Por Agência Lusa, publicado em 30 Jul 2012 - 15:23 | Actualizado há 44
minutos 15 segundos
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O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirmou hoje que o Estado
tem "respondido à necessidade de dar garantias de controlo alimentar e
fitossanitário" e que não existe "nenhuma razão" para "deixar nos
portugueses qualquer insegurança".
"Não existe desse ponto de vista nenhuma razão para alimentar
quaisquer polémicas ou deixar nos portugueses qualquer insegurança",
afirmou Passos Coelho aos jornalistas, depois de questionado sobre as
competências da ASAE.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Portugueses consumiram alimentos com controlo incompleto
NOS ANOS ENTRE 2009 E 2011
por Lusa, publicado por Ana MeirelesHoje
A carne é um dos alimentos com problemas na rapidez das análises.
Fotografia © Carlos Santos/Global Imagens
Alguns alimentos controlados pela Direção-Geral de Veterinária foram
consumidos entre 2009 e 2011 antes de se conhecerem os resultados das
análises, mas o responsável por aquela entidade garante que a saúde
dos portugueses não esteve em risco.
De acordo com o diretor-geral de Alimentação e Veterinária, Nuno
Vieira e Brito, o plano criado para verificar a existência de
substâncias ilegais em alimentos como a carne, os ovos, o leite ou o
mel (o Plano Nacional de Controle de Resíduos) teve alguns problemas
na rapidez de controlo das análises.
por Lusa, publicado por Ana MeirelesHoje
A carne é um dos alimentos com problemas na rapidez das análises.
Fotografia © Carlos Santos/Global Imagens
Alguns alimentos controlados pela Direção-Geral de Veterinária foram
consumidos entre 2009 e 2011 antes de se conhecerem os resultados das
análises, mas o responsável por aquela entidade garante que a saúde
dos portugueses não esteve em risco.
De acordo com o diretor-geral de Alimentação e Veterinária, Nuno
Vieira e Brito, o plano criado para verificar a existência de
substâncias ilegais em alimentos como a carne, os ovos, o leite ou o
mel (o Plano Nacional de Controle de Resíduos) teve alguns problemas
na rapidez de controlo das análises.
Assunção Cristas: DGV recolhe desde janeiro as amostras de alimentos que eram da ASAE
Desde o início deste ano a ASAE deixou de recolher as amostras de
alimentos, como a carne, antes de chegar aos pontos de venda
Assunção Cristas
D.R.
30/07/2012 | 12:34 | Dinheiro Vivo
A direção-geral de Veterinário é que faz desde o início deste ano a
recolha de amostras de alimentos que antes era feita pela ASAE e não
há "nenhum" problema de saúde pública em termos de fiscalização
alimentar, garantiu hoje a ministra da Agricultura no Parlamento.
"Não existe nenhum problema para a saúde pública. Os alimentos estão a
ser analisados e a saúde dos portugueses não está em risco, apesar de
ter sido reduzida a participação da ASAE" em termos de fiscalização
alimentar, afirmou Assunção Cristas na comissão parlamentar de
Agricultura e Mar dedicada à Politica Agrícola Comum (PAC).
A ministra admitiu que desde o início deste ano a ASAE deixou de
recolher as amostras de alimentos, como as de carne à saída dos
matadouros, antes de chegar aos pontos de venda, mas explicou que esta
alteração não prejudica ou põe em causa a segurança alimentar.
alimentos, como a carne, antes de chegar aos pontos de venda
Assunção Cristas
D.R.
30/07/2012 | 12:34 | Dinheiro Vivo
A direção-geral de Veterinário é que faz desde o início deste ano a
recolha de amostras de alimentos que antes era feita pela ASAE e não
há "nenhum" problema de saúde pública em termos de fiscalização
alimentar, garantiu hoje a ministra da Agricultura no Parlamento.
"Não existe nenhum problema para a saúde pública. Os alimentos estão a
ser analisados e a saúde dos portugueses não está em risco, apesar de
ter sido reduzida a participação da ASAE" em termos de fiscalização
alimentar, afirmou Assunção Cristas na comissão parlamentar de
Agricultura e Mar dedicada à Politica Agrícola Comum (PAC).
A ministra admitiu que desde o início deste ano a ASAE deixou de
recolher as amostras de alimentos, como as de carne à saída dos
matadouros, antes de chegar aos pontos de venda, mas explicou que esta
alteração não prejudica ou põe em causa a segurança alimentar.
Iniciativas Legislativas do PCP sobre o sector das Pescas
O Projecto de Resolução n.º 280/XII/1ª, da autoria do PCP, que
recomendava ao Governo a criação de um mecanismo de subsidiação de
gasolina para as embarcações de pesca, foi esta semana rejeitado com
os votos contra dos grupos parlamentares do PSD e do CDS-PP, com a
abstenção do PS e o voto favorável das restantes bancadas.
Infelizmente e sabendo nós que as questões de rentabilidade são as que
maioritariamente afligem o sector da pesca, a maioria que suporta o
governo recusou recomendar ao mesmo que seja encontrada uma solução
que trate o sector das pescas como trata outros sectores produtivos.
recomendava ao Governo a criação de um mecanismo de subsidiação de
gasolina para as embarcações de pesca, foi esta semana rejeitado com
os votos contra dos grupos parlamentares do PSD e do CDS-PP, com a
abstenção do PS e o voto favorável das restantes bancadas.
Infelizmente e sabendo nós que as questões de rentabilidade são as que
maioritariamente afligem o sector da pesca, a maioria que suporta o
governo recusou recomendar ao mesmo que seja encontrada uma solução
que trate o sector das pescas como trata outros sectores produtivos.
Patrulha a cavalo vigia floresta em Vouzela
Segunda, 30 Julho 2012
Pelo segundo ano consecutivo, uma equipa constituída por dois homens a
cavalo está a patrulhar a floresta do concelho de Vouzela. De segunda
a sexta-feira, e esporadicamente também ao fim-de-semana, esta equipa
percorre cerca de 40km pela floresta, vigiando o Monte da Sr.ª do
Castelo, a Serra da Manga, a Penoita e a zona da Foz.
Depois de cumprirem a sua jornada diária de trabalho, estes dois
voluntários da vila de Vouzela estão ao dispor da protecção civil das
17.30 até às 21h.
Pelo segundo ano consecutivo, uma equipa constituída por dois homens a
cavalo está a patrulhar a floresta do concelho de Vouzela. De segunda
a sexta-feira, e esporadicamente também ao fim-de-semana, esta equipa
percorre cerca de 40km pela floresta, vigiando o Monte da Sr.ª do
Castelo, a Serra da Manga, a Penoita e a zona da Foz.
Depois de cumprirem a sua jornada diária de trabalho, estes dois
voluntários da vila de Vouzela estão ao dispor da protecção civil das
17.30 até às 21h.
Vinho português capaz de passar além da Taprobana
por LEONÍDIO PAULO FERREIRAHoje5 comentários
Não se pense que serão os portugueses a fazer o Sri Lanka trocar o chá
pelo vinho. Mas está lá um enólogo português a ensinar como cultivar
vinhas e que espera produzir já no próximo ano 150 mil garrafas de
tinto e também de rosé. Brindemos à primeira colheita.
O desafio foi feito pelos cingaleses a uma quinta da Vidigueira com
donos holandeses, esse povo que no século XVII expulsou os portugueses
da ilha então chamada Ceilão. Aliança contranatura? Não. Depois da
guerra entre colonizadores, os portugueses que restaram e os
holandeses misturaram-se para criar a minoria cristã do Sri Lanka, os
burghers, de apelidos Fonseka, Silva, Vandort ou Bhartolomeusz.
Brindemos aos "burgueses".
Não se pense que serão os portugueses a fazer o Sri Lanka trocar o chá
pelo vinho. Mas está lá um enólogo português a ensinar como cultivar
vinhas e que espera produzir já no próximo ano 150 mil garrafas de
tinto e também de rosé. Brindemos à primeira colheita.
O desafio foi feito pelos cingaleses a uma quinta da Vidigueira com
donos holandeses, esse povo que no século XVII expulsou os portugueses
da ilha então chamada Ceilão. Aliança contranatura? Não. Depois da
guerra entre colonizadores, os portugueses que restaram e os
holandeses misturaram-se para criar a minoria cristã do Sri Lanka, os
burghers, de apelidos Fonseka, Silva, Vandort ou Bhartolomeusz.
Brindemos aos "burgueses".
Monchique nove anos depois do inferno
29 de Julho, 2012por Sónia Balasteiro
Depois dos incêndios de 2003, ainda se fazem contas às perdas com
cortiça, madeira e agricultura. Todos temem que as chamas voltem, mas
a floresta continua por limpar.
Para a floresta, foi fácil começar de novo. Já para as pessoas que
dela vivem, a recuperação está a ser lenta e dolorosa. É assim, hoje
em dia, a vida na Serra de Monchique, no Algarve, nove anos depois de
aqui se assistir a um dos mais violentos incêndios do país.
Este ano, as chamas voltaram a assustar a população algarvia, desta
vez em Tavira e São Brás de Alportel, e também a ilha da Madeira,
especialmente nas zonas rurais. Em todos os locais por onde o fogo
passou, foram consumidos milhares de hectares de floresta, e
destruídas habitações e outros bens materiais (ver texto ao lado).
Serão agora precisos anos para que Natureza e populações recuperem.
Depois dos incêndios de 2003, ainda se fazem contas às perdas com
cortiça, madeira e agricultura. Todos temem que as chamas voltem, mas
a floresta continua por limpar.
Para a floresta, foi fácil começar de novo. Já para as pessoas que
dela vivem, a recuperação está a ser lenta e dolorosa. É assim, hoje
em dia, a vida na Serra de Monchique, no Algarve, nove anos depois de
aqui se assistir a um dos mais violentos incêndios do país.
Este ano, as chamas voltaram a assustar a população algarvia, desta
vez em Tavira e São Brás de Alportel, e também a ilha da Madeira,
especialmente nas zonas rurais. Em todos os locais por onde o fogo
passou, foram consumidos milhares de hectares de floresta, e
destruídas habitações e outros bens materiais (ver texto ao lado).
Serão agora precisos anos para que Natureza e populações recuperem.
Especialista mostra que energia nuclear pode conservar alimentos por mais tempo
Indústria patrocínio:
25/07/2012 - 20h05 0
Assuntos relacionados: cnen, expo t&c, pesquisa, inovação, alimentos, brotamento
SÃO LUÍS - Frutas frescas, grãos e vegetais podem ter durabilidade
três vezes maior com a irradiação de alimentos...
Agência Brasil
SÃO LUÍS – Frutas frescas, grãos e vegetais podem ter durabilidade
três vezes maior com a irradiação de alimentos. É o que garante a
técnica apresentada pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen)
na ExpoT&C, mostra de ciência, tecnologia e inovação da 64ª Reunião
Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
25/07/2012 - 20h05 0
Assuntos relacionados: cnen, expo t&c, pesquisa, inovação, alimentos, brotamento
SÃO LUÍS - Frutas frescas, grãos e vegetais podem ter durabilidade
três vezes maior com a irradiação de alimentos...
Agência Brasil
SÃO LUÍS – Frutas frescas, grãos e vegetais podem ter durabilidade
três vezes maior com a irradiação de alimentos. É o que garante a
técnica apresentada pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen)
na ExpoT&C, mostra de ciência, tecnologia e inovação da 64ª Reunião
Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
Vinhos de Alcobaça iniciam novo ciclo
Com aposta no conhecimento, tecnologia e marketing
Painel de oradores
O colóquio "Vinhos de Cister - dos Coutos de Alcobaça ao século XXI",
realizado no dia 28 de julho, no Parque de Negócios, foi claro nas
conclusões: a região tem condições para produzir bons vinhos,
sobretudo, vinhos brancos, devido à proximidade do mar, mas tem de
apostar no conhecimento, na tecnologia e no marketing. Os oradores
reconheceram ser injusta a má fama criada pelos vinhos de Alcobaça nas
últimas décadas, dado que os solos e o clima são os mesmos do tempo
dos monges de Cister, quando se produzia vinho de qualidade, embora
admitam ser necessário profissionalizar todo o ciclo do vinho, da
produção à comercialização. A Quinta dos Capuchos é uma das primeiras
empresas do concelho a atingir a excelência neste setor.
Painel de oradores
O colóquio "Vinhos de Cister - dos Coutos de Alcobaça ao século XXI",
realizado no dia 28 de julho, no Parque de Negócios, foi claro nas
conclusões: a região tem condições para produzir bons vinhos,
sobretudo, vinhos brancos, devido à proximidade do mar, mas tem de
apostar no conhecimento, na tecnologia e no marketing. Os oradores
reconheceram ser injusta a má fama criada pelos vinhos de Alcobaça nas
últimas décadas, dado que os solos e o clima são os mesmos do tempo
dos monges de Cister, quando se produzia vinho de qualidade, embora
admitam ser necessário profissionalizar todo o ciclo do vinho, da
produção à comercialização. A Quinta dos Capuchos é uma das primeiras
empresas do concelho a atingir a excelência neste setor.
Criação do núcleo do PROVE em Albufeira
Economia
Consumidores de Albufeira vão poder adquirir cabazes de produtos
hortofrutícolas provenientes da agricultura local.
Parceiros reúnem-se na sede da Associação In Loco para criar novo
núcleo com agricultores da zona.
Quatro agricultores locais acompanhados da vereadora Ana Pífaro, da
Câmara Municipal de Albufeira, e de técnicos do Serviço Municipal de
Apoio ao Empreendedorismo da autarquia, reuniram-se com a Associação
In Loco com o objetivo de criar um novo núcleo do PROVE, em Albufeira.
Consumidores de Albufeira vão poder adquirir cabazes de produtos
hortofrutícolas provenientes da agricultura local.
Parceiros reúnem-se na sede da Associação In Loco para criar novo
núcleo com agricultores da zona.
Quatro agricultores locais acompanhados da vereadora Ana Pífaro, da
Câmara Municipal de Albufeira, e de técnicos do Serviço Municipal de
Apoio ao Empreendedorismo da autarquia, reuniram-se com a Associação
In Loco com o objetivo de criar um novo núcleo do PROVE, em Albufeira.
Seguro quer Passos esclareça falta de controlo de alimentos
ALIMENTAÇÃO
por Texto da agência Lusa publicado por Paula MouratoOntem
O secretário-geral do PS, António José Seguro, considerou hoje que
quem tem que esclarecer os portugueses sobre a questão das amostras
alimentares é o primeiro-ministro, pedindo medidas ao Governo para que
não existam dúvidas quanto à segurança alimentar.
"Quem tem que prestar esclarecimentos aos portugueses, e rapidamente
se ainda não o fez, é o primeiro-ministro. O primeiro-ministro não
pode deixar no ar esta suspeita de que há problemas com a segurança
alimentar dos portugueses", disse António José Seguro quando
questionado pelos jornalistas, em Baião, sobre a notícia avançada hoje
pelo Jornal de Notícias de que a ASAE não está a recolher as amostras
alimentares necessárias.
por Texto da agência Lusa publicado por Paula MouratoOntem
O secretário-geral do PS, António José Seguro, considerou hoje que
quem tem que esclarecer os portugueses sobre a questão das amostras
alimentares é o primeiro-ministro, pedindo medidas ao Governo para que
não existam dúvidas quanto à segurança alimentar.
"Quem tem que prestar esclarecimentos aos portugueses, e rapidamente
se ainda não o fez, é o primeiro-ministro. O primeiro-ministro não
pode deixar no ar esta suspeita de que há problemas com a segurança
alimentar dos portugueses", disse António José Seguro quando
questionado pelos jornalistas, em Baião, sobre a notícia avançada hoje
pelo Jornal de Notícias de que a ASAE não está a recolher as amostras
alimentares necessárias.
Portugal corre risco de sofrer embargo europeu
Publicado às 00.23
ALEXANDRA INÁCIO
foto CARLOS SANTOS / GLOBAL IMAGENS / ARQUIVO
ASAE deixou de fiscalizar carne nos matadouros, entre outros produtos
alimentares
Se a união europeia concluir que o país não está a cumprir o Plano
Nacional de Pesquisa de Resíduos pode decretar um embargo e fechar o
mercado europeu aos produtos portugueses de origem animal.
A possibilidade ainda é teórica e o ex-subdiretor da Direção-Geral de
Veterinária espera que não se concretize, até porque seria caso
inédito. Mas Fernando Bernardo admite o receio de 2012 "estar
comprometido", por as brigadas da Autoridade da Segurança Alimentar e
Económica (ASAE) terem deixado de fiscalizar.
ALEXANDRA INÁCIO
foto CARLOS SANTOS / GLOBAL IMAGENS / ARQUIVO
ASAE deixou de fiscalizar carne nos matadouros, entre outros produtos
alimentares
Se a união europeia concluir que o país não está a cumprir o Plano
Nacional de Pesquisa de Resíduos pode decretar um embargo e fechar o
mercado europeu aos produtos portugueses de origem animal.
A possibilidade ainda é teórica e o ex-subdiretor da Direção-Geral de
Veterinária espera que não se concretize, até porque seria caso
inédito. Mas Fernando Bernardo admite o receio de 2012 "estar
comprometido", por as brigadas da Autoridade da Segurança Alimentar e
Económica (ASAE) terem deixado de fiscalizar.
Diretor-geral de Veterinária garante que saúde dos portugueses não está em causa
O diretor-geral da Alimentação e Veterinária garantiu, este domingo,
que os alimentos estão a ser analisados e que a saúde dos portugueses
não está em risco, apesar de ter sido reduzida a participação da
Autoridade de Segurança Alimentar e Económica.
A Direção-geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) recolheu até agora
um terço das amostras de alimentos que se propôs recolher este ano,
disse à Lusa Nuno Vieira e Brito, diretor Geral da DGAV. O plano para
2012 é de 7500 recolhas o que significa que os técnicos já terão feito
cerca de 2500.
O "Jornal de Notícias" noticia, este domingo, que a Autoridade de
Segurança Alimentar e Económica (ASAE) deixou de recolher amostras a
pedido da DGAV, informação que foi confirmada à agência Lusa pelo
Inspetor-geral da ASAE, António Nunes.
que os alimentos estão a ser analisados e que a saúde dos portugueses
não está em risco, apesar de ter sido reduzida a participação da
Autoridade de Segurança Alimentar e Económica.
A Direção-geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) recolheu até agora
um terço das amostras de alimentos que se propôs recolher este ano,
disse à Lusa Nuno Vieira e Brito, diretor Geral da DGAV. O plano para
2012 é de 7500 recolhas o que significa que os técnicos já terão feito
cerca de 2500.
O "Jornal de Notícias" noticia, este domingo, que a Autoridade de
Segurança Alimentar e Económica (ASAE) deixou de recolher amostras a
pedido da DGAV, informação que foi confirmada à agência Lusa pelo
Inspetor-geral da ASAE, António Nunes.
Inspetor Geral confirma que ASAE deixou de recolher amostras
Lusa
29 Jul, 2012, 17:26
O Inspetor Geral da ASAE disse hoje que a Direção Geral de Veterinária
deixou de pedir amostras para controlar os alimentos, mas que as ações
de fiscalização aos produtos vendidos diretamente ao público se
mantêm.
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) "tem vindo a
desenvolver a sua atividade no corrente ano exatamente nos mesmos
moldes que fez nos anos anteriores", afirmou à Lusa o inspetor geral
António Nunes, lembrando que a ASAE é responsável por fiscalizar os
produtos manipulados que são diretamente vendidos ao público.
Os inspetores daquela polícia analisam os alimentos "como
hambúrgueres, chouriço, carne picada, leite ou ovos que estão nos
pontos de venda", para verificar se as normas de higiene e segurança
alimentar estão a ser cumpridas.
29 Jul, 2012, 17:26
O Inspetor Geral da ASAE disse hoje que a Direção Geral de Veterinária
deixou de pedir amostras para controlar os alimentos, mas que as ações
de fiscalização aos produtos vendidos diretamente ao público se
mantêm.
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) "tem vindo a
desenvolver a sua atividade no corrente ano exatamente nos mesmos
moldes que fez nos anos anteriores", afirmou à Lusa o inspetor geral
António Nunes, lembrando que a ASAE é responsável por fiscalizar os
produtos manipulados que são diretamente vendidos ao público.
Os inspetores daquela polícia analisam os alimentos "como
hambúrgueres, chouriço, carne picada, leite ou ovos que estão nos
pontos de venda", para verificar se as normas de higiene e segurança
alimentar estão a ser cumpridas.
Uma garrafa de vinho que te faz usar óculos
Por Felippe Canale | Para curtir – sáb, 28 de jul de 2012
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Calma, beber vinho não prejudica os olhos, ao menos que você beba
tanto ao ponto de ficar com a vista turva e cair no chão.
O título desta matéria se refere a empresa de design polonêsa
Luksemburk, que criou a garrafa de vinho Pink Glasses, dá uma olhada
nas fotos de divulgação.
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Calma, beber vinho não prejudica os olhos, ao menos que você beba
tanto ao ponto de ficar com a vista turva e cair no chão.
O título desta matéria se refere a empresa de design polonêsa
Luksemburk, que criou a garrafa de vinho Pink Glasses, dá uma olhada
nas fotos de divulgação.
Agricultura: Mundo rural volta a ser valorizado perante desafios da economia e população
8:01 Domingo, 29 de Julho de 2012
Lisboa, 29 jul (Lusa) - O crescimento da população, a crise económica
e as alterações climáticas trazem novos desafios ao mundo rural e a
economia camponesa voltou a ser valorizada em muitas regiões,
incluindo Portugal, defendeu hoje o sociólogo Boaventura de Sousa
Santos.
"Está a surgir uma revalorização da economia familiar ou economia
camponesa, o que acontece também em Portugal", porque a crise obriga a
que muitos que tinham abandonado as suas terras tentem recuperá-las,
principalmente no norte e centro, regiões de minifundio", disse à
agência Lusa o especialista.
Lisboa, 29 jul (Lusa) - O crescimento da população, a crise económica
e as alterações climáticas trazem novos desafios ao mundo rural e a
economia camponesa voltou a ser valorizada em muitas regiões,
incluindo Portugal, defendeu hoje o sociólogo Boaventura de Sousa
Santos.
"Está a surgir uma revalorização da economia familiar ou economia
camponesa, o que acontece também em Portugal", porque a crise obriga a
que muitos que tinham abandonado as suas terras tentem recuperá-las,
principalmente no norte e centro, regiões de minifundio", disse à
agência Lusa o especialista.
ASAE quase não fiscaliza alimentos por alegada falta de dinheiro
ASAE quase não fiscaliza alimentos por alegada falta de dinheiro
Desde o início deste ano que a Autoridade de Segurança Alimentar e
Económica não fez praticamente fiscalização à qualidade dos alimentos
que consumimos. A denúncia parte de uma fonte da própria ASAE, que ao
"Jornal de Notícias" fala em falta de dinheiro.
A DECO diz à Renascença tratar-se de um perigo para a saúde pública,
uma vez que não há controlo sobre a qualidade dos alimentos, e pode
também configurar uma eventual violação de regras comunitárias.
Desde o início deste ano que a Autoridade de Segurança Alimentar e
Económica não fez praticamente fiscalização à qualidade dos alimentos
que consumimos. A denúncia parte de uma fonte da própria ASAE, que ao
"Jornal de Notícias" fala em falta de dinheiro.
A DECO diz à Renascença tratar-se de um perigo para a saúde pública,
uma vez que não há controlo sobre a qualidade dos alimentos, e pode
também configurar uma eventual violação de regras comunitárias.
Beja: 50 jovens de vários pontos do país despedem-se da Agroweek
Regional | 07:00 | 29-07-2012
Os 50 jovens de vários pontos do país despedem-se, hoje, da Agroweek.
Uma semana de muitas actividades promovida pelo Instituto Politécnico
de Beja e pela Revista Fórum Estudante em colaboração com várias
entidades da região.
50 jovens de vários pontos do País despedem-se, hoje, da Agroweek uma
iniciativa promovida pelo Instituto Politécnico de Beja e pela Revista
Fórum Estudante em colaboração com várias entidades da região.
Sensibilizar os jovens através de actividades lúdico/pedagógicas para
as problemáticas associadas a temas sensíveis para o desenvolvimento
do País como é o caso da produção agrícola, do desenvolvimento
sustentável e do ambiente foram os objectivos desta iniciativa que
pretendeu também contribuir para consolidar a imagem da região, da
cidade e do seu Instituto Politécnico, como um destino privilegiado
para todos os jovens que nesta fase pretendem prosseguir estudos no
Ensino Superior.
Os 50 jovens de vários pontos do país despedem-se, hoje, da Agroweek.
Uma semana de muitas actividades promovida pelo Instituto Politécnico
de Beja e pela Revista Fórum Estudante em colaboração com várias
entidades da região.
50 jovens de vários pontos do País despedem-se, hoje, da Agroweek uma
iniciativa promovida pelo Instituto Politécnico de Beja e pela Revista
Fórum Estudante em colaboração com várias entidades da região.
Sensibilizar os jovens através de actividades lúdico/pedagógicas para
as problemáticas associadas a temas sensíveis para o desenvolvimento
do País como é o caso da produção agrícola, do desenvolvimento
sustentável e do ambiente foram os objectivos desta iniciativa que
pretendeu também contribuir para consolidar a imagem da região, da
cidade e do seu Instituto Politécnico, como um destino privilegiado
para todos os jovens que nesta fase pretendem prosseguir estudos no
Ensino Superior.
Seca agrava perdas agrícolas
Ambiente: Falta de chuva reduz produtividade de explorações
A produtividade agrícola regista perdas significativas devido à seca,
que este mês sofreu um novo agravamento. As quebras de produção de
trigo atingem os 40% no Alentejo. Na região Centro, líder na produção
de batata, a produtividade deste alimento regista igualmente uma
redução de 40%. No Algarve, os citrinos registam uma diminuição de 30%
e a alfarroba de 40%. Em Lisboa e Vale do Tejo há uma redução
expressiva na produção de uva de 29%. Também no Norte, a falta de
chuva provoca estragos, com uma diminuição de 25% nos produtos
hortícolas.
29 Julho 2012Nº de votos (1) Comentários (2)
Por:João Saramago
O 8º relatório de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca
revela que, no final de Junho, 80% do território do continente estava
em seca severa ou extrema. Numa projecção para este mês, observados
valores de precipitação extremamente baixos, a seca sofreu novo
agravamento, com 74% do território em seca extrema (nível mais grave)
e 17% em seca severa. Ontem, o Instituto da Água revelava uma
quantidade de precipitação de 2,5 litros/metro quadrado, muito abaixo
do habitual para Julho (10,3 l/m2).
A produtividade agrícola regista perdas significativas devido à seca,
que este mês sofreu um novo agravamento. As quebras de produção de
trigo atingem os 40% no Alentejo. Na região Centro, líder na produção
de batata, a produtividade deste alimento regista igualmente uma
redução de 40%. No Algarve, os citrinos registam uma diminuição de 30%
e a alfarroba de 40%. Em Lisboa e Vale do Tejo há uma redução
expressiva na produção de uva de 29%. Também no Norte, a falta de
chuva provoca estragos, com uma diminuição de 25% nos produtos
hortícolas.
29 Julho 2012Nº de votos (1) Comentários (2)
Por:João Saramago
O 8º relatório de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca
revela que, no final de Junho, 80% do território do continente estava
em seca severa ou extrema. Numa projecção para este mês, observados
valores de precipitação extremamente baixos, a seca sofreu novo
agravamento, com 74% do território em seca extrema (nível mais grave)
e 17% em seca severa. Ontem, o Instituto da Água revelava uma
quantidade de precipitação de 2,5 litros/metro quadrado, muito abaixo
do habitual para Julho (10,3 l/m2).
Cristas promete apoios para vitivinicultores do Douro
MAU TEMPO
por Lusa, publicado por Ricardo Simões Ferreira28 Julho 2012
Assunção Cristas Fotografia © Diana Quintela / Global Imagens
A ministra da Agricultura disse hoje que haverá apoios para os
vitivinicultores do Douro que perderam as sua produções, após a
intempérie que se abateu sobre a região do Douro.
"Vai haver apoios e está ser efetuado um levantamento no terreno,
desde a primeira hora. Estamos a falar de cerca 700 hectares de
terreno afetados, o que se traduz numa centena produtores
prejudicados", disse Assunção Cristas.
No terreno será feito um "tratamento", já no "imediato", para que as
videiras possam dar continuidade, disse ainda a ministra da
Agricultura, do Mar, do Ambiente e do ordenamento do Território
(MAMAOT).
por Lusa, publicado por Ricardo Simões Ferreira28 Julho 2012
Assunção Cristas Fotografia © Diana Quintela / Global Imagens
A ministra da Agricultura disse hoje que haverá apoios para os
vitivinicultores do Douro que perderam as sua produções, após a
intempérie que se abateu sobre a região do Douro.
"Vai haver apoios e está ser efetuado um levantamento no terreno,
desde a primeira hora. Estamos a falar de cerca 700 hectares de
terreno afetados, o que se traduz numa centena produtores
prejudicados", disse Assunção Cristas.
No terreno será feito um "tratamento", já no "imediato", para que as
videiras possam dar continuidade, disse ainda a ministra da
Agricultura, do Mar, do Ambiente e do ordenamento do Território
(MAMAOT).
Mais de metade do território em seca extrema
Publicado a 28 JUL 12 às 14:47
Oitenta por cento do território nacional está em seca severa ou
extrema e a água armazenada nas bacias hidrográficas encontra-se
abaixo do habitual.
O relatório de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca, agora
divulgado pelo Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do
Ordenamento do Território (MAMAOT) reporta-se à situação do país no
mês de junho, ocasião em que «16 por cento do território se encontrava
em seca moderada, 24 por cento em seca severa e 56 por cento em seca
extrema».
Uma situação provocada pela falta de chuva, que se tem vindo a
registar desde o início do ano. O valor da precipitação mensal ficou
60 por cento abaixo da média, continuando contudo a ser superior a
2004/2005 (ano em que ocorreu a mais grave situação de seca).
No mês passado, o valor médio da quantidade de precipitação foi de 14
mm, número inferior à média verificada no período 1971-2000 (32.2 mm).
O norte foi a região que registou mais precipitação (cerca de 70 por
cento em relação ao valor normal), ao contrário do que aconteceu no
sul do país: "Nas regiões do Alentejo e Algarve os valores foram muito
baixos, não se verificando precipitação em muitos locais".
Oitenta por cento do território nacional está em seca severa ou
extrema e a água armazenada nas bacias hidrográficas encontra-se
abaixo do habitual.
O relatório de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca, agora
divulgado pelo Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do
Ordenamento do Território (MAMAOT) reporta-se à situação do país no
mês de junho, ocasião em que «16 por cento do território se encontrava
em seca moderada, 24 por cento em seca severa e 56 por cento em seca
extrema».
Uma situação provocada pela falta de chuva, que se tem vindo a
registar desde o início do ano. O valor da precipitação mensal ficou
60 por cento abaixo da média, continuando contudo a ser superior a
2004/2005 (ano em que ocorreu a mais grave situação de seca).
No mês passado, o valor médio da quantidade de precipitação foi de 14
mm, número inferior à média verificada no período 1971-2000 (32.2 mm).
O norte foi a região que registou mais precipitação (cerca de 70 por
cento em relação ao valor normal), ao contrário do que aconteceu no
sul do país: "Nas regiões do Alentejo e Algarve os valores foram muito
baixos, não se verificando precipitação em muitos locais".
Arderam mais de 26 800 hectares no Algarve
Incêndios
Os incêndios no Algarve consumiram 26.839 hectares, entre 18 e 22 de
Julho, enquanto na Região Autónoma da Madeira os dados da União
Europeia indicam uma área de 5.339 hectares entre 19 e 24 de Julho.
13h07Nº de votos (0) Comentários (1)
Os dados constam da página na Internet do Sistema Europeu de
Informação de Fogo Florestal (European Forest Fire Information System
- EFFIS), da Comissão Europeia.
Segundo os últimos dados colocados no sistema, em Cachopo, no concelho
de Tavira (Algarve), arderam 26.442 hectares e em Azinhal, no concelho
de Castro Marim, arderam 397 hectares.
Os incêndios no Algarve consumiram 26.839 hectares, entre 18 e 22 de
Julho, enquanto na Região Autónoma da Madeira os dados da União
Europeia indicam uma área de 5.339 hectares entre 19 e 24 de Julho.
13h07Nº de votos (0) Comentários (1)
Os dados constam da página na Internet do Sistema Europeu de
Informação de Fogo Florestal (European Forest Fire Information System
- EFFIS), da Comissão Europeia.
Segundo os últimos dados colocados no sistema, em Cachopo, no concelho
de Tavira (Algarve), arderam 26.442 hectares e em Azinhal, no concelho
de Castro Marim, arderam 397 hectares.
Estimativas da safra de grãos da Rússia caem devido a seca
sexta-feira, 27 de julho de 2012 12:16 BRT Imprimir [-] Texto [+]
MOSCOU, 27 Jul (Reuters) - O centro meteorológico da Rússia cortou
suas previsões para a safra 2012 de grãos, incluindo leguminosas, para
entre 77 e 80 milhões de toneladas, após uma seca atingir diversas
áreas do país, disse Alexandre Frolov, diretor da entidade, nesta
sexta-feira.
Anteriormente, o Serviço Federal de Monitoramento Hidrometeorológico e
Ambiental da Rússia (Rosgidromet, na sigla oficial) esperava que a
safra do país seria de 83 a 86 milhões de toneladas de grãos neste
ano, abaixo no volume do ano anterior, de 94 milhões de toneladas.
A seca de primavera foi seguida por persistentes chuvas no sul das
região agrícola da Rússia, e a seca na Sibéria e no vale do Rio Volga,
aumentando temores de uma possível interrupção das exportações de
grãos do país.
MOSCOU, 27 Jul (Reuters) - O centro meteorológico da Rússia cortou
suas previsões para a safra 2012 de grãos, incluindo leguminosas, para
entre 77 e 80 milhões de toneladas, após uma seca atingir diversas
áreas do país, disse Alexandre Frolov, diretor da entidade, nesta
sexta-feira.
Anteriormente, o Serviço Federal de Monitoramento Hidrometeorológico e
Ambiental da Rússia (Rosgidromet, na sigla oficial) esperava que a
safra do país seria de 83 a 86 milhões de toneladas de grãos neste
ano, abaixo no volume do ano anterior, de 94 milhões de toneladas.
A seca de primavera foi seguida por persistentes chuvas no sul das
região agrícola da Rússia, e a seca na Sibéria e no vale do Rio Volga,
aumentando temores de uma possível interrupção das exportações de
grãos do país.
domingo, 29 de julho de 2012
Ministério da Agricultura admite menos fiscalização nos produtos alimentares
Publicado hoje às 12:59
O Ministério da Agricultura admite que há menos fiscalização dos produtos alimentares e reconhece que a razão tem a ver com uma racionalização de recursos.
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Em nome do Ministério da Agricultura, o diretor-geral de Alimentação e Veterinária garante que não está em causa a saúde pública, mas reconhece que a fiscalização diminuiu. A Jornalista Sofia Morais conversou com Nuno Vieira Brito.
O Ministério da Agricultura garante que não está em causa a saúde pública.
O Jornal de Notícias avança, este domingo, que a carne, o peixe, os ovos e o mel não estão a ser fiscalizados e que desde Março não foram recolhidas amostras para analisar estes produtos.
Em declarações à TSF, Nuno Vieira Brito admite que a otimização de recursos vai afetar a recolha de amostras. O ano passado foram recolhidas 7800 amostras de controlo de qualidade dos alimentos.
O diretor-geral de Alimentação e Veterinária sublinha que o plano traçado para este ano não vai ser cumprido a 100 por cento.
Ninguém fiscaliza carne, ovos e peixe que comemos
Publicado às 00.30
MIGUEL GONÇALVES
Carne, mel, leite, ovos e peixe de aquacultura que comemos estão sem qualquer tipo de fiscalização. A Deco fala em "perigo para a saúde pública". A APDC exige explicações da ministra da Agricultura.
"Em janeiro e fevereiro não fizemos qualquer recolha de amostras para conferir se os produtores estão ou não a contaminar, com substâncias ilegais, as carnes, leite, ovos, mel e peixe. Em março foram feitas muito poucas recolhas de amostras - talvez umas 600 -, mas apenas no Centro e Sul do país. E desde então para cá estamos entregues à nossa sorte. É o que Deus quiser. Não há qualquer controlo. Ninguém pode garantir se o que andamos a comer está ou não contaminado por, por exemplo, medicamento proibidos ou produtos de crescimento rápido, que são muito bons para quem quer obter lucros imediatos, mas prejudiciais para a saúde humana", disse, ao JN, uma fonte da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica.
Incêndios já são o dobro da última década
Área ardida triplicou
O número de incêndios registado no primeiro semestre do ano é o dobro dos valores médios registados na última década e a área ardida quase triplicou, revela o relatório de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca.
28 Julho 2012Nº de votos (0) Comentários (3)
No documento agora divulgado pelo Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAMAOT) são analisadas os incêndios, fogachos e áreas ardidas desde 2002 a 2012 entre 1 de Janeiro e 30 de Junho.
Algarve e parte do interior em risco “elevado” ou “muito elevado” de incêndio
Instituto de Meteorologia
28.07.2012 - 09:27 Por PÚBLICO, Lusa
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O Algarve volta a estar no centro das preocupações depois dos fogos da semana passada (Foto: Vasco Célio)
O Algarve e o interior da região Centro estão neste sábado em risco “elevado” ou “muito elevado” de incêndio, refere o Instituto de Meteorologia (IM).
Seca: produção de azeitona e cereja cai a metade
sábado, 28 de Julho de 2012 | 16:05
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A produção nortenha da azeitona para azeite caiu quase para metade e as cerejas de Lisboa e Vale do Tejo serão este ano menos de metade, revela o relatório de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca.
Entre a fruta produzida na região de Lisboa e Vale do Tejo, o maior problema parece ser na cereja que deverá ter uma quebra entre os 50 e os 60 por cento, devido à precipitação intensa que caiu durante o mês em que normalmente ocorre a maturação dos frutos.
A região foi também afetada pela seca, que obrigou os agricultores a recorreram mais à rega, provocando uma descida dos níveis de água armazenada nos reservatórios que se encontram agora em “níveis mais baixos do que seria de esperar”.
“Os horticultores receiam não poder manter o ritmo e dotação de água de rega a partir da segunda quinzena de julho e início de agosto. A disponibilidade de água é inferior ao normal para a época”, refere o documento agora divulgado.
A horticultura em Lisboa e Vale do Tejo, que utiliza reservas superficiais de água, “irá ver o ritmo de produção afetado", alerta o documento do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAMAOT) relativo à situação do país em junho.
Vinho Verde: Produtores e comerciantes já podem negociar através de uma bolsa exclusiva
18:17 Sexta feira, 27 de julho de 2012
Porto, 27 jul (Lusa) - Produtores e comerciantes de vinho verde dispõem agora de uma bolsa "on line" criada pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) que tem como objetivo "potenciar negócios diretos" entre as duas partes.
Mais de metade do território português em seca extrema e bacias abaixo do normal
Lusa
28 Jul, 2012, 13:07
Oitenta por cento do território nacional está em seca severa ou extrema e a água armazenada nas bacias hidrográficas encontra-se abaixo do habitual, revela o relatório de Acompanhamento e Avaliação dos Impactos da Seca.
O documento agora divulgado pelo Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAMAOT) reporta-se à situação do país no mês de junho, ocasião em que "16 por cento do território se encontrava em seca moderada, 24 por cento em seca severa e 56 por cento em seca extrema".
PS acusa Cristas de insensibilidade. “Quem tem seguro não precisa de ajuda”
Vinhas destruidas pela tempestade no Douro
Ministra da Agricultura afirmou na televisão que apenas os vitivinicultores com seguro poderiam receber apoios. O Partido Socialista não gostou. 27-07-2012 16:41
O deputado socialista Rui Santos, eleito por Vila Real, afirmou hoje que a ministra da Agricultura está a ser insensível e mal aconselhada quanto à situação dos produtores afectados pela queda do granizo, em Sabrosa.
“A senhora ministra não conhece o Douro e só deve ter vindo à região de férias. Por isso, tem uma visão purista”, frisou.
Já o PSD acredita que os agricultores vão ser apoiados, mas sem referir se financeiramente ou através da atribuição de produtos para tratar as culturas.
A queda de granizo, trovoada e vento forte provocaram, na quarta-feira, prejuízos em vinhas, olivais, hortas e pomares em Sabrosa, em área inserida na Região Demarcada do Douro.
Escritório da FAO inaugurado na segunda-feira em Lisboa
27.07.2012 - 18:36 Por Lusa
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José Graziano da Silva, director-geral da FAO (Alessia Pierdomenico/REUTERS/FAO)
O acto de abertura do escritório da FAO junto do Secretariado Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa vai realizar-se na próxima segunda-feira, em Lisboa, anunciou hoje a CPLP.
A cerimónia será co-presidida pelo secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) em exercício, Domingos Simões Pereira, e pelo director-geral da Organização da ONU para a Agricultura e a Alimentação (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva, refere um comunicado da CPLP.
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