. O primeiro passa por produzir mais,
sobretudo quando temos previsões de um aumento populacional e de
procura de bens alimentares de 60% até 2050. Por isso é essencial
manter o apoio aos agricultores e à modernização agrícola. O segundo
será ter uma agricultura que responda bem aos desafios ambientais e
que consiga uma postura mais positiva. O último é populacional, temos
de conseguir manter a população nessas zonas do território. Há estudos
que dizem que se os incentivos fossem retirados a produção ficaria
concentrada nas zonas mais competitivas, mas que perderíamos população
nas restantes. Em Portugal, há zonas no interior do país em que a
agricultura emprega 49% da população.
http://economico.sapo.pt/noticias/temos-de-ter-mais-agricultores-a-trabalhar-e-a-vender-em-conjunto_182014.html
Filipe Garcia
20/11/13 00:05
Objectivo de Portugal é passar dos actuais 2,7 mil milhões de défice
agrícola para uma balança comercial neutra em 2020.
José Diogo Albuquerque faz um balanço positivo da Política Agrícola
Comum (PAC) hoje aprovada no Parlamento Europeu, mas lembra que não
faltam desafios, nomeadamente negociar mecanismos de protecção aos
produtores de leite que, em 2014, enfrentarão pela primeira vez o
mercado internacional sem a protecção das quotas de produção.
Quais os desafios que se colocam à agricultura na UE entre 2014 e 2020?
São três grandes desafios. O primeiro passa por produzir mais,
sobretudo quando temos previsões de um aumento populacional e de
procura de bens alimentares de 60% até 2050. Por isso é essencial
manter o apoio aos agricultores e à modernização agrícola. O segundo
será ter uma agricultura que responda bem aos desafios ambientais e
que consiga uma postura mais positiva. O último é populacional, temos
de conseguir manter a população nessas zonas do território. Há estudos
que dizem que se os incentivos fossem retirados a produção ficaria
concentrada nas zonas mais competitivas, mas que perderíamos população
nas restantes. Em Portugal, há zonas no interior do país em que a
agricultura emprega 49% da população.
http://economico.sapo.pt/noticias/temos-de-ter-mais-agricultores-a-trabalhar-e-a-vender-em-conjunto_182014.html
Uma actividade presente no nosso quotidiano.
Canal Europa
por Europe Direct
(Península de Setúbal)
Agricultura na União Europeia
Do comer ao vestir
"Cuidar das nossas raízes" é a campanha destinada a promover a
importância da agricultura no nosso dia-a-dia e que explica as
políticas da União Europeia (UE) neste domínio. A campanha fala-nos do
papel omnipresente da agricultura e dos agricultores nas nossas vidas:
do leite que é usado para produzir os iogurtes à lã de que são feitas
algumas das roupas.
Um sector transversal
Para além da sua importância nos mais diversos produtos de consumo, a
campanha também se foca no papel que a agricultura desempenha na
protecção do ambiente e na manutenção das paisagens rurais.
Actualmente, 77% do território europeu é agrícola. Existem 36 milhões
de postos de trabalho directamente ligados à agricultura e 12 milhões
de agricultores a tempo inteiro, dos quais 30% têm mais de 65 anos e
6% têm menos de 35 anos.
Para mais informações sobre a campanha, consulte este link.
O futuro: uma agricultura mais justa e ecológica
A partir de 2014, a política agrícola comum vai sofrer algumas
alterações. Para terem acesso a apoios, os agricultores vão ter de
adoptar práticas sustentáveis que promovam a qualidade dos solos, a
biodiversidade e a diversificação das culturas. Por outro lado, a
distribuição dos lucros também será mais justa entre os países da
União Europeia, com mecanismos destinados a facilitar o início de
actividade dos jovens agricultores.
Para mais informações sobre a PAC, consulte este link.
http://ec.europa.eu/agriculture/index_pt.htm
Europe Direct - 19-11-2013 09:44
http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=20647&utm_medium=rss
por Europe Direct
(Península de Setúbal)
Agricultura na União Europeia
Do comer ao vestir
"Cuidar das nossas raízes" é a campanha destinada a promover a
importância da agricultura no nosso dia-a-dia e que explica as
políticas da União Europeia (UE) neste domínio. A campanha fala-nos do
papel omnipresente da agricultura e dos agricultores nas nossas vidas:
do leite que é usado para produzir os iogurtes à lã de que são feitas
algumas das roupas.
Um sector transversal
Para além da sua importância nos mais diversos produtos de consumo, a
campanha também se foca no papel que a agricultura desempenha na
protecção do ambiente e na manutenção das paisagens rurais.
Actualmente, 77% do território europeu é agrícola. Existem 36 milhões
de postos de trabalho directamente ligados à agricultura e 12 milhões
de agricultores a tempo inteiro, dos quais 30% têm mais de 65 anos e
6% têm menos de 35 anos.
Para mais informações sobre a campanha, consulte este link.
O futuro: uma agricultura mais justa e ecológica
A partir de 2014, a política agrícola comum vai sofrer algumas
alterações. Para terem acesso a apoios, os agricultores vão ter de
adoptar práticas sustentáveis que promovam a qualidade dos solos, a
biodiversidade e a diversificação das culturas. Por outro lado, a
distribuição dos lucros também será mais justa entre os países da
União Europeia, com mecanismos destinados a facilitar o início de
actividade dos jovens agricultores.
Para mais informações sobre a PAC, consulte este link.
http://ec.europa.eu/agriculture/index_pt.htm
Europe Direct - 19-11-2013 09:44
http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=20647&utm_medium=rss
Alemão estuda árvores com maior resistência ao fogo
NO ALGARVE
por LusaOntem13 comentários
O estudo de árvores com maior resistência ao fogo, para reflorestar a
serra e evitar a propagação de incêndios florestais, está a ser
desenvolvido por um engenheiro agrónomo alemão no concelho de Silves,
no Algarve.
"A ideia de estudar árvores que possam retardar a propagação de fogos
na floresta surgiu depois de ter visto uma reportagem sobre os grandes
incêndios na Grécia", disse à agência Lusa Gerhard Zabel, o engenheiro
alemão que chegou ao Algarve há 31 anos como responsável de um projeto
de irrigação para a zona do Arade, no âmbito da colaboração
luso-alemã.
O estudo de espécies mais resistentes ao fogo foi iniciado em 2007, na
Quinta da Figueirinha, uma propriedade agrícola com 36 hectares,
adquirida por este técnico em 1988 no barrocal algarvio, focada
inicialmente na agricultura biológica, no turismo rural e na proteção
da vegetação natural.
Contudo, os elevados custos da produção biológica levaram-no a apostar
na área do turismo rural e na criação de espaços de educação
ambiental, jardins temáticos e na investigação de espécies para
desenvolvimento do meio rural.
Segundo Gerhard Zabel, de 70 anos, dada a frequência de fogos
florestais nos países do mediterrâneo, "tinha de se fazer algo para
lutar biologicamente contra os fogos e apostar na prevenção" com
árvores menos inflamáveis.
O projeto, que abrange uma área de cerca de um hectare de várias
espécies de ciprestes, tem a colaboração de técnicos de vários países
e é cofinanciado por fundos comunitários.
"É um projeto de longo prazo com árvores que, através dos estudos,
demonstraram uma melhor adaptação às condições climáticas e dos solos
dos países mediterrâneos", sublinhou aquele engenheiro.
Gerhard Zabel sublinhou que o estudo "já deveria ter sido feito há
muitos anos, para que a floresta fosse ordenada com espécies que
evitassem e retardassem a propagação dos incêndios", recordando os
grandes fogos ocorridos no Algarve em 2004 e 2005.
"Se tivessem sido criadas barreiras com a plantação de árvores com
maior resistência, teria sido mais fácil combater e travar as chamas",
disse.
Segundo o engenheiro alemão, o estudo e ensaio dos ciprestes "será
longo", estimando que "os resultados só sejam conseguidos daqui a
cerca de 20 anos".
"É um longo período, mas será certamente fundamental para preservar as
florestas no futuro", frisou.
Além do estudo das árvores com maior resistência ao fogo, a Quinta da
Figueirinha, a cerca de cinco quilómetros da cidade de Silves, integra
diversas plantações e espaços temáticos, como frutos exóticos e
jardins botânicos, no sentido de contribuir para a educação e
desenvolvimento do meio rural.
"A quinta está aberta a quem a pretender visitar, pois trata-se de um
espaço destinado a mostrar a riqueza do mundo rural", concluiu Gerhard
Zabel.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3540429&page=-1
por LusaOntem13 comentários
O estudo de árvores com maior resistência ao fogo, para reflorestar a
serra e evitar a propagação de incêndios florestais, está a ser
desenvolvido por um engenheiro agrónomo alemão no concelho de Silves,
no Algarve.
"A ideia de estudar árvores que possam retardar a propagação de fogos
na floresta surgiu depois de ter visto uma reportagem sobre os grandes
incêndios na Grécia", disse à agência Lusa Gerhard Zabel, o engenheiro
alemão que chegou ao Algarve há 31 anos como responsável de um projeto
de irrigação para a zona do Arade, no âmbito da colaboração
luso-alemã.
O estudo de espécies mais resistentes ao fogo foi iniciado em 2007, na
Quinta da Figueirinha, uma propriedade agrícola com 36 hectares,
adquirida por este técnico em 1988 no barrocal algarvio, focada
inicialmente na agricultura biológica, no turismo rural e na proteção
da vegetação natural.
Contudo, os elevados custos da produção biológica levaram-no a apostar
na área do turismo rural e na criação de espaços de educação
ambiental, jardins temáticos e na investigação de espécies para
desenvolvimento do meio rural.
Segundo Gerhard Zabel, de 70 anos, dada a frequência de fogos
florestais nos países do mediterrâneo, "tinha de se fazer algo para
lutar biologicamente contra os fogos e apostar na prevenção" com
árvores menos inflamáveis.
O projeto, que abrange uma área de cerca de um hectare de várias
espécies de ciprestes, tem a colaboração de técnicos de vários países
e é cofinanciado por fundos comunitários.
"É um projeto de longo prazo com árvores que, através dos estudos,
demonstraram uma melhor adaptação às condições climáticas e dos solos
dos países mediterrâneos", sublinhou aquele engenheiro.
Gerhard Zabel sublinhou que o estudo "já deveria ter sido feito há
muitos anos, para que a floresta fosse ordenada com espécies que
evitassem e retardassem a propagação dos incêndios", recordando os
grandes fogos ocorridos no Algarve em 2004 e 2005.
"Se tivessem sido criadas barreiras com a plantação de árvores com
maior resistência, teria sido mais fácil combater e travar as chamas",
disse.
Segundo o engenheiro alemão, o estudo e ensaio dos ciprestes "será
longo", estimando que "os resultados só sejam conseguidos daqui a
cerca de 20 anos".
"É um longo período, mas será certamente fundamental para preservar as
florestas no futuro", frisou.
Além do estudo das árvores com maior resistência ao fogo, a Quinta da
Figueirinha, a cerca de cinco quilómetros da cidade de Silves, integra
diversas plantações e espaços temáticos, como frutos exóticos e
jardins botânicos, no sentido de contribuir para a educação e
desenvolvimento do meio rural.
"A quinta está aberta a quem a pretender visitar, pois trata-se de um
espaço destinado a mostrar a riqueza do mundo rural", concluiu Gerhard
Zabel.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3540429&page=-1
Investigadores criam protecção para situações extremas de combate a incêndios
Os ensaios realizados, em laboratório e no terreno, com a simulação de
situações reais, demonstraram que a cobertura é "muito eficaz no
contacto direto com as chamas", asseguram os especialistas
Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC)
desenvolveu um "dispositivo térmico inovador" para proteção em
"situações de emergência graves no combate aos incêndios florestais",
anunciou hoje a instituição.
A cobertura térmica criada por especialistas do Centro de Estudos
sobre Incêndios Florestais da UC, "baseada em comportamentos de meios
porosos" e assemelhando-se a "uma capa laminada", resulta de "vários
anos de investigação", salienta uma nota da reitoria da UC, hoje
divulgada.
"De conceção relativamente simples", o equipamento poderá ser usado
para "proteção de viaturas que sejam diretamente atingidas por uma
frente" de fogo ou como abrigo que, naquelas "mesmas condições, possa
garantir a segurança dos agentes envolvidos no combate às chamas".
Os ensaios realizados, em laboratório e no terreno, com a simulação de
situações reais, demonstraram que a cobertura é "muito eficaz no
contacto direto com as chamas", asseguram os especialistas.
Uma viatura exposta a "situação de 'burn over' não sofreu qualquer
estrago", afirmam os investigadores, sublinhando que "a capa não só
protegeu integralmente o veículo durante o tempo de residência das
chamas, como também garantiu uma temperatura tolerável no seu
interior".
Em face da "imprevisibilidade do comportamento dos fogos, que quase
todos os anos e em todo o mundo originam acidentes fatais, esta
tecnologia revela-se bastante promissora para a segurança dos
bombeiros em condições extremas de combate às chamas", salienta Rui
Figueiredo, coordenador da equipa que desenvolveu o projeto.
A proteção agora desenvolvida é "bastante leve, tem uma espessura de
alguns milímetros (da ordem de tês milímetros, no caso ensaiado), de
instalação simples e com consumo reduzido de água", adianta o
investigador e docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC.
Testado e comprovado o conceito, "o passo seguinte é pensar na
arquitetura mais adequada" para o desenvolvimento do equipamento,
acrescenta Rui Figueiredo, defendendo que é necessário "apostar num
sistema autoinsuflável, à semelhança do que acontece com os meios de
salvação que equipam as embarcações", como, por exemplo, coletes ou
balsas salva-vidas.
Com a colaboração da indústria, "espera-se que este projeto possa
conduzir à conceção de um protótipo dentro de dois anos e estar no
mercado em fase subsequente", afirma o investigador.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/investigadores-criam-proteccao-situacoes-extremas-combate-incendios/pag/-1
situações reais, demonstraram que a cobertura é "muito eficaz no
contacto direto com as chamas", asseguram os especialistas
Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC)
desenvolveu um "dispositivo térmico inovador" para proteção em
"situações de emergência graves no combate aos incêndios florestais",
anunciou hoje a instituição.
A cobertura térmica criada por especialistas do Centro de Estudos
sobre Incêndios Florestais da UC, "baseada em comportamentos de meios
porosos" e assemelhando-se a "uma capa laminada", resulta de "vários
anos de investigação", salienta uma nota da reitoria da UC, hoje
divulgada.
"De conceção relativamente simples", o equipamento poderá ser usado
para "proteção de viaturas que sejam diretamente atingidas por uma
frente" de fogo ou como abrigo que, naquelas "mesmas condições, possa
garantir a segurança dos agentes envolvidos no combate às chamas".
Os ensaios realizados, em laboratório e no terreno, com a simulação de
situações reais, demonstraram que a cobertura é "muito eficaz no
contacto direto com as chamas", asseguram os especialistas.
Uma viatura exposta a "situação de 'burn over' não sofreu qualquer
estrago", afirmam os investigadores, sublinhando que "a capa não só
protegeu integralmente o veículo durante o tempo de residência das
chamas, como também garantiu uma temperatura tolerável no seu
interior".
Em face da "imprevisibilidade do comportamento dos fogos, que quase
todos os anos e em todo o mundo originam acidentes fatais, esta
tecnologia revela-se bastante promissora para a segurança dos
bombeiros em condições extremas de combate às chamas", salienta Rui
Figueiredo, coordenador da equipa que desenvolveu o projeto.
A proteção agora desenvolvida é "bastante leve, tem uma espessura de
alguns milímetros (da ordem de tês milímetros, no caso ensaiado), de
instalação simples e com consumo reduzido de água", adianta o
investigador e docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC.
Testado e comprovado o conceito, "o passo seguinte é pensar na
arquitetura mais adequada" para o desenvolvimento do equipamento,
acrescenta Rui Figueiredo, defendendo que é necessário "apostar num
sistema autoinsuflável, à semelhança do que acontece com os meios de
salvação que equipam as embarcações", como, por exemplo, coletes ou
balsas salva-vidas.
Com a colaboração da indústria, "espera-se que este projeto possa
conduzir à conceção de um protótipo dentro de dois anos e estar no
mercado em fase subsequente", afirma o investigador.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/investigadores-criam-proteccao-situacoes-extremas-combate-incendios/pag/-1
Ambiente: inÍcio da semana europeia da prevenÇÃo de resÍduos
NOV 15
LISBOA, PORTUGAL
LISBOA – Falamos da importância dos 3 «R» – encorajar os cidadão a
Reduzir, Reutilizar e Reciclar – mas é o primeiro R o mais importante.
Nos próximos 7 dias, a Semana Europeia da Prevenção dos Resíduos porá
no centro das atenções esse aspeto. O objetivo consiste em aumentar a
sensibilização sobre a forma como podemos alterar os nossos hábitos na
Europa e em impulsionar igualmente o debate sobre questões
relacionadas com a eficiência e a economia circular. O projeto,
coordenado pela Associação dos Municípios e Regiões para a Reciclagem
e a Gestão Sustentável dos Recursos (ACR+) e apoiada pelo programa
Programa LIFE+ da UE, abrange atualmente 17 países, incluindo 3 países
não membros da UE.
O Comissário responsável pelo Ambiente, Janez Potočnik, declarou:
«Existe um enorme potencial de reutilização e reciclagem de resíduos.
Estamos a registar grandes progressos na atribuição de prioridades no
contexto da hierarquia da gestão dos resíduos … reduzindo a deposição
em aterro e aumentando a reciclagem. Iniciativas locais como a Semana
Europeia da Prevenção de Resíduos são uma forma importante de envolver
toda a gente na criação de uma sociedade sem resíduos.»
A Semana Europeia da Prevenção de Resíduos, que decorre de 16 a 24 de
novembro, propõe novas formas de divulgar a mensagem da redução dos
resíduos, da reutilização de produtos e da reciclagem de materiais. O
objetivo consiste em desenvolver e testar instrumentos de comunicação
destinados a administrações e associações, empresas, escolas e
cidadãos. As atividades atingirão o seu máximo durante as jornadas
temáticas da prevenção dos resíduos, que este ano serão centradas na
reutilização, com atividades locais, como mercados de segunda mão,
oficinas de reparação e bolsas de permuta.
Ligado à Semana Europeia da Prevenção dos Resíduos, será lançado um
Dia da Limpeza, que terá lugar em 10 de maio e nos dias mais próximos
de 2014. «Let's Clean Up Europe» desafiará os voluntários a limpar
resíduos nos seus bairros e nas praias. O objetivo consiste não apenas
em limpar o lixo, mas também em gerar um debate sobre os resíduos e a
forma como são geridos.
Os cidadãos europeus geram mais de 500 kg de resíduos urbanos por
pessoa por ano, mas este valor varia entre pouco mais de 300 kg, em
alguns Estados-Membros, e mais de 700 kg noutros países. Em média,
metade destes resíduos são reciclados, mas existem grandes
disparidades entre os Estados-Membros. Em alguns Estados-Membros, a
deposição de resíduos em aterro foi eliminada e as taxas de reciclagem
atingem os 70 %, enquanto outros reciclam muito pouco e a deposição em
aterro abrange mais de 90 % dos seus resíduos urbanos. Os consumidores
e as famílias têm um papel essencial a desempenhar na redução dos
resíduos através da alteração dos hábitos de consumo, da reutilização
e da triagem de resíduos.
Contexto
Lançada em 2009, a Semana Europeia da Prevenção dos Resíduos
centrou-se inicialmente no aumento da sensibilização para a prevenção
de resíduos. Ao longo das quatro edições anteriores, a Semana registou
um êxito crescente na Europa (e não só), realizando mais de 25 000
ações de comunicação em 28 países e desenvolvendo uma rede de
intervenientes públicos e privados que trabalham no domínio da
prevenção de resíduos.
Terão lugar ações terão lugar em Andorra, Áustria, Bélgica, Bulgária,
Finlândia, França, Alemanha, Hungria, Itália, Luxemburgo, Malta,
Portugal, Espanha, Suécia, Reino Unido, Bósnia-Herzegovina e Islândia.
A Diretiva-Quadro Resíduos dá prioridade à prevenção, à reutilização e
à reciclagem sobre a incineração, sendo a deposição de resíduos em
aterro ou a incineração sem recuperação de energia o último recurso.
Um estudo encomendado pela Comissão calcula que a aplicação integral
da legislação da UE em matéria de resíduos permitiria poupar 72 mil
milhões de EUR por ano, aumentar em 42 mil milhões de EUR o volume
anual de negócios do setor de gestão e reciclagem de resíduos na UE e
criar mais de 400 000 postos de trabalho até 2020.
A Comissão Europeia está a realizar uma análise dos seus objetivos em
termos de resíduos e os seus resultados irão contribuir para uma
revisão em 2014 da política adotada.
http://local.pt/ambiente-inicio-da-semana-europeia-da-prevencao-de-residuos/
LISBOA, PORTUGAL
LISBOA – Falamos da importância dos 3 «R» – encorajar os cidadão a
Reduzir, Reutilizar e Reciclar – mas é o primeiro R o mais importante.
Nos próximos 7 dias, a Semana Europeia da Prevenção dos Resíduos porá
no centro das atenções esse aspeto. O objetivo consiste em aumentar a
sensibilização sobre a forma como podemos alterar os nossos hábitos na
Europa e em impulsionar igualmente o debate sobre questões
relacionadas com a eficiência e a economia circular. O projeto,
coordenado pela Associação dos Municípios e Regiões para a Reciclagem
e a Gestão Sustentável dos Recursos (ACR+) e apoiada pelo programa
Programa LIFE+ da UE, abrange atualmente 17 países, incluindo 3 países
não membros da UE.
O Comissário responsável pelo Ambiente, Janez Potočnik, declarou:
«Existe um enorme potencial de reutilização e reciclagem de resíduos.
Estamos a registar grandes progressos na atribuição de prioridades no
contexto da hierarquia da gestão dos resíduos … reduzindo a deposição
em aterro e aumentando a reciclagem. Iniciativas locais como a Semana
Europeia da Prevenção de Resíduos são uma forma importante de envolver
toda a gente na criação de uma sociedade sem resíduos.»
A Semana Europeia da Prevenção de Resíduos, que decorre de 16 a 24 de
novembro, propõe novas formas de divulgar a mensagem da redução dos
resíduos, da reutilização de produtos e da reciclagem de materiais. O
objetivo consiste em desenvolver e testar instrumentos de comunicação
destinados a administrações e associações, empresas, escolas e
cidadãos. As atividades atingirão o seu máximo durante as jornadas
temáticas da prevenção dos resíduos, que este ano serão centradas na
reutilização, com atividades locais, como mercados de segunda mão,
oficinas de reparação e bolsas de permuta.
Ligado à Semana Europeia da Prevenção dos Resíduos, será lançado um
Dia da Limpeza, que terá lugar em 10 de maio e nos dias mais próximos
de 2014. «Let's Clean Up Europe» desafiará os voluntários a limpar
resíduos nos seus bairros e nas praias. O objetivo consiste não apenas
em limpar o lixo, mas também em gerar um debate sobre os resíduos e a
forma como são geridos.
Os cidadãos europeus geram mais de 500 kg de resíduos urbanos por
pessoa por ano, mas este valor varia entre pouco mais de 300 kg, em
alguns Estados-Membros, e mais de 700 kg noutros países. Em média,
metade destes resíduos são reciclados, mas existem grandes
disparidades entre os Estados-Membros. Em alguns Estados-Membros, a
deposição de resíduos em aterro foi eliminada e as taxas de reciclagem
atingem os 70 %, enquanto outros reciclam muito pouco e a deposição em
aterro abrange mais de 90 % dos seus resíduos urbanos. Os consumidores
e as famílias têm um papel essencial a desempenhar na redução dos
resíduos através da alteração dos hábitos de consumo, da reutilização
e da triagem de resíduos.
Contexto
Lançada em 2009, a Semana Europeia da Prevenção dos Resíduos
centrou-se inicialmente no aumento da sensibilização para a prevenção
de resíduos. Ao longo das quatro edições anteriores, a Semana registou
um êxito crescente na Europa (e não só), realizando mais de 25 000
ações de comunicação em 28 países e desenvolvendo uma rede de
intervenientes públicos e privados que trabalham no domínio da
prevenção de resíduos.
Terão lugar ações terão lugar em Andorra, Áustria, Bélgica, Bulgária,
Finlândia, França, Alemanha, Hungria, Itália, Luxemburgo, Malta,
Portugal, Espanha, Suécia, Reino Unido, Bósnia-Herzegovina e Islândia.
A Diretiva-Quadro Resíduos dá prioridade à prevenção, à reutilização e
à reciclagem sobre a incineração, sendo a deposição de resíduos em
aterro ou a incineração sem recuperação de energia o último recurso.
Um estudo encomendado pela Comissão calcula que a aplicação integral
da legislação da UE em matéria de resíduos permitiria poupar 72 mil
milhões de EUR por ano, aumentar em 42 mil milhões de EUR o volume
anual de negócios do setor de gestão e reciclagem de resíduos na UE e
criar mais de 400 000 postos de trabalho até 2020.
A Comissão Europeia está a realizar uma análise dos seus objetivos em
termos de resíduos e os seus resultados irão contribuir para uma
revisão em 2014 da política adotada.
http://local.pt/ambiente-inicio-da-semana-europeia-da-prevencao-de-residuos/
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Reforma da PAC negociada por Capoulas Santos votada 4.ª feira no Parlamento Europeu
Delegação Portuguesa Grupo dos Socialistas & Democratas no Parlamento Europeu
Após mais de dois anos de intensas negociações, o Parlamento Europeu
prepara-se para votar esta quarta-feira, em Estrasburgo, o pacote de
reforma da Política Agrícola Comum para o período 2014-2020 negociado
pelo eurodeputado português Capoulas Santos. O compromisso final sobre
o pacote da PAC foi alcançado recentemente entre os negociadores da
Comissão, do Conselho e do Parlamento Europeu. Os deputados deverão
agora ratificar este compromisso já que o Parlamento é co-legislador
em pé de igualdade com o Conselho sobre política agrícola, o que
acontece pela primeira vez na história da UE, fruto do Tratado de
Lisboa. O compromisso que o principal relator da reforma da PAC para o
período 2014/2020 conseguiu negociar inclui vários pontos muito
positivos para Portugal.
Capoulas Santos alerta para a necessidade de o Parlamento votar
favoravelmente o acordo alcançado com a Comissão e os Vinte e Oito
Estados membros. "A rejeição do compromisso por parte do Parlamento,
na votação de 4a feira, significaria pura e simplesmente que não
haveria PAC a 1 de Janeiro de 2014", adverte o eurodeputado
socialista. "Este é o momento de o Parlamento assumir as suas
responsabilidade e votar a favor desta reforma que prevê uma PAC mais
"amiga" do ambiente, mais equitativa entre Estados-Membros e mais
transparente. Caso contrário, a PAC não poderá entrar em vigor em
Janeiro com todas as consequências que isso acarreta para os
agricultores em termos de pagamentos de ajudas, em particular, nos
apoios ao investimento".
Capoulas Santos salienta alguns dos aspectos positivos para Portugal
contidos no pacote que vai a votos:
- Aumento do pagamento médio por hectare (ha) até 2020, dos actuais
186 euros/ha para cerca de 200 euros/ha.
- Sectores até agora excluídos passam a ser elegíveis para o
recebimento de ajudas directas, como a viticultura, fruticultura,
horticultura, floricultura.
- Discriminação positiva, permitindo um tratamento mais vantajoso de
culturas muito importantes para a agricultura portuguesa, como o
olival, a vinha e as fruteiras.
- Redistribuição das ajudas dos maiores beneficiários para os mais pequenos.
- Mais apoios para os novos e jovens agricultores através da majoração
obrigatória dos seus pagamentos por ha em 25%, até um máximo de 90 ha.
- Garantido o co-financiamento, até 2020, para investimentos em novas
infraestruturas de regadio.
Fonte: Delegação Socialista Portuguesa no Parlamento Europeu
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/19g.htm
Após mais de dois anos de intensas negociações, o Parlamento Europeu
prepara-se para votar esta quarta-feira, em Estrasburgo, o pacote de
reforma da Política Agrícola Comum para o período 2014-2020 negociado
pelo eurodeputado português Capoulas Santos. O compromisso final sobre
o pacote da PAC foi alcançado recentemente entre os negociadores da
Comissão, do Conselho e do Parlamento Europeu. Os deputados deverão
agora ratificar este compromisso já que o Parlamento é co-legislador
em pé de igualdade com o Conselho sobre política agrícola, o que
acontece pela primeira vez na história da UE, fruto do Tratado de
Lisboa. O compromisso que o principal relator da reforma da PAC para o
período 2014/2020 conseguiu negociar inclui vários pontos muito
positivos para Portugal.
Capoulas Santos alerta para a necessidade de o Parlamento votar
favoravelmente o acordo alcançado com a Comissão e os Vinte e Oito
Estados membros. "A rejeição do compromisso por parte do Parlamento,
na votação de 4a feira, significaria pura e simplesmente que não
haveria PAC a 1 de Janeiro de 2014", adverte o eurodeputado
socialista. "Este é o momento de o Parlamento assumir as suas
responsabilidade e votar a favor desta reforma que prevê uma PAC mais
"amiga" do ambiente, mais equitativa entre Estados-Membros e mais
transparente. Caso contrário, a PAC não poderá entrar em vigor em
Janeiro com todas as consequências que isso acarreta para os
agricultores em termos de pagamentos de ajudas, em particular, nos
apoios ao investimento".
Capoulas Santos salienta alguns dos aspectos positivos para Portugal
contidos no pacote que vai a votos:
- Aumento do pagamento médio por hectare (ha) até 2020, dos actuais
186 euros/ha para cerca de 200 euros/ha.
- Sectores até agora excluídos passam a ser elegíveis para o
recebimento de ajudas directas, como a viticultura, fruticultura,
horticultura, floricultura.
- Discriminação positiva, permitindo um tratamento mais vantajoso de
culturas muito importantes para a agricultura portuguesa, como o
olival, a vinha e as fruteiras.
- Redistribuição das ajudas dos maiores beneficiários para os mais pequenos.
- Mais apoios para os novos e jovens agricultores através da majoração
obrigatória dos seus pagamentos por ha em 25%, até um máximo de 90 ha.
- Garantido o co-financiamento, até 2020, para investimentos em novas
infraestruturas de regadio.
Fonte: Delegação Socialista Portuguesa no Parlamento Europeu
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/19g.htm
Cooperativa de Felgueiras paga um milhão de euros aos associados antes do Natal
Lusa19 Nov, 2013, 17:52
A Cooperativa de Felgueiras anunciou hoje que vai pagar até ao Natal
um milhão de euros aos associados, frisando a direção que o desfalque
de 120.000 euros recentemente detetado "não compromete a solidez
financeira".
Em declarações à Lusa, o presidente da direção, Casimiro Alves,
garantiu que a situação financeira da cooperativa é hoje "mais sólida"
do que acontecia há dois anos quando assumiu aquele cargo.
Por isso, assinalou, haverá condições financeiras para, pela primeira
vez antes do Natal, a instituição pagar cerca de um milhão de euros
aos associados que entregaram este ano, na cooperativa, as suas
produções de uvas e quivis.
"Estamos tranquilos com a situação financeira desta casa e os nossos
associados também podem estar. As nossas contas estão em dia com os
fornecedores e os associados", disse, prevendo que o exercício deste
ano aponte para um lucro entre os 300.000 e os 400.000 euros.
Casimiro Alves escusou-se a avançar à Lusa pormenores da auditoria que
está a decorrer às contas da instituição, liderada pela equipa do
revisor de contas da cooperativa.
O dirigente explicou que a falta dos cerca de 120.000 euros na
tesouraria foi detetada recentemente por técnicos no âmbito de "um
trabalho de reestruturação interna" que pretendia, entre outros
objetivos, "blindar os serviços financeiros e de contabilidade".
Quando foi detetado o problema, a funcionária ligada à tesouraria foi
imediatamente suspensa e posteriormente despedida por justa causa.
O responsável financeiro foi suspenso, situação que deverá manter-se
até estar terminada a auditoria, que sustentará ou não indícios de
"negligência" daquele quadro, segundo a direção.
"Está a ser feita uma auditoria exaustiva às contas", insistiu,
admitindo que o trabalho pode abranger os exercícios contabilísticos
de até há cerca de 15 anos.
"Vão ser apuradas todas as responsabilidades até às últimas
consequências", avisou Casimiro Alves, prometendo que o relatório
preliminar vai ser fornecido a todos os associados quando estiver
terminado, o que, previu, deverá demorar entre 15 dias a um mês.
Para o presidente da direção, a eventual convocação de uma assembleia
geral extraordinária para discutir o assunto, como reclamam alguns
associados, seria "extemporânea e uma tentativa de desestabilizar".
Para Casimiro Alves, só fará sentido realizar uma assembleia-geral
quando houver "resultados credíveis" da auditoria.
A revelação de alguns dados nesta fase, alertou, "poderia perturbar a
investigação".
O presidente da cooperativa sublinhou, por outro lado, que a
ex-funcionária suspeita manifestou interesse em ressarcir a
instituição pelo prejuízo que terá provocado.
Uma eventual participação criminal decorrerá dos resultados da
auditoria o do entendimento do departamento jurídico da instituição.
O dirigente assinalou também que os procedimentos que favoreciam a
prática das irregularidades já foram corrigidos, assim como outras
situações que propiciavam a saída de alguns produtos do armazém sem
pagamento, no âmbito de um "circuito de mercadorias que tinha
debilidades".
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=696964&tm=6&layout=121&visual=49
A Cooperativa de Felgueiras anunciou hoje que vai pagar até ao Natal
um milhão de euros aos associados, frisando a direção que o desfalque
de 120.000 euros recentemente detetado "não compromete a solidez
financeira".
Em declarações à Lusa, o presidente da direção, Casimiro Alves,
garantiu que a situação financeira da cooperativa é hoje "mais sólida"
do que acontecia há dois anos quando assumiu aquele cargo.
Por isso, assinalou, haverá condições financeiras para, pela primeira
vez antes do Natal, a instituição pagar cerca de um milhão de euros
aos associados que entregaram este ano, na cooperativa, as suas
produções de uvas e quivis.
"Estamos tranquilos com a situação financeira desta casa e os nossos
associados também podem estar. As nossas contas estão em dia com os
fornecedores e os associados", disse, prevendo que o exercício deste
ano aponte para um lucro entre os 300.000 e os 400.000 euros.
Casimiro Alves escusou-se a avançar à Lusa pormenores da auditoria que
está a decorrer às contas da instituição, liderada pela equipa do
revisor de contas da cooperativa.
O dirigente explicou que a falta dos cerca de 120.000 euros na
tesouraria foi detetada recentemente por técnicos no âmbito de "um
trabalho de reestruturação interna" que pretendia, entre outros
objetivos, "blindar os serviços financeiros e de contabilidade".
Quando foi detetado o problema, a funcionária ligada à tesouraria foi
imediatamente suspensa e posteriormente despedida por justa causa.
O responsável financeiro foi suspenso, situação que deverá manter-se
até estar terminada a auditoria, que sustentará ou não indícios de
"negligência" daquele quadro, segundo a direção.
"Está a ser feita uma auditoria exaustiva às contas", insistiu,
admitindo que o trabalho pode abranger os exercícios contabilísticos
de até há cerca de 15 anos.
"Vão ser apuradas todas as responsabilidades até às últimas
consequências", avisou Casimiro Alves, prometendo que o relatório
preliminar vai ser fornecido a todos os associados quando estiver
terminado, o que, previu, deverá demorar entre 15 dias a um mês.
Para o presidente da direção, a eventual convocação de uma assembleia
geral extraordinária para discutir o assunto, como reclamam alguns
associados, seria "extemporânea e uma tentativa de desestabilizar".
Para Casimiro Alves, só fará sentido realizar uma assembleia-geral
quando houver "resultados credíveis" da auditoria.
A revelação de alguns dados nesta fase, alertou, "poderia perturbar a
investigação".
O presidente da cooperativa sublinhou, por outro lado, que a
ex-funcionária suspeita manifestou interesse em ressarcir a
instituição pelo prejuízo que terá provocado.
Uma eventual participação criminal decorrerá dos resultados da
auditoria o do entendimento do departamento jurídico da instituição.
O dirigente assinalou também que os procedimentos que favoreciam a
prática das irregularidades já foram corrigidos, assim como outras
situações que propiciavam a saída de alguns produtos do armazém sem
pagamento, no âmbito de um "circuito de mercadorias que tinha
debilidades".
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=696964&tm=6&layout=121&visual=49
Grupo Lusiaves cria 50 postos de trabalho em Mangualde
Lusa
15:05 Terça feira, 19 de novembro de 2013
Mangualde, 19 nov (Lusa) -- O grupo Lusiaves vai criar meia centena de
postos de trabalho no concelho de Mangualde, onde está a investir
cerca de sete milhões de euros, anunciou hoje um dos seus
administradores.
Em declarações à agência Lusa, o administrador Ruben Fonseca explicou
que hoje foi lançada, na zona industrial de Mangualde, a primeira
pedra de um entreposto frigorífico de distribuição dos produtos da
Lusiaves, um investimento de cerca de cinco milhões de euros.
"Será um entreposto frigorífico de distribuição de produtos
alimentares, essencialmente os nossos produtos avícolas e também as
nossas gamas de peixe, congelados e charcutaria", referiu.
http://expresso.sapo.pt/grupo-lusiaves-cria-50-postos-de-trabalho-em-mangualde=f841779
15:05 Terça feira, 19 de novembro de 2013
Mangualde, 19 nov (Lusa) -- O grupo Lusiaves vai criar meia centena de
postos de trabalho no concelho de Mangualde, onde está a investir
cerca de sete milhões de euros, anunciou hoje um dos seus
administradores.
Em declarações à agência Lusa, o administrador Ruben Fonseca explicou
que hoje foi lançada, na zona industrial de Mangualde, a primeira
pedra de um entreposto frigorífico de distribuição dos produtos da
Lusiaves, um investimento de cerca de cinco milhões de euros.
"Será um entreposto frigorífico de distribuição de produtos
alimentares, essencialmente os nossos produtos avícolas e também as
nossas gamas de peixe, congelados e charcutaria", referiu.
http://expresso.sapo.pt/grupo-lusiaves-cria-50-postos-de-trabalho-em-mangualde=f841779
Agricultura Liga critica Ministério por falta de prevenção nas florestas
O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), Jaime Marta
Soares, criticou hoje o Ministério da Agricultura e do Mar pela falta
de prevenção nas florestas portuguesas e por não ter acompanhado a
última época de incêndios.
"Não é no combate que residem os problemas do setor. (...) O problema
está na prevenção da floresta portuguesa", disse Jaime Marta Soares,
na cerimónia de avaliação da época de incêndios de 2013, que a
Autoridade Nacional de Proteção Civil realizou hoje, em Lisboa.
Dirigindo-se para a ministra da Agricultura e do Mar, Assunção
Cristas, presente na cerimónia, o presidente da LBP perguntou o que é
que tem sido feito nos últimos meses, onde está o cadastro da floresta
portuguesa e se a prevenção vai ter mais dinheiro no Orçamento do
Estado para 2014.
Jaime Marta Soares justificou as razões de só hoje ter colocado estas
questões ao Ministério da Agricultura e do Mar com a ausência, no
terreno, de responsáveis pelas florestas, durante a época crítica de
incêndios.
"No verão passado - e andei por todo o lado - não encontrei ninguém do
Ministério da Agricultura com quem pudesse debater e falar destas
questões, nem no acompanhamento dos nossos, que, morrendo pela
floresta portuguesa, efetivamente mereciam que alguém responsável pela
floresta portuguesa lá estivesse a acompanhar-nos", disse, no seu
discurso.
No final da cerimónia, a ministra não prestou declarações aos
jornalistas. No seu discurso, porém, Assunção Cristas afirmou que,
"nesta matéria, é muito fácil procurar atirar culpas para outro lado,
mas essa não é a minha abordagem e perspetiva".
http://www.noticiasaominuto.com/pais/133321/liga-critica-ministerio-por-falta-de-prevencao-nas-florestas
Soares, criticou hoje o Ministério da Agricultura e do Mar pela falta
de prevenção nas florestas portuguesas e por não ter acompanhado a
última época de incêndios.
"Não é no combate que residem os problemas do setor. (...) O problema
está na prevenção da floresta portuguesa", disse Jaime Marta Soares,
na cerimónia de avaliação da época de incêndios de 2013, que a
Autoridade Nacional de Proteção Civil realizou hoje, em Lisboa.
Dirigindo-se para a ministra da Agricultura e do Mar, Assunção
Cristas, presente na cerimónia, o presidente da LBP perguntou o que é
que tem sido feito nos últimos meses, onde está o cadastro da floresta
portuguesa e se a prevenção vai ter mais dinheiro no Orçamento do
Estado para 2014.
Jaime Marta Soares justificou as razões de só hoje ter colocado estas
questões ao Ministério da Agricultura e do Mar com a ausência, no
terreno, de responsáveis pelas florestas, durante a época crítica de
incêndios.
"No verão passado - e andei por todo o lado - não encontrei ninguém do
Ministério da Agricultura com quem pudesse debater e falar destas
questões, nem no acompanhamento dos nossos, que, morrendo pela
floresta portuguesa, efetivamente mereciam que alguém responsável pela
floresta portuguesa lá estivesse a acompanhar-nos", disse, no seu
discurso.
No final da cerimónia, a ministra não prestou declarações aos
jornalistas. No seu discurso, porém, Assunção Cristas afirmou que,
"nesta matéria, é muito fácil procurar atirar culpas para outro lado,
mas essa não é a minha abordagem e perspetiva".
http://www.noticiasaominuto.com/pais/133321/liga-critica-ministerio-por-falta-de-prevencao-nas-florestas
Governo quer que as autarquias deixem de cobrar coimas por falta de limpeza de terrenos
19.11.2013 20:21
E-MAIL
IMPRIMIR
O ministro da Administração Interna fez hoje o balanço da última época
de incêndios. Miguel Macedo quer que as coimas por falta de limpeza de
terrenos sejam aplicadas pela polícia e não pelas autarquias.
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/11/19/governo-quer-que-as-autarquias-deixem-de-cobrar-coimas-por-falta-de-limpeza-de-terrenos
IMPRIMIR
O ministro da Administração Interna fez hoje o balanço da última época
de incêndios. Miguel Macedo quer que as coimas por falta de limpeza de
terrenos sejam aplicadas pela polícia e não pelas autarquias.
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/11/19/governo-quer-que-as-autarquias-deixem-de-cobrar-coimas-por-falta-de-limpeza-de-terrenos
Preço da água põe em perigo a cultura do milho em Alqueva
CARLOS DIAS
19/11/2013 - 21:06
O calor do Alentejo obriga a gastar muita água para produzir milho. O
seu elevado custo começa a ser uma preocupação para os produtores.
A produção de milho nos novos blocos do perímetro de rega de Alqueva
poderá estar em causa se as taxas que estão a ser aplicadas desde 2010
não sofrerem uma redução, entende a Associação Nacional de Produtores
de Milho e Sorgo (Anpromis).
O presidente desta associação, Luís Vasconcellos e Souza, afirmou ao
PÚBLICO que vai ser "difícil" manter a produção de milho no Alqueva
nos anos em que os preços deste cereal se apresentem baixos. E explica
porquê: "Contrariamente a algumas zonas do país" o preço da água em
Alqueva "vem onerar a cultura de milho".
A solução, acrescenta, terá de passar por "conjugar o potencial de
Alqueva com o potencial económico resultante da produção de milho" no
novo regadio. Isto porque a cultura consome em média, sob o efeito das
elevadas amplitudes térmicas características da região alentejana,
entre 7 e 8 metros cúbicos de água por hectare.
Se não houver uma reformulação do tarifário aprovado pelo Ministério
da Agricultura em 2010, o consumo de água na produção de milho
sofrerá uma forte redução e, nessas condições, "será difícil manter"
os preços da água, antecipa Vasconcellos e Souza. Este empresário
ainda admite que a viabilização das áreas plantadas "pode passar por
produzir mais barato e eficiente mas dificilmente será possível
reduzir o consumo de água".
Para superar o cepticismo dos agricultores que pretendiam produzir no
regadio do Alqueva, o antigo ministro da Agricultura António Serrano
anunciou em Abril de 2010 que o preço da água no novo regadio ia ser
controlado por um período de 6 anos. O tarifário previsto no despacho
9000/2010, estabelecia que os agricultores pagariam no primeiro ano
apenas 30% do preço real da água, o qual seria aumentado
progressivamente. O custo final varia entre os 0,42 cêntimos e os 0,58
cêntimos por metro cúbico, valores que Vasconcellos e Souza considera
"caros" em anos de preços baixos no mercado de cereais.
Até final de Julho deste ano a produção de milho nos blocos de rega em
Alqueva aumentou em relação ao ano anterior, atingindo as 100 mil
toneladas, o que representa cerca de um sexto da produção nacional
deste cereal. A área semeada passou dos 2700 hectares em 2011 para os
quase 6000 hectares em 2013.
Com as reservas colocadas ao futuro da produção de milho, a cultura
que se tem revelado a mais promissora em Portugal, a seguir à produção
de azeite e vinho, poderá colocar em causa o objectivo inicialmente
previsto pela Anpromis ao admitir que Alqueva poderia tornar o país
auto-suficiente na produção de milho em grão.
http://www.publico.pt/local/noticia/preco-da-agua-poe-em-perigo-a-cultura-do-milho-em-alqueva-1613131
19/11/2013 - 21:06
O calor do Alentejo obriga a gastar muita água para produzir milho. O
seu elevado custo começa a ser uma preocupação para os produtores.
A produção de milho nos novos blocos do perímetro de rega de Alqueva
poderá estar em causa se as taxas que estão a ser aplicadas desde 2010
não sofrerem uma redução, entende a Associação Nacional de Produtores
de Milho e Sorgo (Anpromis).
O presidente desta associação, Luís Vasconcellos e Souza, afirmou ao
PÚBLICO que vai ser "difícil" manter a produção de milho no Alqueva
nos anos em que os preços deste cereal se apresentem baixos. E explica
porquê: "Contrariamente a algumas zonas do país" o preço da água em
Alqueva "vem onerar a cultura de milho".
A solução, acrescenta, terá de passar por "conjugar o potencial de
Alqueva com o potencial económico resultante da produção de milho" no
novo regadio. Isto porque a cultura consome em média, sob o efeito das
elevadas amplitudes térmicas características da região alentejana,
entre 7 e 8 metros cúbicos de água por hectare.
Se não houver uma reformulação do tarifário aprovado pelo Ministério
da Agricultura em 2010, o consumo de água na produção de milho
sofrerá uma forte redução e, nessas condições, "será difícil manter"
os preços da água, antecipa Vasconcellos e Souza. Este empresário
ainda admite que a viabilização das áreas plantadas "pode passar por
produzir mais barato e eficiente mas dificilmente será possível
reduzir o consumo de água".
Para superar o cepticismo dos agricultores que pretendiam produzir no
regadio do Alqueva, o antigo ministro da Agricultura António Serrano
anunciou em Abril de 2010 que o preço da água no novo regadio ia ser
controlado por um período de 6 anos. O tarifário previsto no despacho
9000/2010, estabelecia que os agricultores pagariam no primeiro ano
apenas 30% do preço real da água, o qual seria aumentado
progressivamente. O custo final varia entre os 0,42 cêntimos e os 0,58
cêntimos por metro cúbico, valores que Vasconcellos e Souza considera
"caros" em anos de preços baixos no mercado de cereais.
Até final de Julho deste ano a produção de milho nos blocos de rega em
Alqueva aumentou em relação ao ano anterior, atingindo as 100 mil
toneladas, o que representa cerca de um sexto da produção nacional
deste cereal. A área semeada passou dos 2700 hectares em 2011 para os
quase 6000 hectares em 2013.
Com as reservas colocadas ao futuro da produção de milho, a cultura
que se tem revelado a mais promissora em Portugal, a seguir à produção
de azeite e vinho, poderá colocar em causa o objectivo inicialmente
previsto pela Anpromis ao admitir que Alqueva poderia tornar o país
auto-suficiente na produção de milho em grão.
http://www.publico.pt/local/noticia/preco-da-agua-poe-em-perigo-a-cultura-do-milho-em-alqueva-1613131
Colocar as PME a exportar é a missão da 8ª edição do Portugal Exportador
Maior evento nacional dedicado à exportação espera a visita de 1.600
empresários reunindo, num só espaço e num único dia, 90 entidades,
contando com 42 embaixadas e 17 Câmaras de Comércio
42 embaixadas, 17 Câmaras de Comércio e dezenas de outras
instituições, entidades e empresas ligadas à exportação e ao apoio à
internacionalização estarão presentes na 8ª edição do PORTUGAL
EXPORTADOR, um evento promovido pela Fundação AIP em parceria com a
AIP-CCI, o BES e a AICEP Portugal Global, com o apoio da CIP e AEP e
com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República
Portuguesa. Estimular a internacionalização das empresas nacionais, em
especial das PME, e alargar a base exportadora nacional, tanto ao
nível de empresas exportadoras, como de mercados para exportação, são
os principais objectivos do maior evento nacional dedicado à
exportação que decorre no dia 27 de Novembro, no Pavilhão do Rio, no
Centro de Congressos de Lisboa.
O sucesso das edições anteriores, pelas quais passaram milhares de
empresários à procura de informação e ferramentas de apoio para
iniciar ou consolidar a sua estratégia de internacionalização, ditam a
continuidade do PORTUGAL EXPORTADOR, projecto que reúne num único dia
e num só espaço as mais relevantes instituições, associações e
empresas que podem de alguma forma ser uma mais-valia no processo de
internacionalização.
Cerca de 90 instituições e empresas, entre os quais se contam 42
embaixadas, 17 Câmaras de Comércio a operar em Portugal e no
estrangeiro e 34 associações e empresas (julgo que ficará melhor
separar associações de empresas), irão apresentar através de
workshops, cafés temáticos e espaços de consultoria e networking,
ferramentas, apoios e serviços disponíveis para que qualquer empresa
possa iniciar ou estruturar a sua actividade além-fronteiras.
Para além das sessões de apresentações de mercados, nas quais serão
identificadas as oportunidades e desafios em países da Escandinávia,
América Latina, Ásia e Médio Oriente e África, serão também levados a
reflexão temas tão diversos e complementares como 'Passos para a
exportação: transportes e logística, trade finance, apoios à
exportação', 'Sociedade Financeira Internacional: Como aceder aos
empréstimos e a serviços de financiamento estruturado', 'Estratégias
para o registo da sua Marca no estrangeiro' e 'Conquista Digital: Uma
Ferramenta para a Exportação', entre muitos outros.
Apresentando casos na primeira pessoa várias empresas nacionais irão
neste evento partilhar com os empresários participantes as suas
experiências de exportação. Águas de Portugal, Amorim, BES Cabo Verde,
COBA, Grupo Pestana, Hovione, JP Sá Couto, Martifer, MSF, Novabase,
Sumol+Compal, Teixeira Duarte e Visabeira são apenas algumas das
empresas que darão testemunho das dificuldades, oportunidades e
desafios com que se depararam nos seus processos de
internacionalização.
Nesta edição o PORTUGAL EXPORTADOR 2013 conta pela primeira vez com a
participação de uma delegação empresarial vinda da Namíbia que integra
um total de 11 entidades e empresas maioritariamente dos sectores da
Construção, Energia, Transportes e Logística, Turismo e Retalho,
interessadas em fomentar a partir deste Fórum contactos para futuras
sinergias de negócios e investimento. À excepção de 2009, a economia
da Namíbia tem estado em crescimento nos últimos anos. Segundo dados
do Fundo Monetário Internacional (FMI), o PIB do país cresceu 3,37% em
2008, reduziu-se em 0,43% em 2009, mas em 2010 aumentou 6,60%, em 2011
4,86% em 2011 e em 2012 4,04%. Projecções do FMI indicam que a
economia da Namíbia deverá crescer 4,10%, em 2013, e 4,16%, em 2014.
Dado o crescente interesse que o fórum PORTUGAL EXPORTADOR tem
suscitado nas empresas nacionais e os resultados efetivos que tem
alcançado junto das PMEs no seu processo de internacionalização, na
edição de 2013 a organização espera receber mais de 1600 empresários
que ambicionam iniciar o seu processo de internacionalização ou chegar
a novos mercados.
EXPORTAÇÕES NACIONAIS A CRESCER
Nos últimos anos a economia nacional tem-se ressentido pelos efeitos
da crise global. Contudo, há sinais positivos que auguram de futuro
uma maior sustentabilidade para a economia portuguesa e para o
crescimento das empresas nacionais, em grande parte sustentados pelo
forte aposta feita nas exportações. De acordo com os mais recentes
dados de Comércio Internacional divulgados pelo Instituto Nacional de
Estatística (INE) as exportações de bens nacionais aumentaram 5,8% no
3º trimestre de 2013, face ao período homólogo de 2012, tendo os
sectores dos combustíveis e lubrificantes, bens de consumo e máquinas
registado as maiores subidas.
Quando comparados os 9 primeiros meses de 2013 com igual período de
2012, o crescimento das exportações foi de 4% e as importações
registaram uma variação nula. Durante o 1º semestre o principal
destino das exportações de bens foi a UE (70,8% do total entre Janeiro
e Junho de 2013, face a 72,3% no período homólogo), sendo de realçar o
aumento da quota das exportações para os mercados do MAGREB (3,6% do
total no 1º semestre de 2013 contra 2,3% em igual período de 2012),
dos PALOP (7,2% no 1º semestre, face a 7,0% no período homólogo de
2012) e dos países da NAFTA (5,1% no 1º semestre de 2013 e 4,9% no
período homólogo de 2012).
A realização do PORTUGAL EXPORTADOR suscitou a necessidade de
prolongar o networking para lá do evento, dinamizando acções e
partilhando informação ao longo do ano inteiro. Foi com base nessa
necessidade que nasceu o Clube Portugal Exportador, uma plataforma
desenvolvida pela Fundação AIP que tem como missão o apoio à
cooperação empresarial entre empresas portuguesas para a abordagem aos
mercados externos, através da partilha de informação, experiências e
melhores práticas no acesso a novos mercados e ainda da capacitação em
internacionalização/exportação das empresas pertencentes a este clube.
Fonte: ban
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/19.htm
empresários reunindo, num só espaço e num único dia, 90 entidades,
contando com 42 embaixadas e 17 Câmaras de Comércio
42 embaixadas, 17 Câmaras de Comércio e dezenas de outras
instituições, entidades e empresas ligadas à exportação e ao apoio à
internacionalização estarão presentes na 8ª edição do PORTUGAL
EXPORTADOR, um evento promovido pela Fundação AIP em parceria com a
AIP-CCI, o BES e a AICEP Portugal Global, com o apoio da CIP e AEP e
com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República
Portuguesa. Estimular a internacionalização das empresas nacionais, em
especial das PME, e alargar a base exportadora nacional, tanto ao
nível de empresas exportadoras, como de mercados para exportação, são
os principais objectivos do maior evento nacional dedicado à
exportação que decorre no dia 27 de Novembro, no Pavilhão do Rio, no
Centro de Congressos de Lisboa.
O sucesso das edições anteriores, pelas quais passaram milhares de
empresários à procura de informação e ferramentas de apoio para
iniciar ou consolidar a sua estratégia de internacionalização, ditam a
continuidade do PORTUGAL EXPORTADOR, projecto que reúne num único dia
e num só espaço as mais relevantes instituições, associações e
empresas que podem de alguma forma ser uma mais-valia no processo de
internacionalização.
Cerca de 90 instituições e empresas, entre os quais se contam 42
embaixadas, 17 Câmaras de Comércio a operar em Portugal e no
estrangeiro e 34 associações e empresas (julgo que ficará melhor
separar associações de empresas), irão apresentar através de
workshops, cafés temáticos e espaços de consultoria e networking,
ferramentas, apoios e serviços disponíveis para que qualquer empresa
possa iniciar ou estruturar a sua actividade além-fronteiras.
Para além das sessões de apresentações de mercados, nas quais serão
identificadas as oportunidades e desafios em países da Escandinávia,
América Latina, Ásia e Médio Oriente e África, serão também levados a
reflexão temas tão diversos e complementares como 'Passos para a
exportação: transportes e logística, trade finance, apoios à
exportação', 'Sociedade Financeira Internacional: Como aceder aos
empréstimos e a serviços de financiamento estruturado', 'Estratégias
para o registo da sua Marca no estrangeiro' e 'Conquista Digital: Uma
Ferramenta para a Exportação', entre muitos outros.
Apresentando casos na primeira pessoa várias empresas nacionais irão
neste evento partilhar com os empresários participantes as suas
experiências de exportação. Águas de Portugal, Amorim, BES Cabo Verde,
COBA, Grupo Pestana, Hovione, JP Sá Couto, Martifer, MSF, Novabase,
Sumol+Compal, Teixeira Duarte e Visabeira são apenas algumas das
empresas que darão testemunho das dificuldades, oportunidades e
desafios com que se depararam nos seus processos de
internacionalização.
Nesta edição o PORTUGAL EXPORTADOR 2013 conta pela primeira vez com a
participação de uma delegação empresarial vinda da Namíbia que integra
um total de 11 entidades e empresas maioritariamente dos sectores da
Construção, Energia, Transportes e Logística, Turismo e Retalho,
interessadas em fomentar a partir deste Fórum contactos para futuras
sinergias de negócios e investimento. À excepção de 2009, a economia
da Namíbia tem estado em crescimento nos últimos anos. Segundo dados
do Fundo Monetário Internacional (FMI), o PIB do país cresceu 3,37% em
2008, reduziu-se em 0,43% em 2009, mas em 2010 aumentou 6,60%, em 2011
4,86% em 2011 e em 2012 4,04%. Projecções do FMI indicam que a
economia da Namíbia deverá crescer 4,10%, em 2013, e 4,16%, em 2014.
Dado o crescente interesse que o fórum PORTUGAL EXPORTADOR tem
suscitado nas empresas nacionais e os resultados efetivos que tem
alcançado junto das PMEs no seu processo de internacionalização, na
edição de 2013 a organização espera receber mais de 1600 empresários
que ambicionam iniciar o seu processo de internacionalização ou chegar
a novos mercados.
EXPORTAÇÕES NACIONAIS A CRESCER
Nos últimos anos a economia nacional tem-se ressentido pelos efeitos
da crise global. Contudo, há sinais positivos que auguram de futuro
uma maior sustentabilidade para a economia portuguesa e para o
crescimento das empresas nacionais, em grande parte sustentados pelo
forte aposta feita nas exportações. De acordo com os mais recentes
dados de Comércio Internacional divulgados pelo Instituto Nacional de
Estatística (INE) as exportações de bens nacionais aumentaram 5,8% no
3º trimestre de 2013, face ao período homólogo de 2012, tendo os
sectores dos combustíveis e lubrificantes, bens de consumo e máquinas
registado as maiores subidas.
Quando comparados os 9 primeiros meses de 2013 com igual período de
2012, o crescimento das exportações foi de 4% e as importações
registaram uma variação nula. Durante o 1º semestre o principal
destino das exportações de bens foi a UE (70,8% do total entre Janeiro
e Junho de 2013, face a 72,3% no período homólogo), sendo de realçar o
aumento da quota das exportações para os mercados do MAGREB (3,6% do
total no 1º semestre de 2013 contra 2,3% em igual período de 2012),
dos PALOP (7,2% no 1º semestre, face a 7,0% no período homólogo de
2012) e dos países da NAFTA (5,1% no 1º semestre de 2013 e 4,9% no
período homólogo de 2012).
A realização do PORTUGAL EXPORTADOR suscitou a necessidade de
prolongar o networking para lá do evento, dinamizando acções e
partilhando informação ao longo do ano inteiro. Foi com base nessa
necessidade que nasceu o Clube Portugal Exportador, uma plataforma
desenvolvida pela Fundação AIP que tem como missão o apoio à
cooperação empresarial entre empresas portuguesas para a abordagem aos
mercados externos, através da partilha de informação, experiências e
melhores práticas no acesso a novos mercados e ainda da capacitação em
internacionalização/exportação das empresas pertencentes a este clube.
Fonte: ban
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/11/19.htm
Portugal deverá receber 4,5 mil milhões de ajudas directas e 3,6 mil milhões para o desenvolvimento rural.
Parlamento Europeu vota reforma da PAC que tira 500 milhões a Portugal
JOSÉ MANUEL ROCHA ( Estrasburgo)
19/11/2013 - 19:06
RUI SOARES/ARQUIVO
O Parlamento Europeu vota esta quarta-feira, em Estrasburgo, o acordo
relativo à reforma da Política Agrícola Comum (PAC), que irá vigorar
até 2020. Num quadro de fortes restrições financeiras entre os 28,
Portugal sai a perder cerca de 500 milhões de euros face ao quadro
comunitário que vigorou até agora.
Mesmo assim, no final da negociação europeia, Portugal conseguiu
colocar-se no grupo de países que sofreram os cortes menos pesados,
beneficiando do factor de convergência nas ajudas directas aos
agricultores, que penaliza os Estados que mais recebiam neste pilar da
PAC e favorece os que estão abaixo da média europeia (270 euros por
hectare) no valor do apoio.
Com as novas regras, que entrarão em vigor no dia 1 de Janeiro de
2015, Portugal chegará a 2020 com uma ajuda média por hectare de 200
euros, 14 euros mais do que vigora actualmente. A proposta do
Parlamento Europeu, que o deputado português Capoulas Santos foi o
relator, apontava para 216 euros em 2020, mas esse valor acabou por
ser reduzido, como o de muitos outros países, uma vez que o Conselho
Europeu acabou por aprovar um nível de perspectivas financeiras para a
União inferior ao que tinha sido a primeira proposta da Comissão.
Apesar destas restrições, neste primeiro pilar da PAC, Portugal deverá
chegar a 2020 com um ganho na ordem da centena de milhões de euros.
Mas no segundo pilar, voltado para o apoio co-financiado a projectos
de investimento agrícola e as medidas de protecção do ambiente, o
cenário será diferente. Entre o próximo ano e 2020, Portugal deverá
acumular um envelope cerca de 500 milhões de euros inferior ao que
recebeu no quadro comunitário que está a terminar.
No total, o encaixe nacional ao longo de todo o período coberto pelo
acordo que é aprovado esta quarta-feira deverá ascender a 8,1 mil
milhões de euros (4,5 mil milhões de ajudas directas e 3,6 mil milhões
para o desenvolvimento rural).
Capoulas Santos acredita que o acordo conseguido entre os grupos
parlamentares que deram sustentação a proposta final vai passar na
votação, embora se anteveja contestação dos partidos da
extrema-direita e da esquerda radical.
Mesmo assim, o eurodeputado considera se está perante uma PAC mais
verde, mais desburocratizada e mais justa. "Eram esses os nossos
objectivos. Uma política mais verde e, por isso, mais legitimada
perante os cidadãos. Mais desburocratizada, também. E mais justa. Não
tão justa quanto seria desejável, mas ainda assim com uma atenuação
das diferenças e das injustiças entre os apoios concedidos aos
agricultores de cada pais".
O ponto de partida era um quadro em que, por exemplo, um agricultor
belga recebe 450 euros por hectares e um letal apenas 95. Com a nova
PAC, a convergência levará a que nenhum estado-membro receba menos de
196 euros.
Aspectos positivos
No quadro da negociação, além do aumento da ajuda directa, Portugal
conseguiu alguns outros pontos importantes, como o facto de entrarem
para o grupo de sectores que beneficiam destes apoios, a viticultura,
a floricultura e a produção de frutos e legumes. O aumento do valor de
apoio a instalação de jovens agricultores, para 70 mil euros, e do
apoio a pequenas explorações, para 15 mil euros.
Capoulas Santos, em declarações esta terça-feira no Parlamento
europeu, destaca também a garantia de co-financiamento até 2020, para
investimentos em novas infra-estruturas de regadio, nas explorações
agrícolas e na agro-indústria. "Sem esta possibilidade, a conclusão do
projecto do Alqueva, que exige mais 500 milhões de euros, teria que
ser financiada por dinheiro do Estado", realçou o eurodeputado.
Haverá também uma modulação das ajudas aos maiores beneficiários da
PAC, garantindo-se uma majoração, até 65%, dos apoios concedidos as
explorações com até 30 hectares, o que será suportado por cortes
proporcionais nos apoios concedidos aos proprietários de explorações
de maior dimensão.
A nova reforma impõe, igualmente, condições mais estritas na concessão
das ajudas, nomeadamente, através de uma maior selectividade dos
beneficiários, de forma a que não possam candidatar-se os campos de
golfe e os aeroportos, como acontecia no passado.
http://www.publico.pt/economia/noticia/parlamento-europeu-vota-reforma-da-pac-que-tira-500-milhoes-a-portugal-1613128
JOSÉ MANUEL ROCHA ( Estrasburgo)
19/11/2013 - 19:06
RUI SOARES/ARQUIVO
O Parlamento Europeu vota esta quarta-feira, em Estrasburgo, o acordo
relativo à reforma da Política Agrícola Comum (PAC), que irá vigorar
até 2020. Num quadro de fortes restrições financeiras entre os 28,
Portugal sai a perder cerca de 500 milhões de euros face ao quadro
comunitário que vigorou até agora.
Mesmo assim, no final da negociação europeia, Portugal conseguiu
colocar-se no grupo de países que sofreram os cortes menos pesados,
beneficiando do factor de convergência nas ajudas directas aos
agricultores, que penaliza os Estados que mais recebiam neste pilar da
PAC e favorece os que estão abaixo da média europeia (270 euros por
hectare) no valor do apoio.
Com as novas regras, que entrarão em vigor no dia 1 de Janeiro de
2015, Portugal chegará a 2020 com uma ajuda média por hectare de 200
euros, 14 euros mais do que vigora actualmente. A proposta do
Parlamento Europeu, que o deputado português Capoulas Santos foi o
relator, apontava para 216 euros em 2020, mas esse valor acabou por
ser reduzido, como o de muitos outros países, uma vez que o Conselho
Europeu acabou por aprovar um nível de perspectivas financeiras para a
União inferior ao que tinha sido a primeira proposta da Comissão.
Apesar destas restrições, neste primeiro pilar da PAC, Portugal deverá
chegar a 2020 com um ganho na ordem da centena de milhões de euros.
Mas no segundo pilar, voltado para o apoio co-financiado a projectos
de investimento agrícola e as medidas de protecção do ambiente, o
cenário será diferente. Entre o próximo ano e 2020, Portugal deverá
acumular um envelope cerca de 500 milhões de euros inferior ao que
recebeu no quadro comunitário que está a terminar.
No total, o encaixe nacional ao longo de todo o período coberto pelo
acordo que é aprovado esta quarta-feira deverá ascender a 8,1 mil
milhões de euros (4,5 mil milhões de ajudas directas e 3,6 mil milhões
para o desenvolvimento rural).
Capoulas Santos acredita que o acordo conseguido entre os grupos
parlamentares que deram sustentação a proposta final vai passar na
votação, embora se anteveja contestação dos partidos da
extrema-direita e da esquerda radical.
Mesmo assim, o eurodeputado considera se está perante uma PAC mais
verde, mais desburocratizada e mais justa. "Eram esses os nossos
objectivos. Uma política mais verde e, por isso, mais legitimada
perante os cidadãos. Mais desburocratizada, também. E mais justa. Não
tão justa quanto seria desejável, mas ainda assim com uma atenuação
das diferenças e das injustiças entre os apoios concedidos aos
agricultores de cada pais".
O ponto de partida era um quadro em que, por exemplo, um agricultor
belga recebe 450 euros por hectares e um letal apenas 95. Com a nova
PAC, a convergência levará a que nenhum estado-membro receba menos de
196 euros.
Aspectos positivos
No quadro da negociação, além do aumento da ajuda directa, Portugal
conseguiu alguns outros pontos importantes, como o facto de entrarem
para o grupo de sectores que beneficiam destes apoios, a viticultura,
a floricultura e a produção de frutos e legumes. O aumento do valor de
apoio a instalação de jovens agricultores, para 70 mil euros, e do
apoio a pequenas explorações, para 15 mil euros.
Capoulas Santos, em declarações esta terça-feira no Parlamento
europeu, destaca também a garantia de co-financiamento até 2020, para
investimentos em novas infra-estruturas de regadio, nas explorações
agrícolas e na agro-indústria. "Sem esta possibilidade, a conclusão do
projecto do Alqueva, que exige mais 500 milhões de euros, teria que
ser financiada por dinheiro do Estado", realçou o eurodeputado.
Haverá também uma modulação das ajudas aos maiores beneficiários da
PAC, garantindo-se uma majoração, até 65%, dos apoios concedidos as
explorações com até 30 hectares, o que será suportado por cortes
proporcionais nos apoios concedidos aos proprietários de explorações
de maior dimensão.
A nova reforma impõe, igualmente, condições mais estritas na concessão
das ajudas, nomeadamente, através de uma maior selectividade dos
beneficiários, de forma a que não possam candidatar-se os campos de
golfe e os aeroportos, como acontecia no passado.
http://www.publico.pt/economia/noticia/parlamento-europeu-vota-reforma-da-pac-que-tira-500-milhoes-a-portugal-1613128
Mulher morre em acidente com trator agrícola no Sabugal
Uma mulher de 54 anos morreu, esta terça-feira, numa quinta do
concelho do Sabugal, devido a um acidente com um trator quando
realizava trabalhos agrícolas
"A senhora estava no reboque do trator a espalhar estrume nos
terrenos, caiu e ficou entalada nos rodos elétricos [do equipamento
acoplado ao trator]. Foi preciso desencarcerá-la", contou Carlos
Oliveira, adjunto do comando dos Bombeiros Voluntários do Sabugal.
Segundo o responsável, quando os meios de socorro chegaram ao local do
acidente, que ocorreu pelas 11 horas, na Quinta das Covas, a cerca de
cinco quilómetros de distância da cidade do Sabugal, já nada puderam
fazer para salvar a vida da vítima.
"Estivemos [os bombeiros], juntamente com a equipa da Viatura Médica
de Emergência e Reanimação (VMER), da Guarda, em manobras de
reanimação, mas não foi possível salvá-la", disse.
O trator agrícola envolvido no acidente era conduzido por um familiar
da mulher que faleceu, indicou Carlos Oliveira.
No local do acidente, para além dos Bombeiros Voluntários do Sabugal e
da VMER, estiveram elementos da GNR, indicou fonte do Comando
Distrital de Operações de Socorro da Guarda.
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Guarda&Concelho=Sabugal&Option=Interior&content_id=3541208
concelho do Sabugal, devido a um acidente com um trator quando
realizava trabalhos agrícolas
"A senhora estava no reboque do trator a espalhar estrume nos
terrenos, caiu e ficou entalada nos rodos elétricos [do equipamento
acoplado ao trator]. Foi preciso desencarcerá-la", contou Carlos
Oliveira, adjunto do comando dos Bombeiros Voluntários do Sabugal.
Segundo o responsável, quando os meios de socorro chegaram ao local do
acidente, que ocorreu pelas 11 horas, na Quinta das Covas, a cerca de
cinco quilómetros de distância da cidade do Sabugal, já nada puderam
fazer para salvar a vida da vítima.
"Estivemos [os bombeiros], juntamente com a equipa da Viatura Médica
de Emergência e Reanimação (VMER), da Guarda, em manobras de
reanimação, mas não foi possível salvá-la", disse.
O trator agrícola envolvido no acidente era conduzido por um familiar
da mulher que faleceu, indicou Carlos Oliveira.
No local do acidente, para além dos Bombeiros Voluntários do Sabugal e
da VMER, estiveram elementos da GNR, indicou fonte do Comando
Distrital de Operações de Socorro da Guarda.
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Guarda&Concelho=Sabugal&Option=Interior&content_id=3541208
Economia verde em foco no I Seminário Ibérico da FSC
Francisco Gomes da Silva, Secretário de Estado das Florestas e do
Desenvolvimento Rural, na abertura do fórum ibérico
Data: Dia 21 de Novembro
Hora: 09:30 / 18: 00 (Programa detalhado em anexo)
Local: Hotel Inspira Santa Marta, em Lisboa
A problemática da desflorestação global e necessidade de promover uma
gestão responsável das florestas serão alguns dos temas fortes do I
Fórum Ibérico promovido pela organização não governamental Forest
Stewardship Council (FSC), no próximo dia 21 de Novembro de 2013, no
Hotel Inspira Santa Marta, em Lisboa.
O Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural,
Francisco Gomes da Silva, será responsável pela abertura dos trabalhos
do seminário, pelas 09:30, realçando a importância que a Certificação
Florestal tem para o sector florestal Português.
A Certificação FSC tem-se revelado importante para as empresas ao
nível das exportações e procura de criação de oportunidades nos
principais mercados externos no enquadramento económico actual,
constituindo o valor da marca FSC e a sua presença global excelentes
trunfos.
Actualmente, o FSC está representado em 45 países e já certificou mais
de 183 milhões hectares de floresta e 28.000 empresas, em mais de cem
países do mundo. São exemplo empresas de referência como a Tetra
Pack, Sonae Indústria, Amorim e Portucel, entre outras. Em Portugal o
FSC opera desde 2006. No início da sua actividade no nosso país
existiam cerca de 73.500 hectares de floresta certificada, com três
certificados de Gestão Florestal e 15 certificados de 'Cadeia de
Custódia'. Seis anos depois, no final de 2012, a área florestal
certificada pelo FSC mais do que quadruplicou, atingindo cerca de
315.000 hectares, distribuídos por 17 Certificados de Gestão
Florestal. O aumento no número de certificados de 'Cadeias de
Custódia' (para 112) traduziu um ritmo de crescimento ainda mais
intenso, de cerca de 700 por cento. As bases para o desenvolvimento de
uma economia verde estão, por isso, lançadas, e as empresas da fileira
florestal em Portugal e no mundo assumem cada vez mais como
prioritário e o seu compromisso com a sustentabilidade enquanto
gerador de crescimento do seu negócio.
O Forest Stewardship Council (FSC) é uma organização não-governamental
independente que promove a gestão responsável das florestas a nível
mundial com consideração pelos valores ambientais, sociais e
económicos. Fundado em 1993, o FSC ajuda os consumidores e as empresas
a identificar os produtos provenientes de florestas bem geridas.
Neste primeiro fórum ibérico vão estar reunidos responsáveis de várias
empresas portuguesas e multinacionais, que partilharão os benefícios
da adopção de práticas de gestão florestal ambientalmente adequadas,
socialmente benéficas e economicamente viáveis, na procura de uma
mudança positiva e duradoura no sector. Participarão no evento líderes
de opinião, parceiros de negócios e representantes de toda cadeia -
produtores florestais, cortiça, celulose e papel, madeira, painéis e
indústria de móveis, mas também os distribuidores e o público em
geral.
fonte: cunhavaz
Desenvolvimento Rural, na abertura do fórum ibérico
Data: Dia 21 de Novembro
Hora: 09:30 / 18: 00 (Programa detalhado em anexo)
Local: Hotel Inspira Santa Marta, em Lisboa
A problemática da desflorestação global e necessidade de promover uma
gestão responsável das florestas serão alguns dos temas fortes do I
Fórum Ibérico promovido pela organização não governamental Forest
Stewardship Council (FSC), no próximo dia 21 de Novembro de 2013, no
Hotel Inspira Santa Marta, em Lisboa.
O Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural,
Francisco Gomes da Silva, será responsável pela abertura dos trabalhos
do seminário, pelas 09:30, realçando a importância que a Certificação
Florestal tem para o sector florestal Português.
A Certificação FSC tem-se revelado importante para as empresas ao
nível das exportações e procura de criação de oportunidades nos
principais mercados externos no enquadramento económico actual,
constituindo o valor da marca FSC e a sua presença global excelentes
trunfos.
Actualmente, o FSC está representado em 45 países e já certificou mais
de 183 milhões hectares de floresta e 28.000 empresas, em mais de cem
países do mundo. São exemplo empresas de referência como a Tetra
Pack, Sonae Indústria, Amorim e Portucel, entre outras. Em Portugal o
FSC opera desde 2006. No início da sua actividade no nosso país
existiam cerca de 73.500 hectares de floresta certificada, com três
certificados de Gestão Florestal e 15 certificados de 'Cadeia de
Custódia'. Seis anos depois, no final de 2012, a área florestal
certificada pelo FSC mais do que quadruplicou, atingindo cerca de
315.000 hectares, distribuídos por 17 Certificados de Gestão
Florestal. O aumento no número de certificados de 'Cadeias de
Custódia' (para 112) traduziu um ritmo de crescimento ainda mais
intenso, de cerca de 700 por cento. As bases para o desenvolvimento de
uma economia verde estão, por isso, lançadas, e as empresas da fileira
florestal em Portugal e no mundo assumem cada vez mais como
prioritário e o seu compromisso com a sustentabilidade enquanto
gerador de crescimento do seu negócio.
O Forest Stewardship Council (FSC) é uma organização não-governamental
independente que promove a gestão responsável das florestas a nível
mundial com consideração pelos valores ambientais, sociais e
económicos. Fundado em 1993, o FSC ajuda os consumidores e as empresas
a identificar os produtos provenientes de florestas bem geridas.
Neste primeiro fórum ibérico vão estar reunidos responsáveis de várias
empresas portuguesas e multinacionais, que partilharão os benefícios
da adopção de práticas de gestão florestal ambientalmente adequadas,
socialmente benéficas e economicamente viáveis, na procura de uma
mudança positiva e duradoura no sector. Participarão no evento líderes
de opinião, parceiros de negócios e representantes de toda cadeia -
produtores florestais, cortiça, celulose e papel, madeira, painéis e
indústria de móveis, mas também os distribuidores e o público em
geral.
fonte: cunhavaz
Proteção Civil faz balanço da maior época de fogos dos últimos anos
Publicado hoje às 06:34
A Autoridade Nacional de Proteção Civil faz hoje a avaliação da época
de incêndios florestais, que este ano ficou marcada pela morte de nove
pessoas e a maior área ardida dos últimos oito anos.
Agosto, particularmente a última quinzena, foi o mês mais devastador,
tendo as chamas consumido 89.834 hectares de floresta e provocado a
morte a oito bombeiros e a um autarca.
Numa resposta envida à agência Lusa, a Autoridade Nacional de Proteção
Civil (ANPC) refere que os inquéritos às mortes dos bombeiros, da
responsabilidade da Inspeção de Proteção Civil, ainda estão a
decorrer.
Segundo a Proteção Civil, a conclusão deste tipo de inquéritos está
condicionada a vários fatores, como «a oportunidade de recolha de
declarações de todos os intervenientes» e resultados de perícias
médico-legais.
O último relatório do Instituto da Conservação da Natureza e das
Florestas (ICNF) indica que, este ano, os incêndios florestais
consumiram 140.944 hectares, mais 28 por cento do que em 2012 e a
maior área ardida desde 2005.
Em contrapartida, as ocorrências de fogo diminuíram 10 por cento em
relação a 2012, tendo-se registado 18.869 ignições, menos 2.135 do que
no ano passado, adianta o último relatório provisório de incêndios
florestais.
O maior incêndio do ano ocorreu no concelho de Alfândega da Fé, no
distrito de Bragança, em julho, e consumiu uma área de 14.136
hectares, dos quais cerca de 13.706 eram espaços florestais, indica o
mesmo documento.
Além do fogo no distrito de Bragança, registaram-se este ano mais 194
grandes incêndios.
Da lista dos grandes incêndios fazem também parte os fogos que
deflagraram na serra do Caramulo que, na zona de Tondela, consumiu
6.841 hectares e no concelho de Tarouca, onde as chamas afetaram uma
área de 6.026 hectares.
Porto, Braga e Viseu foram os distritos que registaram mais
ocorrências de fogo, enquanto os que tiveram mais área ardida foram
Viseu, Vila Real e Bragança.
Mais de cem pessoas foram detidas pela Polícia Judiciária e a GNR pelo
crime de incêndio florestal.
A avaliação do dispositivo especial de combate a incêndios florestais
vai ser feita em Lisboa, numa cerimónia que vai contar com a presença
dos ministros da Administração Interna, Miguel Macedo, e da
Agricultura e do Mar, Assunção Cristas.
Lusa
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=3540274&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook&page=-1
A Autoridade Nacional de Proteção Civil faz hoje a avaliação da época
de incêndios florestais, que este ano ficou marcada pela morte de nove
pessoas e a maior área ardida dos últimos oito anos.
Agosto, particularmente a última quinzena, foi o mês mais devastador,
tendo as chamas consumido 89.834 hectares de floresta e provocado a
morte a oito bombeiros e a um autarca.
Numa resposta envida à agência Lusa, a Autoridade Nacional de Proteção
Civil (ANPC) refere que os inquéritos às mortes dos bombeiros, da
responsabilidade da Inspeção de Proteção Civil, ainda estão a
decorrer.
Segundo a Proteção Civil, a conclusão deste tipo de inquéritos está
condicionada a vários fatores, como «a oportunidade de recolha de
declarações de todos os intervenientes» e resultados de perícias
médico-legais.
O último relatório do Instituto da Conservação da Natureza e das
Florestas (ICNF) indica que, este ano, os incêndios florestais
consumiram 140.944 hectares, mais 28 por cento do que em 2012 e a
maior área ardida desde 2005.
Em contrapartida, as ocorrências de fogo diminuíram 10 por cento em
relação a 2012, tendo-se registado 18.869 ignições, menos 2.135 do que
no ano passado, adianta o último relatório provisório de incêndios
florestais.
O maior incêndio do ano ocorreu no concelho de Alfândega da Fé, no
distrito de Bragança, em julho, e consumiu uma área de 14.136
hectares, dos quais cerca de 13.706 eram espaços florestais, indica o
mesmo documento.
Além do fogo no distrito de Bragança, registaram-se este ano mais 194
grandes incêndios.
Da lista dos grandes incêndios fazem também parte os fogos que
deflagraram na serra do Caramulo que, na zona de Tondela, consumiu
6.841 hectares e no concelho de Tarouca, onde as chamas afetaram uma
área de 6.026 hectares.
Porto, Braga e Viseu foram os distritos que registaram mais
ocorrências de fogo, enquanto os que tiveram mais área ardida foram
Viseu, Vila Real e Bragança.
Mais de cem pessoas foram detidas pela Polícia Judiciária e a GNR pelo
crime de incêndio florestal.
A avaliação do dispositivo especial de combate a incêndios florestais
vai ser feita em Lisboa, numa cerimónia que vai contar com a presença
dos ministros da Administração Interna, Miguel Macedo, e da
Agricultura e do Mar, Assunção Cristas.
Lusa
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=3540274&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook&page=-1
Symington recebem prémio “Produtor Português do Ano 2013”
18 Novembro, 2013 12:58 | Revista de Vinhos
O concurso International Wine & Spirit Competition (IWSC), atribuiu à
Symington Family Estates, o galardão de 'Produtor Português do Ano' —
Portuguese Wine Producer of The Year Trophy 2013. Este prémio foi
anunciado e entregue no banquete anual da IWSC que teve lugar em
Londres no dia 13 de Novembro.
Esta distinção reconhece o desempenho obtido pelo conjunto de vinhos
do Porto e DOC Douro da Symington Family Estates na edição de 2013
deste concurso, onde os vinhos são todos submetidos a prova cega e
avaliados por um painel de 300 jurados independentes, oriundo de todo
o mundo. De entre os vinhos que contribuíram para que a Symington
Family Estates fosse eleita Produtor Português do Ano, destaque para
os vinhos do Porto Graham's 10 Anos ('Excepcional' – Medalha de Ouro),
Late Bottled Vintage 2008 e Quinta dos Malvedos Vintage 2001
('Excepcional' – Medalhas de Prata), e também para os vinhos DOC Douro
Chryseia, Post Scriptum e Prazo de Roriz — todos contemplados com
medalhas de prata. A Symington foi distinguida numa gala que contou
entre os seus premiados com alguns dos nomes mais sonantes do panorama
vínico (e de espirituosos) a nível global: Wolf Blass (Austrália),
Stag's Leap (Napa, Califórnia), Bodegas Olarra (Rioja, Espanha) e
Diageo (Reino Unido). Parabéns Symington!
http://www.revistadevinhos.pt/artigos/show.aspx?seccao=noticias&artigo=12065&title=symington-recebem-premio-produtor-portugues-do-ano-2013&idioma=pt
O concurso International Wine & Spirit Competition (IWSC), atribuiu à
Symington Family Estates, o galardão de 'Produtor Português do Ano' —
Portuguese Wine Producer of The Year Trophy 2013. Este prémio foi
anunciado e entregue no banquete anual da IWSC que teve lugar em
Londres no dia 13 de Novembro.
Esta distinção reconhece o desempenho obtido pelo conjunto de vinhos
do Porto e DOC Douro da Symington Family Estates na edição de 2013
deste concurso, onde os vinhos são todos submetidos a prova cega e
avaliados por um painel de 300 jurados independentes, oriundo de todo
o mundo. De entre os vinhos que contribuíram para que a Symington
Family Estates fosse eleita Produtor Português do Ano, destaque para
os vinhos do Porto Graham's 10 Anos ('Excepcional' – Medalha de Ouro),
Late Bottled Vintage 2008 e Quinta dos Malvedos Vintage 2001
('Excepcional' – Medalhas de Prata), e também para os vinhos DOC Douro
Chryseia, Post Scriptum e Prazo de Roriz — todos contemplados com
medalhas de prata. A Symington foi distinguida numa gala que contou
entre os seus premiados com alguns dos nomes mais sonantes do panorama
vínico (e de espirituosos) a nível global: Wolf Blass (Austrália),
Stag's Leap (Napa, Califórnia), Bodegas Olarra (Rioja, Espanha) e
Diageo (Reino Unido). Parabéns Symington!
http://www.revistadevinhos.pt/artigos/show.aspx?seccao=noticias&artigo=12065&title=symington-recebem-premio-produtor-portugues-do-ano-2013&idioma=pt
Ramos Pinto edita livro
15 Novembro, 2013 12:11 | Revista de Vinhos
O lançamento do livro "Adriano Ramos Pinto – Vinhos e Arte" decorreu
no passado dia 8 de Novembro e contou com a presença dos autores Graça
Nicolau de Almeida e José António Gonçalves Guimarães.
O livro, editado pela Casa Ramos Pinto e que estará disponível para
venda ainda este mês nas lojas FNAC, é uma obra que pretende
homenagear através do seu espólio o fundador da Casa Ramos Pinto.
Tendo fundado a Casa Ramos Pinto em 1880, Adriano Ramos Pinto dedicou
toda a sua vida à empresa com uma intensidade invulgar até à sua morte
aos 66 anos. São cerca de 400 páginas que envolvem o leitor num mundo
onde o Vinho e a Arte caminham lado a lado. Assim foi o jovem que com
21 anos fundou a sua empresa, produziu os seus vinhos e
comercializou-os em todo mundo elevando a imagem do Vinho do Porto e
da Casa Ramos Pinto a uma notoriedade que perdura desde então.
O livro está à venda nas lojas FNAC.
http://www.revistadevinhos.pt/artigos/show.aspx?seccao=noticias&artigo=12062&title=ramos-pinto-edita-livro&idioma=pt
O lançamento do livro "Adriano Ramos Pinto – Vinhos e Arte" decorreu
no passado dia 8 de Novembro e contou com a presença dos autores Graça
Nicolau de Almeida e José António Gonçalves Guimarães.
O livro, editado pela Casa Ramos Pinto e que estará disponível para
venda ainda este mês nas lojas FNAC, é uma obra que pretende
homenagear através do seu espólio o fundador da Casa Ramos Pinto.
Tendo fundado a Casa Ramos Pinto em 1880, Adriano Ramos Pinto dedicou
toda a sua vida à empresa com uma intensidade invulgar até à sua morte
aos 66 anos. São cerca de 400 páginas que envolvem o leitor num mundo
onde o Vinho e a Arte caminham lado a lado. Assim foi o jovem que com
21 anos fundou a sua empresa, produziu os seus vinhos e
comercializou-os em todo mundo elevando a imagem do Vinho do Porto e
da Casa Ramos Pinto a uma notoriedade que perdura desde então.
O livro está à venda nas lojas FNAC.
http://www.revistadevinhos.pt/artigos/show.aspx?seccao=noticias&artigo=12062&title=ramos-pinto-edita-livro&idioma=pt
Uso de galheteiros na restauração proibido em Espanha
por Ana Rita Costa18 de Novembro - 2013
Já foi aprovado em Espanha o decreto-lei relativo às normas de
comercialização de azeite no canal Horeca que proíbe a utilização de
galheteiros na restauração, hotelaria e catering.
À semelhança do que já acontece em Portugal, a lei aprovada em Espanha
determina que os setores da hotelaria, restauração e catering devem
colocar à disposição do consumidor final azeite, e vinagre, em
embalagens etiquetadas com um sistema de abertura que perca a sua
integridade após a primeira utilização.
Quando possam ser utilizadas mais do que uma vez, estas embalagens
devem dispor de um sistema de proteção que impeça a sua reutilização,
uma vez terminado o seu conteúdo original.
A nova lei entra em vigor no dia 1 de janeiro do próximo ano.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7733&bl=1
Já foi aprovado em Espanha o decreto-lei relativo às normas de
comercialização de azeite no canal Horeca que proíbe a utilização de
galheteiros na restauração, hotelaria e catering.
À semelhança do que já acontece em Portugal, a lei aprovada em Espanha
determina que os setores da hotelaria, restauração e catering devem
colocar à disposição do consumidor final azeite, e vinagre, em
embalagens etiquetadas com um sistema de abertura que perca a sua
integridade após a primeira utilização.
Quando possam ser utilizadas mais do que uma vez, estas embalagens
devem dispor de um sistema de proteção que impeça a sua reutilização,
uma vez terminado o seu conteúdo original.
A nova lei entra em vigor no dia 1 de janeiro do próximo ano.
http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7733&bl=1
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