Beja recebe Encontro Anual de Produtores de Cevada, dia 9, às 10h30
A Unicer e a Maltibérica analisam a situação da cultura da cevada
dística em Portugal e fazem o balanço da campanha agrícola deste ano,
durante o Encontro Anual de Produtores de Cevada que decorre, dia 9 de
Novembro, sexta-feira, às 10h30, no Hotel Rural Vila Galé Clube de
Campo, em Beja.
A sessão de abertura estará a cargo de Rui Lopes Ferreira, presidente
do Conselho de Administração da Maltibérica, que terá a oportunidade
de fazer o balanço das actividades promovidas por esta empresa para
assegurar a sustentabilidade da fileira perante o actual cenário
macroeconómico.
Durante a manhã, e no sentido de reforçar o incentivo à produção de
cevada dística para cerveja, serão anunciadas novas medidas de apoio e
de estímulo aos produtores nacionais com quem a Maltibérica
contratualiza, assim como as perspectivas para a campanha do próximo
ano.
Este encontro contará ainda com as intervenções de António Pires de
Lima, presidente executivo da Unicer e de José Diogo Albuquerque,
secretário de Estado da Agricultura, que irá encerrar a cerimónia onde
estarão representados todos os parceiros da Unicer e da Maltibérica no
âmbito do Projecto de Incentivo à Cultura de Cevada Dística em
Portugal, Instituições Científicas e de apoio à Investigação,
Produtores do Ribatejo e Alentejo.
O Projecto de Incentivo à Cultura da Cevada Dística em Portugal é uma
iniciativa criada em 2000 que visa o desenvolvimento da cultura de
variedades de cevada dística para malte devidamente adequadas ao clima
nacional e à qualidade dos solos utilizados. Um projecto conjunto que
pretende potenciar este cereal como uma alternativa na rotação de
culturas de regadio em Portugal.
O encontro é seguido de almoço.
PROGRAMA:
10h30 Recepção e Welcome-coffee
11h00 Boas-Vindas pelo Dr. Rui Lopes Ferreira, Presidente do Conselho
de Administração da Maltibérica
11h15 Intervenções:
· Dra. Madalena Albuquerque, Syngenta
· Dr. Joaquim Miguel Ribeiro, Banco BPI
· Eng.ª Susana Oliveira, ADP - Adubos de Portugal
· Eng.º António Sevinate Pinto, Empresário Agrícola
· Dr. Bernardo Albino, ANPOC - Associação Nacional dos Produtores de Cereais
12h15 Perspectivas para a Campanha 2012/2013
12h30 Intervenção do Presidente Executivo da Unicer, Dr. António Pires de Lima
12h45 Entrega de Prémios "Campanha 2011/2012"
13h00 Encerramento pelo Senhor Secretário de Estado da Agricultura,
Eng.º José Diogo Albuquerque
13h30 Almoço
Fonte: lpm
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/11/06f.htm
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Ministra da Agricultura é "coqueluche" do governo… mas só se for para os grandes empresários do agro-negócio…
João Dinis
A Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e Ordenamento do
Território, aparece com frequência ligada aos projectos "milhionários"
da iniciativa e do interesse privativo das multinacionais e de outras
grandes empresas do agro-negócio, embora isto também não signifique
estarmos a dizer que ela seja "sócia" dessas grandes empresas.
Mas, de facto, a Ministra "cola" a sua acção e a sua imagem de
governante:- a multinacionais da manipulação genética e dos OGM; a
celuloses, aglomerados e corticeiras; à grande e mais intensiva
agro-indústria (azeite - hortofrutícolas - vinhos); aos grandes
proprietários absentistas; agora, até ao agro-negócio do amendoim e
das papoilas (morfina; ópio…) a instalar principalmente no Alqueva. A
isto, junta-se o "transvase" de verbas que está em curso com a
suspensão de importantes projectos de regadio público para canalizar
as correspondentes verbas públicas para outro tipo de grandes
projectos privados… Bem, dir-se-á que estas hipóteses de agro-negócio
são grandes "oportunidades", que vão permitir exportações de monta,
etc. Mas atenção:- pelo andar da carruagem, um dia destes vamos passar
a roer rama de eucalipto…amendoins…vamos injectar morfina "prá veia";
fumar umas "ganzas" de ópio… que não haverá alimentos para comer !...
A Banca e as Seguradoras são outros dos principais "contemplados" com
as medidas concretas da tutela como acontece, por exemplo, através de
sucessivas linhas de crédito bonificado mas a curto prazo.
Entretanto, a Ministra e o Governo não quiseram atribuir uma ajuda, a
fundo perdido, às centenas de pequenos e médios Vitivinicultores
Durienses severamente prejudicados pelas violentas quedas de granizo
(Maio e Julho) no Douro. E, também quanto a este caso, a Ministra nem
sequer ainda definiu a medida que prometeu, há mais de três meses,
relativamente ao "Benefício" (quota anual de Vinho Generoso/Porto)
desses Vitivinicultores nesta campanha.
Aliás, em quase ano e meio de governação, não há verdadeiramente
medidas de discriminação positiva para apoiar as Explorações Agrícolas
Familiares, antes pelo contrário, e ainda menos há perspectivas de que
isso venha a acontecer no futuro próximo. Por exemplo, a nível das
actuais "negociações" para a Reforma da PAC (2014/2020) há propostas
europeias no sentido de contemplar medidas específicas (subprogramas
temáticos), com apoios financeiros específicos, para a Agricultura
Familiar, incluindo para Jovens Agricultores. Pois, por estranho que
possa parecer, esta Ministra e o Governo estão a querer "ignorar" a
possibilidade de Portugal ficar incluído nesses subprogramas
específicos, da futura PAC, para a Agricultura Familiar e para o Mundo
Rural !...
Entretanto, há importantes dívidas à Lavoura que o Ministério da
Agricultura e o Governo não pagam como escandalosamente acontece com
as dívidas às Organizações de Produtores Pecuários por causa da
Sanidade Animal.
A Floresta Nacional está a ser vítima de uma série fatal de pragas e
doenças mas a Ministra apenas se preocupa em escancarar ainda mais as
portas ao lucro das celuloses, por exemplo, com a abertura à
eucaliptização indiscriminada e "selvagem" do País inteiro.
A "bandeira", amiga dos pequenos e médios Agricultores, essa
"bandeira" meticulosamente agitada, no passado recente, pelo seu
mentor político-partidário Paulo Portas, hoje, a Ministra nem sequer
sabe já onde está escondida tal "bandeira"… Veja-se até que, na
proposta de Orçamento de Estado para 2013, o Governo quer passar a
taxar com IVA certas transacções de produtos agro-alimentares e
algumas prestações de serviços, entre os pequenos médios Agricultores,
actividades que até agora estavam isentadas de IVA.
A Ministra da Agricultura "cultiva" pois uma imagem de determinação e
de afabilidade que mascara o essencial da sua intervenção como atrás
se destacou.
Mas já não convence. Aliás, sobretudo no dia 21 de Setembro, em
Aveiro, por ocasião da abertura da feira pecuária da AGROVOUGA, mas
também, a seguir, na Régua, depois no Alentejo, a Ministra foi mal
recebida, foi apupada pelos Agricultores. Assim, ela surge como mais
um agente ao serviço do programa de desastre nacional que este governo
cumpre em obediência às tróikas e aos grandes, ilegítimos e
antipatrióticos interesses que estas servem e impõem.
Tal como o Governo, e tal como os seus antecessores no cargo, a
Ministra professa a "teoria-fraude" da "competitividade" e manipula a
"publicidade enganosa" dos "milhões" para os Agricultores.
É um dogma enganador, mais a mais erigido a supremo desígnio nacional,
o da "competitividade" baseada na produção agro-industrial
super-intensiva toda virada para a Exportação. É mesmo um embuste
político que visa dar cobertura a estas políticas que concentram quase
tudo que é esforço público no restrito grupo dos super-recebedores de
subsídios públicos e de outros favores que os sucessivos governos têm
atribuído, como está a acontecer no sector agro-rural. Afinal, quantas
e quais dessas grandes empresas pagam impostos - e quanto pagam ? - em
Portugal ? E para onde "exportam" elas as mais-valias aqui geradas
também à custa da delapidação dos nossos recursos naturais (solos,
água, ecossistemas) ?
De facto, é tão, tão fraudulenta essa "teoria" da "competitividade"
que, como desgraçadamente se tem visto, a "fina-flor" dos alegados
"competitivos" - o sector da Banca e da alta finança - tem recebido
quantias "incontáveis" de dinheiros públicos afinal para cobrir as
suas grandes vigarices e para nos dar cabo da vida !
No sector agro-alimentar, menos de 2 000 grandes proprietários
absentistas e o grande agro-negócio, esse restrito grupo já recebeu
mais subsídios públicos e benefícios fiscais (de todos os tipos) do
que receberam, todos juntos, os verdadeiros Agricultores e a pequena e
média agro-indústria nacional !
Ou seja, os alegados "competitivos" são, afinal, aqueles que têm
"mamado" a teta do erário público até a exaurirem !
Assim, com tamanhos privilégios e benesses de todos os tipos, assim,
até o meu bisavô, que foi um camponês pobre, teria sido muito, muito
"competitivo"…
6 de Novembro - 2012
João Dinis
http://www.agroportal.pt/a/2012/jdinis5.htm
A Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e Ordenamento do
Território, aparece com frequência ligada aos projectos "milhionários"
da iniciativa e do interesse privativo das multinacionais e de outras
grandes empresas do agro-negócio, embora isto também não signifique
estarmos a dizer que ela seja "sócia" dessas grandes empresas.
Mas, de facto, a Ministra "cola" a sua acção e a sua imagem de
governante:- a multinacionais da manipulação genética e dos OGM; a
celuloses, aglomerados e corticeiras; à grande e mais intensiva
agro-indústria (azeite - hortofrutícolas - vinhos); aos grandes
proprietários absentistas; agora, até ao agro-negócio do amendoim e
das papoilas (morfina; ópio…) a instalar principalmente no Alqueva. A
isto, junta-se o "transvase" de verbas que está em curso com a
suspensão de importantes projectos de regadio público para canalizar
as correspondentes verbas públicas para outro tipo de grandes
projectos privados… Bem, dir-se-á que estas hipóteses de agro-negócio
são grandes "oportunidades", que vão permitir exportações de monta,
etc. Mas atenção:- pelo andar da carruagem, um dia destes vamos passar
a roer rama de eucalipto…amendoins…vamos injectar morfina "prá veia";
fumar umas "ganzas" de ópio… que não haverá alimentos para comer !...
A Banca e as Seguradoras são outros dos principais "contemplados" com
as medidas concretas da tutela como acontece, por exemplo, através de
sucessivas linhas de crédito bonificado mas a curto prazo.
Entretanto, a Ministra e o Governo não quiseram atribuir uma ajuda, a
fundo perdido, às centenas de pequenos e médios Vitivinicultores
Durienses severamente prejudicados pelas violentas quedas de granizo
(Maio e Julho) no Douro. E, também quanto a este caso, a Ministra nem
sequer ainda definiu a medida que prometeu, há mais de três meses,
relativamente ao "Benefício" (quota anual de Vinho Generoso/Porto)
desses Vitivinicultores nesta campanha.
Aliás, em quase ano e meio de governação, não há verdadeiramente
medidas de discriminação positiva para apoiar as Explorações Agrícolas
Familiares, antes pelo contrário, e ainda menos há perspectivas de que
isso venha a acontecer no futuro próximo. Por exemplo, a nível das
actuais "negociações" para a Reforma da PAC (2014/2020) há propostas
europeias no sentido de contemplar medidas específicas (subprogramas
temáticos), com apoios financeiros específicos, para a Agricultura
Familiar, incluindo para Jovens Agricultores. Pois, por estranho que
possa parecer, esta Ministra e o Governo estão a querer "ignorar" a
possibilidade de Portugal ficar incluído nesses subprogramas
específicos, da futura PAC, para a Agricultura Familiar e para o Mundo
Rural !...
Entretanto, há importantes dívidas à Lavoura que o Ministério da
Agricultura e o Governo não pagam como escandalosamente acontece com
as dívidas às Organizações de Produtores Pecuários por causa da
Sanidade Animal.
A Floresta Nacional está a ser vítima de uma série fatal de pragas e
doenças mas a Ministra apenas se preocupa em escancarar ainda mais as
portas ao lucro das celuloses, por exemplo, com a abertura à
eucaliptização indiscriminada e "selvagem" do País inteiro.
A "bandeira", amiga dos pequenos e médios Agricultores, essa
"bandeira" meticulosamente agitada, no passado recente, pelo seu
mentor político-partidário Paulo Portas, hoje, a Ministra nem sequer
sabe já onde está escondida tal "bandeira"… Veja-se até que, na
proposta de Orçamento de Estado para 2013, o Governo quer passar a
taxar com IVA certas transacções de produtos agro-alimentares e
algumas prestações de serviços, entre os pequenos médios Agricultores,
actividades que até agora estavam isentadas de IVA.
A Ministra da Agricultura "cultiva" pois uma imagem de determinação e
de afabilidade que mascara o essencial da sua intervenção como atrás
se destacou.
Mas já não convence. Aliás, sobretudo no dia 21 de Setembro, em
Aveiro, por ocasião da abertura da feira pecuária da AGROVOUGA, mas
também, a seguir, na Régua, depois no Alentejo, a Ministra foi mal
recebida, foi apupada pelos Agricultores. Assim, ela surge como mais
um agente ao serviço do programa de desastre nacional que este governo
cumpre em obediência às tróikas e aos grandes, ilegítimos e
antipatrióticos interesses que estas servem e impõem.
Tal como o Governo, e tal como os seus antecessores no cargo, a
Ministra professa a "teoria-fraude" da "competitividade" e manipula a
"publicidade enganosa" dos "milhões" para os Agricultores.
É um dogma enganador, mais a mais erigido a supremo desígnio nacional,
o da "competitividade" baseada na produção agro-industrial
super-intensiva toda virada para a Exportação. É mesmo um embuste
político que visa dar cobertura a estas políticas que concentram quase
tudo que é esforço público no restrito grupo dos super-recebedores de
subsídios públicos e de outros favores que os sucessivos governos têm
atribuído, como está a acontecer no sector agro-rural. Afinal, quantas
e quais dessas grandes empresas pagam impostos - e quanto pagam ? - em
Portugal ? E para onde "exportam" elas as mais-valias aqui geradas
também à custa da delapidação dos nossos recursos naturais (solos,
água, ecossistemas) ?
De facto, é tão, tão fraudulenta essa "teoria" da "competitividade"
que, como desgraçadamente se tem visto, a "fina-flor" dos alegados
"competitivos" - o sector da Banca e da alta finança - tem recebido
quantias "incontáveis" de dinheiros públicos afinal para cobrir as
suas grandes vigarices e para nos dar cabo da vida !
No sector agro-alimentar, menos de 2 000 grandes proprietários
absentistas e o grande agro-negócio, esse restrito grupo já recebeu
mais subsídios públicos e benefícios fiscais (de todos os tipos) do
que receberam, todos juntos, os verdadeiros Agricultores e a pequena e
média agro-indústria nacional !
Ou seja, os alegados "competitivos" são, afinal, aqueles que têm
"mamado" a teta do erário público até a exaurirem !
Assim, com tamanhos privilégios e benesses de todos os tipos, assim,
até o meu bisavô, que foi um camponês pobre, teria sido muito, muito
"competitivo"…
6 de Novembro - 2012
João Dinis
http://www.agroportal.pt/a/2012/jdinis5.htm
Ciclo «Conversas sobre Ambiente» regressa a Serralves
inShare
O Ciclo «Conversas Sobre Ambiente» regressa a Serralves e desta vez
tem como ponto de partida o Ano Internacional da Cooperação pela Água,
declarado pela Assembleia das Nações Unidas. Neste sentido, o ciclo
terá como ponto de reflexão a gestão da água ao nível nacional,
focando esta questão numa perspectiva multidimensional, atendendo à
realidade nacional e ao papel de cada um de nós, enquanto cidadãos
responsáveis.
Ao longo das oito conversas, de Novembro de 2012 a Junho de 2013,
serão abordadas questões associadas ao consumo de água, à gestão
eficiente de bacias, à poluição dos recursos hídricos, ao ordenamento
do território e bacias hidrográficas, ao impacte da agricultura e do
regime alimentar na gestão da água, entre outras questões pertinentes.
A primeira destas oito conversas realiza-se na quinta-feira, dia 8 de
Novembro, às 17:00, na Biblioteca de Serralves e tem como pano de
fundo o tema «Rio Minho: A fronteira que une dois países». Neste
debate será abordado o caso do Rio Minho, questionando de que forma é
feita a gestão da bacia, quais os problemas associados, as suas
potencialidades e os desafios inerentes. De que forma os Planos de
Bacia Hidrográfica contemplam os interesses e necessidades dos dois
países? Estas e outras questões serão discutidas numa conversa
participada, contando-se com a presença e opinião de alguns
especialistas, para a promoção de uma reflexão conjunta.
Esta conversa conta com a participação de Carlos Antunes (Aquamuseu do
Rio Minho), Ronaldo Sousa (Universidade do Minho) e José Alvarez Dias
(Confederação Hidrográfica do Minho). A moderação está a cargo de
Arminda Deusdado (Coordenadora do programa Biosfera).
A entrada é gratuita mediante inscrição prévia para:
tel: 226 156 587
e-mail: c.almeida@serralves.pt
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=600199
O Ciclo «Conversas Sobre Ambiente» regressa a Serralves e desta vez
tem como ponto de partida o Ano Internacional da Cooperação pela Água,
declarado pela Assembleia das Nações Unidas. Neste sentido, o ciclo
terá como ponto de reflexão a gestão da água ao nível nacional,
focando esta questão numa perspectiva multidimensional, atendendo à
realidade nacional e ao papel de cada um de nós, enquanto cidadãos
responsáveis.
Ao longo das oito conversas, de Novembro de 2012 a Junho de 2013,
serão abordadas questões associadas ao consumo de água, à gestão
eficiente de bacias, à poluição dos recursos hídricos, ao ordenamento
do território e bacias hidrográficas, ao impacte da agricultura e do
regime alimentar na gestão da água, entre outras questões pertinentes.
A primeira destas oito conversas realiza-se na quinta-feira, dia 8 de
Novembro, às 17:00, na Biblioteca de Serralves e tem como pano de
fundo o tema «Rio Minho: A fronteira que une dois países». Neste
debate será abordado o caso do Rio Minho, questionando de que forma é
feita a gestão da bacia, quais os problemas associados, as suas
potencialidades e os desafios inerentes. De que forma os Planos de
Bacia Hidrográfica contemplam os interesses e necessidades dos dois
países? Estas e outras questões serão discutidas numa conversa
participada, contando-se com a presença e opinião de alguns
especialistas, para a promoção de uma reflexão conjunta.
Esta conversa conta com a participação de Carlos Antunes (Aquamuseu do
Rio Minho), Ronaldo Sousa (Universidade do Minho) e José Alvarez Dias
(Confederação Hidrográfica do Minho). A moderação está a cargo de
Arminda Deusdado (Coordenadora do programa Biosfera).
A entrada é gratuita mediante inscrição prévia para:
tel: 226 156 587
e-mail: c.almeida@serralves.pt
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=600199
Portaria para compensar viticultores “está a ser ultimada”
Cerca de 700 são ressarcidos dos prejuízos causados por granizo
A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, indicou esta
segunda-feira que "está a ser ultimada" a portaria que permitirá o
pagamento aos viticultores de compensações pelos prejuízos causados
pelas tempestades de granizo ocorridas no Verão deste ano.
"Estamos neste momento a ultimar a portaria para que possa ser feito o
pagamento dos tais prejuízos que foram causados, através do
ressarcimento dos custos daquela primeira intervenção logo a seguir ao
granizo, que é aquilo que permite manter a videira viva, para
continuar [a produzir] no próximo ano", disse à Lusa a responsável.
"Isso pressupunha - e foi dito - que o ministério iria apoiar, e assim
acontecerá, mas é preciso, do ponto de vista procedimental, ter uma
portaria feita e, neste momento, está a ser ultimada", acrescentou.
Inquirida pela Lusa sobre o número de produtores vinícolas que irão
usufruir deste apoio do Estado, a ministra afirmou que "depende,
porque há viticultores que tinham seguros e que não apresentaram
nenhum pedido".
"Depende agora dos pedidos que vierem a ser feitos, com a apresentação
das facturas em causa. Nós sabemos que foram afectados cerca de 700
viticultores, entre aqueles que têm seguros e que, portanto, por outra
via, vão ser remunerados também desta parte, e aqueles que
apresentarão ou não as facturas", referiu.
Depois de publicada a portaria, "será fixado o prazo para recepção dos
pedidos de pagamento", correspondendo o montante a pagar apenas
"àquele primeiro tratamento que permite manter a videira viva, que
ocorre logo a seguir", explicou Assunção Cristas, indicando que "houve
um trabalho técnico de aconselhamento dos viticultores para fazerem
logo aquele tratamento, com o compromisso do ministério de pagar
aquela primeira cura às videiras".
A ministra frisou ainda que "embora percebendo a dificuldade das
pessoas que perdem as suas produções, a verdade é que há seguros para
a vinha - há, aliás, um seguro novo este ano, com financiamento
comunitário, com melhores condições para os viticultores".
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/portaria-para-compensar-viticultores-esta-a-ser-ultimada
A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, indicou esta
segunda-feira que "está a ser ultimada" a portaria que permitirá o
pagamento aos viticultores de compensações pelos prejuízos causados
pelas tempestades de granizo ocorridas no Verão deste ano.
"Estamos neste momento a ultimar a portaria para que possa ser feito o
pagamento dos tais prejuízos que foram causados, através do
ressarcimento dos custos daquela primeira intervenção logo a seguir ao
granizo, que é aquilo que permite manter a videira viva, para
continuar [a produzir] no próximo ano", disse à Lusa a responsável.
"Isso pressupunha - e foi dito - que o ministério iria apoiar, e assim
acontecerá, mas é preciso, do ponto de vista procedimental, ter uma
portaria feita e, neste momento, está a ser ultimada", acrescentou.
Inquirida pela Lusa sobre o número de produtores vinícolas que irão
usufruir deste apoio do Estado, a ministra afirmou que "depende,
porque há viticultores que tinham seguros e que não apresentaram
nenhum pedido".
"Depende agora dos pedidos que vierem a ser feitos, com a apresentação
das facturas em causa. Nós sabemos que foram afectados cerca de 700
viticultores, entre aqueles que têm seguros e que, portanto, por outra
via, vão ser remunerados também desta parte, e aqueles que
apresentarão ou não as facturas", referiu.
Depois de publicada a portaria, "será fixado o prazo para recepção dos
pedidos de pagamento", correspondendo o montante a pagar apenas
"àquele primeiro tratamento que permite manter a videira viva, que
ocorre logo a seguir", explicou Assunção Cristas, indicando que "houve
um trabalho técnico de aconselhamento dos viticultores para fazerem
logo aquele tratamento, com o compromisso do ministério de pagar
aquela primeira cura às videiras".
A ministra frisou ainda que "embora percebendo a dificuldade das
pessoas que perdem as suas produções, a verdade é que há seguros para
a vinha - há, aliás, um seguro novo este ano, com financiamento
comunitário, com melhores condições para os viticultores".
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/portaria-para-compensar-viticultores-esta-a-ser-ultimada
Escola Nacional de Bombeiros é "barriga de aluguer"
Parlamento
por André RitoOntem
O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses diz que escola está
"desviada da sua verdadeira realidade"
Em audição na Comissão Parlamentar de Agricultura sobre os incêndios
de verão no Algarve, Jaime Soares considerou que a Escola Nacional de
Bombeiros está a servir para pagar os salários aos bombeiros
canarinhos e aos operadores centrais.
"É uma barriga de aluguer", disse o presidente da Liga dos Bombeiros
Portugueses, acrescentando que a escola está "desviada da sua
verdadeira realidade".
"A escola tem um orçamento de 16 milhões e 14,5 milhões, ou seja,
96,5%, é para pagar estruturas que nada têm a ver com a sua
estrutura", afirmou aos deputados, hoje, a propósito dos incêndios no
Algarve.
Para o dirigente dos bombeiros, a situação é "surrealista e
inaceitável" e "desvia a verdadeira realidade do que deve ser a
escola, que deve ser o quartel geral dos bombeiros". "A escola não tem
dinâmicas, horizontes", considerou Jaime Soares, informando que já
divulgou o voto contra o plano de atividades e as contas da escola, o
que irá conduzir a um "empate" no resultado da contagem de votos.
Porém, o presidente da liga indicou haver um acordo com o Ministério
da Administração Interna para ser "desenvolvido em conjunto" uma
redefinição do funcionamento da escola dos bombeiros.
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/11/06e.htm
por André RitoOntem
O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses diz que escola está
"desviada da sua verdadeira realidade"
Em audição na Comissão Parlamentar de Agricultura sobre os incêndios
de verão no Algarve, Jaime Soares considerou que a Escola Nacional de
Bombeiros está a servir para pagar os salários aos bombeiros
canarinhos e aos operadores centrais.
"É uma barriga de aluguer", disse o presidente da Liga dos Bombeiros
Portugueses, acrescentando que a escola está "desviada da sua
verdadeira realidade".
"A escola tem um orçamento de 16 milhões e 14,5 milhões, ou seja,
96,5%, é para pagar estruturas que nada têm a ver com a sua
estrutura", afirmou aos deputados, hoje, a propósito dos incêndios no
Algarve.
Para o dirigente dos bombeiros, a situação é "surrealista e
inaceitável" e "desvia a verdadeira realidade do que deve ser a
escola, que deve ser o quartel geral dos bombeiros". "A escola não tem
dinâmicas, horizontes", considerou Jaime Soares, informando que já
divulgou o voto contra o plano de atividades e as contas da escola, o
que irá conduzir a um "empate" no resultado da contagem de votos.
Porém, o presidente da liga indicou haver um acordo com o Ministério
da Administração Interna para ser "desenvolvido em conjunto" uma
redefinição do funcionamento da escola dos bombeiros.
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/11/06e.htm
Olivebal exporta Azeite de Moura para a Tanzânia
A Olivebal, empresa da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos
(CAMB) especializada na exportação de Azeite acaba de entrar no
mercado da Tanzânia através de uma significativa encomenda.
Segundo o responsável pela exportação, Francisco Fialho Pinto, é uma
conquista algo inesperada, por se tratar de um mercado
tradicionalmente desligado deste produto, sendo que a explicação
poderá estar em grande parte relacionada com o facto de o Azeite estar
definitivamente na moda e bem divulgados os seus benefícios para a
saúde até nesta zona do Globo.
"Também a reacção às amostras que tínhamos enviado de Azeite de Moura
- uma mistura muito especial das variedades Galega, Cordovil e Verdeal
produzidas na nossa zona - tinham sido muito positivas; agora temos a
responsabilidade de manter o nosso Azeite nas mesas dos restaurantes
de Dar Es Salaam e Zanzibar!".
Criada em 2012, a empresa e marca Olivebal aposta na qualidade,
promovendo no exterior os Azeites Virgem Extra e Virgem Extra DOP
produzidos pela Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos.
Até ao final do próximo ano conta ter presença em pelo menos oito
países, espalhados pela Europa, Ásia, África e América Latina.
Fonte: AICEP
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/11/06.htm
(CAMB) especializada na exportação de Azeite acaba de entrar no
mercado da Tanzânia através de uma significativa encomenda.
Segundo o responsável pela exportação, Francisco Fialho Pinto, é uma
conquista algo inesperada, por se tratar de um mercado
tradicionalmente desligado deste produto, sendo que a explicação
poderá estar em grande parte relacionada com o facto de o Azeite estar
definitivamente na moda e bem divulgados os seus benefícios para a
saúde até nesta zona do Globo.
"Também a reacção às amostras que tínhamos enviado de Azeite de Moura
- uma mistura muito especial das variedades Galega, Cordovil e Verdeal
produzidas na nossa zona - tinham sido muito positivas; agora temos a
responsabilidade de manter o nosso Azeite nas mesas dos restaurantes
de Dar Es Salaam e Zanzibar!".
Criada em 2012, a empresa e marca Olivebal aposta na qualidade,
promovendo no exterior os Azeites Virgem Extra e Virgem Extra DOP
produzidos pela Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos.
Até ao final do próximo ano conta ter presença em pelo menos oito
países, espalhados pela Europa, Ásia, África e América Latina.
Fonte: AICEP
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2012/11/06.htm
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Direção Geral de Alimentação e Veterinária ultima detalhes para abate de touros em Segura
15:42 Segunda feira, 5 de novembro de 2012
Idanha-a-Nova, 05 nov (Lusa) - A Direção Geral de Alimentação e
Veterinária (DGAV) está a ultimar detalhes da operação de
acantonamento e abate de touros em Segura, Idanha-a-Nova, pelo que
ainda não há ações no terreno, informou hoje fonte daquele organismo.
Um edital da DGAV dá conta de que a operação decorrerá até final de novembro.
Aquele organismo estima que existam 250 animais sem controlo há vários
anos naquela zona, ameaçando propriedades e populações.
http://expresso.sapo.pt/direcao-geral-de-alimentacao-e-veterinaria-ultima-detalhes-para-abate-de-touros-em-segura=f764580
Idanha-a-Nova, 05 nov (Lusa) - A Direção Geral de Alimentação e
Veterinária (DGAV) está a ultimar detalhes da operação de
acantonamento e abate de touros em Segura, Idanha-a-Nova, pelo que
ainda não há ações no terreno, informou hoje fonte daquele organismo.
Um edital da DGAV dá conta de que a operação decorrerá até final de novembro.
Aquele organismo estima que existam 250 animais sem controlo há vários
anos naquela zona, ameaçando propriedades e populações.
http://expresso.sapo.pt/direcao-geral-de-alimentacao-e-veterinaria-ultima-detalhes-para-abate-de-touros-em-segura=f764580
Produtores de vinho andam a "regar" o negócio com azeite
Agro-alimentar
06 Novembro 2012 | 00:01
Empresas usam canais de distribuição do vinho para responder às lojas
"gourmet" e à procura estrangeira pelo produto.
Vários produtores de vinho de referência estão a comercializar com
marca própria o azeite que muitos já produziam, mas só vendiam
localmente ou usavam para consumo próprio. A sofisticação do mercado,
a multiplicação de lojas "gourmet" e a procura dos consumidores
estrangeiros por um produto saudável garantem às empresas vinícolas
receitas adicionais neste nicho de mercado, em que aproveitam os
canais de distribuição dos vinhos.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=588273&pn=1
06 Novembro 2012 | 00:01
Empresas usam canais de distribuição do vinho para responder às lojas
"gourmet" e à procura estrangeira pelo produto.
Vários produtores de vinho de referência estão a comercializar com
marca própria o azeite que muitos já produziam, mas só vendiam
localmente ou usavam para consumo próprio. A sofisticação do mercado,
a multiplicação de lojas "gourmet" e a procura dos consumidores
estrangeiros por um produto saudável garantem às empresas vinícolas
receitas adicionais neste nicho de mercado, em que aproveitam os
canais de distribuição dos vinhos.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=588273&pn=1
Vespa asiática ataca no Alto Minho
Data: 2012-11-05
A vespa velutina, ou vespa asiática, como também é conhecida, está a
expandir-se na região do Minho e Lima.Responsável pela morte de
milhares de abelhas em toda a Europa, a vespa asiática foi detectada
pela primeira vez em Portugal no ano passado.Um ano depois, a expansão
do insecto é significativa.
Alberto Dias da APIMIL, a Associação de Apicultores de Entre Minho e
Lima, revela que já foram encontrados vários ninhos, sobretudo na zona
do rio Lima. A situação preocupa os apicultores da região, que temem
que a vespa asiática mate as suas colmeias.Alberto Dias alerta também
os agricultores para o impacto negativo que a presença desta vespa
pode ter nas produções.
Sendo uma vespa agressiva que pode construir ninhos do tamanho de
barris de vinho, o presidente da APIMIL pede a quem encontrar a vespa
asiática para alertar as autoridades. Contabilizados os ninhos
existentes na região, a forma mais eficaz de os eliminar deve ser bem
pensada e posta em prática.
http://www.caminhense.com/detalhe.php?id_noticia=1887
A vespa velutina, ou vespa asiática, como também é conhecida, está a
expandir-se na região do Minho e Lima.Responsável pela morte de
milhares de abelhas em toda a Europa, a vespa asiática foi detectada
pela primeira vez em Portugal no ano passado.Um ano depois, a expansão
do insecto é significativa.
Alberto Dias da APIMIL, a Associação de Apicultores de Entre Minho e
Lima, revela que já foram encontrados vários ninhos, sobretudo na zona
do rio Lima. A situação preocupa os apicultores da região, que temem
que a vespa asiática mate as suas colmeias.Alberto Dias alerta também
os agricultores para o impacto negativo que a presença desta vespa
pode ter nas produções.
Sendo uma vespa agressiva que pode construir ninhos do tamanho de
barris de vinho, o presidente da APIMIL pede a quem encontrar a vespa
asiática para alertar as autoridades. Contabilizados os ninhos
existentes na região, a forma mais eficaz de os eliminar deve ser bem
pensada e posta em prática.
http://www.caminhense.com/detalhe.php?id_noticia=1887
Governo alarga prazo para apresentação de proposta que viabilize a Fundação Alter Real
Por Agência Lusa, publicado em 5 Nov 2012 - 16:57 | Actualizado há 5
horas 28 minutos
Assunção Cristas - ministra agricultura
O prazo para os fundadores da Fundação Alter Real (FAR) apresentarem
uma proposta que viabilize o futuro da instituição foi hoje alargado
pelo Governo até ao final deste mês, revelou à Lusa fonte ligada ao
processo.
O presidente do município de Alter do Chão, Joviano Vitorino,
confirmou à agência Lusa que a ministra da Agricultura, Assunção
Cristas, decidiu hoje, no decorrer de uma reunião com os fundadores da
FAR, em Lisboa, que deverá ser apresentada uma solução "até ao final
do mês".
Joviano Vitorino explicou que a ministra transmitiu aos fundadores (27
no total) que a proposta deve entrar no ministério "de modo
empresarial, sem que o Estado coloque qualquer cêntimo a partir do dia
01 de janeiro de 2013" na FAR.
A decisão quanto ao futuro da FAR deveria ter sido tomada até 31 de
outubro, mas, segundo o autarca, o prazo foi alargado, na sequência da
apresentação de duas propostas por parte de fundadores.
Uma das propostas foi elaborada pelo município de Alter do Chão e
outra foi apresentada por um fundador espanhol, tendo sido integrada
na reunião com Assunção Cristas "sem o conhecimento dos restantes
fundadores".
Nesse sentido, ficou decidido que vai ocorrer uma outra reunião entre
fundadores para "reunir consensos" de forma a efetuar a "junção" das
duas propostas, para que seja, depois, apresentado um único projeto
"credível" à ministra da Agricultura, a quem cabe o veredito final.
"Foi criado um grupo de trabalho para que, até ao fim deste mês, seja
apresentada uma proposta. Se não for este o caminho encontrado
(consenso de propostas), todos os serviços da Coudelaria de Alter vão
para a esfera do Estado, tem de se criar legislação, extinguir a
fundação, um conjunto de situações jurídicas que necessitam de algum
tempo", explicou.
Joviano Vitorino reconheceu que a proposta apresentada pelo município
"carece de muita afinação", mas que assenta nos "vetores do turismo,
da produção animal e agrícola e em termos laboratoriais".
O vogal do concelho administração da FAR António Hemetério Cruz já
defendeu, em declarações à Lusa, que o Estado deve retomar a
administração direta do património e da atividade da instituição de
utilidade pública, depois de a "sanear financeiramente" e extinguir.
"O que o Estado tem de fazer à fundação é extingui-la", depois de
"honrar os compromissos que há para honrar", ou seja, "sanear
financeiramente" a fundação e liquidar as dívidas "incomportáveis e
insustentáveis" a fornecedores, disse.
Posteriormente, defendeu, o Estado deve "retomar a administração
direta" do património e da atividade da FAR, tal como aconteceu até
2007, quando o então ministro da Agricultura, Jaime Silva, criou "a
desastrosa fundação com o propósito claro de a desorçamentar".
De acordo com António Hemetério Cruz, a FAR possui um passivo de "2,5
milhões de euros".
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
aplicado pela agência Lusa
http://www.ionline.pt/portugal/governo-alarga-prazo-apresentacao-proposta-viabilize-fundacao-alter-real
horas 28 minutos
Assunção Cristas - ministra agricultura
O prazo para os fundadores da Fundação Alter Real (FAR) apresentarem
uma proposta que viabilize o futuro da instituição foi hoje alargado
pelo Governo até ao final deste mês, revelou à Lusa fonte ligada ao
processo.
O presidente do município de Alter do Chão, Joviano Vitorino,
confirmou à agência Lusa que a ministra da Agricultura, Assunção
Cristas, decidiu hoje, no decorrer de uma reunião com os fundadores da
FAR, em Lisboa, que deverá ser apresentada uma solução "até ao final
do mês".
Joviano Vitorino explicou que a ministra transmitiu aos fundadores (27
no total) que a proposta deve entrar no ministério "de modo
empresarial, sem que o Estado coloque qualquer cêntimo a partir do dia
01 de janeiro de 2013" na FAR.
A decisão quanto ao futuro da FAR deveria ter sido tomada até 31 de
outubro, mas, segundo o autarca, o prazo foi alargado, na sequência da
apresentação de duas propostas por parte de fundadores.
Uma das propostas foi elaborada pelo município de Alter do Chão e
outra foi apresentada por um fundador espanhol, tendo sido integrada
na reunião com Assunção Cristas "sem o conhecimento dos restantes
fundadores".
Nesse sentido, ficou decidido que vai ocorrer uma outra reunião entre
fundadores para "reunir consensos" de forma a efetuar a "junção" das
duas propostas, para que seja, depois, apresentado um único projeto
"credível" à ministra da Agricultura, a quem cabe o veredito final.
"Foi criado um grupo de trabalho para que, até ao fim deste mês, seja
apresentada uma proposta. Se não for este o caminho encontrado
(consenso de propostas), todos os serviços da Coudelaria de Alter vão
para a esfera do Estado, tem de se criar legislação, extinguir a
fundação, um conjunto de situações jurídicas que necessitam de algum
tempo", explicou.
Joviano Vitorino reconheceu que a proposta apresentada pelo município
"carece de muita afinação", mas que assenta nos "vetores do turismo,
da produção animal e agrícola e em termos laboratoriais".
O vogal do concelho administração da FAR António Hemetério Cruz já
defendeu, em declarações à Lusa, que o Estado deve retomar a
administração direta do património e da atividade da instituição de
utilidade pública, depois de a "sanear financeiramente" e extinguir.
"O que o Estado tem de fazer à fundação é extingui-la", depois de
"honrar os compromissos que há para honrar", ou seja, "sanear
financeiramente" a fundação e liquidar as dívidas "incomportáveis e
insustentáveis" a fornecedores, disse.
Posteriormente, defendeu, o Estado deve "retomar a administração
direta" do património e da atividade da FAR, tal como aconteceu até
2007, quando o então ministro da Agricultura, Jaime Silva, criou "a
desastrosa fundação com o propósito claro de a desorçamentar".
De acordo com António Hemetério Cruz, a FAR possui um passivo de "2,5
milhões de euros".
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
aplicado pela agência Lusa
http://www.ionline.pt/portugal/governo-alarga-prazo-apresentacao-proposta-viabilize-fundacao-alter-real
Touros à solta em Idanha-a-Nova devem ser abatidos esta segunda-feira
Reportagem de Liliana Carona
Um pastor perdeu a vida após um ataque de que foi alvo. Já não é a
primeira vez que a Câmara tenta resolver o problema.
05-11-2012 13:10 por Liliana Carona
Está quase a chegar ao fim uma história de longos anos - os touros
selvagens à solta na freguesia de Segura, Idanha-a-Nova. Há uma
operação de "acantonamento e abate" dos touros prevista para esta
segunda-feira e a autarquia tenta resolver um caso que já resultou no
ferimentos de alguns caçadores e na morte de um pastor.
Não é a primeira vez que o município tenta resolver o problema. José
Matias, 51 anos e um dos moradores de Segura, tem pouca fé nesta
operação.
"O Ministério Público já tomou conta disto uma vez, agora vão tomar
outra vez, mas não conseguem fazer nada. O gado está todo distribuído,
é tudo mato, ninguém conhece aquilo, nem se arriscam a lá ir", diz
José Matias.
Os animais destroem a agricultura, já feriram caçadores e o
acontecimento mais grave, registado em Setembro, resultou na morte de
um pastor.
A Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) estima que
existam 250 animais e prepara agora uma operação de abate, confirma o
vice-presidente da autarquia de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto. "A
DGAV já fez uma acção deste género com a colaboração da Câmara de
Idanha-a-Nova, mas não teve o resultado desejado. Está agora em
contacto com a GNR para prepararem uma batida com profissionais."
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=83889
Um pastor perdeu a vida após um ataque de que foi alvo. Já não é a
primeira vez que a Câmara tenta resolver o problema.
05-11-2012 13:10 por Liliana Carona
Está quase a chegar ao fim uma história de longos anos - os touros
selvagens à solta na freguesia de Segura, Idanha-a-Nova. Há uma
operação de "acantonamento e abate" dos touros prevista para esta
segunda-feira e a autarquia tenta resolver um caso que já resultou no
ferimentos de alguns caçadores e na morte de um pastor.
Não é a primeira vez que o município tenta resolver o problema. José
Matias, 51 anos e um dos moradores de Segura, tem pouca fé nesta
operação.
"O Ministério Público já tomou conta disto uma vez, agora vão tomar
outra vez, mas não conseguem fazer nada. O gado está todo distribuído,
é tudo mato, ninguém conhece aquilo, nem se arriscam a lá ir", diz
José Matias.
Os animais destroem a agricultura, já feriram caçadores e o
acontecimento mais grave, registado em Setembro, resultou na morte de
um pastor.
A Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) estima que
existam 250 animais e prepara agora uma operação de abate, confirma o
vice-presidente da autarquia de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto. "A
DGAV já fez uma acção deste género com a colaboração da Câmara de
Idanha-a-Nova, mas não teve o resultado desejado. Está agora em
contacto com a GNR para prepararem uma batida com profissionais."
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=83889
Relvas paga mais 20% por rótulos no vinho
05 Novembro 2012 | 12:38
António Larguesa - alarguesa@negocios.pt
Tinta especial indica quando é que o produto está à temperatura ideal
para ser consumido. Empresa garante que aumento do custo não será
reflectivo no preço final.
A Casa Agrícola Alexandre Relvas (CAAR) incluiu nos rótulos dos seus
vinhos – nesta fase inicial apenas nos "Montinho São Miguel" Branco e
Rose – uma inovação tecnológica que altera a cor de transparente para
azul quando o produto atinge a temperatura certa para consumo.
Segundo garantiu a produtora alentejana fundada em 1997 pelo gestor
Alexandre Relvas, que no ano passado produziu 2,5 milhões de garrafas
(comercializadas com sete marcas distintas), esta é a primeira empresa
portuguesa a aplicar no rótulo este logótipo com uma tinta especial
(termocromática), que representa um aumento de 20% no custo total dos
rótulos.
Através de comunicado, informou, porém, que decidiu não reflectir este
custo no preço final ao consumidor. "Para a CAAR, este é um
investimento válido pois, para além de manter a qualidade dos vinhos,
também ajuda os consumidores a identificar, de uma forma fácil e
exacta, a temperatura ideal para o vinho ser bebido".
A empresa detida pelo CEO da Logoplaste é dona de duas herdades no
Alentejo (São Miguel e Pimenta), ambas localizadas no Redondo,
assegurando apresentar taxas médias de crescimento "na ordem dos dois
dígitos" e exportar 60% da produção para 30 mercados distintos, entre
os quais os Estados Unidos, o Brasil e, mais recentemente, a China.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=588145
António Larguesa - alarguesa@negocios.pt
Tinta especial indica quando é que o produto está à temperatura ideal
para ser consumido. Empresa garante que aumento do custo não será
reflectivo no preço final.
A Casa Agrícola Alexandre Relvas (CAAR) incluiu nos rótulos dos seus
vinhos – nesta fase inicial apenas nos "Montinho São Miguel" Branco e
Rose – uma inovação tecnológica que altera a cor de transparente para
azul quando o produto atinge a temperatura certa para consumo.
Segundo garantiu a produtora alentejana fundada em 1997 pelo gestor
Alexandre Relvas, que no ano passado produziu 2,5 milhões de garrafas
(comercializadas com sete marcas distintas), esta é a primeira empresa
portuguesa a aplicar no rótulo este logótipo com uma tinta especial
(termocromática), que representa um aumento de 20% no custo total dos
rótulos.
Através de comunicado, informou, porém, que decidiu não reflectir este
custo no preço final ao consumidor. "Para a CAAR, este é um
investimento válido pois, para além de manter a qualidade dos vinhos,
também ajuda os consumidores a identificar, de uma forma fácil e
exacta, a temperatura ideal para o vinho ser bebido".
A empresa detida pelo CEO da Logoplaste é dona de duas herdades no
Alentejo (São Miguel e Pimenta), ambas localizadas no Redondo,
assegurando apresentar taxas médias de crescimento "na ordem dos dois
dígitos" e exportar 60% da produção para 30 mercados distintos, entre
os quais os Estados Unidos, o Brasil e, mais recentemente, a China.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=588145
Festa da Vinha e do Vinho em Borba
Festa da Vinha e do Vinho em Borba
Por metronews - Seg Nov 05, 10:54 am
Os vinhos do Alentejo estarão em destaque na Festa da Vinha e do
Vinho, que decorre em Borba entre os dias 10 e 18 de novembro. No
Pavilhão de Eventos da cidade, 14 produtores promovem o que de melhor
se produz no Alentejo, num evento que conta ainda com cerca de 80
expositores em diversas feiras temáticas de equipamentos e serviços
vitivinícolas, gastronomia, produtos e doçaria regional, artesanato e
mostra empresarial e institucional.
A gastronomia continua a merecer grande destaque na festa, além da
"Hora do Petisco", introduzida na edição anterior nos restaurantes
presentes no evento, haverá este ano um "Concurso de Petiscos",
organizado pelo Município de Borba, Confraria Gastronómica do Alentejo
e Confraria dos Enófilos do Alentejo. Em diversos restaurantes e
tabernas da cidade, estarão a concurso vários petiscos, permitindo aos
visitantes degustar e votar no petisco da sua preferência, sendo
atribuídos prémios aos melhores petiscos e aos visitantes que mais
petiscos degustarem. A par destas duas iniciativas, decorre ainda o
programa "Vamos fazer as Onze?", lançada este verão pelo município e
agentes de restauração locais.
A 21ª edição da festa é organizada pelo Município de Borba, ATEVA,
CVRA e Turismo do Alentejo, E.R.T. Mais informações sobre a festa
disponíveis em www.cm-borba.pt.
http://www.metronews.com.pt/2012/11/05/festa-da-vinha-e-do-vinho-em-borba/
Por metronews - Seg Nov 05, 10:54 am
Os vinhos do Alentejo estarão em destaque na Festa da Vinha e do
Vinho, que decorre em Borba entre os dias 10 e 18 de novembro. No
Pavilhão de Eventos da cidade, 14 produtores promovem o que de melhor
se produz no Alentejo, num evento que conta ainda com cerca de 80
expositores em diversas feiras temáticas de equipamentos e serviços
vitivinícolas, gastronomia, produtos e doçaria regional, artesanato e
mostra empresarial e institucional.
A gastronomia continua a merecer grande destaque na festa, além da
"Hora do Petisco", introduzida na edição anterior nos restaurantes
presentes no evento, haverá este ano um "Concurso de Petiscos",
organizado pelo Município de Borba, Confraria Gastronómica do Alentejo
e Confraria dos Enófilos do Alentejo. Em diversos restaurantes e
tabernas da cidade, estarão a concurso vários petiscos, permitindo aos
visitantes degustar e votar no petisco da sua preferência, sendo
atribuídos prémios aos melhores petiscos e aos visitantes que mais
petiscos degustarem. A par destas duas iniciativas, decorre ainda o
programa "Vamos fazer as Onze?", lançada este verão pelo município e
agentes de restauração locais.
A 21ª edição da festa é organizada pelo Município de Borba, ATEVA,
CVRA e Turismo do Alentejo, E.R.T. Mais informações sobre a festa
disponíveis em www.cm-borba.pt.
http://www.metronews.com.pt/2012/11/05/festa-da-vinha-e-do-vinho-em-borba/
Produção de queijo nos Açores aumentou 7,3 por cento até agosto
A produção de queijo aumentou 7,3 por cento nos Açores entre janeiro e
agosto, face ao mesmo período de 2011, ultrapassando as 21 mil
toneladas, revelou hoje o Serviço Regional de Estatística (SREA).
Nos primeiros oito meses deste ano, a indústria de laticínios da
região registou também um aumento no volume de leite produzido para
consumo, de 74,5 para 79,5 milhões de litros, e um incremento na
produção de manteiga, que subiu de 6,2 para 7,2 mil toneladas.
Em sentido contrário, os dados disponibilizados pelo SREA indicam que
a produção de leite em pó e de natas baixou neste período.
http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/producao-de-queijo-nos-acores-aumentou-7-3-por-cento-ate-agosto_15250906.html
agosto, face ao mesmo período de 2011, ultrapassando as 21 mil
toneladas, revelou hoje o Serviço Regional de Estatística (SREA).
Nos primeiros oito meses deste ano, a indústria de laticínios da
região registou também um aumento no volume de leite produzido para
consumo, de 74,5 para 79,5 milhões de litros, e um incremento na
produção de manteiga, que subiu de 6,2 para 7,2 mil toneladas.
Em sentido contrário, os dados disponibilizados pelo SREA indicam que
a produção de leite em pó e de natas baixou neste período.
http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/producao-de-queijo-nos-acores-aumentou-7-3-por-cento-ate-agosto_15250906.html
Autarcas do Alto Alentejo insistem na construção da barragem do Pisão, projeto com mais de 50 anos
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
18:57 Sexta, 2 de Novembro de 2012
Redação, 02 nov (Lusa) - Os autarcas de três concelhos do distrito de
Portalegre defenderam hoje, em audiências com todos os grupos
parlamentares, a construção da barragem do Pisão, um projeto
hidroagrícola com mais de 50 anos e que continua por concretizar.
Nos encontros, que decorreram na Assembleia da República (AR), os
autarcas do Crato e Avis (CDU) e Alter do Chão (PSD) reiteraram a
importância da construção da barragem, considerando ser "estruturante"
para o Alto Alentejo.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara do Crato, João
Teresa Ribeiro (CDU), justificou que a barragem prevista para o seu
concelho é de "extrema importância para a região, para o Alentejo e
para o país".
http://visao.sapo.pt/autarcas-do-alto-alentejo-insistem-na-construcao-da-barragem-do-pisao-projeto-com-mais-de-50-anos=f694552
18:57 Sexta, 2 de Novembro de 2012
Redação, 02 nov (Lusa) - Os autarcas de três concelhos do distrito de
Portalegre defenderam hoje, em audiências com todos os grupos
parlamentares, a construção da barragem do Pisão, um projeto
hidroagrícola com mais de 50 anos e que continua por concretizar.
Nos encontros, que decorreram na Assembleia da República (AR), os
autarcas do Crato e Avis (CDU) e Alter do Chão (PSD) reiteraram a
importância da construção da barragem, considerando ser "estruturante"
para o Alto Alentejo.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara do Crato, João
Teresa Ribeiro (CDU), justificou que a barragem prevista para o seu
concelho é de "extrema importância para a região, para o Alentejo e
para o país".
http://visao.sapo.pt/autarcas-do-alto-alentejo-insistem-na-construcao-da-barragem-do-pisao-projeto-com-mais-de-50-anos=f694552
Negócio de cogumelos gourmet para ajudar sem-abrigo do Porto
inShare
5 de Novembro, 2012
Cogumelos 'gourmet' vão começar a ser cultivados este mês em campos agrícolas da Associação de Albergues Nocturnos do Porto (AANP), com o objectivo de obter receitas para ajudar os sem-abrigo da cidade.
«Vamos poder vender cogumelos 'gourmet' em fresco, secos ou em estado aquoso para as indústrias farmacêutica e de cosmética», contou hoje à Lusa o director técnico da AANP, revelando que a produção arranca este mês de Novembro em campos agrícolas de Penafiel (Porto).
O director técnico, Miguel Neves, acrescenta que a comercialização vai ser feita «numa linha de concorrência de mercado» e que o produto vai começar a ser comercializado a partir de «Abril de 2013».
O projecto inovador de produção de cogumelos 'gourmet' vai criar, inicialmente, cinco postos de trabalho – um permanente e quatro sazonais – e as receitas revertem para a Associação de Albergues Nocturnos do Porto, com o objectivo ganhar uma maior auto-sustentabilidade financeira.
Aumentar a auto-suficiência é imprescindível para a AANP, pois cerca de 40 por cento das verbas necessárias para as despesas da instituição provêm de donativos que começam a escassear em tempos de crise, explica aquele responsável.
Os restantes 60% das despesas da AANP são cobertas pela Segurança Social.
A produção de cogumelos 'gourmet' é apoiada pela Fundação EDP, Universidade Católica e algumas empresas portuguesas.
Os dois albergues do Porto, um localizado na Rua Mártires da Liberdade e outro em Campanhã, têm capacidade para alojar 82 pessoas e distribuem 15 mil refeições mensais.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=62309
Multas por Dumping até 2,5 milhões de euros
Versão para impressão
2012.11.05 (00:00) Distribuição
Ainda se lembra da polémica à volta das promoções do 1º de maio feitas
pelo Pingo Doce? A multa que lhe foi aplicada pela prática de preços
abaixo do custo foi de €30 mil (o máximo previsto na lei). Mas a lei
vai mudar e se o Pingo Doce, ou qualquer outro grande grupo de
distribuição, resolver fazer o mesmo, arrisca-se a pagar uma multa
máxima de €2,5 milhões.
O Expresso teve acesso à proposta de decreto-lei que agora está a ser
discutida por todos os intervenientes na cadeia alimentar
(nomeadamente produção, distribuição e consumidores) e que em breve
será oficialmente aprovada. No documento está previsto que as multas
passem a variar de €250 a €20 mil, para pessoas singulares, e €5000 a
€2,5 milhões para grandes empresas de distribuição. A fiscalização, a
instrução dos processos de contraordenação e a respectiva decisão são
da competência da ASAE.
"O produto das coimas cobradas por infração ao disposto na presente
(proposta de) decreto-lei reverte em 70% para os cofres do Estado e em
30 % para a ASAE", refere ainda o documento. O Expresso apurou que
esta proposta de alteração do regime de coimas por preços abaixo do
custo nos produtos agro-alimentares deverá ser brevemente aprovada em
Conselho de Ministros e a sua entrada em vigor dar-se-á 30 dias após a
publicação do mesmo.
O Governo quer proibir as práticas negociais quando praticadas
unilateralmente pelo comprador, que se traduzam na imposição de um
pagamento aos seus fornecedores, directamente ou sob a forma de
desconto. Ou seja, pretende-se evitar que a grande distribuição possa
imputar aos seus fornecedores os custos das campanhas promocionais que
possa vir a lançar.
Equilíbrio nos preços
Contactado pelo Expresso, José Diogo Albuquerque, secretário de Estado
da Agricultura, diz apenas que o objectivo desta alteração à lei, é
fazer com que haja "um maior equilíbrio na distribuição de valor
acrescentado ao longo de toda a cadeia alimentar". Por outras
palavras, o governante pretende que deixe de haver grandes
disparidades nos preços entre a produção e o consumidor. Em alguns
casos identificados pelo Expresso, os preços chegam a subir dez vezes.
Outro dos objectivos do Governo é reforçar o equilíbrio de poderes
entre os vários elos da cadeia de distribuição, nomeadamente nas
relações entre fornecedores e grandes cadeias de distribuição. Uma
área onde o presidente da Centromarca, João Paulo Girbal, diz que
"continua a assistir-se a manifestações de força, por imposição
unilateral, das grandes empresas de distribuição face aos
fornecedores". E apresenta um exemplo concreto, e recente, dessa
situação. "Soubemos através de alguns fornecedores, que a Makro e o
Intermarché lhes comunicaram no final de Outubro, unilateralmente, um
aumento de comparticipações relacionadas com a área logística das suas
relações comerciais", revela Girbal.
Os aumentos de comparticipação atingem até 15% e nalguns casos têm
efeitos retroactivos a Janeiro de 2012. "Isto vai provocar prejuízos
muito avultados aos fornecedores", alerta, sendo que esta situação "é
uma evidência de que o Governo tem de actuar rapidamente".
Contactada pelo Expresso, fonte oficial do Intermarché assume apenas
que a actual conjuntura económica forçou o grupo a "proceder a
ajustamentos nas suas operações, não sendo a área logística do grupo
imune a estas contingências". Por parte da Makro, o director de
comunicação do grupo, António Pinheiro, diz-se "surpreendido" com a
divulgação destas informações, na medida em que o grupo defende que se
"limitou a cumprir os contratos". "Temos contratos que incluem uma
cláusula que prevê reajustamentos na taxa logística sempre que a
variação de custos pela inflação e pelo preço dos combustíveis é
superior a 10%".
http://www.anilact.pt/informacao-74/6602-multas-por-dumping-ate-25-milhoes-de-euros
2012.11.05 (00:00) Distribuição
Ainda se lembra da polémica à volta das promoções do 1º de maio feitas
pelo Pingo Doce? A multa que lhe foi aplicada pela prática de preços
abaixo do custo foi de €30 mil (o máximo previsto na lei). Mas a lei
vai mudar e se o Pingo Doce, ou qualquer outro grande grupo de
distribuição, resolver fazer o mesmo, arrisca-se a pagar uma multa
máxima de €2,5 milhões.
O Expresso teve acesso à proposta de decreto-lei que agora está a ser
discutida por todos os intervenientes na cadeia alimentar
(nomeadamente produção, distribuição e consumidores) e que em breve
será oficialmente aprovada. No documento está previsto que as multas
passem a variar de €250 a €20 mil, para pessoas singulares, e €5000 a
€2,5 milhões para grandes empresas de distribuição. A fiscalização, a
instrução dos processos de contraordenação e a respectiva decisão são
da competência da ASAE.
"O produto das coimas cobradas por infração ao disposto na presente
(proposta de) decreto-lei reverte em 70% para os cofres do Estado e em
30 % para a ASAE", refere ainda o documento. O Expresso apurou que
esta proposta de alteração do regime de coimas por preços abaixo do
custo nos produtos agro-alimentares deverá ser brevemente aprovada em
Conselho de Ministros e a sua entrada em vigor dar-se-á 30 dias após a
publicação do mesmo.
O Governo quer proibir as práticas negociais quando praticadas
unilateralmente pelo comprador, que se traduzam na imposição de um
pagamento aos seus fornecedores, directamente ou sob a forma de
desconto. Ou seja, pretende-se evitar que a grande distribuição possa
imputar aos seus fornecedores os custos das campanhas promocionais que
possa vir a lançar.
Equilíbrio nos preços
Contactado pelo Expresso, José Diogo Albuquerque, secretário de Estado
da Agricultura, diz apenas que o objectivo desta alteração à lei, é
fazer com que haja "um maior equilíbrio na distribuição de valor
acrescentado ao longo de toda a cadeia alimentar". Por outras
palavras, o governante pretende que deixe de haver grandes
disparidades nos preços entre a produção e o consumidor. Em alguns
casos identificados pelo Expresso, os preços chegam a subir dez vezes.
Outro dos objectivos do Governo é reforçar o equilíbrio de poderes
entre os vários elos da cadeia de distribuição, nomeadamente nas
relações entre fornecedores e grandes cadeias de distribuição. Uma
área onde o presidente da Centromarca, João Paulo Girbal, diz que
"continua a assistir-se a manifestações de força, por imposição
unilateral, das grandes empresas de distribuição face aos
fornecedores". E apresenta um exemplo concreto, e recente, dessa
situação. "Soubemos através de alguns fornecedores, que a Makro e o
Intermarché lhes comunicaram no final de Outubro, unilateralmente, um
aumento de comparticipações relacionadas com a área logística das suas
relações comerciais", revela Girbal.
Os aumentos de comparticipação atingem até 15% e nalguns casos têm
efeitos retroactivos a Janeiro de 2012. "Isto vai provocar prejuízos
muito avultados aos fornecedores", alerta, sendo que esta situação "é
uma evidência de que o Governo tem de actuar rapidamente".
Contactada pelo Expresso, fonte oficial do Intermarché assume apenas
que a actual conjuntura económica forçou o grupo a "proceder a
ajustamentos nas suas operações, não sendo a área logística do grupo
imune a estas contingências". Por parte da Makro, o director de
comunicação do grupo, António Pinheiro, diz-se "surpreendido" com a
divulgação destas informações, na medida em que o grupo defende que se
"limitou a cumprir os contratos". "Temos contratos que incluem uma
cláusula que prevê reajustamentos na taxa logística sempre que a
variação de custos pela inflação e pelo preço dos combustíveis é
superior a 10%".
http://www.anilact.pt/informacao-74/6602-multas-por-dumping-ate-25-milhoes-de-euros
Lobos matam gado em aldeia
S. Pedro Sul: Pastores queixam-se de dezenas de cabras mortas
Sempre que cai a noite e é hora de recolher as cabras para o curral,
Maria Duarte, de 80 anos, teme sempre contar menos cabeças de gado do
que aquele que de manhã encaminhou para os prados em Covas do Monte,
São Pedro do Sul.
Por:Luís Oliveira
Uma alcateia anda a atacar os rebanhos e a assustar as quatro dezenas
de habitantes, que ameaçam violar a Lei e matar os lobos. "Isto não
pode continuar assim. Estamos aqui esquecidos e os lobos ainda nos
retiram aquilo que nos dá algum dinheiro", lamenta-se Maria Duarte,
revoltada por ontem ter perdido mais uma cabra, "que estava prenha".
Os mais antigos sempre se lembram da presença de lobos naqueles
montes, entre as serras da Arada e de São Macário. No entanto, nos
últimos meses os ataques aos rebanhos "têm sido demais", adianta
Fátima Silva, outra das pastoras afectadas.
Na aldeia haverá cerca de 1500 cabeças de gado – os lobos já terão
morto mais de três centenas. "Qualquer dia não há gado", lamenta
Manuel Ribeiro Martim, de 81 anos, dono de 60 cabras – os lobos já lhe
mataram dez. A Câmara de São Pedro do Sul já denunciou o problema ao
secretário de Estado da Agricultura. Os pastores esperam que as
autoridades actuem para se evitarem mais mortes.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/lobos-matam-gado-em-aldeia
Sempre que cai a noite e é hora de recolher as cabras para o curral,
Maria Duarte, de 80 anos, teme sempre contar menos cabeças de gado do
que aquele que de manhã encaminhou para os prados em Covas do Monte,
São Pedro do Sul.
Por:Luís Oliveira
Uma alcateia anda a atacar os rebanhos e a assustar as quatro dezenas
de habitantes, que ameaçam violar a Lei e matar os lobos. "Isto não
pode continuar assim. Estamos aqui esquecidos e os lobos ainda nos
retiram aquilo que nos dá algum dinheiro", lamenta-se Maria Duarte,
revoltada por ontem ter perdido mais uma cabra, "que estava prenha".
Os mais antigos sempre se lembram da presença de lobos naqueles
montes, entre as serras da Arada e de São Macário. No entanto, nos
últimos meses os ataques aos rebanhos "têm sido demais", adianta
Fátima Silva, outra das pastoras afectadas.
Na aldeia haverá cerca de 1500 cabeças de gado – os lobos já terão
morto mais de três centenas. "Qualquer dia não há gado", lamenta
Manuel Ribeiro Martim, de 81 anos, dono de 60 cabras – os lobos já lhe
mataram dez. A Câmara de São Pedro do Sul já denunciou o problema ao
secretário de Estado da Agricultura. Os pastores esperam que as
autoridades actuem para se evitarem mais mortes.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/lobos-matam-gado-em-aldeia
Crise obriga ao abate de cavalos
Golegã: 27.ª edição da Feira Nacional do Cavalo decorre até domingo
Em Portugal, há hoje cavalos a mais para um mercado que está a dar
fortes sinais de contracção, sobretudo a nível da procura externa.
Quem dá conta deste problema é José Veiga Maltez, criador, presidente
da Câmara da Golegã e responsável máximo pela Feira Nacional do
Cavalo, o maior certame ibérico dedicado ao mundo equestre, que está a
decorrer até ao próximo domingo na vila ribatejana.
Por:João Nuno Pepino, com J.S.
"O abate de cavalos é inevitável porque é impossível manter o mesmo
número de animais como há anos, quando as condições económicas eram
outras", afirmou ao Correio da Manhã Veiga Maltez, explicando que a
maioria das coudelarias e criadores estão a sentir grandes
dificuldades para manter a rentabilidade desta actividade. "Temos de
ser realistas e deixar de ser líricos, porque não podemos continuar a
viver da emoção e do sentimento", acrescentou o responsável, dando
como exemplo o facto de existirem cerca de 500 cavalos só na Fundação
Alter Real, que gere a coudelaria do Estado com graves dificuldades
financeiras.
"Ainda há pouco tempo tive a oportunidade de dizer à ministra da
Agricultura que, se não há condições para os manter, estes cavalos têm
de ser abatidos, embora selectivamente", acrescentou o também
presidente da Associação Nacional de Criadores de Raças Selectas.
Entre Janeiro e Julho, foram abatidos 1447 cavalos em Portugal, mais
187,7% do que no mesmo período de 2011.
CONSUMO DE CAVALO É SOLUÇÃO
Para Veiga Maltez, autarca da Golegã e presidente da Associação
Nacional de Criadores de Raças Selectas, uma das saídas para o grande
excedente de animais é o fomento do mercado da carne de cavalo.
"Faz parte da cultura ibérica ver o cavalo como um animal de
estimação, mas, de França para cima, toda a Europa consome esta
carne", explica o responsável, defendendo que será "desejável" o
aparecimento de talhos a comercializarem alimentos feitos a partir do
cavalo.
FARDA DE CAVALEIRO CUSTA 800 EUROS
Até ao próximo domingo os vendedores que comercializam artigos
relacionados com o mundo equestre esperam, também eles, ganhar um novo
alento contra a crise. Segundo o Correio da Manhã apurou junto de
vários comerciantes que marcam presença na 27ª edição da Feira
Nacional do Cavalo, actualmente a indumentária de um cavaleiro custa,
em média 800 €. A saber: botas (65 €), calças de montar (70 €), camisa
(20 €), casaco (350 €), colete (20 €), chapéu (35 €), esporas (15 €),
luvas (30€), polainas (45€) e toque (protecção para a cabeça, 150 €).
Nos últimos dois dias, a GNR visitou os comerciantes e aconselhou-os
para o cumprimento integral da legislação. "Todos os agentes
económicos vão ser fiscalizados", disse ao CM fonte do Comando de
Santarém da GNR, explicando que a acção preventiva serve para que os
comerciantes não sejam apanhados de surpresa quando a ASAE, a
Sociedade Portuguesa de Autores ou a Autoridade Tributária e
Aduaneira, lhes 'baterem' à porta.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/actualidade/crise-obriga--ao-abate--de-cavalos
Em Portugal, há hoje cavalos a mais para um mercado que está a dar
fortes sinais de contracção, sobretudo a nível da procura externa.
Quem dá conta deste problema é José Veiga Maltez, criador, presidente
da Câmara da Golegã e responsável máximo pela Feira Nacional do
Cavalo, o maior certame ibérico dedicado ao mundo equestre, que está a
decorrer até ao próximo domingo na vila ribatejana.
Por:João Nuno Pepino, com J.S.
"O abate de cavalos é inevitável porque é impossível manter o mesmo
número de animais como há anos, quando as condições económicas eram
outras", afirmou ao Correio da Manhã Veiga Maltez, explicando que a
maioria das coudelarias e criadores estão a sentir grandes
dificuldades para manter a rentabilidade desta actividade. "Temos de
ser realistas e deixar de ser líricos, porque não podemos continuar a
viver da emoção e do sentimento", acrescentou o responsável, dando
como exemplo o facto de existirem cerca de 500 cavalos só na Fundação
Alter Real, que gere a coudelaria do Estado com graves dificuldades
financeiras.
"Ainda há pouco tempo tive a oportunidade de dizer à ministra da
Agricultura que, se não há condições para os manter, estes cavalos têm
de ser abatidos, embora selectivamente", acrescentou o também
presidente da Associação Nacional de Criadores de Raças Selectas.
Entre Janeiro e Julho, foram abatidos 1447 cavalos em Portugal, mais
187,7% do que no mesmo período de 2011.
CONSUMO DE CAVALO É SOLUÇÃO
Para Veiga Maltez, autarca da Golegã e presidente da Associação
Nacional de Criadores de Raças Selectas, uma das saídas para o grande
excedente de animais é o fomento do mercado da carne de cavalo.
"Faz parte da cultura ibérica ver o cavalo como um animal de
estimação, mas, de França para cima, toda a Europa consome esta
carne", explica o responsável, defendendo que será "desejável" o
aparecimento de talhos a comercializarem alimentos feitos a partir do
cavalo.
FARDA DE CAVALEIRO CUSTA 800 EUROS
Até ao próximo domingo os vendedores que comercializam artigos
relacionados com o mundo equestre esperam, também eles, ganhar um novo
alento contra a crise. Segundo o Correio da Manhã apurou junto de
vários comerciantes que marcam presença na 27ª edição da Feira
Nacional do Cavalo, actualmente a indumentária de um cavaleiro custa,
em média 800 €. A saber: botas (65 €), calças de montar (70 €), camisa
(20 €), casaco (350 €), colete (20 €), chapéu (35 €), esporas (15 €),
luvas (30€), polainas (45€) e toque (protecção para a cabeça, 150 €).
Nos últimos dois dias, a GNR visitou os comerciantes e aconselhou-os
para o cumprimento integral da legislação. "Todos os agentes
económicos vão ser fiscalizados", disse ao CM fonte do Comando de
Santarém da GNR, explicando que a acção preventiva serve para que os
comerciantes não sejam apanhados de surpresa quando a ASAE, a
Sociedade Portuguesa de Autores ou a Autoridade Tributária e
Aduaneira, lhes 'baterem' à porta.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/actualidade/crise-obriga--ao-abate--de-cavalos
Bahia convida agricultores portugueses a investir no Brasil
Da Redação
05/11/2012 07:00
Comitiva baiana esteve em Portugal para convidar os agricultores lusos
a estabelecer parcerias com empresários da Bahia. Uma missão comercial
deverá ocorrer no próximo ano.
Queijos e laticínios estão entre os produtos de potenciais parcerias.
Brasília - O Governo da Bahia está de olho no potencial da cooperação
entre os empresários baianos e os agricultores portugueses. Na semana
passada o secretário da Agricultura da Bahia, Eduardo Salles, esteve
em Lisboa com representantes do Governo português e da Confederação de
Agricultores de Portugal, apelando à cooperação.
Essa cooperação deverá concretizar-se no primeiro semestre de 2013.
Empresários portugueses e produtores baianos devem se encontrar, em
maio e junho do próximo ano, durante a Bahia Farm Show 2013, no
município de Luis Eduardo Magalhães, no Oeste do Estado, e em
Santarém, Portugal, durante a Feira Nacional de Agricultura, para
realizar rodadas de negócios, informou a Secretaria da Agricultura,
Irrigação e Reforma Agrária da Bahia (Seagri).
Eduardo Salles formulou em Lisboa um convite às autoridades e
empresários portugueses para que uma missão comercial daquele país
venha à Bahia para conhecer in loco as oportunidades e vantagens de
investir na agropecuária do Estado, em especial nos segmentos de
laticínios, vinhos e ovinocaprinocultura.
Representando a ministra Assunção Cristas, o secretário de Estado da
Agricultura de Portugal, José Diogo Albuquerque, reuniu-se na passada
segunda-feira num almoço com Eduardo Salles, com o superintendente de
Atração de Negócios da Seagri, Jairo Vaz, com o diretor executivo da
Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (Car/Sedir), Vivaldo
Mendonça, e com Lauro Alberto Chaves Ramos, diretor operacional do
Sebrae.
Eles discutiram as possibilidades de intercâmbio operacional e
tecnológico nas áreas de queijos produzidos com leite de cabras e
ovelhas, e de introduzir variedades de uvas viníferas portuguesas nos
experimentos que estão sendo feitos na Chapada Diamantina.
"Nós temos na Bahia o maior rebanho de caprinos e o segundo de ovinos.
Portugal e França produzem excelentes queijos. Por que não produzir
também os melhores queijos com leite de cabra e ovelhas?", questionou
o secretário Eduardo Salles, destacando o interesse de parceria com a
indústria de queijos daqueles países para estimular a formação de
joint ventures.
A comitiva baiana coordenada por Eduardo Salles e composta por cinco
representantes da ovinocaprinocultura, quatro do segmento de uvas e
vinhos, seis dos laticínios, e seis institucionais foi recebida na
Confederação de Agricultores de Portugal (CAP), equivalente à
brasileira Confederação Nacional da Agricultura (CNA), pelo secretário
geral da entidade, Luís Mira. A CAP congrega 264 associações de
produtores, 80% dos quais possuem propriedades com menos de cinco
hectares.
Com relação aos vinhos, a expectativa do Governo baiano é captar
jovens empresários ligados a famílias com tradição na produção de
vinhos em Portugal e na França e que estejam interessados em vir para
a Bahia criar pequenas viniculturas na Chapada Diamantina, onde
experimentos iniciados há dois anos estão dando resultados.
http://www.portugaldigital.com.br/economia/ver/20072995-bahia-convida-agricultores-portugueses-a-investir-no-brasil
05/11/2012 07:00
Comitiva baiana esteve em Portugal para convidar os agricultores lusos
a estabelecer parcerias com empresários da Bahia. Uma missão comercial
deverá ocorrer no próximo ano.
Queijos e laticínios estão entre os produtos de potenciais parcerias.
Brasília - O Governo da Bahia está de olho no potencial da cooperação
entre os empresários baianos e os agricultores portugueses. Na semana
passada o secretário da Agricultura da Bahia, Eduardo Salles, esteve
em Lisboa com representantes do Governo português e da Confederação de
Agricultores de Portugal, apelando à cooperação.
Essa cooperação deverá concretizar-se no primeiro semestre de 2013.
Empresários portugueses e produtores baianos devem se encontrar, em
maio e junho do próximo ano, durante a Bahia Farm Show 2013, no
município de Luis Eduardo Magalhães, no Oeste do Estado, e em
Santarém, Portugal, durante a Feira Nacional de Agricultura, para
realizar rodadas de negócios, informou a Secretaria da Agricultura,
Irrigação e Reforma Agrária da Bahia (Seagri).
Eduardo Salles formulou em Lisboa um convite às autoridades e
empresários portugueses para que uma missão comercial daquele país
venha à Bahia para conhecer in loco as oportunidades e vantagens de
investir na agropecuária do Estado, em especial nos segmentos de
laticínios, vinhos e ovinocaprinocultura.
Representando a ministra Assunção Cristas, o secretário de Estado da
Agricultura de Portugal, José Diogo Albuquerque, reuniu-se na passada
segunda-feira num almoço com Eduardo Salles, com o superintendente de
Atração de Negócios da Seagri, Jairo Vaz, com o diretor executivo da
Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (Car/Sedir), Vivaldo
Mendonça, e com Lauro Alberto Chaves Ramos, diretor operacional do
Sebrae.
Eles discutiram as possibilidades de intercâmbio operacional e
tecnológico nas áreas de queijos produzidos com leite de cabras e
ovelhas, e de introduzir variedades de uvas viníferas portuguesas nos
experimentos que estão sendo feitos na Chapada Diamantina.
"Nós temos na Bahia o maior rebanho de caprinos e o segundo de ovinos.
Portugal e França produzem excelentes queijos. Por que não produzir
também os melhores queijos com leite de cabra e ovelhas?", questionou
o secretário Eduardo Salles, destacando o interesse de parceria com a
indústria de queijos daqueles países para estimular a formação de
joint ventures.
A comitiva baiana coordenada por Eduardo Salles e composta por cinco
representantes da ovinocaprinocultura, quatro do segmento de uvas e
vinhos, seis dos laticínios, e seis institucionais foi recebida na
Confederação de Agricultores de Portugal (CAP), equivalente à
brasileira Confederação Nacional da Agricultura (CNA), pelo secretário
geral da entidade, Luís Mira. A CAP congrega 264 associações de
produtores, 80% dos quais possuem propriedades com menos de cinco
hectares.
Com relação aos vinhos, a expectativa do Governo baiano é captar
jovens empresários ligados a famílias com tradição na produção de
vinhos em Portugal e na França e que estejam interessados em vir para
a Bahia criar pequenas viniculturas na Chapada Diamantina, onde
experimentos iniciados há dois anos estão dando resultados.
http://www.portugaldigital.com.br/economia/ver/20072995-bahia-convida-agricultores-portugueses-a-investir-no-brasil
Aplicação para “iPhone” confirma se os cogumelos são, ou não, comestíveis
Aplicação vai permitir verificar se os cogumelos são, ou não,
comestíveis e funcionar como guia de campo para a apanha e
identificação das várias espécies
Texto de Lusa • 02/11/2012 - 17:06
A Associação Micológica "A Pantorra" está a desenvolver, em parceria
com um especialista em informática, uma aplicação para iPhone, que vai
servir como guia de campo para a apanha e identificação de cogumelos
na região nordestina do país.
"Uma vez que o conhecimento dos cogumelos para a maioria de pessoas é
reduzido, centramos esta aplicação em espécies que abundam no Nordeste
Transmontano, mas que poderá ser utilizada em outra regiões do país,
já que há espécies semelhantes", contou à Lusa o autor do projecto,
Álvaro Monteiro.
Nesta primeira fase do projecto, considerado "pioneiro" em Portugal,
foi criada uma lista com 34 espécies de cogumelos, as quais foram
fotografadas e identificadas pelos micólogos da associação "A
Pantorra", de forma "a melhor elucidar" quem por esta altura do ano se
dedica a apanha destes fungos.
De futuro, a aplicação será dotada de um sistema de GPS para que os
utilizadores, à medida que vão apanhando os cogumelos, possam fazer a
marcação dos locais para assim se perceber onde proliferam as
espécies.
Prevenir intoxicações
"A ideia deste projecto será elevar o nível médio de conhecimentos
acerca dos cogumelos e ajudar a prevenir eventuais intoxicações
provocadas por algumas espécies", acrescentou o técnico. Para já, a
aplicação estará apenas disponível para o sistema iPhone.
"A ideia passa por ter disponível uma lista de cogumelos que vai sendo
selecionada pelo utilizador, enquanto vai visualizando fotografias
para assim, inequivocamente, poder apanhar a espécie desejada e sem
erro, já que a mesma pode ser comparada no terreno", frisou Álvaro
Monteiro.
A cada fotografia está associada um descrição técnica resumida para
que cada apanhador, de forma rápida, possa verificar se o cogumelo é,
ou não, comestível.
"Haverá uma iconografia apropriada inserida no programa, que ajudará a
identificar os cogumelos, e uma descrição textual e precisa, que
ajudará a perceber os perigos e as características que lhes estão
associados", concluiu.
http://p3.publico.pt/vicios/hightech/5248/aplicacao-para-iphone-confirma-se-os-cogumelos-sao-ou-nao-comestiveis
comestíveis e funcionar como guia de campo para a apanha e
identificação das várias espécies
Texto de Lusa • 02/11/2012 - 17:06
A Associação Micológica "A Pantorra" está a desenvolver, em parceria
com um especialista em informática, uma aplicação para iPhone, que vai
servir como guia de campo para a apanha e identificação de cogumelos
na região nordestina do país.
"Uma vez que o conhecimento dos cogumelos para a maioria de pessoas é
reduzido, centramos esta aplicação em espécies que abundam no Nordeste
Transmontano, mas que poderá ser utilizada em outra regiões do país,
já que há espécies semelhantes", contou à Lusa o autor do projecto,
Álvaro Monteiro.
Nesta primeira fase do projecto, considerado "pioneiro" em Portugal,
foi criada uma lista com 34 espécies de cogumelos, as quais foram
fotografadas e identificadas pelos micólogos da associação "A
Pantorra", de forma "a melhor elucidar" quem por esta altura do ano se
dedica a apanha destes fungos.
De futuro, a aplicação será dotada de um sistema de GPS para que os
utilizadores, à medida que vão apanhando os cogumelos, possam fazer a
marcação dos locais para assim se perceber onde proliferam as
espécies.
Prevenir intoxicações
"A ideia deste projecto será elevar o nível médio de conhecimentos
acerca dos cogumelos e ajudar a prevenir eventuais intoxicações
provocadas por algumas espécies", acrescentou o técnico. Para já, a
aplicação estará apenas disponível para o sistema iPhone.
"A ideia passa por ter disponível uma lista de cogumelos que vai sendo
selecionada pelo utilizador, enquanto vai visualizando fotografias
para assim, inequivocamente, poder apanhar a espécie desejada e sem
erro, já que a mesma pode ser comparada no terreno", frisou Álvaro
Monteiro.
A cada fotografia está associada um descrição técnica resumida para
que cada apanhador, de forma rápida, possa verificar se o cogumelo é,
ou não, comestível.
"Haverá uma iconografia apropriada inserida no programa, que ajudará a
identificar os cogumelos, e uma descrição textual e precisa, que
ajudará a perceber os perigos e as características que lhes estão
associados", concluiu.
http://p3.publico.pt/vicios/hightech/5248/aplicacao-para-iphone-confirma-se-os-cogumelos-sao-ou-nao-comestiveis
Confraria para promover frango do campo nasce em Oliveira de Frades
O frango do campo – criado à base de cereais, ao ar livre e lentamente
– vai ser promovido através de uma confraria gastronómica, constituída
em Oliveira de Frades, que tem o seu primeiro capítulo marcado para
janeiro.
"O concelho de Oliveira de Frades foi pioneiro neste tipo de criação e
tem sediada a maior empresa nacional produtora de frango do campo",
justificou João Moitas, da Confraria Gastronómica do Frango do Campo.
Trata-se da empresa Campoaves, que comercializa cerca de 75 por cento
da produção nacional de frangos do campo.
O representante lembrou que se têm realizado no concelho várias
iniciativas ligadas ao frango do campo e que, apesar de na região
existir já a Confraria dos Gastrónomos de Lafões, "dado que é mais
abrangente, não teria uma dedicação tão grande" a este produto. "Já em
maio houve a proclamação de Oliveira de Frades como a Capital Nacional
do Frango do Campo. Impunha-se que houvesse uma confraria específica
para cimentar esta marca em Oliveira de Frades", considerou.
Esta semana, durante a cerimónia de escritura pública, estiveram
presentes cerca de 50 pessoas ligadas à avicultura e à gastronomia,
dos concelhos de Oliveira de Frades, Vouzela, Tondela e Viseu. João
Moitas acredita que, em meados de janeiro, quando acontecer o primeiro
capítulo, poderão atingir-se os cem confrades.
O frango do campo, explicou, "é muito diferente do de aviário, ou
industrial", começando pela cor das penas, castanhas e avermelhadas,
"o que lhe confere logo alguma rusticidade". Quanto ao tempo que
demora a chegar ao mercado, o de aviário "demora entre 30 a 35 dias
para ser abatido", enquanto o do campo "tem de esperar 81 dias, no
mínimo".
Por outro lado, "há um controlo muito rigoroso da alimentação, que é à
base de cereais", acrescentou. Tudo isto leva a que, segundo João
Moitas, a carne destes frangos tenha "uma textura totalmente
diferente" da dos outros. "Não é um frango bom para churrasco. Mas
assado no forno, com batatinhas, quase que compete com a vitela de
Lafões. E também é muito apreciado de cabidela", explicou.
http://www.cnoticias.net/?p=100770
– vai ser promovido através de uma confraria gastronómica, constituída
em Oliveira de Frades, que tem o seu primeiro capítulo marcado para
janeiro.
"O concelho de Oliveira de Frades foi pioneiro neste tipo de criação e
tem sediada a maior empresa nacional produtora de frango do campo",
justificou João Moitas, da Confraria Gastronómica do Frango do Campo.
Trata-se da empresa Campoaves, que comercializa cerca de 75 por cento
da produção nacional de frangos do campo.
O representante lembrou que se têm realizado no concelho várias
iniciativas ligadas ao frango do campo e que, apesar de na região
existir já a Confraria dos Gastrónomos de Lafões, "dado que é mais
abrangente, não teria uma dedicação tão grande" a este produto. "Já em
maio houve a proclamação de Oliveira de Frades como a Capital Nacional
do Frango do Campo. Impunha-se que houvesse uma confraria específica
para cimentar esta marca em Oliveira de Frades", considerou.
Esta semana, durante a cerimónia de escritura pública, estiveram
presentes cerca de 50 pessoas ligadas à avicultura e à gastronomia,
dos concelhos de Oliveira de Frades, Vouzela, Tondela e Viseu. João
Moitas acredita que, em meados de janeiro, quando acontecer o primeiro
capítulo, poderão atingir-se os cem confrades.
O frango do campo, explicou, "é muito diferente do de aviário, ou
industrial", começando pela cor das penas, castanhas e avermelhadas,
"o que lhe confere logo alguma rusticidade". Quanto ao tempo que
demora a chegar ao mercado, o de aviário "demora entre 30 a 35 dias
para ser abatido", enquanto o do campo "tem de esperar 81 dias, no
mínimo".
Por outro lado, "há um controlo muito rigoroso da alimentação, que é à
base de cereais", acrescentou. Tudo isto leva a que, segundo João
Moitas, a carne destes frangos tenha "uma textura totalmente
diferente" da dos outros. "Não é um frango bom para churrasco. Mas
assado no forno, com batatinhas, quase que compete com a vitela de
Lafões. E também é muito apreciado de cabidela", explicou.
http://www.cnoticias.net/?p=100770
domingo, 4 de novembro de 2012
Incêndios custam mil milhões por ano
O custo anual dos incêndios ascende a mil milhões de euros. €150 por
prejuízos diretos nas matas e florestas ardidas e €750 milhões em
produtos que deixam de ser fabricados em Portugal devido à falta de
madeira.
Vítor Andrade (www.expresso.pt)
12:30 Domingo, 4 de novembro de 2012
O custo anual dos incêndios ascende a mil milhões de euros. €150 por
prejuízos diretos nas matas e florestas ardidas e €750 milhões em
produtos que deixam de ser fabricados em Portugal devido à falta de
madeira.
As contas foram feitas por um grupo de 21 personalidades, entre as
quais se destacam Jorge Sampaio, Valente de Oliveira, Álvaro Amado,
Francisco Avilez e João Ferreira do Amaral.
É preciso investir na prevenção
Subscrevem o manifesto "Outra vez os incêndios florestais", que será
divulgado na próxima semana pelo Expresso, onde se conclui que, por
não investir o suficiente em prevenção, Portugal acaba por pagar
sempre uma fatura mais elevada nas despesas do combate aos fogos e nas
consequências que daí decorrem para a economia da fileira florestal.
O manifesto recorda que só em 2012 "os incêndios provocaram sete
mortos, desorganizaram vidas e empresas, destruíram casas e queimaram
mais de 100 mil hectares de matas e florestas".
http://expresso.sapo.pt/incendios-custam-mil-milhoes-por-ano=f764326
prejuízos diretos nas matas e florestas ardidas e €750 milhões em
produtos que deixam de ser fabricados em Portugal devido à falta de
madeira.
Vítor Andrade (www.expresso.pt)
12:30 Domingo, 4 de novembro de 2012
O custo anual dos incêndios ascende a mil milhões de euros. €150 por
prejuízos diretos nas matas e florestas ardidas e €750 milhões em
produtos que deixam de ser fabricados em Portugal devido à falta de
madeira.
As contas foram feitas por um grupo de 21 personalidades, entre as
quais se destacam Jorge Sampaio, Valente de Oliveira, Álvaro Amado,
Francisco Avilez e João Ferreira do Amaral.
É preciso investir na prevenção
Subscrevem o manifesto "Outra vez os incêndios florestais", que será
divulgado na próxima semana pelo Expresso, onde se conclui que, por
não investir o suficiente em prevenção, Portugal acaba por pagar
sempre uma fatura mais elevada nas despesas do combate aos fogos e nas
consequências que daí decorrem para a economia da fileira florestal.
O manifesto recorda que só em 2012 "os incêndios provocaram sete
mortos, desorganizaram vidas e empresas, destruíram casas e queimaram
mais de 100 mil hectares de matas e florestas".
http://expresso.sapo.pt/incendios-custam-mil-milhoes-por-ano=f764326
Empresa agrícola luso-angolana prepara-se para apostar na agroindústria
9:26 Domingo, 4 de novembro de 2012
Caxito, Angola, 04 nov (Lusa) - A Agrolider, empresa de capitais
mistos luso-angolanos, localizada na província do Bengo, norte de
Angola, criada há seis anos prepara-se agora para expandir os negócios
na agroindústria, disse o gerente à agência Lusa.
Com um investimento inicial de 10 milhões de dólares (cerca de oito
milhões de euros), a Agrolider arrancou com projetos experimentais e
somente há três anos apostou em projetos intensivos de fruticultura.
Segundo João Macedo, gerente da empresa, numa área de cerca de 350
hectares são produzidas, além de banana - em que até ao final do ano
se prevê uma produção final de 20 mil toneladas - também melão,
melancia e tomate, na ordem das mais de 10 mil toneladas por cada
produto.
http://expresso.sapo.pt/empresa-agricola-luso-angolana-prepara-se-para-apostar-na-agroindustria=f764365
Caxito, Angola, 04 nov (Lusa) - A Agrolider, empresa de capitais
mistos luso-angolanos, localizada na província do Bengo, norte de
Angola, criada há seis anos prepara-se agora para expandir os negócios
na agroindústria, disse o gerente à agência Lusa.
Com um investimento inicial de 10 milhões de dólares (cerca de oito
milhões de euros), a Agrolider arrancou com projetos experimentais e
somente há três anos apostou em projetos intensivos de fruticultura.
Segundo João Macedo, gerente da empresa, numa área de cerca de 350
hectares são produzidas, além de banana - em que até ao final do ano
se prevê uma produção final de 20 mil toneladas - também melão,
melancia e tomate, na ordem das mais de 10 mil toneladas por cada
produto.
http://expresso.sapo.pt/empresa-agricola-luso-angolana-prepara-se-para-apostar-na-agroindustria=f764365
Alentejo vai produzir papoilas para morfina
Um grupo industrial farmacêutico escocês está a investir na cultura da
papoila para produção de morfina no Alentejo.
Vítor Andrade (www.expresso.pt)
8:25 Domingo, 4 de novembro de 2012
Um grupo industrial farmacêutico escocês está a investir na cultura da
papoila para produção de morfina no Alentejo.
Depois de dois anos de experiências, o Governo acaba de aprovar a
passagem à fase industrial do projeto, o que deverá passar pelo
cultivo de 6000 hectares.
A construção de uma fábrica para processar as papoilas pode ser o
passo seguinte.Poderão ser criados mais de uma centena de empregos.
http://expresso.sapo.pt/alentejo-vai-produzir-papoilas-para-morfina=f764205
papoila para produção de morfina no Alentejo.
Vítor Andrade (www.expresso.pt)
8:25 Domingo, 4 de novembro de 2012
Um grupo industrial farmacêutico escocês está a investir na cultura da
papoila para produção de morfina no Alentejo.
Depois de dois anos de experiências, o Governo acaba de aprovar a
passagem à fase industrial do projeto, o que deverá passar pelo
cultivo de 6000 hectares.
A construção de uma fábrica para processar as papoilas pode ser o
passo seguinte.Poderão ser criados mais de uma centena de empregos.
http://expresso.sapo.pt/alentejo-vai-produzir-papoilas-para-morfina=f764205
Acidente com tractor agrícola provoca um morto
Trancoso
Um acidente com um tractor agrícola num caminho rural da localidade de
Sebadelhe, no concelho de Trancoso, provocou esta sexta-feira a morte
ao condutor, com 77 anos, disse à agência Lusa fonte dos bombeiros.
Segundo o adjunto do comandante dos bombeiros voluntários de Trancoso,
João Paixão, o alerta para o acidente foi dado pelas 14h23 por um
vizinho da vítima.
02 Novembro 2012
"O senhor vinha de um terreno agrícola, em direcção a casa, quando o
tractor saiu do caminho rural, caiu de uma parede com cerca de 1,5
metros de altura e capotou", contou o responsável. A vítima foi
transportada pelos bombeiros para o Centro de Saúde de Trancoso, onde
já chegou sem vida, acrescentou.
João Paixão referiu que o despiste ocorreu "no meio de um monte", numa
zona com difíceis acessos, e os bombeiros "tiveram que utilizar um
jipe todo o terreno para transportar a vítima até ao local onde a
ambulância se encontrava".
O responsável observou que a corporação não tem uma ambulância todo o
terreno, veículo que "faz muita falta" para intervir nestas situações.
Foram destacados para o local do acidente os bombeiros voluntários de
Trancoso, com duas viaturas e sete elementos, segundo informação do
Comando Distrital de Operações e Socorro da Guarda.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/acidente-com-tractor-agricola-provoca-um-morto
Um acidente com um tractor agrícola num caminho rural da localidade de
Sebadelhe, no concelho de Trancoso, provocou esta sexta-feira a morte
ao condutor, com 77 anos, disse à agência Lusa fonte dos bombeiros.
Segundo o adjunto do comandante dos bombeiros voluntários de Trancoso,
João Paixão, o alerta para o acidente foi dado pelas 14h23 por um
vizinho da vítima.
02 Novembro 2012
"O senhor vinha de um terreno agrícola, em direcção a casa, quando o
tractor saiu do caminho rural, caiu de uma parede com cerca de 1,5
metros de altura e capotou", contou o responsável. A vítima foi
transportada pelos bombeiros para o Centro de Saúde de Trancoso, onde
já chegou sem vida, acrescentou.
João Paixão referiu que o despiste ocorreu "no meio de um monte", numa
zona com difíceis acessos, e os bombeiros "tiveram que utilizar um
jipe todo o terreno para transportar a vítima até ao local onde a
ambulância se encontrava".
O responsável observou que a corporação não tem uma ambulância todo o
terreno, veículo que "faz muita falta" para intervir nestas situações.
Foram destacados para o local do acidente os bombeiros voluntários de
Trancoso, com duas viaturas e sete elementos, segundo informação do
Comando Distrital de Operações e Socorro da Guarda.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/acidente-com-tractor-agricola-provoca-um-morto
Festival do Vinho do Douro Superior supera expectativas
Home \ Notícias \ Festival do Vinho do Douro Superior supera expectativas
Festival de Vinhos do Douro Superior 2012
More Sharing ServicesPartilhar
Sexta-Feira, 26 de Outubro de 2012 às 18:11
A I edição do Festival do Vinho do Douro Superior surpreendeu. Pelo
número de visitantes, mas também pelos rostos que asseguraram a
participação das marcas, onde não faltaram os principais protagonistas
que fazem a história dos vinhos no Douro Superior. Surpreendeu ainda
pelo número de novos produto
Mais de seis mil pessoas visitaram o fim de semana passado o I
Festival do Vinho do Douro Superior, um número que superou as
expectativas da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa e dos
próprios produtores que participaram no evento. Durante o fim de
semana, estes destacavam ainda o interesse que os visitantes
demonstravam em relação aos vinhos. Em Vila Nova de Foz Côa foi um fim
de semana de festa: o I Festival do Vinho do Douro Superior deixou bem
claro todo o potencial desta sub-região duriense e reforçou Foz Côa
como a sua capital natural.
O caráter e singularidade dos vinhos do Douro Superior foi um dos
aspetos mais vincados neste certame, que reuniu mais de 50 produtores.
O presidente da Câmara de Foz Côa, Gustavo Duarte, sublinhava que para
o seu município, onde se situam as grandes marcas de vinhos, era
"forçoso, e até obrigatório" avançar com um evento desta natureza. Os
produtores comungavam desta convicção. "O Douro Superior tem
características únicas que mereciam ser destacadas. O que eu
estranhava era ainda não haver uma feira como esta", sublinhava Pedro
Garcias, jornalista que estava no evento enquanto produtor dos vinhos
Mapa.
Além de Foz Côa, o Douro Superior inclui os concelhos vizinhos de
Carrazeda de Ansiães, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à
Cinta, Meda, S. João da Pesqueira e Torre de Moncorvo. A identidade e
caráter destes vinhos advém do clima, com temperaturas muito extremas
no verão e no inverno e uma baixíssima pluviosidade, e da orografia,
menos acidentada do que na restante Região Demarcada do Douro. É nesta
região que estão a desenvolver-se alguns dos projetos mais
emblemáticos da atualidade e os produtores sentem que "Vila Nova de
Foz Côa está no centro desta revolução e merece um evento desta
natureza", reforçava José Maria Soares Franco, da Duorum Vinhos.
Uma prova da importância deste certame foi o facto da participação das
marcas ter sido assegurada pelos principais rostos dos projetos. No
evento, não faltaram os protagonistas que fazem a história dos vinhos
no Douro Superior, como são os casos de José Maria Soares Franco,
Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão), Luís Sottomayor (enólogo da
Sogrape). No fim de semana, participaram ainda no festival nomes
sonantes como Dirk Niepoort (Niepoort Vinhos), David Guimaraens (The
Fladgate Partnership), entre outros.
A feira provou também que o município de Foz Côa é conhecido pelo
mítico Barca Velha, mas a produção de vinhos neste território está
muito longe de se esgotar neste ícone. A importância crescente desta
zona na produção de vinhos Douro e Porto ficou bem notório aliás na
adesão que se verificou na feira: no pavilhão Expocôa, que inaugurou
sexta-feira na presença do secretário de Estado Adjunto do Ministro
Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Feliciano Duarte, estiveram mais
de 200 marcas de vinhos em prova, de mais de 50 produtores.
Também surpreendeu o número de novos produtores que se apresentaram no
certame, bem como a qualidade dos vinhos que estão a fazer, bem
patente no Concurso de Vinhos do Douro Superior, que se realizou
também no âmbito deste certame (ver texto em anexo). "Não conhecíamos
mais de 50 por cento dos vinhos apresentados no concurso", confessava
João Geirinhas, da Revista de Vinhos, entidade responsável pela
produção do Festival do Vinho do Douro Superior. E o elevado número de
medalhas atribuídas neste concurso "mostra bem a qualidade dos vinhos
que aqui se estão a fazer", sublinhava Luís Lopes, diretor da Revista
de Vinhos.
Dar a conhecer novos projetos é assim mais um fator que reforça a
importância de um evento desta natureza. "É importante que o esforço
de inovação e qualidade que se está a fazer no Douro Superior chegue
aos grandes centros urbanos, onde se situam os consumidores, bem como
à imprensa generalista e especializada, e um evento como esta feira é
uma alavanca importante nesse sentido", afirmava João Geirinhas.
Além do Concurso de Vinhos e do debate que reuniu lavradores,
produtores e gente ligada à fileira, no I Festival do Vinho do Douro
Superior foi possível provar e adquirir a preços especiais os melhores
vinhos e especialidades regionais, como amêndoas, azeites, doces,
queijos e enchidos, bem como assistir a provas de vinhos comentadas
por especialistas. O sucesso da primeira edição impõe a continuidade
do evento no próximo ano, como garantiu já o presidente da Câmara de
Foz Côa.
http://www.revistadevinhos.iol.pt/noticias/festival_do_vinho_do_douro_superior__supera_expectativas_13696
Festival de Vinhos do Douro Superior 2012
More Sharing ServicesPartilhar
Sexta-Feira, 26 de Outubro de 2012 às 18:11
A I edição do Festival do Vinho do Douro Superior surpreendeu. Pelo
número de visitantes, mas também pelos rostos que asseguraram a
participação das marcas, onde não faltaram os principais protagonistas
que fazem a história dos vinhos no Douro Superior. Surpreendeu ainda
pelo número de novos produto
Mais de seis mil pessoas visitaram o fim de semana passado o I
Festival do Vinho do Douro Superior, um número que superou as
expectativas da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa e dos
próprios produtores que participaram no evento. Durante o fim de
semana, estes destacavam ainda o interesse que os visitantes
demonstravam em relação aos vinhos. Em Vila Nova de Foz Côa foi um fim
de semana de festa: o I Festival do Vinho do Douro Superior deixou bem
claro todo o potencial desta sub-região duriense e reforçou Foz Côa
como a sua capital natural.
O caráter e singularidade dos vinhos do Douro Superior foi um dos
aspetos mais vincados neste certame, que reuniu mais de 50 produtores.
O presidente da Câmara de Foz Côa, Gustavo Duarte, sublinhava que para
o seu município, onde se situam as grandes marcas de vinhos, era
"forçoso, e até obrigatório" avançar com um evento desta natureza. Os
produtores comungavam desta convicção. "O Douro Superior tem
características únicas que mereciam ser destacadas. O que eu
estranhava era ainda não haver uma feira como esta", sublinhava Pedro
Garcias, jornalista que estava no evento enquanto produtor dos vinhos
Mapa.
Além de Foz Côa, o Douro Superior inclui os concelhos vizinhos de
Carrazeda de Ansiães, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à
Cinta, Meda, S. João da Pesqueira e Torre de Moncorvo. A identidade e
caráter destes vinhos advém do clima, com temperaturas muito extremas
no verão e no inverno e uma baixíssima pluviosidade, e da orografia,
menos acidentada do que na restante Região Demarcada do Douro. É nesta
região que estão a desenvolver-se alguns dos projetos mais
emblemáticos da atualidade e os produtores sentem que "Vila Nova de
Foz Côa está no centro desta revolução e merece um evento desta
natureza", reforçava José Maria Soares Franco, da Duorum Vinhos.
Uma prova da importância deste certame foi o facto da participação das
marcas ter sido assegurada pelos principais rostos dos projetos. No
evento, não faltaram os protagonistas que fazem a história dos vinhos
no Douro Superior, como são os casos de José Maria Soares Franco,
Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão), Luís Sottomayor (enólogo da
Sogrape). No fim de semana, participaram ainda no festival nomes
sonantes como Dirk Niepoort (Niepoort Vinhos), David Guimaraens (The
Fladgate Partnership), entre outros.
A feira provou também que o município de Foz Côa é conhecido pelo
mítico Barca Velha, mas a produção de vinhos neste território está
muito longe de se esgotar neste ícone. A importância crescente desta
zona na produção de vinhos Douro e Porto ficou bem notório aliás na
adesão que se verificou na feira: no pavilhão Expocôa, que inaugurou
sexta-feira na presença do secretário de Estado Adjunto do Ministro
Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Feliciano Duarte, estiveram mais
de 200 marcas de vinhos em prova, de mais de 50 produtores.
Também surpreendeu o número de novos produtores que se apresentaram no
certame, bem como a qualidade dos vinhos que estão a fazer, bem
patente no Concurso de Vinhos do Douro Superior, que se realizou
também no âmbito deste certame (ver texto em anexo). "Não conhecíamos
mais de 50 por cento dos vinhos apresentados no concurso", confessava
João Geirinhas, da Revista de Vinhos, entidade responsável pela
produção do Festival do Vinho do Douro Superior. E o elevado número de
medalhas atribuídas neste concurso "mostra bem a qualidade dos vinhos
que aqui se estão a fazer", sublinhava Luís Lopes, diretor da Revista
de Vinhos.
Dar a conhecer novos projetos é assim mais um fator que reforça a
importância de um evento desta natureza. "É importante que o esforço
de inovação e qualidade que se está a fazer no Douro Superior chegue
aos grandes centros urbanos, onde se situam os consumidores, bem como
à imprensa generalista e especializada, e um evento como esta feira é
uma alavanca importante nesse sentido", afirmava João Geirinhas.
Além do Concurso de Vinhos e do debate que reuniu lavradores,
produtores e gente ligada à fileira, no I Festival do Vinho do Douro
Superior foi possível provar e adquirir a preços especiais os melhores
vinhos e especialidades regionais, como amêndoas, azeites, doces,
queijos e enchidos, bem como assistir a provas de vinhos comentadas
por especialistas. O sucesso da primeira edição impõe a continuidade
do evento no próximo ano, como garantiu já o presidente da Câmara de
Foz Côa.
http://www.revistadevinhos.iol.pt/noticias/festival_do_vinho_do_douro_superior__supera_expectativas_13696
Estado deve retomar administração do património e da actividade da Alter Real
Defende administrador da Fundação Alter Real
O administrador da Fundação Alter Real (FAR) António Hemetério Cruz
defendeu hoje que o Estado deve retomar a administração directa do
património e da actividade da instituição de utilidade pública, depois
de a "sanear financeiramente" e extinguir.
"O que o Estado tem de fazer à fundação é extingui-la", depois de
"honrar os compromissos que há para honrar", ou seja, "sanear
financeiramente" a fundação e liquidar as dívidas "incomportáveis e
insustentáveis" a fornecedores, disse à Lusa o vogal do conselho de
administração da FAR, António Hemetério Cruz.
Posteriormente, defendeu, o Estado deve "retomar a administração
directa" do património e da actividade da FAR, tal como aconteceu até
2007, quando o então ministro da Agricultura, Jaime Silva, criou "a
desastrosa fundação com o propósito claro de a desorçamentar".
Segundo António Hemetério Cruz, na segunda-feira, a ministra da
Agricultura, Assunção Cristas, reúne-se com os fundadores da FAR,
provavelmente para lhes anunciar a decisão do Executivo PSD/CDS-PP em
relação ao futuro da instituição, à qual o Governo determinou a
cessação total de apoios financeiros.
Numa reunião com os fundadores, no passado dia 27 de agosto, a
ministra da Agricultura "comprometeu-se a tomar uma decisão sobre o
futuro da FAR até 31 de Outubro" e "é essa decisão que esperamos ficar
a saber na segunda-feira", disse.
"Espero que, na segunda-feira, a ministra tome, efectivamente, a
decisão que mais interesse ao país e que mais defenda o interesse
público e o interesse da minha terra, Alter do Chão", afirmou.
António Hemetério Cruz disse que a ministra da Agricultura deu um
prazo de 45 dias, que já terminou, para os fundadores da FAR
apresentarem estudos de viabilidade da instituição, que gere a
Coudelaria Nacional.
"Em concreto, não sei de nada, mas é suposto haver um estudo, pelo
menos, para a ministra validar ou não", disse António Hemetério Cruz,
que é presidente da Assembleia Municipal de Alter do Chão e liderou o
município da vila entre 1994 e 2005.
António Hemetério Cruz disse esperar que a decisão do Governo seja a
de que o Estado vai retomar a administração directa do património e da
actividade da FAR, porque "é a única decisão séria" e "qualquer outra
é utopia, lirismo, fantasia e má, nomeadamente para Alter do Chão".
"No mundo dos cavalos, toda a gente sabe" que a actividade da FAR, que
tem um passivo de 2,5 milhões de euros, "com tendência para subir",
porque "não há volta a dar", "sempre foi deficitária e continuará a
ser", frisou, rejeitando os outros dois cenários para o futuro da
fundação, sediada em Alter do Chão, no distrito de Portalegre.
O cenário de continuidade da FAR só com privados e sem o financiamento
do Estado "é insustentável e uma utopia" e "representa o caos e a
penúria" e o cenário de integrar o passivo e os activos da fundação na
Companhia das Lezírias "representa a penúria".
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/estado-deve-retomar-administracao-do-patrimonio-e-da-actividade-da-alter-real
O administrador da Fundação Alter Real (FAR) António Hemetério Cruz
defendeu hoje que o Estado deve retomar a administração directa do
património e da actividade da instituição de utilidade pública, depois
de a "sanear financeiramente" e extinguir.
"O que o Estado tem de fazer à fundação é extingui-la", depois de
"honrar os compromissos que há para honrar", ou seja, "sanear
financeiramente" a fundação e liquidar as dívidas "incomportáveis e
insustentáveis" a fornecedores, disse à Lusa o vogal do conselho de
administração da FAR, António Hemetério Cruz.
Posteriormente, defendeu, o Estado deve "retomar a administração
directa" do património e da actividade da FAR, tal como aconteceu até
2007, quando o então ministro da Agricultura, Jaime Silva, criou "a
desastrosa fundação com o propósito claro de a desorçamentar".
Segundo António Hemetério Cruz, na segunda-feira, a ministra da
Agricultura, Assunção Cristas, reúne-se com os fundadores da FAR,
provavelmente para lhes anunciar a decisão do Executivo PSD/CDS-PP em
relação ao futuro da instituição, à qual o Governo determinou a
cessação total de apoios financeiros.
Numa reunião com os fundadores, no passado dia 27 de agosto, a
ministra da Agricultura "comprometeu-se a tomar uma decisão sobre o
futuro da FAR até 31 de Outubro" e "é essa decisão que esperamos ficar
a saber na segunda-feira", disse.
"Espero que, na segunda-feira, a ministra tome, efectivamente, a
decisão que mais interesse ao país e que mais defenda o interesse
público e o interesse da minha terra, Alter do Chão", afirmou.
António Hemetério Cruz disse que a ministra da Agricultura deu um
prazo de 45 dias, que já terminou, para os fundadores da FAR
apresentarem estudos de viabilidade da instituição, que gere a
Coudelaria Nacional.
"Em concreto, não sei de nada, mas é suposto haver um estudo, pelo
menos, para a ministra validar ou não", disse António Hemetério Cruz,
que é presidente da Assembleia Municipal de Alter do Chão e liderou o
município da vila entre 1994 e 2005.
António Hemetério Cruz disse esperar que a decisão do Governo seja a
de que o Estado vai retomar a administração directa do património e da
actividade da FAR, porque "é a única decisão séria" e "qualquer outra
é utopia, lirismo, fantasia e má, nomeadamente para Alter do Chão".
"No mundo dos cavalos, toda a gente sabe" que a actividade da FAR, que
tem um passivo de 2,5 milhões de euros, "com tendência para subir",
porque "não há volta a dar", "sempre foi deficitária e continuará a
ser", frisou, rejeitando os outros dois cenários para o futuro da
fundação, sediada em Alter do Chão, no distrito de Portalegre.
O cenário de continuidade da FAR só com privados e sem o financiamento
do Estado "é insustentável e uma utopia" e "representa o caos e a
penúria" e o cenário de integrar o passivo e os activos da fundação na
Companhia das Lezírias "representa a penúria".
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/estado-deve-retomar-administracao-do-patrimonio-e-da-actividade-da-alter-real
Parques de Sintra afasta director e fundador da Escola de Arte Equestre
Monte da Lua
03.11.2012 - 19:30 Por Liliana Pascoal Borges
"Debilitados e mal aproveitados" é como António Lamas descreve os
cavalos da EPAE, escola que integra a Monte da Lua desde Setembro
"Debilitados e mal aproveitados" é como António Lamas descreve os
cavalos da EPAE, escola que integra a Monte da Lua desde Setembro
(Miguel Manso)
Depois de três décadas a dirigir a Escola Portuguesa de Arte
Equestre, Filipe Figueiredo foi dispensado. Integrada há dois meses na
Parques de Sintra, a EPAE está a ser alvo de uma reestruturação
profunda.
O cavaleiro e veterinário do Ministério da Agricultura que dirigiu a
Escola Portuguesa de Arte Equestre (EPAE) desde a sua formação, em
1979, Filipe Figueiredo (Graciosa), foi afastado do seu cargo. A
decisão coube à sociedade Parques de Sintra-Monte da Lua, que detém
desde o início de Setembro a gestão da EPAE, que antes pertencia à
Fundação Alter Real.
António Lamas, presidente da sociedade Parques de Sintra-Monte da Lua,
explica que a decisão do afastamento de Filipe Figueiredo era
inevitável face à reestruturação da escola. "O Filipe Figueiredo
dirigia a escola há mais de 25 anos e na minha opinião ninguém deve
estar à frente de uma instituição tanto tempo", justifica António
Lamas. Além disso, defende a utilidade de "ser alguém novo que integre
esta renovação de que a EPAE está a ser alvo".
A derradeira razão que terá levado à decisão reside no estado de
"desorganização e degradação das instalações da escola". Esta
situação, explica, "não poderia deixar de ser associada e atribuída às
responsabilidades de quem estava na direcção da escola".
Depois de mais de três décadas a dirigir a EPAE, Filipe Figueiredo foi
surpreendido pela decisão. "Não estava à espera de ser totalmente
afastado. Esperava que contassem ao menos com algum tipo de apoio,
como director artístico, por exemplo", declara, acrescentando que a
auditoria realizada em Setembro foi favorável à continuidade do seu
trabalho. António Lamas desvaloriza o afastamento do director. "Há
toda uma equipa a trabalhar, a escola não era só o Filipe Figueiredo."
Por seu turno, o cavaleiro acredita que o seu contributo poderia ainda
ser útil para a instituição. "Conheço as pessoas todas do meio, tenho
relações pessoais e conhecimentos no mundo inteiro." "Algumas vezes,
os cavalos só tiveram que comer porque era eu a fazer os pedidos",
sustenta o ex-director da EPAE. Segundo António Lamas, esta era uma
situação que acontecia com uma regularidade assustadora. "A escola já
não tinha sequer condições para garantir a alimentação dos cavalos, os
animais estavam absolutamente debilitados quando a administração nos
foi entregue."
Actualmente, a escola tem a seu cargo 44 cavalos lusitanos, mas este
número poderá diminuir, uma vez que, explica António Lamas, "alguns
animais estão tão diminuídos que terão de ser devolvidos" à Coudelaria
de Alter do Chão. Outros, acrescenta, poderão, eventualmente, ser
"reabilitados". Este responsável garante que, seja a fundação ou outra
entidade a ficar com a gestão da coudelaria (onde são criados os
cavalos da escola, fundada em 1748 por D. João V), o acordo que existe
entre esta e a EPAE é independente dessas decisões. "Pior do que o que
estava não pode ficar", garante, uma vez que "a relação no que se
refere a efectivos equestres era péssima e a escola já não recebia
cavalos desde 2007".
Para António Lamas, a EPAE constituía um peso para a Fundação Alter
Real. Por sua vez, Filipe Figueiredo acusa a fundação de se ter
"demitido das suas funções" e acredita que a decisão será a sua
extinção. Para o cavaleiro, os problemas remontam à sua criação, em
2007, quando passou a desempenhar as funções de vários serviços do
Ministério da Agricultura. O fim, sustenta, era inevitável.
O Governo deu até final de Outubro para que os parceiros privados da
Fundação Alter Real apresentassem propostas de viabilização económica
para a instituição. No entanto, na quarta-feira, o Ministério da
Agricultura ainda não tinha recebido nenhuma proposta, mas não
confirma o fim da fundação. Na próxima segunda-feira haverá uma
reunião entre os membros da fundação em que se prevê que seja tomada
uma decisão final.
http://www.publico.pt/Local/parques-de-sintra-afasta-director-e-fundador-da-escola-de-arte-equestre-1569935
03.11.2012 - 19:30 Por Liliana Pascoal Borges
"Debilitados e mal aproveitados" é como António Lamas descreve os
cavalos da EPAE, escola que integra a Monte da Lua desde Setembro
"Debilitados e mal aproveitados" é como António Lamas descreve os
cavalos da EPAE, escola que integra a Monte da Lua desde Setembro
(Miguel Manso)
Depois de três décadas a dirigir a Escola Portuguesa de Arte
Equestre, Filipe Figueiredo foi dispensado. Integrada há dois meses na
Parques de Sintra, a EPAE está a ser alvo de uma reestruturação
profunda.
O cavaleiro e veterinário do Ministério da Agricultura que dirigiu a
Escola Portuguesa de Arte Equestre (EPAE) desde a sua formação, em
1979, Filipe Figueiredo (Graciosa), foi afastado do seu cargo. A
decisão coube à sociedade Parques de Sintra-Monte da Lua, que detém
desde o início de Setembro a gestão da EPAE, que antes pertencia à
Fundação Alter Real.
António Lamas, presidente da sociedade Parques de Sintra-Monte da Lua,
explica que a decisão do afastamento de Filipe Figueiredo era
inevitável face à reestruturação da escola. "O Filipe Figueiredo
dirigia a escola há mais de 25 anos e na minha opinião ninguém deve
estar à frente de uma instituição tanto tempo", justifica António
Lamas. Além disso, defende a utilidade de "ser alguém novo que integre
esta renovação de que a EPAE está a ser alvo".
A derradeira razão que terá levado à decisão reside no estado de
"desorganização e degradação das instalações da escola". Esta
situação, explica, "não poderia deixar de ser associada e atribuída às
responsabilidades de quem estava na direcção da escola".
Depois de mais de três décadas a dirigir a EPAE, Filipe Figueiredo foi
surpreendido pela decisão. "Não estava à espera de ser totalmente
afastado. Esperava que contassem ao menos com algum tipo de apoio,
como director artístico, por exemplo", declara, acrescentando que a
auditoria realizada em Setembro foi favorável à continuidade do seu
trabalho. António Lamas desvaloriza o afastamento do director. "Há
toda uma equipa a trabalhar, a escola não era só o Filipe Figueiredo."
Por seu turno, o cavaleiro acredita que o seu contributo poderia ainda
ser útil para a instituição. "Conheço as pessoas todas do meio, tenho
relações pessoais e conhecimentos no mundo inteiro." "Algumas vezes,
os cavalos só tiveram que comer porque era eu a fazer os pedidos",
sustenta o ex-director da EPAE. Segundo António Lamas, esta era uma
situação que acontecia com uma regularidade assustadora. "A escola já
não tinha sequer condições para garantir a alimentação dos cavalos, os
animais estavam absolutamente debilitados quando a administração nos
foi entregue."
Actualmente, a escola tem a seu cargo 44 cavalos lusitanos, mas este
número poderá diminuir, uma vez que, explica António Lamas, "alguns
animais estão tão diminuídos que terão de ser devolvidos" à Coudelaria
de Alter do Chão. Outros, acrescenta, poderão, eventualmente, ser
"reabilitados". Este responsável garante que, seja a fundação ou outra
entidade a ficar com a gestão da coudelaria (onde são criados os
cavalos da escola, fundada em 1748 por D. João V), o acordo que existe
entre esta e a EPAE é independente dessas decisões. "Pior do que o que
estava não pode ficar", garante, uma vez que "a relação no que se
refere a efectivos equestres era péssima e a escola já não recebia
cavalos desde 2007".
Para António Lamas, a EPAE constituía um peso para a Fundação Alter
Real. Por sua vez, Filipe Figueiredo acusa a fundação de se ter
"demitido das suas funções" e acredita que a decisão será a sua
extinção. Para o cavaleiro, os problemas remontam à sua criação, em
2007, quando passou a desempenhar as funções de vários serviços do
Ministério da Agricultura. O fim, sustenta, era inevitável.
O Governo deu até final de Outubro para que os parceiros privados da
Fundação Alter Real apresentassem propostas de viabilização económica
para a instituição. No entanto, na quarta-feira, o Ministério da
Agricultura ainda não tinha recebido nenhuma proposta, mas não
confirma o fim da fundação. Na próxima segunda-feira haverá uma
reunião entre os membros da fundação em que se prevê que seja tomada
uma decisão final.
http://www.publico.pt/Local/parques-de-sintra-afasta-director-e-fundador-da-escola-de-arte-equestre-1569935
Javalis atacam culturas na Serra da Estrela
inShare
3 de Novembro, 2012por Sónia Balasteiro
O aumento de javalis que actualmente se verifica na Serra da Estrela
está a preocupar os agricultores locais, que temem a destruição das
suas culturas.
Por isso, no dia 10 de Novembro será realizada uma caçada a este
animal, promovida pelo Instituto de Conservação da Natureza e
Florestas (ICNF) em conjunto com o clube de caça de Manteigas, que
gere a caça na região.
«Os javalis destroem-nos as culturas todas», queixa-se João Direito,
produtor de centeio em Campo Romão, no concelho de Manteigas. Os
prejuízos causados pelos ataques destes 'porcos selvagens' «são
enormes», lamenta o agricultor, acrescentando que todas as noites a
sua seara é atacada. «E não é a única; todos os campos contíguos são
devastados», esclarece, adiantando que recentemente voltou a pedir ao
clube de caça de Manteigas autorização especial para abater javalis.
«Todos os anos recebemos vários pedidos para organizar caçadas»,
confirma Daniel Saraiva, responsável da associação.
O aumento do número de javalis deve-se ao facto de estar extinto na
região o único predador natural destes animais: o lobo ibérico. Assim,
as caçadas aos 'porcos selvagens' são a única forma de dominar o seu
apetite voraz.
«A caça tornou-se a única forma de controlar as populações», admite o
responsável do Parque da Serra da Estrela ao SOL, Fernando Queirós,
explicando que «o ICNF não tem meios próprios» para realizar caçadas,
tendo, por isso, de se agir em cooperação com as associações de
caçadores locais. «Conseguimos fazer três a quatro montarias por ano»,
conclui Fernando Queirós.
Espécies ameaçadas
Um dos motivos que levam o ICNF a pedir aos caçadores para abater
javalis é o facto de não só destruírem culturas agrícolas, como também
«ameaçarem espécies protegidas de animais e plantas», diz fonte do
organismo.
Segundo o responsável do Parque Natural, todas as caçadas obedecem a
regras específicas. «Quando acontecem em zonas protegidas, tem de se
respeitar o período de nidificação das aves da serra», sublinha,
explicando que nestes casos se opta por abater os animais à noite,
altura em que há «menor perturbação da fauna selvagem».
Apesar dos prejuízos provocados pelos porcos selvagens, não há estudos
sobre o número de animais existentes. «O controlo das populações tem
de ser um trabalho permanente», avisa o director-adjunto do Parque da
Serra da Estrela.
sonia.balasteiro@sol.pt
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=62248
3 de Novembro, 2012por Sónia Balasteiro
O aumento de javalis que actualmente se verifica na Serra da Estrela
está a preocupar os agricultores locais, que temem a destruição das
suas culturas.
Por isso, no dia 10 de Novembro será realizada uma caçada a este
animal, promovida pelo Instituto de Conservação da Natureza e
Florestas (ICNF) em conjunto com o clube de caça de Manteigas, que
gere a caça na região.
«Os javalis destroem-nos as culturas todas», queixa-se João Direito,
produtor de centeio em Campo Romão, no concelho de Manteigas. Os
prejuízos causados pelos ataques destes 'porcos selvagens' «são
enormes», lamenta o agricultor, acrescentando que todas as noites a
sua seara é atacada. «E não é a única; todos os campos contíguos são
devastados», esclarece, adiantando que recentemente voltou a pedir ao
clube de caça de Manteigas autorização especial para abater javalis.
«Todos os anos recebemos vários pedidos para organizar caçadas»,
confirma Daniel Saraiva, responsável da associação.
O aumento do número de javalis deve-se ao facto de estar extinto na
região o único predador natural destes animais: o lobo ibérico. Assim,
as caçadas aos 'porcos selvagens' são a única forma de dominar o seu
apetite voraz.
«A caça tornou-se a única forma de controlar as populações», admite o
responsável do Parque da Serra da Estrela ao SOL, Fernando Queirós,
explicando que «o ICNF não tem meios próprios» para realizar caçadas,
tendo, por isso, de se agir em cooperação com as associações de
caçadores locais. «Conseguimos fazer três a quatro montarias por ano»,
conclui Fernando Queirós.
Espécies ameaçadas
Um dos motivos que levam o ICNF a pedir aos caçadores para abater
javalis é o facto de não só destruírem culturas agrícolas, como também
«ameaçarem espécies protegidas de animais e plantas», diz fonte do
organismo.
Segundo o responsável do Parque Natural, todas as caçadas obedecem a
regras específicas. «Quando acontecem em zonas protegidas, tem de se
respeitar o período de nidificação das aves da serra», sublinha,
explicando que nestes casos se opta por abater os animais à noite,
altura em que há «menor perturbação da fauna selvagem».
Apesar dos prejuízos provocados pelos porcos selvagens, não há estudos
sobre o número de animais existentes. «O controlo das populações tem
de ser um trabalho permanente», avisa o director-adjunto do Parque da
Serra da Estrela.
sonia.balasteiro@sol.pt
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=62248
L'Art en Bouteille. O vinho português tem uma casa à altura em Paris
Empresa de três portugueses arrancou com cinco parceiros de negócio,
todos da zona do Douro
03/11/2012 | 17:18 | Dinheiro Vivo
A empresa L'Art en Bouteille, criada há menos de um ano, em Paris, por
três portugueses, pretende pôr os vinhos nacionais de alta gama nos
mais requintados restaurantes, hotéis e pontos de venda da capital
francesa, e também do mundo.
Em declarações à agência Lusa, Roger Carvalho, cofundador da L'Art en
Bouteille (veja aqui a página da empresa no Facebook), explicou que a
ideia amadureceu "vários anos", e que foi evoluindo à medida que ele e
os seus dois sócios, Ana de Morais e João Pedro Garcia, observavam que
os vinhos portugueses, embora recebessem "pontuações excecionais nos
concursos internacionais", estavam ausentes do mercado francês.
"Fizemos uma demarcação em relação ao chamado 'mercado da saudade',
que é um mercado fantástico, que funciona muito bem, com produtos de
entrada de gama, que são muito bons, mas por onde nós não quisemos
entrar", explicou.
Todos os contactos da empresa, acrescentou o cofundador, "são
franceses ou internacionais, e feitos a partir de Paris. São contactos
com hotéis de quatro, cinco estrelas, contactos com restaurantes com
estrelas Michelin".
Roger Carvalho diz que "há, no mercado francês e internacional, uma
procura de produtos novos, e de novos países". O que é preciso,
considerou, "é conhecer e estudar esses mercados, e propor o novo
produto". A receita para o sucesso é "compreender os códigos locais, e
adaptar" a imagem e a comunicação.
A "L'Art en Bouteille" arrancou com cinco parceiros, todos produtores
de vinho na zona do Douro – Quinta Vale D. Maria, Quinta da Gaivosa,
Quinta do Sagrado, Quinta do Vale Meão, e Quinta da Manoella
(Wine&Soul) – e organizou, em outubro, uma prova de vinhos na
embaixada de Portugal em Paris.
O balanço do trabalho feito nestes primeiros meses "é positivo", diz.
A empresa pretende até começar a trabalhar na importação de vinhos de
alta gama produzidos noutras regiões de Portugal.
"Pensamos que há um défice com os vinhos do Alentejo, que os vinhos da
Madeira podem também não estar no nível em que podiam estar. Depois,
há regiões e tipos de vinho que também têm que ser descobertos, como o
vinho da região do Dão, os vinhos da península de Setúbal e o vinho
verde", acrescentou.
O empresário afirmou ainda que "os preconceitos de França em relação a
Portugal já desapareceram". Roger Carvalho garante que "falar de
Portugal como produtor de vinhos excelentes é normal e não é chocante
para o ouvido dos franceses".
http://www.dinheirovivo.pt/Faz/Artigo/CIECO067732.html?page=0
todos da zona do Douro
03/11/2012 | 17:18 | Dinheiro Vivo
A empresa L'Art en Bouteille, criada há menos de um ano, em Paris, por
três portugueses, pretende pôr os vinhos nacionais de alta gama nos
mais requintados restaurantes, hotéis e pontos de venda da capital
francesa, e também do mundo.
Em declarações à agência Lusa, Roger Carvalho, cofundador da L'Art en
Bouteille (veja aqui a página da empresa no Facebook), explicou que a
ideia amadureceu "vários anos", e que foi evoluindo à medida que ele e
os seus dois sócios, Ana de Morais e João Pedro Garcia, observavam que
os vinhos portugueses, embora recebessem "pontuações excecionais nos
concursos internacionais", estavam ausentes do mercado francês.
"Fizemos uma demarcação em relação ao chamado 'mercado da saudade',
que é um mercado fantástico, que funciona muito bem, com produtos de
entrada de gama, que são muito bons, mas por onde nós não quisemos
entrar", explicou.
Todos os contactos da empresa, acrescentou o cofundador, "são
franceses ou internacionais, e feitos a partir de Paris. São contactos
com hotéis de quatro, cinco estrelas, contactos com restaurantes com
estrelas Michelin".
Roger Carvalho diz que "há, no mercado francês e internacional, uma
procura de produtos novos, e de novos países". O que é preciso,
considerou, "é conhecer e estudar esses mercados, e propor o novo
produto". A receita para o sucesso é "compreender os códigos locais, e
adaptar" a imagem e a comunicação.
A "L'Art en Bouteille" arrancou com cinco parceiros, todos produtores
de vinho na zona do Douro – Quinta Vale D. Maria, Quinta da Gaivosa,
Quinta do Sagrado, Quinta do Vale Meão, e Quinta da Manoella
(Wine&Soul) – e organizou, em outubro, uma prova de vinhos na
embaixada de Portugal em Paris.
O balanço do trabalho feito nestes primeiros meses "é positivo", diz.
A empresa pretende até começar a trabalhar na importação de vinhos de
alta gama produzidos noutras regiões de Portugal.
"Pensamos que há um défice com os vinhos do Alentejo, que os vinhos da
Madeira podem também não estar no nível em que podiam estar. Depois,
há regiões e tipos de vinho que também têm que ser descobertos, como o
vinho da região do Dão, os vinhos da península de Setúbal e o vinho
verde", acrescentou.
O empresário afirmou ainda que "os preconceitos de França em relação a
Portugal já desapareceram". Roger Carvalho garante que "falar de
Portugal como produtor de vinhos excelentes é normal e não é chocante
para o ouvido dos franceses".
http://www.dinheirovivo.pt/Faz/Artigo/CIECO067732.html?page=0
António Nunes. Incumprimento dos operadores desceu quase metade desde que ASAE foi criada
Por Agência Lusa, publicado em 3 Nov 2012 - 17:26 | Actualizado há 20
horas 38 minutos
A taxa de incumprimento dos agentes económicos desceu de 38 para 21%
desde que a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE)
foi criada, há sete anos, anunciou hoje o presidente desta entidade.
Os números dizem respeito aos incumprimentos à lei detetados desde
2006 de atividade e a descida "constitui uma vitória de todos",
destacou António Nunes, inspetor-geral do organismo, durante as
comemorações do Dia da ASAE, hoje em Castelo Branco.
Em 2006, o alvo foram 19.333 operadores e a taxa de incumprimento foi
de 38%, enquanto em 2012 (até setembro) há uma taxa de incumprimento
de 20 por cento em 35.693 operadores - sendo a taxa média dos sete
anos de 21 por cento, refere o boletim interno especial de 2012 da
ASAE.
Segundo o responsável máximo pela ASAE, "os operadores económicos já
perceberam que têm que se adaptar ao cumprimento da legislação em
vigor, seja nacional ou comunitária".
Por outro lado, há um reconhecimento de que a ASAE "é uma instituição
exigente" nas ações de fiscalização ou inspeção.
Para António Nunes, a redução das infrações detetadas "é uma vitória
do Estado português, dos consumidores e de todos os cidadãos".
Desde que foi criada e até setembro deste ano, a ASAE já detetou 106
mil infrações, com um número recorde de 24 mil casos em 2007, de
acordo com dados do organismo.
Segundo os mesmos números, a ASAE já realizou 46 mil operações,
instaurou 66 mil contra-ordenações e 13 mil processos-crime.
Ao todo, desde 2006 já foram realizadas apreensões no valor de 142,7
milhões de euros.
Atualmente, conta com 500 pessoas, 285 das quais são inspetores.
http://www.ionline.pt/portugal/antonio-nunes-incumprimento-dos-operadores-desceu-quase-metade-asae-foi-criada
horas 38 minutos
A taxa de incumprimento dos agentes económicos desceu de 38 para 21%
desde que a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE)
foi criada, há sete anos, anunciou hoje o presidente desta entidade.
Os números dizem respeito aos incumprimentos à lei detetados desde
2006 de atividade e a descida "constitui uma vitória de todos",
destacou António Nunes, inspetor-geral do organismo, durante as
comemorações do Dia da ASAE, hoje em Castelo Branco.
Em 2006, o alvo foram 19.333 operadores e a taxa de incumprimento foi
de 38%, enquanto em 2012 (até setembro) há uma taxa de incumprimento
de 20 por cento em 35.693 operadores - sendo a taxa média dos sete
anos de 21 por cento, refere o boletim interno especial de 2012 da
ASAE.
Segundo o responsável máximo pela ASAE, "os operadores económicos já
perceberam que têm que se adaptar ao cumprimento da legislação em
vigor, seja nacional ou comunitária".
Por outro lado, há um reconhecimento de que a ASAE "é uma instituição
exigente" nas ações de fiscalização ou inspeção.
Para António Nunes, a redução das infrações detetadas "é uma vitória
do Estado português, dos consumidores e de todos os cidadãos".
Desde que foi criada e até setembro deste ano, a ASAE já detetou 106
mil infrações, com um número recorde de 24 mil casos em 2007, de
acordo com dados do organismo.
Segundo os mesmos números, a ASAE já realizou 46 mil operações,
instaurou 66 mil contra-ordenações e 13 mil processos-crime.
Ao todo, desde 2006 já foram realizadas apreensões no valor de 142,7
milhões de euros.
Atualmente, conta com 500 pessoas, 285 das quais são inspetores.
http://www.ionline.pt/portugal/antonio-nunes-incumprimento-dos-operadores-desceu-quase-metade-asae-foi-criada
Subscrever:
Mensagens (Atom)
