quarta-feira, 3 de abril de 2013

Exportações de vinho batem recorde dos 700 milhões de euros

Queda do consumo em Portugal e a crise na Europa tem levado produtores
a novos mercados, como a China e as vendas crescem há três anos



Exportações. Neste caso, de vinho
D.R.
01/04/2013 | 13:44 | Dinheiro Vivo

As exportações portuguesas de vinho ultrapassaram no ano passado, pela
primeira vez, os 700 milhões de euros. É já o resultado da estratégia
dos grandes produtores para fugir à crise do mercado interno - aposta
forte em mercados fora da Europa, como Canadá, EUA, Brasil, Angola,
China e Rússia.
De acordo com dados do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), as vendas
de vinho (incluindo os licorosos) para fora de Portugal somaram 704,8
milhões euros em 2012, mais 7,1% do que no ano anterior. Em volume, as
exportações aumentaram 8,8%, totalizando 3,35 milhões de hectolitros.

As exportações estão a crescer há três anos consecutivos em todas as
categorias, quer em volume, quer em valor, apesar da quebra dos preços
(-1,5%). Isso acontece "muito graças ao investimento feito na promoção
nos mercados fora da Europa, onde as exportações estão bastante fortes
e a crescer", confirma ao DN/Dinheiro Vivo Frederico Falcão,
presidente do IVV. Canadá, EUA, Brasil, Angola, China, Rússia, Suíça e
ainda numa série de países como México, Moçambique ou Japão são muitos
exemplos do sucesso dos vinhos portugueses.

E são também os três clusters prioritários de exportação da Adega de
Borba. "O primeiro é o Brasil e Angola, onde Portugal tem maior quota
de mercado de vinhos e onde existe uma maior oportunidade", explica
Manuel Rocha, CEO da adega, que produz o vinho Montes Claros. No
cluster do Reino Unido, Alemanha e EUA, as dificuldades estão no
mercado inglês e alemão. "As cadeias de supermercados fazem muita
pressão para obter preços baixos", ao passo que "os EUA, com um
consumo per capita a crescer, é mais 'simpático', também por causa das
comunidades portuguesas de imigrantes", destaca .

No terceiro cluster estão a China e a Rússia, ambos mercados "com
maior potencial e futuro, onde apostamos todos os recursos", frisa o
CEO da Adega de Borba. Os produtores nacionais "estão muito
concentrados em Xangai e Pequim e se aí tiverem sucesso são muitos
milhões de consumidores. Mas há outras cidades mais pequenas também
importantes", frisa. Por isso, "mais do que defrontar os maiores
produtores do mundo, que têm milhões para investir nesses mercados, é
ir apostar com imaginação em regiões de nicho."

Apesar de as vendas na China terem ainda pouca expressão quando
comparadas com outros mercados, os prémios aí conquistados por
produtores nacionais são sinal de grande aceitação do vinho nacional,
defende Kelly England, presidente dos China Wine & Spirits Awards (ver
entrevista aqui). Embora o mercado europeu continue a ser o principal
destino do vinho português em volume (55% do total), os chamados
países terceiros (fora da Europa) estão a crescer, já representando
42% em valor do vinho exportado, contra 37% em 2010.

Levar este trabalho de exportação por diante "não é fácil", diz Manuel
Rocha. E quais são as principais dificuldades? Desconhecimento de
Portugal como país produtor de vinho - "o vinho do Porto é o mais
conhecido e apenas por um consumidor envelhecido" - e enfrentar
concorrentes de peso, como Espanha, Itália e França, a quem se juntam
a Califórnia, Chile, Argentina, África do Sul, Nova Zelândia e
Austrália.

No entanto, "porque mais de uma centena de produtores estão
comprometidos em aproveitar todas as oportunidades com propostas de
alto valor na relação preço-qualidade e vinhos diferentes, não tenho
dúvida de que a quota de vinho português vai crescer", diz Manuel
Rocha. O mesmo otimismo tem Frederico Falcão, que acredita num
crescimento das exportações de 10% ao ano.

http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO132000.html?page=0

Vila Nova de Foz Côa dedica certame aos Vinhos do Douro Superior

A Câmara de Foz Côa realiza de 24 a 26 de maio o Festival de Vinho do
Douro Superior, um evento em que se anunciam as presenças de adegas e
produtores individuais daquela sub-região vinícola.

Na edição experimental que se realizou no passado mês de outubro,
passaram pelo certame mais de seis mil visitantes e os mais
importantes produtores nacionais de vinho. «O que está na génese do
festival é a produção e a qualidade dos vinhos produzidos na região.
Queremos projetá-los a nível nacional, já que o concelho de Foz Côa é
detentor de marcas importantes que podem dinamizar a economia do
concelho», disse este domingo o presidente da câmara local, Gustavo
Duarte. Este ano, a organização do festival espera receber comitivas
compradoras oriundas da Europa e dos Estados Unidos da América que se
deslocaram a Portugal «de propósito» para conhecer os vinhos
produzidos naquela sub-região que integra a Região Demarcada do Douro.
De acordo com a organização, a iniciativa vai manter a base da edição
experimental. Apenas vão ser introduzidas «algumas alterações de
pormenor» e número de expositores vai «aumentar», esperando-se entre
os 60 a 65 produtores individuais, adegas e quintas. O festival
abrange um vasto conjunto de atividades que terão como denominador
comum a promoção e divulgação dos vinhos brancos, tintos e generosos
produzidos naquela região duriense. «Foz Côa é dos pouco concelhos que
está totalmente integrado na Região Demarcada do Douro. Por esse
motivo, era fundamental a realização de um festival dedicado ao
vinho», acrescentou o autarca. A organização avançou que o grosso das
atividades que integram o Festival de Vinho do Douro Superior
decorrerá no Centro de Exposições de Vila Nova de Foz Côa, para onde
estão programadas iniciativas como provas de vinhos conetadas, ou
provas cegas e um concurso de vinhos. Especificamente direcionadas
para o consumidor, serão realizadas provas comentadas dos vinhos da
região, conduzidas por «críticos especializados», para além de um
mostra do saberes e sabores do concelho.

Lusa
01-04-2013 9:12

http://www.guarda.pt/noticias/sociedade/Paginas/vila-nova-de-foz-ca-dedica-certame-aos-vinhos-douro-superior.aspx

Ministra da Agricultura portuguesa visita o Brasil

Da Redação
03/04/2013 07:30
A ministra Assunção Cristas chega a São Paulo na próxima segunda-feira
e a sua agenda inclui passagens por Ribeirão Preto e Brasília, onde se
reunirá com o ministro brasileiro da Agricultura e com a ministra do
Meio Ambiente.
Assunção Cristas chega a São Paulo dia 8.

Brasília - A ministra portuguesa da Agricultura, do Mar, do Ambiente e
do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, chega a São Paulo na
próxima segunda-feira, dia 8 de abril, para cumprir uma série de
encontros empresariais no país.

A sua primeira intervenção está agendada para esse mesmo dia na
"Conferência do Agronegócio", do Espirito Santo Investment Bank. A
apresentação da ministra abordará a evolução do agronegócio na Zona do
Euro - Europa, Brasil e Portugal e o seu relacionamento com o mercado
externo.

No período da tarde, a comitiva - composta pelo cônsul-geral de
Portugal em São Paulo, Paulo Lourenço, pelo diretor da Agência para o
Investimento e Comércio Externo de Portugal (Aicep), Carlos Moura, e
por algumas empresas portuguesas ligadas ao setor - segue em direção a
Ribeirão Preto para uma visita à Beneficência Portuguesa da cidade.

No dia seguinte, a ministra participará de uma mesa redonda para
debater as oportunidades de negócios entre Portugal e Brasil - uma
iniciativa do Consulado Geral de Portugal em São Paulo, com o apoio da
Associação Brasileira do Agronegócio da Região de Ribeirão Preto
(ABAG/RP) e da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto
(ACIRP).

O objetivo do encontro é revelar alguns projetos de investimento mais
relevantes no setor em Portugal e gerar oportunidades de negócio entre
os dois países. Igualmente, será apresentado o potencial de negócios
de Ribeirão Preto e região. A iniciativa está agendada para dia 9 de
abril, às 11h30, na ACIRP. Ainda durante a manhã, a ministra visitará
as instalações da COPLANA (Cooperativa Agro-Industrial de Ribeirão
Preto).

A ministra irá prosseguir sua viagem em Brasília, onde terá dois
encontros com representantes políticos brasileiros. Assunção Cristas
reunir-se-á com o ministro brasileiro da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento, Antônio Andrade, na Esplanada dos Ministérios. E também
estará com a ministra brasileira do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

http://www.portugaldigital.com.br/politica/ver/20076232-ministra-da-agricultura-portuguesa-visita-o-brasil

IVDP desafia a novas formas de consumo de vinho do Porto

Mercado nacional registou crescimento de 3,5% em 2012


O "Peixe em Lisboa" é o palco escolhido para o Instituto dos Vinhos do
Douro e do Porto (IVDP) reforçar a posição no mercado português,
nomeadamente junto dos públicos do sul do país , numa altura em que se
registou, em 2012, um subida de 3,5% em vendas nacionais. Inserida
numa estratégia de dar a conhecer o vinho do Porto aos portugueses, a
presença do Instituto no certame vai incidir sobre a versatilidade do
produto e na procura de novos momentos de consumo. Aos cocktails
inovadores de vinho do Porto juntam-se, no certame, harmonizações
inovadoras de vinho do Porto com a gastronomia em foco no certame.
Para Manuel de Novaes Cabral, presidente do IVDP, a presença no
certame vem reforçar "a aposta no mercado nacional que começa a dar
francos sinais de recuperação no que diz respeito às vendas dos vinhos
do Douro e Porto".

De 4 a 14 de Abril, o vinho do Porto vai desfilar a par dos melhores
sabores do peixe em Portugal. Naquele que é já considerado "o mais
significativo evento gastronómico realizado anualmente em Portugal", o
Peixe em Lisboa, o IVDP vai promover acções de degustação e formação
acerca de um dos maiores ex-libris da cultura portuguesa - o Vinho do
Porto.

"Descubra a diferença entre um Porto Ruby e um Porto Tawny" ou "O que
é um Porto Vintage?" são apenas dois dos temas dos encontros
realizados pelos enólogos do IVDP. Paralelamente, o Instituto promove
ainda várias sessões de harmonização de pratos de peixe e sobremesas
com vinho do Porto, orientadas pelos chef João Sá e pelo enólogo
Manuel Moreira.

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/03d.htm

Mau tempo: Vinicultores de Alenquer temem perder produção até às vindimas

Lusa
14:07 Quarta feira, 3 de abril de 2013

Alenquer, 03 abr (Lusa) - Os produtores de vinho de Alenquer, concelho
com maior área de vinha da região vitivinícola de Lisboa, temem perder
a produção deste ano, se continuar a chover, alertou hoje uma
associação local.

João Carreira, vice-presidente da cooperativa Coopquer, que dá apoio
aos viticultores do concelho, explicou à agência Lusa que, devido ao
excesso de água nos solos, os produtores "não conseguem entrar nas
vinhas para fazer tratamentos, o que aliado à forte humidade cria
condições propícias para a propagação de doenças nas videiras".

"Podemos vir a ter uma vindima perdida", sublinhou.



http://expresso.sapo.pt/mau-tempo-vinicultores-de-alenquer-temem-perder-producao-ate-as-vindimas=f797892

Contratos obrigatórios no setor do leite entram em vigor em junho

por Ana Rita Costa2 de Abril - 2013

A partir de junho deste ano, a compra e venda de leite cru de vaca
entre os produtores e a indústria de laticínios vai passar a ter que
ser sujeita à celebração de contratos escritos.

A lei que estabelece esta medida foi publicada em Diário da República
e o Executivo garante que consultou as entidades representativas do
setor que "de forma unânime, manifestaram o interesse na consagração,
a nível nacional, da obrigatoriedade da celebração de contratos
escritos para todas as transações de leite cru de vaca, como
instrumento de estabilização do mercado", diz o preâmbulo da
legislação.

O decreto-lei agora publicado refere ainda que o contrato-tipo de
compra e venda de leite é aprovado por portaria do membro do Governo
responsável pela área de agricultura, ainda a publicar, mas, refere
também que "a utilização do contrato-tipo é facultativa", podendo ser
redigido documento similar, desde que nele constem os elementos
obrigatórios previstos no diploma.

As coimas aplicáveis em caso de incumprimento variam entre os 150
euros e os 3740 euros, no caso de pessoa singular, e entre os 500
euros e os 44 891 euros, no caso de pessoa coletiva.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7155&bl=1

Investigadores desenvolvem técnica que deteta fraudes no azeite

por Ana Rita Costa2 de Abril - 2013

Um grupo de investigadores da Estação Experimental de Zaidín de
Espanha, desenvolveu uma técnica que permite, a partir de amostras de
azeite, detetar possíveis operações fraudulentas.

Esta técnica molecular caracteriza a origem do azeite usando
marcadores de ADN de tipo microsatélite aplicados por PCR. Isto
permite aos investigadores saber se a amostra de azeite provem de
facto da prensagem da azeitona da variedade indicada ou se foram
usados outros azeites não declarados.

Os investigadores já desenvolveram uma base de dados que inclui mais
de 90 variedades de azeitona, principalmente de Espanha e Portugal,
assim como variedades muito utilizadas em Itália, Grécia, França,
Marrocos e Líbano.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7153&bl=1

Comissão Europeia tenta evitar embargo russo à batata semente

por Ana Rita Costa2 de Abril - 2013

A Comissão Europeia planeou várias reuniões com as autoridades da
Rússia para evitar que este país aplique um embargo sobre as
importações de batata semente com origem na União Europeia.

A Rússia pretendia aplicar a partir do dia 1 de abril um embargo sobre
as importações de batata semente provenientes da UE por razões
sanitárias. A Holanda, principal exportador de batata semente para a
Rússia, levou esta questão ao Conselho de Agricultura no mês passado e
vários ministros dos Estados-membros solicitaram que a Comissão
Europeia prestasse atenção a este assunto.

A Comissão Europeia já informou que tem previstas para as próximas
semanas várias reuniões com as autoridades russas com o objetivo de
encontrar uma solução equilibrada. A Rússia por sua vez está a exigir
garantias sanitárias suplementares, como uma listagem de todas as
pragas e doenças que afetem aquele vegetal e uma exportação mais
eficaz dos produtos europeus.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7152&bl=1

Agricultores em início de atividade isentos por um ano de segurança social

por Ana Rita Costa2 de Abril - 2013

O Governo disse ontem (1 de abril) que os agricultores que declararem
o início da atividade junto das Finanças não vão pagar de imediato a
segurança social, à semelhança do que se verifica no regime de
trabalhadores independentes.

Em comunicado, o Secretário de Estado da Agricultura refere ainda que
"o regime a aplicar aos trabalhadores independentes "só produz efeitos
após o decurso de pelo menos 12 meses e quando o rendimento relevante
anual do trabalhador ultrapasse seis vezes o valor do Indexante dos
Apoios Sociais (IAS)".

Além disso, "após o decurso dos primeiros 12 meses, o enquadramento
[fiscal] não produz efeitos se os valores dos subsídios/faturação em
vendas for inferior a 12.500 euros por ano e esta seja a única forma
de exercício da atividade independente", refere ainda a nota
divulgada.

Todos os agricultores com atividade comercial vão passar a ser
obrigados a declarar o início de atividade e estão sujeitos a IVA se
obtiverem um rendimento anual bruto superior a 10 mil euros.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7146&bl=1

Syngenta e Bayer querem “salvar” abelhas na Europa

por Ana Rita Costa2 de Abril - 2013

A Syngenta e a Bayer apresentaram na passada semana um plano de ação
com o objetivo de melhorar as condições de vida das abelhas na Europa.

Este plano inclui investimentos em soluções que reduzam os riscos para
a saúde destes insetos e pretende monitorizar a presença de abelhas em
plantações.

Em janeiro, a Agência Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) anunciou
que três tipos de inseticidas neonicotinóides produzidos pelas
empresas e usados nas lavouras de milho, colza, girassol e algodão
afetavam o sistema nervoso dos insetos. Com base no estudo, a Comissão
Europeia quer, agora, proibir o uso dos compostos pelos próximos dois
anos no continente.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7150&bl=1&page=2

Cereais de Selmes deram lugar a olival e milho...

Regional | 00:00 | 01-04-2013


As terras férteis de Selmes, antigamente semeadas de cereais, deram
lugar a olival e milho culturas que, para o presidente da Junta de
Freguesia, sendo bem-vindas não empregam tanta gente como antigamente.

Terra de vinhas, de cereais e, mais recentemente, de olival e milho,
Selmes é a freguesia mais extensa do concelho da Vidigueira, com 137
quilómetros quadrados.

O nosso programa Estrada Municipal partiu à descoberta das
potencialidades da freguesia e vai trazer, durante esta semana,
algumas histórias e vivências desta comunidade.

Começamos com o presidente da Junta de Freguesia de Selmes, António d'
Aguilar, mais conhecido por Brás, que destaca a riqueza das terras
antigamente semeadas de cereais, como o trigo, as cevadas, o girassol.

Neste momento não se fazem essas sementeiras dando lugar, em boa parte
dos solos, a olival. O olival, gerido maioritariamente por espanhóis,
dá trabalho a pessoas da freguesia mas, o presidente da Junta é de
opinião que os cereais empregavam mais gente. E receia a perda de
produtividade das terras pelo uso intensivo dos solos.

Uma das razões apontadas por António d'Aguilar para a venda das terras
por parte dos antigos proprietários é o preço dos factores de
produção, como os adubos e o gasóleo que tornaram a actividade mais
difícil levando ao abandono e venda de muitas herdades.

Com cerca de mil habitantes, Selmes vê alguns filhos da terra partirem
para o estrangeiro à procura de trabalho. Algumas das pessoas em idade
activa trabalham na agricultura, especialmente nos olivais, em Beja,
na Câmara Municipal de Vidigueira, que é um dos principais
empregadores e em algumas instituições da freguesia. Outros vão para o
estrangeiro. O desemprego é um dos problemas destacados por António
d'Aguilar que vê com preocupação a saída de muitos jovens que estão a
ser obrigados a emigrar.

Com a aspiração de ver as terras a produzir e as pessoas a trabalhar
sem necessidade de saírem para o exterior, o presidente da Junta fala
ainda dos projectos da freguesia que têm em vista a criação de
melhores condições tanto para os mais novos, como para os mais velhos:
a construção de um lar de 3ª idade que, quase pronto, deverá albergar
cerca de 60 utentes e a criação de uma biblioteca e de um espaço de
Internet na antiga escola primária que incluirá, igualmente, um parque
de recreio para as crianças da freguesia.

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/53318

Açores: Prolongadas candidaturas para reestruturação das vinhas

03-04-2013





O Governo dos Açores anunciou que serão prolongadas por mais uma
campanha vitivinícola as candidaturas a apoios para a reestruturação
das vinhas na região.

Assim, as candidaturas ao programa VITIS, que prevê «ncentivos ao
investimento nas vinhas», poderão ser apresentadas até ao final de
Abril, segundo um comunicado do Governo açoriano.

«Consideram-se investimentos elegíveis os projectos que contemplem a
melhoria das infra-estruturas fundiárias, preparação do terreno,
plantação, instalação do sistema de armação da vinha e enxertia»,
explica a mesma nota.

Fonte: Lusa

http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia45064.aspx

Secretário de Estado da Alimentação escapa ileso a despiste

Publicado hoje às 14:37

O secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agroalimentar,
Nuno Brito, saiu ileso de um despiste junto a Elvas. Quando a GNR
chegou só estava o motorista.

De acordo com uma fonte da GNR à Lusa, quando a patrulha da GNR chegou
ao local, cerca das 11:40, a viatura apresentava alguns danos
materiais, mas estava apta a circular, sublinhando ainda que o
governante já não se encontrava no local do acidente, mas apenas o
motorista.

Fonte do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do
Território (MAMAOT) confirmou à Lusa que o acidente ocorreu à saída da
A6 para Elvas e que o secretário de Estado «está bem, tal como o
motorista».

«Estava com algumas dores mas retomou a agenda», acrescentou a mesma fonte.

Na viatura seguia ainda um outro ocupante, pertencente ao gabinete do
secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agroalimentar, que
não terá sofrido qualquer tipo de ferimentos.

De acordo com uma nota enviada pelo MAMAOT, o secretário Estado
Alimentação e Investigação Agroalimentar assinou hoje, na Estação
Nacional de Melhoramento de Plantas, em Elvas, protocolos/contratos
com várias entidades.

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=3144122&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

Chuva pode pôr em causa produção de cereais

"Grelos, couves, favas... Está tudo debaixo de água".

Áudio Chuva pode pôr em causa produção de cereais

Há 43 anos que não chovia tanto no país, segundo os dados do Instituto
Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Portugal pode vir a ter
necessidade de importar cereais este ano.
01-04-2013 10:54


Os agricultores estão preocupados com as consequências do excesso de
chuva na cultura de cereais. João Machado, presidente da Confederação
dos Agricultores de Portugal (CAP), diz que alguns terrenos não foram
cultivados, o que pode obrigar à importação de cereais este ano.

"Durante todo o inverno não conseguimos entrar nos terrenos e há
culturas que se fazem neste período, como é o caso dos cereais de
sequeiro, que não foram feitas. Portanto, temos um ano sem cereais em
Portugal, só teremos cereais de regadio", explica à Renascença João
Machado.

Isto "significa que vamos ter que importar mais e isso é preocupante
para o país e para os agricultores que ficaram sem o seu rendimento e
com as terras alagadas".

O mês de Março deste ano bateu os recordes nacionais. Há 43 anos que
não chovia tanto no país, tendo sido as regiões do Centro e do Sul as
mais afectadas.

Segundo os dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA),
a chuva que se fez sentir entre os dias 1 e 27 de Março corresponde ao
dobro ou quadruplo da que foi registada em todos os meses de Março
desde 1971.

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=102210

Governo dá mais três meses para apresentação de declaração de início de atividade na agricultura

Publicado a 01 ABR 13 às 19:02

A Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais recordou, contudo, que os
agricultores que tenham um volume de negócios abaixo dos dez mil euros
anuais continuam a beneficiar da isenção de IVA.

O Executivo vai dar mais três meses aos agricultores para apresentarem
nas Finanças as declarações de início de atividade, que passaram a ser
obrigatórias na sequência de uma determinação do Tribunal de Justiça
da União Europeia.

A Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais lembrou, esta
segunda-feira, que o «acórdão do Tribunal de Justiça da União
Europeia, de Março de 2012, julgou o regime de isenção de IVA
aplicável aos agricultores portugueses contrário ao disposto na
Diretiva do IVA».

O regime de isenção que existia até aqui deixou de ser aplicado por
imposição da Comissão Europeia, contudo, os agricultores que tenham um
volume de negócios abaixo dos dez mil euros anuais continuam a
beneficiar da isenção de IVA.

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3140498

Compotas gourmet: Meia.dúzia de bisnagas com sabor português!

03 Abril 2013

Combinações surpreendentes de sabores e ingredientes saem de uma
bisnaga para embriagar os sentidos. Descubra este conceito made in
Portugal!



por ANA FONSECA

De dentro de uma bisnaga saem sabores únicos prontos para surpreender
o paladar. As compotas em bisnaga são um dos vários produtos
produzidos pela meia.dúzia, uma marca portuguesa apostada em inovar
nos ingredientes, sabores e embalagens.

O objetivo passa por proporcionar experiências únicas de sabores e
valorizar os produtos portugueses. Compotas, mel, licores, ervas
aromáticas, pastas e molhos servem-se em embalagens originais, como as
bisnagas de alumínio inspiradas nos tubos de tintas para pintura, de
onde saem as compotas. Além da estética, estas bisnagas são também
funcionais: é que com elas não são necessárias colheres ou facas para
barrar, os doces não são expostos ao ar após abertura, e a fruta não
oxida com a luz, mantendo as cores fortes e vivas.

Cores e sabores intensos
Pêra Rocha com Moscatel do Douro, Mirtilo com Cidreira, Laranja com
vinho da Madeira, Pêra da Rocha com Groselha e Pimenta Rosa, Amora
Alfazema, Amora com Avelã e noz moscada são apenas algumas das muitas
surpreendentes combinações de ingredientes que saem destas criativas
bisnagas.

Outros exemplos de paladares intensos passam pelas variantes de
Abóbora e Laranja com Mel, Canela e Amêndoa; Amora com Avelã e
Noz-Moscada; Dióspiro e Laranja Moscatel do Douro e Noz; Kiwi com
Baunilha; Morango e Framboesa com Hortelã, entre tantas outras.

Mas nem só de compotas vive a meia.dúzia. Os chás também fazem parte
do seu portefólio e juntam igualmente aromas intensos em que se
destacam o chá verde com citrinos ou com menta e rosas, os chás pretos
com frutos vermelhos, orquídeas e especiarias, pedaços de chocolate,
amêndoa e hortelã- pimenta.

À venda em diversas lojas gourmet espalhadas pelo país, a meia.dúzia
tem uma loja própria na Fábrica ASA, em Guimarães, e os seus produtos
podem também ser adquiridos em lojas on-line como a Wine Spiritus.

Saiba mais na página de Facebook da meia.dúzia ou no site.

http://escape.expresso.sapo.pt/vinhos-gourmet/escolha-escape/gourmet-meiaduzia-bisnagas-com-sabor-portugues-16420349

Rearborização ‘simples’ só para áreas inferiores a 2 hectares

por Isabel Martins2 de Abril - 2013

O polémico diploma da Rearborização vai permitir reflorestar com uma
simples comunicação prévia às autoridades florestais apenas áreas
inferiores a 2 hectares (e não 5 hectares como inicialmente previsto)
e que não tenham sofrido incêndios nos últimos 10 anos.

Para além disso, não pode haver alteração à espécie que estava
anteriormente plantada, o que deixa de fora a possibilidade de
aproveitar a legislação para novas áreas de eucaliptal. A garantia foi
feita à VIDA RURAL pela ministra da Agricultura, Assunção Cristas, que
referiu a necessidade de encontrar "mecanismos de simplificação e
agilização para que se possa reflorestar e rearborizar com alguma
rapidez e facilidade".

Este diploma, que provocou muita polémica e críticas por parte
ambientalistas e algumas associações do setor florestal, foi
reajustado para 'acomodar' as críticas. "A crítica que se fez que
estaríamos a incentivar o eucalipto era injusta, não correspondia ao
que estava no diploma, mas agora ficou clarificado. O diploma não
alterava as regras que já existiam, apenas simplificava processos,
libertando de licenciamento prévio um conjunto de ações de
arborização… Mas teve tanta, tanta crítica na discussão pública que
achámos por bem reduzir a área para 2 hectares e clarificar todos
estes requisitos. Na verdade creio que daqui a uns tempos muitas
pessoas estarão a pedir para alargar o regime", referiu a ministra.

Ainda no que respeita ao ordenamento florestal, Assunção Cristas
avançou que não vai fazer um cadastro florestal nos moldes clássicos,
mas sim trabalhar com base no parcelário agrícola e "conjugar toda a
informação disponível nas autoridades públicas para a partir dai
construir o cadastro. Temos um objetivo mais alargado que é juntar a
informação disponível ao Registo Predial e à matriz das Finanças". O
resultado será um cadastro mais simples, "se calhar não tão perfeito
do ponto de vista da qualidade". A ideia é designar vários níveis da
qualidade, que serão revistos e melhorados ao longo do tempo. "Há
autarquias que têm os seus cadastros feitos, podem não ser perfeitos
mas são operacionais. E há também o mecanismo da Bolsa de Terras que
aponta para a possibilidade de identificar terras das quais não se
conhecem os proprietários",

Veja a entrevista completa com a ministra da Agricultura na próxima
edição de maio da VIDA RURAL.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=7158&bl=1&page=2

Frederico Falcão: "Sector do vinho é extremamente importante na recuperação do país"

Presidente do IVV diz que exportação vai bem graças à promoção fora da
Europa, onde as vendas estão bastante fortes e consolidadas



Frederico Falcão, presidente do IVV
D.R.
02/04/2013 | 15:48 | Dinheiro Vivo

Portugal ultrapassou a barreira dos 700 milhões de euros, em 2012, na
exportação de vinho. Um marco que acontece pela primeira vez, graças à
aposta de muitos produtores que se viraram para novos mercados, além
Europa, também em crise, associada a uma forte promoção, de que é
exemplo a Wines of Portugal.

Ao Dinheiro Vivo, Frederico Falcão, presidente do Instituto da Vinha e
do Vinho (IVV), explica a estratégia deste sector.


As exportações passaram a barreira dos 700 milhões de euros. Qual a
previsão para 2013?
É difícil prever, mas a expetativa que temos traçada é de crescimento
de 10% ao ano.

Na base destes resultados está a promoção. Em que mercados prioritários?
Fora da Europa, Canadá, EUA, Brasil, Angola. China, Rússia, Suíça,
depois uma série de novos países como o México, Moçambique, Japão.

De que modo é feita essa promoção?
Temos várias medidas e pacotes, que consome em termos de fundos
comunitários entre 9 milhões e 10 milhões de euros. Apoiamos cerca de
50% de investimento aos produtores e associações, havendo depois uma
majoração de apoios até 80% para países de mercados terceiros. Com o
programa do IVV, para 2013, estão previstos 3 milhões de euros.

Os prémios são também uma forma de ajudar a alcançar esses resultados?
São muito importantes. Portugal começa a ter uma quota importante no
que toca a prémios de concursos, alguns muitos importantes como o
alemão Berliner Wein Trophy [de onde trouxe 64 medalhas]. Na China
[onde conquistou 78 medalhas, nos CWSA] também começa a haver prémios.
Alguns relativos à relação qualidade-preço, mas quando se exclui o
preço, na qualidade os vinhos portugueses também vão bastante bem.

Quais as prioridades do sector para 2013 e anos seguintes?
Reestruturação das vinhas, renovar as castas, porque ainda há vinhas
com castas menos interessantes, retirar as mais velhas para obter não
só qualidade como quantidade. Acresce a isto a promoção como temos
vindo a fazer até aqui, já que na parte tecnológica e capacidade de
engarrafamento Portugal vai bem.

É este um sector que, definitivamente, pode ajudar Portugal a recuperar?
O sector do vinho é um sector muito ativo. Tem vindo a crescer de
forma exponencial, muito graças ao investimento que tem sido feito na
promoção nos mercados fora da Europa, onde as exportações estão
bastante fortes e consolidadas. E mantendo este ritmo, acredito que é
sector extremamente importante na recuperação do país.

http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO133809.html?page=0

UE planeia corte de mais 5% nas ajudas deste ano

Categoria: união europeiaPublicado em Quarta, 03 Abril 2013
11:42Escrito por Manuel SilveiraVisitas: 12


ASAJA confederação de Agricultores espanhóis descreveu como "corte à
traição" a proposta da Comissão Europeia para reduzir em 2013, mais 5
% dos pagamentos directos aos agricultores que recebem da Política
Agrícola Comum da UE.

É um corte incrível e ninguém tinha falado, e que a apenas alguns dias
para se iniciarem as reuniões finais para um novo orçamento da UE para
2014-2020, foi dado a conhecer pelo COPA-COGECA (Conselho Europeu de
cooperativas e organizações agrícolas), que faz parte ASAJA e a CAP de
Portugal.

A este novo corte de 5 por cento de pagamentos da PAC recebidos pelos
agricultores há que juntar a modulação aplicada há vários anos de 10%,
o que equivale a um corte global de 15%. Apesar de que com o conceito
de modulação, esses fundos eram novamente disponibilizados para a
agricultura através do Desenvolvimento Rural.

Este possível novo corte de 5 por cento, que Bruxelas justifica pela
aplicação de "mecanismos de disciplina financeira", não irá retornar
para o sector, mas volta directamente para os cofres comunitários.

Os Agricultores, Associações e Confederações do sector dever-se hão
opor liminarmente a mais este corte, que, a ser aplicado provocará
enormes prejuízos para os agricultores, já que a esta altura de 2013
têm programadas as suas despesas e investimentos para 2013 e não
tinham considerado que, além da crise, os problemas de preços de
factores de produção e de financiamento, as suas ajudas iriam sofrer
mais uma redução.

Site COPA-COGECA http://www.copa-cogeca.be/

http://www.ajasul.com/index.php/uniaoeuropeia/243-ue-planeia-corte-de-5-nas-ajudas-deste-ano?hitcount=0

Muros e patamares vinícolas derrubados no Douro pela chuva intensa

Por Agência Lusa, publicado em 2 Abr 2013 - 14:49 | Actualizado há 20
horas 38 minutos


Depois da seca no ano passado, alguns viticultores do Douro queixam-se
agora da chuva intensa que está a provocar prejuízos nas vinhas,
derrubando muros de xisto e patamares um pouco por toda a região.

A agricultura é uma atividade que está dependente das condições
meteorológicas. E se, em 2012, foi a seca que provocou queixas e
prejuízos, este ano é a chuva intensa que não dá descanso aos
viticultores durienses.

Por exemplo, em Santa Marta de Penaguião, onde a principal atividade
económica é a produção de vinho, Maurício Sequeira ainda está a fazer
as contas, mas fala já em prejuízos na vinha que poderão rondar entre
os 10 a 15 mil euros.

Prejuízos esses que, diz, foram provocados pela chuva intensa que
derrubou muros e patamares, arrastando também videiras.

"Há o problema dos muros que estão derrubados e é preciso levantá-los,
mais a quebra na produção, mais a replantação que serão mais dois ou
três anos", sublinhou.

Para este produtor duriense, esta era a "pior coisa que podia ter
acontecido" ao Douro.

"No ano passado com a falta de água as videiras não singraram e este
ano queria replantar tudo de novo. Este ano queria fazer mais cedo
para apanhar as águas e afinal foi a desgraça", sublinhou.

Edgar Sequeira, também produtor de vinho, queixou-se principalmente da
queda de muros de xisto e da despesa que representa agora reconstruir
estes que são dos elementos mais marcantes da paisagem classificada
pela UNESCO em 2001.

"Com o temporal que tem estado, os muros caem desordenamento, uns por
cima dos outros provocando grandes prejuízos na região", frisou.

O agricultor queixa-se de um processo burocrático para aceder aos
apoios à reconstrução destes muros tradicionais e da necessidade de se
recorrer a mão-de-obra paga, o que causa ainda mais dificuldades.

Contactado pela agência Lusa, o responsável pela Direção Regional de
Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN), Manuel Cardoso, referiu que
desde o início do ano já foram reportadas aos serviços algumas queixas
de estragos provocados pelo mau tempo, mas salientou que se trata de
"situações relativamente normais".

A maior parte dos estragos terão ocorrido sobretudo nas vinhas mais
novas, em que os terrenos ainda não estão consolidados.

Manuel Cardoso salientou que as queixas apresentadas foram registadas
e que se procedeu ao seu encaminhamento para, depois, os agricultores
poderem recorrer às várias linhas de apoio, que já estão
implementadas, com vista à recuperação dos muros.

Por exemplo, no âmbito do programa de financiamento comunitário
PRODER, foi criada a medida específica de Intervenção Territorial
Integrada do Douro Vinhateiro, que apoia a manutenção e conservação
destas estruturas tradicionais.

Uns chamam-lhes as "rugas" outros os "degraus" do Douro. Os muros de
xisto foram construídos nos últimos séculos pelos durienses e
serpenteiam a paisagem ao longo de vários quilómetros.

Só que, quando ocorrem intempéries são muitos os muros e socalcos
derrubados pela força das águas.

Nos últimos anos foram reconstruídos cerca de 200 quilómetros de muros
de xisto, num investimento de cerca de 125 milhões de euros, com o
apoio de fundos comunitários.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado
pela Agência Lusa

http://www.ionline.pt/portugal/muros-patamares-vinicolas-derrubados-no-douro-pela-chuva-intensa

Agricultores que não se registem nas Finanças podem ficar sem subsídios

2 de Abril, 2013
O bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas alertou hoje
para o risco dos agricultores perderem subsídios comunitários se não
declararem início de actividade nas Finanças, defendendo que só deve
ser obrigatório a partir dos 10 mil euros/ano.

Os agricultores que não cumprirem as novas obrigações fiscais
"arriscam-se a ser multados e a não receber os subsídios
comunitários", afirmou Domingues de Azevedo.

Até 31 de Maio, todos os agricultores com actividade comercial têm de
declarar o início de actividade, passar factura e estão sujeitos a IVA
se obtiverem um rendimento anual bruto superior a 10 mil euros.

As ajudas pagas pelo IFAP também vão ter de ser declaradas ao Fisco,
pela primeira vez, em 2013.

Ao enquadrar na declaração de IRS todos os valores que influenciam o
orçamento dos agricultores "o legislador pôs fim a uma tradição muito
antiga do nosso sistema fiscal de isentar de imposto os baixos
rendimentos da agricultura de subsistência", salientou.

Embora continuem isentos de tributação os rendimentos agrícolas anuais
inferiores a 22.637,88, o fim da isenção do regime de IVA para os
agricultores implica que quem factura mais de 10 mil euros fique
sujeito à taxa mínima de 6%.

As novas regras do IVA "entram em conflito com a isenção de tributação
de IRS", considerou o bastonário da OTOC, sublinhando que "devia haver
uma coordenação maior entre o que [a lei] dispõe para o IRS e para
efeitos de IVA" e defendendo a existência de obrigações fiscais apenas
para quem tenha rendimentos anuais superiores a 10 mil euros.

Domingues Azevedo acrescentou ainda que a nova lei também tem aspectos
positivos.

Os produtores que vendem directamente, por exemplo, podem "ganhar
competitividade" pois os seus produtos passam a pagar apenas a taxa de
6%, independentemente da forma como se apresentem, ao contrário do que
acontecia.

O vinho a granel vendido directamente, por exemplo, pagava 6% de IVA,
mas se fosse vendido engarrafado a taxa aplicada era de 13%.

"Passa a haver condições mais favoráveis para a comercialização
directa, pois a origem do produto é que é determinante para a taxa.
São boas notícias para a agricultura", reforçou.

Lusa/SOL

Tags: Finanças, Agricultura, Subsídios, Sociedade

http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=72198

Só em vinho é que somos autosuficientes

VIRGÍNIA ALVES

Portugal produz vinho e conservas de peixe suficientes para satisfazer
o consumo interno, mas o calcanhar de Aquiles no setor agroalimentar
são e continuarão a ser os cereais e as oleaginosas.


foto GLOBAL IMAGENS/ARQUIVO
Somos autosuficientes em vinho


Portugal apresenta um grau de autosuficiência alimentar de 81%, ou
seja, não consegue que o valor das exportações agroalimentares tenha a
capacidade para pagar as importações, daí que o saldo da balança
comercial, entre 2006 e 2010 se tenha agravado, apresentando um défice
de 1,3 milhões de euros, apesar de o ritmo das vendas ao exterior ter
crescido acima das importações, revelou o Instituto Nacional de
Estatística.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3143141

Agricultura: Excesso de chuva coloca em causa várias culturas...

Regional | 07:00 | 02-04-2013


Algumas culturas de Inverno estão "condenadas" devido ao excesso de
chuva e em alguns locais ainda não se sabe se os terrenos vão
recuperar a tempo das sementeiras da Primavera.

Os agricultores estão preocupados com as consequências do excesso de
chuva que já está a prejudicar algumas culturas. O mês de Março deste
ano bateu os recordes nacionais, há 43 anos que não chovia tanto no
País, as regiões do Sul e do Centro as mais afectadas.

Castro e Brito, presidente da FAABA-Federação das Associações de
Agricultores do Baixo Alentejo, afirma que esta situação "anormal" de
chuva intensa surgiu depois de um período de seca e naturalmente que
prejudicou as culturas que já estavam semeadas como é o caso dos
cereais de sequeiro. Também os pomares e os olivais estão a "sofrer"
com o excesso de chuva.

Ainda segundo Castro e Brito a chuva também está a atrasar bastante as
culturas de Primavera porque é impossível entrar nos terrenos Milho,
girassol e melão são alguns exemplos apontados por Castro e Brito que
refere ainda que, para já, é impossível prever se os terrenos vão
recuperar a tempo de fazer as sementeiras. Inês Patola

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/53338

IVDP desafia a novas formas de consumo de vinho do Porto

Mercado nacional registou crescimento de 3,5% em 2012

De 4 a 14 de abril, Peixe em Lisboa, Pátio da Galé, Terreiro do Paço, Lisboa

O "Peixe em Lisboa" é o palco escolhido para o Instituto dos Vinhos do
Douro e do Porto (IVDP) reforçar a posição no mercado português,
nomeadamente junto dos públicos do sul do país , numa altura em que se
registou, em 2012, um subida de 3,5% em vendas nacionais. Inserida
numa estratégia de dar a conhecer o vinho do Porto aos portugueses, a
presença do Instituto no certame vai incidir sobre a versatilidade do
produto e na procura de novos momentos de consumo. Aos cocktails
inovadores de vinho do Porto juntam-se, no certame, harmonizações
inovadoras de vinho do Porto com a gastronomia em foco no certame.
Para Manuel de Novaes Cabral, presidente do IVDP, a presença no
certame vem reforçar "a aposta no mercado nacional que começa a dar
francos sinais de recuperação no que diz respeito às vendas dos vinhos
do Douro e Porto".

De 4 a 14 de abril, o vinho do Porto vai desfilar a par dos melhores
sabores do peixe em Portugal. Naquele que é já considerado "o mais
significativo evento gastronómico realizado anualmente em Portugal", o
Peixe em Lisboa, o IVDP vai promover ações de degustação e formação
acerca de um dos maiores ex-libris da cultura portuguesa - o Vinho do
Porto.

"Descubra a diferença entre um Porto Ruby e um Porto Tawny" ou "O que
é um Porto Vintage?" são apenas dois dos temas dos encontros
realizados pelos enólogos do IVDP. Paralelamente, o Instituto promove
ainda várias sessões de harmonização de pratos de peixe e sobremesas
com vinho do Porto, orientadas pelos chef João Sá e pelo enólogo
Manuel Moreira.

O Peixe em Lisboa

O Peixe em Lisboa é o maior festival gastronómico nacional
inteiramente dedicado aos sabores do mar. A 6.ª edição desta
iniciativa do Turismo de Lisboa, conta com a participação de alguns
dos mais reconhecidos chefs de cozinha portugueses e estrangeiros. Do
programa constam apresentações de cozinha ao vivo, com inovadoras
criações gastronómicas subordinadas à temática da cozinha do mar e o
concurso que elege o Melhor Pastel de Nata.

A programação inclui ainda debates gastronómicos, o mercado gourmet,
que dá a conhecer os melhores produtos da região – como a doçaria, as
conservas de peixe, os azeites e os vinhos –, as provas de vinhos e de
outros produtos tradicionais, as harmonizações e, pela primeira vez,
sessões dedicadas à fruta nacional, ao longo das quais vários chefes
de cozinha mostram como é possível conjugar fruta com peixes e
mariscos.



Programa do IVDP no Peixe em Lisboa



Dia 4, 5, 6, 12 e 13 de abril

Vinho do Porto Cocktail Experience

Bar na zona lounge



Conversas sobre o vinho | orientadas por Manuel Moreira, enólogo

Dia 5 de Abril | 19h00 | Descubra a diferença entre um Porto Ruby e um
Porto Tawny

Dia 6 de Abril | 15h00 | O que é um Porto Vintage?

Dia 12 de Abril | 19h00 | Vinho do Porto Tawny 20 Anos

Dia 13 de Abril | 15h00 | Vinhos do Porto Brancos Velhos



Harmonizações | orientadas pelo chef João Sá e Manuel Moreira



Dia 6 de Abril, 17h00

Porto Branco Seco

Pirulitos (espetada de lulas)



Porto Ruby

Salada de polvo



Porto LBV

Massoto



Porto Colheita

Mousse de café



Dia 13 de Abril, 17h00



Porto Branco Fine White

Chamuça



Porto Tawny

Enguia Fumada



Porto Vintage

Francesinha (de peixe, molho suave)



Porto 20 anos

Travesseiro

fonte: mediana

Novo regime de circulação de bens ainda sem publicação de portaria

Atraso na publicação de Portaria pode favorecer o "caos" na circulação
de bens a partir de Maio

Em 1 de Maio entram em vigor as alterações ao Regime de Bens em
Circulação e ainda não foi publicada a Portaria que deveria
regulamentar a legislação introduzida pela Lei do Orçamento de Estado
para 2013, o que constitui mais um revés na aplicação de um novo
regime cuja entrada em vigor irá causar extremas dificuldades à
circulação de bens de consumo e mercadorias no território português.

De acordo com a Presidente da Direcção da Associação Portuguesa de
Operadores Logísticos (APOL), Carla Fernandes, "a partir de 1 de Maio,
as mercadorias não podem circular sem o código solicitado pela
Autoridade Tributária e, com um novo regime legal repleto de
indefinições e incongruências, há um sério risco de os camiões não
irem para a estrada, o que terá consequências graves na entrega de
bens de consumo aos portugueses, sendo certo ainda que a burocracia
aplicada centralmente às cadeia de abastecimento é um dado
incompreensível quando o que buscamos é competitividade".

A Direcção da APOL tem alertado a Autoridade Tributária (AT) para as
dúvidas que o novo regime de bens em circulação tem levantado junto
dos operadores logísticos e dos seus Clientes, estando em causa a
competitividade das empresas.

Uma das alterações agora introduzidas aponta para a necessidade de uma
comunicação prévia à AT de qualquer transporte de mercadoria, AT que
depois emitirá um código a figurar no documento de transporte
respectivo. O que significa um aumento das fases existentes no
processo logístico, sendo criados dois novos momentos, que até agora
não existiam: comunicação prévia pelo remetente dos bens e recepção da
devolução de um código. Sem esquecer que de dois intervenientes,
passamos agora a três, sempre e em qualquer circunstância.

A comunicação prévia e a devolução de um código em tempo útil às
empresas produtoras e expedidoras, poderá bloquear muitos transportes
e aumentar os tempos de entrega condicionando o normal desenrolar da
cadeia de abastecimento e introduzindo custos de contexto
aparentemente injustificados, o que de modo inevitável terá
consequências no preço final dos bens de consumo. Também não está
esclarecido como actuar nas situações em que a quantidade realmente
expedida seja distinta da que foi comunicada à Autoridade Tributária.

Embora não esteja, a 1 mês da entrada em vigor do diploma, definido o
modus operandi, parece certo que a carga administrativa aparentemente
prevista demonstra um total desconhecimento da velocidade actual das
cadeias de abastecimento modernas.

A Direcção da APOL considera que as medidas previstas vêm adicionar
burocracia aos sistemas logísticos, sendo mais um obstáculo à
competitividade das empresas e, por isso, um retrocesso e barreiras à
sua actividade, com consequências graves para os consumidores
portugueses, sem que haja subjacente um benefício geral que o compense
ao nível da sociedade.

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/02j.htm

terça-feira, 2 de abril de 2013

Campus Syngenta reúne especialistas em Vinha

28 Março de 2013



O Campus Syngenta Vinha contou com a participação de especialistas
locais, que através
do seu vasto conhecimento da realidade enriqueceram as sessões sobre
míldio, oídio, black rot e flavescência dourada.

«A estratégia Syngenta permitiu uma perfeita proteção das vinhas,
salvaguardando a produção nascida e possibilitando um estado sanitário
à vindima excelente».

«A formação é uma prioridade para a Syngenta e, por isso, estamos a
investir num alto nível de qualificação dos nossos colaboradores e
parceiros de negócio».

Partilhar conhecimento sobre as culturas e formar os parceiros de
negócio é o objectivo da iniciativa Campus Syngenta. Esta acção
dedicada à vinha, decorreu a 26 e 27 de Fevereiro, em Viseu, reunindo
cerca de 80 participantes. A 28 de Fevereiro, o Campus Syngenta Vinha
rumou a Alcácer do Sal, envolvendo 55 pessoas.

O Campus Syngenta é uma iniciativa que decorre em sala, levando os
grupos de formandos a percorrer sessões temáticas curtas, dinâmicas e
interactivas. Uma das mais-valias destas acções de formação é a
participação de especialistas locais, externos à Syngenta, que através
do seu conhecimento da realidade e sobre as culturas em causa,
enriquecem as sessões, enquadrando os temas em discussão.

O Campus Syngenta Vinha teve como público-alvo a distribuição e os
operadores dos pontos de venda Syngenta, de Norte a Sul do país. Os
temas em foco foram o míldio, o oídio, o black rot e a flavescência
dourada, os problemas fitossanitários de maior relevância na
actualidade. A Syngenta apresentou os resultados da sua estratégia de
protecção aplicada nos campos demonstrativos em 2012 para as distintas
regiões.

A finalizar o evento, Mónica Teixeira, responsável de Assuntos
Corporativos da Syngenta, deu a conhecer as
novidades da legislação sobre uso sustentável de produtos
fitofarmacêuticos, prestes a entrar em vigor em
Portugal e que traz novos desafios para todo o sector agrícola.

«A formação é uma prioridade para a Syngenta e, por isso, estamos a
investir num alto nível de qualificação
dos nossos colaboradores e parceiros de negócio, para que prestem um
serviço de excelência aos
agricultores portugueses. Os Campus Syngenta são um exemplo do nível
de profissionalismo com que a
Syngenta encara a área de actividade onde actua», afirma Maria do
Carmo Pereira, responsável de
Marketing da Syngenta em Portugal.

A visão dos especialistas

Black rot
Madalena Neves, técnica da Estação de Avisos da Bairrada, falou sobre
os sintomas e evolução do black rot
nesta região vitivinícola: «o ano de 2012 foi relativamente calmo, os
sintomas de black rot começaram por se
manifestar nas folhas, pâmpanos e ráquis das videiras, no início de
Maio, mas após meados do mês as
condições climáticas não foram propícias ao desenvolvimento da doença.
Constatámos que a adoção de
uma estratégia integrada e conjunta das doenças da vinha, com início
logo ao estado fenológico D-F (saída
das folhas- cachos visíveis), se revelou muito positiva no controlo do
black rot». A técnica da Estação de
Avisos da Bairrada, que acompanhou o campo demonstrativo da Syngenta
nesta região, conclui que «a
gama e o posicionamento dos produtos Syngenta se apresentaram eficazes
no controlo do black rot, não
se tendo observado sintomas da doença na vinha».

Flavescência dourada
Anabela Andrade, também técnica da Estação de Avisos da Bairrada, fez
o ponto de situação sobre a
flavescência dourada, virose presente no Norte e Centro do país: «quer
em 2011, quer em 2012, não houve
registo de quaisquer resultados positivos de flavescência dourada nas
vinhas da região vitivinícola do Centro.
Dir-se-ia, pois, que a doença está sob controlo, para o que muito tem
contribuído a intensificação dos
trabalhos de prospeção do fitoplasma causal e, sobretudo, dos de
prospeção do insecto vector, o
Scaphoideus titanus Ball.. A esta intensificação de prospeção há que
associar o papel fulcral do SNAA que,
através das Estações de Avisos locais, emite recomendações de
tratamentos insecticidas e de medidas
preventivas contra o vector e contra o fitoplasma da doença».

O Ministério da Agricultura apresentou em Janeiro passado um Plano de
Acção Nacional para controlo da
flavescência dourada, que visa garantir a sanidade dos materiais
vitícolas, a contenção da dispersão do
insecto vector e a erradicação do fitoplasma da flavescência dourada.
«É um programa exaustivo e exigente,
que envolve todos os intervenientes na fileira», descreve Anabela Neves.

No que respeita à estratégia Syngenta de protecção da vinha contra
esta virose, Anabela Neves considera
que «sempre em articulação estreita com as recomendações das Estações
de Avisos locais, o Actara tem um
excelente contributo na erradicação da flavescência dourada, ao
reduzir a dispersão de ninfas e de adultos
do insecto vector Scaphoideus titanus Ball.. Mais, a possibilidade de
duas utilizações é uma mais-valia,
atendendo às sentidas necessidades/recomendações de efectuar dois
tratamentos contra o vector, na
Região Centro, o primeiro deles ao aparecimento dos primeiros
pré-alados ou adultos».

Míldio e oídio
João Garrido, especialista da Estação Vitivinícola Amândio Galhano,
apresentou a panorâmica do míldio e do
oídio na região do Minho. «Embora o míldio se tenha manifestado em
2012, não atingiu todavia uma grande
pressão. O oídio, por seu turno, acabou por aparecer com alguma
importância, essencialmente na parte final
do ciclo vegetativo, o que deixa antever que poderá vir a ser um
problema mais sério que o habitual nas
próximas campanhas», disse. Quanto à estratégia Syngenta aplicada nos
campos de demonstração, este
técnico considera que se revelou adequada, «na medida em que permitiu
uma perfeita proteção das vinhas,
salvaguardando a produção nascida e possibilitando um estado sanitário
à vindima excelente».

João Garrido elogia a organização do Campus Syngenta Vinha: «foi muito
bem organizado. A comunicação
foi muito directa e bem focada. O local muito simpático, bem como o
modelo de rotação para as
apresentações, criando maior proximidade entre todos os
intervenientes. O ambiente foi excelente. Por tudo,
o meu reconhecimento e parabéns pelo evento». Anabela Neves classifica
o Campus Syngenta Vinha como
uma «acção deveras valiosa», destacando «o cariz prático e pedagógico
que comporta: acaba por articular
de forma natural aspectos sanitários e fisiológicos da cultura, sendo
realizada em pleno ciclo vegetativo da
videira».

A Syngenta é uma das empresas líderes no seu ramo de actividade. O
grupo emprega mais de 27.000 pessoas em mais
de 90 países, com um único objectivo comum: trazer para a vida o
potencial das plantas. Através da excelência dos
nossos cientistas, da nossa presença a nível mundial e do empenho de
todos os nossos colaboradores em responder às
necessidades dos nossos clientes, ajudamos a maximizar a produtividade
e o rendimento das culturas, a proteger o
ambiente e a melhorar a saúde e a qualidade de vida. Para mais
informações sobre a Syngenta, consulte o site
www.syngenta.com.

fonte: MG COMUNICAÇÃO

Casimiro de Almeida eleito novo presidente da ANIL

NOTA DE IMPRENSA



Uma nova direcção para fazer face à difícil conjuntura sectorial
Paulo Costa Leite assume a direcção geral da associação

Decorreram hoje as eleições para os órgãos sociais da Associação, para
o triénio 2013-2015, acto a que se apresentou uma única lista,
proposta pela Direcção anteriormente em funções, e eleita por
unanimidade.

Depois de um mandato liderado pelo Dr. Pedro Pimentel, que entretanto
aceitou um novo desafio profissional, este acto eleitoral marca o
regresso a um modelo mais tradicional, em que a presidência da
Associação é desempenhada pelo representante de uma das empresas do
sector.

Assim, aceitou a respectiva indicação e foi entretanto eleito para
Presidente da Direcção da ANIL, o Comendador Casimiro de Almeida, que,
como é sabido, é, desde a respectiva fundação, o Presidente do
Conselho de Administração da mais importante empresa de lacticínios
nacional, a Lactogal – Produtos Alimentares, SA.

Esta eleição engrandece a associação e dota ainda de maior importância
a actuação da ANIL num período especialmente complexo da vida da
fileira do leite em Portugal, em que aos desafios derivados das
alterações da política comunitária para o sector – com o
desmantelamento do regime de quotas leiteiras em óbvio destaque – se
adiciona uma conjuntura económica nacional altamente desfavorável.

A Direcção agora eleita, que assume a continuidade do trabalho
desenvolvido pelas equipas anteriores, estabeleceu cinco prioridades
essenciais, as quais, por si só, correspondem a um vasto programa de
trabalho. De forma sintética, essas prioridades são:

Apoiar a adequada implementação, em Portugal, da nova política
comunitária para o sector

Promover uma maior transparência e equilíbrio ao longo da cadeia de
valor sectorial

Desenvolver uma estratégia que aposte na internacionalização das
empresas lácteas portuguesas

Aprofundar iniciativas que incentivem o consumo e promovam a imagem
dos produtos lácteos nacionais

Promover a consolidação da estrutura associativa sectorial

No quadro da reorganização associativa, tomou também hoje posse o novo
Director Geral da ANIL: Paulo Costa Leite. O novo director geral da
Associação tem uma ampla experiência empresarial e associativa, para
lá de um alargado conhecimento do sector, tendo mesmo assumido a
presidência da ANIL, no início da década de noventa.

A Direcção da ANIL aproveita a oportunidade para endereçar os votos de
forte sucesso pessoal e profissional ao Dr. Pedro Pimentel que, ao
longo de mais de dezassete anos, colocou um elevado empenho no
desenvolvimento institucional da Associação e no fortalecimento da
fileira do leite.

Porto, 02 de Abril de 2013

A Direcção da ANIL

http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2013/04/02i.htm

Portugal é independente no vinho mas muito dependente do exterior nos cereais

ANA FERNANDES

02/04/2013 - 12:50

Auto-suficiência alimentar do país situa-se nos 81%, com grandes
disparidades. É excedentário em vinho mas depende do estrangeiro para
os cereais e oleaginosas.

Portugal é excedentário em vinho PAULO RICCA


Muito do que Portugal consome a nível alimentar é produzido no país.
No caso dos produtos agrícolas, que incluem vinho e azeite, os
portugueses conseguem garantir 83% das suas necessidades. Esse valor
desce para os 82% no caso dos produtos de pesca e para 79% no que diz
respeito aos produtos da indústria alimentar. Já nas bebidas (sem
vinho), a fasquia sobe para os 96%. O que significa que, em média, a
auto-suficiência alimentar situa-se nos 81%.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), que analisa os
dados para o período de 2006 a 2010, os produtos agrícolas onde
Portugal é praticamente independente do exterior são o azeite, as
hortícolas, os ovos e os frutos secos. No vinho é excedentário. A
maior dependência do estrangeiro surge nos cereais e oleaginosas.

Já no que diz respeito à indústria alimentar, os portugueses conseguem
garantir o seu abastecimento no caso dos frutos e hortícolas
transformados e é excedentário em conservas de peixe. Mas a indústria
da pesca é ainda escassa para a procura pois Portugal tem de importar
mais de metade do que consome no que toca a peixe congelado, seco e
salgado.

Outro sector com grande dependência do exterior é o dos cereais, que
representam, em valor, 42,4% das compras no estrangeiro de bens
agrícolas. "A produção nacional é pouco competitiva no sequeiro mas
tem margem de progressão no regadio, particularmente para a cultura do
milho. Relativamente às oleaginosas, a situação altamente deficitária
dificilmente será corrigida, dado que as condições edafo-climáticas
nacionais não são favoráveis à produção das principais oleaginosas
(soja e colza)", explica o INE

O valor médio anual da produção agrícola situou-se próximo dos 7000
milhões de euros entre 2006 e 2010 crescendo 1,2%, em média, por ano.
O azeite e o vinho valem praticamente um quarto do valor total da
produção, enquanto a pecuária vale outros 23,3%.

"As transacções dos produtos agrícolas entre 2006 e 2011
representaram, em média, 4,1% do valor global das importações e 3,2%
das exportações. O saldo da balança comercial deste tipo de produtos
apresentou um défice de 1,3 mil milhões de euros e uma taxa de
cobertura de 48,4%", adianta ainda o INE.

As trocas comerciais de produtos agrícolas fazem-se sobretudo com
países da UE. Os principais fornecedores são Espanha e França, os
mesmos mercados para o país exporta mais. Dos EUA e Canadá chegam ao
país essencialmente sementes de oleaginosas e cereais.

http://www.publico.pt/economia/noticia/portugal-e-independente-no-vinho-mas-muito-dependente-do-exterior-nos-cereais-1589864

AGRO 2013 regista crescimento de 35 por cento e aposta na internacionalização do setor primário

46.ª Feira Internacional de Agricultura, Pecuária e Alimentação acolhe
seminário sobre o futuro do setor agrícola nos mercados de Angola e Moçambique



De 11 a 14 de abril 2013 no Parque de Exposições de Braga

Sob o mote "A agricultura é o caminho", a AGRO 2013 regista já um crescimento de 35 por cento em relação ao ano passado. A iniciativa contará com a presença de 225 expositores dos setores pecuário, maquinaria agrícola, vinhos e sabores, agricultura biológica, horticultura e floricultura, quarenta dos quais são
novidade nesta edição.

A 46.ª Feira Internacional de Agricultura, Pecuária e Alimentação, um
dos principais certames agrícolas do país e que integra a elite das feiras
representadas na UFI e Eurasco, realiza-se de 11 a 14 de abril, no Parque de Exposições de
Braga (PEB), e está já com lotação esgotada.

"A AGRO 2013 quer ser, mais uma vez, uma montra do que existe em Portugal, produtos de qualidade que devem ser explorados ao máximo pelos nossos agricultores, não só a nível nacional mas também internacional. Queremos demonstrar que, em Portugal, existe um forte know how na área agroalimentar e
 com grande potencial de internacionalização", afirma Miguel Corais, administrador-
executivo do PEB.

Uma das grandes novidades da AGRO 2013 é a realização do seminário internacional sobre o futuro do setor primário que se realiza no primeiro dia da feira, 11 de abril, e que vai mobilizar várias entidades de relevo, nomeadamente o Ministério da Agricultura de Angola, Moçambique e Portugal, o Ministério dos
Negócios Estrangeiros e a Comunidade de Países de Língua Portuguesa.

As oportunidades de investimento em Portugal, Angola e Moçambique vão ser debatidas num painel com as participações de representantes do Centro de Promoção de Investimentos de Moçambique, Agência Nacional de Investimento Privado de Angola e Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.

Esta edição vai contar com muitas outras novidades, nomeadamente novos expositores e ações paralelas. Este ano aumentou-se a área de exposição de maquinaria em cerca de sete mil metros quadrados onde serão reunidos mais de 400 equipamentos. Show cookings, provas de vinhos e de produtos tradicionais,
demonstrações de equipamentos e tecnologias e apresentações de novos produtos e negócios são algumas das atividades que se poderão encontrar no certame.

Durante os quatro dias de feira serão também realizados seminários técnicos sobre variados temas, tais como o programa de desenvolvimento rural 2014-2020, o futuro da agricultura biológica, as hortas urbanas, as empresas e os mercados biológicos, a inovação e o empreendedorismo no meio rural, a fileira agroflorestal, entre outros.

Os concursos pecuários, embora não sendo novidade, serão outro ponto de atração da AGRO. Vários animais, desde as raças autóctones mais ligadas à carne (Barrosã,

Arouquesa, Minhota, Maronesa) até à raça Holstein Frísia, de produção de leite, concorrem e desfilam numa pista com bancadas para o público. Com o apoio das associações estarão ao todo mais de três centenas de animais que incluem também as raças Marinhoa, Cachenas e as raças de origem francesa Limousine e Charolesa.

Para animar as noites do certame, e como complemento à feira, vão ser realizados concertos com José Canário, José Malhoa e Zé Amaro.

Braga, 02 abril 2013

fonte: peb

PS/Madeira defende que agricultura regional não pode ser "taxável"

Lusa
15:34 Segunda feira, 1 de abril de 2013


Funchal, 01 abr (Lusa) -- O líder parlamentar do PS/Madeira, Carlos
Pereira, considerou hoje que a agricultura da região não reúne as
condições para ser "taxável" em termos de impostos, acusando o governo
madeirense por ter "desprotegido" o setor.

"A Madeira é um caso de exceção do ponto de vista da agricultura,
porque tem uma dimensão média da área produtiva baixa, uma população
agrícola envelhecida e com poucas habilitações", argumentou o
deputado, após uma reunião com a Associação de Agricultores da
Madeira.

Para o responsável da bancada socialista na Assembleia Legislativa da
Madeira, "este é um caso de exceção no país que devia ter sido
salvaguardado até ao máximo".



http://expresso.sapo.pt/psmadeira-defende-que-agricultura-regional-nao-pode-ser-taxavel=f797433

Sonae já tem 50 ha de pêssegos no Vale da Vilariça

Publicado às 00.33

GLÓRIA LOPES


Na região de Bragança há um espaço de excelência agrícola, o Vale da
Vilariça, onde os produtores se estão a organizar para melhor tirar
partido dos investimentos ali realizados, sobretudo, no regadio.

Há uma mudança silenciosa a acontecer no Vale da Vilariça. Na zona
produz-se a melhor fruta do país, graças ao índice Brix (concentração
de açúcar medida com um refratómetro) que atesta a excecionalidade
daquele território devido ao solo e às condições climatéricas de
microclima. Os produtores estão a organizar-se. Criaram um
agrupamento. Estão a avançar com a certificação DOP (Denominação de
Origem Protegida) para o pêssego e o melão. A reforma da organização
dos terrenos e relocalização das culturas está em marcha. O objetivo é
produzir com a máxima rentabilidade apostando nas culturas certas,
deixando de lado as tradicionais como o olival e a vinha. Até o
empresário Belmiro de Azevedo, através de uma holding, comprou
terrenos naquela, onde está a produzir pêssegos em 50 hectares. O vale
é cada vez mais atraente para quem quer investir na fruticultura e na
horticultura.

Ultrapassados que estão os problemas estruturais do vale, nomeadamente
a falta de água para regadio, com a conclusão de três barragens, e as
acessibilidades precárias, resolvidas com a abertura do IP2 e do IC5,
neste momento, a grande luta é a necessidade de ter uma agricultura
competitiva para ganhar escala e quota de mercado. "Nestes últimos
anos tem havido a capacidade de tornar as potencialidades do vale em
verdadeiras oportunidades", referiu Manuel Cardoso, diretor regional
de Agricultura. Não é por acaso que tem havido grandes investimentos e
que a produção é escoada diretamente para as grandes superfícies, com
produtores que fazem parte dos clubes de produtores.

Só em investimento público estão em marcha projetos que ultrapassam os
dois milhões de euros. Para o reforço da capacidade da barragem da
Burga, a instalação de contadores controlados por telegestão, e um
projeto para a reorganização das culturas do vale de modo a fazer
unidades de produção maiores e homogéneas. Ainda reina o minifúndio.
Os agricultores querem criar explorações maiores, com gestão única,
agrupando vários produtores para reduzir custos na aquisição de
fatores de produção, a gestão do parque de máquinas, contração de mão
de obra especializada. "É preciso abertura de mentalidades para fazer
isto", admite Fernando Brás, presidente da Associação de Beneficiários
do Vale da Vilariça.

O vale já produz muito e bem, mas emperra na comercialização. "O lucro
fica nas empresas que compram a fruta e fazem a normalização e
comercialização", explica José Almendra, técnico da associação. "A
fruta tem qualidade, mas é vendida nas grandes superfícies sem a
identificação do Vale da Vilariça", acrescentou. Outra ambição passa
pela transformação da fruta, com o aproveitamento de subprodutos,
fruta sem calibre para comercializar em fresco, que representa 20% da
produção total e que tinha como destino o lixo. Os agricultores querem
criar uma unidade para fazer a desidratação e vender como fruto seco.
"Temos que aproveitar ao máximo o que temos", sublinha Fernando Brás.
v

http://www.jn.pt/125Anos/default.aspx?Distrito=Bragan%E7a&Concelho=Bragan%E7a&Option=Interior&content_id=3140769

Agricultores que declarem início de atividade não pagam segurança social de imediato

Lusa01 Abr, 2013, 21:06

O Governo esclareceu hoje que os agricultores que declararem o início
da atividade junto das Finanças não vão pagar de imediato a segurança
social, à semelhança do que se verifica no regime de trabalhadores
independentes.

Em comunicado hoje emitido, o gabinete do Secretário de Estado da
Agricultura refere que "a declaração de início de atividade (a
primeira vez que seja declarada atividade) não terá implicações
imediatas no pagamento da segurança social para os agricultores".

Isto porque, esclarece a Secretaria de Estado de José Diogo
Albuquerque, o regime a aplicar aos trabalhadores independentes "só
produz efeitos após o decurso de pelo menos 12 meses e quando o
rendimento relevante anual do trabalhador ultrapasse seis vezes o
valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS)".

Além disso, "após o decurso dos primeiros 12 meses, o enquadramento
[fiscal] não produz efeitos se os valores dos subsídios/faturação em
vendas for inferior a 12.500 euros por ano e esta seja a única forma
de exercício da atividade independente", refere ainda a nota hoje
divulgada.

O Ministério das Finanças tinha já informado hoje que o prazo para os
agricultores se registarem nas Finanças ou comunicarem alterações de
atividade foi prolongado até 31 de maio de 2013.

Todos os agricultores com atividade comercial vão passar a ser
obrigados a declarar o início de atividade e estão sujeitos a IVA se
obtiverem um rendimento anual bruto superior a 10 mil euros.

O prazo para cumprir as novas obrigações fiscais, que decorrem do
Orçamento do Estado para 2013, acabava hoje, mas a adaptação ao regime
geral de IVA "tem suscitado algumas questões", pelo que o Governo
julgou "conveniente permitir um alargamento do prazo".

As declarações submetidas até 31 de maio de 2013 produzem os seus
efeitos à data da entrada em vigor do novo regime, ou seja, 1 de abril
de 2013.

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=640228&tm=6&layout=121&visual=49