segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Investimento agrícola desbloqueado


Teresa Costa 25.01.2016 / 00:10 

Há 105 projetos de investimento, de 20 milhões de euros, que já podem ser contratualizados

 A contratação do primeiro projeto de investimento agrícola deverá ocorrer esta segunda-feira, em Sesimbra, marcando assim o desbloqueio dos apoios previstos no Programa de Desenvolvimento Rural (PDR 2020) nesta componente. O arranque da nova fase das ajudas agrícolas ficará assinalado com a primeira contratação online para um projeto de investimento, na Quinta da Mó, com a presença do ministro da Agricultura, Capoulas Santos. O procedimento que vai ser feito hoje é idêntico ao que os titulares dos primeiros 105 projetos de investimentos agrícolas já aprovados, no valor total de 20 milhões de euros (8,356 milhões de euros de despesa pública), terão de efetuar para aceder às ajudas públicas. Os agricultores contemplados vão receber uma mensagem do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP), através de um SMS, a indicar que se encontram disponíveis no site os termos de aceitação da candidatura. O visado só tem de fazer a assinatura eletrónica para receber o apoio. A região com mais projetos é o Alentejo, com 44 candidaturas aprovadas, para um montante global de investimento elegível de 8,990 milhões de euros (5,6 milhões de euros de despesa pública). 

O Norte está no fim da tabela, com apenas sete candidaturas, num investimento de 399,6 mil euros. O vinho, apesar de ser o setor com mais projetos aprovados (21), não é o que tem o maior investimento. O segmento que mais vai investir é o dos frutos de casca rija/secos: são apenas seis projetos, mas com 2,861 milhões de investimento. Em segundo lugar, em valor, surgem as hortícolas, com dez projetos e 2,807 milhões de investimento. - 

3 comentários:

Teresa Amaral disse...

Desbloqueio dos apoios previstos no PDR2020.

Anónimo disse...

Pelo volume dos projectos ve se em 1.º os grandes e depois .......

Anónimo disse...

Continuamos à espera desse desbloqueio... e já passaram 2 anos, com implicações desastrosas na vida das pessoas! É vergonhoso e desrespeitoso o que está a acontecer, sem qualquer tipo de explicação por parte das entidades competentes.

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